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Perfil Caro (a) Amigo (a),

AGENDA

Novembro 2018 Dias 05,12,19 e 26

Missa da Misericórdia Rialma - GO

................................................. Dias 03,10,17 e 24

Movimento Coração Jovem Rialma - GO

................................................. Dia 08 a 19 Missão da Comunidade Coraçaõ Fiel na Europa

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Novembro chegou e com ele nosso Informativo Eu Sou Coração Fiel. Estamos no penúltimo mês do ano, é tempo de nos colocarmos na presença de Deus e começarmos nossa grande avaliação, sim é preciso amadurecer, é preciso crescer na santidade. Daqui a pouco entraremos em mais um tempo litúrgico o qual chamamos de Advento. Cristo virá! É preciso orar, é preciso nos prepararmos bem para a grande celebração do Natal. Neste mês de novembro queremos contar com você “Amigo Fiel“ lançamos mais uma iniciativa para ajudar o Projeto Junto ao Coração, a “Ação Entre Amigos”, contamos com você nesta reta final para fecharmos o ano sem dívidas. Supliquemos a intercessão de todos os santos para que olhem com misericórdia pela Obra Coração Fiel. Deus provê, Deus proverá! Sua misericórdia não faltará! Boa Leitura!

Dia 09

TESTEMUNHO

MIssa da Misericórdia no Clamor do Espírito Santo Aparecida de Goiânia - GO

................................................. Dia 25 Encerramento Grupos de Formação - Rialma -GO

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AMIGA FIEL: Divina Ribeiro Estado Civil: Casada Residência: Ceres - GO Profissão: Do lar

S .................................................

Expediente

Presidente: Pe. Delton Filho Editora Geral: Paula Gontijo Correção Ortográfica: Raiane Firmiano e Christiane Vilarinho Arte Gráfica: Paula Gontijo Impressão: Digital Gráfica Fotos: Missionários Coração Fiel e Photografe + Tiragem: 1000 exemplares

Comunidade Coração Fiel CNPJ: 07.447.282/0001-19 Rua Coração Fiel N. 50 - Rialma II CEP: 76 310 000 - Rialma / GO Site: www.coracaofiel.com.br e-mail: informativo@coracaofiel.com.br

ou casada há 33 anos com José da Silva Ribeiro, tenho 3 filhos, Paula, Gabriella e Mário Neto. Conheci a Comunidade em 2012 e recebi muitas graças, foi então que senti o desejo de ser Amiga Fiel. Até então, a minha vida financeira parecia parada. No primeiro mês que contribui já notei uma grande diferença, tanto na vida financeira como na vida espiritual. Fiquei muito feliz, comecei a testemunhar e fazer um desafio a meus parentes e amigos para que eles fizessem também a ex-

periência de ser Amigos Fiéis por pelo menos 3 meses, disse que se eles não sentissem nenhuma mudança poderiam deixar de contribuir. Já tem mais de 3 anos e os que fizeram a experiência permaneceram contribuindo pois viram o resultado. Faço esse desafio pra você também, seja um Amigo Fiel e receba muitas benção assim como eu recebi.


