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Jorn al d os Estu dan tes da E sco la Es tad ual Gust avo Ro drigu es da Silva - Cen tro – Pa ran aíba – MS | Set e m b ro - 20 1 4 Nº 01

A História da Escola Gustavo

EDITORIAL É com imenso prazer que inauguramos a primeira edição do jornal “INFORMATIVO GUSTAVO”, fruto do empenho e dedicação dos estudantes, professores, coordenação, progetec e direção escolar. Agradecemos a todas empresas patrocinadoras que ajudaram a fazer desse sonho uma realidade. Informamos a todos os leitores que prestigiam este jornal, que o conteúdo do mesmo é feito exclusivamente pelos estudantes da nossa escola. Desta forma, buscamos a sua compreensão sobre “às possíveis falhas” que houver no mesmo, uma vez que estamos todos em construção do conhecimento e o nosso maior intuito é o incentivo à leitura e à escrita. Boa leitura! Equipe jornalística

HOMENAGEM

Com carinho agradecemos às queridas servidoras aposentadas Suely Ribeiro e Matildes Silva por terem dedicado parte de suas vidas em prol de uma Educação mais Humana e de qualidade. “É hora de contemplar. De ver que tudo não foi em vão.” Equipe jornalística

1970 Era um campo de futebol De repente no local Constrói-se uma escola Recebe o nome De Centro Educacional

Passa para a rede municipal

1971 Começa a funcionar A Escola Estadual Somente o 1º grau Do Ensino Fundamental Nomeia-se então a primeira diretora A professora Marlene Experiente educadora 1976 Em homenagem Ao coronel Gustavo Rodrigues da Silva Novo nome concedeu O nome do coronel A Escola recebeu

Já no ano de 2000 Veja o que aconteceu a Escola Municipal Volta a ser Estadual. Esta Escola É simples e pequena, Mas muito legal Oferece o Ensino Médio e o Fundamental. Os diretores que passaram por aqui O nome deles vou dizer Anotem no papel Marlene, Gertrudes, Jerônimo, Aguinel. Joelma, Solange, Guilherma e Neli. E por último a RomildaxQue é toda coração Lutando por uma boa educação. Suely Ribeiro Coordenadora aposentada

1997 Um decreto publica! A Escola Estadual

RELATO: WEB INTERAÇÃO No dia 01 de agosto aconteceu a Web Conferência entre os alunos do 3º ano do Ensino Médio de nossa escola e a turma de 3º ano da Escola Edwards, de Três Lagoas. Durante essa atividade de integração virtual, sob orientação da Progetec Naubia Machado, e da professora Cilma Barbosa (Espanhol) , os alunos puderam expor um pouco do cotidiano escolar, suas afinidades com as metodologias de ensino e expectativas em relação à conclusão do Ensino Médio. Ao final, nossa turma brindou o momento com a música “De janeiro a janeiro”, tocada e cantada pelo enorme grupo de talentos que a turma reúne. Amanda, Andreia, Andressa, Aniquele, Diene, Kelita, Joice, Lidiane, Luana e Rita de Cássia. 3º ano EM


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Informativo Gustavo

Paranaíba em alerta

Um grito de socorro

A tranquilidade e o sossego faz parte das histórias contadas por nossos antepassados, pois a violência que antes atingia os grandes centros urbanos, hoje também está presente nas cidades do interior. É assustador o elevado contingente de pessoas que são presas em função do tráfico de drogas. Nesse sentido, destaca-se o Município de Paranaíba cujo volume de apreensões preocupa as autoridades, os educadores e, principalmente as famílias. São frequentes os assaltos, sequestros e homicídios. A sociedade paranaibense vive um clima tenso, frente à violência que agrava a cada dia. A saúde pública também é outro grave problema, pois a população carente enfrenta filas intermináveis. Com frequência, muitas pessoas não recebem atendimento médico, sob alegação de que o número de profissionais não atende à demanda. Além disso, há falta de medicamentos e aparelhos para realizar exames. Diante de tantos problemas, a sociedade aguarda ações urgentes das autoridades. A população já não suporta tanta violência. É preciso que o prefeito e demais autoridades se unam em prol de uma solução. O terror não pode continuar!

