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EDIÇÃO 400

ANO XLII

DEZEMBRO DE 2011


Dezembro de 2011

Palavra Núcleos e Filiais: Monte Santo de Minas (MG), Carmo do Rio Claro (MG), São José do Rio Pardo (SP), Guaranésia (MG), Nova Resende (MG), Cabo Verde (MG), Alfenas (MG), São Pedro da União (MG), Caconde (SP), Monte Carmelo (MG), Alpinópolis (MG), Rio Paranaíba (MG), Coromandel (MG), Campestre (MG), Serra do Salitre (MG). Unidades Avançadas: Muzambinho (MG), Conceição da Aparecida (MG), Botelhos (MG), Monte Belo (MG), Campos Gerais (MG) e Araguari (MG).

Escritório de Exportação: Santos (SP) Cooperados: 11.969 Funcionários: 1.957 CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Carlos Alberto Paulino da Costa Presidente Carlos Augusto Rodrigues de Melo Vice-presidente Antonio Carlos Oliveira Martins Diretor Administrativo Antonio Carlos Moreno Dimas Silva Jacob João Luiz Cobra Monteiro Leocarlos Marques Mundim Maria Liney Costa Fleury Osvaldo Bachião Filho CONSELHO FISCAL Efetivos Amauri Dias Eduardo Lana da Cruz Ronaldo Miareli Suplentes Elias Jorge Zenun Mario Cézar Ferrari Odenir Ruela SUPERINTENDENTES Joaquim Libânio Ferreira Leite José Eduardo Santos Júnior José Roberto Corrêa Ferreira Lúcio de Araújo Dias Maurício Ribeiro do Valle

4 0 A N O S Tiragem: 12.800 exemplares R. Manoel Joaquim Magalhães Gomes, 400 Caixa Postal 104 - Guaxupé (MG) CEP 37.800-000 Ricardo Dias | MTb 9773 Jornalista Responsável Coordenação: Departamento de Comunicação Telefone: (35) 3696-1025 | 3696-1032 Telefone Geral: (35) 3696-1000 | Fax. (35) 3696-1100 Home page: www.cooxupe.com.br AUTORIZAÇÃO: Permite-se a reprodução total ou parcial de matérias desta edição, desde que não desfigurem os textos e as fontes sejam citadas. 2

Robério Silva toma posse como diretor da OIC

do presidente

COOPERATIVA REGIONAL DE CAFEICULTORES EM GUAXUPÉ LTDA Matriz em Guaxupé - MG

Dezembro de 2011

Super Safra em 2012?

O

café continua com uma volatili- venda de fertilizantes que foi muito alta. Isso dade grande em função da situ- mostra que o produtor está se preocupando ação internacional. Os preços com os tratos culturais das suas lavouras e, estão estabilizados em torno de R$ 480 a R$ consequentemente, teremos um aumento de 520 e acreditamos que não haverá quedas produtividade no futuro - o que é altamente significativas nesses valores. Provavelmen- positivo. Por outro lado, houve um aumento te, no primeiro trimestre de 2012, devemos significativo de mudas no viveiro atestando enfrentar problemas no abastecimento devi- que o produtor está investindo na atividade e do aos baixos estoques e, consequentemente, que teremos um plantio grande de café - ou a pelo alto consumo mundial. As exportações reposição de lavouras decadentes por lavouestão vigorosas e o consumo interno está ras mais novas e bem mais produtivas. muito grande. Se o quadro se mantiver desEstamos trabalhando de forma incansável sa forma - que é o mais para a liberação de recurprovável - teremos folga sos do Fundo de defesa da somente a partir do mês "O que constatamos é que Economia Cafeeira (Funcade junho. fé), destinada a cafeicultoexiste é uma frustração Se propaga uma sures, suas cooperativas e as per safra para o próximo muito grande com relação agroindústrias, para a utiliano. Mas não é bem aszação em custeio, colheita, a florada. As notícias que sim. O que constatamos estocagem e aquisição de é que existe é uma fruschegam dos produtores, Café. Porém, a liberação tração muito grande com está sendo muito lenta. Sados agrônomos e técnicos, relação a florada. As bemos o quanto esse recurnotícias que chegam dos são que realmente haverá so é importante para que produtores, dos agrônoo produtor não disponha uma safra boa, mas mos e técnicos, são que do seu café para realizar não uma super safra" realmente haverá uma investimentos. Quando se safra boa, mas não uma vende por necessidade posuper safra. Essa previde-se levar a depreciação são tem sido espalhada por alguns compra- do valor do café e isso não é viável, já que dores que estão fazendo de tudo para derru- existe o crédito para tal finalidade, fazendo bar o preço e comprar o café mais barato. com que produtor não coloque em risco o seu Dentro desse contexto acredito até em uma faturamento. variação em função dessa especulação e, é Com alegria ao terminar o ano, constaclaro, da situação econômica internacional. tamos que as metas estabelecidaas para 2011 A crise ainda continua crítica e não se vê estão sendo cumpridas. Agradeço a competênprazo para seu desfecho, sobretudo na que cia e empenho dos funcionários e o espírito de abala os países europeus. Somente podere- cooperativismo dos membros dos Conselhos mos afirmar algo de concreto quando a flora- de Administraçao, Fiscal e dos cooperados. da já estiver se transformado em chumbinho Em nome dos meus companheiros da Admie este estiver fixado. Assim, em janeiro tere- nistração quero desejar um Feliz Natal e um mos um parâmetro mais bem definido sobre Novo Ano com paz e prosperidade. essa safra. Internamente, quero destacar o sucesso Carlos Alberto Paulino da Costa da campanha Café com Lucro e também a Presidente

