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COPIRISCO

II • 1

‘1’

A smile dance foi o mote para um~ se~ 11

GRAU. D(COMpIIÇ)MJSSO ~.

Ud,

INFORMAÇÃO DA EMPRESA Atividade

Consü[toria. científica, tëcnica e similar

Nature~. Sedé Colablre~ ,; Médja~ei~d~es AntIguid~d,er~1!a Com ensin~’SUperiOr Esiágio,s —.

‘,

ALcácerdo Sal 11’ : 34anos 6anos Sim

,,.

;cÕlaboradores •

Ç65%

Ma uUno~

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‘.3~% Feminn.’

Fatoresáe i~iiaior sátisfação

O “pratica_seumacomunicaçãoabe~~a entre os colaboradores da minha empresa”

O “Soutratado com respeito pelos

- -

meuscolegas”

O’ Tenho orgulho na relação que o o Lii > Iii

N

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o

mantenho com os meus clientes, externos ou internos”

‘~

õ,’déter~apiaquejuntou os coLa~oradores da consultora’~.

* ‘MÁxIMA LIBERDADE’. Todos os assúntos~ãO’ discutidos abe~tàmente na Copirisco e os colaboradóres sabem que á.adrnidistr’~ção é acessíveL etos ~p~ia. Texto: José’Migifel D~ntiüh~ f r’ -

• ps re~u~so~s -hum~~os são a compo nente mais ortante!na consultora. Luf~ Mesquiíâ, pre~idente, qúer tér “pessoas uíotivadas, com espírito aberto,~pos~itivase qualificadas” .-Salient,a que o espírit,o aberto sérve pa~ra in~utira-cuJtura da empres~às pe~soa~ é é’demonstrado, ~través de~tos, diai~iameiite.’E~que á~fpr~nação é essericiaE poi~er’.e para compl~nenta~ as,con’~pë iênciasdos colaboradores, com outras’que aremprésa~ne~essita~Pará desenvolver a sua atividade:: ~Luís Mesçp~ita di~tamb~m qué é rieces sário remunerar as,pess~as em~.fúnção daqullb’que contribuen~ para a empresa~’ Além do salário, os~ ~onsultorés recebem prémios var-iáveis com 6 cunipfhnento de objetivos, ‘rnàs•seiti liihfte ~stabe1eci do. Todos os colaborador~s têm~ se~urd • de sa~úde e fenamentas de trãballi~’co~o portatil ou telemoyel com rplafond E esta a negociar agora á acéssoa~o dentista..

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O trabalho não é~iiipnótono na Copjrisco A equipa técnica tem de ‘ser muito ‘ver sátil, numa ernpr,esa c:oi~i p~Yuãomaisde uma dúzia de pessoãs, ondeo’s côlabora dores, sentem quç’há transparência. Tódos os assuntos são discutidos abertanWnte e os colaboradores sabern~que a adminis’ traçã~éacessfyÇl e os apoi~. Bp,i~no Tava res, consultor sénior, diz que há muita liberdade para a gestãõ do dia a dia de cada um e a tomadà de decisão, ‘álgo quë é confirmaçio por Manuel Andrade, cônsul tor de projetos do Quadro de Referência Estratégico Nacional..

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Terapia de grupo naenipres’a • Na Copiriscqhá s~ssões defe~iag~up~ A mais redente, unia sessão desmile’dance, serviu p~rà medir o ~íveldgØaiçià5)pe~ soas’que-trabalham’na éihpresa. ~Iheçdu: peld’preenchinEieflto: de fonhu1áfi~’p~ avaliar coisas corno o estado de es~ffito de cada’ um perante o trabalho qu a fadigá, uma mediçãô inicial das condições de c~àdã um. Depois, passou se à ação, emiqueç~dã um começou por’dançar indMdualírie’nte e depois em grúpd, todos de mão~dada~ D’e vezem quandb e~a ianç~dó 6~caos e~todps’ tinham de procuràr reãgiii~5ar s~’s~iyiØre ao sonf da música.’A sess~o decôfréu ~ob’ a orientação de um treinador, c~ue colócava as pess~ás a dança~ ffiedi~nteumtpadrãd. Kterariia serviu,p’ara,~Va1~gt o estado de espírito de—cada pessoa; ‘uti’i dado impor’ tantenum momento em c~iie as condiçõès de crise que o país atí’avess~a tendem á des mralizar as pessq~s. Mas Luís Mesquita não pretende ficar por aq~ii nos eventôs déstinãdos afoméntar o êspfrito de grupo, d’e equipa. Em breve,’~ai pbr toda a ~énte a fazer uma pinturá coletiva a patt~ir dejim tema base, onde cada um vai criar a sua parcela sem ver a dos outros: O

fevereiro 2012

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