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Indiana Jones

No ano 1848, o Indiana Jones estava a sair de casa com o seu cavalo e o seu pastor alemão. Seguiu a cavalgar para a floresta da Amazónia. Aqui foi feito prisioneiro por índios. Assobiou ao pastor alemão e pediu-lhe para o soltar. E conseguiu! Ao fugir mergulhou no mar e apanhou “boleia” dum barco, salvando-se! O barco levou-o para uma ilha habitada por pessoas amáveis. E elas deram-lhe abrigo e comida durante alguns dias. E o Indiana Jones agradeceu-lhes dizendo: - Foram muito simpáticos! E despediu-se. Construiu um barco com alguns troncos que estavam no chão e assim conseguiu sair da ilha. E conseguiu chegar a casa muito feliz com os sues animais.

Afonso e Manuel Torrado


A princesa que vai casar

Era uma vez uma princesa que se ia casar. Mas ela não queria e o rei disse: - Vais casar, nem que eu te obrigue! - Não! Não me quero casar com um rapaz feio!!- disse a princesa. - Mas filha, se tu não queres casar com ele, com quem é que te vais casar?! - Com ninguém. Antes só do que com um feioso ao pé! - responde ela. - Pois muito bem. Amanhã vêm cá 20 príncipes, e tu vais ter de escolher um deles! De todos, algum deve ser bonito. Se não escolheres tu, escolho eu. Chegado o dia, a princesa recebeu os príncipes um a um. A beleza não fazia parte de nenhum deles. Uns tinham borbulhas, outros eram narigudos e por aí. Quando a princesa se dirigia ao seu quarto para ir dormir, reparou num rapazinho sentado nas escadas: - Como te chamas?-perguntou a princesa. - Chamo-me João. -respondeu o rapaz. Apaixonaram-se de imediato. A princesa no dia a seguir disse ao seu pai, o rei, que queria casar com o João. O rei viu que a filha estava muito feliz e que o João era bom rapaz e por isso concordou. Tiveram dez filhos e viveram felizes para sempre.

Ana Carolina e Carolina Garcia do 3º C


A nossa escola

A nossa escola tem muitas coisas boas. Tem comida excelente e o recreio tem muitas diversões... Também gostamos de ter aulas com todas as nossas professoras: com a Sancha, Filomena, Sandra, Elsa, São, Julieta… Para além de gostarmos de estar com a Sancha ficamos muito contentes de ir aos recreios! Adoramos brincar com os nossos amigos à apanhada, ao senhor doutor, à lagarta, à manteiga derretida e a muitas outras coisas. As visitas de estudo que mais gostámos até agora foram: a Torre do tombo, a EDP, Kidzania, o museu da farmácia e museu da ciência.

Maria Falcão e Beatriz do 3º C


A aventura dos animais noturnos

Era uma vez uns animais que iam fazer um acampamento. Durante a viagem, viram uma ponte, e decidiram atravessá-la. Como era noite cerrada não viram um cartaz ao pé da ponte a dizer (EM OBRAS). Então, atravessaram sem reparar no buraco. A sorte deles foi que havia um senhor a ver se alguém atravessava a ponte. Então ele disse: - Onde é que vocês vão?! - Vamos atravessar esta ponte! - Mas vocês não vêem o cartaz?- disse o senhor. - Ah pois é, desculpe! E continuaram. Passado algum tempo, encontraram um cartaz a dizer: “Por aqui é a floresta” e outro cartaz a dizer: “Se querem continuar a aventura terão de continuar”. Então lá foram. Passado algum tempo encontraram o tesouro. E nessa noite acamparam muito contentes. No dia seguinte, voltaram para casa e a notícia já estava no jornal.

Carlota e Mariana Pereira


O menino que não sabia nada

Era uma vez um menino que não sabia nada. Esse menino chamava-se Luís. Um dia, na escola, o professor perguntou ao Luís: - Quantos são dois vezes dois? O Luís respondeu: - Dois vezes dois, são seis. O professor zangado respondeu: - Não!! O professor resolveu perguntar ao João. O João respondeu: - Dois vezes dois é fácil!! É matéria do primeiro ano. A solução é quatro. O Luís ficou muito triste. Quando chegou a casa resolveu começar a estudar e antes de dormir o Luís rezou muito e muito. Pediu a Deus, Jesus, Maria, José e até ao Anjo da Guarda que o iluminasse nos estudos. O menino continuou a estudar todos os dias. Certo dia, o professor perguntou: - Quanto são mil maismil? - Dois mil, professor.- respondeu o Luís. O professor nem queria acreditar no que ouvia. O Luís pela primeira vez conseguia dar uma resposta certa. O professor fez perguntas de Língua Portuguesa e Estudo do Meio. O Luís acertava em todas as respostas! O professor ficou super contente com o Luís. A partir dessa altura, o Luís passou a ser um excelente aluno!

