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Iceberg

Agrupamento FinisEsc JI e Escolas de Febres Dezembro 2012 Ano 7, Número 1

“Durmo sobre florestas de pedra e púrpura”

“Os terrenos hoje agricultados, onde a família construiu a casa de adobos (que as cantarias, os cunhais de pedra, têm aguentado), eram dantes extensões maninhas, eriçadas de felga e gramata. Em tempos ainda mais recuados, uma flora gigantesca cobriu a região: encontra-se enterrada ao

nível do mar e abaixo dele. Árvores de grande altura, entre dois lençóis de areia branca. Madeiras fibrosas, duras de cor geralmente vermelha. Veios de barro e argila, azuis, verdes, encarnados. A combustão destas madeiras é lenta e sem chama como a do carvão. Durmo sobre florestas de

Caminhar... para o sucesso! Olá amigos! Cá estou de novo para dar visibilidade aos trabalhos desenvolvidos nos vários estabelecimentos de ensino do Agrupamento. Apesar do empenho de vários alunos e dos muitos trabalhos realizados não pude colocá-los a todos, devido ao meu espaço, por isso poderão lê-los no blogue do jornal.

O ano que se avizinha vai ser difícil, mas com empenho, dedicação e uma dose de boa disposição conseguiremos ultrapassar os obstáculos. Por isso não devemos baixar os braços. E aqui vos deixo uma boa imagem de como se pode atingir o sucesso (O Francisco a vencer a sua prova no corta-mato escolar).

Bom ano letivo! Iceberg

pedra e púrpura. Houve talvez um desmedido intumescimento do solo, que voltou a descer arrastando-as com ele. Isso ou qualquer outro cataclismo. Terríveis ventos provocando o recuo do mar e sepultando as árvores sob o peso das dunas, quando estas sossegaram. Jogos violentos da terra, que produzem ao mesmo tempo a miniatura, a fragilidade”. Esta descrição das alterações geográficas da Gândara aparece no livro “Finisterra”, de Carlos de Oliveira. E não podemos deixar de o evocar numa altura em que se cozinha um novo nome para o Agrupamento. Seja ele qual for, em nome de uma aglutinação superiormente decidida, reafirmamos que a nossa história está indelevelmente ligada à grande obra daquele que calcorreou estas paragens durante vários anos. Foto retirada do blogue: http://soudagandara.blogspot.pt/

Nesta edição: Dos mais pequenos

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Magusto e dia das 3 Bruxas Eco-escolas

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Entrevista a Antó- 5 nio Fresco Thanksgiving day 6

Atividades desportivas

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Alice Vieira

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A nossa vida No nosso mundo existem vários tipos de pessoas. Há pessoas altas, magras, simpáticas, feias, infiéis, arrogantes, gordos, entre muitas outras. Todos têm as suas características, todos têm as suas próprias manias, defeitos, mas todos têm o direito de ser respeitados por aquilo que são. Eu acho que cada humano nasce para cumprir uma missão no mundo, por mais que pequena que seja. Muitas vezes somos humilhados e amarrotados pelas nossas origens, escolhas de vida e pela nossa aparência. Mas para quê? Afinal, nós temos todos a mesma origem, fomos todos criados pelo mesmo Criador. Então, temos que acreditar no que somos e dar tudo de melhor que temos, porque cada um tem o seu único e especial valor. Maria João, 9.º B


A página dos mais pequenos...

Gabriel, JI Vilamar

“Quando falamos em S. Martinho lembramo-nos logo de castanhas!”

Lenda de S.Martinho Era uma vez um menino chamado Martinho que nasceu em trezentos e dezasseis na Sabária (atual Hungria). O seu pai que era um soldado romano deu-lhe uma educação cristã. Com quinze anos Martinho tornou-se num soldado rico e poderoso. Então partiu para Itália.

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Quando regressava de viagem, estava uma grande tempestade, o vento uivava, chovia torrencialmente … Ao longe avistou um mendigo, que quase nu se confundia com os troncos das árvores mirrados e secos pedindo ajuda para o salvarem de uma morte certa. Então, desceu do seu cavalo, tirou a sua capa quente, cortou-a ao meio e deu uma das metades ao mendigo. Martinho agasalhou -se o melhor que pode e continuou o seu caminho montado no seu cavalo.