Palavra do Fundador

Cremos na Vida Eterna

A

modernidade é capaz de fabricar coisas extraordinárias: satélites ultramodernos, smartphones de última geração, impressoras 3D, etc. Todavia, a humanidade pode apenas ‘fabricar’. Não pode ‘criar’. A palavra criar, neste contexto, significa fazer surgir do ‘nada’, tornar existente algo que antes não havia. Essa ‘façanha’ é prerrogativa única do Senhor Deus. Ele é o criador! Na sua bondade, Deus criou o homem à sua ‘imagem e semelhança’ (Gen 1,26ss). A expressão bíblica quer explicar que existe em nós a ‘centelha da vida’. Algo que a ciência não é capaz de reproduzir! Podemos chamá-la também de ‘alma’. A nossa alma é imagem e semelhança de Deus: é espiritual e imortal! É isso mesmo que você acabou de ler! Temos em nós uma realidade que nunca findará. A alma não morre. O nosso corpo material envelhece, pode adoecer e morrer. Mas a alma persiste. A vida não termina num caixão. Existe vida após a morte, sim. Chamamos essa vida de ‘Vida Eterna’. É preciso esclarecer que não é apenas a alma dos ‘santos’ que tem a qualidade da imortalidade. A alma dos pecadores também possui esse dom. É por isso que precisamos pensar bem a respeito do nosso ‘destino eterno’. A vida eterna será de gozo e glória para os que viverem em Deus nesta vida; e será de dor e pena para os que viverem como se Deus não existisse. O catecismo da Igreja católica nos ensina a respeito das últimas realidades que nos acontecerão: morte, juízo, inferno ou paraíso (CIC n. 1020ss ). São os novíssimos. É utilíssimo meditar sobre isso. Um conselho muito útil é o de fazer o ‘exame de consciência’ todos os dias antes de dormir. Pensar se nossa vida tem sido uma preparação para aquilo que queremos experimentar na vida eterna. Lembre-se que o prêmio ou a pena eterna (após o juízo universal), não são alcançados de uma vez. Tudo se faz aos poucos. O intervalo entre o ‘agora’ e o ‘na hora da nossa morte’ pode ser rápido demais para quem não se prepara para a Vida Eterna. Eu e você nascemos para a eternidade, e essa eternidade precisa ser na presença de Deus! Deus nos amou tanto que nos criou desse jeito, para que um dia estejamos com Ele para sempre. Jesus não mentiu quando nos prometeu essa graça. Assumamos com fé essa promessa maravilhosa: “Todo aquele que crê em mim, mesmo que morra viverá!” (Jo 11,25) “Quem comer do pão que eu lhe der terá a Vida Eterna!” (cf. Jo 6,54) Pe. Delton Filho, fundador da Comunidade Coração Fiel


Formação

Porque rezamos pelos mortos?

O

Papa João Paulo II, no dia de finados de 1997, na Alocução mariana, disse: “A tradição da Igreja exortou sempre a rezar pelos mortos. O fundamento da oração de sufrágio encontra-se na comunhão do Corpo Místico… Por conseguinte, recomenda a visita aos cemitérios, o adorno dos sepulcros e o sufrágio, como testemunho de esperança confiante, apesar dos sofrimentos pela separação dos entes queridos.” O Catecismo ensina que: “Reconhecendo cabalmente esta comunhão de todo o corpo místico de Jesus Cristo, a Igreja terrestre, desde os tempos primeiros da religião cristã, venerou com grande piedade a memória dos defuntos…”(CIC, 958) São João Crisóstomo (349-407), que foi patriarca de Constantinopla, doutor da Igreja, ensina a necessidade de rezar pelos mortos: “Levemos-lhes socorro e celebremos a sua memória. Se os filhos de Jó foram purificados pelo sacrifício de seu pai (Jó 1,5), porque duvidar que as nossas oferendas em favor dos

mortos lhes leva alguma consolação? Não hesitemos em socorrer aos que partiram e em oferecer as nossas orações por eles” (CIC, 1032; I Cor 41,5). Rezar pelos mortos e, especialmente, celebrar a Santa Missa pelos mortos não é celebrar a fé das pessoas falecidas nem é celebrar a fé dos que ficaram neste mundo. É celebrar o mistério da fé, ou seja, o sacrifício de Cristo perpetuado sobre os nossos altares e oferecido ao Pai em favor de tal ou tal irmão ou irmã falecido(a) seja corroborado para que extinga qualquer amor desregrado ou qualquer resquício de pecado que tenha ficado na alma do defunto. Este se encontra em estado de purificação, preparando-se para ver Deus face-a-face mediante o repúdio radical de qualquer escória de infidelidade. Santo Ambrósio (340-397), bispo e doutor da Igreja de Milão, que batizou S. Agostinho, no século IV já dava este testemunho: “…assim como é redimido do pecado e purificado no homem interior, por algumas obras de todo o povo,

