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Boletim Informativo

ANO VI, EDIÇÃO 28 - FEVEREIRO 2014

NATAL 2013 NA PEDIATRIA pág. 05

REUNIÃO DO CONSELHO ALARGADO

NOVOS SECRETÁRIOS CLÍNICOS NA CSE

A Reunião do Conselho Alargado foi realizada no passado No passado dia 23 de Janeiro, decorreu o primeiro dia 1 de Fevereiro. pág. 03 Curso de Secretariado Clínico Administrativo (FOSECA) no anfiteatro da CSE. pág. 04

VIIªS JORNADAS DA RADIOLOGIA

IIªs JORNADAS DE MEDICINA DENTÁRIA

As VII Jornadas de Radiologia da Clínica Sagrada Nos dias 4 e 5 de Outubro de 2013 tiveram lugar as Esperança foram realizadas nos dias 06 e 07 de Novembro Segundas Jornadas de Medicina Dentária, na Escola no anfiteatro da Clínica. pág. 06 Nacional de Administração. pág. 09

A ASPIRINA

O FUTURO JÁ ALI ESTÁ, AO VIRAR DA ESQUINA

Apesar de ser um fármaco muito comum, Você é um saudosista que gosta das chamadas convém saber que não deve ser usado sem certas coisas do passado. precauções. pág. 10 pág. 11


ANO VI, EDIÇÃO 28 - Fevereiro 2014

REUNIÃO DO CONSELHO ALARGADO

EDITORIAL Temos referido, repetidamente, que a Clínica Sagrada Esperança, (CSE) vai continuar a confrontar-se com constrangimentos de diversa natureza: falta de espaço, carência de prestadores de cuidados, dificuldades que são acrescidas, na cidade de Luanda, pela falta de água, de luz, de comunicações céleres e de outras, designadamente a morosidade burocrática e a indisponibilidade manifesta de alguns, pouco abertos à mudança e inovação.

forma, é o conjunto harmonioso e coerente das nossas equipas de serviço ou área de desenvolvimento. O rejuvenescer das equipas, o envolver, o enquadrar e o responsabilizar os melhores e os mais disponíveis serão a nossa prioridade para o corrente trimestre.

De acordo com o que tem vindo a ser discutido, regulamentado e decidido, será necessário ter a coragem de dar oportunidade aos mais joA CSE vai continuar a gerir vens, aos mais diferenciados, e ultrapassar as situações aos mais capazes, aos mais mencionadas; vai continu- disponíveis. ar a trabalhar para resolver problemas dos seus doentes, É este o desafio que se coloca, prosseguindo o seu atendi- neste momento, à CSE. Termento com qualidade e se- emos alguma incompreensão gurança; vai manter a sua por parte de alguns face a erestratégia de formação em to- ros que tenham sido cometidas as áreas e serviços. É esta a dos; todavia, no futuro, é posnossa Missão. sível que outros erros possam vir a ocorrer. Estamos a iniciar um novo ciclo de desenvolvimento: o que No entanto, estaremos semfazer em 2014 – 2015, isto é, pre disponíveis para reanalquem, na sequência dos de- isar as situações, para fazer as safios que se nos colocam, irá correcções necessárias e, aslevar a bom termo a realização sim, retomar o rumo que nos dos objectivos, das metas, das parecer melhor. actividades e tarefas, de forma a rumarmos no sentido da Sabemos que uma organizaVisão da Instituição. ção que não se renova, que não muda e que não inova, é Assim, cada um de nós deve uma organização condenada pensar na equipa global da ao fracasso e, seguramente, ao CSE, a qual, de uma ou outra desaparecimento.

