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CORREIO DO RIBATEJO

Tudo em Pneus ao melhor preço

23 de Julho de 2010 • 119.º ano • N.º 6.214 • Sai à 6.ª-feira • Preço: j 0,60 • Semanário Regional • Telef. 243333116 • Fax 243333258 Director: João Paulo Narciso • Redacção: Rua Serpa Pinto, 98 a 104 • Apartado 323 • 2001-904 Santarém• E-mail: correiodoribatejo@mail.telepac.pt Gerentes e proprietários: Mário da Conceição Lopes, Manuel Oliveira Canelas e Luís Manuel Pires Marques www.correiodoribatejo.com

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Telefones: 243323304 SANTARÉM 243356000 PORTELA DAS PADEIRAS

Presidente da ARH Tejo em sessão pública na Câmara de Santarém

“O Alviela não está condenado”

I Festival

“Alpiarça Terra do Melão” a partir de amanhã p. 2

Desporto

O fim do andebol sénior dos Caixeiros A falta de verbas condenou à morte uma das equipas mais emblemáticas e tituladas da História da cidade. À atenção da Câmara Municipal: para onde caminha o desporto em Santarém? p. 24

O presidente da Administração da Região Hidrográfica do Tejo disse estar convicto de que “o Rio Alviela vai voltar a ser o que já foi, antes de uma geração”. “O Alviela não está condenado”, afirmou, no Salão Nobre dos Paços do Concelho de Santarém, durante a sessão pública intitulada “Protocolo de Alcanena – passo a passo na requalificação e valorização da Bacia do Alviela”. Mas, para que as palavras de Manuel Lacerda sejam uma realidade, há que, primeiro, concretizar uma mão cheia de projectos englobados no protocolo assinado há um ano. Projectos que têm sofrido adiamentos sucessivos, mas que deverão estar concluídos, na totalidade, no final de 2013. p. 3

Agrupamento Mem Ramires extinto em clima de contestação

Reorganização da rede escolar avança apesar dos pedidos de suspensão A Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo (DRELVT) já extinguiu o agrupamento de escolas Mem Ramires e deu conhecimento dessa decisão através de uma cópia de despacho, que chegou ao dito agrupamento na passada segundafeira. Esta extinção é mais um passo no processo de constituição do mega agrupamento em Santarém, resultante da fusão da Escola Secundária Dr. Ginestal Machado com o agrupamento Mem Ramires. Processo irreversível, apesar das críticas, das dúvidas e dos pedidos de suspensão. Vítor Barreto, director da Ginestal Machado, foi escolhido pela DREL, para presidir à Comissão Administrativa Provisória do mega agrupamento. p. 6 PUB


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verso da capa

CORREIO DO RIBATEJO Edição n.º 6.214 | 23 de Julho de 2010

Sabe por que é que se diz?...

DITO & ESCRITO

“Tenho razões para pensar que se trata de uma nomeação política”

Rir a bandeiras despregadas

“Não entendo essa afirmação. Não faz qualquer sentido, pois não revelei qualquer opção políticopartidária” Vítor Barreto, director da Escola Ginestal Machado, escolhido pela DREL para presidir à referida Comissão, comentando declarações de António Pedro.

CLICK!

António Pedro, director do Agrupamento Mem Ramires, agora destituído de funções, a propósito da nomeação de Vítor Barreto para presidir à Comissão Administrativa Provisória do mega agrupamento de Santarém.

Os sorrisos dissiparam-se há muito. O tombo, desta feita, não é brincadeira. Caro leitor, o inconcebível sucedeu: caiu o andebol sénior dos Caixeiros, uma das históricas formações escalabitanas que ainda fazia face ao encarecimento do oxigénio as permite respirar. Sem apoios e, particularmente, sem as indispensáveis verbas camarárias destinadas ao associativismo, a solução só podia vestir um pijama de três letras: fim. E assim se coloca mais um clube em repouso. Mas a sangria não se quedará por aqui: como a foto sugere, em Santarém teme-se um efeito dominó. A menos que, num repente, surjam pagamentos salvadores, ordenados pelos responsáveis municipais. Esperem… Alguém falou em ordenados?

Significado: Rir aberta e sinceramente; rir com muita vontade e prolongadamente. Origem: “Bandeiras despregadas” significa “velas (dos navios) ao vento”, “bandeiras desfraldadas” ou “bandeiras ao vento”. A expressão “rir a bandeiras despregadas” significa “rir aberta e sinceramente como nos dias de festa”. É fácil compreender que as bandeiras podem estar atadas antes dos dias festivos para não se rasgarem. Chegado o dia marcado para a festa, as bandeiras são desatadas para serem agitadas pelo vento.

Festival em Alpiarça promove melão produzido no concelho A Câmara Municipal e a Junta de Freguesia de Alpiarça realizam, no próximo fim-de-semana, o I Festival do Melão para valorizar e promover um produto que reivindicam como originário do concelho. “Alpiarça Terra do Melão” são as palavras inscritas no autocolante que, sábado, vai ser colocado na fruta e que os autarcas querem que passe a identificar o melão produzido no concelho nos mercados em que este é vendido. “Estamos a cumprir o nosso programa eleitoral”, disse à agência Lusa o presidente da Câmara de Alpiarça, Mário Pereira (CDU), adiantando que a falta de promoção do melão e da melancia produzidos no concelho foi uma das necessidades identificadas durante a campanha eleitoral para as últimas autárquicas. “Queremos que a produção de melão seja associada cada vez mais a Alpiarça”, concelho onde nas últimas décadas “se tem produzido mais melão” sem que se tenham colhido “os benefícios desse trabalho e labor da população”, disse. Também Joana Serrano, presidente da junta de freguesia de Alpiarça, reivindica para o seu concelho “a verdadeira origem do melão” (também reclamada pelo concelho vizinho de Almeirim), que quer

de e a preços “com que se pode trabalhar”. Joana Serrano disse à Lusa que o festival que se realiza este fim de semana será a primeira de várias iniciativas que visam a promoção do melão de Alpiarça, estando em perspectiva a exportação deste fruto para as duas cidades (em França e na Polónia) geminadas com o município. Por outro lado, espera conseguir mobilizar os produtores para se iniciar o processo de certificação do melão de Alpiarça. Celestino Brasileiro sublinhou que estas iniciativas servem igualmente para “ganhar os produtores para uma maior organização, de forma a valorizar mais um produto de grande qualidade”. O Festival pretende divulgar a qualidade do melão “Manuel António”, bem como Alpiarça como “terra do melão” PUB

que passe a ser conhecida por quem consome este fruto. O festival decorre sábado e domingo no Parque do Carril, junto ao mercado da fruta - onde diariamente, em Julho e Agosto, os produtores põem à venda os melões, melancias e meloas que produzem -, aproveitando a presença dos produtores. Assim, os visitantes serão convidados a provar gratuitamente estes frutos, estando ainda prevista a realização de mostras gastronómicas com melão, que inclu-

em desde os doces, aos bolos, sumos, saladas e sopas, todos confeccionados com melão, disse Joana Serrano à Lusa. Domingo, será servida uma sardinhada à hora do almoço para quem visite o certame, com convite a um passeio de barco na Vala Real de Alpiarça. Sábado à tarde realiza-se uma palestra sobre a qualidade do melão “Manuel António”, uma variedade desenvolvida por um produtor do concelho e que o agricultor Celestino Brasileiro define como “muito

apaladado, muito alinhavado, muito bonito”. Celestino Brasileiro realçou a importância de se procurar criar mercado para esta variedade, que teve expressão há algumas décadas e que só voltará a ser produzida em quantidade se alguma empresa de produção se sementes se interessar. Segundo este produtor, apesar de algum atraso nas sementeiras, devido às condições climatéricas, a colheita já se iniciou, sendo os resultados “satisfatórios”, com melão de boa qualida-

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Edição n.º 6.214 | 23 de Julho de 2010

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Presidente da ARH Tejo em sessão pública na Câmara de Santarém

“O Alviela não está condenado” O presidente da Administração da Região Hidrográfica do Tejo (ARH Tejo) disse estar convicto de que “o Rio Alviela vai voltar a ser o que já foi, antes de uma geração”. “O Alviela não está condenado”, afirmou. Manuel Lacerda falava, dia 15 de Julho, no Salão Nobre dos Paços do Concelho de Santarém, durante a sessão pública intitulada “Protocolo de Alcanena – passo a passo na requalificação e valorização da Bacia do Alviela”. No período de debate, Maria João Cardoso, chefe de Divisão de Resíduos e Promoção Ambiental da Câmara de Santarém, perguntou se haveria possibilidade de, dentro de algumas gerações, o rio ser devolvido às populações, tal como ele era antes das fontes de poluição. “Pode e deve”, garantiu Manuel Lacerda. “A capacidade de regeneração dos rios é mais rápida do que gerações”, respondeu. Até lá, porém, há que concretizar uma mão cheia de projectos englobados no protocolo assinado há um ano entre o Governo, o município de Alcanena, o Instituto de Água (INAG), a ARH Tejo e a Associação de Utilizadores do Sistema de Águas Residuais de Alcanena (AUSTRA). Muitos desses projectos sofreram adiamentos sucessi-

Manuel Lacerda garante que o Alviela “pode e deve” voltar a ser o que já foi

vos, o que tem merecido críticas do presidente da Junta de Freguesia de Vaqueiros – concelho de Santarém, e de várias entidades descontentes com o atraso das obras, como é o caso do Partido Ecologista “Os Verdes” que na semana passada se pronunciou sobre o assunto, em conferência de imprensa. Se, doravante, tudo correr como previsto, no final de 2013 todas as empreitadas estarão concluídas. Os projectos protocolados, num total de mais de 21,2 milhões de euros, vão ser comparticipados através de fundos do Programa Operacional da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Centro, no caso das obras em Alcanena, do Programa Operacional (POR) da CCDR do Alentejo, no

Garrafa meio cheia ou meio vazia? O protocolo, assinado no dia 5 de Junho de 2009, prevê seis acções, cada uma delas apresentada durante a sessão pública, por técnicos, quer da AUSTRA quer da ARH Tejo. Após cada apresentação, seguiu-se um período de debate que contou com intervenções diversas, umas mais optimistas do que outras. Moita Flores, presidente da Câmara de Santarém, criticou o pessimismo redutor e defendeu que o problema da poluição do Alviela deverá ser resolvido de forma construtiva, sem apontar culpados. Lembrou os festivais de música, a petição sobre o rio levada à Assembleia da República e outras acções desen-

volvidas nos últimos tempos, que tiveram por objectivo sensibilizar o Governo e mobilizar cada vez mais pessoas para a necessidade de salvar o Alviela. “Para aos que acreditam em deus, a garrafa está meio cheia. Para os que acreditam no diabo, a garrafa está meio vazia”, disse, concluindo que “a responsabilidade de encher a garrafa é de todos nós”. Moita Flores elogiou a acção desenvolvida por Manuel Lacerda, presidente da ARH Tejo – “um dos nossos maiores aliados, que fez das tripas coração para resolver o problema a contento de todos”, segundo o autarca. Por isso, declarou, “este mandato não chegará ao fim sem um reconhecimento público formal pelo seu empenho”.

caso das obras no Mouchão Parque em Pernes, e do Programa Operacional de Lisboa e Vale do Tejo, na reabilitação da célula de lamas não estabilizada. Segundo o presidente da ARH Tejo, as restrições orçamentais impostas pelo Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) “não vão afectar o financiamento das obras na bacia do Alviela”.

Fiscalização proactiva Porém, Manuel Lacerda sublinha que a “solução integradora” traduzida no protocolo “não vai, sozinha, resolver o problema”. Para além dos projectos previstos, “é necessário um programa de fiscalização proactiva”, defendeu, apelando, em especial às juntas de freguesia, para que alertem a ARH Tejo, sempre que for detectado um foco de poluição. “É preciso identificar, agir e impedir a continuação do problema”, frisou. Manuel Lacerda referiu como positivo o modelo de planeamento em curso, que contempla várias zonas piloto. “Na Bacia do Tejo, o Alviela será a bacia piloto”, dotada de “instrumentos de gestão” que permitam fazer uma fiscalização proactiva e uma monitorização em tempo real, segundo explicou. Sofia Meneses

Missão cumprida em finais de 2013 Os seis projectos protocolados encontram-se em fases distintas de desenvolvimento e o prazo de conclusão das obras varia de caso para caso. Porém, prevê-se que, no final de 2013, todas as empreitadas estejam concluídas. A Reconstrução da Cascata do Mouchão de Pernes, orçada em 914 mil euros, é um dos seis projectos previstos no protocolo. Comparticipada em 60% pelo FEDER, a obra, da responsabilidade da ARH Tejo, com conclusão prevista para Novembro deste ano, sofreu um grande atraso devido às fortes chuvadas e inundações no Inverno passado, que obrigaram à suspensão dos trabalhos e causaram a derrocada da muralha. Por tudo isto, houve que efectuar projectos

técnicos complementares. “Para nós, pernenses, o importante é que o Mouchão volte a ser o que era”, disse Salomé Vieira, presidente da Junta de Freguesia de Pernes, que, no uso da palavra no período de debate, considerou que “muito há ainda por fazer, para que o rio volte a correr como há 50 anos”. No âmbito do protocolo, será também efectuada a remodelação da rede de colectores de águas residuais, numa extensão superior a 42 quilómetros, com o objectivo de corrigir a degradação e separar os efluentes domésticos e pluviais dos industriais. A obra, orçada em cerca de cinco milhões de euros, já está a concurso e prevê-se a sua conclusão para Novembro de 2013. A empreitada

ficará a cargo da ARH Tejo, AUSTRA e da autarquia de Alcanena. A melhoria da eficiência do sistema de tratamento da ETAR é uma das acções que implica maior investimento – cerca de sete milhões de euros. Será alvo de uma candidatura ao POR do Centro, e a AUSTRA admite financiar com fundos próprios a restante comparticipação nacional da obra. A entrega do projecto de execução está prevista para Setembro, a adjudicação da empreitada, para Março de 2011 e a conclusão dos trabalhos, para Agosto de 2012. Com mais de 20 anos de exploração, a ETAR de Alcanena emite maus odores e não permite a separação das águas pluviais, das residuais. Pretende-se que o novo projecto so-

lucione este problema e que permita transformar o actual tratamento químico dos resíduos, num tratamento fundamentalmente biológico. Questionado pelo presidente da Junta de Freguesia de Vaqueiros sobre suspeitas de entrada de resíduos de outras proveniências, o presidente da ARH Tejo limitouse a responder que, tanto quanto sabe, “a AUSTRA só recebe os resíduos que tem autorização para receber”. Englobada no protocolo está, ainda, a defesa contra cheias da ETAR de Alcanena, obra da responsabilidade da ARH Tejo, que esteve suspensa por causa das enxurradas de inverno, o que implicou uma revisão do projecto. Este contempla a substituição da ponte sobre a Ribeira do Car-

valho e a regularização da ribeira no troço de influência da ETAR. Perto de 800 mil euros é o valor estimado do investimento, com 75% de comparticipação do FEDER. Prevê-se a conclusão dos trabalhos em Novembro próximo. A ETAR de Alcanena, infraestrutura inaugurada em 1988, foi construída em leito de cheia e, desde sempre, revelou deficiente funcionamento. A construção de uma unidade de tratamentos de resíduos industriais (“raspas verdes”) é outro projecto, este da responsabilidade da AUSTRA, com financiamento do QREN – POR Centro, que visa valorizar este tipo de resíduos, aproveitando-os para a produção de gordura destinada às indústrias dos combustíveis, do sabão, entre

outras. A candidatura será formalizada este mês, a adjudicação da empreitada acontecerá em Janeiro de 2011 e, em Setembro de 2011, deverão estar terminados os trabalhos. A reabilitação da célula de lamas não estabilizadas é outra das acções, esta, estimada em 4,5 milhões de euros. O concurso para a empreitada será lançado este mês de Julho, a adjudicação da obra ocorrerá em Dezembro e a sua conclusão está prevista para o final de 2012. O investimento total de cerca de 21,2 milhões de euros é considerado “uma oportunidade única para cumprimento da lei da Água, Lei n.º 58/2005 de 29 de Dezembro, e para a melhoria de Qualidade de Vida das populações ribeirinhas do rio Alviela”. PUB

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Movimento Protejo assume estatuto formal de associação “Assumir o estatuto formal de associação e alargar a influência” aos 94 municípios da bacia do rio são objectivos do ProTejo - Movimento pelo Tejo, que fez no passado sábado (dia 17) o balanço de um ano em actividade. Um ano depois de ter definido os seus princípios reivindicativos, o movimento, que agrega 31 associações e cerca de 1300 cidadãos, deliberou dia 17, em Vila Nova da Barquinha, assumir a constituição formal com o estatuto de associação e elegeu ainda o biólogo Rui Reis como porta-voz, juntando-se assim a Rui Constantino, que já exercia a função. Segundo disse à agência Lusa Rui Constantino, um dos coordenadores do movimento cujo lema é a defesa, recuperação e valorização do rio Tejo, a decisão de formalizar o movimento enquanto associação surge num momento “decisivo”. “Esta é a altura em que estão em cima da mesa para discussão planos bastante importantes”, como sejam o Plano de Gestão da Bacia Hidrográfica do Tejo, o Plano de Ordenamento do Estuário do Tejo e o Plano Estratégico de Requalificação e Valorização do rio Tejo, alegou. “Enquanto movimento informal, numa fase inicial, foi possível ter alguma flexibilidade que permitisse ir congregando as diversas associações e grupos de cidadãos em torno do projecto de defesa do Tejo, mas, hoje, só com estatuto oficial poderemos intervir nas propostas de análise destes planos”, advogou. Segundo disse o dirigente, o movimento surgiu há um ano e “em boa hora, decorrente de uma necessidade de se fazer algo mais pela qualidade da água do rio Tejo”. “O Protejo não substitui o trabalho desenvolvido por outras associações ambientalistas mas agrega e alarga em amplitude, com uma lógica de trabalho de sensibilização em termos ambientais, mas também com as vertentes culturais, pedagógicas, de enfoque na justiça social e debate nas questões de distribuição de riqueza regional”.

Jornadas “Por Um Tejo Vivo” em Maio de 2011

Paulo Constantino destacou no plano de activi-

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dades para o segundo semestre de 2010, a realização de um concurso de fotografia intitulado “Proteger o rio, preservar a água”, uma iniciativa que encontra-se enquadrada na “Festa da água do Tejo”, evento que se irá realizar no dia 25 de Setembro, em Vila Nova da Barquinha, e que integrará jornadas científicas, ateliês de pintura à beira rio e espectá-

culos musicais. O responsável disse ainda à agência Lusa que em Maio de 2011 serão realizadas pela primeira vez em Portugal as V Jornadas “Por Um Tejo Vivo”, onde participarão representantes de mais de 100 organizações de cidadãos e ecologistas de Espanha e Portugal, reunidas na Rede de Cidadania por Uma Nova Cultura da Água no Tejo/Tajo.

A elaboração de um Atlas da Bacia Hidrográfica do Tejo e a criação de um programa denominado “Asas sobre Água”, para análise do estado de conservação dos espaços da Rede Natura 2000 que dependem de água no âmbito do Plano de Gestão da Região Hidrográfica do Tejo, são alguns de outros projectos anunciados hoje pelo Protejo.

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Famílias do Cartaxo apostam na educação parental A Câmara Municipal do Cartaxo, em conjunto com alguns parceiros da Rede Social, promoveu, entre os meses de Abril e Junho, Programas de Educação Parental, sendo que pela primeira vez estas acções envolveram pais de crianças com idades entre os 2 e os 6 anos. No Programa participaram 45 pais de crianças e jovens dos 2 aos 6 anos (Programa Mais Família Mais Criança) e dos 10 aos 16 anos (Programa Mais Família Mais Sensata), tendo sido constituídos seis grupos de pais, dinamizados cada um por dois técnicos, em regime de voluntariado. Em cada uma das doze sessões foram abordados temas diferentes, destacando a importância de princípios e “ferramentas” da parentalidade eficaz, tais como: atenção positiva; uso de elogios – salientar o que têm e fazem de melhor os filhos; dar ordens e estabelecer limites; aprender a ignorar comportamentos desadequados; consequências negativas para os comportamentos indesejados; resultados escolares e a questão das

Pais procuram o caminho certo para assegurar uma relação familiar saudável e uma educação que proporcione um desenvolvimento equilibrado da criança

“más companhias”. A metodologia utilizada baseiase em princípios da participação activa, discussão de temas, reflexão, dinâmicas e dramatizações em grupo, partindo da experiência dos pais. A população alvo foi, este ano, maioritariamente constituída por pais de crianças dos Jardins de Infância do Cartaxo, de Pontével e de Vale da Pedra e por pais de crianças apoiadas pela Intervenção Precoce.

Programa ajuda pais a encontrar respostas Sandra Anastácio tem duas filhas, uma com 6 anos e outra com 12. Foi sobretudo a diferença de idades que as separa e os comportamentos diferentes que demonstram que levou esta mãe a interessar-se pelo Programa de Educação Parental. “Imaginei que este programa fosse uma boa aposta para me ajudar a encon-

trar um equilíbrio entre elas. Porque com estas vidas activas que temos agora, por vezes estamos tão cansados que qualquer choque que aconteça entre elas nós temos vontade de explodir”, começou por descrever, acrescentando que “aqui recebemos ferramentas que nos ajudam a conseguir ir moldando as diferentes situações”. Esta mãe conseguiu encontrar no Programa várias respostas às suas preocupa-

ções. A que mais a apoquentava “era saber se estamos a agir da melhor forma e perceber até onde podemos ir sem as magoar, sem deixar marcas para situações futuras”. Foi sobretudo essa incerteza que levou Filipe Palma a aceitar a proposta da sua mulher para integrar o Programa. “Provocava-me alguma inquietação imaginar, caso estivesse a educar mal agora, qual seria a repercussão no futuro”. Na tentativa de procurar conselhos para uma “educação melhor” para as suas duas filhas – uma de 2 anos e outra de 5 – Filipe Palma diz já ter colhido alguns resultados bastante positivos. “Eu costumava irritar-me muito facilmente e isso já tenho vindo a melhorar. Consegui também que elas comecem a fazer algumas coisas que antes não faziam. Agora é só uma questão de tempo”, referiu, confiante. Depois de dois filhos que não deram grandes inquietações, o terceiro fez Maria do Céu Marinho pensar que poderia não estar capacitada dos melhores instrumentos para levar por diante a

difícil tarefa que é educar. “A minha filha mais nova tem um comportamento muito diferente, é muito mais activa e tem uma grande capacidade de se impor, e eu achei que em algumas situações necessitava de um apoio suplementar para lidar com elas. Pelo conteúdo do curso vi que aqui poderia encontrar algumas ferramentas para entendê-la melhor e para me entender melhor”, explicou Maria do Céu. Colaboraram na promoção destes programas os seguintes parceiros da Rede Social: Agrupamento D. Sancho I – Pontével, Agrupamento Marcelino Mesquita – Cartaxo, Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Secundária, Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento Marcelino Mesquita, Centro Social Paroquial de Vale da Pinta, CPCJ do Cartaxo, Intervenção Precoce do Concelho do Cartaxo, Jardim de Infância do Cartaxo, Serviço Local de Segurança Social, UCC — Unidade de Cuidados na Comunidade do Cartaxo – Agrupamento de Centros de Saúde do Ribatejo. PUB


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Agrupamento Mem Ramires extinto em clima de contestação

Reorganização da rede escolar avança apesar dos pedidos de suspensão

Extinção do agrupamento Mem Ramires é mais um passo na criação do mega agrupamento de escolas, cuja comissão administrativa provisória será presidida por Vítor Barreto

A Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo (DRELVT) já extinguiu o agrupamento de escolas Mem Ramires e deu conhecimento dessa decisão através de uma cópia de despacho, que chegou ao dito agrupamento na passada segunda-feira. Esta extinção é mais um passo no processo de constituição do mega agrupamento em Santarém, resultante da fusão da Escola Secundária Dr. Ginestal Machado com o agrupamento Mem Ramires. Processo irreversível, apesar das críticas, das dúvidas e dos pedidos de suspensão. Vítor Barreto, director da Ginestal Machado, foi escolhido pela DREL, para presidir à Comissão Administrativa Provisória do mega agrupamento. Irá exercer as novas funções a partir do próximo dia 1 de Agosto. Neste caso, a DREL não procedeu à escolha dos restantes dois elementos da equipa, tendo incumbido Vítor Barreto dessa tarefa. Este responsável já deu a conhecer ao Correio do Ribatejo, os nomes por si escolhidos: Maria de Lurdes Figueira e José Luís Avelino, respectivamente, ex-subdirectora e ex-director adjunto

da Secundária Ginestal Machado. A decisão foi comunicada, esta semana, ao Ministério da Educação que deverá dar o seu aval, segundo explicou Vítor Barreto. A equipa em causa terá a missão de preparar o novo ano lectivo e de organizar as eleições para o Conselho Geral e para o director do mega agrupamento (eleito por quatro anos). “Depois de conhecido o organograma e o número de horas, será também escolhido um conjunto de assessores”, acrescentou.