Sebastião, Tomás e Diogo Forte do 3º C


Amizade no oeste!

A nossa história passa-se no Oeste americano entre dois heróis da banda desenhada. Lucky Luke, acabava de acordar. A seguir, foi tomar o pequeno-almoço. Enquanto tomava o seu café, disse: - Mas que belo dia! Mas antes de terminar o seu belo pequenoalmoço, passou um homem a cavalo e, atirou uma faca à parede, que dizia: “Lucky Luke, há meia-noite de hoje, encontramo-nos no velho celeiro. Assinado Hulk.” Então Lucky Luke pensou: - Bem, tenho de ir! Não posso recusar ou vão pensar mal de mim, mas não percebo o que fiz a este rapaz!! Ao chegar a meia-noite, Lucky Luke montou o seu belo cavalo para ir ter com Hulk. Mas ao cavalgar pensou que talvez fosse mais seguro esconder-se para ver a reação do Hulk. O Hulk ao chegar ao local combinado, não lhe fazia sentido a marcação do encontro. E começou a falar sozinho em voz alta. - Mas o que é que eu fui fazer? Tenho mesmo mau feitio. Ando sempre a provocar outros cavaleiros. Tenho de mudar este meu comportamento. Lucky Luke ao ouvir tal, respondeu ao Hulk. - Hulk, se calhar tens é falta de amigos. Eu posso ser teu amigo. Podemos cavalgar juntos e conversar. O que achas? - Ai que desespero!! Ainda bem que alguém me entendeu. É uma boa sugestão. Ter amigos resolve muitas “raivas” que eu tenho dentro de mim. Combinado, a partir de hoje cavalgaremos juntos e iniciaremos uma bela amizade. E assim foi. A amizade deles ainda hoje é falada no Oeste. Diogo Branco e João Alpendre do 3º C


A primavera Estava uma linda manhã de primavera e as duas amigas, a Sofia e a Mónica resolveram passear pela floresta. No cimo de uma árvore viram uns passarinhos que estavam a aprender a voar; havia alguém que os ensinava... As meninas deitaram-se na relva verde e fresquinha. Começaram a reparar, que por cima das flores, havia uma nuvem brilhante, que fazia com que as flores ficassem com cores, como elas nunca tinham visto. O que seria aquilo?! Pensavam as meninas. Entretanto, esconderam-se atrás de um arbusto, para tentarem descobrir o que se estava a passar. Viram uma senhora a voar. Ela falava com os animais e com as flores. As meninas assustaram-se e começaram a correr. A senhora viu-as e foi acalmá-las. Uma das meninas perguntou: - Quem és tu? - Eu sou a primavera.- respondeu a senhora. Não tenham medo de mim. Querem ser minhas amigas? - Sim!!- disseram as meninas muito contentes! As meninas prometeram guardar segredo sobre a existência da primavera uma vez que só os meninos, que gostam da natureza e cuidam dela, conseguem ver a senhora primavera.

Hermínia e Érica do 3º C


Se eu tivesse os pés na cabeça

Se eu tivesse os pés na cabeça, andava a rebolar na rua como se fosse um ovo e a andar de baloiço, fazia o pino. Quando a minha mãe me penteava, fazia-me cócegas e ao lavar os dentes, lavava os pés e quando tivesse comichão na cabeça era fácil, coçava com os dedinhos dos pés. Ao atravessar uma passadeira tinha que carregar no botão dos peões com os pés. Seria tudo mais confuso. Mas como não sabia que os pés não nascem na cabeça, pensaria que era normal! Mas que divertido devia ser!

Inês Novo e Carolina Fernandes do 3º C


As horas

As horas são muito importantes. Devemos acordar cedo, nos dias de escola, para não nos atrasarmos. Os relógios ajudam-nos a medir o tempo e orientam-nos ao longo do dia. Durante um dia fazemos muitas coisas na escola, em casa, na rua, etc. Se não fossem os relógios não conseguíamos ser pontuais e cumpridores. Eu adoro saber ver as horas e conhecer os ponteiros dos relógios. Assim consigo ser sempre pontual.

Jorge e João Gramacho


Férias na escola

Um dia, o Miguel pediu à mãe para ir às atividades de férias que a escola organizava. A mãe disse: - Vou ter de falar com o teu pai. E assim fez. Passado uma hora, foi falar com o filho e disse: -O teu pai concordou, mas vais ter de te aplicar mais nos estudos. E o menino disse: - Está bem, eu faço tudo para ir às férias da escola.- respondeu o menino. - Mas afinal o que há de tão especial nessas férias?- perguntou a mãe. - Vai o meu melhor amigo e ele não queria ir sozinho. Mas a irmã, que estava a ouvir a conversa disse: - Tu só queres estar com a tua namorada. - Está mas é calada!- disse o Miguel. - Parem de discutir e vão-se deitar! - ordenou a mãe. No dia seguinte, o Miguel foi para as férias da escola! Quando chegou ao local das férias não viu nenhuma praia. E pensou: - Se ainda ninguém fez a praia, eu vou fazê-la! Telefonou para uma empresa e pediu 26 toneladas de areia e milhões de litros de água. Começaram a construir a praia e como sobrou água fizeram um jacuzzi. Ficaram logo na praia e no jacuzzi e só saíram à meia-noite. Até a Dona Dulce, a diretora da escola, foi ao jacuzzi. Quando chegou a casa, a mãe perguntou: - Que tal o primeiro dia? - Nem queiras saber!- disse o Miguel a rir-se às gargalhadas.

