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Ano III, Edição 20

Notas da Clínica IVª REUNIÃO DO CONSEB LHO ALARGADO

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SIMULAÇÃO EM CUIDAB DOS INTENSIVOS

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GABINETE DE SAÚDE HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO VAMOS FALAR DE SEGURANÇA

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ELEIÇÃO DO ENFERMEIRO DO ANO Pág.6

Entrevista

O MELHOR RECEPCIONISTA DA CSE

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Biografias

MARTIN LUTHER KING

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Gira o Mundo

ATENÇÃO A TODOS! VAMOS ACABAR COM ESTES NÚMEROS ARRASAB Pág.10 DORES! CONSEQUÊNCIAS DA OBESIDADE

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Abril de 2012

Editorial 1. Terminámos o primeiro trimestre. Para além de muitas outras actividades, realizámos com sucesso, em Março, o nosso II WORKSHOP Internacional “Qualidade e Segurança na Saúde”, durante o qual tivemos oportunidade de discutir assuntos que a todos dizem respeito e preocupam, mas que ao longo do tempo não tivemos a capacidade de resolver. As conclusões e recomendações já foram publicados no Boletim anterior, pelo que não vamos referi-las, sem prejuízo, contudo, de insistir nos seguintes aspectos: 1.1. O Workshop só terá importância e efeitos se as nossas principais insuficiências e fraquezas forem assumidas, enfrentadas e resolvidas por todos nós. Tal como nos exigem os nossos clientes, e como é Missão e Visão da CSE, a nossa meta será, para os próximos dois anos, a progressiva certificação e acreditação dos nossos principais serviços. 1.2. O Programa de Qualidade deve ser correctamente direccionado e extensivo a todas as áreas da Clínica, e que todos os responsáveis da instituição assumam que a qualidade tem que ser garantida por todos nós, para bem do doente, da imagem e prestígio da Instituição e para motivação de todos os trabalhadores. 1.3. O doente é, e vai continuar a ser, o centro de todas as nossas atenções. Por isso, o cumprimento das normas de segurança, dos procedimentos médicos, de enfermagem, de higienização e outros é a pedra de toque do nosso dia-a-dia. A Qualidade, tal como uma moeda, tem duas faces: uma positiva, que integra o respeito pelos direitos dos doentes (o consentimento informado, a segunda opinião clínica se pretendida, a informação correcta, entre outros), para que estes (os doentes) possam tomar as suas decisões e participar activamente na sua recuperação. As suas ansiedades, os seus comportamentos e opiniões serão sempre tidos em conta no processo de prestação de cuidados, na resolução dos seus problemas, na obtenção da sua satisfação e bem-estar. A outra face da moeda é a negligência, o desleixo, a incúria, o erro, a não compreensão dos direitos dos doentes, que conduzem, forçosamente, a situações graves de irresponsabilidade, o que, estamos certos, ninguém pretende.

2. Devemos referir ainda, o facto de que, no primeiro trimestre, ter sido dado impulso importante ao arranque e desenvolvimento das actividades das várias comissões internas de trabalho, assunto que continuará a ser atentamente acompanhado. Também, de acordo com o interesse manifestado por muitas chefias, deu-se início a um novo processo de garantia de efectividade do trabalho desenvolvido pelas equipas de higienização e cuidados. Aqui e agora, pela sua actualidade, transcreve-se algo escrito no século XV, (1469 – 1527), de Nicolau Maquiavel (célebre pensador), perfeitamente actual e aplicável à nossa realidade: «Não há coisa mais difícil de fazer, mais duvidosa de se alcançar ou mais perigosa de se manejar do que ser o introdutor de uma nova ordem de coisas, porque quem o é, tem por inimigos todos aqueles que beneficiam com a antiga ordem, e como tímidos defensores, todos aqueles a quem as novas instituições beneficiariam». Esta citação faz-nos ter mais coragem para abordar algumas questões internas apreciadas no último Conselho de Direcção Alargado: 2.1. Como continuar a prestar cuidados de Saúde aos nossos trabalhadores e seus familiares, quando deles necessitam? Como manter este processo dentro dos limites financeiros que a C.S.E. pode suportar? Como apoiar os que, realmente, no momento e local, requerem cuidados especializados, “estão realmente doentes e necessitados”? Como disciplinar aqueles que, até ao momento, não cumprem com o recomendado nos regulamentos e noutros documentos aprovados? A primeira deliberação está tomada e será testada a partir de 1 de Maio (salvo se o grupo de trabalho nomeado apresentar melhor solução), isto é, assumir relativamente à gestão dos custos, tal como fazem as seguradoras, e que será da responsabilidade do utente, do doente, do trabalhador e não da CSE, órgão mãe que nada pode negar. Assim: 2.1.1. A CSE dispõe de um centro médico, (CM) no qual devem ser resolvidas 85% a 95 % das situações. 2.1.2. Os trabalhadores CSE e seus familiares só terão apoio institucional participado na CSE, nos casos remetidos pelo