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Sabemos que a CSE tem grandes responsabilidades perante os seus doentes, clientes e trabalhadores (mais de 2500 famílias) e, portanto, para o bem de todos eles, estamos convictos que este desafio será vencido. Com o forte empenhamento e compromisso de todos. Em jeito de conclusão, podemos afirmar que temos coragem, que nos movem comportamentos individuais e grupais para a mudança permanente, qualitativa e quantitativa, que resultará em equipas coesas, dinâmicas e competentes e, por isso, com capacidades e conhecimentos que permitem tratar os nossos doentes em segurança e em tempo oportuno. Faz parte da nossa Estratégia ética, organizacional e social. Em forma de conclusão poderemos assim dizer que da nossa coragem em mudar para melhor e inovar, irá resultar uma equipa mais competente e por isso com outras capacidades e conhecimentos para melhor tratar os nossos doentes em segurança e em tempo oportuno. Fevereiro de 2014 A Direcção da CSE

Na Reunião do Conselho Alargado realizada no dia 1 de Fevereiro foram apresentados alguns aspectos que devem merecer a melhor atenção dos responsáveis e sobre os quais foram dadas orientações. Assim e no que respeita às chefias:

30% das chefias a planearem as horas de trabalho dos seus serviços e do que resulta que apenas foram cumpridos, em Janeiro, 55% das horas planeadas. Seguiu-se a apresentação, pelo Presi- Dadas as ameaças que enfrentamos, dente do Conselho de Gerência, da temos que ter em conta as seguintes • Todos os dias, os chefes devem anal- classificação dos Serviços, feita em recomendações: isar a sua check-list, isto é, verificar se Janeiro, pelos próprios profissionais - Necessidade de aumentar a nossa caestão a cumprir os seus deveres. da CSE: pacidade eléctrica • Todos os dias devem igualmente analisar os diferentes mapas de monotorização de produção. • Todos os chefes devem reunir com o GGC e GCustos para se proceder à actualização da situação corrente dos seus efectivos. • A avaliação de desempenho deve ser realizada trimestralmente. • É da responsabilidade das chefias promover o empenho dos seus colaboradores e garantir sua participação nas acções de formação.

O Presidente do Conselho de Gerência alertou, neste aspectos, para o facto de a CSE precisar mais de líderes do que “chefes”. Seguidamente alertou para a necessidade de os quadros eléctricos, extintores e saídas de emergência estarem bem e claramente sinalizados, para o facto de ter havido um sub-registo

de problemas, reiterando a necessidade de colocar os problemas por escrito tantas vezes quantas forem necessárias.

- Necessidade de melhorar as nossas competências de comunicação interpessoal - Necessidade de imprimir mais rigor no controlo de assiduidade e pontualidade - Necessidade de informar, e de forma correcta, os nossos doentes.

CLASS. - SERVIÇO

3,1 - Parcerias: Ethos, BNA, RNA, Fikcit 3,1 - Cardiologia 3,2 - Armazém, CM Trabalhadores, Administração, Gabinete de Segurança no trabalho Foram seguidamente apresentados 3,3 - Hemoterapia, Imagiologia, os Desafios a cumprir: Piso 2 - Actualização da informação-base de 3,4 - Produção e custo todos os serviços (Reg. Interno, Organ 3,5 - Laboratório, Med. Dentária, igrama, Estrutura Funcional) Bloco Operatório - Lutar pela garantia de que os nossos 3,6 - Oftalmologia clientes continuam a preferir-nos 3,7 - UCI - Pôr em acção o projecto de uma 4 - Centro de Formação parceria para o desenvolvimento de Neste contexto, o PCG relevou a importância de os serviços deverem ser mais solidários, mais empenhados, e “vestir a camisola” da CSE, defendendo e promovendo a sua imagem. O que não se consegue com apenas

uma Escola de Ciências da Saúde - Cumprimento do programa de pósgraduação para os médicos (5 anos) - Garantia da segurança e qualidade dos cuidados aos nossos clientes - Realização das Primeiras Jornadas Científicas da CSE.

A QUEM POSSA INTERESSAR Neste número indicamos livros e sites que poderão interessar a profissionais ligadas à área de Saúde. Assim, voltamos a chamar a atenção para as excelentes obras do médico americano Atul Gawande, que já se encontram traduzidas em Português e sobre as quais já foram dadas pistas em números mais antigos do Boletim Informativo. Recomendamos vivamente “A Mão que nos opera”, “Ser Bom não chega” e “O Efeito Checklist - Como Aumentar a Eficácia”.

