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ANO XIV Nº 189 JANEIRO 2012

Publicação do Centro de Tecnologia em Administração Funerária Órgão Oficial de Divulgação do Setor Funerário Nacional

AMEAÇA INVISÍVEL Risco de contrair doenças infecto-contagiosas assusta profissionais do setor. Saiba quais são as doenças potencialmente contagiosas e o que fazer para se proteger.

Leia também MICROSSEGURO:

Publicada Resolução que cria marco regulatório sobre o tema no país.

NEGÓCIOS:

Funerária Vila Nova, de Senhor do Bonfim-BA, muda cultura regional ao inaugurar memorial.

SEFESP:

Funcionários do Setor Funerário em São Paulo recebem reajuste de 9,8%.


out/2011 a set/2012

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SUMÁRIO

Ano XIV Nº 189 JANEIRO 2012

EDITORIAL

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SEFESP

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Acordo Coletivo da Categoria no Estado de São Paulo, concede aos funcionários do setor aumento real de 4%. Reajuste acordado fica em 9,8%.

ÉTICA

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CAPA

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Concorrência desleal e difamação também afetam o setor. Empresas devem primar pela ética e construir boa imagem frente ao mercado.

CURIOSIDADES

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Imprensa do Rio de Janeiro testa veículo funerário e revela que, apesar dos avanços, preconceito perante a profissão ainda persiste.

SAÚDE: Risco de contrair doenças infectocontagiosas assusta profissionais do setor funerário. Saiba quais são as doenças potencialmente contagiosas e o que fazer para se proteger.

Nesta edição • Clipping.......................................... 07 • Cartas............................................ 09 • Abredif........................................... 12 • Luto............................................... 15 • Marketing....................................... 16 • Ética............................................... 22 • Curiosidades.................................. 28 Funerária Vila Nova inaugura memorial e transforma cultura local. Pág. 22

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• Legislação...................................... 32 Diretor Funerário | Janeiro2012


EDITORIAL LOURIVAL PANHOZZI

Marco Regulatório do Microsseguro: Último ato de 2011 Vamos iniciar 2012 com muita vontade e com otimismo! Quando fechávamos esta edição da Revista Diretor Funerário, era publicada no Diário Oficial da União a Resolução sobre o Marco Regulatório do Microsseguro no Brasil. Durante mais de 2 anos os Diretores Funerários se movimentaram sobre o tema. Ora com revolta, ora com receio, ora com garra para começar tudo de novo. Bem, agora já sabemos qual é a situação, mas continuamos a nos movimentar. Tão logo se conheceu o teor da Resolução, dirigentes do setor foram à Brasília para, na SUSEP, se colocar novamente a postos para as rodadas de discussão. Ao me preparar para esse primeiro embate, levantei alguns fatos (todos documentados!!) que relato agora: “Em 16/10/1975 a AEFESP - Associação das Empresas Funerárias do Estado de São Paulo - (primeira entidade de classe do setor no Brasil - hoje denominada SEFESP) representada na ocasião por Francisco Jorge Rosa, Natal Bruno Gullo, Mario Fernando Berlingieri, Aurélio José Bozzo e Osvaldo Graciani, entregaram o Exmo. Sr. Ministro da Fazenda dr. Mario Henrique Somonsen, memorial solicitando a regulamentação dos planos funerários. Em julho de 1979 novamente a categoria entrega um requerimento ao Dr. Francisco Osvaldo Neves Dornelles, Secretario da Receita Federal, solicitando providencias sobre os planos de prestação de serviços funerários. Em setembro de 1988 foi à vez do Dr. Reinaldo Mustafa (nesta eu estive presente), Secretario da Receita Federal do Ministério da Fazenda, receber solicitação conjunta da AEFESP (hoje SEFESP) e sindicatos de Goiás, Rio Grande do Sul, Curitiba e Distrito Federal, pedindo providencias de regularização do plano funerário. Desde então inúmeras foram às tentativas do setor ter os planos funerários normatizados por uma norma especifica, ainda hoje temos um projeto de lei tramitando neste sentido, contudo, nunca fomos atendidos e a legalidade dos planos se encontra em uma legislação esparsa. O Setor funerário como podemos comprovar sempre buscou uma regulamentação, é totalmente a favor de normas que disciplinem o segmento, luta e busca esta condição a mais de 35 anos, espera, contudo, que este processo seja feito não apenas a luz do direito, mas que também seja observado às particularidades e necessidades, não das empresas, mas sim dos associados. Determinar regras é fácil, difícil e necessário é criá-las em consonância com a realidade do mercado, proibir é simples e não necessita de muito esforço de quem detém o poder, agora permitir é saber, saber não apenas fazer, mas saber identificar e agir. Estamos no delinear de um tempo dos planos funerários, é certo que as regras vão mudar, mas não necessariamente para pior, nos próximos dias teremos uma reunião com o órgão e dirigente que ira definir as novas normas, considerando seu retrospecto de honestidade e sensibilidade para com o que é publico, esperamos encontrar uma solução e um caminho do qual todos poderão utilizar. Vibrem, vibrem de forma positiva, estejam todos conectados pelo liame da fé e da certeza que nunca estivemos tão juntos e tão envolvidos em uma causa comum. Acompanhem no blogdodiretorfunerario.com.br informações vitais para o nosso segmento. Informe-se e entre no debate. Um grande abraço”. Lourival Panhozzi Janeiro2012 | Diretor Funerário

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EXPEDIENTE CARTA AO LEITOR Caros Leitores,

Diretoria CTAF

Este ano começa mais triste para o setor funerário. Se estivesse vivo, o diretor funerário José Lafaiete de Jesus - Cobrinha - comemoraria em 26 de janeiro, 72 anos. Cobrinha, como era carinhosamente conhecido pelos amigos era proprietário da Funerária São Gabriel, em São João da Boa Vista-SP. Sempre foi um empresário atuante e participativo e por várias vezes fez parte das Diretorias das Entidades de classe do Setor. Ele faleceu na manhã de 29 de agosto de 2011 e foi lembrado na abertura da Funexpo. Toda a categoria sente falta de seu jeito irreverente e brincalhão e também de sua força e apoio nos momentos em que é preciso lutar.

Lourival Antonio Panhozzi loripzz@gmail.com

Diretoria CTAF

Mario Fernando Berlingieri marinhob@hotmail.com

Diretoria CTAF

Ilso Sanchez Parra lutopaulista@uol.com.br

Diretoria CTAF

Wilson Martins Marques wilsoncov@hotmail.com

Equipe CTAF

SERVIÇOS ASSINATURAS IMPRESSAS: Para novas assinaturas. Disque para fone/fax: (55) (14) 3882-0595, envie pedido pelo correio para: Rua Dr. Rodrigues do Lago, 464 CEP 18602-091 - Botucatu - SP - Brasil, e-mail para assinatura@ctaf.com.br ATENDIMENTO AO ASSINANTE: Fone/fax: (55) (14) 3882-0595 Rua Dr. Rodrigues do Lago, 464 CEP 18602-091 - Botucatu - SP - Brasil e-mail: atendimento@ctaf.com.br NA INTERNET: www.funerarianet.com.br PARA ANUNCIAR: (55) (14) 3882-0595 REDAÇÃO: (55) (14) 3882-0595 e-mail: revista@ctaf.com.br Jornalista Responsável Solange Serafim - Mtb - 23.860

Diretora Administrativa

Dulce Cristina C. Nascimento dulce@ctaf.com.br

Redação - Jornalista Responsável Solange Serafim - MTB 23.860 solange@ctaf.com.br

Projeto Gráfico, DTP, Web, Marketing e Publicidade Henrique Teixeira henrique@ctaf.com.br

Departamento Comercial e Treinamento Leandro da Silva Jerônimo leandro@ctaf.com.br

IMPRESSÃO: JOARTE - jorgedj@joarte.com.br A Revista Diretor Funerário é uma publicação mensal do Centro de Tecnologia em Administração Funerária, órgão oficial de divulgação do Setor Funerário Nacional. A publicação não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos em artigos assinados e em anúncios publicitários.

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Assinaturas

Luciene Medeiros atendimento@ctaf.com.br

Diretor Funerário | Janeiro2012


CLIPPING

Membros amputados geram polêmica no MT O descarte de membros amputados no Hospital Regional de Sorriso, norte de Cuiabá gerou polêmica, após uma perna humana, embalada em tecidos sujos de sangue, ter sido encontrada jogada na calçada do Cemitério Municipal. A Prefeitura Municipal e a direção do Hospital Regional de Sorriso (HRS) negam que exista negligência com o descarte dos resíduos do grupo A3, que são membros do ser humano e fetos sem sinais vitais. A Prefeitura Municipal, por meio da assessoria, informou que a responsabilidade sobre o descarte dos resíduos é do HRS, e a sua acomodação final é feita pelo Cemitério Municipal. O cemitério local é de responsabilidade da Prefeitura, mas de acordo com a assessoria de imprensa quem administra o local são as duas funerárias plantonistas. A administração local faz os pagamentos de funcionários e a limpeza do local. O engenheiro sanitarista da Prefeitura, explicou que, atualmente, as peças são enterradas em covas rasas, com cerca de 50 centímetros de profundidade. Mas, que em breve será construído um fosso, revestido de concreto, para o descarte das peças. O proprietário de uma funerária em Sorriso, disse em entrevista, que já faz mais de quatro anos que todos os membros amputados no hospital são enterrados nas laterais do cemitério. De acordo com o Diretor Funerário, o serviço é legal e que foi feito um “acordo de cavalheiros” com o Hospital Regional de Sorriso, para que as funerárias que estivessem de plantão o realizassem de forma gratuita.

Funerária de Porto Alegre é condenada A 17ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul acolheu apelação ajuizada pela Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor para condenar uma Funerária de Porto Alegre por publicidade enganosa. De acordo com a Promotoria, a publicidade da Funerária induzia os consumidores a acreditar que se tratava da mesma empresa relacionada ao cemitério de mesmo nome. A decisão obriga a funerária a alterar sua publicidade. Ainda cabe recurso. Âmbito Jurídico, com informações do TJRS dezembro de 2011

Crematório vende energia para reduzir despesas Um crematório da Inglaterra levou o termo “fonte de energia alternativa” ao pé da letra. A empresa quer instalar turbinas em dois de seus fornos e usar o calor gerado durante o processo de cremação para comercializar energia. A quantidade de eletricidade gerada seria suficiente para colocar em funcionamento 1.500 televisores. Um terceiro forno será usado para fornecer aquecimento para a capela do crematório Durham e seus escritórios. Gerido pela prefeitura, o crematório Durham realiza cerca de 2 mil cremações / ano e está passando por um projeto de 2,3 milhões de libras para instalar três novos fornos. A primeira fase, que deverá ser concluída no início do próximo ano, terá um “sistema de recuperação de calor”, o qual fornecerá aquecimento para o edifício. Apenas essa etapa economizará cerca de 2.500,00 libras / mês. A maioria dos crematórios ingleses estão substituindo seus fornos para cumprir as metas do governo sobre a prevenção das emissões de mercúrio para a atmosfera. Cerca de 16% de todas as emissões de mercúrio no Reino Unido vêm das obturações nos dentes de pessoas cremadas. Se não for controlado, esse índice pode chegar a 25% até 2020. No Reino Unido, cerca de 75% dos mortos são cremados. Época Negócios online dezembro de 2011

O empresário afirmou, ainda, que o responsável pela destinação correta desse material seria o hospital, porém é a funerária de plantão (são duas em Sorriso) ficam responsáveis por enterrar as peças anatômicas” A legislação determina que os resíduos classificados no grupo A3 sejam enviados para sepultamento em cemitério ou tratamento térmico por incineração ou cremação. Mídia News novembro de 2011 Janeiro2012 | Diretor Funerário

