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EDIÇÃO 01 ABRIL 2012 JOÃO PESSOA - PB

R$ 2,00

Casamento, Divórcio e Novo Casamento

Educação Quem estuda no Brasil é ESTRANHO e antissocial. Pag. 12

Música Música nas Igrejas - Uma reflexão sobre a AGÓGICA ministerial. Pag. 13

Curiosidade História da Pizza Pag. 11


REVISTA

Índice

FM961

Diferente de todas, igual a VOCÊ

Expediente

CAPA

Diretor Executivo

Casamento, Divórcio e Novo Casamento

08

Pr. Isaac Venerando Pereira de Lima

Idealizador, Editor e Diretor de Criação Francisco Eudes Almeida

Projeto Gráfico e Diagramação Hortêncio Ribeiro Neto

Jornalista Responsável

Franklin Araújo - DRT 2777-PB

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Editorial Mensagem do Pastor Presidente Trânsito Nutrição Estudo Bíblico

Fotografia Jurandir de Lima Produções jpb.com.br

Colaborades

Pr. Presidente José Carlos de Lima Pr. Isaac Venerando Pereira de Lima Alice Pereira de Lima Ramon Nascimento Almir Salgueiro Maria Auxiliadora de Melo

Impressão

Gráfica Santa Marta

Curiosidade

Tiragem

Educação

Este impresso foi produzido com papéis provenientes de madeiras de reflorestamento extraídos a partir de um manejo florestal responsáveis e de outras fontes controladas. A revista CPADFM é um informativo de publicação periódica, com distribuíção em João Pessoa, Campina Grande e cidades adjacentes.

Música Reflexão

5.000

Departamento Comercial Fone: 83 9942-0303 Tim 8726-1655 Oi

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Editorial Queridos irmãos, e amigos. Temos o prazer de vos apresentar a primeira de muitas edições da Revista CPAD FM 96.1.

Tu és o meu servo, a ti escolhi e nunca te rejeitei. Is. 41:9b

Uma ferramenta produzida com muito amor e fé, com a perspectiva de informar, anunciar, compartilhar experiências e promover crescimento, tanto espiritual quanto material. Sabemos que toda dádiva, todo dom perfeito, vem do Pai das luzes, em quem não há sombra nem variação. A Ele rendemos honra, louvor e glória, porque só Ele é digno de tudo isso. Nesta edição vamos abordar temas relevante de interesse cristão e também da vida secular, onde vão mudar sua forma de pensar e formar opinião. Uma palavra para seu deleite espiritual, a Mensagem Pastoral, onde você poderá acompanhar reflexões e ensinamentos, do Pastor Presidente José Carlos de Lima, como o estudo sobre o fruto do Espírito descrito no livro de Gálatas capítulo 5 versículo 22. Essas reflexões o ajudará a atravessar o deserto que enfrentamos em nossa caminhada espiritual todos os dias. Matéria como trânsito, nutrição, e dicas de culinária, capa, vamos discutir sobre o relacionamento conjugal e curiosidades seculares, educação nos dias de hoje, música na igreja, entre outros. Espero, em Deus, que esse veículo de comunicação possa lhes trazer conhecimento e ajuda-los na caminhada cristã.

Um forte abraço, e a Paz do Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Pr. Isaac Venerando Pereira de Lima Diretor Executivo da Revista CPAD FM 96.1

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Mensagem do Pastor Presidente