2 Bole5m Informa5vo CM, conforme regulamentado, ou em situações de urgência, a serem devidamente justificadas à posterior. 2.1.3. O não cumprimento do disposto nas alíneas anteriores levará à cobrança dos serviços prestados de acordo com tabela aprovada em CG. 2. 2. Como manter os prestadores de cuidados motivados, disponíveis a todos os níveis e em todas as áreas, para que, neste momento de crise que se vive na globalidade do planeta, em que os salários, prémios e outros estímulos continuam a ser insuficientes face ao elevado custo de vida? Também aqui temos vindo a desenvolver intenso trabalho: 2.2.1. Reorganizar todas as áreas, ou seja: (i) o que deve ser executado e por quem; (ii) que objectivos e metas se propõem. Desta forma se poderão definir os efectivos realmente necessários, de acordo com as normas internacionais, para cumprir a estratégia delineada, as actividades e tarefas planificadas, de modo a garantir o correcto tratamento do nosso doente, isto é, cumprir a nossa missão. 2.2.2. Aumentar em todas as áreas e em todos os níveis, a nossa produtividade, para que os trabalhadores, mais motivados, produzam mais e melhor, e assim possam obter mais prémios, condições satisfatórias, recebendo individualmente melhores salários. O que significa que é preciso saber o que cada um realmente faz e o que produz em cada hora de trabalho, de forma a reconverter as equipas, tornando-as, assim, mais operativas, eficientes, efectivas e eficazes. 2.2.3. Melhorar a prestação de serviços, tornar os cuidados mais personalizados, cumprir com normas e procedimentos previamente aprovados, acabando com as omissões e os esquecimentos. A todos os níveis impõe-se desenvolver e aplicar tabelas de controlo, (check-lists), para que nada seja esquecido ou fique ao acaso. 2.2.4. Participar na formação nas suas diversas modalidades, não es-

Abril de 2012 quecendo que a formação é sempre um bom investimento no capital humano. Apesar de ser um investimento caro, vamos estimular quem participa, quem tem aproveitamento, quem passa a utilizar os novos conhecimentos em benefício do doente. 2.2.5. Aperfeiçoar o processo de avaliação de desempenho e premiar mensalmente aqueles que atingem os objectivos, cumprem as metas e obtêm resultados é um imperativo que valoriza quem realmente trabalha, quem realmente merece. 2.2.6. Melhorar a nossa eficiência a todos os níveis e em todas as áreas. Os meios postos à disposição de cada chefe têm que ser quantificados, monitorados, registados, amortizados e só poderão ser substituídos depois de terem sido suficientemente rentabilizados. O combate ao desperdício, à falta de higiene, de segurança e de arrumação será uma importante função de cada um de nós. 3 – Um terceiro desafio tem sido colocado à Direcção da Instituição: como controlar as permanentes solicitações de adiantamento de valores monetários por parte dos trabalhadores? Reconhecemos as necessidades dos trabalhadores, sabemos das suas dificuldades. A prática tem vindo a demonstrar que, se não formos rigorosos, em breve teremos uma parte dos trabalhadores irremediavelmente endividados, sem possibilidade de honrar os seus compromissos e, assim, a maioria dos efectivos da Instituição poderá cair em situações de crise. Assim: 3.3.1. A CSE fará apenas alguma antecipação de valores, desde que os mesmos não ultrapassem em 1 – 2, o valor médio mensal, não existam já outros pedidos, dívidas, e o retorno seja feito no máximo em 3 meses. 3.3.2 A CSE poderá fazer algum adiantamento a algum profissional, desde que, e apenas, na situação em que o mesmo é altamente diferenciado, está numa fase de início de carreira ou

de instalação no País, e, como tal, exista o particular interesse em o fidelizar. 4 - Não podemos terminar este editorial sem reconhecer o mérito de todos aqueles que, na organização, apresentação e discussão dos temas, na liderança de todo o processo ao longo dos últimos meses, conseguiram transformar em realidade e sucesso o nosso II WORKSHOP Internacional “Qualidade e Segurança na Saúde”. A todos eles pedimos empenho na materialização das decisões e trabalho para que as metas que se pretendem sejam atingidas. A presença na abertura dos trabalhos de Sua Excelência o Ministro da Saúde, Sr. Dr. José Vieira Dias VanDúnem, significa o interesse e empenhamento do Ministério da Saúde em matéria de qualidade em saúde no Sistema de Saúde. Igualmente gratificante foi a presença do Representante da OMS em Angola, para além dos Bastonários da Ordem dos Médicos e da Ordem dos Enfermeiros. Agradecemos a presença, em representação do Exmo. Presidente do Conselho de Administração da ENDIAMA, do Sr. Dr. Fernando Sebastião, Administrador da Endiama para a área financeira. 5. Por último, temos que referir que a nossa unidade de neonatologia cumpriu com êxito o seu primeiro aniversário. Estão de parabéns todos os prestadores de cuidados: médicos, enfermeiros, técnicos, higienistas, administrativos e de outros sectores de apoio. Podemos, com muito orgulho, afirmar que na nossa instituição sobreviveram mais de 95% das crianças internadas, 40% das quais, com baixo peso ao nascer. O Serviço teve um sucesso de 72% em recém-nascidos com menos de 1500 gramas. Será um grande desafio melhorar estes indicadores. Obrigado