Escolha do presidente causa perplexidade Vítor Barreto – dias depois de se ter manifestado contra este processo, contestando sobretudo o timing e a falta de escla-

recimento sobre o mesmo, e de se ter recusado a formar uma lista de consenso para a Comissão Administrativa Provisória – foi o nome escolhido pela DRELVT, o que causou perplexidade a António Pedro, director do agrupamento Mem Ramires, agora destituído das suas funções. António Pedro diz não compreender por que a DREL nomeou, precisamente, a pessoa que se tinha mostrado indisponível. “Tenho razões para pensar que se trata de uma nomeação política”, disse ao Correio do Ribatejo. Por vontade de António Pedro, ter-se-ia constituído a lista de consenso solicitada pela DREL, mas, face à recusa de Vítor Barreto, aquele informou a Direcção Regional de que

estaria disposto a colaborar, embora não visse vantagens no processo. De resto, as suas críticas foram tornadas públicas numa conferência de imprensa em que se manifestou contra a criação do mega agrupamento. Contactado pelo Correio do Ribatejo e questionado sobre a alegada “nomeação política”, Vítor Barreto limitou-se a dizer: “Não entendo essa afirmação. Não faz qualquer sentido, pois nunca revelei qualquer opção político-partidária”. O indigitado presidente do mega agrupamento confessa que ficou um pouco surpreendido por ter sido nomeado, embora sempre tivesse tido consciência de que essa nomeação era uma possibilidade. “Comuniquei à DREL a minha indisponibilidade para formar

uma lista de consenso, pois não era esse o projecto para que fui eleito, mas fiz saber que aceitaria as funções que me fossem atribuídas, caso a DREL entendesse que me deveria nomear”, revelou Vítor Barreto ao Correio do Ribatejo. O presidente do mega agrupamento adiantou que “o ambiente na escola está calmo”. À fase de protesto e de indignação, vivida logo após o anúncio da reorganização da rede escolar, seguiu-se o “sentimento de responsabilidade” e “a consciência de que teremos que dar o nosso melhor para que os alunos não saiam prejudicados”, salientou. “O que interessa aqui são os alunos e vamos dar tudo por tudo para preparar devidamente o novo ano lectivo”.

Mega agrupamento com cerca de 2300 alunos O mega agrupamento, a funcionar já no próximo ano lectivo, com início em Setembro, irá contar com um total de 2200 a 2300 alunos, segundo Vítor Barreto. O número limite estipulado pelo Ministério

da Educação, para formação de mega agrupamentos, é de 2500 alunos. Recorde-se que a reordenação da rede escolar, comunicada pela DREL em finais de Junho, na sequência da resolução do Conse-

lho de Ministros nº. 44/ 2010, fez levantar uma onda de protestos na comunidade escolar e deu origem a uma série de abaixo-assinados a pedir a suspensão do processo. Na altura, o Conselho de Esco-

las considerou o processo “ferido de ilegalidade”, uma vez que este órgão não foi ouvido, “como determina o ponto 3 do art.º 2º, do Decreto Regulamentar n.º32/ 2007, de 29 de Março”.

“Lavagem de roupa suja”

António Pedro não tem a mesma opinião: “O ambiente é mau, há uma insatisfação muito grande e, infelizmente, têm surgido na internet comentários anónimos, que são uma lavagem de roupa suja e que só contribuem para dar uma má imagem de tudo isto”. Destituído das funções de director do agrupamento Mem Ramires (entretanto extinto), António Pedro passará a exercer a actividade docente numa escola à sua escolha. Antes da despedida, deverá reunir com Vítor Barreto. António Pedro disse ao Correio do Ribatejo que o seu sentimento é de “muita insatisfação”, pois, “independentemente das opções políticas, que são questionáveis, deveria haver tempo para fazer uma mudança menos precipitada, em que os critérios que conduziram a determinadas escolhas fossem devidamente explicados, sem obedecerem a uma mera ocupação política das instituições”. Até ao momento, não obtivemos resposta da DREL às perguntas colocadas pelo Correio do Ribatejo. Sofia Meneses


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Ponte sobre o Tejo que liga Praia do Ribatejo a Constância cortada ao trânsito

População prepara acções públicas de protesto por encerramento da ponte A população da freguesia de Santa Margarida, em Constância, está a preparar acções públicas de “protesto” pelo encerramento da ponte rodoviária sobre o rio Tejo, que podem passar pelo corte da linha-férrea. O encerramento da travessia decorreu quarta-feira por falhas de segurança detectadas numa inspecção realizada pela Refer - Rede Ferroviária Nacional, criando “constrangimentos sérios” aos cerca de quatro mil utilizadores diários daquela infraestrutura, sendo as alternativas mais próximas as travessias em Chamusca e Abrantes, e que implicam um acréscimo na deslocação de entre 40 a 50 quilómetros. Os cerca de 300 habitantes que estiveram quartafeira reunidos para debater os efeitos do encerramento da travessia, que liga Constância sul a Praia do Ribatejo, expressaram a sua “revolta e indignação” pelo “momento dramático” que dizem viver, tendo afirmado que o relatório da Refer, “por ter sido feito com base em instrumentos de medição de estruturas ferroviárias, não tem credibilidade”. Responsáveis autárquicos, educativos e das forças

de protecção civil estiveram também presentes na reunião, tendo o comandante dos Bombeiros de Constância afirmado que a Refer, “com a decisão que tomou, deixou a população isolada e desprotegida” ao nível da prestação de socorro de emergência médica, de protecção civil, combate a incêndios e até de acesso à própria GNR, que tem o seu quartel também no lado norte, na sede de concelho. “Se a Refer anda a semear ventos vai colher tempestades”, afirmou Adelino Gomes, lembrando que a população corre “riscos acrescidos” neste momento “pela distância que é agora necessária percorrer”. A população afirmou-se “pronta” para manifestações públicas de protesto tendo sido aprovada a ideia de “responder” à posição da Refer “na mesma moeda”. “Se a ponte é da Refer e a Refer nos impede de circular no tabuleiro rodoviário, então nós vamos impedir que eles circulem e utilizem a ponte ferroviária”, defendem os populares. Em declarações à agência Lusa, o presidente da junta de freguesia de Santa Margarida afirmou que a popu-

lação “está mesmo revoltada”, tendo admitido ser “difícil” que o presidente da Câmara, Máximo Ferreira, “segure as pessoas até uma decisão favorável de reabertura”. “Apesar de tentarmos sensibilizar as pessoas para darem algum tempo, atendendo às negociações que estão em curso com o Governo, a revolta é muito grande porque é do lado de lá do rio que trabalham, que estudam, que têm acesso aos serviços públicos e a cuidados de saúde e segurança”, disse António Pinheiro, tendo admitido que “a ideia da população é unir-se e efetuar possíveis cortes de linha”. Contactado pela agência Lusa, Máximo Ferreira, presidente da Câmara de Constância, disse “entender” a revolta da população de uma freguesia que ocupa 2/3 do território concelhio, tem mais de 1800 habitantes e que “está completamente desprotegida”. “É uma situação dramática para esta gente mas já pedi alguma paciência e um compasso de espera antes de fazerem o que quer que seja porque ainda acredito que podemos resolver o problema de forma pacífica”, afirmou.

Barco é opção para a travessia do Tejo em Constância

O encerramento da ponte rodoviária sobre o Tejo, em Constância, originou um movimento inusitado no atravessamento do rio por barco, tendo o próprio presidente da autarquia sido obrigado a recorrer a este meio de transporte. Máximo Ferreira, presidente da Câmara de Constância, foi uma das pessoas que na manhã de quarta-feira optou por fazer a passagem do rio no pequeno barco municipal, tendo afirmado à agência Lusa que o fez “por necessidade” de se

deslocar para o seu local de trabalho. O autarca, que chegou ao cais de embarque às 08h00, habita na margem sul do concelho e afirmou que a situação “implica como que um retrocedimento ao século XVII ou XVIII”, acrescentando que “a alternativa era fazer 50 quilómetros de carro, dando a volta pela ponte de Abrantes”. A vereadora Manuela Arsénio, que habita em Santa Margarida, disse à Lusa ser “constrangedor” e “angustiante” ter de atravessar de

barco pelo facto da ponte estar encerrada, considerando ser “um retrocesso” relativamente à actividade da vila “não haver alternativas de passagem sobre um rio que divide o concelho e dois”. Com o encerramento da ponte sobre o rio Tejo, na zona de Constância, a autarquia reforçou o sistema de travessia do rio através do barco municipal, tendo sido aumentado o número de passagens, as quais decorrem entre as 07h30 e as 00h30, de meia em meia hora.

Estrada Nacional 114 reabre ao trânsito entre o planalto de Santarém e a ponte D. Luís O troço da Estrada Nacional 114 entre o planalto da cidade de Santarém e a ponte D. Luís foi reaberto ao trânsito na passada sextafeira (dia 16 de Julho), concluídas as obras que a Estradas de Portugal lá realizou, ao nível da drenagem de águas pluviais e, sobretudo, para evitar que nova queda de pedras atinja a via pública. O troço da EN 114 desde a igreja de Santa Clara até à ponte D. Luís foi encerrado na noite de 28 de Fevereiro, na sequência da queda de algumas pedras da barreira para a estrada. Os efeitos das chuvas que cairam na altura fizeram-se ainda sentir na encosta de Santa Margarida, onde se registaram alguns desliza-

mentos, tendo a autarquia decidido avançar com a demolição de duas casas devolutas que se encontravam em ruínas. As barreiras de Santarém são monitorizadas desde há vários anos por técnicos do Laboratório Nacional de Engenharia Civil, tendo sido concluído recentemente o projecto que permitirá a apresentação de uma candidatura ao Quadro de Referência Estratégico Nacional ( Q R E N ) p a r a a i n t e rvenção necessária, da ordem dos 25 milhões de euros, informou em Fevereiro, o presidente da câmara municipal de Santarém, Francisco Moita Flores.

O trânsito, neste troço da EN 114, esteve cortado cerca de cinco meses


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Comissão de Utentes da A23

Portagens seriam “um retrocesso de 25 anos” A Comissão de Utentes da A23 do distrito de Santarém considerou sexta-feira (16 de Julho) que a eventual cobrança de portagens naquela auto-estrada, como defende o Governo, “implicaria um retrocesso de 25 anos nas acessibilidades” da região. O porta-voz do movimento, António Ferreira, adiantou que o mesmo é composto por “algumas dezenas de cidadãos anónimos de Torres Novas à Guarda” que “não aceitam” a introdução de portagens na A23. “Caso vá por diante, [a cobrança de portagens] terá sérias repercussões sociais e económicas no Norte do distrito de Santarém”, advogou. A Comissão de Utentes da A23, “formada em 2004 para combater a mesma in-

Comissão de Utentes, criada em 2004, volta a mobilizar-se contra as portagens na A23

Manuel Alegre visita empresas em Santarém e Torres Novas O candidato presidencial Manuel Alegre afirmou segunda-feira que “não é necessária uma revisão constitucional nesta altura”, recusando comentar as propostas apresentadas nestes últimos dias pelo PSD. À margem de uma visita ao distrito de Santarém, à empresa JJ Louro em Amiais de Cima (concelho de Santarém), Manuel Alegre desvalorizou a questão da revisão da Constituição da República e preferiu elogiar o “exemplo” de empresas portuguesas como a JJ Louro. “Esta empresa mostra que Portugal é viável, que Portugal não é insustentável, desde que se aposte nos nossos recursos com imaginação, vontade, capacidade de trabalho e inovação tecnológica e social”; afirmou o candidato à Presidência da República. “Exemplos destes é que fazem o país andar e não as manobras políticas, as habilidades de quem só quer mostrar coisas más”, acrescentou ainda Manuel Alegre, destacando o facto do grupo JJ Louro empregar cerca de 1400 pessoas e de prestar apoio aos seus fun-

dades de financiamento das empresas, a carga fiscal, os atrasos dos processos nos tribunais e a actuação do fisco. O candidato presidencial apoiado pelo PS referiu ain-

da que pretende manter com o Governo uma relação de “cooperação institucional e não uma cooperação estratégica”, frisando que o “Presidente da República não governa”.

NOTARIADO PORTUGUÊS

Cartório de Santarém cionários, nomeadamente, através da ajuda na construção de creches, lares de idosos e de outras infraestruturas sociais de apoio às populações do concelho de Santarém. Em Torres Novas, Manuel Alegre afirmou que “é preciso dar mais importância aos empresários portugueses”, porque “eles vivem um problema quase psicológico, ao verem que são subestimados no nosso país”. À saída de uma reunião com a associação empresarial de Santarém, a Nersant, o candidato à Presidência da República afirmou à Lusa que, se for eleito, vai “tentar fazer com que os empresários sejam olhados como importantes criadores de riqueza” e garante que vai dar atenção a questões como as dificul-

A cargo da Notária Isabel Maria Raimundo de Oliveira Filipe Batista Marques Eu Isabel Maria Raimundo de Oliveira Filipe Batista Marques, Notária do Cartório Notarial de Isabel Marques, na cidade de santarém. CERTIFICO, para efeitos de publicação, que, por escritura de cinco de Julho de dois mil e dez, lavrada de folhas cento e trinta e cinco a folhas cento e trinta e sete, no livro de notas para escrituras diversas número cento e noventa e seis – A. CAROLINO NUNES MARQUES, contribuinte fiscal 139690654, e mulher LÚCIA MARIA REBELO DA FONSECA MARQUES, contribuinte fiscal 204875870, casados no regime da comunhão de adquiridos, naturais ele da freguesia de Várzea, onde residem no lugar de Casais da Charruada, e ela da freguesia de Moçarria, ambas do concelho de Santarém, outorgaram uma escritura de JUSTIFICAÇÃO, na qual com exclusão de outrém, se declaram donos e legítimos possuidores, do seguinte: Prédio rústico, composto por olival, solo subjacente de cultura arvense e olival, no sítio denominado de “Porto Mau”, freguesia de Várzea, concelho de Santarém, a confrontar do norte com João da Silva e Laurinda Rodrigues de Abreu, do sul com construções Litro, Tila e Coelho, Ld.ª e serventia, do nascente com José Mário Marques Quinto e do poente com José Fil Marques da Silva Belo e serventia, com a área de onze mil cento e vinte metros quadrados, omisso na Conservatória do Registo Predial de Santarém e inscrito na matriz cadastral sob o artigo 72 da secção U, com o valor patrimonial tributário para IMI de 925,06j e para IMT de 2.338,84j, valor este que lhe atribuem. Que o prédio foi adquirido verbalmente pelos justificantes a Xavier Marques Duarte e mulher Maria do Rosário Nunes, casados que foram no regime da comunhão geral de bens, por volta do ano de mil novecentos e oitenta e dois, sem que dela ficassem a dispôr de título suficiente e formal que lhes permita o respectivo registo. Que possuem o referido prédio, em nome próprio, há mais de vinte anos, sem a menor oposição de quem quer que seja, desde o seu início, posse que sempre exerceram sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente, traduzido em actos materiais de fruição conservação e defesa, agindo sempre pela forma correspondente ao exercício do direito de propriedade, sendo por isso uma posse pública, pacífica, contínua e de boa fé, pelo que adquiriram o referido prédio por usucapião. Que, assim, invocam o usucapião como meio aquisitivo do seu direito de propriedade. ESTÁ CONFORME. Cartório Notarial de Isabel Marques, 05 de Julho de 2010. A Notária, (Isabel Maria Raimundo de Oliveira Filipe Batista Marques)

tenção” do Governo de então, “desmobilizou após uma grande manifestação em Castelo Branco e que marcou o recuo das intenções de portajar esta SCUT (auto-estrada sem custos para o utilizador)”, acrescentou. António Ferreira justificou que a “reactivação”, agora, da Comissão “decorre das premissas de então, válidas ao dia de hoje”. “Quando a lei foi feita, foi para que as SCUT minorassem ou resolvessem a falta de alternativas em termos de acessibilidades no Interior do país, sendo válidas também para as regiões cujo poder de compra das populações fosse inferior à média nacional”, afirmou o responsável. “O principal problema é a falta de alternativas” para as pessoas se deslocarem, argumentou, exemplificando com o caso da Estrada Nacional 3, que liga Alcanena a Mação, no Médio

Tejo, “cujos troços foram entregues às câmaras municipais e transformadas em ruas com perfis urbanos, com semáforos, rotundas e sem características para uma acessibilidade rápida”. “As repercussões de uma medida desse tipo seriam não só sociais e económicas, mas teria também reflexos na coesão territorial e na aceleração de fenómenos de isolamento das populações, retrocesso na mobilidade, abandono e desertificação do Interior, aumento dos custos de produção e de funcionamento para as micro, pequenas e médias empresas”, alegou. Para o porta-voz do movimento, “a reestruturação dos muitos serviços públicos, intermunicipais e do Estado tem sido feita num pressuposto da existência da A23 como via estruturante de acesso universal e gratuita”. PUB

NOTARIADO PORTUGUÊS

Cartório Notarial de Carlos Arês em Alcanena A cargo do Notário Carlos Manuel Godinho Gonçalves Arês Certifico, para efeitos de publicação que, no dia dezanove de Julho do ano de dois mil e dez, foi lavrada uma escritura de JUSTIFICAÇÃO, exarada de folhas cento e doze a folhas cento e catorze verso, do Livro de Notas para Escrituras Diversas Treze-E deste Cartório, na qual os Senhores MANUEL CADIMA, contribuinte fiscal número 139 323 210 e mulher LEONOR OLIVEIRA PRUDÊNCIO, contribuinte fiscal número 139 323 228, casados no regime da comunhão geral de bens, ambos naturais da freguesia de Vaqueiros, do concelho de Santarém, residentes na Rua Engenheiro António Torres, em Pernes, Santarém, declaram que são donos e legítimos possuidores do seguinte: Prédio urbano sito no lugar e freguesia de Vaqueiros, do concelho de Santarém, composto de casas baixas para habitação com pequeno quintal, com a área total de cento e cinquenta e cinco metros quadrados, descrito na Conservatória do Registo Predial de Santarém sob o número TREZENTOS E TRINTA E UM/Vaqueiros, lá registada a aquisição a favor da Fazenda Nacional pela inscrição Ap. 10, de 21/03/1942, inicialmente inscrito na respectiva matriz sob o artigo 27, posteriormente sob o artigo 202, do qual foi apresentada declaração para inscrição ou actualização de prédios urbanos na matriz no Serviço de Finanças de Santarém em 28/09/2009 tendo-lhe atribuído o artigo P384. Que o referido imóvel se encontra matricialmente inscrito em nome do justificante marido. Que o referido imóvel foi adquirido pelos ora justificantes por compra efectuada a Maria Correia, viúva e única herdeira de JOSÉ DA COSTA CADIMA, conforme consta do Procedimento Simplificado de Habilitação de Herdeiros e Registo número 339/2010, celebrado em dois de Junho de 2010 na Conservatória do Registo Civil da Golegã, cuja certidão me exibiram, sendo que, esta Maria Correia e seu marido o haviam previamente adquirido à Fazenda Nacional, por volta do ano de mil novecentos e sessenta, não tendo sido possível, apesar das buscas efectuadas, encontrar qualquer escritura pública de compra à Fazenda Nacional; posteriormente, a referida Maria Correia, já no estado de viúva, efectuou a venda de metade aos ora justificantes conforme consta da escritura celebrada em vinte e quatro de Agosto de mil novecentos e sessenta e quatro, lavrada a folhas oitenta e dois verso, do livro B – Quinze e da outra metade por escritura de dezanove de Julho do ano de mil, novecentos e setenta e sete, lavrada a folhas sessenta do livro B – Sessenta e Seis, a primeira da extinta Secretaria Notarial de Santarém e a segunda do Primeiro Cartório Notarial de Santarém. Que, eles ora justificantes, desde essas datas, vêm exercendo continuamente a posse sobre o prédio acima identificado, à vista de toda a gente, usufruindo de todas as suas utilidades, habitando-o, fazendo a sua conservação, pagando os respectivos impostos, na convicção de exercerem direito próprio, ignorando lesar direito alheio, sendo reconhecidos como seus donos por toda a gente, pacificamente, porque sem violência, continua e publicamente, de forma correspondente ao exercício do direito de propriedade, sem a menor oposição de quem quer que seja, razão pela qual se pode declarar que adquiriram o citado imóvel por usucapião, título este que não é susceptível de ser comprovado pelos meios normais. Notifiquei previamente a FAZENDA NACIONAL na pessoa do senhor Ministro das Finanças, nos termos do artigo 99º do Código de Notariado. Está conforme o original e certifico que na parte omitida nada há em contrário ou além do que nesta se narra ou transcreve. Alcanena, 19 de Julho de 2010 O Notário, (Carlos Manuel Godinho Gonçalves Arês)


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Assembleia de Freguesia envia carta ao presidente do Conselho de Administração da EDP

Póvoa da Isenta reclama iluminação na zona residencial dos Pinhais A falta de iluminação pública, na zona residencial dos Pinhais, na Freguesia da Póvoa da Isenta, é, há muito, motivo de descontentamento para a população local. Farta de esperar pela resolução do problema, a Assembleia de Freguesia da Póvoa da Isenta, na sua última reunião, decidiu enviar uma carta ao presidente do Conselho de Administração da EDP, solicitando que o caso seja “solucionado com a máxima urgência e de forma permanente, de modo a devolver a normalidade a esta zona”. A carta a que o Correio do Ribatejo teve acesso, refere que o problema remonta a Novembro de 2009 e que, “apesar das várias diligências” feitas pelo presidente da Junta de Freguesia (envio de ofícios, contactos pessoais com a EDP e com a Câmara de Santarém) e pela própria população que efectuou um abaixo-assinado, “não foram, até ao momento, tomadas as medidas necessárias para resolver a falha de luz”. Por isso, a Assembleia de Freguesia da Póvoa da Isenta considera que a EDP “não se encontra a cumprir a obrigação de serviço público a que se destina”. A Assembleia de Freguesia explica o factor que parece estar no cerne do problema: “Neste caso, existe

Devido à falta de iluminação pública a população de Póvoa da Isenta teme pela sua integridade física e segurança de bens, sobretudo durante a noite

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um PT (posto transformação) que se encontra colocado no interior de uma propriedade, motivando acesa discórdia entre o proprietário e a EDP”. A população sente-se prejudicada por este litígio, porque está privada de iluminação pública, o que torna o local “atractivo a práticas de assalto e vandalis-

mo”, segundo lemos na carta. “Sente-se já na população algum receio pela segurança dos seus bens e pela sua integridade física durante a noite, evitando até a passagem pedonal por aquela zona”, adianta a mesma. “É com surpresa que se observa a passividade com que a EDP tem tratado esta

Ourém cria Comissão Municipal de Pessoas Idosas A Câmara Municipal de Ourém aprovou terça-feira, em reunião do executivo, a proposta para a criação da Comissão Municipal de Protecção de Pessoas Idosas de Ourém. A medida surgiu, segundo a autarquia, no seguimento do projecto de diploma apresentado pela Associação Nacional de Municípios Portugueses, que prevê a criação de comissões municipais especialmente dedicadas a políticas de integração social e

situação, pois após as deslocações dos técnicos da EDP efectuadas ao local (poucas) o restabelecimento da iluminação pública só fica solucionado apenas por 1 ou 2 dias, ficando depois longos períodos à espera de nova intervenção”, lemos ainda. A carta dirigida ao presidente do Conselho de Administração da EDP, foi também enviada ao director da EDP de Santarém, à Câmara Municipal, Governo Civil de Santarém, Assembleia Municipal, Grupos Parlamentares da Assembleia da República, Conselho de Ministros e DECO. Fonte da EDP contactada pelo Correio do Ribatejo, confirmou a existência do problema, mas nada mais pode adiantar, por falta de autorização superior. Até ao momento, não conseguimos obter os esclarecimentos pretendidos por parte de quem de direito.

protecção das pessoas idosas. De acordo com o Município este é “um instrumento fundamental para a promoção dos direitos e prevenção das situações de perigo das pessoas idosas”, porque se enquadra na lógica de funcionamento do Conselho Local de Acção Social; visa a articulação das políticas municipais de apoio à pessoa idosa; reforça a importância da prevenção de maus-tratos, da sinalização de situações e o seu

encaminhamento para as entidades competentes através de respostas alternativas à negligência e abandono; integra a participação de 3 níveis de intervenção social: Administração Central, Administração Local e Sociedade Civil; reforça a noção de que a política social assume um papel crescente na dinâmica dos municípios, aos quais são atribuídas mais competências; está estruturada à semelhança da Lei de Protecção de Crianças e Jovens em Perigo.