Antonio Carlos Oliveira Martins, Carlos Augusto Rodrigues de Melo, Robério Silva e Carlos Paulino, em evento realizado em São Paulo

Em disputa acirrada o Brasil contou com 80% dos votos dos países produtores

A

Organização Internacional do Café (OIC) elegeu seu novo diretor executivo na 107ª Sessão do Conselho Internacional da Organização, em Londres, de 26 a 30 de setembro. O mineiro e economista Robério Oliveira Silva, diretor do Departamento do Café do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, concorria ao cargo com G. V. Krisna Rau (Índia) e Rodolfo Trampe Taubert (México). O candidato indiano desistiu na primeira rodada e o mexicano Rodolfo T. Taubert retirou a candidatura após constatar que o Brasil possuía mais de 80% dos votos dos países produtores. Robério Silva foi eleito por aclamação dos 77 países da OIC. O superintendente de mercado externo da Cooxupé, Joaquim Libânio Ferreira Leite, foi um dos membros da delegação brasileira que acompanhou a eleição do candidato brasileiro. “Robério Silva está preparado para o cargo, já tendo em seu currículo atuado no exterior e conhece muito bem sobre café”. Os representantes brasileiros que formaram a delegação não tiveram direito ao voto. O voto é dado aos diplomatas de cada país e se dividem em represen-

tantes dos países consumidores e países produtores. A delegação brasileira foi formada por Manoel Vicente Fernandes Bertone, Robério Oliveira Silva e José Gerardo Fontelles, como representantes do Ministério da Agricultura. Ricardo de Rezende Ferraço representou o Senado. Os deputados federais Diego Andrade, Eduardo Brandão de Azeredo, Geraldo Thadeu, Odair José da Cunha representaram a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Cafeicultura. Da Assembleia Legislativa de Minas foram Antônio Carlos Arantes, Carlos Eduardo Venturelli Mosconi e Ulisses Gomes. O deputado federal e atual secretário de Transportes e Obras Públicas Carlos Melles, representou o governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também enviou os representantes Breno Pereira de Mesquita e Maurício Lima Verde Guimarães. O Conselho dos Exportadores de Café do Brasil foi representado por Guilherme Braga Abreu Pires Filho e Carlos Henrique Jorge Brando. Marcos Mendes Reis representou o Conselho Nacional do Café (CNC).

A eleição de Robério Silva consolidou a segunda vitória na área agrícola. Em junho, José Graziano da Silva conquistou o cargo de diretor da Agência das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO). Robério foi secretário-geral da Câmara de Comércio Exterior (Camex) e secretário de Produtos de Base do Ministério do Desenvolvimento, ambos no governo Fernando Henrique Cardoso, além de secretário-geral da Associação dos Países Produtores de Café (APPC) entre 1994 e 2002. Em entrevista à FOLHA RURAL, Silva disse que sua vitória por aclamação representou “a coroação de meu trabalho de 22 anos na área de café e o triunfo da diplomacia brasileira que atuou em estrito contato com o Secretário de Produção e Agroenergia, Manoel Bertone, e com o Assessor Especial do Ministro Gerardo Fontelles”. Ele afirmou que suas metas para o primeiro ano são no sentido de fazer os ajustes necessários na Organização para que ela possa servir aos interesses da cafeicultura mundial. “Creio que o agronegócio café passou por mudanças muito profundas nos seus mecanismos de gestão em todos os países e em todos os segmentos. A profissionalizacao é hoje a marca do setor e há um entendimento por parte da produção de que esta necessita do consumidor, do industrial e do comerciante. Por outro lado, sabemos que o produtor necessita ter uma remuneração adequada para produzir um bom

cafe. Portanto, sou otimista com relação a evolução do setor cafeeiro mundial”. Para ele, o café produzido no Brasil vem dando mostras de excelência a cada dia e conquistando um privilegiado espaço nos blends dos torrefadores internacionais. Ele também elogiou o trabalho desenvolvido pela cooperativa de Guaxupé. “A Cooxupe é um exemplo para o mundo em termos de uma cafeicultura moderna e sustentável. Agrega valor para o produtor e ajuda a disseminar a cultura do café no mundo”, enfatizou. Sustentabilidade do setor Robério Oliveira Silva tem como prioridade colocar a Organização Internacional do Café (OIC) no centro das discussões sobre economia cafeeira mundial. Pretende dar mais dinamismo à organização, não se limitando às duas reuniões anuais realizadas em Londres e aprimorar o sistema de estatística da OIC, com maior transparência ao mercado. A sustentabilidade é um dos temas que deve estar presente nos debates da OIC. De acordo com Robério Silva, os cafés certificados, que representam apenas 8% do consumo mundial, devem aumentar a participação no mercado, já que a demanda é crescente. Finalizando, o diretor reafirmou que a conquista do cargo de diretor executivo da OIC é estratégica para o Brasil, que poderá transmitir para a entidade sua experiência de expansão do consumo. 3


