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Jornal do Externato Infante D. Henrique Número 29 Junho 2008 Director José da Silva Ferreira

O futuro começa agora

> Ensino Particular e Cooperativo

Os partidos políticos possuem responsabilidades muito claras no combate ao alheamento dos jovens pela vida pública. No fundo, no combate à indiferença que muitos jovens têm pelo futuro do seu País. Tal deve-se, em boa medida, ao facto de não ter havido o necessário esforço para a credibilização da vida política. Esse esforço não dispensa algo de muito simples: ouvir o povo e falar-lhe com verdade. Vender ilusões não é, seguramente, a melhor forma de fortalecer o imprescindível clima de confiança que deve existir entre os cidadãos e a classe política. Do mesmo modo que seria bom acabar com um certo autismo de alguma classe política, levando-a a conhecer melhor a realidade do País, deveríamos pôr cobro ao pessimismo que muitos dizem ser uma característica singular do povo português, desde tempos imemoriais.

Serviço Público de

Na sua vida de todos os dias, os Portugueses interrogam-

Qualidade

se sobre o que lhes reservará o futuro. Existirão sinais para sermos optimistas? Ou, pelo contrário, os indícios apontam para um futuro sombrio? Esta é a atitude típica daqueles que preferem aguardar pelo futuro ou que persistem em tentar adivinhar como será o futuro, em vez de pensar o que devem fazer no presente. Em vez de nos interrogarmos tanto sobre o que o futuro nos trará, seria melhor que nos concentrássemos sobre o

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que poderemos trazer ao presente. O futuro começa agora. O futuro será o que dele fizermos hoje, nas nossas vidas profissionais e pessoais, nos nossos comportamentos cívicos, nas nossas atitudes perante os outros. Ao invés de imaginar o dia de amanhã, em lugar de procurarmos sinais nas estrelas de um futuro incerto, construamos hoje mesmo o que queremos para um Portugal melhor. É esse o espírito com que exerço as funções em que fui investido, precisamente neste hemiciclo, onde jurei cumprir e fazer cumprir a Constituição Portuguesa.

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Projectos de Articulação com o 1º Ciclo

SUPLEMENTO

Sou Presidente da República porque não me resignei. Porque quis dar o meu contributo presente para o futuro das gerações que nos seguem. Não me resigno, acima de tudo, porque acredito no meu País e nos seus cidadãos. E, por isso, renovo o apelo de há um ano, dirigido a todos os Portugueses, sobretudo aos mais jovens: não se resignem! Só assim sereis dignos da memória do 25 de Abril. Discurso do Presidente da República na 34ª Sessão Comemorativa do 25 de Abril

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Quadro de Valor e Excelência

Pag. 26 ENTREVISTA

Presidente da Junta de Arentim

Pag. 25 DESPORTO

Êxitos no Atletismo


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adestaque escola e as tecnologias

> Semana da Informática e Tecnologias

Estamos a ficar biónicos! O Departamento de Informática e Tecnologias do Externato Infante D. Henrique organizou, no dia 16 de Abril, dois interessantes colóquios inseridos na Semana das Tecnologias. O primeiro colóquio teve como orador o Engenheiro João Vilaça, ex-aluno do Externato Infante D. Henrique, investigador do Departamento de Electrónica da Universidade do Minho, que está a concluir o Doutoramento na área da Automação e Robótica, em que procura desenvolver Sistemas para Máquinas 3D (três dimensões). Aos cerca de 100 alunos dos Cursos Tecnológico de Informática e de Ciências e Tecnologias presentes, João Vilaça apresentou um projecto desenvolvido, na UM, de forma multidisciplinar, que abrange os Departamentos de Engenharia

Electrónica e Mecânica da UM e a Escola de Ciências da Saúde do Porto. É com base na imagem 3D e sistemas que tem vindo a desenvolver, que têm surgido uma série de aplicações, não só para a área médica (nomeadamente técnicas de correcção cirúrgica) mas também para a área da engenharia civil. Na segunda parte desta sessão, o professor Doutor Mário Martins, do Departamento de Informática da Universidade do Minho apresentou o seu mais recente livro “Java 5 e programação por objectos”, cujos público-alvos são sobretudo es-

tudantes. Na sua apresentação, este docente universitário abordou a importância da informática na vida actual, chegando a referir que “estamos a ficar biónicos, meio humanos e meio digitais”. Sobre a linguagem de programação Java, Mário Martins referiu que 35% das empresas mundiais já programam nesta linguagem informática que segue o paradigma da programação por objectos. Os alunos ficaram entusiasmados com as apresentações dos dois oradores e não se inibiram de colocar várias questões.

Outras actividades A Semana das Tecnologias completou-se com uma visita de estudo ao Museu dos Transportes e Comunicações, no Porto, que teve lugar a 15 de Abril, e ainda com o início de Acções de Formação, organizadas pelo Departamento de Informática e Tecnologias, sobre o Windows Vista, Office 2007 e a Plataforma Moodle.

> Eng. João Vilaça, ex-aluno, recorda a passagem pela nossa escola

“Foram dos anos mais importantes da minha vida” O João fez o Ensino Básico e Secundário no Externato Infante D. Henrique. Depois, ingressou na Universidade do Minho, onde se licenciou em Engenharia Electrónica Industrial. Neste momento, está a terminar o doutoramento em Automação e Robótica. O Infante quis conhecer o percurso de sucesso deste ex-aluno. INFANTE: Quando é que escolheste a área de estudo? JV: A minha mãe diz que desde pequenino que queria ser engenheiro electrónico. INFANTE: Com que média terminaste o curso? JV: Terminei com 16,5 valores. INFANTE: Agora estás a terminar um doutoramento… JV: Sim, terminei o meu curso em 2004 e segui logo directo para doutoramento. Terminarei o doutoramento em Setembro. INFANTE: Qual é o tema do doutoramento? JV: O tema é Automação e Robótica. Mas mais concretamente

são sistemas para máquinas 3D (três dimensões). Eu trabalho em imagem 3D, visão 3D e o projecto que estive a apresentar faz parte do projecto multidisciplinar que abrange o Departamento de Engenharia Electrónica, Engenharia Mecânica e a Escola de Ciências da Saúde. É com base nessa imagem 3D e nos sistemas que tenho vindo a desenvolver, que têm surgido uma série de aplicações, não só para a área médica mas também para a área da Engenharia Civil, onde foi desenvolvida também uma máquina para levantamento dos pisos rodoviários. INFANTE: Que perspectivas de trabalho tens, após concluir o dou-

toramento? JV: Tenho três perspectivas, uma delas com base no projecto que desenvolvi para a indústria médica. Estamos em comercialização com uma empresa norte-americana e vamos ver o que é que dá. INFANTE: O teu objectivo é trabalhar na universidade ou no sector empresarial? JV: Gostava de ficar na universidade a continuar a investigar ou dar aulas. No entanto, confesso que há um bichinho que me está a puxar, que é o bichinho da indústria. Tenho trabalhado em parceria com uma empresa, tenho desenvolvido alguns projectos muito interessan-

tes na área da robótica. INFANTE: És o exemplo de um ex-aluno da nossa escola de sucesso. Como é que recordas a tua passagem pela escola? JV: Foram anos de que eu gostei muito. Aliás, não me desliguei da escola, fiquei ligado à Tuna. Há doze anos que toco na tuna. E foram dos anos mais importantes da minha vida. Aprendi bastantes coisas. Gostei muito da ligação que havia entre professores e alunos, o que se perde um bocadinho na universidade. INFANTE: Um ou dois conselhos que darias a um aluno do Secundário para ter sucesso no futuro.

JV: Acima de tudo é necessário escolher uma área de que gostamos. Depois, temos que saber que em muitas das profissões que escolhemos ou gostamos, não há facilidade de emprego. No entanto, acho que há cursos que têm mais procura em termos de emprego: Engenharia Electrónica, Engenharia Mecânica, Engenharia Civil e Engenharia Informática, de acordo com o que conheço da universidade. Finalmente, temos que procurar sempre novos desafios, pois nesta área tecnológica há sempre coisas novas para aprender.


a escola em destaque acção

> Fórum sobre Mundo Rural

Património, Identidade e Cidadania

O Departamento de Ciências Sociais e Humanas do Externato Infante D. Henrique organizou, a 19 de Abril, um Fórum subordinado ao tema: “Património, Identidade e Cidadania – Olhares e Perspectivas no Mundo Rural”. Este fórum foi moderado pelo geógrafo Miguel Bandeira, tendo como principais oradores o Professor Sande Lemos, arqueólogo, e o Dr. António Calheiros, Mestre da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Católica. O Professor Sande Lemos falou sobre a importância da preservação do património

como mecanismo de preservação da memória colectiva da sociedade. No entanto, referiu que é importante não só preservar o património arqueológico mas também o património natural. Já o Dr. António Calheiros centrou a sua intervenção no papel das identidades no desenvolvimento dos territóri-

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os, referindo a importância da cultura para os povos. Nesta iniciativa conjunta da ALFACOOP e da ADESTE estiveram presentes cerca de 100 pessoas, vários professores, alguns autarcas, dirigentes associativos e alunos.

Um tema comum a outras actividades “Património, Identidade e Cidadania” foi o tema apontado no início do ano lectivo pelo Externato Infante D. Henrique para balizar e conferir unidade a uma série de actividades e iniciativas a desenvolver, pela escola, numa perspectiva multidisciplinar. Com este Fórum, pretendeu-se criar um momento de reflexão e debate onde o conceito de Património seja desdobrado e desmistificado como valor, riqueza, herança e testemunho que identificam e caracterizam uma comunidade.

25 de Abril, SEMPRE! O CRE organizou mais uma actividade cujo nome, “Páginas de Abril”, vem relembrar à comunidade educativa o passado recente da nossa história. Com esta actividade, pretendeu-se promover o direito à diferença, a consciência cívica, os valores democráticos, bem como a valorização de uma cultura humanista e o reforço de uma cultura de pertença e identidade. Em exposição permanente no CRE estiveram vários documentos alusivos ao Estado Novo até ao 25 de Abril de 1974. Quem por lá passou, pôde ainda visionar o filme “Capitães de Abril”, de Maria de Medeiros, e ouvir música de intervenção de Zeca Afonso. No dia 23 de Abril, realizou-se o co-

lóquio “Guerra Colonial – Uma História por Contar”, com as intervenções do Mestre José Manuel Lages, Anquises Carvalho e Manuel Ferreira. Este colóquio foi enriquecido com a participação de alunos do Ensino Secundário e 3º ciclo, que apresentaram Momentos de Música e Momentos de Poesia.

Momentos de Música – “Música de Abril” - Sara Marques, Ricardo Miranda e Diogo Momentos de Poesia – originais e poetas de Abril – Mariana Solinho e Márcia Meneses


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a escola em acção

> Visita de estudo em parceria com a EB 2,3 de Viatodos

descobrindo

Londres

Entre os dias 25 e 29 de Março, um grupo de alunos e de professores do Externato Infante D. Henrique e outro da Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos de Viatodos deslocaramse a Londres, cidade capital do Reino Unido. A viagem, organizada pelos Professores do Departamento de Línguas Estrangeiras, teve por objectivo dar a conhecer aos participantes a cultura Britânica, assim como motivá-los para a aprendizagem da Língua Inglesa. Sendo Londres uma cidade tão abundante em património cultural e arquitectónico, o programa de viagem estava bastante preenchido. No primeiro dia de viagem, logo que chegámos, ficámos com uma panorâmica geral de Londres, numa volta pela cidade nos tão célebres autocarros vermelhos de dois andares. Nem o frio e o vento cortante eram um entrave ao nosso entusiasmo de estar nas “terras de sua Majestade”! Nos dias que se seguiram visitámos al-

guns dos mais emblemáticos monumentos Londrinos, tais como a Torre de Londres, que alberga as jóias da coroa Britânica; a Abadia de Westminster, onde, desde 1066, se faz a coroação dos Monarcas; as Casas do Parlamento e o Big Ben e o Palácio de Buckingham, local que serve de residência oficial da família real desde 1837. Não menos relevantes, ou interessantes, são os museus de Londres, alguns com fama a nível mundial. Visitámos o Museu Britânico, que possui uma vasta colecção de arte e antiguidades; o Museu da Ciência e o Museu de História Natural, onde pudemos ver ao vivo os tão conhecidos esqueletos de dinossauros. Como não poderia deixar de ser, visitámos também o museu de cera Madame Tussaud, palco das mais famosas estátuas de cera daqueles que vemos na televisão ou no cinema; personagens idealizadas que, vistas de perto, a todos parecem mais baixas e menos heróicas. Outro importante símbolo da vida Lon-

drina são os Parques e Jardins, como o Hyde Park ou Covent Garden, autênticos “pulmões” da cidade; manchas verdes que se destacam do betão e proporcionam passeios reparadores. Para ter uma panorâmica geral de toda esta diversidade paisagística demos uma volta no London Eye. Esta é uma viagem privilegiada para captar uma das principais características arquitectónicas desta “cidade referência”: a fusão entre o velho e o novo, a história e o presente, que tão harmoniosamente se combinam, mostrando uma cidade actual que evoluiu no respeito pela sua tradição. Outro ponto de referência é o Tamisa, que se passeia pelo centro de Londres no seu ritmo preguiçoso e atento. Também ele foi palco de um dos nossos passeios. Foi ao longo das suas águas e com um guia bem humorado que pudemos observar como o coração da cidade cresceu agarrado às suas margens. Sendo esta cidade uma das principais

capitais europeias, é possível, passeando nas ruas comerciais de Londres, encontrar algumas das lojas de estilistas e marcas de renome. Pudemos comprar algumas lembranças desta fabulosa cidade no Trocadero, no Hamleys e nas tradicionais lojas de rua. Foram interessantes as viagens de metro, que nos obrigaram a criar uma desenvoltura e andar a um ritmo ainda pouco habituais nas nossa terras. Foi também interessante confirmar que os ingleses são fleumáticos, apesar de simpáticos e que por muito boa cozinha que tenham… não se compara com a portuguesa. Entre toda a azáfama inerente a uma viagem, os dias foram passando. Pudemos coleccionar experiências e vivências únicas e apreender um pouco da cultura local, estando em contacto directo com a mesma.

Catarina Conde 11ºE Sara Rafael Leal 10ºA


a escola em acção > Semana da Leitura no Externato Infante D. Henrique

Quase 1000 livros vendidos na Feira do Livro Além da Feira do Livro, esta semana contou com uma mão cheia de actividades de promoção da leitura.

Destaque, também, para a Feira do Livro que este ano registou um grande sucesso a nível de vendas. Segundo os responsáveis do Departamento de Língua Portuguesa desta escola, venderam-se perto de mil livros neste certame que esteve patente no Bar Azul da escola, tendo sido visitado por alunos e professores. A semana da leitura foi completada com a realização de muitas outras actividades que tiveram por objectivo celebrar e incentivar o prazer de ler e estimular a prática da leitura: sessões de leitura na sala de aula, Concurso

Francofonia

Na semana de 10 a 14 de Março, no âmbito da Festa da Francofonia, que decorreu a nível nacional e internacional, realizou-se no Centro de Recursos Educativos da nossa escola uma exposição alusiva à Semana da Francofonia, incidindo, de modo especial, sobre a Bélgica, Luxemburgo, Quebeque, província do Canadá onde o Francês é língua materna e, naturalmente, a França. Com cartazes, bandas desenhadas, desdobráveis, filmes, CD-Rom interactivos sobre a Francofonia, e objectos oriundos desses vários países, pretendeu-se comunicar aos alunos e restante comunidade educativa o valor do “plurilinguismo” e a importância de saber várias línguas estrangeiras. Nunca é demais lembrar a todos que este idioma foi e continua a ser uma língua estrangeira importante na herança cultural do nosso país.

de Leitura, Jornadas da Comunicação sobre o Jornal Escolar, Concurso Bibliopaper, em que os alunos responderam a um questionário relacionado com a biblioteca da escola e os livros, e ainda as I Jornadas da Comunicação, também integradas no programa. Refira-se, finalmente, que o Centro de Recursos Educativos foi decorado com pinturas surrealistas realizadas pelos alunos e também foram oferecidas “Doces palavras”, ou seja, chocolates embrulhados com poemas ou citações de autores conhecidos.