Abril de 2012 A Direcção da CSE

Fale connosco em: cse.boletim@gmail.com sagradaesp@ebonet.net www.cse-ao.com


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Notas da Clínica

IVª REUNIÃO DO CONSELHO ALARGADO

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ealizou-se no passado dia 5 de Abril de 2012, pelas 10.30h, o 4º Conselho de Direcção Alargado, onde foi realizada uma reunião um pouco diferente das anteriores. Estiveram presentes todos os chefes de serviços da CSE e a Direcção lançou 6 questões que gostaria que fossem debatidas pelos presentes. As questões foram as seguintes: 1. Uso do Centro Médico dos Trabalhadores (CMT-CSE) e o auto-encaminhamento dos funcionários para as consultas de especialidade 2. Situação dos empréstimos solicitados pelos trabalhadores 3. Informação sobre prémios e honorários aos trabalhadores da CSE 4. Utilização das check-lists por todos os serviços da CSE 5. Breves notas sobre a Qualidade: balanço do IIº Workshop Internacional da Qualidade 6. Equipas de Trabalho dos serviços da CSE 7. Diversos Assim sendo, e em jeito de conclusão, foram anunciadas algumas deci-

sões e recomendações aos trabalhadores pela Direcção da CSE: 1. Os trabalhos da Comissão da Saúde dos Trabalhadores da CSE serão retomados pela Enf. Beleza, Enf. Roygue, D. Lucinda Catalão e D. Paula Bonito. 2. O secretariado de Direcção da CSE não deverá receber mais cartas a solicitar empréstimos dos trabalhadores, excepto em casos excepcionais e com parecer dos chefes directos. 3. As Circulares Normativas existentes no que respeita a empréstimos e adiantamentos a funcionários da CSE devem voltar a ser divulgadas. 4. Os critérios para a atribuição de prémios estão já bem definidos: de desempenho, chefia, funcionário destacado e outros casos pontuais (ex. morte do trabalhador). 5. Visto que existem serviços que ainda não utilizam correctamente as check-lists, é necessário trabalhar melhor este instrumento de trabalho. 6. Todos os serviços devem ter o seu Plano de Actividades definido, assim como os objectivos e metas a atingir. 7. O trabalho de supervisão, contro-

lo, planificação das actividades por parte de todos os chefes de serviço deve ser reforçado – as avaliações de desempenho devem ser mensais. 8. Devemos reestruturar as nossas equipas de trabalho, tendo em conta o número de doentes e clientes atendidos ou o volume de actividades a realizar pelo serviço. 9. Devemos continuar a investir na formação de todas as equipas de trabalho. 10. Todos os serviços devem ser envolvidos no projecto da Qualidade. 11. A Revista Médica deve ser editada com frequência. 12. O Boletim Informativo deve ser distribuído a todos os funcionários da CSE e a sua leitura deve ser promovida. 13. A preparação da IIIº Workshop Internacional deve começar já a ser organizada. 14. O Circuito do Medicamento tem de começar a funcionar. 15. Os aspectos preventivos da saúde de todo os trabalhadores da CSE devem ser melhorados.


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SIMULAÇÃO EM CUIDADOS INTENSIVOS

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Centro de Formação da Clínica Sagrada Esperança organizou, de 7-9 de Fevereiro de 2012, uma acção de formação, fundamentalmente prática, designada “Simulação em Cuidados Intensivos”. A mesma foi dirigida a médicos e enfermeiros da Unidade de Cuidados Diferenciados da CSE e teve como formadores o Dr. Estêvão Lafuente, Director da UCIP do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, o Dr. Esmael Tomás e o Dr. Ermelin-

do Filipe, ambos médicos especialistas em Medicina Intensiva, com a Participação da Enf.ª Teodora Cambanze, Enf.ª Chefe da UCD. Foram apresentados e discutidos, no primeiro dia, temas como: o que é uma unidade de cuidados intensivos e como deve estar concebida, aspectos da gestão e organização, qual o papel do médico, do enfermeiro e do auxiliar, como melhorar a segurança, critérios de admissão e normas de admissão, procedimentos

O Plano de tratamento do doente

As medidas iniciais (via aérea e cateterização venosa central

técnicos como entubação orotraqueal, cateterização venosa central e ventilação mecânica. Nos dias seguintes, foi realizada a simulação de todos os aspectos relacionados com a admissão do doente, transporte, transferência para a cama crítica, preparação e início de prestação de cuidados. De realçar a participação activa de todos e a possibilidade de esclarecimento, por parte dos formadores, de inúmeras dúvidas práticas.