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mados irmãos e irmãs mos fruto é acolhermos a Palavra compartilharei com vocês de Deus em nosso coração, com o Fruto do Espírito Santo fé e mansidão. que se encontra na bíblia, antigo Cristo assim se expressou: testamento, livro de Gálatas 5.22 “Eu sou a Videira verdadeira, e “Mas o fruto do Espírito é amor, meu Pai é o agricultor. Todo ramo alegria, paz, longanimidade, be- que, estando em mim, não der nignidade, bondade, fidelidade, fruto, ele o corta; e todo o que mansidão, domínio próprio. Con- dá fruto, limpa, para que dê mais tra essas coisas não há lei”. fruto. Vós já estais limpos pela pa Quando entregamos nos- lavra que vos tenho falado. Estais sa vida ao Senhor Jesus, passa- em mim, e eu, em vós; como a mos a viver em vara de si mes“Após o novo nascinovidade de mo não pode dar vida, ou seja, mento o cristão deve fruto, se não estitudo que é do ver na videira, asvelho homem continuar no processo de sim também vós, torna-se passase não estiverdes crescimento espiritual, do, morremos em mim. Eu sou para o pecado e buscando o Batismo com a Videira, vós, nascemos para as varas; quem Espírito Santo, seus Dons Deus. está em mim, e A t e n t e - e a manifestação do Fru- eu nele, este dá mos ao texto muito fruto, porto do Espírito que refleque se encontra que sem mim na bíblia, novo nada podeis fatirá o caráter de Cristo testamento, livro zer, como se ende João 3.3-6 naquele que é nascido de contra na bíblia, “Perguntounovo testamennovo”. -lhe Nicodemos: to, livro de João Como pode um 15. 1 - 5. homem nascer, sendo velho? Após o novo nascimento Pode, porventura, voltar ao ven- o cristão deve continuar no protre materno e nascer segunda cesso de crescimento espiritual, vez? Respondeu Jesus: Em ver- buscando o Batismo com Espírito dade, em verdade te digo: Quem Santo, seus Dons e a manifestanão nascer da água e do Espíri- ção do Fruto do Espírito que reto, não pode entrar no Reino de fletirá o caráter de Cristo naquele Deus. O que é nascido da carne, é que é nascido de novo. carne; e o que é nascido do EspíNote que só poderemos rito é espírito”. frutificar se estivermos ligados O novo nascimento nos na Videira que é Cristo. É através abre as portas para uma nova da sua Palavra e da permanência forma de viver: viver em Espírito, nesta que obteremos os nutriensendo guiado por Ele e dando o tes necessários para frutificarmos. Seu fruto. Imaginemos o Fruto do A primeira etapa para dar- Espírito como o fruto da Videira.

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O cacho de uvas é o fruto constituído por várias uvas. O fruto do Espírito é um só, mas se constituí por nove características. A primeira delas é o amor. Não qualquer tipo de amor, mas o amor ágape, que no grego, significa se interessar ou buscar o bem de outra pessoa, sem querer nada em troca. Por causa do amor de Deus, que é derramado em nossos corações pelo Espírito Santo, que se encontra na bíblia, novo testamento, livro de Romanos 5.5, somos capacitados a fazer o que Cristo ordenou: ”Amar os nossos inimigos, fazer o bem aos que nos odeiam; bendizer aos que nos maldizem, orar pelos que nos caluniam” que se encontra na bíblia, novo testamento, no livro de Lucas 6.27-28. Minha oração é para que o Senhor vos faça crescer e aumentar no amor uns para com os outros, e para com todos, como também nós para convosco. (1Tessalonicenses 3.12) Que Deus, em Cristo, vos abençoe em tudo! Até a próxima edição, quando estaremos abordando a alegria, 2ª característica do Fruto do Espírito.

Pr. José Carlos de Lima Presidente da COMADEP Presidente da AD na Paraíba

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Trânsito

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solução para os problemas que o trânsito oferece vai muito mais além do que a simples construção de vias de acesso, alargamento de vias, construção de pontes, etc. Não existe fórmula concreta para a solução. Não será uma atitude isoladamente que será necessário para solucionar tal problemática. Precisamos construir a via da educação, educar não só o motorista, mas o cidadão. Contran regulamenta o ensino do trânsito nas escolas Cursos extracurriculares poderão ser utilizados para a obtenção da permissão para dirigir O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou no dia 14 de fevereiro de 2012, Resolução 265, que institui o tema trânsito, como atividade extracurricular, em instituições de ensino médio. Segundo a resolução, os alunos que freqüentarem 75% das atividades extracurriculares receberão os certificados das instituições de ensino. As escolas interessadas, no desenvolvimento destas atividades, deverão solicitar autorização aos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans) que serão responsáveis pela fiscalização. A carga horária das atividades desenvolvidas deverá ser de, no mínimo, 90 horas-aula. Os profissionais que ministrarem as atividades extracurriculares deverão apresentar certificado de conclusão do Curso de Formação de Instrutor de Trânsito. Os alunos que realizarem essas atividades poderão dar início ao processo de obtenção da permissão para dirigir, sem a necessidade de frequentar o curso de formação teórico de condutores. Neste caso, o candidato poderá realizar somente o exame escrito. O aluno que for reprovado no exame escrito deverá frequentar o Curso de Formação de Condutor, antes de realizar o exame escrito novamente. A resolução do Contran entrou em vigor no dia 14 de fevereiro de 2012.

