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CORREIO DO RIBATEJO

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Fundado em 1891 por João Arruda. Director de Mérito: Dr. Virgílio Arruda

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23 de Dezembro de 2010 • 119.º ano • N.º 6.236 • Sai à 6.ª-feira • Preço: j 0,60 • Semanário Regional • Telef. 243333116 • Fax 243333258 Director: João Paulo Narciso • Redacção: Rua Serpa Pinto, 98 a 104 • Apartado 323 • 2001-904 Santarém• E-mail: correiodoribatejo@mail.telepac.pt Gerentes e proprietários: Mário da Conceição Lopes, Manuel Oliveira Canelas e Luís Manuel Pires Marques www.correiodoribatejo.com

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Câmara de Santarém aprova protocolos de 2010 e espera pagar dívidas no início de 2011

Corte de 10% no sapatinho das associações culturais Hospital de Santarém

Os ranchos folclóricos e as associações culturais do concelho de Santarém vão sofrer um corte de 10% nas verbas atribuídas pela Câmara Municipal, no âmbito dos protocolos de apoio ao associativismo, relativos ao ano de 2010. Os respectivos protocolos foram aprovados por unanimidade, na reunião do Executivo municipal de 20 de Dezembro, apesar das críticas dos vereadores eleitos pelo Partido Socialista que contestaram o decréscimo nas verbas a atribuir. p. 9

Cartas das crianças com carimbo do Correio… do Ribatejo

Ministra da Saúde inaugura Unidade de Radioterapia

“Meu querido Pai Natal…”

p. 29

Assembleia Municipal de Santarém

“Tostões” para as freguesias motivam protestos

p. 4-5

p. 7

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CORREIO DO RIBATEJO Edição n.º 6.236 | 23 de Dezembro de 2010

Sabe por que é que se diz?... Andar com uma pedra no sapato

Significado: Ter um problema por resolver. Origem: Curtas ou longas, as caminhadas tornavam-se tarefa dolorosa se algum pedregulho entrasse no sapato ou no coturno do civil ou do militar. Uma pedra no sapato passou a designar uma dificuldade imposta por terceiros, atrapalhando o percurso rumo ao objectivo. PUB

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Os alunos das escolas de ensino básico do Pereiro e dos Leões, em Santarém, aderiram, com grande entusiasmo, ao desafio de criarem presépios, este Natal, envolvendo os pais nesta tarefa. Os presépios foram realizados em casa, devido essencialmente à falta de recursos e de tempo na escola, por parte dos docentes, e teve como principal ideia a utilização de materiais recicláveis. O resultado final traduziuse numa forte adesão, com a escola dos Leões a apresentar 54 presépios e a escola do Pereiro 45.

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CLICK! II O Rancho Folclórico da Ribeira de Santarém (RFRS) promoveu, a 18 de Dezembro, um jantar de Natal, no qual reuniu todos os seus elementos e respectivas famílias. Foi um momento de são convívio, partilha e solidariedade, em que ficou bem patente o espírito de união e fraternidade existente entre todos os presentes. Na oportunidade, o presidente da direcção, Manuel José Menino, fez o balanço das actividades do RFRS no ano 2010, classificando-o de “muito prestigiante, positivo e extremamente dignificante para a freguesia de Santa Iria, Concelho de Santarém e Ribatejo, apesar das imensas dificuldades”. Foram ainda apresentadas as linhas mestras que vão orientar o RFRS no ano 2011.

CLICK! III A professora Maria Antónia Costa, por muitos tratada de forma carinhosa por Mitó, deu a sua última aula na passada sexta-feira, 17 de Dezembro. Foi uma sala repleta de colegas e alunos que assistiram ao emotivo momento. Numa vida dedicada ao ensino e à “sua” Escola Secundária Dr. Ginestal Machado, chegou a hora de um adeus emocionado por muitos anos de dedicação à nobre causa do ensino.

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Tagusgás “aquece corações” das crianças da Fundação Luiza Andaluz

Funcionários foram o combustível da solidariedade As gémeas Ana e Tatiana têm 17 meses e começam agora a dar os primeiros passos. São a alegria do Lar da Fundação Luiza Andaluz, em Santarém, e o ‘ai Jesus’ daquela família de afecto. Na sexta-feira passada, o dia era de festa. O coro estava bem afinado e com um sorriso ‘33’ a condizer para a fotografia. Também não era para menos. Os funcionários da Tagusgás quiseram este ano dar um presente a uma instituição de Solidariedade Social do distrito de Santarém que, ao mesmo tempo, marcasse o espírito da época natalícia e perdurasse. Assim, o departamento comercial da empresa ‘vendeu a ideia’ à administração para remodelar por completo a sala de convívio do Lar da Fundação, e os colaboradores vestiram a camisola da solidariedade, arregaçaram as mangas e puseram mãos à obra. Pintaram paredes, mudaram móveis, enceraram o pavimento, montaram um novo sofá e uma televisão e prepararam um lanche ‘com requinte’: tudo para

Funcionários da Tagusgás juntaram-se às crianças da Fundação Luiza Andaluz num Natal solidário

oferecer às 25 crianças que estão à guarda da instituição. “Não nos quisemos limitar a oferecer alguma coi-

sa, mas sim dar a nossa contribuição activa”, disse ao Correio do Ribatejo Miguel Henriques, presidente do conselho de administração

da Tagusgás. “Quando entregamos algo de nós próprios, estamos a receber muito mais”, afirmou.

Vítor Labrincha, o director comercial da empresa, referiu ao Correio do Ribatejo que a iniciativa esteve muito para lá de um mero

exercício de ‘TeamBuilding’: “este trabalho encheu-nos os corações”, resumiu. “É gratificante verificar que, com coisas simples, se faz tanta alegria”, referiu ao nosso jornal Catarina Marcelino, directora técnica da Fundação Luiza Andaluz. “Melhorar a qualidade é também dar a estas crianças modelos mais adequados de vida e perceber que é possível termos conforto, vivermos bem, e sermos família”. A Fundação Luiza Andaluz é um Lar de Infância e Juventude que acolhe crianças que são retiradas às famílias, por vários motivos, cuja missão é ajuda-las a construir esperança. “Há momentos de grande alegria e outros de profunda angústia por não conseguirmos resolver em tempo aquilo que era importante para elas”, confessa Catarina Marcelino. Neste momento a Fundação Luiza Andaluz acolhe 25 crianças, com acordo para 30, com idades entre os 17 meses e os 16 anos. Filipe Mendes PUB


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Correio do Ribatejo dá uma ajuda aos Correios

“Meu querido Pai Natal…” Todos os anos, os CTT recebem milhares de cartas endereçadas ao Pai Natal: é a única correspondência que pode ser remetida sem selo mas que, na realidade, não chega ao Pólo Norte. E esse, também não é o propósito. Na estação de Correios de Lisboa, uma equipa de dez funcionários encarrega-se de responder a cada um destes subscritos, numa iniciativa que acontece desde 1985. Mas neste Natal, o Correio do Ribatejo decidiu aliviar o trabalho dos carteiros e fazer chegar ‘em mão’, algumas destas missivas, desenhadas pelas crianças da sala dos quatro anos do Jardim-de-infância do Milagre, em Santarém (ver desenhos na página ao lado). Somos recebidos com entusiasmo e a educadora, Dora Santos, explica o objectivo do trabalho: “vão desenhar na folha os dois presentes que querem receber e pintam o Pai Natal”. “De que cor é o fato?” – “Vermelho”, respondem em coro. “E as barbas?” – “Brancas”. Às palavras de estímulo da educadora, pelas respostas correctas, sobrepõe-se as vozes dos miúdos: “eu quero o Faísca e uma pista de carros”, diznos, com desenvoltura, Afonso Pinto, garantindo que se “portou bem” ao longo do ano. “Eu também”, dizem quase de imediato os outros 23 colegas da sala dos ‘Bibes Verdes’, e nós, acreditamos sem reticências. No topo das preferências das crianças para esta qua-

dra, estão as barbies, os computadores e os carros, sobretudo o “Faísca Mcqueen”, a personagem da Pixar, que criou também os filmes “À Procura de Nemo” ou “The Incredibles - Os Super-Heróis”. Mas há também quem peça “um cão”, como a pequena Helena, ou uma “árvore de Natal”, como a Madalena e até “uns óculos de sol e canetas novas”, como a Leonor. Mas o presente mais económico será porventura o do Rodrigo, que diz contentar-se com um “Kinder de Chocolate”. De qualquer forma, o Correio do Ribatejo vai fazer chegar ao Pai Natal todos os pedidos, para que ele não se esqueça de os colocar debaixo da árvore na noite de Natal, e que não são mais do que os desejos transversais de todas as crianças. O colégio do Milagre, do Centro Social Interparoquial de Santarém, é frequentado actualmente por 210 crianças, nas valências de Creche e Pré-escolar, e é coordenado por Céu Galvão. E como nesta época não vale a pena por os ovos todos no mesmo cesto, há que pedir alguns presentes também ao Menino Jesus. Por isso, os pais das crianças foram convidados a reciclar materiais e a puxar pela imaginação. Deste esforço colectivo nasceram seis presépios que estão dispostos nos corredores do colégio e que dão um colorido muito especial à quadra. FM

Crianças do Jardim de Infância do Milagre escrevem ao Pai Natal

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CTT esperam receber mais de 300 mil cartas ao Pai Natal Os CTT esperam receber em 2010 mais de 300 mil cartas ao Pai Natal, número que ultrapassa em dobro o registado em 2000, ano em que chegaram aos Correios de Portugal 146 mil cartas, indicou a empresa. “Este número, ao confirmar-se, constituirá um recorde desde que, em 1985,

os Correios de Portugal começaram a responder a todas as cartas enviadas por miúdos e graúdos ao Pai Natal”, disse à Lusa fonte oficial dos CTT. Segundo explicou, o projecto “Pai Natal dos Correios”, que teve início em 1985, “ acontece todos os anos de forma espontâ-

nea, tendo-se iniciado com a constatação de que, por esta altura, chegam sempre à rede dos CTT milhares de cartas sem destinatário real, destinadas a esta figura”. Para não defraudar as expectativas de milhares de crianças, os CTT começaram então a responder a todas elas, incluindo um pe-

queno brinde simbólico em cada uma, indicou fonte oficial dos Correios, acrescentando que “as cartas ao Pai Natal são totalmente gratuitas e esta é a única correspondência que pode circular na rede dos CTT sem precisar de selo”. Apesar da diversificação dos meios de comunicação,

as cartas ao Pai Natal continuam a crescer em número todos os anos. A mesma fonte referiu ainda que, este ano, os CTT mobilizaram uma equipa com dez pessoas para darem resposta a todas as cartas recebidas. A maioria das cartas é escrita, ou desenhada, por

crianças com menos de dez anos, que fazem votos de saúde e felicidade para o Pai Natal, acrescentados de pedidos de prendas e de promessas de bom comportamento. Muitas cartas são enviadas de escolas, tendo sido escritas no âmbito das actividades lectivas.

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crónicas de natal

CORREIO DO RIBATEJO Edição n.º 6.236 | 23 de Dezembro de 2010

No Natal brilham luzes por toda a parte: nas casas, nas Manuel Pelino m o n t r a s , nas ruas. Domingues* Reúnemse as famílias, distribuemse prendas, formulam-se boas festas com o desejo que todos vivam estes dias com paz, alegria, calor humano e solidariedade. Que a luz brilhe no coração de cada um e ilumine a vida de todos os dias; que o calor da fraternidade caracterize a nossa vida e estilo quotidianos, são os meus votos de Natal. Jesus nasceu para ser a luz de todo o homem que vem a este mundo. Pela sua ressurreição tornou-se como a luz do sol nascente que nos liberta das sombras da morte. Aprendamos a acolher a luz de Cristo no interior do coração e a levar o calor do amor às famílias e às relações humanas, vivendo o Natal todos os dias. O símbolo da luz, tão representativo desta quadra, corresponde à procura das pessoas de todos os tempos, e da nossa época em particular. Todos ansiamos por uma luz mais intensa, ou seja, por uma fé mais clara, uma esperança mais viva,

Elegia de Natal

Não gosto do Natal. Nunca gostei do Natal humanidade, para a impassividade de muitos face aos problemas e aflições alheias. Depois, as próprias histórias de Natal, escritas para crianças, e que rechearam os sapatinhos dos meninos da minha geração, como a «Rapariga dos fósforos» de Hans Christian Andersen: Fazia muito frio. A neve caía e a noite aproximavase. Na rua passava uma rapariguita descalça, de cabeça descoberta e os pés roxos de frio; no avental, já velho, levava uma grande quantidade de fósforos e na mão um pacote. Não tinha havido compradores, não tinha ganho um único centavo. Cheia de fome e de frio tinha um aspecto miserável. A neve cobria-lhe os longos cabelos louros, mas ela pensava era nas luzes que, pelos vidros das janelas, via brilhar dentro das casas e no cheiro das iguarias que enchia as ruas. Cada vez mais o frio a trespassava, mas não se sentia com coragem de voltar para casa sem dinheiro nenhum. O pai havia de bater-lhe e,

de resto, na sua casa tam- pé da rapariguita. Mas o bém não havia frio? De te- fósforo apagou-se e a pelha-vã o vento soprava pe- quenita só viu diante de si a las frinchas tapadas com parede fria e espessa. Pepalha e farrapos. As suas gou noutro fósforo, acenmãozitas estavam roxas de deu-o e viu-se sentada defrio. E se acendesse um fós- baixo de uma magnífica árforo para as aquecer?... Pe- vore de Natal, muito mais gou num fósforo, inflamou- rica e muito maior do que o no muro por detrás dela e as que já vira. Nos ramos pôs-se a aquecer os dedos... verdes ardiam mil velas e Tinha a impressão de estar muitos anjos, flores, fadas sentada diante de um fogão e borboletas de todas as code ferro, por cima do qual res sorriam para ela. Levanhavia uma tampa de cobre tou as duas mãos; o fósforo luzidio… Ia para aquecer os apagou-se e todas as velas pés, mas o fósforo apagou- se puseram a subir, a subir se e o fogão desapareceu… e viu, então, que não eram Acendeu um segundo fós- já velas mas estrelas. Uma foro e, então, a parte do delas caiu e deixou no céu muro em que a luz batia um rasto de fogo. «Foi alcomo que se tornou trans- guém que morreu», disse a parente e a pequenita viu rapariguita, porque a avó uma mesa posta, de toalha lhe repetira muitas vezes: branca de neve, deslum- Quando uma estrela cai, brante das mais finas por- sobe uma alma para Deus. celanas, com um enorme Acendeu outro fósforo e, no pato assado, recheado de meio duma grande luz, apaameixas e maçãs e exalanreceu a sua querida avodo um perfume delicioso. zinha. «Avó, leva-me Co O pato saltou da tracontigo. Eu sei que, rre vessa e rolou com quando o fósforo io o garfo e a faca se apagar, já não d o o i espetadas nas aqui». re Rib estarás Cor costas até ao Pegou fogo a

Uma luz brilha nas trevas um amor mais forte. Todos procuramos combater as nuvens negras que ameaçam esconder o sol, vencer a tristeza que escurece a alegria. Que a luz do nascimento de Cristo nos ajude a superar as trevas do pecado, a escuridão do medo, as sombras do desânimo e faça resplandecer em nós o esplendor da glória de Deus. Façamos da nossa vida um percurso para a luz. Vejamos a vida, as pessoas e os acontecimentos com um olhar positivo e benevolente, como Deus viu, após a criação, que o mundo era bom. Elevemos o nosso coração ao Senhor, através da escuta da Sua Palavra e da oração, para que, na sua luz, possamos descobrir o encanto da vida que nos foi dada e do mundo que nos rodeia. Saibamos ver, para além do egoísmo e da cor-

o tej a ib R do o i rre o C tejo a b i do R io o i re re Cor Cor

rupção, a beleza do amor de Cristo espalhado na beleza de muitos gestos de bondade, serviço e ajuda fraterna. Façamos brilhar a luz à nossa volta. Eis um bom programa de Natal para viver a vida inteira. Sejamos uma presença amiga para quem sofre a solidão, prestemos atenção a quem está esquecido, levemos o sorriso a quem anda triste, estendamos a mão a quem jaz caído, procuremos curar as feridas de quem sofre, manifestemos a nossa fé a quem vive sem esperança. Estejamos atentos às carências e manifestemos a nossa solidariedade a quem precisa de ajuda. Vivamos o Natal no seu significado profundo de começo de um mundo de paz, alegria e fraternidade. * Bispo de Santarém

te jo

o ibatej o do R Correi

É um tempo t o d o feito de saudades, de mais e mais lugares vazios Victor Manoel Pinto da Rocha à mesa da consoada, de lágrimas fortuitas escondidas por detrás de um leve sorriso sempre que uma criança nos fita com os olhos cheios de alegria pelo cintilar das luzes que piscam nas árvores de Natal, guardiãs das muitas prendas do Pai Natal, dantes prendas do Menino Jesus que cabiam todas nos sapatinhos aninhados na chaminé da cozinha. A própria essência do Natal é triste, amarga, desencorajante: uma jovem, prestes a ser mãe, que, em vão, procura, de porta em porta, quem lhe dê abrigo, agasalho, amparo, até ter que procurar abrigo numa simples gruta, resguardo abandonado por pastores, onde dá à luz o filho primogénito que envolve em simples panos para o proteger da friagem da noite. Foi um quadro que sempre me enterneceu, como a toda a gente, mas que também cedo me despertou para a falta de bondade, caridade e amor da

Nesta quadra festiva surgem as recordações mais emoMaria Fernanda Barata tivas que marcaram a vida de cada um de nós. É nesta quadra que festejamos o nascimento de Jesus, que veio ao Mundo para dar a mais bela lição de humildade e de generosidade, a todos os homens, mulheres e crianças. Essa bela lição foi esquecida, razão porque há guerras, humilhações e egoísmos intoleráveis, à face da Terra. Sonhámos com um mundo melhor, mas a realidade é bem diferente do sonho que alimentou as nossas almas inquietas e esperançosas. Nós, portugueses, desejávamos (e desejamos) uma sociedade onde houvesse mais igualdade, de modo

ao resto dos fósforos e ao pacote todo, porque não queria deixar fugir a avó, e os fósforos deram a mais linda luz, mais viva do que a do dia. A avó pegou na neta e ambas voaram felizes, tão alto, tão alto que não sentiam mais frio, nem fome, nem dor. No canto, entre as duas casas em que a pequenita se sentara, estava sentada, quando rompeu a manhã fria, uma menina com as faces arroxeadas e um sorriso nos lábios…morta, morta de frio, com muitos fósforos queimados no regaço. História de Natal que fez chorar gerações e gerações de crianças indefesas por todo o mundo. Muitas das poesias que alguns dos nossos maiores poetas dedicaram ao Natal são também, na sua maioria, de uma melancolia extrema: Hoje é dia de ser bom/de abraçar toda a gente e de oferecer lembranças/…/É dia de pensar nos outros – coitadinhos – nos que pa-

decem/ de lhes darmos coragem para poderem continuar a aceitar a sua miséria… Não fales Jesus não fales/De que servem as palavras/Deixa as palavras de vento/ aos que este mundo governam/Vale mais o teu silêncio/ainda que seja eterno. Neste ano em que o desemprego campeia, em que a fome grassa, em que a solidão é mais solidão, em que a velhice é mais velhice, em que as desigualdades sociais se acentuam, dia a dia, cada vez mais escandalosamente, valham-nos os postais de Natal (em vias de extinção) e as pagelas natalícias com revoadas de rechonchudos anjos-músicos de semblante feliz entoando Glórias, valham-nos as crianças que ainda conseguem sorrir aquecendonos as almas, valham-nos os amigos que continuam a desejarem-se mutuamente: Feliz Natal!... Santo Natal!...

O Mundo em que vivemos

BAÚ DE

RECORDAÇÕES que a pobreza não existisse tão dramaticamente. Como podemos ter feliz Natal, se sabemos que há portugueses que não têm casa, nem pão, nem agasalho, nem afecto? Temos de meditar nesta crua realidade e não ficarmos tranquilos, alheios ao drama de tantos “irmãos” nossos. Todos podemos fazer algo, em favor de alguém que precisa de ajuda. Fechar os olhos, fingindo

que tudo é um “mar de rosas” à nossa volta, e um verdadeiro pecado. Todos sabemos que há no nosso País, pessoas com bens fabulosos, reformas douradas e injustas (os jornais denunciam alguns casos) ao lado de gente que não tem nada para viver. “Sempre foi assim e continuará a ser assim”. Dizem alguns, descrentes ou indiderentes. Na verdade, a pobreza não é um desígnio sem remédio, sem fim à vista, mas é um problema que é de todos e não apenas dos Governos. Culpam-se os políticos por tudo o que de mau acontece, mas esquecem-se muitos benefícios de que usufruímos em Democracia. Sem Democracia, não teríamos Liberdade, um bem supremo, que a Ditadura nos negou durante décadas. Boas Festas para todos, constituem os meus melhores votos. Um cumprimento ao leitor.


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Assembleia Municipal de Santarém aprova Orçamento 2011

“Tostões” para as freguesias rurais motivam protestos Muitas obras na cidade e poucas nas freguesias rurais. Esta a crítica feita, na última Assembleia Municipal de Santarém (AM), ao plano de investimentos para 2011, denominado Liberdade para Requalificar, com 80% de financiamento do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional). A oposição reconhece a importância de aproveitar ao máximo os fundos comunitários, mas há quem considere que as freguesias estão esquecidas no Orçamento e Grandes Opções do Plano para 2011. Aprovado com 35 votos a favor (do PSD, CDS e presidentes de juntas de freguesia independentes), este ponto da ordem de trabalhos contou com oito votos contra (do PS e CDU) e oito abstenções (do Bloco de Esquerda e de presidentes de juntas de freguesia). Francisco Madeira Lopes, da CDU, começou por contestar a alegada desigualdade entre a cidade e as freguesias. “A cidade leva a fatia de leão, num plano que não promove o equilíbrio territorial e que irá acentuar as assimetrias”, reparou. O deputado colocou o assunto em discussão, mas coube ao presidente da Junta de Freguesia de Pombalinho (eleito por um movimento independente apoiado pelo PSD) a intervenção mais emotiva. Luís Júlio fez

notar que, num orçamento de 85 milhões de euros, vão, apenas, 1,2 milhões para as freguesias, as quais, realçou, “estão no limite da sua capacidade de resistência”. Crítico, o autarca acrescentou que a cidade recebe milhões, enquanto as freguesias ficam a contar os “tostões”. O presidente da Junta lembrou que a Câmara tem um atraso de cerca de meio ano na transferência de verbas para a freguesia de Pombalinho, o que impede o normal funcionamento da junta que se debate com dificuldades de pagamento a funcionários e outros constrangimentos.

