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ANO XIV Nº 175 NOVEMBRO 2010

Publicação do Centro de Tecnologia em Administração Funerária Órgão Oficial de Divulgação do Setor Funerário Nacional

MEMORIAL VIDAPREV SURPREENDE DRACENA-SP

Empresa se preparou para oferecer um cerimonial diferenciado e especial, com curso, e investiu na construção de um moderno complexo velatório.

Leia também CURSOS:

Reparação Facial e Tanatopraxia são novamente sucesso. Novas turmas em novembro têm poucas vagas abertas.

SEFESP:

Sindicato elege diretoria para o triênio 2010/2013


funexpo2011 16 a 18 de setembro Mendes Convention Center - Santos-SP


out/2010 a set/2011

Seguro MAPFRE PrevVida. O seguro para viver tranquilo.

O Seguro MAPFRE PrevVida garante a tranquilidade de seus clientes nos momentos difíceis. Indicado para pessoas de 14 a 65 anos, o seguro permite a inclusão automática de cônjuges e filhos, sem custo adicional, além de oferecer cesta básica durante seis meses e traslado do corpo em caso de falecimento do titular.

A seguradora diferente.


Sumário Ano XIV Nº 175 NOVEMBRO 2010

EDITORIAL

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SEFESP

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Eleita nova diretoria para o triênio 2010 - 2013. Posse será no mês de novembro.

TREINAMENTO

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CAPA

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Primeira turma do novo curso de Reparação Facial oferecido pelo CTAF é sucesso absoluto.

VidaPrev, de

Dracena-SP

TREINAMETNO

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Cursos de Tanatopraxia em Campinas-SP e no Estado do Maranhão movimentaram o setor no mês de setembro.

inaugura memorial moderno, funcional e de muito bom gosto.

Nesta edição • Clipping.......................................... 07 • Cartas............................................ 09 • Abredif........................................... 12 • Marketing....................................... 15 • Luto............................................... 16 • Desenvolvimento........................... 24 BOM GOSTO Memorial VidaPrev agrada população de Dracena e prima pela funcionalidade e sofisticação.

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• Funeral Shopping........................... 26 • Humor & Tal................................... 38 Diretor Funerário | Novembro2010


Editorial SOLANGE SERAFIM

Um serviço inestimado Trabalho na Revista Diretor Funerário desde 1997. Posso dizer com certeza que acompanhei de perto a evolução do setor e vi pequenas funerárias transformarem-se em grandes empreendimentos, a maioria deles totalmente profissionalizados. Já escrevi centenas de vezes sobre a importância da prestação de serviços e acompanhei os investimentos das empresas na qualificação de seus funcionários. Tudo para que o resultado final, a prestação de serviços funerários, seja a melhor possível! Confesso que sempre achei o máximo essa transformação, esse crescimento, todo esse sucesso. Hoje estou olhando tudo isso por outra ótica. Recentemente perdi minha mãe e infelizmente precisei usar os serviços funerários. Na minha cidade, Botucatu, ele é exemplar. Nada pode ser dito nem das acomodações - espetaculares - e menos ainda do profissionalismo dos funcionários. Entendi realmente o que significa um bom atendimento nessa hora. Às vezes a forma como o atendente te cumprimenta já é um diferencial. Quando contratei o atendimento para minha mãe, lembro de ter pedido para o funcionário da funerária que não a deixasse sozinha. A família optou por abrir o velório só pela manhã e ela faleceu na noite anterior. Claro que isso não faz a menor diferença, mas o funcionário me garantiu gentil que ela estaria bem e não ficaria sozinha. Optei pela Tanatopraxia (aqui oferecida como um procedimento químico para higienização do corpo), mas recomendei que o procedimento não deveria obstruir seus pulmões. O funcionário, novamente, me respondeu como se aquilo fosse totalmente plausível. No momento do velório, recebemos familiares e amigos de outras cidades, São Paulo, principalmente. Eles ficaram completamente atônitos com a estrutura do complexo velatório, que oferecia conforto, ar condicionado, banheiro privativo e ainda acomodações para as pessoas que estivessem mais cansadas. Novamente um detalhe que faz toda a diferença. Quando comecei a escrever essa edição entendi melhor sobre o que sempre falei. É mesmo muuuito importante investir na qualificação, no treinamento, no bem estar da equipe! É realmente importante empreender locais que oferecem conforto para os clientes, tanto na empresa funerária, nas centrais de velórios, nas demais acomodações. É realmente imprescindível entender a visão do outro. Ouvir o cliente e se antecipar ás suas necessidades. Busquem a todo instante esses valores, pois certamente serão cada vez mais bem sucedidos. Nesta edição temos mais um exemplo de investimento em Central de Velórios, desta vez em Dracena, interior de SP, onde bom gosto e funcionabilidade se uniram para oferecer conforto aos clientes. Temos também a repercussão do primeiro curso de Reparação Facial, oferecido num novo formato pelo CTAF, com o Diretor Funerário João Luís Roveri. No primeiro slide do curso ele afirma que “A Imagem do corpo permanecerá para sempre na memória dos familiares”, e tem toda a razão, por isso é preciso se importar detalhadamente com sua preparação. Todos os alunos adoraram o curso, que tem nova turma agendada para novembro. Noticiamos também nesta edição, com muito pesar, o falecimento do jovem Diretor Funerário Cristiano Leonardo Franceschetti, da Krause de Novo Hamburgo-RS. Ele faleceu no dia 05 de outubro, vítima de traumatismos decorrentes de um acidente de moto. Tinha apenas 35 anos. Esta edição traz também a eleição da Diretoria do SEFESP - Sindicato das Empresas do Setor Funerário do Estado de São Paulo - para o próximo triênio e a 4ª edição do “Vamos Falar a mesma Língua”, da Pax Nacional Prever Cuiabá-MT. Esperamos que todos façam trabalhos diferenciados e inovadores na celebração de finados, uma das datas mais importantes para o setor. Depois nos escrevam, contando suas ações. Um grande abraço! Solange Serafim Novembro2010 | Diretor Funerário

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EXPEDIENTE CARTA AO LEITOR Diretor Executivo

Lourival Antonio Panhozzi lori@sistemaprever.com.br

Caros leitores, É com profundo pesar que a Revista Diretor Funerário utiliza este espaço para noticiar o falecimento do Diretor Funerário Cristiano Leonardo Franceschetti. Cristiano era um dos proprietários da Funerária Krause, de Novo Hamburgo-RS. Muito jovem, apenas 35 anos, faleceu no dia 05 de outubro, vítima de politraumatismo ocasionado por um acidente de moto ocorrido 50 dias antes. A sua família: filha Isadora Franceschetti, de 5 anos de idade, pai Alberto Franceschetti, mãe Sra. Elisabeth Franceschetti, irmão Gilberto, cunhada Vanessa e sobrinha Bárbara, sua noiva Damiana Karling e ao assistente de Direção do Grupo Krause, Joel Ortiz, expressamos nossos sentimentos. Todo o setor Funerário lamenta a perda precoce do jovem empresário, que administrativa o grupo formado pela Funerária Krause de Novo Hamburgo, Assiste Bem Planos e Seguros e Farmácias Farmacerta.

Conselho Editorial

Mario Fernando Berlingieri marinhob@hotmail.com

Conselho Editorial

Ilso Sanchez Parra lutopaulista@uol.com.br

Diretora Administrativa

Dulce Cristina C. Nascimento dulce@ctaf.com.br

A Redação

SERVIÇOS Assinaturas Impressas: Para novas assinaturas. Disque para fone/fax: (55) (14) 3882-0595, envie pedido pelo correio para: Rua Dr. Rodrigues do Lago, 464 CEP 18602-091 - Botucatu - SP - Brasil, e-mail para assinatura@ctaf.com.br Atendimento ao assinante: Fone/fax: (55) (14) 3882-0595 Rua Dr. Rodrigues do Lago, 464 CEP 18602-091 - Botucatu - SP - Brasil e-mail: atendimento@ctaf.com.br

Redação - Jornalista Responsável Solange Serafim - MTB 23.860 solange@ctaf.com.br

Projeto Gráfico, DTP, Web, Marketing e Publicidade Henrique Teixeira henrique@ctaf.com.br

Na internet acesse: www.funerarianet.com.br Para anunciar: (55) (14) 3882-0595 Redação: (55) (14) 3882-0595 e-mail: revista@ctaf.com.br Jornalista Responsável Solange Serafim - Mtb - 23.860 Impressão: JOARTE - jorgedj@joarte.com.br A Revista Diretor Funerário é uma publicação mensal do Centro de Tecnologia em Administração Funerária, órgão oficial de divulgação do Setor Funerário Nacional. A publicação não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos em artigos assinados e em anúncios publicitários.

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Assinaturas, Depto. Comercial e Treinamento Leandro da Silva Jerônimo leandro@ctaf.com.br

Colaboradores

Alaíde E. de Jesus Leda Fleury Maria José Bueno Rocha Taísa Berlingieri

Diretor Funerário | Novembro2010


Clipping Setor de cemitérios protesta contra abertura do mercado em Portugal

Banco Palmas lança seguro em parceria com empresa suiça

A Associação dos Agentes Funerários de Portugal (AAFP) exigiu, em conferência de imprensa no Porto, a «anulação pura e simples» do decreto lei 109/2010, que regula o acesso e exercício da atividade funerária naquele país.

O Banco Palmas lança microsseguro por R$27,30 por ano, com cobertura de morte por causas naturais ou acidentais. O seguro vai funcionar em parceria com uma seguradora suíça

Para a associação, que conta com cerca de 150 sócios, sobretudo da região norte, é inaceitável a abertura da gestão dos cemitérios existentes a iniciativa privada, prevista na nova legislação, que entra em vigor a 16 de dezembro.

Os moradores do Conjunto Palmeiras e bairros do entorno em Fortaleza-CE, não desconfiam do baixo preço cobrado pelo microseguro. Acostumados à chamada economia solidária, gostaram da novidade, lançada em parceria com a seguradora suíça Zurich e com assessoria da Camed Seguros. O produto já está sendo vendido pelas redondezas e as expectativas são de uma ampla cobertura.

