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Avião hipersônico iria de Paris a Tóquio em 2,5 horas sem poluir Elara Fischer Paola Fernandes RESUMO CRÍT ICO

A reportagem escolhida para o projeto ciência na mídia de física do segundo trimestre, relata tanto um acontecimento, uma atitude boa para o meio ambiente, quanto para a tecnologia e tempo de locomoção do ser humano. A reportagem apresenta o novo avião hipersônico, o “ZEHST” (sigla em inglês para Transporte de Alta Velocidade de Zero Emissão), que não emite CO2 na atmosfera, ou seja, não se torna uma fonte de poluição. O avião ainda está sendo testado, e o órgão responsável pela “invenção” do hipersônico é o grupo aeronáutico europeu EADS, que prevê que a primeira versão de demonstração deverá estar pronta em 2020 e entrará em serviço em 2050. O avião terá capacidade para transportar de 50 a 100 pessoas, alcançando cerca de 32 km de altitude, sendo seus vôos realizados na estratosfera. Sua velocidade seria 2 vezes e meia superior a do som, até 2.200 rpm, ou seja, superando a velocidade do supersônico Concorde. O ZEHST não foi só criado para uma alternativa de diminuir a poluição da atmosfera, e sim para diminuir o consumo de combustível, que atualmente apresenta um alto preço, assim como diminuir o tempo gasto de viagem entre regiões e países muito distantes. Ou seja, uma ação, uma invenção de extrema importância, que interliga vários fatores positivos a criação do novo hipersônico, tornando-o uma fonte de grande investimento para grandes empresas aeronáuticas. Com a globalização e a industrialização do mundo atual, o meio ambiente está sendo alterado, muitos recursos estão sendo retirados da natureza para a produção de combustíveis, gerando poluição e desastres naturais. Usar a tecnologia a favor do meio ambiente, criando meio de transportes que não geram poluição, nem prejudicam a camada de ozônio, é uma ação consciente que leva a um mundo mais sustentável. Portanto, o hipersônico ZEHST seria útil a longo prazo, e necessitaria de grandes investimentos, que já estão sendo realizados, sendo a alternativa de transporte que cada vez mais ganha ênfase no mundo inteiro pela agilidade e praticidade. O combustível que será usado é a base de algas, ou seja, uma fonte limpa, e uma vez em altitude, a aeronave terá motores parecidos com os de foguetes, que já não funcionarão com biocombustíveis, mas com hidrogênio e oxigênio, sendo


que são fontes limpas e emitem apenas vapor de água. Esse tipo de combustível que se diferencia dos outros aviões, por serem fontes limpas, sem emitirem CO2 a atmosfera. Uma empresa na Inglaterra, Reaction Engines de Oxfordshire, anunciou recentemente o projeto de um avião hipersônico, o A2, que seria uma promessa para daqui a 25 anos. É um longo tempo a esperar, porém os empresários garantem que o avião será um grande sucesso. O preço da passagem está previsto em trono de US$6,900, e é muito provável que o preço venha a cair, até mesmo para que o acesso a esse meio de transporte seja mais fácil para a população. A reportagem é muito interessante, porém, exigiu muitas pesquisas a parte, por não apresentar certas informações consideradas importantes, como por exemplo a velocidade do avião, que passou a ser mais rápido que o supersônico Concorde e até mesmo um possível preço para a passagem.

Referência Bibliográfica: //tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5194791-EI12879,00Aviao+hipersonico+iria+de+Paris+a+Toquio+em+horas+sem+poluir.html

São Paulo, Junho, 2011.

Avião hipersônico iria de Paris a Tóquio em 2,5 horas sem poluir  

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