Então Deus, ao ver Martinho fazer aquele ato de bondade, mandou parar a chuva e, de repente, apareceu um sol radioso que acompanhou Martinho durante o resto da sua viagem. Então, em novembro, (perto do dia de S.Martinho) normalmente vêm três dias de sol e a isso passou-se a chamar: O verão de S.Martinho. Ângela da Cruz, 4.º ano EB 1 de Balsas

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O nosso magusto O nosso magusto realizou-se numa sexta-feira no dia 9 de novembro. As professoras pediram-nos castanhas já cortadas, para assarmos algumas na fogueira e outras para mandarem para uma pastelaria para assarem. A Dona Helena, funcionária da escola, cavou um buraco e pediu-nos para aí colocarmos as castanhas e as agulhas. Depois, com o isqueiro, acendeu a fogueira e a Ângela começou a tirar fotografias. O fogo

começou a aumentar e estava muito bonito. Quando o fogo se apagou a Dona Helena tirou as castanhas. O Mateus Oliveira foi logo pôr as mãos nas cinzas e ficou todo preto. Mas eu não me queria enfarruscar, só me apetecia comer castanhas e devorá-las todas. Depois fiquei cheia. Já quase no fim, os alunos e a professora Lídia cantaram a canção das castanhas que era muito bonita. Depois

ajudamos a Dona Helena a fazer cartuchos de jornais para distribuir as restantes castanhas por todos para levarmos para casa. Este magusto foi muito fixe mas para o ano talvez não o faça porque, se passar, vou sair desta escola. Adriana Reis 4.º Ano EB 1 de Balsas

Dia das Bruxas Em casa não festejei este dia porque o meu pai não gosta e disse-me sempre assim: -Tudo o que vier de feitiçarias, magias, bruxarias, mortes, terror, coisas assustadoras vêm do Diabo. Por isso o Halloween é uma festa do Diabo porque tem magia, bruxarias e coisas assustadoras. Não quero que brinques ao Halloween porque as pessoas hoje em dia deixam-se levar por isso e o Diabo apanha-as. Enfim. Na escola vesti um saco de plástico decorado com alguns desenhos. Na terça-feira fizemos um baile. Nós portamo

Semana da alimentação Na semana da alimentação fizemos salada de fruta, pasta de dentes, cartazes, ouvimos a história dos Duendes dos Legumes e fizemos um resumo, cantámos a canção “ Come a Sopa, Vá Lá”, pesquisámos provérbios e adivinhas relacionadas com o tema. Também preenchemos um desenho de um ovo com casquinhas de ovos trazidas de casa. Essa semana, para além de diferente e divertida, foi muito instrutiva. Os alunos da Camarneira

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-nos todos bem, menos o João. Recebemos gomas de dentes de Drácula deliciosas. Na quarta-feira também fizemos um baile na aula de educação física e a professora foi a júri. Quem ganhou foi a equipa da Ângela. Eu gostei desse dia! Mateus Oliveira 4ºano EB 1 de Balsas

“Em qualquer época do ano devemos comer de forma saudável”.

O Magusto na Escola de Vilamar Na manhã de outono do dia nove de novembro, festejámos, aqui na nossa escola, o Dia de São Martinho. Em primeiro lugar, ouvimos uma lenda, a lenda se São Martinho, em conjunto com os meninos do Jardim de Infância e os meninos da Pré-escola. Em seguida, cantámos e ouvimos músicas. Os meninos da Pré-escola e do Jardim de Infância também participaram cantando, batendo palmas e ouvindo. Foi quando chegou a hora de fazermos uma roda, cada um com uma castanha na mão. Atirámos as castanhas para cima da caruma e a D. Luísa, a Anabela e a Sandra pegaram fogo à caruma. Depois, foi só esperar. Enquanto elas assavam,

cantámos e ouvimos músicas dos meninos mais pequeninos. Finalmente, sentámo-nos todos no muro, alguns sentaram-se nas pedras dos canteiros. As castanhas já assadas estavam numa caixa em cima de uma cadeira para nós as descascarmos. Comemos castanhas até nos fartarmos. Quando acabámos de comer, fomos para o refeitório. Lá, havia sumos e muitos miminhos que cada aluno tinha trazido para partilhar. Fomos todos brincar menos algumas crianças que ainda ficaram a comer castanhas. Este S.Martinho foi o máximo! Francisca, 4.º ano EB1 de Vilamar Página 3


Bom dia a todos! Tê-los, aqui, na nossa escola, É uma honra e grande alegria. Foi com grande ansiedade, Que esperámos por este dia!

