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SEMANÁRIO

FUNDADO em 05 de OUTUBRO DE 1922

Diretor ANTÓNIO MAGALHÃES SUB Diretor EDUARDO COSTA nº 4537 - 24 dezembro de 2013 Preço 0,50 € (IVA incluído)

www.correiodeazemeis.pt Taxa Paga | Devesas - 4400 V. N. Gaia | Autorizado a circular em invólucro de plástico fechado | Autorização n.º 5804/2002 DCP-2

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Distinguido pelo Governo com Diploma de Louvor de Mérito Jornalístico e Empresarial da Comunicação Social Regional e Local

> com uma vítima mortal de 19 anos e vários feridos

Acidente violento novamente no IC2

Página 14

> secretário de estado da administração local esteve em oliveira de azeméis a propósito da lei 75/2013 de 12 de setembro

> Nesta edição:

> ano europeu dos cidadãos encerrado em oliveira de azemeis

Câmara lança Plano para a Igualdade Página 10

Freguesias acumulam mais competências

Página 09

> conta já com 225 mil utilizadores

Biblioteca tem seis anos de vida Página 08

‘Bolsa de €mprego’ O Correio de Azeméis publica, novamente, ofertas de emprego, em colaboração com IEFP. Consulte na página 31 PUBlicidade


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Terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Poesia

Olhos que sabem chorar

Postal da semana

Jovens solidários

Os olhos não podem ter sangue Aqueles que servem para olhar Que teu coração não se zangue Se teus olhos tiverem que chorar Em noites não dormidas Teus olhos sentem o cansaço Não há remédio para tais feridas São dores que nunca mais passo Não escravizes teu olhar... Para ver o que ele não quer O tempo mais te custa a passar E é triste para quem souber... Coração iluminado pelo olhar Mergulham em ti sonhos de razão Se com a luz do olhar queres ficar Que a teus olhos nunca falte a visão Há olhares que valem poemas Outros valem mil canções... Muitos deles traçam esquemas Outros falam aos corações!...

abertura

Eduardo Oliveira Costa

Aquela jovem, com idade inferior a 20 anos, embrulhou o que eu havia comprado para uma prenda de Natal. Muito simpática e diligente, entregou-me o embrulho e perguntei o custo. Fiquei a saber que contribuiria com o que entendesse, pois estava ali como voluntária de uma causa social. Dei o que entendi e a jovem colocou a moeda num recipiente fechado. Não ganhava nada por ali estar. Fazia turnos com outras jovens, trabalhando seis horas por dia. Este exemplo tocou-me. A iniciativa em si é de louvar. As grandes superfícies, que dão a oportunidade a instituições de recolherem receitas, prestando um serviço aos seus clientes. As instituições, que conseguem manter esse serviço a funcionar em horários alargados de shop­ping e cuja receita destinam a quem mais precisa. Mas, sobretudo, é de louvar os jovens que abdicam do seu lazer para ali estarem, sem nada receberem, a fazer um trabalho que é útil a quem faz compras, ajudando,

em simultâneo, seres humanos em dificuldades. Ao olharmos exemplos como este, ficamos com a certeza de que os nossos jovens não desistem, não baixam os braços, não desanimam perante um futuro pouco animador. Continuam a acreditar na sociedade, nos seus melhores valores, com vontade de se integrarem e de dizerem que estão disponíveis para ajudar, sem nada quererem em troca. Dando o que melhor têm para dar: O seu tempo e o seu exemplo! Ao olharmos exemplos como o destes jovens, ganhamos vontade de fazer a nossa parte para melhorar o mundo à nossa volta. Ao vermos estes jovens a dar-se sem quererem nada em troca, ganhamos a esperança de que o futuro vai ser melhor. Sobretudo, ficamos com a certeza de que estamos a criar gerações para quem a palavra Solidariedade tem significado. Parabéns jovens solidários, por nos darem bons exemplos.

Álvaro oliveira costa silva

estante

O Boneco de Neve Jo Nesbø O presente livro reúne um conjunto de narrativas que se encontravam dispersas por edições há muito esgotadas ou que Noite escura. Lá fora começa a nevar. A primeira neve do ano. No conforto da sua casa, Jonas acorda a meio da noite, chama pela mãe, mas o único rasto que encontra são as pegadas húmidas no chão das escadas. No jardim, a mesma figura solitária que vira durante o dia: o boneco de neve, agora banhado pelo luar, com os olhos negros fixos na janela do quarto. E no pescoço um agasalho: o cachecol cor de rosa que oferecera à mãe. Encarregado da investigação, o Inspetor Harry Hole está convencido de que existe uma ligação entre o estranho desaparecimento da mãe de Jonas e uma carta ameaçadora que recebeu alguns meses antes. Quando Harry e a sua equipa começam a analisar antigos casos por resolver, descobrem que, ao longo dos anos, no primeiro dia em que nevou, desapareceu um número alarmante de mulheres, com uma característica comum: eram todas casadas com filhos.

de intenso Carvalho com a Rua 25 de Abril, duas artérias Este é o cruzamento da Rua António Pinto de cidade na da à Zona Industrial, a segunda preferida entra movimento: a primeira é concorrido acesso a visibilidade. chega, vindo da Zona Industrial, é reduzida para os procedentes do Norte. Para quem ali de uma ou … que às vezes se esquece, acrescendo o facto É certo que o sinal de stop impõe prudência stop seja, aí, noite. Sugerem alguns leitores que o aviso de outra vez ter sido arrancado pelos amigos da pintado no pavimento.


abertura

editorial

Semáforo

Para a história da Escola Superior Aveiro Norte A recente inauguração das instalações da Escola Superior Aveiro Norte, de seu nome completo Escola Superior de Design, Gestão e Tecnologias da Produção Aveiro Norte, ficará na nossa história como o corolário do empenhamento de sucessivos executivos camarários, que, passo a passo, deram realidade ao almejado sonho. De entre os mais marcantes momentos deste longo e escarpado percurso, poderemos situar, talvez, a aquisição da chamada Quinta do Comandante João Pais, espaço privilegiado face à extensão, à topografia e à localização. A 23 de Abril de 2004, na presença do Primeiro – Ministro, a Ministra da Ciência e do Ensino Superior e a Doutora Maria Helena Nazaré, Reitora da Universidade de Aveiro, assinaram o contrato programa que potenciou a criação da Escola Superior Aveiro Norte. Finalmente, na reunião do Conselho de Ministros de 2 de Setembro de 2004 foi aprovado o decreto-lei da criação da Escola, com localização em Oliveira de Azeméis. Este, talvez, o mais decisivo momento, sabido que, noutros concelhos, pesos pesados da vida política se bateram, uma não digerida derrota que ainda nas últimas autárquicas serviu de arma de arremesso eleitoral. Ocioso e de todo inútil seria acrescentar aqui o quer que fosse ao que foi dito no passado dia 16 nas novas e inovadoras instalações na Quinta do Comandante, cujo nome perpetua a memória do oficial superior da Marinha de Guerra que, numa vida rica e preenchida, comandou vasta série de navios, viajou por todo o mundo, comandou o Porto de Leixões e terminou a aureolada carreira como chefe do Departamento Marítimo do Norte, compreendendo todos os portos desde Viana do Castelo a Aveiro. A inauguração das novas instalações da Escola Superior Aveiro Norte – a entrar em serviço efectivo no segundo semestre do decorrente ano escolar - incluiu-se, muito oportunamente, nas celebrações do 40.º aniversário da Universidade de Aveiro, fundada a 15 de Dezembro de 1973, quando era Ministro da Educação Nacional o Doutor José Veiga Simão. Quantos vêm desses tempos e puderam acompanhar o processo da criação desta Universidade sabem as inúmeras e poderosas resistências que foi mister vencer e recordarão a memória do inesquecível Dr. Francisco José Rodrigues do Vale Guimarães, o aveirense que marcou indelevelmente a história do distrito de Aveiro. Ora acontece que uma outra coincidência assinala o moribundo ano de 2013: no passado dia 22 de Setembro ocorreu o centenário do nascimento do egrégio aveirense, em cujas veias circulou também sangue oliveirense.

www.correiodeazemeis.pt geral@correiodeazemeis.pt

Fundador: BENTO LANDUREZA (1922) SEDE: Edifício Rainha, 8º piso Telefs. 256049890 • Fax: 256046263 3720 OLIVEIRA DE AZEMÉIS Horário de 2ª a 6ª • 9.00/18.30H Assinatura anual : (C/IVA 6%) (Entre Douro e Vouga) 20,00 (Resto do País) 22,50 (C/IVA 6%) (Europa) 65,00 (C/IVA 6%) (Resto do Mundo) 97,00 (C/IVA 6%)

Terça-feira, 24 de dezembro de 2013

António Magalhães

Em honra de Santo Estêvão A Igreja de Roma consagra o dia 26 de Dezembro a Santo Estêvão, a que os seus muitos devotos acorrem como o grande advogado para as doenças da cabeça. Santo Estêvão que é venerado na sua capela do Outeiro, na vizinha freguesia de Arrifana, onde nesse dia hoje tem lugar uma concorridíssima romaria cujas origens se perdem na noite escura dos séculos. Os mais antigos recordam uma famosa quadra que pertence de direito à poesia popular das nossas gentes: Santa Luzia no Couto, S. Lázaro no Pardieiro, S. Mateus em Madail e Santo Estêvão no Outeiro.

A grande noite. À noite de consoada chamam a grande noite, a maior do ano. Milhares de quilómetros são percorridos para participar nesta grande noite, para reviver a velha lareira, para ocupar uma outra vez o lugar na já carcomida mesa, uma mesa carregada das mais profundas recordações. Para todos vai o abraço fraterno da amizade, os votos de uma noite feliz. Compreender-se-á que sejam distinguidos de algum modo aqueles que, quer pela distância, quer por quaisquer outras razões, estarão ausentes nesta noite e sentem, bem mais que noutro qualquer momento, o amargo da saudade.

Padre Luís O padre Luís Gonçalves de Pinho Rocha nasceu no lugar de Pinhão, da freguesia de Pindelo, no dia 19 de Maio de 1872. Preocupado com a legião de analfabetos, abalançou-se à criação de uma escola na casa que adquiriu e lhe serviu de residência. Apaixonado pelo chamado Monte Grande, reconverteu-o no Monte da Virgem, erguendo o santuário. No recinto, ergueram-lhe um busto de homenagem em 2004. A casa de apoio à criança por si criada, em Oliveira do Douro, é hoje a dinâmica Obra do Padre Luís. Morreu há 56 anos, em 26 de Dezembro de 1957. Razão por que se evoca esta figura… talvez injustamente esquecida.

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a ‘RESSACA’ DA SEMANA É bem possível que, quando estiver a ler este apontamento, tenha já saboreado aquelas ótimas entradas e se deliciado com o bacalhau de grandes lascas, as batatas que, hoje, parecem ter outro sabor, e as couves cujos toros poucos são os que dispensam nesta noite; tudo bem regado com azeite virgem extra e o néctar dos verdadeiros deuses, que os portugueses tanto apreciam, seja maduro ou verde, tinto ou branco; provavelmente, também, já se empanturrou com as rabanadas, as azevias, os sonhos, as filhós, o tronco de Natal, o bolo rei e as mil e uma coisas que tais, regadinhas com o espumante, porque, afinal, é a noite da festa da família que antecede o Natal, apesar de tanto apregoarem que este é todos os dias; eventualmente, até já tomou o cafezinho e o digestivo, enquanto espera a hora - que parece uma eternidade - da visita do Pai Natal, o importante momento para os mais pequeninos, que os ‘grandes’ igualmente não se esquecem. Como se costuma dizer, “pede o desejoso para o guloso”. Eventualmente ainda tem tempo de uma olhadela de revés para a mesa farta, ainda tão cheia, e pensa com os seus ‘glutões’: “Por que não tenho barriga para mais? Que grande desperdício... paciência, amanhã também é dia”. E para a semana há mais! Nestes ‘entretantos’ e em momentos de verdadeira ‘ressaca’ do que comeu e, obviamente, do que bebeu, sente-se um pouco afrontado - nada que um ‘alka-seltzer’ não resolva; com a consciência pesada, pensa no seu colesterol, que sofreu um verdadeiro ‘rombo’ - aliás, tal como a carteira nos últimos dias -, e olha as labaredas da fogueira nesta noite de consoada. Uma festividade que se repete, ano após ano, e em que se esquece a sua verdadeira essência: o nascimento do Deus-Menino, que, de uma forma tão simples, veio ao mundo sem riquezas nem luxúria. Contra nós próprios falamos. Sim, porque na noite que hoje se vive não somos exceção. Comemos e bebemos até não poder mais; esperamos as prendas que tardam em chegar, mas nem por sombras nos passa pela cabeça sair de casa para participar na ‘missa do galo’, porque está muito frio lá fora. O conforto do lar prende-nos e Deus há de perdoar-nos... uma vez mais. Até ao dia em que descobrirmos que tudo não passa de uma ilusão, de que todo este materialismo é efémero. Nesse dia iremos render-nos à beleza da simplicidade do verdadeiro Natal. Paz e harmonia para a sua noite de consoada é o que lhe desejamos.

Diretor: António Magalhães • Subdiretor: Eduardo Costa (Cart. Prof. nº 1738) • Chefe de Redação: Ângela Amorim (Cart. Prof. nº 2855) • Redatores: • Gisélia Nunes (Cart. Prof. nº 5385) • Diana Cohen •CORRESPONDENTES: Carregosa: António Amorim: Cesar: Carlos Costa Gomes; Macieira de Sarnes: Manuel Lopes; Macinhata da Seixa: António Maga­lhães; Nogueira do Cravo: Alírio Costa; Ossela: A. Jesus Gomes; S. Martinho da Gândara: Arlindo Gomes e Sérgio Tavares; S. Roque: Eduardo Costa; Ul: Olímpio Costa. Fotógrafo: Alfredo Pinho • COLABORADORES: • Adelino Ramos • António Vidal • António Santos • Ba­ta­lha Gouveia • Beatriz Costa • Frederico Bastos • Hugo Tavares • João Araújo • Joaquim Silva • Manuel Costa • Ma­­nuela Inês • Ma­­­nuel Alves Pai­va • Maria Emília Costa • Mário Rui • Manuel Laia • Marisa Gonçalves • Paulo Rui • Rodrigo da Cunha (Pe) • Rui Duarte • Samuel Oliveira • Sérgio Costa • Tavares Ribeiro. (Os artigos assinados são da inteira responsa­bilidade dos seus autores não vinculando necessariamente a opinião da direção) Os textos do Correio de Azeméis já obedecem às regras do acordo ortográfico, salvo os da responsabilidade de autores ainda não ade­ rentes.

A Redação

Propriedade: Globinóplia, Unipessoal, Lda NIF: 509 071 341 Ed. Rainha, 8º Piso • Oliveira de Azeméis Telef.: 256 049 890 • Fax 256 046 263 Impressão: CORAZE Oliveira de Azeméis Telf.: 910 252 676 / 910 253 116 / 914 602 969 e-mail: geral@coraze.com Depósito Legal nº 27755/89 Nº ICS 104639 Tiragem média: 6.500 exemplares


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concelho 2009, de um protocolo entre as duas instituições, o “original” estabelecimento académico pos­sui 600 m2 de laboratórios, 500 m2 de oficinas, auditório com 200m2, biblioteca, salas de aula, formação e reuniões, estando vocacionado não só para o ensino e investigação, mas também para o apoio ao tecido empresarial e de qualificação de recursos humanos.

O primeiro imóvel português em termos de edificação sustentável (e não só) situa-se no concelho de Oliveira de Azeméis, na freguesia de Santiago de Riba-Ul

> Parque do Cercal é o primeiro imóvel português em termos de edificação sustentável e vai acolher a Escola Superior Aveiro Norte

Edifício pioneiro no país inaugurado em Santiago de Riba-Ul O primeiro imóvel português em termos de edificação sustentável foi inaugurado no concelho de Oliveira de Azeméis. Denominado Parque do Cercal – Campus para a Inovação, Competitividade e Empreendedorismo Qualificado, este edifício pioneiro nasceu de uma parceria entre a Câmara e a Universidade de Aveiro.

Uni­versidade de Aveiro (UA). Prevê-se que a transferência dos alunos, professores, funcionários e equipamentos da atual ESAN - neste momento, a funcionar em vários pisos do edifício Rainha, no centro da cidade - para a nova estrutura seja feita a tempo do segundo semestre do presente ano letivo se iniciar já na freguesia de Santiago de Riba-Ul, mais concretamente na chamada Quinta do Comandante. Isto, segundo declarações do próprio reitor da UA, Manuel Assunção, que, juntamente com o presidente da Câmara Municipal oliveirense, Hermínio Loureiro, presidiu à inauguração deste

edifício no valor de cinco milhões de euros e pioneiro no país a vários níveis. Comparticipado em 85% pe­ lo ON.2 – O Novo Norte – Programa Operacional Regional do Norte - representado, nesta cerimónia, pelo vogal executivo da comissão diretiva Carlos Duarte -, o Parque do Cercal é classificado como “criativo”, “inovador” e “invulgar” em termos arquitetónicos, de edificação sus­tentável e da eficiência energética, pois recorre à energia geotérmica (captada no solo) e à biotermia para o aquecimento. Resultando de “uma articulação muito boa entre a UA e a autarquia” e, por conseguinte, da assinatura, em setembro de

> Processo atravessou vários mandatos autárquicos

Antecessores de Hermínio Loureiro lembrados O arranque do processo de instalação da Escola Superior Aveiro Norte em Oliveira de Azeméis remonta há 15 anos, tendo atravessado os mandatos autárquicos de Ângelo Azevedo, Ápio Assunção e do presidente da Câmara Municipal em funções. Por falar em Hermínio Loureiro, este fez questão de “fazer uma referência muito especial aos meus antecessores”, bem como aos ex-reitores da Universidade de Aveiro (UA) Júlio Pedrosa e Helena Nazaré. Gesto tido, de igual modo, pelo atual reitor Manuel Assunção. O edil oliveirense referiuse ainda ao arquiteto Joaquim Oliveira e a toda a sua equipa da UA: “São credores da minha gratidão pela arrojada visão que tiveram na construção deste edifício”.

Gisélia Nunes

16 de dezembro de 2013 vai ficar na história do concelho. Após 15 anos desde o início do processo de instalação da Escola Superior Aveiro Norte (ESAN) em Oliveira de Azeméis, foi inaugurado, na segunda-feira da semana transata, o Parque do Cercal – Campus para a Inovação, Competitividade e Empre­ en­dedorismo Qualificado, no qual estão incluídas as futuras instalações daquele pólo da

Manuel Assunção e Hermínio Loureiro presidiram à inauguração do Parque do Cercal, vendose ainda na foto o autarca Carlos Silva e o diretor da ESAN Martinho Oliveira

Articulação da UA com a AAE O dia da cerimónia oficial dos 40 anos da Universidade de Aveiro começou bem cedo, perto das 09h30, no Parque do Cercal, no município de Oliveira de Azeméis, com o descerramento de duas placas evocativas do ato inaugural (uma no exterior e outra no interior da estrutura), seguido da bênção do imóvel pelo Padre Artur de Matos Bastos, do Seminário das Missões de Cucujães. Posto isso, já no auditório que se revelou exíguo para acolher tantos convidados, houve os ‘discursos da praxe’. Manuel Assunção foi o primeiro a usar da palavra, afirmando que, futuramente, um dos “desígnios” é “aumentar o emprego qualificado”, fazendo da ESAN um “laboratório habilitado ao serviço das empresas”, de modo a desenvolver ainda mais a região do ponto de vista económico. Aliás, segundo o professor ca­tedrático, o futuro da ESAN passa mesmo pelo desempenho de “um papel maior ao nível do empreendedorismo, inovação e incubação de empresas”. “Temos de articular o que se passa na UA com a existência da Área de Acolhimento Empresarial [AAE] de Ul-Loureiro, a qual sei que é uma das bandeiras de Hermínio Loureiro”. Nesta ocasião festiva, Manuel Assunção também fez questão de agradecer ao atual edil de Oliveira de Azeméis e aos seus dois antecessores – comendador Ângelo Azevedo e Ápio Assunção – “por esta visão e aposta no conhecimento”, algo que, na sua ótica, “é qualquer coisa de singular” em Portugal (ver também breve nesta página). Novo curso à vista? A título de curiosidade: Ministrando Cursos de Especialização Tecnológica (CET), a Escola Superior Aveiro Norte confere o grau de licenciatura do curso Tecnologia e Design do Produto. Nota para o facto de, caso o “sucesso” desta primeira licenciatura “se consolidar”, ser intenção da UA arrancar com um novo curso.


concelho

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> Parque do Cercal: Investimento de cinco milhões de euros no concelho

“Um excelente exemplo de aplicação dos fundos estruturais” Fruto de uma parceria entre a autarquia oliveirense e a UA - “uma das mais prestigiadas universidades europeias”, na ótica de Hermínio Loureiro - acaba de ser inaugurado o Parque do Cercal. Para o autarca oliveirense, este edifício inovador, no valor de cinco milhões de euros, é “um excelente exemplo de aplicação dos fundos estruturais”.

rio a norte de Aveiro e a sul da AMP tem enormes poten­ cialidades, encaixando, per­ fei­tamente, nos desígnios es­tratégicos da Universidade de Aveiro”, que, no domingo anterior, tinha completado 40 anos.

Para o presidente da Câmara Municipal (de pé na foto), o Parque do Cercal é “um excelente exemplo de aplicação dos fundos estruturais”

Gisélia Nunes

“Estamos a falar num in­ves­ timento na criatividade, ino­ vação, investigação, de­sen­ volvimento e conhecimen­to”, que vai servir o Norte do país. Da autoria de Hermínio Loureiro, esta afirmação foi proferida pelo próprio, no passado dia 16 de dezembro, em plena sessão solene da inauguração do Parque do Cercal – Campus para a Inovação, Competitividade e Empreendedorismo Qualificado, onde, a partir do segundo semestre do ano letivo (pelo menos, as previsões apontam para essa altura), vai passar a funcionar a Escola Superior Aveiro Norte

Autarca Hermínio Loureiro, juntamente com o reitor da UA, Manuel Assunção, e o diretor da ESAN, Martinho Oliveira

(ESAN). Para o presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, este imóvel pioneiro em Portugal (ver também página 04), cuja edificação custou cinco milhões de euros, é “estra­

tégico, não só para Oliveira de Azeméis, mas para toda a regi­ ão e Área Metropolitana do Porto [AMP] ”. “Aqui, a comunidade em­ pre­sarial terá o seu espaço para inovar, testar, criar, de­

senvolver, procurando maior competitividade e, conse­ quentemente, criar mais em­ prego e reforçando a vocação exportadora da região”, disse o edil oliveirense, recordando, a propósito, que “este territó­

> Atual entrada do Parque do Cercal não inspira segurança

Acesso principal far-se-á pelo IC2 Inaugurado há poucos dias, já seria de esperar que o Parque do Cercal – Campus para a Inovação, Competitividade e Empreendedorismo Qualificado ‘viesse à baila’ na reunião de Câmara de 19 de dezembro. Isidro Figueiredo, vereador da divisão municipal de Educação da autarquia de Oliveira de Azeméis, foi o primeiro a tocar no assunto, regozijando-se pelo “cul­ minar deste processo longo, que se iniciou há 15 anos, mas que não fecha o ciclo”, uma vez que ainda falta fazer a mudança do edifício Rainha para a nova Escola

Superior Aveiro Norte (ESAN). Seguiu-se Joaquim Jorge Ferreira (PS), referindo ser “justo” recordar e parabenizar os anteriores autarcas Ângelo Azevedo e Ápio Assunção – o que, aliás, foi feito, aquando da inauguração, pelo atual edil Hermínio Loureiro. O socialista ainda defendeu que, a partir de agora, “é preciso que a autarquia tenha um conjunto de respostas modernas para um conjunto de munícipes cada vez mais exigentes”. Em relação à atual entrada do Parque do Cercal, Joaquim Jorge manifestou preocupação: “Temo

que este acesso origine acidentes graves” - razão pela qual, em seu entender, deva ser “repensado”. Assegurando que “queremos que esta situação se resolva rapi­ damente”, Hermínio Loureiro ten­tou sossegar a oposição, infor­ mando que o acesso principal ao equipamento será feito pelo IC2 e que “vamos pensar numa so­ lução integrada com a zona das Mangas”, local que, por mais do que uma vez, já foi tema nas sessões do executivo municipal, precisamente, por ser palco de sinistros.

