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Boletim Informativo Pontos de especial interesse:

Volume 1I, Edição 3, Número 10

Agosto de 2010

Editorial Escolas novas, modernas, bem equipadas (Pag.3) A “Sagrada Esperança” mais perto do futuro (Pag.4) Relatório do trabalho desenvolvido pelo GEIP, 1º semestre de 2010 (Pags.8 e 9)

Nesta edição: Entrevista D.Ana

com

a 2

Conselho de Direcção 2 Alargado A ONU, a OMS e a 5 Segurança rodoviária Agradecimento a 5 NAMKWANG INTERNACIONAL Selecção de enfermei- 9 ros para estágio em Neonatologia Aniversariantes do mês 10 e 11 Passatempo

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Destaques para o pró- 11 ximo número Responsáveis por este 11 número Missão e Visão

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A não esquecer este 12 Mês

Chegou mais um momento em que os sócios da Clínica Sagrada Esperança, (a Endiama, empresa sóciomaioritária, a Enditrade, a Endiama Pesquisa e Produção, a Sodiam e a Fundação Brilhante), vão analisar o relatório e contas da CSE-2009, documento que reflecte em termos monetários o desempenho da instituição ao longo do ano transacto e que, em última instância, traduz a saúde económica e financeira do nosso local de trabalho. A essa reunião a Direcção da Clínica fez chegar, para a devida análise, melhoria e eventual aprovação, outra documentação-base, aonde é revista a nossa missão, visão, princípios, objectivos, estratégias de desenvolvimento, metas e algumas das principais actividades previstas e a realizar até 2015. Esse documento reflecte essencialmente as conclusões e o resultado das opiniões e propostas das muitas reuniões mensais de balanço, assim como o resultado das recomendações das reuniões anuais dos distintos serviços. Os temas desse documento funcionarão, assim, como algumas das linhas mestras de trabalho, orientadoras, para que, no biénio 20102011, tenhamos todos nós a nossa rota de trabalho devidamente traçada. Não podemos deixar de reflectir que esse documento está em permanente estudo e avaliação para que, de novo, seja melhorado e enriquecido a cada nível da CSE, nos encontros de Novembro e Dezembro de cada ano. A CSE tem vindo a ter, ao longo dos anos, uma evolução e responsabilidades crescentes perante os seus accionistas, doentes, clientes, fornecedores, trabalhadores, colaboradores e parceiros. Por essa razão, a instituição tem, de forma regular e permanente, de se actualizar e adaptar a sua documentação básica, para que possa estar preparada, a cada momento, de forma inovadora e

criativa, para responder aos desafios que lhe são colocados. Nesse sentido e de igual modo fizemos chegar à Reunião de Sócios propostas actualizadas do Estatuto Orgânico da CSE, respectivo Quadro Orgânico e Regulamento Geral da Instituição. Estes documentos, depois de discutidos e aprovados, serão, até certo ponto, a espinha dorsal da organização da Clínica até 2014. Estamos, assim, convencidos de que no fim da Assembleia de Sócios a instituição ficará com a sua base de funcionamento mais fortalecida e apta para cumprir a sua missão. Como é do conhecimento geral, a Clínica Sagrada Esperança, Lda é uma empresa da Endiama, é de âmbito nacional, tem extensões e parcerias, não apenas em Luanda, mas também em Cabinda, Soyo, Benguela, Huambo, estando praticamente presente em todas as províncias do País. Neste momento apenas no Moxico não temos qualquer representante e, como seria de esperar, este crescimento tem obrigado a um esforço crescente do núcleo central de direcção. Assim, foi decidido propor a figura de vicepresidentes do Conselho de Gerência, o que foi aceite pela Endiama, estando, por isso, a Dra. Conceição Pitra a dar início, em regime de acumulação, às suas novas funções de Vice-presidente do Conselho de Gerência para a área Clínica. Estamos conscientes da particular atenção que deverá ser dada, no sentido de se garantir a perfeita sincronização com as direcções Clínica e de Enfermagem, com o Gabinete de extensões e parcerias, assim como com a chefia do internamento e chefias dos distintos serviços, para que, progressivamente, as acções operativas sejam resolvidas pela Vice-presidente e as acções normativas e de funcionamento das comissões sejam dirigidas pelo Director Clínico.

Sabemos que esta decisão será mais um desafio, mas pensamos que a experiência, o bom senso e o espírito de missão das pessoas envolvidas irão progressivamente fazer ultrapassar as dificuldades que nos vão aparecer e clarificar as zonas cinzentas que, momento a momento, se nos vão apresentar, para que, a médio prazo, as nossas actividades se reflictam de forma positiva no tratamento dos nossos doentes. A Clínica, tal como temos referido ao longo dos meses, tem vivido e enfrentado muitos desafios e, para lhes dar resposta, o investimento em novas capacidades humanas tem sido sempre uma prioridade. É assim que podemos anunciar o envolvimento recente na Família Endiama de um novo grupo de vinte jovens Médicos, os quais, com o apoio de outros com mais anos de experiência, seguramente, nos próximos anos, saberão dar continuidade e melhorar ao actual trabalho, da melhor forma. A eles e aqui, o nosso agradecimento por terem acreditado no projecto Sagrada Esperança. Por último e para terminar, aqui fica a nossa saudação à publicação do terceiro número da nossa revista. Como é referido por muitos autores, as Instituições só se desenvolvem se forem capazes de produzir autonomamente Conhecimento. Nós ainda produzimos muito pouco, mas acreditamos na equipa que vai continuar a trabalhar e vai certamente encontrar, ao longo do tempo, novos parceiros, novos produtores de Conhecimento. Aos colegas e autores, que de uma ou outra forma já nos têm remetido os seus trabalhos, queremos afirmar que muito nos honra a sua confiança. Obrigado Agosto de 2010 A Direcção da CSE


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ENTREVISTA COM A FUNCIONÁRIA DA LAVANDARIA MAIS ANTIGA DA CSE, A SENHORA DONA ANA CUSTÓDIO MATIAS CASTRO ço que congregasse essa actividade, fruto do grande volume de roupas que tínhamos, em função do aumento da procura por parte dos clientes da CSE. O primeiro espaço que nos foi adjudicado foi o armazém dos medicamentos que, foi apetrechado com duas máquinas de lavar duas de secar, uma de engomar etc.