Pombalinho equaciona demissão colectiva “Estamos à beira da ruptura”, disse Luís Júlio ao Correio do Ribatejo, no final da sua intervenção na AM. “Se esta situação se mantiver em Janeiro e Fevereiro de 2011, apresentaremos uma demissão colectiva, porque não temos condições para continuar”. O autarca adiantou que Pombalinho é uma das freguesias mais problemáticas do concelho, do ponto de vista social e demográfico. “É a que tem mais analfabetismo, mais população idosa e menor número de jovens com idade inferior a 14 anos”, afirmou. Além disso, a sua única colectividade

(Casa do Povo) sobrevive a custo, sem apoio financeiro que lhe permita “viver com dignidade”, acrescentou Luís Júlio. O presidente da Câmara reconheceu que “eventualmente será necessário corrigir a situação” no que respeita à freguesia de Pombalinho e elogiou o “trabalho meritório” efectuado pelo presidente da Junta, em especial a nível da alfabetização. Sobre o plano de investimentos Liberdade para Requalificar, Moita Flores disse que, embora o conjunto das obras privilegie a cidade, haverá também investimentos nas freguesias, entre as quais Pernes, Alcanede, Tremês, Moçarria e Ribeira de Santarém. “Não devemos entrar nessa competição entre freguesias e cidade”, pois “a solidariedade e a coesão do concelho são essenciais”, defendeu o presidente da Câmara. À margem da AM, Catarina Maia, vereadora com o pelouro das Finanças (PSD), disse ao Correio do Ribatejo, que a Câmara está a fazer um esforço para pagar as dívidas em atraso para com as Juntas de Freguesia, o que deverá acontecer no início do próximo ano, se tudo correr bem. Também o presidente da Junta de Freguesia de Alcanhões (eleito pelo PS) inter-

Contenção e resistência”

Números do orçamento O orçamento para 2011, no valor de 85 milhões, apresenta um corte de 10 por cento em todas as rubricas, com excepção da Educação, que mantém o mesmo valor de 2010, e da Acção Social, cuja verba (977 mil euros) tem um aumento de 5%, para tentar responder aos crescentes problemas de pobreza, no concelho. Para a Educação vão cerca de 13 milhões (5,1milhões para o ensino não superior e 7,9 para os serviços auxiliares de ensino). Na opinião do presidente da Câmara, trata-se de “um orçamento de contenção e de resistência, que não volta a cara à adversidade”. O Executivo está a estudar a possibilidade de abrir os refeitórios escolares, não só durante a semana, mas também aos fins-de-semana e nas férias, caso venha a verificar que o problema da fome é uma realidade entre as crianças do concelho. Cerca de 35, 6 milhões (60, 46% do orçamento) são destinados às chamadas Funções Sociais, nas quais estão incluídas rubricas como a Saúde, Protecção do Meio Ambiente, Educação, Acção Social, Cultura (esta com uma verba de 6,7 milhões), Desporto Recreio e Lazer (3,4 milhões de euros). A comparticipação da Câmara no plano de investimentos Liberdade para Requalificar, financiado pelo QREN em 80% (ver Correio do Ribatejo de 3 de Dezembro de 2011), é de quatro milhões de euros. SM

veio na discussão do Orçamento para 2011, para lamentar que a nova escola da freguesia não esteja inscrita no documento. “O orçamento para 2010 previa uma verba na ordem dos 600 mil euros, a qual foi agora retirada”, observou Pedro Mena Esteves. O autarca salientou a falta de condições do actual edifício

escolar e disse que o projecto da nova escola, que incluirá a Casa das Colectividades, está quase concluído. Moita Flores reconheceu que, em tempo de crise, não é possível satisfazer todos os anseios, pelo que pediu compreensão e paciência. Todavia, fez questão de lembrar o investimento nos

centros escolares e na requalificação de estabelecimentos de ensino. “Em vinte anos de fundos comunitários, nunca houve uma aposta tão grande nas escolas do concelho”, frisou.

Redução de contratos a termo Entre as críticas ao orçamento, destaque ainda para a intervenção de Catarina Campos, deputada da bancada socialista, que contestou o aumento de 6% nas despesas com pessoal. A vereadora com o pelouro das Finanças explicou que o aumento se deve, sobretudo, à necessidade de regularizar a situação laboral de alguns funcionários da autarquia. “Vamos passar de 173 para 22 contratados a termo”, disse Catarina Maia. O “empolamento das receitas”, já criticado pelos vereadores eleitos pelo PS em reunião de Câmara, voltou a ser apontado como um dos aspectos mais negativos do orçamento. Catarina Campos e Carlos Nestal (ambos do PS) fizeram notar as verbas que a Autarquia espera receber da Casa dos Sabores e do antigo Presídio Militar (no valor total de 16,7 Milhões de euros), entre outras receitas cuja entrada nos cofres do Município, em 2011, poderá não passar de uma mera hipótese. Sofia Meneses

Moita Flores questiona gestão da Resitejo

“Santarém é o maior pagador e só tem direito a um pomposo lugar na Assembleia Geral” A dívida de 1,8 milhões de euros da Câmara de Santarém para com a Resitejo – Associação de Gestão e Tratamento dos Lixos do Médio Tejo, gerou polémica na Assembleia Municipal de 17 de Dezembro. Carlos Nestal, deputado do PS, disse que a Autarquia ao não cumprir os pagamentos, está a ser “injusta para com as restantes câmaras associadas”. Moita Flores respondeu que quando tomou

posse, no primeiro mandato, Santarém devia dois milhões de euros. O autarca aproveitou para tecer considerações críticas sobre a gestão da Resitejo, dominada, segundo disse, por “conivências” entre o PS e a CDU. “O município de Santarém é o maior pagador e só tem direito a um pomposo lugar na presidência da Assembleia Geral”, contestou. “Estamos a fazer figura de verbo de encher”, disse ainda.

Interrogado por Carlos Nestal e Pedro Malaca (BE) sobre as condições da autarquia para proceder ao pagamento da dívida, Moita Flores assegurou que Santarém irá honrar os seus compromissos. Porém, acrescentou, também importa questionar “o que é que estamos a pagar”. “É uma boa gestão ou uma negociata partidária?”, interrogou Moita Flores. Perante a intervenção do

presidente da Câmara, Francisco Madeira Lopes, da CDU, propôs uma visita dos autarcas de Santarém à Resitejo, para conhecerem de perto o seu funcionamento. Madeira Lopes considerou natural que seja a autarquia de Santarém a maior pagadora, pois é, também, a que mais lixo envia para aterro. O deputado adiantou que a ETAR de lixiviados revela deficiências, facto que a própria Resitejo reconhece.

Empréstimo aprovado A proposta de contracção de um empréstimo de 500 mil euros pelas autarquias associadas da Resitejo, foi aprovada por unanimidade pela Assembleia Municipal. Durante a discussão deste ponto, Carlos Nestal chamou a atenção para o facto de terem sido contactadas três instituições bancárias e só uma ter respondido. “É um problema grave”, aler-

tou o deputado. O empréstimo de médio prazo tem por objectivo resolver parte dos pagamentos em atraso a fornecedores, cuja dívida é de cerca de 5,5 milhões de euros. As maiores devedoras são as autarquias de Santarém (1,8 milhões de euros) e Torres Novas (700 mil euros), tendo os municípios de Constância, Ferreira do Zêzere, Tomar e Chamusca as contas praticamente em dia. SM


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Moita Flores acusa a deputada de demagogia

Idália Moniz diz que a dívida da Câmara já vai em cerca de 84,16 milhões de euros O presidente da Câmara de Santarém prometeu informar os deputados sobre os números da dívida, na primeira Assembleia Municipal (AM) do ano 2011. A promessa foi feira depois de, na AM de 17 de Dezembro, Moita Flores ter sido questionado sobre o valor da dívida, por Idália Moniz. Segundo as contas da deputada socialista, a dívida total da autarquia scalabitana

já vai em cerca de 84,16 milhões de euros. Idália Moniz salientou que, desde o final de 2005 até Dezembro de 2010, a dívida cresceu de 51,2 milhões para 84 milhões, ou seja, um aumento de 64,5%. A dívida a terceiros, na sua análise, aumentou 44,8%, entre 2005 e o corrente ano, passando de 28,2 milhões para 63,5 milhões. Entre 2009 e 2010, terá havido

uma subida de 22,7 milhões, sendo que, no curto período de Agosto a Dezembro deste ano, a dívida aumentou 10 milhões, segundo os números que Idália Moniz apresentou. Moita Flores elogiou ironicamente a “habilidade retórica” de Idália Moniz e considerou que as contas da deputada, além de erradas, são demagógicas. O presidente da Câmara acu-

sou, uma vez mais, o PS pela “pesada herança” que deixou e lembrou, a propósito, o “elevado montante de facturas metidas em caixotes de sabão, que durante anos a fio esconderam o verdadeiro valor da dívida”. Como tal, Moita Flores disse que valor da dívida em 2005, seria bem mais elevado do que 51 milhões de euros.

Estado quer ser exemplo na prevenção contra fogos florestais A Autoridade Florestal Nacional (AFN) quer duplicar em 2011 a área de intervenção preventiva contra incêndios na floresta sob sua administração, numa acção que visa tornar-se exemplo para os privados, disse segundafeira o secretário de Estado do Desenvolvimento Florestal. Rui Barreiro participou na acção realizada na Mata Nacional do Esca-

roupim, concelho de Salvaterra de Magos, no âmbito das Jornadas de Gestão Florestal, que decorreram à tarde neste espaço e, de manhã, na Mata Nacional do Valado (Nazaré). “Queremos dar a conhecer o trabalho que está a ser feito pelos sapadores florestais em todo o país e ser exemplo para os privados”, disse, adiantando que as jornadas se vão realizar também nas regiões Norte e

Notas Soltas Almeirim Orfeão de Almeirim promove concerto de Natal

Centro do país. Segundo o presidente da AFN, Amândio Torres, até ao final do ano serão investidos mais de 700 000 euros em operações de silvicultura preventiva com o objectivo de reduzir a ocorrência de fogos florestais. O Estado é detentor de cerca de 100 000 hectares de floresta, apenas 3 por cento da floresta nacional, que abrange uma área de 3 milhões de hectares, frisou

o secretário de Estado. Rui Barreiro disse esperar que, em breve, haja um milhão de hectares de floresta inseridos nas Zonas de Intervenção Florestal (ZIF), que têm vindo a permitir criar regras de gestão, sobretudo nas zonas do país em que a propriedade é muito fragmentada. Esse número corresponderá ao dobro do que tinha sido colocado como objectivo até 2012, adiantou.

Notas Soltas

juvenil, composto por 16 coralistas com idades entre os 6 e os 16 anos, do coro Adulto, com 36 coralistas de diferentes áreas profissionais, actuou como convidado o Grupo Coral da Sociedade Filarmónica 1.º de Dezembro, do Montijo. O maestro Abílio de Almeida Figueiredo, dos Coros Infantil e Adulto do Orfeão de Almeirim, seleccionou peças adequadas à época natalícia, que receberam os calorosos aplausos da assistência, que lotou o templo. O maestro Willy Popovic, que dirigiu o Grupo Coral da Sociedade Filarmónica 1.º de Dezembro do Montijo, seleccionou para o concerto peças de música polifónica, muito aplaudidas pela assistência.

• A empresa Cartágua que tomou a concessão de exploração por 35 anos da água e do saneamento básico do concelho e que entrou em funções em 1 de Outubro, começou a apresentar aos munícipes as primeiras facturas. E muitas com aumentos significativos, alguns casos para mais do dobro, nomeadamente um caso de quatro vezes mais do que o habitual pagamento mensal, o que tem dado azo a protestos. A questão já foi levantada pelos vereadores da oposição numa das últimas reuniões do Executivo Municipal.

Os jovens que frequentam as aulas de catequese, na nossa Comunidade, idealizaram e construíram os seus presépios de Natal. Cada grupo escolheu materiais diferentes e o resultado final foi simplesmente fabuloso. É pena que tal projecto não tivesse sido mais divulgado para que fosse mais visitada a exposição.

Pessoais A direcção da Casa do Povo de Almeirim, assinalando a passagem do aniversário da morte de José Augusto Vermelho, ocorrida no exílio em Paris, no dia 13 de Dezembro de 1976, mandou celebrar missa pelo eterno descanso da sua alma e dos seus associados e antigos directores.

Portugueses regressam para passar o Natal na região O nosso bom amigo e colaborador do Correio do Ribatejo, Professor Doutor Cândido de Azevedo está na sua residência na Cidade para passar uns merecidos dias de férias natalícias, com a família e amigos. Também à residência de seus pais, em Fazendas de Almeirim, chegou há dias o nosso bom amigo, Tiago da Netta, que há uns

Pedro Malaca diz adeus à Assembleia Municipal Pedro Malaca, deputado do Bloco de Esquerda, despediu-se de todos, no final da última Assembleia Municipal (AM) de Santarém, e desejou aos eleitos de todas as bancadas, a continuação de um bom trabalho. Por motivos pessoais, segundo justificou, o deputado decidiu desistir da sua participação naquela assembleia, pelo que será naturalmente substituído. Discreto, Pedro Malaca foi sucinto nas palavras de despedida, tendo declarado que, nos dois mandatos para que foi eleito, fez “o melhor que sabia”. O presidente da Mesa da AM agradeceu o contributo do deputado. “Vamos sentir a sua falta”, afirmou António Pinto Correia. Mas as palavras mais calorosas vieram da boca de Francisco Moita Flores. O presidente da Câmara declarou que tem uma grande estima pessoal por Pedro Malaca, embora muitas vezes não estivessem de acordo um com o outro. “Não é um burocrata, tem ideias, embora discutíveis, e revelou uma entrega indiscutível “, elogiou Moita Flores. Antes de se despedir, Pedro Malaca finalizou a sua participação na AM, com a apresentação de uma recomendação ao Executivo camarário, no sentido de vir a ser aplicada uma taxa pela utilização especial do domínio público municipal, às caixas multibanco instaladas no exterior dos edifícios. A recomendação foi chumbada pela maioria, com nove votos contra, sete a favor (BE, CDU e parte dos eleitos do PS) e 30 abstenções.

Corte de tráfego na Ponte D. Luís I

anos reside em Inglaterra, para onde foi aperfeiçoar a sua formação musical. Graças a uma bolsa do Rotary Club, instituição que se apercebeu do valor do jovem aluno, Tiago da Netta é, hoje, um brilhante e conceituado professor na Hampton School e na Campion School, da disciplina de Guitarra Clássica. Hermenegildo Marmelo

O Orfeão de Almeirim promoveu, no passado dia 18, na igreja de S. João Batista, um Concerto de Natal. Além do coro

Salão Paroquial expõe presépios de Natal

Deputado bloquista elogiado por Moita Flores na hora da despedida

Cartaxo

• O Bloco de Esquerda do Cartaxo vai participar ao Ministério Público a “gestão danosa” da Câmara Municipal. Em causa está a adjudicação de um estudo por ajuste directo no valor de 90 mil euros à empresa Ray Human Capital – Consultores, Ldª, para reorganização dos serviços camarários, quando já existia um estudo sobre o mesmo assunto pago ao professor Daniel Bessa que nunca chegou a ser aplicado, recusando-se ainda a mostrar a actual adjudicação aos eleitos da oposição sempre que a solicitam. Segundo consta a nova orgânica prevê 50 cargos de chefia para um universo de 450 funcionários, o que contraria o espírito da lei que manda emagrecer as despesas públicas. • Morreu o Carlos da Taberna. Um dos últimos taberneiros do Cartaxo, Carlos Cardoso Dias, faleceu no passado dia 5 de Dezembro. A cidade do Cartaxo que chegou a ter quase uma centena de tabernas e que agora estava com uma ínfima representação, tinha no Carlos um digno representante, que ainda usava as cartolas e o preço do vinho escrito a giz, na casa que possuía no largo do Pelourinho. Durante as recriações das “Viagens na Minha Terra” de Garrett e da sua visita ao Cartaxo, a sua taberna era sempre a escolhida para a cena do “Café do Cartaxo”. Depois encerrou e transferiu-se para instalações modernizadas na Travessa. Deixou-nos agora aos 75 anos de idade. Luís Montejunto

A ponte D. Luís I, na EN114, entre Santarém e a Tapada, estará encerrada ao trânsito, com excepção para peões e motociclos, nos próximos três meses, informa a EP – Estradas de Portugal S.A.. Esta interrupção ao tráfego visa permitir, segundo a Estradas de Portugal, “a realização de trabalhos de pavimentação, de substituição das juntas de dilatação e colocação de iluminação pública e decorativa na ponte”. Como percurso alternativo deverá ser considerada a travessia pela ponte Salgueiro Maia, no IC10.

Um morto e um ferido em acidente na A1 Uma pessoa morreu terça-feira e outra sofreu ferimentos ligeiros devido à colisão dos veículos em que seguiam, ao quilómetro 80, na auto-estrada do Norte (A1), disse à agência Lusa fonte do Centro Distrital de Operações de Socorro. Segundo a fonte, o acidente ocorreu perto das 05h00 e envolveu duas viaturas ligeiras, uma de passageiros e outra de mercadorias. Uma das viaturas ter-se-á despistado, provocando o acidente. No local estiveram quatro viaturas dos bombeiros municipais e voluntários de Santarém e de Almeirim, a viatura médica de emergência e reanimação do hospital de Santarém e a GNR.


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Câmara de Santarém aprova protocolos e espera pagar dívidas no início de 2011

Associativismo sofre corte de 10 por cento nos apoios à actividade de 2010 Os ranchos folclóricos e as associações culturais do concelho de Santarém vão sofrer um corte de 10% nas verbas atribuídas pela Câmara Municipal, no âmbito dos protocolos de apoio ao associativismo, relativos ao ano de 2010. A Autarquia justifica esta redução com a situação de contenção financeira dos organismos públicos, acrescida dos cortes orçamentais da Administração Central. Os protocolos, respeitantes quer aos ranchos folclóricos quer às associações culturais, foram aprovados por unanimidade, na reunião do Executivo municipal de 20 de Dezembro. Porém, embora tenham votado a favor, por considerarem importante apoiar os grupos culturais, os vereadores eleitos pelo Partido Socialista contestaram o decréscimo nas verbas a atribuir. Ludgero Mendes (que não votou a proposta respeitante ao protocolo com ran-

chos folclóricos, por conflito de interesses – dirige o Rancho Académico de Danças Ribatejanas) fez notar que os cortes deveriam recair sobre o próximo ano e não sobre 2010, uma vez que os organismos culturais cumpriram o seu plano de actividades sem contarem com essa medida. António Carmo lembrou que, no segundo semestre de 2010, o presidente da Câmara de Santarém o havia informado de que os apoios eram para continuar, sem na altura ter falado em alterações no montante das transferências. Com Moita Flores ausente por se encontrar em férias, coube a Vítor Gaspar (PSD) responder às críticas. O vereador da Cultura disse que os PEC 1 e 2 obrigaram a cortes já em 2010, os quais afectaram, não só as associações, mas também a Câmara, as famílias e todas as pessoas individuais ou colectivas. Apesar do valor dos cor-

Três mil euros para ranchos folclóricos e 85 mil para associações culturais Os protocolos de 2010 aprovados 11 dias antes do final do ano, estipulam uma verba de 180 euros/ mês para cada rancho folclórico (menos 20 euros do que o protocolo anterior). No total, a Câmara irá atribuir aos 17 grupos abrangidos pelo protocolo, 3.060 euros/ano. No que respeita às associações culturais, a renovação de protocolos de 2010 estipula um montante total de 84.652 euros/ ano, a repartir de forma diferenciada por vários grupos, tendo em conta as suas particularidades e nú-

mero de espectáculos a apresentar: Centro Cultural Regional de Santarém, 5.778 j; Círculo Cultural Scalabitano (Coro, Orquestra Típica, Oficina de Música, Escola de Dança e Veto Teatro Oficina), 21.922 j; Teatrinho de Santarém, Teatro Fantasia e Grupo de Teatro da Sociedade Musical União Pernense (Música Nova), 6.253 j cada um; Cena Aberta, 7.257 j; Centro Dramático Bernardo Santareno, 10.461 j; Sociedade Filarmónica Alcanedense, Sociedade Filarmónica Instrumental Cultural e Musical da Gançaria e So-

ciedade Musical Recreativa de Xartinho, 6.824 j cada uma. Os documentos aprovados pelo Executivo referem que os pagamentos de 2010 só serão efectuados depois dos grupos apresentarem à Câmara toda a documentação obrigatória (relatórios de actividade, balancetes, planos de actividade e orçamento de 2010). No próximo ano, a Autarquia procederá à cessação dos protocolos e definirá os apoios com base num novo regulamento.

tes não ser muito elevado (no caso dos ranchos corresponde a menos 240 euros/ano), Ludgero Mendes afirma que é o suficiente para afectar o funcionamen-

to das colectividades. “Sendo insignificante para a Câmara, é um valor significativo para os grupos”, considerou, adiantando que, face às dificuldades que en-

frentam, alguns ranchos folclóricos poderão vir a fechar as portas. Ludgero Mendes sublinhou que essas dificuldades se devem, sobretudo, à falta de paga-

mento pela Câmara, dos montantes protocolados. Segundo o vereador da oposição, as transferências de verbas contam já “15 meses de atraso” e “há ainda subsídios de cinco anos por pagar”. Sem negar a necessidade de conter despesas, Ludgero Mendes entende que “está em causa a sobrevivência das associações culturais que são a alma do concelho”, pelo que apelou à sensibilidade da Autarquia. No final da reunião, Vítor Gaspar disse ao Correio do Ribatejo, que a Câmara espera poder pagar o que deve aos ranchos folclóricos e associações culturais do concelho no primeiro trimestre de 2011, logo que se efectue o primeiro encaixe financeiro do parceiro privado da empresa Água de Santarém. Para isso, é necessário que a Autarquia receba o visto do Tribunal de Contas. Sofia Meneses PUB

“CORREIO DO RIBATEJO” – 23-12-2010

Laboratório das Águas de Santarém encerra para reduzir despesas O encerramento pela empresa Águas de Santarém, do seu do laboratório de análises, motivou uma intervenção do deputado Carlos Nestal, da bancada do PS, na reunião da Assembleia Municipal de 17 de Dezembro. Carlos Nestal quis saber quais as razões do encerramento deste serviço, o qual, segundo disse, é o único na região acreditado para realização de análises de controlo da qualidade microbiológica e físico-química da água. Em sua opinião, o laboratório, em vez de encerrado, deveria ser rentabilizado através da prestação de serviços externos. O presidente da Câmara, que é também o presidente do Conselho de Administração da Águas de Santarém, respondeu que o agravamento da crise obriga a medidas extraordinárias para conter des-

Município de Santarém CÂMARA MUNICIPAL

Departamento de Obras e Projectos

EDITAL N.º 142/2010 RICARDO GONÇALVES RIBEIRO GONÇALVES, Vereador do Trânsito da Câmara Municipal de Santarém, TORNO PÚBLICO, que no âmbito da realização do evento: “Passagem de Ano 2010/2011”, a realizar na Cidade de Santarém, o trânsito e o estacionamento irão sofrer as seguintes alterações: Interdição de estacionamento: – Desde as 00h00m do dia 30 de Dezembro de 2010, até às 24h00m do dia 01 de Janeiro de 2011: Praça Visconde Serra do Pilar, Largo de Marvila, Largo da Nossa Senhora da Piedade e Largo Padre Francisco Nunes da Silva; - Desde as 08h00m do dia 31 de Dezembro de 2010 até às 08h00m do dia 01 de Janeiro de 2011: Largo Infante Santo, Rua Zeferino Brandão, Rua de acesso ao Convento de S. Francisco, Praça do Município e Largo Padre Francisco Nunes da Silva

pesas, com o objectivo de “criar condições para resistir, sem ter que fazer despedimentos”. Neste contexto, a empresa municipal Águas de Santarém decidiu encerrar o laboratório, o qual, segundo Moita Flores, teria o custo anual de 700 mil euros. Em alternativa, informou o presidente da Câmara, o concelho conseguiu o apoio de um laboratório do

Estado, com custos muito inferiores – 127 mil euros por ano. Os trabalhadores não serão despedidos, pois irão fazer outro tipo de serviços relacionados com as ETAR (estações de tratamento de águas residuais). Desta forma, assegurou Moita Flores, “nem os empregos, nem o controlo da qualidade da água ficam em risco”.

