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Zé Carioca contra os Tedescos

Desta forma, o Morro do Castelo pode ser representado esquematicamente como uma crista em forma de ferradura, com a extremidade norte ligando-se à elevação 977, e com a extremidade sul ao norte de C. Vitteline, conforme documento do G-2 “Estudo sobre o inimigo”. De C.Vitteline havia uma trilha que seguia para o norte, que se bifurcava nas proximidades do ponto 887. Após a bifurcação, um dos caminhos seguia para uma depressão, a oeste, e o outro seguia para 977. As cristas canalizavam o ataque para Castelo e eram estreitas e sem valor topotático para a infantaria, o que não tornava fácil manter as posições conquistadas durante o ataque, e enquanto a elevação 977 não fosse conquistada e mantida, o inimigo teria facilidade em deter as tropas pelo fogo ou repeli-las com contra-ataques partidos de lá. Conforme o estudo, “a elevação 977 parece ser a chave que abra as portas para a conquista e manutenção inicial do M. CASTELO”. As estradas e caminhos existentes permitiam reforçar as posições de Castelo utilizando contra-ataques com reservas partindo das contraencostas de Monte Belvedere e Monte Della Torraccia. A linha de partida era balizada por Gambiana e 745, além da linha de contato atual, salvo em 745. Aí não haveria problema. Todo o terreno era bem conhecido e as patrulhas não tinham encontrado o inimigo em posição nessa linha. Por lá, só tinham chegado pequenas patrulhas alemãs. E a ocupação dessa Linha de Partida (LP) processar-se-ia enquanto o Batalhão Uzeda estivesse ultrapassando tropas americanas e progredindo sobre o seu primeiro objetivo (Fornace – 875); Uma zona de ação limitada a W por uma linha que, inicialmente, liberava pequena área a W do rio Liberaccio, até 718 e 750, que ficaram na faixa de terreno do Batalhão; daí em

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Revista Postais 07 - 2016  

Revista Postal N. 6 - 2016 - Restauração da Agência Central dos Correios de Petrópolis. Artigo de Andréa Fernandes Considera, Erika Pereira...

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