NOTA: O Clipping é uma coletânea de notícias do setor funerário publicadas nos jornais e outros veículos, em todo o país. Ele é um painel do que está acontecendo no setor e chega para a Diretor Funerário através de um serviço especializado que rastreia tudo o que é publicado na imprensa. A redação apenas transcreve a notícia, dando os créditos dos órgãos de imprensa onde foram primeiramente veiculadas e a data. Não são reportagens realizadas pela redação da Diretor Funerário. 7


REGISTRO

JANEIRO

01/01 01/01 01/01 01/01 02/01 02/01 03/01 03/01 05/01 05/01 05/01 06/01 06/01 06/01 07/01 07/01 08/01 08/01 08/01 09/01 09/01 10/01 10/01 10/01 10/01 11/01 11/01 11/01 11/01 11/01 12/01 13/01 14/01 14/01 14/01 14/01 14/01 15/01

Adalberto Almeida Pina....................................... Palmas-PR Luzia Alves.....................................................Nova Lima-MG Oscar Pessoa Filho.........................................São Paulo-SP Rosane T. Bedin................................................... Buritis-RO Ataide Jose Mazzolini.............................. Lago da Prata-MA Emerson Rogério de Oliveira..............................Sarandi-PR Karina Borges....................................... Barra do Ribeiro-RS Luiz Carlos Peres Rebelo......................... Pouso Alegre-MG Jorge Duarte............................................Santo Augusto-RS Clover Souza Gomes.................................Parauapebas-PA José Antonio Pereira de Campos................. Catanduva-SP Terezinha de Jesus M. da Silva.......................... Parnaiba-PI Ênio Tesche............................................... Santo Angelo-RS Dirceu Alves Deornela................................... Rio Casca-MG Gladis Grings................................................Cunha Porã-SC Lucas Oliveira Carneiro..............................Tanque Novo-BA Sidnei Roberto Barbosa..................................Itapiranga-SC Thiago Vanis Pereira.............................Campo do Meio-MG Polivaldo Neves Oliveira.............................Tanque Novo-BA Élio Armando........................................................... Ibaté-SP Ines Tacin................................................................. Ibaté-SP Cristiano Martins Arceno.............................Porto Alegre-RS João Marcelo Dourado....................................Redenção-PA Luzia Teixeira........................................................... Ubá-MG Nilo kreitlow.................................................... Pomerode-SC Suely R. Prado................................................... Manaus-AM Aparecida de Fátima Gonçalves...................... Cascavel-CE Valdomiro Junior Scapini........................Campos Novos-SC Eliane Vieira da Silva.....................................Borborema-SP Alex Lander Ribeiro Gaioni.......................... Jacarezinho-PR Valdeci Ferreira da Silva................................. Goianésia-GO Gilson Pedrosa.................................................... Itajubá-MG Antonio Alves de Souza............................ Barra do Pirai-RJ Luiz Antonio Fernandes ........................................ Pirajú-SP Wilson Felício Machado..........................Jaboticatubas-MG Marco Antonio Cardassi Filho........................ Araçatuba-SP Paulo Eduardo Granja...............................Ponta Grossa-PR Ailson Bueira da Silva...................................... Carambeí-PR

15/01 16/01 17/01 18/01 18/01 18/01 20/01 21/01 21/01 22/01 22/01 22/01 22/01 22/01 23/01 24/01 24/01 24/01 25/01 27/01 27/01 27/01 27/01 27/01 28/01 28/01 28/01 28/01 28/01 29/01 29/01 29/01 29/01 30/01 30/01 31/01 31/01

Angela M. R. Possato Ribeiro....................Correia Pinto-SC Laércio Henneberg................................................. Avaré-SP Adriano Araújo Dias....................................Tanque Novo-BA Vanderlei Pedro da Silva..................Paraguaçú Paulista-SP Wanderley Ap. Assugeni.................................... Tambaú-SP Priscila Swyston.............................................. Carambeí-PR Claunei Carvalho............................................. Camaquá-RS Jackson Luiz da Silva Camargo.......................... Naviraí-MS Renata Mendes.............................. São Caetano do Sul-SP Ana Maria Tagliarini Gomes................................... Pirajuí-SP Clébio de Ornellas Moraes............................... Varginha-MG Gilberto Ferreira da Costa..................Braganca Paulista-SP Paulo Galvão.............................. São Luis do Paraitinga-SP Maycon Cesar Ferreira Padovezzi.................Cafelândia-PR José Eriovaldo de Santana.....................Jaboticatubas-MG Sebastião Paz de Oliveira.....................................Araxá-MG Fernando Aparecido Bizzari.................................Itápolis-SP Benjamim Bueno de Freitas.................. Campo Grande-MS Antonio da Silva Ligeiro Neto................................Tanabi-SP Rinaldo Angelo Ribeiro................................Aquidauana-MS Adailson Honório............................................ Guanambi-BA Bruna Baldo................................................. Arroio Trinta-SC Adailton Nascimento........................................... Viçosa-MG Clodoaldo Roberto Valério.....................Novo Horizonte-SP Paulo Mario Pereira........................................... Pinheiro-MA Maria Simões França..................................Ponte Nova-MG Janaina Leal Figueiredo Silva....................Alto Araguaia-MT Rafael Lobato Carvalho Branco..................... Imperatriz-MA Álvaro de Santana Brandão..............................Salvador-BA Rodrigo Alves de Arruda..................................... Itapeva-SP Marlene Ramos............................................Porto Velho-RO Gederson Francisco D. Soares...... Presidente Prudente-SP Francisco Carlos da Silva................................. Arapiraca-AL Antonio Pereira da Costa................................. Garibaldi-RS Luis Carlos Maranho..............................Novo Horizonte-SP Maira Elelise de Campos Giampaulo...................Pongai-SP Udson Verçosa de Oliveira..........................Esmeraldas-MG

FEVEREIRO

Agora, você assinante, também tem seu espaço para comemorar seu aniversário. E , desde já, desejamos a todos os nossos votos de feliz aniversário.

01/02 01/02 01/02 01/02 01/02 02/02 02/02 02/02 03/02 03/02 03/02 04/02 05/02 05/02 05/02 06/02 06/02 06/02 07/02 07/02 08/02 08/02 08/02 08/02 08/02 09/02 09/02 10/02 11/02 11/02 11/02 11/02 11/02 12/02 12/02

Roosevelt Juvencio..............................................Lavínia-SP Adriana Bigoni...........................................Regente Feijo-SP Edvaldo Fernandes.............................. Barra do Bugres-MT Epaminondas Moreira...................................Guiratinga-MT Anderson J. Nascimento.....................................Pitanga-PR Josefina Partata.............................................. Palmeiras-GO Renato Cezar Martins...................................... Boa Vista-RR José Mauro Souza Moreira.............................Itapetinga-BA Braz Leite Rezende...................................Alto Araguaia-MT Valmir Zirke.....................................................Guabiruba-SC Junior da Silva Moraes.................. Sta. Cruz Capibaribe-PE Antônio Francisco Nunes..................................... Atibaia-SP Mayara Bigoni............................................Regente Feijó-SP Antonio Carlos Silva Freitas................ Cacapava do Sul-RS Carlos Konorath Heldt................................Cachoeirinha-RS José Luis Targino de Moura................................. Itambe-PE Ana Paula Callegali........................... Pindamonhangaba-SP Claudia Lima Ferreira Gonçalves.................. Bebedouro-SP Bernardo Souza Theodoro.................................... Lages-SC Karen Aline Batista......................................Porto Alegre-RS Tatiane Arruda Gesualdi............................................. Itaí-SP José Nemigno do C. Neto............ São Sebastião Passe-BA Marni Ferreira Mesquita................................Itapuranga-GO José Benigno do Carmo Neto.............................Pojuca-BA Sérgio de Castro............................................ Monte Alto-SP Graziela Bitencourt Santana...............................Peabiru-PR Cláudio da Silva Ribeiro.............................Correia Pinto-SC Marcelo Marcondes Silveira.............................Cabreuva-SP Anderson Batista Moreira....................................Corupa-SC Elenice O. Silva Filipini.........................................Fartura-SP Benedita Beatriz da Purificação.....................Porto Feliz-SP Eitmar Lorenzete............................................ Panorama-SP Milton Budini............................... Ferraz de Vasconcelos-SP Carlos Magno Alves dos Reis.......................... Mesquita-RJ Vitória Marques Rodrigues............................ São Tiago-MG

13/02 13/02 13/02 13/02 14/02 14/02 14/02 15/02 15/02 15/02 16/02 16/02 16/02 17/02 17/02 18/02 18/02 18/02 18/02 20/02 21/02 21/02 22/02 23/02 23/02 24/02 24/02 24/02 24/02 24/02 26/02 27/02 27/02 28/02 28/02

João Manica................................... Peixoto de Azevedo-MT Lydia Pinho Cerbatian....................................... Miranda-MS Elizabete Mezanino.............................Mirassol D’Oeste-MT Rubens Pereira Júnior.......................................Mineiros-GO Angela Maria da Cunha Silva................Bom Despacho-MG Anne Karolini Souza........................................ Ji Paraná-RO Luiz Alberto de Sousa..........................................Floriano-PI Vilmar Xavier dos Santos............................Porto Alegre-RS Gunilda M. Borges................................ Barra do Ribeiro-RS Paulo Sérgio Rodrigues...............................Três Pontas-MG Silvio Luis..................................................... Jardinópolis-SP Luzinete Miguel M. Filha Rodrigues.............. São Tiago-MG José Lineu Cravo Roxo..............................Embu Guaçú-SP Gilmar Pereira Fernandes................................Rio Verde-GO Nilson de Azevedo...........................União dos Palmares-AL Niedja Alves Pereira........................................... Milagres-CE Maria Alice de Moura........................................Diadema-SP Antônio Evangelista Sobrinho.......................... Fortaleza-CE Leni Maria Sturmer........................................... Chapecó-SC Darci Mathias...............................................Porto Alegre-RS Carlos Nilson Bueno......................................Mogi Mirim-SP Sebastião Alpheu de Souza Feitosa............São Mateus-ES Dirceu Pedro da Silva....................................Borborema-SP Ivone O. Silva Filipini............................................Fartura-SP Marlene Rutz..............................................Pedro Osório-RS Afonso Henrique Arruda Gesualdi............................. Itaí-SP Kelly Maria da Costa.........................................Goianira-GO Rafael Darius Staedele................................... Blumenau-SC Marco Aurélio Arantes.......................................... Franca-SP José Rodrigues Fonseca......................................Balsas-MA Amilton Machado Filho............................ Rio de Janeiro-RJ José Otávio Ramos...........................................Nioaque-MS Vera Lúcia V. de Lima Nóbrega................. Pirassununga-SP Luiz Carlos Tomaz.......................Santa Rosa do Viterbo-SP Sérgio Ribeiro Dias............................................ Pinheiro-MA

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Diretor Funerário | Janeiro2012


CARTAS Boa Aparência À Revista Diretor Funerário Acabo de ser contratado por uma empresa funerária para atuar na recepção. A empresa não adota o uso de uniforme, mas ao ser contratada, meu empregador enfatizou que devo me apresentar rigorosamente com boa aparência. Estou em dúvida sobre o que devo usar e já até fiz um investimento em roupas para trabalhar maior do que eu podia. Se publicarem esta carta, para ajudar outros que também passam pela mesma situação, não revelem minha identidade. Um abraço! Oi amigo, Sua dúvida é interessante. O ideal é que os funcionários da empresa, que atuam com o público, usem uniforme. Facilita a identificação e passa a idéia de organização. Só é possível exigir que o trabalhador use determinado tipo de roupa se este for uniforme e a empresa deve fornecê-lo. A questão da boa aparência é relativa, mas consultores e recrutadores são enfáticos em algumas dicas: • É melhor não ter barba ou bigode; • Homens devem usar cabelo curto; • Roupas escuras ou de cores neutras são preferíveis; • Decotes e comprimentos curtos são proibidos em ambiente de trabalho; • Mulheres devem prender os cabelos ou usá-los de modo que o rosto fique livre; • Não se deve exagerar nos acessórios (sapatos, cintos, bijoux); • Dê preferencia à maquiagem leve. Um grande abraço e boa sorte no novo emprego. A Redação

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Pioneirismo Científico em Tanatopraxia Janeiro2012 | Diretor Funerário

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SEFESP

Funcionários de empresas funerárias no Estado de São Paulo têm novos pisos salariais Convenção Coletiva foi assinada em novembro por representantes dos Sindicatos patronal e dos funcionários

O

reajuste salarial negociado pelo SEFESP – Sindicato das Empresas Funerárias do Estado de São Paulo e o SEMCESP - Sindicato dos Empregados em Cemitérios e Funerárias Particulares do Estado de São Paulo em novembro de 2011 foi de 5,85%, que corresponde a 100% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor - IPC - acumulado nos últimos 12 meses.