Fazer do Parque do Cercal “uma referência” é objetivo “Queremos que este espaço [do qual vai fazer parte a ESAN] seja uma referência da educa­ ção, tal como é uma referência pioneira em termos de edifi­ cação sustentável e eficiência energética”, defendeu o autarca, considerando que a inauguração do edifício “ficará na histó­ ria do progresso, crescimento e desenvolvimento harmonio­ so do concelho”, podendo Portugal “contar com Oliveira de Azeméis e com o apoio empre­ endedor dos oliveirenses”. De acordo com Hermínio Loureiro, Oliveira de Azeméis “é hoje um concelho mais mo­ derno e mais competitivo, pre­ parado para os desafios do futuro”. “Não vamos desperdiçar esta oportunidade da Universida­ de de Aveiro, pois os nossos agentes económicos e a nossa juventude vão saber agarrá-la”, frisou, desejando que a Universidade de Aveiro considerasse aquele dia “um ponto de parti­ da para novos projetos e arro­ jados desafios”. Aliás, o político chegou a dizer mesmo que “temos de es­ tar atentos a novos apoios do Quadro Comunitário ‘Portu­ gal 2020’ ”. PUB


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> EBS Soares Basto ano letivo 2012/2013 Certificados escolares, prémios e diplomas Diplomas Alunos que concluíram o 12.º ano Prosseguimento de Estudos Alunos que concluíram o 12.º ano Profissional Adultos que concluíram o 12.º ano Cursos EFA Mérito Escolar 4.º Ano: Miguel Castro Teixeira 6.º Ano: Joana Ribeiro Moreira 9.º Ano: Ana Margarida Almeida Pires 12.º Ano: Rita Ferreira Dionísio 12.º Ano: Jéssica Neves Almeida

concelho

> Agrupamento de Escolas Soares Basto (AESB)

‘Dia do diploma’ numa noite de festa

Melhores Alunos Prosseguimento de Estudos 10.º Ano: Mafalda Esteves Ferreira, Leandro Silva e Raquel Bonifácio 11.º Ano: Mariana Mendes Martins Coelho, Coroline Soares e José Pedro da Rocha Borges Profissional 10.º Ano: Jorge Ferreira, Tatiana Ferreira e Bárbara Rodrigues 11.º Ano: Gabriela Brandão, Fábio Teixeira e Fernanda Sousa Mérito Desportivo Percurso Escolar: Patrícia Alexandra Silva Moreira e Sara Pinho Leal Diploma Equipa (Nacional de Corta-Mato): Mariana Fonse­ ca, Sara Leal, Ana Barbosa e Patrícia Pais Diploma de Equipa (Moche Cup Futebol de 5): Tiago Pedro­ sa Santos Tavares; Tiago Marques de Jesus, José Rafael Oliveira Soares, Rita Almeida Oliveira, Cláudia Azevedo Fraga Amaral, Marcelo Almeida Pinho, Leandro Filipe Pereira Figueiredo, Ana Luisa Leite da Costa, Fátima Alexandra Ferreira Costa; César Brandão de Sousa, Nuno Emanuel Pedreiras Damas, Tiago Alexandre Oliveira Ribeiro, Pedro Tavares Ferreira, Filipe Vieira de Pinho, Miguel Nunes Queirós, Mafalda Pinto Rocha Mérito Cívico Básico 2.º Ciclo: Anita Pedrosa Santos Silva Tavares, André Ramos Costa, Eduardo Henriques Monteiro, Tiago Miguel Soares Henriques, Beatriz Oliveira Castro, Alberto Manuel Pereira Barbosa, Bruna Tatiana Coelho Almeida 3.º Ciclo: Turma do 9.º G pela sua envolvência e empenho no projeto ‘English Plus’ e viagem de estudo a Londres Secundário: 11.ºB > Passeio solidário para crianças com cancro

Azeméis disse ‘presente’

Nesta época natalícia, os atos de solidariedade aumen­ tam se comparados a outros períodos do ano. No domin­ go, dia 15 de dezembro, rea­ lizou-se um ‘Passeio solidário de Pais Natais em bicicleta’. O objetivo foi levar brinquedos a crianças portadoras de can­ cro. Tratou-se do projeto ‘Um brinquedo - Uma criança - Mil sorrisos’ num percurso de 52

quilómetros entre Lourosa ao IPO do Porto e regresso, ten­ do participado 250 Pais Na­ tais, entre pais de crianças e jovens portadoras de cancro, entre outros familiares e ami­ gos. O concelho de Oliveira de Azeméis esteve representado com vários ‘Pais Natais’, alguns amigos do grupo ‘Amizade E Esperança’, projeto criado pela família Resende, de Cidacos.

O auditório encheu. Houve música pelo grupo de cordas, vendo-se, ainda, um pormenor da mesa que presidiu a sessão.

Alguns alunos ou grupos de alunos do AESB foram distinguidos pela suas performances e desempenho meritórios referentes ao ano letivo anterior. Tratou-se de um serão festivo, que encheu o auditório da EBS Soares Basto. O agrupamento de escolas Soares Basto (AESB) entregou, no passado dia 13, certificados escolares, prémios e diplomas de mérito aos estudantes que concluíram o ensino secundá­ rio, quer nos cursos científicohumanísticos, quer nos pro­fis­ sionais, no ano letivo de 2012/13. A cerimónia dessa noite foi aproveitada, ainda, para a dis­ tinção de alunos e turmas que se distinguiram por mérito es­ colar, desportivo, cívico ou na intervenção social nesse mesmo período escolar. Rumo à excelência O objetivo desta sessão foi “o reconhecimento e valorização do mérito, trabalho, dedicação e esforço de superação, estimulando a comunidade educativa para a criação de uma escola de qualidade, que apoie a formação de cidadãos com os valores e competências necessários à construção de uma sociedade melhor e mais solidária”. Esta ideia foi sublinhada pela dire­

O pequeno Miguel Castro Teixeira distinguiu-se entre os alunos do 4.º ano do agrupamento

tora do AESB, Maria José Cálix, nas suas palavras di­rigidas a uma plateia repleta no auditó­ rio Bento Carqueja da Escola Básica e Secundária (EBS)Soa­ res Basto: “Este agrupamen­to tudo fez e fará para vos prepa­ rar para o futuro”, acrescentou, dirigindo-se aos alunos. “Con­ tinuem a trabalhar para a ex­ ce­l­ência, continuem a ser excelentes meninos, excelentes jovens, excelentes alunos”. Por seu turno, José Godi­ nho incentivou os distinguidos - bem como todos os estudantes - a continuarem a ser “briosos” no desempenho do seu papel académico e na sociedade, no sentido de contribuírem para “construir um futuro melhor” para Portugal. “Será em vós que o país confia o seu futuro, que proporcionem mais riqueza a toda a comunidade portuguesa. E que este dia sirva de incentivo para preservarem a vossa maneira de ser. Os vossos prémios são um forte ‘alimento’ para os professores continuarem a ser professo-

res”, rematou o presidente do conselho-geral. “Edifícios” com “alicerces” e “andaimes” seguros A representar a Câmara, o ve­ reador Isidro Figueiredo sau­dou, especialmente, os alunos do AESB, respetivos pais e familia­ res, que “querem testemunhar mais um momento importante e simbólico desta comunidade educativa”. O titular municipal da pasta da Educação usou um discurso metafórico para explicar o que considera de “processo proati­ vo”, que se encontra “perma­ nen­temente em construção”, isto é, a educação dos jovens, enquanto “edifício”. Neste exis­ tem “alicerces” e “andaimes”, consubstanciando-se os primei­ ros “na família, nos pais e encarregados de educação” e os segundos em “todos os profissionais [pessoal docente e não docente da comunidade edu­ cativa] presentes no percurso formativo dos alunos [o ‘edifí­ cio em construção’]”.


concelho

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> Com um programa diversificado que decorreu durante a primeira quinzena deste mês

USOA comemora primeira década Tendo nascido em 2003, a USOA está a viver, presentemente, a sua ‘pré-adolescência’, mas já conta com um percurso muito sólido e coerente como instituição. Ao longo destes primeiros dez anos, este estabelecimento de ensino oliveirense tem vindo a adquirir notoriedade no domínio da oferta de saberes, através de várias disciplinas teóricas e práticas, bem como mediante atividades de recreio, convívio, animação musical, etc.. Tavares Ribeiro

Volvida uma década, com um bom registo de sucesso alcançado, o Instituto de Cultura e Cooperação Intergeracional Universidade Sénior de Oliveira de Azeméis (USOA) comemorou a efeméride, durante a primeira quinzena deste mês, com iniciativas abertas ao público, as primeiras das quais já divulgadas em edição anterior do nosso jornal. Sendo certo que no currículo de cada aluno, o enriquecimento pessoal, obtido na frequência da USOA, não acrescenta qualquer canudo/diploma, mas a aquisição de saberes específicos, este estabelecimento de ensino oliveirense identifica-se como sendo dinâmico no seu todo e eleva a quantidade e crescente qualidade de atividades que propõe. Nomeadamente no registo cultural e de cidadania, afirmase local e nacionalmente com grande capacidade de ações por si organizadas, participando em eventos promovidos por outrem ou em espetáculos magníficos, um pouco por todo o país.

Professores que lecionam na USOA

te, uma palestra proferida por Hugo Carvalho, subordinada ao tema ‘A vida das universidades seniores’. O teor principal da ‘conversa’ ligou-se, naturalmente, à valia e significado destas instituições no panorama do todo nacional que, neste caso, “é animador”. Manter-se o mais ativo possível constitui bom remédio para retardar o incómodo que, não raro, sobrevém com o avançar dos anos, provocando perda de alguma mobilidade, mais sentida caso se faça acompanhar de menor esforço inteletual e dinamismo social! Ora, percebe-se que quem frequenta uma universidade sénior está entre os que se recusam envelhecer precocemente. Pensar e agir - como o palestrante realçou - frutifica resultados compensadores em saúde e qualidade de vida.

Apresentação d’‘O ZAMACOL’ Igualmente na ocasião, foi apresentado o primeiro número do jornal da USOA ‘O ZAMACOL’. Aberta à participação de docentes, diretores e alunos, pretende-se que esta publicação de periodicidade trimestral possa contribuir para motivar a participação e divulgar, interna e externamente, as muitas atividades, eventos e iniciativas em que a instituição se envolve ou participa, inclusive as desenvolvidas por cada uma das disciplinas lecionadas. No fundo, a mais-valia d’ ‘O ZAMACOL’ é dar voz ao que se vai passando de novo e irreverente com esta ‘juventude de alguma idade’, com diferentes experiências e diferentes formas de encarar a vida. ‘A vida das universidades De salientar que esta sessão seniores’ foi tema de pal- foi ainda enobrecida com a atuestra ação do Grupo ‘Os Cavaquinhos’ No âmbito das comemora- da USOA. ções dos dez anos da USOA, a Biblioteca Municipal Ferreira Comemorações de Castro acolheu, a 10 de de- encerraram solenemente zembro, na sua sala polivalenOs aguardados festejos conhe-

ceram o seu ponto alto durante a cerimónia solene, que decorreu na manhã do dia 14, no salão nobre do antigo quartel da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Oliveira de Azeméis, enobrecida com a presença de destacadas personalidades e atuação do Grupo Coral da USOA. Na oportunidade, Manuel Lima, presidente da assembleiageral da USOA, sumariou dados importantes da história desde a fundação da universidade sénior oliveirense até à sua implantação no atual edifício, onde se consolidou o projeto. Durante nove anos, as sucessivas direções, todas lideradas por José Hespanha, deram o seu melhor em prol da USOA “que se foi desenvolvendo, inovando e crescendo em número de disciplinas e atividades”. Tudo isto, “também com apoio de instituições e autarquias locais, não esquecendo todos aqueles que com ela colaboraram em regime de voluntariado”. Convicto que a nova direção, presidida por António Oliveira, dará continuidade ao projeto, reforçou que este órgão social “deseja, veementemente, que se compreenda e se concretize a mensagem contida no mote deste ano letivo - ‘USOA é uma janela aberta para a vida’”. Por falar no líder diretivo, este, de igual modo, interveio, sublinhando “quanto valeu a pena ser idealizado, estruturado e consolidado um projeto destes com o nome da USOA”. Prosseguiu, fazendo um resumo dos objetivos que presidiram à fundação da USOA e incluindo nestes “o desenvolvimento de atividades para dar resposta aos interesses culturais, recreativos e sociais dos seus associados de modo a melhorar as suas condições de vida”. Tal filosofia de valores - conforme sublinhou o responsável- “foi e será enriquecida pela capacidade, experiência e em-

As comemorações do 10.º aniversário tiveram como ponto alto a sessão solene que teve lugar no salão nobre do antigo quartel dos bombeiros oliveirenses

penho voluntário das diferentes direções”. Dirigindo uma palavra de homenagem aos fundadores, não esqueceu também de mencionar o grande apoio, desde a primeira hora, da Câmara Municipal, que “tem sido uma parceira de referência”. Estado deve reconhecer trabalho das universidades seniores Por seu turno, Luís Jacob, responsável máximo da RUTIS que marcou presença no ato, congratulou-se pelo “excelente e magnífico trabalho das universidades seniores – entenda-se seus dirigentes, professores e alunos - que deve merecer, por parte do Estado, “o reconhecimento oficial deste trabalho”. Referindo-se ao propósito de, futuramente, “começar-se com a certificação das universidades”, adiantou que das 220 existentes algumas trabalham melhor do que as outras e, como tal, para já vão avançar com a certificação 30. Segundo Luís Jacob. Este “é um processo que deverá correr bem”, sendo que Oliveira de Azeméis “é, obviamente, uma das 30 que vai ter entrada nessa pretendida rede de excelência da RUTIS”. Seguiu-se Hermínio Loureiro, autarca oliveirense, tendo aproveitado o momento para sublinhar “o trabalho extraordinário que tem vindo a ser desenvolvido pela USOA, ocupando, motivando e entusiasmando as pessoas”, além de que procura explicar, de forma natural, que a busca do saber não é feita numa fase das nossas vidas, mas é feita ao longo da vida”. “Há também aqui um trabalho notável: O exercício de uma cidadania mais ativa e plena”, o que, na ótica do político, a USOA consegue fazer isso com entusiasmo”. “Vocês são, verdadeiramente, um exemplo para as novas gerações”, reforçou a

ideia. Nas suas considerações finais, Hermínio Loureiro vincou, “com orgulho”, que a USOA é “um dos grandes embaixadores de Oliveira de Azeméis. Por onde passa, por esse país fora, onde vai, deixa uma imagem muito, muito positiva do nosso concelho, das nossas tradições, das nossas gentes e dá também um exemplo de cidadania”. Falando da atribuição à edilidade do título de ‘sócio honorário’, por parte da USOA, o edil agradeceu o reconhecimento, referindo que esta distinção “só nos traz mais responsabilidade, pois não fazemos mais do que é nossa obrigação enquanto autarcas ao trabalhamos para melhorar a qualidade de vida de toda a nossa população”. Quanto a projetos para o futuro, adiantou que “nunca serão um problema. Teremos é que trabalhar em conjunto para encontrar soluções”. De acordo com Hermínio Loureiro, o vereador Isidro Figueiredo está mandatado para, com a direção da USOA, colaborarem no sentido de encontrarem as melhores soluções para os projetos futuros, que sei que querem implementar”. Almoço na Quinta de Santiago Realizado na tarde do dia 14, o tradicional almoço na Quinta de Santiago, em Santiago de Riba-Ul - que assinalou, em simultâneo, o encerramento do programa comemorativo do 10.º aniversário e o Natal - pretendeu ser de convívio e união entre diretores, professores, alunos, entidades, amigos e colaboradores que têm contribuído para o engrandecimento da instituição. Neste repasto festivo, os professores mereceram elogios e tiveram uma apreciada ‘prendinha’ de reconhecimento.


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Terça-feira, 24 de novembro de 2013

concelho

>Tarde dançante na Turol

Um milhar de idosos ‘fizeram-se à pista’ Um dos contemplados com uma prendinha pelo constante interesse pela leitura. Na foto destaque-se, ainda, a vereadora Gracinda Leal e Marta Mota, diretora da Biblioteca Municipal

> Em meia dúzia de anos, assinalados no passado dia 14 deste mês

No passado dia 03 de dezembro, a Turol foi o excelente palco para uma tarde dançante, organizada pela Câmara Municipal, em parceria com esta dancetaria de Albergariaa-Velha. Mais de meia centena de instituições de solidariedade social de vários concelhos limítrofes, entre os quais o de Oliveira de Azeméis, num total de um milhar de idosos, brilharam numa fantástica soirée que ficará na memória de todos os participantes. A tarde dançante foi ani-

mada pelo duo ‘Fusiforme’ e, ainda, pelo par de bailarinos já conhecidos das estações de televisão, Carmo e Arsénio. Muito divertimento e anima­ ção fizeram com que a vontade de repetir se manifestasse com os idosos a perguntarem quando é que havia mais. Recorde-se que a Turol tem vindo a disponibilizar as suas instalações para estes eventos solidários ao longo dos 13 anos da sua existência. O nosso ‘bem-haja’ os organizadores.

>Jantar convívio foi na Estalagem

Grupo Folclórico de Cidacos em espírito natalício

Mesa que presidiu ao jantar do Grupo de Cidacos, fundado por Isabel Maria Calejo (4.ª a contar da dir.ª).

O Grupo Folclórico de Cidacos não quis passar indiferente esta quadra festiva e, no passado dia 15, promoveu o seu jantar de Natal, em espírito de camaradagem, amizade e confraternização. O local foi do melhor – Estalagem S. Miguel – e participaram, para além dos componentes, dirigentes, familiares e amigos, diversas entidades oficiais, como a vereadora da Câmara Municipal Gracinda Leal; o presidente da União de Freguesias de Oliveira de

Azeméis, Macinhata da Seixa, Ul, Madail e Santiago de RibaUl, Carlos Silva; representante da FAMOA – Federação das Associações do Município de Oliveira de Azeméis, entre muitos outros. De salientar a presença sempre vivificante - como aliás não podia deixar de ser - da fundadora da coletividade, Isabel Maria Calejo. Aproveitando esta oportunidade, o Grupo Folclórico de Cidacos deseja a todos um santo e feliz Natal e um próspero ano de 2014.

Biblioteca conta já com 225 mil utilizadores

As inscrições quase chegam às 5.250, os empréstimos domiciliários ultrapassam os 88.280 e os utilizadores são já 225 mil. Estes são os números da Biblioteca Municipal Ferreira de Castro, que completou seis anos no dia 14. Angela Amorim

Desde o dia 14 de dezembro 2007 que o nosso município pos­sui “uma acolhedora bibli­ oteca, infraestrutura cultural im­prescindível a um desenvol­ vimento integrado, onde a in­ formação, a cultura, o ensino e o lazer contribuem para a melhoria da qualidade de vida dos munícipes”. De acordo com o traçado pelos seus promotores - edilidade oliveirense - a Biblioteca Municipal Ferreira de Castro (BMFC), “assume, assim, como missão a promoção da educação, da cul­ tura, da informação e do lazer em torno do livro e da leitu­ ra, de modo tendencialmente gratuito e universal, de acordo com os princípios consignados pelo ‘Manifesto da UNESCO’ sobre bibliotecas públicas”. Tendo estes e outros objetivos em mente, a equipa técnica que suporta a BMFC, superiormente liderada pela vereadora Gracinda Leal, a quem compete a sua gestão e coordenação, tem desempenhado um papel muito importante na promoção de

Ao soprar das velas, um desejo: Longa vida para a Biblioteca Ferreira de Castro >Em época de aniversário

As ‘prendas’ da Biblioteca Municipal Leitores cujo cartão ter­ mina em 14, contemplados este ano: Santiago Matias Cordeiro de Sá (8714); Eduardo João Morais da Silva (9014); Maria João Fernandes Pinhão (9114). Melhores Leitores 2013 Empréstimos domicili­ ários: Laura Filipa Silva Ascenção (0-03 anos), 85 empréstimos; Miguel Pinho Teixeira (04-10 anos), 75; Rita Marques Murteira (11-17 anos), 67; Renato Miguel Pinheiro Pinho (+17), 156. inúmeros eventos, ao longo destes seis anos de trabalho, completados no passado dia 14, de que destacamos a apresentação e lançamento de livros de muitos autores, a maior parte dos quais oliveirenses.

Mais um livro de autor oliveirense Para assinalar a efeméride, na tarde desse dia, teve lugar o espetáculo ‘Afinal, o Caracol...’, no âmbito do projeto ‘Bebéteca-Bê de Bebé’, bem como a sessão ‘Contos com obra para as famílias’. Já à noite, a apresentação do livro ‘Diário de um desesperado’, do oliveirense João Paulo Santos, foi mais um complemento a um dia de festa, integrada no projeto da Biblioteca já bem conhecido ‘Um escritor apresenta-se’. O ponto alto registou-se com os ‘parabéns a você...’, a partilha do bolo e a entrega de prémios e lembranças aos leitores cujo cartão termina em ‘14’ e aqueles que se destacaram ao longo de 2013 (ver caixa). E porque a efeméride o exigia, as palavras de circunstância da vereadora Gracinda Leal foram muito poucas, apenas para registar os números, que não deixam de ser bem significativos, do balanço de seis anos de atividade: 5.238 inscrições; 88.284 empréstimos domiciliários; e 225 mil utilizadores.


concelho

Terça-feira, 24 de dezembro de 2013

>Hermínio Loureiro defende política de proximidade

Descentralização sim, mas com os necessários recursos

O secretário de Estado Leitão Amaro, ladeado pelo presidente da Câmara, Hermínio Loureiro, e por Ana Filipa Magalhães, da CEFA.