Dezembro de 2011

Produtores conhecem o cooperativismo mineiro

O

município de Fartura fica no interior de São Paulo, a 353 quilômetros da capital. Desde 2007, após uma iniciativa do Sindicato Rural, os produtores de café de Fartura estão em busca de qualidade. O município tem 15.320 habitantes e 800 pequenas propriedades rurais, cerca de 350 produtores, sendo 250 associados ao sindicato. No dia 14 de outubro, 45 produtores de Fartura vieram à Cooxupé conhecer o sistema cooperativista e buscar mais informações sobre os cafés de qualidade. “Sempre ouvimos falar da qualidade dos cafés de Minas e do trabalho da Cooxupé. Reunimos com os produtores e programamos essa visita”, conta José da Costa, presidente do Sindicato Rural de Fartura. O sindicato promove concursos de qualidade para incentivar a produção. Em 2007 realizou o primeiro concurso com 18 concorrentes e este ano o número de inscritos subiu para 124. Um dos cafés selecionados no concurso interessou à Cooxupé para compor um embarque destinado ao exterior. O grupo visitou o Complexo Industrial Japy para conhecer o recebimento de café a granel e o armazenamento em bags.

Logo depois visitaram o armazém e o laboratório de análise de café. Delcia Tereza Varraschi achou interessante como é feita a classificação do café. “É um trabalho bonito desse pessoal e todo nosso esforço de mexer corretamente o café no terreiro, aparece aqui, na hora da bebida”. Onofre Benatto, 77 anos, produtor de café e leite, gostou da experiência. “A gente nunca sabe tudo o que é preciso, é sempre bom ouvir quem também enten-

de do assunto”. Ele produz cerca de 400 sacas de café e ficou admirado com a estrutura da Cooxupé. “Como conseguiram fazer isso tudo?” Bate papo com a diretoria O presidente da Cooxupé, Carlos Paulino reuniu-se com os produtores de Fartura no auditório e falou da gestão de uma cooperativa. “Uma associação

ou cooperativa tem que ser administrada como uma empresa, com gestão e transparência. Só assim é possível alcançar o sucesso”. Lúcio Araújo Dias, superintendente de operações e comercial de mercado interno, destacou a importância da cooperativa na prestação de serviços ao cooperado. “O segredo do sucesso é a continuação. A cooperativa tem que fazer bem feito o que o produtor não consegue fazer sozinho. Comprar insumos com preços bons, vendar o café no mercado e fornecer outros serviços como armazenagem e assistência técnica ao produtor”. Sônia de Fátima Barbosa dos Santos é funcionária do Sindicato e disse que é gratificante ver os produtores colherem os frutos da dedicação. “A maioria é de pequenos produtores de agricultura familiar que aos poucos estão se modernizando e comprando os maquinários necessários para fazer um café de qualidade”. O presidente do sindicato, José da Costa, agradeceu a recepção e completou: “Nossa visita foi bastante produtiva. Viemos ao lugar certo para conhecer a força da união e do cooperativismo”.

Coccapic

Dezembro de 2011

O

complexo industrial Japy foi inaugurado em março e desde então desperta a curiosidade de visitantes em conhecer o projeto pioneiro da Cooxupé de armazenagem de café em bags e recebimento do café a granel. Em 07 de outubro a Cooxupé recebeu integrantes da Cooperativa Agrícola de Jaguaré (Coccapi) que fica no Espírito no Santo. Após visitar o complexo Japy foram até o núcleo de Monte Santo de Minas para acompanhar o recebimento de café em uma unidade menor. O laboratório de análise de café também chamou a atenção dos visitantes pela modernidade e o critério de prova cega. O café vem com um código de barras para a mesa de prova e não com o nome do produtor. “Estamos impressionados com a grandiosidade da Cooxupé, a organização e a seriedade com que cada trabalho é desenvolvido”, afirmou Matuzalem Raymundo Dazzi, presidente da Coccapi. Ele veio acompanhado do engenheiro civil Leonardo de Carvalho e a gerente de projetos Dettini Calv. Hélio de Carvalho, Antonio Carlos Oliveira Martins e Carlos Augusto Rodrigues de Melo recebem os visitantes Leonardo, Kettini e Matuzalem

Universitários de 7 países em intercâmbio visitam a Cooxupé

Cooperativa de Crédito Rural dos Plantadores de Cana da Zona de Guariba na Cooxupé