Com tampinhas e copos velhos de plástico, Decorámos uma árvore de Natal, Com garrafões de plástico e sacos de pão, Fizemos o farol – nosso fato de Carnaval.

Da auditoria ambiental, passámos ao Plano de Ação. Definimos objetivos que pudéssemos alcançar, Propusemos atividades, Para o ambiente proteger e embelezar.

Para o espaço exterior embelezar Umas floreiras pensámos fazer, Pintámos uns pneus usados, enchemos com terra, Plantámos e semeamos umas plantas … E depois…foi só esperar para as ver crescer.

Mas para o nosso plano de acão concretizar, Muitas pessoas trabalharam para nos ajudar. Agradecemos ao Agrupamento, à Câmara Municipal, À Junta de Freguesia, à Inova, aos Encarregados de Educação, E à nossa comunidade escolar. Água, Resíduos e Energia, Todos nos esforçámos por reduzir. Foram muitos os lembretes espalhados Para que ninguém se pudesse distrair. Reduzir, Reciclar e Reutilizar Foi nossa pretensão, Reutilizámos plástico, borracha e papel E demos asas à nossa imaginação.

Tantos conhecimentos adquiridos, Tantas atividades realizadas. Tínhamos de as divulgar! Elaborámos um Ecó-Diogo,

O outono chegou As folhas mudam de cor Só é pena que nesta estação Haja frio e não calor. No outono assam-se as castanhas Festeja-se o S. Martinho E lá em minha casa Assam-se as castanhas e bebe-se o vinho. Com o outono Veio o frio Brinco com as folhas E sinto um arrepio. O outono já se instalou, Aqui deixo com carinho Estes versos inventados por mim, E escritos com jeitinho. Daniel Santos, 6.º A

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Hoje, a Bandeira Verde vamos hastear, E a todos queremos dizer, Obrigada por nos ajudarem A admirar o nosso Planeta e a tudo fazer para o proteger! 4.º ano EB 1 de Vilamar

Como tema do ano, Escolhemos o Mar. Visitámos o Vaivém Oceanário, Vimos seres vivos de encantar. Também visitámos o Museu Marítimo mais o barco S.to André. E na Ria de Aveiro fomos navegar, Admirámos a Natureza, E muito ficámos a saber da riqueza do Mar.

O outono

E no Dia do Eco-Escolas, Lá estávamos todos a festejar!

Ida à Biblioteca Municipal de Cantanhede No dia 16 de novembro, pelas 14 horas, os alunos do 5.º ano, da Escola Básica do segundo e terceiro ciclos Carlos de Oliveira, assistiram à leitura dramatizada do conto a “A Menina Do Mar” de Sophia de Mello Breyner Andresen. Há hora marcada, vieram dois autocarros que transportaram os alunos até à Biblioteca Municipal De Cantanhede. Quando chegaram, levaram-nos para o auditório onde se instalaram confortavelmente para assistir ao conto. De seguida, a bibliotecária, Teresa Pai-

“Obrigado por nos ajudarem a admirar o nosso planeta e a tudo fazer para o proteger”.

xão, contou-lhes como surgiu o seu gosto pela leitura, e como o espetáculo fora construído pelas senhoras Maria João e Estilita da equipa da biblioteca. Surpreendentemente, apareceu uma fada que lhes começou a contar a história da “Menina Do Mar”. Enquanto esta estava a ser contada, iam passando imagens, de um PowerPoint, acompanhadas de uma música ambiente. Foi um momento emocionante, mágico que transportou os alunos para o mundo da fantasia. Finalmente, entraram na sala de leitura Juvenil, onde estiveram entretidos a ler e folhear livros. Os alunos envolvidos recomendam que todos vão usufruir deste espaço. Texto coletivo do 5.º B