Além da reposição das perdas há o aumento real de 4% a ser aplicado sobre os salários de novembro de 2010, devidamente reajustados com o índice IPC. Os índices somados chegam à 9,85% superior à maioria das negociações de outras categorias profissionais em 2011. Os novos pisos salariais da categoria, desde 01 de novembro, ficaram assim definidos: • Vendedores, auxiliares e ajudantes passam a ter piso salarial de R$ 598,40 (quinhentos e noventa e oito reais e quarenta centavos) por mês ou R$ 2,72 (dois reais e setenta e dois centavos) por hora.

Kg de alimentos, para aqueles empregados, que trabalham em jornada integral superior a seis horas/dia; Novo reajuste salarial deve ser acordado em maio de 2012, obedecendo o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da FGV acumulado no período. Os novos valores são válidos para pagamentos sobre o mês de novembro, portanto efetuados em dezembro. O Acordo Coletivo diz, em sua cláusula 13ª, que as empresas funerárias devem efetuar o pagamento mensal

• Agentes funerários passam a receber R$ 789,80 (setecentos e oitenta e nove reais e oitenta centavos) por mês ou R$ 3,59 (três reais e cinqüenta e nove centavos) por hora. O Vale Refeição também foi reajustado e o valor mínimo é R$ 8,60 (oito Reais e sessenta centavos) por dia de trabalho ou cesta básica, contendo no mínimo 25

set/11 a fev/12

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Diretor Funerário | Janeiro2012


Sindicato das Empresas Funerárias do Estsado de São Paulo

dos salários de seus funcionários até o 5o. dia útil do mês subsequente ao trabalhado. O pagamento deve ser feito preferencialmente em moeda corrente, caso isto não ocorra a empresa deve proporcionar aos empregados tempo hábil para o recebimento no Banco ou Posto Bancário. Quando o 5º dia útil coincidir com sábados, domingos ou feriados, o pagamento deve ser feito no primeiro dia útil imediatamente anterior; ACORDO REGULAMENTA “PLANTÃO À DISTÂNCIA” Uma das conquistas do novo Acordo Coletivo é a regulamentação do regime de Sobreaviso, ou “Plantão à Distância”, como é popularmente conhecida a prática de manter o funcionário de plantão em casa, e acioná-lo no caso de necessidade.

Rua Saint Martin, 35-65 - Jardim Aeroporto CEP 17043-081 - Bauru-SP - fone/fax: (14) 3227-4448 - sefesp@uol.com.br

oficial, por escrito, onde estará especificado o período de duração do sobreaviso.

do registro nos Sindicatos e protocolo no Ministério do Trabalho.

Parágrafo Segundo: As despesas com utilização dos telefones celulares ou similares cedidos pela empresa, ocorridas durante a escala de Sobreaviso, serão custeadas pela empresa, desde que tenham sido realizadas a serviço da empresa.

REAJUSTE PARA OS EMPREGADOS ADMITIDOS APÓS A DATA BASE Sobre os salários dos empregados contratados após novembro de 2010 para função sem similar, serão aplicados os seguintes percentuais constantes da tabela abaixo sobre o salário do mês de admissão.

Parágrafo Terceiro: A partir da convocação do empregado para comparecimento ao trabalho, fora de sua jornada normal de trabalho, e no período de sobreaviso, haverá a remuneração de horas extras no efetivo exercício, conforme as regras estabelecidas no Acordo Coletivo de Trabalho”.

Sobre o Sobreaviso a Convenção de novembro de 2011 diz, na Cláusula Décima: “Os funcionários designados pela empresa para permanecerem em regime de sobreaviso, inclusive aos sábados, domingos e feriados, farão jus ao pagamento de 1/3 (um terço) da remuneração da hora normal por hora em regime de sobreaviso.

ACORDO COLETIVO 2011 MANTÉM CONQUISTAS Mais que os índices de reajuste, a Convenção Coletiva da Categoria no Estado de São Paulo trata de outras conquistas do setor, como férias, auxílio funeral, descontos em folha de pagamento, adiantamento de salários (vale), contrato de trabalho temporário, aposentadoria, e adicional por tempo de serviço (6% a cada 4 anos no mesmo emprego).

Parágrafo Primeiro: Os empregados enquadrados nesta cláusula serão designados pela empresa, mediante escala e convocação

Também define a utilização das jornadas de trabalho em escalas de 12X24 horas ou de 12X36horas, ressaltando a importância

Dezembro/2010 Janeiro/2011 Fevereiro/2011 Março/2011 Abril/2011 Maio/2011 Junho/2011 Julho/2011 Agosto/2011 Setembro/2011 Outubro/2011

9,2499% 8,4090% 7,5681% 6,7272% 5,8863% 5,0454% 4,2045% 3,3636% 2,5227% 1,6818% 0,8409%

Empresas associadas ao SEFESP podem solicitar uma cópia gratuitamente da íntegra da Convenção Coletiva/novembro/2011.

Fonte: SEFESP - Sindicato das Empresas Funerárias do Estado de São Paulo

indeterminado

Janeiro2012 | Diretor Funerário

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ABREDIF

Blog do Diretor Funerário segue movimentando a categoria Criado em novembro de 2011, o Blog do Diretor Funerário é o mais novo canal de comunicação do setor. O blogdodiretorfunerario.com. br segue movimentando a categoria com assuntos polêmicos. Além do Microsseguro, um dos temas mais instigantes do blog, há ainda informações e comentários sobre a decisão do CREMESP de punir os médicos que atendem convênios funerários e sobre a solicitação da ABREDIF para rever o código dos Planos Assistenciais Funerários na Classificação Nacional de Atividade Econômica (CNAE). A intenção da entidade de classe é deixar clara a origem desta atividade e evitar erros de

interpretações dos órgãos fiscalizadores. No mês que passou um dos assuntos mais comentados foi a tramitação do projeto que torna obrigatório o uso de urnas biodegradáveis. O assunto foi levantado pelo presidente da ABREDIF - Associação Brasileira de Empresas e Diretores do Setor Funerário - Lourival Panhozzi. Conheça o texto que circula no blog e um dos comentários sobre ele: PROJETO EM TRAMITAÇÃO NA CÂMARA TORNA OBRIGATÓRIO O USO DE CAIXÕES BIODEGRADÁVEIS RIO - Em meio a projetos de lei que deixam oposição e governo em pé de guerra, há propostas que poderiam passar quase despercebidas, não fosse seu caráter inusitado. Este é o caso do projeto que torna obrigatório o uso de caixões biodegradáveis e de uma manta protetora para envolver os corpos que serão enterrados em cemitérios do Brasil afora. Ao justificar a apresentação do projeto, o deputado federal Guilherme Mussi (PSD-SP) informa que o objetivo é evitar a dispersão do necrochorume, um subproduto resultante da decomposição do organismo que pode contaminar o lençol freático e o solo. Primeiramente, cabe-nos esclarecer que as urnas mortuárias denominadas vulgarmente como caixões, além de serem recortes de madeira, contêm um absorvente de líquidos que geralmente não absorve os produtos gerados pela decomposição do corpo humano em sua totalidade - afirmou o deputado, por e-mail, explicando o motivo pelo qual o caixão deve ser biodegradável. AUTOR DO PROJETO QUER FAZER AUDIÊNCIAS PÚBLICAS PARA DISCUTIR A PROPOSTA

jul/2011 a jun/2012

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Diretor Funerário | Janeiro2012


Associação Brasileira de Empresas e Diretores do Setor Funerário

O projeto de lei ainda precisará de algumas emendas porque, por exemplo, institui multa de um salário mínimo nacional às prestadoras de serviços funerários e cemitérios que desobedecerem às regras, mas não especifica se a pena seria diária, semanal ou mensal. “O pagamento da multa referida não desobriga o ressarcimento aos gastos do Estado para reparação dos danos ambientais e eventuais consequências, bem como responsabilização civil e criminal pelo dano causado”, diz ainda a proposta. O texto também não dispõe sobre que materiais poderiam ser usados para fazer o caixão biodegradável e a manta protetora. Ocorre que esse projeto de lei ainda entrará em discussão nas comissões da Câmara dos Deputados e, ao entrar em debate, convocaremos audiências públicas junto à sociedade e entidades de proteção do meio ambiente para buscar uma melhor solução para o problema – diz Mussi.

Av. Paulista, 2006 - 9º andar- conj. 903/904 CEP 01310-200 - São Paulo-SP - fone/fax: (11) 3283-3384 - abredif@terra.com.br

PROJETO NÃO PRECISARÁ SER VOTADO EM PLENÁRIO O projeto de lei tramita em caráter conclusivo, ou seja, não precisa ser votado em plenário, apenas nas comissões designadas para analisá-lo. No caso, as comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. A fiscalização ficaria a cargo dos órgãos oficiais ambientais estaduais e municipais. Já o custo da implantação recairia sobre o cidadão. “Se houverem valores a serem acrescidos nos serviços funerários, em decorrência da utilização da solução utilizada, deverão ser ajustados entre a prestadora de serviços, empresas permissionárias, e os usuários, se houverem”, diz o projeto. Segundo o texto, a prestadora de serviços funerários deverá manter registros que comprovem que as medidas de prevenção contra contaminação foram aplicadas.

Para pensar: Um homem forte se defende sozinho, um homem mais forte se defende ao lado dos outros. Este deve ser o pensamento de todo funerário neste momento, não importa o quanto você é forte ou pequeno, a questão agora é outra: superar as dificuldades que se apresentam por meio de uma estratégia bem definida, por ações conjuntas, atitudes coerentes e apropriadas. É hora de ser mais forte. É hora de ser os outros.

Enganam-se aqueles que pensam que vão se salvar sozinhos, esta grande nave chamada “Serviço Funerário do Brasil” é um organismo vivo, único, indivisível, com um único coração (o trabalho) e um único pulmão (a fé). É hora de eu ser você, você ser eu e juntos sermos todos. Um grande abraço a todos. Lourival Antonio Panhozzi Presidente da ABREDIF

O deputado, que na justificativa para a apresentação do projeto cita até uma frase do escritor Oscar Wilde, disse que sua iniciativa gera certo tipo de estranheza: Ocorre que não é conveniente a ninguém tratar sobre o assunto morte, por isso nos causa certa estranheza. Porém, a degradação do meio ambiente pela decomposição dos corpos é pura realidade, sendo que em grandes capitais a contaminação do solo é ainda maior a que pequenos centros urbanos. Sobre o tema ODAIR DONIZETI MARQUES disse: “Criaram um “fraldão” e agora querem vender de qualquer jeito. Aqui na minha funerária vieram vender, meio que forçando, falando que se eu levasse algum corpo para outra cidade que já tinha a tal lei, o corpo não seria sepultado. Aí que não comporei mesmo. Achei o “fraldão” um absurdo”.