Para quem quiser melhorar os seus conhecimentos de Inglês para médicos, recomendamos estes dois sites: http://www.englishclub.com/english-for-work/medical.htm http://esl.about.com/od/englishformedicalpurpose/

Se o problema for apenas alargar os conhecimentos de Inglês, vai achar útil estes outros dois: Kenneth Beare - About.com ESL newsletters@about.com Education World Weekly Newsletter

newsletter-weekly@educationworld.com

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ANO VI, EDIÇÃO 28 - Fevereiro 2014

PRIMEIRO GRUPO DE SECRETÁRIOS CLÍNICOS FORMADOS pela parceria CSE e Escola Nacional de Saúde Pública No passado dia 23 de Janeiro, a CSE e sua equipa de profissionais celebrou mais uma vitória. O primeiro Curso de Secretariado Clínico Administrativo (FOSECA) deu-se por encerrado e concluído formalmente, evento sinalizado pela Cerimónia de Entrega de Diplomas.

O PCG encerrou a cerimónia, homenageando os alunos com melhor aproveitamento:

Esta cerimónia decorreu no anfiteatro e contou com

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Alberto de Amaral Lopes Inês Sebastião Carvalho Maria Madalena C. Oliveira Paulo António Isaías Ermelinda Marcelo Teófilo Paiva Leite

a presença do Dr. João Pereira (Director da ENSP), Prof. Doutora Ana Escoval (Coordenadora Pedagóg- A equipa do boletim informativo felicita todos os ica do Curso), Dr.ª Conceição Pitra (representado o formandos e passa a enumerar os restantes: CA da Endiama) e do Dr. Rui Pinto (PCG da CSE). - Anair Eulália Pereira Foram convidados a participar nesta cerimónia todos os chefes de serviços onde desempenhem funções os finalistas do Curso FOSECA. O Prof. Dr. João Pereira conduziu a cerimónia e começou por agradecer ao Conselho de Gerência da CSE na pela aposta na colaboração da ENSP para este efeito; agradeceu também ao Centro de Formação da CSE e a todos os facilitadores deste formação. Seguidamente foram felicitados os alunos e procedeu-se então à entrega dos diplomas. Depois da entrega dos diplomas, foi a vez da Drª Ana Escoval tomar a palavra. A cerimónia que se celebrava era um momento gratificante para todos. Estava criado o embrião para uma nova profissão em Angola, cujo o objectivo continua a estar alinhado com o principal objectivo da CSE – a criação de valor para os nossos doentes, clientes e sociedade. A partir deste momento outros olhos se viram para os nossos secretários. Mais uma vez agradecimentos feitos ao Centro de Formação e aos tutores dos módulos/unidades curriculares, que participaram auxiliando na adequação dos temas à nossa realidade.

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NATAL 2013 NO SERVIÇO DE PEDIATRIA

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Antónia Jorge de Almeida Aurora Sampaio Paulo Branca Magavita Cesaltina de Assunção Teixeira Edite Mónica Espírito Santo Edna Suzana Paim Fernando Júlio Filomena Ginja Casimiro Flávio de Freitas Bento Ivanilda Massossei Lourenço Jandira Francisca Cangava João Fernando Bernardo Jonilson João Lídia Maria Marcos Duarte Luzia da Felicidade Dias Neto Nogueira Madalena de Lourdes Prata Manuela Vieira Serafim Manual Tavares Sebastião Maria do Carmo Sousa Mário Ivanilson de Oliveira Marques Nelsa Suca Mavo Quiangala Neusa de Fátima Espírito Santo Olívio António João Osvaldo Pereira Santos Paula Cristina Xavier Paulo António Isaías Penélope Muíla Sara Simão Rufino Suzette da Graça Sebastião Tânia Inácio Treson Luindula Velma Patrícia Gaspar Sousa Vivalda Albuquerque

Mais um ano se comemorou o Natal nas Áreas de Pediatria da Clínica Sagrada Esperança com o intuito de levar um pouco de amor, alegria, compaixão e solidariedade às nossas crianças internadas. Estes momentos foram partilhados pelos animadores Escuteiros da Paróquia da Praia do Bispo, por funcionários da CSE e pelo nosso Pai Natal que deixou uma prendinha a todas as crianças internadas. Bem Hajam!