Boletim Informativo (BI) - Como foi a sua inserção nos quadros da Clínica Sagrada Esperança (CSE)? Ana Castro (AC) - Assim que terminei a minha formação como telefonista, comecei a trabalhar no PBX da Embaixada da Nigéria, em Luanda. Findo o meu contrato com a embaixada, fiquei em casa alguns anos, até que um belo dia, em conversa com a senhora Piquinita, que na altura trabalhava no centro infantil da Endiama, manifestei o meu interesse em trabalhar com ela que, prontamente atendeu o meu pedido e me levou ao senhor Joaquim Reforço, então chefe dos serviços gerais que, por sua vez, me apresentou ao senhor Carlos Tinoco, chefe da lavandaria. Este último admitiu-me na sua área, pelo que, no dia 11 de Outubro de 1991 comecei a trabalhar na CSE. BI - Acompanhou o crescimento da lavandaria; podia dizer-nos como era a lavandaria naquela altura? AC - Para dizer a verdade, naquela altura a CSE não tinha lavandaria própria. A roupa era lavada no hotel Tivoli e na lavandaria da Sonangol (chamada ESTA). A lavandaria apareceu quando o Dr. Rui Pinto viu a necessidade de se criar um espa-

BI - Sendo este trabalho de extrema importância e responsabilidade para a saúde de todos que fazem parte deste corpo que é a CSE, quais são as maiores dificuldades que vocês enfrentam diariamente? AC - Sinceramente falando, não é um trabalho fácil, porque requer de nós muita calma, paciência e discernimento, de forma a podermos conseguir separar as roupas das diversas áreas por ordem de prioridades: bloco operatório, internamentos (homens e mulheres), sala de parto, unidade de cuidados diferenciados, sala de recuperação, isolamento, pediatria, suites novas, banco de urgência, fisioterapia, trauma, consulta externas, radiologia, oftalmologia, estomatologia, laboratório, piso 2, casa de repouso, paliativos ,etc. Toda a roupa da clínica é lavada por nós. As dificuldades são enormes se atendermos ao facto de que as roupas devem ser lavadas diariamente e que um só doente pode utilizar em um só dia lençóis fronhas, colcha, toalhas de rosto e banho, cobertores, pijama, calça e camisa. Apenas para ter uma ideia, o bloco operatório utiliza diariamente muita roupa para os doentes e diversos campos para os procedimentos e a sua lavagem é a mais exigente, requerendo maior cuidado. O seu tempo de lavagem é de 1h e 30 minutos e podem, por vezes, ser lavadas duas vezes por dia. O nosso trabalho é de muito risco, tanto por trabalharmos com máquinas que funcionam com aquecimento em espaços relativamente pequenos, como por manipularmos roupas com muitos produtos orgânicos (fezes, sangue, vómitos, gordura, urina). O nosso trabalho começa por seleccioná-las, sempre com o adequado equipamento de protecção individual, e

posteriormente lavar, sem qualquer receio ou nojo, pois gostamos muito daquilo que fazemos. Não há dinheiro nenhum que chegue para compensar o esforço dispendido. Por isso é que eu digo, sem medo de errar, que nós somos grandes guerreiras e salvamos vidas com a lavagem das roupas. Hoje estamos a trabalhar com 18 funcionários, e precisamos de mais 6 funcionários, uma vez que o trabalho aumentou e temos dois colegas que brevemente irão para a reforma. BI - Ao longo da nossa conversa referiu que já estava cansada; qual é a sua opinião em relação à reforma? AC - Não tenho nenhuma oposição quanto à reforma, já é altura de deixar gente mais nova continuar com este trabalho. Ela é bem-vinda.

“… nós somos grandes guerreiras e salvamos vidas com a lavagem das roupas.”

A tratar dos uniformes da CSE

Conselho de Direcção Alargado na CSE Realizou-se, no passado dia 7 de Agosto, o VIIº Conselho de Direcção Alargado, onde mais uma vez foram abordadas as principais actividades realizadas por todos os Serviços da CSE, assim como as principais dificuldades e as actividades a desenvolver no corrente mês. Das recomendações da Direcção da CSE para todos os Chefes de área destacam-se os seguintes pontos: - As chefias devem sinalizar e premiar os seus colaboradores de destaque, assim como referenciar os funcionários menos cumpridores;

- Actualizar a avaliação de desempenho dos seus colaboradores; - Os Chefes de Área devem usar diariamente as check-list do serviço, de forma a não serem esquecidas todas as actividades diárias; - Deve ser esboçado o plano de necessidades 2011; - Deve ser garantida a prestação de serviços seguros e com qualidade, evitando ao máximo o desperdício; - Os Chefes devem estar atentos ao registo e comunicação das ocorrências em cada serviço, assim como registar todos os cuidados prestados ao doente;

- Os chefes devem informar todos os funcionários que quem não cumpriu na totalidade o esquema de vacinação da Hepatite B deve dirigir-se ao Centro Médico dos Trabalhadores; - E por último, o Grupo Dinamizador da Qualidade continua a trabalhar junto dos serviços e seus funcionários, esperando a participação e colaboração de todos. Aproveitou-se ainda o momento e a presença de todos os Chefes de Área para a apresentação formal da Vice- Presidente para a Área Clínica da CSE – Dra. Conceição Pitra.