“Contestamos a abertura da gestão dos espaços cemiteriais existentes ao setor privado, sobretudo porque vai ocorrer uma situação de concorrência desleal e de aumento de preços”, afirmou o presidente da AAFP, João Barbosa. Segundo Barbosa, o objetivo da associação é “Simplesmente, anular o decreto lei ou, em alternativa, tentar fazer com que a Assembléia da República o rediscuta”. Dinheiro Digital - outubro 2010

Projeto agrada funerárias mas é considerado ilegal A câmara municipal de Montes Claros-MG realizou no final de setembro audiência pública para discutir a regulamentação dos serviços funerários no Município. Na oportunidade, o diretor financeiro da Santa Casa, Antônio Medeiros, representando também a funerária da instituição, sugeriu que seja inserido no projeto a criação dos serviços de verificação de óbito no município e de resgate de corpos. Para ele, estes são dois problemas que precisam ser resolvidos. Antônio falou ainda da necessidade de adequação das instalações dos cemitérios para velar os corpos. O proprietário de uma das empresas funerárias da cidade disse que apóia a iniciativa e que vai propor sugestões ao projeto, como, por exemplo, a distância mínima de 500 metros dos hospitais para a realização dos serviços funerários. Como sugestão ao projeto do vereador, também há uma proposta de que cada hospital tenha seu próprio serviço funerário - diz. Diretor do Procon, Leandro Aguiar disse que o órgão recebe reclamações por causa da falta de regulamentação do serviço, necessário exatamente num período de fragilidade do consumidor. O representante de outra funerária, também ressaltou a importância do projeto, para que a população saiba quem desenvolve o trabalho de forma ética e transparente. Apesar de agradar os convidados, a lei foi considerada ilegal e inconstitucional. Os vereadores afirmaram que a comissão de constituição e justiça da câmara municipal deu parecer de ilegalidade e inconstitucionalidade por entender que o projeto deve ser de iniciativa do poder executivo municipal. Os vereadores afirmam que o projeto pode, sim, ser votado na câmara municipal, pela relevância e alcance social, mas, por se tratar de serviço público essencial, é o executivo que estabelece as normas disciplinares. Segundo o autor do projeto a Câmara Municipal é soberana para votá-lo, tendo em vista que há o interesse público de que este se torne lei. Rondonoticias.com - setembro 2010

Novembro2010 | Diretor Funerário

Para Joaquim de Melo Neto, coordenado geral do Instituto Palmas, devem ser vendidos aproximadamente 100 mil seguros. “Eles funcionam como uma poupança. As pessoas fazem o pagamento e quando precisarem recebem o valor da indenização”, explica. Joaquim lembra que 20% do valor de cada seguro vendido ficará no próprio Banco Palmas, que deve reinvestir o montante em crédito para a população. O bairro também deve ter um incremento na renda aplicada no caso de algum dos segurados ganhar o prêmio mensal de R$ 5 mil, que será sorteado pela Loteria Federal. Os planos do Banco são de também abrir uma funerária no local. “Para garantir que a economia seja gerada no Conjunto Palmeiras”, explica. Segundo Joaquim de Melo, o Banco Palmas tem estudos apontando que uma das maiores causas de falências no bairro é a morte do dono do comércio ou de um familiar. “As pessoas não estão preparadas para isso”. Ele acredita que, com a indenização de R$3 mil paga pelo microsseguro, as pessoas podem ter a chance de se reorganizar diante de uma situação de dificuldade. “Outros seguros cobrem apenas o funeral”, ressalta. Extrovertido, o coordenador geral do Instituto Palmas, Joaquim de Melo Neto encerrou sua apresentação com a figura de um homem dentro de um caixão dizendo que mesmo morto ajuda o bairro. “Ele está indo para o céu, mas com o dever cumprido”, brincou arrancando risadas dos presentes. O Produto: • Taxa única e anual de R$ 27,30 paga no momento da contratação do seguro; • Seguro de vida em caso de morte natural ou acidental no valor de R$ 3 mil; • Assistência funeral de até R$ 1 mil; • Título de Capitalização com sorteio mensal pela Loteria Federal no valor de R$ 5 mil; • Até quatro beneficiários. O Povo On line - outubro 2010

NOTA:

O Clipping é uma coletânea de notícias do setor funerário publicadas nos jornais de todo o país. Ele é um painel do que está acontecendo no setor e chega para a Diretor Funerário através de um serviço especializado que rastreia tudo o que é publicado na imprensa. A redação apenas transcreve a notícia, dando os créditos dos órgãos de imprensa onde foram primeiramente veiculadas e a data. Não são reportagens realizadas pela redação da Diretor Funerário.

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Registro

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novembro

01/11 01/11 02/11 02/11 03/11 06/11 08/11 08/11 08/11 09/11 09/11 10/11 10/11 11/11 12/11 12/11 12/11 12/11 14/11 14/11 15/11 15/11 15/11 16/11 17/11 18/11

Carlos Roberto dos Santos......São J. do Rio Claro-MT Sema Ferreira Piva...............................Bataguassú-MS Darci Borba................................................ Caçador-SC Domervil Honorato da Silva.................... Guanambi-BA Frank Abrain Lima...................................... Manaus-AM Iwana Barbosa Taveira de Carvalho......... Anápolis-GO Francisco de Assis Souza......................... São Luis-MA Simeao Raphael Batista.......................Porto Alegre-RS Nilton Lima...................................................Itabuna-BA Leo Marino Passuello..................................Erechim-RS Manoel Cunha Viana.................................. Manaus-AM Antonio Rosa de Souza............................... Ibitinga-SP Nedio Soletti............................................Espumoso-RS Gustavo Baranoski............................Foz do Iguaçú-PR Sthella Marcia Rodrigues........................Promissão-SP Caio Pessanha Felício................................. Sumaré-SP Edney Arakaki..........................................Rio Verde-GO Jorge Francisco Rodrigues Rosa......Ribeirão Preto-SP Teodomiro Borges......................... Barra do Ribeiro-RS Marcelo Foltran....................... São Caetano do Sul-SP Wagner Luiz Citolino................................. Guaiçara-SP Antonio Domingues Felipe....... Santa Izabel do Ivaí-PR Marcia Souza............................................ Ji Paraná-RO Helio Batista.........................................Porto Alegre-RS Alcione Ferreira de Santana................ Pilão Arcado-BA Fabio Rodrigues................................................Tatuí-SP

18/11 19/11 19/11 19/11 20/11 20/11 21/11 21/11 21/11 21/11 21/11 22/11 22/11 24/11 24/11 25/11 25/11 27/11 27/11 28/11 28/11 28/11 29/11 29/11 30/11 30/11

Joao Batista da Silva............. Sta. Rita do Sapucaí-MG Talis Mazzarino..................................... Encantando-RS Moises Zacarias Pires................................Conchas-SP Joana Amelia da Silva Nunes................ Patrocínio-MG Olimpio Jose de Andrade................................. Ibiá-MG Erisvania Fontes............................ Delmiro Gouveia-AL Edson Roberto Marcelo........................ Hortolândia-SP Marcos Leme Batista.................................... Marília-SP Rita de Cassia Mendes........... São Caetano do Sul-SP Elienay Silva de Oliveira.......................... Paramirim-BA Vinicius Pozzer.......................... Faxinal do Soturno-RS MarIa de Lourdes Costa.........................Rubiataba-GO Jose Ori de Oliveira Lima...............Lagoa Vermelha-RS Thiago de Souza..........................Mirassol D’Oeste-MT Renato Luiz Botini........ Santo Antonio Descoberto-GO Cristina Dávila...............................................Piunhi-MG Helio Gomes Filho.......................................... Pirajuí-SP Letícia Garcia Freitas.................... Caçapava do Sul-RS Thiago Henrique Soares Verçosa........Esmeraldas-MG Evandro P. dos Santos............... Mata de São João-BA Gilvano de Ávila............................................ Sorriso-MT Luiz Carlos de Santis..........................Morro Agudo-SP Geraldo B. dos Santos.........Vitória do Santo Antão-PE Maria Rita M. Pereira................................. Mineiros-GO Antonio de Pádua Gomes.............................. Pirajuí-SP Clenio Silva......................................................Patos-PB

DEZEMBRO

Agora, você assinante, também tem seu espaço para comemorar seu aniversário. E , desde já, desejamos a todos os nossos votos de feliz aniversário.

01/12 01/12 01/12 01/12 03/12 04/12 04/12 04/12 04/12 06/12 08/12 09/12 09/12 09/12 10/12 10/12 11/12 11/12 11/12 12/12 12/12 12/12 12/12 13/12 14/12 14/12

Ana Laura de Souza...................................Guaiçara-SP Heli Piva................................................ Bataguassu-MS Gustavo Cardassi.....................................Aracatuba-SP Ligia Maria da Cunha..................................Manaus-AM Ramon Mazzarino.................................Encantando-RS Adão Alex Vaz Kirst....................................Canguçu-RS Alonso Neves da Silva................................. Colniza-MT Ozório dos Anjos Oliveira.........................Paramirim-BA Sonia N. Rocha do Nascimento............. Americana-SP Wanderson de Lima Batista..........................Maceió-AL Niluzia Aparecida Fassa Garcia.................Guaiçara-SP Celio Diomar Klein................................... Concórdia-SC Osni Pereira Cardoso........................ Rio de Janeiro-RJ Sebastiao Avanzi................. Vargem Grande Do Sul-SP Isvan Serafim da Silva.............................Arco Verde-PE Marizete S. Mello.............São Gonçalo do Sapucaí-MG Cleber Barbosa da Silva............................ Munhoz-MG Odilon Nunes.................................. Patos de Minas-MG Ronaldo Torquata............... Santa Maria do Suacuí-MG Eduardo Alves Pereira....................................Jequié-BA Eva Marcia Vieira........................................... Imbuia-SC Giselda Arantes...................................... Mogi Mirim-SP Irene Martins.............................................Imperatriz-MA Marina Martins.........................São Caetano do Sul-SP Getulio Moreira Saraiva.......................................Exú-PE Lindomar Firmiano Figueira......... Bento Gonçalves-RS

15/12 16/12 18/12 18/12 18/12 22/12 20/12 22/12 22/12 22/12 23/12 23/12 23/12 25/12 26/12 27/12 27/12 27/12 27/12 28/12 28/12 28/12 29/12 30/12 30/12 31/12

Francielli Possato Ribeiro.................... Correia Pinto-SC Aluísio B. Queiroz...................................... Fortaleza-CE Anderson da Silva Correa................. Volta Redonda-RJ Gianni Santos Marçal............................Alto Taquari-MT Lourdes Portella Wollf............................... Chapecó-SC Angela Bandeira..........................Santa Cruz do Sul-RS Arthur de Souza Garcia................................Lajinha-MG Edson Francisco de Pinho....................... Paranavaí-PR João Dourado........................................... Redenção-PA Josué Saraiva de Souza................................ Coxim-MS Gerson Alves Sobrinho........................ Bataguassú-MS Marlysio Nogueira Coelho........... Carmo do Cajurú-MG Nara Helena Machado...................Barra do Ribeiro-RS José Marcelino do Nascimento.............. Americana-SP Orlando Rodrigues Borges......................Palmeiras-GO Emilio Pagnoça Moreno................................. Matão-SP José Carlos Santos Gonçalves.............. Mogi Mirim-SP Marcos Cardoso Leite..................................Taubaté-SP Roberta da Silva Garcia...............................Lajinha-MG Claudio Vitor Malta................................ Rio Pomba-MG Flávio Gomes.................................................Betim-MG Glícia de Santana .................................... Corumbá-MS Joaquim de Freitas Dayrell....................Diamantina-MG Claudio Mariano................................. Porto Ferreira-SP Eduardo Ribeiro da Silva Barbosa.............. Cajamar-SP Ronaldo Edmundo Ritter..................... Porto Alegre-RS Diretor Funerário | Novembro2010


Cartas À Revista Diretor Funerário

Boa Tarde

Olá Trabalho no setor funerário há alguns anos, e há algum tempo atrás tive a oportunidade de ler um exemplar bem antigo da revista Diretor Funerário que tinha uma matéria que citava a importância do trabalho do agente funerário, mas relatava de uma forma muito bonita, pois o “qualificava” como o responsável pelo trabalho na passagem da vida para morte.

Meu nome é Thiago Baez e sou estudante de jornalismo da Universidade Anhembi Morumbi. Meu Trabalho de Conclusão de Curso é sobre ‘’Profissões Inusitadas’’ e gostaria de conhecer mais sobre a Necromaquigem para mostrar como ela pode ser uma alternativa para quem busca outras opções no mercado, se é uma área em expansão no mercado, e revelar como há desconhecimento por parte das pessoas sobre a profissão.

Seria possível me fornecer uma cópia? Marilene C. Barbosa.