Suspensão da circulação viária: - Desde as 00h00m do dia 30 de Dezembro de 2010, até às 24h00m do dia 01 de Janeiro de 2011: Largo da Nossa Senhora da Piedade; - Desde as 08h00m do dia 31 de Dezembro de 2010, até às 08h00m do dia 01 de Janeiro de 2011: Praça Visconde Serra do Pilar, Largo de Marvila e Largo Padre Francisco Nunes da Silva; - Desde as 21h30m do dia 31 de Dezembro de 2010, até às 08h00m do dia 01 de Janeiro de 2011: Rua Teixeira Guedes, Rua Guilherme de Azevedo, Rua Serpa Pinto e Rua Luís de Camões; - Desde as 23h30m do dia 31 de Dezembro de 2010, até às 03h00m do dia 01 de Janeiro de 2011: Rua Cidade da Covilhã, Rua 31 de Janeiro, Av. José Saramago, Rua Zeferino Brandão, Rua de acesso ao Convento de S. Francisco e Largo Infante Santo. Desvios de tráfego Desde as 23h30m do dia 31 de Dezembro de 2010, até às 03h00m do dia 01 de Janeiro de 2011: - da EN 114 para Av. Gago Coutinho e Sacadura Cabral (S.Bento) - da Av. Gago Coutinho e Sacadura Cabral (S.Bento) para EN 114 - da Av. do Brasil para Estrada de S. Domingos Percursos alternativos: Do centro para zona Norte: Av. do Brasil, Estrada de S. Domingos, Av. Bernardo Santareno, Rua Alexandre Herculano. Parques de estacionamento disponíveis: - Parques: Choupal, “Carmóvel”, Santa Clara e Campo da Feira. Santarém, Edifício Sede do Município, 21 de Dezembro de 2010. O Vereador, Ricardo Gonçalves Ribeiro Gonçalves


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Programa Operacional do Alentejo com dez por cento de taxa de execução A taxa de execução do Programa Operacional do Alentejo, InAlentejo, mais que triplicou este ano, tendo passado de 3 para 10 por cento, a que corresponde um montante de fundo comunitário de 88,9 milhões de euros. O presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, João Cordovil, disse à agência Lusa que a expectativa é atingir, até ao final de 2011, uma taxa de execução entre os 20 e os 30 por cento, admitindo que alcançar este valor vai depender de “alterações profundas” na programação, nomeadamente nas taxas de co-financiamento. “É preciso aprofundar as medidas adoptadas em 2009, que se revelaram mais favoráveis à execução”, disse, frisando que o nível de compromisso é muito alto, mas a execução mantém-se muito baixa. Reconhecendo que os 10 por cento de taxa de execução actuais são baixos, João Cordovil sublinhou, contudo, o crescimento conseguido no último ano em comparação com os três anteriores. A CCDR Alentejo realizou sexta-feira (dia 17) em Rio

Rio Maior foi a cidade escolhida para o seminário “Política de Cidades”, promovido pela CCDR Alentejo

Maior um seminário dedicado à “Política de Cidades”, na expectativa de que os níveis de execução possam crescer neste eixo, e realizou uma reunião da comissão de acompanhamento do InAlentejo, órgão que aprecia e faz recomendações relativamente ao desenvolvimento do programa operacional. No ponto de situação reportado a 30 de Novembro, a comissão refere um valor de comparticipação da ordem dos 429 milhões de euros, “o que representa aproximadamente 50 por cento da dotação do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) afecta ao programa”.

“Esta taxa registou durante 2010 um aumento de aproximadamente 17 pontos percentuais, pois era de 33 por cento no final de 2009”, refere o balanço sexta-feira (dia 17) apresentado em Rio Maior. Os diversos eixos revelam grandes discrepâncias nas taxas de compromisso, que vão de 16 por cento no eixo IV, relativo à qualificação ambiental e valorização do espaço rural, aos 77 por cento no eixo III (conectividade e articulação territorial). “Esta situação aconselha uma reprogramação profunda do programa a promover pela autoridade de gestão em articulação com as autorida-

des nacionais e comunitárias”, assinala o balanço. João Cordovil disse à Lusa que as discrepâncias revelam maior dificuldade nos programas que foram introduzidos mais recentemente, referindo ainda especificidades da vasta área abrangida pelo programa – as quatro NUT (Unidades para Fins Estatísticos) do Alentejo e ainda a Lezíria do Tejo (pertencente em termos administrativos à CCDR de Lisboa e Vale do Tejo). Segundo o responsável, o esforço da sua equipa é conseguir que os apoios disponíveis contribuam para a coesão territorial e não para aumentar discrepâncias, resistindo à tentação de orientar verbas para as regiões que melhor executam, que são geralmente as mais ricas. “Temos que puxar pelo conjunto”, frisou. Em termos de repartição geográfica, o balanço feito revela que, do montante susceptível de ser regionalizado, a NUT Alentejo Central abarcou 24 por cento do apoio concedido, o Alentejo Litoral 21 por cento, a Lezíria do Tejo 20 por cento e as NUT Alto e Baixo Alentejo 17 por cento. PUB

TIAGO RELVA NOTÁRIO – SANTARÉM

CERTIFICO que por escritura de dezassete de Dezembro de dois mil e dez, exarada a folhas 22 e seguintes do livro de notas para escrituras diversas número 42 do Notário Tiago Miguel Berrincha Travassos Relva, com instalações na Praceta Pedro Escuro, número 18, em Santarém, a FREGUESIA DE ABITUREIRAS, com sede no lugar e freguesia de Abitureiras, concelho de Santarém, NIPC 506786080, declarou que é dona e legítima possuidora, com exclusão de outrém, dos seguintes imóveis: NÚMERO UM: PRÉDIO RÚSTICO composto de terreno de olival, cultura arvense em olival e mato, com a área de treze mil oitocentos e quarenta metros quadrados, sito em Encostas ou Encortas, freguesia de Abitureiras, concelho de Santarém, a confrontar de norte com herdeiros de António Montez Batista, de sul com herdeiros de João Flores, de nascente com António Manuel Silva Branco, Bernardo Duarte Montez e herdeiros de Manuel Jacinto Cardana Bernardino e de poente com herdeiros de João Flores e herdeiros de António Montez Batista, inscrito na respectiva matriz em nome de José Ilídio da Fonseca Freire, António Madeira Jacinto e Luís Alberto Monteiro Duarte sob o artigo 4 da secção F-F2, com o valor patrimonial tributário (IMI) de 286,99 euros, e com valor patrimonial tributário (IMT) e atribuído de setecentos e vinte e cinco euros e sessenta e um cêntimos, omisso no Registo Predial. NÚMERO DOIS: PRÉDIO RÚSTICO composto de terreno de olival, cultura arvense em olival e oliveiras, com a área de dois mil seiscentos e oitenta metros quadrados, sito em Vale da Chouriça ou Vale da Chourica, freguesia de Abitureiras, concelho de Santarém, a confrontar de norte com herdeiros de Manuel Augusto, de sul com herdeiros de Luís Batista Carvalho, de nascente com Margarida Maria Taínha Rodrigues de Sousa Carvalho e de poente com António Batista Nogueira, inscrito na respectiva matriz em nome da Freguesia de Abitureiras sob o artigo 40 da secção A, com o valor patrimonial tributário (IMI) de 202,50 euros, e com o valor patrimonial tributário (IMT) e atribuído de quinhentos e doze euros e quarenta e dois cêntimos, omisso no Registo Predial. Que a sua representada possui estes prédios, em nome próprio, convicta de que lhe pertencem, há mais de vinte anos, o primeiro por o ter adquirido pelo ano de mil novecentos e setenta e nove, por doação verbal de Manuel Feliciano Duarte ou Manuel Duarte Feliciano e mulher Maria Delfina, residentes que foram no lugar de Póvoa de Três, freguesia de Abitureiras, e o segundo por o possuir desde tempos imemoriais, e desde então e ininterruptamente os cultiva, colhendo os frutos e nelas fazendo as obras de conservação necessárias, posse que sempre exerceu, com conhecimento e à vista de toda a gente, sem oposição de quem quer que seja, sendo, por isso uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé, pelo que os adquiriu por usucapião, não tendo todavia, dado o modo de aquisição, documento que lhe permita fazer prova do seu direito de propriedade. Santarém, 17 de Dezembro de 2010. O Notário, Tiago Miguel Berrincha Travassos Relva

TIAGO RELVA NOTÁRIO – SANTARÉM

CERTIFICO que por escritura de catorze de Dezembro de dois mil e dez, exarada a folhas 04 e seguintes do livro de notas para escrituras diversas número 42 do Notário Tiago Miguel Berrincha Travassos Relva, com instalações na Praceta Pedro Escuro, número 18, em Santarém, RUI MANUEL RAPOSO PEREIRA, NIF 118117491, e mulher ROSA VIEIRA FERNANDES PEREIRA, NIF 119208121, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais, ele da freguesia de Almoster, concelho de Santarém, ela da freguesia de S. Vicente de Passos, concelho de Fafe, residentes em Casal Laranjeiro, Vale de Santarém, declararam que, o outorgante varão é dono e legítimo possuidor, com exclusão de outrém, do seguinte imóvel: PRÉDIO RÚSTICO composto por cultura arvense de sequeiro, vinha e oliveiras, sito em Vale Moinhos, freguesia de Póvoa da Isenta, concelho de Santarém, com a área de três mil quatrocentos e oitenta metros quadrados, a confrontar de norte com estrada, de sul com caminho, de nascente com Maria Cristina Flora Santos e de poente com José Júnior, omisso na Conservatória do Registo Predial de Santarém, inscrito na respectiva matriz em nome de Gertrudes Pereira sob o artigo 10 da secção G, com o valor patrimonial tributário (IMI) de 163,06 euros, o valor patrimonial tributário (IMT) e o atribuído de quatrocentos e doze euros e vinte e seis cêntimos. Que possui este bem em nome próprio, convicto de que lhe pertence, há mais de vinte anos, por o ter adquirido, pelo ano de mil novecentos e setenta e oito, no estado de solteiro, maior, por doação verbal de Gertrudes Pereira, solteira, maior, residente que foi no lugar de Atalaia, Almoster, Santarém, e desde então e ininterruptamente o cultiva, colhendo os frutos, fazendo as obras de conservação necessárias, posse que sempre exerceu, com conhecimentos e à vista de toda a gente, sem oposição de quem quer que seja, sendo, por isso uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé, pelo que o adquiriu por usucapião, não tendo todavia, dado o modo de aquisição, documento que lhe permita fazer prova do seu direito de propriedade. Santarém, 14 de Dezembro de 2010. O Notário, Tiago Miguel BerrinchaTravassos Relva

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CARTÓRIO NOTARIAL - SANTARÉM NOTÁRIO: ANTÓNIO INÁCIO António Manuel Martins Inácio, Notário, com Cartório Notarial em Santarém, sito na Rua Vasco da Gama, lote 5, rés-do-chão direito, Marvila: Certifica que por escritura de dezasseis de Dezembro de dois mil e dez, iniciada a folhas cento e trinta e uma, do Livro de Notas para Escrituras Diversas número Cinquenta e Três - A deste Cartório: Maria Augusta Delfina dos Santos, viúva, natural da freguesia de Abitureiras, concelho de Santarém, onde reside na Rua das Romanzeiras, lugar de Lamarosa, NIF 138213712; e Júlio Fernando dos Santos Pereira, casado com Filomena Maria Nunes Farinha, sob o regime de comunhão de adquiridos, natural da freguesia de São Sebastião da Pedreira, concelho de Lisboa, residente na Rua da Reserva Botânica, n.º 31, 2.ª cave direita, Rinchoa, NIF 176751572. Justificaram para a herança indivisa deixada por óbito do marido da primeira e pai do segundo, Jacinto Domingos Pereira, a posse do seguinte bem, sendo assim a herança sua dona e legítima possuidora, com exclusão de outrém: Prédio urbano, que em virtude de alteração superveniente à descrição é composto de casa de rés do chão para habitação, com duas divisões, cozinha, casa de banho, duas despensas e uma marquise, com a área total de cinquenta e oito metros quadrados que também corresponde à superfície coberta, sito na Rua da Romanzeira, lugar de Lamarosa, freguesia de Abitureiras, concelho de Santarém, inscrito na matriz urbana sob o artigo 1017 (anteriormente inscrito na matriz sob parte do artigo 203), com o valor patrimonial, e atribuído de j 1.827,35, descrito na Conservatória do Registo Predial de Santarém sob o número mil quatrocentos e sessenta e cinco / Abitureiras. Que este prédio mostra-se definitivamente registado na mencionada Conservatória pela apresentação uma, de dezanove de Março de mil novecentos e cinquenta e um, a favor de António Domingos Pereira, solteiro maior. Que, na matriz, o prédio mostra-se averbado, em nome de António Domingos Pereira - Cabeça de Casal da herança de. Que este António Domingos Pereira, natural que foi da mencionada freguesia de Tremês, com a sua última residência habitual no dito lugar de Lamarosa, faleceu em vinte e cinco de Novembro de mil novecentos e sessenta e oito, no estado de solteiro maior, tendo deixado como únicos e universais herdeiros os seus irmãos Jacinto Domingos Pereira, à data casado com a ora primeira outorgante mulher sob o regime de comunhão geral de bens e actualmente falecido e Carlos Domingos Pereira, casado com Lucília dos Santos sob o regime de comunhão geral de bens, habilitados pelo procedimento simplificado de Habilitação de Herdeiros n.º 17.942, maço três, do ano de dois mil e dez outorgado ontem, na Conservatória do Registo CiviI de Santarém. Que o referido prédio pertenceu ao autor da referida herança, Jacinto Domingos Pereira e à sua mulher Maria Augusta Delfina dos Santos, casados que foram no regime de comunhão geral de bens, por o terem adquirido, já na constância do casamento, por partilha verbal, efectuada por óbito daquele António Domingos Pereira, no ano de mil novecentos e sessenta e nove, em dia e mês que não conseguem precisar, inexistindo, por isso, título formal que comprove tal acto translativo do falado direito de propriedade, desconhecendo-se o paradeiro do outro herdeiro, Carlos Domingos Pereira e sua mulher Lucília dos Santos, por se terem ausentado para o Brasil, bem como dos herdeiros destes. Na sequência da citada partilha verbal, o mencionado autor da herança, Jacinto Domingos Pereira e a sua mulher Maria Augusta Delfina dos Santos, entraram imediatamente na posse efectiva e plena do prédio supra identificado. Na verdade, desde esse ano de mil novecentos e sessenta e nove, que Jacinto Domingos Pereira e a sua mulher Maria Augusta Delfina dos Santos, se assumiram como verdadeiros donos do mencionado bem e até vinte e sete de Dezembro de mil novecentos e noventa e cinco, data em que ele faleceu, jamais deixaram de se comportar como tal, passando desde o momento da falada partilha a ocupar todo o prédio como seu, usufruindo-o, nessa condição, aí instalando a sua habitação própria e permanente e do seu agregado familiar, posse essa materializada em actos de administração, conservação e defesa da propriedade, com o ânimo de quem exercita um direito próprio, dele retirando todas as utilidades e usos normais de que é susceptível usufruir e retirar, como verdadeiros proprietários, pagando, inclusivamente as respectivas contribuições e impostos em nome do falecido António Domingos Pereira. Posse essa, exercida desde o ano de mil novecentos e sessenta e nove, ininterrupta, pública, pacificamente e de boa fé, à vista de toda a gente, sempre sem a oposição de quem quer que seja, ademais persuadidos de não lesarem direitos alheios. E isso até ao momento em que faleceu aquele Jacinto Domingos Pereira, sendo que após o seu falecimento, todos estes mencionados actos de administração, conservação e defesa da propriedade, continuaram a ser praticados pelos seus herdeiros legitimários. Que, assim, eles justificantes, por si e seu ante possuidor, possuem o dito bem, agora em comum e sem determinação de parte ou direito, há mais de quarenta anos. As descritas actuações caracterizadoras da posse, primeiro pelo referido Jacinto Domingos Pereira e a sua mulher Maria Augusta Delfina dos Santos, durante cerca de vinte e seis anos e depois pelos seus herdeiros durante, pelo menos, mais cerca de catorze anos, conduziram à aquisição do direito de propriedade do identificado prédio que ainda se encontra registado na mencionada Conservatória pela referida apresentação uma, de dezanove de Março de mil novecentos e cinquenta e um. Assim, os justificantes, porque detentores de um legítimo interesse no registo de aquisição, em comum e sem determinação de parte ou direito a seu favor, do direito de propriedade do prédio supra identificado e que se encontra ainda registada a favor do identificado António Domingos Pereira, e estando impossibilitados de comprovar pelos meios normais a titularidade do direito de propriedade do prédio, vêm, através da outorga de escritura de justificação, invocar a aquisição daquele direito por usucapião, mediante, para efeitos tabulares, o estabelecimento de novo trato sucessivo a partir do titular inscrito pela mencionada apresentação uma, de dezanove de Março de mil novecentos e cinquenta e um, conforme previsto nos números dois e três do artigo cento e dezasseis do Código do Registo Predial. Vai conforme o original não havendo na parte omitida nada que altere, modifique ou restrinja a parte transcrita. Santarém, dezasseis de Dezembro de dois mil e dez. O Notário, António Manuel Martins Inácio


sociedade

Edição n.º 6.236 | 23 de Dezembro de 2010

Filho de Salgueiro Maia apoia candidatura de Fernando Nobre

“Não vou ser um adorno em Belém” Fernando Nobre candidata-se à presidência da República para defender os valores da “transparência e competência”, recentrando o papel dos cidadãos na intervenção pública. “Não existe Democracia sem partidos, mas esta não se esgota na acção dos políticos profissionais”, afirmou o fundador da AMI portuguesa durante um jantar com apoiantes realizado sábado em Santarém, onde foram apresentados os rostos da sua Comissão de Honra Distrital, encabeçada pelo ex-presidente da Câmara de Abrantes, o socialista Nelson Carvalho. “Precisamos de pessoas altamente qualificadas e competentes no parlamento”, afirmou Fernando Nobre, que defende a redução do número de deputados da Assembleia para uma centena: “todos sabemos que a partir da terceira fila, já ninguém fala”, afirmou. Caso vença as eleições de 23 de Janeiro, promete criar “dois portais de transparên-

Fernando Nobre defendeu, em Santarém, a redução do número de deputados na Assembleia da República

cia” de forma a garantir aos cidadãos o acompanhamento da execução orçamental e “das ligações” formadas pelos políticos durante e após os seus mandatos. No plano da revitalização da economia, Nobre considera ser fundamental a aposta na Juventude, como força motriz do desenvolvimento e da “vontade de levar Portugal para a frente”. Dados recentes do INE revelam que há mais de 314 mil pessoas, entre os 15 e

os 30 anos, sem qualquer ocupação. O número é, para o médico, sintoma de um País que perdeu os seus desígnios. “Não estou aqui para fazer calendário”, afirmou, reforçando que se vai recusar a ser um “adorno” em Belém: “pretendo fazer uso dos plenos poderes presidenciais”, garantiu. Para Nelson Carvalho, a candidatura de Fernando Nobre “responde à situação do País”, sendo a única que

traz “algo de novo”. “Nobre representa o espírito do vale, onde as águas de diferentes origens se encontram”, disse o mandatário distrital. Integram a Comissão de Honra Distrital figuras como Ana Reis Casquinha, vereadora da Câmara de Benavente, Filipe Maia, filho do Capitão Salgueiro Maia, o juiz Hélder Fráguas, ou o músico Carlos Bento, fundador dos “Quinta do Bill”.

Carlos Pinto Coelho recordado e enaltecido

Dia Nacional da Imprensa comemorado em Santarém Santarém acolheu, dia 16, as comemorações do Dia Nacional da Imprensa, subordinadas ao tema “A Imprensa em mudança: gestão para o sucesso”, numa organização da API - Associação Portuguesa de Imprensa, com a colaboração da Câmara de Santarém. A sessão de abertura contou com a presença de Jorge Lacão, ministro dos Assuntos Parlamentares; Vítor Gaspar, vereador da Câmara de Santarém e João Palmeiro, presidente da API que considerou positivo que o Governo assuma como necessário, a realização de um estudo aprofundado, em 2011, sobre a realidade da imprensa nacional, de modo a actualizar os dados existentes. João Palmeiro destacou o facto dos valores cobrados pelos CTT pelo envio dos jornais se manterem inalterados, tal como o IVA sobre as publicações periódicas que se manterá a taxa reduzida. Por sua vez, Jorge Lacão, ministro dos Assuntos Parlamentares, afirmou ser

CORREIO DO RIBATEJO

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Coruche inaugura Estação Central de Camionagem

O Município de Coruche inaugurou, dia 15 de Dezembro, a nova Estação Central de Camionagem. Na inauguração estiveram o presidente da Câmara Municipal de Coruche, Dionísio Mendes, a representante do IMTT (Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres), Isabel Seabra, o representante do Grupo Barraqueiro Transportes S.A., Martinho Costa, os autarcas do concelho, e os responsáveis pela execução da obra. “Esperamos que este seja um espaço confortável e agradável, é, sem dúvida, mais amplo, mais moderno e funcional,” disse o presidente da Autarquia, Dionísio Mendes, no acto inaugural. A nova estação representa um investimento de cerca de 800 mil euros, sendo que o IMTT comprometeu-se a financiar a obra em 691 mil euros, valor que, até agora, ainda não foi pago na totalidade. Dionísio Mendes aproveitou a presença de Isabel Seabra do IMTT para relembrar este compromisso. Isabel Seabra referiu que essa situação será resolvida em breve e acrescentou que “os apoios a este tipo de equipamentos são muito importantes porque não basta só dizer que é preciso incentivar o uso de transportes públicos e que é precisa uma mobilidade mais saudável. É preciso sim, criar condições para que isso aconteça,” afirmou. Martinho Costa, do Grupo Barraqueiro mostrou-se também muito satisfeito e congratulou a Câmara Municipal de Coruche pela “excelente localização do terminal e pela qualidade ímpar do projecto.”

Delegação chinesa interessada na produção agrícola na Azambuja

Vítor Gaspar, Jorge Lacão e João Palmeiro

“consensual, de que é necessário acompanhar as alterações de comportamento dos leitores induzidas pelo desenvolvimento tecnológico”. Jorge Lacão declarou que o governo está sensível à necessidade de actualizar a classificação das publicações, de modo a acompanhar os desafios do futuro, nomeadamente, no âmbito da revisão da Lei de Imprensa. Vítor Gaspar, vereador da Câmara de Santarém destacou o facto do Dia Nacio-

nal de Imprensa ser assinalado em Santarém, num espaço “tão emblemático como este” [antiga Escola Prática de Cavalaria], e frisou o “papel preponderante” da comunicação social na discussão e divulgação de assuntos tão diversos, mas tão importantes, como os direitos, liberdades e garantias. Durante a sessão de abertura dos trabalhos foi ainda recordado o jornalista Carlos Pinto Coelho, recentemente falecido, como um homem e um profissional

da comunicação que sempre lutou pela liberdade e cidadania. A sessão prosseguiu com painéis de discussão como: “A Imprensa em Mudança: É possível ter sucesso”, apresentado por Rolando Oliveira, administrador da Controlinveste, Paulo Faustino, investigador, Henrique Monteiro, director editorial da Impresa e com a apresentação do livro “Concentração, Pluralismo e Cidadania dos Media, da autoria de João Paulo Faustino.

Uma delegação da cidade chinesa de Jiande, composta por entidades políticas e empresariais, esteve na passada semana de visita ao concelho de Azambuja com o objectivo de trocar experiências em matéria de produção, transformação e comercialização agrícola. O presidente da Câmara de Azambuja, Joaquim Ramos, afirmou à Lusa que o município pode vir a ser escolhido como local privilegiado para o desenvolvimento de investimentos chineses, nomeadamente em matéria agrícola. “Temos uma zona agrícola muito importante na zona sul do concelho que queremos preservar e encontrar formas de estimular as suas potencialidades”, disse. “Os chineses estão interessados na forma como está organizado o nosso sistema de produção agrícola virada para a indústria transformadora”, explicou o autarca. A visita incluiu uma passagem pela Sugal, empresa de transformação de tomate e por alguns locais do município. “Demos a conhecer a forma de organização da propriedade e aproveitámos para fazer a promoção do concelho”, realçou o autarca, acrescentando que “ficou o interesse das duas partes em manter contactos com vista à criação de uma geminação com a cidade de Jiande”. A visita da delegação chinesa ao município de Azambuja foi organizada em colaboração com a Associacion Hispano-Asiática em Portugal.


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cultura

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Um espectáculo para miúdos e graúdos

Serafim & Companhia em Santarém Serafim & Companhia – “Brincar a vida inteira” é a proposta de Natal da empresa CUL.TUR em parceria com a Scalabisport, dia 26 de Dezembro, às 16 horas, na Nave Anexa ao Pavilhão Gimnodesportivo de Santarém. Um espectáculo para miúdos e graúdos. Palhaço post-moderno, meio músico meio malabarista, meio real meio personagem de ficção, Serafim & Companhia é um projecto feito de canções que agarram imediatamente os mais pequenos, mas também as mamãs e os papás. Com os seus balões, truques e ilusões, tambores, espadas e flores, num contexto de muita alegria, imaginação e comunicação em estado puro, Serafim e os amigos - Ritinha, o Cão Traquinas, a Galinha Patareca, o Simão e a Tia Maria, lá vão Pela Estrada Fora, às vezes com Preguiça e Comichão no Nariz, mas sempre com um sorriso na palma da mão e a magia do seu/ nosso coração. Em palco três pessoas, o Serafim na companhia de dois multifacetados colaboradores e a ajuda de variados recursos cénicos, também eles primando pela sua originalidade.