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ANO VI, EDIÇÃO 28 - Fevereiro 2014

A CSE REALIZA AS VIIªS JORNADAS DA RADIOLOGIA que a principal causa dos traumatismo crânio medular são os acidentes de viação motociclismo, ferida por arma de fogo, quedas de altura entre outras.

Conrad Röntgen, que detectou pela primeira vez os raios X, que foram assim chamados devido ao desconhecimento, por parte da comunidade científica da época, a respeito da natureza dessa Enfatizou-se que para que o serviço radiação. de Radiologia da Clínica funcione é necessária a presença de outros A descoberta ocorreu quando profissionais como: os Recepcionistas Röentgen estudava o fenómeno da que são os primeiros a ter contacto com luminescência produzida por raios o doente (cliente ou paciente). catódicos num tubo de Crookes. Os auxiliares de Radiologia que Recepcionam os doentes, orientam e posicionam para a realização do exame, os dactilógrafos realçaram a importância do serviço de dactilografia e as novas tecnologias como a gravação de viva voz com gravadores digitalizados apesar de ainda trabalharse com o gravador analógico.

As VII Jornadas de Radiologia da Clínica Sagrada Esperança foram realizadas nos dias 06 e 07 de Novembro no anfiteatro da Clínica, presidida pelo Conselho de Gerência da instituição com o Presidente Dr. Rui Pinto, ladeado pela Vice-presidente para área clínica Dr.ª Conceição Pitra, chefe do serviço de Radiologia Dr. António Capita, No final abordou-se os aspectos Técnica Chefe do Serviço de Radiologia Psicológicos do doente com Dorivânia Rosa. traumatismo crânio medular que podem apresentar problemas No discurso de abertura o presidente cognitivos e comportamentais, com do conselho de gerência realçou aos custos directos e indirectos para o país. médicos, técnicos e todos aqueles que trabalham em radiologia a não A realização das VIIª Jornadas surge no se limitarem em tratar questões de acto de comemoração do dia dos raios exames radiológicos, mas também X, 8 de Novembro de 1895, descoberto ouvir as necessidades, as preocupações por um físico alemão chamado Wilhelm dos utentes, o presidente apelou ainda a necessidade de se cumprir os passos para o uso dos aparelhos de radiológicos isto porque os profissionais de radiologia estão expostos a radiações, e ainda relembrou a importância da formação dos mais jovens que futuramente irão substituir os profissionais mais antigos.

Todo o aparato foi envolvido por uma caixa com um filme negro em seu interior e guardado numa câmara escura. Próximo à caixa, havia um pedaço de papel recoberto de platinocianeto de bário. Röentgen percebeu que quando fornecia energia cinética aos electrões do tubo, estes emitiam uma radiação que marcava a chapa fotográfica. Intrigado, resolveu colocar entre o tubo de raios catódicos e o papel fotográfico alguns corpos opacos à luz visível. Desta forma, observou que vários materiais opacos à luz diminuíam, mas não eliminavam a chegada desta estranha radiação até a placa de platinocianeto de bário. Isto indicava que a radiação possui alto

poder de penetração. Após exaustivas experiências com objectos inanimados, Röntgen pediu à sua esposa que posicionasse sua mão entre o dispositivo e o papel fotográfico.

ulcerações e empolamento para quem se expusesse sem nenhum tipo de protecção.

Em casos mais graves, poderia causar sérias lesões cancerígenas, necrose e O resultado foi uma foto que revelou a leucemia, e então à morte estrutura óssea interna da mão humana. Essa foi a primeira radiografia, nome RECOMENDAÇÕES dado pelo cientista à sua descoberta em 8 de Novembro de 1895. - Recomendamos nas Jornadas futuras estejam incluídas temas sobre Gestão Posteriormente à descoberta do novo e Protecção Radiológicas. tipo de radiação, cientistas perceberam - Fica recomendada a realização que esta causava vermelhidão da pele, das VIII Jornadas nos dias 6 e 7 de

Novembro de 2014 com o tema Avaliação do Aparelho Musculo Esquelética em Imagiologia. - Necessidade de maior envolvimento da equipa técnica do serviço e inclusão de trabalhos de técnicos de outras unidades Hospitalares. - Necessidade de uma sala de maior capacidade dado a aderência registada. - Formação de um grupo para avaliação e melhoria dos trabalhos para serem publicados na revista da Clínica Sagrada Esperança e não só.