Gostaria de saber se seria possível realizarmos uma conversa ou se poderia indicar alguém que atue na área para que se possível utilizarmos como fonte de informação para o mesmo. Desde já agradeço a atenção,

Oi Marlene,

Thiago Baez

Se vocêc tiver o mês e o ano da revista é mais fácil. Caso contrário teremos que procurar em nossos arquivos e isso demora mais tempo. Nos dois casos podemos fornecer a reportagem sem problemas. Espero que você continue gostando das matérias da Diretor Funerário. Faça críticas e sugestões. Um abraço, A Redação

PARTICIPEM:

Envie suas perguntas, comentários, sugestões para o e-mail: revista@ctaf.com.br; Ou para o endereço:

Rua Dr. Rodrigues do Lago, 464 - Centro CEP 18602-091 - Botucatu-SP

Olá Thiago, Cresce a cada dia o número de jovens estudantes de diversas áreas que procuram fazer trabalhos sobre as empresas funerárias. Isso é muito bom. O segmento é mesmo um interessante objeto de estudo: se por um lado se assemelha a qualquer outro negócio na condução de sua organização e administração, por outro é completamente diferente de tudo o que é feito por aí. Mas vamos a seu caso especificamente. Não sei se poderíamos dizer que a necromaquiagem é um “mercado aberto”. Geralmente os profissionais que atuam nessa área já são funcionários das empresas funerárias e se especializam em necromaquiagem por ter afinidade e talento. Os cursos nessa área privilegiam alunos que já atuam no mercado. Afinal a prática pode ser um pouco “diferente” para quem trabalha com maquiagem social, por exemplo. Segue alguns contatos para que você se aprofunde nesse conhecimento. Boa sorte no trabalho. A Redação

out/10 a set/11

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Sindicato das Empresas Funerárias do Estado de São Paulo

Sefesp

Rua Saint Martin, 35-65 - Jd. Aeroporto CEP 17043-081 - Bauru-SP Fone/fax: (14) 3227-4448 e-mail: sefesp@uol.com.br

associados elegem nova diretoria do sefesp O Sindicato das Empresas Funerárias do Estado de São Paulo já conhece sua diretoria para o triênio 2010 / 2013 Os associados do Sindicato das Empresas Funerárias do Estado de São Paulo - SEFESP se reuniram no dia 01 de outubro de 2010, em Bauru, para eleger a nova diretoria. A apuração dos votos, feita no final da votação, no próprio dia 01, registrou unanimidade na eleição da única chapa inscrita para o pleito. Não houve votos nulos ou em branco. A diretoria eleita tem mandato de 3 anos, de outubro de 2010 a outubro de 2013 e é novamente dirigida pelo Diretor Funerário Mário Fernando Berlingieri, com Wilson Martins Marques na vice presidência. Conheça toda a diretoria no box. A chapa eleita pretende seguir a linha de trabalho que pautou as ações nos últimos 3 anos. O Sindicato tem procurado defender a categoria em questões de abrangência estadual e amparar cada associado em suas particularidades regionais. A profissionalização, moralização e reconhecimento da categoria continuam sendo prioridade da diretoria eleita, que deve tomar posse em 01 de novembro.

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Conheça a Diretoria eleita para o próximo triênio DIRETORIA EXECUTIVA EFETIVOS Mário Fernando Berlingieri....................... Presidente Wilson Martins Marques.......................... Vice-Presidente Jorge Francisco Rodrigues Rosa............. Secretário Geral Luciane Maria Rosseto............................ 1ª Secretária Ilso Sanchez Parra................................... Tesoureiro Geral Ângelo José Panico................................. 1º Tesoureiro SUPLENTES Accácio Rusca Junior Antonio Carlos Mineiro Ângelo Rafael Latorre Daolio Ricardo Alfredo Bassio Haddad Jurandir Do Carmo Rioli Dirlei José Baccili

CONSELHO FISCAL EFETIVOS Luciano Adenir Panhozzi Cezário de Campos Ferrari Osvaldo Graciani SUPLENTES Ângelo Geraldo Pereira Jefferson Martins Marques Laércio Henneberg DELEGADOS Efetivos José Eurides Mattioni Wagner Pereira de Oliveira Suplentes Vlademir Vandique Souza José Lafaiete de Jesus

indeterminado

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Associação Brasileira de Empresas e Diretores do Setor Funerário

Abredif

Av. Paulista, 2006 - 9º andar- conj. 903/904 CEP 01310-200 - São Paulo-SP fone/fax: (11) 3283-3384 - abredif@terra.com.br

Cuidados no processo de demissão para evitar Danos Morais O processo de demissão de um empregado pode ser, na maioria das vezes, bem simples, mas há situações em que o motivo que está gerando o desligamento demande alguns cuidados, principalmente em relação às empresas. O rompimento do vínculo empregatício pode ocorrer por diversas maneiras, como término de contrato determinado, pedido de demissão, morte do empregador, demissão sem justa causa, rescisão indireta, demissão por justa causa entre outras. É o caso, por exemplo, de uma demissão por justa causa, em que a legislação trabalhista prevê os atos cometidos pelo empregado que ensejam este tipo de desligamento, bem como os elementos exigidos para caracterizá-lo. Tomar uma atitude dessas por conta de intrigas pessoais entre chefe e empregado ou entre empregado e colegas de setor, por motivos emocionais externos às situações de trabalho, enfim, motivos que não

estão suficientes e tampouco comprovam efetivamente a necessidade do desligamento, caracteriza excesso no exercício do poder diretivo da empresa e, por conseguinte, fere os direitos de personalidade garantidos constitucionalmente ao empregado. Quem nunca presenciou situações de empregados desligados da empresa, mesmo que sem justa causa, que são submetidos à verdadeira escolta por todos os locais até pisar fora do portão de entrada? Normalmente são ordens da Gerência ou Diretoria que num momento de descontrole emocional acabam se excedendo em suas atitudes e determinam que pessoas do próprio setor, do RH ou mesmo da segurança da empresa, “cole” no pé do empregado, conferindo o que tira ou não de informação do computador, vasculhando armários e gavetas, impedindo o contato com outros colegas e até retirando à força o empregado desligado do local de trabalho. Ainda que o empregado tenha cometido um ato grave que acarrete o desligamento por justa causa, os pertences pessoais presentes nas mesas, gavetas e armários ou arquivos que eventualmente estejam presentes no computador ainda continuam sendo objetos ou dados pessoais e este tem o direito de retirá-los.

jun/2010 a dez/2010

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É aquela situação, se durante 5 anos o empregado sempre foi considerado um bom colaborador que contribuiu para atingir as metas da empresa, não é da noite para o dia que deverá condenado inadvertidamente. Por outro lado, a empresa também tem o direito e deve se assegurar para que qualquer objeto suspeito ou dados eletrônicos que possam servir para futura comprovação da falta grave praticada pelo empregado, sejam preservados. Basta que faça isso prudentemente sem aviltar o empregado. A questão é que este direito não seja exercido de tal forma que o empregado seja exposto a todos os colegas do setor, onde muitas vezes tudo não passa de uma suspeita, sem que os fatos tenham sido devidamente apurados, correndo o risco de antecipadamente, se condenar o empregado. A agressão aos direitos da personalidade pode ser tanto verbal quanto visual, pois o empregador que expõe o empregado a uma situação vexatória, ainda que não se diga uma palavra ofensiva, comete ato ilícito e gera dever de indenização por caracterizar o dano moral. É o caso que podemos constatar no julgamento do Tribunal Regional do Trabalho - TRT de Minas Gerais: TRABALHADOR TEVE QUE SER INDENIZADO O voto do desembargador Anemar Pereira Amaral, a 6a Turma do TRTMG manteve a decisão de 1o Grau que condenou a empresa reclamada ao pagamento de indenização por danos morais.

No entender dos julgadores, o procedimento da empregadora, ao manter o empregado trancado em uma sala nas horas que antecederam à sua dispensa, sem saber o que, de fato, aconteceria, causou sofrimento íntimo e constrangimento injustificado ao trabalhador, violando a sua dignidade, o que gera o dever de indenizar. Segundo explicou o desembargador, a testemunha ouvida a pedido do empregado declarou que foi um dos doze empregados dispensados naquele dia. A empresa reuniu os vendedores em uma sala, ao lado do departamento financeiro, às 7h30 e trancou o cômodo, o que durou até 11h30. Foi mantido um segurança no local e, até então, eles não sabiam o que iria ocorrer. Nesse período, ao tentarem sair da sala, eram impedidos pelo segurança. Para o relator, o dano moral, nesse caso, ficou caracterizado pelo sofrimento íntimo causado ao trabalhador. Na verdade, ele é presumido, bastando que a vítima prove a prática do ato ilícito por outra pessoa, o que ocorreu. “Dessa forma, tendo em vista que a conduta da reclamada vulnerou valores humanos do autor tutelados pela própria Constituição Federal, é devida a reparação, a título de indenização por danos morais”- concluiu o desembargador, mantendo a indenização no valor de R$ 800,00. Sergio Ferreira Pantaleão é Advogado, Administrador, responsável técnico pelo Guia Trabalhista e autor de obras na área trabalhista e Previdenciária

Hagáteixeira

indeterminado

www.tanatus.com.br

PROMOÇÃO PRAS GRUPO DE COM te ul ns co

Carrinho elétrico para elevação de urnas. A Bateria.

Pioneirismo Científico em Tanatopraxia Novembro2010 | Diretor Funerário

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Registro

DEZEMBRO

Antecipamos a relação dos aniversariantes para você não perder a festa. 01/12 Ângelo Cunha Neto.............................. Uberlândia-MG

16/12 Carlos Alexandro Bastos.......................... Extrema-MG

01/12 Gustavo Cardassi................................... Araçatuba-SP

16/12 Denilson D. Rosseto........................................ Bilac-SP

02/12 Sergio Rubens de A. Salles................... Itaporanga-SP

17/12 Lea A. Baldocchi Finoti.....................Ribeirão Preto-SP

02/12 Silvestre Roveri...................................... Araraquara-SP

18/12 Oswaldo Izatto................................................... Jaú-SP

04/12 Maria Ap. Esteves de Almeida...................Vinhedo-SP

20/12 Daniel Batista da Silva........................... Taguatinga-TO

04/12 Wilson Martins Marques............................... Marília-SP

20/12 Ozilda Reis de Oliveira...................Cerqueira Cesar-SP

05/12 Márcia Pieroni Carducci............... Laranjal Paulista-SP

21/12 Maria Helena Siviero Lopes............................. Tupã-SP

05/12 Messias Gonçalves................................Bebedouro-SP

23/12 Pâmela Garcia Lopes...................................... Tupã-SP

06/12 Ângela Queiroz B. da Silva..................Martinópolis-SP

25/12 Carlos Laertes Sysocki............................... Curitiba-PR

07/12 Antonio Guedes da Silva Filho........Pereira Barreto-SP

25/12 Natal Manoel Tereza.................................... Limeira-SP

08/12 Ary Bortolotto.......................................Porto Alegre-RS

25/12 Pedro Henrique C. Galhardo...................... Palmital-SP

11/12 Wilder Ferreira da Cunha...................... Uberlândia-MG

27/12 Rosângela L. Santos da Silva........... Rio de Janeiro-RJ

12/12 Heraldo Antonio Carducci............ Laranjal Paulista-SP

28/12 Marciel Vesco.............................................. Socorro-SP

12/12 Janet Iaia Pizzo....................................Barra Bonita-SP

28/12 Tadia E. R. de Carvalho.............................. Socorro-SP

13/12 Nelson Kuminek.......................................... Curitiba-PR

30/12 Cláudio Mariano................................Porto Ferreira-SP

15/12 Airton José de Mendonça...........................Cuiabá-MT

31/12 Rubens de A. Carrasco.....Santa Vitória do Palmar-RS

15/12 Osmar Gonçalves Cordeiro......................Fortaleza-CE

ago/10 a jan/11

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Diretor Funerário | Novembro2010