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Dicas de Culinária

Nutrição

Bolinhas de queijo

Dicas para ir às compras... Ingredientes das ...e resistir às doces tentações bolinhas de queijo Ir ao supermercado pode ser um desafio bastante difícil: acaba por sair com um carrinho cheio de compras e muitas delas são um verdadeiro ataque à sua alimentação. Aprenda como se controlar! A sua saúde agradece.

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ntrou no supermercado, com uma lista na mão e uma caneta na outra, estar certa de que só levará aqueles produtos. Mas quando está na caixa vê que mais de metade não estava programado. Reconhece-se nesta visão? Não se alarme. Aqui deixamos-lhe 8 dicas de ouro para resistir às tentações e para poupar muito, não só na carteira como na saúde. 1. Faça as compras com tempo e disposição. Caso contrário, arrisca-se a fazer uma má opção e ter de regressar mais tarde para comprar mais qualquer coisa que faltou. Tire uma tarde para esse programa. 2. Não se restrinja. Parece contraditório, mas não é. O nosso organismo necessita de todo o tipo de alimentos. Há que saber escolhê-los e consumi-los na porção correta.

6. Evite o take away e o fast food. Se o supermercado tem essa disposição de produtos, passe-lhes ao lado. Muitos desses alimentos têm mais gorduras do que aquelas feitas em casa. 7. Evite os postos de degustação. Uma tosta aqui, um queijo ali e um sumo um pouco mais à frente e aqui tem uma desgraça para a sua alimentação. Se pretende experimentar, saiba escolher o que é melhor para a saúde. 8. Não olhe para os produtos das caixas. Pastilhas, rebuçados, chocolates, dispostos apenas a uma mão de distância. São verdadeiras armadilhas para a sua saúde. Entretenha-se enquanto espera a ler um folheto.

1/2 xícara de chá de queijo parmesão ralado 1/2 xícara de chá de queijo-de-minas ou prato ralado 1/2 colher de chá de pimenta-do-reino 1 lata de creme de leite 2 xícaras de farinha de trigo 1 colher de chá de fermento em pó 2 ovos Sal a gosto

Modo de preparo das bolinhas de queijo Misture os queijos, os ovos, a pimenta-do-reino e o creme de leite e, em seguida, a farinha de trigo e o fermento. Com o auxílio de duas colheres pequenas, dê o formato de bolinhas e frite em gordura quente.

3. Não leve os seus filhos. As constantes birras vão dar lugar a cedências, que por seu lado, vão levá-la a comprar doces e guloseimas que vão fazer-lhes mal. 4. Alimente-se bem, antes de ir às compras. De estômago vazio é mais difícil ter percepção do que é realmente importante. E acabará por levar snacks ou outros preparados para acalmar a fome, e que são realmente explosivos para o seu organismo. 5. Leia os rótulos. Evite os alimentos que contenham muitos aditivos e prefira os que contenham muitos nutrientes. Da mesma forma, evite os produtos que fazem grandes promessas, sem ler primeiro a sua constituição.

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Texto: Maria Costa Consultoria: Dr. Rodrigo M. Abreu

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Capa

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claro, o assunto do divórcio e do novo casamento é controverso. Com a verdade sendo encoberta pelos argumentos, réplicas e incertezas, muitos se desesperam de serem capazes de determinar, com precisão, a vontade de Deus neste caso. Nestes tempos emocionais e cheios de dissensões, é indispensável que nos lembremos dos princípios básicos e simples que governam nosso relacionamento com Deus. Nossas conclusões dependerão muito do estado do espírito com o qual abordamos esta matéria. Por favor, seja paciente, enquanto consideramos estes princípios decisivos e fundamentais. Ora, aconteceu que, ao dizer Jesus estas palavras, uma mulher, que estava entre a multidão, exclamou e disse-lhe: “Bem-aventurada aquela que te concebeu e os seios que te amamentaram!” Ele, porém, respondeu: “Antes bem- aventurados são os que ouvem a palavra de Deus e a guardam!” (Lucas 11:27-28) Nossas primeiras responsabilidades, diante de Deus, são ouvir sua Palavra e cumpri-la. Estas exigências, ainda que sejam simples de afirmar, não são simples de obedecer. Ouvir a palavra corretamente não é um passo fácil que se pode dispensar quando se cresce em Cristo. Todos precisamos ter cuidado em como ouvimos. Uma vez que, para aprender a verdade, é necessário ter a mente aberta, evitemos os empecilhos que fecham as mentes: Preconceito. Se já formamos ideia, antes de um estudo