A palavra bullying é de origem inglesa e significa valentão. Como o verbo, quer dizer ameaçar, amedrontar, tiranizar e maltratar. Bullying é definido como um comportamento agressivo intencional e repetitivo, ele pode ser físico (como empurrar ou bater) ou verbal (ferir alguém por meio de insultos e comentários maldosos). Apesar da origem do termo, ele está cada vez mais próximo de nós. Na nossa opinião, o bullying deve ser banido, é algo totalmente absurdo, uma violência contra as pessoas que não conseguem se defender, ou seja, um ato de tirania e covardia. Além do mais, é uma ofensa aos nossos direitos, pois fere a dignidade da pessoa humana. O bullying, ultimamente, é praticado com tanta facilidade que, constantemente, as pessoas fazem “brincadeiras” ofensivas sem pensar nos sentimentos dos outros. Batem, xingam, humilham, apenas por uma diversão qualquer, parecem não perceber que estão cometendo atos tão violentos. Ademais, o bullying, em alguns casos, é tão intenso que leva ao isolamento, a auto tortura e até mesmo ao suicídio. Os agredidos não contam o que estão vivenciando para ninguém, sofrem calados, pois pensam que são culpados por provocar a ira dos agressores. As pessoas não sofrem bullying apenas dentro da instituição escolar, os agressores perseguem-nas nas ruas, pela internet, por mensagens enviadas pelo celular e até por bilhetinhos maldosos e sem graça. E não há idade para ser uma vítima, as crianças são menos propensas a acessar sites de redes sociais ou celular para trocar mensagens ofensivas, contudo, elas podem encontrar um comportamento prejudicial nas áreas de lazer de praças. O bullying, conforme Bruno Fontenele Cabral (Delegado de Polícia Federal), representa um enorme desafio de uma cultura de individualismo, desrespeitando a autoridade e exclusão social. Atualmente, muitas pessoas são egoístas, não respeitam os próprios pais, quem dirá outras pessoas e querem chamar a atenção da forma mais inconveniente. Por fim, o bullying, um ato que gera tristezas, mágoas e tragédia a muitas famílias, não pode ser mais tolerado. Ninguém pode ser conivente com tanta violência nem deixá-la chegar às últimas consequências. Bullying não é brincadeira, é um sofrimento constante. E poderá ser reduzido a partir do momento que as pessoas saírem pelo mundo praticando a boa educação, que recebem em casa, não é pais? Erik, Janaína, Laila, Paulo e Victória- 9º ano EF

ESPORTE

Rita de Cássia- 3º ano A EM

TEXTO INFORMATIVO A Onça

Parabéns atletas!!! Parabenizamos a todos os estudantes que participaram da Coespa etapa: Dama, Xadrez e Tênis de mesa e etapa de Voleibol, por mais uma vez colocar o nome da nossa escola em destaque, colecionando medalhas em suas categorias.

A onça é grande, tem patas grandes e dentes enormes. Ela vive no Pantanal e na Amazônia. Vive entre um monte de Nossas estrelas... bichos. Ela é carnívora , se alimenta só de carne. A onça é quase igual ao gato, ela também tem medo de cachorro, é uma boa caçadora, caça outros bichos para sobreviver e também alimentar seus filhotes.