Em 23 de novembro, Ferreira disse: “O poder e a força estão na união. Onde houver 2 ou 3 reunidos com um único propósito, haverá um impacto tremendo e muitos serão contagiados….” Em 22 de novembro, Laercio Henneberg disse: “Parabéns Lori.Você, eu e todos nós juntos, jamais seremos vencidos !!!” Em 20 de novembro, Israel C. de Almeida disse: “Povo unido nunca será vencido! Parabéns Lourival pelo seu trabalho e sucesso!!!!!!!!!!!!”

out/11 a set/12

Janeiro2012 | Diretor Funerário

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REGISTRO

Fevereiro

Antecipamos a relação dos aniversariantes para você não perder a festa. 01/02 Adriana Bigoni................................... Regente Feijó-SP

17/02 Hugo Micelli...........................................Araraquara-SP

01/02 Linduarty Alves Gondim........................... Petrolina-PE

17/02 José Eduardo Vila...........................................Natal-RN

02/02 Olga P. Pacheco de Oliveira......................Barretos-SP

19/02 José Cláudio Nori..................................... Batatais-SP

03/02 Alexandre Sasaqui................................ São Roque-SP

19/02 José Antonio de Souza..................................Garça-SP

05/02 André Luis M, dos Santos....... Presidente Epitácio-SP

22/02 João Antonio Guedes da Silva........... Martinópolis-SP

05/02 Dílson Athia............................ Presidente Prudente-SP

22/02 Maria H. Freitas Mattioni........................ Indaiatuba-SP

05/02 Mayara Bigoni................................... Regente Feijó-SP

23/02 Maria Neide Aguiari...............Presidente Venceslau-SP

06/02 Valéria Aparecida Morais Cunha..........Uberlândia-MG

23/02 Wagner Pereira de Oliveira..........................Jacareí-SP

07/02 Carlos Alberto Feboli................................Buritama-SP

24/02 Afonso Henrique Arruda Gesualdi......................Itaí-SP

07/02 Flávio Baldan..............................................Guariba-SP

24/02 Pedro Cláudio Bulcão...................... Rio de Janeiro-RJ

10/02 Rosangela C. A. Panico................ Lençóis Paulista-SP

25/02 Francisca Melo Teles...................................Tijucas-SC

12/02 Antonio Carlos Mineiro............. Cachoeira Paulista-SP

25/02 Sérgio A. Santana Freitas...................... Paranaíba-MS

12/02 Wantuil de Souza França..........................Anápolis-GO

26/02 Devalma Pizzo Crepaldi...................... Barra Bonita-SP

13/02 Joel Ap. Guedes da Silva.................... Martinópolis-SP

26/02 Elizabeth Franceschetti................ Novo Hamburgo-RS

14/02 Davi Sabatini.................................................Marilia-SP

27/02 Cláudio Fernandes da Silva Junior............Duartina-SP

14/02 José Luiz Ferreira..................................Guararapes-SP

27/02 Erna Teresa Beckenkamp........................Vera Cruz-RS

16/02 José Lineu Cravo Roxo..................... Embu Guaçu-SP

jan a dez/2011

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Diretor Funerário | Janeiro2012


LUTO

A Dama que palita os dentes Início de ano e muitas promessas, pedidos e planos são feitos para alcançar a felicidade! O ser humano nunca está totalmente feliz, sempre quer algo mais, que ele acha que ao conseguir alcançará a plenitude da existência. Mas quando consegue, um novo desafio, um outro desejo surge e começa tudo de novo. E assim, a vida vai passando sempre com o olhar voltado para o amanhã. A comemoração de momentos importantes, as pequenas realizações diárias, os relacionamentos e a saúde vão sendo deixados em segundo plano. Lya Luft escreveu um artigo para a revista Veja que intitula “A dama que palita os dentes”, e faz uma ótima reflexão sobre os valores da vida. Compartilho com vocês o texto para se pensar que vida estamos levando e qual grau de importância estamos dando às coisas.

Janeiro2012 | Diretor Funerário

“Quando eu menos esperava, alguém disse ao meu lado: “Por que você não escreve sobre a morte?”. Eu andava pensando em mudar de tema, sair da política, da educação, da ética, e chamar para dentro desta coluna essa velha senhora que palita os dentes enquanto nos espreita e, na sombra, prepara o bote. (...) Pois, como escrevi e disse várias vezes, somos uma sociedade agitada, mas sem muita alegria. Muita gritaria, pouca comunicação. Muita exibição de sensualidade, tantas vezes artificial e forçada, mas pouco amor. Muito palavrório, pouca realização. Muitas receitas sobre como educar os filhos, por exemplo, e a meninada tantas vezes sem compostura ( e nós?, e nós?), cheia de exigências, quando deveria era reclamar por estudo melhor, mais rigoroso, mais exigente, melhores professores, mais bem pagos e mais exigidos também. Mas queremos tudo simples e simplificado, queremos logo um bom emprego, de preferência de chefe, claro, quem quer ter de subir no emprego, quem quer ter de subir na vida? A gente quer estar logo no topo, ganhando bem, e nada de supervisor espiando por cima do ombro para ver se estamos trabalhando no computador ou entrando no face, no twitter, na pornô. A gente não quer saber de nada sério, morte é coisa de velho, porém, como dizia a Clarice, a Lispector, “ um dia, tinha se passado vinte anos.” Um dia terão se passado quarenta anos, cinquenta, e a gente não vai nem saber que viveu, porque viveu, como continua vivendo. “Desperdício” é uma das palavras que mais detesto na nossa língua e na nossa realidade. Desperdício de comida e dinheiro, de esforço, e de vida. Desperdício dos afetos, quando enganamos ou traímos. Quando somos irresponsáveis feito adolescentes eternos, e não acho graça nenhuma nisso. Atitudes de criança e de adolescente são toleráveis ou até graciosas na idade devida. Depois ficam chatas, depois ficam inconvenientes, ficam burras. Quando penso na morte, não é só como a sombra da separação, mas como esse enigma que nos espia no fundo de um espelho onde, se sorrimos, nosso reflexo pode não sorrir - e aí o que a gente faz? Aí a gente se arrepende das besteiras, das bobagens, não daquelas

naturais, normais - porque não somos perfeitos, que os deuses nos livrem das pessoas exemplares - mas da grande bobagem de ter vivido sem perceber, sem curtir. Não a curtição da bebida, da droga, da promiscuidade, mas da coisa profunda e gostosa dos bons afetos, da maravilhosa natureza. Dos trabalhos humanos que nos fizeram chegar das cavernas dos trogloditas até a mais apurada tecnologia que nos permite ver e ouvir pessoas amadas a milhares de quilômetros de distância, conhecer culturas, entender gentes, apreciar a arte, percorrer a natureza a mais remota, sem sair da mesa do computador. O olhar da velha dama à espreita com seus olhos de gato, palitando os dentes como se não tivesse pressa, pode nos levar a mudar um pouco o mundo, sendo interessados, descentes, compassivos, leais. Isto é o que, talvez, a ideia eventual do efêmero de tudo pode nos trazer, sem drama: a consciência do nosso valor, da nossa capacidade, da nossa importância”. Essa reflexão é fantástica e me tocou tanto que tenho vontade de divulgá-la aos sete ventos para que as pessoas possam acordar a tempo de poderem viver o hoje, valorizar o amor, as amizades, a família e agradecer por mais um dia de vida. Minha experiência com famílias enlutadas tem me mostrado muito a importância de dizermos eu te amo, de abraçar, conversar e ter tempo de compartilhar a vida com os pessoas que amamos. O amanhã, ou daqui a pouco, tudo pode mudar. E aí só restarão as lágrimas, a saudade e o vazio. Vamos valorizar mais o SER. E que esse novo ano traga muito amor, realizações, momentos felizes com quem você ama e muita paz!!

Taisa Lúcia Berlingieri - Psicóloga Especialista em Intervenções em Perda e Luto Prever Santa Isabel - Jaboticabal-SP taisa@preverjaboticabal.com.br 15


MARKETING

Relacionamento com o consumidor

ESPECIALISTA EM MARKETING FALA SOBRE O TEMA O Inglês, Steven Jagger, diz que o consumidor faz escolhas emocionais e por isso a comunicação com ele deve ficar atenta a esse apelo - por RICARDO F. SANTOS

O

vice-presidente da empresa MSW Research, consultoria internacional de marketing e posicionamento de marca, Steven Jagger esteve no Brasil a convite da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa (ABEP), para o 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. O especialista usa a biometria para analisar os efeitos do marketing de uma empresa. Usando o

eletroencefalograma (EEG), ele põe eletrodos na cabeça, na ponta dos dedos e no rosto de uma pessoa enquanto ela assiste a um comercial, e mede suas reações bioquímicas para tentar captar a emoção gerada. Jagger afirma que isso é importante porque nós não escolhemos um produto racionalmente. Em entrevista à Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios, Jagger afirmou que o consumidor de hoje tem muito menos tempo. E fica cada vez mais difícil atingi-lo com propaganda. Muitas pessoas mal prestam atenção aos comerciais, e mais da metade delas fica “zapeando” entre canais na hora do intervalo na TV. Há inúmeras opções de marcas diferentes, e é raro haver notáveis diferenças de qualidade e preço entre elas. O que fazer então para sua marca conquistar definitivamente o consumidor? “Use a emoção. Um anúncio não deve ser apenas persuasivo, ele tem que ser único”, responde Steven Jagger, que vai além:

“O consumidor faz escolhas por motivos emocionais, e depois racionaliza-as”, diz ele. Jagger elenca três tipos diferentes de apelos emocionais trabalhados em propagandas: a) afeto direto (por exemplo, mostrando um bebê bonitinho); b) afeto vicário (“como o motorista daquele carrão deve estar se sentindo?”); c) afeto projetado (“eu poderia me sentir daquela maneira se usasse aquele produto”). Veja os principais trechos da entrevista publicada na PEGN. 1 - Para onde está caminhando a pesquisa sobre o consumidor? As informações que se quer sobre ele estão ficando mais pessoais, detalhadas e emocionais? Há um grande número de tendências ocorrendo. A primeira, e mais importante, é que está mais 16

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fácil de encontrar as pessoas, porque estamos fazendo mais pesquisas de observação e de perguntas diretas. E, ao mesmo tempo, está ficando mais complicado, porque os consumidores, no mundo todo, têm cada vez menos tempo disponível. Eles não estão preparados para sentar com você, responder uma pesquisa e ter uma longa discussão. Agora temos de tentar capturar o máximo de informações em 20 minutos. Por isso é que costumamos observar mais as pessoas do que ir perguntando. Há também uma outra tendência: o marketing está ficando muito mais complicado, porque há muito, muito mais produtos do que existiam antes, inclusive da mesma marca. E também há mais competição, inclusive internacional, e todos estão lutando para conseguir um nicho, um motivo para estar junto ao consumidor. Por conta disso, as empresas precisam de um conhecimento muito mais profundo do que jamais precisaram. E isso é uma contradição: você precisa de mais conhecimento, e o consumidor não tem tempo para te dar, por isso temos de partir para a observação. Parte desse trabalho é aquele de que eu falei, que envolve o emocional e o subconsciente; a outra parte é capturarmos o comportamento de compras das pessoas, onde elas vão na internet, gravamos o uso de controles remotos

em TVs interativas. 2 - Por causa da competição, provavelmente os dados sobre o subconsciente e o emocional do consumidor serão mais valiosos? Eu realmente acredito que sim. Se não é possível separar uma marca da outra, se não há diferença na qualidade dos produtos, a única coisa que pode diferenciar um cartão de crédito de outro, ou um banco de outro, é a emoção que você faz as pessoas sentirem. Precisamos saber construir e administrar essa resposta emocional, é isso que vai ser o futuro da pesquisa de marketing. 3 - Você disse que nós “racionalizamos nossas decisões emocionais”. Você acha que o consumidor do futuro vai tomar somente decisões emocionais? Isso já existe há pelo menos 2 mil anos, ou até mais, coisa de 5 mil anos. Desde esse tempo, os seres humanos vêm ouvindo histórias. E histórias são uma maneira de gerar uma resposta emocional. É a mesma cvoisa na vida real. Imagine que um dia você sai do trabalho e decide tomar uma cerveja no caminho; você não racionaliza isso, apenas faz. E aí, quando chega em casa, você pós-racionaliza isso: “Ah, eu tinha que fazer isso porque meu dia foi péssimo”, ou “eu precisava para construir

uma relação com meu colega”... Somos todos muito bons para inventar histórias para explicar nosso comportamento. 4 - Vendo a importância do lado emocional nas escolhas do consumidor, podemos dizer que o que vai mudar não é a maneira como ele consome, mas o jeito que nós vendemos e anunciamos o produto? O jeito de vender, de anunciar e de tentar construir relações. Como há muitos produtos disponíveis para as pessoas, nós não tentamos mais vender apenas um produto; tentamos vender toda uma vida. Construímos uma relação com o consumidor, e devemos administrá -la assim como o relacionamento com um parceiro. Você vai a um encontro, se ele der certo, você vai a um segundo encontro. Eventualmente, você se compromete, você se casa. A partir daí, você não vai deixá-la acabar, não vai querer o divórcio. É importante que as companhias ouçam os consumidores. Porque os consumidores têm muito mais escolhas, e também por causa das mídias sociais eles podem divulgar suas ideias para tantas pessoas, podem comunicar suas insatisfações. As companhias precisam administrar toda e qualquer relação individual, porque ela é preciosa. Fonte: pontomarketing.com

abr, jun, ago, out, nov/11 e jan/12

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INFORME PUBLICITÁRIO

Funerária Vila Nova inaugura Complexo Velatório Empresa transforma tradição cultural na região de Senhor do Bonfim-BA e população deixa de velar parentes em suas residências