CASAMENTO, DI cuidadoso da evidência, nunca aprenderemos a verdade. Os judeus negaram a Jesus, em face à evidência irrefutável, porque eles já haviam decidido que seu Messias não iria ser crucificado (veja 1 Coríntios 1:23); portanto, a evidência não tinha importância. Precisamos querer reexaminar as velhas conclusões e as tradições que nos agradam, a respeito do divórcio e novo casamento, à luz das Escrituras. Muitos de nós, às vezes, abandonamos velhas crenças, em outras áreas. Temos que desejar fazer o mesmo aqui também. O que queremos que a verdade seja, muitas vezes impede-nos de abrir a mente para aprendê-la. É tão difícil estudar abertamente, quando aqueles que amamos são diretamente afetados pelas nossas conclusões. Mas se não amamos a verdade de todo o coração, Deus mesmo pode atuar para nos convencer de uma mentira (2 Tessalonicences 2:9-12). Se eu tiver um sentimento forte e uma preferência pessoal por uma conclusão em particular, vou precisar de um esforço disciplinado para que receba a Palavra abertamente. A presunção prejudica uma mente aberta. Se temos que admitir que estamos errados, a presunção pode nos impedir a um estudo sério. O orgulho de nosso próprio raciocínio e nossas crenças nos impedem de humilharmo-nos diante das afirmações daquele cujos caminhos e pensamentos são infinitamente mais altos do que os nossos. Confiança em ideias espertas, que fogem do significado claro

das passagens da Bíblia, impede que muitos recebam a Palavra de Deus. É preciso que Deus humilhe nossos corações enquanto procuramos a verdade neste assunto tão difícil. A verdade frequentemente requer muito esforço para se aprender. Enquanto uma relação desnorteante, de pontos de vis-

ta variados, compete pela nossa atenção, podemos não querer gastar o tempo e o esforço necessários para procurar a vontade de Deus. Para amar a verdade, temos que procurá-la de todo o coração. Deus exige energicamente obediência a sua vontade. Obedecer-lhe rigorosa e cuidadosamente não é demais. Uma profunda e minuciosa preocupação, em fazer exatamente a vontade de Deus é, antes, uma expressão de nossa fé em Deus e do nosso amor por Ele. A fé em Deus nos faz desejar confiar implicitamente em cada palavra dEle. O amor


IVÓRCIO E NOVO CASAMENTO por Deus nos faz desesperadamente agradá-Lo. Alguns agem como o moço rico de Marcos 10. Ele ouviu a palavra avidamente. Ele creu no que Jesus disse. Ele queria obedecer. Mas retirou-se entristecido, porque não queria pagar o preço. Que tragédia! Deus nunca disse que seria fácil fazer Sua vontade. Alguns admitem

que se uma conclusão a respeito das Escrituras dificulta a obediência para algumas pessoas, então essa conclusão é incorreta. Realmente, Jesus sempre encorajou o exame do custo (Lucas 14:2533) e alertou sobre as exigentes solicitações feitas aos discípulos. Para seguir a Jesus eu tenho que estar disposto a abandonar tudo: propriedades, família e até meus próprios desejos. Teria você sacrificado Isaque, se você tivesse sido Abraão? Teria você vendido tudo se fosse o moço rico? Teria você se divorciado de sua esposa, se você tivesse sido um dos judeus

dos dias de Esdras? (Esdras 9-10). Ou teria sido certo que Deus não poderia exigir algo tão custoso e extremo? Pois, que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? ou que dará o homem em troca de sua alma? (Mateus 16:26). O ensinamento da Bíblia a respeito do casamento, divórcio e novo casamento pode ser resumido em cinco afirmações. Quanto tempo deveria durar um casamento? “Ora, a mulher casada está ligada pela lei ao marido, enquanto ele vive” (Romanos 7:2). “A mulher está ligada enquanto vive o marido” (1 Coríntios 7:39). A intenção de Deus é que um esposo e uma esposa permaneçam casados até que a morte os separe. Deus une esposo e esposa num só ser, e esta união é para ser permanente. Deus, certamente, não liga pessoas em casamentos que Ele chama de adultério, e estes casamentos não são levados em consideração em nossos comentários. Posso divorciar-me? Há razões básicas porque o divórcio é pecaminoso: Primeiro, Deus disse: Portanto, o que Deus ajuntou, não o separe o homem. (Marcos 10:9). Segundo, é pecaminoso por causa do que o homem faz à sua companheira, quando ele se divorcia dela. Jesus disse que ele a expõe a cometer adultério (Mateus 5:32). Fazer com que outro tropece e se perca é um pecado tremendamente horrível (Mateus 18:6). Terceiro, o divórcio é pecaminoso, porque eu prometi ficar com minha esposa até que a morte nos separe. Deus detesta a mentira e a quebra da promessa

