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Não são de pedra as nossas casas, mas de mãos...

- 2013

II SÉRIE

ANO VIII

NÚMERO 39

H Festas de Vilarandelo 2013

à cerca de um ano atrás, um grupo de pessoas nomeada para o efeito, aceitou o desafio de levar a cabo a realização das Festas de Vilarandelo. Assim, nascem os comissários 2013. Sem medos ou anseios, este grupo de jovens sem qualquer experiência nestas andanças atirou-se ao trabalho para poder proporcionar aos vilarandelenses momentos de festa e convívio social.

Editorial

S Leia na pág. 11

Índice

Pág.

Donativos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

2

Recordar é Viver - O Ensino em Vilarandelo. . . . .

3e4

Dia do Idoso. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

5

Ser Emigrante. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

5

Festas de Vilarandelo 2013. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 e 7 Nota de Agradecimento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 Passeios para o Exterior. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

8

XXIX.º Festival de Folclore de Vilarandelo. . . . . . 9 A Partilha do Burro. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

10

Recordar velhos hábitos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 Resultados das Autárquicas 2013. . . . . . . . . . . . . . 11 Informação Paroquial. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

11

Baú dos Sonhos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

12

Mensagem do Pres. Junta Freg. Vilarandelo. . . . .

12

Aniversários Lar de Idosos e Centro de Dia. . . . . 13 Jardim de Infância - Sala Amarela . . . . . . . . . . . . .

14

Leia nas págs. 6 e 7

O Verão quente de 2013

em dúvida que a época estival que acaba de terminar, contrariou, em absoluto, as teorias propaladas que apontavam para “o Verão mais frio dos últimos 200 anos”. De facto não aconteceu e, segundo comentam os especialistas, as temperaturas médias ter-se-ão situado acima do normal. Talvez por este facto, mas não só, mais uma vez o nosso território nacional foi devastado por grandes, pequenos e médios incêndios, foram já mais de 19000 ocorrências no corrente ano, que tornaram mais triste as nossas paisagens, mais pobre o nosso património e, pior que tudo, ceifaram algumas vidas de briosos e corajosos portugueses que, em prol dos outros se sacrificaram até ao limite. Aos bombeiros portugueses, presto a minha homenagem e, muito reconhecido pelo serviço prestado, deixo aqui o meu muito obrigado a todos, nomeadamente, àqueles que, combateram as chamas que assolaram a nossa freguesia e que reduziram a cinzas mais uma parte significativa da nossa mancha verde. Dos criminosos incendiários não falo, mas os políticos legisladores têm obrigação de falar e agir e a “justiça” tem obrigação de funcionar. No contexto actual, não estou muito crente nem em relação aos políticos nem em relação à justiça, mas tenho esperança que, um dia, a situação vai melhorar. Mas também foi quente no aspecto político. Tivemos eleições autárquicas, e por conseguinte longa pré-campanha e campanha aguerridas. O nosso país apareceu engalanado com grandes placares,

com rostos mais e menos simpáticos, de cores vivas e muito apelativas e “chavões” de índole política muito imaginativos. De norte a sul do país foram muitos os que prometeram omeletas, muitas omeletas, algumas recheadas a preceito e ao gosto dos destinatários mas, o que é absolutamente certo, é que os portugueses vêm a cesta dos ovos vazia. E então, dou comigo a pensar neste dilema e desabafo à moda de um amigo meu, que Deus tenha em bom lugar, “ COMBERSA………..” É verdade, há muita conversa, mas, “democracia” também é isto. Por ventura, algumas promessas até terão subjacente a boa intenção de cumprir, mas faltarão os meios. Contudo, tenho para mim que, a democracia no seu pior, não está no âmbito das promessas. Mais grave e escandaloso do que prometer e não cumprir, é mentir descaradamente, para atingir objectivos eleitorais, é denegrir a imagem daqueles que, desinteressadamente, trabalham para dotar as suas terras de infra-estruturas capazes de proporcionar melhor qualidade de vida e bem-estar à população como, felizmente, tem acontecido na nossa freguesia, nomeadamente nos últimos anos. Termino, com um pensamento, que justifica alguma meditação. A gratidão é um fruto de grande cultura; não se encontra entre gente vulgar (Samuel Johnson) António José Garcia Ferreira Secretário da direcção

Arauto OUTUBRO 2013 casa povo vilarandelo  

ARAUTO OUTUBRO-2013- CASA DO POVO DE VILARANDELO

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