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ESCOLAS NOVAS, MODERNAS, BEM EQUIPADAS A CSE tem necessidade de aumentar as suas instalações com o objectivo de responder a maiores necessidades dos seus clientes (mais conforto espacial, mais oferta de especialidades, maior leque de exames complementares de diagnóstico, mais espaço para internamento). Para atingir esses objectivos a CSE recorreu ao espaço onde funciona a escola do estado e, após acordos firmados com o Governo da Província e da Educação, foi autorizada a construir no referido espaço com a condição de construir e equipar duas escolas (uma primária, no recinto da escola já existente junto à Marinha e outra secundária no recinto do Jardim Zoológico). A CSE concluiu a Escola Primária 3010 junto à Marinha de Guerra, com 4 salas de aula, 2 gabinetes, instalações sanitárias para os dois sexos e uma quadra polivalente onde os petizes poderão libertar toda a energia que carregam consigo. Ainda enquadrado neste programa está em curso a construção da Escola Secundária 3029 que apresenta uma área de implementação de aproximadamente 4280 m² . Baseia-se na construção de um edifício principal com dois pisos que alberga todo o programa lectivo da escola, acrescido de um corpo anexo que integra a biblioteca. O acesso apresenta três entradas distintas: uma entrada princi-

Em construção, a Escola Primária 3010, junto à Marinha de Guerra

Sala de aulas da Escola Primária 3010

pal, uma entrada junto a secretaria e uma entrada que dá acesso ao campo polivalente. O edifício principal é composto por 4 salas de aula e 1 laboratório de Informática para 36 alunos cada. Laboratórios de Química, Biologia e Física para 18 alunos cada, secretaria com arquivo e instalação sanitária, balneário feminino, masculino e para deficientes motores, posto médico, cantina e portaria. O edifício anexo integra a biblioteca, 1 gabinete, sala de cópias e sanitário de apoio. O acesso ao piso de cima é feito através de uma escada central e uma rampa exterior. Comporta 7 salas de aula e uma sala de desenho para 36 alunos cada e 2 gabinetes duplos, área administrativa com gabinete do director geral, 2 gabinetes de directores adjuntos, secretariado, arquivo, sala de professores com copa e sanitários, serviços de apoio com gabinete do contínuo, arrecadação de material didáctico, arrecadação de limpeza e instalações sanitárias para alunos. Nos espaços exteriores, um campo polivalente, zonas verdes com percursos e espaços de permanência. Aos futuros usufrutuários destas novas estruturas ligadas ao Ensino, Alunos, Professores e restantes funcionários, a CSE deseja as maiores felicidades.

Escola Primária 3010 junto à Marinha de Guerra concluída

Em construção, a Escola Secundária 3029, no recinto do J. Zoológico


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A “Sagrada Esperança” mais perto do futuro… pense que é a Criança que deve estar à frente. “A Criança primeiro, sempre!” tem de ser lema de presença permanente no espírito de quem tem por profissão tratá-las na doença ou delas cuidar para que não adoeçam.

Quem, como nós, tem acompanhado o percurso da Clínica Sagrada Esperança, pode testemunhar que tem havido um acentuado progresso na qualidade da assistência que aqui é prestada. Tal melhoria deve-se ao dinamismo e empenho de quantos aqui trabalham, desde aqueles a quem cabe a tarefa de bem administrar os meios colocados à sua disposição, até àqueles a quem cabem as tarefas mais modestas, passando pelos que cuidam dos doentes ou dos que zelam pela segurança e limpeza dos nossos espaços. A Clínica Sagrada Esperança é hoje um hospital em que os seus utentes podem confiar e onde há as condições necessárias e suficientes para o adequado tratamento daqueles que nos batem à porta para resolverem os seus problemas de saúde. Mas, na área da Saúde, há sempre objectivos que se vão alcançando conforme se vai caminhando para o futuro, que se vai afastando de nós como um horizonte de que nos aproximamos sem jamais o alcançarmos. Podemos, porém, afirmar que, para a generalidade das especialidades médicocirúrgicas, o trabalho que produzimos ombreia com o que de melhor se faz em qualquer lado. Podemos ir mais longe, aproximando-nos cada vez mais do futuro? Certamente. Podemos fazer melhor, caminhando para a excelência? Seguramente. Como Médico Pediatra é natural que

Quando, há quatro anos, o Dr. Rui Pinto me lançou o desafio de criar na Clínica condições para ser prestada assistência a crianças que carecessem de cuidados intensivos, eu pensei que podia ser útil a minha experiência de quase trinta anos a tratar, no Instituto de Oncologia do Porto (Portugal), crianças em permanente risco de vida. Mas, sendo o cancro uma doença rara e, sendo bem mais elevado risco de morte por prematuridade, a primeira prioridade seria a de criar na Clínica Sagrada Esperança as condições para que recém-nascidos prematuros (todos os que nascem com menos de 37 semanas de gestação) tivessem condições para sobreviver em Angola iguais às que têm as que nascem na África do Sul, nos EUA ou Europa. Encarei o desafio como um objectivo possível e o horizonte como meta a alcançar. E cá estamos! Porque desígnios difíceis raramente se podem alcançar sem apoios e, em Medicina, nada de inovador pode ser feito por uma só pessoa constituí uma pequena equipa que, com o apoio do Conselho de Administração desta Casa, pudesse contribuir para – com a

sua experiência na área muito especializada da Neonatologia - levar a bom termo a “empreitada”. Traçaram-se planos, desde os arquitectónicos até aos operacionais para que a obra se realizasse. Papel fundamental no processo teve a Drª Maria Agostinha Souto (quase angolana pelo nascimento, angolana pelo amor a esta terra), Directora do Serviço de Neonatologia do Hospital Pedro Hispano (MatosinhosPortugal) e também a Enfª Cristina Maria Carvalho, especialista no mesmo Serviço. A elas coube a maior parte da função de formar o pessoal de Enfermagem necessário ao funcionamento daquele Serviço. Algumas dessas enfermeiras (das que obtiveram as melhores classificações) vão fazer um estágio profissional no Serviço de Neonatologia do Hospital Pedro Hispano. Por outro lado, há na Cínica Sagrada Esperança Médicos Pediatras com competência mais do que suficiente para que o novo Serviço de Cuidados Intensivos Pediátricos funcione com pleno aproveitamento das potencialidades criadas. De qualquer modo, “a Criança Primeiro, sempre!”. Por Dr. B.P. Sodré Borges, Médico Pediatra