A OIF tem 55 membros

Realizou-se, na semana de 10 a 14 de Março, a Semana da Leitura. Tratou-se de uma semana intensa de actividades ligadas à leitura e aos livros. O destaque desta semana vai para os Encontros com Escritores que tiveram lugar a 10 de Março. Aí, os alunos do 2º Ciclo estiveram em contacto, na parte da manhã, com a escritora Maria do Céu Nogueira, que escreve contos, poesia e literatura infanto-juvenil. Da parte da tarde, os alunos do 3º Ciclo assistiram a uma palestra com o escritor Cláudio Lima, autor de contos, poesia e ensaios.

A O.I.F. (Organização Internacional da Francofonia) é uma instituição que tem como fundamento a partilha de uma língua, o Francês, e de valores comuns. Conta actualmente com 55 membros e 13 observadores. Presente nos cinco continentes, ela representa perto de um terço dos estados membros da ONU (Organização das Nações Unidas). Entre a lista dos países membros conta-se, entre outros, a Bélgica, Bulgária, Canadá, Cabo -Verde, Congo, República Dominicana, Egipto, França, Grécia, Guiné, Guiné-Bissau, Luxemburgo, Marrocos, Roménia, São Tomé e Príncipe e Tunísia.

Dia da Europa comemorou-se na nossa escola

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O que é que os Tokio Hotel têm a ver com as aulas de alemão? Se quisermos ver como a música influencia gerações, olhemos à nossa volta e atentemos na actual “febre” denominada Tokio Hotel, que levou alguns alunos da nossa escola a pedirem para aprender alemão. A intenção é boa, apreciam a música desta banda alemã, pretendem entender algumas das letras das canções que ouvem, querem ir ver o concerto a Lisboa e, se puderem, tentarão falar com os seus ídolos! Bem-haja quem tão bons ventos traz e, foram ainda poucas as aulas que tivemos, mas está a ser um prazer ensinar alemão a quem gosta de aprender. E não é que já conseguem comunicar , “auf Deutsch”?: Hallo! Ich heiße Ana Rita und ich bin dreizehn Jahre alt. Ich komme aus Portugal und ich wohne in Arnoso Santa Eulália. Tag! Mein Vorname ist Ana Joaquina und mein Familienname ist Dias. Ich bin zwölf Jahre alt. Ich komme aus Portugal und ich wohne in Braga. Hallo! Ich heiße Rita und ich bin auch dreizehn Jahre alt. Ich komme aus Portugal und ich wohne auch in Braga.

Tag! Mein Name ist Diogo und mein Familienname ist Miranda. Ich bin dreizehn Jahre alt, wie Rita und Ana Rita. Ich komme aus Portugal und ich wohne in Nogueiró, Braga. Hallo! Ich heiße Ana Filipa und ich bin dreizehn Jahre alt und ich komme aus Portugal. Ich wohne in Cambeses.

No dia 9 de Maio celebrou-se na nossa escola o Dia da Europa. Em 1950, exactamente a 9 de Maio, Robert Schuman apresentou uma proposta com as bases fundadoras do que é hoje a União Europeia. Por se considerar que esse dia foi o marco inicial da UE, os Chefes de Estado e de Governo, na Cimeira de Milão de 1985, decidiram consagrar este dia como "Dia da Europa". Na celebração desta efeméride, os alunos tiveram oportunidade de dar largas à sua imaginação escrevendo mensagens num

placard preparado para o efeito, segundo o mote “Ser Europeu é…” Foram igualmente distribuídas brochuras com informação relativa à União Europeia, nomeadamente o seu funcionamento, as etapas históricas da sua formação e os seus principais objectivos, adaptados às necessidades e valores do século XXI. Além disso, todos puderam relembrar quais os símbolos da UE e descobrir os sites mais interessantes sobre a União. Não se esqueçam os mais jovens de que no site http://europa.eu/europago/welcome.jsp

há muitos jogos engraçados à espera! E já agora os menos jovens também se podem divertir! Durante o dia, foram promovidos vários spots informativos na rádio da escola, acompanhados pelo Hino da Europa, retirado da “Ode à Alegria”, de Beethoven, que pudemos ouvir enquanto admirávamos a bandeira azul, com as doze estrelas douradas, a esvoaçar livremente no seu mastro. Alunos do Clube Europeu

Hallo! Mein Name ist Catarina Martins und ich bin dreizehn Jahre alt . Ich komme aus Portugal und ich wohne in Tadim.

Und Du? Kannst du Deutsch sprechen? Willst du auch Deutsch lernen? Komm! Deutsch lernen ist einfach toll!


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a escola e os média

> Clube de Jornalismo e Rádio no Fórum dos Média

Na Rádio e na TV

O Clube de Jornalismo e Rádio do Externato Infante D. Henrique participou, de forma activa, no Fórum dos Média, organizado pela Rádio Digital, Jornal Opinião Pública e FamaTV, de Famalicão. Neste Fórum, que se realizou no dia 23 de Abril, participaram cerca de 10 alunos que aproveitaram para visitar as instalações deste grupo de comunicação de Famalicão. No entanto, o destaque vai para as alunas Cláudia Maia e Sandra Costa, do 9º ano, que apresentaram um programa de rádio, em directo, com a colaboração do aluno José Carvalho. Por seu lado, a aluna Sandra Costa apresentou também uma curta entrevista ao professor Abel Gonçalves, da nossa escola, para a televisão FamaTV. No programa de rádio, o professor Abel Gonçalves, além de outros assuntos, falou da Tuna Académica do Externato Infante D. Henrique, tendo também sido apresentada a história da nossa escola e veiculadas notícias sobre diversas actividades.

> Museu dos Transportes e Comunicações recebe alunos do 8º ano

No papel de Jornalistas e Cientistas Os alunos do 8º ano de escolaridade, no âmbito da disciplina de Educação Tecnológica, fizeram uma visita de estudo ao Museu dos Transportes e Comunicações, no Porto. Esta visita realizou-se nos dias 5 de Março

e 16 de Abril e foi organizada pelo Departamento de Informática e Tecnologias. Além de visitarem o museu, os alunos participaram entusiasticamente em várias actividades, nomeadamente na realização/

gravação de um programa de rádio e de televisão; elaboraram notícias e acompanharam todo o processo de elaboração de um jornal; desenvolveram a expressão plástica e, no âmbito das Ciências, aprenderam a fazer a

extracção de ADN. Foi uma tarde bem divertida e diferente, onde o lazer “andou de braço” dado com a aprendizagem.


a escola em acção

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> Externato Infante D. Henrique de portas abertas

Quadro de Excelência

premeia alunos e homenageia professora aposentada

Realizou-se, no passado Sábado, dia 17 de Maio, no Externato Infante D. Henrique, a sessão solene de entrega de prémios e diplomas aos melhores alunos do ano lectivo transacto, que integram o chamado Quadro de Valor e Excelência desta escola. Este ano 143 alunos integram o Quadro de Excelência (são alunos que obtiveram uma média final, igual ou superior a 16 valores no Ensino Secundário e uma média igual ou superior a 4,5 no Ensino Básico), 7 alunos receberam o Prémio Escolar Externato Infante D. Henrique, (alunos que concluíram o 12º ano com média final igual ou superior a 18 valores) e 27 alunos integram o Quadro

de Valor (que se destina a reconhecer publicamente alunos que em cada ano lectivo se evidenciam em áreas da actividade educativa não directamente relacionadas com o aproveitamento escolar.) Esta é uma forma muito prática, entre outras, de incentivar todos os alunos na busca do sucesso educativo. É também o reconhecimento e o apoio da escola aos alunos que, através de um maior esforço e dedicação, obtiveram melhores resultados. A sessão deste ano contou com dois momentos. No primeiro momento realizou-se a entrega dos prémios.

> Visita de Estudo

Em Conímbriga, sê romano! As turmas D e F, do 10º ano, realizaram uma visita de estudo a Coimbra, dinamizada pelas professoras de História da Cultura e das Artes, Área de Integração, Português e Filosofia, no dia 16 de Abril. Nesta visita, os alunos visitaram as ruínas de Conímbriga e a Biblioteca Joanina, cumprindo assim alguns dos objectivos propostos para esta visita: sensibilização para a preservação do património cultural, reconhecimento da importância e influências clássicas na cultura portuguesa e utilização de novas tecnologias de comunicação e informação.

No segundo momento teve lugar uma homenagem à professora Conceição Vaz, docente aposentada do 1º Ciclo e actual colaboradora voluntária da escola. A sessão foi aberta com um espectáculo de dança e ginástica intitulado “terra una”, orientado pela Prof Regina Sousa e Prof. Paulo Rafael, com a participação de alunos do Externato Infante D. Henrique. No âmbito do Quadro de Valor a escola reconheceu o desempenho de três alunos que participaram na Sessão Nacional do Concurso Parlamento dos Jovens. No âmbito do Desporto Escolar, destacaram-se vários alunos a nível do Atletismo e do Andebol, em

que o Externato Infante D. Henrique obteve vários títulos regionais e nacionais, sob a orientação da Prof. Sameiro Araújo (atletismo) e Luís Ricardo (andebol). Nesta sessão foram também entregues aos formandos os Certificados das Acções de Curta Duração, organizadas pelo Externato Infante D. Henrique. Antes do início da sessão a escola abriu as portas aos pais dos alunos, para conhecer melhor os espaços e principais actividades da escola, tendo terminado com um almoço para todos os participantes.


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cef em acção

Electricistas alimentam LAN

Compre

A LANparty, que decorreu na Nossa Escola, teve o contributo do CEF1Electricistas de Instalações na montagem da estrutura de abastecimento eléctrico às “máquinas” que participaram no evento. Ao que consta, não houve cortes de energia, pelo que o trabalho foi bem executado. Esperamse mais actividades que contribuam para demonstrar os conhecimentos adquiridos.

o que é Nosso A campanha que decorre a nível nacional “Compre o que é Nosso” esteve na Nossa Escola, integrada no domínio de Técnicas de Atendimento, do curso de Empregado/Assistente Comercial. Tratou-se de um evento que contou com a participação do Curso de Multimédia (CEF6) e serviu para apresentar o projecto e empresas nacionais envolvidas. Um agradecimento à entidade gestora do projecto e à Tsunami que vieram contribuir para a sensibilização de hábitos de consumo de produtos nacionais.

CEF na Feira das Profissões

O Cef esteve presente na feira das profissões com a divulgação dos cursos e actividades já decorridas durante o ano lectivo. Neste certame, estiveram expostos alguns dos trabalhos realizados pelos formandos nos diversos

a pedalar cef1

Integrado no domínio de Cidadania e Mundo Actual, alguns dos formandos do Curso de Electricista de Instalações resolveram pôr em prática o que aprenderam no tema: “Hábitos de Vida Saudável” e resolveram, no dia 25 de Abril (os feriados também servem para estas coisas!) apurar a forma (ou seja, queimar calorias!). O percurso realizado pela ciclovia, iniciou-se na Estação de Nine e teve como destino S.Pedro de Rates. Todo o passeio foi bastante “animado” pelos imprevistos: se na ida as avarias foram mecânicas, no regresso foi a “máquina humana” que pregou algumas partidas! Enfim... ainda há muito exercício pela frente!

domínios e que espelham bem a actividade e o projecto pedagógico dos cursos CEF. Já agora: no próximo ano lectivo a oferta educativa dos cursos CEF são: Electricista de Instalações, tipo 2; Pastelaria e Panificação, tipo 3 e

Empregado/Assistente Comercial, tipo 3 e Arte Floral, tipo 3. É importante que começem a pensar nas escolhas para o próximo ano. O futuro está aí!


cef em acção

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Almoço dos comerciais A Directora de Curso do Empregado/Assistente Comercial realizou um almoço de convívio entre formandos, com vista à promoção do espírito de grupo e reforço dos objectivos traçados no início do ano lectivo. Em grupo, os objectivos são maiores e a possibilidade de os alcançar também.

Cef3 na Rádio Popular A troca de experiências que este ano lectivo tem surgido no curso de Empregado/ Assistente Comercial iniciou uma nova etapa: a visita às instalações e observação do modelo de trabalho da Rádio Popular, no âmbito do domínio de práticas administrativas em contexto comercial. Depois da palestra já realizada na Escola, foi a vez da visita às instalações onde foi no-

CEF 2 e 3 em Viatodos Os grupos de formação de Empregado/Assistente Comercial e Padaria e Pastelaria visitaram os Bombeiros Voluntários de Viatodos para participarem numa acção prática sobre extinção de fogos simulados e de socorrismo. Esta acção teve como principais objectivos aplicar conceitos abordados no domínio de Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho. Aqui fica um agradecimento à Corporação pela forma como prepararam a acção e nos receberam. A segurança começa em cada um de nós!

vamente abordada a importância da qualificação nos recursos humanos, assim como o perfil do recurso humano da Rádio Popular. Mais uma vez, um agradecimento público pela cooperação que a Rádio Popular tem dado a este curso. Os bons princípios de responsabilidade social das empresas são aqueles que se praticam.

CEF1 ENERGIE

O Curso de Electricista de Instalações visitou a Energie, situada em Laúndos (Póvoa de Varzim) com o objectivo de aprofundar conhecimentos sobre energias e equipamentos alternativos. Esta actividade desenvolveu-se no domínio de Instalações Eléctricas de Iluminação e Climatização e a visita decorreu num clima de entusiasmo, dado tratar-se de um sistema de energia termodinâmico que tem como fonte de energia a luz solar. Esta é também uma das áreas em que a preparação dos formandos é importante, pois as energias alternativas são uma área de futuro... para quem estiver preparado. Um agradecimento à empresa pela colaboração!


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destaque cef em acção

> Concurso de Logótipo promovido pela ACIB - Associação Comercial e Industrial de Barcelos

CEF6 volta a

ganhar A Associação Comercial e Industrial de Barcelos - ACIB - levou a efeito um concurso para apresentação de propostas de Mascote e Logótipo do projecto “Barcelos em Acção”. O concurso teve por objectivo seleccionar uma Mascote e Logótipo que representarão a dinâmica e especificidade muito própria do comércio local do concelho de Barcelos. A turma CEF 6 – Técnico de Multimédia, imbuída no espírito de relação/trabalho com a comunidade agarrou este projecto com muito profissionalismo. Foi um projecto desenvolvido na disciplina de CDPM – Concepção e Desenvolvimento de Projectos Multimédia, onde os formandos tiveram espaço para aplicar os conhecimentos de design que o curso incorpora. A classificação do concurso não podia ser melhor, pois ganhámos os três primeiros lugares, na modalidade de logótipo, com prémios de 500, 200 e 100 euros, respectivamente. Parabéns aos vencedores. Director de Curso, Pedro Monteiro

1º lugar

2º lugar

3º lugar

Domingos Vilaça

Bruno Gomes

Sylvain Miranda

“Vai ser interessante ver o meu trabalho aplicado em vários suportes pelas ruas e lojas de Barcelos.”