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Entrevista a António Fresco António Fresco, designer, nasceu em 1971, foi diretor do jornal AuriNegra durante 10 anos, de 2002 a 2012, e acaba de lançar um livro sobre os seus melhores editoriais. Escola: Como foi ser diretor do jornal AuriNegra? António Fresco: Como todas as experiências nesta vida, teve coisas boas e outras menos boas. Contas feitas, o resultado foi positivo, porque foi gratificante. Ficou a experiência, as memórias e o sentimento de dever cumprido, de ter contribuído para uma sociedade melhor. Ou, pelo menos, melhor informada. O que o levou a escrever o livro? É preciso considerar que não escrevi um livro na verdadeira acessão da expressão. O que fiz foi compilar uma seleção de editoriais já anteriormente publicados no jornal AuriNegra. O que me levou a fazêlo, prende-se com duas razões principais: a primeira, para marcar o fim de um ciclo de dez anos como diretor daquele órgão de comunicação; a segunda, porque me fui convencendo, pela opinião de um número crescente de pessoas, de que o con-

Rádio da escola A partir do dia 19 de Novembro, os alunos vão ter a oportunidade de ter e participar na rádio escolar. O coordenador deste projeto é o professor de Educação Musical, Carlos Pascoinho, no entanto é de salientar a colaboração da Associação de Pais e Encarregados de Educação que compraram todo o equipamento e da ajuda de alguns pais na montagem. A rádio tem como objetivos divulgar as atividades escolares, divertir, informar a comunidade escolar e desenvolver competências comunicativas. Haverá programas musicais, talk shows, notícias… Vai funcionar durante todos os intervalos e durante toda a semana. As inscrições estão abertas a alunos de todos os anos, mas privilegiar-se-ão os alunos dos 8º e 9ºanos. Segundo o Professor Pascoinho, agradece-se a colaboração de todos os alunos. Laura Lourenço, 6.º A Ano 7, Número 1

teúdo dos meus editoriais tinha pertinência para ser publicável para além das páginas do jornal. O próprio nome da obra (“Os meus editoriais davam um livro”) é reflexo disso mesmo. Sobre o que fala o seu livro? Trata-se de uma coletânea dos editoriais publicados, o que só faz sentido, porque muito cedo os meus editoriais deixaram de o ser, na forma e no conteúdo. É uma espécie de índice escrito da edição do jornal. No entanto, os meus rapidamente adquiriram a forma de artigos de opinião, onde dava corpo ao que nos aflige como raça e como sociedade. Só por não o serem é que os meus editoriais deram um livro… Está orgulhoso de ter escrito o livro? Porquê? Não sei. Achei que o devia fazer, pelas razões que expliquei, mas não deixo de ter algumas dúvidas sobre a sua pertinência e utilidade. Se bem que a utilidade de qualquer livro, está bem de ver, é a de ser lido. Se o for, dou-me por satisfeito. Acha que as pessoas vão comprar o seu livro? Porquê? Espero que sim. Embora não seja o mais importante, ainda assim a forma mais imediata de medir o sucesso de um lançamento editorial é, efetivamente, o número de livros que se vendem. Quando era criança, queria ser o quê? Desde muito pequeno que sempre gostei de desenhar. Não sabia exactamente o que queria ser, mas sabia que teria de ser alguma coisa relacionada com isso. Porque é que decidiu ser designer? O meu gosto pelo desenho levou-me, à falta de alternativas, na zona e, à altura, a