Os temas apresentados incidiram principalmente na importância da avaliação correcta e criteriosa do doente com traumatismo crânio medular e 6

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IIªS JORNADAS DE MEDICINA DENTÁRIA

1as Jornadas da Unidade Cuidados Intensivos (UCI)

Infecção, Sepsis e Malária Grave 11 Março 2014

Nos dias 4 e 5 de Outubro de 2013 tiveram lugar as Segundas Jornadas de Medicina Dentária, na Escola Nacional de Administração. Esta iniciativa, cuja Comissão Organizadora era composta pela Directora do Serviço de Medicina Dentária da CSE, Dra. Júlia Sá Viegas e pelo Dr. Ener Magalhães da Silva, teve a creditação da Ordem dos Médicos de Angola, era dirigida a todas as áreas da Medicina Den’stária e teve a presença de 141 participantes.

Honraram-nos com a sua presença na sessão de abertura Suas Excelências o Ministro da Saúde Dr. José Van-Dúnem, o Ministro da Geologia e Minas, Dr. Carlos Queirós, o Bastonário da Ordem dos Médicos, Prof. Carlos Pinto de Sousa, o Administrador do Grupo Endiama, Eng. Paulo Vica (em representação do Sr. Presidente, Dr. Carlos Sumbula), e o Conselho de Administração da Clínica Sagrada Esperança.

Estiveram presentes alguns especialistas estrangeiO seu programa era abrangente, pois dirigia-se a ros, vindos de Portugal, Brasil e Cuba. médicos dentistas, assistentes dentários e técnicos de laboratório. Pode afirmar-se que as Segundas Jornadas constituíram um êxito, dada a elevada qualidade dos Os temas escolhidos foram a Oclusão, a Periodonto- seus participantes e actualidade dos diferentes logia e Implantes, a Patologia Oral, as Novas Técnicas painéis, e que a CSE continua assim a responder ao Laboratoriais (sistemas de Cad/Cam), o tratamento desafio do aperfeiçoamento dos seus colaboradores, antimicrobiano das infecções odontogénicas, o com- no âmbito da formação contínua, com o objectivo portamento e tratamento da celulite odontogénica de promover o intercâmbio de conhecimentos e a facial e a importância do papel do assistente dentário. melhoria da qualidade dos nossos serviços. Houve ainda lugar a um workshop para assistentes dentários.

MARÇO Acção de Formação

Local de Inscrição: Centro de Formação

0581_DR_CF

Tel. 222 010 638 I Tlm. 919 737 665 Email: centroformacao.cse@gmail.com centrodeformacao@cse-ao.co

60 USD Preço: Médicos Enfermeiros 40 USD Estudantes 20 USD

Destinatários

2014 Duração

Formadores

Datas

Valor Propina

Diploma em Estudos Pós-graduados em Gestão em Unidades Saúde

Licenciados

526 horas

ENSP / CSE

Inicio – Jun 2013 Termino – Set 2014

Continuidade

Especialização em Medicina do Trabalho

Médicos

440 horas

ENSP / CSE

Inicio – Set 2013 Termino – Jul 2015

Continuidade

Prescrição Electrónica - Circuito

Médicos

4 horas

Interno

Inicio – 5 Mar 2014 Termino – 7 Mar 2014

Presença – 6.000 AKZ / Falta – 24.000 AKZ

Seminário de Especialização em Recursos Humanos

Administrativos e Técnicos de Saúde

40 horas

ENSP / CSE

Inicio – 5 Mar 2014 Termino – 15 Mar 2014

Com aproveitamento – 50.000 AKZ /Sem aproveitamento – 100.000 AKZ /Falta – 200.000 AKZ