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A ONU, a OMS e a Segurança Rodoviária Os acidentes de viação são já uma das mais importantes causas de morte em todo o Mundo. A essas mortes junta-se ainda milhões de pessoas que ficam incapacitadas para levar uma vida normal. Este fenómeno social está presente em todos os países e cada um de nós bem sabe como é também uma realidade no nosso país. Não admira, pois, que a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) tenha proclamado a “Década da Segurança Rodoviária, de 2011 a 2020” ), com o objectivo de reduzir o número de mortos e feridos em acidentes rodoviários, a nível mundial. A Organização Mundial de Saúde congratulou-se com esta resolução, pela voz do seu sub-director geral, Ala Alwan, que afirmou ter esperança em que as medidas a adoptar venham a reduzir substancialmente os números de baixas, que, a não serem combatidas, se tornariam na quinta causa de morte por volta de 2030. Esta problemática tem vindo a merecer um grande interesse por parte das autoridades governamentais e surge na sequência da primeira Conferência Ministerial Mundial sobre Segurança Rodoviária, organizada pelo Governo da Federação Russa em Novembro de 2009. Os estados-membros da ONU comprometem-se a criar legislações e a levar a cabo iniciativas que contribuam para ema efectiva segurança rodoviária: leis que sancionem pesadamente a condução em estado de

embriaguez, que promovam o uso do cinto de segurança, uso de cadeiras próprias para o transporte de crianças, melhoria das vias, acções pedagógicas junto dos condutores, fiscalização das condições dos veículos, etc. Todos sabemos também que nenhuma lei por si só atinge os fins para que foi criada. Por isso é obrigação de todos e de cada um cumprir, desde já, as mais elementares regras: - Verifique regularmente as condições do seu veículo; - Cumpra as regras de trânsito e conduza sempre com civismo; - Respeite os limites de velocidade; - Use cinto de segurança; - Conduza tendo em conta as condições da via, o fluxo do tráfego e o tempo atmosférico; - Não conduza depois de ter bebido bebidas alcoólicas; - Não conduza depois de refeições muito pesadas; - Não conduza se estiver cansado(a); - Conte com o que os outros possam fazer; - Não se enerve nem discuta; - Seja simpático(a) e não recuse dar passagem a outro condutor sempre que haja condições. Enfim, lembre-se da velha sentença: “Vale mais perder um minuto na vida do que a vida num minuto!”

Agradecimento à NAMKWANG no âmbito das Campanhas de Doação de Sangue da CSE No âmbito das Campanhas de Doação Voluntária de Sangue organizadas pelo Banco de Sangue e Serviço Social da CSE, a NAMKWANG INTERNATIONAL disponibilizou-se para mobilizar os seus funcionários e enviou, até ao momento, 24 dos seus trabalhadores a doarem sangue na Clínica Sagrada Esperança. É com grande respeito que agradecemos à NAMKWANG INTERNATIONAL pela disponibilidade, pelo seu sentido de responsabilidade social e solidariedade dos seus funcionários!


Relatório do trabalho desenvolvido O GEIP - Grupo de Enfermeiros para a Implementação dos Projectos - é constituído por 13 enfermeiros que, em grupos de 2 e 3, têm a responsabilidade de fazer a Formação em serviço aos enfermeiros dos Serviços (1 a 2 por grupo) que lhes são atribuídos. O GEIP é coordenado pelo Centro de Formação da CSE que, por sua vez, faz a ligação ao Grupo Dinamizador da Qualidade. O GEIP tem, no momento, uma Coordenadora e uma adjunta, que são, respectivamente, Enf. Paula Coelho e Enf. Beleza Virgílio Projectos de Formação, Serviços e Metodologia Em Dezembro do ano transacto e sob o lema “Qualidade em Acção”, o GEIP fez o planeamento para a Formação no primeiro semestre de 2010, definiu os projectos a implementar e seleccionou os Serviços que seriam os alvos dessa Formação. Assim, foi considerado prioritário pôr em prática a Formação nas seguintes áreas de 1) Identificação correcta dos doentes; 2) Avaliação da Dor – 5º sinal vital; 3) Segurança do Doente Cirúrgico – check-list do BO; 4) Redução da infecção nosocomial – lavagem das mãos; 5) Redução das quedas dos doentes; 6) Certificação da higiene dos serviços; 7) Melhoria e segurança da medicação; e 8) Melhoria da comunicação. Em Janeiro e Fevereiro foram implementados os projectos seleccionados, com 94 horas de Formação, para 423 participações de enfermeiros pertencentes aos serviços que aderiram e que foram: Internamento, Obstetrícia, UCD, Pediatria, Suites Novas/Isolamentos, Atendimento Permanente, Suites Piso 2, Casa de Repouso e Cuidados Paliativos. No 2º trimestre, foi dada Formação num total de 130 horas (um aumento de 36h relativamente ao trimestre anterior) com 531 participações, destinadas aos mesmos serviços e tendo como programa o reforço da implementação dos projectos iniciados no trimestre anterior.