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“CORREIO DO RIBATEJO” – 23-7-2010

DIRECÇÃO DE FINANÇAS DE SANTARÉM SERVIÇO DE FINANÇAS DE SANTARÉM

A N Ú N C I O e ÉDITOS DE 20 DIAS PROCESSO DE EXECUÇÃO FISCAL Nº 2089200401009273 AP

CITAÇÃO DE CREDORES E VENDA DE BENS

(1.ª publicação) JORGE MANUEL SARDINHA SERRA, Chefe do Serviço de Finanças do concelho de Santarém. Faz saber que por este Serviço de Finanças correm ÉDITOS DE 20 DIAS, contados da segunda e última publicação deste anúncio, citando, nos termos do n.º 2 do artigo 239º do Código de Procedimento e de Processo Tributário (CPPT), os credores desconhecidos e sucessores dos credores preferentes de ZÉLIA MARIA JESUS OLIVEIRA ESCABELADO, com domicílio fiscal na Avenida Marquês de Pombal, LT 85 – 2º ESQ. 2005-170 Santarém, no estado de viúva e cabeça de casal da herança aberta por óbito do executado Sr. FLORINDO PEREIRA ESCABELADO, falecido em 15 de Abril de 2008, que foi gerente da originária devedora ESCABELADO INDUSTRIA DE TORNEADOS DE MADEIRA UNIPESSOAL, LDA., com sede em Corredoura – S. Vicente do Paul – Santarém, para no prazo de 15 (QUINZE) DIAS posteriores aos dos éditos, reclamarem os seus créditos pelo produto da venda do bem a seguir indicado, sobre o qual tenham garantia real (art. 240º, CPPT) e que foi penhorado em 17 de Fevereiro de 2005 no processo de execução fiscal acima identificado, instaurado para pagamento de dívidas à Administração Fiscal provenientes de Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) do ano de 2003, no montante actual de 24.715,82 J sendo 17.879,63j j de quantia exequenda e 6.836,19 j de acréscimos legais. BEM A VENDER Prédio urbano destinado a habitação, sito no lugar de Corredoura, na freguesia de S. Vicente do Paúl, concelho de Santarém, composto de casa de rés-do-chão com três divisões e a área coberta de 54,00 m2 e logradouro com a área de 300,00 m2. Tem um anexo com um forno de cozer pão. Possui as seguintes CARACTERÍSTICAS: Afectação: Habitação, Tipologia/Divisões: T3, Nº de pisos: 1, Área bruta privativa: 54,00m2, Área bruta dependente: 00,00m2, Área total do terreno: 354,00m2, Área de implantação do edifício: 54,00m2, Área bruta de construção: 54,00m2. Inscrito na matriz no ano de 1937 sob o artigo urbano nº 636, da freguesia de S. Vicente do Paúl. Acha-se descrito na Conservatória do Registo Predial de Santarém sob o nº 01122/19981007 (S. Vicente do Paul). É depositária nomeada a Sra. D. ZÉLIA MARIA JESUS OLIVEIRA ESCABELADO, a qual, depois de contactada no domicílio fiscal acima indicado e no cumprimento das suas obrigações legais, o mostrará aos interessados. Findo o prazo dos éditos, no dia 14 de SETEMBRO de 2010, pelas 11,00 HORAS, proceder-se-á à sua venda por meio de PROPOSTAS EM CARTA FECHADA (art. 248º/1,CPPT) sendo o valor base para a venda de 6.405,00j, correspondente a 70% do valor atribuído em avaliação, não sendo consideradas as de valor inferior (art. 250º/4, CPPT). As propostas poderão ser submetidas através da Internet no site (www.e-financas.gov.pt/vendas/.) ou, em alternativa, serem entregues pessoalmente neste Serviço de Finanças ou remetidas pelo correio em sobrescrito fechado, dentro de outro envelope, de forma a serem recebidas até às 16 horas do dia anterior ao da venda, e delas deve constar a referência “PROPOSTA PARA A VENDA Nº 2089.2010.204 – FLORINDO PEREIRA ESCABELADO”, bem como o preço oferecido e a identificação completa (Nome, morada e CF) e a assinatura do proponente, ocorrendo a sua abertura no dia e hora acima designados, na presença do Chefe do Serviço de Finanças, podendo assistir ao acto a executada, os proponentes e eventuais titulares do direito de preferência, os quais, por este meio, ficam notificados para, nos termos do art. 892º do Código de Processo Civil, exercerem o seu direito. Se o preço mais elevado, com o limite mínimo da base de licitação, for oferecido por mais de um proponente, e se estiverem presentes no acto da abertura, abrir-se-á logo licitação entre eles, salvo se declararem que desejam adquirir o bem em compropriedade. Estando presente só um dos proponentes do maior preço oferecido, poderá este cobrir as propostas dos outros, e, se nenhum deles estiver presente ou nenhum quiser cobrir as propostas dos outros, proceder-se-á a sorteio, com vista à determinação da proposta que deverá prevalecer (art. 253º/c. CPPT). Adjudicado o bem, deverá ser depositada na Secção de Cobrança deste Serviço de Finanças a totalidade do preço ou parte dele, não inferior a 1/3 do valor da venda, devendo a restante parte ser depositada no prazo de 15 dias, sob pena das sanções previstas na Lei do Processo Civil. Sendo devido Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (I.M.T.), o pagamento deverá ocorrer no prazo de 30 dias contados da data da adjudicação, nos termos do n.º 3 do artigo 36º do respectivo código. É devido o Imposto do Selo a que se refere a verba nº. 1 da respectiva Tabela. SERVIÇO DE FINANÇAS DE SANTARÉM, aos vinte dias do mês de Julho do ano de dois mil e dez. O CHEFE DE FINANÇAS, (Jorge Manuel Sardinha Serra)

O ESCRIVÃO, (Jorge Fernando Santos Morgado)


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CORREIO DO RIBATEJO Edição n.º 6.214 | 23 de Julho de 2010

Assembleia Distrital do PSD de Santarém aprova realização de Congresso Distrital A Assembleia Distrital do PSD de Santarém, reunida dia 13, decidiu promover o 1.º Congresso Distrital, tendo mandatado a Comissão Política Distrital (CPD) para desencadear “os necessários procedimentos para a organização e realização” do

mesmo. O anúncio público desta iniciativa, inédita no âmbito das organizações de carácter distrital que o PSD normalmente desencadeia em todo o país, terá lugar no final de Setembro de 2010, devendo os seus trabalhos decorrer ao longo de,

sensivelmente, 12 meses até ao segundo semestre de 2011, refere nota da CPD do PSD de Santarém. Segundo a nota o evento visa elaborar um diagnóstico “exaustivo” da realidade política e sócio-económica do distrito e da região,

para ser “reflectido e discutido” no Congresso, bem como “trabalhar na obtenção de propostas políticas que possam ser traduzidas num documento final a apresentar ao 1º Congresso Distrital do PSD de Santarém para discussão e apro-

vação final”. A Comissão Política Distrital do PSD de Santarém ficará responsável pelo envolvimento de todas as estruturas autónomas distritais (JSD, Trabalhadores Sociais Democratas e Autarcas Sociais Democratas),

devendo - até final de 2010 - apresentar à Assembleia Distrital o calendário de iniciativas e o conjunto de temáticas e de discussões sectoriais, a desenvolver em todo o conjunto dos 21 Municípios que compõem o distrito de Santarém.

Câmara de Abrantes cede novo espaço para núcleo local da Cruz Vermelha A Câmara Municipal de Abrantes vai ceder novas instalações ao núcleo local da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), que permitirão o alargamento do funcionamento desta estrutura ao período nocturno. Maria do Céu Albuquerque, presidente da Câmara de Abrantes, disse à agência

Lusa que as duas instituições vão ainda dinamizar acções conjuntas em matéria de trabalho social, nomeadamente com a “intensificação” da realização de rastreios móveis à comunidade. A criação de uma valência de acolhimento para casos de emergência social e a implementação de um

Notas soltas Almeirim

Sousa Gomes regressa a casa O presidente da Câmara Municipal de Almeirim, José Sousa Gomes retomou, na passada semana, a sua normal actividade na autarquia a que preside depois de ter sido acometido por uma súbita baixa de tensão que o obrigou a permanecer alguns dias no Hospital de Santa Maria, para os indispensáveis exames clínicos. Nazaré: a praia dos ribatejanos em tempo de férias A população ribatejana considera, desde há muito, a lendária Nazaré como sua estância de culto religioso e veraneio. Depois dos abastados lavradores ribatejanos, os fazendeiros, proprietários de terrenos vinhateiros, dos comerciantes e seareiros, também a população rural, com alguma dificuldade, levava a família uns dias a banhos no mar, e de visita ao Santuário Mariano. Hoje, graças às fáceis acessibilidades, a areia inigualável da sua praia é acarinhada por largas centenas de pequenos e grandes pés que se refrescam nas ondas daquele mar azul. O ascensor, inaugurado a 28 de Julho de 1889, no seu vaivém, até ao Sítio, proporciona, além da vista deslumbrante, o acesso ao lendário Santuário, ao pico da memória, onde Vasco da Gama pediu a protecção divina para o êxito da sua aventura e onde D. Fuas Roupinho evocou Nossa Senhora de Nazaré. Destaque ainda para a homenagem de que foram alvo Ruy Gonçalves e Rogério Valdor homenageados na Nazaré, na corrida de toiros do passado dia 17. Os espectadores guardaram um minuto de silêncio em memória dos aficionados e homens ligados à festa brava, o almeirinense Ruy Gonçalves e Rogério Valdor, recentemente falecidos. Uma justíssima homenagem que dignifica os seus mentores. Bodas de ouro sacerdotais A comunidade católica de Almeirim não podia deixar de assinalar a passagem do 50º Aniversário de Sacerdócio do padre António Marques Garcia. Não era uma tarefa fácil, a que lhe foi designada, em Agosto de 1981, pelo bispo da diocese. Aceitou com esperança e fé essa nomeação para a Paróquia de S. João Baptista da Vigararia de Almeirim. Uma comunidade religiosa dividida e espoliada entre outras, da sua mais antiga manifestação de fé, e uma orgulhosa herança dos seus antepassados, a Procissão do Senhor dos Passos.Com rara e paciente diplomacia o padre Garcia conseguiu a pacificação do seu povo de Deus, ao devolver-lhe o culto das procissões. Das comemorações desta data festiva, destaca-se, dia 12

projecto de apoio à população idosa residente nas freguesias rurais estão também previstas num protocolo a estabelecer entre a autarquia e a CVP. A autarquia vai ceder, entretanto, uma ambulância à CVP, que será utilizada para “transporte dos idosos doentes e mais isolados”

aos seus tratamentos médicos. As novas instalações da CVP de Abrantes, onde funcionaram até há pouco tempo as camaratas do quartel dos Bombeiros Municipais, vão ser agora alvo de pinturas e outros trabalhos de manutenção. Nuno Dias, presidente do

de Agosto, às 21h00, a Missa dos Matrimónios de Agosto. Vigília de Oração pelas Vocações Sacerdotais, dia 13, às 21h30, com a presença de dezenas de Sacerdotes. Dia 15, às 11h30, a Santa Missa Comemorativa e em agradecimento pelos 50 anos de trabalho, ao serviço do Senhor, seguindose um almoço-convívio no Moinho de Vento. Hermenegildo Marmelo

Cartaxo • Organizadas pelos Quarentões, irão decorrer em Pontével de 3 a 7 de Setembro as tradicionais Festas em honra de Nª Sª do Desterro que este ano têm como cabeça de cartaz os “Blind Zero” ou não fosse a música um dos principais atractivos. Para além disso o cartaz da noite de sábado dia 4 anuncia a presença do televisivo do “Preço Certo” Fernando Mendes e as suas bailarinas em “mendes.come”, além de outros destaques a que não irão faltar, concertos pela Banda da SFIP, procissão, picarias, folclore, arraial, uma corrida de carros de rolamentos e a costumada “Queima do Pinheiro”.

• Vale da Pinta também vai ter as suas festas anuais, mas este ano organizadas em moldes diferentes. Quem o assegura é a direcção do Centro Cultural e Recreativo de Vale da Pinta em comunicado à população pedindo a colaboração e apoio. A Festa terá lugar de 27 a 30 de Agosto, nas suas instalações e no terreno das imediações graciosamente cedido por Luis Machado. Com um orçamento modesto, estão a estudar um cartaz de acordo com esse parâmetro, contam com o apoio do Município e da Junta de Freguesia e pedem a todos que queiram colaborar monetariamente se dirijam às instalações da Sociedade Cultural e Recreativa. • A Escola Básica dos Casais da Amendoeira, que tem menos de 20 alunos, tem suspensa a sentença de encerrar este ano apenas “por não haver condições físicas para integrar os seus 16 alunos noutro estabelecimento de ensino” segundo uma afirmação dos responsáveis autárquicos. No entanto aguarda-se despacho final do Ministério da Educação. • O Grupo Herêra da Ereira, depois de ter organizado o 1º campeonato da paintball de que saiu vencedor o auto intitulado grupo “Porca Camila”, vai organizar no dia 24 de Julho a descida do rio Zêzere em canoa, entre a barragem do Castelo do Bode e Constância, numa distância de 10 quilómetros, devidamente acompanhada por monitores com experiência e formação em canoagem. As inscrições estão abertas até 22 do corrente e quem não tiver transporte, o Grupo Herêra trata disso.

Núcleo da CVP de Abrantes, disse à Lusa que a sua sede estava instalada num edifício que apresentava um “elevado estado de degradação”. “As novas instalações vão permitir, além de melhores condições de trabalho, a possibilidade de alongar a sua actividade em pe-

ríodo nocturno, para além do desenvolvimento de novos projectos”, disse. Actualmente prestam serviço no Núcleo de Abrantes da Cruz Vermelha Portuguesa 30 colaboradores, dos quais oito são profissionais, encontrando-se mais 20 a frequentar cursos de formação.

• Segundo uma informação no debate semanal no programa “É Notícia” da Rádio Cartaxo, alguns militantes inscritos na concelhia do Cartaxo do Partido Socialista, em solidariedade com Paulo Caldas, estão a fazer a entrega na distrital de Santarém dos seus cartões de militantes. Este tema, segundo foi anunciado, será tratado com mais desenvolvimento no programa a apresentar sábado, 24 de Julho. • Quem se dirigir pelo exterior do recentemente requalificado Tribunal do Cartaxo pela parte sul, para onde se encontram a funcionar os serviços da Conservatória do Registo Civil, dá de caras ao dobrar a esquina do edifício com um pequeno lago de mau cheiro encostado à parede. Poderiam ser restos de um aperto de bexiga ocasional, fluidos das “noites de Verão” de sábado à noite, ou qualquer acidente de percurso. Mas a pedra está a ficar amarelada, certamente pelo uso. Será falta de civismo, de limpeza urbana, ou de mais quê? Luís Montejunto PUB

«CORREIO DO RIBATEJO» – 23-7-2010

Tribunal Judicial de Rio Maior 2.º Juízo Cível

ANÚNCIO (1.ª publicação)

Processo: 256/2000 Execução Ordinária N/Referência: 911843 Exequente: Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Alcobaça, CRL. Executado: Daniela Teodoro Domingos. Correm éditos de 20 dias para citação dos credores desconhecidos que gozem de garantia real sobre os créditos pelo produto de tais bens, no prazo de 15 dias, findo o dos éditos, que se começará a contar da segunda e última publicação do presente anúncio. Bens penhorados: TIPO DE BEM: Outro direito DESCRIÇÃO:1/8 indiviso do prédio urbano sito em Vale do Soupo, freguesia de Alcanede, composto de prédio de cave e rés-do-chão para habitação, com a área de 133m2, logradouro com a área de 137 m2 e anexo independente coma área de 40m2, omisso na Conservatória do Registo Predial e inscrito na respectiva matriz sob o artigo n.º 3265. PENHORADO A: EXECUTADO: Daniela Teodoro Domingos. Documentos de identificação: BI – 14187691. Endereço: Casal da Matança, 2025 - 000 – Alcanede Rio Maior, 14 de Julho de 2010. O Juiz de Direito, João Ricardo Carreira O Oficial de Justiça, Maria José Antunes Andrade


sociedade

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CORREIO DO RIBATEJO

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Coruche adere ao cartão jovem municipal Aproveitando o mote da Semana da Juventude foi apresentado a 14 de Julho, o Cartão Jovem Municipal E.Y.C. que resulta de uma parceria entre a Movijovem, a ANMP e o Município de Coruche. A implementação deste cartão, em vigor a partir de segunda-feira (dia 26) permitirá, segundo os promotores, “mais de 8.000 vantagens a nível nacional (descontos em pousadas da juventude, cinema, comboios, autocarros, agências de viagem, eventos desportivos e musicais, museus, monumentos) e a nível europeu, (com mais de 40.000 vantagens em toda a Europa), este cartão municipal irá tra-

Os detentores do cartão beneficiam de desconto na licença de construção para habitação própria

zer inúmeros benefícios a nível municipal na utilização de bens e serviços públicos e privados existentes no concelho de Coruche.”

Os portadores deste cartão irão usufruir, por exemplo, de 50% de desconto nas Piscinas Municipais; 20% de desconto em even-

tos, nomeadamente espectáculos, conferências, seminários, palestras, congressos, colóquios e outros eventos similares, organiza-

Barquinha e Dissay celebram dez anos de amizade europeia

Vila Nova da Barquinha e Dissay (na foto) assinaram há dez anos um protocolo de geminação que em 2008 se estendeu à vila italiana de Madone

Vila Nova da Barquinha e a vila francesa de Dissay assinalam este ano 10 anos de geminação entre os dois municípios. Madone com-

pleta este triângulo de amizade europeia. A vila italiana, antes geminada com Dissay, geminou-se também com Vila Nova da Bar-

quinha, em 2008, oficializando uma década de troca de experiências entre os três povos. Neste âmbito, a Associa-

ção Viver Entre Amigos, em parceria com o Município de Vila Nova da Barquinha, vão promover, entre os dias 24 e 29 de Julho, um programa comemorativo, sob o lema “Aproveitar, Inovar e Preservar”. Animação, desporto e música integram as actividades agendadas para esta semana comemorativa, em Vila Nova da Barquinha, na presença de franceses e italianos. O ponto alto terá lugar no próximo domingo (dia 25), com a realização de uma cerimónia para assinalar os 10 anos da geminação com Dissay. Portugueses, franceses e italianos pretendem aprofundar o intercâmbio em áreas diversas, nomeadamente cultura, economia, ambiente, educação, desporto e turismo, entre outras. Esta acção tem o financiamento do programa “Europa para os Cidadãos”, da Comissão Europeia. PUB

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dos pelo Município de Coruche e de entrada gratuita no Museu Municipal. Poderão ainda beneficiar de 20% de desconto nas licenças de condução (ciclomotores, motociclos, veículos agrícolas, segunda via de licença de condução, revalidações) e isenção de taxas individuais na concessão de pesca desportiva no Rio Sorraia. A Câmara Municipal de Coruche atribuiu ainda “duas grandes vantagens inovadoras” associadas a este cartão, o incentivo à natalidade e à fixação de jovens e de famílias no concelho de Coruche. O titular do cartão terá 10% de desconto na licença de construção para habitação

própria e os encarregados de educação irão beneficiar de 20% de redução no valor da mensalidade da creche municipal / jardimde-infância. Para aderir ao cartão os jovens entre os 12 e os 30 anos devem dirigir-se à Câmara Municipal de Coruche, Biblioteca Municipal, Museu Municipal, Espaço Internet ou Piscinas Municipais. Na apresentação do cartão estiveram presentes o presidente da MoviJovem João Paulo Rebelo, o presidente da Fajudis Jorge Claro, o presidente da Câmara Municipal de Coruche Dionísio Mendes e a vereadora da Cultura Célia Ramalho.

Ministério do Petróleo de Angola forma quadros em Mação No âmbito de uma parceria com o Ministério do Petróleo, a empresa Benefits and Profits iniciou esta semana diversos cursos de formação profissional para quadros daquele Ministério, num programa que conta com a colaboração do Município de Mação e do Museu de Arte Pré-Histórica/Instituto Terra e Memória. Com estes cursos, Mação pretende afirmar-se como pólo de ensino e formação especializada, reconhecido em termos internacionais.