Prémio “Melhor Serviço de Extensão Cultural”

Museu Rural e do Vinho premiado pela Associação Portuguesa de Museologia

António Nabais, director científico do Museu

O Museu Rural e do Vinho do Concelho do Cartaxo foi distinguido pela Associação Portuguesa de Museologia (APOM) com o prémio de Melhor Serviço de Extensão Cultural, pelo trabalho que tem vindo a desenvolver em paralelo com a dinâmica museológica, sobretudo no Projecto Educativo. Os Prémios APOM foram entregues a 13 de Dezembro, no Museu do Oriente, em Lisboa, e distinguiram personalidades, iniciativas e museus portugueses que se destacaram pelos seus trabalhos ou serviços no ano de 2009. Na categoria de Melhor Serviço de Extensão Cultural, o Museu Rural e do Vinho do Concelho do Cartaxo foi premiado juntamente com o Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, classificados ex-équo com o primeiro prémio. A Casa das Histórias de Paula Rêgo e o Museu da Chapelaria receberam as Menções Honrosas nesta categoria. Presente nesta cerimónia, Pedro Gil, vereador da Câmara Municipal do Cartaxo, responsável pela área do Turismo e do Projecto Car-

taxo – Capital do Vinho, fez questão de ser Vítor Varela, director executivo do Museu Rural e do Vinho, a receber o prémio, reconhecendo dessa forma o empenho das pessoas que trabalham neste espaço museológico. Vítor Varela dedicou o galardão à equipa do museu – presente também na cerimónia –, referindo que “este prémio é o resultado do trabalho de toda a equipa, a começar por António Nabais, director científico, passando pelas pessoas envolvidas no Projecto Educativo e na parte operacional”. O director executivo deixou também uma mensagem de agradecimento à Câmara Municipal, pelo apoio e reconhecimento do trabalho desenvolvido no museu. A APOM – Associação privada sem fins lucrativos criada em 1965 – tem vindo a distinguir todos os anos espaços museológicos de norte a sul do país. Este ano, foram 17 as categorias contempladas, envolvendo áreas como comunicação e multimédia, trabalhos de museologia e museografia, mecenato, expo-

sição, transporte de património e inovação e criatividade. O presidente da APOM, João Neto, destacou a dimensão crescente que tem tido esta cerimónia de distinção de instituições museológicas e agradeceu a todas as entidades e “amigos dos museus” que colaboram na valorização e promoção do património português. “Ao longo destes 45 anos de existência da Associação, a museologia tem evoluído muito. É uma realidade mais sólida, devido sobretudo à qualidade dos seus profissionais e dos próprios museus. Esta entrega de prémios pretende evidenciar precisamente esses profissionais e as responsabilidades que têm dentro dos museus”, afirmou João Neto. Nesta cerimónia, foram distinguidos cerca de 40 projectos de espaços museológicos, incluindo algumas personalidades, com destaque para Manuela Mota – que durante muitos anos dedicou o seu trabalho à APOM, tendo estado cerca de duas décadas à frente desta associação – que recebeu este ano o Prémio Personalidade.

opinião Artes plásticas

Mestre Edmundo Cruz expõe na Galeria Municipal de Sintra A vocação artística do Mestre Edmundo Cruz vem desde os seus verdes anos. Começou por frequentar a Escola António Arroio, em Lisboa, onde aprendeu e conviveu, com figuras notáveis nas Artes Plásticas, como o professor Celestino Alves, arquitecto Frederico Jorge e também com os mestres Rodrigues Alves e Falcão Trigoso. Depois de um período a pintar e a expôr as suas criações em diversas galerias do País, rumou para os Estados Unidos da América, com o propósito de se aperfeiçoar na American Famous Art School, em Connecticut. Regressa ao País, pinta e expõe em diversas galerias, com assinalável êxito. Ao mesmo tempo, expõe em Inglaterra, nas Galerias Century e Ombersley e nos Estados Unidos, nas galerias privadas da Califórnia, como, Eleonor Holmegreen e Robert Havens. Aguarela e óleo, são versões que o mestre estrutura com sentido poético, cujos temas, pinta-os com pormenores de belo efeito, saídos de uma paleta sensível e criadora, como a definir-se um pintor de talento. Prova-o a mostra, agora patente, ao longo das salas da Galeria Municipal de Sintra. Muitas obras reservadas, mesmo em tempo de crise, que a todos nos envolve. Edmundo Cruz é senhor de um currículo de referência, na panorâmica artística dos nossos dias, o qual aponta uma diversidade de galardões, entre os quais, medalhas de ouro, dos salões de Arte de Motivos Ribatejanos e do Núcleo dos Antigos Alunos da Ferreira Borges, de Lisboa. Foi agraciado com a Medalha de Prata de Mérito Municipal de Sintra, em 2001. Em 2003 foi de novo agraciado pela Câmara Municipal de Sintra, com a Medalha de Ouro 1.º Grau. Oxalá que mestre Edmundo Cruz continue a interpretar o entendimento lírico da Natureza, da Região de Sintra, do Ribatejo e tantos outros pontos do País, com expressão dos sentimentos da alma que o pintor nos habituou. Uma exposição a não perder. Afonso Serrão Gomes

César Pires expõe no Centro Cultural do Cartaxo César Pires expõe desde o dia 18 as suas obras de pintura no Centro Cultural do Cartaxo (CCC). A exposição “Antes, agora… e depois?” estará patente ao público até 16 de Janeiro de 2011. César Pires nasceu a 4

de Abril de 1945, em Lisboa. Tirou o curso de Desenho e Pintura do Prof. Marques Bom e Arq. Pimentel Leão, em 1959. Um ano depois recebeu o Prémio Nacional de Iluminura – L.N.Gil Vicente. Estudou Pintura Decorati-

va na Escola António Arroio, em Lisboa. Em 1991, fez o curso de Iniciação à Azulejaria com Guida Portela. Terminou o Curso de Pintura com o Prof. José Quaresma, em 2003. Nos últimos cinco anos fez os Cur-

sos de Retrato e Retrato + Figura Humana, na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL), com o Prof. Artur Ramos. Participou em mais de quatro dezenas de exposições, desde 1969 e até hoje.

Harmonia – Óleo de Edmundo Cruz


educação

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CORREIO DO RIBATEJO

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Perto de meio milhão de pessoas certificadas no País

ISLA dá Novas Oportunidades Fernanda Gaspar recebeu este ano, das mãos da secretária de Estado e da Reabilitação, Idália Moniz, um presente de Natal antecipado: o diploma de conclusão do Ensino Secundário no âmbito da iniciativa Novas Oportunidades (NO). A perda do pai, quando tinha apenas 11 anos, impossibilitou-a de prosseguir os estudos. Ficou pelo 9º ano do Curso Geral de Administração e Comércio da Escola Ginestal Machado. Aos 48 anos, decidiu regressar aos ‘bancos da Escola’ porque o apelo do saber foi sempre uma constante. “Tive algumas dificuldades, sobretudo no uso do computador”, recordou Fernanda Gaspar na cerimónia de atribuição de diplomas dos níveis básico e secundário do Instituto Superior de línguas e Administração (ISLA) de Santarém, que decorreu esta segunda-feira no auditório do IPJ. A ajuda da família foi fundamental para ultrapassar condicionantes, em particular da filha, que tirou um curso superior e trabalha em Lisboa, a quem telefonava, às vezes de madrugada, para tirar dúvidas. “Cada diploma representa um percurso de vida diferente, geralmente de pessoas que entraram no mercado de trabalho muito cedo. Dar este passo, tomar a decisão de apostar em si próprias, revela uma enorme coragem”, disse ao Correio do Ribatejo Idália Moniz. Para a governante, cada uma das pessoas certificadas - e no âmbito das NO já

O CNO do ISLA de Santarém já certificou 1516 pessoas através do RVCC e outras 493 no âmbito dos cursos EFA

foram mais de 500 mil desde 2005 - presta um “enorme serviço ao País”, tendo garantido ao nosso jornal que o Governo vai continuar a apoiar o processo. “Portugal precisa de vencer o seu enorme défice estrutural na Educação, uma vez que hoje o mercado de trabalho é mais agressivo”, considerou, acrescentando que “estamos em igualdade de oportunidades” com os restantes cidadãos europeus e é vital “apostar na formação”. Os números do primeiro ciclo do programa, que termina no final do ano, são expressivos: mais de um milhão e duzentas mil pessoas inscreveram-se nas Novas Oportunidades, nos vários centros espalhados pelo país. Em Janeiro, começa a segunda fase do projecto, cujo grande desafio é “mobilizar

mais pessoas para a iniciativa”, disse ao Correio do Ribatejo Francisca Simões, directora do Departamento de Coordenação e Gestão da Rede de Centros Novas Oportunidades (CNO) da ANQ. Por outro lado, segundo a responsável, os processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC), que são desenvolvidos nos CNO, têm-se revelado como uma mais-valia “que cria nas pessoas uma motivação para que continuem com os seus processos de aprendizagem”. Este movimento “sem precedentes” vai, segundo Francisca Simões colocar novos desafios à rede de Centros, no sentido de proporcionar “respostas de qualificaçãomais diversificadas, estreitando relações com o mercado de trabalho”.

Nesse sentido, os CNO terão de trabalhar numa lógica de “rede e parceria local”, porque, “o pior inimigo do trabalho desenvolvido por cada Centro é a concorrência que poderá existir”, alertou. “Há que harmonizar e articular as ofertas e, nalguns casos, especializar as entidades promotoras em áreas formativas específicas”, afirmou a responsável da ANQ. Uma recomendação que já está a ser seguida pelo CNO do ISLA, segundo nos transmitiu a coordenadora, Maria Manuel Durão. “Na Lezíria do Tejo já estamos a preparar o trabalho

Freguesias de Vaqueiros e Pombalinho temem encerramento da escola local O receio de que o Ministério da Educação venha a encerrar as escolas de ensino básico existentes em Vaqueiros e Pombalinho foi manifestado, na última Assembleia Municipal, pelos respectivos presidentes das juntas de freguesia. Firmino Oliveira, autarca de Vaqueiros (independente), disse que está a correr um abaixo-assinado em defesa do funcionamento da escola, no ano lectivo de 20112012. “Há uma campanha no sentido de dizer que a escola não existe”, observou Firmino Oliveira.

I Concurso de Iguarias e Vinhos do Tejo [Março]

Outras Acções

Acções Internacionais OCM Visitas de Jornalistas e Importadores Rússia [Janeiro] China [Fevereiro] Angola [Março] China [Setembro/Outubro]

Acções Promocionais China – SIAL Xangai - Vinexpo Hong Kong - Prova Macau [Maio] Brasil - Prova Brasília - Prova S. Paulo – Almoço e Jantar Vinhos do Tejo S. Paulo [Junho] Angola - Prova Luanda [Julho] Rússia - Prova Moscovo [Outubro]

QREN Acções Promocionais Angola - Prova Benguela [Junho] Rússia – Almoço Jornalistas e Importadores Moscovo [Outubro] Bélgica – Prova Bruxelas [Outubro] Suíça – Prova Zurique [Outubro] Brasil - Prova S. Paulo - Prova Rio Janeiro [ Novembro ]

Produção de Material Promocional e Merchandising [Janeiro/Dezembro] Lançamento da Nova Campanha Publicitária Vinhos do Tejo [Janeiro] Produção do Filme Institucional/Promocional da Região Vitivinícola do Tejo [Dezembro] Estudo de Mercado Quantitativo [Dezembro]

OCM - Mercado Interno Acções Promocionais Festival Nacional do Vinho [Junho] • Prova Vinhos do Tejo a importadores e distribuidores do Mercado Chinês • Prova Conduzida Vinhos do Tejo destinada ao consumidor final • Participação 15 AE “Ilha Vinhos do Tejo” Vinipax - Vinhos e Sensações do Sul [Outubro] • Jantar para Jornalistas Estrangeiros e Nacionais - Beja • Visita à Região do Tejo de jornalistas estrangeiros • Participação 7 AE “Ilha Vinhos do Tejo” Encontro com o Vinho e Sabores [Novembro] • Patrocínio saqueta do ECV • Oferta drop-stop na Revista de Vinhos de Novembro • Promotoras no ECV • Participação 6 AE “Ilha Vinhos do Tejo”

Outras Acções Nacionais Workshop “Meteorologia e Viticultura” [Fevereiro] Prova Vinhos do Tejo Restauração Algarve [Janeiro] e Lisboa [Setembro] I Concurso de Vinhos Engarrafados do Tejo [Abril] I Gala Vinhos do Tejo [Maio] I Simpósio de Vitivinicultura [Junho] Portas Abertas do Tejo [Setembro] Festival Nacional de Gastronomia [Outubro/Novembro] Formação Restauração “Como conduzir os Vinhos do Tejo” Lisboa [Setembro] e Porto [Novembro]

Acções Regionais

Outras Acções do QREN Lançamento da Newsletter Digital da CVRT [Novembro] Sessão de Apresentação Pública dos Resultados do QREN 2010 – CNEMA [Dezembro]

Acções Nacionais SIAC

os seus diplomas de conclusão do 9º e 12º anos, numa cerimónia que representa “o encerrar de um ciclo”. “Fechamos um ano, mas iniciamos outro, com novas metas e desafios, mas o ISLA de Santarém está preparado para responder da melhor forma”, afirmou ao Correio do Ribatejo Filipa Martinho, coordenadora dos cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA). O Centro de Novas Oportunidades do ISLA de Santarém já certificou 1516 pessoas através do RVCC e outras 493 no âmbito dos cursos EFA. Filipe Mendes

Apesar do compromisso do Governo

Acções Promocionais

Resumo das Acções de Promoção Vinhos do Tejo 2010

em rede e na próxima reunião, em Janeiro, será constituída a sua estrutura formal”, disse a responsável, acrescentado que a DREL e outras entidades serão convidadas a participar, numa óptica de parceria alargada. “Queremos juntar os diversos CNO, que são portas de entrada para a qualificação, e percebermos como é que unidos, e numa só imagem, podemos dar resposta às necessidades de qualificação neste território”, explicou Maria Manuel Durão. Nesta segunda-feira, 20 de Dezembro, perto de uma centena de formandos receberam

Luís Júlio, presidente da Junta de Pombalinho (independente), partilha do mesmo receio. Segundo o autarca, a escola local já nem sequer é mencionada nos dados estatísticos do Ministério da Educação. “A freguesia de Pombalinho está ser entregue a retalho a outro concelho”, alertou. A escola local pertence ao Agrupamento de Escolas da Golegã e, se vier a encerrar, os alunos terão que ir para Azinhaga, naquele concelho, segundo Luís Júlio. “Será que é melhor encerrar a freguesia toda?”, interrogou em

tom crítico. Em resposta a estas preocupações, Francisco Moita Flores lembrou que a Carta Educativa de Santarém foi aprovada pelo Governo, com a garantia de que haveria uma escola em cada freguesia. “Há esse compromisso. É a lei. Se o Governo não cumprir, fará uma maldade e nós cá estaremos para responder”, afirmou o presidente da Câmara. Porém, Moita Flores disse temer que a próxima reforma estrutural venha a acabar com muitas freguesias no país.

O Melhor Vinho do Concurso 1 Prestígio 2 Ouro 6 Prata International Wine Challenge 1 Best Wine Trophy 3 Ouro 6 Prata Concours Mondial de Bruxelles 1 Grande Medalha de Ouro 7 Ouro 8 Prata MUNDUSvini 7 Ouro 9 Prata Vinalies Internationales 1 Ouro 9 Prata Selezione del Sindaco 4 Prata

PROVAS GUIAS de VINHOS Guia Popular Aníbal Coutinho Abril (80 Vinhos) Guia João Paulo Martins Junho (119 Vinhos) Guia “Copo & Alma 2011” Setembro (84 Vinhos) Guia Pedro Gomes – Dezembro (45 Vinhos)

Reportagens na Região Tejo TV Zimbo e TPA de Angola [Março] Hora de Baco [Abril] SIC, TVI e TV Record do Brasil [Evento Portas Abertas - Setembro] RTP - Programa das Vindimas - [Setembro] Revista O Escanção [Novembro]

Festa do Vinho do Cartaxo [Abril/ Maio] e Pão, Vinho & Companhia [Agosto/Setembro]

Concursos de Vinhos Nacionais e Internacionais (PRÉMIOS) Concurso Nacional de Vinhos Engarrafados O Melhor Vinho do Concurso

Acções Viniportugal Provas Sala Ogival Lisboa e Porto - [Janeiro, Junho (SEMANA DO TEJO), Setembro e Dezembro] Prova 50 Melhores Vinhos do Brasil [Maio] Prova Touriga Nacional (Vinipax) [Outubro]


memória

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CORREIO DE HÁ 50 ANOS CORREIO CENTENÁRIO O Natal no Theatro Rosa Damasceno Abrilhantada pela festejada banda dos Bombeiros, que sob a habil batuta do maestro Corrêa exhibirá um escolhido programma, realisa-se amanhã, pelas 8 e meia da noite, a abertura da Kermesse e Arvore de Natal no nosso primeiro Theatro, que se acha, como de costume, vistosamente ornamentado em todas as suas installações, devendo a mis en scene produzir um bello effeito. Na barraca chineza, onde se encontram artigos de louças, decoração e toilette, d’um gosto rafiné, escolhidos especialmente n’um armazem da capital que faz importação directa do estrangeiro, continua funccionando o engenhoso caminho de ferro onde se faz qualquer viagem por um bilhete de... 20 réis. No Pavilhão Central, onde ha a venda de sortes da kermesse e entrega das correspondentes senhas d’entrada, encontra-se uma grande variedade e profusão de prendas offerecidas pelos protectores do theatro, que este anno foram inexcedíveis em gentileza para com a direcção, brindando-a não só co objectos de valor mas muitos d’um requintado e fino gosto. Aos lados do palco acham-se Barracas onde se venderão, por meio de sorteio, bombons e chocolates em lindas cartonagens, havendo um curioso jogo das argolas, que muito interesse deve despertar. Os camarotes do theatro foram quasi todos marcados pelos accionistas e, como acontece em todos os annos, reina um grande enthusiasmo na nossa sociedade por estas festas que já ganharam fóros de instituição local. Estão se activando as obras no nosso buffete a vêr se é possível utilisal-o, embora incompleto, para estas noites de festa.

ANÚNCIO DA SEMANA

Ao clarão do Presépio

E novo se lobriga a viva claridade do presépio, fazendo brilhar por entre a caliginosa cerração do mundo em trevas sua ardente pupila de fé. Na angústia em que se debate a pobre humanidade é como se um dilúculo de esperança uma vez mais acordasse esta sempre renovada maré de sonho que nos aviventa e teima em dar forças para ir mais além. Dobra-se o cabo dos trabalhos e das ilusões, toca-se o fim do ano e enquanto esperamos e desesperamos acende-se a luz da lapinha de Belém, a dizer que muito em breve é Deus nascido, a prometer a paz na terra aos homens de boa vontade. Logo os mais desfalecidos se recordam que estão debaixo da alçada do paráclito, cobrando alento para ir de novo em demanda do Graal. E’ que nem sempre é fácil de vencer o desânimo dos que, lutando pela causa justa, se sentem deprimidos e acabrunhados pela estioladora influência de tantos e tão encadeados materialismos, desatendidos na sua inquietação construtiva pela urdidura dos milhentos egoismos, apostados em abater a voz dos que pugnam por um destino supremo. D’aí a apagada e vil tristeza em que se afundam, tanta vez, os melhores propósitos, submersos pela maré cheia de negações e de dúvidas. Valha-nos, portanto, este luminoso aceno do presépio, mais convincente e benéfico, em toda a sua divina humildade que quantas especiosas sentenças nos destilam e instilam doutores de capelo. E’ o divino esplendor da Virgem do Leite, humanissimo painel que fez o mudo assombro dos zagais, em seu preito mimoso e submisso, e o pasmo solene dos Magos, com seus dons proféticos e realengos. Flores, queijinhos d’ovelha, oiro, mirra, incenso e a jumentinha e o boi, ao fundo, d’olhos meigos, muito abertos para quantos pegam nos pincéis com alma de crentes e de artistas. Dentre estes, raros deram toques de tamanha expressão e enternecida suavidade como a nossa gente, haja em vista os mestres primitivos cuja emoção plástica revela, muito para além da linha e da cor, ternura capaz de inspirar fervor em corações de pedra. Não é que nos furtemos à doce expectação, quente e humaníssima, de Murillo; à eternecida suavidade de Corrégio; ao forte colorido de Rafael; à ardência apoteótica de Rubens, à espiritualíssima pureza de Fra Angélico, ao mérito interpretativo de quantos, com alma ajoelhada, nos retratam dentro do presépio, ou fora d’ele a Sagrada Família, tanto mais que dos nossos mal reza a história da Arte, nomes apagados, desconhecidos até em grande parte do nobiliário da pintura universal. Mestres de Lisboa, de Viseu, de Coimbra, de Tomar, de Évora, de Abrantes, Sardoal, quase todos nos deram tábuas de presépio em que a composição pode ser mais dramática ou mais decorativa, mais vigorosa ou mais sentimental, mais plebeia ou mais aristocrática, sem deixar, porém de ser animada, em todos eles, por uma fervorosa inspiração que se alimenta daquela inconfundível personalidade, caracterizada pela doçura do lirismo português. Com um poder de síntese que nenhum flamengo do seu tempo atingiu, quanto ao desenho das figuras; um sentimento da cor que nos aproxima dos venezianos mais que nenhuns outros; em vivo contraste com o claro-escuro de Castela; há aqui efectivamente uma palpitante modalidade do nosso lirismo, que exprime bem a enternecida maneira de tratar o nascimento de Jesus, e, no fundo, nos fala daquele impulso sentimental que nos leva cada ano a recompor com sentida devoção a cena bíblica, obrinha que não tem apenas a doçura de falar à imaginação, mais de satisfazer um imperativo da consciência, através do nosso idealismo reparador e cristão. Virgílio Arruda

ANÚNCIO DA SEMANA

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In: Correio da Extremadura de 24 de Dezembro de 1910 In: Correio do Ribatejo de 24 de Dezembro de 1960


opinião Estávamos em Março de 2008 quando fui honrado com o convite do Cândido de Azevedo “ C o r r e i o do Ribatejo” para escrever artigos de opinião neste prestigiado Semanário, abordando aquele enorme evento que foram os Jogos Olímpicos de Pequim. Honrado aceitei tal convite, mas confesso que com algum receio, pois trata-se de um jornal consagrado há mais de um século. Terminados os Jogos de Pequim animou-me a Redacção do CR em continuar a minha colaboração mensal, ao que anui, dizendo que o faria por dois anos, abordando desta vez o tema “os portugueses no Oriente”. Cumprida essa promessa, eis que se aproxima o fim da minha colaboração. As recentes atribuições académicas, no presente ano lectivo 2010-2011, não me proporcionam o tempo necessário para uma pesquisa cuidada sobre a presença portuguesa no Oriente, pelo que é tempo de respeitosamente me despedir do meu público leitor, que, fosse pelos contactos por email, fosse pessoalmente, sempre me manifestou (certamente mais pela amizade do que pelo mérito) o seu agrado pelos escritos que lhes proporcionei durante estes dois anos. Nas páginas do Correio do Ribatejo, sem qualquer tipo de saudosismo, procurei trazer mensalmente “lembranças de terras e gentes, da nossa diáspora oriental”, a partir do século XV. Uma presença que deixou marcas neste misterioso Oriente, durante séculos, e onde, em todos estes lugares, ainda nos falam hoje de Portugal com respeito e admiração e muitos até com afecto. Acontece que a meu ver este Portugal, depois que regressado às suas fronteiras de origem sem complexos, fosse por todos nós desejado como moderno e desenvolvido, correspondendo ao sonho de Abril. Mas não, ele está doente. E hoje, 36 anos depois do sonho, mais se parece com “uma enxerga podre onde se assiste a um bacanal de percevejos” parafraseando aqui Guerra Junqueiro, o mesmo que incitara com o seu forte verbo à revolta republicana, e que poucos anos depois perante os desconcertos da governação (tal como hoje) assim o afirmaria desiludido. Daí, ter eu entendido entrosar nos meus artigos, quais analogias e em nome da cidadania e da minha liberdade, “cenas e actos” que se sucedem no Portugal de hoje. Isto porque perante o estendal de imoralidade a que assisto, optei por não fechar os olhos, endurecer a consciência e cruzar os braços, procurando contrariar D. Carlos quando

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Portugueses no Oriente

nantes. Fiquemos por aqui, pois muitos mais percevejos se poderiam trazer à baila. A pergunta que todos nós, os conscientes, os atentos, colocamos e para a qual não temos resposta é: o que foi que nos aconteceu? Sim o que nos aconteceu? Estimado leitor: se levei a minha escrita por estes campos, não foi pelo estranho hábito de dizer mal, mas por sentir a necessidade de uma chamada à realidade. Porque apesar de tanta incompetência governativa e nepotismo, de tanta corrupção, de tantos escândalos silenciados, mordomias e regalias, ineficiências e má gestão, temos outras coisas de que nos orgulhar. Como que dizendo que tempos cinzentos, em 800 anos de História, sempre houve mas passaram, e que a esperança sempre renasceu, razão para não perdermos a confiança em nós próprios e no destino do nosso país, porque, separados os “sicofontas oportunistas” (massa de gente mole e oleosa que procura ser notada pelo partido vencedor em períodos pós eleitorais e que olhando só para os seus bolsos pouco ou nada produzem), ainda há muita gente competente, séria e que ama acima de tudo Portugal. Até uma próxima oportunidade. Um Bom e Santo Natal!