“Foi uma boa experiência. Vai enriquecer o meu currículo. Vou continuar a participar em concursos.”

“Parabéns à ACIB por este tipo de iniciativa, assim é mais fácil colocar em prática o que aprendemos.”

CEF 5 e CEF 6

estagiam na Reportagem no “Mundo da Padaria”

Alemanha e Itália No próximo mês de Junho, alguns formandos dos Cef 5 e Cef 6 vão culminar o seu percurso formativo na Alemanha e na Itália, desenvolvendo o seu estágio em instituições parceiras da nossa escola. Esta iniciativa insere-se no programa de mobilidade europeu, Leonardo da Vinci, que promove a troca e partilha de experiências educativas, sociais e culturais.

Assim, cinco formandas do Cef 5 irão para Leipzig, Alemanha, desenvolver actividades no âmbito do ensino pré-escolar, enquanto que cinco formandos do Cef 6 irão para Milleto, Itália, trabalhar na área multimédia. Esta iniciativa prolongar-se-á durante seis semanas, pelo que todos estarão de regresso em meados de Julho, para defenderem a sua PAF.

CEF1 na AMI O grupo de formação de pastelaria e panificação da nossa escola foi objecto de uma reportagem publicada, no mês de Abril, na revista “Mundo da Padaria”. Trata-se de uma revista da especialidade que veio até nós conhecer a formação que estava a ser desenvolvida na nossa escola. E foram bem

impressionados com os progressos evidenciados, assim como com as instalações em que se desenvolve a formação. Vamos continuar a trabalhar para poder merecer mais reportagens como esta. É só um começo!

O CEF1 visitou a AMI – Centro Porta AMIga, em Campanhã (Porto), no sentido de aprender um pouco mais sobre o fenómeno da exclusão social, assim como contactar com instituições e conhecer medidas de apoio social e formas de integração. Esta iniciativa foi levada a cabo pelo domínio de Cidadania e Mundo Actual e teve como principais objectivos ver aplicados na realidade, alguns dos conteúdos abordados no referido domínio, assim como desenvolver o espírito de cidadania e de ajuda nos formandos. A exclusão pode (não) acontecer só aos outros!


a escola e o meio

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> Dia da Meteorologia

Como conhecer os estados de tempo? O Dia Mundial da Meteorologia foi comemorado na nossa escola a 3 de Abril. Para o efeito, foi montada uma mini-estação meteorológica onde foi possível explicar, medir e registar valores relativos aos elementos de clima, designadamente, temperatura, humidade, precipitação, pressão atmosférica, direcção e velocidade do vento, em diferentes horas do dia e com diferentes turmas. Paralelamente estavam expostas cartas meteorológicas em grandes dimensões, o que permitiu aos alunos conhecer

os factores responsáveis pelos diferentes estados de tempo, nas diferentes estações do ano. Além desta actividade foi lançado um balão meteorológico para recolher dados relativos à variação da temperatura com a altitude e realizou-se um colóquio subordinado ao tema “Estado do Tempo - Estado das Coisas” orientado por dois alunos, a Flora e o Telmo, finalistas da Universidade do Minho do curso “Geografia e Planeamento”, destinado aos alunos do ensino secundário

Encontro Pascal Realizou-se no dia 13 de Março o Encontro Pascal, numa organização do Grupo Disciplinar de EMRC e do Núcleo de Teatro, da nossa escola. A actividade contou com a participação de toda a comunidade escolar e constou de dois momentos. No primeiro momento, os alunos apresentaram uma peça de teatro sobre “ A Última Ceia ”, seguida de uma projecção multimédia. No segundo momento, assistiu-se à tradicional “queima do Judas”, ritual popular

típico nesta quadra festiva. O acto de queimar o Judas simboliza a vontade humana de acabar com todo o tipo de sofrimento, injustiças e miséria no mundo. Foi neste contexto que se realizou esta actividade, cujos principais objectivos foram sensibilizar toda a Comunidade Escolar para o Tempo Pascal, aprofundar a experiência pessoal religiosa, e dar a conhecer à Comunidade Escolar um episódio importante da vida dos cristãos.

que frequentam Geografia. Esta actividade foi organizada pelo Departamento de Ciências Físicas Naturais, Conselho Eco-Escolas e pelo Grupo Disciplinar de Geografia e teve como objectivos reconhecer que os elementos que caracterizam o estado do tempo sofrem oscilações, compreender que os estados de tempo sucessivos determinam os diferentes climas ao nível global, regional e local e relacionar os estados do tempo com a vida quotidiana das pessoas.

Um colóquio sobre o tempo No colóquio “Estado do Tempo - Estado das Coisas” foram abordados conceitos básicos relacionados com o Estado do Tempo e Clima, nas diferentes regiões terrestres, tendo sido realçadas as áreas do nosso país com maior e menor queda de precipitação, bem como a variação da temperatura e os respectivos factores influentes. De seguida, foi feita a apresentação dos efeitos do estado do tempo no ambiente terrestre, nomeadamente, o reflexo das secas e inundações e do efeito de estufa, em diferentes áreas do globo.


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secundário em movimento

Apresentação dos resultados do

Programa AVES

No passado dia 30 de Abril realizou-se na escola uma sessão de trabalho em que teve lugar a apresentação das conclusões do relatório do Programa Aves sobre as provas realizadas pelos alunos do sétimo ano no primeiro período. O Programa AVES corresponde a um Programa de Avaliação do Ensino Secundário, da iniciativa da Fundação Manuel Leão com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian. Os seus objectivos principais são analisar os processos educativos desenvolvidos na escola e definir estratégias de melhoria dos

resultados dos alunos. A primeira fase de aplicação das provas de avaliação do Programa AVES decorreu no primeiro período, tendo os alunos de sétimo ano realizado as provas de diagnóstico de entrada nas disciplinas de Língua Portuguesa, Matemática, História e Ciências da Natureza. Aplicou-se ainda a prova de Contexto Social para determinar as escolas com que se podem comparar os resultados obtidos nesta escola, tendo o Externato Infante sido enquadrado no contexto sociocultural

3 - Médio-Baixo. Esta avaliação foi feita com base em diferentes parâmetros, tais como as habilitações escolares dos pais, os hábitos de leitura e frequência de leitura de imprensa e existência ou não de ligação à Internet, entre outros. Os resultados obtidos pela Escola foram comparados quer com a média obtida pelas escolas que estão situadas no mesmo contexto sociocultural, quer com a totalidade dos estabelecimentos que fazem parte da rede de escolas do Programa AVES. Após a apresentação das conclusões do

> I Encontro de Educação Sexual.

Encontra-nos para te encontrares Tratou-se de uma iniciativa inédita na escola, em que um dos objectivos principais foi a promoção de comportamentos saudáveis face à sexualidade. Neste Encontro juntaram-se no mesmo espaço alunos, Enfermeiros, Psicólogos, Assistentes sociais, entre outros profissionais, que procuraram dialogar e esclarecer dúvidas acerca da sexualidade.

O I Encontro da Educação Sexual - que decorreu sob o lema “Encontra-nos para te encontrares!” - foi sub-dividido em três áreas distintas: o Espaço Multimédia, em que foi apresentada uma peça de teatro intitulada “Entrei na Adolescência. E agora?” e pequenos filmes publicitários relacionados com Doenças Sexualmente Transmissíveis e contracepção, tendo também sido apre-

sentado um curto documentário realizado pelos alunos, sobre a posição da religião em relação ao uso da contracepção. No Espaço Social, os alunos ouviram testemunhos de grávidas adolescentes, conhecendo as necessidades e dificuldades que uma adolescente passa quando fica grávida. Finalmente, no “Espaço Informação”,

relatório do Programa Aves, decorreu uma sessão de reflexão e debate por parte dos professores da escola, relativamente aos resultados obtidos e a algumas questões relacionadas com as maiores dificuldades demonstradas pelos alunos nas provas. Foram então apresentadas várias propostas práticas no sentido de promover a melhoria dos resultados dos nossos alunos nos anos lectivos vindouros. Eliana Barreiro

Decorreu, no Grande Auditório do Externato Infante D. Henrique, na manhã do dia 2 de Abril, o I Encontro de Educação Sexual em contacto com enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais, os alunos ficaram a conhecer melhor os vários métodos contraceptivos, as mudanças do corpo dos jovens e a importância dos afectos numa relação. Esta actividade destinou-se a todos os alunos do nono ano, e foi realizada por duas turmas do 9º e duas do 12ºano, no âmbito da Área de Projecto.


a escola em acção

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> Cancro, uma luta para vencer

Verdadeiros campeões

O cancro foi o tema de uma palestra realizada a 9 de Abril, na nossa escola, para alunos do 10ºano. Involuntariamente, os dois intervenientes na palestra despertaram emoções na plateia, que atentamente ouviu o seu testemunho sobre a dolorosa experiência vivida na primeira pessoa. A iniciativa, que se intitulou “Dor de pensar – estudo fisiológico, psicológico e social do cancro”, foi dinamizada por um grupo de alunos do 12ºC, no âmbito da Área de Pro-

jecto, e revelou-se numa actividade muito interessante para conhecer bem o que é o cancro, quais os factores de risco, quais as formas de diagnóstico, sinais de alerta e tratamento. Foram, aliás, estes os aspectos que os alunos projectaram numa apresentação multimédia que clarificou muitas dúvidas à volta desta doença. Seguiram-se os testemunhos dos convidados: o professor da nossa escola, Hermenegildo Guimarãres e a atleta Aurora Cunha.

Projecto apresentado na Didaxis No âmbito do projecto Gravidez na Adolescência “Pequenas Vidas em Pequenas Mãos (-ães)”, desenvolvemos na nossa escola o I Encontro da Educação Sexual, que permitiu aos alunos do 9.º ano o contacto de realidades relacionadas com a gravidez na adolescência e ao mesmo tempo a divulgação dos métodos contraceptivos de modo a diminuir a incidência da gravidez precoce. No seguimento desta actividade promovemos, no dia 12 de Maio, uma palestra de sensibilização acerca da gravidez na ado-

lescência na escola Didáxis, em Vale de S. Cosme. Fomos bem recebidas pela professora Isabel Rebelo e por quatro turmas de 9.º ano. Ao longo da apresentação o comportamento dos alunos foi favorável ao sucesso da actividade, demonstrando interesse nos temas apresentados e reagindo com agradáveis comentários. Desta forma, concluímos que a mensagem que pretendíamos transmitir chegou aos alunos e poderá modificar atitudes. Grupo de alunos do 12º C Vânia, Juliana, Marta e Helena

O professor Hermenegildo explicou como tudo começou, há oito anos. Como lhe detectaram o cancro na tiróide, como recebeu a notícia e o que sentiu quando entrou pela primeira vez no IPO (Instituto Português de Oncologia) do Porto. Salientou que a primeira reacção à doença é de “negação, rejeição e orgulho”. O testemunho do professor Hermenegildo revelou, no entanto, uma grande coragem, uma enorme esperança e vontade de viver e, ainda, uma grande capacidade física e

psicológica para enfrentar a doença que dizimou 7,6 milhões de pessoas em 2007. A atleta Aurora Cunha referiu mesmo que estamos perante um “verdadeiro campeão”, num elogio à tenacidade de Hermenegildo Guimarães. Aurora Cunha salientou que a prática desportiva e a capacidade de sofrer e resistir às adversidades da alta competição a ajudaram a enfrentar a doença. Foi há cinco anos que lhe foi diagnosticado um cancro na mama. Segundo esta

atleta, “o momento mais difícil foi o momento em que recebi a notícia.” Acrescentando que teve dificuldades em aceitar a verdade da mesma: “nunca acreditei. Apenas me interrogava porque é que me aconteceu a mim, eu que era uma praticante de desporto”. No entanto, revela que o apoio da família foi fundamental para superar a doença: “encontrei tudo em casa”, salientando que, apesar de tudo, a sua vida continua a ser normal.

Aurora Cunha

> Coleccionadora de títulos Aurora Cunha nasceu em Ronfe, no concelho de Guimarães, em 1959. Gostava de jogar futebol mas optou pelas corridas e, aos 15 anos, começou a sério na modalidade, com a camisola do Juventude de Ronfe. Era ainda muito jovem quando bateu os recordes nacionais dos 1500 e dos 3000 metros. Moniz Pereira reparou nela e tentou levá-la para o Sporting, mas Aurora Cunha optou pelo seu clube do coração, o FC Porto. Especialista de meio-fundo e fundo, venceu 22 campeonatos nacionais individuais. Foi seis vezes campeã nos 1500 metros (1978, 79, 80, 82, 83 e 84), oito vezes nos 3000

metros (1976, 77, 78, 79, 82, 83, 84 e 87), quatro vezes nos 5000 metros (1982, 83, 84 e 85) e outras quatro no corta-mato longo (1979, 80, 83 e 86). A nível internacional, Aurora Cunha distinguiu-se, sobretudo, nas provas de estrada. Em 1984 foi Campeã do Mundo individual e vice-campeã a nível colectivo. Repetiu os títulos individuais em 1985 e 86 e, neste último ano, venceu igualmente a medalha de prata colectivamente. Em 1987, venceu o ouro a nível colectivo. Em 1989, arrecadou o bronze individualmente e a prata por equipas. Voltou a sagrar-se campeã colectivamente,

em 1990. Alcançou igualmente resultados brilhantes noutras competições. Em 1985, venceu a Taça do Mundo de pista, nos 10 mil metros; em 1990, ganhou a medalha de bronze por equipas no Campeonato do Mundo de corta-mato e, em 1992, foi Campeã Mundial de estafetas em estrada. Venceu quatro maratonas de grande prestígio, Paris (1988), Tóquio (1988), Chicago (1990) e Roterdão (1992), bem como a São Silvestre de São Paulo, em 1988. Ao seu palmarés impressionante faltou apenas uma medalha olímpica.