aquele que é lavado pelas lágrimas do povo. Pois concedeu Cristo à sua Igreja, que por todos resgatasse um, ela que mereceu o advento do Senhor, para que por um só, todos fossem remidos”. Não só a Igreja ora pelos mortos, como também ensina que eles intercedem por nós. O nosso Catecismo afirma que: “A nossa oração por eles [no Purgatório] pode não somente ajudálos, mas também torna eficaz a sua intercessão por nós”. (CIC, 958) Os santos, especialmente os místicos, invocavam as almas do purgatório. Que elas “nos obtenham a graça de voltar à amizade do Coração de Jesus…”, escreve Santa Margarida Maria Alacoque (Carta 480); e ainda: “E a estas [almas] rogareis… que empreguem seu poder para nos conseguir a graça de viver e morrer no amor e fidelidade ao Sagrado Coração de Nosso Senhor Jesus Cristo…”.

Professor Felipe Aquino www.cleofas.com.br


Nossa MissĂŁo


Espaço Jovem

Transforme em hábitos as virtudes que estão dentro de você!

Q

uando você recebe um elogio, como se sente? Consegue reconhecer isso em si? Se sim ou não, convenhamos: é bom saber que alguém nos admira e que temos coisas boas dentro de nós, não é mesmo? Isto é verdade, para mim e para você: temos coisas boas em nós! No Japão, por exemplo, muitos dos grandes atletas recordam sua trajetória esportiva: descobriram que eram capazes, treinaram ‘pesado’, desenvolveram as qualidades, corrigiram os erros, não foram sempre os melhores, mas chegaram aonde estão hoje. Tempo, determinação e perseverança: três palavras que acompanham a virtude. No sentido cristão, pessoa

virtuosa é aquela que “tende ao bem, procura-o e escolhe-o na prática (...) livremente”; buscando “tornar-se semelhante a Deus” (cf. Catecismo 1803-1804). Por que ‘semelhante a Deus’? Porque Deus, na pessoa de Jesus, é a maior prova de alguém completo, realizado, na prática da virtude. E, sem Ele, não conseguimos ser virtuosos. Que tal uma dica, para começar hoje e agora? Acrescente: • Organização ao tempo: tenha um horário pessoal, um cronograma de suas atividades, com horários bem definidos para as mesmas; • Firmeza à determinação: ‘Começar é de muitos, ir até o fim é para os valentes!’, diz um santo.

Diante dos possíveis obstáculos, fracassos, não perca a motivação: “Quero ser como Jesus!”, que foi feliz neste caminho. “Quero ser bom!”; • Alegria à perseverança: a tristeza pode te impedir de ir até o fim. Lembre-se: “A alegria do Senhor é a nossa força.” (Ne 8, 10). A Igreja nos recomenda a leitura da vida dos santos, que buscaram imitar Jesus na prática das virtudes: com certeza irá te ajudar neste propósito! Por onde começar? Um grande amigo, durante os anos de Marinha, aprendeu: “Arrumar a cama: coisa simples, não é? Mas já é a primeira missão!” Não se esqueça: está dentro de Discípulo Yudi Scalco Comunidade Coração Fiel