> Lei 75/2013 de 12 de setembro reforça competências das juntas

Freguesias com mais responsabilidades A delegação de novas competências do governo para as câmaras e destas para as juntas é matéria já prevista legalmente. A garantia de que a este ‘acumular de trabalho’ corresponderá mais recursos financeiros e humanos foi deixada pelo secretário da Administração Local em Oliveira de Azeméis, no passado dia 18 do corrente. Angela Amorim

>Orçamento 2014

“Não há cortes para as Juntas” Na sua intervenção e à margem da matéria agendada para esta sessão de trabalho, o presidente da Câmara, Hermínio Loureiro, assegurou: “No que diz respeito ao Orçamento para 2014, os presidentes das juntas do concelho não terão más notícias. Não há cortes previstos para as freguesias no orçamento municipal do próximo ano, que foi fechado esta manhã [dia 18 de dezembro]”. De reter que ontem, segunda-feira, em reunião extraordinária, a Câmara Municipal aprovou o orçamento 2014, com os votos contra dos vereadores do PS. Ricardo Tavares (PSD) esteve ausente, pelo que o resultado final foi o empate, tendo Hermínio Loureiro exercido o seu voto de qualidade, com os documentos de gestão a passarem e a seguirem para o órgão deliberativo. Tudo indica que este reunirá, extraordinariamente, dia 30, exatamente para análise e votação desta matéria.

“Temos um desafio grande e único para as freguesias, que pode ser vencido se todos trabalharmos para o mesmo lado. É uma questão que envolve as freguesias, o município e o governo”. Esta foi a “mensagem importante” que o secretário de Estado da Administração Local quis deixar em Oliveira de Azeméis. António Leitão Amaro falava no encerramento da sessão de trabalho e de esclarecimento sobre o ‘procedimento e licenciamento para governar as freguesias’, que decorreu, na passada quarta-feira, na Bi- au­­tárquicos, concretamente blioteca Municipal Ferreira de das juntas de freguesia, que foram esmiuçadas por Ana Castro. Filipe Magalhães, da CEFA Fundação para os Estudos e Delegação de competências entre órgãos do poder Formação Autárquica, peranDe um modo geral, em ci­ te os autarcas locais do nosso ma da mesa estiveram as no- concelho. Ainda pouco à-vonvas competências - ou respeti­ tade com as novas disposições va delegação - dos órgãos impostas pela Lei 75/2013 de

12 de setembro, que estabelece, entre outros, “o regime jurídico da transferência de competências do Estado para as autarquias locais e para as entidades intermunicipais, assim como da delegação de competências do Estado nas autarquias locais e nas entidades intermunicipais, e dos municípios nas entidades in­termunicipais e nas fregue­sias”, os responsáveis das autarquias locais do nosso concelho ouviram os esclarecimentos sobre a matéria, tendo ficado a sensação de que nem tudo estará completamente clarificado. De entre os assuntos abordados, mereceu destaque o licenciamento de algumas atividades que, a partir de agora, passam da competência da Câmara para a Junta: venda ambulante de lotarias, arruma­ dor de automóveis e atividades ruidosas de caráter temporário que respeitem a festas populares, romarias, feiras, arraiais e bailes. No fundo, este novo diploma legal decorre da reforma da ad-

De acordo com o secretário de Estado da Administração Local, “esta passagem de competências para as juntas de freguesia não quer dizer que a câmaras municipais fiquem mais folgadas, porque estas também estão a receber outras competências, atribuídas pela administração central”, nomeadamente ao nível social, desenvolvimento da economia local, criação de emprego, etc.. A propósito, Hermínio Loureiro, presidente do poder municipal, vincou a sua opinião favorável “ao princípio da descentralização”, pois “quem está mais próximo consegue fazer mais com menos recursos” e de forma “mais agilizada”. Porém, alertou, “não se pode fazer transferência de competências, se não forem transferidos recursos técnicos e financeiros” adequados para permitir dar uma resposta cabal às novas solicitações. O edil tem consciência que, efetivamente, “devemos aproveitar este impulso dado pela reorganização territorial para fazermos uma reforma com cabeça, tronco e membros” e que Oliveira de Azeméis possui “12 presidentes de Junta excelentes”, que, apesar das primeiras dificuldades impostas pela nova legislação, conseguirão adaptar-se à nova realidade. ministração local e do consequente reforço de funções que se pretende atribuir aos órgãos autárquicos, com a delegação de competências do governo

09 para os municípios e destes pa­ ra as juntas de freguesia. Mais verbas para as juntas de freguesia “Neste últimos dois anos, se há setor da administração pública que sofreu uma grande reforma foi o das freguesias”, afirmou o membro do governo em Oliveira de Azeméis. Uma reforma que passa por três vertentes, como precisou: territorial, financeira e de competências. No primeiro caso, “para que as freguesias pudessem dar um salto na sua intervenção era necessário ganharem dimensão”, frisou numa alusão direta à reforma territorial e às atuais uniões de freguesia. Por outro lado, com a nova lei das finanças locais, as freguesias são uma exceção “dentro da trajetória de ajustamen­to” por que passa o país. Quer isto dizer, que enquanto há “a diminuição da despesa em todos os setores”, o Estado prevê um reforço para os órgãos autárquicos locais, através do Fundo de Financiamento das Freguesias (FFF). “As freguesias passam, também, a obter uma parte do IMI [Imposto Municipal sobre Imóveis] urbano e a totalidade do rústico”, adianta o titular da pasta da Administração Local. De acordo com as suas contas, este aumento de receitas será superior a 10%, podendo mesmo atingir os 15% em alguns casos. “Agora, é preciso iniciar-se uma discussão séria e tranquila entre as freguesias e os municípios para a transferência de competências”, durante um período de seis meses, acompanhada, obviamente, pela transferência de recursos financeiros, humanos e equipamento. “Tudo isto será contratualizado. Deve ser feito dentro do prazo e num diálogo sempre construtivo”, alertou António Leitão Amaro, consciente que “as dificuldades e as preocupa­ ções são normais. Contudo, den­tro de um espírito de co­ operação, serão ultrapassadas”, concluiu.

Os presidentes das freguesias do nosso concelho estiveram presentes nesta sessão de trabalho sobre o procedimento e licenciamento dentro do território que têm a seu cargo.


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Terça-feira, 24 de dezembro de 2013

concelho

> Quando já está em ação o Plano Municipal para a Igualdade

Câmara Municipal encerra Ano Europeu dos Cidadãos O Plano Municipal para a Igualdade foi apresentado a 18 de dezembro, exatamente na mesma cerimónia em que a Câmara encerrou o seu Programa Europeu dos Cidadãos 2013, dando a conhecer os respetivos resultados e balanço final. Angela Amorim

Uma cerimónia que inici­ ou com uma dissertação do vereador Pedro Marques sobre ambas as temáticas, espelhando a necessidade “de todos sermos exemplos e capazes de transmitir va­ lores fundamentais de ci­ dadania pura”. Valores que passam, em seu entender, pela aceitação e respeito pela “igualdade de género” com a ressalva de que homem e mulher aceitam as suas diferenças, sen­do nestas que “se comple­mentam”. Nesta tarde de trabalho e, por que não, festiva também, participaram, como convidados especiais, João Frutuoso, do Centro Europe Direct do Porto, e Rosa Oliveira, representante da Comissão para a Igualdade de Género, bem como diversas entidades civis

> Na defesa da igualdade de género e não só

Município traça plano de sensibilização

O Programa Municipal do Ano Europeu dos Cidadãos encerrou, no dia 18, exatamente na sessão em que foi apresentado o Plano Municipal para a Igualdade.

e militares, numa cerimónia liderada pela vereadora responsável destes programas, Gracinda Leal, e toda a sua equipa da divisão municipal de Ação Social e elementos da Rede Social. “Um projeto muito positivo” Do balanço feito ao Pro­ gra­ma Municipal do Ano Eu­ropeu dos Cidadãos - um marco instituido para 2013 pelo Parlamento Europeu de salientar a satisfação da equipa que nele se envolveu e que deu como concretizados todos os objetivos inicialmente propostos. Como realçou a chefe da divisão municipal da Ação Social, Maria da Luz, foram várias

ta­na do Porto. Assim, “pare­ ce ser um modelo a aplicar noutros municípios, pois, atra­vés dele, conseguimos dar visibilidade às questões europeias junto dos cida­ dãos”, nomeadamente da­ que­les que possuem poucos recursos económicos. Para este responsável do Centro Europe Direct do Porto, tratou-se de “um pla­ no ambicioso, este de Oli­ veira de Azeméis, e que se cumpriu integralmente”. Já na mesa de encerramen­ “Modelo a aplicar to, Hermínio Loureiro feli­ noutros municípios” ci­tou “toda a equipa que João Frutuoso considerou trabalhou este Programa “este modelo de participação Mu­­nicipal do Ano Europeu [o de Oliveira de Azeméis] dos Cidadãos 2013, superi­ uma experiência nova”, no or­mente dirigido pela vere­ conjunto da Área Metropoli­ adora Gracinda Leal”. as iniciativas e eventos que decorreram ao longo deste ano, prestes a terminar, de que destacamos os worshops realizados em todas as juntas de freguesia do nosso concelho para sensibilização para a matéria em causa. Em seu entender, “as instituições e a comunidade oliveirense, de um modo geral, estão ago­ ra mais sensibilizadas e ca­ pacitadas” para os assuntos europeus, tendo sido, assim, “um projeto muito positivo”.

À vereadora da Ação Social, Gracinda Leal, coube a apresentação do Plano Municipal para a Igualdade (PMI). Trata-se de um instrumento - como disse - que deve ser visto “não como um ponto de chega­ da, mas como um ponto de partida. Um caminho de sensibilização e apro­ ximação das pessoas” na defesa da igualdade de género. A também conselheira local para estas questões, desde 2012, não deixou de frisar que este “é um trabalho de uma equipa”. Um trabalho cuja candidatura foi aprovada ao abrigo do POPH - Programa Operacional Potencial Humano, em fevereiro último, “quando o grupo já estava a trabalhar”, informou Margarida Velhas, uma das responsáveis técnicas, que, juntamente com a sua colega Dora Brandão, ajudou na apresentação do PMI a respetiva líder de equipa, Gracinda Leal. Em próxima edição contamos apresentar mais pormenores sobre este plano do município, a sua operacionalização e objetivos.

> Cento de Apoio Familiar Pinto de Carvalho em festa de Natal

‘A Casinha de Chocolate’ no Caracas No passado dia 08, as crianças da creche, pré-escolar e do Centro de Atividades de Tempos Livres (CATL) do Centro de Apoio Familiar (CAF) Pinto de Carvalho promoveram a já habitual Festa de Natal, no Cine Teatro Caracas, que, mais uma vez, pareceu pequena para todos os que quiseram assistir. Pelo palco passaram todos os meninos que frequentam as várias salas, representando os vários momentos da his­tória ‘A Casinha de Cho­ co­l ate’, tendo os mais pe­

O melhor do mundo são mesmo as crianças e o Natal é, por excelência, a sua quadra festiva.

que­nos contado com a colaboração dos seus pais. Há também que referir a prestável colaboração do pai Pedro Martins e das mães Ana Nunes e Marta Vitória que se envolveram, desde o início, com a preparação, encenação e representação deste espetáculo, vivido com muito empenho por todos. Para todos, a direção do Centro de Apoio Familiar Pin­to de Carvalho gostaria de deixar votos de um Santo Natal e um Ano de 2014 cheio de felicidades.


CONCELHO

Terça-feira, 24 de dezembro de 2013

> Fundador do Agrupamento de Escuteiros de Nogueira do Cravo

Câmara aprova voto de louvor ao chefe Valdemar Depois de, no passado dia 14 de dezembro, ter sido homenageado pelo agrupamento de escuteiros que fundou, o chefe Valdemar de Oliveira Correia foi alvo de nova homenagem, desta feita, em sede de executivo municipal.

nicipal presentes nesta sessão do dia 19 de dezembro. O chefe Valdemar Note-se que o chefe ValdeOliveira Correia mar de Oliveira Correia, além mereceu um voto de ser o fundador do Agrude louvor pela pamento 534 de Nogueira do Câmara Municipal. Cravo, tem-se dedicado, ao longo da sua vida, a outras associações da terra e não só. Recorde-se, por exemplo, que, na sua juventude, foi jogador da União Desportiva Oliveirense e do Futebol Clube Cesarense; foi um dos impulsionadores e dirigente do teatro amador em Nogueira do Cravo; foi memGisélia Nunes bro da Ação Católica Rural; etc.. Na última reunião de Câ- tos da comu­nidade educati- Oliveira Correia e propôs Contamos voltar a dar desmara Municipal pública, va pela decoração natalícia a atribuição de um voto de taque, em próxima edição do apro­veitando o período de das rotundas da cidade e de louvor a este “homem que, Correio de Azeméis, não só a antes da ordem do dia, o vere- felicitar a Escola Livre de há 35 anos, forma crianças esta figura pública nogueirense, ador Pedro Marques – depois Azeméis pelo seu 90.º aniver- e jovens” – proposta que me- mas também ao Agrupamento de enalte­cer as associações sário – realçou o “currículo receu a anuência de todos os de Escuteiros de Nogueira do de pais e restantes elemen- invejável” de Valdemar de elementos do executivo mu- Cravo.

>Cine-Teatro Caracas comemorou 45.º aniversário este último sábado

Exposição e concerto dos ‘The Rangers’ assinalaram data Na reunião da Câmara Municipal de quinta-feira passada, Gracinda Leal fez uso do ‘direito de antena’, que assiste aos vereadores no período de antes da ordem do dia, para anunciar que, no sábado seguinte, a autarquia de Oliveira de Azeméis ia assinalar os 45 anos do Cine Teatro Caracas. Meu dito, meu feito: O aniversário daquela que foi e continua a ser a casa de espetáculos de referência da cidade foi comemorado este sábado, dia 21 de dezembro, com o descerramento de uma placa evocativa da data pelo autarca Hermínio Loureiro,

após alguns músicos da Banda de Música de S. Tiago de RibaUl terem tocado ‘os parabéns a você’, seguindo-se, depois, a inauguração de uma exposição iconográfica/documen­tal alusi­ va ao equipamento aniversariante, que se encontra patente ao público no átrio do Caracas. A festa prosseguiu e… fechou com ‘chave de ouro’ com o concerto de apresentação do primeiro CD do grupo musical ‘The Rangers’, intitulado ‘Sixties’ – espetáculo que lotou o Cine Teatro oliveirense. Na próxima edição, daremos continuidade a esta matéria.

>Centenário do nascimento da pintora casada com ferreira castro

Câmara quer lançar ‘Prémio Elena Muriel Pintura’ no próximo ano Nesta reunião de Câmara, Gra­cinda Leal falou do centenário do nascimento de Elena Muriel, pintora espanhola que foi casada com Ferreira de Castro e cujos restos mortais encontram-se sepultados no cemitério de Ossela. Nesta pró-

xima sexta-feira, dia 27, a artista plástica completaria cem anos se fosse viva, data que vai ser assinalada com uma romagem ao campo santo onde jaz Elena Muriel e onde vai ser depositada uma coroa de flores. Na oportunidade, a vereadora da Cultura

disse esperar que o nascimento da pintora seja, também, evocado na reunião do deliberativo agendada para aquele dia e que é intenção da Câmara instituir o ‘Prémio Elena Muriel Pintura’ em 2014 – anúncio que foi bem recebido pela vereação socialista.

11 > Autarquia preparou programa para comemorar efeméride

Oliveira de Azeméis é concelho há quase 215 anos À semelhança do que fez em relação ao 45.º aniversário do Cine Teatro Caracas (ver texto secundário nesta página), Gracinda Leal também aproveitou o período de antes da ordem do dia para adiantar que, a 05 de janeiro, Oliveira de Azeméis comemora 215 anos da elevação a concelho. Segundo a vereadora com responsabilidades ao nível da Cultura, para assinalar a efeméride, a autarquia oliveirense preparou um programa diversificado que se estende ao longo do próximo mês. Celebrações decorrem entre 04 e 31 de janeiro. Assim, a 04 de janeiro, véspera do ‘dia grande’ das comemorações, pelas 16h00, tem lugar na Galeria Tomás Costa, no edifício ‘Praça da Cidade’, a inauguração da exposição de pintura intitulada ‘A minha terra’. Mostra composta por várias obras de arte feitas a óleo, da autoria do oliveirense José Santos, que pretende refletir a visão da terra onde o artista nasceu e vive. Segue-se, uma hora depois, mas já na Biblioteca Municipal Ferreira de Castro (BMFC), a apresentação do livro ‘Terra de Ninguém’ cuja autora é Manuela Inês Nabais. Tratase de “um projeto antigo e um tributo às gentes da raia, à sua raça e à sua vontade indómita que sobreviveu a invasões externas e internas”. Domingo é dia de festa no concelho de Oliveira de Azeméis, começando, logo pela manhã, com o hastear de bandeiras, no Largo da República, em frente ao edifício principal da Câmara Municipal, e prosseguindo à tarde, pelas 16h00, na igreja matriz de Oliveira de Azeméis, local que vai servir de palco ao Concerto de Reis – evento que resulta de uma parceria com a Academia de Música. Na segunda-feira seguinte, e para encerrar a 6.ª edição do Concurso de Presépios, a BMFC promove, pelas 21h00, o ‘Serão de Contos’ e a entrega de prémios aos vencedores do respetivo concurso. Ainda no âmbito dos 215 anos da elevação de Oliveira de Azeméis a concelho, o Arquivo Municipal promove, entre os dias 03 e 31 do próximo mês, a atividade ‘À descoberta do foral’.


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Terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Um cantinho do comércio tradicional Associação comercial dos concelhos de oliveira de azeméis e vale de cambra

A Associação Comercial de Oliveira de Azeméis e Vale de Cambra inicia, hoje, em colaboração com o Correio de Azeméis, uma campanha que tem em vista alertar e promover o comércio tradicional e informar os seus associados (atuais e futuros) quanto às normas que entraram em vigor, no sentido de dar voz aos que não têm voz. Somos impotentes para resolver os pro­­­blemas de cada um dos sócios e comerciantes em particular. Primeiro, a nossa missão não é essa. A Associação não vai resolver individualmente os problemas de cada um. Segundo, os associados não estão unidos e não apresentam os seus problemas à direção nem no local próprio. Lamentavelmente, ouvimos algumas queixas, mas deixam de ter sentido e são mesmo infundadas, quando não são apresentadas nas nossas assembleias gerais. Terceiro, as nossas possibilidades financeiras estão de acordo com aquelas que nos chegam dos nossos sócios. Se os nossos sócios nos deixarem de pagar as quotas ou deixarem a associação, então são os sócios a rejeitarem o apoio que os próprios reivindicam. Estamos interessados em promover aquilo que os comerciantes merecem. Nesta época, exigia-se outra forma de es­ tar da Associação. Porém, como nem sequer somos convidados a opinar, como é que podemos intervir? Evidentemente que não nos estamos a queixar, apenas a referir o que é a realidade. A animação da cidade e das localidades onde os nossos sócios estão implantados não é da nossa responsabilidade. Fazemos sempre saber que o comércio tradicional existe um pouco por todo o lado e não pode ninguém ser discriminado. A maior parte das queixas vem de quem nem sequer tem o direito de as fazer. No entanto, estamos no mesmo barco. Façam o que têm a fazer e depois exijam de quem de direito. Queremos que faça as suas com­ pras no comércio tradicional. Compre em Oliveira de Azeméis para lhe dar ainda ‘mais vida’. Mas compre também na sua terra (Vale de Cambra, por exemplo), na sua aldeia (Cucujães, Carregosa, Ossela,etc.), no seu vizinho. Os vizinhos devem ser os primeiros a perceber que também estamos com eles. De certeza que o comerciante mais próximo de si não vai querer o seu mal. Todos são filhos e ninguém é enteado. Os nossos sócios estendem-se do centro à periferia, do Norte ao Sul e do Nascente ao Ocidente. Todos têm os mesmos direitos e os mesmos deveres. Nas nossas linhas de orientação está uma exigência de mais proximidade. É isso que se tem vindo a fazer através do nosso ‘relações públicas’. Aqueles que têm acesso à Internet, procurem o nosso Facebook e o nosso ‘site’ para comunicarem connosco. É urgente aceder por estes meios à informação. As circunstâncias do mundo atual exigem mais responsabilidade e mais disponibilidade da parte de todos. Lembremo-nos também dos outros nesta época natalícia. Um bom Natal e próspero ano de 2014.

opinião

‘Os outros anónimos’

A. Evangelista Pinho

Nunca saiba a tua mão esquerda o que dá a direita. Este é um princípio sério, mas não é deste anonimato do qual nos iremos ocupar, mas de uns ‘outros anónimos’, ou seja, daqueles que arrancam pedras da calçada para as atirar a indefesos. Eles existem, mas alguém os viu ou conhece o seu paradeiro? Pelo seu valor também nunca nos preocupámos em saber onde é que eles moram! Esses anónimos são outros vírus, que atacam nas redes sociais, covarde e raivosamente, outros seres no sentido de os afetar com insultos e calúnias na mira de lhes provocar desânimo e abandono do exercício de funções ou cargos para os quais foram eleitos ou indigitados e desempenhem em qualquer área coletiva, que sirva o bem comum. Os ‘outros anónimos’ fazem parte de gente frustrada e dotada de incapacidade nata que, quando abordados, nunca estão disponíveis para coisíssima nenhuma a favor seja de quem for. Tais complexados são peritos em arranjar sempre motivos para conversas fiadas e, usando o teclado do computador, descarregam toda a sua bílis linguística em ‘blogs’ sob anonimato, insultando e caluniando os seus alvos previamente escolhidos para abate. O pior acontece, quando escrevem considerações a aplaudir, pondo alguém nos píncaros da lua, mas a seguir escrevem outras em anonimato e com ataque cerrado aos alvos que pretendem atingir no sentido de os destruir. Estes pertencem ao grupo daqueles que, se lhes extraísse o sangue todo, lhes lavassem as veias com petróleo, lixívia ou gasóleo, e lhes injetassem sangue novo, continuariam com a mesma virose. Nasceram sob o signo da maldade e, co­ mo tal, só podem dar aquilo que têm ou herdaram, porque nem sequer se sujeitam a fazer o menor esforço na busca do bom senso de atos praticados entre seres humanos. Nasceram para isso e morrerão assim,

pois, para eles, não existe antibiótico que cure ou os faça melhorar. Os ‘outros anónimos’ são aquelas pessoas que, muitas vezes, têm o atrevimento de nos darem palmadinhas nas costas, cochichando-nos ao ouvido de que são nossos amigos. Cuidado com esses! Ora, esses são fáceis de reconhecer, porque um amigo verdadeiro nunca diz ao outro que é seu amigo, mas demonstra-o com factos nas suas aflições. Não basta dizê-lo ou parecê-lo, é preciso prová-lo com atitudes sérias e firmes. Os ‘outros anónimos’ já nasceram castrados de bons princípios e costumes, sendo uma espécie de espantalhos ridículos e perigosos, que vivem à nossa volta apenas para prejudicar a sociedade, que os sustenta e aguenta, ou para afugentar todos aqueles, que estiverem a dar algo de si a favor dela sem qualquer recompensa. Às vezes, com o andar dos tempos, são esses oportunistas que, ao perder a vergonha, se necessitam do suor ou influência daqueles que, um dia, insultaram, nunca hesitam em bater-lhes à porta para se servirem das suas potencialidades, de favores ou do trabalho de quem difamaram, acusaram e insultaram. Os ‘outros anónimos’ são como aqueles cães que latem, ao passar da caravana, mas ela lá vai seguindo triunfantemente e sem medo de ser mordida. Depois de explanadas todas essas carate­ rísticas, resta-nos a esperança de, um dia, virmos a conhecer quem eram alguns desses ‘outros anónimos’ ou até poderá acontecer que nos informem dos seus nomes ou, pelo menos, nos digam de quem são filhos… Nós damos a cara e o nome para recriminar tais atos sujos dessa gente covarde, que não é prestável nem valendo nada, esconde as suas reprováveis façanhas sob o anonimato. As carapuças que atirámos só servirão na cabeça daqueles que, porventura, tenham a medida milimetricamente exata. Bem aviados estariam todos aqueles que tivessem medo do barulho dessa canzoada!