A

missão da empresa funerária brasileira vem transcendendo suas origens desde meados da década de 90, quando o setor se reinventou, profissionalizou e passou a escrever sua história com outras cores. Nascida nesse contexto a Funerária Vila Nova, de Senhor do Bonfim, na Bahia, vem desde 1994 transformando a realidade da comunidade onde atua. Um novo conceito de funerária, novos serviços, frota atualizada, funcionários capacitados e instalações confortáveis, funcionais e modernas fizeram da empresa uma referência na região. Em 2011 a Funerária Vila Nova inovou e entregou a sociedade um complexo velatório: o Memorial “Vila Nova”. São 1.500 m2 de construção, três andares instalados numa das áreas mais nobres de Senhor do Bonfim, próximo ao centro comercial e ao Hospital Regional. O complexo velatório dispõe de 5 salas de cerimônia, sendo 1 delas de padrão superior, com acomodações intimas para os familiares. No andar superior, 3 apartamentos estão à disposição dos clientes para instalação das famílias e amigos durante o velório. A cidade, distante 370 Km da capital baiana, é o centro de uma região com mais de 360 mil habitantes. Tradicional e famosa pelo seu artesanato original e pelos pratos culinários 18

típicos, como o mugunzá, tem fortes raízes culturais, que incluem o costume de velar os mortos em suas próprias casas. A atuação da Funerária Vila Nova vem mudando esta realidade. A construção do velório, especialmente pensado e projetado para suprir as necessidades das famílias nesse momento tão difícil, é mais um passo para o rompimento deste costume que remonta às origens provincianas da região. A população bonfinense vem aderindo a idéia de que não é mais necessário passar pelo desconforto de ter um velório ocorrendo em suas residências, percebendo a importância de um empreendimento como esse. “O prestigio da população é notório e pode ser sentido pelas visitas e pela adesão dos associados do Plano Vila Nova”, conta o Diretor Funerário Renato Almeida Sousa, proprietário da empresa. Diretor Funerário | Janeiro2012


Para um futuro próximo penso em construir um cemitério. Esta é uma das maiores necessidades em Senhor do Bonfim”.

RENATO ALMEIDA SOUSA

“Para um futuro próximo penso em construir um cemitério. Esta é uma das maiores necessidades em Senhor do Bonfim”, antecipa o empresário HISTÓRIA RECENTE E MARCADA POR SUCESSOS A Funerária Vila Nova foi fundada em 1994 Renato de Almeida Sousa, que chegou ao setor sem nenhuma experiência. A troca de informações com outros profissionais do setor e a observação de empresas que faziam diferença no setor, levaram o empresário a implantar em 1996 o Plano de Assistência Familiar Vila Nova.

No empreendimento recém inaugurado, o aconchego e a funcionabilidade estão presentes de várias formas: nos tons escolhidos para os ambientes, ou nas rampas que facilitam o acesso; nos móveis confortáveis e nas plantas que ornamentam o projeto. NOVOS PROJETOS Atento ao crescimento da empresa, o Diretor Funerário Renato Almeida Sousa coloca o cliente em primeiro lugar e almeja serviços ainda inéditos na região. Janeiro2012 | Diretor Funerário

O Plano Assistencial Funerário foi uma novidade na região, oferecendo ao beneficiário, além da oportunidade de planejar seu funeral, toda uma rede de apoio à vida, que inclui farmácias, laboratórios, supermercados, clinicas médicas tanto na cidade de Senhor do Bonfim quanto na região. Hoje a Empresa Vila Nova conta com um quadro de 20 (vinte) funcionários distribuídos na sede e também nas cidades de Cansação, Jaguarari, Itiúba, Filadélfia, Pindobaçu e Andorinha. Entre os serviços inovadores implantados pela funerária estão a Tanatopraxia, a Necromaquiagem e o traslado para todo o território nacional. O Plano Assistencial Funerário já soma mais de 100 mil associados e se destaca por oferecer ao seu cliente um serviço de qualidade, amenizando o sofrimento de um dos momentos mais delicados da vida. 19


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Diretor Funerรกrio | Janeiro2012


Janeiro2012 | Diretor Funerรกrio

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ÉTICA

Concorrência Desleal e Difamação Assunto também afeta o setor funerário brasileiro

imagem. “Os vendedores do concorrente mentem ao oferecer o Plano deles para a população. Dizem que estou quebrado e minha empresa vai fechar”, relatou o empresário que não sabia que atitude tomar.

R

ecentemente a Revista recebeu um e-mail de um Diretor Funerário que acabara de ser vítima de uma ação nada elegante, antiética e, como poderemos verificar nesta matéria, até ilegal. Outra empresa funerária em sua cidade, na disputa pela clientela, denegria sua

Investigamos um pouco e descobrimos que o assunto, embora não tão freqüente, é uma pedra no sapato de alguns Diretores Funerários. Não há uma região isolada, onde seja mais freqüente este tipo de atitude, mas a difamação e, em alguns casos, a concorrência desleal, acontecem com mais freqüência em localidades onde os empresários são menos amadurecidos e onde não há regras claras por parte dos órgãos reguladores. É mais freqüente, inclusive, encontrarmos empresas de uma mesma cidade que atuam de maneira lícita e ética, numa concorrência mercadológica saudável, e com a relação pessoal entre os Diretores Funerários chegando

até a ser de amizade. Mas isso é assunto para uma outra matéria ... Para ajudar àqueles que se julgam vítimas da difamação e da concorrência desleal, podemos orientar que é necessário ter uma imagem institucional bem construída perante a comunidade onde atuam. Não é à toa que os grandes Grupos do setor possuem setores inteiros com profissionais de marketing e comunicação. É necessário construir uma boa relação com a imprensa. Se posicionar diante das questões polêmicas envolvendo sua empresa, ser transparente com seus clientes, reconhecer quando há o erro e corrigí-lo imediatamente. É necessário também estar inserido na comunidade de forma menos mercantilista. Participar ou promover ações sociais, ser responsável socioambientalmente.

mai a dez/2011

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Diretor Funerário | Janeiro2012


Se for possível, invista em empreendimentos que melhorem a qualidade de atendimento de seus clientes. Uma boa instalação, profissionais bem treinados, uniformizados, frota conservada, serviços que agreguem valor ao produto principal são itens que não podem ficar para trás na hora de planejar os investimentos da empresa. Quem tem uma boa imagem construída, um velório confortável e funcional ou uma boa instalação dificilmente terá um cliente achando que ele vai fechar as portas em alguns meses. Aqueles clientes, que mesmo assim optarem pelo produto da concorrência podem ser indesejáveis. Em geral não são fiéis, valorizam benefícios temporários e são suscetíveis às vantagens oportunistas. Ou seja, “pulam de galho em galho”. Do mesmo jeito que migraram para o Plano concorrente, podem voltar a qualquer momento. Não são os clientes que devem ser almejados. Quase sempre, não se perde quando eles deixam sua carteira. Mas existem casos mais sérios que devem ser tratados na esfera judicial. CONCORRÊNCIA DESLEAL A definição de Concorrência Desleal para a justiça é a seguinte: Competição, propaganda, procura, ofertas, destinadas a atrair clientes ou fregueses, mediante exercício irregular do direito, constituindo crime. No Brasil a livre iniciativa é prevista na Constituição Pátria no artigo 1º, IV, e a livre concorrência é prevista no artigo 170, IV. A sociedade aprova e estimula a concorrência entre empresas e Concorrer é tentar abrir caminho, alargar o mercado, evitar os monopólios. Quando esta concorrência se torna desenfreada passa a ser ilícita e desleal. Através da liberdade de iniciativa e da livre concorrência, temos, garantida pela Constituição Federal, liberdade para a prática

de atividades econômicas. O Estado regula e fiscaliza a iniciativa privada para garantir uma concorrência justa e sem excessos, proibindo os abusos de poder. A concorrência está presente em várias situações do mercado. Sendo compreensível que o bom comerciante busque lucrar o máximo possível através de técnicas diversas. Entretanto, o comerciante deve ficar atento para que as técnicas de concorrência utilizadas sejam legais e compatíveis com o padrão do mercado em que ele atua. A concorrência é livre, mas ações que façam o consumidor se confundir com as origens dos produtos, é vedada. É proibida também a prática de denegrir o concorrente. É licito uma pessoa dizer que o seu produto é de qualidade superior ao de outra, quando essa afirmação for verdadeira, mas um concorrente não pode denegrir a imagem de outro para se beneficiar. Ele não pode dizer que o seu produto é melhor porque o do concorrente é de péssima qualidade. Os empresários não familiarizados com o direito não sabem ao certo quando existe concorrência e quando esta é desleal. Algumas pessoas acham que só porque um concorrente levou sua clientela ele está concorrendo deslealmente. É comum também encontrarmos empresários que acham que porque uma segunda empresa está abrindo negócio idêntico ao seu está sendo desleal. Não é ilegal uma empresa angariar clientes de outro. Eles estão no mercado para brigar pela clientela e essa briga é salutar para a sociedade. Existem regras para se verificar a existência de concorrência e para a configuração de concorrência desleal. Para que exista concorrência três requisitos básicos devem estar presentes: 1 - A concorrência deve ser atual, ou seja, os concorrentes devem estar no mercado ao mesmo tempo;

2 - Para existir concorrência as atividades devem ser praticadas por concorrentes que atuem nos mesmos ramos de atividades ou em ramos afins. 3 - A concorrência deve ocorrer no mesmo espaço geográfico; Mesmo que se verifique a existência d e c o n c o r r ê n c i a , p re c i s a - s e comprovar a existência de concorrência desleal. Os atos de concorrência desleal não são atos desleais, ou desonestos no sentido que a sociedade conhece. Alguns atos de concorrência, apesar de nem sempre serem “moralmente” aceitos, podem ser legais, de acordo com as regras do mercado em que se atua. O parâmetro para se verificar a existência de concorrência desleal é fático. Um ato de concorrência desleal é lesivo à livre concorrência. Existe concorrência desleal entre concorrentes quando estes, por exemplo, praticam os atos previstos no artigo 195 da LPI(10) ou qualquer ato não tipificado neste artigo que cause confusão, denigra a imagem do concorrente, ou provoque falsas alegações que induzam o consumidor a erro ou prejudique de alguma forma o concorrente. As penas previstas para crimes que se enquadrem nesta categoria são de detenção e vão de três meses a um ano ou multa. São considerados crimes de ação penal privada, e somente se procede mediante queixa (art. 199 da LPI). O artigo 207 da LPI também permite que os concorrentes lesados, independente da ação criminal, intentem as ações cíveis cabíveis para reaver suas perdas e danos, na forma dos artigos 186 e 927 do Código Civil vigente. Essa possibilidade da ação civil, independente da ação criminal, está prevista no artigo 935 do Código civil vigente. Dito tudo isso, quando se pretende comprar uma briga deste tamanho é preciso provar o que está se alegando, portanto, não adianta um vendedor do concorrente ter dito. Ou, ou pior ainda, “um cliente me disse que foi procurado e ....”. Na justiça é preciso ter provas concretas. Fonte: Universo Jurídico - novembro/11

Janeiro2012 | Diretor Funerário

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ESPECIAL Saúde&Segurança

AGENTE FUNERÁRIO pode se contaminar com as doenças dos mortos que preparam?