(Apocalipse 21:8; Romanos 1:31). Posso casar-me novamente? A pessoa divorciada não tem a opção de se casar novamente. Em 1 Coríntios 7:10-11, Paulo deu duas escolhas àqueles que haviam se divorciado: permanecer descasado ou então se reconciliar com o seu par. Novo casamento de divorciados é adultério. É adultério para aquele que se divorcia de seu par (Marcos 10:11-12), para aquele que está divorciado (Mateus 5:32) e para aqueles que se casam com pessoas divorciadas (Lucas 16:18). De acordo com Romanos 7:2-3, o adultério continua enquanto se está casado com um segundo par, e o primeiro ainda vive. E se eu estou novamente casado? Desde que nenhum adúltero pode ir para o céu (1 Coríntios 6:9-11) e desde que Deus julgará os adúlteros (Hebreus 13:4), aqueles divorciados que estão cometendo adultério, por haverem se casado novamente, necessitam urgentemente de serem perdoados. Mas o que têm eles que fazer para receber perdão? Têm que se arrepender (Atos 2:38). O arrependimento envolve o abandono das práticas pecaminosas; neste caso, a desistência do adultério. Os Coríntios foram limpos, depois que eles deixaram suas práticas pecaminosas (“Tais fostes alguns de vós” ¬ 1 Coríntios 6:9-11). O Evangelho sempre exige a separação do pecado. O beberrão deve separar-se de sua garrafa; o idólatra; de seus ídolos; o homossexual; de seu amante; o adúltero de seu par ilegal. Gary Fisher


Estudo Bíblico

Há PODER nas palavras bíblicas Nunca mais direi “eu não posso”, pois “TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE”. Passagem bíblica de Filipenses 4:13

Nunca mais direi que “não tenho”, pois “o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de minhas necessidades“. Passagem bíblica de Filipenses 4:19

Conheçamos e prossigamos em conhecer ao SENHOR (Os. 6:3)

Nunca mais direi que “tenho medo, “porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação“. Passagem bíblica de 2o Timóteo 1:7

Nunca mais direi que “tenho dúvidas” ou “falta de fé”, porque eu tenho “a medida da fé que Deus repartiu a cada um“. Passagem bíblica de Romanos 12:3 Nunca mais direi que “sou fraco”, porque junto “o Senhor é a fortaleza da minha vida” e “o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e ativo“. Passagens bíblicas Salmo 27:1 e Daniel 11:32 Nunca mais direi que “O mal tem supremacia em minha vida”, porque “maior é aquele que está em mim do que aquele que está no mundo”. Passagem bíblica de 1º João 4:4 Nunca mais direi que “estou derrotado”, porque Deus “em Cristo, sempre me conduz em triunfo“. Passagem bíblica de: 2ª Coríntios 2:14

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Nunca mais direi que “não tenho sabedoria”, pois “Cristo Jesus… se tornou da parte de Deus (minha) sabedoria“. Passagem bíblica de 1ª Coríntios 1:30 Nunca mais direi que “estou doente”, pois “pelas suas pisaduras fui sarado”, e “Jesus mesmo tomou minhas enfermidades e carregou com as minhas doenças”. Passagens bíblicas Isaías 53:5 e Mateus 8:17 Nunca mais direi que “estou preocupado e frustrado”, pois estou “lançando sobre ele toda a minha ansiedade, porque ele tem cuidado de mim”. Passagem bíblica de 1ª Pedro 5:7 Em Cristo estou livre de cuidados! Nunca mais direi que “estou preso”, pois “onde está o Espírito do Senhor aí há liberdade”. Meu corpo é templo do Espírito Santo! Passagem bíblica de 2ª Coríntios 3:17 Nunca mais direi que “estou condenado”, pois “já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus“. Passagem bíblica de Romanos 8:1 Estou em Cristo; portanto, estou livre de condenação!!! Nunca mais Diga Nunca!!! Fonte:Ronald.com