As ‘redes sociais’

Jorge Azevedo

Não há nada melhor para estar a par do mundo que nos rodeia - rodeia porque é um globo - do que a internet. Já vai o tempo em que, para sabermos notícias fresquinhas, tínhamos a televisão, o rádio, os jornais e as revistas, estas, coitadas - duma maneira geral -, mais viradas para as frescas das telenovelas, mexericos e modas. Na internet foram criadas as chamadas ‘redes sociais’, que, para quem não sabe como funciona, é um sítio onde colocamos o nosso nome ou outro, a nossa fotografia ou outra, a nossa localidade ou outra, à vontade do freguês, e, depois, escrevemos ali o que nos vem à cabeça. Juntam-se por ali amigos que nem se conhecem e vamos partilhando a nossa vida e a dos outros, colocamos fotografias de quando estivemos na praia e na neve. O outro diz que ‘gosto’ ou comenta o ‘post’, que em português pode ser poste, e o ato (não é de atar, mas de acto) diz-se postar e não ‘bostar’. O leitor ou a leitora deste jornal não quer que a sua vizinha saiba onde foi jantar, “não tem nada com a sua vida”, mas

‘bosta’, perdão, posta na ‘rede social’. Aqui diz o piorio do seu amigo que agora é inimigo pessoal e figadal, não vai dizê-lo nos jornais ou nas televisões pois isso pode dar-lhe um processo judicial, então vai à internet e pumba (!)... chama-lhe o que lhe vier à cabeça ou aos pés e nada lhe acontece, mesmo à pessoa mais ‘importante’. Nessas páginas também se aprende muito, a pessoa cultiva-se, aprende a escrever bem o nosso português ou outro idioma, até é por ali que se começa um novo acordo ortográfico. Quanto às novidades, não há melhor. Toda a gente sabe que fulana comprou um vestido novo, namora ou casou com fulano e o seu amigo chegou agora mesmo do café: “Voltei”! Antes de ir de férias você sabe logo – e os ladrões - mesmo antes do carro ter as malas. A malta nova tem, lá, um meio de desabafar do ‘Kiko’ bué de maluco e da família, mostrar a fotografia do seu novo visual ou do telemóvel acabadinho de comprar. Internet: Tudo o que ali chega, ali fica!


opinião

Uma visão de futuro Chegou o inverno, o que significa frio, dias curtos, menos luz, acréscimo de problemas depressivos e mais doenças. É claro que, se as condições de habitação, de trabalho e outras estruturas na comunidade, forem as adequadas, talvez essas circunstâncias possam vir a ser atenuadas, mas, infelizmente, nem sempre é assim... É também o período natalício e o Natal desperta emoções, recordações, consciências e, naturalmente, também gera alguns conflitos que, muitas vezes, desencadeiam crises. Pois é, parece que nada ajuda à “maldita crise” de que hoje tanto se fala. Ora, por si só, crise não é algo de negativo, já que o ser humano como qualquer outro sistema cresce com crises; mas esta, de que se fala parece ser destruidora, teimando em não perspetivar um futuro melhor. Se o conceito de saúde, implica para além de um estado de bemestar físico, psicológico e social, a ausência de doença, é bom de ver que a maioria dos cidadãos não vai bem de saúde. No entanto, as políticas de saúde parecem continuar indiferentes ao real estado de depressão dos cidadãos e centram a sua ação na resolução da crise económicofinanceira “invernosa”, a qual (como temos vindo a assistir) tem implicado ainda mais depressão e, portanto, mais doenças. Aliás, na revista Visão desta semana, José Gil escreve uma excelente crónica intitulada «Crise e identidade», onde caracteriza bem a atual situação em que vivemos: “O governo tornou-se patogénico, tendendo a transformar o português num «homem mínimo». Com medo e para se protegerem, os portugueses reterritorializaram-se num «eu» ínfimo, petrificado e fechado – último reduto ilusório da sua identidade. Estão a perder assim a sua capacidade identitária de devir”. Então, cidadãos, o que me ocorre dizer-vos é que pensem bem, reflitam, questionem, e projetem. Esclareçam-se, movimentem-se, ajam e resistam a este “inverno”.... não deprimam, sonhem e preparem a “primavera”. Os doentes podem não ter conhecimento sobre as patologias, os tratamentos, os protocolos... mas sabem muito bem quando são bem tratados e cuidados. Sabem expressar os motivos do seu descontentamento e, mais tarde ou mais cedo, apercebem-se (se tal for o caso) que se tornaram vítimas de um sistema que podem mudar. * Médica e deputada municipal eleita pelo PS

Helena Santos*

Terça-feira, 24 de dezembro de 2013

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Causa comum Momento de reflexão

Estamos no Natal, altura do ano em que as tradições fazem mais sentido, em que todos nós sentimos uma predisposição maior para sermos mais solidários, para estarmos mais próximos dos outros. É com grande satisfação que gostaria de louvar a este propósito a acção levada a cabo no passado sábado dia 21 de Dezembro pelo PSD de Oliveira de Azeméis, com a coordenação das Mulheres Social-democratas, superiormente lideradas pela Helga Correia, sob o desígnio PSD Solidário. Foram 60 cabazes distribuídos por algumas das famílias carenciadas do concelho. O trabalho de recolha de géneros alimentícios, e não só, a preparação e a logística de uma operação desta envergadura não são tarefas fáceis. No entanto, quando o trabalho é feito com gosto e com o intuito de proporcionar a quem mais necessita momentos felizes, tudo vale a pena. Vivemos tempos difíceis, é certo, e também é verdade que há muito que este discurso de dificuldade é a linha oficial do nosso país. Afinal temos um Governo que felizmente decidiu dizer a verdade aos Portugueses e em 2013 continuou a ser assim. Mas também em 2013 começaram a aparecer os primeiros sinais de que Portugal está agora no bom caminho e a recuperação económica começa já a ser uma realidade. Pena é que o nosso Tribunal Constitucional, também nesta época natalícia, teime em dar presentes envenenados aos Portugueses, sendo o último chumbo deste órgão em relação à convergência das pensões entre o sector privado e público um exemplo do que menciono. Neste momento, este órgão de soberania é o principal entrave para que possamos estar ainda mais optimistas em relação ao futuro. Contra toda esta irresponsabilidade têm de lutar os Portugueses, e o Governo em particular. As consequências não podem ser positivas e trarão provavelmente mais austeridade, para substituir medidas que o tribunal constitucional teima em não aprovar, impossibilitando assim a realização de reformas estruturais de que o país precisa há mais de duas décadas. Mas estamos no Natal, e mais importante de que tudo o resto é que esta quadra traga a todos momentos de felicidade, paz e alegria e, se possível, um Natal em família. Feliz Natal a todos.

José Campos

Estimados leitores agora que o Natal é vivido em nossas casas, os nossos sentidos orientam-se para o novo ano que se avizinha a passos largos e começamos a conceber o que queremos para o próximo ano. Se bem me recordo um ano atrás todos ansiávamos por um 2013 mais fácil e com menos austeridade, contudo nada disso aconteceu e eis-nos, um ano depois, sem Miguel Portela saber bem o que ansiar para 2014. Sabemos bem as dificuldades que o país atravessa, sentimos isso no nosso dia-a-dia, os efeitos dessa crise são por demais evidentes, já temos uma cautela mais acentuada naquilo que esperamos para o futuro. Claro que a esperança dá-nos força para avançar e continuar a porfiar por melhores dias e pela garantia de estabilidade para a nossa família e para os nossos amigos mais chegados. Nas fases mais difíceis da nossa vida é a esperança que nos faz aguentar e continuar na nossa expectativa que as coisas melhorem e que este mau período se desvaneça definitivamente. O concelho de Oliveira de Azeméis tem sido um concelho de trabalho, com um setor produtivo forte e onde os empresários, na sua generalidade, têm sabido manter as suas empresas robustas e com capacidade de resistir aos tempos mais adversos. Deverá ser esta capacidade de aproveitar os melhores momentos da nossa vida para preparamos as épocas de maior dificuldade e de menos prosperidade, o exemplo que devemos tentar seguir. Desde que me lembro os oliveirenses lutam na busca de soluções para os seus problemas e são audazes na capacidade de assumir novos desafios e encontrar melhores caminhos, mesmo nos piores momentos das nossas vidas. O principal desafio será perceber que a esperança, por si só, não é suficiente para que o nosso futuro nos traga mais prosperidade, é importante que consigamos manter uma atitude positiva que nos dê força para lutar diariamente contra as adversidades e nos leve a encontrar as melhores soluções. Como já disse em tempos, cada dia será uma aprendizagem para o dia seguinte e dessa forma poderemos consolidar a nossa atuação ao longo de todo o ano. Poderia elencar um conjunto de desejos para o próximo ano, seria o esperado em condições normais, contudo a prudência não me permite correr esse risco. Deveremos encarar cada dia de 2014 com muito empenho e tentar com o nosso contributo promover uma melhoria em relação ao dia anterior. Claro que muito, a maioria das coisas, não dependem de nós, mas façamos do nosso dia-a-dia uma batalha contra o conformismo e uma incessante busca da nossa felicidade e do nosso bem-estar. Despeço-me com amizade


14 > Em Macinhata da Seixa

Concerto de Natal No próximo domingo, dia 29 de dezembro, tem lugar um concerto de Natal, na igreja de Macinhata da Seixa. Os grandes protagonistas deste espetáculo são os coros da paróquia de Santo André de Macinhata da Seixa. Não deixe de assistir. Vai valer a pena!

> A favor de instituições de solidariedade social

‘Grupo da Boa Vontade’ volta a cantar as janeiras Um grupo de voluntários oliveirenses, denominado ‘Grupo da Boa Vontade’, sai às ruas a ‘cantar as janeiras’, pelo terceiro ano consecutivo, a partir do Natal e até finais de janeiro. As receitas dos anos anteriores reverteram a favor de instituições de solidariedade social do concelho, nomeadamente o Centro de Apoio Familiar Pinto de Carvalho, Vicentinos, CERCIAZ e Associação de Melhoramentos Pró-Outeiro. Os resultados da ação deste ano, à semelhança de outras edições, serão, novamente, entregues a estas ou a outras instituições concelhias do género. O ‘Grupo da Boa Vontade’ apela à sua participação, que, desde já, agradece. >Na Casa-Museu Regional de oliveira de azeméis

Exposição ‘Ofertas ao Museu’ espera por si Na Casa-Museu Regional de Oliveira de Azeméis está patente a exposição ‘Ofertas ao Museu’ até ao próximo dia 31 de janeiro, de segunda a sexta-feira, das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 18h00. Visite esta mostra!

Terça-feira, 24 de novembro de 2013

geral

> domingo no IC2 entre os acessos norte e centro a Azeméis

Colisão ceifa a vida a jovem de 19 anos Direitos Reservados

Filipa Oliveira, a vítima mortal, tinha apenas 19 anos

Diana Cohen

A jovem que faleceu no acidente de viação circulava num BMW que ficou reduzido a uma amálgama de ferros

Para além de uma vítima mortal, o acidente provocou ferimentos num bebé de um ano, num rapaz de 16 e em dois condutores. Ocorreu, no último domingo, no IC2, às portas de Oliveira de Azeméis. Diana Cohen

O IC2 voltou a ser palco de um acidente grave, desta vez, vitimando, mortalmente, uma jovem de 19 anos e provocando, ainda, quatro feridos, entre eles um bebé de um ano. O sinistro, que envolveu três veículos, ocorreu pelas 16h15 de domingo passado, entre os acessos Norte e Centro à nossa cidade. No local, o Correio de Azeméis conseguiu apurar que a viatura de marca BMW, em que a vítima mortal seguia, circulava no sentido Norte/Sul, e que, por motivos desconhecidos, terá entrado em contramão. Tudo indica que o condutor de um furgão, que circulava no sentido contrário, tenha tentado evitar o embate (eram visíveis marcas de travagem no asfalto), mas em vão. Apesar do BMW ter sido atingido no lado do pendura, a condutora, Filipa Oliveira,

O sinistro ocorrido no último domingo, no IC2, entre os acessos Norte e Centro à cidade de Oliveira de Azeméis, envolveu três veículos automóveis

de 19 anos, não resistiu ao Filipa Oliveira, a forte impacto. Os meios de socorro ainda executaram vítima mortal manobras de reanimação, deste acidente mas a jovem, que ficou ende viação que carcerada, acabou por falecer ainda no local. ocorreu no IC2 A vítima mortal, com reentre os acessos sidência na freguesia de PalNorte e Centro à maz, conduzia o carro do pai do namorado, que ficou totalcidade de Oliveira mente destruído. de Azeméis -, O acidente provocou ainda faria 20 anos de quatro feridos, todos considerados ligeiros, segundo fonte idade na próxima dos bombeiros de Oliveira sexta-feira, dia de Azeméis. Dois deles eram 27 de dezembro os ocupantes do furgão - um homem de 48 anos e o filho deste, de 16, residentes em seguiam uma mulher, de 35 Santa Maria da Feira. Num anos, e um bebé de um ano, terceiro veículo, que também com residência em Ossela. Para o acidente, que aconesteve envolvido no sinistro,

teceu ao quilómetro 265.5, foram enviadas nove viaturas dos ‘soldados da paz’ oliveirenses, num total de 30 elementos da corporação, e ainda duas viaturas médicas de emergência e reanimação, dos hospitais de Gaia e de Santa Maria da Feira. O trânsito esteve cortado em ambos os sentidos e a circulação naquele troço do IC2 só foi normalizada depois das 20h00. A GNR, através do Núcleo de Investigação Criminal de Acidentes de Viação, abriu um inquérito com vista ao apuramento das causas do acidente e de eventuais responsabilidades. Filipa Oliveira faria 20 anos na próxima sexta-feira.


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Terça-feira, 24 de dezembro de 2013

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Pinheiro da Bemposta > Banda de Música em festa

Excelência com 132 anos a aprimorar harmonias Com 132 anos de existência, a Banda de Música do Pinheiro da Bemposta continua a ser credora dos maiores elogios, pois tem sabido impor-se pela cultura e arte musical, prestigiando a freguesia e o concelho. Numa assimilação tranquila de um legado tão longo e tão rico, a filarmónica centra muito da sua atividade na Orquestra e Escola, formando jovens para a sua própria manutenção, enquanto dá uma ocupação saudável a crianças e jovens.

>Comemorações já em 2014

V Centenário do Foral Manuelino

A viver um bom momento, a ‘jovem’ instituição musical pinheirense integrou, na data das comemorações – dia 08 de dezembro –, a celebração da eucaristia, em memória de músicos, dirigentes, beneméritos e sócios falecidos. Seguiu-se o convívio no pavilhão Ginodesportivo da E.B 2,3 Dr. José Pereira Tavares, Pinheiro da Bemposta, com um almoço de confraternização para celebrar os 132 anos da Sociedade Musical Harmonia Pinheirense.

rio nacional e internacional. Assumindo-se, sem qualquer espécie de dúvida, como marca distintiva de promoção e afirmação pinheirense, foi possível admirar, uma vez mais, o talento dos novos em perfeita harmonia com a sabedoria dos mais experientes, num exercício de alinhamento empolgante de motivação para usufruir todo o prazer que a música dá. José Lourenço, presidente da assembleia-geral, ao dar o testemunho daquilo que vê e perceciona do lado de fora, considerou que “é um grande orgulho quando falamos do Pinheiro da Bemposta e da Banda”. Uma instituição que teve “a arte de transpor o nome da nossa Banda para patamares em que somos respeitados” tem de motivar uns e outros “para que este projeto, nascido há 132 anos, continue a dar frutos”. E tem dado, como se viu na audição da Escola de Música realizada no dia anterior - que “foi uma festa maravilhosa”.

A sublime arte musical fez-se ouvir Nesta tarde de boa harmonia, logo a principiar, fez-se presente a boa música, com a banda de excelente corpo musical, sob a direção do maestro Jonathan Costa, a dar um memorável concerto, mostrando o bom trabalho à comunidade, reinventando e conjugando músicas típicas das bandas filarmónicas com outras manifestações e propostas musicais, interpretando obras-primas do repertó-

Aulas de música também para adultos José Rodrigues, presidente da direção, agradeceu e elogiou a presença de tantos convivas que dão calor humano importante e é apanágio dos verdadeiros amigos da Banda. Aproveitando para referir o que “é ou foi o culminar do esforço de anteriores direções, que é a nossa sede”, pôs em destaque quanto a todos orgulha, pois “serve os nossos desígnios” e, essencialmente, proporciona ótimas condi-

Tavares Ribeiro

Os merecidos elogios foram o principal ingrediente dos discursos proferidos

ções de ensaios da Banda. Em boa verdade, a obra realizada está à vista de todos, mas não se pára por aqui. A direção tem concretizado um notável trabalho, a começar pela jóia da coroa, que garante futuro: “Decidimos encetar um novo desafio ao nível da Escola de Música. Vai começar a ministrar aulas de música para os adultos. As inscrições já estão abertas”. Antes de terminar, anunciou que esta extensão da filarmónica já tem ‘padrinhos’: Carlos Pangaio e esposa, e referiu-se ao processo e desejo de ver a instituição distinguida com o estatuto de ‘Utilidade Pública’. Por seu turno, António Grifo, presidente da FAMOA – Federação das Associações do Município de Oliveira de Azeméis e, também, secretário da Assembleia Municipal, agradeceu o já habitual convite para o aniversário da coletividade, que constitui sempre “um tempo de boas memórias”. E de boas memórias continuou a falar, por ter visto a consideração que merece esta coletividade: viu na sua terra-natal, quando aí teve o

prazer de a acompanhar, onde o concerto foi muito aplaudido, terminando com um “até ao próximo ano”. No que concerne à ADRITEM - Associação de Desenvolvimento Rural Integrado das Terras de Santa Maria, da qual também faz parte, frisou que o próximo Quadro Comunitário de Apoio ainda não está completamente definido, mas, “logo que se saiba algo de novo, será comunicado”. Norberto Martins, presidente da Assembleia de Freguesia, também endereçou à centenária Banda um abraço de parabéns, elogiando particularmente a Escola de Música que é alforge de vocações musicais e colabora, culturalmente, preparando muitos jovens e (agora) também adultos. Já Armindo Nunes, presidente da União de Freguesias do Pinheiro Bemposta, Travanca e Palmaz, considerou que a “cultura musical, este trabalho tão consistente, este futuro tão risonho, só se faz com uma história”, assente numa tradição bem enraizada.

Aproveitando o momento, Armindo Nunes, presidente da União de Freguesias do Pinheiro da Bemposta, Travanca e Palmaz, avançou para um tema que vai tornar-se muito importante no próximo ano: A celebração do V Centenário da Atribuição do Foral Manuelino a Figueiredo e Bemposta, terra que já foi sede de vastíssimo concelho. É um passado histórico de cultura, patrimonial, de grande importância que temos de dar-lhe o real valor, desafiando a Banda de Música a “integrar nos seus planos de atividade algumas iniciativas que possam apoiar as comemorações com o brilho que elas merecem”. Um assunto que Ricardo Tavares, vice-presidente da Câmara Municipal, também focou, assegurando também o interesse de apoiar estas celebrações. Assim, “o que hoje aqui temos é o fruto de 132 anos; esta consolidação é o resultado de trabalho de gerações sucessivas de músicos, maestros, dirigentes, sócios, amigos e apoio incondicional do povo de Pinheiro da Bemposta”. Representando a Câmara Municipal, Ricardo Tavares sublinhou que 132 anos é uma idade muito bonita, que não está ao alcance de todas as instituições. Este responsável lembrou que existem seis bandas de elevada categoria no nosso concelho, que muito ajudam a própria edilidade no âmbito da cultura, preservação das raízes, de formação. Do lado da autarquia, dentro das parcas possibilidades, disse que se faz todo esforço por corresponder. No caso desta Banda de Música, também no apoio à requalificação da sede, garantindo: “Iremos honrar os nossos compromissos”.


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Terça-feira, 24 de dezembro de 2013

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Palmaz> Nova valência funciona de segunda a sexta-feira entre as 14h00 e as 18h00

Pólo ‘Com Vida’ agora também com centro de convívio ‘Fruto’ de uma candidatura apresentada à Segurança Social, à qual acabou de ser dada ‘luz verde’, o Pólo Multigeracional ‘Com Vida’ conta, a partir deste mês, com um centro de convívio.

A reformulada Escola Soares Basto é a sede do pólo ‘Com Vida’ de Palmaz.

Funcionando de segunda a

sexta-feira, entre as 14h00 e as 18h00, a nova resposta social deste equipamento que está sob alçada da Comissão de Melhoramentos Locais de Palmaz tem como objetivo evitar o isolamento da população. A ideia é mesmo fomentar o convívio de modo a permitir às pessoas uma melhor qualidade de vida. Aliás, aquelas que se inscreverem têm direito a transporte diário, a lanche e a participar em todas as atividades levadas a cabo no Pólo Multigeracio-

nal ‘Com Vida’, incluindo nos passeios ao exterior. Os interessados devem dirigir-se ao ‘Com Vida’, na antiga Escola Soares Basto, em Palmaz, de modo a efetuarem a sua inscrição e/ou informarem-se sobre o assunto. Também podem obter informações através do telefone n.º 256 998 219. Se quer dar mais ‘vida’ aos seus dias, venha fazer parte do centro de convívio do ‘Com Vida’. Não deixe fugir esta oportunidade que já existe noutras localidades!

