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In fo rmรกtica Educativa: Experienciando

Autores: Cristina, Francimar, Leidiane e Sammya.


ÍNDICE

Prefácio.......................................................................................................... 03 Epígrafe......................................................................................................... 04 Experiência no LEI (Sammya Kele).............................................................. 05 Minha experiência no LEI (Francimar Lima)................................................ 06 LEI: Uma Experiência Nova (Leidiane Martins).......................................... 07 Vivenciando (Cristina Barreto)..................................................................... 08

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PREFÁCIO

O uso das tecnologias no processo educacional tornou-se uma realidade irreversível em todos os níveis da educação. Os benefícios que essas ferramentas proporcionam incluem a investigação, a resolução de problemas, o gerenciamento de informação e, em especial, a criação e produção de novos saberes e práticas.

Nesse contexto, a escola não pode mais exercer a função de mera transmissora de conhecimento, sob pena de se transformar em um simples canal de transmissão de informações, haja vista um verdadeiro bombardeio de imagens e sons, já oferecido pelos canais de comunicação de massa, nunca visto antes na história da humanidade. Assim, nós, professores, devemos nos comportar como um “filtro” capaz de selecionar e organizar o que de melhor esses recursos podem nos oferecer. Nesse sentido, hoje dispomos de espaços na escola (laboratório de informática e de ciências, biblioteca, sala de vídeo, etc.) que nos permitem tornar a aprendizagem mais prazerosa, diversificada e, sobretudo, relacionada à vida prática do estudante.

LEI – EEFM Egídia Cavalcante Chagas ­ 3 ­


EPÍGRAFE      

“Uma bela amizade pode nascer de momentos,  que este seja o momento!.” (Sammya Kele)

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Experiência no LEI

Há poucos dias iniciei um novo desafio na minha carreira enquanto professora, assumi  o LEI da escola Egídia juntamente com dois colegas. Na verdade posso dizer que “estreei no  LEI”,   uma   vez   que   considero   “estreias”   tudo   aquilo   que   se   cria   uma   expectativa   e   que  também é passivo de críticas. Sempre   gostei   e     usei   os   recursos   tecnológicos   no   cotidiano   da   minha   vida,   tenho  afinidade com as Tic's e sempre gostei de utiliza­las para aperfeiçoar as minhas aulas. Agora  sinto­me como disseminadora dos conhecimentos adquiridos com a utilização dos recursos  da informática educativa. O trabalho é bastante empolgante, trabalhar diretamente com os professores dentro de  seus planejamentos é bastante interessante, afinal são professores e precisamos estimula­los a  usar frequentemente os recursos tecnológicos. Muitas vezes me deparo com alguns: “depois  eu vou”,   “agora não”, “ prometo que depois eu faço” etc, mas acredito no potencial e na  vontade dos professores e espero quebrar algumas barreiras.  Estou   buscando   realizar   um   bom   trabalho   e   contribuir   para   que   o   andamento   das  atividades se dê da melhor forma possível, estou vivendo um momento novo na minha vida  profissional  e espero que esta também seja uma experiência enriquecedora e positiva.   22 de Março de 2011 Profª.Sammya Kele Macena de Freitas E.E.F.M. Egídia Cavalcante Chagas

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Minha experiência no Laboratório Educacional de Informática Trabalhar num espaço como o laboratório de informática exige encarar grandes desafios.  Organizar cronogramas, produzir relatórios, instalar equipamentos, realizar oficinas, pesquisar  materiais   que  possam  contribuir   para  a   melhoria   do  processo  ensino­aprendizagem,  requer  muita dedicação.  Todas essas ações terão sentido, desde que o professor reconheça a importância de utilizar  os recursos disponibilizados pelo LEI. Assim, é fundamental acompanhar o planejamento do  professor para que ele possa sentir a ajuda necessária à realização de metas que possam motivá­ lo   a   buscar   novas   formas   de   administrar   os   conteúdos   e   despertar   no   aluno   o   desejo   de  descobrir,   de  construir  seu  próprio  conhecimento. Nessa  constante  busca  para  melhorar  as  formas de ensinar e aprender, considero essencial o empenho das professoras do NTE, que não  medem esforços para apoiar nossas iniciativas e incentivar o envolvimento de todos para a  produção de um conhecimento mais significativo.  Mesmo contando com alguns imprevistos que muitas vezes me decepcionam (problemas  com o acesso à internet, falta de climatização adequada à sala do laboratório, etc.), sinto­me  bastante satisfeito quando posso colaborar para que alunos e professores possam ter aulas mais  proveitosas.  É muito gratificante perceber que o trabalho desenvolvido no LEI é capaz de gerar bons  frutos. Fazer parte de experiências exitosas (criação de livros virtuais, sites, blogs, webquests)  foi muito importante para que eu pudesse construir novas aprendizagens através da interação  com estudantes e outros colegas professores.   Espero continuar contribuindo para o sucesso da Escola Egídia, no sentido de que toda a  comunidade   escolar   possa   ser   capaz   de   reconhecer   os   benefícios   da   inclusão   das   novas  tecnologias ao contexto educacional. 