inscrever-me num curso técnico de Artes Gráficas, na ARCA, em Coimbra, que conclui em 1993. Só mais tarde, ingressei na Universidade de Aveiro, para a licenciatura em Design, por achar que necessitava de evoluir, não tanto profissionalmente, mas como pessoa. O que o levou a abrir um atelier de criação gráfica? O atelier foi inaugurado em 1993, imediatamente após a conclusão do curso de Artes Gráficas, como passo óbvio e natural para me mostrar ao mercado. O senhor admira muito a marca Apple. Porquê? Como designer, dou muito valor aos objetos que aliam a facilidade de utilização a uma carga emotiva inexplicável, mas que se sente em todos os produtos dessa marca. O design, tanto no hardware como no software, está de tal forma entranhado nos produtos da Apple, que as torna, para além de ferramentas incontornáveis na actividade de um designer, verdadeiros objectos de desejo. Vejam-se os exemplos do iPhone e do iPad. Para terminar, como foi ser professor de Educação Visual na escola EB 2,3 Carlos de Oliveira? Foi “um choque”. No meu primeiro contacto como professor, fui “brindado” com sete turmas e quase 150 alunos, compreensivelmente irrequietos, mas desgastantes. Foi uma experiência altamente gratificante, apesar de tudo, e fez-me crescer. Orgulho-me de, para além de ensinar, ter feito amigos entre os alunos, que ainda mantenho. Tomás Fresco e Dilan, 6.º A

Beautiful and famous (Kristen Stedwart) Her name is Kristen Stedwart. Her birth date is on 9th April 1990 and she was born in Los Angeles, California and she is American. Her father’s name is John Stedwart and her mother’s name is Jules Stedwart.

She is an actress. Her favourite colours are black, grey and white. Her favourite food is fast food. Her favourite music is “Beside you” de Van Morrison and her favourite singer is Van Morrison. Her favourite film is “the runaways”. Work done by: Ana Carolina, 6.º B

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O significado do Thanksgiving day Thanksgiving day que em português quer dizer “ Dia de Ação de Graças” é um dia muito festejado nos Estado Unidos da America e, também, no Canadá. É celebrado na quarta quinta-feira do mês de novembro e foi instituído como feriado nacional, pelo presidente Abraham Lincoln, em 1863. É um dos maiores festejos nacionais, precedendo os de Natal e Ano Novo e que dá início ao período a que os americanos designam por “ holiday season”. Geralmente, neste dia, as pessoas utilizam o tempo livre para ficar com a família, fazendo grandes reuniões e jantares familiares. É também um dia em que muitas pessoas dedicam o seu tempo para cultos religiosos como forma de agradecer a Deus pelas graças que obtiveram no

decorrer do ano. Esta tradição tem origem históricas, quer religiosas quer culturais. No outono, os povos antigos faziam festas, quando obtinham boas colheitas, mais tarde com o cristianismo, houve uma assimilação destes rituais passando a ter um cariz religioso. Os festejos passaram a ser uma forma de agradecer a Deus pelas suas boas aventuranças. Quando foi descoberto o novo mundo, os ingleses levaram as suas tradições. O primeiro grande festejo data de 1620, em Plymouth, Massachussetts, onde se fixou um grupo de colonos. Após um período de grandes desaires, tiveram uma boa colheita, nomeadamente de milho, foi então que resolveram fazer uma grande festa, com a participação dos índios, ma-

Dia nacional do pijama

Neste dia, as crianças do jardins de infância ou das creches têm de vestir o pijama e passar assim o dia todo até regressarem a suas casas. Deste modo, as crianças pretendem chamar a atenção para que todas tenham o direito de viver numa família até que possam regressar aos seus pais verdadeiros. Patrícia Cruz, 6.ºA

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É antes da degustação destas iguarias que as famílias americanas, de um modo geral, procedem ao ritual de Ação de Graças, manifestando a sua gratidão pelo que de melhor lhe aconteceu no decorrer do ano. Prof. Isabel Aires

Fruto da globalização, as sociedades tornaram-se mais abertas a influências do exterior... É o caso das festas que nos chegam do lado de lá do planeta!

O Dia Nacional do Pijama é um dia solidário, porque é celebrado para sensibilizar os portugueses para o direito de as crianças, até aos seis anos, poderem crescer numa família. Comemora-se, no dia 20 de novembro de cada ano, coincidindo com a data do Dia Internacional da Convenção dos Direitos da Criança.

nifestando desta forma a sua gratidão pelos seus ensinamentos e acolhimento. Consta que mataram muitos patos e perús para comerem. É por isso que o perú assado é o rei do jantar do Thanksgiving Day entre a tradicional tarte de abóbora e o milho assado.