A dúvida é freqüente e a principal recomendação é usar corretamente os EPIs e manter calendário de vacinação em dia 24

Diretor Funerário | Janeiro2012


expor o profissional à risco, não fossem os cuidados obrigatórios que ele e o empregador devem tomar.

Em primeiro lugar é necessário dizer que a maioria das doenças infectocontagiosas é causada por vírus ou bactérias que não sobrevivem após a morte de seu hospedeiro. Ou seja, com a falta de circulação sanguínea e a queda na temperatura corporal eles morrem também.

A bactéria é transmitida de uma pessoa para outra pela secreção respiratória (gotículas de saliva, espirro, tosse). Geralmente, após a transmissão, a bactéria permanece na orofaringe do indivíduo receptor por curto período e acaba sendo eliminada pelos próprios mecanismos de defesa do organismo. Em menos de 1% dos indivíduos infectados, contudo, a bactéria consegue penetrar na mucosa respiratória e atinge a corrente sanguínea levando ao aparecimento da doença meningocócica. A invasão geralmente ocorre nos primeiros cinco dias após o contágio.

Um dos principais mitos é a equiparação do agente funerário com profissionais de saúde. Em geral os cuidados solicitados (calendário de vacinação e uso de Equipamento de Proteção Individual) são os mesmos, porém é necessário lembrar que os profissionais de saúde lidam com o paciente vivo. O agente funerário, não.

Os especialistas também afirmam que a bactéria não sobrevive à morte do hospedeiro. Há vacinas contra as meningites causadas por meningocos dos grupos A e C. Ela não protege contra outras meningites causadas por meningococos B, por Haemophilus influenzae, por Streptococus pneumoniae, entre outros.

As doenças que mais causam apreensão são: AIDS, meningite, hepatite, gripe suína (e suas variações), raiva e tétano.

HEPATITES Hepatite A é uma doença infecciosa aguda causada pelo vírus VHA que é transmitido por via oral-fecal, de uma pessoa infectada para outra saudável, ou através de alimentos (especialmente os frutos do mar, recheios cremosos de doces e alguns vegetais) ou da água contaminada.

Aliado às medidas preventivas, é interessante também conhecer um pouco sobre as doenças, as formas de contágio e os mitos que as cercam.

U

ma das maiores dúvidas dos a g e n t e s funerários é em relação à contaminação por doenças infectocontagiosas. Mais do que justificada, a preocupação decorre do contato direto com o corpo, horas após a morte. Mesmo conhecedor da causa da morte, o que o agente funerário, muitas vezes desconhece é a forma de contágio da doença que o vitimou.

AIDS = síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) é uma manifestação da infecção causada pelo vírus HIV. A infecção pelo HIV leva a uma imunossupressão progressiva, que acaba por resultar em infecções oportunistas, neoplasias e/ou outras manifestações. Uma infecção comum, que numa pessoa sem AIDS possa ser curada facilmente, pode se tornar fatal para uma pessoa contaminada com o HIV. Estima-se que o Brasil tenha mais de 600 mil portadores de HIV. Trata-se de uma doença transmitida pelo sangue e as formas de contágio são relações sexuais no qual um dos parceiros esteja contaminado; transfusões de sangue, quando o sangue estiver contaminado; Uso comum de agulhas e seringas (duas ou mais pessoas usarem uma só); na gravidez, de mãe para filho e através do uso de objetos perfurocortantes (agulhas, estiletes, etc) contaminados. O HIV não sobrevive após a morte do hospedeiro.

Outra situação comum é que nem sempre a causa da morte está relacionada com uma doença contagiosa, muitas vezes ninguém nem sabe que o corpo era portador de alguma patologia assim.

MENINGITE A doença meningocócica é uma infecção bacteriana aguda, rapidamente fatal. A bactéria pode causar inflamação nas membranas que revestem o sistema nervoso central (meningite) e infecção generalizada (meningococcemia). Existem 13 sorogrupos identificados, porém os que mais freqüentemente causam doença são o A, o B, o C, o Y e o W135.

Essas situações poderiam

Dados registram a ocorrência de pelo menos

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500 mil casos de doença meningocócica por ano no mundo, com cerca de 50 mil óbitos.

Esse vírus pode sobreviver por até quatro horas na pele das mãos e dos dedos. Ele é também extremamente resistente à degradação provocada por mudanças ambientais, o que facilita sua disseminação, e chega a resistir durante anos a temperaturas de até 20ºC negativos. A hepatite A é uma doença de curso benigno, mas potencialmente grave. A vacina contra a hepatite A pode ser utilizada por todos os adultos suscetíveis, sem história prévia de vacinação. Hepatite B e C São doenças causadas por vírus que contaminam o fígado, provocando uma inflamação crônica ou aguda. O período de incubação varia entre 50 e 180 dias para a Hepatite B e, em média, de70 a 90 dias para a Hepatite C. Em muitos casos o portador do vírus pode não desenvolver a doença. Estima-se que existem no mundo 350 milhões de pessoas com infecção crônica pelo HBV e que ocorra de 500 a 1 milhão de óbitos anuais relacionados a doença. que pode ocasionar complicações como : Hepatite crônica ativa, cirrose e hepatocarcinoma. 25


ESPECIAL Saúde&Segurança A hepatite B tem maior mortalidade e é bem mais contagiosa do que a AIDS.

O esquema de vacinação é composto por 3 doses (1ª dose: na data escolhida; 2ª dose: um mês após a primeira dose; e 3ª dose: seis meses após a primeira dose).

Existe vacina contra a doença e ela é indicada para profissionais de saúde, pacientes e equipe de profissionais de instituições para pessoas com deficiência mental; pacientes em hemodiálise e pacientes com alteração da coagulação que necessitam transfusões de derivados do sangue; familiares e parceiros sexuais de pacientes infectados pelo vírus da hepatite B; viajantes para áreas endêmicas de hepatite B; usuários de drogas injetáveis; homossexuais e bissexuais masculinos e pessoas com múltiplos parceiros sexuais.

Para os profissionais do Serviço Funerário, que atuam diretamente com os corpos também é recomendada a vacinação. A hepatite C é transmitida quando o sangue contaminado pelo vírus VHC penetra na corrente sangüínea através de transfusões, acupuntura, agulhas ou seringas compartilhadas, tatuagens, piercings, instrumentos de manicure, ferimentos, entre outros. Segundo as estimativas da Organização Mundial de Saúde, existem 170 milhões de pessoas contaminadas no mundo. No Brasil, esse número é de aproximadamente 3,2 milhões. As principais vias de transmissão do VHC: 1) transfusão de sangue e derivados do sangue; 2) transplante de órgãos ou tecidos; 3) a t r a v é s d e a g u l h a s , s e r i n g a s o u ferimentos; 4) da mãe para o bebê (pouco freqüente); 5) contato sexual sem preservativo (pouco freqüente); Também pode ocorrer contaminação através do compartilhamento de materiais como

escovas de dente, barbeadores lâminas e utensílios de manicure contaminados. Tatuagens e piercings feitos com agulhas contaminadas também transmitem o vírus. Não existe vacina contra a hepatite C. Esta doença merece atenção especial por parte dos agentes funerários. GRIPE SUÍNA A gripe suína é uma infecção respiratória aguda causada pelo vírus influenza A (H1N1) que não havia circulado antes entre seres humanos. O VIRUS já se espalhou por todas as regiões do mundo, atingindo seu ápice em 2009, tendo causado várias mortes. A doença tem tratamento e é transmitida de pessoa para pessoa como a gripe comum, podendo ser contraída pela exposição à gotículas infectadas expelidas por tosse ou espirros, e também por contato com mãos e superfícies contaminadas. Existe vacina para a doença e seu contágio cessa com o tratamento ou a morte do infectado.

fev/11 a jan/12

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Não há risco de contágio durante o velório de uma pessoa que faleceu de gripe suína, conforme foi cogitado no auge das mortes no Brasil. RAIVA É uma doença transmitida de animais para o homem, causada por um vírus. É uma das doenças mais graves de que se tem conhecimento. Sua mortalidade é de quase 100%. Nenhuma outra doença infecciosa tem taxa de mortalidade tão elevada. Apesar da vacina, ainda morrem anualmente aproximadamente 70.000 pessoas em todo mundo. O vírus da raiva é transmitido por mordidas e arranhaduras de mamíferos contaminados. Na maioria dos casos a transmissão ocorre através de cães e gatos. Porém, vários outros mamíferos podem transmitir a doença.

Em caso de mordida por mamífero, deve-se lavar bem a ferida com água e sabão e se encaminhar para uma unidade de saúde. Na literatura, só há referências de transmissão inter-humana da Raiva através do transplante de córnea. TÉTANO É uma doença grave causada pela toxina produzida por uma bactéria - o Clos-tridium tetani - encontrada no ambiente (solo, esterco, superfície de objetos) sob uma forma extremamente resistente, o esporo. Quando contamina ferimentos torna-se capaz de produzir a toxina, que atua em terminais nervosos, induzindo fortes contrações musculares. Na maioria dos casos, ocorre progressão para contraturas musculares generalizadas, que podem colocar em risco a vida do

indivíduo quando comprometem a musculatura respiratória. Independentemente do esquema vacinal estar completo ou não, a limpeza do ferimento com água e sabão, e a retirada corpos estranhos (terra, fragmentos de madeira) é essencial, até para evitar infecção secundária com outras bactérias. Se o indivíduo não estiver com o esquema completo, dependendo do tipo de ferimento, pode ser necessário que, além da vacina, receba também imunização passiva (imunoglobulina antitetânica ou, apenas na sua falta, soro antitetânico). Para as pessoas não vacinadas, é importante completar a vacinação antitetânica no posto de saúde mais próximo da sua residência. O tétano é uma doença infecciosa, não transmissível de um indivíduo para outro.