D. Natália Seco Pinto

Comemorou 90º aniversário Em convívio com amigos, familiares e vizinhos, a D. Natália Almeida Seco Pinto assinalou, no passado sábado, dia 17 de Julho, o 90º aniversário natalício num restaurante de Santarém. Não se tratou efectivamente duma festa, dada a circunstância de ainda se estar em luto pelo falecimento de seu marido, o Sr. José Maria Pinto, companheiro de toda a vida, mas, constituiu uma jornada de afectos na qual todos lhe testemunharam a amizade e o apreço que lhe têm, pela excelência do seu trato e pela amizade que a todos une. Votos de muita saúde foi o que todos os presentes desejaram quando lhe cantaram os Parabéns a Você!

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sociedade

CORREIO DO RIBATEJO Edição n.º 6.214 | 23 de Julho de 2010

Governador Civil de Lisboa defende excepção para queimadas na Lezíria do Ribatejo durante fase Charlie O governador Civil de Lisboa, António Galamba, defendeu segunda-feira uma excepção para a realização de queimadas na Lezíria do Ribatejo durante a fase de maior risco de incêndios, para que não seja condicionada a gestão agrícola. O governador esteve segunda-feira em Vila Franca de Xira numa reunião debate sobre a defesa da floresta com a presidente da Câmara local, Maria da Luz Rosinha, com o comandante do Comando Operacional Distrital (CODIS), com as seis corporações de bombeiros, com representantes

da protecção civil e com as forças de autoridade policial do concelho. À saída da reunião, António Galamba adiantou que os responsáveis estiveram a avaliar o dispositivo para o combate a incêndios florestais em Vila Franca de Xira e que foram identificadas situações que são “incompatíveis com a fase Charlie”, a época de maior risco de incêndio. “Nesta fase de período crítico da defesa da floresta e de combate a incêndios é impossibilitada a realização de queimadas e do ponto de vista agrícola [na Le-

António Galamba

zíria], esta era a oportunidade e o momento certo para as fazer”, disse o responsável à agência Lusa. António Galamba diz que vai “tomar algumas iniciativas no sentido de avaliar e fazer ver junto das entidades a necessidade de eventualmente se abrir uma excepção para que se possa contabilizar a defesa da floresta e combate a incêndios com a gestão agrícola de uma área que é fundamental e que é uma das riquezas do distrito”. O governador Civil de Lisboa garante que haverá mais reuniões com outros

municípios, no sentido de “tomar o pulso” ao dispositivo de defesa da floresta do distrito de Lisboa. O comandante do CODIS, Elísio Oliveira, defendeu que este tipo de iniciativas são fundamentais nesta fase de maior risco, para “identificar situações” e motivar os elementos que se encontram no terreno. “A questão que aqui se coloca é que apesar de todo o planeamento existem condições que eventualmente podem complicar, nomeadamente o Inverno adverso que tivemos e o aumento da carga combustível”, disse.

OPINIÃO

Os cigarros e as ignições florestais (pinhais) Amigo meu, em conversa informal, deu-me conhecimento há Bento Moreira uns tempos de quase o terem mandado calar por, numa reunião sobre o tema, não ter aceitado a teoria do cigarro jogado fora ser o foco de ignição de muitos dos incêndios ocorridos nos pinhais deste país e que eram raríssimos até há uns anos atrás. Permitiu o acaso que viesse à minha mão a Dissertação para a obtenção do grau de Mestre em engenharia mecânica do licenciado João Jorge Mestre Dias. O tema era a utilização da biomassa - avaliação dos resíduos e utilização de palletes em caldeiras domésticas. Bom, ironia à parte, o progenitor deste senhor baptizou-o com o apelido que mais tarde viria a merecer, profissional e academicamente, boa premonição. Felicito os dois. É claro que não vou aqui transcrever todo o texto, aliás interessantíssimo como era de esperar, mas, resumidamente, o ponto 1.5 que se refere à ignição e que envolverei nos comentários que considerar pertinentes para desmontar a teoria que o meu amigo acima aludido se recusava aceitar, tal com eu.

Características da biomassa

Os componentes da biomassa incluem a celulose,

hemi-celulose, lipidos, lenhina, proteínas açúcares simples, amido, água, hidrocarbonetos, cinzas e outros compostos. A concentração de cada classe depende da espécie, tipo de tecido, estado e condições de crescimento. A celulose é um hidrato de carbono com a composição elementar C6H10O5 e tem praticamente a mesma composição se proveniente de diferentes materiais e processos. E isto, digo eu, é um bom apoio para este blá, blá, blá! Devido ao facto de ser essencialmente constituída por hidratos de carbono a biomassa tem muito mais oxigénio que os combustíveis fósseis habituais, incluindo o carvão, pelo que necessita para a sua combustão de menos ar, sendo todavia o carbono o seu principal constituinte e o hidrogénio o seu terceiro. O azoto, enxofre e cloro encontram-se em quantidades mínimas de 1 % relativas à matéria seca. Sendo no entanto responsáveis pelas emissões poluentes. Um exemplo é o caso do azoto constituinte da tracção proteica das plantas e elemento indispensável para o seu crescimento (e daí o interesse do aproveitamento possível da fracção sólida azotada resultante da digestão anaeróbica das águas residuais e não só, nas ETARs, lembro eu), sendo no entanto responsável pela emissão de NO e N02 devendo acrescentar que na biomassa proveniente da agricultura, como é o

caso da palha dos cereais e da casca de arroz, a sílica é o quarto maior componente. Nestas condições, as características mais importantes que afectam a combustão da biomassa podem dividir-se em dois tipos principais: termoquímicas e taxa de combustão. Entre a primeira encontra-se a entalpia da reacção da combustão, a temperatura da combustão, a energia de activação e o teor de cinzas. Estas características são influenciadas pelas propriedades dos combustíveis (teor de humidade, minerais, etc.) e da instalação de queima, (isto é, uma fornalha dimensionada de acordo com tudo isto). Na segunda, esta afecta tanto o processo de combustão no interior da partícula como à sua superficie. Certas propriedades com o tamanho da partícula, condutividade térmica, densidade, calor específico e porosidade são propriedades físicas que afectam os processos internos. Por outro lado, as propriedades que afectam os processos de superficie estão essencialmente relacionadas com a transferência de calor desde o ambiente exterior para a partícula com a circulação do ar e com a transferência de massa entre os voláteis e o ar. De facto, algumas características que fazem da biomassa um bom combustível são a facilidade de secagem, elevado poder calorífico, baixa temperatura de

ignição, elevado teor de voláteis. Estas propriedades são influenciadas pelas caracteristicas da fornalha (como acima se alude). Por outro lado, certas caracteristicas como a humidade, granolumetria, densidade e heterogeneidade dos materiais lenhosos irão limitar a eficiência da sua combustão. Outro aspecto importante é o facto de ser praticamente impossível obter uma mistura completamente homogénia entre o combustível e o comburente, sobretudo quando se entra em conta com o curto espaço de tempo em que ocorre a mistura de uma forma simples (exigências muito dificeis se não impossíveis de satisfazer com o lançamento de um cigarro aceso). A reacção global de combustão de biomassa com o ar pode ser representada simplificadamente como um composto formado apenas por C, H, O, N, S e H20, onde o ar atmosférico é representado por uma mistura binária de N2 e 02 na proporção de N2/O2=3,76 desprezando a participação de C02, vapor de água e gases raros da atmosfera enquanto que nos produtos de combustão foi apenas considerada a formação de C0 2, H20, N2, CO, NO, S02.

Ignição e propagação A combustão da biomassa pode ser caracterizada de uma forma simplificada considerando que a partícula está a uma temperatura

inicial Ti e que a dado instante é fornecido um fluxo de calor Qe através do aparecimento de chama ou de uma fonte exterior (por exemplo de uma lente, digo eu). Nesta situação as primeiras etapas de aquecimento apenas irão afectar as camadas adjacentes da superficie exposta e quando a superficie atinge uma temperatura suficientemente elevada (o que é pouco provável com um cigarro lançado, digo eu) a pirólise inicia-se a uma taxa significativa com difusão de voláteis até à superficie misturandose com o ar, (mas, digo eu, toda esta mecânica é pouco condizente com o resultado de se lançar um cigarro mesmo acabado de se chupar fortemente). Ora assumindo que a ignição ocorre a um temperatura Tign, o cálculo do tempo necessário tign desde a temperatura inicial da operação Tin pode ser estimado pela equação tign= 3,14K[(T4ign-T4in) /a 2Qe]2.. Com esta expressão verifica-se que um maior fluxo Qe de calor leva a que a ignição ocorra em menos tempo, tal como uma maior temperatura inicial Tin (condição a que um fósforo satisfaz muito melhor do que um cigarro jogado fora, e por isso muito melhor no verão do que nas outras épocas do ano por causa da humidade) sendo ainda proporcional à capacidade térmica (m cp) e à condutibilidade térmica K. E, após a ignição, o fluxo de calor da superfície resulta da soma

da energia externa incidente Qe e da energia fornecida pela chama (convecção e radiação) menos as perdas de superficie por radiação, tal com o descrito pela equação q=qincd-qchama -(T4supe -T4o) , donde na primeira fase a seguir à ignição (muito difícil com um cigarro atirado) a superficie externa da partícula vai sofrer um aumento de temperatura e à medida que a temperatura da fornalha aumenta (o que não é o caso ao ar livre) a superficie externa da partícula recebe energia por convecção, devida à passagem de ar quente (só nas fornalhas). Seguidamente, no interior da partícula, a temperatura aumenta devido à transmissão de energia por condução, a partir da superficie externa mais quente (na floresta ?!...) verificando-se a migração simultânea da humidade no sentido oposto. Parece que o que acima fica exposto é suficientemente complexo para arredar de vez a ideia de que um cigarro jogado fora, dê satisfação às condições fisico -químicas da ignição dos resíduos florestais. Não convém, portanto, caiar de branco o que ficou negro. Os afectados pelos fogos, mesmo não sabendo destas coisas, objecto de uma dissertação de mestrado, não são estúpidos. É que, houve crime como diria Jessica. Lembram-se?


opinião P o i s sim, e por estranho ou até inusitado que pareça; toA. Pena Monteiro davia, julgo uma necessidade premente dos nossos tempos, difíceis como sabemos, para a nossa terra. E definições precisam-se tanto mais quanto também conhecemos da disponibilidade e vontade políticas no lançamento integrado de áreas geográficas com índices demográficos, económicos e sociais reduzidos, um ímpeto corporizado com êxito na projecção, interna e externa, auferidas pelo Alentejo. E, sublinhe-se, uma iniciativa por nós indubitavelmente saudada, como não podia deixar de ser. Todavia, gostaria de pensar a possibilidade de, à semelhança do consignado no Programa Regional Operacional do Alentejo, 20072013, no capítulo da promoção institucional da região (p. 103), também o Ribatejo fosse alvo de uma iniciativa para o “aumento da atractibilidade externa da economia e território regionais”, um exercício a empreender, segundo os responsáveis pelo documento em apreço, através de uma primeira prioridade descrita como “a promoção da marca Alentejo”, um esforço de divulgação das oportunidades de investimento oferecidas pela região; a par da segunda prioridade, de desenvolvimento associado a clusters estratégicos e produtos regionais, enquadrados pela dita marca, já referenciada, Alentejo. E os resultados estão à vista para quem

A Freguesia de Abrã gozou de certo destaque Maria Fernanda Barata há mais de um século. Na sede de Freguesia havia pároco permanente, médica de nome Sofia Elisa da Graça Afreixo, farmácia, armazém, várias lojas e até mercado semanal, além de duas escolas primárias. Em Abrã não havia indústrias, apenas diminuto artesanato, facto que acontecia em quase todas as pequenas localidades. A população tinha a sua fonte de rendimento na agricultura e pecuária, dado que o comércio era reduzido. A sede de Freguesia e todos os lugares faziam a sua

Edição n.º 6.214 | 23 de Julho de 2010

Definições precisam-se… “Gostaria de pensar a possibilidade de, à semelhança do consignado no Programa Regional Operacional do Alentejo, 20072013, no capítulo da promoção institucional da região, também o Ribatejo fosse alvo de uma iniciativa para o “aumento da atractibilidade externa da economia e território regionais”, um exercício a empreender, segundo os responsáveis pelo documento em apreço, através de uma primeira prioridade descrita como “a promoção da marca Alentejo”, um esforço de divulgação das oportunidades de investimento oferecidas pela região; a par da segunda prioridade, de desenvolvimento associado a clusters estratégicos e produtos regionais, enquadrados pela dita marca, já referenciada, Alentejo”

queira apreciar as taxas de crescimento auferidos pela região nas áreas agrícola e turística, suportadas por uma rede de criação de conhecimentos aplicados às necessidades regionais. Uma prática inclusiva e global que, confesso humildemente, gostaria de ver concretizada em terras do Ribatejo. Por quanto, por cá, sabemo-nos bem longe desta dimensão integrada, assunto já anteriormente trazido à consideração do Estimado Leitor. Ou talvez não, se nos ativermos ainda ao documento citado onde se define Alentejo como a área 31.550,9 Km2, referentes à região alentejana, aos quais acrescem ainda 4.275,1 km 2,

resultante da denominada Lezíria do Tejo, uma inclusão que permitiu suscitar uma aproximação dos índices característicos do Alentejo, nos domínios da demografia (em senso lato), do perfil por sector actividade como da capacidade de riqueza instalada. E, da leitura do Programa resulta como evidente a relevância da Lezíria do Tejo no cômputo da população residente, com um contributo de 28.669 residentes, correspondente ao número de habitantes de Santarém (valores de 2001) data onde se destacava como o segundo maior centro urbano desta demarcação (o primeiro era Évora, com 41.159 residentes); mas também nos cálculos sobre a competitivi-

dade e o PIB regional, segmento em que a região apresentava um posicionamento “globalmente desfavorável […] 11% abaixo da média nacional” (p. 19), pelo que o contributo do Alentejo para a riqueza nacional não ia além dos 6,5% do PIB português em 2003 (p. 20). No entanto, o mesmo relatório, na mesma página, estimava a destrinça das sub-regiões, para destacar a Lezíria do Tejo como área geradora de 33,2% do PIB do Alentejo. E assim se poderia concluir pela impertinência das nossas afirmações anteriores, uma vez que já nos encontramos inseridos na dinâmica de projecção regional; contudo, também em função disso, sabemos que não estamos, uma vez que o Ribatejo não é a Lezíria do Tejo e esta, por seu turno, não é, ou não era (melhor dizendo), o Alentejo. E desta feita, definições precisam-se... contundentes, sobre o Ribatejo, o seu perímetro regional e as orientações de desenvolvimento a adoptar, ajustadas ao perfil identitário de uma área de características únicas, logo não confundíveis com as das demais regiões pelas quais temos, como não podia deixar de ser, o maior respeito. Mais, clarifiquese, não se trata aqui de um exercício de revivalismo regionalista gratuito; antes pelo contrário, por quanto o Alentejo será sempre tão melhor quanto mais forte for o Ribatejo. Logo, haja Alentejo, haja Ribatejo mas, pelos vistos, definições precisam-se…

Abrã no passado

BAÚ DE

RECORDAÇÕES festa anual em honra do Santo ou Santa da sua devoção, o que ainda acontece no presente. A festa de Abrã é feita em honra de Santa Margarida,

sua padroeira. Muitas pessoas da Freguesia emigraram, especialmente para França, no sentido da procura de uma vida mais desafogada. As terras de cultura começaram a ficar abandonadas por falta de “mão-deobra” e o panorama rural mudou completamente. Os jardins-de-infância constituíam uma miragem ou um sonho em que não se acreditava. Os meninos e as meninas brincavam nas ruas, sem apoios, pois os seus pais trabalhavam de sol a sol, numa luta incessante pela vida. Em tempos antigos, como divulgadores da Cultura, havia apenas os professores

e os párocos, trabalhadores incansáveis, em tempos tão difíceis e complicados. Devemos registar que a Freguesia de Abrã está, agora, no bom caminho, mercê de boas vontades que surgem a cada passo. Devemos destacar, como factores de progresso, as indústrias situadas em Amiais de Cima, que dão emprego a muitíssimas pessoas, facto que muito honra os seus industriais e os seus trabalhadores. A minha principal referencia vai hoje para o jardim-de-infância que existe pela abnegação da ilustre família Pereira. Um cumprimento ao leitor.

CORREIO DO RIBATEJO

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A crise, os sacrifícios!...

Mas que crise, mas que sacrifícios? Todos sabemos que as contas públicas do País estão, cada dia que passa, mais difíceis de equilibrar. A situação económica é inquietante, arrastando tudo e todos, com aumento de impostos, taxas, contribuições, etc., e, com elas, a carestia de vida, quando os ordenados, pensões e subsídios se vão reduzindo desmedidamente na proporção dos aumentos dos Serviços Públicos de Saúde, Segurança Social, Educação, Alimentação, etc. Urge, portanto, aproveitar qualquer circunstância, no sentido de regenerar e não agravar tal crise. A indiferença de alguns, porém, perante todos estes agravamentos da crise económica e financeira, é por demais evidente, ao serem tomadas decisões que em vez de aliviar tão periclitante situação, mais a vem agravar. Deixe-se, pois, de cantar as excelências do regime e aplique-se, antes, uma política de verdade. Chegou-se ao ponto de encenar situações como aquando do trágico afundamento do Titanic, a própria orquestra que ali tocava, apesar de ver que o navio estava a ir a pique, para o fundo do mar, não deixava de tocar. Outro exemplo da indiferença perante a crise, está igualmente bem expressa neste flagrante disparate que órgãos de Comunicação Social vêm anunciando, de que vão ser construídas em Almeirim instalações para “albergar” mais de 50 elementos dos efectivos da Força Especial de Bombeiros, também conhecidos por “Canarinhos” e, bem assim, Unidade de Reserva Logística Nacional de Protecção Civil e, ainda, o Centro Distrital de Operações de Socorro de Santarém que, julgo estarem sob controlo e gestão do Governo Civil de Santarém. Em distritos onde tais Serviços já foram instalados, optou-se, como parece mandar o bom senso, pelas respectivas capitais de distrito. Logo, fica-se perplexo e estupefacto, porque Santarém, uma vez mais, terá sido discriminada nestas coisas... À primeira vista, não pode deixar de considerar-se uma indecência moral tais práticas de governação que podem conduzir, até, a um verdadeiro suicídio colectivo, dado, como no caso presente, a ligeireza de decisões, se se tiver em linha de contra tal deslocalização dos mesmos Serviços e gastos supérfluos com os mesmos, sabendo-se, como se sabe, que em Santarém existem condições mais que suficientes para acolher esses e outros Serviços: as antigas instalações da Escola Prática de Cavalaria (EPC) cuja transferência foi um absurdo e muitos consideram até, um “ataque baixo” à Capital da Liberdade. Se não se souber preservar Instituições deste cariz, assistiremos, em breve, ao desmoronamento do próprio Estado, da própria democracia institucional e ao triste final da nossa organização política: Será o caos. Quando se pedem mais sacrifícios aos portugueses, num esforço que diríamos patriótico, ver “esbanjar” dinheiros públicos, como no caso presente, permita-se-nos o termo mas é um verdadeiro “crime de lesa Pátria”!... Existe, ainda, nos anexos das referidas instalações da antiga EPC, devoluto, o bairro residencial dos oficiais e sargentos, que para ali está, ao abandono e ao saque de bens que custaram milhares e milhares de contos ao erário público. Parece quererse caminhar para o abismo total, pelo que se espera uma reflexão profunda sobre o assunto... José Campos Braz


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memória

CORREIO DO RIBATEJO Edição n.º 6.214 | 23 de Julho de 2010

CORREIO CENTENÁRIO Um ponto d’interrogação E’ o que se desenha, n’este momento, no horisonte... eleitoral. D’um lado o governo sahido da facção teixeirista, onde enfileiram homens de indiscutível valor intellectual; do outro a legião progressista, o grupo henriquista, o partido que João Franco organisou na esperança de redimir o paiz, e no coice d’esse exercito político, o nacionalismo com fundas raizes na egreja de Roma. Não ha duvida que os elementos oppositores são rijos de fibra e que o governo se verá um tanto embaraçado para não sahir mal-ferido da justa eleitoral que vae ferir-se ao despedir da canicula. Mas isso virá mais uma vez demonstrar – na hypothese hostil ao governo – que n’esta terra portugueza não são apenas a praça da Figueira ou o mercado do Bulhão os locaes destinados á compra e venda: outro mercado – o do Ministério do Reino – se abrirá para as transacções de consciências e que o governo, disposto como não parece estar, a deixar-se esmagar ingloriamente pelas hostes adversas, saccara das Arcas do Thesouro o dinheiro do contribuinte, cimentando d’uma forma gloriosa o seu prestigio e a sua sympthia na conquista de adhesões á causa... do Estomago. Mas é isso apanagio exclusivo do sr. Teixeira de Souza que dispõe de influencia grada nos domínios vilarcalenses? Não, isso é apenas uma sequencia do procedimento ministerial sempre que as opposições, internadas no apparelho orthopedico dos 36 deputados que lhe assignala a lei eleitoral, pretende reagir – avis rara – n’este Mar Morto de eleições onde, de ha annos, campeia o accordo comodista, á sapateiro de Braga. Não discutimos aqui se è justificado ou não o furor opposicionista. Aos partidos pertence a responsabilidade dos seus actos e não seremos nós – pobres jornalistas provinciaes, inteiramente avessos ás manigancias da Política – que iremos lançar a nota discordante no seio das facções beligerantes. O que registamos, como um facto comprovado pelos ensinamentos do pretérito, é que o paiz pagará com a lingua de palmo que Deus lhe deu... para fallar, todo essa peleja que se vem travando nos arraiaes da Politica entre as varias nuances partidarias que teem por unico ideal a supremacia do mando e que ao terminar a lucta homérica o sr. Teixeira de Souza reconhecerá, com tristúra, que para infileirar em S. Bento algumas dezenas de deputados dispostos a glorificarem a obra do governo, foi necessario recorrer a mais... um adiantamento. Porque, afinal de contas, estas coisas não se fazem – com Padre-Nossos.!

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CORREIO DE HÁ 50 ANOS Uma carta de Beethoven vendida por 780 contos Num leilão realizado recentemente em Marburgo, na Alemanha, foi vendida uma notável colecção de autógrafos susceptível de esclarecer certos pontos curiosos da pequena história literável e musical! Um dos documentos mais curiosos da colecção e que obteve o lance de 780 contos era uma carta inédita de Beethoven, dirigida ao pintor Mahler, na qual aquele génio da música se transforma em crítico de arte, apreciando um retrato executado pelo destinatário da missiva. Também atingiu elevado preço um manuscrito, com duas páginas igualmente de Beethoven, da adaptação que o mestre fez da «Fantasia para uma valsa», de Mozart.

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In: Correio do Ribatejo de 23 de Julho de 1960

In: Correio da Extremadura de 23 de Julho de 1910


cultura

Edição n.º 6.214 | 23 de Julho de 2010

“A Promessa” de Bernardo Santareno amanhã em Santarém O Grupo Cénico da Música Nova de Pernes leva amanhã, sábado (dia 24), pelas 21h45, ao Teatro Sá da Bandeira, em Santarém, “A Promessa”, a primeira peça de Bernardo Santareno, publicada e representada em 1957 e que lhe abriu as portas do sucesso e o guindou ao lugar de maior dramaturgo português do século XX. É “uma peça polémica, onde a mundivivência dos pescadores está presente com as suas crenças e valores, a explosão dos seus conflitos, denunciando a escrita que o autor irá pesquisar. Santareno procurará contribuir para a construção de um teatro português, que se inspira nas ra-

ízes do seu povo, mas se quer dimensionar numa

perspectiva moderna, crítica e inovadora.” A encena-

ção e direcção é de Vicente Batalha.