Metodologia da Implementação da Formação O GEIP definiu algumas estratégias, apresentadas em reuniões com os Formadores, no sentido de uniformizar toda a formação que iria ser ministrada: - Situar o momento de formação, sempre que possível, na passagem de turno; - Envolver os chefes e subchefes de cada serviço, que devem ser os primeiros a receber a formação; - Formação em cadeia – solicitar aos enfermeiros que receberem formação que transmitam e partilhem os novos conhecimentos aos colegas; - Realizar formação individualizada sempre que algum enfermeiro a solicite e/ou se verifiquem dificuldades persistentes; - Comunicar ao Chefe de Serviço as resistências na implementação; - Comunicar ao Chefe de Serviço a necessidades de materiais para a implementação de projectos (por ex. folhas de registo); - Analisar periodicamente os processos clínicos para averiguar o grau de implementação de alguns projectos. Nível de participação A participação foi apresentada em gráficos, onde ressalta que o serviço de Suites/Isolamentos foi o que teve uma média de participação mais elevada nos dois períodos de formação. Todos os enfermeiros deste serviço receberam formação. No 2º trimestre o Serviço de Pediatria também sobressaiu em participações. No entanto, há Serviços em que, além de a participação ter sido menor, há mesmo casos em que nenhum enfermeiro recebeu formação nestes projectos. Tal ficou a dever-se a motivos vários, como: férias, doença, repouso pré e pós-parto Avaliação da implementação A implementação dos projectos avaliada em reuniões semanais onde foi analisado o grau de adesão, as dificuldades sentidas e foram dadas orientações. Utilizou-se também a supervisão da coordenação, através de visitas quinzenais aos serviços, em reuniões com alguns chefes de servi-


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pelos enfermeiros do GEIP no 1º semestre de 2010 ço, reforço do ensino disponibilizado pela Coordenadora e Adjunta e, finalmente, pela aplicação de testes de avaliação aos formandos. No fim da implementação dos quatro primeiros projectos foi aplicado um teste, com 10 questões de escolha múltipla e 10 questões de verdadeiro/falso, tendo sido realizados 139 testes num universo de 205 enfermeiros, o que corresponde a 68% de participação. Foi possível determinar que a maior resistência à realização do teste foi sentida nos serviços de Atendimento Permanente e na UCD.

claramente positivo do reforço realizado. É, contudo, necessário continuar a consolidar o trabalho para diminuir as não conformidades.

Auditoria aos Serviços Foi realizada uma auditoria aos Serviços, no final do 1º trimestre, com base numa grelha elaborada pela empresa de consultores do programa “Melhoria da Qualidade”. Esta auditoria foi efectuada pela Coordenadora e Adjunta do GEIP, sempre que possível com acompanhamento dos formadores responsáveis. Apenas dois serviços obtiveram um resultado global inferior a 50%. A 2ª auditoria foi realizada nos mesmos moldes, na semana de 24 de Abril a 4 de Maio e verificouse um aumento de 17 pontos percentuais, isto é, um feedback

- Teresa Manuel, enfermeira do Atendimento Permanente

Formadores do GEIP - Manuel Tinta, enfermeiro do Internamento - Luísa Bravo, enfermeira da UCD Hugo Sousa, enfermeiro supervisor - Alcina Armando, enfermeira das Suites Novas/Isolamentos - Belchior Alexandre, enfermeiro da Pediatria - Roygue Alfredo, enfermeiro do Atendimento Permanente

- Luzia Ribeiro, enfermeira Técnica Jorge Valente, enfermeiro do Atendimento Permanente - Samba Nymi, enfermeira da Casa de Repouso - Isidoro Francisco, enfermeiro dos Paliativos - Êvena Martins, enfermeira do Call Center

Selecção de Enfermeiros para estágio em Cuidados Intensivos Neonatais, em Portugal Esteve a decorrer o processo de selecção de seis Enfermeiros para a realização de um estágio em Cuidados Intensivos Neonatais, que terá lugar num hospital português. O Regulamento da selecção encontra-se afixado na Clínica e pode ser consultado e explicado no Centro de Formação. Trata-se de um estágio capaz de proporcionar uma enorme mais-valia aos que o realizarem, dada a complexidade e importância destes cuidados para crianças que nascem prematuras ou que exigem cuidados muito especiais após o nascimento, situações cada vez mais frequentes.

Serão seleccionados seis Enfermeiros que frequentarão o estágio em grupos de dois, em Portugal, em três períodos: 1º Grupo – Outubro a Dezembro 2010 2º Grupo – Janeiro a Março 2011 3º Grupo - Maio a Julho de 2011. A CSE tem vindo a oferecer Cursos de Aperfeiçoamento em Enfermagem Pediátrica, como preparação para esta especialização, tendo o último curso tido lugar entre 26 de Abril e 7 de Maio de 2010. De acordo com o Regulamento, terão preferência para a frequência do estágio precisamente os Enfermeiros que participaram do referido curso de aperfeiçoamento.

Outras exigências mínimas para os interessados se poderem candidatar são a disponibilidade para a deslocação e estadia em Portugal durante os períodos definidos e o compromisso de exercer a profissão na CSE, no mínimo, até 2014. Aconselha-se os interessados a consultarem o Regulamento de Selecção (condições e critérios de selecção) e a esclarecerem quaisquer dúvidas que possam surgir. Vivemos numa época em que nunca podemos parar de aprender mais, de nos aperfeiçoarmos, de nos reciclarmos. Esta é, pois, uma oportunidade a não perder. Aceite este desafio!


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Parabéns a você!!! (Aniversariantes do mês de Agosto) AUGUSTO VENTURA GERMANO

1-AGO

AUXILIAR DE HIGIENIZAÇÃO

GUIOMAR PEREIRA S. CASTELO BRANCO

6-AGO

SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS

DOMINGAS PACIENCIA DUARTE ALBERTO

1-AGO

CENTRO MED.LUANDA SUL

AFONSO LEAO

7-AGO

FISIOTERAPIA

EMILIA CELMIRA MIGUEL CAMBANZE

1-AGO

AUXILIAR DE HIGIENIZAÇÃO

CHILA ELBINA CASIMIRO FILIPE

7-AGO

TELEFONE

ISABEL CORREIA VIANA COHEN

1-AGO

CONSULTA EXTERNA

CHORNECAS AFONSO MUAKO

7-AGO

SERVIÇOS DE OFTALMOLOGIA

JOSE MANUEL LUCAS

1-AGO

SERVICOS DE MANUTENCAO

DINIS JELSON SANGUEVE

7-AGO

SERVICOS DE MANUTENCAO

ANABELA COELHO

2-AGO

ALOJAMENTOS(PARQUE)