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Curiosidade

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história da pizza começou com os egípcios. Acredita-se que eles foram os primeiros a misturar farinha com água. Outros afirmam que os pioneiros são os gregos, que faziam massas a base de farinha de trigo, arroz ou grão-de-bico e as assavam em tijolos quentes. A novidade foi parar na Etrúria, na Itália. Ao contrário do conhecimento popular, apesar de tipicamente italiana, os babilônios, hebreus e egípcios já misturavam o trigo e amido e a água para assar em fornos rústicos há mais de 5000 anos. A massa era chamada de “pão de abrão”, muito parecida com os pães árabes atuais, e recebia o nome de piscea. Os fenícios, sete séculos antes de Cristo, costumavam acrescentar coberturas de carne e cebola ao pão; os turcos muçulmanos adotavam esse costume durante a Idade Média e por causa das cruzadas essa prática chegou à Itália pelo porto de Nápoles, sendo em seguida incrementada dando origem à pizza que conhecemos hoje. No início de sua existência, somente as ervas regionais e o azeite de oliva eram os ingredientes típicos da pizza, comuns

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História da Pizza no cotidiano da região. Os italianos foram os que acrescentaram o tomate, descoberto na América e levado a Europa pelos conquistadores espanhóis. Porém, nessa época a pizza ainda não tinha a sua forma característica, redonda, como a conhecemos hoje, mas sim dobrada ao meio, feito um sanduíche ou um calzone. A pizza era um alimento de pessoas humildes do sul da Itália, quando, próximo do início do primeiro milênio, surge o termo “picea”, na cidade de Nápoles, considerada o berço da pizza. “Picea”, indicava um disco de massa assada com ingredientes por cima. Servida com ingredientes baratos, por ambulantes, a receita objetivava “matar a fome” principalmente da parte mais pobre da população. Normalmente a massa de pão recebia como sua cobertura toucinho, peixes fritos e queijo. A fama da receita correu o mundo e fez surgir a primeira pizzaria que se tem notícia, a Port’Alba, ponto de encontro de artistas famosos da época, tais como Alexandre Dumas, que inclusive citou variações de pizzas em suas obras. Chegou ao Brasil da mes-

ma forma, por meio dos imigrantes italianos, e hoje pode ser encontrada facilmente na maioria das cidades brasileiras. Até os anos 1950, era muito mais comum ser encontrada em meio à colônia italiana, tornando-se logo em seguida parte da cultura deste país. A partir de 1985, comemora-se o dia da pizza aos 10 de julho. Foi no Brás, bairro paulistano dos imigrantes italianos, que as primeiras pizzas começaram a ser comercializadas no Brasil. Segundo consta no livro Retalhos da Velha São Paulo, foi nos fornos do restaurante de Geraldo Sesso Jr., a Cantina Dom Carmenielo, que os apreciadores da culinária Italiana passaram a poder degustar a iguaria napolitana. Aos poucos, a pizza foi-se disseminando pela cidade de São Paulo, sendo abertas novas cantinas. As pizzas foram ganhando coberturas cada vez mais diversificadas e até mesmo criativas. No princípio, seguindo a tradição italiana, as de muçarela e anchova eram as mais presentes, mas à medida que hortaliças e embutidos tornavam-se mais acessíveis no país, a criatividade dos brasileiros fez surgir as mais diversas pizzas.

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Educação

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população brasileira fica impressionada a cada reportagem que lê sobre a revolução pela educação na Coréia do Sul. Um país com o quadro de analfabetismo, que já foi bastante parecido com o Brasil. O atual sistema educacional dos sul-coreanos tirou o país da miséria e o colocou em Primeiro Mundo. O país que admira o estudante tem muito a ensinar ao país, que trata como estranho quem estuda. A partir de agora, vamos comparar o Brasil deseducado, com a Coréia do Sul, totalmente educada. Em 1960, a renda per capita (indicador que ajuda, a saber, o grau de desenvolvimento econômico de um país ou região) do Brasil era o dobro da coreana. Nesse tempo, a Coreia ainda amargava o trauma de uma guerra civil, que deixou um milhão de mortos e a economia em ruínas. Hoje, passados 50 anos, um abismo separa as duas nações. Os coreanos praticamente erradicaram o analfabetismo e colocaram quase 90% dos jovens na universidade, enquanto que,