MARKETING por Sidney Coldibelli

Expectativas x possibilidades

Estamos vivendo uma época muito difícil. Como estava escrito no Apocalipse de São João Batista: “No final dos tempos será uma época de ranger os dentes”. Os esotéricos de plantão entenderam que o fim do mundo seria marcado por um novo ciclo glacial onde o frio intenso dominaria o planeta e o povo todo congelaria. Longe de mim atrever-me a discutir com pessoas bem mais informadas do que eu em religião, mesmo porque não estou fazendo nenhuma apologia religiosa, mas não posso deixar de pensar e me perguntar: “A gente só range os dentes quando está com frio?” Não. Basta pesquisar um pouco e veremos que muitas pessoas são acometidas de um mal chamado de “Bruxismo” que significa comprimir os dentes um contra os outros friccionando-os e desgastando-os. E por que fazemos isto? Porque ficamos extremamente estressados durante todo o tempo pela pressão que a tal da “vida moderna” nos impõe. Senão vejamos: O Presidente aperta o Diretor Comercial por melhores resultados. Este aperta o Gerente, que pressiona o Supervisor, que monta em cima da equipe. Esforços concentrados em planos e mais planos para que as expectativa de resultados melhores sejam concretizados. Mas aí, os resultados atingidos podem não ser os esperados. O que acontece? Frustração. E novas pressões e novas montadas e novos planos mirabolantes e novas expectativas. E possivelmente novas frustrações. E o que acontece com o moral de toda a equipe? Fica mais pra baixo que barriga de cobra. E o círculo recomeça e parece nunca ter fim. Um círculo absolutamente vicioso, uma operação perde x perde que se repete indefinidamente. Tudo por que? Por causa das expectativas. Expectativas geram stress e fadiga tanto emocional quanto mental. Expectativas têm que acontecer a curto prazo. Porém existe uma nova forma de encarar as coisas. Ao invés de trabalhar no campo da expectativa, porque não trabalhar no plano das possibilidades?

Possibilidades são mais amplas e mais racionais, pois elas podem permitir vislumbrar chances de sucesso ou de insucesso. Possibilitam que você, ao invés de ficar torcendo ou forçando para que a coisa dê certo, observe para ver se as coisas estão ou não dando certo e tome providências para corrigir o rumo, se e quando necessário. Possibilidades envolvem o racional, enquanto a expectativa envolve o emocional. Na primeira você pensa e analisa o que não deu certo. Na segunda você pragueja com o que deu errado. Na primeira você interage e é proativo, na segunda, você é reativo e procura justificativas, ou culpados, pelas possíveis falhas. Possibilidades abrem as portas do futuro, pois permite que você mude o rumo constantemente, enquanto as expectativas nos restringem a um presente infeliz. Isto não quer dizer que devamos deixar de lado o planejamento e todas as outras ferramentas motivacionais, elas continuaram sendo úteis. O que vai mudar é a forma de encarar o resultado e, com isto, possibilitar menos frustrações e bruxismos. E isto funciona para tudo. Negócios, relacionamentos, filhos (lembra da sua expectativa de ver seu filho médico?), enfim tudo em que nos envolvemos. Lembre-se, na vida tudo são possibilidades. Inclusive a nossa possibilidade de não estar mais aqui amanhã cedo. Então porque o stress? Mantenha o rumo com disciplina, exerça suas tarefas com energia, encare os desafios com otimismo, mas analise sempre todas as possibilidades e aceite o fato que a gente nunca acerta todas. Lembre-se também que possibilidades têm tempos diferentes para acontecer. Por isso não deixe que sua expectativa (leia ansiedade) aborte um processo cuja possibilidade de dar certo pode estar em um tempo diferente da sua expectativa.

Sidney Coldibelli é presidente da Inteligência de Marketing Ltda. Novembro2010 | Diretor Funerário

Isto é sabedoria. É aprender a lidar com o tempo das possibilidades e empurrar o que deve ser empurrado e deixar andar sozinho o que tem que andar sozinho. 15


LUTO por Leda Fleury e Alaíde Espinhel de Jesus

VIDA E ETERNIDADE Eternidade pode ser entendida como a manutenção do ente querido vivo, em nosso mundo interior. Ao sermos convidadas a escrever um artigo para a Revista Funerária percebemos que esse tema era algo difícil e até longínquo em nossas existências. Como falar de morte se ela é desconhecida e até temida por nós? Eu tinha 18 anos quando tive minha primeira experiência com a morte. Meu tio, irmão de minha mãe, faleceu subitamente, vítima de um aneurisma cerebral. Na época, tinha acabado de ter meus filhos gêmeos e esse tio os adorava, pois não tinha filhos e, de certa forma, era um apoio emocional e financeiro em minha vida. Lembro-me que no velório estávamos eu e toda família, estarrecidos de surpresa e dor, mas ninguém falava sobre isso. A preocupação com as tarefas de velar e sepultar, de dar suporte para minha tia, sua esposa, e de ficar próxima de minha avó (sua

mãe) e cuidar dela foram executadas de maneira prática e eficiente. A negação, típica de nossa cultura, do impacto da perda e a minimização dos sentimentos envolvidos nela e na ligação que se tinha com o morto, serviram para que após o sepultamento cada um fosse para suas respectivas casas e não se falasse mais nisso. Alaíde também teve experiência com a morte precocemente, o que lhe trouxe um grande aprendizado no sentido de como encarar a vida. Fez com que revisse, repensasse e até mudasse muitos valores. Sua vida se tornou infinitamente melhor a partir desta transformação e necessária readaptação interna e externa. Considera que apesar de ser a maior dor humana que se pode sentir, pois mexe diretamente com a impotência e resignação, é um momento que pode ser aproveitado para crescimento e reflexão. Porque negar, minimizar algo que é inerente à nossa natureza?

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Diretor Funerário | Novembro2010


Porque não inserir esse assunto de uma maneira delicada e terna na educação de nossas crianças? Como desenvolver a compaixão e a solidariedade frente a esse evento em nossa vida, se desde crianças nos refugiamos e nos escondemos dele, por ser o tabu mais forte que permanece em nossa sociedade? A certeza maior da vida é a morte. Por que não podemos ter um relacionamento mais próximo e fácil com ela. O processo de morte está alojado em nosso mundo interior, não dá para fugir para longe. E é desse lugar, no subjetivo, que ele deve ser reorganizado e ter novas saídas para uma vida e uma morte com qualidade, se respeitando os estágios que são decorrentes dele: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação.

As culturas têm rituais elaborados para abordar o complexo processo do luto. Esses rituais são compostos por ações, metáforas e símbolos, dispostos de maneira a cumprir essa função. Eles marcam a perda de um membro, permitem relembrar a vida vivida pela pessoa que morreu, facilitam a expressão de sofrimento de forma consistente com os valores da cultura, falam simbolicamente do sentido da morte e da vida e apontam uma direção para conferir sentido à perda, ao mesmo tempo em que possibilitam continuidade para os vivos. Se formos capazes de incorporar a normalidade da morte no ciclo da vida, de aceitarmos a tristeza da perda e a importância de conservarmos as lembranças vividas com a pessoa que morreu, será possível formar novos laços e ampliar a perspectiva de que esse evento sirva de união e crescimento dentro da família.

Neste percurso de impotência e vazio, após a morte, é imprescindível que a família e ou os amigos estejam, de maneira consciente, acolhendo, confortando, compartilhando a perda e o luto. É necessário achar um tempo e espaço específicos para o apoio familiar mútuo e a atenção para suas questões relativas à perda. Há a necessidade de mudar crenças e valores para que a morte seja considerada um processo e não o fim da vida. Aí sim, haveria grandes chances de vivenciarmos esse momento de maneira tranqüila e serena, sem traumas, fantasias ou medos.

Leda Fleury – Mestre em Psicologia Clínica, Especialista em Família e Dependência Química, Terapeuta Familiar e de Casal, Terapeuta Comunitária. Alaíde Espinhel de Jesus – Psicóloga Clínica Especializada em Terapia Familiar e de Casal, Educação em Saúde Pública, Familiar Sistêmica e Dependência Química.

avulso

Taisa Lúcia Berlingieri Psicóloga Especialista em Intervenções em Perda e Luto Prever Santa Isabel - Jaboticabal-SP taisa@preverjaboticabal.com.br Novembro2010 | Diretor Funerário

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TREINAMENTO

CTAf realiza 1ª turma do novo curso de reparação facial Novo curso abordou vários módulos, teve carga horária superior e aconteceu em Botucatu-SP

Foi um sucesso a realização da primeira turma do novo curso de Reparação Facial, oferecido pelo CTAF. Realizada em 27 e 28 de setembro, a turma inaugural reuniu 16 alunos de várias partes do país. O docente, João Luiz Roveri, Diretor Funerário de Araraquara, interior de São Paulo, ressaltou a importância do profissionalismo na Reparação Facial, lembrando que o trabalho é um dos mais importantes dentro da empresa funerária e um dos mais reconhecidos pelos familiares que se despedem do ente querido. “A Imagem do corpo permanecerá para sempre na memória dos familiares”, diz o primeiro slide mostrado em sala de aula. Dele discorrem temas variados, sempre com a participação intensa dos alunos. Entre os diferenciais do novo curso está o aprendizado modular. Em 4 módulos o aluno aprende técnicas diferentes para aplicar em casos bem específicos na reparação facial de um corpo: 1- Reparação Reparativa = cuidados leves para mortes naturais e de pessoas internadas; 2- Reparação Construtiva = cuidados para reconstrução de ossos, tecidos, etc. Para mortes mais traumáticas; 3- Revitalização Facial= injeção facial subcutânea para casos de desidratação ou similares; 4- Aspiração Facial = para os casos de mortes por doenças que deixam marcas como inchaços. “È importante estar atento aos detalhes, porque isso faz diferença. Lavar e escovar os cabelos, fazer a barba, reparar na cor do batom e conversar 18

Diretor Funerário | Novembro2010


com a família para saber como era aquela pessoa em vida”, ensina o professor, João Roveri, que já soma mais de 15 anos em cursos de Reparação Facial. A experiência, aliás, é um dos pontos fortes na aplicação da técnica. Logo no início do curso em setembro, Roveri fez um exercício que mostrou que os alunos juntos possuíam mais de 230 anos de experiência, o que os credenciava para tudo que ouviriam ali. Apesar de toda a vivência, no entanto, os alunos revelaram que aprenderam muito e acharam o curso incrivelmente proveitoso. “Eu já tinha feito um curso de Reconstituição Facial, mas os conhecimentos deste primeiro foram bem específicos para casos de traumatismos mais graves. Na minha funerária a realidade é um pouco diferente. Achei que neste curso aprendi técnicas práticas e que podem corrigir problemas cotidianos, apresentados pela maioria dos corpos que atendemos”, revelou Maria Ângela Trovatti Miranda, da Funerária São Simão, de São Simão-GO. Marcelo de Paula Siqueira, da Funerária São Domingos, de Barrinha-SP é outro que também já conhecia a técnica, mas que ficou bastante impressionado com as novidades. “Sempre é possível aprender mais e levar novos conhecimentos para a empresa”, afirmou contente com os resultados do aprendizado. PROFISSIONALISMO Durante o curso Roveri enfatizou muito a importância do profissionalismo e do emprego correto das técnicas, produtos e equipamentos no momento da preparação do corpo. “No nosso setor é um pouco difícil ter ferramentas específicas, mas isso já mudou bastante. Cabe a nós, profissionais do setor, buscar alternativas”, explicou o docente, que a todo o momento pesquisa novo ferramental para o seu dia-a-dia e os divulga em seus cursos. Novembro2010 | Diretor Funerário

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TREINAMENTO

Os produtos utilizados são Catherine Hill, empresa parceira do setor funerário há mais de uma década e que atualmente trabalha no desenvolvimento de uma nova linha de produtos ainda mais específicos para a Reparação Facial.