Do “quem se mete connosco leva....” a um bacanal de percevejos numa enxerga podre bem referiu J. Bento, vale tudo para desacreditar, denegrir, fragilizar, hostilizar, intimidar e transpor o espírito, a letra e o território da legalidade. Já nada nos choca, por mais vergonhoso que seja porque já estamos anestesiados. É como tivéssemos a convicção da inutilidade de assumirmos os nossos deveres cívicos. Trago de volta para a realidade actual as palavras de ontem de Guerra Junqueiro: “Eles sabem que nós falamos (leia-se os políticos oportunistas e os seus “golpes”), mas não gritamos. Sabem que nós sacudimos, mas não batemos. Que fracos de espírito nós somos. Somos o que queremos. Temos o que merecemos!” Será que estamos mesmo “bananas”? Reluzem, claro, os escritórios de ilustres advogados e ex-gover-

afirmava sermos nós, “um povo banana governado por sacanas”. Na verdade, assistimos hoje a uma democracia que morre aos poucos. De nada vale procurar demonstrar as razões da nossa convicção, pois perante tal, o que vale são as versões ardilosamente falsificadas e impingidas por charlatães. Presenciamos tropelias e indecoro que nos aviltam, agridem e envergonham e mesmo assim perante a verdade cristalina, ainda havia quem ostensivamente afirmasse “quem se mete connosco leva....”. Outros figurões, impávidos e serenos, acumulam fortuna num toque de mágica. As evidências são mais que muitas, mas não nos incomodamos. A mentira instalou-se, tornou-se rotina: calamos e engolimos. Como

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Uma estátua a Madre Andaluz A comemoração dos 50 anos do Colégio Andaluz não deixa de ser oportuna para erguer, em celebração da Madre Luiza Andaluz, uma estátua em Santarém, na rotunda junto ao “sítio” do Colégio. Sentimento feito de gratidão para com a pedagoga de invulgar lucidez e sabedoria, a intelectual por natureza e a fundadora da Congregação das Servas de Nossa Senhora de Fátima. Desta forma, vimos pedir a preciosa ajuda de V. Ex.ª. Afectuosos e gratos cumprimentos dos Amigos Luiza Andaluz e protestos de sincera consideração. Pelos Amigos Luiza Andaluz Manuela Aguiar Estevão Ir. Maria Teresa de Jesus Silva Dias

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Crónicas dum novo tempo - XXI

O que muda no dia de Ano Novo? Há alguns anos atrás, a propósito do fim de ano, uma amiga minha combinava com a família a festa da passagem de ano, e uma das crianças perguntou-lhe: mãe, o que é que muda no dia de Ano Novo? Dá que pensar… o que é que vai mudar no ano novo, o que é que muda todos os anos novos, o que é que já mudou num ano novo? Somos capazes de olhar para um ano novo como um caderno em branco em que tudo está por escrever, e onde podemos escrever o que quisermos, como quisermos, com quem quisermos? Até que ponto temos ou não capacidade para criar esse novo? Até que ponto acreditamos que isso é possível? Até que ponto confiamos no que os nossos pensamentos e emoções fazem para criar o nosso novo? Até que ponto ousamos sonhar com o novo, até que ponto queremos o novo? Será que o novo por vezes não é assustador? E se o novo nos vai obrigar a sair do local de conforto e ir em busca de um outro momento, que por mais difícil que pareça ser, há uma parte de nós que o quer, mas outra parte não. Ousamos entrar na essência do nosso eu, e olhar para o que queremos de novo? Ousamos mexer no instalado, cristalizado e rumar na direcção do novo? Quantos Novos nos esperam… vemos que eles estão lá, mas algo nos impede, ou deixamos que algo nos impeça, ou será que não é a mesma coisa?… nós impedimo-nos, porque não ousamos tocar no nosso frágil, nos nossos sonhos, naquilo que escondemos dos outros e mais do que isso escondemos de nós próprios. Esse novo que se aproxima, até chegar esse tão comunicado e esperado 2012, tem essa mensagem de nos fazer ir, sentir e voar na direcção desse novo, que não é mais do que a verdade de nós mesmos, a tal verdade que precisamos ver, precisamos enfrentar, o nosso lado sensível, o nosso lado frágil, o nosso lado que foi ferido na infância, na adolescência, em adulto, onde quer que tenha sido, mas que espera ser curado. E também tem o outro lado feliz, contente, sonhador da infância que entretanto esquecemos, onde tudo é possível, cavalos com asas, árvores que falam, e… só precisamos fazer um esforço de resgate, e ir em direcção ao novo, com a certeza de que esse novo é de facto o futuro melhor que todos queremos, porque é o futuro verdadeiro dentro de nós próprios. Há algum tempo atrás passei um fim de ano na praia de Copacabana, eu e mais 1 milhão de pessoas ao longo da praia da Copacabana. Uma noite incrivelmente mágica, onde não há espaço para o medo do roubo ou dos sequestros, porque todas as pessoas estão numa outra dinâmica, numa outra energia. Uma noite em que não há classes sociais, não há profissões diferentes, há um mundo de gente vestida de branco, que se junta em grupos, rezam e fazem preces e orações a cada um dos seus Deuses e Deusas, um verdadeiro momento ecuménico. Quando são 0 horas do dia 1 de Janeiro, os fogos enchem o céu num mar de luz, as pessoas entram na água, e isso foi uma das coisas que mais me impressionou, porque as pessoas entravam na água com uma energia e saiam com outra energia, elas rejuvenesciam, elas deixavam a tristeza e a angústia, e voltavam com a esperança e a fé. A expressão no rosto era diferente. Numa dessas noites a mãe de uma amiga minha, que vivia na energia profunda da dor, porque meses atrás tinha perdido o marido, o companheiro de vida com quem tinha vivido um amor de alma, no fim do espectáculo de fogos, e tal qual a Fénix Renascida, disse à filha: “a partir de hoje resolvi Viver!” É esta força, é esta confiança no futuro, é esta decisão de mudar, que faz o Novo, e neste tempo tão especial, em que energias Divinas chegam à Terra todos os dias, somos agraciados ainda mais com essa possibilidade de mudança, e podemos de facto fazer um Ano novo, um Ser novo, uma Família nova, uma Empresa nova, um País novo, um Planeta novo, um Tempo novo, e … É a nossa escolha que faz o novo tempo. Manuela Ribeiro ———————— N. R. – Manuela Ribeiro assina a rubrica “Crónicas dum Novo Tempo” todas as quartas sextas-feiras de cada mês.


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20

necrologia

CORREIO DO RIBATEJO Edição n.º 6.236 | 23 de Dezembro de 2010

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(Sócio-Gerente do “Correio do Ribatejo”) 140.º MÊS DE FFALECIMENTO ALECIMENTO Sua mulher, filho e demais família participam que será celebrada missa pelo seu eterno descanso no próximo dia 28, às 19 horas, na igreja de S. Nicolau, agradecendo desde já a todos quantos se dignarem assistir a este piedoso acto.

SANTARÉM

SANTARÉM

ZULMIRA DA PIEDADE Faleceu a 15-12-2010

Agradecimento e Missa 0460

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eus sobrinhos agradecem muito reconhecidamente a todas as pessoas que se dignaram acompanhar a sua saudosa extinta à sua última morada, ou que de qualquer outra forma lhes manifestaram o seu pesar. Participam que será celebrada missa pelo seu eterno descanso, no próximo domingo, dia 26, às 15 horas, na igreja de Vale de Figueira, agradecendo desde já a quem se dignar assistir a este piedoso acto.

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S

ua esposa, filhos, nora, genro, netos e restante família participam que será celebrada missa pelo seu eterno descanso hoje, quinta-feira, dia 23, às 19 horas, na igreja de S. Nicolau, agradecendo desde já a quem se dignar assistir a este piedoso acto.

MANUEL HENRIQUES DE CARV ALHO CARVALHO

ÂNGELO MANUEL DA CRUZ MARTINS CARV ALHO CARVALHO

9 Anos de Eterna Saudade 30-12-2001 – 30-12-2010 0455 ua esposa, filho, nora e neto participam que será celebrada missa pelo seu eterno descanso no próximo dia 30, às 19 horas, na igreja de S. Nicolau, agradecendo desde já a quem se dignar assistir a este piedoso acto.

Faleceu a 30-11-2010

S

Agradecimento e Missa do 30.º Dia

JÚLIA CARV ALHO LUÍS CARVALHO OLIVEIRA CASTELO 27-12-2009 –27-12-2010

1 Ano de Eterna Saudade eu marido, filho, nora, S netas e restante família recordam com profunda dor e

0452

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saudade a passagem do 1.º aniversário do seu falecimento.

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as pessoas que o acompanharam à sua última morada. Participam que será celebrada missa pelo seu eterno descanso no próximo dia 30, às 19 horas, na igreja do Vale de Santarém, agradecendo desde já a quem se dignar assistir a este piedoso acto.

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Edição n.º 6.236 | 23 de Dezembro de 2010

SANTARÉM

MARIA JOSÉ LIMA RIBEIRO CANEL AS CANELAS

ENG.º JOSÉ MANUEL GUILHERME GOMES SARAGOÇA

56.º Aniversário Natalício 23-12-1954 – 23-12-2010 0454 eu filho, nora, mãe e irmãos recordam com profunda dor e saudade a passagem do 56.º Aniversário do seu nascimento

S

VALE DE SANTARÉM

9 Anos de Eterna Saudade 27-12-2001 – 27-12-2010 0453 ua esposa, filhos, noras e netos participam que será celebrada missa pelo seu eterno descanso no próximo dia 27, às 19 horas, na igreja de S. Nicolau, agradecdendo desde já a quem se dignar assistir a este piedoso acto.

S

21

Grupo de Oração do Mergulhão atribui cabazes de Natal

necrologia SANTARÉM

CORREIO DO RIBATEJO

SANTARÉM

DR. JOAQUIM DOS SANTOS MARTINHO 10 ANOS DE IMENSA SAUDADE 27-12-2000 – 27-12-2010 Seus filhos, nora, genro, netos, bisnetos e restante família recordam-no com profunda saudade a participam que será celebrada missa em sua homenagem pelo seu eterno descanso, na próxima segunda-feira, dia 27, às 19 horas, na igreja de S. Nicolau.

TREMÊS

SANTARÉM

SECORIO

MARIA JOSÉ HEITOR ALMEIDA VICENTE 10 Anos de Eterna Saudade 0457

S

ALCINO MANUEL RODRIGUES OLIVEIRA 10 Anos de Eterna Saudade

eus familiares participam que será celebrada missa pelo seu eterno descanso amanhã, dia 24, às 22 horas, na igreja do Vale de Santarém, agradecendo desde já a quem se dignar assistir a este piedoso acto.

27-12-2000 – 27-12-2010 0459 ua mãe, filha, irmãos e padrinho recordam com profunda dor e saudade a passagem do 10.º ano do seu falecimento.

SERVILUSA 800 204 222

SANTARÉM

S

VÁRZEA

"

MARIA VIRGÍNIA COELHO SERRÃO RICARDO N. 17-10-1935 – F. 16-12-2010

Agradecimento e Participação de Falecimento

uas filhas, genros e neS tos agradecem muito reconhecidamente a todas as pes-

0465

soas que se dignaram acompanhar a sua ente querida à sua última morada, ou que de algum modo lhes manifestaram o seu pesar.

Participação de Falecimento

ua esposa, filhas, genro, S netos e bisneta, vêm por este meio participar o seu fa0467

lecimento ocorrido no passado dia 20 de Dezembro, agradecem a todas as pessoas que estiveram presentes no seu funeral, assim como àquelas que de qualquer outra forma lhes manifestaram o seu pesar. Loja Santarém Scalabitana

O nosso lar é tão querido Não há a mesma alegria Tudo agora é frio e triste Sem a tua companhia a tua esposa, filha, neD tas e genro que descanses em paz. 0462

CORTELO – VÁRZEA

ATALAIA-ALMOSTER

JOÃO MANUEL MONTEIRO COST COSTAA BOTELHO

RECORDAÇÃO

N. 26-11-1930 – F. 20-12-2010

RECORDAÇÃO DIA DE NATAL

Agência Funerária Helder Vacas, Lda. Telef. 243333520 – Santarém

JOSÉ DA LUZ NARCISO ANTÓNIO DA COST COSTAA E SIL SILVVA

MANUEL PPAULINO AULINO MARTINHO

0464

Meu Amor: Com o tempo a passar, A tua lembrança presente... Eu deixo a vida avançar... A vida que já não se sente!

GUILHERMINA VICENTE CARIA Faleceu a 15-12-2010

AGRADECIMENTO

Tudo partiu naquele dia, Para junto do Senhor, A minha força e alegria, Que transmitias, meu amor!

0463

O nosso amor é eterno e infinito! Vamos sempre adorar, Este grande homem que foste E, que por nós continua a olhar

todas as pessoas que se dignaram acompanhar a sua ente querida à sua última morada, ou que de qualquer outra forma lhes manifestaram o seu pesar.

a tua esposa que te ama, D dos teus filhos que te adoram e dos teus netos que por ti 0466

choram.

S

MISSA

eus pais, irmã, cunhado e sobrinhos participam que será celebrada missa pelo seu eterno descanso, no próximo domingo, dia 26, às 10,15 horas na igreja de Várzea, agradecendo desde já a quem se dignar assistir a este piedoso acto.

ua filha, netos, bisnetos S e restante família agradecem muito reconhecidamente a

Agência Funerária Aleixo, Lda. Telef. 243328115 – Santarém

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Um grupo de residentes no bairro do Mergulhão em Vale de Estacas, Santarém, com sede na Cooperativa Lar Scalabitano, reuniu um conjunto de boas vontades para entregar a seis famílias mais necessitadas, residentes naquele bairro, outros tantos cabazes de Natal. Segundo Jacinta José, o grupo pretende, num derradeiro esforço antes do Natal, entregar mais cabazes para dar algum conforto a outras famílias carenciadas. No passado dia 16, inaugurou, no decorrer da festa de Natal, um presépio inteiramente elaborado pelo grupo, que permanecerá exposto até dia de Reis (6 de Janeiro de 2011). O Grupo de Oração do Mergulhão é formado por cerca de 20 elementos, provenientes das paróquias de S. Salvador e S. Nicolau e desenvolve, anualmente, um conjunto de actividades ligadas a trabalhos manuais, informática, oficina de oração e vida, texto do rosário, leccio divina e solidariedade. Reúnem semanalmente numa sala cedida pela Cooperativa Lar Scalabitano e, todos os anos, em Setembro, formulam o plano de actividades para o ano seguinte. “No grupo de Oração há simplicidade, fraternidade, caridade e comunhão com o irmão”, salienta Jacinta José.

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desporto

CORREIO DO RIBATEJO Edição n.º 6.236 | 23 de Dezembro de 2010

CORREIO DESPORTIVO Coordenação de Manuel Oliveira Canelas

Evento “O Desporto é Solidário!”

Associação de Futebol de Santarém

Um travo a Lima no cocktail de estrelas solidárias É a mais recente contratação da empresa municipal Scalabisport EEM para apetrechar a galáctica constelação de estrelas que enfrentará o duro desafio dos próximos dias 6, 7 e 8 de Janeiro: André Lima, actual treinador campeão europeu de clubes de futsal, deu a cara pelo evento “O Desporto é Solidário!”, iniciativa que a população escalabitana (e nacional) não pode encarar… na desportiva. O ex-benfiquista, que conduziu os encarnados à glória na recente final da UEFA Futsal Cup, aproveitou a boleia oferecida pelo Vitória Clube de Santarém e rumou, no passado dia 18 de Dezembro, ao Complexo Aquático Municipal de Santarém, onde emprestou a sua imagem à campanha publicitária alusiva a um evento raro, que visa tão-somente angariar verbas para três instituições de solidariedade: a APPACDM, a Farpa e o Vigilante. A presença no jantar de

André Lima, campeão europeu de futsal em título (na foto, com o cachecol do Vitória CS), associou-se ao evento solidário organizado pela Scalabisport EEM

Natal do emblema vitoriano foi aproveitada igualmente pelo antigo futsalista para promover uma tradicional e saudável partilha de experiências com os

mais novos, assim como para a veicular relevantes mensagens destinadas não só aos pequenos candidatos a craque, mas também aos encarregados de educação,

orientadores-mores do percurso de crescimento dos seus educandos. Lima junta-se assim, nesta causa solidária, a um rol de vedetas consagradas do

Campeonatos Distritais Divisão Principal

panorama desportivo nacional, como são os casos de Neno, Flávio Meireles e Manuel Machado (Vitória de Guimarães), Sá Pinto, Silas e Pedro Caixinha (União Desportiva de Leiria), José Miguel Mateus (seleccionador nacional de futebol de praia), Susana Feitor (melhor marchadora lusa de todos os tempos), Miguel Arraiolos (triatlo) ou António Ramalhete, um monstro sagrado do hóquei em patins português. Do leque de doações garantidas pelas celebridades, salienta-se uma bola e uma camisola autografadas por toda a Selecção Nacional de futebol de praia, um stick e um par de luvas assinadas por Ramalhete ou bilhetes para o desafio primodivisionário de futebol União de Leiria – SL Benfica, que se realiza logo após as actividades, a 9 de Janeiro. Todas estas pérolas serão leiloadas oportunamente durante as jornadas solidárias. Quem dá mais? Sérgio Fernandes

Associação Académica de Santarém

Faltava um Leitão para compor cabaz(ada) de Natal “Estamos fritos.” É este o desabafo conformado dos oponentes perante um fim inevitável, um destino do qual se apercebem mal vislumbram a expressão “malévola” transmitida pelos esganados juvenis da Associação Académica de Santarém. E têm razões para tremer. Afinal, nesta época festiva, é normal que se abuse dos fritos. E a Briosa, particularmente, nem por sombras pactua com dietas loucas: o seu regime é o dos golos. Muitos golos. No passado fim-de-semana, os estudantes tornaram a premir a tecla da goleada, na recepção à Escola de Tomar, em mais uma jornada do Campeonato Distrital do escalão. 6-1 foi o resultado, decorrente de mais uma demonstração cabal de técnica, entrega, fulgor e explosão. Nuno Faustino, que parece evoluir contrariado na posição de defesa central, tantas são as ocasiões em que emigra para latitudes antagónicas às da sua área

de rigor, inaugurou a “refeição”, após penetrar em drible (!) na área contrária e cavar uma grande penalidade indiscutível, à qual Fred, exímio, não torceu o nariz. Também o próprio Faustino haveria de apontar o golo da ordem, mas, para que o repasto natalício fosse rematado condignamente, nunca poderia faltar o… Leitão. O substituto Zé Leitão, acabadinho de ser “servido”, fixou as contas com um remate bem colocado, desferido a partir da cabeça da área. Alinharam pela Académica: Tiago, João Pereira, Alcobia, Nuno Faustino (1), Canha, Fábio Pires, José Miguel (cap.), Luís Carlos, Peralta, Bernardo Jorge (1)e Fred (1). Jogaram ainda Quinzinho (1), Mota, Gustavo, David e Zé Leitão (1). O 3-1 resultou da infelicidade de um opositor.

Coloque um (a) Cruz no seu favorito No boletim de apostas,

encontravam-se as duas formações candidatas a um lugar na fase final do Campeonato de Benjamins Sub-11 (Nível II): Cartaxo e Académica de Santarém. O prémio? Calhou a quem decidiu colocar um(a) Cruz no quadradinho dos escalabitanos. Em jogo emocionante, disputado no Campo das Pratas, no Cartaxo, a Briosa impôs-se por 2-1, muito por obra do decisivo golo de João Cruz, peça influente da intermediária, que assim conquista o epíteto de herói do apuramento. Antes disso, o conjunto da casa já havia assustado, com um golo obtido cedo e contra a corrente do jogo, que podia ter ferido mortalmente os níveis anímicos dos jovens de Santarém. Um minuto volvido, porém, surgiu um Melão fora de época a dar uma talhada fatal na galvanização cartaxense: João Melão arranca joga-

da de génio e serve de bandeja Gonçalo Guerra, que recoloca assim a Académica na órbita do triunfo. O resto da história foi contado por João Cruz. Próximo capítulo: uma aventura entre as seis melhores equipas do escalão, na fase final do campeonato. Diogo Carmo, João Almeida, Pedro Bastos, João Colaço (cap.), João Melão, Gonçalo Guerra (1), João Cruz (1), Miguel Branco, Bruno Alcobia, Ricardo Henriques e Kiko foram as onze peças utilizadas pelo técnico Bruno Morais para montar o seu puzzle vitorioso. Sérgio Fernandes Restantes resultados: Juniores – Académica, 0 Sacavenense, 2; Juvenis “A” – Académica, 6-Escola de Tomar, 1; Iniciados “B” – Tramagal, 1-Académica, 2; Infazntis “ A” – Fazendense “C”, 0-Académica,

12; Infantis “B” – Cartaxo “ A”, 4-Académica, 0; Infantis “C” – Académica, 0-Fátima “B”, 6; Infantis “D” – Académica, 1-U. Santarém, 0; Benjamins sub-11 “A” – Cartaxo, 1-Académica, 2; Benjamins sub-11 “B” – Académica, 0-Os Águias, 4; Benjamins sub-10 “A” – Alcanena, 1-Académica, 1; Benjamins sub-10 “B” – Académica, 2-Footkart, 4; Traquinas sub-10 “C” – Ouriquense, 1-Académica, 0; Traquinas sub-10 “C1” – Fazendense, 8-Académica, 4; Torneio Cartaxo – Traquinas sub-8 “A” – Academia Truficial, 0-Académica, 2; e Cartaxo, 0 -Académica, 1; Torneio Cartaxo – Traquinas sub-8 “B” – Academia Truficial, 0-Académica, 3; e Cartaxo, 0-Académica, 0;

15.ª jornada S. Correia, 0 Fazendense, 1 T. Novas, 0 Alcanenense, 1 Amiense, 3 Ouriquense, 2 SL Cartaxo, 0 Benavente, 0 Pego, 1 Mação, 2 Ouriense, 1 U. Tomar, 0 J V E D G P 1.º SL Cartaxo 2.º Mação 3.º Fazendense 4.º Torres Novas 5.º Pego 6.º Alcanenense 7.º Atl. Ouriense 8.º Benavente 9.º U. Tomar 10.º Amiense 11.º S. Correia 12.º Ouriquense

15 15 15 15 15 15 14 14 15 15 15 15

8 7 7 6 6 6 5 5 4 4 2 1

5 4 4 6 5 4 7 5 4 3 4 5

2 4 4 3 4 5 2 4 7 8 9 9

19-9 26-13 21-17 23-9 14-15 15-14 14-14 12-11 16-21 11-17 11-26 9-25

29 25 25 24 23 22 22 20 16 15 10 8

16.ª Jornada – dia 22 de Dezembro: Alcanenense-Fazendense, Ouriquense-Torres Novas, Benavente-Amiense, Mação-SL Cartaxo, U. Tomar-Pego e Atl. Ouriense-Samora Correia.