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Quem estuda no Brasil é ESTRANHO e antissocial. no Brasil, os jovens ainda sentem dificuldades para entrar numa universidade federal. Se os brasileiros dedicam cerca de cinco horas diárias de estudo, os coreanos dedicam pelo menos dez horas. A Coréia do Sul já alcançou o segundo lugar, no ranking mundial de leitura. Além de os colégios apresentarem excelente infraestrutura, o dinheiro despejado nas escolas produziu, na Coreia, salários bastante atrativos para os professores. Um professor do ensino fundamental ganha seis vezes mais do que embolsa um professor brasileiro do mesmo nível. Os professores sul-coreanos são os mais bem pagos do mundo. Além de muito dinheiro, o professor dispõe de dedicação exclusiva a uma só escola e direito a quatro horas diárias para preparar aulas e atender aos estudantes. No Brasil, o mesmo professor precisa dar aula em quatro escolas, e não tem tempo suficiente para preparar as aulas. Enquanto o governo coreano investe muito dinheiro em escolas públicas, as empresas privadas investem nas

universidades, em troca de novos talentos, em seus diversos setores de trabalho. Aliás, vou parar por aqui porque já estou com vergonha alheia. Na Coreia do Sul, no dia do vestibular, por exemplo, até o espaço aéreo é fechado para não atrapalhar os estudantes. Aqui no Brasil? (risos) Ligamse paredões de som na frente das universidades no dia do vestibular. Na Coreia do Sul, os jovens vão à sala de aula para estudar. No nosso país, os jovens lotam salas para apelar para a espetacularização das aulas dos cursinhos brasileiros. É... vou encerrar meu artigo por aqui mesmo, porque estou decepcionado em viver num país que não forma mentes brilhantes, pelo contrário, incentiva a absorção do lixo cultural.

Ramon Nascimento Assessor de Comunicação da ADPB ramon@adpb.com.br

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Música

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o que consiste o “ministério de música”? Iniciar um texto com uma pergunta retórica é perigoso, pois o leitor, muitas vezes, pressupõe que já tem a resposta. Mas será que realmente a tem? Não quero, através desta reflexão, apresentar-me como o portador da verdade absoluta, mas tenho, como desejo, levar os caros leitores a uma reflexão simples, porém não necessariamente fácil. Um dos grandes fatores que enxamearam as congregações de um modo geral, e interdenominacional são os “Ministérios de Música”. Todo ministério tem um ministro. Mas qual o papel do ministro? Ministrar? Sim, mas o que é ministrar? Qual a definição de ministrar? Será que essa definição se aplica ao contexto congregacional em que se vive? A música na igreja vive uma crise de identidade, pois perdeu seu foco principal. Não falo de identidade sonora, musical ou de estilo, pois Deus é o criador de tudo, de todos os ritmos e estilos musicais, mas me refiro ao ato de conduzir a congregação a adorar ao Deus vivo, em Espírito e em verdade. O qual esta está em segundo plano. O conceito de sucesso do mundo contemporâneo não deixa espaço para uma adoração vertical. Ao invés de congregação temos uma plateia. Ao invés de irmãos, temos público, em que determinado artista, desculpem, melhor dizendo, ministro, é o foco principal, e que ao invés de prestar culto, faz uma performance. Muitas vezes o responsável pela música na igreja se identifica com determinado artista do universo “gospel” e dali pra frente, todo conjunto da obra precisa

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Música nas Igrejas – Uma reflexão sobre a AGÓGICA ministerial. ser exatamente igual ao do “ministro” em voga. Roupas, sotaque, cabelo, arranjos, até as “ministrações”, tudo exatamente igual ao “ministro” da moda. Mas e o foco naquilo, a congregação precisa? Onde está a verticalidade do louvor, das músicas tocadas e cantadas? Onde está a coerência entre a palavra que será pregada e as músicas que serão tocadas? É apenas uma performance ou um culto a Deus? O ministro está conduzindo ou se exibindo? Não estou aqui depreciando a qualidade musical em favor da espiritualidade. Sou músico, artista consagrado a Deus e prezo pelo melhor sempre. A minha questão é o fato de argumentações como “é para Deus!” isenta do aprimoramento técnico e espiritual? Esta expressão é usada como desculpa para justificar a preguiça e a incompetência daqueles que não têm o coração realmente dedicado ao serviço do Reino e não buscam dar seu melhor a Ele. Desculpa para aqueles que não querem crescer como cristãos, e serem melhores servos nas tarefas que o Senhor lhes confiou. E a Bíblia é muito clara, com relação a esse tipo de pessoa. “Maldito aquele que faz com negligência o trabalho do Senhor”. – Jr. 48:10. Esses fatores ocorrem por uma série de motivos. Gostaria de destacar apenas dois. Primeiro: falta de preparo teológico, musical e espiritual de quem está à frente do ministério de música. Isso afeta gravemente desde a seleção do repertório à vida espiritual de quem está no banco, no anseio de entregar seu louvor a Deus. Segundo: Falta de acompanhamento da liderança maior da igreja. O pastor precisa estar presente, não para