A avaliação inicial do doente na sala de Emergência

A comunicação e início da preparação da unidade pelos enfermeiros


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GABINETE DE SAÚDE, HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO: VAMOS FALAR DE SEGURANÇA

Os profissionais da área de saúde e limpeza constituem a população mais susceptível a acidentes ocupacionais com sangue e outros fluidos corpóreos, sendo que os acidentes com materiais pérfuro-cortantes constituem o maior risco ocupacional. Obs.: Em caso de Acidente de Trabalho, comunique de imediato à sua Chefia/Supervisor, preencha a CAT, dirija-se ao CMT, onde lhe será prestada assistência médica e ao Gabinete de Saúde Ocupacional para cumprimento dos procedimentos legais. A Participação de Sinistro à seguradora deve ser feita em 24 horas. Cumpra os procedimentos.


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ELEIÇÃO DO ENFERMEIRO DO ANO

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a sequência do que vem acontecendo anualmente, mais uma vez se procedeu ao concurso para a eleição do Enfermeiro do Ano, ao qual poderiam concorrer todos os profissionais desta área dentro das con-

Nº NOME 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19

Maria Madalena Pili Paulo Bartolomeu Cauelele Teresa Jandira Orlando Isabel Viana Cohen Pedro José Helena Paulo Anselmo Valentina Laurindo Engrácia Quilulo Raposo de Almeida Leya Ndombele Maria Júlia Fernandes Quiteculo Catumbila Leopoldina Paulo B.S. Francisco Maurício Matuabi Rodrigues Sebastião Elizabete Clésia do R. Neto Constância Francisco Domingos Kissueia Azora Gabriel Manuel Fernandes Bandeira Paulo Mendonça Elizangela Briginett da C. Nogueira Helena Segundo Caculo Bernardino Sónia Maria Pinto César Mendes

dições definidas no Regulamento do Concurso. Os resultados, por sector e em termos de CSE, assim como os respectivos prémios, são apresentados no quadro seguinte:

SERVIÇO

Atendimento Perm. AP Pediatria Bloco Operatório Consulta Ext. Call Center Casa Rep CMT Infecciologia Internamento CM Luanda Sul Obstétricia Oftalmologia Int. de Pediatria Ped/Neonatologia Suites Piso 2 SOS Int. Suites/Isolamento Suites/Neo UCD

CLASSIFICAÇÃO

1º AP 1º AP PED. 1º BO 1º C. EXT 1º CALL C. 2 º LUGAR CSE 1º CMT 1º INFEC. 1º INT. 1º LUANDA S. 1º OBSTETRICIA 1º OFTALMOLOGIA 1º PED 1º PED / NEO 1º LUGAR CSE 1º SOS INT. 1º SUITES/ISOL 1º SUITES/NEO 1º UCD

PRÉMIO

1.000,00 USD 1.000,00 USD 1.000,00 USD 1.000,00 USD 1.000,00 USD 3.000,00 USD 1.000,00 USD 1.000,00 USD 1.000,00 USD 1.000,00 USD 1.000,00 USD 1.000,00 USD 1.000,00 USD 1.000,00 USD 5.000,00 USD 1.000,00 USD 1.000,00 USD 1.000,00 USD 1.000,00 USD

SESSÃO DE ESCLARECIMENTO: PLANEAMENTO FAMILIAR

Realizou-se no passado dia 14 de Abril uma sessão de esclarecimento para os funcionários da Clínica Sagrada Esperança, no âmbito do mês de Março Mulher com o tema ‘A Importância do Planeamento Familiar’. A sessão foi organizada pela Área Social e CMT, com a colaboração da Enf. Guiomar. Para apresentar este tema estiveram a Dra. Nídia Madeira (CMTCSE), a Dra. Ana Van-Dúnen (Chefe do Serviço de Obstetrícia) e a Dra. Cátia Chatuvela (RH) e ainda presentes 42 funcionárias da CSE. Na intervenção da Dra. Nídia pudemos perceber o que é o Planeamento Familiar e a importância que lhe é da-

da a nível mundial e as preocupações da OMS para os países em vias de desenvolvimento. A Dra. Ana Van-Dunen explicou-nos o grande objectivo do Planeamento Familiar, os métodos contraceptivos existentes, suas vantagens e desvantagens, e esclareceu ainda muitas dúvidas dos presentes como, por exemplo, qual o método contraceptivo mais indicado para uma mulher hipertensa, se é necessário realizar exames antes de iniciar algum método contraceptivo e quais, porque é que o DIU se desloca do lugar, qual a influência dos métodos contraceptivos no cancro da mama e do útero, entre outras.