Caminhos

Sete Santos

intercedem pela Comunidade Coração Fiel

N

ovembro se inicia com a Solenidade de Todos os Santos, celebrada no dia 01 de novembro, para fazer memória àqueles que chegaram a santidade e estão diante de Deus, intercedendo por nós sem cessar. Não é nós que escolhemos um santo para interceder por nós. O santo é que nos escolhe! Sete santos escolheram interceder pela Comunidade Coração Fiel: Nossa Senhora, São José, São João Paulo II, Santa Faustina Kowalska, São Francisco de Assis, Santa Terezinha do Menino Jesus e São João Bosco. Nas bodas de Caná (Jo 2,1-11), Nossa Senhora intercedeu por uma família que se encontrava em uma grande dificuldade. A pureza do Coração de Maria há de nos envolver para sempre, pois no final seu Imaculado Coração triunfará. São José recebeu de Deus a sublime missão de ser pai adotivo de Jesus. Recorramos à sua pureza nas horas de tentação e busquemos aprender dele o espírito de trabalho diligente e silencioso. São João Paulo II é o santo de nossos tempos e nosso inspirador principal. Ele assumiu sua missão e cuidou de modo particular dos jovens e das famílias. Deus confiou a Santa Faustina uma intimidade extraordinária com seu Sagrado Coração, através da Divina Misericórdia. Que esta devoção nos ajude a viver e ser misericórdia para todos os que nos circundam. A simplicidade de São Francisco mudou a história. Busquemos aprender dele a arte de ser pobre, para ser rico da graça e santidade de Deus. Santa Terezinha embora não tivesse saído do Carmelo, se tornou a protetora dos missionários. Queremos como ela, encontrar a Deus nas pequenas coisas e na vivência do amor. São João Bosco, com sua intimidade com Jesus, soube traçar rumos seguros para os que o rodeavam. A exemplo dele, precisamos santificar a Igreja com nossas vidas e nossas obras. Segundo o catecismo, os santos “contemplam a Deus, louvam-no e não deixam de velar por aqueles que deixaram na terra... Sua intercessão é o mais alto serviço que prestam ao plano de Deus. Podemos e devemos pedir-lhes que intercedam por nós e pelo mundo inteiro” (CIC 2683). Dessa forma, a exemplo de nossa comunidade, procuremos perceber qual santo nos escolheu. E, através do seu exemplo e de sua devoção, busquemos a santidade e a intercessão deste santo nas nossas causas do dia a dia. Cláudio Chaves Missionário Elo de Aliança


Caderno Especial


Igreja

Juventude em pauta Sínodo dos jovens com o Papa Francisco

A

palavra sínodo vem do grego e quer dizer “caminhar juntos”. Neste desejo de ouvir e caminhar com os jovens, a igreja parou entre os dias 3 e 28 de outubro de 2018 para ouvi-los e discutir rumos pastorais para sua atuação na igreja. Com o tema: “Juventude, fé e discernimento vocacional”, 267 Padres Sinodais, 23 especialistas e 34 auditores jovens de 18 a 29 anos estiveram reunidos, ouvindo, dialogando e discernindo caminhos para a juventude. O Cardeal brasileiro Sérgio da Rocha, foi nomeado pelo Papa como Relator-geral deste Sínodo. O Instrumentum Laboris – documento que norteia as discussões do sínodo - foi estruturado em três partes – reconhecer, interpretar e escolher. Baseado em diversas fontes, contou com a resposta de um formulário online preenchido por mais de 100 mil jovens. O grande anseio deste sínodo sintetiza-se no discurso de abertura proferido pelo Papa Francisco. Nele, Francisco explica que “O Sínodo é um exercício eclesial de discernimento. Franqueza no falar e abertura na escuta são

fundamentais para que o Sínodo seja um processo de discernimento. O discernimento não é um slogan gane publicitário, não é uma técnica organizativa, nem uma moda deste pontificado, mas um procedimento interior que se enraíza num ato de fé.” O Papa segue dizendo que “o caminho de preparação para este momento destacou uma Igreja «com déficit de escuta» inclusive para com os jovens, que muitas vezes se sentem não-compreendidos pela Igreja na sua originalidade e, por conseguinte, não aceites pelo que são verdadeiramente e, às vezes, até rejeitados”. O Sumo Pontífice exortou para dois perigos: “os jovens são tentados a considerar ultrapassados os adultos; os adultos são tentados a julgar os jovens inexperientes, a saber como são e sobretudo como deveriam ser e comportar-se. Tudo isto pode constituir um forte obstáculo ao diálogo e ao encontro entre as gerações”. Diante desta dificuldade, Papa Francisco aponta que o caminho deve ser o diálogo e a superação: “Por sua vez, os jovens de-