GINGA CORREIA VICTOR VIEIRA DE OLIM

7-AGO

AUXILIAR DE HIGIENIZAÇÃO

DANIEL DOMINGOS CAPOCO

2-AGO

CSE- IHS - SOS - INTERNACIONAL

MATEUS SALOMAO PIERE BEZERRA

7-AGO

REFEITÓRIO

ERNESTO ANGELINO

2-AGO

TRANSPORTES

AVELINO SACHIPONGUE ALBINO

8-AGO

TRANSPORTES

LEMBA GONÇALVES CAMOSSO

2-AGO

RECEPCÕES

GELSON JOSE CORREIA CABAÇA

8-AGO

FARMACIA

MANUEL VIEIRA

2-AGO

REFEITÓRIO

LUIS VICATO MUHUNGU CAMATI

8-AGO

AUXILIAR DE HIGIENIZAÇÃO

MARIA DE FATIMA JOAO PURGANTE

2-AGO

CENTRO MED.LUANDA SUL

RODRIGO FANCISCO ISSENGUELE

8-AGO

RX – IMAGIOLOGIA

AURORA SAMUEL NIMI

3-AGO

AUXILIAR DE HIGIENIZAÇÃO

SARA SIMAO RUFINO

8-AGO

RECEPCÕES

CARLA DA CONCEIÇÃO ADRIANO

3-AGO

U.C.D

VICTOR JOAO ANTONIO

8-AGO

RX – IMAGIOLOGIA

HELENA DA CONCEIÇAO G.G. VIEIRA

3-AGO

ESTOMATOLOGIA

AVELINO MORAIS KIRIRI

9-AGO

BLOCO OPERATORIO

MANUEL GONGA

3-AGO

U.C.D

CARLA MARISA M. NETO MUHONGO

9-AGO

FISIOTERAPIA

MARIO ALEXANDRE D.P. ALMEIDA

3-AGO

CALL CENTER

CORDEIRO DOS SANTOS DAVID ANDRE

9-AGO

CALL CENTER

NEVES SUMBE

3-AGO

CENTRO MED.LUANDA SUL

GRACIETH CUNHA DA PIEDADE

9-AGO

RX – IMAGIOLOGIA

TERESA FRAGOSO TRINDADE

3-AGO

INTERNAMENTO

HENRIQUES SACATUMBO PAULINO

9-AGO

CENTRO MED.LUANDA SUL

AFONSO DIAWAKANA WETE

4-AGO

CONSULTA EXTERNA

PEDRO ISAAC CASSANJI

9-AGO

CENTRO MED.LUANDA SUL

ANALTINA DA CONCEIÇAO C. BIZERRA

4-AGO

ATEDIMENTO PERMANENTE

ABRAAO LUTUMBO Q. QUILUNGO

10-AGO

FILIPA AFONSO DOS SANTOS

4-AGO

AUXILIAR DE HIGIENIZAÇÃO

DAVID CARLOS CATOMBA

10-AGO

PROTESE DENTARIA

FRANCISCO PANZO PUMBA

10-AGO

INTERNAMENTO PEDIATRIA

JOAO JORGE VALENTIM

10-AGO

SERVICOS DE MANUTENCAO

MIGUEL RAMOS GUNZA

10-AGO

INCINERAÇÃO

NGUINAMAU NEZINGO

10-AGO

ATEDIMENTO PERMANENTE

ANTONICA GINGA DA SILVA

11-AGO

AUXILIAR DE HIGIENIZAÇÃO

ANTONIO FLORENTINO DA SILVA

11-AGO

INCINERAÇÃO

BERNARDA MIGUEL GASPAR FRANCISCO

11-AGO

RX – IMAGIOLOGIA

FERDINANDO DOSCALOS CUTASSI

11-AGO

INTERNAMENTO PEDIATRIA

DOMINGOS JOAO GOMES

12-AGO

CONSULTA EXTERNA

JOANA MANUEL JOÃO

4-AGO

BLOCO OPERATORIO

MARIA TERESA S. GONÇALVES NETO

4-AGO

CONSULTA EXTERNA

AGOSTINHO FERNANDO

5-AGO

REFEITÓRIO

CLAUDIO LAM MBALA

5-AGO

ESTUDANTE DE MEDICINA

HELENA PAULO ANSELMO

5-AGO

CASA DE REPOUSO

MARIA DELFINA

5-AGO

QUARTOS PALIATIVOS

CLAÚDIA REGINA L. AFONSO CUENDA

6-AGO

CONSULTA EXTERNA

CLAUDIO VILANÇA GUIMARAES

6-AGO

CONSULTA EXTERNA

FATIMA KAKULO JOAO TUMA

6-AGO

CONSULTA EXTERNA

RECEPCÕES

Denis A. Cortese (Clinica Mayo, 2000)

“Os melhores médicos e profissionais de saúde são em parte técnicos, em parte artistas. O técnico identifica o problema e vale-se da tecnologia para o solucionar. Graças a ele, os doentes podem beneficiar das imagens de tomografia computadorizada, das cirurgias minimamente invasivas e dos tratamentos precisos guiados por computador. A abordagem técnica tem se mostrado imensamente útil aos doentes, poupando muitas vidas. Além disso, é mensurável visível e quase reembolsável. Já o artista sabe perfeitamente quando os doentes carecem do sorriso afectuoso, de palavras reconfortantes, do abraço gentil. É ele quem os faz sentirem-se acolhidos, confortáveis, seguros, plenos de esperança. O artista percebe a ansiedade da mãe inexperiente e assegura que a febre do seu bebé não merece preocupação. O artista presta atenção ao frustrado desabafo do doente de meia-idade que fracassou em suas muitas tentativas para parar de fumar. O artista sabe quando não há mais nada que o técnico possa fazer, ajudando o doente e a família a enfrentar os derradeiros instantes. É pelo que faz o artista que me tornei um médico.”