Orquestra de Guitarras hoje no Sá da Bandeira A Orquestra de Guitarras apresenta-se hoje, sexta-feira, pelas 21h30, no Teatro Sá da Bandeira, em Santarém. Trata-se de um projecto que contribui para a formação e sensibilização de jovens guitarristas, surgindo da interacção entre alunos e professores dos cursos da Associação Espectacológica – Músicos Associados, ao longo deste ano lectivo. Invadindo-nos com intensas versões da música do século XX - do rock dos anos 70 aos clássicos do cinema passando pelo blues tradicional – a Orquestra apresentará uma inovadora dinâmica recheada de novos talentos. A direcção musical é de Alex Bento.

De pijama na Biblioteca de Rio Maior A Biblioteca Municipal de Rio Maior voltou a encher-se de crianças dos 6 aos 12 anos que ali pernoitaram, sexta-feira (16 de Julho), na segunda edição da “Noite em Pijama na Biblioteca”. Ao todo 32 crianças passaram uma noite animada entre livros, histórias, contos musicados e jogos didácticos. Os participantes foram presenteados com um momento musical concebido especialmente para essa noite, protagonizado por Francisco Ramos que interpretou uma música com letra dedicada à “Noite em Pijama”. A vereadora Sara Fragoso abriu o apetite para o jantar ao contar a divertida história “A Ovelhinha que veio para o Jantar”, de Steve Smallman, a que se seguiu

uma refeição de convívio entre todos. Após o jantar, Elvira Ferreira, acompanhada por Francisco Ramos (voz e viola), contou a história “O Lobo com Bom Coração”, a que se seguiram as histórias “Leónia Devora os Li-

vros” de Laurence Herbert, contada por Isabel Casal, e “Mais uma Ovelha” de Mij Kelly, contada por Lurdes Filipe e Carla Raimundo. De seguida as crianças assistiram a um filme animado baseado na obra “A Maior Flor do Mundo” de

José Saramago. A anteceder o jogo de pistas “O Mistério dos Livros Desaparecidos” por entre as estantes da Biblioteca, Francisco Ramos proporcionou um participado momento musical com a música “Os Animais Começados por Vogais”. A terminar a noite chegou a hora da ceia na qual o leite e as bolachas foram acompanhados por Catarina Abreu e a história “O Sono: Porque Dormimos a Sesta”, de Françoise Rastoin-Fugeron, e embaladas pelos “Versos de Fazer ÓÓ” de José Jorge Letria, musicados por Francisco Ramos. Esta foi uma organização da Biblioteca Municipal e das Bibliotecas Escolares do Concelho de Rio Maior, com o apoio da Câmara Municipal.

CORREIO DO RIBATEJO

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Santareno: Entre “A Promessa” e “Os Anjos e o Sangue” Este sábado, em que “A Promessa” de Santareno pelo Cénico da Música Nova é representada no Teatro Sá da Bandeira, num regresso ás origens, sabe bem revisitar a dramaturgia do autor. Depois do TeaVicente Batalha trinho de Bolso em Pernes e do Cine-Teatro S. Pedro de Alcanena, a alegria de voltar a Santarém. “A Promessa”, primeira peça do autor, publicada e representada em 1957, foi levada á cena, em Janeiro deste ano, pelo Teatro Esfera, encenação de Rui Luís Brás. A abrir as comemorações do 90º aniversário do dramaturgo, a Sociedade Portuguesa de Autores apresentou a Exposição “A Palavra em Cena”, que lhe foi dedicada. Apetece dizer, como Galileu, á saída do Tribunal da Inquisição, onde foi condenado: “contudo ela move-se”, referindo-se á Terra em constante movimento… Ao receber o convite do Teatro Nacional D. Maria II para a leitura encenada de “Os Anjos e o Sangue” de Bernardo Santareno, a 29 de Junho, ás 19 horas, temi o pior. A concorrência era de monta, o Portugal-Espanha, com início meia hora depois. As nuvens desvaneceram-se, o Salão Nobre encheu, os funcionários iam colocando cadeiras, o público aumentava e era notória a presença de gente jovem. Essa foi a primeira grande alegria. O teatro de Santareno, que, no Nacional tivera grandes êxitos, na Companhia Amélia Rey Colaço/Robles Monteiro (“O Lugre”, em 1959, “António Marinheiro, O Édipo de Alfama”, em 1967, “O Pecado de João Agonia”, em 1969, “O Duelo”, em 1971, e “O Crime da Aldeia Velha”, já na década de 90) continua vivo e actual, a interessar as novas gerações. A direcção da leitura coube a Carlos Avilez, que sabe do ofício e da obra de Santareno como poucos, e contava com um elenco de jovens actores da Escola de Teatro de Cascais, á frente dos quais, os experientes, António Marques e Fernanda Neves. “Os Anjos e o Sangue” inseria-se no ciclo Grandes Textos, que o Nacional tem desenvolvido, sob a orientação de Natália Luísa. Escrita para a radiotelevisão, quase há 50 anos, esta peça é um conjunto de cinco pequenas histórias que se relacionam entre si. Tudo começa com um grupo de amigos que se dedica a pequenos assaltos. Na noite de Natal, escondidos da polícia numa velha igreja, João, o “Meia-Leca”, Fernando, o “Cantinflas”, Armando, o “Metralhadora”, Carlos, o “Rosa Tatuada” e Miguel, o “Castigador”, vão-se dando a conhecer. Mas algo insólito acontece… E esse insólito atravessa a peça, ligando as histórias, onde a mentira, entre teatro e vida, os amores condenados de Pedro e Inês, o aberrante e grotesco, os novos monstros duma sociedade em mudança vertiginosa, sucedem-se com profunda intensidade dramática e humana. A leitura foi um espectáculo, interpretações, marcações, efeitos musicais, deram a dimensão, a marca, os sinais, do texto de Santareno. No final, prolongados aplausos, e Carlos Avilez (Prémio Santareno “Carreira”, em 2006) conversou com o público, choveram depoimentos e perguntas sobre o homem e a obra. Presentes, os dramaturgos, Luís Francisco Rebelo (Prémio Santareno “Carreira”, em 2007) e Augusto Sobral, as actrizes, Cláudia Semedo (Prémio Santareno “Revelação”, em 2008) e Fernanda Lapa (membro do Júri do Prémio de Teatro, em 2007 e 2009), entre outros. O presidente do Instituto Bernardo Santareno, instado a dar público testemunho, congratulou-se pelo regresso de Santareno ao Nacional, que considerou um grande passo, e referiu o que Santarém tem feito pela divulgação e prestígio da sua obra, na presença de gente de excelência que faz a diferença e é testemunha do projecto em curso. “Contudo, ela move-se”, continuei a pensar com os meus botões.


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cultura

CORREIO DO RIBATEJO Edição n.º 6.214 | 23 de Julho de 2010

Abitureiras recebe Festival de Folclore O Rancho Folclórico e Etnográfico “Os Ceifeiros da Bemposta”, Grupo Folclórico os Ceifeiros da Corujeira, Rancho Regional de Fânzeres, Grupo Folclórico de Cidacos e o Rancho Típico de Santa Maria da Reguega, para além do anfitrião Grupo Folclórico do C.C. de Abitureiras, animam, este ano, a 18.ª edição do Festival Nacional de Folclore em Abitureiras, concelho de Santarém, amanhã, sábado, pelas 21h30. Antecedendo o festival, a sede da Junta de Freguesia recebe os grupos participantes numa

As candidatas a Miss Ribatejo desfilam amanhã, sábado (24 de Julho) nas Festas de Fazendas de Almeirim, no Parque das Laranjeiras em Almeirim e visitam um bar da cidade, na primeira apresentação pública até à final, prevista para 3 de Setembro durante a iniciativa ‘Pão, Vinho e Companhia’, na cidade de Almeirim. Até lá, as candidatas passam dia 31 de Julho pelo Cartaxo, a 6 e 21 de Agosto por Santarém, regressam a Almeirim a 7 de Agosto, visitam Coruche a 13, Alpiarça no dia 20 e Rio Maior a 27 de Agosto.

Rancho Folclórico de Abitureiras

sessão de boas vindas (18h00), seguindo-se um

período de confraternização entre os seus elemen-

tos e o desfile até ao local do espectáculo (21h15).

rém, uma exposição de pintura que permanecerá patente ao público até 29 de Agosto. O artista plástico possui formação em azulejaria, vitral e cerâmica e actualmente dá formação nalguns ateliês de pintura, em acrílico, óleo, pastel de óleo e carvão, e desenvolve com crianças um espaço de criatividade artística de iniciação às artes, explicou Pedro Gon ao Correio do Ribatejo.

“Noites de Verão” animam Rio Maior

Avós e netos pintam no Cartaxo A partir das obras de Fernanda Narciso que representam cenas da vida das “Criadas de Servir”, expostas no Centro Cultural do Cartaxo (CCC), avós e netos deram forma e cor a histórias relacionadas com o ambiente rural e doméstico de outros tempos. O Workshop de Artes Plásticas que decorreu no CCC na manhã de 15 de Julho foi mais do que uma abordagem à obra de arte e uma demonstração do talento artístico. Entre tintas e pincéis, os avós deram a conhecer aos netos a função que tinham as criadas – as vulgares “Marias” – que antigamente serviam nas casas de famílias mais abastadas. E contaram também histórias – algumas divertidas – sobre o trabalho doméstico dessa época. “Expliquei à minha neta que as criadas de antigamente eram quase escravas, trabalhavam muito e passavam mal, porque os patrões eram um pouco rebeldes. Eram coisas do nosso tempo”, referiu Maria Brás, que trou-

Exposição sobre criadas motiva desenhos das crianças e histórias das avós

xe a sua neta, de seis anos, para partilhar estas experiências. “Gostei muito, mas não tenho muito jeito para pintar. As crianças têm uma espontaneidade diferente e, no caso da minha neta, ela adora pintar”, acrescentou. Irondina Ouro considerou este workshop “uma inici-

Associação de Dança de Tremês promove Gala ‘Os Gatos’ A Associação de Dança Desportiva de Tremês promove amanhã, sábado (dia 24), pelas 22h00, na Ribacoop, em Tremês, a 10.ª Gala da instituição, este ano subordinada ao tema “Os Gatos”. Este ano, a associação recria uma família de gatos ao estilo e ritmos do musical “Cat’s” que esteve 15 anos em cena com mais de cinco milhões de espectadores. A gala será antecedida de jantar, a partir das 20h00. O espectáculo é realizado por 32 dançarinos da Associação, coreografados pelo professor Armando Baptista. O Make-off será realizado pela equipa de maquilhagem que trabalha com Filipe La Féria e que fez o trabalho de maquilhagem do musical “Cat’s”, pela companhia original em Portugal. No domingo (dia 25) Tremês recebe a tradicional Feira de Santiago, com animação e venda de produtos variados durante todo o dia.

Pedro Gon expõe na Casa do Brasil “Tenho 44 anos e desde que tenho memórias de mim, que as artes plásticas e eu caminhamos lado a lado,” afirma Pedro Gon, pintor autodidacta, residente em Santarém, com um percurso de exposições intermitente e que, desde finais do ano de 2009, optou por se dedicar às artes plásticas a tempo inteiro. Pedro Gon inaugura hoje, sexta-feira, pelas 18h30, na Casa do Brasil, em Santa-

Misses desfilam pelo Ribatejo

ativa muito interessante” e defendeu que a cultura devia aproximar-se cada vez mais das crianças e dos jovens. “Devia haver cá, e sobretudo nas escolas, de todo o país, mais actividades culturais. Devia de se investir mais na cultura, principalmente ao nível das

escolas”, reforçou. Com mais ou menos cor, abstractas ou mais realistas, as obras produzidas, em conjunto, durante este workshop tentaram traduzir as histórias contadas pelos avós. No final, os “pequenos artistas” estavam orgulhosos do trabalho criado.

O projecto cultural “Noites de Verão” volta a animar Rio Maior, com espectáculos diversificados que irão decorrer durante os meses de Julho e Agosto. Esta iniciativa, do pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Rio Maior, regressa ao Jardim Municipal já amanhã, sábado, dia 24, com danças de salão, pelas 21h30 e a música de Hugo Sampaio, pelas 22h30. No dia 31, a noite será dedicada às bandas riomaiorenses Sleazy Riders e The Others, com início marcado para as 21h30. Em Agosto, no dia 8, as “Noites de Verão” irão até às Salinas com a Bandinha da Gançaria pelas 15h30 e Liliana Carrilho às 21h30. Os dois últimos espectáculos voltam a realizar-se no Jardim Municipal, sendo que o primeiro, dia 14 de Agosto, pelas 21h30, irá levar o “Fado ao Parque” com fadistas riomaiorenses e o segundo, dia 21 de Agosto, será dedicado ao “Jazz in Parque” com as actuações dos Cottas Club Jazz (21h00) e de Anabela Vicente (22h30).

Festival de folclore em Alcanena O 24.º Festival Internacional de Folclore de Alcanena realiza-se quarta-feira (dia 28), pelas 21h00, na Praça 8 de Maio. A edição deste ano contará com actuações de grupos de folclore provenientes da Ucrânia, Brasil, Escócia, México e Portugal. O concelho de Alcanena estará representado pelos três grupos existentes na área do município: Rancho Folclórico e Etnográfico Santa Marta de Moitas Venda, Rancho Folclórico do Covão do Coelho e Rancho Folclórico de Gouxaria.


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necrologia

CORREIO DO RIBATEJO Edição n.º 6.214 | 23 de Julho de 2010

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AGRADECIMENTO

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Sua mulher, filho e demais família participam que será celebrada missa pelo seu eterno descanso no próximo dia 28, às 19 horas, na igreja de S. Nicolau, agradecendo desde já a todos quantos se dignarem assistir a este piedoso acto.

eu genro, netos, bisnetos e restante família agradecem muito reconhecidamente a todas as pessoas que se dignaram acompanhar a sua ente querida à sua última morada, ou que de qualquer outra forma lhes manifestaram o seu pesar.

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Celebração da eucaristia pelo vosso eterno descanso, amanhã, sábado, dia 24, na igreja de N.ª Senhora da Piedade, às 11 horas, agradecendo desde já a quem se dignar assistir a este piedoso acto.

ALBERTINO DE OLIVEIRA CANEL AS CANELAS 23-7-2008 23-7-2010

2 Anos de Eterna Saudade

eu filho, nora e restante S família, recordam com profunda dor e saudade a passa-

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AGRADECIMENTO

eu filho, nora e netas S agradecem muito reconhecidamente a todas as pesso-

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as que se dignaram acompanhar a sua saudosa extinta à sua última morada, ou que de qualquer outra forma lhes manifestaram o seu pesar.

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eu marido, filhos, nora, S genro, netos e restante família participam que, em sua

9771

memória e pelo seu eterno descanso, será celebrada missa na igreja Paroquial do Pombalinho, no próximo domingo, dia 25 de Julho, pelas 9.15 horas, agradecendo desde já quem se dignar assistir a este piedoso acto.

AGRADECIMENTO

ua família agradece muiS to reconhecidamente a todas as pessoas que se dignaram

9764

acompanhar o seu saudoso extinto à sua última morada, ou que de qualquer outra forma lhe manifestaram o seu pesar.

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Edição n.º 6.214 | 23 de Julho de 2010

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19/7/2009 – 19/7/2010 1 Ano de Eterna Saudade

ua família participa que S será celebrada missa pelo seu eterno descanso, no pró-

9769

ximo domingo, dia 25, às 11.30 horas, na igreja da Moçarria, agradecendo desde já a quem se dignar assistir a este piedoso acto.

AGRADECIMENTO A família agradece a todos os exmilitares que se dignaram fazer uma homenagem ao falecido seu camarada da Guerra do Ultramar em Angola, no passado dia 3 de Julho, no cemitério local. Acrescentando um pedido de desculpas pelo facto da família estar minimamente representada dado o horário da sua realização ter sido mal entendido.

Agradecimento e Missa do 7.º Dia 9763

S

ua família agradece muito reconhecidamente a todas as pessoas que se dignaram acompanhar o seu saudoso extinto à sua última morada, ou que de qualquer outra forma lhes manifestaram o seu pesar. Participa que será celebrada missa do 7.º dia, pelo seu eterno descanso, hoje, sexta-feira, dia 23, às 19 horas, na igreja de S. Nicolau, agradecendo desde já a quem se dignar assistir a este piedoso acto.

SANTARÉM

GUALDINO ANTÓNIO PATALONA MAÇANEIRO 28-7-2002 – 28-7-2010

8 Anos de eterna Saudade

ua esposa e filho partiS cipam que será celebrada missa pelo seu eterno des9777

canso no próximo dia 28, à 19 horas na igreja de S. Nicolau, agradecendo desde já a quem se dignar assistir a este piedoso acto.

SANTARÉM

Agência Funerária Campeão, Lda. Telef. 243325074 – Santarém RIBEIRA DE SANTARÉM

MOÇARRIA

ANA MARIA FERREIRA SIL SILVVA PPAATRÍCIO AMADEU JOSÉ DE OLIVEIRA COST COSTAA ROSA MARIA JOSÉ LUÍS DA FONSECA NOGUEIRA Faleceu a 15-7-2010

AGRADECIMENTO

eu marido, filhos, nora, S neto e restante família agradecem muito reconhecida9779

mente a todas as pessoas que se dignaram acompanhar a sua saudosa extinta à sua última morada, ou que de qualquer outra forma lhe manifestaram o seu pesar.

Agência Funerária Lopes & Benavente, Lda. Telef. 243323888 – Santarém

39 Anos de Eterna Saudade 26-7-1971 – 26-7-2010 9753 ua esposa, filha, genro e netos recordam com profunda dor e saudade a passagem do 39.º aniversário do seu falecimento.

S

6.º Aniversário Querida Ana mais um ano de eterna saudade 9786 eu marido, filho, sogra, irmãs e cunhados participam que será celebrada missa no próximo dia 26, às 19 horas, na igreja de S. Nicolau, agradecendo desde já a quem se dignar assistir a este piedoso acto.

S

FUNERÁRIA DOM FERNANDO A. FERNANDO,, LD LDA. Funerais, Trasladações e Cremações Fernando Figueiredo Gerente

243 108 492 Telemóvel 913 202 868 / 938 593 716 HONESTIDADE E COMPETÊNCIA SEDE: Rua do Alfageme de Santarém, 29 – RIBEIRA DE SANTARÉM ESCRITÓRIO: Av.ª Bernardo Santareno, Loja B - Frt. ao Hospital – SANTARÉM

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CORREIO DO RIBATEJO

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Padre Aníbal Vieira deixa paróquia de São Nicolau O bispo de Santarém tornou pública, na passada sexta-feira (dia 16), a lista de nomeações de párocos e vigários paroquiais para os anos 2010 e 2011 que deverá entrar em vigor em Setembro próximo. Da lista, ressaltam os nomes de Aníbal Vieira, até aqui pároco de S. Nicolau e Ribeira de Santarém que passará a exercer nas paróquias de Santa Maria, São Pedro, S. Tiago e Santíssimo Salvador de Torres Novas, bem como Ricardo Mónica que passa a ficar responsável pelas paróquias de Cartaxo, Ereira, Vale da Pinta, Almoster e Vila da Marmeleira. “À hora de divulgar as nomeações para ofícios eclesiásticos, parece-me oportuno lembrar que o ministério sacerdotal não é um mérito de ninguém mas um dom do Senhor que devemos pedir e agradecer; e que as responsabilidades atribuídas não devem ser entendidas como distinções ou graus de carreiras mas como serviço a realizar em atitude de humildade e de confiança no Senhor”, afirma D. Manuel Pelino, bispo de Santarém. “Ao fazer as nomeações tenho a intenção de promover a pastoral de conjunto. O pároco e a paróquia fechados no seu território não correspondem aos actuais desafios pastorais. Mas a pastoral de conjunto só se alcança se todos nos esforçarmos por vencer o individualismo e o protagonismo; por trabalhar em equipa; por valorizar o papel dos vigários; por abrir as comunidades a outros responsáveis por áreas pastorais. A união faz a força e permite um maior rendimento dos carismas pessoais,” justifica. Por outro lado, acrescenta, “a missão pede-nos uma disponibilidade generosa para partirmos para onde a Igreja nos envia pois é aí que Deus precisa de nós.” Assim, os párocos e vigários paroquiais nomeados dentro da diocese de

Santarém são os seguintes: Aníbal Manuel Vieira, pároco de Santa Maria, São Pedro, S. Tiago e Santíssimo Salvador de Torres Novas, continuando como Director do Secretariado das Comunicações Sociais; Dilceu Bortolotto, Pároco in solidum de Junceira e Olalhas, Casais, Alviobeira, Além da Ribeira, São João Baptista e Santa Maria do Olival de Tomar; Francisco António Clemente Ruivo, Pároco de Várzea, Moçarria, Abitureiras e Azambujeira e responsável pela Escola Diocesana de Teologia; Mário Farinha Duarte, Pároco in solidum e moderador de São João Baptista e Santa Maria do Olival de Tomar, continuando com a mesma responsabilidade nas anteriores paróquias (Casais, Alviobeira, Além da Ribeira, Olalhas e Junceira) e como Capelão do Hospital de Tomar; Ricardo Joaquim Pires de Azevedo Mónica, pároco de Cartaxo, Ereira, Vale da Pinta, Almoster e Vila da Marmeleira. Continua Assistente Regional do CNE; Ricardo Miguel Neves Madeira (Moderador) e Luciano Natal Brasil Oliveira, Párocos in solidum das paróquias anteriores e ainda de Tremês e de Azoia de Cima. Continuando o P. Luciano Natal Brasil Oliveira como Assistente diocesano do Apostolado da Oração; Sérgio Paulo Carvalho dos Santos, Pároco in solidum de Casais, Al-

viobeira, Além da Ribeira, Olalhas, Junceira, São João Baptista e Santa Maria do Olival de Tomar; Vítor Manuel Alcobia João, Pároco de São Nicolau e Santa Iria da Ribeira de Santarém, continuando como Assistente do Secretariado da Catequese da Infância e Adolescência; Ricardo Alexandre Ferreira Conceição, continuando Vigário Paroquial do Divino Salvador (Sé), Assistente Eclesiástico Diocesano das Equipas de Jovens de Nossa Senhora e dos Convívios Fraternos, membro da Equipa Coordenadora do Serviço Diocesano de Formação Cristã de Adultos, assume como principal missão, a de coordenador da pastoral juvenil, da pastoral do ensino superior e do Secretariado da Pastoral Vocacional; Ricardo Filipe Gonçalves Gaspar Pinto, vigário Paroquial de Santa Maria, São Pedro, S. Tiago e Santíssimo Salvador de Torres Novas. Os padres em tempo sabático são Carlos Alberto Ramos Dias, um ano livre para concluir estudos académicos e Frutuoso Duarte Matias, um semestre sabático. O diácono Manuel Branco, colaborará com a equipa dos padres Ricardo Madeira e Luciano Oliveira. Para Setembro Manuel Pelino Domingues espera fazer outras nomeações.


