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COMUNIDADE

Terça-feira, 06.11.2018 CORREIO DA MANHÃ CANADÁ

BRAZIL FILM FESTIVAL TORONTO

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REÚNE 14 PRODUÇÕES DE DIFERENTES TEMÁTICAS

Katia Adler diretora do Brazil Film Festival, destacou que a intenção foi reunir uma diversidade de temas e na foto ao lado Gilson Packer destacou a situação atual do Brasil e o poster do Filme Benzinho.

ao nosso país”, foram as palavras do cineasta Gilson Packer. O evento contou com a presença de atores. Karina Teles, por exemplo, do filme “Benzinho” esteve presente para prestigiar o trabalho do qual participou como atriz e roteirista. “A nossa receção no Canadá, tanto em Montreal, onde abrimos o festival, quanto aqui em Toronto, foi muito boa. Tanto da parte da comunidade brasileira, que tem a chance de matar a saudades de casa, mas também de outras nacionalidades, já que o filme conta a história de uma mãe que está se preparando para ver o filho mais velho sair de casa, seguir a vida. Então, muitas pessoas se identificam com esse enredo, algumas falaram que lembra-

ram da sua história pessoal, ficaram com saudades da mãe...é um filme que “fala” muito com o público do mundo inteiro”. O festival também exibiu um filme que conta a história de três mulheres, com diferentes visões sobre a vida e o amor. Elas seguem juntas numa viagem, partindo de um cenário urbano para outro onde a natureza bruta prevalece. “Para ter onde ir”, é a primeiro longa de ficção da carreira da premiada diretora Jorane Castro, que destacou que tenta sempre fazer filmes com temáticas universais, e que possam tocar o espectador em qualquer lugar do mundo. A diretora do Brazil Film Festival, Kátia Adler, destacou

Karina Teles, uma das atrizes do filme Benzinho

que a intenção foi reunir uma diversidade de temas. “Entre as temáticas do filme, estão assuntos populares no Brasil atualmente. Música, comunidade

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O

Brazil Film Festival Toronto deste ano contou com catorze produções. Uma que ganhou destaque foi “São Paulo em Hi-Fi”. O documentário apresenta histórias das noites em São Paulo nos anos de 1960, 1970 e 1980. Fazendo uma viagem ao passado, os personagens mostram as histórias das dançarinas e transformistas que se apresentavam nas famosas casas noturnas que marcaram a época. “Diante da situação que estamos vivendo no país atualmente, acho fundamental revermos a nossa história. Já passamos por tanta coisa, golpe militar, golpe político, e agora fomos golpeados novamente pela democracia...Então a ideia é trazer luz ao nosso caminho,

LGBT, política...o festival faz um panorama do que está acontecendo”, afirmou. lMarzio Lorenzo/ Lizandra Ongaratto PUB

Correio da Manhã Canadá 6 de novembro 2018  

Correio da Manhã Canadá 6 de novembro 2018

Correio da Manhã Canadá 6 de novembro 2018  

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