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associação de antigos alunos

> Carla Soares, jornalista e ex-aluna da nossa escola

Saudade, muita saudade! Durante oito anos, o Externato Infante D. Henrique foi a minha primeira casa. Sim, a primeira porque grande parte das horas do dia eu estava nesta escola. Lembro-me perfeitamente dos primeiros dias, quando entrei para o quinto ano e lembro-me mais ainda dos últimos já com o 12º ano concluído. Entrei criança e saí mais crescida em todos os aspectos. Falo e escrevo sobre a minha escola com saudade, muita saudade. Não daquela que faz doer, mas daquela que nos faz sorrir e nos transporta aos corredores da escola, às aulas, às brincadeiras, … E daqui surgem centenas de outras recordações como os nossos professores que nos fazem crescer e, de certa forma, nos lembram que não vamos andar na escola para sempre. Agora, quando revejo os meus professores, ainda os olho daquela forma… com um respeito saudável e com um carinho de agradecimento. Por outro lado, não consigo deixar de pensar nas amizades. Umas que se vão, outras que crescem connosco. Apesar daquelas que se perdem, mais uma vez ficam as recordações

que nos confortam… e são tantas! Acreditem em mim, das mais variadas formas, somos o reflexo daquilo que colhemos não só enquanto alunos, mas também enquanto amigos e membros dum grupo que é a escola. Algures na nossa vida, vamos precisar daquilo que aprendemos e nunca será o suficiente. Até porque a escola não pode, nem é o fim da nossa aprendizagem. Passados doze anos da minha saída do Externato Infante D. Henrique continuo a lamentar algumas coisas: não sugar ainda mais do que a escola tinha para me oferecer, não investir mais no estudo e não perceber o quanto as coisas lá fora são tão difíceis. Ao contrário da minha escola onde me sentia acolhida e até protegida. Na verdade, não sabemos o que nos espera lá fora. Mas a minha experiência pessoal diz-me que se soubermos aproveitar o tempo na nossa escola, fica esse ponto de referência para a vida. E claro, vou sempre dizer a minha escola, porque será minha para sempre! Carla Soares - Jornalista da Rádio Digital e Jornal Opinião Pública

> Tuno e ex-aluno da nossa escola

Saudades da Escola, orgulho em ser da Tuna... Que bom que foi ver a Tuna! A nossa Tuna! A Tuna Académica do Externato Infante D. Henrique! Há dias, voltando de um casamento para ir para casa estudar passava em Arentim e encontrava uma fila de carros parados, que não deixavam circular o trânsito... Depois de muito resmungar, percebi porque estavam a passar devagar! Estava a tocar a Tuna Académica do Externato Infante D. Henrique, da qual orgulhosamente faço parte, e a cuja actuação não pude ir, pois já tinha um casamento e também tinha que estudar para as frequências... Mas foi mais forte do que eu! Parei o carro no primeiro lugar que encontrei e corri para lá para ver a minha Tuna tocar... E que bom que foi! Depois de muitos momentos conturbados por que passamos, desde tocarmos mal, a falta de pessoal e sobretudo falta de ânimo, ontem vi uma Tuna espectacular! Uma Tuna com 26 elementos, com muitos caloiros, com alegria, com vontade de tocar e em que os seus elementos tinham vontade de estar juntos!

Foi lindo também ouvir a Tuna "do outro lado". Quando estamos a tocar, concentrados no nosso trabalho, porque sabemos que cada um está concentrado para fazer o seu melhor, é difícil perceber a harmonia do conjunto... No entanto, deste lado, podemos ouvir aqueles que nos acompanham há muitos anos a tocar "em equipa", criando um efeito que eu nunca me tinha apercebido... Aliás, penso ter sido a primeira vez que ouvi a Tuna "do outro lado" desde que nela entrei, há quase 14 anos!!! Foi lindo! Mas, por muito que tenha gostado de estar na assistência, o melhor foi mesmo quando me viram e fui convidado para subir ao palco para me juntar aos meus amigos. Mesmo em traje de casamento! A vontade superou o frio e lá fui. É outra coisa... só sabe quem está lá dentro e só imagina como é, alguém que, como eu, como nós, tem tanto gosto por aquilo, tanto carinho pela Tuna e tanto orgulho em fazer parte dela! Obrigado Tuna. Somos os maiores! Força, estamos no bom caminho! Manuel João Fernandes de Nascimento Tuno, ex-Aluno da nossa escola (finalista de Engenharia Civil na Universidade do Minho)

> Associação dos Antigos Alunos A Associação de Antigos Alunos do Externato Infante D. Henrique está a organizar um encontro para o próximo dia 31 de Maio. O evento terá lugar no Restaurante Adão e Eva, em Airó, onde serão apresentadas algumas surpresas de animação ao longo do jantar, que tem início marcado para as 20.30 horas. A Associação conta com a presença de um número significativo de alunos que passaram por esta escola, ao longo dos últimos trinta e oito anos e espera poder juntar várias gerações num ambiente de fraterna amizade e de salutar convívio. Esta Associação, que tem estado bastante limitada por falta de verbas, sofreu recentemente uma remodelação dos órgãos directivos e pretende adquirir o vigor que a caracterizou nos primeiros anos da sua existência. Estão já agendadas algumas actividades para pôr em prática nos próximos meses que irão certamente surpreender todos aqueles que tiveram a coragem de fazer a sua inscrição de sócio.


Sementes do 1ยบ ciclo

germinam

na nossa escola


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articulação com o 1º ciclo

> Projecto Sementinha

Uma transição difícil? A crescer com o Infante Alunos do 4º ano do 1º Ciclo de Nine, Cambeses, Bastuço S. João, Bastuço Sto. Estêvão, Cunha, Tebosa, Arentim e Ruílhe “estagiaram” durante dois dias na nossa escola. Desde há alguns anos que o Serviço de Psicologia do Externato Infante D. Henrique tem desenvolvido um programa denominado “Projecto Sementinha”, que tem como público-alvo todos os alunos do 4º ano de escolaridade da área de influência pedagógica do Externato Infante D. Henrique. Este projecto tem por objectivos facilitar a aquisição de conhecimentos sobre as diferentes áreas disciplinares, desmistificar preconceitos relativos ao 2º Ciclo do Ensino Básico, promover a aplicação de conhecimentos, atitudes e competências de exploração, interacção, escolha e optimização de oportunidades de estudo e treinar e desenvolver competências relativas ao papel de estudante em interac-

ção com outros papéis de vida. Neste ano lectivo, as actividades do “Projecto Sementinha” realizaram-se no período de Fevereiro a Abril de 2008, sendo que os alunos do 4º ano de escolaridade das escolas EB1 de Nine, Cambeses, Bastuço S. João, Bastuço Sto. Estêvão, Sequeade, Cunha, Tebosa, Arentim e Ruílhe realizaram trabalhos, durante dois dias, nas salas de aula do Externato Infante D. Henrique, nas áreas da Matemática, Língua Portuguesa, História e Geografia de Portugal, Ciências da Natureza, Educação Visual e Tecnológica, Educação Musical, sob orientação de professores do 2º Ciclo do Ensino Básico. A avaliação feita pelos alunos e professores do 4º ano de escolaridade revelou-se muito positiva quer ao nível da consolidação das aprendizagens anteriormente feitas, quer no respeitante ao conhecimento do funcionamento de uma escola do 2º Ciclo.

O momento de transição do 1º para o 2º Ciclo do Ensino Básico revela-se bastante constrangedor para alguns alunos do 4º ano de escolaridade. Vindos de uma metodologia de ensino caracterizada pela monodocência, onde um único professor é responsável pela turma, os alunos confrontam-se no 5º ano de escolaridade com um número significativo de docentes, de várias áreas disciplinares. Assim, nesta fase de grandes mudanças, o Serviço de Psicologia da nossa escola avalia e acompanha alunos que manifestam sintomas de ansiedade, e outros, que interferem na sua actividade e participação em contexto escolar.


articulação suplento com o-1º1ºciclo ciclo

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> Projecto “Ciência em Acção”

A aventura da ciência continua…

Ao longo do segundo período, desenvolveram-se, nas escolas do primeiro ciclo de Cambeses, Bastuço S. João, Sto. Estêvão e Nine, actividades planificadas no âmbito do projecto Ciência em Acção. Numa primeira sessão, efectuaram-se actividades relacionadas com a unidade “Aspectos físicos do meio”. Assim, as actividades realizadas basearam-se nas propriedades físicas da água, concretamente a

adesão e a tensão superficial, bem como nos estados físicos em que se podem apresentar fenómenos relacionados com a mudança de estado. Abordaram-se ainda questões relacionadas com a actividade humana, em especial a poluição das águas subterrâneas e das chuvas ácidas. Com o objectivo de, o mais precocemente possível, os alunos se habituarem a efectuar registos das observações realizadas, elabo-

rou-se uma pequena ficha de trabalho. Na segunda sessão, denominada “Os Astros”, com o auxílio de um Powerpoint, abordaram-se conteúdos relativos à Estrutura Interna da Terra, concretamente as suas três camadas, que se simularam com a adição de três líquidos imiscíveis de diferentes densidades. Depois, construiu-se um modelo analógico da formação de uma atmosfera gasosa,

seguida da construção do Sistema Solar à escala. Através da visualização de algumas animações e de modelos, os alunos puderam compreender a duração do dia e da noite, as fases da Lua e as quatro estações do ano. Finalmente, mencionaram-se exemplos de outros corpos celestes, tais como os asteróides, meteoritos, meteoros e cometas. E a aventura continua…

> CEF 5 e EB1 e JI de Cambeses

Na Feira da Isabelinha

As Educadoras da Escola EB1 e Jardim de Infância de Cambeses e a Prof. Alexandra Galvão, do Externato Infante D. Henrique, elaboraram um projecto onde, através do Jogo, da brincadeira, as crianças demonstraram todos os conhecimentos que foram adquirindo ao longo dos anos, de Brincar/Aprender, na Feira da Isabelinha, que se realizou em Viatodos, em Março. Elaborou-se o “O Jogo do Conhecimento”, que foi todo construído de raiz, com os melhores colaboradores do planeta: as CRIAN-

ÇAS. Para a sua realização contámos com a colaboração das alunas do Cef5 - Curso de Assistente de Acção Educativa que, com o seu empenho e carinho, ajudaram na organização dos grupos e explicação do jogo, incutindo neste um certo dinamismo. A actividade foi filmada e fotografada, sendo o produto final uma apresentação em Powerpoint, que foi exibida na exposição da Feira da Isabelinha, em Viatodos. Esteve também exposto o material utilizado para a realização do jogo. Prof.ª Alexandra Galvão

> Desenvolvida no âmbito da área de projecto do 12º ano

Uma aula diferente no 1º Ciclo No âmbito da Área de Projecto - cujo tema desenvolvido ao longo do ano é “Escolha acertada de Alimentos” - um grupo de alunas do 12º A realizou, no dia 8 de Maio, diferentes tipos de actividades numa turma do 3ºano de escolaridade, da escola EB1 de Ruílhe. As alunas dirigiram-se para a escola de

Ruílhe e iniciaram a sua apresentação com uma palestra interactiva, onde foram abordados temas como: “A influência da publicidade nos hábitos alimentares das crianças” e “Hábitos alimentares diários”. De seguida, foi transmitida alguma informação relativa à constituição da nova Roda dos Alimentos, que, posteriormente, foi necessária para a

construção da mesma. O passo seguinte foi a exibição de três filmes com a informação relativa à “Higiene e Segurança na Alimentação”. Por fim, foi realizada uma actividade que abordava a identificação e distinção dos alimentos “bons e menos bons”. Os principais objectivos desta actividade foram o incentivo para a mudança de hábitos

alimentares e adopção de uma alimentação saudável. De um modo geral, o contacto com as gerações mais novas foi bastante enriquecedor, não só para as crianças como também para todas as alunas. Daniela, Fátima, Márcia, Sara e Silvina, do 12ºA


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articulação com o 1º ciclo

> Projecto Sementinha – Língua Portuguesa

A Primavera contada pelo 1º ciclo Os alunos do 4º ano do 1º ciclo das escolas de Ruílhe, Cunha e Arentim e Tebosa participaram nos dias 17 e 18 de Março em actividades de Língua Portuguesa sobre a Primavera, na nossa escola. Nos dias 2 e 9 de Abril estivam nas mesmas aulas de Língua Portuguesa os alunos das escolas de Bastuço S. João, Bastuço Stº Estevão, Cambeses e Nine. Feitos os grupos e eleito o representante de cada grupo, foi distribuído o material escolar aos alunos (cartolinas, folhas de várias cores, lápis de cor, cola) e pedido que lessem uma

narrativa e seleccionassem 10 palavras relacionadas com a Primavera. Finalmente, elaboraram cartazes alusivos ao tema, com as palavras previamente seleccionadas a partir da leitura do texto. Esta actividade de leitura recreativa e de jogos de palavras foi dinamizada pelos professores José Lages e Hermenegildo Guimarães.

Pequenos músicos iniciam-se na nossa escola > Sementinha - Música

Com o apoio do professor Abel Gonçalves, os alunos do 4º ano do 1º ciclo de Ruílhe, Tebosa, Cunha e Arentim estiveram no Externato, nos dias 17 e 18 de Março e os alunos de Bastuço S. João, Bastuço Stº Estevão, Cambeses e Nine nos dias 2 e 9 de Abril, e deram os primeiros passos musicais. Os alunos tiveram a oportunidade de visualizar alguns instrumentos musicais e contactaram com a linguagem musical escrita. Num plano mais prático, puderam realizar pequenas leituras rítmicas e identificaram sons musicais. Era visível o interesse dos alunos no decorrer desta actividade.


articulação suplento com o-1º1ºciclo ciclo > Momentos da Matemática

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Alunos do 4º ano do 1º Ciclo praticam Matemática Integrados no Projecto Sementinha – Crescer com o Infante, os “Momentos da Matemática” proporcionaram aos alunos do 4º ano do 1º ciclo de Ruílhe, Tebosa, Arentim e Cunha no dia 19 de Março, e aos alunos de Bastuço S. João, Bastuço Stº Estevão, Cambeses e Nine nos dias 20 e 27 de Fevereiro, a oportunidade de experimentar e explorar recursos informáticos, desenvolvidos na nossa escola. Estes recursos facilitaram a aprendizagem dos conteúdos de Matemática do 1º ciclo, designadamente cálculo mental e unidades de medida, temas pré-sinalizados pelos professores, como sendo aqueles em que os alunos manifestavam mais dificuldades.

Puderam, ainda, experienciar a aprendizagem da Matemática usando o computador e explorando software que convida e motiva à realização de actividades e à própria aprendizagem, uma vez que compensa o aluno com algo de agradável sempre que ele acerta os exercícios de dificuldade crescente que lhe vão sendo apresentados. Tal recurso permitiu aos professores, que orientaram as actividades, mais tempo para apoiarem os alunos com maiores dificuldades, dado os próprios programas fazerem a correcção das respostas dadas pelos alunos. Esta actividade foi dinamizada pelos professores Carlos Costa e Filomena Carvalho.

> Da pré-história até à actualidade

Alunos do 1º ciclo “viajam no tempo” No âmbito do “Projecto Sementinha Crescer com o Infante”, organizado pela nossa escola, também estiveram envolvidos docentes de História e Geografia de Portugal que, obedecendo ao tema “Uma Viagem no Tempo”, desenvolveram actividades com os alunos do 4º ano do 1º ciclo que estiveram de visita à nossa escola. Neste sentido, foi apresentado aos alunos um Powerpoint constituído por imagens desde a Pré-História até à actualidade, acompanhado de um questionário. Nesta apresentação, foi referida a evolução do Homem e os alunos foram sensibilizados para a importância da preservação do Planeta.


