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“Gerar a própria energia não é estímulo para poluir”. SECRETÁRIO DE ALCKMIN DIZ DEFENDER PRODUÇÃO PARTICULAR SÓ COM GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEL E VÊ CRÍTICA COMO ASNEIRA

VERA MAGALHÃES DE SÃO PAULO

"Entrevista: José Aníbal" - Folha de S.Paulo. Publicado em: 28/02/2011

Resumo “Grandes consumidores devem produzir parte da energia que utilizam” A reportagem trata da defesa que o secretário de energia de São Paulo, José Aníbal, em relação a idéia de que grandes consumidores (AIR LIQUIDE BRASIL LTDA, ARCELORMITTAL INOX BRASIL, GENERAL MOTORS DO BRASIL, INTERNATIONAL PAPER, MINERAÇÃO CARAIBA S.A) devem produzir parte da energia que utilizam e cita também que despreza a crítica feita pelo governo como asneira de que isso leva a desorganização do sistema energético. Através de uma entrevista ele aponta os problemas causados pelas fortes tempestades no mês de janeiro que resultou em um grande estrago na rede energética da cidade (postes), e diz que se deve trocar toda a rede para obter uma melhor segurança energética. Mas o foco central da entrevista está na limpeza da matriz energética de São Paulo de forma que não polua mais o meio ambiente. Para isso ele fala sobre um meio de obtenção de energia renovável através do bagaço da cana-de-açúcar, afirmando que sua exploração corresponde ao equivalente da hidroelétrica de Itaipu em 10 anos defendendo uma técnica não poluente. Hoje em dia boa parte desses grandes consumidores produzem sua própria energia através do diesel José Aníbal afirma que o diesel é poluente, e o bagaço da cana seria uma ótima maneira de obter energia não poluente melhor para o meio ambiente. Alem disso, a critica aponta que para obtenção dessa fonte de energia seria necessário um grande investimento que, talvez, o governo não


conseguisse administrar, mas o secretario afirma que é rentável, traz grandes benefícios, embora seja cara, por ser uma fonte nova. A reportagem não é clara a respeito dessa fonte de energia renovável, ela aponta a crítica feita à idéia do secretario da energia de São Paulo e alguns conceitos se ela é ou não viável economicamente para o governo. A respeito da matéria de física, há grande relação, pois energia é uma grandeza física que se define como a capacidade de corpos para realizar trabalho. Foi necessária a pesquisa sobre a produção dessa fonte de energia e a tradução de alguns conceitos citados na reportagem, como o termo cogeração: processo de produção e utilização combinada de calor e eletricidade, proporcionando o aproveitamento de mais de 70% da energia térmica proveniente dos combustíveis utilizados nesse processo. O fenômeno descrito foi devidamente testado, pois, há relatos de produção dessa energia no Vale do Paraíba, mas que ainda há problemas na aceitação do governo como um investimento caro. A idéia de José Aníbal não pode ser classificada como “asneira” e pode ser considerada importante, pois esse tipo de energia seria muito explorado em nosso país, mas sem preocupação, pois a fonte, que é a cana-de-açúcar, está muito presente em nossas terras, utiliza-la para produzir energia seria como um reaproveitamento de um material que seria jogado fora. Com o tempo, seu valor econômico não seria tão alto como agora. Definiríamos como um conceito útil á longo prazo, é uma fonte de energia nova, cara, mas rentável, de R$0,97 de megawatt, para R$0,15 na cogeração do gás, que produz energia, vapor, ar refrigerado e água quente. José Aníbal classifica a intervenção do governo federal como necessária, mas que sua política tem insuficiências. O governo critica a dificuldade de chegar as nossas mãos e também um desafio para convencer aqueles que a obteriam para consumo próprio por ser uma fonte cara. De fato, seria uma ótima obtenção de energia que limpasse a matriz energética favorecendo o meio ambiente, mesmo sendo cara, pois o governo não


deve somente se preocupar com investimentos caros no transporte, na educação, e na saúde do país. Essa fonte de energia poderia trazer grandes benefícios a todos esses conceitos e quem sabe mais pra frente, através de estudos, não seria utilizada para outros meios que reduziria grande parte do problema.

Referência Bibliográfica: Folha de São Paulo, São Paulo, 28 fev. 2011, por Vera Magalhães. Disponível em: http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/node/14131.

Colégio Nossa Senhora Aparecida Grupo: Vitória Parada Beatriz Torres São Paulo, Abril de 2011.

Turma: 2º B

Gerar a própria energia não é estímulo para poluir  

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