impor ou usar o poder que lhe é conferido em favor de seu gosto pessoal, mas para desenvolver um trabalho em parceria, dando consciência espiritual, teológica e congregacional àqueles que estão à frente de seu rebanho nos momentos musicais das celebrações congregacionais. Estes ministros de música, muitas vezes, têm o dom da musica, têm carisma, têm boa vontade, tem compromisso com o Rei e com o Reino, mas não têm direcionamento adequado e acabam por fazer um trabalho medíocre, sem propósito por falta de acompanhamento da liderança. É necessário ter consciência da importância da música no Reino de Deus. No céu, não haverá pregação, não haverá campanha de missões, não haverá escola bíblica. Tudo isso aqui na Terra é de extrema importância, mas na eternidade, de todas essas, haverá apenas o louvor. Que possamos dar a devida importância e atenção à expressão que nasceu no coração de Deus, o propósito para o qual Ele nos criou. Para sermos aqueles a quem Ele procura: adoradores em espírito e em verdade.

Almir Salgueiro Formado em Música Sacra pela Faculdade Teológica Batista de São Paulo. É membro da Primeira Igreja Batista em João Pessoa e coordenador do Serviço de Arte e Cultura do Colégio Marista Pio X em João Pessoa. Produtor, Arranjador, Instrumentista e bacharelando em composição pela Universidade Federal da PB.

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Reflexão

O A messe é grande e precisa de operários (Lc 10,1-9)

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ntem, celebramos a festa de conversão de Paulo. E hoje é a festa de dois discípulos e colaboradores de Paulo, ao longo de sua missão: Timóteo, de família judaica, e Tito, que era grego. Jesus, no evangelho de hoje envia setenta e dois discípulos em missão como preparadores da chegada de Jesus, as cidades e povoados. E Jesus diz que os enviava “como cordeiros no meio de lobos”. Pois sabia que a missão seria difícil e perigosa. Ele os envia de dois em dois às casas e não às sinagogas, formando as igrejas domésticas, comunitárias (são as sementes do Reino). E tinham como missão curar os doentes e anunciar que o Reino de Deus estava próximo deles. Está é a missão de todos, não somente os pastores. E como disse Jesus: “A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Por isso, pedi ao dono da messe que mandasse trabalhadores para a colheita”. Seus discípulos são orientados por Ele a não levarem bolsa, sacola, sandálias, nem cumprimentar ninguém pelo caminho, o que nos remete à ideia de cuidado. Porém, a missão e a fé devem ser maiores que o medo. E como mensageiros da paz, ao entrarem em uma casa deverão dizer: “A paz esteja nesta casa!”, este era o sinal dos discípulos

de Jesus. E eles deveriam contar com a boa vontade e acolhida nas casas que entrarem. Comeriam e beberiam o que lhes fosse oferecido. Comer e beber na casa dos gentios era proibido pela lei do judaísmo. Mas a partir desse convívio nas casas, vão se fortalecendo e se unindo às comunidades missionárias. Irmãos, peçamos em nossas orações que o Pai envie operários para a messe: pastores, leigos e você. Ele nos chama, envia-nos para levarmos aos pobres, oprimidos e excluídos, a sua mensagem de paz, alegria, e de vida. Lembrando que a missão não é fácil, que precisamos ser perseverantes, ter fé, força e coragem. O mundo oferece inúmeras possibilidades de nos afastar do caminho de Deus. Por isso precisamos ser fortes para vencermos o consumismo, a inveja, ganância, egoísmo, desejo pelo poder. A vida do missionário deve ser diferente, contrária a vida dos poderosos, deve ser uma vida de humildade, sem apego às coisas materiais. Não deixemos que o medo nos impeça de anunciar o Reino de Deus no nosso meio. Reino que é de vida nova, de esperança pra quem vive na pobreza, na violência, no vício, na prostituição... Autor Desconhecido

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