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articulação com o 1º ciclo

> Alunos do 4º ano do 1º Ciclo prepararam Dia do Pai na nossa escola

À descoberta da Educação Visual

Os alunos do 4º ano, do 1º ciclo de Bastuço S. João, Bastuço Stº Estevão, Cambeses e Nine, no dia 27 de Fevereiro, e os de Ruílhe, Tebosa, Arentim e Cunha, no dia 19 de Março, vieram à nossa escola, no âmbito do Projecto Sementinha- Crescer com o Infante, realizar um trabalho comemorativo do Dia do Pai, com o apoio das professoras Ana Vilaça, Cristina Alves e Cândida Paredes, de Educação Visual. O trabalho teve como meta dar a conhecer os objectivos da disciplina de Educação Visual,

> Gabinete de Saúde Escolar foi à Escola do 1º Ciclo de Nine

Alimentação saudável

No dia 15 de Março comemorou-se o Dia Mundial do Consumidor e, porque este é um assunto que a todos nós diz respeito, a Escola do 1º Ciclo de Nine não quis deixar passar esta data sem alertar os seus pequenos alunos para problemas relacionados com o consumismo. Em colaboração com o Gabinete de Saúde Escolar, do Externato Infante D. Henrique, foi

realizada uma sessão cujo principal objectivo consistiu em chamar a atenção para uma das principais, e diga-se essencial, fonte do consumismo: a alimentação. Deste modo, falou-se dos cuidados a ter na compra de alimentos, na necessidade de sermos exigentes com a sua segurança e higiene e como devemos preservá-la até ao consumo final. Eliana Ferreira

as suas metodologias, bem como os materiais e algumas técnicas de transformação. Os estudantes do 1º ciclo construíram um pisa-papéis artístico e colorido, donde pendiam elementos dinâmicos com o símbolo da escola e uma mensagem escrita para os pais, com frases bastante afectuosas. Os alunos acolheram a actividade com entusiasmo e empenharam-se na sua concretização.


articulação suplento com o-1º1ºciclo ciclo

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> Nine, Bastuço S. João e Bastuço Sto. Estêvão

Psicomotricidade nos Jardins de Infância Todas as semanas, as crianças dos jardins-de-infância de Nine, Bastuço S. João e Bastuço St.º Estêvão e Cambeses tiveram aulas de Psicomotricidade leccionadas pelas professoras Regina Sousa e Alexandra Galvão, do Externato Infante D. Henrique. Foram aulas muito divertidas, em que se utilizou material específico adaptado às idades das crianças e a cada conteúdo programático. Estas aulas constaram, entre outros, de jogos e danças tradicionais, mini-cricket, ginástica

acrobática, atletismo (corridas de velocidade e lançamento de peso) e ténis com material específico. Com estas aulas pretendeu-se desenvolver a coordenação óculo-manual e as capacidades físicas (destreza, flexibilidade, velocidade e equilíbrio, entre outras). Apoio a actividades extra-curriculares As professoras Regina Sousa e Alexandra Galvão têm tido também muito trabalho no apoio aos jardins-de-infância e

Escolas do 1º Ciclo da região. Neste contexto, ajudaram na realização de coreografias e organização de festas e manhãs desportivas inseridas em festas tradicionais, tais como Magusto. Mas não fica por aqui o seu trabalho. O apoio às Juntas de Freguesia da região também tem sido dado, nomeadamente na realização de festas.


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articulação com o 1º ciclo

> No fórum da AEEP

Projecto Sarilhos do Amarelo foi apresentado O projecto Sarilhos do Amarelo foi recentemente apresentado no 9º Forum do Ensino Particular e Cooperativo, uma vez quem tem sido implementado, por uma psicóloga do Externato Infante D. Henrique, e uma estagiária em psicologia da Universidade do Minho, nas escolas EB1 de Cambeses, EB1 de Bastuço Sto. Estêvão e EB1 de Bastuço S. João. A apresentação do projecto foi feita através da apresentação de um vídeo, através do qual os presentes visionaram actividades desenvolvidas com os alunos do 1º Ciclo. Posteriormente, o autor do projecto, mediante uma breve exposição relativa aos modelos teóricos que fundamentam a investigação e a concepção do livro Sarilhos do Amarelo, fez referência à sua aplicabilidade ao contexto educativo. No final, no espaço reservado ao debate, esclareceramse dúvidas que diziam fundamentalmente respeito à concepção do projecto.

O que é o projecto “Sarilhos do Amarelo”? O projecto de investigação Sarilhos do Amarelo, da autoria de investigadores das Universidades do Minho e Oviedo, tem por objectivo ensinar às crianças processos de auto-regulação da aprendizagem promotores do seu sucesso escolar. O público-alvo do projecto são crianças sub10 (desde o pré-escolar ao 1º Ciclo do Ensino Básico). A ferramenta Sarilhos do Amarelo é um livro, publicado recentemente, que conta um conjunto de aventuras vividas pelas cores do arco-íris em busca do seu amigo Amarelo perdido no bosque. Esta estória constitui uma oportunidade para trabalhar com as crianças um leque de estratégias de aprendizagem e de processos de auto-regulação.


curso profissional multimédia

curso profissional de

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MULTIMÉDIA “Quero estar na vanguarda das tecnologias. Este curso está a corresponder às minhas expectativas.”

Seja no que for, a perfeição é finalmente atingida não quando já nada mais existe a acrescentar, mas sim quando já nada mais existe a retirar. Antoine de Saint Exupéry

O Técnico de Multimédia é um profissional qualificado apto a exercer profissões ligadas ao desenho e produção digital de conteúdos multimédia e a desempenhar tarefas de carácter

Miguel Costa

técnico e artístico com vista à criação de soluções interactivas de comunicação.

“Os equipamentos e os recursos existentes na sala, em especial os computadores e a Internet, funcionam na perfeição, possibilitando uma melhor aprendizagem!” Jorge Oliveira

“Os conteúdos abordados são interessantes e os professores são espectaculares! Exigentes, mas empenhados e atentos às dificuldades de todos os alunos.” Marco Faria

“O ambiente entre os colegas é muito bom. A turma funciona como um verdadeiro grupo de trabalho, no qual existe um forte espírito de ajuda e amizade.” Pedro Borges


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a ciência na escola

> No âmbito do Centro de Ciência e Educação Ambiental e com o apoio do clube de Ciência e Tecnologia

Alunos constroem BARCOS SOLARES para Regata

A construção de barcos solares envolve várias áreas do conhecimento e é um excelente meio para que os alunos apliquem na prática os seus conhecimentos teóricos, desenvolvendo a sua capacidade criativa, a persistência, a organização e o trabalho de equipa.

O Centro de Ciência e Educação Ambiental continua a desenvolver actividades que visam a descoberta e o interesse pela ciência. Neste período, os alunos continuaram o fabrico de sabão a partir de óleos usados na cantina e, depois de terem utilizado os diversos kits de energias alternativas adquiridos no âmbito deste projecto, estão a desenvolver barcos movidos a energia solar com o objectivo de se realizar uma Regata no próximo dia 5 de Junho – Dia do Ambiente.

Esta Regata de barcos, movidos a energia solar pretende ser um incentivo à realização de actividades experimentais relativamente simples e pouco dispendiosas e que motivem os alunos, despertando o gosto pela investigação, pela tecnologia e pelo aproveitamento das energias alternativas. O objectivo da Regata é promover o espírito criativo e competitivo dos jovens, através da realização de pequenos projectos/trabalhos científicos.

Quanto mais leves e estáveis forem os barcos, mais rápidos serão, por isso, os projectos deverão ser bem pensados e discutidos pelas equipas, antes, durante, e mesmo após a construção do barco, uma vez que a sua performance pode ser sempre melhorada. Os barcos serão movimentados por motores eléctricos, alimentados unicamente por módulos fotovoltaicos de silício (monocristalino, policristalino ou amorfo), que transformam a energia solar em

energia eléctrica. As equipas deverão também manter registos de todo o processo de planeamento e construção do barco, como fotografias, desenhos, cálculos e registos dos testes realizados, de forma a poderem mostrar como desenvolveram o trabalho. Os alunos contam, ainda, com o apoio do Clube de Ciência e Tecnologia no desenvolvimento dos seus projectos. Boa sorte concorrentes! Fernanda Oliveira, Isaura Leite Rui Leite e Sérgio Gomes

> Dia da Floresta

Plantação de

PINHEIROS

O Dia da Floresta foi assinalado na nossa escola através da plantação de pinheiros realizada a 2 de Abril, em Arentim. Os pinheiros foram retirados da estufa da escola e plantados pelos alunos do 6º ano de escolaridade, numa propriedade de uma funcionária da escola (a Dª Jacinta), que é membro do Conselho Eco-Escolas do Externato Infante D. Henrique e que cede o terreno para actividades escutistas. Foi uma iniciativa dinamizada pelo Projecto Eco-Escolas e pelo Departamento de Ciências Físicas e Naturais.

Prémio Bio

Depois de ter obtido o 2º lugar no concurso “A minha Escola é bio”, o grupo de professores e alunos que mais directamente estiveram envolvidos nestas actividades recebeu o prémio, a 9 de Abril, na quinta Biofrade, onde se faz agricultura biológica. O grupo representante da nossa escola pôde apreciar um lanche confeccionado com produtos de origem biológica, seguido de uma pequena visita pela quinta. Aqui fica o “boneco” para mais tarde recordar.


desporto escolar

> Torneio Inter-Escolas em atletismo

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Somos Campeões

VENCEMOS

o torneio inter-escolas Externato Infante D. Henrique Em termos colectivos, o Externato Infante D. Henrique dominou a competição, vencendo nos escalões de Iniciados e Juvenis Femininos e ainda o escalão de Juvenis Masculinos. Decorreu na manhã do dia 12 de Abril, na pista do Estádio 1º de Maio, o Torneio Inter-Escolas para os escalões de Iniciados e Juvenis de ambos os sexos que contou com a presença de cerca de 200 alunos de diversas escolas do Distrito de Braga. Individualmente, salientaram-se os atletas, Vanda Pinto, do Externato Infante D. Henrique, vencedora dos 1.500m e salto em comprimento; Adriano Lopes, da Escola EB2,3 de Palmeira, vencedor do lançamento de Peso e lançamento de Disco e Marlene Chaves, vencedora do salto em altura e dos 60m/barreiras. Classificação individual: INICIADAS FEMININAS Lançamento de Peso: Patrícia Cardoso – Externato Infante D. Henrique – 9.76 80m: Anabela Barbosa – Externato Infante D. Henrique – 11.32 60/bar: Marlene Chaves – EB2,3 de Palmeira – 10.47 Altura: Marlene Chaves – EB2,3 de Palmeira – 1.35 Comprimento: Vanda Pinto – Externato Infante D. Henrique – 4.34 1.500m: Vanda Pinto – Externato Infante D. Henrique – 5.09.87 4x80m: 1º Externato Infante D. Henrique – 45.92 INICIADOS MASCULINOS 80/bar: João Simões – Escola D. Maria II – 13.31 Altura: Óscar Macedo – Escola EB2,3 Gonçalo Sampaio – 1.62 Comprimento: Hélder Pinto – Externato Infante D. Henrique – 4.92 80m: Bruno Giesteira – Escola EB2,3 de Prado – 9.91 Peso: David Santos – Escola D. Maria II – 12.22 1500m: Fábio Carvalho – Externato infante D. Henrique – 4.55.18 4x80m: Escola D. Maria II – 42.64 JUVENIS FEMININOS 80/barreiras: 2º Ana Pereira - 14.87 80/barreiras: 4º Carla Araújo - 17.28 Altura: 1º Ana Rita Pereira - 1.55 ALtura: 2º Liliana Monjane - 1.45 100m: 1º Rita Lourenço - 13.20 100m: 3º Daniela Costa - 13.24 Comprimento - 2º Daniela Costa - 4.25 4x100m: 1º Externato Infante D. Henrique - 57.95 JUVENIS MASCULINOS 100m: Duarte Silva – Escola D. Maria II – 12.21 1.500m: Gabriel Azevedo – Externato Infante D. Henrique – 4.49.65 Altura: Miguel Montês – Externato Infante D. Henrique – 1.60 100/bar: Renato Vieira – Externato Infante D. Henrique – 15.00 Peso: Adriano Lopes – Escola EB2,3 de Palmeira – 13.49 Comprimento: Luis Vinhas – Externato Infante Henrique – 6.09 4x100m: EB2,3 de Palmeira – 48.31

Campeão Regional de Iniciados e Juvenis Femininos

Foi coroada de êxito a participação dos alunos do Externato Infante D. Henrique e da Escola D. Maria II, de Famalicão, em representação do CAE de Braga, no Campeonato Regional de Pista, realizado no passado dia 3 de Maio, na pista do Estádio Dr. Vieira de Carvalho, na Maia. Estiveram presentes equipas que tinham vencido previamente os Campeonatos de Bragança, Douro Sul, Vila Real, Viana do Castelo, Porto e Braga. Depois do Externato Infante D. Henrique ter conquistado três títulos distritais colectivos nas categorias de Iniciadas Femininos e Juvenis Masculinos e Femininos, foi a vez de conquistar o Campeonato Regional nos escalões de Iniciados e Juvenis Femininos Eis os resultados da nossa escola que mais se destacaram: INICIADAS FEMININAS Comprimento: 3ª Daniela Santos – 4.32 4ª Ana Oliveira – 4.19 1ª Patrícia Caldas – 5.06.81 1.500m: 3ª Anabela Barbosa – 11.42 80m: 4ª Daniela Santos – 11.66 2ª equipa – 43.49 4x80m: Ana Oliveira, Anabela Barbosa, Ana Silva e D. Santos JUVENIS FEMININOS Comprimento: 1ª Vanda Pinto – 4.60 1ª Cláudia Santos – 10.76 Peso: 3ª Patrícia Cardoso – 9.62 1ª Rita Lourenço – 13.19 100m: 4ª Daniela Costa – 14.06 1.500m: 1ª Vanda Pinto – 5.09.78 2ª Joana Fernandes – 5.20.27 1ª Ana Rita Pereira – 1.58 Altura: 2ª Liliana Monjane – 1.45 100/bar: 3ª Ana Rita Pereira – 14.23 4x100m: 1ªequipa (Carla Araújo, Daniela Costa, Ana pereira e Rita Lourenço) JUVENIS MASCULINOS Comprimento: 2º Luís Vinhas – 5.86 3º Alexandre Pinto – 12.12 100m: 100/barreiras: 4º Renato Vieira – 15.57 2º Luís Vinhas – 12.10 Peso: 3º Miguel Montês – 12.98 2º Miguel Montês – 1.79 Altura: 5º Gabriel Azevedo – 4.47.42 1.500m: 4x100m: 4º (Alexandre Pinto, Luís Vinhas, José Dias e Paulo Araújo)

e classificar-se na 2ª posição no escalão de Juvenis masculinos. Quanto à equipa da Escola D. Maria II, que havia vencido o Campeonato Distrital em Iniciados Masculinos, foi agora a vez de se sagrar também Campeã Regional neste escalão. A equipa feminina do Externato Infante D. Henrique, na qualidade de Campeã Regional, irá participar no Campeonato Nacional a realizar nos dias 23, 24 e 25 de Maio, em Vendas Novas. As equipas de Iniciados masculinos da Escola D. Maria II e femininos do Externato Infante D. Henrique, mesmo vitoriosas, acabam aqui a sua participação competitiva, uma vez que não existe Campeonato Nacional para estes escalões.


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a escola e o meio

> Entrevista

Presidente da Junta de Arentim e a nossa escola

“Acho que estão a trabalhar muito bem” Manuel António Pinto é funcionário Público na área da Saúde. Há quinze anos entregou-se a outra causa pública, concretamente, como presidente da Junta de Freguesia de Arentim. Nesta entrevista ao Jornal Infante fala sobre a sua freguesia e o Externato Infante D. Henrique, entre outros assuntos.