NESSA PRIMEIRA TURMA TIVEMOS 2 CORPOS. UM DELES FOI LOGO NO INÍCIO, O QUE FACILITOU BASTANTE, POIS TUDO O QUE FOI MOSTRADO DEPOIS TINHA UM PARÂMETRO REAL. UMA COMPARAÇÃO VISUAL.” JOÃO LUIS ROVERI

DINÂMICA As aulas do novo curso são bastante ilustradas, com slides e fotos do antes e depois em todos os módulos. Além disso, quando é possível, os alunos praticam em corpos, em tempo e condições reais. Para os alunos essa dinâmica é ideal. “As aulas têm bastante recursos visuais. O professor é claro e seguro e compartilha muito os seus conhecimentos. Foi ótimo”. Além de teoria e prática nos corpos quando possível, o aluno também aplica as técnicas em faces de gesso e uns nos outros, aprendendo a manusear os produtos e os equipamentos necessários. FORA DO SETOR No curso realizado em Botucatu em setembro, dois alunos não eram do setor funerário. Eleni Armigliatto, maquiadora paulista e Marcus Vinicius G. de Castro, jovem fluminense, de Macaé. Ela se interessou pela técnica porque percebeu a falta de profissionais qualificados para a tarefa na cidade de São Paulo. “Na minha opinião o curso foi ótimo. Tenho certeza que já posso aplicar a técnica”, avaliou. Em sua expectativa será possível cobrar bem pelo serviço, uma vez que na capital paulista há procura e nenhuma oferta. Já Marcelo procurou o curso porque teve um trauma no velório da avó e descobriu que com um pouco de qualificação e carinho todo o quadro poderia ter sido evitado. “Acho que com o que aprendi posso ajudar pessoas a não passar por mais essa dor desnecessária. O trabalho de quem prepara o corpo é inestimado”, comentou.

Próxima turma acontece em Novembro A 2ª turma será em Botucatu, dias 15 e 16 de novembro. O investimento é de R$ 985,00 (novecentos e oitenta e cinco Reais) e contempla o curso, material básico para as práticas em sala de aula, EPI (equipamento de proteção individual) e material didático. O valor pode ser pago de diversas formas, incluindo cartão de crédito com parcelamentos elásticos. Para maiores informações e inscrições acesse o site www.funerarianet.com.br ou ligue (14) 3882-0595.

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Diretor Funerário | Novembro2010


CURSOS DE TANATOPRAXIA MOVIMENTAM SETEMBRO Turma regular do CTAF aconteceu em Campinas nos dias 15 a 19. Em São LúisMA - turma In Company foi realizada de 27 a 02 de outubro Mais um curso de tanatopraxia foi realizado com sucesso no Norte e Nordeste do Brasil. Desta vez foi em São Luís do Maranhão onde a parceria - Tanatus, Grupo Bruschetta, CTAF e Centro de Tanatopraxia do Maranhão - dedicou todo seu potencial para efetuar um curso que, pelos comentários (Box) foi muito proveitoso. O “Curso teórico-prático de Tanatopraxia” teve novamente preenchimento máximo do numero de vagas - 16 alunos - e foi ministrado pelos professores do Departamento de Anatomia/IB-Botucatu-UNESP, proprietários da Tanatus. Estiveram presentes profissionais de todo o nordeste: Maranhão, Pará, Piauí, Amapá e Ceará.

A totalidade das vagas foi preenchida faltando mais de um mês para realização do curso e a troca de experiências vividas entre os participantes é sempre destaque. As aulas teóricas preparam para a prática intensa. Os alunos estudam corpos vitimados por várias causas mortis e saem do curso realmente preparados para a aplicação da Tanatopraxia, uma técnica cada vez mais imprescindível ao setor funerário nacional. Os docentes são os conceituadíssimos professores Doutores do Instituto de Biociências da UNESP Botucatu, que embora preparadíssimos e muito graduados têm total interação com os alunos e passam os ensinamentos de maneira tranquila, clara e eficaz.

Apesar de grande carga teórica, o curso é predominantemente prático onde cada aluno realmente participa da preparação do corpo e aprende a usar corretamente os equipamentos, instrumentais e dosagens dos produtos químicos para cada corpo a ser higienizado e conservado. No Maranhão foram preparados corpos de morte natural para sepultamento rápido, para traslado e sepultamento de alguns dias. Além de corpos necropsiados (examinados preliminarmente pelo SVO) e vítimas de doenças como câncer, infarto, cirrose, tétano com amputação de membro superior, entre outros. “Foi um curso de ritmo bastante intenso e que realmente preparou os alunos para a prática da tanatopraxia no dia-a-dia. São casos como o que nós estudamos, que serão encontrados na rotina funerária”, adiantou o Professor Dr. Oisenyl José Tâmega, um dos docentes. Além da tanatopraxia propriamente dita, o curso apresentou importante orientação teórica e prática em tanatoestética, onde os alunos aprenderam como melhorar ainda mais a aparência da face e das mãos com técnicas objetivas e rápidas. ”Houve um aproveitamento muito bom no aprendizado da tanatopraxia que foi complementado com importante ensinamento de tanatoestética pelo Arlindo Nevoa”, mencionou o Dr. Oisenyl. NOVAS TURMAS - O grupo Bruschetta é fundamental na organização e execução dos cursos in company no Norte e Nordeste. A programação para 2010 ainda deve incluir mais uma dessas turmas In Company, provavelmente em São Luís-MA. EM CAMPINAS - O Curso realizado pelo CTAF em parceria com a Tanatus e o SETEC de Campinas também foi considerado um sucesso. Novembro2010 | Diretor Funerário

Para quem deseja participar, a próxima turma regular de Tanatopraxia em Campinas acontece de 10 a 14 de novembro, mas as vagas já estão esgotadas. Em dezembro haverá novo curso, de 15 a 19, com investimento de R$ 1887,00 podendo ser dividido no cartão de crédito e outras opções atraentes de pagamento. PARA SABER MAIS: Acesse www.funerarianet.com.br ou ligue (14) 3882-0595

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NEGÓCIOS

VidaPrev inaugura Memorial velatório Empresa se preparou para oferecer aos clientes um cerimonial diferenciado e começa a colher frutos da iniciativa Wilson Luiz de Oliveira e Orotides Luiz de Oliveira Junior são os proprietários da Vida Prev, de Dracena - interior de São Paulo. A empresa com 18 anos de tradição modificou os conceitos de atendimento funerário na cidade e segue inovando sempre. O caminho do sucesso passa principalmente pela profissionalização do quadro de colaboradores e pela constante capacitação e treinamento da equipe. Para se ter uma idéia, só em 2010 o Grupo, em parceria com outras importantes empresas da região, ofereceu a seus colaboradores 2 cursos: “Contabilidade e o Momento do Setor Funerário” e Cerimonial: Celebração da Vida”. Este último, já fazia parte da programação da empresa de investir no ritual fúnebre mais elaborado e que a diferenciasse ainda mais das empresas que atuam na região. Após a preparação da equipe, a VidaPrev acaba de entregar a população seu mais novo empreendimento: o “Memorial VidaPrev”, um moderno complexo velatório, com 4 salas especiais para as despedidas fúnebres, sendo uma delas considerada VIP, com acomodações particulares para os familiares e amigos enlutados.

em nada remete ao momento triste que ali se desenrola. “A população aceitou muito bem este novo conceito de velórios e vem afirmando ser um dos lugares mais bonitos e sofisticados da cidade”, conta Wilson Luiz de Oliveira. O prédio foi construído em 3 anos e seus diretores optaram por entregá-lo à comunidade de maneira discreta e sem grandes comemorações. “Fizemos o primeiro cerimonial com um ex-atleta de Dracena, que depois seguiu sua vida como caminhoneiro. Na solenidade há musica, apresentação de fotos da vida da pessoa e de momentos especiais passados com amigos e com a família. Tudo narrado por um cerimonialista. É realmente muito emocionante”, explicou Wilson. DIFERENCIAIS Além de toda a infraestrutura especialmente pensada para receber o complexo velatório e dos investimentos em treinamento e qualificação da equipe, a VidaPrev também apostou em alguns diferenciais que compõem o conjunto. Todas as salas velatórias possuem recursos audiovisuais, com som

O prédio de 650m2 de construção é prático, funcional e muito bem planejado. Está instalado num espaço com o dobro da área construída e o arquiteto, Pedro Garcia Lopes, soube valorizar artifícios como iluminação e ventilação naturais. Áreas comuns a todos os ambientes também aproveitam o espaço e charmosos jardins de inverno conferem bom gosto ao sofisticado acabamento. Há também uma cafeteria, para acomodar os presentes. Iluminação indireta, móveis de madeira, paredes e pisos em tons de bege aquecem o ambiente que 22

Diretor Funerário | Novembro2010


ambiente e TVs de 42” e tela plana - LCD. Os equipamentos auxiliam na implementação dos cerimoniais e ainda podem ser utilizados para outras informações a serem passadas para as pessoas que estão no velório. Há também Internet sem fio e velório on line e as pessoas acompanham as mensagens de condolências em tempo real, exibidas nos monitores de LCD. COMPLEXO FUNERÁRIO Entre os planos futuros de investimentos e crescimento da Vida Prev

está a construção de um novo prédio para a empresa funerária junto ao complexo velatório. “Nossa idéia é manter num ambiente unificado e centralizado todo o complexo funerário”, adianta Wilson Oliveira. UM POUCO DE HISTÓRIA Os jovens empresários Wilson Luiz de Oliveira e Orotides Luiz de Oliveira Junior iniciaram no ramo funerário em 1992, em Tupi Paulista. Foi só em 1998, já em Dracena, que surgiu a VidaPrev. A empresa atualmente tem filiais em 5 cidades da região (Tupi Paulista, Junqueirópolis, Ouro Verde, Monte Castelo e Panorama) e atende mais de 10 municípios. A equipe é formada por 27 colaboradores e 08 veículos novos e modernos compõem a frota da empresa. Entre os serviços diferenciados que oferece estão um consultório odontológico em Tupi Paulista e serviço domiciliar de enfermagem, em Dracena, além do tradicional apoio aos convalescentes. Seus Diretores sempre foram engajados e atuantes e percebem a força da união, tanto assim que a Vidraprev integra também a Rede Unividas e, juntamente com um grupo de empresas funerárias, atende mais de 30 cidades daquela região do Estado. Os empresários acompanham também as entidades de classe. “Agradecemos ao SEFESP, à ABREFIF e principalmente ao CTAF que sempre foram nossa base de apoio para o desenvolvimento, com os cursos, consultorias e referência para o setor funerário”, afirma Wilson Oliveira.