Cesar> Da Escola de Música Villa Cesari

Audição de Natal mostra qualidade de ensino No alvorecer do século XXI, apesar das novas tendências musicais e da prestimosa ajuda das novas tecnologias da comunicação, de que são exemplo as redes sociais, a música clássica mantém o seu estatuto de música para a vida. Porém, a Escola de Música (EM) Villa Cesari, imbuída de um espírito aberto, consegue espaço para que, de forma harmoniosa, a música clássica, moderna e tradicional convivam lado a lado. Alunos preparados e motivados A Audição de Natal 2013, realizada recentemente, deu mostras disso mesmo, evidenciado, uma vez mais, a qualidade de ensino da EM. Na verdade, os alunos mostraram estarem bem preparados para o concerto e,

sobretudo, exalaram a sua motivação face à música, seja ela clássica, moderna ou contemporânea. As peças tocadas e cantadas na audição deste ano foram, de facto, um “forte alento” para professores, alunos, pais e encarregados de educação, bem como para a direção da Villa Cesari – Associação de Cultura e Desporto de Cesar, que, novamente, reconheceu o “trabalho notável” que se vai desenvolvendo, há cerca de uma década e meia, pela sua EM. Segundo o seu presidente, Paulo Silva, “a satisfação da instituição em ensinar música às crianças, adolescentes e jovens e a confiança dos pais na Escola de Música e nos seus professores são motivos suficientes para se dar conti-

nuidade a este trabalho”. Mas isto “sempre com os olhos no futuro, isto é, pugnando pela melhoria do ensino”. Na oportunidade, o mesmo responsável diretivo enalteceu “a prestação dos alunos e o momento vivido nesta audição” e, em nome da Villa Cesari, desejou “um bom Natal e um feliz necessidades dos alunos”. ano de 2014” a todos. O ensino instrumental pasUma variedade instrumen- sa pelo piano, guitarra, órgão, acordeão, flauta transversal, tal de nível elevado Desde 2001, ano em que violino, violoncelo, cavaquinho, foi fundada, a EM Villa Cesa- bandolim, viola braguesa, entre ri mantém uma variedade de outros. A variedade instrumental aprendizagem instrumental, incluindo a formação. Os diversos le­cionada torna a EM “mais instrumentos lecionados dão versátil e atrativa” para quem “vigor e sustentabilidade” à a frequenta. Por isso mesmo, própria escola, na medida em as audições, como esta de Naque “a oferta de ensino procu- tal, tornam-se também “mais ra ir ao encontro dos gostos e ricas e motivadoras” para os

alunos que ouvem os seus colegas a tocarem instrumentos diferentes, levando-os, depois, a integrarem aulas de conjunto com vista a apresentarem peças de grupo. Aliás, foi o que aconteceu neste último espetáculo com a apresentação de um ensemble, o que “muito eleva e dignifica os alunos, professores, audições e a própria Escola de Música Villa Cesari”. Carlos Costa Gomes

Pinheiro da Bemposta> Uma iniciativa da Comissão Social de Freguesia apoiada pela Junta

Cerca de 150 famílias da ‘União’ recebem cabazes de Natal Na sequência de uma recolha de alimentos levada a cabo, recentemente, em quatro lojas de distribuição alimentar, a Comissão Social de Freguesia - agora envolvendo as freguesias de Pinheiro da Bemposta, Travanca e Palmaz – conseguiu, com o apoio da Junta, angariar géneros alimentícios suficientes para oferecer cerca de 150

cabazes de Natal a famílias carenciadas da ‘União’. De salientar que esta campanha de angariação dos produtos que decorreu nos segundo e terceiro fins de semana de dezembro e na qual estiveram envolvidas perto de 40 pessoas e quase todas as associações da União das Freguesias (UF) de Pinheiro da Bemposta, Travanca e Palmaz se saldou

“positiva”, dando mostras da “grande generosidade” das gentes de terras de La Salette, em particular das que pertencem à UF. Segundo quem promoveu esta iniciativa, “estamos, de facto, perante um bom exemplo de que, com o trabalho solidário de particulares e instituições, é possível ajudar quem mais precisa”.


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Terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Nog. do Cravo> Novos órgãos sociais d’ A NOZ - Associação Nogueirense de cultura e desporto tomam posse

Amílcar Braga sucede a António Martins na direção Recentemente, teve lugar, no salão nobre do edifício da agora Junta de Freguesia de Nogueira do Cravo e Pindelo, a tomada de posse da nova direção e dos restantes órgãos sociais d’ A NOZ para o biénio 2013/15. Alírio Costa

Neste ato marcaram presença algumas figuras públicas, entre as quais António Luís Grifo, presidente da Federação das Associações do Município de Oliveira de Azeméis (FAMOA); Isidro Figueiredo, vereador da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis com responsabilidades ao nível do ‘movimento associativo’; António Figueiredo, presidente do Agrupamento de Escolas Dr. Ferreira da Silva, no qual estão incluídos os estabelecimentos de ensino nogueirenses; e ainda Agostinho Tavares, autarca da Freguesia de Nogueira do Cravo e Pindelo. A cerimónia contou também com dezenas de pessoas que queriam saber quem eram os novos elementos que vão gerir a ‘A NOZ’ - Associação Nogueirense de Cultura e Desporto durante o biénio 2013/15.

costumes locais. Amílcar Braga falou ainda do pavilhão e da Casa do Arco, ambas situações que gostaria de ver resolvidas, “contando, para isso, com a colaboração das entidades e de todos”. Amílcar Braga (1.º esq.º) é o novo presidente da direção d’ ‘A NOZ’

Nogueira do Cravo> Para o biénio 2013/2015

(vogal) e Pedro Tavares (vogal). O órgão diretivo é ainda constituído por memCorpos gerentes d’‘A NOZ’ bros suplentes, nomeadamente Ana Cristina Rosário (1.ª), Cátia Alexandra Gomes (2.ª), Além de contar com Amílcar Braga na qualiDaniela Pinheiro (3.ª), Manuel Sousa (4.º), dade de presidente, a nova direção d’ ‘A NOZ’ - Marco André de Pinho (5.º), Ondina da Silva Associação Nogueirense de Cultura e Desporto, Sousa (6.ª) e Rosalina de Sá Almeida (7.ª). que vai estar em funções no biénio 2013/2015, Quanto à mesa da assembleia-geral, tem é também composta por Paulo Aguiar (viceJosé da Rocha e Sousa, Maximino Tavares e presidente), Gaspar de Sá Almeida (secretário), Luís Freitas como presidente, 1.º secretário e Ricardo Oliveira da Rocha (tesoureiro), Al2.º secretário, respetivamente. Por último, o berto Pinto (vogal), Álvaro Henriques (vogal), conselho fiscal é responsabilidade de Celestino António Correia Martins (vogal), Joana Costa Félix (presidente), Amândio Barbosa da Silva (vogal), José Costa (vogal), Madalena Rebelo (secretário) e Pedro Luís Dias (relator).

dos transitaram da direção anterior, exceto António Martins, que deixou o cargo de presidente após tê-lo desempenhado durante cerca de uma década período em que ‘A NOZ’, graças ao seu “empenho” e à sua “dedicação”, “conseguiu um lugar de destaque no associativismo, deixando um vasto leque de atividades a funcionar em várias vertentes”. Para dar continuidade ao traAntónio Martins foi balho de António Martins, foi presidente durante eleito Amílcar Braga, professor quase dez anos aposentado, oriundo de terras Em geral, quase todos os diri- de Vale de Cambra, a residir em gentes, recentemente, empossa- Nogueira do Cravo. De salientar

çou por salientar que este “é um momento de viragem, em que convém esquecer o passado e cooperar com outras associações das freguesias para encontrar soluções que são do interesse de todos”. Seguidamente, adiantou que é também intuito da sua equipa que o jornal ‘A NOZ’ tenha coNovo líder diretivo laboradores nas freguesias vizitraça metas nhas dando, deste modo, notícia Chegada a hora dos ‘discur- do que mais relevante acontece. sos da praxe’, Amílcar Braga Em seu entender, o futuro da foi o primeiro a usar da pala- agremiação a que preside passa vra, fazendo uma resenha do por manter, como até aqui, toque pretende alcançar nos seus das as seções a funcionarem, dois anos de mandato. Come- assim como preservar os usos e

que, mesmo antes da sua eleição, Amílcar Braga já colaborava com a ‘A NOZ’, nomeadamente como pioneiro no processo de desenvolvimento da horta biológica a funcionar no terreno a poente da Casa do Arco, propriedade da agremiação nogueirense.

Solução para o pavilhão à vista? Por sua vez, António Grifo disse-se satisfeito “por registar tão elevada presença de público, inclusive de alguns fundadores d’ ‘A NOZ’, e referiu-se ao antigo presidente António Martins como sendo “uma pessoa chata” quando toca a “‘levar a bom porto’ as suas intenções”. Na altura, o responsável máximo pela FAMOA ainda alvitrou a possibilidade de, agora com a União das Freguesias de Nogueira do Cravo e Pindelo, ‘A NOZ’ poder vir a participar no próximo Carnaval de Pindelo. Finalizou, fazendo “votos para que não volte a haver picardias e para que haja união entre todos”. A fechar o ciclo de intervenções, Isidro Figueiredo saudou o novo elenco associativo, considerando que “acabara de se abrir um novo ciclo”. O político prosseguiu, adiantando estarem reunidas “todas as condições para novas parcerias tendo em vista encontrar-se uma solução para o pavilhão”. “Aliás, o próprio presidente da edilidade oliveirense já se envolvera para que ‘A NOZ’ dê bons frutos”, acrescentou. Posto isso, e para que a data fosse devidamente assinalada, foi servido um porto de honra.

Oliveira de Azeméis> Com as já tradicionais entrega de cabazes de Natal e tômbola no jardim público

Rotary e Casa da Amizade vivem espírito natalício Para o Rotary Club de Oliveira de Azeméis (RCOA) e a sua Casa de Amizade a tradição ainda é o que era. Provas disso são as já tradicionais entrega de cabazes de Natal a famílias carenciadas do concelho e a tômbola na Praça José da Costa – a primeira atividade levada a cabo pelo RCOA, com a ajuda das senhoras da Casa da Amizade, que, durante a época natalícia, também costumam estar com a sua tômbola no jardim público da cidade, tendo

Neste Natal, os rotários oliveirenses voltaram a distribuir cabazes por quem mais precisa...

em vista angariarem dinheiro para, posteriormente, ajudarem os mais necessitados. No passado dia 14 de dezembro, os rotários oliveiren-

ses, liderados por Adílio Bastos Pinto, distribuíram 150 cabazes por quem mais precisa, vindo, agora, por nosso intermédio, agradecer a todos os que contri-

...e as senhoras da Casa da Amizade estiveram, novamente, no jardim público com a sua tômbola

buíram para que este gesto solidário fosse possível. E o mesmo fazem as senhoras da Casa da Amizade, cuja presidente é Ivete Castro: Agradecem, publi-

camente, através do Correio de Azeméis, a quem doou artigos para a tômbola e, de igual modo, a quem comprou os papelinhos com direito a prémio.


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Terça-feira, 24 de dezembro de 2013

regional

S. Roque> Trânsito em foco na primeira reunião da Assembleia de Freguesia sanroquense deste novo mandato

Apelo ao “civismo e bom senso” dos condutores Naquela que foi a primeira reunião da Assembleia de Freguesia de S. Roque deste novo mandato, foram vários os temas aflorados, entre os quais o do trânsito. As ruas dos Tanques e de Samil estiveram em destaque – a primeira pelos sucessivos acidentes de viação que ali têm ocorrido; a segunda pela necessidade de remarcação de uma passadeira, que, dias depois, viria a ser reposta.

Mais um acidente de viação que teve como palco a Rua dos Tanques, desta vez, ocorrido no passado dia 13

destacou, entre outros assuntos, a aprovação do Regimento, bem como o regulamento dos cemitérios, capelas mortuárias e outros espaços ao serviço da comunidade, geridos pela Junta sanroquense. Na oportunidade, os membros do órgão deliberativo ainda aprovaram o regime de permanência do presidente da autarquia local, Amaro Simões, e também o orçamento e o plano plurianual de investimentos para 2014. Foi muito concorrida a priJá a proposta de alteração do meira Assembleia de Freguesia ordenamento de trânsito das (AF) de S. Roque deste novo ruas do Rego de Água e das mandato, realizada a 09 de Barreiras obteve a anuência só dezembro passado, da qual se da maioria, merecendo, igual-

mente, reparos do público: Segundo alguns fregueses, nestas duas artérias de S. Roque “mais do que novo ordenamento de trânsito se requer tolerância, civismo e bom senso”. Apelo que foi feito, de igual modo, a propósito dos acidentes de viação que se têm somado na Rua dos Tanques, bem como na de Samil, por desrespeito da passadeira que carece de remarcação. Note-se que a referida passadeira na Rua de Samil – por sinal, “a mais reivindicada”, quer na Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, quer na AF, ao longo do último mandato, “por serem inúmeros os sustos por que passam os moradores

Aquela que, na Rua de Samil, foi a passadeira mais reivindicada no último mandato foi, recentemente, remarcada

e clientes desta movimentada área comercial de São Roque” – acabou por ser reposta poucos dias depois, segundo informações do próprio autarca Amaro Simões. Correios continuam a preocupar executivo Nesta sessão, foi dado conta do quadro de pessoal da freguesia, bem como dos diversos trabalhadores a prestarem serviço ao abrigo de protocolos e acordos com o Instituto do Emprego e Formação Profissional e a Direcção-Geral de Reinserção Social. Na altura, foi dito ainda que “o serviço de Correios

continua a merecer alguma preocupação do executivo” e o mesmo se passa com a ação social. De acordo com o que foi aventado, esta última “tem sido acarinhada e reforçada com donativos angariados pela Comissão Social de Freguesia, sobretudo, para intervenções de emergência e de microcrédito”. Na sequência, e de modo a que a população entenda melhor os objetivos deste serviço, apelou-se, de novo, para que “todas as associações e instituições da freguesia, assim como mais pessoas de boa vontade, se façam representar e participem nesta rede social”.

Fajões> Iniciativa organizada pelo Agrupamento de escolas fajoense

Cerca de 1200 produtos angariados no ‘Sarau Solidário’ Dando continuidade à promoção dos valores que cada vez mais vão rareando nas sociedades atuais e sendo uma instituição educativa que preza a partilha e a solidariedade para com os socialmente menos favorecidos, o Agrupamento de Escolas (AE) de Fajões levou a cabo mais um ‘Sarau Solidário’. À semelhança das três anteriores, esta quarta edição do ‘Sarau Solidário’, levada a efeito a 06 de dezembro passado, visou a angariação de bens, para, posteriormente, serem distribuídos pelas famílias dos alunos mais carenciados dos vários estabelecimentos de ensino que compõem o AE. Na senda de uma formação pessoal e social abrangente aos alunos, impunha-se, uma vez mais, que o AE fajoense se mobilizasse, quanto mais não fosse pela difícil conjuntura socioeconómica que a todos afeta, com particular enfoque em

Alguns dos protagonistas deste espetáculo de cariz social destinado a ajudar as famílias dos alunos mais carenciados

algumas famílias, conjuntura essa que não se compadece com as necessidades individuais dos membros das comunidades, impondo uma atuação conjunta e organizada. Distribuição de produtos será feita ao longo do ano Ora, foi, precisamente, nesse sentido que o Agrupamento de Escolas de Fajões lançou um apelo, a que responderam cerca

de 800 pessoas de bom coração - resposta que se traduziu na recolha de perto de 1200 produtos, entre bens alimentares e produtos de higiene e limpeza. Em troca, quem contribuiu para esta causa social pôde assistir a um programa variado, com destaque para os números de ginástica acrobática, de dança, canções, teatro, passagem de modelos apresentados por alunos, professores, encarregados

Uma das atuações dignas de registo do ‘Sarau Solidário’ de 2013 promovido pelo AE de Fajões

de educação e ainda por grupos de associações locais parceiras do AE. Note-se que ninguém dos que participaram no evento deixou em mãos alheias os créditos bem merecidos, uma vez que todos demonstraram, como nunca, uma qualidade ímpar nas suas performances. É de notar ainda que, graças a esta manifestação de generosidade, as famílias sinalizadas po-

derão ser ajudadas não apenas nesta altura natalícia, mas ao longo de todo o ano, dado que os artigos doados têm largos prazos de validade. O AE agradece, por intermédio do Correio de Azeméis, “a participação e generosidade da comunidade - valores estes, de facto, primordiais e que pretende transmitir aos seus alunos através do seu Projeto Educativo”.


24 de dezembro de 2013

desporto

Gesto> Casa do Porto de Cesar angariou fundos em tempo recorde

Solidariedade alheia a ‘clubismos’ Foi um gesto solidário que manteve ao largo rivalidades clubísticas. Manuel Pinheiro até é benfiquista, mas a Casa do FC Porto de Cesar, pela mão de Paulo Teixeira, não olhou a cores quando o apelo da solidariedade falou mais alto. Tó Neves e Reinaldo Ventura foram uma presença especial na Casa do FC Porto de Cesar, na passada sexta feira. Mas, desta vez, vinham com a missão solidária de entregar a Manuel Pinheiro, paraplégico desde 1979, uma cadeira de rodas adquirida no âmbito de uma ação de solidariedade que a Casa azul e branca levou a efeito. A iniciativa desencadeou-se quando Luís Pinho, responsável do Futebol Clube Cesarense, se apercebeu que a cadeira de rodas de Manuel Pinheiro tinha já atingido o limite de uso. O dirigente terá, então lançado a pista à Casa do Porto de Cesar que, de imediato, iniciou uma campanha de angariação de fundos.

Alfredo Pinho

Tó Neves e Reinaldo Ventura foram a Cesar formalizar a entrega da cadeira de rodas.

Paulo Teixeira, que já não é estreante na organização deste género de ações solidárias, começou por distribuir mealheiros por algumas freguesias e por falar com “empresas amigas” que não hesitaram em contribuir com um donativo. A tarefa, iniciada já no mês de dezembro, nem foi difícil. “Há tanta gente com dinheiro que podia fazer isto... é pena”, desabafa o responsável da Casa do Porto, revelando que, além da compra da cadeira, a verba arrecadada originou uma ‘sobra’ de 320 euros que foram apli-

cados em géneros alimentares para a família. Manuel Pinheiro estava feliz. Comovido, até, não necessariamente pelos bens materiais que estava a receber, mas pelo significado do gesto. É verdade que uma cadeira de rodas nova – a sua tinha já 13 anos e várias soldaduras ‘em cima’ – era uma necessidade importante para o seu dia a dia, mas a iniciativa da Casa do Porto, através do seu responsável Paulo Teixeira, tocou-lhe o coração. Apesar de incapacitado há 35 anos, a vida até era “perfei-

tamente normal” até junho de 2011, altura em que a sua esposa teve um acidente de trabalho e ficou com o braço direito paralisado. Uma situação que está, ainda, por resolver nos Tribunais. Uma vida de lutas “Agora dizemos que ela é as minhas pernas e que eu sou os braços dela”, afirma, ao relatar que passou a ter de assumir algumas tarefas do lar – o que também exige uma cadeira de rodas inteiramente funcional. Manuel, que tem no quios-

que central de Cesar a sua ocupação quotidiana – e para o qual se desloca diariamente de cadeira de rodas desde casa – viu-se então numa situação precária. O casal tem uma filha de oito anos e, sem o rendimento de Ana Paula que até então era certinho, tornou-se complicado gerir as despesas do lar. “Nem quando tive o acidente sofri o que estou a sofrer hoje”, desabafa. Certezas, uma: “Vou lutar e hei de conseguir”, afiança, com determinação, Manuel Pinheiro que é, de resto, um homem que viveu a vida lutando. Pinheiro, um homem de mais do que sete ofícios, já trabalhou no ramo imobiliário e foi corresponden­ te da localidade em jornais re­ gi­onais e nacionais. Na vida asso­ciativa, passou pelos órgãos sociais do Cesarense. “Conheci a minha mulher na internet”, conta, sem preconceitos, dando conta de outra luta ‘antiga’: a de ter uma filha, que agora é a preocupação cimeira do casal. O bem-estar da pequena Sofia é, mesmo, uma prioridade assumida: “Quero que ela seja o que eu nunca fui” diz Manuel, com Ana Paula a completá-lo: “Queremos que ela tenha as oportunidades que não tivemos”.

>’Um Sorriso para a Cassandra’

Jogo de futsal solidário rendeu mil euros Este foi mais um evento para a missão ‘Um Sorriso para a Cassandra’, o último de 2013. Muitas estrelas do futebol associaram-se ao evento, que contou ainda com a participação do presidente da Câmara, Hermínio Loureiro, e do vereador do desporto, Pedro Marques, que mostraram desta forma que estão de mãos dadas com esta missão. “Faltam-nos palavras para agradecer à Camara Municipal de Oliveira de Azeméis que, desde a primeira hora, apoia a missão assim como Karaoke Rasteirinho Unipessoal Lda., que tem fornecido

professores Andreia Marques, Catarina Silva, Erika Ferreira, Marisa Silva, Patrícia Ticha, Jonh Brito, Juan Sanzonetti, Ricardo Pacheco, Rui Marques, Vitor Monteiro. O staff ‘Um sorriso para a Cassandra’ apela: “Não percam a oportunidade de ajudar… Este é o objetivo da missão... Um jogo de ‘estrelas’ para uma causa que se quer cada vez mais ‘brilhante’... Uma necessidade ur­gente para o transporte da Cassandra... Ajude a ajudar...”. todo o material de som para juntam à ‘caixa’, perfazendo um de janeiro: o ano começa com Donativos Nacionais: NIB todos os eventos de forma total de 10 mil euros, mais ou energia q.b., numa aula de zum- 003502720000762010004 gratuita”, vincam os organiza- menos. “Caminhamos juntos ba a realizar-se em Oliveira de Donativos Internaciodores do evento. e todos os donativos são bem Azeméis (das 16h00 às 18h00). nais: IBAN PT50003502 Foram angariados aproxi­ vindos”. A organização conta, para esta 720000762010004 ma­damente mil euros, que se O próximo evento será a 05 ação, com a participação dos swift-CGDIPTPL


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Terça-feira, 24 de dezembro de 2013

desporto

Basquetebol> VI Campeonato da Liga Portuguesa

Oliveirense sem ‘poder de fogo’ para o alto bloco açoriano Oliveirense, 67 SC Lusitânia, 87 Oliveirense: João Abreu (17), João Reveles (15), Aaron Fuller (16), João Soares (4) e Adrick Mckinney (8). Jogaram ainda Mohamed Camara (2), João Barbosa, Renato Azevedo (2) e André Pereira (3). Treinador: Rui Alves. Lusitânia: Marcel Momplaisir (14), James Smith (17), Flávio Gomes (11), Miguel Freitas (7) e Zane Campbell (20). Jogaram ainda Augusto Sobrinho (12), Pedro Matos, David Tavares (4) e Fernando Ferreira (2). - Treinador: Nuno Barroso. Jogo no Pavilhão Salvador Machado, em Oliveira de Azeméis. Árbitros: Fernando Rocha Pedro Rodrigues e Bruno Maciel. Por períodos: 12-18; 18-21; 12-23; 25-25.