INFANTE – É interessante desempenhar o cargo de Presidente da Junta? MANUEL PINTO (MP) – É muito interessante. O Presidente da Junta tem o papel de servir a população, de a ouvir, de ver o que faz falta e tentar satisfazer as suas necessidades. Quando fui para a Junta, as necessidades básicas não existiam. Existia algum desenvolvimento de facto, mas não havia saneamento, nem rede pública de água. Isto porque somos da periferia do concelho e a água para cá chegar tem de passar primeiro por outras freguesias. INFANTE – Sendo presidente da Junta de Freguesia de Arentim há vários anos notou, então, uma evolução. Em que áreas mais se verificou essa evolução? MP – Nos mandatos precedentes criaram-se algumas acessibilidades. Nos finais dos anos 70 não havia nenhuma rua pavimentada, por isso o alargamento de vias de comunicação e pavimentação foi uma obra que encontrei praticamente feita. Apenas tivemos de melhorar em termos de segurança de peões com a criação de passeios. Não estavam, porém, executadas as infra-estruturas básicas, como o saneamento e a rede de água. Hoje, a rede de água está a 100% e só falta fazer o saneamento em dois lugares, mas penso concluí-lo até final do mandato. Temos de nos voltar agora para as questões sociais. A nível do ensino, a situação está estabilizada, pois temos boas instalações na escola básica do 1º ciclo e no Jardim de Infância. INFANTE – Ao longo deste período à frente da Junta, que obra destaca? Qual a que lhe deu mais satisfação realizar? MP – A piscina, que foi inaugurada por mim, mas é do anterior mandato, é uma infra-estrutura fantástica que serve não só a freguesia de Arentim, mas também

as freguesias vizinhas. A piscina chega a atingir 15.000 utentes pagos por ano. A Junta de Freguesia faz a manutenção da piscina e ela é auto-suficiente. Obras de fundo são feitas pela Câmara Municipal. Uma das obras que mais satisfação me deu realizar foi a requalificação do adro da Igreja. Porque, apesar de ser uma obra polémica, no final verificou-se que foi uma grande obra. INFANTE – Que outras obras pretende ver realizadas em termos futuros na freguesia? Qual a que, na sua opinião, considera mais urgente/premente? MP – Temos várias obras para realizar ainda durante este mandato. Estamos neste momento a recuperar aquilo que melhor temos de património arqueológico da freguesia que é a capela de S. Gonçalo. A obra está praticamente fechada. Falta apenas a estrutura metálica. Estava fechada ao público acerca de 30 anos. Recuperamos os acessos, a área envolvente e o interior. Tenho ainda para realizar o arranjo urbanístico do largo da ponte. Já com projecto. Penso que vai arrancar no Verão. Este lugar é o centro geodésico da freguesia. INFANTE – Recentemente uma aluna do Externato Infante D. Henrique, residente em Arentim, Sílvia Vieira, foi eleita porta-voz do distrito de Braga ao Parlamento dos Jovens. Em relação aos jovens, perguntamos se os arentinenses se interessam pela actividade política. MP – Penso que os jovens se interessam pouco pela política porque, às vezes, os interesses pessoais dos políticos se sobrepõem ao serviço público. No entanto, acho que as pessoas também têm o direito de escolherem interessar-se ou não pela política. É um exercício de liberdade que lhes assiste. O presidente da República no seu discurso do 25 de Abril é um pouco incoerente quando apela à

participação dos jovens, pois esteve no governo vários anos e nunca fez nada para que eles participassem. INFANTE – Mudando um pouco o tema, sabemos que o Sr. Presidente conhece, naturalmente, o Externato Infante D. Henrique, em termos de estruturas físicas e como estabelecimento de educação/ensino . Como avalia a actuação do Externato no meio em que se insere? MP – A minha opinião surge em função da opinião dos habitantes da minha freguesia que, quando lhes falam em levar os filhos para outra escola que não esta, entram em pânico, em histeria. Isto tem a ver com distância, com qualidade e com tradição. Mas penso que pelos resultados, é um trabalho meritório e é um trabalho que se distancia pela positiva do exercido no ensino público. Por isso, naturalmente, está a dar os seus frutos. Acho que estão a trabalhar muito bem. INFANTE – Para a freguesia tem alguma importância a existência duma escola com estas características? MP – Só vejo vantagens. Esta escola proporcionou, desde que estou na Junta, aquilo que é hábito dizer-se agora, o envolvimento da comunidade no contexto escolar. Nessa perspectiva, esta escola há muitos anos faz isso com grandes vantagens para as populações. INFANTE – Recentemente foi criada a ADESTE com o objectivo de pensar e dinamizar um conjunto de valores afins a estas freguesias que formam o território educativa da Escola. Pareceu-lhe uma boa iniciativa? MP – A minha avaliação pessoal da ADESTE é que ela é uma forma de colmatar o agrupamento extinto e prova a dinâmica da vossa escola. Com a ADESTE, conseguiram movimentar os pais, as autarquias e as instituições locais. Ainda é cedo, no entanto, para saber se os objectivos vão ser alcançados. INFANTE – Como vê o trabalho

desenvolvido até ao momento pela ADESTE? MP – Em relação ao que se propõe, fez já uma grande manifestação, que se realizou na minha freguesia e fiquei muito satisfeito por isso. Isto é uma prova do vosso dinamismo. INFANTE – Que relação tem a Junta de Freguesia com o novo agrupamento? MP – A relação com este agrupamento é diferente. Não vou aqui dizer se é mais competente ou menos competente. Noto algum nervosismo, até porque há directivas no Ensino Público diferentes do Ensino Privado. No entanto, reparo que a direcção do novo agrupamento é claramente contra a cooperação da vossa escola com as escolas do 1º ciclo que pertencem ao agrupamento, nomeadamente, a da minha freguesia. Nesse aspecto, vocês tinham muito mais a dar do que a receber. Obviamente que vocês vão continuar a receber os alunos, pois de Arentim todos os alunos virão para a vossa escola. A minha população quer esta escola, não tenho dúvidas. E esta resistência à vossa colaboração traz prejuízo essencialmente para os alunos porque não têm o mesmo apoio da vossa parte. INFANTE – Finalizando, pedimos ao Sr. Presidente que apresente duas boas razões para viver em Arentim. MP – Destacaria a qualidade de vida, por se poder viver numa aldeia rural já com algumas infraestrutras necessárias, algumas estruturas de lazer, por ter uma acessibilidade razoável à cidade, quer a nível de transportes públicos, quer da rede viária. Também pela pouca densidade demográfica e porque temos as outras estruturas que eram apanágio da cidade, como os bancos, as escolas…

“...de Arentim, todos os alunos virão para esta escola.”

“A minha opinião (do Externato Infante D. Henrique) é em função da opinião dos habitantes da minha freguesia que quando lhes falam em levar os filhos para outra escola que não esta, entram em pânico.”

“...as pessoas também têm o direito de escolherem interessar-se ou não pela política. É um exercício de liberdade que lhes assiste.”

(Em relação) “ao envolvimento da comunidade no contexto escolar, esta escola há muitos anos faz isso com grandes vantagens para as populações.”


a escola e o meio

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> Olh ares c ruzad os

Argentinim

O Segredo dos Sítios 1 - Há muitos anos, e várias vezes ao dia, que me cruzo com Arentim. E sempre que o faço, deixo-me envolver por um sentimento de rusticidade. É um estado de espírito, uma filosofia de vida, uma forma de ser, um modo de viver. Um apego à terra. A procura e contemplação dos sítios. O esgravatar da memória. Da minha e da dos outros. Interpretar os sons da natureza e escutar o silêncio. Desenterrar raízes. Falar com a gente. Questionar as pedras. Seguir os caminhos da terra, da água e dos homens. Andar na veiga, na terra lenta e fértil. Subir o monte dos medos e sentar-me nos penedos graníticos adormecidos. E aqui, seja no alto do Monte de S. André, com a lenda das gravadas pegadinhas da burrinha de Nossa Senhora em fuga para o Egipto, ou na Pedra Bela (porque será bela) encerram-se mistérios de sagrado

e de profano. Ecos dos deuses e dos homens. Sons do espírito. 2 - Mal saio de casa entro pelo portelinho dos Marcos. Atravesso o alto da Cachada. Atiro os olhos para os fundos de Real. Desço o Souto. Olho de soslaio para a Igreja Velha. Passo o Assento. Penso um Padre Nosso e uma Avé Maria nas alminhas do Jácome, que são as primeiras e as mais singelas. Subo ao Crasto. A Costa por cima. Desço para o rio Este, pelo Monte de Baixo, com a Pinguela ao fundo. Outras vezes subo Pecelar, sigo pelo Soutinho e atravesso o núcleo rústico do Passadiço. Olho para a capelinha altaneira de S. Gonçalo ou da Senhora das Neves e saio por Gondomar dos tempos visigóticos. Quando tenho tempo vou por cima da Samoça, deixo em baixo a enigmática Cantarei-

ra, desço a Barroca e vou ter à Igreja Velha, com o campo da Seara ao lado, onde estão sepultadas as ruínas do velho Mosteiro doado por D. Afonso Henriques à Sé de Braga. Mas não quero falar de História nem de Arqueologia. Desta villa romana. De um capitel coríntio. De modilhões visigóticos/ moçarabes. Do Couto que foi do Cabido da Sé. Do concelho de Arentim. Da revolução do milho que transformou a paisagem e dos oito moinhos negreiros do Este, referidos nas Memórias Paroquiais de 1758, do Padre Cardozo. 3 - Nesta cartografia do tempo, do espaço e do sentimento é fundamental saber honrar a memória, preservar um legado histórico, artístico, cultural e ambiental, para compreender o presente e saber projectar o futuro. Um futuro em que o progresso, o desenvol-

vimento e a modernidade se conciliem com a rusticidade. Qualidade de ser rústico. De gostar do campo, da terra… e dos sítios. Arentim tem todas as condições e potencialidades para se desenhar e animar uma série de trilhos, percursos pedestres interpretativos ou mesmo pequenos espaços museológicos: o Rio e os Campos, as Casas de Lavoura e as Alfaias Agrícolas, o Artesanato dos Caixoteiros, a Igreja Velha, as Alminhas, o Teatro do Grupo Cénico, a Meia encosta e os Montes… Para mim escolhia um: as Valas ou os Valados na encosta entre o Souto e a Barroca. Neste sítio em anfiteatro, o homem mediu forças com a terra e depois da luta ficaram com todo tempo para se abraçarem. É a biodiversidade no seu esplendor. Um monumento. Um Património. Um dos sítios, com segredos. MA


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a escola e o meio

> Vereador da Educação da CM Famalicão esteve presente

Externato Infante D. Henrique participou no Fórum Municipal de Educação A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, em parceria com as instituições educativas do Município, está a organizar um FÓRUM MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO que tem por objectivo geral "promover a qualidade e o sucesso educativo no município de Vila Nova de Famalicão". Esta iniciativa tem uma primeira fase em que as Escolas do Município são convidadas a promoverem localmente fóruns de discussão e debate de alguns temas previamente seleccionados. Convidado a participar neste Fórum Municipal de Educação, o Externato Infante D. Henrique escolheu o tema "Papel da comunidade da escola - parceira ou fiscal?", debatido no dia 5 de Maio, às 21 horas, nas suas instalações. Marcaram presença neste Fórum o Doutor Fernando Ilídio Ferreira, docente da Universidade do Minho, o Vereador da Educação da Câmara de V.N. de Famalicão, Dr. Leonel Rocha, e muitos professores, pais, autarcas, párocos e dirigentes associa-

> O Externato Infante D. Henrique no 9º Fórum da AEEP

Dinâmica Privada Serviço Público de Qualidade

Nos dias 4, 5 e 6 de Abril, realizou-se no Centro de Congressos e Exposições da Alfândega, no Porto, o 9º Fórum da Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo, sob o lema “Dinâmica Privada/ Serviço Público de Qualidade”. À abertura deste Fórum presidiram o Senhor Secretário de Estado da Educação, Dr. Valter Lemos e o Presidente da AEEP, Dr. João Alvarenga. Além de um stand para dar a conhecer ao público a nossa escola e as suas realizações, participámos nas Oficinas Temáticas com “Os Momentos da Matemática”, “O

Projecto LABMAT”, Oficina de Artes, Clube de Robótica e Ciências e Tecnologias, sendo estas oficinas dinamizadas por professores e alunos. Várias foram as conferências, simpósios, oficinas e painéis realizadas ao longo destes três dias, das quais destacamos a apresentação, feita por professores da nossa escola, do Projecto “Sarilhos do Amarelo” e “ Os momentos de Matemática”. O Director Pedagógico do Externato Infante D. Henrique, na qualidade de membro da Direcção Nacional da AEEP, além de co-

ordenador do Simpósio: “Experiências de Inovação; resposta do EPC ao desafio das Novas Oportunidades”, moderou também a Conferência “Serviço Público de Educação”, proferida pelo Dr. Fernando Adão da Fonseca. O grupo de tamborileiros da nossa escola participou na abertura do Fórum e no encerramento esteve presente a Tuna Académica do Externato Infante D. Henrique, assim como um Grupo de Teatro dos Cursos de Educação e Formação.

tivos. O Vereador da Educação da CM de V.N de Famalicão salientou o papel da comunidade na educação dos alunos: ”é aí que começa a educação”. O papel fulcral da escola foi também enfatizado por Leonel Rocha, afirmando que “o desenvolvimento se faz pelo conhecimento, pois quanto mais bem formadas estiverem as pessoas, melhor desenvolvimento teremos no concelho.” Fernando Ilídio referiu-se ao conceito de comunidade, afirmando que este não é apenas um espaço geográfico, “é fundamental ter em conta as interacções, os objectivos comuns, a partilha entre as pessoas.” Depois da apresentação do tema e das questões para debate, pelo Dr. José Ferreira, Director Pedagógico da escola, a plateia organizou-se em grupos para reflectir sobre algumas das questões apresentadas. As conclusões foram apresentadas, no final, sendo posteriormente remetidas à Câmara Municipal de V.N. de Famalicão.


matemática na escola

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> “Kioske de Matemática”

Alunos do Externato Infante D. Henrique aprendem

MATEMÁTICA no recreio

O “Kioske da Matemática” permite recordar e consolidar conhecimentos exigidos nas aulas, utilizando software lúdico de Matemática. A instalação de um “Kiosque da Matemática”, no espaço de recreio do Externato Infante D. Henrique, está a motivar mais os alunos do 2º Ciclo para a aprendizagem de conteúdos Matemáticos e a contribuir para mudar a atitude destes para com a Matemática. Semelhante a uma caixa multibanco que foi colocada em espaços públicos da escola - o “Kioske” foi construído no âmbito do projecto “Momentos de Matemática”, com a colaboração do professor Luís Silva, e contém um computador onde os alunos, através de um ecrã táctil, podem, brincando, recordar e consolidar conhecimentos exigidos nas aulas e treinar capacidades, nomeadamente, classificar polígonos e sólidos geométricos, comparar e ordenar números inteiros, decimais e racionais e realizar cálculos mentais. Segundo o professor de Matemática, Carlos Costa, do Externato Infante D. Henrique , que desde 1994 vem desenvolvendo o projecto “Momentos da Matemática”, o “Kioske da Matemática” constitui um instrumento que os alunos podem usar para adquirir os conhecimentos mais simples exigidos e indispensáveis à aquisição de capacidades e ao desenvolvimento de competências mais complexas. Para além do “Kioske”, foi também desenvolvido, no âmbito do projecto “Momentos da Matemática”, um Ambiente Informático “MM” que reúne recursos variados para todos os níveis de ensino, designadamente

software de matemática, sugestões de actividades, fichas de exercícios, tarefas, apresentações em PowerPoint, teste on-line, provas de exames, quebra-cabeças, curiosidades matemáticas, links para sites matemáticos, imagens e álbuns de fotografias das actividades realizadas pelos alunos. Em sala multimédia, equipada com 31 computadores, os alunos do 2º Ciclo do Externato Infante D. Henrique exploram software de Matemática, de acordo com as suas dificuldades e ritmos de trabalho, resolvem exercícios de dificuldade crescente, que os motivam a iniciarem actividades de aprendizagem e mesmo a envolverem-se num processo de auto-aprendizagem, proporcionando simultaneamente o desenvolvimento da atenção, da concentração, do raciocínio, a realização de um estudo contínuo, respeitando ritmos de trabalho e de aprendizagem, a melhoria do ambiente da sala de aula, o desenvolvimento da auto-confiança e um maior gosto pela disciplina, para além de proporcionar aos professores mais tempo para apoiar os alunos que manifestam um maior atraso na aprendizagem.