Para se proteger Conhecidas as doenças, suas formas de transmissão e prevenção, a situação fica mais clara. Mas, para prevenir mesmo os possíveis casos de contaminação é necessário seguir a risca as normas de segurança do trabalho. Na Norma Reguladora 4, que rege a Segurança no Trabalho, o Serviço Funerário está enquadrado no classificação nacional de atividades econômicas, como profissão de risco grau 2. A escala vai até 4. Empresas funerárias com menos de 500 funcionários na função de atendimento funerário estão desobrigadas a manter Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho – SESMT. Nestes casos cabe aos membros da CIPA (quando a empresa tem mais de 100 colaboradores) orientar o uso do Equipamento de Proteção Individual, este sim obrigatório pela Consolidação das Leis Trabalhistas - CLT - e também indispensáveis para evitar um possível contágio por doenças. Para os agentes funerários ou funcionários que atuam diretamente com o corpo recomenda-se o uso de, no mínimo, luvas para procedimento de alto risco, avental de TNT - gramatura superior a 40 e botas de borracha. Para os tanatopraxistas é indispensável o avental de Napa, bota de borracha, óculos de proteção e luva de alto risco, mais os seguintes materiais descartáveis: avental e touca de TNT (gramatura superior a 40), luvas de procedimento e mascara tripla. Também recomenda-se que o profissional Janeiro2012 | Diretor Funerário

tenha uma roupa para atuar durante o dia e outra para sair do ambiente de trabalho. Ou, no caso, de usar a mesma roupa, deixá-la, incluindo o calçado, para lavar em ambiente externo, antes de entrar em casa. Outra obrigação de empregados e empregadores é seguir o calendário de vacinação recomendado para a atividade (determinado pelo médico do trabalho). O QUE DIZ A CLT SOBRE SEGURANÇA NO TRABALHO EM linhas gerais a CLT afirma o disposto nos artigos abaixo citados para todas as atividades econômicas, válidas, portanto, também para o Serviço. Art 168 - Será obrigatório o exame médico do empregado, por conta do empregador. § 1º - Por ocasião da admissão, o exame médico obrigatório compreenderá investigação clínica e, nas localidades em que houver, abreugrafia. § 2º - Em decorrência da investigação clínica ou da abreugrafia, outros exames complementares poderão ser exigidos, a critério médico, para apuração da capacidade ou aptidão física e mental do empregado para a função que deva exercer. § 3º - O exame médico será renovado, de seis em seis meses, nas atividades e operações insalubres e, anualmente,

nos demais casos. A abreugrafia será repetida a cada dois anos. § 4º - O mesmo exame médico de que trata o § 1º será obrigatório por ocasião da cessação do contrato de trabalho, nas atividades, a serem discriminadas pelo Ministério do Trabalho, desde que o último exame tenha sido realizado há mais de 90 (noventa) dias. § 5º - Todo estabelecimento deve estar equipado com material necessário à prestação de primeiros socorros médicos. Art 169 - Será obrigatória a notificação das doenças profissionais e das produzidas em virtude de condições especiais de trabalho, comprovadas ou objeto de suspeita, de conformidade com as instruções expedidas pelo Ministério do Trabalho. DO EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL Art 166 - A empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, equipamento de proteção individual adequado ao risco e em perfeito estado de conservação e funcionamento, sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes e danos à saúde dos empregados. Art 167 - O equipamento de proteção só poderá ser posto à venda ou utilizado com a indicação do Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho.

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Curiosidades

Preconceito com funerárias ainda é grande

A

Matéria no Rio de Janeiro mostra que carro funerário ainda causa espanto

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pesar de todos os avanços do setor e dos investimentos para dinamizar a imagem da empresa funerária no país, o preconceito sobre a atividade ainda existe. O Jornal O Globo, publicou uma curiosa matéria em 11 de novembro de 2011, no qual relata a experiência do jornalista ao dirigir um veículo funerário. O veículo em questão, uma Montana (Chevrolet), adaptada para funerária pela montadora Da Vinci, exibe um lay out moderno e arrojado e pertence à SINAF. A empresa carioca revolucionou a comunicação no setor e imprimiu nas publicidades do Plano Assistencial Funerário leveza e bom humor nunca antes experimentados. As peças que ganharam o mundo foram premiadas na França e

até hoje são referência. Todo esse esforço mudou o conceito que a população do Rio de Janeiro tinha de empresa funerária, mas não foi suficiente para acabar de vez com o tabu sobre o assunto “morte”, como mostra a bem humorada matéria de O Globo. No artigo o jornalista expõe o que passou ao volante dirigindo o carro funerário, identificado com dignidade, como qualquer outro serviço. No farol, os panfletistas, fechavam o sorriso e passavam pelo carro como se ele fosse invisível. Nada de flanelinhas (lavadores de para brisa) ou vendedores ambulantes. Era como se houvesse um campo de força em torno do veículo

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funerário. “As pessoas evitavam atravessar nas proximidades do carro”, relata o repórter que se divertiu ao entrar num estacionamento privativo, onde os funcionários não se habilitaram para a tarefa de manobrá-lo e até se esquivaram da função. Um manobrista estacionou o carro, mas disse que só percebeu que era da funerária quando estava dentro dele. O jornalista experimentou também o serviço de lava rápido. No primeiro o veículo funerário foi recusado com a desculpa que já havia outros carros na fila, embora não se visse viva alma dentro dele. No segundo lava rápido os funcionários até se benzeram quando o proprietário afirmou que faria o serviço. Um deles perguntou se era para lavar o compartimento onde se transportam as urnas e ficou aliviado ao saber que não havia corpo ali dentro. Depois explicou “Até atravesso a rua quando tem cemitério”. Para matar o tempo enquanto aguardava o carro ser limpo, o jornalista encostou em um bar próximo. Foi recebido com brincadeiras, mas a conversa enveredou para “doenças” rapidamente. Até o jornalista afirmou que, apesar de agradável, não espera repetir a experiência tão cedo. “Afinal, um dia todos experimentam um veículo funerário, com choro e com

vela”, finalizou bem humorado. Ao consultar alguns motoristas de empresas funerárias o assunto muda um pouco de figura. “A cidade é pequena, então todo mundo sabe que dirijo o carro da funerária. Nunca sofri preconceito não”. O colega, de uma cidade de 120 mil habitantes conta que os motoristas das empresas da cidade queriam dirigir o carro funerário que ele dirige: um Volvo. “Eles dirigem veículos populares. O que eu dirijo é muito mais bonito e confortável”, instigou. PRODUTO DIFERENCIADO A reportagem no Rio de Janeiro foi realizada num dos carros mais modernos, funcionais e atraentes da atual geração. A matéria original cita os detalhes do veículo com destaque, mostrando ser um produto de alta qualidade e primeira linha. Fornecido pela Da Vinci, Montadora, de São José dos Pinhais Paraná, o modelo é uma limousine MARSHALL PRIME, sobre a plataforma da GM MONTANA 1.4 flex. A SINAF adquiriu 5 veículos como este, na cor preta metálica perolizada. “Entramos no Rio de Janeiro pela porta da frente, O grupo SINAF tem uma estrutura muito complexa dispondo para seus associados um atendimento qualificado. Achei a interessante a abordagem da matéria do Jornal O Globo. Creio que é uma maneira de mostrar que o Brasil também cria produtos diferenciados e de qualidade”, declara José Geraldo Bonato, proprietário e responsável pelos designs dos carros da Da Vinci. CORTEJO FÚNEBRE Se um veículo funerário já causa certo constrangimento, imaginem o cortejo fúnebre? Pois bem, aí vai mais uma informação curiosa. Você sabia que ultrapassar veículos durante o cortejo fúnebre é uma infração de trânsito? Isso mesmo é uma infração considerada leve e gera três pontos na CNH, além de uma multa no valor de R$ 53,20. Devido a natureza da gravidade, essas multas podem ser revertidas. O condutor que for punido por uma infração leve pode recorrer e ter a punição transformada em advertência. Entretanto, a pontuação é mantida na habilitação.

NA WEB A matéria pode ser vista no link: http://oglobo.globo.com/economia/ ganhar-vida-ao-volante-de-um-carro-funebre-de-matar-sentimosisso-na-pele-3215177#ixzz1ekDULW9d Janeiro2012 | Diretor Funerário

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LEGISLAÇÃO

Microsseguros

Publicado do Diário Oficial resolução que regulamenta a atividade

O

C o n s e l h o Nacional de Seguros Privados (CNSP) aprovou, no final de novembro, a nova regulamentação para o microsseguro no Brasil. Entre as principais medidas anunciadas no

site da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) estão a possibilidade de venda remota (via celular, internet e POS - Point of Sales), de emissão de bilhetes simplificados em vez de apólices para a confirmação da aquisição do microsseguro e a permissão para que todas as corretoras e seguradoras operem no segmento. De acordo com dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o mercado poderá atingir até 100 milhões de pessoas em 2016. Com isso, o setor de seguros, que atualmente responde por 3,5% do PIB, poderá dobrar de tamanho. Outra vantagem da regulamentação é a possibilidade de lançamento de novos produtos. Hoje, os seguros para baixa renda se concentram nas áreas de Vida, Acidentes Pessoais e Auxílio Funeral, mas, com as novas regras, será possível viabilizar outros ramos. Acompanhe a íntegra da Resolução:

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP Nº 244, 06/12 de 2011. Dispõe sobre as operações de microsseguro, os corretores e os correspondentes de microsseguro e dá outras providências. A SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS -SUSEP, no uso da atribuição que lhe confere o art. 34, inciso XI, do Decreto no 60.459, de 13 de março de l967, torna público que o CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS – CNSP, em Sessão realizada em 29 de novembro de 2011, considerando o que consta do Processo CNSP No 6/2011, na origem, e Processo SUSEP no 15414.005235/2011-64, e com base nos incisos II, VI, XI, XII do artigo 32 do Decreto-Lei no 73, de 21 de novembro de 1966, no §1o do art. 3o do Decreto-Lei no 261, de 28 de fevereiro de 1967, nos arts. 73 e 74 da Lei Complementar no 109, de 29 de maio de 2001 e Lei no 4.594 de 29 de dezembro de 1964, R E S O L V E U: Art. 1º Esta Resolução dispõe sobre as operações de microsseguro, os corretores e os correspondentes de microsseguro e dá outras providências.

out/2011 a mar/2012

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Art. 2º Todas as operações de microsseguro e a intermediação dessas operações ficam subordinadas às disposições da presente Resolução. §1º Para fins desta Resolução, define-se como microsseguro a proteção securitária destinada à população de baixa renda ou aos microempreendedores individuais na forma estabelecida pela Lei Complementar nº 123/2006, com alterações produzidas pela Lei Complementar nº 128/2008, fornecida por sociedades seguradoras e entidades abertas de previdência complementar autorizadas a operar no país, mediante pagamentos proporcionais aos riscos envolvidos. § 2 º A S u p e r i n t e n d ê n c i a d e S e g u ro s Privados - SUSEP definirá os ramos que poderão ser comercializados em planos de microsseguro, bem como os critérios mínimos a serem observados pelos planos de negócios específicos, com definição objetiva do públicoalvo a que se destinam. Art. 3º Consideram-se planos de microsseguro aqueles que contenham a definição objetiva do público-alvo do segmento de baixa renda ou do grupo de microeempreendedores individuais a que estão destinados e que observem o plano de negócios da sociedade ou entidade e, entre outros, os seguintes parâmetros:

I - tipos de produtos e coberturas oferecidos, isoladamente ou em conjunto;

público-alvo a que se destinam.

II - limite máximo de garantia e/ou de capital segurado;

Art. 4º Consideram-se também como planos de microsseguro os de previdência complementar aberta que atendam ao d i s p o s t o n a p re s e n t e Resolução e cujos benefícios sejam iguais ou inferiores ao capital segurado máximo estabelecido pela SUSEP para planos de microsseguro de pessoas.

III - prazo máximo para pagamento da indenização ou do capital segurado; IV - prazo de vigência; V - formas de comercialização, inclusive com a utilização de meios remotos; VI - formas de contratação por apólices, bilhetes ou certificados individuais, simplificados. §1º A SUSEP fixará as condições para as contratações por apólices, bilhetes ou certificados individuais, simplificados, bem como para a comercialização por meios remotos, estabelecendo as informações obrigatórias a cada modalidade específica. §2º Os planos de microsseguro, na forma determinada pela SUSEP, poderão contemplar a prestação de serviços de assistência e a cessão de direitos de títulos de capitalização. §3º A SUSEP estabelecerá os critérios que poderão ser utilizados nos planos de microsseguro para a definição objetiva do

Art. 5º A SUSEP estabelecerá as condições específicas para funcionamento das sociedades e entidades que operem em microsseguro. Parágrafo único: O capital base para as sociedades que operem exclusivamente em microsseguro será de 20% (vinte por cento) do valor definido na legislação vigente. Art. 6º A SUSEP poderá e s t a b e l e c e r re g r as de

avulso

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LEGISLAÇÃO capital e de provisões técnicas diferenciadas para operações de microsseguros, observado o disposto nas resoluções do CNSP que normatizam a matéria. Art. 7º A SUSEP disciplinará a habilitação e o registro das pessoas naturais que realizem intermediação exclusivamente em microsseguro, os quais serão denominados corretores de microsseguro. Parágrafo único. O corretor de seguro habilitado a intermediar seguro, previdência complementar aberta e/ou capitalização fica automaticamente autorizado a angariar e promover contratos de microsseguro. Art. 8º As sociedades e entidades que comercializem microsseguro nos termos desta Resolução poderão contratar e/ou firmar convênio com qualquer

pessoa jurídica, na condição de correspondente de microsseguro, que poderá recolher e repassar prêmios e promover quaisquer atos necessários à operacionalização de microsseguro.

disciplinada pela SUSEP.