Comunicação Interpessoal e Trabalho em Equipa

Chefias

44 horas

Ligia Carvalho

Inicio – 17 Mar 2014 Termino – 15 Mai 2014

Com aproveitamento – 30.000 AKZ /Sem aproveitamento – 60.000 AKZ /Falta – 120.000 AKZ

Triagem de Manchester - Triadores

Médicos e Enfermeiros do AP

8 horas

GTE

Curso 1 - 10 Mar/Curso 2 - 12 Mar

Com aproveitamento – 5.000 AKZ /Sem aproveitamento – 10.000 AKZ /Falta – 20.000 AKZ

Electricidade

Técnicos de Manutenção

40 horas

SUCH

Inicio – 10 Mar 2014 Termino – 21 Mar 2014

Com aproveitamento – 20.000 AKZ /Sem aproveitamento – 40.000 AKZ /Falta – 80.000 AKZ

Electromedicina

Técnicos de Manutenção

40 horas

SUCH

Inicio – 10 Mar 2014 Termino – 21 Mar 2014

Com aproveitamento – 20.000 AKZ /Sem aproveitamento – 40.000 AKZ /Falta – 80.000 AKZ

Com aproveitamento – 3.000 AKZ /Sem aproveitamento – 6.000 AKZ /Falta – 12.000 AKZ

Com aproveitamento – 8.000 AKZ /Sem aproveitamento – 16.000 AKZ /Falta – 32.000 AKZ

Suporte Básico de Vida com DAE para Não Profissionais

Administrativos

6 horas

Internos CSE

Curso 1 - 11 Mar/Curso 2 - 12 Mar Curso 3 - 20 Mar/Curso 4 - 21Mar

Suporte Básico de Vida com DAE para Profissionais de Saúde

Enfermeiros

8 horas

Internos CSE

Curso 1 - 13 Mar/Curso 2 - 14Mar Curso 3 - 18 Mar/Curso 4 - 19 Mar

Práticas de Enfermagem

Enfermeiros

200 horas

Internos e Externo

Inicio – 3 Mar 2014 Termino – Dez 2014

Seminário de Especialização em Logística

Funcionários dos serviços de suporte

40 horas

ENSP

Inicio – 17 Mar 2014 Termino – 29 Mar 2014

Com aproveitamento – 50.000 AKZ /Sem aproveitamento – 100.000 AKZ /Falta – 200.000 AKZ

Sessão Clínica – Fisiatria na sua perspectiva holística

Médicos e Estagiários

2 horas

Maria Andrade

24 de Mar 2014

NA

Sessão Clínica – Toxina Botulinica

Médicos e Estagiários

2 horas

Maria Andrade

25 de Mar 2014

NA

Com aproveitamento – 40.000 AKZ /Sem aproveitamento – 80.000 AKZ /Falta – 160.000 AKZ Por TRIMESTRE

Clinica Sagrada Esperança – Avenida Mortala Mohamed – Ilha de Luanda 8

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ANO VI, EDIÇÃO 28 - Fevereiro 2014

O FUTURO JÁ ALI ESTÁ, AO VIRAR DA ESQUINA…

A ASPIRINA

Se você é um saudosista que gosta das chamadas coisas do passado, vá-se preparando porque a velocidade a que as coisas estão a mudar é estonteante. Embora depois não vão servir para nada, sempre lhe fazem companhia de um tempo que passou. Para não ocupar muito espaço, que tal começar a fotografar as coisas que vão sair da nossa vida não tarda nada? Ainda se lembra de como era viver sem telemóvel?