A Dra. Cátia Chatuvela informounos dos direitos e deveres das mães e futuras mães funcionárias da CSE perante a Segurança Social e a instituição onde trabalham, esclarecendo sobre os critérios para obtenção do Subsídio de Maternidade e Aleitamento Materno. Foram ainda distribuídas brochuras informativas da Segurança Social e do MTSS sobre os Direitos e Deveres das grávidas e também preservativos a todos os presentes. No final, as mulheres e funcionárias da CSE foram surpreendidas pela declamação de um poema da autoria do jovem médico estagiário Nicolau Domingos (Pingo Milagroso)


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Entrevista

O MELHOR RECEPCIONISTA DA CSE

Na senda das entrevistas para cada edição neste nº temos o Sr. Mário Ivanilson de Oliveira Marques (MM), vamos conhecer o seu trabalho e a conquista do título de melhor recepcionista do ano de 2011. BI: Fale-nos um pouco da sua carreira como recepcionista e da sua inserção na CSE. MM: Ser recepcionista, em qualquer área da Clínica Sagrada Esperança, exige de nós muito tacto, em função também dos permanentes contactos que temos com os nossos utentes, sendo estes contactos muitas vezes de índole negativa. Daí que todo cuidado seja pouco quando somos abordados por um cliente, pois muitas vezes o tom de voz que utilizamos para nos comunicarmos com eles, só por si, pode ser mal interpretado e originar uma situação de discussão, cuja solução se pode tornar muito difícil. Em suma, ser recepcionista é ter uma formação básica na área, é ter ética, deontologia profissional, profissionalismo e, acima de tudo, criar um grande elo de empatia. A minha inserção na CSE deu-se em 2006, depois de uma prova de admissão que fiz com sucesso e fui dado como apta. Estou feliz por fazer parte desta equipa de jovens com muitas ambições. BI: Descreva-nos como é trabalhar numa área tão complexa como o Banco de Urgência (BU) da CSE. MM: Como diz e muito bem, Banco de Urgência significa prioridade, dinamismo e eficácia. Esta sequência pode causar choque às pessoas que acorrem a esse serviço, pois aparecer primeiro pode, muitas vezes, não significar necessariamente ser atendido em primeiro lugar, devido à diferente gravidade de saúde dos doentes que solicitam os nossos serviços naquele momento. Como devem imaginar, este tipo de procedimento, normal numa urgência, não é bem acolhido por todos, o que tem causado muitas turbulências, uma vez que todos querem ser atendi-

dos em primeiro lugar. Felizmente, como profissionais que somos, não cedemos a tais comportamentos, antes pelo contrário, consciencializamos os doentes que existem prioridades, e que todos serão atendidos. Confesso que é um trabalho muito complicado, já que gerir seres humanos é extremamente difícil. BI: O que representa para si o título de “melhor recepcionista do ano de 2011”? MM: Foi com muita alegria que recebi a notícia de que era figura de destaque no ano de 2011, com a categoria de melhor recepcionista do ano. Não foi fácil para mim ter acesso a este prémio, pois exigiu muita dedicação e empenho no trabalho, o que me obrigou a abrir mão de muitas coisas, para não permitir que as minhas responsabilidades laborais chocassem com os meus assuntos particulares. Houve muito esforço da minha parte, uma vez que o meu objectivo foi sempre enaltecer o bom nome e a imagem da CSE. Porém, dou graças a Deus por terem prestado atenção ao meu desempenho.

BI: Sabemos que está a estudar Gestão de Empresas. Quais são os seus planos profissionais? Almeja a cadeira de Presidente do Conselho de Gerência (PCG) da CSE? MM: (Risos). Sonhar não é proibido… só o futuro dirá se serei ou não PCG da CSE um dia, mas em função do curso que estou a frequentar na faculdade (Gestão de Empresas), penso um dia gerir uma empresa e dessa forma dar o meu contributo para o desenvolvimento do País. Tenho plena consciência de que é uma tarefa muito difícil, que exige muita dedicação, empenho, assiduidade e conhecimento profundo das matérias mas, independentemente das dificuldades, vou esforçar-me. Não me importa se vou gerir uma empresa grande ou pequena, o que me interessa mesmo é estudar, aprender bem, para fazer melhor. Resta-nos congratularmo-nos com as intenções do nosso entrevistado, a quem desejamos as maiores felicidades pessoais e profissionais, agora e no futuro.