§1º O pagamento do prêmio ao correspondente de microsseguro considera-se feito à sociedade seguradora.

Art. 11 Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 10 Fica a SUSEP autorizada a adotar as medidas necessárias à execução do disposto nesta Resolução.

Rio de Janeiro, 6 de dezembro de 2011. §2º A remuneração ajustada entre a sociedade seguradora e o correspondente de microsseguro deverá estar expressa no contrato entre as partes.

LUCIANO PORTAL SANTANNA Superintendente da Superintendência de Seguros Privados

§3º Não se aplica ao correspondente de microsseguro de que trata esta Resolução a legislação especial aplicável aos representantes comerciais. §4º A SUSEP disciplinará a atividade do correspondente de microsseguro. §5º O correspondente de microsseguro não pode ter como atividade principal a comercialização de seguros. Art. 9º As sociedades e entidades poderão ofertar planos de microsseguro por intermédio de correspondentes de instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, na forma

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ago/2011 a jan/2012

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LEGISLAÇÃO

IPVA 2012 cai 3,75% em SP

A

tabela do Imposto sobre a P ro p r i e d a d e d e Ve í c u l o s Automotores (IPVA) de 2012 registra queda de 3,75% nos valores venais dos veículos no estado de São Paulo. A queda para carros foi de 3,34%; para motos de 5,56%. A diferença é a menor em 3 anos.

Queda no valor final é causada pela depreciação no valor venal dos veículos

As alíquotas no imposto permanecem inalteradas em relação a 2011. Proprietários de veículos a gasolina e os biocombustíveis (flex) recolherão 4% sobre o valor venal. No caso de veículos que utilizarem exclusivamente álcool, eletricidade ou gás, ainda que combinados entre si, a alíquota é de 3%. As picapes cabine dupla pagam 4%. Os utilitários (cabine simples),ônibus e microonibus e motocicletas recolhem 2% sobre o valor venal. Os caminhões pagam 1,5%. Os proprietários de veículos usados que efetuarem o pagamento em cota única no mês de janeiro de 2012 terão desconto de 3%. O IPVA também pode ser parcelado, sem desconto, observando as datas de vencimento em janeiro, fevereiro e março. Os vencimentos em janeiro vão do dia 11 a 24. A Secretaria da Fazenda de São Paulo enviou na segunda quinzena de dezembro cerca de 15 milhões de avisos de vencimento aos proprietários de veículos registrados no Departamento Estadual de Trânsito. O aviso é apenas um lembrete - não é boleto e nem guia de

pagamento. O pagamento do IPVA pode ser feito na rede bancária autorizada, nas casas lotéricas e nos correspondentes bancários. Também pode ser recolhido pela internet, telefone, débito agendado, auto-atendimento e no guichê de caixa. Quem deixar de recolher o imposto fica sujeito a multa de 0,33% por dia de atraso e a juros de mora com base na taxa Selic. Passados 60 dias, o percentual da multa é fixado em 20% do valor do imposto. Além disso, fica impedido de licenciar o veículo. Os consumidores, pessoa física, que utilizaram créditos da Nota Fisca l Paulista para abatimento do IPVA 2012 devem conferir a redução no aviso de vencimento que foi enviado pela Secretaria da Fazenda. EM MINAS REDUÇÃO FOI DE 5,4% O IPVA 2012 ficará, em média, 5,4% mais barato em Minas Gerais. Em compensação o licenciamento subiu 6,77% e vale agora R$ 66,38. O IPVA já pode ser pago desde dezembro no Estado, com desconto de 3%. A escala de vencimentos vai de 16 a 27 de janeiro. Em Minas, a estimativa é de que 32% dos contribuintes optem por pagar em cota única. ECONOMISTAS RECOMENDAM PAGAMENTO À VISTA O pagamento do IPVA pode ser feito em três parcelas ou em cota única, com desconto. Mas, os economistas recomendam que os contribuintes optem pela cota única. Ao contrário do que acontece com o IPTU, pagar o IPVA em várias parcelas não é vantajoso. Além de perder o desconto oferecido a quem paga o imposto em uma única parcela, existe uma tarifa de emissão de boleto. Economistas do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/ FGV) ressaltam que, apesar de o IPVA aparecer no início de cada ano, os proprietários de veículos devem considerar tal despesa como mensal. Para tanto, basta dividir o total a pagar por 12 e realizar uma aplicação

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financeira mensal desta importância. No final do ano, o consumidor terá o dinheiro integral para pagar o imposto, acrescido de juros.

automóveis e qualquer outro veículo automotor não incluído nas alíquotas anteriores. O calendário de pagamento do imposto no Estado começa em fevereiro.

Os pagamentos à vista recebem descontos e isso poderá favorecer a capitalização do valor para o próximo a n o . E m re s u m o , o consumidor ganhará

No Espírito Santo o IPVA é pago a partir de abril, também em quota única ou parcelado

duas vezes: os juros da e o desconto à vista.

O Estado do Rio Grande do Sul aplica a alíquota de 3% para veículos a u t o m o t o re s (carros). O calendário de

aplicação pelo pagamento

Será que eles conseguem?? EM OUTROS ESTADOS Em Santa Catarina alíquota para veículos automotores é 2% e para motos e caminhões 1%. Calendário de vencimentos começa dia 10 de janeiro. No Maranhão, as alíquotas do imposto são de 1% para ônibus, micro-ônibus, caminhões e cavalo mecânico; 1,5% para aeronaves; 2% para motocicletas e similares e 2,5% para

pagamento e descontos segue a tabela abaixo: Parcela única com desconto de: • 5% de 15/12/2011 até 02/01/2012; • 3% de 03/01 até 31/01/2012; • 2% de 01/02 até 29/02/2012; • 1% de 01/03 até 30/03/2012, Em três parcelas e ainda com desconto:

• 1ª parcela, com desconto de 3% de 03/01/2012 até 31/01/2012; • 2ª parcela, com desconto de 2% de 01/02/2012 até 29/02/2012; • 3ª parcela, com desconto de 1% de 01/03/2012 até 30/03/2012. No Estado do Paraná o pagamento com desconto de 5% é feito no mês de fevereiro. O pagamento parcelado em 5 vezes começa em março. Na Bahia o calendário de pagamento parcelado em 3 vezes do IPVA segue o final das placas dos veículos. Sendo vencimento da primeira parcela das placas com final 0 em março e com final 9 em julho. O desconto para pagamento a vista é de 5% e obedece a numeração das placas. APRENDA A FAZER O CÁLCULO DO IPVA Valor venal do veículo: R$ 20.050,00; Alíquota: 0,4%; Cálculo: 20.050 x 0,04 = R$ 802,00; Este é o valor que será cobrado no IPVA.

dez/2011 a nov/2012

Janeiro2012 | Diretor Funerário

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HUMOR&TAL

Comunicação na empresa O PROBLEMA DA COMUNICAÇÃO EM CASCATA De: PRESIDENTE Para: Diretor Na próxima segunda feira, aproximadamente às 20:00 horas, o cometa Halley passará por aqui. Trata-se de um fenômeno que ocorre a cada 76 anos. Assim, peço que os funcionários estejam reunidos no pátio da fábrica, todos usando capacete de segurança, para que eu possa explicar o fenômeno a eles. Se estiver chovendo, não poderemos ver o espetáculo a olho nu, e todos deverão se dirigir ao refeitório onde será exibido um filme documentário sobre o cometa Halley.

fenômeno aparecerá, o que acontece a cada 76 anos a olho nu. *** De: GERENTES Para: Chefes de Produção A convite do nosso querido diretor, o cientista Halley de 76 anos vai aparecer nu no refeitório da fábrica, usando capacete, pois vai ser apresentado um filme sobre segurança na chuva. O diretor levará a demonstração para o pátio da fabrica. ***

*** De: DIRETOR Para: Gerentes Por ordem do presidente, na sexta-feira às 20:00 h, o cometa Halley vai aparecer sobre a fábrica. Se chover os funcionários deverão ser reunidos, todos com capacete de segurança e encaminhados ao refeitório, onde o raro

De: CHEFES DE PRODUÇÃO Para: Supervisor de Turnos Na sexta-feira, o diretor, pela 1ª vez em 76 anos, vai aparecer nu no refeitório da fábrica, para filmar o Halley, o cientista famoso e sua equipe. Todo mundo deverá estar de capacete, pois vai ser apresentado um show sobre segurança na chuva. O diretor levará sua

banda para o pátio da fábrica. *** De: SUPERVISOR DE TURNOS Para: Funcionários Todo mundo nú, sem exceções, deve estar no pátio da fábrica, na próxima sexta-feira, às 20:00 hs, pois o manda-chuva (Presidende) e o Sr. Halley, guitarrista famoso, estarão lá para mostrar o raro filme “Dançando na chuva”. Todo mundo no refeitório de capacete, o show será lá, o que ocorre a cada 76 anos. *** Aviso a todos os FUNCIONÁRIOS Na sexta-feira, o chefe da diretoria vai fazer 76 anos e liberou geral para a festa, às 20:00h no refeitório. Vão estar lá, pagos pelo manda-chuva, “BILL HALLEY E SEUS COMETAS”. Todo mundo nu e de capacete, pois a banda é muito louca e o rock vai rolar solto, mesmo com chuva. Colaboração: Maria Lucia Souza - Botucatu-SP

Genealogia Uma garotinha pergunta a seu pai: - Como é que se criou a raça humana? E o pai respondeu: - Deus criou Adão e Eva, eles tiveram filhos, e os filhos tiveram filhos, e assim se formou a raça humana. Dois dias depois, a garotinha faz a mãe a

mesma pergunta. E a mãe responde: - Há muitos anos, existiam macacos que foram evoluindo até chegarem aos seres humanos que você vê hoje. A garotinha, toda confusa, foi até o pai e disse-lhe: - Pai, como é possível que o senhor me diga que a raça humana foi criada por Deus e a mamãe diga que evoluiu

Mineirim comprando passagem O mineirin vai a estação ferroviária comprar bilhete. - Quero passage pra Esbui. - Não entendi! pode repetir? - Quero uma passage para Esbui! - Sinto muito, não temos passagem para Esbui. Aborrecido, o caipira se afasta do guichê, 38

se aproxima do amigo que o estava aguardando e lamenta: - Óia, Esbui, o homem falou que prá ocê não tem passage não!

do macaco? E o pai respondeu: - Olha, minha querida, é muito simples: eu te falei da minha família e a mamãe falou da dela.

Colaboração: Leandro da Silva Jerônimo Botucatu-SP

PARTICIPEM ENVIE VOCÊ TAMBÉM SUAS PIADAS Rua Dr. Rodrigues do Lago, 464 CEP 18602-091 - Botucatu-SP Fax para: (14) 3882-0595 Envie seus e-mails para: revista@ctaf.com.br

Colaboração: Dulce Nascimento Botucatu-SP Diretor Funerário | Janeiro2012


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Revista Diretor Funerário janeiro 2012  

Revista direcionada ao setor funerário nacional