Divisão Secundária Serie A 11.ª jornada Atalaiense, 2 Meiaviense, 1 Tramagal, 4 Goleganense, 2 F. Zêzere, 2 U. Chamusca, 0 Abrantina, 0 Entroncamento, 1 J V E D G P 1.º Abrantina 10 2.º F. Zêzere 9 3.º Tramagal 10 4.º Entroncamento 9 5.º Goleganense 10 6.º Atalaiense 10 7.º Meiaviense 9 8.º U. Chamusca 10 9.º Alferrarede 9

9 6 6 4 3 3 3 1 0

0 2 1 3 4 2 1 2 1

1 1 3 2 3 5 5 7 8

21-4 27 18-9 20 22-16 19 18-7 15 18-15 13 11-17 11 12-13 10 9-28 5 6-26 1

12.ª Jornada – dia 9 de Janeiro: Meiaviense-Alferrarede, GoleganenseAtalaiense, U. Chamusca-Tramagal e Entroncamento-Ferreira do Zêzere. Folga: Abrantina.

Serie B 9.ª jornada Moçarriense, 6 Pernes, 1 Caxarias, 1 Cercal, 0 V. Gama, 0 E. Comércio, 0 Assentis, 4 Mindense, 1 J V E D G P 1.º Mindense 2.º Caxarias 3.º Moçarriense 4.º Assentis 5.º E. Comércio 6.º V. Gama 7.º Cercal 8.º Pernes

9 9 9 9 9 9 9 9

6 6 5 4 3 2 1 0

1 1 3 3 3 3 4 0

2 2 1 2 3 4 4 9

15-9 13-9 20-6 23-12 13-10 9-13 8-10 4-36

19 19 18 15 12 9 7 0

10.ª Jornada – dia 9 de Janeiro: Pernes-Cercal, Empregados no Comércio-Caxarias, Mindense-Vasco da Gama e Assentis-Moçarriense.

Serie C 9.ª jornada AREPA, 1 Salvaterrense, 1 Coruchense, 0 Pontével, 2 Glória, 2 U. Almeirim, 1 Marinhais, 5 Barrosense, 1

1.º AREPA 2.º Salvaterrense 3.º Marinhais 4.º Pontével 5.º Glória 6.º U. Almeirim 7.º Coruchense 8.º Barrosense

J V E D G P 9 9 9 9 9 9 9 9

6 4 4 5 4 2 1 0

3 5 4 0 2 3 2 1

0 0 1 4 3 4 6 8

22-10 15-10 16-8 13-18 17-13 9-12 9-18 2-14

21 17 16 15 14 9 5 1

10.ª Jornada – dia 9 de Janeiro: Pontével-Salvaterrense, U. AlmeirimCoruchense, Barrosense-Glória e Marinhais-AREPA.


desporto

Edição n.º 6.236 | 23 de Dezembro de 2010

Desporto Escolar

Corram! É um conselho de Torres Novas Quer um conselho? Meta os olhos neste concelho. Torres Novas incentivou os seus jovens alunos a correrem com a apatia, a livrarem-se do sedentarismo que as suas truculentas consolas vivamente recomendam. Foi fundamentalmente com esse intuito de incrementar a prática desportiva que o Município torrejano organizou, no dia 15 de Novembro, a segunda edição do “Corta-Mato Escolar de Torres Novas – Um Concelho a Correr”. Em prova, junto ao Estádio Municipal, estiveram cerca de 410 atletas, provenientes das escolas Artur Gonçalves, Chora Barroso e Profissional de Torres Novas e do Colégio Andrade Corvo. Para além dos evidentes

Os alunos torrejanos promoveram a saudável prática desportiva em provas de corta-mato

e saudáveis proveitos físicos, o corta-mato visava seleccionar os representantes de Torres Novas para a prova regional que, por sua

vez, apurará os vencedores para a edição nacional, um projecto do Ministério da Educação no âmbito do Desporto Escolar.

Pelo percurso evoluíram atletas correspondentes a cinco escalões etários: infantis A e B, iniciados, juvenis e juniores. SF

Tantos sorrisos num momento bem Tristão A Amicale Karate está em estado de graça. Os preparativos pré-natalícios têm sido pautados por uma contagiante aura positiva e conquistadora, e o último fimde-semana atesta-o inequivocamente. No Campeonato Nacional de Cadetes e Juniores, realizado em Loulé, assistiu-se a um brilharete do emblema escalabitano, com Joana Gameiro a arrebatar o título de juniores femininos em -48 kg, feito despoletador de transcendental felicidade. No que

A comitiva da Amicale Karate presente em Loulé

concerne ao jovem Iuri Tristão, haveria igualmen-

te de se sagrar campeão nacional na sua categoria (ju-

niores masculinos, -76 kg), provando a alegria que se pode sentir num momento bem… Tristão. A compor o ramalhete, David Lourenço fechou o pódio do escalão júnior masculino em +76 kg, com um prestigiante terceiro lugar. Também na terceira posição, mas no Campeonato Nacional Sub-21, situou-se Beatriz Fuzeiro (-60 kg), um lugar abaixo do conseguido pela sua irmã, Bárbara Fuzeiro, que reclamou o ceptro de vice-campeã nacional na categoria de +60 kg. SF

Joana recebida na elite por um kumite de boas vindas Já se havia sagrado vicecampeã regional. Todavia, ciente do seu talento, a karateca rejeitou repousar sobre os louros conquistados e permitir que os seus horizontes competitivos fossem restringidos pelas limitadoras fronteiras ribatejanas: Joana Piçarra, no passado dia 18 de Dezembro, somou ao seu currículo o título de vice-campeã nacional de kumite na 18ª edição do Campeonato Nacional de Cadetes e Juniores. A prova, realizada em

O que Vale é que ainda há surpresas! Ganham sempre os mesmos, semana após semana? Sim, é uma tendência, mas não é lei. Para bem da vitalidade da Taça Fundação do INATEL (agência de Santarém), o que não Vale ter equipas capazes de tombar os hegemónicos gigantes distritais? Vale muito. Vale de Santarém! Que o diga o Paço dos Negros, crónico favorito a amealhar três pontos em todos os desafios que disputa no grupo D, mas que, em fim-de-semana chuvoso, escorregou no seu próprio “pátio” diante da surpresa Vale de Santarém, formação que costuma ser avistada, comodamente, nas imediações do meio da tabela. O verdadeiro beneficiado com este autêntico “Vale-brinde” foi o Benfica do Ribatejo, que, com uma contundente vitória diante do Zebrinho (3-0), acalenta ainda algumas esperanças em atingir o posto cimeiro do agrupamento. Com o pleno de triunfos resistem agora apenas dois emblemas: o Almoster e o Fazendas das Figueiras, com os primeiros a acumularem mesmo dez vitórias de enfiada, a última das quais este fim-de-semana no jogo grande com o Alcobertas. SF

Joana Piçarra subiu ao segundo lugar do pódio

Loulé, é um dos momentos mais salientes do calendário do karaté português e marcou a entrada da promissora atleta da Cruz de Cristo Futebol Clube na selectiva elite nacional. O feito de Joana não pode, contudo, ofuscar as galhardas prestações dos restantes cinco elementos que compuseram a comitiva representante da União Nacional de Karate-Do (UNK), embora insuficientes para materializar outras subidas ao pódio. SF

Série E

Série A Envendos, 2 Carvoeiro, 1 C. Revelhos, 1 Ortiga, 1

JVEDG P 1.º Alvega 2.º Arreciadas 3.º C. Revelhos 4.º Sentieiras 5.º Carvoeiro 6.º S. Facundo 7.º Envendos 8.º Ortiga

11 11 11 11 11 11 11 11

7 7 7 6 4 3 2 0

3 2 1 3 3 1 1 2

1 33-13 24 2 21-12 23 3 22-13 22 2 22-16 21 4 18-20 15 7 21-33 10 8 15-27 7 9 14-32 2

Próxima jornada: EnvendosAlvega, Casais Revelhos-São Facundo, Carvoeiro-Arreciadas e Ortiga-Sentieiras.

Série B Seiça, 1 R. Moinhos, 7 Olival, 1

L. Carvalhal, 0 Sabacheira, 1 Amoreira, 2

JVEDG P 10 8 2 0 25-3 26 1.º Seiça 10 7 0 3 16-13 21 2.º Olival 3.º R. Moinhos 9 5 2 2 21-10 17 9 4 2 3 12-10 14 4.º Amoreira 9 2 2 5 9-17 8 5.º Bairro 6.º L. Carvalhal 9 2 1 6 7-16 7 7.º Sabacheira 10 0 1 9 6-27 1

Próxima jornada: SabacheiraBairro, Lobos de Carvalhal-Olival e Amoreira-Rio de Moinhos. Folga: Seiça.

Série C V. Cavalos, 2 Alvitejo, 2 Ulme, 2

União Nacional de Karate-Do (UNK)

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Taça Fundação do INATEL

S. Facundo, 3 Alvega, 1 Sentieiras, 2 Arreciadas, 4

Amicale Karate

CORREIO DO RIBATEJO

Parreira, 1 Carregueira, 2 Alcanhões, 2

JVEDG P 1.º V. Cavalos 2.º Parreira 3.º Carregueira 4.º Alvitejo 5.º Alcanhões 6.º Ulme 7.º Tancos

10 9 10 9 8 10 9

9 5 4 3 3 1 1

0 2 2 3 2 1 1

1 23-11 27 2 20-11 17 4 13-13 14 3 15-12 12 4 14-18 11 5 14-23 7 7 7-18 4

Próxima jornada: CarregueiraTancos, Parreira-Ulme e Alcanhões-Alvitejo.Folga: Vale de Cavalos.

Série D P. Negros, 2 B. Ribatejo, 3 Raposa, *

V. Santarém, 2 Zebrinho, 0 Granho *

Arrouquelas, 2 Alcobertas, 1 Assentiz, 1

JVEDG P 10 10 0 0 45-4 30 1.º Almoster 9 6 0 3 17-13 18 2.º Alcobertas 3.º Vilanovense 9 5 1 3 9-5 16 4.º Alencalense 9 4 2 3 13-12 14 5.º Arrouquelas 10 1 4 5 11-24 7 6.º C. Charneca 8 1 1 6 5-21 4 9 0 2 7 5-26 2 7.º Assentiz

Próxima jornada: AlmosterCasal da Charneca, AlencalenseAssentiz e Vilanovense-Alcobertas. Folga: Arrouquelas.

Série F T. Cartaxo, 3 Ereira, 2 Valada, 12

V. Pinta, 0 Lapa, 1 Quebradas, 0

JVEDG P 1.º T. Cartaxo 2.º Lapa 3.º Valada 4.º Ereira 5.º V. Pinta 6.º V. Pedra 7.º Quebradas

10 10 10 9 9 9 9

8 5 5 3 3 1 0

1 3 2 4 2 4 0

1 20-5 25 2 20-16 18 3 28-8 17 2 13-10 13 4 18-19 11 4 9-13 7 9 4-41 0

Próxima jornada: Lapa-Vale da Pedra, Vale da Pinta-Valada e Quebradas-Ereira.Folga:Tigres do Cartaxo.

Série G Rebocho, 2 Carapuções, 2 Fajarda, 0

1.º F. Figueiras 2.º Malhada Alta 3.º Carapuções 4.º Fajarda 5.º Rebocho 6.º F. Salvaterra 7.º C. Benfica

C. Benfica, 1 F. Salvaterra, 0 M. Alta, 0

JVEDG P 9 9 9 10 10 10 8

9 5 4 3 3 2 0

0 2 3 4 2 2 1

0 24-8 27 2 11-8 17 2 15-10 15 3 11-10 13 5 9-12 11 6 8-16 8 8 7-21 1

Próxima jornada: Foros de Salvaterra-Fazendas das Figueiras, Casa do Benfica-Fajarda e Malhada Alta-Carapuções. Folga. Rebocho.

Série H F. Lagoiços, 2 S. Justa, 5 M. Pegos, 2 C. Lavre, 0

(*) Não se realizou

V. Vale, 3 Valverde, 1 S. Mato, 0 Azervadinha, 1

JVEDG P JVEDG P

1.º Paço Negros 2.º B. Ribatejo 3.º S. Domingos 4.º V. Santarém 5.º Raposa 6.º Zebrinho 7.º Granho

Alencalense, 2 Almoster, 3 Vilanovense, 2

10 9 9 7 9 5 9 4 9 3 10 1 8 0

1 1 0 1 2 1 0

0 30-6 1 20-6 4 15-16 4 16-14 4 10-14 8 7-19 8 5-26

28 22 15 13 11 4 0

Próxima jornada: Zebrinho-S. Domingos, Vale de Santarém-Raposa e Granho-Benfica do Ribatejo. Folga: Paço dos Negros.

1.º Santa Justa 2.º M. Pegos 3.º S. Mato 4.º C. Lavre 5.º Azervadinha 6.º V. Vale 7.º Valverde 8.º F. Lagoiços

11 10 0 1 11 9 1 1 11 6 0 5 11 6 0 5 11 5 1 5 11 3 4 4 11 1 1 9 11 0 1 10

31-4 30 31-8 28 32-19 18 22-18 18 12-13 16 14-18 13 10-29 4 5-47 1

Próxima jornada: Volta do ValeSanta Justa, Santana do Mato-Foros de Lagoiços, Valverde-Cortiçadas de Lavre e AzervadinhaMontinho dos Pegos.


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CORREIO DO RIBATEJO Edição n.º 6.236 | 23 de Dezembro de 2010

Vitória Clube de Santarém

Máquina oleada com Castro(l) Após uma fulgurante temporada de estreia nos seniores masculinos de futsal do Vitória Clube de Santarém, o dono da camisola 8 andava esquecido em 2010/ 11. Nas últimas duas jornadas, porém, tudo mudou: o mais possante pivô vitoriano voltou a deixar os opositores precisamente feitos num… oito. E de que maneira: com dois valiosos tentos, João Castro foi o miraculoso lubrificante que oleou a máquina de Rui Batista rumo ao precioso triunfo conquistado, no passado domingo, diante dos concorrentes directos da Conforlimpa. Refira-se que a equipa almeirinense disputa com o emblema azul o derradeiro lugar de acesso à fase final do Campeonato Distrital da 1ª Divisão e, se é verdade que possui um manancial humano que, em dia sim, (Confor)limpa qualquer rival, aquilo que se constatou no Pavilhão Municipal foi a evidência de que os escalabitanos não estão nada longe da mesma bitola. Tivesse Castro apontado com êxito a grande penalidade de que dispôs (seguiu o mau exemplo de Panenka!) e Petrov um livre de dez metros, e talvez os vitorianos não necessitas-

João Castro foi a figura do jogo que relançou os seniores do Vitória CS na luta pelo apuramento para a fase final

sem de dobrar o cabo das tormentas com que se depararam na segunda metade: o golo triunfal surgiu somente nos descontos de tempo. A turma de Santarém está agora a apenas dois pontos do clube de Almeirim. Nas opções de Batista constaram os nomes de Cavalão, Petrov, Vítor Azedo, João Nuno e Brex; Neto, Tiago (1), Castro (2) e Daniel. Sérgio não abandonou o banco.

Camadas (jovens) de nervos No que toca à restante actividade “futsalística”

do Vitória de Santarém no passado fim-de-semana, realce-se a ausência de desaires nos desafios oficiais realizados: três sucessos e um sensaborão empate foi o saldo apurado. O “insucesso” esteve a cargo da equipa sénior feminina, que, após assumir a dianteira em três ocasiões (golos de Madeira, Carla Paulino e Carolina), permitiu ao CAD Coruche uma imerecida igualdade (3-3). De resto, desta feita, não estiveram em acção camadas jovens: assistiu-se, isso sim, a estrondosas camadas de… nervos, que envelhe-

ceram em décadas a falange de associados que se deslocou aos pavilhões do Pego e das Moreiras Grandes para assistir às prestações das equipas de iniciados e infantis, respectivamente. A formação de infantis, no sábado, cimentou a viceliderança do Campeonato Distrital, permitindo, no entanto, que a vantagem de 51 conseguida antes do intervalo se desmazelasse até uns periclitantes 6-5! Franjas (2), João Domingos (2), Tomás Veríssimo e Kiko foram os bombardeiros de serviço. Tirada a papel químico foi a exibição dos iniciados, domingo, diante do Clube Desportivo “Os Patos”: ao 3-1 com que regressaram às cabinas, seguiram-se vinte minutos de tremideira, que redundariam num 3-2 segurado a ferros. Um apelido esteve particularmente em destaque: Daniel Carvalho bisou, enquanto João Carvalho se estreou a marcar oficialmente… poucas horas após o seu progenitor, Luís Carvalho, tomar posse como novo presidente da Direcção. Tudo somado, é caso para dizer que foi um fim-de-semana do Carvalho para o jovem clube de Santarém! SF

Vitória tem oficialmente nova Direcção

Uma tomada de boss!

Mais de cem pessoas presenciaram o discurso de tomada de posse de Luis Carvalho

Foi com pompa e circunstância, perante mais de uma centena de sócios e simpatizantes, que decorreu, no passado dia 18 de Dezembro, a tomada de posse da lista encabeçada por Luís Carvalho, novo presidente da Direcção do Vitória Clube de Santarém. Aproveitando a ocasião do tradicional jantar de Natal do clube, o líder de 43 anos “apresentou-se” oficialmente à família vitoriana e, entre cavalheirescos elogios à anterior Direcção, reforçou a importância dos associados enquanto “verdadeiro património do clube”. A cerimónia, conduzida pelo conhecido jornalista desportivo José Marinho, contou com presenças ilustres, como a de Paulo Marques, em representação da Junta de Freguesia de S. Salvador ou de Rui Manhoso, presidente da Associação de Futebol de Santarém, que considerou que “o Vitória, graças ao grande envolvimento das famílias dos atletas, é um exemplo no distrito, numa época marcada por graves problemas ao nível desenvolvimento desportivo”. A cereja no topo do bolo foi colocada por André Lima, treinador campeão europeu de futsal em título, que discursou, distribuiu autógrafos e regressou a Lisboa com o pescoço ornamentado pelo novo cachecol de um dos clubes da moda em Santarém. Para trás fica o estigma de clube bairrista, pois, nos dias de hoje, a ampla e consistente matéria humana que gira em torno deste emblema aparecido no bairro do Alto do Bexiga, em 1995, e apresentado oficialmente à cidade em 2005, parece ser uma força em vertiginosa ascensão. SF

Scalabisport EEM

Quer escolher o desportista do ano? Nasceu um galardão inédito no menu desportivo distrital: a Scalabisport EEM, coadjuvada pelas associações desportivas de Santarém, decidiu instituir um prestigiante prémio que visa avultar o melhor “Desportista do Ano 2009/10” no concelho. As votações estarão a cargo da população, um júri

exigente, que não deixará de acorrer em massa ao sítio oficial da empresa municipal escalabitana (www.scalabisport.com), suporte através do qual poderá escolher, até às 00h00 do dia 7 de Janeiro, a personalidade da sua preferência. No rol de nomeados consta um representante de cada

uma das associações do concelho envolvidas. A saber: no futsal, Ana Luís “Conxi” (Vitória Clube de Santarém) e Pedro Cruz (S. Vicentense); no basquetebol, Ana Carla Marques (Santarém Basket Clube); no judo, Duarte Duarte (Casa do Benfica em Santarém); no karaté, Fernando Macedo Pires (AIKW), Maria Brasão

(UNK), Francisco Soares (Centro Karaté Amicale) e Luís Santos (Associação de Karaté do Wado-Kai); no ténis, Francisca Carolino (Clube de Ténis de Santarém); na natação, Inês Rodrigues (Escola Municipal de Natação de Santarém); na patinagem artística, Jéssica Ferreira (Hóquei Clube de Santarém); no andebol, João Pedro Sousa

BREVES

TÉNIS. O CLAC Entroncamento sagrou-se campeão da 1ª fase do Campeonato Regional sub-16 – série B, após vencer o Clube de Ténis da Marinha Grande por 4/ 1. Em singulares, alinharam Tiago Rabaça, Iven Bretes e Francisco Arez, ao passo que a competição de pares esteve a cargo de Eduardo Boavida/Iven Bretes e Carlos Xavier/ Francisco Arez. CANOAGEM. Os grupos do Desporto Escolar

de Canoagem da Escola Secundária Sá da Bandeira e do Agrupamento Alexandre Herculano, em conjunto com o Clube de Canoagem Scalabitano da Ribeira de Santarém, organizaram, na manhã de 18 de Dezembro, uma actividade de canoagem para pais e filhos, no rio Tejo. Para os cerca de quarenta participantes estava ainda reservado um almoço/ churrasco. ATLETISMO. O GA Fátima foi o grande vence-

dor, por equipas, do Triatlo Técnico Regional, prova que se disputou no passado sábado na Nave Desportiva de Alpiarça e de onde sairão os representantes da selecção de Santarém na fase nacional (dia 5 de Fevereiro, também em Alpiarça). BTT. A RHC Motos contou com cerca de 50 participantes no seu passeio BTT de Natal, realizado no dia 19 de Dezembro. O evento juntou pilotos de motocrosse, atletas de BTT e triatletas.

NATAÇÃO. Decorreu nas Piscinas Municipais das Caldas da Rainha, durante os dias 18 e 19 de Dezembro, o Campeonato Nacional de Clubes da 3ª e da 4ª divisões, organizado pela Federação Portuguesa de Natação. Na classificação por equipas, os escalabitanos da Scalabisport EEM ocuparam o 16º lugar em femininos (3ª Divisão) e o 12º em masculinos (4ª Divisão).

(Caixeiros); no futebol, Mário Matias (Moçarriense); na ginástica/trampolins, Patrícia Antunes (Gimno Clube de Santarém); no rugby, Pedro Infante (Rugby Clube de Santarém); na dança desportiva, os pares Neftaly Herculano/Joana Marques (NewStarDance-Club), Nuno Prudêncio/Sofia Antunes (Dance Stoffel Santarém), Rena-

to Braz/Ana Carolino (Ass. Dança Tremez) e Tiago Ferrão/Filipa Pinto (S. Vicentense). Os três atletas que amealharem mais votos serão premiados no dia 8 de Janeiro de 2011, no CNEMA, às 21h00, aquando das festividades inseridas no evento “O Desporto é Solidário”.

CASA DO BENFICA EM SANTARÉM A secção de tiro do emblema escalabitano esteve em destaque numa prova organizada, na Azoia de baixo, no passado dia 19 de Dezembro, pela Sociedade Recreativa Alexandre Herculano. Ao primeiro lugar colectivo (entre as cinco equipas participantes encontravam-se duas lisboetas) juntaram-se um segundo e um terceiro lugares no certame individual. Os atletas da Casa do Benfica em Santarém sobressaíram, assim, entre um contingente que contava com vinte e quatro participantes.


passatempo

VERTICAIS – 1 - Pessoa afectada, no trajar e nos modos. 2 - Ecoa. Feixe de vides muito apertado (Prov.). 3 - Vagar, repouso. Parte do lombo do boi, entre a pá e a extremidade do cachaça. 4 - Honestos. Ajunto. 5 - 501 (Num.Rom.). De rabo branco. 6 Progenitor. Espécie de albufeira. 7 - Aquele que lesa. Apelido carinhoso que as amas dão às crianças (Bras.). 8 - Deusa (Poét.). Curem. 9 - Réptil sáurio. Vedação constituída por ramos ou varas entrelaçadas. 10 - Repetira. Pessoa velhaca, de mau carácter (Fig.). 11 - Tomar muito magro.

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nuel António Castro Henriques Castro Fraga. Em 27, Irene Pereira Alves e Rita Margarida de Sousa Costa. Em 28, Ana Paula Ferrão Cordeiro Pinheiro Henriques, Ivone Fernanda Ferreira de Matos Semedo, Isabel Maria Medeiros de Almeida, Vanda Guerra Semedo Martins Silva, Sónia Margarida Rodrigues Fontoura Nunes, Victor Manuel Guimarães Veríssimo Serrão, Carlos Maria de Sá Nogueira Guedes Amorim, Luciano Casaca Ferreira e António José Dias Ferro. Em 29, Maria Cristina Bento Picoto, Maria Isabel Pedroso de Albuquerque Tavares da Cunha Cabral, Maria Lina de Aguiar Barradas Leal de Goulard e Angelina Maria Santos.