Marta Pinto e Marta Soares


Uma amizade no pomar

Era uma vez um pomar. Mas não era um pomar qualquer, era especial! Tinha alimentos mágicos! Cada vez que se tirava algum alimento, crescia outra planta, ainda mais depressa. Certo dia, uma menina chamada Mariana, foi ao pomar tirar laranjas para fazer sumo. Tal não foi o espanto dela quando viu que nesse lugar cresceram mais dez. Pensou: “que grande quantidade de sumo e de cozinhados que eu posso fazer com todas as laranjas”. A Mariana foi para casa e telefonou aos seus melhores amigos para os convidar para um lanche no pomar mágica. Todos os seus amigos aceitaram o convite. A Mariana, correu para a cozinha e colocou o seu avental. Cozinhou imensa comida que levava laranjas. Levou bolos de laranja, sumo de laranja, biscoitos, pato com laranja, laranja cristalizada, laranjas ao natural e muito mais para a mesa que estava no pomar. Os seus amigos nem queriam acreditar no que viam. Estavam espantados!! Lancharam muito bem e pensaram em conjunto colher tudo o que estava no pomar e oferecer a crianças sem comida. A partir desse dia todos os amigos da Mariana levavam comida do pomar para as crianças com fome. O pomar nunca parou de dar alimentos. É uma verdadeira magia!!!

Mariana Correia e Rita Garcia do 3º C


As plantas Era uma vez um girassol que estava à procura de um amigo para brincar mas ninguém aparecia. Então, ele decidiu ir à floresta. Na floresta, o girassol encontrou uma bela margarida e perguntou-lhe: - Queres brincar comigo?- perguntou o girassol. - Sim- disse a margarida. Eles decidiram sair da floresta e foram até à praia. Enquanto caminhavam, ouviram um grupo a cantar. Foram seguindo a música, até que encontraram as rosas que estavam a cantar belas músicas sobre a amizade. O girassol e a margarida ficaram muito contentes porque se juntaram ao grupo de rosas, cantando e rindo, ficando amigos para sempre.

Rodrigo e Leonor do 3º C


O pirata

Era uma vez um pirata, mas não era um pirata qualquer. Cada vez que tocava em alguém transformava as pessoas em esqueleto. Certo dia, tocou em tantas pessoas que formou um exército para lutar contra dragões. Depois de ganharem a batalha, os esqueletos voltaram a ser pessoas e o pirata foi ter com a sua família.

Tiago e Gonçalo do 3º C


O cruzeiro assombrado

Era uma vez dois amigos que se chamavam José e João. O João ia para um cruzeiro de férias e convidou o José. Quando chegaram ao cruzeiro foram falar com o comandante. - Diga-nos que atividades interessantes há neste cruzeiro?- perguntou o José. - Podem jogar futebol, basquetebol e nadar na piscina. Também têm o jacuzzi, podem correr, dançar e fazer ginástica.- disse o comandante. - E que mais?- perguntou o João. - Há mais atividades, mas não será melhor descobrirem?! Vou contar-vos uma história. O antigo comandante era muito feliz até que um dia o barco começou a afundar. O comandante morreu ao salvar toda a embarcação. A lenda diz que o fantasma dele anda a assombrar este barco- disse o comandante. - Bem queridos amigos, tenho de ir ver o que se passa. Divirtam-se!- despediu-se o comandante. Os dois amigos foram pelo corredor à procura do quarto. Apareceu um senhor com farda e disse: - Bom dia, eu sou o comandante deste cruzeiro. Os dois amigos responderam: - Mas, mas, mas… nós já falámos com o comandante!- disseram dois amigos a tremer de medo!

os

- Deixem-se disso. Cheguei agora e estou a dar as boas vindas a todos. Os dois amigos desataram a correr e chocaram com o cozinheiro do navio. Assustados contaram ao cozinheiro o que lhes tinha acontecido. O cozinheiro disse-lhes que eles tinham estado com o fantasma do comandante. Os dois amigos ficaram pálidos e olharam um para o outro. Então o cozinheiro perguntou: - Estão a sentir-se bem? Parecem enjoados!!. O barco ainda não começou sequer a navegar!!!...

João Ucha e José Maria do 3º C


Escrita criativa do 3º ano C