O magusto na nossa escola Todos os anos, na nossa escola, festejamos o São Martinho. Este ano não foi exceção.

passadas na rádio da escola.

Foram feitas várias atividades, entre elas, a tradicional castanhada.

De seguida, houve mais jogos de Futebol. De tarde, também houve o Paddy-paper e mais alguns filmes como “A idade do gelo 4” e “Lorax”.

A festa começou um pouco depois das nove horas, com o primeiro jogo do Inter-Turmas.

Por volta das quatro e meia, foram anunciados os vencedores do Paddypaper.

Ao mesmo tempo, realizaram-se uma série de outras atividades, entre elas o visionamento de alguns filmes, o Jogo do 24 e o ateliê de ponto cruz, acompanhadas pelas primeiras músicas

E assim foi o dia na escola E.B 2,3 Carlos de Oliveira, com muita diversão, alegria e castanhas. Britney e Rita, 7º A Iceberg


Atividades desportivas e culturais

No dia 9 de novembro, os alunos da Escola Carlos de Oliveira estiveram envolvidos em várias atividades, das quais há a destacar os jogos inter-turmas masculinos e femininos, dinamizados pelo grupo de Educação Física, e o Peddy-Paper, orientado pelo núcleo de estágio de História e de Geografia da Escola. Os inter-turmas provocam sempre uma

animação especial, porque envolvem a maioria dos alunos numa sã rivalidade (por vezes, mais do que isso...) até ao dia da grande final, a ter lugar lá mais para a frente. Mas os primeiros jogos são sempre os mais participados, porque ainda estão todos em competição. Quanto ao Peddy-Paper, é sempre uma atividade apreciada pelos alunos, porque

Ases da Físico-Química Atividade que será dinamizada, trimestralmente e por ano de escolaridade, pelas docentes de FísicoQuímica, para fomentar nos alunos o interesse pelos assuntos abordados na disciplina. Enigma 7º  Será que às Estações do Ano estão relacionadas com distância da Terra ao Sol?

Os Jogos Olímpicos foram ontem, são hoje e serão amanhã o acontecimento desportivo que une os povos dos cinco continentes. Os melhores de entre os melhores competem, procurando ser os mais rápidos, os mais fortes e chegar o mais alto possível, cumprindo o lema "Citius, Altius, Forius". Os primeiros Jogos Olímpicos da era moderna realizaram-se em Atenas no Verão de 1986, facto que ficou a dever-se ao francês Pierre de Coubertin. Através deles, o mesmo pretendia aproximar os povos, em benefício da paz. A partir daqui seguiram-se vinte e nove países de quatro em quatro anos. Ano 7, Número 1

os motiva para o trabalho em equipa e para busca de maiores conhecimentos de uma forma lúdica e envolvente. Mas o dia 9 de novembro ficou também marcado pela projeção de filmes educativos, escolhidos pelo núcleo de estágio e pela Biblioteca, por diversos ateliers e jogos, dos quais se destaca o Jogo do 24. Enfim, um dia diferente e muito bom!

Enigma 8º  Será que se pode medir a temperatura do ar pelo cantar de um grilo? Porquê? Enigma 9º  Será possível descrever um ângulo de 360º num baloiço? Porquê? (Vê as soluções no blogue do jornal)

“Exercitar o corpo e a mente torna-nos mais felizes”

Em 2012 tiveram lugar na cidade de Londres e foram muitos os recordes batidos. Contudo houve dois atletas que se destacaram. Um deles foi Usain Bolt, velocista jamaicano, que conseguiu a proeza de conquistar a medalha de ouro em dois jogos olímpicos consecutivos, nas provas de 100 e 200m. O outro, nadador, Michael Phelps, tornou-se o apleta mais medalhado de sempre, com vinte e duas medalhas. Os próximos Jogos Olímpicos realizarse-ão daqui a quatro anos, em 2016 no Rio de Janeiro, Brasil. Nessa altura a Tocha Olímpica voltará a ser acesa pelos raios solares em Olímpia, Grécia (local