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DESENVOLVIMENTO por Solange Serafim

Pax Nacional Cuiabá realiza mais um “Falando a Mesma Língua”

Programa de sucesso está em sua 4ª edição e tem como objetivo melhorar a comunicação entre empresa e seus colaboradores A Pax Nacional Prever realizou no dia 29 de agosto, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá - MT, o 4º “Falando a Mesma Língua”. O evento reúne todos os colaboradores da empresa a fim de capacitá-los, qualificá-los e sanar suas dúvidas a respeito de processos e procedimentos internos, produtos e serviços oferecidos aos clientes. Em 2010 mais de 300 colaboradores participaram da iniciativa. “O treinamento constante de nossos colaboradores e a conscientização dos nossos prestadores de serviço são, sem dúvida, as ferramentas mais eficazes para mantermos um elo saudável com nosso cliente”, afirma o Diretor da empresa, Nilson Martins Marques.

O “Falando a Mesma Língua” além de ser um período voltado para treinamento, é também, o encontro da família Pax. É um dia agradável onde os colaboradores podem reencontrar colegas e fortalecer os laços do grupo. Como tudo começou - A Pax Nacional Prever Cuiabá cresceu programadamente nos últimos anos e à medida que a empresa foi crescendo, muitas arestas precisaram ser ajustadas. Entre delas, a comunicação. Assim foi criado o Programa “Falando a Mesma Língua”, voltado ao público interno e com o objetivo de manter os colaboradores informados sobre a empresa, seus processos, produtos e ações. Era imprescindível que todos soubessem passar informações uniformes aos clientes. O primeiro passo foi realizar uma pesquisa entre os colaboradores sobre as principais dúvidas. Diretores e Gerentes se reuniram, analisaram e estudaram os assuntos, formulando respostas

nov/10 a abr/11

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out 2010 a set 2011

padronizadas que passaram a ser normatizadas dentro da empresa. A coletânea de perguntas e respostas deu forma à cartilha “Falando a Mesma Língua”, que é usada como material de apoio. Para os Gestores ficou a satisfação ao ver que o resultado foi o esperado. A experiência provocou uma interação entre Colaboradores e Diretores e a aproximação gerou a expectativa de que a cada dia as dúvidas diminuíssem e que Gestores e Diretores passariam a apenas validar as informações que circulam na empresa, não mais para correção. O que se concretizou.

Sucesso “O Curso Falando a Mesma Língua é sem duvida fantástico. Reúne todos os colaboradores de todos os setores e seguimentos, proporcionando para todos um momento único de troca de experiências, sanando as duvidas, trazendo conhecimento e crescimento a todos. Parabenizo toda a equipe que trabalhou para a realização desse projeto”, declarou Mery Verlingue, Supervisora de Filiais, depois da participação no evento de 2010.

Novembro2010 | Diretor Funerário

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Ano 98/98 - Modelo 310 - Diesel Perfeitas Condições - LINDÍSSIMA; Valor: R$ 38.000,00 Contato: Sérgio (14) 3811-8888

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VEÍCULOS

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Transfiro contrato de concessão de serviços funerários para empresa idônea do ramo; Local: Litoral Norte do Estado de São Paulo; Prazo de concessão: 10 anos, renováveis; Valor: a combinar. Contato: Sra. Patrícia (12) 8187-0002

EMPRESAS

AGENTE FUNERÁRIO

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PROFISSIONAIS

Funeral Shopping GERENTE FUNERÁRIO

ANDERSON FRANCISCO 9 anos de experiência com implantação e administração de Planos de Assistência; Experiência em treinamento nas áreas de pós venda, cobrança, atendimento ao cliente e telemarketing; Disponível para qualquer região do país; Contato: (38) 9978-2750 andercrisfe@yahoo.com.br

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CELSO DOS SANTOS; Procura por indústria de Urnas para atender na região Centro-Oeste. Experiência de 8 anos no ramo de vendas; Habilidade em negociação, fechamento de negócios e atendimento ao cliente; Localizado em Cuiabá-MT; Disponibilidade para viagens com carro próprio; Inscrito na Junta Comercial de Mato Grosso. Contato: (65) 3641-9092 • 9224.2738 celsodsantos@yahoo.com.br

AGENTE FUNERÁRIO CARLOS EDUARDO MASS; 6 anos de experiência, habilitação cat. B Disponível para a região de Porto Alegre. Contato: (54) 8412-3889

FERNANDO DE OLIVEIRA CARVALHO 31 anos; 8 anos de experiência como agente e Gerente, Tanatopraxista com cursos de auxiliar de necrópsia e Restauração Facial Disponível para qualquer região - início imediato; Contato: (35) 3212-8032 - 8859-4987 email: nando_funeraria@hotmail.com

TANATOPRAXISTA

GERENTE FUNERÁRIO

CONSULTOR FUNERÁRIO

MAISA MARTINS MOREIRA 29 anos; Com cursos de Auxiliar de Necrópsia, Reconstituição Facial e Tanatopraxia Disponibilidade para início imediato; Contato: (11) 9944-2731

RICARDO MARTINS 12 anos de experiência, sendo 6 como gerente; Experiência também como Diretor de Crematório Disponível para todo interior paulsita; Contato: (14) 3201-0231 - 9165-0309 email: ricevera@hotmail.com

set/10 a fev/11

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Diretor Funerário | Novembro2010


LEGISLAÇÃO por Solange Serafim

DIREITOS TRABALHISTAS - respostas práticas

Para atualizar profissionais que atuam na área e orientar empregados e empregadores Foi-se o tempo em que as empresas dispunham de profissionais de recursos humanos que despendiam da maior parte de sua jornada de trabalho especificamente para a leitura de leis, decretos, instruções normativas e demais normas trabalhistas e previdenciárias para se atualizar e assim, aplicar as mudanças ocorridas no dia a dia da operação.

03 - Como deve ser as férias para os estagiários que possuem contrato inferior a 1 (um) ano? Caso o estágio tenha duração inferior a 1 (um) ano, o período de recesso será concedido de forma proporcional. Neste caso, entendemos, por analogia, que poderá ser adotada a tabela abaixo para a concessão dos dias de férias proporcionais.

Hodiernamente, devido ao número de alterações que ocorrem diariamente nas legislações em geral, o escasso número de pessoas para atender a demanda de trabalho a ser feito e o volume de trabalho excessivo, extinguiu qualquer possibilidade deste profissional dispor deste tempo durante sua jornada de trabalho.

Avos Trabalhados

Recesso (férias) Proporcional

1/12

2,5 dias

2/12

5 dias

3/12

7,5 dias

Adquirir livros ou obras (impressas) que tratam da legislação pode custar muito caro para as empresas ou para os profissionais, já que passados um ou dois meses, aquele livro ou aquela obra pode estar ultrapassada em razão das frequentes alterações legislativas.

4/12

10 dias

5/12

12,5 dias

6/12

15 dias

Felizmente os profissionais de recursos humanos podem se utilizar dos atuais meios de comunicação e de equipamentos que contribuem substancialmente para o bom andamento dos trabalhos.

7/12

17,5 dias

8/12

20 dias

9/12

22,5 dias

10/12

25 dias

11/12

27,5 dias

Por isso, o meio eletrônico tem sido cada vez mais utilizado como uma forma de atualização rápida, prática e barata. Neste sentido é que buscamos trabalhar com obras eletrônicas, atualizáveis, em que o profissional que a adquire possa desfrutar das suas atualizações por até 1 (um) ano sem qualquer custo adicional. Como exemplo, disponibilizamos abaixo parte do conteúdo da obra Direitos Trabalhistas - Perguntas e Respostas, onde o profissional poderá encontrar inúmeros assuntos com respostas práticas e atualizadas para aplicar em seu trabalho ou em seu desenvolvimento profissional. 01 - Todo trabalhador é empregado? Não. Todo empregado é trabalhador, mas a recíproca não é verdadeira. Trabalhador é todo aquele que presta serviços, seja a empregador, seja a pessoa com a qual não mantém vínculo empregatício. Por isso o trabalhador autônomo e o avulso são considerados trabalhadores, mas não são considerados empregados. Empregado é o trabalhador subordinado, que recebe ordens, é pessoa física que trabalha todos os dias ou periodicamente, ou seja, não é um trabalhador que presta seus serviços apenas de vez em quando (esporadicamente) e é assalariado. Além do que, é um trabalhador que presta pessoalmente os serviços. 02 - O estagiário tem direito a férias? Quanto tempo? Sim. A Lei 11.788/2008 estabelece que seja assegurado ao estagiário, sempre que o estágio tenha duração igual ou superior a 1 (um) ano, período de recesso de 30 (trinta) dias, a ser gozado preferencialmente durante suas férias escolares. Quando o estagiário receber bolsa ou outra forma de contraprestação, este período de 30 dias (ou proporcional) deverá ser remunerado. Novembro2010 | Diretor Funerário

12/12 30 dias 04 - No caso dos finais de semana, o intervalo entre jornadas precisa ser contado com o descanso semanal de 24 horas? Sim. O período de repouso ou folga semanal de 24 (vinte e quatro) horas consecutivas deve ser concedido sem prejuízo do intervalo mínimo de 11 (onze) horas entre jornadas, ou seja, entre a última jornada da semana (sexta ou sábado) e a primeira jornada da semana seguinte (segunda-feira), deve haver o intervalo entre jornadas somado ao repouso semanal. Portanto, nos finais de semana devem ser considerados o intervalo entre jornada (11 horas) mais o repouso semanal (24 horas), totalizando um intervalo de 35 horas. São considerados descansos semanais, além dos domingos, os feriados nacionais, estaduais e municipais. 05 - Quais as formas de contrato de trabalho por prazo determinado? As formas previstas de contrato de trabalho por prazo determinado são: I) Os previstos no art. 443 da CLT: • Contrato de trabalho cuja vigência dependa de termo prefixado ou da execução de serviços especificados ou ainda da realização de certo acontecimento suscetível de previsão aproximada; • de serviço cuja natureza ou transitoriedade justifique a predeterminação do prazo; 31


LEGISLAÇÃO • de atividades empresariais de caráter transitório; • de contrato de experiência. II) Os previstos pela Lei 9.601/1998 e regulamentado pelo Decreto 2.490/1998. 06 - Quais os cuidados na aplicação da penalidade ao empregado? Na aplicação de penalidades ao empregado devem-se ter os seguintes cuidados: • Atualidade da punição: a sanção ao empregado deve ser imediata ao ato faltoso. A demora na aplicação da penalidade pode caracterizar o perdão tácito do empregador. Evidente que em se tratando de causas complexas, até por precaução, é admitido o decurso de certo período de tempo, destinado à apuração dos fatos ocorridos, assim como das responsabilidades; • Unicidade da pena: a falta cometida pelo empregado enseja ao empregador o direito de aplicar, apenas, uma determinada penalidade. Assim, não se pode aplicar uma advertência e, depois, uma suspensão, por uma única falta cometida. Por outro lado, nada impede que, ao aplicar a sanção, o empregador faça referência a penalidades anteriormente aplicadas, para se caracterizar a reiteração do ato faltoso; • Proporcionalidade: entre a penalidade e a falta cometida deve haver proporcional idade, isto é, o empregador deverá, usando o bom senso, verificar, diante da falta cometida, qual é a dosagem de pena merecida pelo empregado. São causas que devem ser levadas em conta: a condição pessoal do empregado (grau de instrução, por exemplo), o passado funcional (o empregado nunca cometeu faltas), os motivos que determinaram a prática da falta etc. Observe-se que o rigor excessivo na aplicação da sanção ou o emprego de meios vexatórios (advertir o empregado, humilhando-o na presença de colegas ou clientes, por exemplo) implicam falta grave pelo empregador (letra “b” do art. 483 da CLT), ensejando rescisão indireta do contrato de trabalho; Prazo de duração: a suspensão do empregado pode ser, no máximo, de 30 dias corridos. Quando superar esse limite, ensejará da mesma forma a rescisão do contrato de trabalho, com justa causa, pelo empregado, conforme dispõe o art. 474 da CLT. • Penalidades pecuniárias (multa): a legislação trabalhista não admite penalidades pecuniárias, salvo em relação aos atletas profissionais.