Com o gelo da noite a queimar-lhe as mãos, a Oliveirense não saiu do ano sem uma derrota amarga. Sem aproveitar o fator casa, a equipa de Azeméis denotou falta de serenidade no ataque, não tendo sido eficaz em lançar ao cesto e mostrando-se desastrada na linha de lance livre (8 em 22 – 36%).

até entrou bem no jogo (9-4). Porém, logo a seguir, viria a adivinhar-se uma vitória por parte dos forasteiros. Tudo graças a uma confrangedora incapacidade e falta de qualidade nos lançamentos, principalmente nos lances livres: logo nos primeiros vinte minutos a eficácia unionista era de 13%, a contrastar com o adversário (92%). Assim percebe-se que os visitantes tenham retomado o controlo do jogo e, com um parcial de 14-0, fecharam os primeiros dez minutos a vencer por 12-18. No segundo período, a Oliveirense voltou a não encontrar jeito ou competência para travar a melhor organização tática do adversário, dono de um plantel com maior estatura física. A equipa açoriana continuou a defender com ampla profundidade, dificultando cada vez mais as movimentações ataA Oliveirense arrecadou uma derrota no último jogo de 2013. cantes da equipa da casa, chegando ao intervalo a vencer por 39-30. Lusitânia, alcançar mais uma Adelino Ramos No terceiro período nada se vitória para poder fechar o ano alterou na Oliveirense, ao pasDepois da excelente vitória com chave de ouro. Apesar de so que o adversário voltou a perante o Galitos, no passado atuar no seu próprio recinto, acelerar o ritmo e, com rápidas fim de semana, a Oliveirense não o conseguiu. movimentações em ataques tentou, sábado, diante do SC A formação de Rui Alves or­­ganizados, associadas a uma

aposta num jogo interior onde Zane Campbell e James Smith não encontravam oposição, o Lusitânia foi construindo uma vantagem que chegaria aos 20 pontos (42-62). Já no último período assistiu-se a algum abrandamento nas ações atacantes e, com a rotação do banco açoriano, a diferença dos 20 pontos para números mais expressivos não se verificou, mas se tivesse acontecido teria dado maior justiça ao resultado final, uma vez que a exibição da Oliveirense foi deprimente. João Abreu, João Reveles e Aaron Fuller foram os mais inconformados numa partida com quase sentido único, que teve uma arbitragem positiva. No final do encontro, Rui Alves era a imagem de um treinador bastante desgastado com o resultado. “Hoje assistimos a um jogo muito mau da nossa parte”, disse, ao Correio de Azeméis, acrescentando: “Defendemos mal e atacámos mal. Sinto-me sinceramente muito triste e também responsável por esta derrota. Nada mais hoje tenho a dizer, senão pedir desculpa aos nossos briosos apoiantes por não lhes poder dar uma alegria desportiva neste último jogo do ano”.

> união Basketball - natal 2013

Entrega de diplomas No intervalo do encontro entre a Oliveirense e o Lusitânia, realizado no sábado, assistiu-se à entrega de Diplomas a todos os participantes que estiveram em atividade no campo de

treinos no período das férias escolares.

Escolas Ferreira de Castro, tendo como supervisor o té­cnico treinador da equipa sénior da UDO, Rui Alves, e como co­ Além da prática do basquete- ordenador do campo o treinabol, a iniciativa teve um âmbito dor Hugo Matos. Os diplomas lúdico-desportivo. Tratou-se foram entregues pelas mãos do de uma parceria que englobou presidente da secção de Basa autarquia de Oliveira de quetebol da Oliveirense, Hélder Azeméis e o Agrupamento de Albergaria.

Com a presença do autarca Carlos Silva, Hélder Albergaria entregou os diplomas aos participantes. PUB


desporto I Distrital> segura três pontos

Cucujães valiosos

Boa vitória Valonguense, 2 At. Cucujães, 4 Valonguense: Diogo Melo; Diogo Silva (José Carvalho, 75’), Edgar (João Pinto, 45’), Fábio, André, Carlos, João (Igor, 80’), Ricardo Filipe, Bruno, Luís Mota e Fábio Pires. At. Cucujães: Pedro; Rebelo, Carlitos, Márcio, Rui Miguel, Litos, Tiago Rogério, Puskas, Roscas, Casalinho e Hélder. - Treinador: Durbalino Lima. Jogo no Estádio Bastos Xavier, Arrancada do Vouga Árbitro: Ivo Ferreira. Marcadores: Fábio (14’), Roscas (20’ e 43’), Diogo Silva (54, p.b.), João Pinto (64’) e Rui Correia (90+2).

A jogar fora, frente a um adversário sempre complicado no seu reduto, o Cucujães procurava a vitória para não cair para o fundo da tabela. E o jogo começou com os forasteiros mais ofensivos e à procura do golo, mas foi o Valonguense, numa jogada de contra ataque, que chegou primeiro ao golo. Respondeu o Cucujães, aos 16 minutos, mas viu a trave a gorar-lhe os intentos. Aos 20 minutos, surgiu o empate, com Roscas a aparecer ao segundo poste e a cabecear de forma imparável. O Cucujães continuou melhor no jogo e, aos 43 minutos, o central Roscas bisou na partida com um remate ao segundo poste após cruzamento da esquerda. Na segunda parte, logo aos 54’, o Cucujães ampliou a vantagem numa boa jogada de Puskas, que serviu Rui Miguel, mas acabou por ser um defesa a introduzir na própria baliza ao tentar intercetar a bola. O jogo parecia controlado só que, aos 64, surgiu o 2-3 que relançou o encontro. E o Cucujães teve de sofrer, mas Pedro evitou o empate aos 80 minutos. Já aos 90+2 Puskas protagoniza uma grande jogada na esquerda isolando André, que serviu Rui Correia para ‘matar’ o jogo. No final, uma vitória justa do Cucujães, cujo grande sentido coletivo foi premiado. No próximo domingo, 29, o Atlético recebe o Oliveira do Bairro para o último jogo de 2013. A comissão administrativa do AC Cucujães aproveita este apontamento do Correio de Azeméis para desejar a todos os sócios, simpatizantes e demais colaboradores um santo e feliz natal.

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Terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Liga Cabovisao> Apesar de não ter ido além do empate ante o Penafiel

Superioridade da Oliveirense justificava os três pontos Alfredo pinho

Oliveirense, 0 Penafiel, 0 Oliveirense: João Pinho; Carela, Banjai, Califo (Steven, 81), Alphonse, Laurindo, Carlitos (Ely, 64), Godinho, Rui Lima, Guima (Yero, 72) e Hélder Silva. (Suplentes: Fábio Oliveira, Steven, Ely, Yero, João Paulo, Nuno Sousa). - Treinador: Artur Marques. Penafiel: Coelho, Vítor Bruno, Pedro Ribeiro, Fábio Ervões, André Fontes, João Pedro, Ferreira, Gabi (Romeu Ribeiro, 80), Guedes, Aldair e Rafael Lopes (Paulo Roberto, 88). (Suplentes: Nuno Santos, José Coelho, Romeu Ribeiro, Paulo Roberto, Fernando, Mota). - Treinador: Miguel Leal. Jogo no Pavilhão Carlos Osório, Oliveira de Azeméis Árbitro: Carlos Espadinha (Portalegre). Cartões amarelos: Califo (23’), Alphonse (56’), André Fontes (73’), Laurindo (83’), Yero (85’), Carela (90’) e Ely (90+3).

A Oliveirense fez mais por merecer os três pontos em disputa, mas na receção ao Penafiel não tirou mais do que um empate. Ainda assim, a atitude dos azuis e vermelhos revelou que o conjunto está determinado a ultrapassar o atual mau momento.

Ainda não foi desta, mas há bons indicadores de que o mau momento da UDO poderá estar a acabar

para o Santa Clara e o Trofense, respetivamente. A Oliveirense até entrou bem no jogo e fez uma primeira parte que deixou bem claro que há já trabalho feito com o intuito de ultrapassar o atual mau momento. Ainda assim, só se viu atitude, já que não houve grandes ocasiões de golo para qualquer dos lados. Com efeito, os azuis e vermelhos estavam dentro das quatro linhas com uma postura muito mais pressionante, embora não fosse completamente claro se era Foram duas equipas a atra- a União que estava a jogar bem vessar um mau momento que ou se era o Penafiel quem jogava se defrontaram, anteontem, no mal. É que os visitantes pouco Carlos Osório: A UDO recebeu apareciam no jogo e não mostraa turma do Penafiel, em jogo da vam capacidade para reagir ao 22.ª jornada da Liga Cabovisão. Ambos os conjuntos apresentavam uma longa sucessão de jogos sem vencer e, com a divisão de pontos que acabou por se verificar no final dos 90 minutos, a contagem continuou. Ou seja, a Oliveirense soma o seu nono jogo consecutivo sem cantar vitória e o Penafiel o oitavo. A diferença é que os visitantes têm 34 pontos na tabela, ao passo que os unionistas contabilizam apenas 18. Sob o comando de Artur Marques, o coletivo de Azeméis parece começar a encontrar o caminho, mas ainda não foi desta que abandonou o estatuto de ‘lanterna vermelha’, apesar da igualdade pontual com o Atlético e da diferença, curta, de três e quatro pontos

maior ascendente unionista. Quase sobre o apito assinalando o final da primeira parte, a Oliveirense, com Hélder Silva à cabeça, protagonizou um lance de perigo que poderia ter levado os anfitriões em vantagem para o balneário. Na segunda parte, a toada da partida não se modificou. Jogo lento, com maior domínio por parte da UDO sobre um Penafiel que não deu provas, em Oliveira de Azeméis, de merecer estar no sétimo posto da tabela. No rescaldo do encontro, Artur Marques elogiou a garra dos ‘seus’ atletas e salientou o controlo do jogo que a Oliveirense chamou a si na primeira parte. Quanto à segunda, a tarefa

unionista terá sido, na leitura do ainda novo técnico, dificultada pela forte organização defensiva do Penafiel, ao que não ajudou a ansiedade da UDO em “fazer as coisas depressa e bem”. Apesar do empate, Marques mostrava-se otimista, sobretudo, porque a exibição de domingo “mostra que queremos e vamos tirar o clube desta situação”. Para já, vai sendo dada atenção ao trabalho da capacidade defensiva: “Obviamente que, não sofrendo golos, estaremos sempre mais perto de ganhar”, comenta. Na próxima jornada, a UDO vai fora. Desloca-se ao reduto do Desportivo das Aves, que ocupa a 14.ª posição, com 29 pontos. PUB


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Terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Classificações

desporto

CN Seniores> Cesarense cede empate na receção ao Bustelo

Dérbi merecia um espetáculo melhor FC Cesarense, 1 SC Bustelo, 1 FC CESARENSE: Marco ©, Americo (Pena, 71’), Hugo (Bruno Fogaça, 55’), Marquitos, Tó Frangolho, Paulo Ferreira, Rosas, Castro (João Pinto, 30’), Alex, Careca, José Mário. Treinador: Luis Miguel. SC Bustelo: Jorge, Almeida (Paivinha, 31’), Luis, Renato, Miguel (Airton, 82’), Marcelo ©, Dani, Pedrinho (Tiago, 80’), Azevedo, Miguel Bruno, Rafa. - Treinador: Miguel Oliveira. Àrbitro: Nuno Vaz (AF Viseu) Marcadores: Renato (17’ gp) e João Pinto (82’). Cartões Amarelos: Almeida (14’), Dani (24’), Americo (40’), Paivinha (48’), João Pinto (57’), José Mário (62’), Marcelo (66’), Miguel Bruno (82’), Marquitos (87’) e Pena (90+6’). Cartões Vermelhos: Rosas (17’) e Azevedo (45’).

Um dérbi concelhio que, ao contrário do esperado, acabou por ser um jogo muito quezilento, aborrecido, com muitas paragens e, só esporadicamente, com alguns momentos de bom futebol. R. Castro

O Cesarense entrou bem neste jogo, relativo à 14.ª jornada do Campeonato Nacional de Seniores, procurando marcar cedo, como lhe competia, mas com o adversário a não se deixar intimidar e a ‘tapar’ bem todos os caminhos para a sua baliza. Praticamente, na primeira jogada de ataque do Bustelo, aproveitando um momento de menor concentração da defensiva da casa, um atacante forasteiro fugiu pela esquerda e quando já estava dentro da área é, aparentemente, derrubado em falta por Rosas. Apesar dos muitos protestos, pois os seus colegas reclamaram que Rosas teria tocado primeiro na bola, o árbitro da partida manteve a sua posição para grande penalidade e consequente expulsão do atleta do Cesarense. Renato não desperdiçou e inaugurou o marcador, para o Bustelo, apesar de alguma sorte à mistura, pois Marco quase defendeu a bola. O Cesarense sentiu o golo,

Jogo entre vizinhos tornou-se quezilento

aproveitando o Bustelo para se aproximar, com mais frequência, da baliza à guarda de Marco. Luís Miguel aproveitou para lançar João Pinto, regressado ao Cesarense e que muita boa imagem tinha deixado há duas épocas atrás. Nos últimos dez minutos da primeira parte, surgiu talvez o melhor momento do Cesarense. Primeiro, José Mário, na cara do guarda-redes a não conseguir marcar, rematando para fora. Logo de seguida, seria a vez de Paulo Ferreira, isolado na área do Bustelo, mas demorou muito a decidir o que fazer e permitiu que o guarda-redes defendesse com os pés para canto. Ao cair do pano seria a vez de Marquitos a não conseguir dar o melhor seguimento a uma jogada de ataque desenvolvida pela direita. O Bustelo também acabaria por ver um seu atleta ser expulso.

No meio de tudo isto, ainda houve tempo para o Cesarense falhar uma grande penalidade, através de José Mário, que, ao contrário do habitual, rematou para fora. Com tanta falta de sorte e infortúnio e com o passar dos minutos, estava a tornarse difícil ao Cesarense dar a volta por cima. À passagem dos 82 minutos, renasceu a esperança para o Cesarense, quando, na sequência de um canto, o estreante João Pinto colocou a bola no fundo da baliza adversária. Até final, o Cesarense atacou com tudo, procurando chegar ao golo da vitória, aproveitando o Bustelo para desferir alguns contra-ataques perigosos, contudo, sempre com Marco atento. Só que não era tarefa fácil, pois as constantes paragens de jogo em nada ajudavam o Cesarense. No final, pontos repartidos entre dois eternos rivais, fiFutebol quezilento cando a certeza de que o Ceprejudicou espetáculo sarense, com mais sorte, mas No reatamento, assistiu-se também com mais concentraàquilo que de pior tem o fu- ção e eficácia, teria averbado tebol. Muitas faltas, quezílias os três pontos em disputa. entre atletas, simulações de Próximo jogo do Cesarense lesões e muito queimar de será em casa do S. João de Ver, tempo por parte da equipa do tarefa que se avizinha nada fáBustelo, procurando segurar a cil para os alvinegros. Quanto importante vantagem de que ao Bustelo, a próxima jornada dispunha. Nesta fase, a quali- será marcada pela receção ao dade da arbitragem também Lusitânia Lourosa. baixou muito. Votos de um feliz Natal.


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Terça-feira, 24 de dezembro de 2013

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II Distrital - Série B> Golo nos descontos recoloca Palmaz no trilho das vitórias

Pontapé de raiva! ADRC Palmaz, 1 AD Santiais, 0 Palmaz: Chiva, Hélio, João, Gil, Dani, Chico, Vilas, Cláudio (Ricardo Ribeiro, 60’), Xami (Magalhães, 72’), Fábio e Mário Lima (Cruz, 55’). Treinador: António Valente Santiais: Bruno Murta, Mário Tavares, Pedro Costa, João Pinho, Hugo Lameiras, Leonardo Marques (Miguel Silva, 80’), Mohamed Omar (Carlos Rebimbas, 62’), Armando António (Jorge Lopes, 62’) Jorge Sousa, Eduardo Ferreira e José Murta. Treinador: António Guerets Parque Desportivo de Palmaz, Palmaz Árbitro: Carlos Novais Cartões amarelos: Mário Lima e Dani; Pedro Costa, Hugo Lameiras e Leonardo Marques Marcadores: 1-0 (Magalhães, 90+1’)

Frente a frente defrontaram-se, no passado domingo, o 14.º e 15.º classificados na tabela da série B da II Divisão Distrital de Aveiro.

O Palmaz levou a melhor sobre o Santiais.

caseira por largos números perante o Furadouro. A entrada em jogo veio mostrar um Palmaz passivo, apático e sem conseguir demonstrar per­sonalidade em jogo. O Santiais superiorizou-se claramente, Renato Bastos em termos de posse de bola e domínio territorial, conseguinA equipa visitada, melhor do chegar à baliza palmacense, clas­sificada na tabela, preten- sobretudo através da cobrança dia retomar o rumo dos pon- de pontapés de canto. tos após a pesadíssima derrota Defensivamente, a equipa da passada jornada em casa da vi­­si­tada demonstrou bastante Ovarense, favorita ao título. Por segurança, não permitindo siseu turno, o Santiais deslocou- tuações de grande apuro para a se a Palmaz, após uma derrota baliza de Chiva. Ao invés, ofen-

sivamente, foram os piores 45 minutos da época: muitas bolas perdidas, falta de clarividência e entrega ao jogo em níveis impensáveis. De registar apenas um remate fraco, de fora da área, por intermédio de Mário Lima, à figura e sem qualquer perigo para Bruno Murta. Resultado ajustado, em jogo muito fraco, na saída para o intervalo. Após um verdadeiro (e justi­ fi­cado) ‘puxão de orelhas’ do treinador Valente aos seus pupilos no balneário, a entrada em campo mostrou um Palmaz… igual! Verificando-se o mesmo

conjunto de problemas, apenas após a realização das duas primeiras substituições, com a entrada em jogo de Ricardo Ribeiro e Cruz, a contenda começou a ser disputada de forma mais equilibrada. O jogo em si continuou fraco, muita bola longa e pontapé para o ar. Com a perda progressiva da ocupação racional do meio campo, o treinador António Valente fez entrar em campo Magalhães, completamente re­­cuperado da lesão ocorrida em S. Roque, na 2.ª jornada do campeonato. Saindo do jogo Xami, João Vilas passou para a ala, ficando a zona central do meio terreno a cargo de Ma­ga­ lhães e Chico, sendo este último dos melhores jogadores em campo. Nos últimos 15 minutos do encontro assistiu-se a um jogo completamente partido, com as linhas defensivas subidas e com ambas as equipas em busca da vitória, pese embora pouco clarividentes. Com a predominância de bolas bombeadas para as costas da defesa contrária, ambas as equipas criaram potenciais situações de perigo. Umas anuladas por fora de jogo e outras por falta de eficácia dos atacantes, atingiramse os 90 minutos com o nulo no marcador.

Futebol> II Distrital – Série A

O Macieirense foi persistente e conseguiu, com isso, superiorizar-se no resultado.

Macieirense regressou às vitórias Macieirense: 2 Mosteirô: 1 Macieirense: Hugo, Miguel (Fabito, 70’), Moisés, Xavi, Brunito, Samu, Estrela, Lúcio, Ruben, Catrina (Alex, 89’) e Sérgio Gomes (Zé, 85’). Treinador: Miguel Tavares Mosteirô: Hélder, Guima, Arménio, Leitinho, Jorge Brandão, Fábio, Peixe, Diogo (Pedro Barros, 63’), Bruno Silva, Rama e Alemão. Treinador: José Julião Campo do Viso em Macieira de Sarnes Árbitro: Hugo Abrantes auxiliado por Luís Barreiro e Alexandre Ferreira Cartão amarelo: Moisés (32’), Miguel (35’), Fábio (39’), Arménio (41’), Diogo (47’), Bruno Silva (51’) e Leitinho (58’) Cartão vermelho: Bruno Silva (81’) Marcadores: Sérgio Gomes (6’), Diogo (25’) e Catrina (74’)

Após a primeira derrota no campeonato, o Macieirense deu uma boa resposta e arrancou um difícil triunfo diante do Mosteirô, numa partida em que o árbitro foi o principal protagonista. A equipa da casa entrou decidida a marcar cedo e essa exce-

lente atitude valeu-lhe um golo, logo aos seis minutos. Depois de dominar o esférico, Sérgio Gomes, à entrada da área, rematou forte para o 1-0, regressando aos golos de uma forma espetacular. A abertura no marcador foi uma consequência natural de um bom início de jogo, já que ambas as formações, desde o apito inicial, mostraram que queriam vencer esta partida. Aos 14’, Brunito, por pouco, não surpreendeu o guardião Hélder e, pouco depois, Leitinho quase aproveitou um erro defensivo do Macieirense. Porém, à passagem do minuto 25, a boa reação do Mosteirô ao golo sofrido foi justamente traduzida na igualdade, através de Diogo. Passados 5’, o árbitro, por indicação do seu auxiliar, anulou um golo limpo a Sérgio Gomes, por um fora de jogo que só ele viu. A arbitragem começou aqui a assumir o protagonismo na

partida. Perto do intervalo, o árbitro cometeu mais um erro grave, ao transformar um penalti claro num livre direto junto à linha da área forasteira, que Catrina acabou por rematar por cima do travessão. Após uma etapa inicial muito disputada, mas que, aos poucos, foi-se tornando muito quezilenta, os segundos 45 minutos não lhe ficaram atrás, principalmente devido à atitude mais agressiva dos visitantes à qual, por vezes, os locais respondiam da mesma moeda. Este período do encontro foi muito pobre em lances de perigo, mas a única oportunidade que realmente houve deu em golo. Ao minuto 62, surgiu o terceiro erro de avaliação de Hugo Abrantes, que não mostrou o cartão vermelho direto a Diogo, que até já tinha visto um amarelo, por ter pontapeado Brunito. Curiosamente, o treinador do Mosteirô apressou-se a retirar

Um espetáculo de golo No entanto, tal como já se havia verificado no último jogo caseiro, o Palmaz voltou a demonstrar apetência para fazer bom uso do período de descontos. Num pontapé fortíssimo e de raiva do meio da rua, após uma bola não completamente alivada pelos homens de Santiais na sua zona defensiva, Magalhães ‘enche a barra’ e, de forma espetacular, coloca a bola no fundo da baliza visitante! Guarda-redes sem reação, bola a balançar a rede e festa no banco visitado e nas bancadas (infelizmente pouco compostas) do Parque Desportivo de Palmaz. Contas feitas, mais três pontos para o Palmaz que, com esta vitória, supera, ainda antes do virar do campeonato, os pontos conseguidos em toda a época transata. Última nota para o jovem árbitro Carlos Novais, que assinou um trabalho positivo. Com um critério largo, deixou o jogo correr, mas garantindo sempre o domínio dos acontecimentos. Pela parte dos árbitros assistentes, a registar algum de­­sacer­to no assinalar de diversas situações de fora de jogo, prejudicando ambas as equipas, sobretudo no segundo tempo quando o jogo se tornou (ainda) mais bombeado.

imediatamente o jogador do terreno de jogo. Apesar de, ofensivamente, os lances não estarem a correr da forma desejada, a persistência do Macieirense em chegar à vitória foi premiada, aos 74’, através de mais uma obra-prima de Catrina, que na marcação de um livre frontal a 30 metros, enviou um ‘míssil’ que só parou no fundo da baliza forasteira. Com cerca de um quarto de hora ainda por disputar, os visitantes ainda tentaram chegar novamente

ao empate, mas os locais, que viram uma nova grande penalidade não ser assinalada a seu favor, fecharam bem os caminhos para a baliza de Hugo e seguraram esta preciosa vantagem no marcador. Apesar das várias peripécias que ocorreram ao longo do encontro, o Macieirense não deixou fugir este triunfo justo e mostrou a união que existe no seio do grupo. O Futebol Clube Macieirense, deseja a todos um Feliz Natal. Paulo Rui


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Terça-feira, 24 de dezembro de 2013

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Futsal> Campeonato Nacional da 3.ª Divisão - Série B

Vitória vale aproximação ao meio da tabela ACD Azagães, 6 SP Lamego, 4 Azagães: China, Padeiro, Messi, Jorge, Piu jogaram ainda: Tiago, Gigante, Diogo, Braga e Peão. Treinador Adjunto: Henrique Santos. SP Lamego: Pedro, André, Rui, Edmilson, Ivo jogaram ainda Fabio, Marcelo, Rafa, Cris, Ricardo e Fonseca. Treinador: Ivo Pinto. Cartões amarelos: Messi, Piu, Marcelo e Edmilson. Cartões vermelhos: André e Tiago (a.a.). Peao com vermelho direto. Marcadores: Padeiro, Messi (2), Jorge (2),Piu, Rui (2), Edmilson, Ivo Árbitros: Sérgio Arcas e Tiago Silva. Cronometrista: Hélder Mendes.