A Aspirina é um medicamento famoso, conhecido em toda a parte, criado nos fins do século XIX, na Alemanha. No entanto, as propriedades do fármaco que lhe serve de base, o ácido salicílico, já eram conhecidas mais ou menos empiricamente desde há séculos. Sabe-se que Hipócrates, o médico que é considerado o criador da medici- Para chegar à fórmula ideal, o que na científica e que viveu no século só aconteceu em 1897, houve um V a.C., já escrevia que da casca de longo caminho a percorrer: uma árvore chamada salgueiro se podia extrair um pó que, tomado, 1. Em 1793, foram descritas cienaliviava a febre e as dores. tificamente as propriedades antipiréticas e anti-inflamatórias Este mesmo poder já era do conda casca do salgueiro; hecimento de outros povos antigos de diferentes latitudes. Aliás, 2. O princípio activo foi isolado uma colaboradora da CSE que esem 1826; teve a trabalhar com uma comunidade em Quibaxi, em 2007, 3. Em 1897, o Laboratório recebeu a informação de que se Bayer, por meios químicos, junfazia chá das flores do salgueiro tou ao ácido salicílico um acetae da casca para aliviar aqueles to, de modo a torna o princípio males. menos tóxico, de que resultou o ácido acetilsalicílico, o primeiro Refira-se, contudo, que são premedicamento sintetizado. cisos certos cuidados, pois os salicilatos existentes na casca do 4. Este medicamento, que recesalgueiro podem ser tóxicos. É beu o nome de Aspirin, começou preferível usar a aspirina… a ser comercializado em 1899. Em Português recebeu o nome de aspirina.

dores de cabeça, de dentes, menstruais, musculares e ainda para combater a febre e nas situações associadas a gripes e resfriados, especialmente em casos leves ou moderados. Apesar de ser um fármaco muito comum, convém saber que não deve ser usado sem certas precauções, pois são muitas as situações em que não é recomendado. Portanto, não tome aspirina sem ter a certeza de que não está num grupo de risco: alergias ao princípio activam, doença inflamatória do intestino, hemorragia gastrointestinal, alcoolismo crónico, etc. E NÃO TOME ASPIRINA EM CASO DE SUSPEITA DE DENGUE!

Não ministre aspirina a crianças com menos de 12 anos e tenha 5. Hoje, a aspirina tomou várias cuidado com o seu uso em caso formas variações, tanto no for- de gravidez. Siga a dose recomato como na sua composição e mendada e não a exceda, nem até na forma de a tomar. na quantidade nem no espaço de tempo. Portanto, a Aspirina contém como substância activa o ácido acetil- Enfim: Informe-se junto do seu salicílico e está indicada para médico e siga as suas instruções.

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Então vamos a ver o que é que está a ficar obsoleto: 1. O correio: cartas, selos, coisas dessas estão a desaparecer até mesmo nos países em que existem há relativamente pouco tempo. Os emails, os SMS, o Facebook, o Twitter relegou as cartas para o passado. Agora só são distribuídas contas e publicidade. 2. Cheques: estes são mesmo uma espécie em vias de extinção. Quem os usa, sujeitando-se a perdê-los ou a ser roubado, quando pode pagar as suas contas por transferência bancária, telefone, cartão bancário? Além de que custam caríssimo. Nenhum banco dá cheques aos clientes, já reparou? Só as grandes empresas os usam mas não ser por muito tempo.

mas isso também vai acabar.

4. O livro em papel: por muito que nos seduza ir à livraria, desfolhar o livro, sentir as folhas e o cheiro do papel, não há dúvida de que se ele subsistir será residualmente. A protecção do ambiente, que exige a redução dos gastos de papel, e que condiciona o seu preço vai-nos empurrar para a compra de livros virtuais, geralmente a metade do preço do exemplar em papel. E antes de o comprar podemos ler uma parte, não precisamos de nos deslocar e não ocupa espaço na prateleira. 5. O telefone fixo: ainda há poucos anos parecia imprescindível, geralmente preto, até algo volumoso e hoje quem o tem? Os que existem funcionam como relíquias e se ainda os vemos em muitos estabelecimentos e escritórios, eles estão apenas a fazer o seu caminho para o desaparecimento. Aliás, no nosso país, quantas pessoas têm telefone fixo?