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de regra, o seguinte procedimento: • Soma-se o total das verbas recebidas peloempregado que incidem a tributação (remuneração); • Deduz o valor de dependente (o valor deve ser multiplicado pelo número de dependentes); • Deduz o valor de INSS descontado em folha de pagamento; • Deduz o valor da pensão alimentícia descontado em folha de pagamento; • Deduz a contribuição para as entidades de previdência privada; • Enquadra-se o resultado líquido desta operação à tabela progressiva e aplica-se o percentual devido, abatendo a parcela a deduzir. Exemplo considerando os respectivos valores e as tabelas vigentes em janeiro 2010: IRF = remuneração – 01 dependente – INSS – pensão – previdência privada; IRF = R$ 2.700,00 – R$ 150,69 – R$ 297,00 – R$ 0,00 – R$ 0,00 = R$ 2.252,31 IRF = (R$ 2.252,31 x 15%) – R$ 280,94 = parcela a deduzir da tabela IRF = R$ 56,91 08 - O que pode ocorrer se a empresa não devolver o valor do imposto de renda retido indevidamente? Conforme dispõe o art. 462 da CLT é vedado ao empregador efetuar descontos nos salários do empregado, salvo quando resultar de previsão legal, de acordo ou convenção coletiva de trabalho ou de adiantamentos. Portanto, se a fonte pagadora deixar de devolver a quantia retida indevidamente ou a maior ao seu empregado, poderá ter problemas na esfera trabalhista, conforme jurisprudência abaixo: EMBARGOS. RESTITUIÇÃO DE DIFERENÇAS DE IMPOSTO DE RENDA. DESCONTO MAIOR - Apesar do empregador ser mero interveniente na relação jurídica tributária, porquanto efetua os descontos e os repassa ao fisco, foi ele o responsável pelo ato que originou o pagamento a menor ao Reclamante. Cabe, portanto, à Reclamada arcar com o ônus resultante deste ato, não podendo o Reclamante ser penalizado com o recebimento a menor do que lhe é devido. Recurso de Embargos não conhecido. Processo TST/E-RR-556.075/99.4. Ministro Relator Carlos Alberto Reis de Paula. DJ 27.06.03). 09 - O que pode ocorrer se a empresa mantiver o equipamento eletrônico atual depois da obrigatoriedade da utilização do novo REP? Os equipamentos eletrônicos atuais bem como os sistemas de registro de ponto por meio do computador (utilizados principalmente em bancos) estão em desacordo com o que estabelece a Portaria MTE 1.510/2009, já que estes equipamentos não atendem aos requisitos previstos na legislação.

Nota: as penalidades não podem consistir em rebaixamento de função ou de remuneração, nem de multa e não pode consistir em transferência do empregado para fins de prejudicá-lo no desempenho de suas atividades ou no deslocamento de sua residência para o trabalho.

A empresa que mantiver a utilização destes equipamentos após o mês de agosto/2010 estará sujeita à descaracterização dos apontamentos, além das seguintes conseqüências: • Autuação do MTE (em caso de fiscalização) por descumprir o que determina o art. 74 da CLT; • Ter rejeitado (como prova) o cartão-ponto perante a Justiça do Trabalho em caso de reclamação trabalhista; • Pagamento de multa por descumprir o disposto na legislação em valores que podem variar de R$ 40,25 a R$ 4.025,33.

07 - Qual o procedimento para o cálculo do imposto de renda retido na fonte? O cálculo do imposto de renda se dá obedecendo, via

10 - Por que o dirigente sindical não pode ser desligado por justa causa como os demais empregados que possuem outras formas de estabilidade provisória? Diretor Funerário | Novembro2010


O artigo 853 da CLT prevê a necessidade de abertura de inquérito para apuração de falta grave contra empregado garantido com estabilidade sindical. Dentre as situações de estabilidade, esta é a única que obriga o empregador a instaurar inquérito antes do desligamento por justa causa. Ocorrendo falta grave, o empregador poderá aplicar suspensão ao empregado estável, apresentando reclamação por escrito à Junta ou Juízo de Direito, dentro de 30 dias, através de seu procurador (advogado), contados da data da suspensão do empregado. O processo será devidamente julgado pela Justiça do Trabalho a qual poderá ou não considerar procedente o pedido do empregador, sendo este, obrigado à seguir o que foi determinado pela Justiça.

e todos os reflexos nas demais verbas trabalhistas, já que o contrato firmado vale como lei entre as partes. 12 - O que é o consórcio de empregadores? O consórcio de empregadores é um instituto que tem por finalidade unir, associar ou ligar várias pessoas físicas ou jurídicas para um fim comum, ou seja, a contratação de empregados. No Direito Comercial, o art. 278 da Lei 6.404/76 prevê que as companhias e quaisquer outras sociedades, sob o mesmo controle ou não, podem constituir consórcio para executar determinado empreendimento. Da mesma forma que o Direito Comum é fonte subsidiária do Direito do Trabalho, conforme parágrafo único do art. 8º da CLT, o Direito Comercial também será fonte subsidiária para a caracterização do consórcio e a responsabilidade dos consorciados no âmbito trabalhista.

11 - O empregado doméstico tem direito a perceber horas extras? Dentre as garantias estendidas ao empregado doméstico, não está previsto no parágrafo único do art. 7º da Constituição Federal, o inciso XIII do referido artigo, o qual estabelece duração do trabalho normal não superior a 8 (oito) horas diárias e 44 (quarenta e quatro) semanais. Portanto, o empregado doméstico não tem direito a receber horas extras pois não tem uma jornada de trabalho definida em legislação. No entanto, se tiver previsto em contrato de trabalho firmado entre as partes uma jornada determinada, ultrapassando o horário previsto em contrato, terá o empregador doméstico que pagar as horas excedentes

Guia trabalhista - Trechos extraídos da obra Direitos Trabalhistas Perguntas e Respostas utilizados com permissão do autor.

abr/2010 a set/2010

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LEGISLAÇÃO transferência de locaL de trabalho O artigo 469 da CLT dispõe que é vedado transferir o empregado sem a sua anuência para localidade diversa da que resultar do contrato, não se considerando transferência a que não acarretar necessariamente a mudança do seu domicílio. A transferência se caracteriza pela mudança de domicílio. Nos termos da legislação civil, domicílio é o lugar onde a pessoa reside com ânimo definitivo. A mudança do local de trabalho que não acarrete mudança de domicílio não configura transferência, mas simples deslocamento do empregado. POSSIBILIDADE DE TRANSFERÊNCIA O empregador poderá transferir o empregado sem sua anuência nos seguintes casos: 1) Quando o empregado exercer cargo de confiança, entendendo-se como tal aquele investido de mandato em forma legal, exercer poder de mando amplamente, de modo a representar o empregador nos atos de sua administração, e pelo padrão mais elevado de vencimento. 2) Quando nos contratos de trabalho a transferência seja condição implícita ou explícita e a transferência decorra de real necessidade de serviço. Condição implícita é inerente a função, como, por exemplo, no caso de vendedor-viajante. Condição explícita é a que consta expressamente no contrato de trabalho, devendo, para tanto, ser apontada na ficha ou livro de registro e na CTPS. 3) Quando ocorrer a extinção do estabelecimento em que trabalhar o empregado. Neste hipótese, é lícito ao empregador transferir o empregado para outra filial ou

novo estabelecimento. Nota: Mesmo prevendo expressa ou implicitamente no contrato a condição de transferência, não havendo necessidade real de serviço, considera-se abusiva a transferência, conforme prevê a Súmula 43 do TST, na íntegra abaixo: Súmula 43 TST: “TRANSFERÊNCIA (mantida) - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003. Presume-se abusiva a transferência de que trata o § 1º do art. 469 da CLT, sem comprovação da necessidade do serviço”. DESPESAS DE TRANSFERÊNCIA 1 - Com Mudança de Domicílio Havendo mudança de domicílio, as despesas que resultarem ficarão a cargo do empregador. Exemplo: passagens, frete da mudança, taxas de armazenagem de móveis, hotel ou aluguel provisório, etc. 2 - Sem Mudança de Domicílio Havendo transferência do empregado para outro local de trabalho que não acarrete mudança de domicílio, ou seja, deslocamento do local de trabalho de um bairro para outro, ou até de um município para outro, que venha lhe acarretar maiores despesas, o empregador deverá arcar com essas diferenças, conforme Enunciado TST 29: “Empregado transferido, por ato unilateral do empregador, para local mais distante de sua residência, tem direito a suplemento salarial correspondente ao acréscimo da despesa de transporte”. ADICIONAL DE TRANSFERÊNCIA O empregador que transferir o empregado para localidade diversa da que resultar o contrato, deverá efetuar um pagamento suplementar de no mínimo 25% do salário percebido na localidade da qual foi transferido, enquanto durar a situação. Exemplo 1 (Salário Fixo) Empregado transferido temporariamente para trabalhar em local diverso do que foi contratado, percebendo um salário mensal de R$ 1.600,00.

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Adicional de transferência = Salário x 25% Adicional de transferência = R$1.600,00 x 25% Adicional de transferência = R$400,00

Assim, o empregado receberia R$ 250,00 para complementar a média de comissões que recebia antes da transferência, mais R$ 325,00 como adicional de 25% de transferência sobre a média de comissões.

Exemplo 2 (Comissionista) Empregado comissionado foi transferido temporariamente para trabalhar em outro local, cuja venda é consideravelmente inferior à venda que aferia anteriormente.