Os produtores conheceram toda a estrutura da Matriz; abaixo, homenagens às visitantes e o presidente José da Costa ladeado por Carlos Paulino, Carlos Augusto e Hélio Carvalho, da Cooxupé

N

C

onhecer a economia, cultura, tecnologia e educação do Brasil. É para essa finalidade que 26 universitários de 7 países estão fazendo um intercâmbio de seis meses no Brasil. E a Cooxupé foi um dos pontos de parada desse grupo. No auditório, Flávia Romero Sacchetto, do departamento de Novos Produtos, apresentou os programas de sustentabilidade desenvolvidos na Cooxupé e depois acompanhou os alunos até o Complexo Industrial Japy e o laboratório de análises de café. “Não poderíamos deixar de visitar a Cooxupé, ela é importante para mostrarmos a força do cooperativismo e do agronegócio”, afirma Leonardo Rezende, analista de Administração de Negócios da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo, campus Ribeirão Preto (FEA-RP). Os alunos são estudantes de Administração, Economia e Negócios Internacionais nos países Alemanha, Bélgica, Colômbia, Finlândia, França e Suíça. 4

ada melhor do que trocar experiências e ouvir opiniões de outras cooperativas antes de tomar decisões. Integrantes da Coopecredi (Cooperativa de Crédito Rural dos Plantadores de Cana da Zona de Guariba) visitaram a Agrocredi (Cooperativa de Crédito Rural dos Cafeicultores e Agropecuaristas em Guaxupé Ltda).Eles vieram conhecer as vantagens e dificuldades de uma cooperativa de crédito que já trabalha com livre admissão. A Coopecredi admite no seu quadro social somente produtores rurais. Para completar a visita o grupo reuniu-se com a diretoria da Cooxupé para tomar um bom café e trocar informações. Na foto acima estão Carlos Paulino (presidente Cooxupé), Geraldo Souza Ribeiro filho (diretor-presidente Agrocredi), Delson Luiz Palazzo (diretor administrativo Coopecredi), Raul Bauab Junior (conselheiro fiscal Coopecredi), Carmem Izildinha Carneiro Leão Penariol (conselheira fiscal Coopecredi), Antonio Carlos Pongitor (gerente geral Coopecredi), Ricardo Bellodi Bueno (conselheiro de administração Coopecredi), Antonio Lourival Junqueira (diretor financeiro Agrocredi), Paulo Sergio Gornati (diretor administrativo Agrocredi), Ismael Perina Junior (diretor presidente Coopecredi), Luiz Ricardo Freire de Mattos Barretto (conselheiro de administração Coopecredi), Francisco Antonio de Laurentiis Filho (conselheiro de administração Coopecredi), Antonio Carlos Oliveira Martins (diretor administrativo Cooxupé), Roberto Cestari (diretor operacional Coopecredi).

5


Dezembro de 2011

Indicador

agropecuário

Leia aqui como o mercado influenciou os preços dos produtos agropecuários em agosto e quais as perspectivas para setembro de 2011

TRATORES NOVOS E USADOS

R$ (cálculo feito por agências em 11/11/2011)

MARCA

MODELO

2011

2010

2009

2008

2007

2006

4283 - 4 x 4

99.000

2005

MASSEY

80.000

65.000

58.000

49.000

45.000

38.000

MASSEY 275 4x4 cafeeiro 84.000

65.000

61.000

52.000

45.000

40.000

35.000

MASSEY

4275

85.000

68.000

58.000

45.000

39.000

36.000

33.000

MASSEY

4265

82.000

65.000

52.000

42.000

36.000

33.000

30.000

MASSEY 265 - cafeeiro

76.000

58.000

50.000

40.000

35.000

32.000

30.000

VALMET

BF 75 - 4 x 4

80.000

75.000

70.000

58.000

53.000

46.000

42.000

VALMET

A 850

95.000

90.000

85.000

-----

-----

-----

-----

PRODUTO

CAFÉ

ARROZ

LEITE

MILHO

Meses Nov/10

320,00 188,90

3,05

Junho/11

505,00 318,21

2,18

Nov/11

485,00 275,72

2,59

Na primeira semana de novembro a comercialização de arroz em casca no Rio Grande do Sul esteve bastante lenta. Produtores consultados pelo Cepea permanecem na expectativa de que o preço da saca aumente nas próximas semanas e por esse motivo estiveram retraídos. Além disso, produtores estão voltados ao plantio da nova safra, especialmente nas regiões onde o sol voltou a brilhar. Empresas destacam ainda a aproximação do final do ano, quando é comum o mercado do arroz ter baixa comercialização. Entre as causas estão as férias coletivas de empresas e a mudança no foco de consumo do brasileiro.