Um projecto que envolve 38 escolas Pensado e desenvolvido em 1994, após a profissionalização em serviço, como instrumento orientador da actividade docente na concepção, produção e selecção de materiais e recursos didácticos e facilitador do processo de ensino e de aprendizagem, o Projecto “Momentos de Matemática” iniciou-se em 2006, ano em que foi apresentado em Encontro de Professores de Matemática, na Casa do Professor em Braga. Iniciou-se, assim, um processo de envolvimento de outras Escolas, que abrange, neste momento 38 escolas, com o objectivo de fomentar o diálogo e a partilha de recursos, de melhorar e enriquecer o Ambiente Informático “MM”, distribuído anualmente às Escolas que aderiram ao Projecto “Momentos de Matemática”.

> Fórum das Profissões

Alunos esclarecidos escolhem melhor o

futuro

Certame contou com a participação de 20 instituições do ensino Superior O Externato Infante D. Henrique, de Ruílhe, Braga, organizou, nas suas instalações, na dia 13 de Março, o Fórum Profissões. Esta iniciativa foi organizada pelo Serviço de Psicologia e Orientação da escola e destinouse a todos alunos que frequentam o 9º, 10º, 11º e 12º anos. No entanto, esteve aberta a toda a comunidade escolar e extra-escolar, tendo sido visitada também por alunos de escolas vizinhas do Externato. Destaca-se, no certame deste ano, a

presença de vinte instituições do Ensino Superior, entre as quais a Universidade de Coimbra, a Universidade do Porto, a Universidade do Minho, a Universidade Católica, o ISMAI, a Universidade Lusíada, a Universidade Fernando Pessoa, a CESPU, o ISAVE, entre muitas outras. Por seu lado, o Externato Infante D. Henrique também colocou alguns stands para divulgação da sua oferta educativa. Ao longo do dia passaram por este fórum cerca de 1000 alunos.


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matemática na escola / LabMat

> Projecto Ciência Viva - LabMat

O que é o projecto LabMat? O LabMat surgiu no seguimento de uma candidatura ao VI Programa Ciência Viva em que foi aprovado o projecto da criação, no Externato Infante D. Henrique, de um Laboratório de Matemática denominado LabMat. A aprovação deste projecto permitiu adquirir algum material didáctico e laboratorial para a escola.

O objectivo principal da criação do LabMat foi possibilitar a realização de Experiências Matemáticas ricas e diversificadas num espaço de investigação, o que permitiria uma maior e mais activa participação na aprendizagem, motivando os alunos para a Matemática. A utilização de tecnologias de

aprendizagem, nomeadamente na exploração de actividades interdisciplinares, tais como sensores, software de modelação e de construção possibilita o desenvolvimento da curiosidade, do gosto por aprender, do espírito crítico, do raciocínio e da capacidade de utilizar a Matemática na interpretação e intervenção da realidade.

As coordenadoras do projecto LabMat: Ana Rita Silva, Elsa Pereira e Emiliana Costa

O Laboratório de Matemática tem proporcionado a utilização destas tecnologias na realização de actividades de investigação, permitindo a “visualização” da aplicação da Matemática à realidade, uma maior e mais efectiva compreensão dos conhecimentos, constituindo assim um espaço onde o aluno tem sido o principal

agente da sua aprendizagem. O entusiasmo manifestado pelos alunos aquando da realização das actividades tem sido fantástico, o que nos motiva ainda mais a acreditar que o desenvolvimento deste tipo de projectos pode ser uma das estratégias a utilizar para motivar os alunos para a aprendizagem da Matemática.

Carlos Veiga – 8º A

Hernâni Silva – 11º F

Flávio Maia – 11º F

Tiago Ferreira – 12º F

João Carvalho – 12º F

“Aprendi a manusear a calculadora gráfica na resolução de problemas matemáticos.”

“Este projecto permitiu adquirir e aprofundar conhecimentos e consolidar a matéria dada na sala de aula.”

“Apercebemo-nos de como a Matemática se aplica a situações concretas da realidade.”

“É uma experiência que devia ser feita mais vezes.”

“Permitiu uma aplicação prática da Matemática e também uma maior entreajuda entre colegas.”

> Tarefas de investigação no 8º ano

Rectângulo de largura fixa No final do 2º Período, foi realizada uma tarefa de investigação, com algumas turmas do 8º ano, sobre o estudo da Função Afim, com o auxílio da calculadora gráfica. Os principais objectivos desta tarefa foram a aplicação dos conceitos adquiridos sobre a Função Afim durante as aulas de Matemática a uma situação concreta e dar a conhecer a estes alunos a utilidade

> Aulas de Modelação no Ensino Secundário Utilização de sensores e calculadora gráfica para a modelação de situações reais Durante o 2º período, as turmas 11º F e 12º F do Curso Tecnológico de Informática realizaram na Sala Eurek@ algumas actividades experimentais com recurso a sensores e calculadora gráfica, no âmbito do projecto LabMat. As actividades realizadas permitiram-lhes encontrar funções que modelam o movimento descrito por um pêndulo, o som produzido por um diapasão e o arrefecimento/aquecimento de um líquido. Estas actividades tiveram como principal objectivo proporcionar aos alunos uma maior e melhor compreensão dos conteúdos desenvolvidos na sala de aula, uma

melhor percepção dos parâmetros que definem as funções trigonométricas e exponenciais e em que aspecto é que estes são influenciados pelas condições em que é realizada a experiência. Por outro lado, permitiram também potenciar a utilização de sensores e calculadoras gráficas em actividades multidisciplinares. O interesse manifestado pelos alunos na realização destas actividades laboratoriais, fez com que eles compreendessem melhor a aplicação da Matemática à realidade e solicitassem um maior número de actividades deste género.

da calculadora gráfica, bem como ensiná-los a manuseá-la. Os alunos sentiram algumas dificuldades iniciais na utilização da calculadora gráfica, contudo a receptividade a esta actividade foi bastante positiva, notou-se um grande entusiasmo na utilização das calculadoras, bem como com a descoberta das suas enormes potencialidades.

Experiências matemáticas


clube de protecção civil

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> Alunos do Clube de Protecção Civil em formação-acção

Visita ao Quartel de Bombeiros

O Clube de Protecção Civil, no passado dia 23 de Abril, foi visitar o Quartel dos Bombeiros Voluntários de Viatodos. Numa tarde repleta de experiências diferentes, os nossos jovens “bombeiros” conheceram os diferentes meios para apagar incêndios e ainda a atitude correcta a ter no auxílio a uma pessoa

acidentada. Ficou reforçada a mensagem de que o mais importante é apostar na prevenção e adoptar comportamentos responsáveis, isto é, ter sempre presente os 3 P´s da Segurança: Prevenir, Planear e Proteger!

“Foi uma visita de estudo muito interessante, divertida e, ao mesmo tempo, informativa.”

Eliana Ferreira

Joana Nogueira – 6º C Sócia nº 7

Dicas para os Pais Este espaço pretende indicar algumas regras de segurança que o podem ajudar a salvaguardar o bem-estar do seu filho. Se o seu filho vai ficar sozinho em casa… > Afixe os números de telefone importantes; > Guarde fósforos, isqueiros, medicamentos e outras substâncias perigosas em locais seguros; > Ensine-o a desligar a luz, a água e o gás; > Tenha um extintor em casa, e ensine-o a utilizá-lo; > Tenha disponível uma lanterna com pilhas, caso ocorra corte de energia; > Prepare em conjunto com o seu filho uma caixa de primeiros socorros, explicando-lhe a finalidade de cada artigo.

NÚMEROS QUE DEVE TER SEMPRE PRESENTES NÚMERO DE EMERGÊNCIA: 112 NÚMERO DE EMERGÊNCIA PARA INCÊNDIOS FLORESTAIS: 117 BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE VIATODOS: 252 960 800 BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE BRAGA: 253 200 430 HOSPITAL DE BRAGA: 253 209 000 HOSPITAL DE V.N. FAMALICÃO: 252 300 800

CAIXA DE PRIMEIROS SOCORROS

HOSPITAL DE BARCELOS: 253 809 200

> Agodão hidrófilo > Desinfectante líquido (Betadine) > Pensos, compressas e ligaduras > Compressas vaselinadas para queimaduras > Adesivo > Solução dérmica para limpar a pele (soro fisiológico) > Tesoura > Luvas de látex

CENTRO ANTI-VENENOS: 217 950 143 SERVIÇO NACIONAL DA PROTECÇÃO CIVIL: 214 247 100 COMANDO DISTRITAL DE OPERAÇÕES DE SOCORRO DE BRAGA: 253 201 350


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destaque

No dia 8 de Maio realizou-se o I Torneio de Xadrez do Externato Infante D. Henrique. A actividade, dinamizada pelo Clube de Xadrez, contou com a participação de 36 alunos do 5º ao 9º ano de escolaridade. O Clube de Xadrez encontra-se em actividade desde o início do ano lectivo e tem tido como principal objectivo iniciar e incutir nos alunos o gosto pela prática do xadrez. Através deste torneio o Clube procurou colocar em competição saudável alunos e professores em torno de um jogo que pretende desenvolver o raciocínio e a concentração.

Xadrez I Torneio de

Os quatro finalistas foram: Diogo Silva (5ºF) – 1º classificado Diogo Fernandes (9ºC) – 2º classificado João Passos (6º C) – 3º classificado João Gomes (9ºF) – 4º classificado Parabéns pela vossa participação. Os professores do Clube de Xadrez

> Prof. Lurdes Rodrigues expôs em Gavião Foi inaugurada no dia 11 de Abril a exposição de pintura da professora da nossa escola Lurdes Rodrigues e da sua filha, Ni Rodrigues. A exposição está patente no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Gavião, e é uma inicia-

A nossa escola participa no projecto OTES A nossa Escola está a participar, neste ano lectivo, no Projecto OTES (Observatório dos Trajectos dos Estudantes do Ensino Secundário). Trata-se de uma iniciativa do Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação, do Ministério da Educação, com a qual se pretende conhecer a forma como os alunos do ensino secundário encaram a escola, os estudos e o seu futuro. O principal objectivo deste Projecto é conseguir fornecer dados estatísticos às escolas sobre a sua população estudantil

(contextos socioeconómicos de origem; trajectos e expectativas escolares e profissionais desses estudantes; perspectiva dos alunos face ao estabelecimento, nível de ensino e cursos em que estão inseridos) que permitam uma maior capacidade de diagnóstico e, portanto, um enriquecimento dos processos de tomada de decisão local e uma maior capacidade de resposta às iniciativas de avaliação externa. O Projecto abrange os alunos do 10º ano de escolaridade (Cursos Científico-Humanísticos e Cursos Profissionais).

tiva da Associação Milho d’Oiro. Com um número considerável de presenças, o Presidente da Junta da referida freguesia elogiou o trabalho da artista que já tem percorrido vários cantos do nosso país.

Professores em Formação A 16 de Abril iniciaram-se na nossa escola acções de formação direccionadas aos professores, cujo objectivo é a aquisição e o desenvolvimento de competências na área das Tecnologias da Informação e Comunicação, nomeadamente “Windows Vista”, Office 2007 e “Plataforma Moodle”. Mais de metade dos docentes da nossa escola estão a frequentar estas acções de formação que decorrem nas nossas instalações até Julho de 2008.


clube de escrita

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Onde estava eu no 25 de Abril de 1974? Onde estava não sei bem! Mas a minha mãe sabe, disso tenho a certeza! Com um ano de idade, andava sempre “debaixo de olho”! Sobre esse dia não sei dizer nada, mas dos anos seguintes sempre posso dizer alguma coisa. Recordo as comemorações do 25 de Abril e do 1º de Maio, as “manifs” às cavalitas do meu pai, a Avenida dos Aliados grávida de bandeiras, gente, cravos vermelhos, música, lufada de ar fresco, palavras soltas…enfim, LIBERDADE! Liberdade, palavra doce que para tantos ainda tem gosto a amargo! Palavra gasta, mas para tantos ainda com sabor a novo e sempre pronunciada com a candura e a pu-

reza de quem aprendeu agora a ler! Palavra carnuda como a cereja que se trinca com a certeza de querer mais! Há coisas de que me lembro bem! A canção “da gaivota”, repetida vezes sem conta, tipo “disco pedido” pelo meu pai: “Ó Tucha, canta lá a da gaivota!” E eu, tal qual um “gira-discos” de 4 anos, cantava mais uma vez, com o sotaque à Porto: “Uma gaibota boaba, boaba…Como ela, somos libres, somos libres de boar…” É uma canção que associo sempre ao 25 de Abril e hoje teimo em ensinar à minha filha! Abril é vida, é seiva, é flor, é fruto! Abril é cheiro a mosto, a trigo e a maresia! Abril é grito que ninguém pode calar! Patrícia Almeida Coordenadora do Clube de Escrita

25 de Abril!!! As Mãos A Liberdade Está pousada, está sentada Nas ruas mais escondidas. A liberdade é sagrada, É tesouro de aventuras sofridas. Pode o sol deixar de raiar, Até o mundo da podridão cair, Quem tem liberdade é capaz de sorrir. Vem por gestos, frases, emoções. Ela flúi nas nossas veias E penetra incansavelmente nos nossos corações É leve, é brisa, é caminho. Ela vagueia nas ruas, sem rumo, À espera de encontrar um lutador sozinho Ana Margarida, 10ºB

As mãos são pilares da vida, porque estão presentes em tudo o que fazemos. Tanto servem para construir como para destruir, para amar como para odiar, para a vida e para a morte. Com elas nós comunicamos, com elas nós manifestamos, com elas nós vivemos. Sem elas tudo era muito mais complicado, porque as mãos são a chave de fendas que aperta e desaperta o mundo… José Filipe Rodrigues Oliveira 9ºF

O menino dos porquês O menino dos porquês Pergunta à mãe: Por que é que a vida é assim? Por que é que o mar não tem fim? O menino dos porquês Pergunta à mãe: O que é o amor? E se também há dor. O menino dos porquês Cresceu e viveu… O menino dos porquês Afirma à mãe Que o mar não tem fim Porque o amor também é assim. Adriana Sá, 10ºC

Com o fim da Monarquia, Veio o início da Ditadura: Quanto mais Salazar subia, Mais a vida se tornava dura! Um clima de terror, Que impedia a alegria Com as torturas da PIDE, Até do dia a luz fugia! Com um grande General A revolta começou E para destruir o mal, Todo o povo o ajudou! “Grândola Vila Morena” Foi o toque de partida Que veio devolver A alegria à nossa vida! Um cravo é o seu símbolo Que na altura foi distribuído, E o cano da espingarda Ficou assim impedido! Nenhum tiro se disparou Todos lutaram igual E foi assim que começou A liberdade em PORTUGAL! Márcia Menezes 8º F

A Poesia A poesia é a alma por escrito, é como uma árvore onde escrevemos "Amo-te Muito". Algo que nos ouve quando precisamos e nos ajuda a libertarmo-nos da dor, do sofrimento e todas as coisas más da vida. É um como um cofre onde depositamos todos os nossos segredos mesmo os piores e maléficos. José Filipe Rodrigues Oliveira 9ºF


clube de leitura

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As minhas sugestões de leitura Para professores e alunos do ensino secundário

Clube de Leitura Para alunos do 3ºciclo

Para a comunidade escolar

Para alunos do 2º ciclo

“Melodia ao anoitecer” Siddharth Dhanvant Shanghvi

“Ler e Amar na Adolescência” Maria Gabriela de Sousa Silva

“A Cidade dos Deuses Selvagens” Isabel Allende

“Satisfaçamaminhacuriosidade:asexualidade” Isabel Reis, Maria Alves e Yasmina Gonçalves

Este magnífico livro deste jovem indiano apresenta-nos uma série de personagens extravagantes que habitam a Índia dos anos 20, sob a hegemonia inglesa. Um livro de se ler num fôlego só, que nos permite viver com verdadeiro realismo uma cultura tão diferente da nossa quanto fascinante. Atreva-se a ler algo diferente.