Jhonatan Abrão- 4º ano EF

Dama Mirim Masculino: 4° Colocado Gustavoo Queiiroz do 8° ano A 1° Colocado Lucas Ribeiro de Freitas do 8° ano A Dama Mirim Feminino: 2° colocada Priscila Cesaria do 8° ano A Dama Infantil Masculino: 3° colocado Pedro Henrique do 1° ano E.M Xadrez Mirim Feminino: 1° colocada Luana Ribeiro Sangalli do 1° ano E.M Xadrez Infantil Masculino: 2° colocado Anderson Junior do 9° ano A 1° colocado Gabriel Fernandes do 2° ano E.M Xadrez Infantil Feminino: 2° colocada Eduarda Katrine Souza do 1° ano Dama Pré - Mirim Feminino: E.M 3° colocada aluna Layane Caroline do 7° ano A 1° colocada Gabriele Eurides do 2° ano E.M 2° colocada aluna Ana Carolina do 6° ano B Tênis de mesa Mirim Masculino: 1° colocada aluna Aline Aiko do 6° ano B 3° colocado Luiz Augusto Canton do 8° ano A


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POEMA No carnaval Só tem folia, Daqui não tem igual, Festa alegre, cheia de harmonia. Uma tradição: A cavalgada. No lombo do alazão, O caubói encanta a garotada. Um atrativo: A exposição. Com o parque de diversão, Em cima do touro um peão E a tradicional cocada em minha mão. Daqui tenho muito afeto, Minha cidade do bolsão, De um povo muito discreto, Paranaíba, sempre em meu coração!

Berço do bolsão Cidade de tradição, Muito alegre, Berço do bolsão. Na velha praça, Reside a figueira, Encanta a quem passa, Orgulha a cidade inteira. Exuberante sua beleza e graça, De toda e qualquer maneira, Pássaros cantam, Árvores balançam, Lavradores plantam. E os jovens? Simplesmente estudam. Onde árvore sussurra, Com seus magníficos ipês. As folhas que o vento empurra E encanta a todos vocês.

Aline Aiko Matsushita- 6º ano B *texto selecionado para participar da etapa estadual da 4ª edição da Olimpíada de Língua Portuguesa

HISTÓRIA EM QUADRINHOS

Acróstico: A Corrente do Bem A mor C arinho O timismo R espeito R esponsabilidade E ducação N ostalgia T ernura E sperança D eus O rgulho B ondade E especial M eigo Turma: 7º ano A

UMA CASA EM QUE GOSTARIA DE VIVER

Miguel Chaves- 2º ano EF Levi Silva- 2º ano EF

BILHETE

FOLCLORE

Lis S. Luna- 3º ano EF

VAREJÃO VARIEDADE E QUALIDADE R: Comendador Garcia, nº 295- CentroParanaíba-MS| Tel: 67-36682734'

Rafael- 3º ano EF


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SOMOS JOVENS DE FUTURO- PJF

JOVENS CONTRA A VIOLÊNCIA

Se liga, Droga não é Vida! Maconha não é remédio Algumas pessoas acham que a maconha não faz mal e isso é um grande erro. Assim como o cigarro, a maconha possui mais de 4.700 tipos diferentes de substâncias tóxicas, ou seja, venenos que afetam todos os órgãos do corpo, principalmente os pulmões e o cérebro. A diferença dos dois é que a concentração de produtos tóxicos e cancerígenos é ainda maior na maconha, cerca de 70%. A dependência, que muitos conhecem como vício, é adquirida no momento em que se experimenta a erva. Ela age no cérebro fazendo as pessoas sentirem vontade de usar de novo e se isso não acontecer, ficam depressivas, agressivas e chegam a cometer crimes. Seu nome científico é cannabis sativa, e muitos usam a gíria para chamá-la de baseado. Se liga! A maconha te deixa doidão, acaba com sua saúde e envolve você com pessoas criminosas. Maconha? Estou fora! Sinaldo Cruz de Freitas – Soldado da Polícia Militar e Instrutor do PROERD.