Nov/10

30,00

17,70

24,06

Junho/11

19,00

11,97

45,00

Nov/11

29,00

16,49

29,24

Nov/10

0,79

0,46

774,70

Jun/11

0,86

0,54

772,67

Nov/11

0,89

0,51

786,52

Nov/10

25,00

14,75

28,88

Jun/11

25,00

15,75

34,20

Novembro/11 29,00

16,49

29,24

Novembro/10 100,00

59,07

7,05

Junho/11

90,00

56,71

9,38

Novembro/11 105,00

59,69

7,97

Novembro/10 45,00

26,56

19,48

Junho/11

44,00

27,73

20,70

Novembro/11 48,00

27,29

20,58

PODER DE TROCA: Sacas necessárias para adquirir 1 t de 20-05-20

PODER DE TROCA: Sacas necessárias para adquirir 1 t de 04-14-08 + zinco

L Produtores rurais de Uberlândia reclamam da baixa antecipada do preço do leite. O produto teve queda média de 0,3 % E em todo o país no mês de outubro. Em Minas Gerais a redução registrada foi de 1%. O motivo, segundo pecuaristas da região, I está relacionado a importação de leite pelo Governo Federal. Uma das alternativas encontradas pelos pecuaristas foi reduzir a T qualidade do alimento dado aos animais, o que inibe o aumento da produção. E C

PODER DE TROCA: Litros necessários para adquirir 1 t de ração 22% AE

O mercado de milho no período de meados de outubro a meados de novembro se manteve praticamente estável, variando dentro de uma faixa de R$1,00 para cima e para baixo, apesar das grandes expectativas que as commodities passaram frente as incertezas econômicas financeiras mundiais. A colheita norte americana está no seu final sem maiores novidades e o plantio da nova safra de verão no Brasil segue em bom ritmo com ótimo desenvolvimento vegetativo. Os efeitos do fenômeno La Nina, se mostram moderados até o momento e há expectativas que tenhamos a maior safra de milho do país.

PODER DE TROCA: Sacas necessárias para adquirir 1 t de 04-14-08 + zinco

PODER DE TROCA: Sacas necessárias para adquirir 1 t de 04-14-08 O Brasil deverá produzir na temporada 2011/12 um recorde de 75,5 milhões de toneladas de soja, estimou a consultoria Céleres, que elevou a sua estimativa na comparação com o volume de 75,18 milhões de toneladas da projeção de outubro. A se confirmar a previsão a safra 2011/12, superaria o recorde anterior de 2010/11 quando o Brasil produziu 74,87 milhões de toneladas. A maior produção esperada ocorre em meio a um aumento na previsão de área plantada. O Brasil terá um plantio de 25,11 milhões de hectares. A previsão de plantio para 2011/2012 indica um aumento de cerca de 1 milhão de hectares em relação a safra passada.

SOJA

PODER DE TROCA: Sacas necessárias para adquirir 1 t de 00-20-10 Cebola: No início de novembro, alguns produtores de Ituporanga (SC) e Irati (PR) iniciaram a colheita da cebola superprecoce e a comercialização deve acelerar em meados de novembro. Em Monte Alto e São José do Rio Pardo (SP) apesar da menor oferta, as cotações não subiram, como era esperado. Hortaliças: A expectativa é de preços reduzidos até dezembro. O início do período de chuvas em conjunto com as altas temperaturas devem impulsionar os preços no último mês do ano. Preços: cebola nacional (20 kg) R$ 11,00 a R$ 16,00; beterraba R$ 12,00 a R$ 14,00 (cx 25 kg); cenoura de R$ 12,00 a R$ 14,00 (cx 25 kg); repolho R$ 7,00 a R$ 14,00 (sc 30 kg); pepino caipira R$ 9,00 a R$ 12,00 (cx 25 kg); tomate R$ 25,00 a R$ 35,00 (cx 25 kg); pimentão R$ 8,00 a R$ 15,00 (cx 12 kg); berinjela R$ 7,00 (cx 12 kg); jiló R$ 15,00 a R$ 20,00 (cx 19 kg); Abobrinha R$ 13,00 a R$ 15,00 (cx 20 kg); couve-flor R$ 10,00 a R$ 11,00 (grade); feijão vagem R$ 27,00 a R$ 30,00.

HORTALIÇAS

CANA

CARNES

US$

PODER DE TROCA: Sacas necessárias para adquirir 1 t de 04-14-08

C E B O L A

Nov/10

10,00

5,90

70,50

Jun/11

11,00

6,93

76,73

Nov/11

13,00

7,39

64,38

O mercado de etanol tem se mantido estável no correr desta safra, mas em patamar relativamente alto, reduzindo o consumo interno. Com base em dados da ANP (Agência Nacional de Petróleo) relativos ao consumo até agosto, constata-se que na parcial deste ano foram vendidos 12.919 bilhões de litros de etanol (7.262 de hidratado e 5.658 de anidro), quase 1,5 bilhão a menos que em igual período de 2010. As exportações têm seguido a mesma tendência. De abril a outubro foram 1.188 bilhão de litros embarcados contra 1.215 bilhão no mesmo período do ano passado. Além dessas reduções das demandas, deve chegar ao país cerca de 1,2 bilhão de litros de etanol importado.