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desporto

CORREIO DO RIBATEJO Edição n.º 6.214 | 23 de Julho de 2010

CORREIO DESPORTIVO Coordenação de Manuel Oliveira Canelas

Torneio de Futsal 24 Horas do Vitória Clube de Santarém

Psst, psst… Cidade de Santarém, já reparou neste Vitória? Geralmente, “torneio” é um vocábulo que exige três sílabas. Para o Vitória Clube de Santarém, a palavra encolhe, reclamando apenas duas: luxo; pompa; vigor. Na verdade, foi simplesmente irrepreensível a organização do primeiro torneio de futsal em formato 24 horas alguma vez realizado na cidade de Santarém: houve espectáculo e dinamismo; convívio e amizade; pontualidade e respeito. “Muito obrigado”, exclamou o desporto. Será que o povo escalabitano já se apercebeu disto? O Vitória, pé ante pé, quase pedindo licença para respirar, estrangulado pela ausência das indispensáveis verbas camarárias, vai tornando a atmosfera desportiva da cidade mais respirável, menos poluída. No caso particular do futsal, a jovem associação assume-se progressivamente, à custa do labor de um grupo reduzido de entusiastas, como uma bomba de oxigénio vital, mobilizadora, empreendedora, expansiva. Exagero? Vamos aos factos: o futsal feminino foi introduzido em Santarém pelo Vitória. As escolinhas de futsal? Sim, também pelo Vitória. Pois, e agora os infantis. E os iniciados. Até os veteranos! Já chega? Não. No último fim-de-semana, dias 17 e 19 de Julho, foi o Torneio Santarém Futsal 24 Horas, um tipo de evento cuja realização é viabilíssima em pequenas localidades, dotadas de recintos próprios, mas dificílima de materializar em espaços municipais. O Vitória atreveu-se. E cumpriu. Às 11h00 da manhã de sábado, os atletas começaram a invadir a Nave do Pavilhão Municipal de Santarém. No cardápio, existiam estilos de jogo com distintos temperos, à moda de diversas paragens: Santarém, Lisboa, Seixal, Achete, São Vicente do Paul, Romeira, Pontével. Dúvidas acerca do banquete a escolher? Injustificadas. Afinal, havia mais de vinte e quatro horas para se provar de tudo: na mesa, pronto a petiscar, estava bom futsal, à descrição, servido ininterruptamente desde a hora do pontapé de saída até às 16h00 de domingo. Não espantava a gulodice dos curiosos: os cozinheiros eram de monta. O recinto aglutinou a nata do futsal do distrito, representada por executantes de elevada craveira, a maioria dos quais pertencente aos quadros dos mais poderosos emblemas filiados na Associação de Fu-

A equipa Weclick Transportes derrotou os favoritos do Restaurante Melro na final e sagrou-se campeã do primeiro torneio 24 horas de futsal da cidade de Santarém

tebol de Santarém. A bitola estava em bicos de pés, elevada, e o espectáculo, portanto, assegurado.

Houve vida nos grupos da morte O sorteio, realizado no dia 12, ditara três agrupamentos vigorosos, prometedores, compostos por equipas capazes de enamorar o pódio com confiantes dotes de galanteio. As atenções estavam concentradas, essencialmente, no grupo C, com os “galácticos” do Restaurante Melro, habituados a devorar todos os torneios e a rapar os ossos dos oponentes, a reclamarem claro favoritismo. Todavia, os Só Cá Viemos Tomar Banho, de Lisboa, os Quase Nada, de Pontével, e a Associação de Jovens de São Domingos Lopes e Benavente prometiam colocar um freio na tendência hegemónica do opositor. Sem sucesso: os melros chilrearam melodias que os adversários não tiveram talento para acompanhar e, à capela, sem ninguém a dar-lhes música, terminaram no primeiro posto. Seguiram-se a turma de Lisboa (que, afinal, mostrou argumentos para não limitar a sua participação aos retemperadores duches saboreados no balneário) e a de São Domingos, esta apurada para a próxima fase na condição de uma das duas melhores terceiras classificadas. No grupo A, por sua vez, a acção iniciou-se com um confronto de contornos simbólicos, épico, com o Restauran-

te O Fábio, composto pelos veteranos do Vitória, a digladiar-se com a Cervejaria Ilhavense, na qual pontificavam diversos elementos da equipa sénior da instituição escalabitana. Amizades à parte, o Ilhavense triunfou por 10-2, condenando antecipadamente a turma da velha raposa Luís Carvalho ao último posto do grupo e atalhando até ao primeiro lugar, posição que viria a conquistar após uma vitória categórica sobre os futuros vencedores do certame, o Weclick Transportes (3-1). Ao nível do grupo B, a soberania esteve sob a alçada do Iland Bar, que garantiu o pleno de triunfos, contribuindo para o desespero dos Pablitos (os outros apurados), dos Náuticos (Seixal) e dos Joões (Romeira).

ter engordado largas horas: Restaurante Melro, Weclick Transportes, Iland Bar e Cervejaria Ilhavense. Nas meias-finais, um resultado cantado em tom de surpresa deu uma ideia de qual a banda sonora que se escutaria na hora da consagração dos vencedores: após um 2-2 no

tempo regulamentar, o Weclick Transportes provocou o naufrágio do Iland Bar (composto pelo núcleo duro do Grupo de Futsal Achete) no desempate por penalties, carimbando uma celebradíssima presença na final. No outro encontro, o Restaurante Melro venceu indiscutivelmente por 6-3 um extenuado Ilhavense (apenas sete jogadores para enfrentar seis encontros), formação que viria a baquear igualmente no desafio de atribuição dos terceiro e quarto lugares, no último minuto do jogo, diante do Iland (1-2). Acerca da final, pouco se pode, estranhamente, discorrer: o Weclick Transportes foi superior em toda a linha defronte do Restaurante Melro, ignorando a aura dos astros contrários e alicerçando o triunfo na entreajuda, e na irreverência de meia dúzia de jovens executantes com futuro na modalidade. No final, o 5-3 soa a escasso, numa partida que chegou a ter laivos de escândalo. Eis a derradeira ordenação dos conjuntos participantes: 1.º Weclick Transportes; 2.º Restaurante Melro; 3.º Iland Bar; 4.º Cervejaria Ilhavense; 5.º AJSD Lopes e Benavente; 6.º Os Pablitos; 7.º

Scálabis; 8.º Só Cá Viemos Tomar Banho; 9.º Náuticos; 10.º Os Joões; 11.º Restaurante O Fábio; 12.º Quase Nada. No plano individual, João “Migalhas” Silva, do Weclick Transportes, elevou-se mais alto na contenda entre guardiões, suplantando André Casaca (Ilhavense) e Xuxo (Melro), enquanto no tiroteio se destacou o colega Ricardo Patrício, com 11 tentos em 6 partidas. Bruno Matias (Melro) arrebatou o título de jogador mais valioso do certame, ao sprint, numa votação onde se encontravam bem colocados o colega Gonçalo Gonçalves, João Ferreira (Weclick), Arnaldo Barbosa (Iland Bar) e Pedro Garrido (Restaurante O Fábio). Nos troféus colectivos, pontificou o Restaurante O Fábio, triunfando na Taça Disciplina (com os mesmos pontos do que o Iland Bar, mas apresentando uma média de faltas inferior) e na sempre apetecível Taça Convívio, não obstante a boa réplica do contingente da AJSD Lopes e Benavente. “Para o ano voltaremos mais fortes”, pressagiou a maioria das equipas, na hora da despedida. O Vitória Clube de Santarém também. SF

Taça Correio do Ribatejo

Uma insaciável sede de vencer

Vai uma peladinha às cinco da matina?

Eram 05h00 da madrugada quando se procedeu ao sorteio dos quartos-de-final e, assim, se começaram a delinear as vias de acesso ao título. Nunca alguém escutara os cacarejos dos galos escalabitanos confinado às paredes do Pavilhão Municipal e, portanto, o calcorrear desta fase não deixa de assinalar um marco simbólico. Após quatro espectáculos dotados de inegável emotividade e de incerteza no placar, emergiram os quatro magníficos, aqueles que sobreviveram à chacina física e psicológica provocada por um dia que, em certos momentos, pareceu

Quando, na hora da consagração, o capitão Carlos Veríssimo tombou de joelhos sobre a quadra, apontando aos céus, a plateia apercebiase do significado do feito: os veteranos do Vitória Clube de Santarém acabavam de conquistar, no Torneio San-

tarém Futsal 24 Horas, a sua segunda Taça Amizade deste Verão, depois do brilharete da Golegã. O nome oficial do troféu? Taça Convívio – Correio do Ribatejo. O título, obtido em representação do Restaurante O Fábio, foi festejado até altas

horas da madrugada de domingo, prevendo-se que os atletas que para ele contribuíram sejam agraciados no jantar comemorativo do quinto aniversário do clube, que se realizará no próximo sábado, às 20h00, na referida casa de pasto.


desporto

Edição n.º 6.214 | 23 de Julho de 2010

Associação de Futebol de Santarém

Aí está o futebol distrital! Regressou a febre do futebol. As equipas seniores, de bolsos engripados, vão fazendo o que podem para resistir à epidemia generalizada que germina no desporto distrital e, no passado dia 12 de Julho, concentraramse na sede da Associação de Futebol de Santarém para assistir ao sorteio de mais uma longa temporada desportiva. Nestas linhas, disponibilizamos o calendário da primeira volta do Campeonato Distrital da Divisão Principal. E que tal um escaldante Riachense-Fazendense para início de conversa? SF

Campeonato Distrital da Divisão Principal 1.ª volta

3.ª jornada (19 de Setembro) Torres Novas – Fazendense Amiense – Alcanenense SL Cartaxo – Ouriquense Pego – Benavente Ouriense – Mação Samora Correia – U. Tomar

6.ª jornada (10 de Outubro) Alcanenense – Samora Correia Ouriquense – Fazendense Benavente – Torres Novas Mação – Amiense U. Tomar – SL Cartaxo Ouriense – Pego

9.ª jornada (7 de Novembro) Ouriquense – Benavente Alcanenense – Mação Fazendense – U. Tomar Torres Novas – Ouriense Amiense – Pego Samora Correia – SL Cartaxo

1.ª jornada (5 de Setembro) Amiense – Torres Novas SL Cartaxo – Fazendense Pego – Alcanenense Ouriense – Ouriquense U. Tomar – Benavente Samora Correia – Mação

4.ª jornada (26 de Setembro) Fazendense – Samora Correia Alcanenense – Torres Novas Ouriquense – Amiense Benavente – SL Cartaxo Mação – Pego U. Tomar – Ouriense

7.ª jornada (17 de Outubro) Alcanenense – Ouriquense Fazendense – Benavente Torres Novas – Mação Amiense – U. Tomar SL Cartaxo – Ouriense Samora Correia – Pego

10.ª jornada (14 de Novembro) Samora Correia – Benavente Mação – Ouriquense U. Tomar – Alcanenense Ouriense – Fazendense Pego – Torres Novas SL Cartaxo – Amiense

2.ª jornada (12 de Setembro) Torres Novas – Samora Correia Fazendense – Amiense Alcanenense – SL Cartaxo Ouriquense – Pego Benavente – Ouriense Mação – U. Tomar

5.ª jornada (3 de Outubro) Fazendense – Alcanenense Torres Novas – Ouriquense Amiense – Benavente SL Cartaxo – Mação Pego – U. Tomar Samora Correia – Ouriense

8.ª jornada (24 de Outubro) Ouriquense – Samora Correia Benavente – Alcanenense Mação – Fazendense U. Tomar – Torres Novas Ouriense – Amiense Pego – SL Cartaxo

11.ª jornada (24 de Novembro) Benavente – Mação Ouriquense – U. Tomar Alcanenense – Ouriense Fazendense – Pego Torres Novas – SL Cartaxo Amiense – Samora Correia

2ª volta

14.ª jornada (12 de Dezembro) Fazendense – Torres Novas Alcanenense – Amiense Ouriquense – SL Cartaxo Benavente – Pego Mação – Ouriense U. Tomar – Samora Correia

17.ª jornada (9 de Janeiro) Samora Correia – Alcanenense Fazendense – Ouriquense Torres Novas – Benavente Amiense – Mação SL Cartaxo – U. Tomar Pego – Ouriense

20.ª jornada (6 de Fevereiro) Benavente – Ouriquense Mação – Alcanenese U. Tomar – Fazendense Ouriense – Torres Novas Pego – Amiense SL Cartaxo – Samora Correia

12.ª jornada (28 de Novembro) Torres Novas – Amiense FAzendense – SL Cartaxo Alcanenense – Pego Ouriquense – Ouriense Benavente – U. Tomar Mação – Samora Correia

15.ª jornada (19 de Dezembro) Samora Correia – Fazendense Torres Novas – Alcanenense Amiense – Ouriquense SL Cartaxo – Benavente Pego – Mação Ouriense – U. Tomar

18.ª jornada (16 de Janeiro) Ouriquense – Alcanenense Benavente – Fazendense Mação – Torres Novas U. Tomar – Amiense Ouriense – SL Cartaxo Pego – Samora Correia

21.ª jornada (13 de Fevereiro) Benavente – Samora Correia Ouriquense – Mação Alcanenense – U. Tomar Fazendense – Ouriense Torres Novas – Pego Amiense – SL Cartaxo

13.ª jornada (5 de Dezembro) Samora Correia – Torres Novas Amiense – Fazendense SL Cartaxo – Alcanenense Pego – Ouriquense Ouriense – Benavente U. Tomar – Mação

16.ª jornada (22 de Dezembro) Alcanenense – Fazendense Ouriquense – Torres Novas Benavente – Amiense Mação – SL Cartaxo U. Tomar – Pego Ouriense – Samora Correia

19.ª jornada (30 de Janeiro) Samora Correia – Ouriquense Alcanenense – Benavente Fazendense – Mação Torres Novas – U. Tomar Amiense – Ouriense SL Cartaxo – Pego

22.ª jornada (20 de Fevereiro) Mação – Benavente U. Tomar – Ouriquense Ouriense – Alcanenense Pego – Fazendense SL Cartaxo – Torres Novas Samora Correia – Amiense

lho, o instrutor Raul Cipriano e o atleta Francisco Esteves puderam contactar com alguns dos prelectores mais conceituados ao nível mundial. BTT. É já domingo, dia 25 de Julho, que Vaqueiros apadrinhará mais uma edição (a 13ª) dos “Trilhos do Alviela”, prova de BTT que con-

ta com percursos de 10, 20 e 40 km. A organização estará a cargo do Alviela Futebol Clube Vaqueirense e da Comissão de Festas de Vaqueiros. Possíveis inscrições de última hora poderão ser efectuadas para os números 967232258, 962671559 ou 915358567. MOTOCROSSE. O

Moto Clube Sacho organizou, no âmbito da Semana da Juventude da Vila de Coruche, a primeira edição de uma prova trial resistência 4x4, disputada no passado dia 18 de Julho. As encostas naturais, barreiras e valas do “Montinho do Brito” apadrinharam o triunfo da Anguer Team.

BREVES TAEKWONDO. O “Parafuso”, do Entroncamento, fez-se representar duplamente num dos maiores eventos internacionais destinado à formação de treinadores e atletas da modalidade. Na Galiza, entre os dias 5 e 11 de Ju-

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Ginástica

Santarém intro… Metz na montra mundial Metz (França) é a cidade que aguarda os onze atletas do distrito de Santarém que conquistaram o direito a se intrometer, em Outubro próximo, nos Campeonatos Internacionais por Grupos de Idade (Campeonatos do Mundo por Escalão Etário), distribuídos por aparelhos de duplo mini-trampolim, trampolim individual e trampolim sincronizado. Esta selecção ficou delineada após, no passado dia 11, em Reguengos de Monsaraz, ficar concluída a derradeira prova de apuramento para a prestigiada prova, de onde sairão os campeões mundiais referentes aos escalões 11 e 12 anos; 13 e 14; 14 e 15; e 16 e 17. Na ocasião, o distrito de Santarém ousou evidenciar-se na condição de maior fornecedor de ginastas à comitiva nacional, apoderando-se de uns consideráveis trinta por cento do plantel. Eis a lista de talentos apurados: Diogo Batista, Rafael Holzheimer, Andreia Robalo, Ana Estela Robalo, Sara Freitas e Ana Gomes (Clube de Trampolins de Salvaterra); Maria Campos, João Silva, Guilherme Braz e Joana Mendes (Sociedade Filarmónica Gualdim Pais) e André Nunes (Clube de Futebol Estevense). Em Outubro saber-se-á se quem espreitar pela montra mundial da ginástica conseguirá ver expostas as medalhas dos representantes da Associação de Ginástica do Distrito de Santarém. Chegou a altura de fazer ginástica a sério. Nos trampolins e não nas carteiras... SF

Karting

A Nersant tem algo a comuni… kart

Estão abertas as inscrições para o Grande Prémio Empresarial de Karting “6 Horas a Acelerar”, evento automobilístico que se realizará no próximo dia 25 de Setembro no Kartódromo de Abrantes. A iniciativa partiu da Associação Empresarial da Região de Santarém – Nersant. Para formalizar a sua participação, cada equipa terá de desembolsar um total de 400 euros (mais IVA), garantindo o direito a apresentar um mínimo de quatro pilotos e um máximo de nove. As empresas interessadas em integrar o certame deverão efectivar online esses intentos, servindo-se do sítio www.nersant.pt. Caso surjam aspectos carecidos de esclarecimento, os contactos a recorrer serão os do Departamento de Feiras e Certames da Nersant: dfp@nersant.pt ou 249839500. Depois, no dia da prova, a partir das 10h00, se verá quem possui mais… kart e engenho. SF


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desporto

CORREIO DO RIBATEJO Edição n.º 6.214 | 23 de Julho de 2010

O fim do andebol sénior dos Caixeiros

Queimaram um livro de História! Com o Verão, chegam as altas temperaturas. Com elas, os incêndios. Fogo posto, muitas vezes, mal intencionado, atroz, capaz de varrer do mapa aquilo que demorou décadas a construir. Santarém não escapou ao flagelo: a temática relacionada com o atraso do pagamento das verbas referentes ao apoio ao associativismo desportivo tem aquecido o clima na cidade, originando um Verão quente, escaldante, carbonizado de polémica e indefinição. Entretanto, já começou a contagem dos corpos. As vítimas sucedem-se a um ritmo dramático, e os “bombeiros” associativos, habituados a ladear as contrariedades até ao limite das suas capacidades, parecem incapazes de resgatar a maioria dos clubes de entre o emaranhado de destroços. A morte mais recente? A da equipa de andebol sénior do Grupo de Futebol dos Empregados no Comércio de Santarém. A emblemática formação que projectou o nome dos Caixeiros ao nível nacional chegou ao fim, vitimada por esse incêndio que assolou o desporto escalabitano e que, desta feita, acaba de queimar um au-

A queda, desta vez, não foi brincadeira. A equipa sénior de andebol dos Caixeiros já não se consegue reerguer

têntico livro de História. Ao fim e ao cabo, a História do andebol em Santarém. O fim estava anunciado há muito. Os dirigentes do clube já haviam chamado a atenção inúmeras verdes para o ar irrespirável que se propagava pelo interior do seu cofre-forte, e o colapso adivinhava-se a qualquer altura. Agora surge a confirmação oficial, pela boca da sua Direcção: “A equipa sénior de andebol, que deu à nossa cidade títulos nacionais, não vai participar no próximo Campeonato Naci-

onal da 2ª Divisão”, anuncia Fernando Perez Graça. Às sobejamente badaladas e já bastas vezes esmiuçadas contrariedades financeiras relacionadas com o apoio autárquico juntam-se as novas exigências da Federação de Andebol de Portugal, cujas taxas de inscrição galoparam sem pedir licença. É o fim da linha. As chamas alastram, e não parece existir ninguém com uma mangueira capaz de as deter. Com o desporto a definhar em Santarém, a pergunta impõe-se: e as

Andebol de formação

Chamas não chegaram à Ribeira

A área ardida é vasta, mas não contempla, felizmente, a Ribeira de Santarém. Por lá, semana após semana, sucedem-se as actividades promovidas pelos Caixeiros junto das crianças locais, que cada vez mais acorrem, em massa, ao apelo. No último sábado, apesar do intenso calor, o sucesso tornou a ser a palavra de ordem. Consequências? Nova sessão marcada para amanhã, pois claro. Às 10h00, para quem gosta de andebol. SF

crianças? E o futuro? Os dirigentes do clube escalabitano não tencionam, contudo, baixar os braços, comprometendo-se a batalhar insistentemente no sentido de, “num futuro próximo, quando as actuais condições adversas se alterarem, os Caixeiros se recolocarem na primeira linha do andebol sénior nacional”. Para já, está na calha a criação, esta época, de escalões femininos, que se juntarão às equipas de formação existentes (até aos juvenis). Sérgio Fernandes

Futebol

Equipa cada vez mais esperan… Sousa no título Continua a ser retocada a maquilhagem da única equipa de futebol sénior de Santarém, que anseia por se apresentar em traje de gala no próximo Campeonato Distrital da 2ª Divisão. O novo look dos Caixeiros parece ser bem apelativo e o engate rumo ao título parece bem encaminhado: depois dos namoros bem sucedidos com Fábio e César Piedade, Costinha, Broças e Paulo Freilão, o clube escalabitano conquistou agora o jovem Nuno Sousa, exCartaxo, que assim se junta ao irmão Pedro no plantel às ordens dos técnicos Taborda e Aranha. A equipa, que, nem por sombras, se torna mais presun… Sousa com estas aquisições ambiciosas, tem como meta chegar ao fim da prova instalada no topo da tabela, de modo a, com trabalho e humildade, recolocar Santarém na montra do futebol nacional. Aguarda-se a qualquer momento o anúncio de mais alguns adornos para embelezar um conjunto que surge em 2010/11 de cara lavada, mas cuja base não difere da da temporada transacta. O início dos trabalhos de pré-época está agendado para o dia 23 de Agosto, com algumas sessões na praia a constarem no menu. Confirmada está já a presença, no final do referido mês, num torneio administrado pela Associação Desportiva Fazendense, participação que complementará a disputa de diversos desafios particulares a realizar com formações da zona oeste e com clubes filiados na Associação de Futebol de Santarém. SF

Atletismo

Um recorde que planta Carvalho no jardim da elite Nos últimos Campeonatos Nacionais de Atletismo, disputados no passado fimde-semana, as flores da glória foram para os renomados gémeos Vieira, Sérgio e Vieira. Indissociáveis, inseparáveis, desde o útero… aos pódios: no Estádio Magalhães Pessoa, em Leiria, os irmãos do Clube de Natação de Rio Maior ocuparam os dois degraus mais elevados na prova de 10 km marcha, confirmando o papel de relevo que souberam conquistar no panorama nacional da especialidade. Não se sabe qual dos dois gémeos “saiu” primeiro na corrida da vida, mas, pelo menos nesta prova de marcha, ficou claro quem chegou na frente: Sérgio Vieira, com menos 48 centésimos, relegou João para a segunda posição. Além dos medalhados riomaiorenses, uma outra atle-

ta, ainda júnior, reclamou um lugar de destaque entre as figuras da comitiva nacional neste certame: Catarina Carvalho. A jovem atleta da União Desportiva Zona Alta pulverizou o recorde regional dos 3.000 m obstáculos, em juniores femininos,

ficando às portas do pódio (4º lugar) com a notável marca de 10,52.75 m. Tiago Marto, do GA Fátima, foi o outro atleta do distrito a arrebatar uma medalha, ocupando o terceiro posto na competição de 110 m barreiras. SF

Mais um obstáculo galgado na carreira de Catarina Carvalho


passatempo

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ria Serras Pereira Dias, Miguel Pereira Pestana e José João da Silva Rodrigues. Em 25, Maria Luísa Garcia Camacho Velho Cabral e Maria Gomes da Conceição Marmelo. Em 26, Ana Maria Serra Félix, Natália dos Santos Duarte, Laura Maria Nunes Valério Baptista, Mariana Palma de Carvalho, António Augusto Vinagre Godinho Correia, José Manuel Álvares Serrão Maurício, Raimundo Manuel Álvares Serrão Maurício, Alberto Manuel Álvares Serrão Maurício e Francisco Vila-Lôbos Risques de Carvalho Serra. Em 27, Maria Fernanda da Mota Veiga Serra Montez, Palmira da Silva Matos Lourenço, Maria Teresa Vieira

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As anedotas do Barbosa

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FAZEM ANOS: Em 23, Maria José Meireles Freire Avilez de Melo e Castro; Maria Cristina Veiga Maltês, Maria do Céu Almeida Governo Picciochi, Maria Teresa Soares de Bastos Calisto, Rita Madeira de Jesus Mendes, José Augusto Eloy Santos, Armando Alves Lourenço, António Manuel Valério Baptista e Maria Fernanda de Jesus Narciso. Em 24, Maria Luísa dos Santos Veríssimo, Marta Ma-

Um velhote vai a conduzir na auto-estrada, quando a mulher lhe liga, muito aflita: - Olha querido, tem cuidado! Ouvi agora nas notícias, que anda um carro na auto-estrada em sentido contrário! O velhote responde: - Só um?! Eles são às dezenas!...