veriam superar a tentação de não prestar ouvidos aos adultos e considerar os idosos «coisa antiga, passada e chata», esquecendo-se que é insensato querer partir sempre do zero, como se a vida começasse apenas com cada um deles”. Francisco conclui pedindo pela concretude das ações deste Sínodo: “Esforcemo-nos, pois, por procurar «frequentar o futuro» e por fazer sair deste Sínodo não só um documento – que geralmente é lido por poucos e criticado por muitos – mas sobretudo propósitos pastorais concretos, capazes de realizar a tarefa do próprio Sínodo, que é fazer germinar sonhos, suscitar profecias e visões, fazer florescer a esperança, estimular confiança, faixar feridas, entrançar relações, ressuscitar uma aurora de esperança, aprender um do outro, e criar um imaginário positivo que ilumine as mentes, aqueça os corações, restitua força às mãos e inspire aos jovens – a todos os jovens, sem excluir nenhum – a visão dum futuro repleto da alegria do Evangelho.” Paulo Franco Machado Fiel Oblato da Comunidade Coração Fiel


Projeto Junto ao Coração

A CONFIANÇA

de cada dia está em Deus

I

nicio esse texto lembrando de uma frase de Santa Faustina, santa baluarte de nossa comunidade e apóstola da Divina Misericórdia. Com esse número do diário de Santa Faustina, o Senhor convida a mim e a você a confiar. “Estarei sempre a teu lado se fores sempre como uma pequena criança e de nada tiveres medo, assim como fui aqui teu princípio, assim também serei teu fim. Não dependas das criaturas, ainda que seja na mínima coisa, porque isso não me agrada” (Diário de Santa Faustina, número 294). Uma das características fundamentais da devoção da Divina Misericórdia é a confiança. Sempre que falamos de confiança, e procuramos um símbolo, algo a quem podemos associar esta palavra, nos lembramos da criança, da

sua atitude de lançar-se sem medo nos braços dos pais. É a mesma atitude que Deus espera de cada um de nós se queremos que Ele esteja sempre ao nosso lado. Lembro me também do salmo 130, que nos convida a confiança: “Senhor, meu coração não se enche de orgulho, meu olhar não se levanta arrogante. Não procuro grandezas, nem coisas superiores a mim, ao contrário, mantenho em calma e sossego a minha alma, tal como uma criança no seio materno, assim está minha alma em mim mesmo. Israel, põe tua esperança no Senhor, agora e para sempre” Como Comunidade Coração Fiel, somos chamados nos lançar todos os dias nesse gesto de Confiança em Deus, Ele é o provedor, e você Amigo Fiel a 13 anos, você é canal da providência para nós.

Vemos a cada mês a manifestação da providência de Deus, através da sua doação e generosidade de coração, com esta obra de evangelização! Deus lhe pague! Falta um mês para encerrarmos o ano, e queremos encerrar sem dívidas. No último dia 29 de outubro iniciamos mais uma iniciativa para ajudar o Projeto Junto ao Coração e a Construção da Cidade Fiel, a Jornada Premiada 2018. Você concorrerá a cinco super prêmios e um prêmio surpresa; contamos com a sua ajuda na venda dos blocos, como família Coração Fiel! Queremos chegar aos 100% desta linda iniciativa, para sairmos da manutenção para expansão! Podemos contar com você?

Missionária Kelen Aparecida Comunidade Coração Fiel


Benfeitores

Profile for Coração Fiel Comunidade

Cremos na vida eterna  

Eu sou Coração Fiel, Ano 09, Numero 92, Novembro 2018

Cremos na vida eterna  

Eu sou Coração Fiel, Ano 09, Numero 92, Novembro 2018

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