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Biografias

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MARTIN LUTHER KING

artin Luther King nasceu em Atlanta, nos Estados Unidos, a 15 de Janeiro de 1929 e foi assassinado no dia 4 de Abril de 1968 na cidade de Memphis. Filho de um pastor baptista e de uma professora, formou-se em Teologia, em 1951, no Seminário de Teologia de Crozer, tendo assumido, em 1954, na cidade de Montgomery, o cargo de pastor na Igreja Batista. Continuou a estudar e no ano seguinte doutorou-se em Filosofia na Universidade de Boston. Nasceu e cresceu, portanto, em plena época de segregacionismo, ainda mais vincado nos estados do sul. Nesse ano de 1955, uma mulher negra de nome Rosa Parks recusou-se a dar seu lugar num autocarro a uma branca e foi presa. Os líderes negros da cidade organizaram um boicote à utilização dos autocarros pelos negros, em sinal de protesto contra a segregação racial nos transportes, que durou 381 dias mas a discriminação em transportes públicos acabou por ser declarada ilegal. Martin Luther King foi um dos líderes dessa acção e viu-se atacado por segregacionistas que o ameaçavam e lhe assaltaram a casa várias vezes. O pastor baptista, que ainda não atingira os trinta anos, começou então a participar em movimentos que lutavam pelos direitos civis dos negros, como a Southern Christian Leadership Conference (Conferência de Liderança Cristã do Sul), sempre pregando a acção não-violenta, pois King era seguidor das ideias de desobediência civil não violenta defendidas por Mahtma Gandhi, cuja acção tinha conduzido à independência da Índia. Essa decisão viria a criar uma posição pública favorável em relação ao que os movimentos defendiam no caso dos direitos civis e foi fundamental para o seu debate nos Estados Unidos, principalmente a partir de 1960. King organizou várias marchas pacíficas mas a mais famosa foi a que organizou em Washington, em Março de 1963, em frente ao Memorial ao Presidente Lincoln, no qual participaram entre 200.000 a 250.00 pessoas, incluindo grande número de brancos. Foi aí que proferiu o seu célebre discurso “Eu te-

nho um sonho”. Diz-se que este discurso não foi escrito e que grande parte dele foi improvisado, mas tornou-se uma das mais belas páginas da luta pela Liberdade. Ainda hoje é possível ouvi-lo e a força da sua convicção não deixa de tocar quem o ouve. A Internet tornouse uma valiosa aliada do passado. As marchas pacíficas organizadas por King vieram a acabar com a segregação racial nos empregos, nas escolas, nos restaurantes e em outros direitos civis básicos e a conceder aos negros o direito ao voto, consagrados em leis nacionais.

em breve, em 1967, King verbaliza as suas dúvidas sobre as intenções dos americanos na guerra em duras críticas que lhe vão valer mais ódios dos segregacionistas radicais que nunca tinham aceitado as novas leis. Em 1968, Martin Luther King foi a Memphis para dar apoio a trabalhadores negros que lutavam pela igualdade salarial e no dia 3 de Abril, véspera do dia do protesto, na sede da Igreja de Deus em Cristo, proferiu um discurso a que chamou “Eu vejo a Terra Prometida”. De certo modo um sermão profético visto que, logo no dia seguinte, quando estava no terraço do

A sua acção valeu-lhe, em 1964, o Prémio Nobel da Paz, do qual foi o mais jovem premiado (tinha apenas 35 anos) e a mundialmente conhecida revista Time elegeu-o como o Homem do Ano de 1963. Um ano antes, em Novembro de 1963, John Kennedy, o presidente dos Estados Unidos que o recebera e lhe dera apoio tinha sido assassinado. O presidente que lhe sucedeu, Lyndon Johnson, permitiu e apoiou igualmente King e as suas marchas. Era, então, tempo de guerra no Vietnam e

hotel, foi baleado no pescoço a partir de um prédio vizinho. Ainda foi levado para o hospital mas morreria uma hora depois. Está sepultado no Centro Martin Luther King Jr., na sua cidade natal, Atlanta, no estado da Geórgia. James Earl Gray foi preso e confessou o crime mas, anos mais tarde viria a repudiar essa confissão. Em 1986, foi criado um feriado nacional nos Estados Unidos para homenagear Martin Luther King - sempre na terceira segunda-feira do mês de Janeiro, e em 1993, o feriado foi


10 Bole5m Informa5vo cumprido em todos os estados do país pela primeira vez. Algumas das frases que proferiu tornaram-se verdadeiras máximas da sua filosofia de Amor, como se pode ver pelas que transcrevemos a seguir. "Nós temos que combinar a dureza da serpente com a suavidade da pomba, uma mente dura e um coração terno." "Nada no mundo é mais perigoso que a ignorância sincera e a estupidez conscienciosa." "O Amor é a única força capaz de transformar um inimigo num amigo." "O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem carácter, dos sem

Abril de 2012 ética... O que me preocupa é o silêncio dos bons." “No final, não nos lembraremos das palavras dos nossos inimigos, mas do silêncio dos nossos amigos.” “Pouca coisa é necessária para transformar inteiramente uma vida: amor no coração e sorriso nos lábios.” “É melhor tentar e falhar, que preocupar-se e ver a vida passar.” "O ser humano deve desenvolver, para todos os seus conflitos, um método que rejeite a vingança, a agressão e a retaliação. A base para tal é o amor.” “Eu prefiro caminhar à chuva, a esconder-me em casa nos dias frios. “ “Se soubesse que o mundo se desintegraria amanhã, ainda assim planta-

Gira o Mundo

ria a minha macieira.” “O que me assusta não é a violência de poucos, mas a omissão de muitos.” “Aprendemos a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas não aprendemos a sensível arte de viver como irmãos.” “O que vale não é o quanto se vive...mas como se vive.” “Mesmo as noites totalmente sem estrelas podem anunciar a aurora de uma grande realização.” "Sonho com o dia em que a justiça correrá como água e a rectidão como um caudaloso rio." “O perdão é um catalisador que cria o ambiente necessário para uma nova partida, para um começar de novo.”.