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RESENHA: Música Aquarela, de Toquinho O que a música Aquarela tem a ver com a escola? Tudo. Na música o que vemos é o compositor falando em frases como “giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo” da capacidade da imaginação e da criatividade. E é isso que as escolas precisam hoje em dia: deixar os alunos ter a liberdade e espaço para imaginar e criar o mundo que “quisermos”. A escola precisa resgatar o papel da criatividade. A criatividade do jardim de infância é a melhor que existe. Sabe por quê? Porque toda criança é um artista, divertindo-se, fazendo o que gosta, tornando a aprendizagem prazerosa e criativa. A criança faz as coisas sem medo de errar, sem medo de receber críticas, querendo apenas aprender novas habilidades e usar sua criatividade. Que escola nós jovens queremos? Queremos uma escola na qual possamos ser livres para inventar, sonhar, imaginar e criar. Uma escola na qual teremos o direito de dar nossas opiniões, onde há quem nos dê ouvidos e ouça nossas ideias, o que temos a falar. Queremos uma escola na qual possamos aprender com experiências, prazer e significado. Que papel teríamos na reformulação da escola? O papel de sermos criativos, ousados, o papel de fazer as coisas sem medo de errar, usando nossa imaginação. Pois, se quisermos, temos o mundo reinventado a partir da imaginação. Ana Paula da Silva Filho- 1º ano EM

Relato do livro Caco – Gilberto Mattje Após o sucesso do livro Tosco, Gilberto Mattje envolve-nos em mais uma narrativa inspirada em história de tantos jovens marcados pela busca ávida de um sentido para suas vidas. Caco que ganhou esse apelido por seu jeito meio desastrado, era um garoto gordinho, o foco de zoação dos seus colegas de classe. Vivia mudando de escola devido às confusões. Conforme foi crescendo teve várias fases e passou a ter contato com cigarro, bebidas, brigas, chegou a ser preso , abandonou sua namorada, grávida de uma menina. Até que um dia, com a ajuda do educador Tosco e sua irmã Nati, que parece ver a solidão e a inoperância dos pais, tenta preencher essa lacuna. Caco então começa mudar, consegue um trabalho e até decide ir atrás de sua filha, dando para o livro o que podemos chamar de um final feliz. Amei ler este livro, pois é uma história que faz nos refletir em nossos atos e opiniões. Como apresenta a história deste menino Caco que sente indiferença dos pais, sente - se só e desamparado. Mostra também a realidade de muitos jovens hoje em dia, tratando de temas como o Preconceito, Discriminação, Desestrutura Familiar e uso de Substâncias Psicoativas. Jaqueline Mariano- 2º ano EM Para saber mais, leia o livro Caco: autor Gilberto Mattje, disponível na Biblioteca da Escola.

COMPREENDENDO CACO

PARAÍSO DOS

MÓVEIS

O jeito fácil de comprar barato Praça da República, 279 Centro Paranaíba- MS


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MEMÓRIAS O tempo não para Hoje acordei a tempo de ver o sol nascer, estava despertando de uma noite mal dormida, com olhos inchados e dores na cabeça, causados talvez, por uma coisa que senti muito mais forte, e com certeza mais dolorida, as lembranças do meu passado. Lembrava-me de todos os momentos que vivi nesta cidade e de minha infância. Estava tentando reviver aquele tempo, mesmo sabendo que só em memórias reencontraria minha antiga casa na fazenda, reviveria meses e dias alegres juntamente com toda a minha família. Queria ter mais que tudo, minhas queridas bonecas de pano que vovó fazia para mim. Senti saudades de correr em volta das plantações com a molecada, já que era a mais hiperativa de todas as meninas, entre minhas irmãs. Recordo-me rindo, de todos os carrinhos de rolimã, com os quais descíamos as ladeiras, das partidas de bolinhas de gude e pique esconde, não esquecendo claro, de todos os joelhos e braços machucados. Bastava o sol do lado de fora para a diversão começar. Nossa infância não era somente brincar o dia todo. Acordávamos todos bem cedinho para fazer os deveres de cada um. Papai gostava de nos ver todos trabalhando e ajudando a família. Os meninos ajudavam na pequena vendinha que tínhamos e nós, meninas, além de limparmos as casas para os vizinhos, ajudávamos nossas mães. Estou quase chorando em meio à nostalgia de lembrar nossos olhos que brilhavam ao ver as plantações produzindo. Nos dias de colheita, o nosso trabalho nos enchia de alegria, pois