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Preencha as casas vazias, com algarismos de 1 a 9, sem repetições em nenhuma linha ou quadrado.

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barriga. – Palavras são boas de dizer e más de cumprir. – As palavras são como as cerejas, atrás de umas vêm outras. – Palavras são fêmeas e factos são machos. – Palavras sem obras, são tiros sem balas. In: Rifoneiro Português P. Chaves

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SUDOKU

Col. por Bertino C. Martins fosse o coração. – Palavras de noite não são para a manhã. – Palavras e plumas, levaas o vento. – Palavras de santo, unhas de gato. – As palavras mostram o que cada um é. – As palavras nas custam dinheiro. – Palavras não enchem a

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Adágios do Povo – Palavra boa, unge e a sua punge. – Palavra e pedra solBertino Coelho ta, atrás não Martins volta. – Palavra fora da boca e pedra fora da mão, não voltam atrás. Palavras boas são, assim

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VERTICAIS – 1 - Envolvem ou cobrem de pano. Unidade de medida de aceleração. 2 - Que são da natureza do xisto (fem.). Banda Desenhada (abrev.). 3 - Letra do alfabeto cirílico. Folha de videira. 4 - Branqueia com cal. Filme em episódios, concebido para ser transmitido pela televisão, com determinada periodicidade. 5 - Dá ais. Cerca com fios de arame. 6 - Nome da letra “P”. Mulher acusada de um crime. 7 - Desgastas, raspando. Enxadas. 8 - Cobrir com véu. Invulgar (fem.). 9 - Dispositivo adaptado aos aparelhos fotográficos portáteis, para focar convenientemente os objectos a fotografar. Solitário. 10 - Terceira vogal do alfabeto (pl.). Mostra-se pálido. 11 - No tempo de (prep.). Tomei sereno.

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SOLUÇÕES

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Rodrigues Trancas, Maria Eugénia Vasconcelos Cativo,Georgete dos Santos Passos,Amália do Carmo Canhoto Rodrigues Batista, Maria Francelina da Silva A. Ribeiro da Cruz, Ana Filipa Carvalho Mendes, Manuel António Pina, Albino Vaz Brites, Fernando Augusto Faustino Fontes e Pedro Nuno Mota Marcos. Em 28, João Manuel Nogueira Telhada da Silva, Nuno Avelar Coutinho Duarte e Ramiro Manuel Bento Queijeiro. Em 29, Inocência Serranho Fragoso d’Almeida, Maria Manuela Caldas de Oliveira, Isabel Maria Soares Bastos Semedo, Maria Jerónima Guerra da Luz Costa e Bráulio Rosa da Silva Flor.

Horizontais: 1 - EX. CAIR. VIS. 2 - MIMAI. AVISO. 3 - PS. IA. PÉS. 4 - ATEA. PALOP. 5 - NÓS. PESARÁS. 6 - ÁS. LÊ. 7 - MAPEARÁ. SIR. 8 - SARRE. RODE. 9 - RIA. PA. EN. 10 - ABREM. AREJE. 11 LDA. ANSA. AI. Verticais: 1 - EMPANAM. GAL. 2 - XISTOSAS., BD. 3 - ES. PARRA. 4 - CAIA. SÉRIE. 5 - AIA. ARAMA. 6 - PÊ. RÉ. 7 - RAPAS. PÁS. 8 - VELAR. RARA. 9 - VISOR. SÓ. 10 - IS. PALIDEJA. 11 SOB. SERENEI.

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HORIZONTAIS – 1 - Afastamento (pref.). Tombar. Infames. 2 - Amimai. Recado. 3 - Post-scriptum (abrev.). Inseminação Artificial (abrev.). Pecíolos das folhas. 4 Município de Espanha na província de Saragoça. Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (abrev.). 5 - As nossas pessoas. Avaliarás o peso de. 6 - Antiga moeda romana. Nome da letra “L”. 7 - Representará uma área definida num mapa. Título nobiliárquico. 8 - Um dos 16 estados federados da Alemanha, no sudoeste do país. Junte com o rodo. 9 - Espécie de albufeira. Protactínio (s.q.). Estrada Nacional (abrev.). 10 - Destampam. Ventile. 11 - Limitada (abrev.). Ensejo (fig.). Grito de alegria.

COM 22 CASAS NEGRAS

CRUZADAS

CORREIO DO RIBATEJO

Virgem – Carta Dominante: os Enamorados, que significa Escolha. Amor: Exprima os seus senti-

Carneiro – Carta Dominante: 10 de Copas, que significa Felicidade. Amor: Sentirá que tudo

corre na perfeição. Que a alegria de viver esteja sempre na sua vida! Saúde: Cuidado com os esforços físicos. Dinheiro: Não se descuide, pois está a ir por um óptimo caminho a nível profissional. Número da Sorte: 46. Números da Semana: 17, 23, 45, 2, 19, 40. Dia mais favorável: quinta-feira.

Touro – Carta Dominante: 9 de Copas, que significa Vitória. Amor: Poderá reencontrar um antigo amor. Esteja receptiva pois o Cupido pode bater-lhe à porta! Saúde: Evite situações de stress. Dinheiro: Faça contas à vida e veja bem com o que pode contar. Número da Sorte: 45. Números da Semana: 49, 15, 39, 22, 1, 30. Dia mais favorável: domingo. Gémeos – Carta Dominante: 5 de Ouros, que significa Perda/ Falha. Amor: Lute pelo verdadeiro amor, não se deixe influenciar por terceiros. Você merece ser feliz! Saúde: Não invente doenças quando realmente não as tem. Dinheiro: Este é um bom momento para investir, aproveite. Número da Sorte: 69. Números da Semana: 21, 30, 25, 11, 5, 32. Dia mais favorável: quinta-feira. Caranguejo – Carta Dominante: Rainha de Espadas, que significa Melancolia, Separação.

Amor: Poderá ter que enfrentar uma separação. Procure ter pensamentos optimistas e ver as situações pelo lado positivo. Saúde: Possíveis dores de rins. Dinheiro: Avalie os seus gastos. Número da Sorte: 63. Números da Semana: 12, 41, 20, 36, 4, 17. Dia mais favorável: terça-feira.

Leão – Carta Dominante: 3 de Paus, que significa Iniciativa. Amor: Não viva ansioso com a ideia de perder a pessoa que tem ao seu lado, aproveite antes todos os momentos que tem para estar com o seu companheiro. Viva a sua vida para que o seu exemplo possa servir de modelo aos outros! Saúde: Não se desleixe e cuide de si. Dinheiro: As suas economias estão a descer, tenha algum cuidado. Número da Sorte: 25. Números da Semana: 12, 4, 32, 47, 19, 7. Dia mais favorável: segunda-feira.

mentos sem ter medo de ser rejeitado. Com os nossos pensamentos e palavras criamos o mundo em que vivemos! Saúde: Cuidado com o calor. Dinheiro: Poderá ter que optar por um ou outro emprego que lhe surja. Número da Sorte: 6. Números da Semana: 33, 20, 4, 36, 19, 1. Dia mais favorável: quinta-feira. Balança – Carta Dominante: 8 de Ouros, que significa Esforço Pessoal. Amor: O seu coração está um pouco dividido, pense bem qual o caminho que deve seguir. Tenha a convicção de que é uma pessoa com um potencial intelectual enorme. Aprenda a soltar toda essa Força e Luz interior que desconhece. Saúde: Faça uma limpeza geral aos seus dentes para poder ter um sorriso radiante. Dinheiro: A vitalidade e esforço que tem demonstrado no trabalho estão a ser muito favoráveis para si. Número da Sorte: 72. Números da Semana: 20, 47, 6, 22, 45, 9. Dia mais favorável: sexta-feira.

Escorpião – Carta Dominante: Rei de Espadas, que significa Poder, Autoridade. Amor: A con-

córdia e o amor reinarão na sua relação afectiva. A felicidade na sua casa depende da educação que der aos seus filhos, por isso, preste atenção à formação que lhes dá. Saúde: Tente controlar as suas emoções para que o seu sistema nervoso não se ressinta. Dinheiro: Não haverá nenhuma alteração significativa. Número da Sorte: 64. Números da Semana: 24, 17, 46, 30, 9, 11. Dia mais favorável: quarta-feira.

Sagitário – Carta Dominante: 6 de Paus, que significa Ganho. Amor: O seu companheiro poderá

estar mais afastado mas não será nada de preocupante. A força do impulso está em si e só você pode criar as circunstâncias propícias à realização dos seus projectos. Tome a iniciativa, é você que cria as oportunidades! Saúde: Muito favorável, aproveite e pratique exercício físico. Dinheiro: Notará que o seu esforço a nível de trabalho será recompensado. Número da Sorte: 28. Números da Semana: 41, 23, 47, 36, 21, 27. Dia mais favorável: terça-feira. Capricórnio – Carta Dominante: Valete de Paus, que significa Amigo, Notícias Inesperadas. Amor: Irá manifestar-se em si uma grande energia sensual. Enfrente os seus medos e as suas dúvidas e será feliz! Saúde: Não seja céptico quanto à medicina natural. Dinheiro: Resolverá os seus problemas facilmente. Número da Sorte: 33. Números da Semana: 22, 17, 36, 40, 9, 25. Dia mais favorável: quinta-feira. Aquário – Carta Dominante: Valete de Copas, que significa Lealdade, Reflexão. Amor: Permita que a sua relação seja mais liberal, não é a prender a outra pessoa que conseguimos que ela nos ame. Seja paciente e compreensivo com as pessoas que vivem a seu lado! Saúde: Tente não andar muito tenso. Dinheiro: Sem preocupações. Número da Sorte: 47. Números da Semana: 14, 19, 23, 46, 2, 42. Dia mais favorável: domingo. Peixes – Carta Dominante: Rei de Paus, que significa Força, Coragem e Justiça. Amor: Seja mais audaz no amor. “Ama o próximo como a ti mesmo” – Esta foi a mensagem que Cristo nos deixou; se a seguir será feliz! Saúde: O excesso de ansiedade não é favorável para a sua saúde. Dinheiro: Seja mais equilibrado nos seus gastos. Número da Sorte: 36. Números da Semana: 20, 13, 4, 26, 7, 10. Dia mais favorável: sexta-feira.


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tauromaquia

CORREIO DO RIBATEJO Edição n.º 6.214 | 23 de Julho de 2010

Coordenação de

Temporada 2010 - Balanço Prévio

Ludgero Mendes Estamos a atingir o final do mês de Julho, um dos meses de mais intensa actividade taurina no nosso país, só superada pelo mês de Agosto, inquestionavelmente o mais preenchido do calendário taurino nacional. Ao contrário de Espanha, cujas principais feiras ocorrem até aos princípios de Junho, no nosso país os espectáculos tauromáquicos concentram-se entre Junho e Setembro, repartidos pelas “feiras” de Santarém, Angra do Heroísmo, Vila Franca, Abiúl, Coruche, Évora, Montemor, Nazaré, Alcochete, Montijo e Moita do Ribate-

jo, a que há a juntar as corridas do Campo Pequeno que preenchem, sobretudo, os meses de Julho e Agosto. Estando quase vencido o mês de Julho, propomo-nos fazer um balanço prévio ao que vai de temporada, não tanto numa ordem estatística, mas, essencialmente, numa relação de sensibilidade, numa perspectiva carregada de alguma subjectividade, mas, ainda assim, capaz de congregar o sentimento dos principais agentes da Festa Brava no nosso país. As análises mais estribadas nos indicadores estatísticos surgirão, como cumprirá, após o encerramento da época.

Os cavalos a correr…

Até esta data a maioria das empresas tauromáquicas tem apostado, sobretudo, na organização de corridas à portuguesa, contando-se pelos dedos de uma mão os diestros que já se apresentaram em arenas nacionais no que vai da presente temporada. Tal cenário até nem nos causa grande admiração, uma vez que, de facto, não dispomos actualmente de figuras do toureio a pé que se imponham na elaboração dos cartéis, e quando tal acontece é natural que a tendência seja a de montar corridas à portuguesa, com cavaleiros e forcados. Nos casos em que as empresas incluíram matadores de toiros o público não privilegiou estas opções, primando pela ausência, proporcionando-lhes, assim, a justificação para não voltarem a organizar estas corridas. Apostando-se, assim, no figurino da corrida à portuguesa, deveríamos supor que houvesse espaço para a actuação de muitos dos marialvas que engrossam o respectivo escalafón, porém, desiludamo-nos, porque tal não acontece, nem acontecerá. Outros valores mais altos se levantam… Para além de uma meia dúzia de cavaleiros que têm ocupado ano após ano as posições cimeiras das nossas estatísticas – Luís Rouxinol, Joaquim Bastinhas, António Telles, Rui Salvador, Ana

Batista, Sónia Matias, João Moura, João Salgueiro, Vítor Ribeiro, e poucos mais – aparece agora uma nova fornada de cavaleiros de dinastia, como está na moda chamarse-lhes, como são os casos de João Telles Júnior, Duarte Pinto, João Moura Caetano, Marcos Tenório, Manuel Lúpi, Manuel Telles Bastos, António Maria Brito Paes e Salgueiro da Costa, os quais esgotam quase todas as soluções das empresas para a elaboração dos seus cartéis. Por diferentes razões, surgem, de quando em vez, alguns cavaleiros que investem nas respectivas carreiras e fazem meteóricas aparições por uma ou duas temporadas, posto que quase sempre os investimentos saem furados, e estes artistas voltam a sair de cena. Refiro-me, obviamente, a João Cerejo, Gilberto Filipe, Tito Semedo e a outros que vão engordando os cofres dos empresários, à custa de umas oportunidadesitas, para não serem completamente esquecidos. Pelo meio ficam uns quantos cavaleiros que têm boas condições técnicas e artísticas mas que não têm tido quem apostasse em si, pelo que se limitam a tourear uma meia dúzia de corridas, como são os casos de José Manuel Duarte, Marco José ou Pedro Franco, bem como alguns amadores que vão funcionando, casos de Mateus Prieto e de Soller Garcia.

A moda dos rejoneadores Para evitar refrescar os cartéis com a integração de alguns dos cavaleiros que, pelas suas condições técnicas, mereciam oportunidades, mas, que, certamente, não darão contrapartidas financeiras, as empresas apostam nos rejoneadores, alguns sem qualidade para se apresentarem nas nossas arenas, e que

apenas servem para iludir os espectadores, que não os conhecem, mas, acreditam que sendo espanhóis serão bons! As excepções são as presenças de Diego Ventura, de Pablo Hermozo de Mendoza e de Leonardo Hernández, porque, de facto, são excelentes toureiros. No seu estilo, naturalmente, mas sabem tourear, montam muito bem, têm noção exacta de que tourear é criar espectáculo que agrade ao público e, nesta perspectiva, não defraudam o respeitável que paga o bilhete para os apreciar. É claro que na maioria das vezes impõem os toiros espanhóis que pouca emoção transmitem, mas quem pode, manda. Estes toureiros de qualidade são sempre bem-vindos às nossas praças, porque aumentam a competição com os cavaleiros lusos e valorizam os espectáculos – nem que seja apenas na perspectiva artística – agora, alguns rejoneadores que ninguém conhece e que nem no seu país toureiam, é incompreensível! Deixar em casa bons cavaleiros portugueses apenas para “arejar” os cartéis com maletas espanhóis, não se tolera!

Toiros de saldo… os espanhóis, claro! Ao contrário de Espanha, onde abundam toiros de camadas anteriores, as nossas ganadarias não têm, assim, tantos toiros para alugar, o que, ao que parece, tem dificultado a vida às empresas que têm sentido a necessidade de recorrer ao mercado espanhol. E, para mais, tem havido a sorte de jun-

tar o útil ao agradável, ou seja, como em Espanha estão a sobrar muitos toiros, os preços são mais baixos, pelo que os empresários portugueses têm a sorte de suprir a falta do mercado nacional com compras a melhores preços do outro lado da fronteira. Mesmo de ganadarias de renome! Quem não tem, assim, tanta sorte, são os aficionados portugueses que já estão enjoados dos toiros espanhóis, essencialmente daqueles que são impostos pelas principais figuras do país vizinho quando cá vêm, pois, estes toiros, são muito volumosos, mas andam pouco, não carregam nas investidas, e o toureio resulta sensaborão e monótono.

É claro que este tipo de toiros agrada a alguns cavaleiros que apostam no toureio encimista, que lhes ladeiam na frente e fazem piruetas como quem está na praia a tomar banhos de sol, mas, o toureio de verdade assenta noutros cânones que não estes. Porém, o público gosta, aplaude, comparece nas praças, legitimando, deste modo, quer a opção dos empresários quer o tipo de toureio destes cavaleiros e rejoneadores. Que fazer, então? As empresas, naturalmente, tentam satisfazer o interesse de quem paga o bilhete, o que é perfeitamente compreensível e respeitável, e quem pensar o contrário tem bom remédio, ou não vai às praças onde são apresentados estes cartéis, ou

torna-se empresário e, então, elabora os cartéis a seu gosto. Tão fácil, quanto isto! O público é soberano, e aos empresários compete-lhes apresentar o menu que é mais procurado. Por muito que me custe, como aficionado. Mas, não ando cá só para ver os aviões…

Forcados – Tantos e tão poucos… A figura do forcado assume um papel da maior relevância no espectáculo taurino português, mais destacado, ainda, quando a aposta das empresas incide esmagadoramente na organização de corridas à portuguesa. Nos últimos vinte ou trinta anos o número de grupos de forcados cresceu exponencialmente, não havendo quase localidade aficionada que não tenha o seu grupo, sendo que em muitas localidades há mesmo mais do que um, como são os casos de Alcochete, Moita, Tomar e Chamusca. No entanto, o factor quantidade não é sinónimo de qualidade e a par de alguns grupos de excelente nível, subsistem outros que deixam muito a desejar, não dignificando as suas terras nem a figura do forcado, que carrega honrosamente uma marca de valentia, de pundonor, de técnica e de arte que o torna idolatrado perante o público que pontifica nas nossas praças.

Mas, para além dos principais grupos, mais antigos e, sobretudo, mais prestigiados, continuam em actividade muitos outros que não têm qualquer evidência, que pegam apenas uma, duas ou três corridas por época e que, na maioria das vezes, não dignificam a sua figura nem a do seu grupo. A Associação Nacional de Grupos de Forcados tem um trabalho muito importante a realizar na defesa do forcado, essencialmente ao nível da sua segurança e assistência médica, mas, deverá, igualmente, pugnar pela valorização dos grupos de forcados, não devendo ser associados grupos que não realizem um número mínimo de corridas por época, para não termos de assistir a cenas tão pungentes como as que algumas vezes nos são denunciadas. Em grupos pouco activos há sempre um ou dois bons forcados, que vão “sustentando” o grupo, mas, nem esses valorosos forcados têm a actividade que mereciam, nem saem justamente dignificados em grupos onde, de facto, falta quase tudo. Não se pretende elitizar a arte de pegar toiros, confinando-a exclusivamente a meia dúzia de bons grupos, mas, não poderemos continuar a assistir a espectáculos pouco dignificantes, que subvertem a imagem romântica do forcado português.


tauromaquia

Edição n.º 6.214 | 23 de Julho de 2010

Toiros em Marco de Canaveses As Festas da cidade de Marco de Canaveses, em honra de Sta. Marinha, uma vez mais integravam no seu programa uma corrida de toiros, seguindo a tradição estabelecida há já alguns anos. A função, aprazada para as 21 horas, do dia 16 de Julho, decorreu num ambiente extraordinário, com as bancadas cheias até à bandeira, com o público a premiar com entusiásticos aplausos o desempenho dos participantes. O cartel era composto pelos cavaleiros Pedro Salvador, Manuel Telles Bastos e pelo praticante Mateus Prieto e respectivas quadrilhas, pelo Grupo de Forcados Amadores de Santarém, em ano de comemoração do seu 95º aniversário, sendo os toiros da prestigiada ganadaria ribatejana de Manuel António Lopo de Carvalho. Abriu praça o cavaleiro Pedro Salvador, dando lide regular a um toiro de 480 Kg., manifestando, no entanto, alguma falta de serenidade. Exige-se mais de um cavaleiro com a sua antiguidade. Pedro Salvador lidou depois o quarto toiro da ordem, com alguma alegria e variedade de sortes, ficando por aproveitar cabalmente um toiro de muito boa nota. Assim, o toiro ficou por cima do cavaleiro. Na hora dos aplausos, o ganadeiro foi chamado à praça, dando volta na companhia do forcado e cavaleiro. A lide do segundo toiro coube ao cavaleiro vindo da

Herdade da Torrinha que, uma vez mais, fez jus aos pergaminhos da Família de que é oriundo. A sua monte, a sua elegante sobriedade e o seu sentido de lide são um exemplo. Saiu-lhe um toiro muito bem apresentado, com um peso de 490 Kg., que foi de menos a mais, acabando a evidenciar francos sinais de bravura e de nobreza. Nesta lide, que brindou ao ganadeiro, obteve boa nota, com especial destaque para a ferragem curta. Ao quinto da ordem, com 450 Kg., Telles Bastos ficou aquém da lide que deu ao seu primeiro. Com uma velocidade exagerada das montadas, colocou ferros de modo irregular. No final da lide o toiro manifestou sinais de mansidão. O terceiro toiro e o sexto, um novilho, com 3 anos de idade, tinham uma apresentação muito idêntica aos seus irmãos. Lidados

pelo cavaleiro praticante Mateus Prieto, efectuou no seu primeiro uma lide sofrível, colocando a ferragem de modo muito irregular, manifestando insuficiente preparação, não aceitável a um cavaleiro de casaca envergada. Evidenciou um comportamento altamente criticável, mostrando enorme falta de educação ao não aceitar as decisões do Director de Corrida. Merece uma sanção exemplar. Recebeu o seu segundo com insegurança, lidando-o com as mesmas falhas do seu anterior. Este novilho, de 450 Kg., manifestou um comportamento que foi melhorando ao longa da lide. O praticante Mateus Prieto agradeceu com volta à arena no termo de cada uma das suas prestações, quanto a nós imerecidas. As pegas a cargo do Grupo de Forcados Amadores de Santarém foram o ponto

alto do espectáculo, pela valentia e arte que manifestaram na sua actuação. Abriu praça o forcado Luís Sepúlveda, que à segunda tentativa realizou pega de grande classe, recebendo o toiro segundo as regras. Bom desempenho do primeiro ajuda, Manuel Quintela. O segundo toiro, com uma investida algo irregular, coube ao João Goes, que consumou a pega à terceira tentativa, com uma excelente primeira ajuda do Manuel Lopo de Carvalho. O terceiro da ordem permitiu uma excelente pega ao António Imaginário (Jorginho), com o Grupo a mostrar grande coesão nas ajudas. A quarta pega, feita por Manuel Murteira, foi igualmente de grande classe. Na volta de agradecimento foi acompanhado pelo ganadeiro e cavaleiro. O quinto toiro foi pegado à segunda tentativa por Ricardo Francisco, com o toiro a derrotar fortemente. O último da noite coube a Vasco Sá Nogueira que numa pega à primeira tentativa teve óptimo desempenho, realçando-se uma primeira ajuda muito boa por João Mascarenhas e um excelente contributo das restantes ajudas. A corrida terminou em apoteose, com todos os participantes a agradecerem no centro da arena, acompanhados pelo ganadeiro. O público entusiasmado deixou um até para o ano, reafirmação inequívoca de que a Festa continuará. É esta a resposta que damos aos detractores fundamentalistas.