Esta semana, a equipa do Azagães acertou o calendário, jogando com o SP Lamego o jogo da 5.ª jornada. Frederico Bastos

O jogo era importante para as aspirações do Azagães e tudo pareceu decorrer da melhor forma no primeiro

Paulo Lima passará a comandar a equipa do Azagães

tempo. Apesar de marcar nos primeiros cinco minutos, por Padeiro, e do Lamego fazer o empate, a turma que estava a ser comandada por Henri-

que, após a saída de António Jorge, entrou determinada. Dois golos apontados por Jorge e outros tantos por Messi colocaram a turma do

Azagães a vencer por 5-1 ao intervalo, numa partida em que tudo parecia apontar para a perfeição. Na segunda metade, tudo ficou mais complicado. Não obstante a expulsão do Lamego, o Azagães não conseguiu fazer um golo e os visitantes, na conversão de uma falta, fizeram mais um. Animados com esse golo, os forasteiros marcaram outro e as contas do jogo, que parecia controlado, tornaramse mais complicadas. A equipa do Azagães recuou as suas linhas, mas tudo parecia descambar. Só mesmo Piu fez o único golo do Azagães no segundo tempo. Até final, os nervos e a vontade de ganhar inquietaram os jogadores do Azagães e o Lamego ainda converteu um penálti. A expulsão de Tiago, por acumulação, e a saída de Peão, após carregar em falta, a poucos segundos do fim do jogo, foram outras incidências desta partida. Resultado justo da melhor turma em campo, num jogo difícil – principalmente no segundo tempo, onde o Azagães

sofreu para sair com a vitória. Novo técnico já trabalha Durante a última semana António Jorge, que vinha assegurando as funções de treinador do Azagães, colocou o lugar à disposição. Sem perder tempo, os responsáveis pela turma de Carregosa chegaram a acordo com Paulo Lima, que conta no seu currículo com passagens pelo Lamas Futsal, CFCP Lourosa, Novasemente e FCCLourosa. O novo técnico do Azagaes estava nesta temporada na equipa técnica do Modicus (I Divisão). Paulo Lima já está a trabalhar com a equipa do ACD Azagães para alcançar os objetivos de toda a equipa. Nota ainda que o Azagães milita pelo primeiro ano nos campeonatos nacionais e necessita de ficar nos primeiros lugares para evitar a descida visto que a III Divisão Nacional vai terminar na próxima época. O Azagães recebe, no dia 04 de janeiro, o SC Sabugal.

Futsal Feminino> Exibição da P.A.R.C. justificava vitória

Empate soube a pouco No jogo da jornada que opunha duas equipas fortes, reinou o equilíbrio. Na primeira parte, houve um ligeiro ascendente da turma de Pindelo, mas ambos os conjuntos mostraramse muito concentrados e só atacavam pela certa.

A.C.D.Gião, 2 P.A.R.C., 2 P.A.R.C.: Silvia, Daniela ferreira, Filipa (1), Raquel (1) e Joana Silva. Jogaram ainda Carolina, Joana Fernandes, Lena, Liliana, Alice e Aida Borges. - Treinador: Hugo Tavares. A.C.D.Gião: Ana santos, Carina Fonseca (2), Carina Santos, Marisa e Carina. Jogaram ainda Jenifer, Sonia, Patricia, Joana e Sergia. Treinador- António Queirós. Jogo no Pavilhão da EB 2/3 da Corga, Gião

Como tem sido recorrente entre estas duas equipas, as forasteiras ficaram condicioLogo aos quatro minutos, nadas ao chegar a quinta falta, Raquel, numa jogada ao seu e foi desta forma, mais uma Raquel, ao seu estilo, abriu o marcador estilo, colocava a P.A.R.C. em vez, que Carina Fonseca bisou vantagem. O que se aceitana marcação de um livre direva, pois até então era a única to, levando as visitadas para a equipa que ia criando algumas seu ponto forte – as bolas pa- de um livre em que a barrei- frente do marcador. oportunidades. Só que sem fa- radas –, a equipa da casa che- ra facilitou e Carina Fonseca Na segunda parte, as cozer por isso e aproveitando o gou ao empate, na cobrança aproveitou. mandadas de Hugo Tavares

entraram nervosas e com medo de falhar. O Gião aproveitou para criar algumas oportunidades, contudo, Carolina ia resolvendo. Ao minuto 6, Filipa restabeleceu a igualdade com um remate forte e certeiro. Aos poucos, as visitantes superiorizavam-se e iam criando várias oportunidades, mas as atacantes não estavam inspiradas. A P.A.R.C. voltou a ficar condicionada a seis minutos do fim, com a quinta falta, mas, mesmo assim, ia sendo a melhor equipa, apesar de, a dois minutos do fim quase ter sido tudo posto a perder quando a equipa da casa beneficiou de mais um livre direto. Só que a guardiã da P.A.R.C. brilhou com uma grande intervenção e levou a sua equipa a sair de Gião com um empate, que, pelo que fizeram entre as quatro linhas, soube a pouco.


desporto > II Distrital – Série B

Hóquei em Patins> Vitória expressiva da ELA a jogar em casa

Regresso às vitórias em S. Roque

Chuva de golos em semana festiva

S. Roque, 4 Vista Alegre, 0 S. Roque: Resende; Talheiro, Guedes, Xavi e Vasquinho; Dani e Leonardo; Sales (João Pedro, 70’), João Marques, Joel (Diogo Costa, 79’) e Cavilha (Marcelo, 79’) Treinador – Aurélio Fonseca Vista Alegre: Pedro; Tiago, Abel, Jesualdo, Eriksson, Marco, Malheiro, Benny, Gérson (Rafa, 45’), Adíson (Sereno, 79’) e Garcês (Rúben, 67’) Árbitro: Ilídio Matos Auxiliares: Vasco Alves e Diogo Oliveira Marcadores: Joel (26’, 35’ e 52’) e Dani (48’) Cartões Vermelhos: Tiago (40’) e Rafa (89’)

Após quatro empates consecutivos, o S. Roque voltou às vitórias e de forma bem folgada. O hat-trick de Joel empurrou a equipa para uma vitória que há muito fugia contra adversários de valor semelhante ao Vista Alegre. A grande diferença no encontro desta semana foi a solidez defensiva: sem oferecer oportunidades aos adversários, os canarinhos puderam ir trocando a bola e os golos acabaram por aparecer de forma relativamente fácil. A meio da primeira parte, João Marques tentou um pontapé de bicicleta e acertou no poste. Livre de marcação, Joel limitou-se a empurrar a bola para as redes. Passados 10 minutos, aproveitou um passe do guarda-redes Resende, isolou-se e, na cara de Pedro, fez um chapéu que deu uma margem mais confortável aos canarinhos. No regresso dos balneários, foi a altura de matar o jogo. Joel levantou na direita, João Marques amorteceu para Dani e este atirou rasteiro sem hipóteses. Estava arrumada a questão dos pontos e os comandados de Aurélio Fonseca baixaram o ritmo, mas mantendo sempre um firme controlo do jogo. Por tudo isto, não surpreendeu que Joel marcasse mesmo o seu terceiro golo na partida: Sales arrancou pela esquerda e deixou um adversário a comer pó. Quando chegou à linha da grande área passou rasteiro e João Marques, com uma simulação, deixou para Joeal. O avançado rematou e fez o terceiro dos canarinhos. Grandes exibições de Joel e João Marques – a este apenas faltou um golo, já que mostrou ser o coração do ataque sanroquense. Fábio Ribeiro

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E. L. Azeméis, 12 Juv. Azeitonense, 4 Escola Livre: Hélder Cereja; Ricardo Bastos (2), José Rodrigues (1), Hugo Drumond (1), Pedro Silva (5). Jogaram ainda: João Rodrigues (G. Redes); Bruno Andrade; Vitor Rodrigues; Daniel Gaspar; Francisco Almeida (3). Juv. Azeitonense: João Sacramento; José Pinto, Pedro Simões (2), Fábio Marques (1), Carlos Paiva Jogaram ainda: Francisco Ferrão; Pedro Silva, Tiago Bancaleiro (1). Jogo no Pavilhão da Escola Livre de Azeméis Árbitros: Paulo Sousa e Cláudia Rego

Na semana em que assinalou o seu 90.º aniversário, a Escola Livre presenteou os adeptos com uma chuvada de golos ao receber e vencer, por 12-4, a formação do Juventude Azeitonense.

Golos foram ‘presente’ para os adeptos no 90.º aniversário da ELA

Foi um jogo bem disputado, a contar para a 12ª Jornada do Campeonato Nacional da II Divisão (zona sul). As equipas entraram a estudarem-se, mas os escolares abriram o marcador. Ao intervalo, o marcador ia já

em 6-3. Na segunda parte, a ELA continuou a disputar o resultado e conseguiu aumentar a vantagem até ao final da partida, fixando o resultado em 12-4, Os golos dos escolares foram apon-

tados por Pedro Silva, Francisco Almeida, Hugo Drumond, Ricardo Bastos, José Rodrigues. Resultado justo, com a ELA a conseguir o seu objetivo por mérito dos atletas e da equipa técnica.

I Divisão> Hóquei em Patins

UDO ultrapassa Benfica na tabela A semana passada foi de vitórias para a Oliveirense, que recebeu e venceu o Sporting por 7-4 e foi à Mealhada ganhar por 4-6. Na passada quarta feira os homens de Nuno Resende, a jogar em casa, cumpriram a 8.ª jornada do Campeonato Nacional de Hóquei em Patins. O Sporting entrou melhor, marcando aos 9 minutos por intermédio de Ricardo Figueira. A UDO empatou por André Azevedo mas a igualdade durou pouco tempo, tendo os visitantes conseguido regressar ao comando do marcador. Gonçalo Alves viria a marcar por duas vezes em menos de dois minutos e colocou a UDO em vantagem, para depois Gonçalo Suíssas, através de livre direto, ampliar para 4-2, resultado com que se chegou ao intervalo.

lugar, a par com o FC Porto, ‘goal average’. Em primeiro Na segunda parte o Spor- ambos com 24 pontos, mas mantém-se o Valongo, com ting voltou a marcar primeiro... com os dragões melhor na 27. PUB e em desvantagem numérica, depois de um cartão azul mostrado à formação visitante. Tó Silva assinou o quinto para a Oliveirense e Gonçalo Alves o sexto e o sétimo, conseguindo o póquer perante o emblema que já envergou. Na Mealhada, o jogo também começou da pior maneira para os unionistas, que sofreram primeiro. Mas Tó Silva repôs a igualdade e André Azevedo fez o 1-2. Seguiu-se o ‘bis’ de Tó e Gonçalo Alves marcou o quarto. O Mealhada ainda chegou ao 3-4 antes do intervalo, só que André Azevedo ainda ampliou para o 3-5. Na segunda parte, só houve dois golos. Um que foi o hat trick de Tó Silva e outro do Mealhada, com Pedro Coelho a ser feliz na marcação de um penálti. Com estes resultados – e com a ajuda do empate benfiquista ante o Sporting – a Oliveirense sobe ao segundo


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desporto

Aniversário> Coletividade cumpre 90 anos de existência

Escola Livre de Azeméis “é quase património municipal” A Escola Livre de Azeméis cumpriu no dia 01 de dezembro a nona década de vida. Um clube que “está na alma” dos oliveirenses e que, apesar das dificuldades, terá sempre quem lhe ponha “a mão por baixo” em caso de fecho iminente. Na semana passada, a efeméride foi assinalada, com sabor a jantar de Natal do clube. A Escola Livre de Azeméis (ELA) cumpriu nove décadas de existência e a atual direção não deixou de assinalar a efeméride, apesar das atuais dificuldades financeiras, tópico que dominou, de resto, a intervenção do presidente do órgão executivo da instituição. Na presença de dirigentes da ELA, atletas e responsáveis autárquicos, Milton Soares começou por fazer alusão não só aos momentos de glória, mas também de derrotas com que se foi escrevendo a história do clube da ‘Santinha’ – agora com a dificuldade acrescida de militar na zona sul da II Divisão do Campeonato Nacional de Hóquei em Patins. Mas, ‘sem construir castelos no ar’, assegurou ali mesmo que não há nos corpos gerentes quem queira baixar os braços, pelo que “vamos conseguir, com uma gestão realista, séria e com algum sacrifício” ultrapassar os obstáculos que, de resto, vão-se agravando. Nota pior, mesmo, para os “ataques cobardes ao clube” que vão sendo urdidos mas que além de não fazerem mossa “só nos unificam em torno dos objetivos a que nos propusemos”. Milton não apontou nomes, apenas frisou que essas críticas vêm sendo difundidas através das novas tecnologias da informação: Acusa “os tais que, do lado de fora e a coberto do anonimato, são

Um pouco de História

A Câmara Municipal já mostrou “total e incondicional apoio” à ELA.

fortes e iluminados, mas que, cá dentro e de cara destapada, ninguém os conhece”. Mais outra contrariedade que, sabe, será ultrapassada. Orgulho em quem fez parte da História Quanto à situação financeira, a superação das contingências precisa de uma ‘mãozinha’ e, nesse particular, a Câmara Municipal ‘foi chamada à pedra’: “Existiam, inicialmente, algumas adversidades que, no entanto, foram ultrapassadas, depois de uma reunião com o presidente de Câmara, o qual mostrou, de imediato, total e incondicional apoio para com a Escola Livre”. As últimas palavras do responsável máximo pelo executivo escolar foram para os homens dos patins: Desde os mais pequenos, da formação, até aos veteranos, passando, claro, pelos atletas que compõem o plantel sénior, orientados por Rui Batista, cujo trabalho mereceu o “apreço” por parte de Milton Soares. Antes de ‘passar a palavra’, o dirigente ainda formalizou uma homenagem ao sócio número dois da ELA – Joaquim Landeau, na cerimónia representado pela filha, Helena Landeau. Um gesto que simbolizou “o orgulho na nossa história e dos que fazem parte dela”.

Atletas e amigos do clube juntaram-se às comemorações.

representada. A União de Freguesias que engloba Oliveira de Azeméis teve como rosto Ramiro Rosa, que deu nota da disponibilidade para ajudar a coletividade. E pela Assembleia Municipal, António Grifo elogiou o “trabalho eclético” feito pelo emblema ao longo dos 90 anos. O representante do órgão magno do Município, Jorge Oliveira e Silva, não mostrou dúvidas ao afirmar que, com as condições financeiras ideais, a ELA poderia voltar ao estatuto que já teve. O vereador do Desporto da edilidade oliveirense associouse, também, ao evento. Não sendo natural do concelho, enfatizou o facto de conhecer a Escola Livre ainda antes de conhecer Oliveira de Azeméis. Por isso, sublinhou que se tra“Um clube com uma ta de “um clube com uma tratradição única” dição única”, por quem todos A comunidade oliveirense os oliveirenses guardam “um que gosta da Escola Livre de respeito paternal”. Azeméis esteve ali – e bem – “Há clubes que nos estão na

alma”, continuou, admitindo que foi com preocupação que recebeu os rumores de que a ELA poderia ter os dias contados. Mais tarde, viria a garantir que “no que depender da Câmara este clube nunca vai fechar”. E até porque “haverá sempre um amigo que nunca o permitirá”, frisou, concluindo que “a Escola Livre é quase património municipal”.

A Escola Livre de Azeméis é uma das mais antigas coletividades do país e aquela, entre as várias agremiações desportivas de Oliveira de Azeméis, que mais cedo atingiu a notoriedade a nível nacional. Fundada em 01 de dezembro de 1923 por um punhado de oliveirenses devotados a contribuir para a elevação sócio cultural e desportiva do concelho, a ELA é possuidora de um historial notável, que orgulha as gerações anteriores. Só que as vicissitudes do tempo obrigaram-na a interromper a atividade durante nove anos, renascendo em 1974 através da boa vontade de alguns que ousaram apostar na sua reabilitação. Promover e desenvolver a formação cívica e desportiva de jovens atletas é uma das missões da Escola Livre de Azeméis, proporcionando atualmente um lugar para a prática do hóquei em patins. Este ano, o clube milita na zona sul da II Divisão Nacional.

de mais um campeonato de nível internacional. Por isso, vê com preocupação que as pessoas estejam a distanciar-se do hóquei. E este é um problema que está tanto para Oliveira de Azeméis como para o próprio país. “O hóquei em patins está a perHóquei é “uma modalidade der interesse económico”, que nos orgulha” analisou, lamentando que isso É que afinal trata-se do clu- esteja a acontecer com uma be introdutor, na zona Norte, prática que é um fenómeno de uma modalidade que hoje em Portugal. Ainda por cima, é rainha na cidade – o hóquei agora passou a concorrer com em patins que, a par com o outro desporto praticado em atletismo, tem projetado o pavilhão – o futsal, que está nome do concelho em todo o em crescendo nas transmispaís. “É uma modalidade que sões televisivas. nos orgulha”, concretizou, Pedro Marques ‘aponta o lembrando que Oliveira de dedo’ à Federação Portuguesa Azeméis foi palco do Mundial de Patinagem, que não tem de 2003 e atirando que, neste um Plano Estratégico da momandato ou, no máximo, no dalidade que poderia ser apropróximo, a Câmara vai ter de veitada “para catalogar o nostrabalhar para a organização so país”.


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Maria da Silva Carvalho de Faria - 76 Anos

Gracinda Gomes da Costa - 81 Anos

Seu marido, filhos, nora e netos vêm, por este meio, agra­­decer a todas as pessoas que se dignaram tomar parte nas ce­ri­­mó­­­­ni­ as fúnebres, ou que, de outra forma, se lhes associaram na dor. Reno­vam profunda gratidão pelas presenças amigas na litur­gia de 7.º dia, em sufrágio pela sua alma, que se celebra sexta-feira, dia 27 de dezembro, pelas 19h00, na igreja de Cucujães.

Seu marido, filhos, genros, netos e bisnetos vêm, por este meio, agra­­decer a todas as pessoas que se dignaram tomar parte nas ce­ri­­mó­­­­ni­as fúnebres, ou que, de outra forma, se lhes associaram na dor. Reno­vam profunda gratidão pelas presenças amigas na litur­gia de 7.º dia, em sufrágio pela sua alma, que se celebra sexta-feira, dia 27 de dezembro, pelas 19h00, na igreja de Cucujães.

- Rua do Picôto-Vila de Cucujães -

Funerária Cristino Ld.ª - Santiago de Riba-Ul - Telf.: 256 682 451 * Telm.: 919 697 374

Armandina da Conceição Pinheiro - 87 Anos - Ínsua-Vila de Cucujães -

Seus filhos, noras, genros e netos vêm, por este meio, agra­­decer a todas as pessoas que se dignaram tomar parte nas ce­ri­­mó­­­­ni­ as fúnebres, ou que, de outra forma, se lhes associaram na dor. Reno­vam profunda gratidão pelas presenças amigas na litur­gia de 7.º dia, em sufrágio pela sua alma, que se celebra segunda-feira, dia 30 de dezembro, pelas 19h00, na igreja de Cucujães. Funerária Cristino Ld.ª - Santiago de Riba-Ul - Telf.: 256 682 451 * Telm.: 919 697 374

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Ligue-nos: 256 049 890

- Rua de Casal Novo-Vila de Cucujães -

Funerária Cristino Ld.ª - Santiago de Riba-Ul - Telf.: 256 682 451 * Telm.: 919 697 374

Joaquim Pinto Coelho - 57 Anos - Rebordões-Vila de Cucujães -

Sua esposa, filho e nora vêm, por este meio, agra­­decer a todas as pessoas que se dignaram tomar parte nas ce­ri­­mó­­­­ni­as fúnebres, ou que, de outra forma, se lhes associaram na dor. Reno­vam profunda gratidão pelas presenças amigas na litur­gia de 7.º dia, em sufrágio pela sua alma. Funerária Cristino Ld.ª - Santiago de Riba-Ul - Telf.: 256 682 451 * Telm.: 919 697 374

Marco André Lopes de Melo - 34 Anos - Rio d’Ossos-Vila de Cucujães -

Sua mãe, irmãos e cunhados vêm, por este meio, agra­­decer a todas as pessoas que se dignaram tomar parte nas ce­ri­­mó­­­­ni­as fúnebres, ou que, de outra forma, se lhes associaram na dor. Reno­vam profunda gratidão pelas presenças amigas na litur­gia de 7.º dia, em sufrágio pela sua alma. Funerária Cristino Ld.ª - Santiago de Riba-Ul - Telf.: 256 682 451 * Telm.: 919 697 374


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Terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Necrologia/PUB.

17.º Aniversário Lutuoso - 01/01/2014

5.º Aniversário Lutuoso - 28/12/2013

Abílio Castro Valente

Silvina Terra Bastos

- Oliveira de Azeméis -

Faz 17 anos que partiste, Ficou connosco a recordação. Tudo se tornou mais triste, Mas viverás sempre no nosso coração. Sua esposa e filha participam que será celebrada missa em sufrá­ gio pela sua alma, no dia 01 de janeiro de 2014, na igreja matriz de Oliveira de Azeméis.

- Cavadas-S. Martinho da Gândara -

No dia em que se completa o 5.º aniversário sobre o fale­ ci­mento de Silvina Terra Bastos, seus filhos, genro, nora e netas recordam, com saudade, este seu ente querido.

Manuel Lourenço da Silva Resende - 79 Anos

18.º Aniversário Lutuoso - 26/12/2013

- Rua Padre José Martins Ribeiro-Nogueira do Cravo -

Armando Lourenço de Pinho (Soeiro)

Sua família vem, por este meio, agradecer a todas as pessoas que se dignaram tomar parte das cerimónias fúnebres, realizadas em Nogueira do Cravo, no passado dia 16 de dezembro, ou que, de outra forma, se lhe associaram na dor. Renova profunda gratidão pelas pre­ senças amigas na liturgia do 7.º dia em sufrágio pela sua alma, que se celebrou, na igreja matriz de Nogueira do Cravo, no passado dia 21 de dezembro.