Anedota O comprimido de Viagra Um jovem médico atende o seu próprio avô, que lhe faz uma série de perguntas sobre o Viagra. O médico responde-lhe a todas as dúvidas e diz-lhe também que o medicamento é caro, custando cerca de 1500 kwanzas cada comprimido. O avô explica-lhe que quer mesmo experimentar, pede-lhe um comprimido e diz-lhe que no dia seguinte lhe paga. No dia seguinte o avô volta ao consultório e entrega 5000 kwanzas ao neto. Diz-lhe o neto: - Mas, avô... Eu disse-lhe que cada comprimido custava 1500 kwanzas, não 5000… - Sim, sim. Mil e quinhentos kwanzas são meus, os outros 3500 foi a tua avó que mandou!

SUDOKU N.º9

NÍVEL: EVIL

Instruções básicas de sudoku O objectivo do jogo é completar os espaços em branco com algarismos de 1 a 9, de modo que cada número apareça apenas uma vez na linha, grade e coluna. Nenhum número pode ser repetido e todos os números de 1 a 9 devem estar presentes. SOLUÇÃO DO SUDOKU N.º8


Volume 1I, Edição 3, Número 10

Página 11

Parabéns a você!!! (Aniversariantes do mês de Agosto)- cont. ISRAEL JOAQUIM FRANCISCO