22 de março de 2011 Prof. Francimar Lima da Silva E.E.F.M. Egídia Cavalcante Chagas Morada Nova­CE ­ 6 ­


LEI: Uma Experiência Nova

Falar da minha experiência no Laboratório Educacional de Informática – LEI – me  deixa muito feliz. Esta sendo uma experiência totalmente nova, pois eu já havia trabalhado em  uma escola regular e com salas de aula regular como professora do Ensino Fundamental e  Médio e posteriormente como secretária, duas experiências bem diferentes da que eu estou  tendo hoje.  Vir trabalhar em um Centro de Educação de Jovens e Adultos – CEJA – já foi um  desafio   e,   em   conseqüência   ser   professora   de   um   Laboratório   de   Informática   foi   mais  desafiador ainda. Uma realidade totalmente diferente da que eu já havia vivido. Tive muitos  desafios e dificuldades, medos também, mas dentro das minhas possibilidades e limitações  consegui vê­las e acima de tudo desenvolver os projetos propostos pelo NTE – CREDE. Esta  foi uma sensação de conquista indescritível, uma sensação de dever comprido, visto que estou  numa escola em que as salas de aula regular que temos são compostas por adultos e idosos que  ainda estão se alfabetizando e, muitos ou porque não dizer, quase todos nunca tiveram contato  com  um  computador. Mas mesmo assim, eu juntamente com o núcleo gestor, professores,  alunos e etc., conseguimos desenvolver atividades, projetos e mostrarmos que o nosso LEI esta  vivo e ativo. Isto graça a participação de todos que fazem o CEJA. Não posso deixar de agradecer a vocês, “meninas” do NTE, pelo grande apoio e  pela grande ajuda que me foi dada durante o ano de 2010, para a realização e concretização dos  trabalhos do LEI – CEJA. Limoeiro do Norte, 21 de março de 2011. Leidiane Maria Martins Silva. CEJA


­ 7 ­ Vivenciando

Novamente   encontro­me   lotada   no   laboratório   educacional   de   informática   da  escola   Egidia.   O   que   contar   dessa   experiência?   Desde   muito   cedo   fui   atraída   pela  possibilidade de uso das TIC's em sala de aula, tempo em que o LEI de nossa escola era bem  jovem:   Água,   o   Ouro   do   Milênio   (site   Planeta   Sedento),   O   Sertanejo   que   Calculava  (acompanhamento do site com a profª Lindete), Código do consumidor em quadrinhos, dentre  outros tantos trabalhos. O primeiro momento no LEI (2009) foi bastante agitado, pois além  das atividades rotineiras – que não são poucas ­, estava repassando para 20 professores o  curso “Ensinando e Aprendendo com as TIC's” (Eproinfo). Além disso, estava amplamente  envolvida com a construção do site “Tá na Pista! Escola Egídia na Direção”, a partir do livro  virtual produzido no ambiente Educarede. Site este que foi premiado no Thinkquest Brasil  2009 e no Educarede Internacional 2010. Estas foram as atividades de maior destaque, mas  não gostaria de deixar no esquecimento muitas aulas e projetos que foram realizados nesse  período, como blogs, slides, vídeos, pesquisas, produções textuais, simulados, etc. Em 2010 atuei no LEI por apenas 4 meses, como professora de apoio, já que havia  pedido   licença   em   um   de   meus   contratos.   Nesse   período,   acompanhava   apenas   o   turno  noturno (dava aulas pela manhã e a tarde) e realizei o trabalho de orientação a construção do  site “Egídia, uma escola verde para um novo Brasil”, recentemente premiado no Thinkquest  Brasil 2010 e baseado no projeto “Monitoria Ambiental da Escola Egídia” sob orientação da  Gestora Joelma Santiago.  Para 2011 sinto­me bastante estimulada, pois acredito que o LEI é uma conquista  de   nossos   estudantes   e   o   ambiente   capaz   de   desenvolver   melhor   as   competências   tão  almejadas na educação moderna. Penso em contagiar os demais professores, principalmente  com o uso de objetos de aprendizagem (acho o Rived fantástico), com a exploração do Banco  Internacional  de Objetos  de  Aprendizagem (BIOE) e  o Portal do Professor. Gostaria que  todos os professores (e muitos já perceberam) dessem de conta da ferramenta inesgotável que  é a internet e seus recursos para o trabalho pedagógico, mas que façam isso com a consciência  do árduo trabalho de planejamento que essas aulas exigem. Nesse sentido, e entendendo a ­ 8 ­


reduzida hora­atividade dada ao professor para a confecção de suas aulas, estamos tomando  duas medidas (eu, Francimar e Samya): a construção do banco de aulas da escola e o apoio a  busca de conteúdo pedagógico. O primeiro visa a disseminação  das aulas já produzidas na  escola entre os demais professores que podem discutir os planos coletivamente. A segunda  visa orientar o uso de recursos de qualidade e explorados nas oficinas do LEI. Em   linhas   gerais,   essas   são   as   minhas   impressões   e   espectativas.   Relatar   que  encontramos   dificuldades   muitas   durante   esse   percurso   é   importante,   para   não   deixar   a  sensação de que tudo são flores ou que tudo é muito fácil. Os laboratórios encontram­se já  com três, quatro anos e os problemas começam a se agravar, principalmente por conta da  estrutura elétrica da própria escola que está defasada e tem prejudicado o andamento das  atividades. Fica a boa vontade de todos nós que formamos a rede do sistema de ensino do  Estado do Ceará e o agradecimento por toda orientação e atenção recebida pelo NTE da 10ª  CREDE. 18 de março de 2011.

Profª. Cristina R. Barreto Moreira

E.E.F.M. Egídia Cavalcante Chagas Morada Nova ­ CE 

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Informatica Educativa: experienciando  

Relatos de experiencias de professores coordenadores de Laboratorio Educacionais de Informatica da 10º CREDE/SEDUC do Estado do Ceara nos an...

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