Destaque-se que referido adicional deverá ser destacado nos recibos e folhas de pagamento de salário, visando evitar a figura do salário complessivo, pois o Enunciado nº 91 do TST dispõe:

Considerando que o empregado não poderá sofrer prejuízos salariais em função da transferência, entendemos que cabe ao empregador garantir a média dos rendimentos que o empregado aferia anteriormente, além do pagamento do adicional. Para tanto, entendemos que o empregador poderá utilizar-se da média dos últimos 12 (doze) meses para apuração da base de cálculo, conforme segue. Cálculo: Média de comissões recebidas = R$ 1.300,00 (últimos 12 meses antes da transferência) Comissões recebidas após transferência = R$ 1.050,00 Diferença de comissão (complemento) = R$ 250,00 Adicional com base média comissões = R$ 325,00 (R$1.300,00 x 25%)

“Nula é a cláusula contratual que fixa determinada importância ou percentual para atender englobadamente vários direitos legais ou contratuais do trabalhador”. IMPOSSIBILIDADE DE TRANSFERÊNCIA - LÍDER SINDICAL O empregado eleito para cargo de administração sindical ou representação profissional, inclusive junto a órgão de deliberação coletiva, não poderá ser impedido do exercício de suas funções, nem transferido para lugar impossível o desempenho das suas atribuições sindicais (art. 543 da CLT). TRANSFERÊNCIA DE REPRESENTANTE DA CIPA Serão garantidas aos membros da CIPA condições que não descaracterizem suas atividades normais na empresa, sendo vedada a transferência para outro estabelecimento sem a sua anuência, ressalvado o disposto nos parágrafos primeiro e segundo do artigo 469, da CLT. O artigo 469 da CLT estabelece: “Ao empregador é vedado transferir o empregado, sem a sua anuência,

avulso

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LEGISLAÇÃO para localidade diversa da que resultar do contrato, não se considerando transferência a que não acarretar necessariamente a mudança do seu domicílio. § 1º. Não estão compreendidos na proibição deste artigo os empregados que exerçam cargos de confiança e aqueles cujos contratos tenham como condição, implícita ou explícita, a transferência, quando esta decorra de real necessidade de serviço. § 2º. É lícita a transferência quando ocorrer extinção do estabelecimento em que trabalhar o empregado”. TRANSFERÊNCIA PARA EMPRESA DO MESMO GRUPO Na hipótese do empregador pertencer ao mesmo grupo econômico, não há necessidade de se rescindir o contrato, bastando fazer uma simples transferência no que diz respeito às obrigações acessórias (registro no livro ou ficha registro de empregados). TRANSFERÊNCIA DEFINITIVA Segundo orientação jurisprudencial do TST, o adicional de transferência é devido somente quando a transferência do empregado for provisória. Entende-se, portanto, que a transferência definitiva do empregado não enseja pagamento do adicional. Eis o teor da Orientação Jurisprudencial 113 - Seção de Dissídios Individuais do TST (Subseção I): “Adicional de transferência. Cargo de confiança ou previsão contratual de transferência. Devido. Desde que a transferência seja provisória. O fato de o empregado exercer cargo de confiança ou a existência de previsão de transferência no contrato de trabalho não exclui o direito ao adicional. O pressuposto legal apto a legitimar a percepção do mencionado adicional é a transferência provisória”. PRECEDENTE NORMATIVO DO TST “Nº 77 Empregado transferido. Garantia de emprego (positivo). Assegura-se ao empregado transferido, na forma do art. 469 da CLT, a garantia de emprego por 1

(um) ano após a data da transferência. (Ex-PN 118-DJ 08-09-1992)”. CARTEIRA DE TRABALHO E PREVIDÊNCIA SOCIAL - CTPS Ao proceder à transferência de local de trabalho é necessário anotar na CTPS do empregado transferido, na parte referente a “Anotações Gerais”, a data da transferência, bem como o local para onde foi transferido o trabalhador. LIVRO OU FICHA DE REGISTRO DO EMPREGADO 1. Reproduzir a mesma anotação efetuada na página de Anotações Gerais da CTPS no livro ou ficha de registro do empregado, no espaço destinado a observações; 2. enviar ao estabelecimento para o qual o empregado foi transferido a cópia autenticada da ficha ou folha de registro com a anotação mencionada; 3. providenciar a abertura de ficha ou folha de registro do empregado no novo local de trabalho, transcrevendo os dados da ficha anterior e efetuando a anotação em “observações”: “o empregado veio transferido de _________, em __ / _ / _____ com registro anterior n_____.” CADASTRO GERAL DE EMPREGADOS E DESEMPREGADOS CAGED A transferência de local de trabalho dos empregados deverá ser informada no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados CAGED, tanto pelo estabelecimento que realizou a transferência, quanto pelo que recebeu o empregado. RAIS As informações pertinentes aos empregados transferidos serão prestadas na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de cada estabelecimento. FGTS O estabelecimento que estiver transferindo o empregado, ao preencher a GFIP, deverá informar campo 35 o código N1, que corresponde à transferência do trabalhador para outro estabelecimento do mesmo empregador ou para outro empregador que tenha assumido os encargos trabalhistas, sem que tenha havido rescisão de contrato de trabalho; e O estabelecimento que receber o empregado transferido deverá

avulso

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preencher a GFIP normalmente, ou seja, sem que haja a indicação de um código específico para a recepção do trabalhador. JURISPRUDÊNCIA ADICIONAL DE TRANSFERÊNCIA. EMPREGADO BANCÁRIO DE CONFIANÇA. ALEGAÇÃO DEFENSIVA DE TRANSFERÊNCIA DEFINITIVA. ÔNUS DA PROVA. As transferências de empregados de confiança, no meio bancário, pelo que normalmente acontece e se vê, são sempre provisórias, já que os bancos não permitem que esse tipo de empregado permaneça por muito tempo em um mesmo lugar e agência. Assim, quando o banco alega, em defesa, ter sido definitiva a transferência de empregado de confiança, dele é o ônus da prova desse fato (arts. 818 da CLT e 333, II, do CPC), dada a presunção que se estabelece em favor do empregado, decorrente da aplicação do art. 335 do CPC. Adicional de transferência devido. PROCESSO TRT 15_ REGIÃO N_ 00952-2005-071-15-00-1 Juiz Relator Jorge Luiz Costa. Decisão NÅã 014607/2007. EMENTA: ADICIONAL DE TRANSFERÊNCIA. A configuração do exercício de cargo de confiança não depende, necessariamente, de amplos poderes de mando, representação e substituição do empregador, mas deve exercer alguma função de chefia, com certos poderes administrativos sobre seus subordinados. O adicional de transferência somente é devido quando a mudança de local de trabalho acarrete a transferência do domicílio do trabalhador, no sentido jurídico do termo. O fornecimento pela empresa de carro, telefone e notebook, quando utilizados para uso profissional, não sendo fornecidos pelo trabalho, mas para o melhor desenvolvimento

do mesmo, não configura salário-utilidade. PROCESSO TRT/SP Nº: 00310200420102008. Relatora SONIA MARIA PRINCE FRANZINI. São Paulo, 26 de Outubro de 2006. ACÓRDÃO - ADICIONAL DE TRANSFERÊNCIA-ORIENTAÇÃO JURISPRUDENCIAL Nº 113 DA SDI-1 DO TST. É pacífico o entendimento no sentido de que o adicional de transferência é devido na remoção em caráter provisório. No presente caso, restou incontroverso que, durante todo o contrato de trabalho a família do reclamante continuou morando em Silveiras, mas, pela distância do serviço, o reclamante passou a residir em uma “república” de funcionários da reclamada, nos locais para onde foi transferido, restando configurada a mudança de domicílio. A existência de cláusula contratual expressa que preveja a mudança de localidade da prestação de serviços não elide o direito ao adicional de transferência, porque pressuposto legal apto a legitimar a percepção do mencionado adicional é provisoriedade da remoção (Orientação Jurisprudencial nº 113 da SDI-1 do TST). Recurso Ordinário da reclamada a que se nega provimento.PROC. TRT/ CAMPINAS 15ª REGIÃO Nº 00547-2005-040-15-00-5 RO. Relator JUIZ JOSÉ ANTONIO PANCOTTI. Decisão NÅã 030881/2006. EMENTA TRANSFERÊNCIA. Ainda que a reclamada pague aluguel para o autor em local diverso de onde exerceu seu trabalho originalmente, a transferência é definitiva, pois houve mudança de domicílio; logo, indevido o plus salarial preconizado pelo artigo 469, da CLT. PROCESSO TRT/SP N_: 00594200307602008. Relatora ROSA MARIA ZUCCARO. São Paulo, 14 de Setembro de 2005. Base legal: art. 469 da CLT e os citados no texto.

fev/10 a jan/11

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Humor & Tal A VINGANÇA... NO TAXI

A BORRACHINHA

Uma mulher, de táxi, com a filha de 11 anos, andam à noite.

Na fila do ônibus estavam o pai e todos seus 16 filhos...

No caminho, a menina vê mulheres rodando bolsinha. - Mãe,o que aquelas mulheres estão fazendo? - Esperando seus maridos saírem do trabalho.

Junto deles, um senhor de meia idade, com uma das pernas de pau.

O taxista rindo diz: - Fale a verdade para a garota...Elas são prostitutas, estão esperando clientes que lhes paguem para fazer sexo!!! Todos ficam calados até que a menina pergunta: - Aquelas mulheres também tem filhos, mamãe? - Claro filha!!... Como você acha que nascem os taxistas? NUNCA SE META NA CONVERSA DOS OUTROS...... Colaboração: Marcelo de Paula Siqueira - Barrinha-SP

O ônibus chegou, a criançada entrou primeiro e ocupou todos os bancos vazios. Os dois senhores entraram e ficaram de pé. Na arrancada do ônibus o senhor da perna de pau, com visível dificuldade, desequilibrou-se para trás, e o barulho foi inconfundível: TOC... TOC.... TOC...TOC... Quando o ônibus freou, a mesma coisa aconteceu, agora para a frente: TOC... TOC.... TOC...TOC... Na arrancada, novamente: TOC... TOC... TOC...TOC... E assim foi, por várias vezes...

O GATO DO PORTUGUÊS O português odeia o gato da sua esposa e resolve dar um fim no coitado. Coloca o bichinho dentro de um saco, joga no porta-malas do carro e o abandona a 20 quadras de sua casa... Quando retorna, lá está o gato em frente ao portão... Nervoso, o português repete a operação e abandona o bichinho a 40 quadras de sua casa. Quando retorna, novamente encontra o gato em frente ao portão... Mais nervoso ainda, pega o gato e anda 10 quadras para a direita, 20 para a esquerda, 30 para baixo e 25 para cima e diz: - Agora quero ver! Cinco minutos depois liga para a esposa: - Maria, o gato está por aí? - Ele está chegando, por quê? - Põe o f... d... p... no telefone, que eu estou perdido! Colaboração: Erika A. R. Teixeira - Botucatu-SP 38

Num determinado momento, já incomodado com o barulho e, ao mesmo tempo tentando ser gentil, o pai das 16 crianças disse ao perneta: - Perdão, mas eu gostaria de fazer uma sugestão ao senhor. Por que o senhor não coloca uma borrachinha na ponta do pau? Com certeza vai diminuir o barulho e incomodar menos a todos. Imediatamente, o perneta respondeu: - Agradeço a sugestão, mas se o senhor também tivesse colocado uma borrachinha na ponta do seu, há alguns anos atrás, estaríamos todos sentados, numa boa... O MINISTERIO DA SAÚDE ADVERTE:USE BORRACHINHA Colaboração: Valdemar Cunha do Carmo - Botucatu-SP

Participem ENVIE VOCÊ TAMBÉM SUAS PIADAS Rua Dr. Rodrigues do Lago, 464 CEP 18602-091 - Botucatu - SP Fax para: (14) 3882-0595 Envie seus e-mails para: revista@ctaf.com.br Diretor Funerário | Novembro2010


Tanatopraxia

criar o Uma ótima oportunidade para empresa! diferencial que faltava em sua

Curs o de Exte nsão Univ ersit ária, Teór ico-P rátic o de Tanatopraxia, ministrado em parceria com o Instituto de Biociências da UNESP - Universidade Estadual Paulista. Durante o curso são abordados: • Anatomia dos Sistemas Esquelético, muscular, respiratório e digestório; • Anatomia dos Sistemas circulatórios e nervoso; • Dissecação das artérias e veias das regiões mais utilizadas para injeção e drenagem.

Próxima Turma

Local:

15 a 19 de dezembro

Campinas-SP

AS: VAGAS LIMITAD ões: scriç In e s e õ ç a rm fo In (14)

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Realização:

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Revista Diretor Funerário novembro 2010  

Revista direcionada ao setor funerário nacional

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