ATENÇÃO A TODOS! VAMOS ACABAR COM ESTES NÚMEROS ARRASADORES!

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ngola tem a terceira maior taxa de sinistralidade rodoviária do mundo, encontrando-se apenas atrás da Serra Leoa e do Irão. Por todo o país, de acordo com as estatísticas da Direcção Nacional de Viação e Trânsito (DNVT), os acidentes constituem a segunda maior causa de morte. “Em 2012 só no primeiro trimestre, registaram-se já 14.844 acidentes que provocaram 3.593 mortos e deixaram feridas 14.226 pessoas.” Nunca é demais repetir: circule com precaução. Vigie as condições mecânicas do seu carro. Seja paciente. Cumpra as regras. Seja simpático e facilite a condução dos outros. Não beba antes de conduzir. Seja prudente. Não faça manobras perigosas. Conduza devagar, tenha em atenção o fluxo de tráfego, o tempo atmosférico, o estado da estrada. Seja cuidadoso: o seguro morreu de velho. E lembre sempre de que “vale mais perder um minuto de vida do que a vida num minuto”.


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CONSEQUÊNCIAS DA OBESIDADE

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obesidade, tema sobre o qual nos temos vindo a debruçar como tema de Saúde, tem consequências físicas e mentais a longo prazo para a população, além dos custos sociais que acarreta. Estas consequências, pesadas a todos os níveis, são de considerar mesmo durante a infância, assunto sobre o qual nos vamos debruçar no próximo número. Estudos múltiplos, feitos nas Universidades mais avançadas, dizemnos que a obesidade está ligada a uma maior probabilidade de se contrair várias doenças, hoje muito comuns por isso mesmo e de grande morbilidade. Consequências físicas da obesidade A obesidade é causa directa de várias doenças, a maior parte de alto risco. Vejamos como a obesidade afecta os vários aparelhos e sistemas do nosso corpo: Sistema cardiovascular – pode provocar hipertensão arterial, arteriosclerose, insuficiência cardíaca e síndromes coronários. Complicações metabólicas hiperlipidémia, alterações de tolerância à glicose e diabetes mellitus tipo 2 ; Aparelho respiratório - dispneia (dificuldade em respirar), fadiga, síndroma de insuficiência respiratória do obeso, apneia de sono e propicia a embolia pulmonar; Aparelho gastrintestinal - esteatose hepática, (fígado gordo), litíase vesicular (formação de pequenos cálculos na vesícula) e cancro do cólon; Aparelho genito-urinário e reprodutor - infertilidade e amenorreia (ausência anormal da menstruação), incontinência urinária, hiperplasia e cancro do endométrio, cancro da mama, cancro da próstata, hipogonadismo hipotalâmico (termo médico para um defeito no sistema reprodutor que resulta na diminuição da função das gónadas (ovários ou testículos) e hirsutismo (crescimento de pêlos, na mulher, em áreas características de distribuição masculina, ex. Face); Alterações de outros aparelhos - os-

teartroses, insuficiência venosa crónica (predispõe para o aparecimento de varizes e/ou o seu agravamento), desgaste articular precoce das articulações de carga dos membros inferiores e da coluna vertebral, aumenta o risco anestésico, propicia o aparecimento de hérnias e a quedas. Outras doenças ligadas à obesidade: Pancreatite; Síndrome de Hipoventilação; Miocardiopatia; Arritmias; Arteriosclerose; Depressão; Incontinência Urinária, etc. Está igualmente provado que o aparecimento de certos tipos de cancro é mais frequente entre os obesos: colo-rectal e da próstata no homem e cancro da mama, do endométrio, dos ovários e das vias biliares nas mulheres.