No dia em que se completa o 18.º aniversário sobre o faleci­ mento de Armando Lourenço de Pinho, suas filhas, fi­lhos e demais família recordam, com saudade, este seu ente querido.

Maria Helena Jesus Oliveira - 79 Anos

Manuel Martins Ferreira - 71 Anos

A família de Maria Helena Jesus Oliveira, sensibilizada e reconhe­ cida com todas as provas de carinho e pesar recebidas aquando do seu falecimento. Participa que a missa de 7.º dia será celebra­ da no próximo sábado, pelas 16h00, na igreja matriz de Palmaz. A família

Sua esposa, filho, nora, neta e demais família vêm, por este meio, agradecer a todos quantos se dignaram tomar parte nas ceri­mó­ nias fúnebres, ou que, de outra forma, se lhes associaram na dor. Renovam profunda gratidão pelas presenças amigas na liturgia de 7.º dia, em sufrágio pela sua alma, que se celebra hoje, dia 24 de dezembro, pelas 17h00, em Fajões.

Funerária José Pina Lda. - Praça José da Costa nº 107 – 3720-217 -Oliveira de Azeméis - R. Visconde n. 2259 – 3700-269 S. João da Madeira - Tel. 919743670 e 256682116 - E-mail: funerariajosepina@hotmail.com

Agência Funerária Casa Guedes, Lda | Rua Dr. Guilherme Alves Moreira n.º 316 | 3700-475 Milheirós de Poiares Telf.: 256 811 445 * Telm.: 965 815 114 / 968 685 709

- Margonça-Vila de Cucujães -

Funeral a cargo de Alcino & Filho, Serviços funerários e lutuosos www.alcinoefilho.com tel: 256412007 – 917571219

- Rua das Cavadas-Fajões -

(F. 20-12-2013) - Ferreiros-Palmaz -

8.º Aniversário Lutuoso - 22/12/2013

Elias Manuel de Barros - 80 Anos

- Oliveira de Azeméis -

Sua esposa, filhos, genros, noras, netos, bisneto e demais família vêm, por este meio, agradecer a todos quantos se dignaram tomar parte nas ceri­mó­nias fúnebres, ou que, de outra forma, se lhes as­ sociaram na dor. Renovam profunda gratidão pelas presenças ami­ gas na liturgia de 7.º dia, em sufrágio pela sua alma, que se celebra quinta-feira, dia 26 de dezembro, pelas 19h00, em Fajões.

Maria Amélia da Silva Santos

- S. Mamede-Fajões -

Faz oito anos que partiste, Recordar-te é sempre emoção, Viver sem ti é muito triste, Jamais sairás do nosso coração. Sua família recorda-a com saudade.

Agência Funerária Casa Guedes, Lda | Rua Dr. Guilherme Alves Moreira n.º 316 | 3700-475 Milheirós de Poiares Telf.: 256 811 445 * Telm.: 965 815 114 / 968 685 709

Funerária José Pina Lda. - Praça José da Costa nº 107 – 3720-217 -Oliveira de Azeméis - R. Visconde n. 2259 – 3700-269 S. João da Madeira - Tel. 919743670 e 256682116 - E-mail: funerariajosepina@hotmail.com

MUNICÍPIO DE OLIVEIRA DE AZEMÉIS

Núcleo de Competências da Gestão Urbanística da Equipa Multidisciplinar de Planeamento, Gestão Urbanística e Ambiente AVISO Nos termos do artigo 27.º do Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de Dezembro, com a redacção conferida pelo Decreto-Lei n.º 26/2010 de 30 de Março, torna-se público que a Câmara Mu­ nicipal de Oliveira de Azeméis emitiu, em 11 de Dezembro de 2013, UM ADITAMENTO AO ALVARÁ DE LOTEAMEN­ TO N.º 28/90, a pedido de Joaquim Filipe Pinho da Costa, portador do Bilhete de Identidade n.º 10565365, e do número de contribuinte 197 983 499, que titula a aprovação da altera­ ção ao prédio identificado como lote 4, situado em Ladeira, na freguesia de Pindelo e concelho de Oliveira de Azeméis, descrito na Conservatória do Registo Predial de Oliveira de Azeméis sob o n.º 391/19911223, e inscrito na respectiva matriz urbana sob o artigo 792, da respectiva freguesia. Área abrangida pelo Plano Director Municipal (P.D.M.) de Oli­ veira de Azeméis e pela Operação de Loteamento titulada pelo Alvará de Loteamento n.º 28/90. Alteração ao Alvará Através do presente aditamento é alterada a área de implan­ tação e construção da habitação e do anexo. O lote n.º 4 apresenta, de acordo com as alterações introduz­ idas pelo referido aditamento, com as seguintes caracterís­ ticas: Lote n.º 4 – Tem a área de 795,00 m2 e destina-se a cons­ trução de um edifício de habitação unifamiliar (1 fogo), cuja área de implantação, construção e total de construção serão repectivamente de 144,85 m2, 263,45 m2 e 289,15 m2, cons­­ tituído por 2 pisos acima da cota de soleira (rés-do-chão e an­ dar). Para este lote está, também, prevista a construção de anexo, constituído por 1 piso acima da cota de soleira, cuja área de implantação e de construção será de 25,00 m2. Nota Final Em tudo mais, mantêm-se as prescrições do alvará de lotea­ mento n.º 28/90, e dos demais documentos que integram o respectivo processo de aditamento ao loteamento, que se encontra arquivado nesta Câmara Municipal – Processo n.º

Este espaço pode ser seu

Joaquim da Fonseca - 54 Anos - Fundo do Pinheiro-Pinheiro da Bemposta -

Sua esposa, filhos, irmãos e demais família agradecem, re­ conhe­cidamente, a todas as pessoas que acompanharam as cerimónias fúnebres, ou que, de outra forma, lhes manifestaram o seu pesar, assim como a missa de 7.º dia, que será celebrada, quinta-feira, dia 26 de dezembro, pelas 18h00, na igreja matriz do Pinheiro da Bemposta.

Contate-nos: 256 049 890

Agência Funerária Beira-Mar – Rua Conde Santiago de Lobão, n.º 230 – Oliveira de Azeméis Filial: Rua S. João Baptista (Lugar da Igreja) Loureiro – Telf.: 256 682 905 * Telm.: 917 533 018 (24 horas)

PI/7430/2011 de 25 de Agosto de 2011. Dado e passado para que sirva de título ao requerente e para todos os efeitos prescritos no Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de Dezembro, com a redacção conferida pela lei n.º 26/2010 de 30 de Março. Paços do Município, 11 de Dezembro de 2013 Por delegação do Presidente da Câmara Municipal, O Vereador: Dr. Ricardo Jorge de Pinho Tavares C. A. n.º 4537 de 24/12/2013

MUNICÍPIO DE OLIVEIRA DE AZEMÉIS

assembleia municipal Secção de Atas e Apoio aos Órgãos Municipais edital Dr. Jorge Manuel Freitas Oliveira e Silva, Presidente da Assembleia Municipal de Oliveira de Azeméis, torna público que, nos termos do n.º 3 do artigo 49.º da Lei n.º 75/2013 de 12 de Setembro, se vai realizar, no dia 27 de dezembro de 2013 (sexta-feira), às 17h00, na Sala Polivalente da Biblioteca Municipal Ferreira de Castro, a Sessão Ordinária da Assembleia Municipal, cuja ordem de trabalhos será publicada no site do Município (www. cm.oaz.pt) e lugares de estilo. Oliveira de Azeméis, 19 de Dezembro de 2013 o presidente da assembleia municipal (Jorge Manuel Freitas de Oliveira e Silva, Dr.) C. A. n.º 4537 de 24/12/2013

Tribunal Judicial de Oliveira de Azeméis 3.º Juízo Cível anúncio Processo: 2556/13.9TBOAZ Interdição/Inabilitação N/Referência: 4333908 Data: 13-12-2013 Requerente: Maria de La-Salette Marques Pe­ rei­ra Pinho Requerido: Manuel da Cunha Pinho Faz-se saber que foi distribuída neste tribunal a ação de Interdição/Inabilitação em que é re­ querido Manuel da Cunha Pinho, com residên­ cia em domicílio: Rua Dr. Silva Lima, Bloco B1, R/C Esquerdo, Oliveira de Azeméis, 3720-000 Oliveira de Azeméis, para efeito de ser decre­ tada a sua interdição por anomalia psíquica. A Juiz de Direito, Dr.(a) Carla Maria Marques Couto O Oficial de Justiça, Domingos Santos C. A. n.º 4537 de 24/12/2013


saúde e bem-estar

Terça-feira, 24 de dezembro de 2013

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> Sociedade Portuguesa de Nefrologia alerta

Doentes renais crónicos devem ter cuidados redobrados na ceia de Natal A alimentação é um fator importante no tratamento da doença renal crónica. No Natal a alimentação assume um papel de destaque e, por isso, há regras que devem ser tidas em conta. O alerta é da Sociedade Portuguesa de Nefrologia, que sublinha a importância de fazer as opções certas na ceia de Natal. E acrescenta: “Existe uma relação estreita entre a insuficiência renal “A solução não passa pela priva- e a ingestão de minerais. Uma vez ção, mas por moderar e adaptar a que a eliminação dos minerais dedieta à condição do doente”, refe- pende diretamente dos rins, não re Fernando Nolasco, presidente da deve haver alterações bruscas desSociedade Portuguesa de Nefrologia tes elementos no organismo”. (SPN). “Os aperitivos salgados, as Em alternativa aos temperos ricos carnes e os temperos exigem uma em sal, sugere-se a utilização de eratenção redobrada, devido ao ele- vas aromáticas, especiarias frescas, vado teor de sódio que contêm”. vinagre e vinho de mesa na confeção

corpo. Apesar desta ser uma época especialmente propensa a excessos, o controlo alimentar deve ser constante. “É importante que o doente seja seguido por um nutricionista que possa criar um plano alimentar adaptado às suas necessidades específicas, com os alimentos certos nas quantidades certas”, refere Fernando Nolasco. Em Portugal, estima-se que cerca de 800 mil pessoas deverão sofrer de doença renal crónica. A progressão da doença é muitas vezes silenciosa, o que leva o doente a recorrer ao dos alimentos. Pelo mesmo motivo, médico tardiamente, já sem qualquer o bacalhau cozido, muito típico da possibilidade de recuperação. noite de Natal, deve ser corretamente Todos os anos surgem mais de dois demolhado. Se optar pela carne, as mil novos casos de doentes em falênmais indicadas são as carnes magras, cia renal. Em Portugal existem atucomo o peru ou o frango. almente cerca de 16 mil doentes em Quanto a bebidas alcoólicas - a tratamento substitutivo da função ingestão em excesso é sempre desa- renal (cerca de 2/3 em diálise e 1/3 conselhada - deve optar-se por um já transplantados), e cerca dois mil copo de vinho, rico em antioxidantes aguardam em lista de espera a possique ajudam a eliminar as toxinas do bilidade de um transplante renal.


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Terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Necrologia/PUB.

73.º Aniversário (caso fosse vivo) - 17/12/2013

20.º Aniversário Lutuoso - 28/12/2013

Manuel Gomes Fontes Nunes

António Vicente Pereira

Maria Rosa da Costa Bastos

No dia em que se completa o 20.º aniversário sobre o falecimento de António Vicente Pereira, sua esposa, genro Manuel Melo e filha Ana Maria recordam, com saudade, este seu ente querido. Mandam celebrar missa em sufrágio pela sua alma, no dia 25 de dezembro, pelas 09h30, na capela de Santo António, em Cucujães.

- Casal Novo-Cucujães -

100.º Aniversário (caso fosse viva) - 17/12/2013 - S. Roque -

Aqueles que amamos nunca morrem, Apenas partem antes de nós

5.º Aniversário Lutuoso - 24/12/2013

Maria do Carmo Oliveira

- S. Roque Faz cinco anos, mãe, que partiste, Mas a saudade ficou em nosso corações. Viverás para sempre; Por toda a nossa vida Sempre serás lembrada Para sempre, mãe querida! Será celebrada missa em sufrágio pela sua alma, hoje, dia 24 de dezembro, pelas 15h00, na igreja paroquial de S. Roque.

Sua filha Arlinda e restante família lembram esta data com muita saudade.

MUNICÍPIO DE OLIVEIRA DE AZEMÉIS

Núcleo de Competências da Gestão Urbanística da Equipa Multidisciplinar de Planeamento, Gestão Urbanística e Ambiente AVISO Nos termos do artigo 27.º do Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de Dezembro, com a redacção conferida pelo Decretolei n.º 26/2010 de 30 de Março, torna-se público que a Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis emitiu, em 11 de Dezembro de 2013, UM ADITAMENTO AO ALVARÁ DE LOTEAMENTO N.º 22/94, a pedido de Abílio Pereira Marques dos Reis, portador do Cartão de Cidadão n.º 02751386, e do número de contribuinte 172 537 703, que titula a aprovação da alteração ao prédio identificado como lote 2, situado em Pica, na freguesia de Cucujães e concelho de Oliveira de Azeméis, descrito na Conservatória do Registo Predial de Oliveira de Azeméis sob o n.º 1721/19941108, e inscrito na respectiva matriz urbana sob o artigo 3442, da respectiva freguesia. Área abrangida pelo Plano Director Municipal (P.D.M.) de Oliveira de Azeméis e pela Operação de Loteamento titulada pelo Alvará de Loteamento n.º 22/94. Alteração ao Alvará Através do presente aditamento é alterada a área de implantação e construção do edifício principal e do anexo. O lote n.º 2 apresenta, de acordo com as alterações introduzidas pelo referido aditamento, com as seguintes carac­ terísticas: Lote n.º 2 – Tem a área de 1 555,00 m2 e destina-se a construção de um edifício constituído por arrumos (1 unidade) na cave com 186,188 m2, comércio (1 unidade) no rés-do-chão com 186,188 m2 e habitações (2 fogos) no 1.º andar com 194,480 m2, cuja área de implantação e cons­trução serão respetivamente de 186,188 m2, 566,856 m2, constituído por 2 pisos acima da cota de soleira (résdo-chão e andar) e por 1 piso abaixo da cota de soleira (cave). Para este lote está, também, prevista a construção de anexo (afectos aos arrumos), constituído por 1 piso

acima da cota de soleira, cuja área de implantação e de construção será de 163,56 m2. Nota Final Em tudo mais, mantêm-se as prescrições do alvará de loteamento n.º 22/94, e dos demais documentos que integram o respectivo processo de aditamento ao loteamento, que se encontra arquivado nesta Câmara Municipal – Processo n.º PI/2766/2013 de 8 de Abril de 2013. Dado e passado para que sirva de título ao requerente e para todos os efeitos prescritos no Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de Dezembro, com a redacção conferida pela lei n.º 26/2010 de 30 de Março. Paços do Município, 11 de Dezembro de 2013 Por delegação do Presidente da Câmara Municipal O Vereador: Dr. Ricardo Jorge de Pinho Tavares C. A. n.º 4537 de 24/12/2013

Cartório Notarial da Notária

Maria Pureza da Silva Martins Carvalho JUSTIFICAÇÃO Certifico, para efeitos de publicação, que por escritura outorgada hoje, neste Cartório Notarial, lavrada a partir de folhas cinquenta e quatro, no livro de notas para escrituras diversas número setenta e nove, Altino Gonçalves Valente da Costa, contribuinte fiscal número 151 074 755 e mulher, Maria Fernanda da Silva e Costa, contribuinte fiscal número 151 074 747, casados segundo o regime da comunhão de adquiridos, naturais, ele da freguesia de São Roque, concelho de Oliveira de Azeméis, ela da freguesia de Romariz, concelho de Santa Maria da Feira, residentes na Rua das Travessas, número 712, freguesia de São Roque, concelho de Oliveira de Azeméis, declararam que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores, do seguinte: Prédio rústico, composto de pinhal, com a área de trezentos e cinquenta metros quadrados, situado em Fundo do Lugar, freguesia de São Roque, concelho de Oliveira de

Tribunal Judicial de Oliveira de Azeméis 2.º Juízo Cível ANÚNCIO

Azeméis, a confrontar do norte com Matilde Jesus da Silva, do sul com estrada, do nascente com caminho e do poente com rio, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Oliveira de Azeméis, inscrito na respetiva matriz, em nome do justificante marido, sob o artigo 1901. Que o mencionado prédio veio à posse deles, justificantes, por compra verbal, feita no ano de mil novecentos e setenta, a Maria Rosa Gonçalves, casada com Domingos Luís Valente da Costa, Angelina de Jesus de Almeida, casada com Joaquim Luís da Silva e Joaquim José de Almeida, solteiro, maior, todos já falecidos, residentes que foram em São Roque, referido. Que, porém, desde esse referido ano de mil novecentos e setenta, eles, justificantes, têm possuído sempre o dito prédio, em nome próprio, praticando sobre ele todos os atos materiais de uso e aproveitamento agrícola, ou seja, limpando-o, cortando e plantando árvores, aproveitando assim dele todas as suas correspondentes utilidades e pagando do mesmo sempre todas as contribuições e impostos, tudo isso sempre realizado à vista de toda a gente, de forma continuada e ininterrupta desde o seu início, sem qualquer oposição ou obstáculo de quem quer que seja e sempre no convencimento de o fazerem em coisa própria, tendo, assim, exercido sobre o referido prédio, sem qualquer interrupção desde o seu início, durante mais de vinte anos e com o conhecimento da generalidade das pessoas vizinhas, uma posse pacífica, contínua e pública, pelo que adquiriram o citado prédio, por usucapião, não dis­pondo, todavia, dado o modo de aquisição, de título que, pelos meios normais, lhes permita fazer a prova do seu direito de propriedade perfeita. Está conforme. Cartório Notarial, situado na Rua Dr. Manuel de Arriaga, número 47, fracção “AE”, na cidade de Oliveira de Azeméis, Notária, Maria Pureza da Silva Martins Carvalho, dezoito de dezembro de dois mil e treze. A Notária, Maria Pureza da Silva Martins Carvalho Conta registada sob o n.º 881 C. A. n.º 4537 de 24/12/2013

Tribunal Judicial de Oliveira de Azeméis 3.º Juízo Cível ANÚNCIO

Processo: 2563/13.1TBOAZ Interdição/Inabilitação N/Referência: 4336132 Data: 16-12-2013 Requerente: Ministério Público Requerido: Emília Tavares de Almeida

Processo: 2308/13.6TBOAZ Interdição/Inabilitação N/Referência: 4272012 Data: 01-11-2013 Requerente: Ministério Público Requerido: Carla Adriana Ferreira Reis

Faz-se saber que foi distribuída neste tribunal a ação de Interdição/Inabilitação em que é requerida Emília Tavares de Almeida, com residência em domicílio: Rua Com. António Rodrigues 724, Santiago de Riba-Ul, 3720-000 Oliveira de Azeméis, para efeito de ser decretada a sua interdição por anomalia psíquica,

Faz-se saber que foi distribuída neste tribunal a ação de Interdição/Inabilitação em que é requerida Carla Adriana Ferreira Reis, com residência em domicílio: Lugar do Fôjo, 3720-000 Cucujães, para efeitos de ser decretada a sua interdição por anomalia psíquica.

A Juiz de Direito, Dr.(a) Liliana da Silva Sá O Oficial de Justiça, Isabel Pinho

A Juiz de Direito, Dr.(a) Carla Maria Marques Couto O Oficial de Justiça, José Luís Gonçalves Pereira C. A. n.º 4537 de 24/12/2013

C. A. n.º 4537 de 24/12/2013


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Terça-feira, 24 de dezembro de 2013

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45.º Aniversário de Casamento - 22/12/2013 Adelino Jorge Silva Oliveira Maria Carmelinda Silva Santos

- Vide - S. Martinho da Gândara Este é dia do vosso 45.º aniversário de matrimónio. Recordamos esta data, eternamente, Com flores e com amor, pois estão sempre presentes. No dia em que completam 45.º aniversário sobre o dia em que uniram as suas vidas, seus filhos, genro, nora e netos desejam-lhes muitas felicidades.

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Terça-feira, 24 de dezembro de 2013

concelho

>Programa ‘Comércio Seguro’ chega à nossa cidade

Comerciantes recebem GNR de braços abertos Diana Cohen

Os comerciantes ouviram os conselhos com atenção, mostrando-se satisfeitos com a visita da GNR

A força de segurança tem apostado em ações de prevenção, de forma a combater a criminalidade que tanto assusta o comércio tradicional. Diana Cohen

O cabo Fonseca e o guarda principal Andrade percorreram, esta sexta-feira, as ruas pedonais da cidade, no âmbito do programa ‘Comércio Seguro’, e não podiam ter sido melhor recebidos. Foi com um largo sorriso no rosto que os comerciantes viram entrar os dois militares nos seus estabelecimentos, cumprindo a missão de preveni-los e alertá-los para as práticas criminosas que aumentam na época natalícia. “É bom sentirmos que temos o apoio de alguém. Fico muito contente e respeito muito os guardas, embora pense que, em Portugal, ainda se sente muito a distância entre os cidadãos e as

autoridades”, afirmou o ourives Elpídio Reis. A patrulha regressou a alguns dos locais onde já havia estado no ano passado e, com alguma satisfação, pôde constatar que o seu empenho tem surtido efeitos. Maria Amélia Bastos, proprietária da ‘Casa dos Enxovais’, ainda tem bem presentes os conselhos que ouviu e leu há um ano, no decorrer da mesma iniciativa. “São recomendações muito necessárias e úteis. Antes facilitava mais. Agora, por exemplo, sempre que me desloco ao armazém, fecho a porta e tenho muito mais atenção ao dinheiro, para evitar ser burlada”, contou. Não facilite… O comandante do Destacamento Territorial de Oliveira de Azeméis, Carlos Canatário, sublinhou a importância destas ações de sensibilização, sobretudo na segunda quinzena do mês de dezembro, em que aumenta o volume de negócios. “O nosso objetivo é fazer várias chamadas de

atenção e lembrar os comerciantes dos procedimentos a adotar”, explicou. “Muitas vezes, as pessoas não param para pensar e, se o fizessem, diminuíam a probabilidade da ocorrência de delitos”, lamentou o responsável. Ciente de que os espaços comerciais estão, cada vez mais, na mira de assaltantes e burlões, a Guarda tem procurado combater o sentimento de insegurança no comércio local. Tenta, assim, apoiar os comerciantes, através de um patrulhamento apeado em que é dada primazia a abordagens que visam o contato personalizado e a distribuição de desdobráveis com conselhos de segurança. O Destacamento Territorial de Oliveira de Azeméis empenhou quatro militares no programa ‘Comércio Seguro’, que visitaram, diariamente, entre 15 a 20 lojas da sua área de intervenção: Oliveira de Azeméis, Vale de Cambra, Arouca e Castelo de Paiva. A iniciativa, que envolveu cerca de 170 militares do Comando da GNR de de Aveiro, termina hoje.


24 11 2013