SOLUÇÕES

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Em 24, Teresa Augusta Vigário Pereira da Silva de Noronha Demony, Maria Antónia Brito Ginestal Machado, Maria Teresa Caldas Franco Duarte, Rosa Maria Borges Pereira Marques, Maria Júlia Duarte Pereira, Adílio Violante Bernardes, Gonçalo Nuno Vieira Martins, João Gilberto Borges Pereira Marques, Miguel Batista Fagulha Mora dos Santos e Frederico Maria Netto de Almeida Alves Pereira. Em 25, Fernanda de Jesus

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As anedotas do Barbosa

FAZEM ANOS:

José mostra orgulhosamente o seu novo apartamento a um amigo após um jantar bem regado. Quando chegam à sala, o amigo repara numa tampa de panela, enorme, pendurada numa parede e pergunta: – O que é aquilo? José responde: – É o meu relógio! – E como funciona? – pergunta o amigo. José pega num martelo e dá uma pancada enorme na tampa. De repente, ouve-se do outro lado da parede: – Ó meu energúmeno são duas da manhã! – Estás a ver, nunca falha!

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Félix Duarte Dias, Natália de Jesus Fidalgo Estevam, Maria Rosa Brun Prieto Santos, Maria Helena Peças de Magalhães Bernardes Carriço, Ana Maria Costa Neto, Maria da Piedade do Nascimento Marques e Silva, Maria Natália Fontes Semedo, Maria Natália Fragoso Passos, Mariana Simões Saldanha Mendes, Asdrúbal de Almeida Dias, Manuel Nunes Martins Silva, Germano Gonçalves Neto, Alberto Augusto Freire Gameiro Lima, Eduardo Manuel da Silva Taborda e Rui Eduardo Ferreira Pena. Em 26, Maria Fernanda Coimbra de Castro, Júlia Abreu Marques Duarte Santos, José Manuel Gonçalves Nogueira, João Alberto Ferreira Pena, Carlos Nuno Castelo Vieira, Guilherme Louro Ruivo e Ma-

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o bom oficial. – Bom cão de caça até à morte dá ao rabo. – Bom companheiro, o dinheiro. – Bom conselho desprezado, há-de ser muito lembrado. – Bom coração quebranta má “ventura” (ou “vontade”). – O bom coração sofre e o

– Bom homem, goza o fruto. – O bom julgador, por si se julga. – Bom livro, bom amigo. – O bom mosto vai ao rosto. – O bom pai ame-se e o mau sofra-se. O bom pagador não receia pena. – O bom por si se gaba. – O bom sofre o que o mau não pode. – O bom vinho arruina a bolsa e o mau o estômago. – O bom vinho faz o homem despercebido. In: Rifoneiro Português P. Chaves

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Preencha as casas vazias, com algarismos de 1 a 9, sem repetições em nenhuma linha ou quadrado.

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Bertino Coelho Martins

bom siso ouve. – Bom de convidar, mau de fartar. – O bom dizedor antes perde um amigo que um bom dito. – O bom e o bem nunca enfadam. – Bom é ferir o soberbo quando está só. – Bom é saber que pão te há-de manter. – Bom exemplo e boas razões, avassalam os corações. – Bom exemplo, meio sermão. – O bom fruto vem de boa semente. – O bom ganhar, faz o bom gastar.

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SUDOKU

Adágios do Povo – O bom amo faz o criado. – Bom amigo é o gato, se não arranha. – O bom aparelho faz

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HORIZONTAIS – 1 - Vencimento dos militares. Sente dor. 2 - Roçaguei. Levante, nascente. 3 Senhora encarregada da educação doméstica de um príncipe ou de crianças nobres. Imposto que se pagava pela passagem numa ponte. 4 - Tonturas, vertigens. Lugar dos sacrifícios. 5 - Naquele lugar. Transporem. Antes de Cristo (Abrev.). 6 - Tapeçaria ou pano de Arrás. Três (Pref.). 7 - Privação (Pref.). Dispendiosos. Autores (Abrev.). 8 - Contracção de lhe + a. Antigo instrumento musical de cordas (PI.). 9 Soava. Raer. 10 - Conformo-me com. Engolem um líquido. 11 - Ombro (Pref.). Furtes com arteirice (Gír.).

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Carta Dominante: 4 de Ouros, que significa Projectos. Amor Carta Dominante: 6 de Copas, que significa Nostalgia. Amor Carta Dominante: Rei de PPaus, aus, que significa Força, Coragem e JustiAmor: Demonstre, com Amor: Não deixe ça. Amor mais entusiasmo, as suas emoções. Procure não ter discussões com o seu compatransparecer tanto os seus ciúmes e fraquezas, poderão afectar a sua relação. Amor: Tenha cautela, não deixe que a sua vida amorosa caia na rotina. Saúde Saúde nheiro. Não entre em conflitos desnecessários. Saúde: A sua vitalidade estará à Saúde: Poderá sentir algum desgaste físico. Tenha cuidado com as mudanças de Saúde: O seu sistema nervoso poderá estar mais abalado, reflectindo-se no vista de todos, mas tenha calma. Dinheiro Dinheiro: Reflicta sobre a sua vida profissional, temperatura. Dinheiro Dinheiro: Poderá surgir uma oportunidade de obter rendimento exfuncionamento do seu organismo. Dinheiro Dinheiro: Altura propícia para enfrentar poderá ser o momento ideal para reciclar os seus conhecimentos. Número da Sorte: tra, através de um part – time. Número da Sorte: 42. Números da Semana: 22, 36, novos desafios. Não seja conformista, avance. Número da Sorte: 36. Núme68. Números da Semana: 4, 7, 1, 25, 36, 9. Dia mais favorável: terça-feira. Lema da Semana: Quando 3, 2, 1, 20. Dia mais favorável: sexta-feira. Lema da Semana: Eu procuro ser justo e correcto para ros da Semana: 47, 45, 41, 40, 2, 5. Dia mais favorável: segunda-feira. Lema da Semana: quero falar com Deus, abro-lhe o meu coração e digo tudo o que sinto. Horóscopo Diário Ligue já! com todos os que me rodeiam. Horóscopo Diário Ligue já! 760 30 10 12. Sou leal para comigo mesmo e para com as pessoas que amo. Horóscopo Diário Ligue já! 760 30 10 11. 760 30 10 13. 26/12 a 2/1/2011

Carta Dominante: 4 de Copas, que significa Desgosto. Amor Amor: Esta semana estará disposto a fazer de tudo para agradar a sua cara-metade. Existirá um clima favorável ao diálogo e ao romance. Saúde Saúde: Tudo correrá pelo melhor devido ao seu optimismo e confiança. Dinheiro Dinheiro: Por influência de terceiros poderão surgir alterações neste domínio. Para cumprir os seus objectivos, vai ter que se esforçar a duplicar. Número da Sorte: 40. Números da Semana: 8, 5, 2, 3, 6, 9. Dia mais favorável: quarta-feira. Lema da Semana: Tenho Fé e acredito que o Universo nunca se engana. Horóscopo Diário Ligue já! 760 30 10 14. 26/12 a 2/1/2011

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Carta Dominante: A Justiça, que significa Justiça Carta Dominante: 7 de Ouros, que significa Trabalho. Amor Justiça. Amor Amor: Tente não ser tão Amor: É prioritápossessivo e dominador, para poder reencontrar o equilíbrio que a sua relação rio que deixe de exigir tanto do seu par. Não se tem dado o devido valor, deve necessita neste momento. Saúde Saúde: Aja com prudência, não exceda os seus limites acreditar mais em si, e ver que é uma pessoa com muito valor. Saúde Saúde: Não físicos. Dinheiro Dinheiro: A sua vida financeira encontra-se num período francamente se prive de pequenos prazeres apenas porque deseja ter uma boa aparência positivo. Número da Sorte: 8. Números da Semana: 1, 4, 7, 10, 41, 2. Dia mais física. Dinheiro Dinheiro: Não fique triste se não conseguir atingir o sucesso que favorável: domingo. Lema da Semana: Retribuo com generosidade tudo aquilo que recebo. Horós- merecia profissionalmente. Para atingir os seus objectivos deverá trabalhar com mais afinco. copo Diário Ligue já! 760 30 10 15. Número da Sorte: 71. Números da Semana: 1, 4, 5, 2, 3, 36. Dia mais favorável: terça-feira. Lema da Semana: Procuro ser simples porque sei que viver com simplicidade é mais do que um acto, é uma virtude. Horóscopo Diário Ligue já! 760 30 10 16. 26/12 a 2/1/2011

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Carta Dominante: 4 de PPaus, aus, que significa Ocasião Inesperada, Amizade. Amor: Respeite a Amor: FaCarta Dominante: 3 de Copas, que significa Conclusão. Amor Carta Dominante: 6 de Ouros, que significa Generosidade. Amor Amor: Boas perspectivas neste campo, continue a investir. Aproveite bem este períforma de expressar os sentimentos da sua cara-metade. Deverá falar abertamenvoreça a sua relação através do carinho e do companheirismo. Saúde Saúde: ConAmor odo pois goza um momento favorável. Saúde Saúde: Aprenda a controlar os seus nervos, te com aqueles que ama, não se iniba a expor os seus sentimentos. Saúde Saúde: Tentrole melhor os seus horários de sono. Deverá visitar o seu médico regularserá benéfico para si. Dinheiro Dinheiro: Invista na organização para melhorar a funcionalidadência para se sentir um pouco depressivo. Dinheiro Dinheiro: Deverá agarrar todas as mente, faça um check-up. Dinheiro Dinheiro: Aposte na disciplina e motivação para de do seu departamento. Número da Sorte: 26. Números da Semana: 5, 25, 14, 17, oportunidades que lhe vão surgir, esteja sempre de olhos bem abertos. Número atingir os seus fins. Obterá benefícios se cultivar o relacionamento interpes19, 3. Dia mais favorável: domingo. Lema da Semana: Sou honesto com as pessoas que amo, e isso da Sorte: 39. Números da Semana: 6, 36, 35, 2, 12, 10. Dia mais favorável: segunda-feira. Lema da soal. Número da Sorte: 70. Números da Semana: 5, 4, 10, 23, 26, 29. Dia mais favorável: tranquiliza o meu coração. Horóscopo Diário Ligue já! 760 30 10 17. Semana: Procuro escolher aquilo que é melhor para mim. Horóscopo Diário Ligue já! 760 30 10 18. sexta-feira. Lema da Semana: Acredito que a vida me traz surpresas maravilhosas. Horóscopo Diário Ligue já! 760 30 10 19. 26/12 a 2/1/2011

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Carta Dominante: A TTemperança, emperança, que significa Equilíbrio Carta Dominante: 3 de Espadas, que significa Amizade, Equilíbrio. Equilíbrio. Amor Amor:: Arrisque mais uz. Amor Amor: Não ponha Carta Dominante: A Estrela, que significa Protecção, LLuz uz Amor no amor, pode ser que se surpreenda. Lembre-se que só gozará de uma maior feliciem causa a sua relação por coisas de pouca importância. Seja mais afectuoso. Amor: Esta poderá ser uma semana muito intensa a nível do romantismo e dade se for mais aberto a revelar os seus desejos à sua cara-metade. Saúde Saúde: Poderá Dê uma maior atenção à sua família, é um período que as relações familiares são da aventura. Saúde Saúde: Psiquicamente poderá sentir-se cansado. Tenha mais andar com o ritmo cardíaco muito acelerado. Dinheiro Dinheiro:: Evite entrar em confrontos bastante importantes. Saúde Saúde: O seu aparelho digestivo poderá estar mais vulneatenção ao seu sistema nervoso, não deixe que o stress tome conta de si. Dinheiro com um colega. Seja mais comunicativo, partilhe as suas ideias com os colegas de rável. Dinheiro Dinheiro: Ouça com mais atenção a opinião dos seus colegas. Deve gerir Dinheiro: Momento favorável para aplicações financeiras. Número da Sor Sor-trabalho e daí poderão advir ideias mais aliciantes. Número da Sorte: 14. Números da Semana: 6, 2, 3, bem os seus negócios se não quer ter surpresas desagradáveis. Número da Sorte: 17. Números da te: 53. Números da Semana: 5, 7, 41, 10, 20, 30. Dia mais favorável: sábado. Lema da Sema14, 17, 11. Dia mais favorável: terça-feira. Lema da Semana: Oiço a voz da minha intuição, sei que ela Semana: 13, 15, 26, 30, 6, 5. Dia mais favorável: quarta-feira. Lema da Semana: Fazer o Bem dá na: A felicidade espera por mim! Horóscopo Diário Ligue já! 760 30 10 22. me diz sempre a verdade. Horóscopo Diário Ligue já! 760 30 10 20. alegria ao meu coração! Horóscopo Diário Ligue já! 760 30 10 21.


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Temporada de 2010 – Análise estatística Coordenação de

Ludgero Mendes

Indubitavelmente a arte de pegar toiros, a mais genuína das tradições tauromáquicas portuguesas, é a que suscita maior ambiente em seu torno e, por outro lado, é a que movimenta maior número de elementos activos da Festa Brava. Para chegarmos a tal conclusão, basta considerarmos que cada Grupo tenha no activo vinte forcados – e todos sabemos que há Grupos que têm mais do dobro deste número – e logo atingiremos um número a rondar o milhar, ou seja, mais exactamente, novecentos e sessenta forcados. Para além deste aspecto, de grande significado, há ainda a considerar o facto de ser através da “forcadagem” que se formam centenas de aficionados, pois, não há como provar a sensação de se porem diante de

uma rês brava para se estimular o gosto por esta prática, sendo que mesmo os jovens que não conseguem vencer a barreira do medo, se mantêm ligados ao meio, valorizando ainda mais aqueles, seus amigos, que dominam o medo e protagonizam instantes de um encanto e de uma carga emocional espantosa. Para muitos dos nossos jovens forcados, a arte de pegar toiros é uma espécie de desporto radical, onde a adrenalina atinge valores elevadíssimos e onde se experimentam sensações fantásticas, dada a imprevisibilidade de cada sorte, variável tanto em função do comportamento do toiro, como da atitude do próprio forcado. Mas, efectivamente, o ser membro de um Grupo de Forcados é muito mais do

48 Grupos de Forcado em actividade

que isso. Obviamente, o valor, o poder atlético e a técnica são factores muito importantes para o sucesso nesta actividade, tão carregada de uma expressão romântica e de um sincero idealismo, mas, há outros valores que superam estes e que, estes, sim, são fundamentais para a “construção” de um forcado. O espírito colectivo, pois um Grupo de Forcados é muito mais do que a soma das individualidades que o compõem, o respeito pelos mais velhos, e a reverência que lhes é devida, o orgulho e a honra de integrarem um Grupo que presta homenagem em permanência aos que os precederam no seio do Grupo, a amizade e a solidariedade que une todos em torno do mesmo objectivo, ao ponto de se expor a própria vida para socorrer

algum companheiro em dificuldade, a educação entre todos, ao ponto de nunca se usar a palavra antes dos mais velhos, a confiança no Grupo onde, na hora da verdade, não há medo que impeça uma atitude mais ousada e corajosa para salvar um companheiro colhido. Enfim, estes valores extravasam em muito a sorte de pegar toiros, mas revelam-se fundamentais para o sucesso desta função. Por isso, tanto se exalta a amizade como um dos factores primordiais na vivência de um Grupo de Forcados, e, ao mesmo, contribui para a construção de homens, verdadeiros cidadãos, temerários mas conscientes, do que podem fazer e do que se espera que façam. É por tudo isto que o público aficionado português tanto respeita o Forcado e tanto vibra com o seu labor na arena, sofrendo com os seus desaires, e extravasando um sentimento de alívio e de festa quando a sorte é bem sucedida. Deste modo, aquilo que poderia parecer excessivo – quarenta e oito Grupos de Forcados em actividade – acaba por não ser demasiado, uma vez que aqueles que não forem forcados de qualidade superior, serão, decerto, cidadãos de grande categoria e autênticas referências na sociedade em que se integram. Como sucede com todas as restantes categorias de “artistas”, há um significativo conjunto de Grupos – na circunstância, vinte e quatro, ou seja, metade da totalidade – que apenas pe-

garam cinco corridas ou menos, mas, mesmo, assim, treinaram, pegaram, jantaram, conviveram e assistiram a corridas de toiros como todos os restantes, e respeitaram as mesmas regras que todos os outros. Há, naturalmente, Grupos que, tecnicamente, evidenciaram um nível muito superior a outros – o que acontece em todos os sectores da sociedade e, inclusivamente, ao nível da Festa Brava – porém, quase todos se equipararam ao nível da dedicação e do empenho, pelo que todos são triunfadores, demonstrando como o romantismo pode subsistir no seio de uma actividade tão competitiva e materializada como é o espectáculo tauromáquico. O Grupo de Forcados Amadores de Alcochete, que tem vindo a atravessar sucessivas temporadas de sucesso, foi o mais activo, tendo actuado em trinta e duas corridas, merecendo diversos troféus quer no colectivo quer no plano individual, com diversos forcados distinguidos. Os Forcados Amadores de Montemor e os de Cascais ocupam as posições seguintes, tendo pegado em vinte sete corridas, mais duas do que o Grupo de Forcados Amadores de Vila Franca de Xira, e mais três do que os “Amadores de Santarém” que pegaram em vinte e quatro corridas. O Grupo de Forcados Amadores de Coruche actuou em vinte e duas corridas e os de Évora pegaram em vinte espectáculos. Os Forcados do Aposento da Moita do Ribatejo e os Amadores de Moura e de Portalegre pegaram em dezoito corridas; os “Académicos” de Elvas e os Amadores de Beja, Lisboa e de São Mancos actuaram em dezassete espectáculos; os

Amadores de Azambuja e de Alter do Chão pegaram em quinze espectáculos, os de Arronches, em treze, os de Monforte, em onze, e os de Chamusca, Clube Taurino Alenquerense, Caldas da Rainha, Redondo, Tertúlia Tauromáquica Terceirense e de Tomar em dez. Abaixo deste número de actuações há ainda a considerar a actividade dos seguintes Grupos de Forcados Amadores: Ramo Grande e Tertúlia Tauromáquica do Montijo (nove), Aposento da Chamusca (oito), Aposento do Barrete Verde, Póvoa de São Miguel e Ribatejo (sete), Bencatel, Cuba, Monsaraz, Pinhal Novo e Salvaterra de Magos (seis), Aposento do Alandroal, Coimbra, Moita do Ribatejo e Setúbal (cinco), Monsaraz (quatro), Montijo e Aposento de Tomar (três), Amareleja, Benavente, Sousel e Turlock – Califórnia (duas), e Arruda dos Vinhos e Mazatlán – México (uma). Como se pode perceber têm vindo a surgir imensos Grupos de Forcados Amadores no Alentejo, que, inclusivamente, ombreiam com alguns dos mais antigos e carismáticos, como são os casos de Montemor e de Évora, o mesmo sucedendo ao nível do Ribatejo, que já não é a região onde existem em actividade mais Grupos de Forcados, mas onde os mais antigos ainda continuam a pontificar, como são os casos de Santarém, Vila Franca de Xira, Coruche e Aposento da Moita. Surpreendentemente, ou talvez não, entre os Grupos mais activos na temporada em análise, registam-se os Amadores de Cascais, de Moura, de Portalegre, “Académicos” de Elvas, de São Manços, de Alter do Chão, de Arronches e de Monforte.


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Tempo de Natal…Tempo de meditação! De quando em vez, pegamos em textos já produzidos há algum tempo atrás e reconhecemos-lhe tanta actualidade, que nos apetece reproduzi-lo. Sem mais detalhes, sem correcção de forma, nem necessidade de datar. É o que ocorre em relação a esta saudação natalícia, que, no nosso modesto entender de escrevinhador, se mantém válido e actual, pelo que, contando com a vossa habitual tolerância, não resistimos a trazer uma vez mais à vossa presença e ao vosso elevado juízo. Aqui vai… com votos de Boas Festas! Aproxima-se o final do ano… Mais um, dirão muitos dos que não tiveram ainda razões para celebrar qualquer evento ou situação extraordinária a seu favor, enquanto outros, mais felizardos, poderão ser levados a considerar que este foi o seu ano. Mas, foi, de facto, mais um… Ou menos um, depende da lógica da contagem! Menos um para as nossas vidas, e menos um para podermos, eventual-

mente, lograr alcançar os objectivos a que nos propusemos e que ainda não concretizámos… Esta, é a dialéctica da vida – mais um, menos um… Abandonando, por ora, cogitações filosóficas em torno da nossa existência e da nossa actividade, sempre diremos que, para muitos cada ano que passe nunca deixará de ser apenas mais um, pois, não evidenciam atributos ou potencialidade para consumar o seu ano. Ganadeiros, toureiros, forcados, empresários, apoderados, críticos e aficionados, todos, à sua maneira e

a seu tempo, sempre terão a oportunidade de conjugar as múltiplas expressões do seu sonho para consagração dos seus desejos. Para alguns a confirmação do mérito, para outros a justificação de uma segunda oportunidade, e para outros, ainda, a frustração do sonho! Mas, que mal virá ao mundo, e aos próprios, se não forem capazes de cumprir o seu sonho? Quem um dia sonhou ser matador de toiros, mas que, apenas, tenha conseguido atingir a função de bandarilheiro, se o for competente e sério, terá motivos para se penalizar? É óbvio que não, des-

de que, em todos os momentos se tenha comportado com dignidade! Alguém que sonhou ser toureiro ou forcado, mas se chegar à conclusão de que não tem condições físicas, técnicas ou morais para o ser e se desistir, mantendose, apenas, como aficionado, terá razões para ter vergonha? É óbvio que não, desde que, em todos os momentos se tenha comportado com honradez! Alguém que venceu todas as vicissitudes com que foi sendo confrontado no afã de cumprir o seu sonho, e se depois de o haver conseguido não tiver condições –

Federação Taurina Extremenha anuncia Triunfadores 2010 A Federación Taurina Extremeña deu a conhecer publicamente os Triunfadores da Temporada de 2010 na província da Extremadura espanhola, onde sem surpresa, o troféu mais auspicioso premiou o qualificado labor do jovem diestro Miguel Ángel Perera, também ele natural da região, mas um toureiro a atravessar um momento extraordinário, sublinhado pelo reconhecimento unânime dos

aficionados ao toureio a pé. Aqui fica a lista com os nomes dos eleitos: Melhor Matador - Miguel Ángel Perera; melhor Rejoneador - Leonardo Hernández; melhor Ganadaria – Zalduendo; Menção Especial para um Novilheiro com Picadores - Manuel Larios; Menção Especial para um Novilheiro sem Picadores - Rafael Cerro; Medalha de Prata da Federação - Manuel Bejarano.