12-AGO

CENTRO MED.LUANDA SUL

MARINELA ALBINO MUSSUNDA

20-AGO

AUXILIAR DE HIGIENIZAÇÃO

MARIA FATIMA CLARA ALBERTO

12-AGO

ISOLAMENTO

INES ALBUQUERQUE MARTINS PASSARINHO

21-AGO

FIKCIT - CENTRO MEDICO – CSE

QUITONDO BRINCO

12-AGO

AUXILIAR DE HIGIENIZAÇÃO

LUCIA ANTONIO TAVIRA

21-AGO

BLOCO OPERATORIO

WALTER VENANCIO REBELO CARDOSO

12-AGO

GAB DE EXTENSÃO E PARCERIAS

RITA RODRIGUES PINHO REBELO

21-AGO

DIRECÇÃO DE ENFERMAGEM

ALVES MARCELINO M. FIGUEIRA

13-AGO

TRANSPORTES

ADELINO FRANCISCO JOÃO ANDRE

22-AGO

FARMACIA

ELISA TERESA TITO

13-AGO

CENTRO MED.LUANDA SUL

IRACELMA SARA SIMAO RUFINO

22-AGO

AUXILIAR DE HIGIENIZAÇÃO

SUZETE SOARES CANDIDO TAVARES

13-AGO

FARMACIA

MARIA DE FÁTIMA DO N. VIEIRA LOPES

22-AGO

CONSULTA EXTERNA

CONSTANCIA BENDITA MANUEL PANZO

14-AGO

CENTRO MED.LUANDA SUL

SIRIWONDI FONSECA CARDOSO

22-AGO

INTERNAMENTO PEDIATRIA

FAUSTINO CHILANDA FERNANDO

14-AGO

AUXILIAR DE HIGIENIZAÇÃO

DOMINGAS SEGUNDO CACULO

23-AGO

LABORATORIO

FLORINDO DANIEL JOAO

14-AGO

CENTRO MED.LUANDA SUL

NEUSA INACIA CARDOSO CHIENA

23-AGO

INTERNAMENTO

JERONIMO KAHINGA MIGUEL PACOTE

14-AGO

ESTUDANTE DE MEDICINA

INACIO NDALA

24-AGO

CENTRO MED.LUANDA SUL

JOB MONTEIRO C. JAMA ANTONIO

14-AGO

ESTUDANTE DE MEDICINA

JO FRANCISCO MANUEL

24-AGO

AUXILIAR DE HIGIENIZAÇÃO

CELESTINO SUNGOLESSI K. PAULO

15-AGO

CENTRO MED.LUANDA SUL

JOSEFINA GABRIEL G. CASSANGUIR

24-AGO

RECEPCÕES

JUNQUEIRA MOCHE

15-AGO

SERVICOS DE MANUTENCAO

MARIA FERNANDO LUCIANO

24-AGO

RECEPCÕES

MARIA NAZARE TAVARES FERREIRA

15-AGO

CENTRO MED.LUANDA SUL

ANTONIO MARTINS CAPUTO

25-AGO

AUXILIAR DE HIGIENIZAÇÃO

RUI GONÇALVES DOMINGOS

15-AGO

REFEITÓRIO

SAMBA NYMI ZOMBO

25-AGO

CASA DE REPOUSO

SIMAO JOAO FRANCISCO

15-AGO

QUARTOS PALIATIVOS

NSEVILO TULA SHABANI

26-AGO

CENTRO MED.LUANDA SUL

ALBERTO JOSE MUACUMBI

16-AGO

RX – IMAGIOLOGIA

DOMINGAS MANUEL DOS SANTOS JULIO

27-AGO

FARMACIA

ANA FRAGOSO BESSA

16-AGO

AUXILIAR DE HIGIENIZAÇÃO

BERTA ESTRELA SIMBOVALA DELFINO GAMEIRO

28-AGO

CENTRO MEDICO DA ENDIAMA

JUREMA DINAMENE L.S. DO AMARAL COCHE

16-AGO

LABORATORIO

CANDIDA SOLANGE DA SILVA E COSTA

28-AGO

AUXILIAR DE HIGIENIZAÇÃO

MARIA DO CARMO CONCEIÇÃO

16-AGO

FISIOTERAPIA

CECILIA IVANIA VENTURA

28-AGO

RX – IMAGIOLOGIA

ODETH VIRGINIA MAYAMBA

16-AGO

CENTRO MED.LUANDA SUL

GIZELA MARLENA SAMUEL A. DA CUNHA

28-AGO

CASA DE REPOUSO

ABREU AMBROSIO DA CUNHA

17-AGO

AUXILIAR DE HIGIENIZAÇÃO

MUBEY NTURI DIOGO

28-AGO

SUITS NOVAS

MARÍLIA CUZANDA GUNZA MIGUEL

17-AGO

SUITS SUL - PISO 2

TELMO TAVARES SARAIVA MARTINS

28-AGO

CONSULTA EXTERNA

ANTENOR WALDEMAR F. SAUL CAPITANGO

18-AGO

AUXILIAR DE HIGIENIZAÇÃO

ADERITO MARIO DE SOUSA CASSOMBO

29-AGO

RECEPCÕES

CARLA ESCORCIA AMBROSIO M. MATURIRI

18-AGO

INTERNAMENTO PEDIATRIA

JESUINA QUEIRÓS GUIMARÃES

29-AGO

GABINETE DE PRODUÇÃO E CUSTOS

DIRCIA MARIA FREDERICO DA SILVA

18-AGO

INTERNAMENTO

PAULO NUNES

29-AGO

CENTRO MED.LUANDA SUL

INOCENCIO FERNANDO MOISES JOSE

18-AGO

CENTRO MED.LUANDA SUL

VANIA PATRICIA BARROS PEGADO

29-AGO

FISIOTERAPIA

MANUEL JOAQUIM GASPAR

18-AGO

QUARTOS PALIATIVOS

ANTONIA DA PIEDADE DE CARVALHO

30-AGO

LABORATORIO

ISABEL ADAO CASSULE

19-AGO

BLOCO OPERATORIO

ARMINDO RODRIGUES PAULO

30-AGO

ANATOMIA PATOLOGICA

ISAIAS CABINDA CALEI

19-AGO

APROVISIONAMENTO

CHIMITA FRANCISCO JOSE

30-AGO

AUXILIAR DE HIGIENIZAÇÃO

NELSON CHAGANI

19-AGO

FARMACIA

ILDA STELA GABRIEL GOUVEIA

30-AGO

CENTRO MED.LUANDA SUL

SILVERIO MORENO ALMEIDA DE CEITA

19-AGO

CONTABILIDADE E FINANÇAS

AIDA ROSALINA LUCAMBA

31-AGO

INTERNAMENTO PEDIATRIA

ADELINO BAMONICA ANDRE

20-AGO

CASA DE REPOUSO

ANA BELA CHIWALE

31-AGO

QUARTOS PALIATIVOS

ALFREDO MALENGUE SATCHAMA

20-AGO

ATEDIMENTO PERMANENTE

BENVINDA SIMAO PEDRO CAUXEIRO

31-AGO

ISOLAMENTO

AMELIA CUSSO

20-AGO

QUARTOS PALIATIVOS

DANILSON TATILA DA S. SANTOS CACUNGA

31-AGO

SERVICOS DE LAVANDARIA

BAPTISTA PEDRO JOAQUIM ÁLVARO

20-AGO

HEMOTERAPIA – TRANSFUSÕES

MARIA ANTÓNIA C. S.ROCHA DA COSTA

31-AGO

RX – IMAGIOLOGIA

DINA PAULINA LUBANZADIO

20-AGO

CENTRO MED.LUANDA SUL

TERESA ISABEL JUSTINO CARDOSO TEIXEIRA

31-AGO

QUARTOS PALIATIVOS

LUISA NICOLAU MATIAS

20-AGO

LABORATORIO

Destaques para o próximo número - O Desafio do Desperdício - O Sigilo Profissional - O que fazer em caso de Acidente de Trabalho

Escreva-nos O nosso e-mail: cse.boletim@gmail.com

Responsáveis por este número Equipa Técnica: Edna Viegas ; Esmael Tomás; Fortunato Silva; Hipólito Calulu; Marta Leal Revisão: Maria do Carmo Cruz Fotografia: António Francisco Manuel Participaram neste número:

B.P. Sodré Borges, Lucinda Catalão, Maria do Carmo Cruz, Paula Coelho


CLÍNICA SAGRADA ESPERANÇA, LDA Endereço electrónico da CSE: sagradaesp@ebonet.net Endereço electrónico do Boletim: cse.boletim@gmail.com

A Saúde é o bem mais precioso. Cuidar dela é a nossa razão de ser.

A Clínica Sagrada Esperança é uma instituição de serviço público, dotada de personalidade jurídica, com autonomia administrativa, financeira e patrimonial, com fins não-lucrativos. Tem a sua sede em Luanda e está localizada na Ilha de Luanda, Avenida Mortala Mohamed. Inaugurada em 1991, foi premiada em Abril de 2005 com a Medalha de Ouro da Foundation for Excellence and Business Practice, situada em Genebra, Suíça.

Estamos na internet! www.cse-ao.com

MISSÃO Prestar cuidados de saúde diferenciados em regime de ambulatório e internamento, com qualidade, em tempo útil, na perspectiva de eficiência e eficácia, promovendo a melhoria contínua das prestações de cuidados, o aperfeiçoamento profissional e a satisfação dos seus colaboradores. Participar no ensino e formação de quadros superiores, designadamente no ensino pré e pós -graduado de médicos e enfermeiros, na formação de farmacêuticos e bioquímicos, quadros médios técnicos de saúde, em regime de estágios, em colaboração com as entidades públicas e privadas de educação em saúde, bem como na formação de quadros de higienização, de serviços gerais e de logística. Desenvolver acções de investigação clínica quer na área de saúde pública quer na área hospitalar VISÃO A Clínica Sagrada Esperança pretende ser, cada vez mais e de forma gradual e segura, uma verdadeira, justa e adequada referência na prestação de serviços de saúde em Angola, visando: a satisfação dos clientes, o desempenho interno enquanto instituição de saúde, a qualidade dos cuidados prestados, o envolvimento dos funcionários, a responsabilidade social.

A não esquecer este Mês

CSE | Boletim Informativo N.º 10 | Agosto 2010  

Visite-nos em www.cse-ao.com

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