Falemos agora de algumas consequências da obesidade com mais pormenor: Inúmeros estudos indicam que a maioria dos hipertensos apresenta excesso de peso e muitos estudos clínicos mostram que a perda de peso é uma medida eficaz para controlar a hipertensão. Sabe-se que 90% dos obesos tem pelo menos uma comorbidade e que 30% deles tem três ou mais comorbidades. E mesmo consequências que, à primeira vista, possam parecer menos graves, o são, de facto: os distúrbios de sono do obeso causam acidentes de automóveis com uma frequência 7 ve-

zes maior que entre motoristas não obesos. Os distúrbios do sono são muitas vezes causados pela apneia do sono. Esta é causada pela obstrução parcial ou total das vias aéreas, apesar do esforço respiratório feito pelo obeso. Ele costuma ressonar muito, e acorda com a sensação de estar sufocado. Como respira mal, o seu sangue não fica suficientemente oxigenado (hipoxia). Por dormir mal durante a noite, é comum sofrer de sonolência diurna, o que causa mau-humor e irritação. A nível pessoal, o obeso sofre geralmente de depressão e de baixa auto-estima, em resultado da discriminação educativa, social e laboral de que geralmente é alvo ou assim se considera. Estas são as razões que geralmente o levam a um certo isolamento social, o que agrava a forma negativa como se vê. Um obeso, pelas razões já expostas, está muito mais sujeito a doenças, o que vai interferir no seu trabalho. Ele é geralmente menos produtivo, até porque a doença o obriga a um certo nível de absentismo laboral. As doenças do obeso têm um alto custo social e económico. Pensemos no custo das horas de trabalho não realizado mas, especialmente, nos custos em termos de Saúde: os obesos exigem muitos mais cuidados (medicação, exames complementares de diagnóstico, internamento, investigação científica, etc.). Por todas as razões apresentadas e sem, de maneira alguma, querermos advogar a magreza como critério de beleza, noção muito em moda há alguns anos para cá (e que, por seu lado, tantos transtornos causa na saúde de muitos, especialmente jovens mulheres), é do interesse de todos e de cada um, como indivíduo e como cidadão, alimentarse de forma criteriosa de forma a evitar a obesidade. Mais gostaríamos de chamar a atenção para a necessidade de a tratar com acompanhamento médico. Sempre. Recorrer a dietas sem critério, a medicação, natural ou de laboratório, por decisão própria é abrir caminho para novos problemas.


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Bole5m Informa5vo Ficha Técnica

Esmael Tomás Aida Dias dos Santos Marta Leal Hipólito Calulu Lucinda Catalão

Redactora-Revisora Maria do Carmo Cruz

Abril de 2012

A Nossa Clínica

A Saúde é o bem mais precioso Cuidar dela é a nossa razão de ser A Clínica Sagrada Esperança é uma ins5tuição de serviço público, dotada de personalidade jurídica, com autonomia administra5va, financeira e patrimonial, com fins nãolucra5vos. Tem a sua sede em Luanda e está localizada na Ilha de Luanda, Avenida Mortala Mohamed. Inaugurada em 1991, foi premiada em Abril de 2005 com a Medalha de Ouro da Founda5on for Excellence and Business Pra5ce, situada em Genebra, Suíça.

MISSÃO

Prestar cuidados de saúde diferenciados em regime de ambulatório e internamento, com qualidade, em tempo ú5l, na perspec5va de eficiência e eficácia, promovendo a melhoria con6nua das prestações de cuidados, o aperfeiçoamento profissional e a sa5sfação dos seus colaboradores. Par5cipar no ensino e formação de quadros superiores, designadamente no ensino pré e pós-graduado de médicos e enfermeiros, na formação de farmacêu5cos e bioquímicos, quadros médios técnicos de saúde, em regime de estágios, em colaboração com as en5dades públicas e privadas de educação em saúde, bem como na formação de quadros de higienização, de serviços gerais e de logís5ca. Desenvolver acções de inves5gação clínica quer na área de saúde pública quer na área hospitalar

VISÃO

A Clínica Sagrada Esperança pretende ser, cada vez mais e de forma gradual e segura, uma verdadeira, justa e adequada referência na prestação de serviços de saúde em Angola, visando: a sa5sfação dos clientes, o desempenho interno enquanto ins5tuição de saúde, a qualidade dos cuidados prestados, o envolvimento dos funcionários, a responsabilidade social. Poema: TE VI ALI ...

Te vi ali... Onde a gente marcava Nossos encontros, feitos desencontros E nunca te encontrava! Te vi ali... Onde mesmo presente, te fazias ausente E minha alma quente e arrepiante Se desfazia, ardentemente... Te vi ali... Naquele lugar, onde costumavas gemer Fazendo-me tremer De tão doce ou amargo prazer E somente você para ver; Te vi ali...

Onde, minha sede saciaste Com o amor que Nos meus aprazíveis lábios associaste; Sempre os reclamaste Mas jamais os lembraste. Vimo-nos ali... Onde, tu e eu queríamos lá estar Sem ninguém para a vela segurar E nem para nos atrapalhar Sem ninguém para nos separar Hoje, ao meu lado e eternamente Te vejo aqui, pertinho de mim E da minha mente Para sempre e sempre... Te vi Ali... Pingo Milagroso

Feliz Aniversário

É o que a equipa do Bole5m Informa5vo da Clínica Sagrada Esperança deseja a todos os aniversariantes deste mês, trabalhadores e utentes. Saúde e Fartura no seu dia!

PARABENS!

CSE | Boletim Informativo N.º 20 | Abril 2012  

Visite-nos em www.cse-ao.com

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