Caldas da Rainha - Corrida do CDS Num tempo em que os políticos fogem das toiradas como o diabo da cruz, não podemos deixar de enaltecer a atitude do CDS ao organizar uma corrida de toiros, a qual terá lugar amanhã, sábado, na praça de toiros das Caldas da Rainha. Bem ao invés do que sucede em Espanha, onde quer o próprio rei D. Juan Carlos I e os demais membros da sua família – à excepção da Rainha Sofia, que não aprecia o espectáculo tauromáquico, mas nunca ninguém lhe ouviu críticas – quer os próprios membros do Governo e líderes da maioria dos partidos políticos, que marcam presença em inúmeras corridas ao longo da época e que têm atitudes

de respeito pelos agentes da Festa. Por cá são raros os políticos que se deixam ver numa praça de toiros. Antigamente, era hábito o Presidente da República e alguns ministros assistirem pelo menos a uma corrida da Feira do Ribatejo, coisa que

deixou de suceder, mesmo quando o Presidente esteve em Santarém no dia 10 de Junho, mas, ninguém o viu na Monumental escalabitana. Esta atitude apenas reflecte o receio da hostilização por parte das associações pseudo-protectoras dos animais, não ponderando no respeito que é devido tanto aos toureiros, ganadeiros e forcados como até aos milhares de aficionados de todo o país, e, sobretudo, à própria cultura tradicional portuguesa. Com esta classe política, que renega as tradições do povo que diz e quer representar, não poderemos ir muito longe. Assim, apesar de não ter nenhuma relação com o CDS não poderei deixar de felici-

tar os seus responsáveis por esta iniciativa em favor da nossa tradição tauromáquica. Que alguém assuma na plenitude a defesa daquilo em que acredita, sem tacticismos hipócritas nem receio das consequências das suas opções. Amanhã, na praça de toiros das Caldas da Rainha, às 21.30 horas, actuarão os cavaleiros António Telles, Vítor Ribeiro, Pedro Salvador, Brito Paes, Duarte Pinto e o “praticante” Soller Garcia, estando as pegas confiadas aos Grupos de Forcados Amadores de Montemor e das Caldas da Rainha, capitaneados, respectivamente, por José Maria Corte e Nuno Vinhais. Os toiros pertencem à ganadaria de Vale do Sorraia.

CORREIO DO RIBATEJO

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Faleceu Américo Saraiva Mendes

Américo Rodrigues da Silva Saraiva Mendes, o decano dos críticos tauromáquicos, faleceu na passada terça-feira, dia 20 de Julho, aos 83 anos de idade, em Lisboa onde residia a largas décadas. Natural da Golegã, terra aficionada que nunca esqueceu, Saraiva Mendes estudou no Liceu Nacional de Santarém e na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, porém, deixou-se seduzir pelo jornalismo, profissão a que devotaria toda a sua vida profissional, constituindo uma referência entre os seus pares. Escreveu em diversos jornais e revistas de referência na época, mantendo secções especializadas de tauromaquia, bem assim como colaborou igualmente em programas radiofónicos e mesmo na televisão, onde assumiu as funções de comentador taurino entre os anos de 1963 e 1965. Dada a probidade da sua acção em favor do jornalismo foi agraciado com a Medalha de Mérito Cultural, no ano de 1991, pelo então Secretário de Estado da Cultura, Dr. Pedro Santana Lopes. Culminou a sua carreira profissional no diário “Correio da Manhã”, sob direcção do seu amigo Manuel Andrade Guerra, mas a esta data já não se dedicava ao comentário taurino, pois, decidira anteriormente “cortar a colecta” de Crítico. Porém, continuou a frequentar as praças de toiros, designadamente a do Campo Pequeno onde era presença assídua, mantendo-se sempre a par dos acontecimentos. À Família enlutada apresentamos a expressão sentida das nossas condolências. Que repouse em Paz!

Póvoa do Varzim – Corrida TV Norte Amanhã, sábado, dia 24, a Praça de Toiros da Póvoa de Varzim será cenário da XIV Corrida TV Norte a qual apresenta um cartel de seis cavaleiros em disputa do Troféu da “Casa de Pessoal da RTP”, enquanto três Grupos de Forcados disputarão o troféu instituído pela Câmara Municipal da Póvoa. Assim, em praça estarão os cavaleiros Paulo Caetano – a comemorar o 30º aniversário da sua alternativa – Joaquim Bastinhas, Luís Rouxinol, Marcos Tenório, Moura Caetano e o “praticante” Tomás Pinto, estando as pegas confiadas aos Grupos de Forcados Amadores do Aposento da Chamusca, de Alenquer e aos Académicos de Elvas. Os toiros pertencem à ganadaria de D. Maria Guiomar Cortes de Moura.


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CORREIO DO RIBATEJO Edição n.º 6.214 | 23 de Julho de 2010

RESTAURANTES COM SABORES DO RIBATEJO ESPECIALIDADE:

Grelhados no Carvão

Centro Histórico

Rua Dr. António José de Almeida, Lote 9 - r/c Esq. 2005-138 SANTARÉM Telef. 243327015 – TM. 969312938

Restaurante O MICAS

Encerra ao domingo

ALMOÇOS E JANTARES

Restaurante

Praça dos Sabores

Travessa da Boleta, n.º 2-4 Telefone 243306519 Telemóvel 964569837

Segunda - Feira Entrecosto Frito c/ Arroz de Feijão Terça - Feira Queixadas/Pernil (assado) Quarta - Feira Naco de Novilho Bravo à moda da charneca Quinta - Feira Molhinhos c/Feijão Branco Sexta-Feira Cozido à Portuguesa Sábado Cabrito à Padeira

Praça do Município, 18 2005-245 Santarém Encerra ao domingo

Encerra ao domingo

Encerra ao Domingo

Gerência de:

Rogério M. C. Ferreira Telemóvel 919 484 113 Especialidade: Todo o tipo de Grelhados no carvão

Reser vas: 918478683/918478682 Reservas:

RESTAURANTE

ADIAFA

s ao a s r r o ce ng En omi D

e nt o bie n a d Amccio le se

Tel. 243 329 507 • Rua do Mercado, 21 • 2005-139 SANTARÉM GASTRONOMIA REGIONAL INTERNACIONAL E DE AUTOR

A Varanda do Parque

“ONDE CADA REFEIÇÃO É UMA FESTA” Encerra à terça-feira

Telemóvel 912 378 869 – airespinheiro@hotmail.com Campo Emílio Infante da Câmara – 2000-014 Santarém

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Recomendamos: Terça-feira – Cozido à Portuguesa Quinta-feira – Queixadas no Forno

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Taberna Rentini

Ribatejo à mesa

Cozinha Tradicional Portuguesa

Encerra ao sábado

Quartas-feiras: Cozido à Portuguesa Sábados: Bacalhau assado com Magusto

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I IS

TE

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Comida Tradicional

Rua Dr. Jaime Figueiredo, 11 – 2005-139 Santarém – Telef. 243326883

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“O BRANDÃO” Café Restaurante, Lda.

Encerra ao domingo

Telemóvel 917 642 221 Telefone 243 351 812

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vinhos

Edição n.º 6.214 | 23 de Julho de 2010

CORREIO DO RIBATEJO

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Vale D’ Algares

Empresa excelência da região do Tejo lança primeiros vinhos da colheita 2009 Na I Gala de Vinhos do Tejo organizada pela CVRT (Comissão Vitivinícola Regional do Tejo), Vale D’ Algares foi eleita a melhor empresa do Tejo, obtendo o prémio “Excelência”. O seu enólogo Pedro Pereira Gonçalves foi distinguido com o prémio “O Melhor Enólogo do Ano”. E o Vinho Guarda Rios Branco 2009 conquistou o Prémio Excelência no I Concurso dos Vinhos do Tejo. Vale D’ Algares, galardoada com mais de 56 medalhas em apenas três anos, em concursos nacionais e internacionais, acaba de lançar no mercado os seus mais recentes vinhos: Guarda Rios Rosé, Guarda Rios Branco e Selection Branco. Os Guarda Rios são vinhos que transportam toda a pureza e autenticidade das castas, amadurecidas no ecossistema Vale D’ Algares e integram a gama Premium da marca. O Rosé é produzido a partir das castas Touriga Nacional, Aragonês e Syrah, para 7 mil garrafas e o Branco combina as castas Chardonnay (35%), Sauvignon Blanc (25%), Alvarinho (25%) e Arinto (15%), numa produção para 27 mil garrafas. No Branco, a monda foi realizada em cachos em verde e, no caso do Rosé, a 80% do pintor, sendo que, em ambos os casos, as uvas foram transportadas em caixas protegidas por gelo seco. As uvas foram conservadas durante 12 a 24 ho-

ras em câmara frigorífica. A prensagem foi feita a 0º com e sem engaço. Guarda Rios Branco e Rosé são comercializados nos pontos de venda a um P.V.P. recomendado de • 6,75. O Selection Branco 2009 é um produto Super-Premium, do qual se produziram 9.500 garrafas, em solos argilo-calcários, a partir das castas Viognier (55%), Alvarinho (30%) e Verdelho (15%). Este vinho resulta de um processo diferenciado de vinificação, com monda de cachos em verde e vindima manual para caixas, transportadas sob protecção de gelo seco. O Selection Branco 2009 é distribuído junto das principais Garrafeiras, Lojas Gourmet e Restaurantes de referência de norte a sul do país e comercializado nos pontos de venda a um P.V.P. recomendado de • 9,95. Vale D’ Algares integra um projecto de Enoturismo localizado em Vila Chã de Ourique, no Cartaxo, que inclui a produção de vinhos de elevada qualidade, organização de eventos e turismo equestre, assente na excelência dos seus produtos e serviços, numa área de 100 hectares, 31 dos quais são dedicados à vinha. A combinação de excelentes condições naturais com a mais moderna tecnologia vinícola deu origem a uma Marca que já é considerada uma referência do Tejo, entre os vinhos de topo do mercado nacional. PUB

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saúde

CORREIO DO RIBATEJO Edição n.º 6.214 | 23 de Julho de 2010 PUB

Saúde Oral

Um em cada cinco adolescentes não lava os dentes diariamente Um em cada cinco adolescentes não lava os dentes todos os dias, sendo os rapazes os mais descuidados, revela um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e da Escola Superior de Saúde de Viseu. O mesmo estudo indica que apenas um quarto dos jovens escova os dentes duas ou mais vezes diariamente e que o hábito está relacionado com as habilitações literárias dos pais. Pouco mais de um por cento cumpria todos os requisitos para uma saúde oral adequada - escova-

gem duas ou mais vezes por dia, utilização de fio dentário e visita ao dentista duas ou mais vezes por ano. A amostra da investigação foi de sete mil jovens, com idades entre os 12 e os 18 anos, de escolas públicas do distrito de Viseu, que foram questionados sobre hábitos de higiene oral e condições socioeconómicas. O inquérito concluiu que as raparigas escovam mais vezes os dentes, usam mais frequentemente o fio dentário e vão mais a consultas de dentistas.

Nélio Veiga, autor do trabalho, admitiu que a frequência da lavagem dos dentes estão relacionadas com as habilitações literárias dos pais. “Quanto mais escolarizados são os pais, maior é a probabilidade de o jovem escovar os dentes duas ou mais vezes por dia, seguindo as recomendações clínicas”, notou. A área de residência também influencia, uma vez que adolescentes de zonas urbanas indicaram maior prevalência de escovagem em relação aos que vivem em zonas rurais.

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Redacção:

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Joaquim Veríssimo Serrão, João Gomes Moreira, Ludgero Mendes, Martinho Vicente Rodrigues, José Miguel Correia Noras, Victor Bezerra, José Gonçalves Frazão, Luís Cunha Romão, Carlos Oliveira, António Carreira, Eusébio Jorge, António Semedo, António Valente, Bertino Coelho Martins, Pedro Canavarro, Mário de Sousa Cardoso, Maria Regina Pinto da Rocha, Vanda do Nascimento, Rogério Cordeiro Soares, Humberto Nelson Ferrão, Maria Fernanda Barata, Vicente Batalha, José Varzeano, Teresa Lopes Moreira, Luísa Barbosa, António Canavarro, Humberto Pinho da Silva, Jaime de Lemos Rebelo Pinto, Afonso Serrão Gomes, Hélio Lopes, António Madeira, A. Pena Monteiro e António Soares Fernandes. ALMEIRIM: Hermenegildo Marmelo. CARTAXO: Luís do Montejunto. CORUCHE: João F. da Cruz Ferreira. ALCANEDE: Joaquim Silva. FAZENDAS DE ALMEIRIM Manuel Alberto Silva. DESPORTO Coordenador: Manuel Oliveira Canelas

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saúde

Edição n.º 6.214 | 23 de Julho de 2010

CORREIO DO RIBATEJO

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Primeiro implante de pacemaker ‘revolucionário’ no Hospital de Santarém

De alma e coração no bloco operatório Madaíl entrou nervoso no bloco operatório do Hospital Distrital de Santarém (HDS) e saiu calmo, a sorrir para a família que o aguardava no corredor, 52 minutos depois. Cinquenta e dois minutos que fizeram história. Madaíl Maia, de 36 anos de idade, foi o primeiro doente cardíaco do HDS, a ser submetido, dia 16 de Julho, a uma cirurgia pioneira em Portugal – implante de um pacemaker totalmente desenhado, testado e aprovado para ressonância magnética e com um algoritmo capaz de fazer a monitorização contínua de insuficiência cardíaca. Trata-se de uma tecnologia inovadora que “há cerca de um mês começou a ser comercializada na Europa”, disse Vítor Martins, médico cardiologista, responsável pela equipa do HDS, que realizou o implante do dispositivo. Este sistema de pacing de segunda geração, com tecnologia digital, vem trazer nova esperança aos portadores de pacemaker, que até ao momento não podiam realizar exames de ressonância magnética, um dos principais meios de diagnóstico de doenças oncológicas e neurológicas. Como tal, é um sistema especialmente indicado para “doentes mais novos, com uma esperança de vida superior”, informou Vítor Martins. Madaíl Maia, jovem residente no Cartaxo, freguesia da Lapa, sofria de uma grave bradiarritmia - arritmia cardíaca caracterizada por batimentos cardíacos de forma lenta e irregular. “Doía-me o peito quando falava, fiz exames e o Hospital de Santarém descobriu o meu problema”, contou o doente, minutos antes de dar entrada no bloco operatório. “Estou nervoso, mas confiante”, confessou, de coração ao alto. A intervenção começou por volta das 9h30 e antes das 10h30 já tinha terminado. “Poderia ter sido mais rápida, mas a veia cefálica não estava fácil de encontrar”, revelou o médico após a intervenção. A cirurgia contou com a assistência de jornalistas convidados, tendo sido filmada e amplamente fotografada. O doente, com anestesia local, manteve-se consciente durante toda a operação, sempre em comunicação com a equipa médica e de enfermagem que procurava distraí-lo, colocando-lhe perguntas di-

Portador do pacemaker poderá fazer uma vida normal e realizar exames de ressonância magnética

versas. Não se armou em valentão, mas esforçou-se por se manter bem-disposto, embora, ocasionalmente, se mostrasse queixoso. “Sinto uma impressão… Não consigo relaxar, sou muito nervoso…”. Pouco depois, estava a falar da família, dos filhos, do seu trabalho na área da hotelaria e da sua paixão por cavalos. Assuntos do coração. “Depois disto, vou poder andar a cavalo?”, perguntou. A resposta foi imediata, verdadeira e encorajadora: “Claro que sim!”. Madaíl Maia vai poder fazer uma vida “absolutamente normal”, segundo garantiram.

C

Vítor Martins, médico cardiologista

“Durante um mês, não poderá levantar o braço mais de 90 graus, mas, depois, ficará completamente bem”, disse o médico.

Pacemaker na segunda geração (aparelho indicado pela seta)

No final da cirurgia, Vítor Martins esclareceu os jornalistas: “Correu tudo bem, sem quaisquer complicações. Amanhã, serão

reavaliados os parâmetros vitais e a sutura, após o que deverá ter alta. Virá à consulta daqui por três meses”. Madaíl teve alta no dia pre-

O maior implante multicêntrico de pacemakers em Portugal O Hospital de Santarém foi um dos primeiros centros a colocar este novo sistema de pacing de segunda geração. Durante a manhã e até às primeiras horas da tarde de 16 de Julho, várias equipas médicas realizaram o “maior implante multicêntrico de pacemakers em Portugal”, com a participação de sete hospitais localizados de Norte a Sul do país. Santarém, Guimarães, Hospitais da Universidade de Coimbra (H.U.C.), Santa Marta, Santa Maria e Pu-

lido Valente (Lisboa) e Santo António (Porto) foram os primeiros centros a colocar o novo sistema de pacing. Na Europa, aproximadamente dois milhões de pessoas já colocaram pacemakers e, segundo um estudo realizado, estima-se que 50 a 75 por cento dos portadores deste dispositivo médico, em todo o mundo, venham a necessitar de realizar uma ressonância magnética ao longo da sua vida. Contudo, até agora, era recusada a realização de exames de ressonância magnética aos do-

entes, devido à possível ocorrência de arritmias, eventual danificação do pacemaker e risco de morte. “Uma vez que a aplicação da ressonância magnética é crescente (a partir dos 65 anos a possibilidade de realizar um exame destes duplica) e muitas vezes insubstituível no diagnóstico, é fundamental a introdução de um sistema de pacing de segunda geração, que possibilite o acesso ilimitado à ressonância magnética por parte dos portadores de pacemakers”, salienta João Pri-

mo, médico electrofisiologista e presidente da APAPE (Associação Portuguesa de Arritmologia, Pacing e Electrofisiologia). Durante as próximas semanas o implante multicêntrico vai alargar-se aos restantes hospitais do país. “A grande adesão dos hospitais portugueses a este implante multicêntrico demonstra a necessidade e a importância para a comunidade médica de um pacemaker aprovado para ressonância magnética.”, considera João Primo.

Madaíl Maia, doente intervencionado

visto, segundo apurámos. O Serviço de Cardiologia do HDS implanta entre 300 a 350 pacemakers por ano. “Este ano já foram implantados 180 sistemas”, adiantou Vítor Martins. Até ao final do ano, estão previstos 30 implantes de pacemaker de segunda geração. “Não há lista de espera”, afirmou. As práticas cirúrgicas envolvidas nesta intervenção são idênticas às utilizadas nos pacemakers menos sofisticados. “O novo sistema obriga a utilizar eléctrodos de fixação activa, mas de resto é muito semelhante”, disse Vítor Martins. Indiferente a estes ‘preciosismos’ científicos, Madaíl regressará, em breve, à sua vida normal. Certamente, irá continuar a ser um homem nervoso, mas, sem dúvida, com… bom coração. Sofia Meneses


última

CORREIO DO RIBATEJO Edição n.º 6.214 | 23 de Julho de 2010

A revisão da Constituição proposta pelo PSD está a causar grande polémica!

Ao balcão do Quinzena

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Fala-se em despedimentos por “razão atendível” e outras propostas que nos vão complicar ainda mais a vida!

Mas está tudo em aberto. Nada está decidido sobre essa proposta de revisão do PSD, feita por Paulo Teixeira Pinto. Lembram-se? Foi aquele que saiu do BCP com uma indemnização de 10 milhões de euros e uma pensão anual equivalente a 500 mil euros…

Feira de Agricultura Biológica regressa ao Jardim da República em Santarém As Escolas Superiores de Educação e Agrária de Santarém organizam, dia 28 de Julho, quarta-feira, no Jardim da República, em Santarém, uma Feira de Agricultura Biológica que decorrerá entre as 10h00 e as 15h00. O Projecto de Desenvolvimento da Agricultura Biológica em Santarém teve origem nos Encontros Comunitários de Agricultura Biológica realizados em 2008 e 2009, no âmbito do Projecto Solidariedade Cidadã (iniciativa Comunitária EQUAL) organizados pela PUB

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Sim, sim, mas será que Paulo Teixeira Pinto saiu do BCP por uma… “razão atendível”?!...

Ponto final

Excentricidade de quem tem dinheiro para comprar (legalmente) filhos e mães, o filho de Cristiano Ronaldo faz as delícias das revistas cor-de-rosa e, afinal, de todas as cores do arco-íris. A lógica estrita da ditadura da maioria (consumidora, já se vê) torna obsessivas temáticas que deveriam ser irrelevantes e, omnipresentes, tais obsessões. À semelhança da Maddie que durante dois longos anos alimentou artificialmente um assunto sem qualquer desenvolvimento e que constituiu um impressionante exemplo de conexões perigosas entre o dinheiro, o poder e a informação (gerando até inquietantes episódios de censura e limitação coerciva da liberdade de expressão) o filho de Cristiano transformou-se, rapidamente, num fenómeno mundial. Porque Ronaldo é um craque de um desporto mundialmente badalado que movimenta milhões, porque é uma personagem facilmente mitificável, porque é um “sex simbol” (com que as mulheres sonham e os homens invejam), em que se sucedem as singularidades sociais e amorosas que marcam a agenda da mundanidade Vip. Mas, também, porque a sociedade moderna há muito tempo substituiu os tradicionais ídolos do passado pelos mais modernos e eficazes ídolos do presente! Modelos de ser e de estar. Referenciais sagrados de um estilo de vida contemporâneo; global e imediato. Avidamente disputados nos mais insignificantes actos. Intensamente reflectidos nas mais frívolas e prosaicas ideias e opiniões. Divinizados, quase sempre, ou diabolizados em vida! Que adoramos, frequentemente, ou odiamos intensamente! Personagens dos novos contos de fadas. Príncipes do mundo. Ricos e poderosos. Famosos, intangíveis e intocáveis! E como tudo, nos tempos modernos, geralmente efémeros! Aurélio Lopes

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Edição n 6.214 de 23 de Julho de 2010  

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