Nov/10

42,64

25,17

22,65

Jun/11

61,03

38,46

16,19

Novembro/11 59,08

33,59

22,00

A reação do preço da arroba do boi gordo, que antes era tratada como uma especulação dentro do mercado, agora vem se tornando realidade. O preço da arroba em Mato Grosso “acordou “ no fim de outubro, quando já se fazia notória uma menor oferta de bois terminados para o mês de novembro, propiciando com que os compradores fizessem melhores ofertas. Apesar de as escalas de abate nos frigoríficos do estado ainda se situarem em uma zona de conforto, já há um indicativo de redução na programação dos bois comprados, o que pode trazer força para novas altas.

F R A N G O

PODER DE TROCA: Toneladas necessárias para adquirir 1 t de 18-00-27

PODER DE TROCA: Quilos necessários para adquirir 1 t de ração final

Nov/10

1,70

1,00

424,70

Jun/11

1,55

0,98

551,61

Nov/11

2,05

1,17

413,66

1 - DATA DE REFER NCIA: 10/11/2011 2 - Café preço médio RA 1 COOXUPÉ 3 - Os volumes são líquidos recebidos pelo produtor 4 - Dólar: Câmbio Flutuante - preço de compra R$ 1,759 (No caso do leite, descontar frete e Funrural). 6 - Analistas Cooxupé: Heberson Vilas Boas Sastre (café), Carlos Henrique Escudeiro (milho), José Maria Breda Júnior (hortaliças) e Antonio Conrado Franco Fernandes 6

em Muzambinho

Dia de Campo reúne produtores

Nacional do Café) e cooperativas, com a coordenação do Cecafé. O uso de EPI (Equipamento de Proteção Individual) também foi um dos assuntos tratados na palestra. Mário explicou que o não uso do EPI pode levar à intoxicação aguda e crônica, que demora até anos para aparecer. O Brasil e o mercado de café

Poder de Troca

Embora o preço do café na bolsa de NY tenha subido quase 3000 pontos durante o mês, o fechamento foi praticamente inalterado. Em reais, devido à baixa do dólar, tivemos uma queda em torno de 5% nos preços da bica corrida. Mesmo com o mercado caindo, os fundos reduziram suas posições vendidas, isso mostra um momento de fraqueza do mercado. Com o cenário financeiro Europeu os preços das commodities podem voltar a subir, uma vez que o fundamental continua firme: estoques baixos e demanda forte no curto prazo poderão sustentar os preços.

As chuvas no interior paulista fizeram com que alguns produtores perdessem um pouco da qualidade do feijão, passando de extra para especial. Esta é uma das causas para a relativa falta de grãos mais claros no mercado. Nas regiões produtoras os preços pagos acabaram apresentando um pequeno recuo.

FEIJÃO

R$

Dezembro de 2011

A

Cooxupé em parceria com o Cecafé – Conselho dos Exportadores de Café do Brasil reuniu cerca de 100 produtores em um dia de campo, no Bairro Palméia, em Muzambinho – MG, no dia 13 de setembro. João Batista Vivarelli, engenheiro agrônomo da CATI – Coordenadoria de Assistência Técnica Integral, de São João da Boa Vista – SP orientou os produtores sobre calagem, aplicação de gesso e a maneira correta de fazer amostragem de solo e foliar. O engenheiro agrônomo da Cooxupé, Mário Ferraz de Araújo, falou do programa Café Seguro que desde 2009 propaga o uso de boas práticas agrícolas. “A nossa intenção é conscientizar o produtor e orientá-lo sobre os cuidados a serem to-

As exportações no Brasil correspondem a 34% da exportação mundial de café. Hoje produzimos mais, do que há dez anos, considerando a mesma área. O produtor aprimorou técnicas e melhorou a produtividade. Essas informações foram apresentadas por Eduardo Heron Santos, gerente de Tecnologia da Informação do Cecafé. O café é a segunda maior bebida consumida no mundo, só perde para a água e dados da OIC (Organização Internacional do Café) divulgam um crescimento de 2,5% ao ano no consumo mundial. “Somos o maior produtor de café e temos as leis ambientais e trabalhistas mais rigorosas. É importante darmos ao

mados na produção do café para garantir um grão saudável e livre de contaminantes”, destaca Mário. A criação do programa Café Seguro foi uma resposta às exigências dos mercados consumidores. Cada país tem o seu Limite Máximo de Resíduos (LMR) e o Brasil como exportador de alimentos deve respeitar a legislação do país importador. “O produtor só deve usar na lavoura produtos recomendados pelo engenheiro agrônomo e no período adequado, respeitando o prazo de carência de cada produto”, afirma Mário Ferraz. O programa Café Seguro é formado por várias entidades ligadas ao setor cafeeiro, como Ministério da Agricultura, Embrapa Café, CNA (Confederação Nacional da Agricultura), CNC (Conselho Eduardo Heron Santos, do Cecafé