Escola “Joaquim Gonçalves” celebra o Natal No passado domingo, dia 19 de Dezembro, a escola de Toureio “Joaquim Gonçalves”, fundada e dirigida por seu sobrinho, o popular bandarilheiro Pedro Gonçalves, reuniu em jornada de confraternização natalícia, tendo proporcionado o convívio de jovens alunos e de antigos “maestros”, como são os casos dos consagrados José Júlio e Ricardo Chi-

banga. Esta agradável jornada de convívio proporcionou ambiente de interessante tertúlia, com os mais veteranos a transmitirem saber e experiência aos mais jovens, perspectivando-se aquilo que possa vir a acontecer na próxima temporada. Oxalá que todos possam consumar os seus mais legítimos sonhos. Boas Festas!

ou oportunidades – para construir uma carreira triunfal e tiver de desistir, ou alterar, tem razões para se arrepender da sua trajectória? É óbvio que não, desde que, em todos os momentos se tenha comportado com verdade! Dignidade, honradez e verdade são, afinal, os melhores atributos para todos quantos se movimentam no universo taurino, independentemente do sucesso ou da frustração que possa constituir a sua trajectória. Há valores mais altos que se levantam… Um homem poderá não ter conseguido ser um grande toureiro, mas, pode ser um excelente empresário, ou apoderado, ou, até, apenas, aficionado! E já não será pouco, pois, decerto que terá um profundo respeito pelos que jogam o seu futuro em cada dia que passa e pelos que se mantêm em carreiras consolidadas. Os mais valorosos e competentes nem sempre se dão conta da grandeza do seu mérito, porém, os que não

lograram triunfar, mas que sabem o que é preciso vencer para alcançar o sucesso, têm mais consciência do valor que é preciso para se ser figura. Uns e outros, todos, afinal, terão de estar unidos pelos princípios mais estruturantes do carácter humano, onde pontificam aqueles que se instituem como autênticas referências: dignidade, honradez e verdade! Que a ambiência de harmonia e de paz que faz pulsar as nossas vidas nesta quadra festiva do Natal, possa inspirar toda a Família Taurina a ser, de facto, uma família harmoniosa e pacífica, e que o Novo Ano permita a todos a concretização dos seus sonhos e das suas paixões. A bem da Festa e a bem de todos nós! Nesta oportunidade, queremos agradecer e retribuir as imensas manifestações de votos de Boas Festas que nos têm chegado! Desejamos, assim, a Todos um Santo Natal e um Ano Novo muito Feliz! LM

Já são conhecidos os cartéis de Atarfe

Ao contrário do que vem acontecendo em épocas anteriores, no próximo ano o Certame de Rejoneo de Atarfe irá sofrer algumas alterações na sua composição, passando a contar com a participação de recortadores, para além das presenças habituais de toureiros equestres e de forcados. O certame terá inicio no próximo dia 20 de Fevereiro e terminará a 13 de Março, contando um ano mais com forte presença portuguesa. Assim, a composição dos cartéis é a seguinte: - Domingo, 20 de Fevereiro – Reses de Prieto de la Cal para Joana Andrade e Ana Rita. Exibição Goyesca de Recortadores com duas reses em pontas (Taurovisión) e actuação dos Forcados Amadores de Coimbra; - Domingo, 27 de Fevereiro - Toiros de Villamarta para Manuel Caetano e José Antonio Mancebo. Exibição de recortadores ‘Team Toro’ com duas reses em pontas e actuação dos Forcados Amadores de Alenquer; - Domingo, 6 de Março - Reses de Campos Peña para Javier Cano e Juan Manuel Cordero. Exibição de ‘VizaRecortadores - Arte y Emoción’ e actuação dos Forcados Amadores dos Açores (desconhece-se, pela apresentação, se se trata dos Amadores de Ramo Grande ou dos Amadores da Tertúlia Terceirense); - Domingo, 13 de Março - Grande Final - Toiros de Millares para os dois rejoneadores/cavaleiros finalistas, recortadores finalistas e os forcados finalistas. Espera-se que, à imagem dos anos anteriores, a televisão espanhola “Canal Andaluzia” possa transmitir os espectáculos em directo.


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CORREIO DO RIBATEJO Edição n.º 6.236 | 23 de Dezembro de 2010

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Ana Jorge pede rigor na gestão hospitalar

Hospital de Santarém inaugura Unidade de Radioterapia Os doentes oncológicos da região centro do país passam agora a dispor de uma moderna unidade de diagnóstico e tratamento instalada no Hospital de Santarém (HS). A Unidade de Radioterapia ‘Quadrantes’, do Grupo Joaquim Chaves, está em funcionamento há uma semana e pretende dar resposta à “grande incidência de patologia oncológica que se verifica nesta zona”, disse ao Correio do Ribatejo José Josué, administrador do HS. “Identificávamos esta necessidade como sendo decisiva para dar resposta às necessidades das pessoas”, afirmou, uma vez que até aqui os doentes tinham de ser encaminhados para unidades do Barreiro, Setúbal, IPO de Lisboa ou Coimbra, “com todo o desconforto que isso implicava, tanto mais que o tratamento destas patologias é extremamente agressivo e debilitante”. Apesar de haver um protocolo com uma empresa de táxis para o transporte destes utentes, “depois de um tratamento de quatro ou cinco horas, o terem ainda de fazer o regresso a casa, era muito pesado”,

A nova Unidade vem dar resposta à “grande incidência de patologia oncológica que se verifica nesta zona”

A Unidade de Radioterapia foi inaugurada pela ministra da Saúde Ana Jorge

afirmou. Agora, o factor de proximidade vai permitir melhorar o conforto dos pacientes, para além de se tratar de uma unidade “extremamente bem equipada”, segundo referiu. A ‘Quadrantes’ do HS foi inaugurada no dia 16 pela ministra da Saúde, Ana Jorge, que referiu que esta parceria com uma entidade privada representa “uma mais-valia para o Sistema Nacional de Saúde (SNS) e os seus utentes”. A tutelar da pasta da Saúde considera ser fundamental “investir também na área do diagnóstico precoce”, e reforçar “a constituição de equipas de decisão terapêutica na área oncológica”. Para Ana Jorge, “a escolha da melhor terapêutica para o doente tem de ser posta em cima da mesa, para tratar e garantir que os custos são sustentáveis”, afirmou. Relembrando que as áreas oncológica e do VIH Sida são as que representam maiores encargos em termos de consumo de farmácia nos Hospitais, Ana Jorge apelou ao rigor: “para conseguirmos conti-

nuar a tratar, temos de o fazer de uma forma muito exigente, seguindo as orientações técnicas e pondo em primeiro lugar a decisão terapêutica em favor do doente”. Segundo a governante é fundamental “fazer escolhas acertadas” com critérios clínicos bem definidos. No mesmo dia, foram ainda inauguradas as recentes obras de melhoramento do Pavilhão de Consultas Externas do HS, que dá resposta diária a mais de 600 utentes. “Com esta renovação de instalações estamos no bom caminho para outros 25 anos de Saúde para os 190 mil beneficiários na área de abrangência directa do Hospital de Santarém”, declarou a ministra. A nova unidade de Radioterapia e as melhorias no Serviço de Consultas Externas representam um investimento de 10 milhões de euros. Já em 2011, a administração do HS espera ver concluídas as obras das Urgências e planeia avançar com o projecto para a construção de uma nova Maternidade. Filipe Mendes

Locutor da Renascença apresentou Festa de Natal do Hospital de Santarém

António Sala quer regressar à Televisão António Sala poderá estar de volta ao pequeno ecrã já em 2011, com um programa de conversas “intimistas”, para dar a conhecer facetas escondidas da vida de figuras públicas. “Tenho o projecto de lançar um programa televisivo com um formato inspirado numa rubrica de rádio que tive. Será, no fundo, uma conversa semanal com uma personalidade, para descobrir o homem ou a mulher por trás da figura pública”, disse ao Correio do Ribatejo o conhecido locutor de rádio. António Sala preside actualmente ao Clube Renascença, instituição de utilidade pública que junta milhares de amigos e ouvintes da estação, depois de, no início deste ano, ter decidido aposen-

tar-se. “Costumo dizer que estou reformado da parte chata do dia-a-dia. Mas de resto, estou mais activo agora: tenho feito coisas que até aqui não

podia, por falta de tempo.” Depois de ter cessado as suas funções executivas e de locução na RR, António Sala tem aproveitado para se dedicar à escrita para

crianças e intensificar a sua actividade como voluntário no Instituto Português de Oncologia (IPO). “Pratico voluntariado há 14 anos no IPO, primeiro na pediatria e agora, todas as terças-feiras, ajudo a servir jantares e dou apoio às pessoas mais idosas”, revelou. “É um trabalho que me faz muito bem a nível pessoal e me tem ajudado a perceber o sentido da vida”, acrescentou. António Sala tem apresentado diversas Festas de Natal, um pouco por todo o País, em colectividades e associações de terceira idade, porque, afirma “gosto de o fazer, e é uma forma de, numa altura muito especial do ano, podermos ser úteis e ajudar, durante pelo menos umas horas, pessoas que estão a sofrer e se encontram fora das suas casas”.

António Sala apresentou segunda-feira a Festa de Natal do Hospital de Santarém (HS), onde contagiou, com a sua boa-disposição e à-vontade, todas as pessoas que assistiram ao evento. A sua participação serviu, em certa medida, como forma de agradecimento pelo carinho e cuidados prestados à mãe, que esteve recentemente internada no HS. No conjunto de projectos de António Sala, está ainda a encenação de um espectáculo musical, que subirá ao palco do Tivoli após a conclusão das obras do Teatro, que terão a duração prevista de oito meses. A “Magia da Rádio” conta a saga de uma família, entre 1936 e os nossos dias, e é um pretexto para contar também a história do País. “A mãe é uma velha cantora da Rádio, o neto agora

é jornalista e radialista, e esta peça passa por toda a História de Portugal durante este período: tudo o que houve de mau, mas também de esperançoso, e que é a nossa história”, disse. António Sala nasceu em 1949, em Mariz (Vila Nova de Gaia). A sua estreia como apresentador de televisão foi em 1972, no programa “Música Maestro”. Em 1974, gravou o seu primeiro disco a solo, “Recados de Telex”, e cinco anos mais tarde iniciouse na locução do programa da RR, “Despertar”, um dos grandes sucessos de audiência da estação. Foi director-geral do Grupo Renascença entre 2003 e 2007, tendo desempenhado funções de assessor do Conselho de Administração. FM


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saúde

CORREIO DO RIBATEJO Edição n.º 6.236 | 23 de Dezembro de 2010 PUB

Unidade de Cuidados na Comunidade de Santarém

Olhar o doente como pessoa sete dias na semana Apenas com um pequeno cão como companhia, D. Inácia, 83 anos, recebe todos os dias a visita de uma equipa da Unidade de Cuidados na Comunidade (UCC) de Santarém. Um acidente vascular cerebral (AVC) deixou-a acamada há três semanas, agravando a doença que já levava, desde há quase um ano, as enfermeiras da UCC a sua casa para uma injecção diária. “Ela aqui não está bem”, desabafa a enfermeira Paula Guilherme, confessando que, graças à intervenção da assistente social da UCC, Manuela Soares Lopes, a casa da idosa, onde chovia, foi arranjada e pintada. A preocupação agora é conseguir um lugar para D. Inácia numa unidade de cuidados continuados de longa duração, tendo Paula esperança de que a idosa venha a ser acolhida na que abriu recentemente em Arrouquelas (Rio Maior). Este cuidado, não apenas com a saúde mas com toda a situação dos doentes, disponível sete dias por semana, é porventura a grande diferença introduzida com a criação das UCC, há precisamente um ano, que vieram substituir e alargar os antigos cuidados domiciliários de enfermagem, sublinha a coordenadora da unidade. “É sobretudo a segurança e a tranquilidade que o utente tem em saber que há

alguém a quem pode recorrer os sete dias da semana”, disse Manuela Vieira, enfermeira, destacando ainda o carácter transdisciplinar da unidade. Os meios solicitados na candidatura que permitiu que esta UCC integrasse o grupo das que foram inauguradas há um ano começam a precisar ser “esticados”. “Com o passar do primeiro ano verificámos que as horas da psicóloga e da terapeuta ocupacional (duas das três técnicas a meio tempo na equipa de 12 pessoas) são insuficientes”, disse à Lusa, receando que aconteça o mesmo com as do fisioterapeuta que se deverá juntar em breve à equipa. A psicóloga, Fátima Triguinho, e a terapeuta ocupacional, Jesus, têm-se revelado fundamentais na avaliação das situações e no apoio a doentes com demência e às famílias, nomeadamente nos casos de Alzheimer, como na ajuda aos que necessitam de reabilitação motora. Tendo no apoio domiciliário o seu principal pilar, a intervenção da UCC alargase à implementação do Programa Nacional de Saúde Escolar, à saúde materna; à participação no Programa de Intervenção Precoce de Santarém, junto de crianças com necessidades especiais e à resposta às solicitações das entidades parceiras,

como a comissão de protecção de menores. Um terapeuta da fala e uma nutricionista ou dietista, dois especialistas que não fizeram parte da candidatura desta UCC, fariam sentido na equipa, sublinhou Manuela Vieira, sem esquecer a viatura devidamente adaptada e equipada para recolha adequada dos resíduos, que a unidade espera receber. Até lá, as técnicas deslocam-se nos seus próprios carros ou, quando fazem as visitas domiciliárias, na carrinha da Unidade de Saúde Familiar do Planalto. Paula Guilherme faz de motorista para as visitas deste dia, primeiro a casa de D. Inácia, na cidade, e depois a casa do senhor Luís, de 87 anos, que visitam duas vezes por semana, na Moçarria, para tratar as úlceras que resultam de estar acamado. Esta nem é a mais distante das 12 freguesias que cobrem (abrangendo 49 mil dos 66 mil utentes do concelho). Joana Correia, dois anos mais nova que o marido, ela própria dependente de um andarilho, reconhece a preciosa ajuda das técnicas, que é complementada, tal com acontece com D. Inácia, com os cuidados de higiene prestados por uma instituição local. “Se não fossem elas, nem o podíamos cá ter”, frisou.

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Redacção:

Sofia Meneses

(Cart. prof. n.º 2486)

Sérgio F ernandes Fernandes

Estagiário (Cart. prof. n.º TP-1401)

Filipe Mendes

Estagiário (Cart. prof. n.º 7984) Colaboradores habituais:

Joaquim Veríssimo Serrão, João Gomes Moreira, Ludgero Mendes, Martinho Vicente Rodrigues, José Miguel Correia Noras, Victor Bezerra, José Gonçalves Frazão, Luís Cunha Romão, Carlos Oliveira, António Carreira, Eusébio Jorge, António Semedo, António Valente, Bertino Coelho Martins, Pedro Canavarro, Mário de Sousa Cardoso, Maria Regina Pinto da Rocha, Vanda do Nascimento, Rogério Cordeiro Soares, Humberto Nelson Ferrão, Maria Fernanda Barata, Vicente Batalha, José Varzeano, Teresa Lopes Moreira, Luísa Barbosa, António Canavarro, Humberto Pinho da Silva, Jaime de Lemos Rebelo Pinto, Afonso Serrão Gomes, Hélio Lopes, António Madeira, A. Pena Monteiro, António Soares Fernandes e Aurélio Lopes. Laboratório Certificado ISO 9001:2000

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Edição n.º 6.236 | 23 de Dezembro de 2010

CORREIO DO RIBATEJO

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União Humanitária promove campanha “1% Contra o Cancro” A União Humanitária dos Doentes com Cancro (UHDC) está a promover a sua campanha anual de angariação de fundos “1% Contra o Cancro”, durante o mês de Dezembro, sendo esta “uma receita vital para a sua sobrevivência”, pois todos os apoios que presta são gratuitos. “Face aos seus escassos meios”, a UHDC apela à “solidariedade de toda população para que nesta campanha cada cidadão contribua com o donativo de 1 por cento do seu subsídio de Natal”. “Esta campanha tem como objectivo garantir os meios necessários para que a União possa continuar a sua obra de solidariedade social, beneficiando assim milhares de doentes com cancro mais carenciados, o que só é possível com a continuação do apoio de toda a população”, disse à agência Lusa o presidente da UHDC. Luís Filipe Soares referiu que “o montante angariado será aplicado na prossecução de todas as actividades

da União para 2011, das quais se destacam as consultas médicas e psicológicas, a Linha Contra o Cancro e o Núcleo de Apoio ao Doente Oncológico”. Os donativos podem ser depositados aos balcões do Montepio ou enviados através do Multibanco, por transferência, para o NIB 003602169910007736322. De cada donativo será emitido recibo, que será enviado a quem o solicitar, através do e-mail uhdc@netcabo.pt ou por telefone (213940302), mencionando a sua identificação, precisou o presidente da UHDC, que é membro efectivo do Grupo Técnico

Consultivo da DirecçãoGeral da Saúde. “O cancro, pela sua dimensão - a segunda causa de morte em Portugal e a primeira no grupo etário entre os 35 e os 64 anos -, é uma doença e uma problemática que a todos diz respeito e que só poderá ser vencido com a mobilização de toda a sociedade”, disse ainda Luís Filipe Soares. A União Humanitária dos Doentes com Cancro é uma associação humanitária, de solidariedade social e de beneficência, sem fins lucrativos, que tem como primeiro objectivo apoiar os doentes com cancro e seus familiares.

Recolha de sangue em Santarém O Grupo de Dadores de Sangue de Pernes promove, dia 26 de Dezembro (domingo), entre as 9h00 e as 13h00, uma recolha de sangue na antiga Escola Prática de Cavalaria (entrada junto ao Convento de São Francisco), em Santarém. PUB

Combatentes com Apoio Médico Psicológico O Núcleo de Santarém da Liga dos Combatentes informa que a partir de 2011, dispõe de um Centro de Apoio Médico Psicológico e Social (CAMPS). Qualquer combatente ou familiar que necessite de ajuda, deverá contactar o Núcleo de Santarém para marcação do atendimento através do telefone 243324050, pelo E-mail: liga.santarem@sapo.pt ou na sede, na Travessa dos Pasteleiros, 16, em Santarém.

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F. RIBEIRO DE CARVALHO

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Testemunho ao Vidente de Fátima Tive uma vida sempre com paz sem grandes problemas de maior, sempre com o que podemos contar no dia-a-dia. Verdade é certa que tudo mudou a partir do momento em que engravidei, uma gravidez por mim desejada mas que para a família do meu marido assim não o era. Passei 6 meses de gravidez de cama, uma gravidez de risco, algo impensável pois tanto era o sofrimento que estive à beira de perder a minha filha várias vezes, eu sentia uma revolta para com tudo e todos, já ninguém me aguentava nem eu aguentava ninguém. Quando nasceu a minha filha, não havia uma noite de sossego eu não conseguia estar dentro de casa, e certas pessoas pareciam ver no meu sofrimento um agrado. Fui levada pelo meu marido junto do vidente de Fátima a quem um amigo também já tinha recorrido. Saí de lá na mesma altura diferente com o meu bebé ao colo, a minha casa foi benzida, eu dei um salto do sofrimento à alegria pois via que o meu marido não iria suportar muito tempo tal situação e eu não o queria perder. Hoje sou uma pessoa realizada nunca mais fui atacada por quem tanto mal me desejara. A minha filha é uma princesa linda e sem problemas de maior, e vejo, que a cada dia que passa, tenho o meu casamento mais fortalecido. Prometi dar o meu testemunho aqui me encontro a fazê-lo pois para alguém que tanto bem fez sobre a minha vida e a vida de quem tanto amo, muito mais mereceria. O meu obrigada e nunca será esquecida a forma como tratou de nós. Obrigada. Celeste

FARMÁCIAS DE SERVIÇO EM DEZEMBRO Santarém Helena Flama Vitae Batista Veríssimo S. Nicolau Francisco Viegas Oliveira Pereira Sá da Bandeira Confiança Vitorino

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Almeirim

Cartaxo Abílio Guerra

3, 5, 6, 9, 15, 18, 21, 24, 26, 27, 30.

2, 8, 11, 14, 17, 19, 20, 23, Pereira 29. 1, 4, 7, 10, 12, Correia dos Santos 13, 16, 22, 25, 28, 31.

Alpiarça

Correia de Oliveira

2, 6, 10, 14, 18, 22, 26, 30.

Leitão

Central

3, 7, 11, 15, 19, 23, 27, 31.

Barreto do Carmo

Gameiro

4, 8, 12, 16, 20, 24, 28.

Mendonça

1, 5, 9, 13, 17, 21, 25, 29.

Aguiar

3, 6, 9, 11, 12, 15, 21, 24, 27, 30. 1, 7, 10, 13, 16, 18, 19, 25, 26. 2, 4, 5, 8, 14, 17, 20, 23, 25, 26, 29.

Salvaterra M. Carvalho

Martins

1, 2, 3, 4, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 26, 27, 28, 29, 30, 31. 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25.

Rio Maior Cândido Barbosa

Almeida

1, 2, 3, 4, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 26, 27, 28, 29, 30, 31. 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25.


última

CORREIO DO RIBATEJO Edição n.º 6.236 | 23 de Dezembro de 2010

Ao balcão do Quinzena

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Os medicamentos estão em saldo até ao fim do ano!

Em 2011, o preço dos comprimidos, xaropes e ampolas vai subir e acabam-se muitas comparticipações.

Pois eu cá vou optar pela medicina alternativa: pomada só do Quinzena.

Primeira edição prevista para 2012, em Santarém

Candidatura Avieira prepara festival de cinema e vídeo “Povos e Rios” onde ficará sediado o secretariado. O presidente do Festival e a Comissão de Honra serão escolhidos pelas entidades promotoras. Para os organizadores, o interesse deste festival é, não só antropológico e etnográfico, como também turístico e ambiental e por consequência económico,

ao fazer do Ribatejo e de Santarém “o centro e a montra a nível mundial desta temática, utilizando o audiovisual como meio privilegiado de comunicação e divulgação”. “Ao promovê-lo [o Festival] estamos a contribuir para criar condições próprias de um processo de desenvolvimento sustentável ba-

seado na identidade e na cultura das Comunidades Avieiras proporcionando, assim, mais um instrumento para o crescimento económico regional,” admite o Gabinete de Coordenação do Projecto de Candidatura dos Avieiros a Património Nacional na mesma nota enviada ao Correio do Ribatejo. JPN

FOTO NUNO DOMINGOS

“Povos e Rios” é um festival internacional de cinema e vídeo, que terá a sua primeira edição no primeiro trimestre de 2012, e cujo principal objectivo é divulgar obras audiovisuais produzidas sobretudo no espaço de União Europeia, relacionadas com esta temática, informa o Gabinete de Coordenação do Projecto de Candidatura dos Avieiros a Património Nacional numa nota enviada ao Correio do Ribatejo. Promovido pelo Instituto Politécnico de Santarém enquanto líder do projecto da Cultura Avieira -, pela Câmara Municipal de Santarém e pelo IADE - Instituto de Artes Visuais, Design e Marketing -, o festival terá a sua primeira edição no primeiro trimestre de 2012 e, segundo a mesma nota, “respeita as tradições cinéfilas regionais, de que se evoca o Festival de Cinema Agrícola e Etnográfico, na década de 80 do século XX”. Francisco Manso - produtor e realizador de cinema português - será o Director do Festival. O Festival, com periodicidade anual, decorrerá, em Santarém, durante uma semana, com extensões noutras cidades da região. As projecções, as sessões oficiais de abertura e encerramento, bem como as entregas dos prémios, terão lugar no Teatro Sá da Bandeira, em Santarém, cidade

Ponto final Enquanto o país definha num triste miserabilismo e se prepara para os maus “presentes” que ao Ano Novo irremediavelmente trará, a campanha eleitoral para a Presidência da República arrasta penosamente o seu calendário perante o alheamento, quase total, de uma sociedade amorfa e desiludida. A vitória anunciada de Cavaco (não por ter sido um grande Presidente da República mas por “ter sido” Presidente da República) contribui, ainda mais, para uma anestesia política que os órgãos de comunicação (mais por obrigação informativa) vão, esforçadamente, tentando promover. A luta entre Cavaco Silva e Manuel Alegre é apenas formal e não corresponde, afinal, a uma verdadeira corrida ao cargo presidencial. Corresponde sim, dir-se-á, a um conjugar de interesses que não têm necessariamente como objectivo a vitória eleitoral. Para Alegre, é a oportunidade de marcar a agenda política durante meses e de, surgindo como referência, se apresentar como o candidato natural de uma esquerda (embora contrariadamente) unida; de que apenas o PCP (sempre cioso da sua individualidade), não participa. Oportunidade, eventual, para marcar pontos e ocupar um espaço susceptível de ser potenciado daqui a cinco anos. Tirando partido de uma abrangência que, é um facto, mais ninguém possui entre os potenciais candidatos de esquerda. A cereja no bolo é o apoio relutante do Partido Socialista, entalado entre apresentar um candidato próprio igualmente não vencedor e obtendo um resultado (face às actuais conjunturas e às deficientes disponibilidades) necessariamente irrisório ou engolir o sapo de apoiar Alegre que, afinal, é militante socialista, embora, de um ponto de vista socrático, pouco menos que insuportável. Já para o Bloco de Esquerda, tudo se resume a surgir como tendo pela primeira vez uma palavra a dizer na escolha presidencial. Ter sido o motor de arranque de uma candidatura que representa a oposição de esquerda e obriga o PS a um papel secundário. Um passo em frente no seu processo de afirmação. Daí o seu especial empenho na mesma! PS – Ah! E entretanto, está aí o Natal! Lembranças mercantilistas de um tempo em que ainda acreditávamos no Pai Natal. Nas renas voadoras e nos reis magos. Em estrelas guias, anjos trombeteiros e deuses nascidos em manjedouras ao badalar da meia-noite! Em suma, em que ainda acreditávamos! Aurélio Lopes

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Edição nº 6.236 de 23 de Dezembro de 2010