Um livro que aborda a problemática da leitura na adolescência, bem como a vivência dos primeiros amores. Neste livro, esta professora que dedicou a vida ao ensino e à investigação faz um hino à leitura e à autenticidade dos amores adolescentes. Um livro que não deixa nenhum leitor indiferente e que se lê com muita facilidade.

Este livro levar-te-á numa fantástica aventura à Amazónia na companhia de um jovem rapaz, que acredita encontrar nesta viagem a cura para a doença de sua mãe, e da sua determinada e corajosa avó, uma bióloga que dedica a sua existência à investigação científica. Não percas tempo! Vais adorar esta alucinante aventura.

Este livro ajuda-te a satisfazer a curiosidade sobre algumas perguntas e a perceber que crescer pode ser divertido! Nele encontrarás temas como a sexualidade, os sentimentos e os afectos, a prevenção de comportamentos de risco, as famílias e os abusos sexuais.

Actividades do Clube de Leitura > Dia 28 de Maio: Encontro/Debate de alunos do ensino secundário, subordinado ao tema: “As leituras obrigatórias para a disciplina de Português vão de encontro aos interesses literários dos alunos?” > Dia 4 de Junho: Lançamento do Blog sobre leituras e literatura “Alfaleituras”, onde poderás encontrar ou colocar sugestões de leitura, informações úteis sobre actividades do mundo literário, fazer os teus comentários, publicares os teus textos e tudo aquilo que julgues que possa desenvolver nos outros o gosto pelos livros e pela escrita.

Prof. de Física e Química

Joaquim Augusto

Título: “A Ilha” Autora: Victoria Hislop Editora: Civilização

Título: “Inês da minha alma” Autora: Isabel Allende Editora: Difel

Título: “Breve História de Quase Tudo” Autora: Bill Bryson Editora: Livros Quetzal

Esta história passa-se na Eslovénia, em Lubljana. Veronika uma

Com uma escrita precisa, ao longo das páginas deste livro,

Deixo-vos como sugestão de leitura o livro “Inês da minha

Este é um daqueles livros que todos podem e devem ler sobre

rapariga normal de 24 anos, desiste da vida e escolhe morrer.

a autora transporta os leitores para a vida de cada um dos

alma”, de Isabel Allende. Este livro dá-nos a conhecer uma

Ciência. Não é chato, nem tem fórmulas matemáticas. Pelo

Essa sua decisão vai levá-la a Villete (um hospício) onde recebe

personagens, com descrições fiéis dos locais, da cultura cre-

linda história de amor, vivida numa época em que o ódio era

contrário, é apelativo e divertido. Bryson, um escritor de

a noticia «O seu coração foi irremediavelmente afectado. E vai

tense, a realidade da lepra, os seus hábitos e sentimentos.

imperador, mais precisamente, na altura da conquista da

viagens com um óptimo sentido humorístico, dá-nos uma

deixar de bater em breve». Ao saber que tinha no máximo uma

Um livro que toca o coração pela verdadeira lição de vida que

América pelos Espanhóis.

visão de vários campos da Ciência, sob um ângulo pouco

semana de vida, Veronika decide lutar pelo que quer e percebe

transmite ao leitor.

funcionária

Título: “Veronika Decide Morrer” Autor: Paulo Coelho Editora: Pergaminho

Inês 7ºB

Lília

Tânia Lopes 11ºE

Sugestões de LEITURA

Baseia-se na história de Inês, uma mulher de armas, que

abordado nos livros de divulgação científica. Fala-nos de pa-

que nunca devia ter tentado suicidar-se. Por isso, tenta viver

decide partir para a América à procura de seu aventureiro

leontologia, mecânica quântica, astronomia, geologia, física,

o máximo tempo possível. Viverá uma paixão e uma bela ami-

marido, perdido por lá. É lá que encontra, depois de muito

etc. Mas fá-lo tendo em atenção os pormenores da vida de

zade. Mas pelo que lutará Veronika? Conseguira reverter o

sofrer, um homem generoso, Pedro de Valdivia, por quem

cada um dos cientistas envolvidos, dos aspectos históricos

“impossível”? Adorei este pequeno livro de 173 páginas, pelo

se apaixona perdidamente e com quem parte à conquista de

relacionados com as descobertas e com factos curiosos

qual fiquei fascinada. Aconselho-te vivamente que também o

uma parte da América, até então ocupada por Incas, o Chile.

sobre estas últimas. Pode-se dizer que juntou num só livro os

leias, mesmo que não gostes de ler. Ele é pequeno e dá muito

Esta é, sem dúvida, uma história surpreendente, repleta de

vários capítulos do saber de uma forma muito divertida.

que pensar.

paixão e sangue.


intervalo

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“Cruzadas” escolares Parlamento dos Jovens HORIZONTAIS – 1 - Utilize; Qualquer objecto inanimado; Não cozido. 2 – Quadril; Cidade italiana onde pregou Santo António de Lisboa. 3 – Aumento de preço ou valor; remoinho de água; Reduz a filme. 4 – Dizeis em voz alta o que o outro há-de escrever; Insignificante; Televisão, sigla (inv.). 5 – Sala da Assembleia da República onde decorreu a Sessão do Parlamento dos Jovens; Vogal no plural; Divindade. 6 – Dar entrada a; Entrada de um porto (pl.). 7 – Mil e quinhentos em numeração romana; Perversa; Preposição; Compartimento de uma casa. 8 – Prefixo latino que entra na composição de palavras para designar a ideia de dois; vegetação normal nos campos e lameiros; Película cinematográfica. 9 – Lodo; Afasta-se; Dueto (inv.). 10 – Função que os nossos alunos desempenharam no Parlamento dos Jovens (pl.). 11 – Quase “capim” (inv.); Costuma; Havida. 12 – Aro; Batráquio; Levante. 13 – Advérbio de negação (inv.); Círculo de deputados, pelo qual os nossos alunos participaram no Parlamento dos Jovens; Campeão. 14 – Forma arcaica do artigo definido “o”; Dai; Planeta principal do sistema solar, cuja órbita fica entre as de Saturno e Neptuno. 15 – Rigoroso; Desabar; Composição poética lírica de assunto elevado, própria para ser cantada. VERTICAIS – 1 - Local onde decorreu o Parlamento dos Jovens; existes. 2 – Proeminência; descendência. 3 – Quase “entanto”; nome de letra. 4 – Nome de deputada da nossa escola eleita ao Parlamento dos Jovens (duas palavras); 5 – Aqui; Partida; Letra grega (inv.). 6 – Artigo definido (pl.); Descansas; Mistura de sais de ácidos gordos e de bases alcalinas. 7 – Lavrado; Sorri. 8 – Nome de deputada da nossa escola eleita ao Parlamento dos Jovens (porta-voz do Círculo de Braga) (duas palavras). 9 – Suspiros; Oferece; Chuva. 10 – Bloco de Esquerda (sigla); Sair em inglês; Raiva (inv.). 11 – Quase “Fafe”; Aliança Democrática, sigla (inv.); Frívolo; Atmosfera; 12/13 – Tema da moção do Círculo de Braga, proposto pela nossa escola, apresentado ao Parlamento dos Jovens (duas palavras). 13 - …; Doas; O sono das crianças. 14 – Oceano (inv.); Peixe; Basta! 15 - Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (sigla); Pronome demonstrativo. Se conseguiste completar as “Cruzadas” Escolares e identificar “Quem sou eu?”, envia um email com as soluções para: jornal.infante@alfacoop.pt (com o teu nome e turma). Temos prémios para quem acertar.

Quem sou eu?

Soluções – Jornal Infante – Nº 28 – Março de 2008 HORIZONTAIS – 1- Tebosa; Não; Ata. 2- IV; Ruílhe; Ars. 3- Isto; Erno; Álea. 4- São; Onde; Põe. 5- NL; Pua; Gun. 6- Ata; Missa; Sorte. 7- No; Cambeses. 8- Aur; Boa Fé. 9- OE; Ogum; Sisam. 10- NS; Hás; Eo; Aer. 11- Itea; Sra Carmo. 12- Oed; Piedade. 13- AA; Meus; Cimo. 14- Bastuço S. João. 15- Porosos; Parcas. VETICAIS – 1- Tais; António; BP. 2- Santo Estêvão. 3- Bitola; Ed; Sr. 4- Ovo; Cunha; Ato. 5- Mar; Paus. 6- Arentim; Ossi; co. 7- Urd; SB; Remos. 8- Nine; Sequeade. 9- Alô; Pás; Mó; Aus. 10- Oh; Eb; Cds; 11- Passos; AE; Já. 12- Ao; Aiar; Cor. 13- Talegre; Sem; Iac. 14- Are; Ut; Faro; Moa. 15- Sadnerem; Ló.

Sempre fui uma rapariga

Tente novamente

com gosto pelas leituras e

Relativamente às cruzadas escolares da edição passada, informamos que ninguém conseguiu acertar. Também nenhum tiro acertou no alvo, na rubrica “Quem sou eu?” . Não desanimem. Participem nesta edição.

tudo o que “vinha à rede” era lido! Nem a lista telefónica escapou! E lá se uniu o útil ao agradável, pois bons contactos vêm sempre a calhar!

Propriedade: Alfacoop - Cooperativa de Ensino CRL - Externato Infante D. Henrique - 4709-008 RUILHE - Braga - Tel. 253 959 000 - fax 253 951 701 - email: alfacoop@mail.telepac.pt - www.alfacoop.pt - Director: Dr. José da Silva Ferreira Redacção de Textos: Clube de Jornalismo e Rádio - Prof. Sérgio Cortinhas (coordenador); Prof. Manuel José (sub-coordenador); Profª Isabel Ferreira; Profª Patrícia Almeida; Profª Sandra Santos e alunos do Clube de Jornalismo e Rádio Paginação: Prof. Pedro Monteiro Fotografia: Clube de Fotografia e Vídeo - Prof. Rui Leite (coordenador) e Prof. Pedro Monteiro Impressão: Tipografia Tadinense Tiragem: 2000 exemplares


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destaque para a cidadania educação

> A nossa escola na sessão nacional do Parlamento dos jovens

Deputados por dois dias Sílvia Vieira e Catarina Conde foram as deputadas que representaram a nossa escola, integradas no círculo eleitoral de Braga, na sessão nacional do Parlamento Jovem para a qual tinham sido eleitas. E fizeram-no com muito brio. A sessão nacional do Parlamento dos Jovens 2008 decorreu nos dias 28 e 29 de Abril na Assembleia da República. Este é, por assim dizer, o culminar do trabalho político desenvolvido pelas deputadas da nossa Escola, Sílvia Vieira, do 11ºA e Catarina Conde, do 11ºE. O primeiro dia, como estava previsto no programa, foi destinado às reuniões das Comissões Parlamentares. As nossas deputadas participaram na 4ª comissão, com os deputados eleitos pelos Círculos de Faro, Viana do Castelo, Vila Real e Açores. Os trabalhos desta comissão foram moderados pelos deputados Heloísa Apolónia (PEV) e Luís Rodrigues (PSD). As quatro Comissões incluíam deputados eleitos por todos os distritos, assim como pelas regiões autónomas (Açores e Madeira) e ainda por deputados oriundos de fora da Europa, concretamente de Macau, o que comprova a capacidade de mobilização desta iniciativa. Nas Comissões debateu-se, na generalidade e na especialidade,

REPÚBLICA PORTUGUESA

os Projectos de Recomendação aprovados nos círculos eleitorais. Saliente-se o brilhantismo das deputadas da nossa escola. António José Seguro, deputado do PS, elogiou a performance e a forma como interveio a porta-voz do Círculo Eleitoral de Braga aquando de um confronto político mais intenso com um deputado de Viana do Castelo. O ponto alto do Parlamento, porém, aconteceu no dia 29, na Sessão Plenária com os 120 deputados oriundos dos círculos já referenciados, na presença do presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, do Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Laurentino Dias, do Secretário de Estado Adjunto da Educação, Jorge Pedreira e dos deputados em representação dos respectivos grupos parlamentares: Luís Fagundes Duarte (PS), Ana Zita Gomes (PSD), José Paulo de Carvalho (CDS-PP), Miguel Tiago (PCP), Ana Drago (BE) e Heloísa Apolónia (PEV). Na abertura da sessão, tanto o presidente da Assembleia, como

os Secretários de Estado teceram breves considerações seguidas de uma série de perguntas e respostas por parte dos deputados Jovens aos deputados “Seniores” sobre diversos temas da actualidade como o trabalho, a educação e a juventude. Em seguida, deu-se o debate e votação final global de uma Recomendação à Assembleia da República. Paralelamente a este Debate, foi concedida aos repórteres uma conferência de imprensa com Presidente da Comissão Parlamentar de Educação e Ciência, deputado António José Seguro que posteriormente finalizou a Sessão Plenária. Referência, por último, à agradável viagem de autocarro de Braga a Lisboa marcada pelo convívio entre alunos/deputados do Minho e Porto e ao contacto que esta experiência política nos proporcionou bem como aos professores que nos acompanharam: Sérgio Cortinhas e Manuel José. João Pedro Araújo 11ºA O repórter

Oferta Educativa e Formativa 2008’2009 > 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico > Ensino Secundário > Cursos Científico-Humanísticos: - Ciências e Tecnologias - Línguas e Humanidades > Cursos Profissionais: - Técnico de Energias Renováveis NIVEL III - Técnico de Multimédia NIVEL III - Técnico de Vendas NIVEL III > Cursos de Educação e Formação de Jovens: - Electricista de Instalações TIPO 2 - Empregado / Assistente Comercial TIPO 3 - Pasteleiro / Padeiro TIPO 3 - Florista TIPO 3 > Cursos de Educação e Formação de Adultos: > Ensino Básico: - EFA Escolar Básico - Assistente Familiar e de Apoio à Comunidade B3 - Nível 2 - Operador de Informática B3 - Nível 2 > Ensino Secundário: - EFA Escolar Secundário - Técnico Comercial Nível 3 - Animador Sociocultural Nível 3 - Técnico de Informática / Instalação e Gestão de Redes Nível 3

infante_29_jun08  

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