Mário Ferraz, da Cooxupé

café a sustentabilidade que o mercado exige e produzir de forma responsável”, destaca Eduardo. Para Eduardo, a aprovação da negociação do café brasileiro na bolsa de valores a partir de 2013 foi uma grande conquista e isso mostra a pujança da cafeicultura. Eles aprovaram Cooperados participaram atentos de todas as palestras e visitaram os estandes das empresas que estavam expondo no local. “Sempre que posso participo dessas palestras. Só assim podemos reciclar nossos conhecimentos”, afirma Edwar Martins Labanca, proprietário do Sítio Cafezal que assistiu as palestras acompanhado do filho Régis Francis. 7


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COOXUPÉ É A 13ª maior no XV RANKING MERCADOCOMUM DE EMPRESAS MINEIRAS

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MercadoComum, Revista Nacional de Economia e Negócios, apresentou o XV Ranking de Empresas Mineiras.Todas as empresas com sede em Minas Gerais que, até o dia 8 de julho, publicaram ou encaminharam diretamente à redação os seus balanços e demonstrações de resultados relativos ao exercício de 2010 estão contempladas neste estudo. Compreendendo quase 2 mil empresas pesquisadas e abrangidas nesta pesquisa, elas são, em sua maioria, sociedades anônimas e algumas de capital aberto. A Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé, a COOXUPÉ, é a segunda colocada no segmento de Indústria de Transformação; 23ª em Transporte/ Armazenamento; ocupa a 10ª colocação dentre as principais empresas exportadoras do Estado; 41˚ lugar dentre as maiores empresas por expansão de vendas; 38ª colocação nas empresas com melhores índices de liquidez geral; 46ª lugar em maior número de funcionários e o 52ª em lucro líquido. No ranking geral a Cooxupé é a 13ª maior empresa do Estado de Minas Gerais. LEVANTAMENTO - A análise desenvolvida pela equipe técnica da MinasPart

Desenvolvimento Empresarial e Econômico Ltda, abrange, todos os setores da atividade econômica estadual e neles se encontra agrupado e classificado o conjunto das 500 maiores empresas. No Setor Terciário se concentram 69,2% do total das empresas classificadas entre as maiores – ou seja, em número de 164. No Setor Secundário elas são 236 e representam 24,4% do total e, no Setor Primário 31 empresas listadas equivalem a 6,3% do total - o que, em certa medida, reproduz a realidade da estrutura setorial do PIB-Produto Interno Bruto de Minas Gerais. O estudo leva em consideração, para efeito da escolha das empresas objeto da análise, que o domicílio fiscal das mesmas seja o de Minas Gerais. Assim, por exemplo, mesmo exercendo intensa atividade econômica em Minas Gerais, os números não estão contemplados nas análises, exceto quanto às exportações de seus produtos locais. Dentre as empresas compreendidas nesta análise, 77,4% registraram lucros em 2010 e 22,6% prejuízos. Em 2009 foram 68,2% e 31,8 respectivamente. Houve uma expansão real de 19,5% – deflacionada pelo IPCA no lucro líquido total

das 500 Maiores Empresas Mineiras apurado em 2010 em relação ao exercício anterior. Em termos nominais, o crescimento foi de 26,5%. A soma dos lucros apurados neste estudo alcançou R$ 22,079 bilhões e corresponde a 12,03% da receita operacional líquida contabilizada. A receita operacional líquida consolidada de todas

as 500 empresas listadas neste estudo totalizou R$ 183,483 bilhões, registrando-se uma variação real de 17,0% em relação ao exercício anterior e 17,0% em termos nominais. Pode-se afirmar, com razoável grau de acerto, que o valor total das receitas operacionais líquidas apuradas neste estudo corresponde a 56,6% do PIB-Produto Interno Bruto estimado para o Estado de Minas Gerais em 2010, o que evidencia a representatividade deste estudo. Vale destacar os seguintes aspectos relevantes da análise extraída dos dados apresentados: das 500 maiores empresas analisadas, 172 registraram em 2010 receitas operacionais líquidas superiores a R$ 100 milhões (eram 133 em 2009), 40 acima de R$ 1 bilhão (eram 27 em 2009) e três acima de R$ 10 bilhões. Relativamente ao patrimônio líquido das empresas contabilizado em 2010, 38 foram superiores (31 em 2009) a R$ 1 bilhão e quatro, maiores de R$ 10 bilhões. Quando agrupadas por ativos totais, sete se encontravam na faixa superior a R$ 10 bilhões, e 64, acima de R$ 1 bilhão. O maior lucro líquido apurado pertence à CEMIG-Cia. Energética de Minas Gerais, que somou R$ 2,258 bilhões em 2010.