Jogos Olímpicos onde eram realizados os jogos da antiguidade), sendo despois transportada pelos atletas de cada país um ano antes da abertura dos Jogos. Também a bandeira olímpica, toda branca e com cinco anéis entrelaçados, simbolizando a união entre os cinco continentes (Europeu, representado pelo azul, a Ásia pelo amarelo, a África pelo preto, a Oceania pelo verde e a América pelo vermelho), será de novo hasteada. Voltará, certamente a fazer-se história. Mariana, 8.º B Página 7


Thanksgiving Day no Agrupamento

Organização Agrupamento FinisEsc

Complexo Escolar 3060-183 Cantanhede

Escola EB 2,3 Carlos de Oliveira Rua Prof. Ester dos Prazeres Barbosa 3060-318 Febres Tel. 231461870 Email: agrupamentofebres@sapo.pt Blogue do jornal: http://icebergfinisterra.blogspot.pt/

Redação: Licínia Torres, Maria Isabel Aires e Manuel Eliseu

No dia 20 de novembro, foi festejado o “ Thanksgiving “, nas escolas do 1.º, 2.º e 3.º Ciclos, do nosso agrupamento, sendo dinamizado pelos docentes de língua inglesa que têm como objetivo, entre outros, informar os alunos sobre os vários aspetos da cultura inglesa e americana. Com a informação obtida nas aulas, os alunos fizeram trabalhos que estiveram expostos nos átrios das escolas e foi proporcionado um almoço diferente aos alunos do 2º e 3º ciclo, com perú assado e uma sobremesa de abóbora, uma tentativa de recriação da tradicional ementa americana. (Vê a explicação da festa na página 6 )

Alice Vieira incentivada pelos filhos a escrever

Alice Vieira é uma escritora de literatura infanto-juvenil, muito popular em Portugal. Escreveu vários livros como: “Chocolate à Chuva”, “Trisavó de pistola à cinta e outas histórias”, entre outros. Como nasceu o gosto pela escrita? Nunca pensei em ser escritora, o que queria ser era jornalista, mas os meus filhos incentivaram-me. Aprecia mais livros de prosa ou de poesia? Tanto faz, mas a minha “oficina” é livros de prosa. Na poesia sou muito rígida comigo própria. Qual foi o livro que mais lhe deu gosto escrever? Tenho de gostar daquilo que estou a

escrever, porque senão está algo mal. Não tenho nenhum preferido. Nós só gostamos daquilo que estamos a escrever. Acho que estou mais ligada ao livro “Rosa, minha irmã Rosa”, porque foi o primeiro que escrevi.

“Rosa, minha irmã Rosa”, foi o mais vendido, porque já tem 33 anos de existência. Mas o livro “Olhos de Ana Marta” também foi um dos mais vendidos, porque foi traduzido para várias línguas, em vários países.

Gosta de contatar com crianças pequenas?

Qual foi a última obra que escreveu?

Sim, porque são bastante simpáticas. Gosta mais de literatura ou jornalismo? A minha paixão sempre foi o jornalismo. A literatura foi algo que nasceu de um momento para o outro. Com que idade é que começou a trabalhar na área do jornalismo? Comecei muito cedo, tinha apenas 18 anos. Eu sempre sonhei em ser jornalista, tinha que arranjar maneira de sair de casa o mais depressa possível. Foi por isso que quis e sou jornalista. Em que programas de televisão já esteve? Já trabalhei em muitos programas de televisão. Qual foi o livro que mais sucesso teve?

Neste momento estou a escrever um romance para adultos, que estará pronto para o fim do mês. Como consegue a inspiração para escrever? Todas as minhas histórias são baseadas em factos reais, só mudo o nome das personagens. Mas há um que nunca modifiquei foi Joana Ofélia, era um nome de uma das velhas lá da minha terra. Os meus filhos diziam-me que não passava muito tempo em casa por causa do jornalismo, por isso comecei a escrever, mas nunca desisti do jornalismo. Atualmente tenho as duas profissões. Obrigado e adorei conhecê-la. Espero que nos voltemos a ver. Tatiana Ferreira 6.º B (foto da Agência Lusa)

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Jornal de um agrupamento de escolas

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