era o que fazia nosso sustento e nosso alimento de todos os dias. Nós todos, sempre comparecíamos às festas de São João, festas juninas e nos mutirões, pois papai era conhecido de todos. Nos reuníamos, escutávamos e apreciávamos todas as músicas e danças, em meio a pura inocência de descobrir o que era festa. Quando o circo, então a nossa cidade chegava, todas as crianças, os jovens e até mesmo os adultos se empolgavam em ver. Lembro-me exatamente do primeiro dia em que cheguei a um. Estava completamente lotado. Todos eufóricos e meu coração não cabia em meu peito. Vi todas as apresentações e fiquei encantada. Hoje, eu vejo como por aqui tudo está se desenvolvendo, antes as casas não formavam uma cidade, mas sim um vilarejo. Mesmo com o progresso, recordo-me ainda dos velhos senhores puxando suas charretes durante o sol escaldante das tardes de verão. Também não posso me esquecer de meu primeiro namorado. Éramos jovens e papai não nos deixava ficar nos mesmos cômodos da casa, eram no máximo cumprimentos, ao lado deles. Após uma semana de namoro, ficamos noivos. Nós nos casamos e dentro destas quatro décadas tivemos filhos e netos, idas e vindas. Tudo que o amor pode nos proporcionar. Passei da manhã até o entardecer, revivendo o passado em meus pensamentos. Ver como tudo era antes, me faz sentir saudades, saudades que não voltam mais... Memórias! Letícia Sayuri Matsushita- 8º ANO A

TEXTO LITERÁRIO Trinta e sete anos de vitória Mato Grosso do Sul E seus trinta e sete anos de divisão; Esse acontecimento trouxe certeza E conquistas para a população. Tornamo-nos independentes, Levaremos cultura e conquistas Para nossos descendentes. Mato Grosso do Sul Com seu lindo céu azul, Encanta-nos com seus rios formosos E com seus animais majestosos. É tão maravilhoso ter o nosso próprio chão,

Isso traz paz e felicidade proporcionadas pela divisão. São trinta e sete anos! São trinta e sete anos de luta, São trinta e sete anos de vitória, São trinta e sete anos de poder, São trinta e sete anos de glória. Henrique Costa - 9º ano A EF


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ENTREVISTA COM JORNALISTA No jornal, a entrevistada participa com três editoriais: Turismo, Veículos e Tecnologias. Para realizar as reportagens, precisa viajar muito e acha isso muito legal. Mencionou que não fica o dia todo na redação. De modo geral, chega pela manhã, entrega os textos à tarde e algumas entrevistas são realizadas por telefone, mas quando tem mais tempo ou é necessário, vão até o local. Uma vez por mês realiza plantões, na Copa do Mundo trabalhou até de madrugada, porque precisava atualizar as redes sociais. Porém, não reclamou, pois considera que cobrir um evento assim é uma oportunidade única na vida. Contou que a redação do jornal é uma sala grande, cada um No dia 29 de agosto de 2014, as alunas Caroline e Manuela do tem sua mesinha, computador , telefone, ferramentas necessá3º ano A do Ensino Médio entrevistaram, por vídeo conferên- rias para o trabalho e os jornalistas e demais funcionários ficam cia, a Jornalista Laísa Amaral Queiroz, repórter do Correio Bra- todos juntos e é muito barulhento. Tem o setor de marketing e siliense. O objetivo da entrevista foi entender o jornalismo em publicidade, jurídico e administrativo. É um prédio bem gransi e até mesmo como funciona a redação de um jornal.