6. A televisão: hoje são cada vez mais as pessoas que vêem os seus programas televisivos preferidos, notícias, filmes no seu computador. E o próprio computador já dá acesso a jogos que as pessoas usam para se entreter em vez de 3. O jornal em papel: se os ver televisão. proprietários dos jornais não souberem modernizar-se, eles vão Empresas como a Netflix permitem acabar ingloriamente. Os mais escolher para ver online os novos não compram jornais. E as programas que realmente nos distâncias muitas vezes nos levam interessam. a fazer assinaturas para os ler na internet. É claro que já se podem 7. Discos rígidos, CDS e DVDS: ler partes de alguns gratuitamente

parece que foi ontem que armazenávamos os nossos ficheiros em disquetes e agora temos pendrives que guardam ficheiros de um tamanho inimaginável. No entanto, aí está A Nuvem, que muitas operadoras de Internet já oferecem gratuitamente. E poderemos usá-la em qualquer local! 8. A nossa privacidade: pois, isso foi chão que deu uvas mas já não dá! E não é por causa dos vizinhos curiosos, não. Estamos em qualquer lado e lá está o vídeo de vigilância, com aviso ou sem aviso. As nossas conversas na Net, no Facebook, no Twitter, etc., nos telemóveis, até através dos movimentos do nosso cartão bancário, do uso das Vias Verdes onde elas existem, tudo nos espia e isto só para falar no que está mais próximos. Porque todos devemos estar ainda lembrados dos incómodos sentidos mesmo por chefes de Governo em todo o mundo por estarem a ser escutados. Mas há ainda muitas coisas a nível pessoal que pode querer recordar porque tem o destino marcado: aquela velha escola onde andou e que vai abaixo em breve, aquela máquina de escrever em que escreveu tantos ofícios e cartas, um velho fogareiro a petróleo, até o telefone fixo… E pode escrever cartas, até com uma caneta de tinta e mandá-las a Amigos seus. Por muito modernos que sejam, eles vão adorar! Guarde ou fotografe o que puder. 11


EDITORIAL E-mail da CSE: cse.secretariado@gmail.com

E-mail do Boletim: cse.boletim@gmail.com

A NOSSA CLÍNICA A saúde é o bem mais precioso. Cuidar dela é a nossa razão de ser. Aclínica sagrada Esperança é uma instituição de serviço público, dotada de personalidade jurídica, com autonomia administrativa, financeira e patrimonial, com fins não-lucrativos. Tem a sua sede em Luanda e está localizada na Ilha de Luanda, Avenida Mortala Mohamed. Inaugurada em 1991, foi premiada em Abril de 2005 com a Medalha de Ouro da Foundation for Excelence and Business Pratice, situada em Genebre Suíça.

MISSÃO

Website da CSE: www.cse-ao.com

FICHA TÉCNICA Bárbara Mesquita Esmael Tomás Marta Leal Hipólito Calulu Narciso Mbangui REDAÇÃO E REVISÃO

Maria do Carmo Cruz PAGINAÇÃO E MONTAGEM

Eduardo Brock

Prestar cuidados de saúde diferenciados em regime de ambulatório e internamento, com qualidade, em tempo útil, na perspectiva de eficiência e eficácia, promovendo a melhoria contínua das prestações de cuidados, o aprefeiçoamento profissional e a satisfação dos seus coladoradores. Participar no ensino e formação de quadros superiores, designadamente no ensino pré e pós-graduado de médidcos e enfermeiros, na formação de farmacêuticos e bioquímicos, quadros médios técnicos de saúde, em regime de estágios, em colaboração com as esntidades públicas e privadas de educação em saúde, bem como na formação de quadros de higienização, de serviços gerais e de logística. Deenvolver acções de investigação clínica quer na área de saúde pública quer na área hospitalar.

VISÃO A Clínica sagrada esperança pretende ser, cada vez mais e de forma gradual e segura, uma verdadeira, justa e adequada referência na prestação de serviços de saúde em Angola, visando: a satisfação dos clientes, o desempenho interno enquanto instituição de saúde, a qualidade dos cuidados prestados, o envolvimento dos funcionários, a responsabilidade social.

imagem cooporativa

CSE | Boletim Informativo N.º 28 | Fevereiro 2014  

Visite-nos em www.cse-ao.com

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