de, onde cada andar equivale a um setor. No subsolo, é o chaInicialmente, a jornalista falou que a ideia de estudar jornalis- mado transporte, onde ficam os motoristas do jornal e os fotómo surgiu na infância, consequentemente, ela cresceu com este grafos, os quais auxiliam nas reportagens. objetivo. Terminou o 3º ano do Ensino Médio, fez um ano de Para ela, as mídias e tecnologias são essenciais para o desemcursinho e ingressou na UNESP de Bauru, fez três anos lá e penho jornalístico, afinal o jornalismo impresso está em quetransferiu-se para UNB de Brasília, onde concluiu a graduação. da. Para um jornal ter um bom site, precisa de uma boa equipe Durante o seguinte percurso, iniciou como estagiária no Cor- para administrar as redes sociais e é isso que as pessoas leem reio Brasiliense, e atualmente trabalha para esse mesmo jornal. hoje. Segundo a entrevistada, o mercado de trabalho oferece muitas A entrevistada não considera as redes sociais um problema na possibilidades a um profissional da área de jornalismo, tais área do jornalismo, pois podemos nos promover utilizando noscomo: jornais, revistas, rádios, sites, assessores de imprensa na sas redes sociais. Porém quem procura uma informação com política ou em empresas privadas ( onde estão os melhores sa- credibilidade vai sempre procurar um site sério. As maiores dilários).

ficuldades na profissão, para ela, é o tempo, trabalha-se bastan-

Para Laísa, trabalhar em um jornal de tamanha importância te, os salários não são tão altos e é uma profissão instável, tencomo o Correio Brasiliense é diferente e interessante, pois pos- do em vista as demissões e corte de gastos em alguns jornais. sibilita o contato com pessoas de importância no cenário nacio- No final da entrevista, disse que para ser jornalista tem que nal . Ela citou, por exemplo, que passou um dia todo com o amar muito a profissão. Tem coisas legais, mas é uma profissão governador do Distrito Federal, mas que não é preciso atuar em difícil e quem tiver dúvida, é melhor parar para pensar em ouuma empresa de porte semelhante para fazer um ótimo traba- tras oportunidades. Em geral, não vai ganhar muito e trabalha lho. Ressaltou que, trabalha muito e até nos feriados, chega bastante. cedo e sai à noite e que, no futuro, planeja visualizar outras Equipe jornalística

oportunidades na área para que não trabalhe tanto.


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RECEITA

MISSIGENAÇÃO

BOLO DE MILHO

DE LENDAS

Ingredientes 1 lata de milho (com água) ½ lata e óleo 3 ovos 1 lata de fubá 1 pitada de sal 1 lata de açúcar 1 colher (sopa) de pó royal

Modo de preparo Bata todos os ingredientes no liquidificador e leve ao forno por aproximadamente 40 ou 45 minutos. Emily- 5º ano EF (mãe Andréia)

GAROTA E GAROTO IG Letícia Sayuri

Carlos Eduardo

Raíssa Keflen- 6º ano A EF

EXPEDIENTE Escola Gustavo Rodrigues da Silva

Nome completo: Letícia Sayuri Matsushita Vírgino idade: 13 anos turma: 8º ano A EF Curso que pretende fazer: Medicina Como é ser aluno da EE Gustavo Rodrigues da Silva, o que está escola oferece de melhor? A escola nos oferece cada vez mais projetos que desenvolvem e incluem todos os alunos. Uma frase: “ A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”.

Nome completo: Carlos Eduardo Santos Pozzobon idade: 12 anos turma: 8º ano A EF Curso que pretende fazer: Gastronomia Como é ser aluno da EE Gustavo Rodrigues da Silva, o que está escola oferece de melhor? É muito bom, ela me oferece aprendizado, conhecimento e muitas amizades. Uma frase: “ Eu sei o que quero, mas amanhã posso querer outra coisa, ou posso não querer mais nada”.

Nelson Mandela

Foto: Henrique Costa- 9º ano A EF

Diretora: Romilda Anacleto de Oliveira Coordenadora: Helena Ap. Paulino Viana Diagramação: Naubia de Souza Machado Código do Jornal: ESMS14/0001 Tiragem: 650 exemplares Impressão: Comunicação e Cultura em parceria com o Centro de Apoio à Comunicação Popular


Informativo gustavo 01 set 2014 esms paranaiba (1)