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21º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso

illycaffè revela 9 cooperados dentre os 50 finalistas Luiz Evandro explica que foram enviadas pela Cooxupé 52 amostras para o 21º prêmio Ernesto ILLY de qualidade do café para Espresso

Aumento de mais de 30%

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cabam de ser definidos os 50 finalistas do 21º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso. Mais uma vez, o destaque fica para Minas Gerais, que conquista 48 posições na lista com os melhores cafés brasileiros da safra 2011/2012 e, destes, 9 são cooperados. O estado de São Paulo conquistou as outras duas posições. Conforme explicou Luiz Evandro Ribeiro, coordenador de Classificação de Café da Cooxupé, 9 cooperados tiveram suas amostras classificadas dentre os 50 melhores do Brasil sendo que 4 foram enviadas pela Cooxupé. “O departamento de classificação identifica os cafés de qualidade e, em contato com o cooperado, prepara a amostra de café (1,5kg) e a envia para o concurso. Foram enviadas pela Cooxupé 52 amostras para o 21º

CONHEÇA OS 9 COOPERADOS FINALISTAS DO 21˚ PRÊMIO ILLY prêmio Ernesto ILLY de qualidade do café para Espresso. Ele enfatiza que para se conseguir um café de qualidade existe um segredo: ter um bom manejo na secagem do café. O coordenador Luiz Evandro também já foi premiado no concurso. “Tenho o privilégio de ter sido premiado dentre os 3 mehores classificadres por 7 vezes e estou no páreo novamente nesse Concurso. Os nomes dos vencedores serão divulgados em março de 2012”, concluiu. Um dos concursos mais importantes da cafeicultura do país, o prêmio da illycaffè busca valorizar centenas de fornecedores, que produzem os grãos que compõem o blend illy, distribuindo cerca de R$ 180 mil aos melhores produtores e classificadores do Brasil. Mais que laurear bons fornecedores, a torrefadora italiana pretende com o prêmio colocar em primeiro

Cabo Verde Anadel Tejada de Podesta Marçal Vieira Guedes Viriato Ferreira de Carvalho Guaxupé Armando Santos Júnior José Bernardes de Santana Maria Ângela Ribeiro do Vale Marina Scognamiglio R. Vale Rio Paranaíba Clóvis Carvalho São José do Rio Pardo Homero Teixeira Macedo Júnior plano o esforço desses cafeicultores para alçar seus cafés a um padrão de excelência compatível com os melhores grãos do

Cursos do SENAR e COOXUPÉ qualificam cooperados

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ualificar o produtor rural e seus funcionários para melhor desempenhar suas funções no trabalho. Pensando nisso a Cooxupé e o Senar Minas (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) assinaram em fevereiro desse ano um convênio para a realização de cursos gratuitos de formação profissional rural. Até novembro foram realizados 153 cursos. “O convênio atende grande, médio ou pequeno produtor de café. O objetivo é aplicar os cursos onde há demanda por capacitação e deixar os produtores aptos para atender às exigências do mercado principalmente quanto às certificações”, explica Mário Ferraz de Araújo, engenheiro agrônomo e coordenador de desenvolvimento técnico da Cooxupé. 8

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mundo. “Foi muito difícil selecionar os 50 finalistas, dada a alta qualidade dos cafés apresentados”, afirma Aldir Alves Teixeira, consultor técnico da illycaffè, que preside a comissão julgadora. “As notas foram tão altas que muitos outros poderiam ser qualificados como finalistas, mas tivemos de selecionar os melhores entre os melhores para chegar aos 50”, completa.

No total 1820 trabalhadores rurais foram treinados de fevereiro a novembro. Os cursos mais solicitados são de operação e manutenção de derriçadeira, operação e manutenção tratores agrícolas, cultivo de plantas industriais (café), aplicação de agrotóxicos e operação e manutenção de colhedoras automotriz. O convênio atinge 18 municípios: Alfenas, Alpinópolis, Arceburgo, Botelhos, Cabo Verde, Campestre, Campos Gerais, Carmo do Rio Claro, Conceição da Aparecida, Guaranésia, Guaxupé, Itamogi, Juruaia, Monte Belo, Monte Santo de Minas, Muzambinho, Nova Resende e São Pedro da União. O investimento da Cooxupé é de R$ 150 mil. A primeira fase do convênio foi cus-

teada pelo Senar Minas também no valor de R$ 150 mil. Segurança no trabalho Em Muzambinho, no bairro Patrimônio, cooperados participaram nos dias 08, 09 e 10 de setembro do curso de Aplicação Manual de Defensivos Agrícolas promovido por meio do convênio Cooxupé/ Senar Minas. O curso contou com a participação de 11 pessoas, entre cooperados e seus colaboradores. Temas como uso de equipamentos de proteção individual (EPI), tríplice lavagem, descarte de embalagens, manutenção do pulverizador costal e segurança no trabalho foram abordados durante o curso.

De junho a setembro deste ano, quase 500 amostras foram enviadas à Porto de Santos/illycaffè, empresa responsável pelo recebimento dos grãos para o prêmio e pela compra e exportação dos cafés brasileiros à illycaffè. Houve um acréscimo de cerca de 30% em relação à 20ª edição do Prêmio, demonstrando a confiança que os produtores tiveram na qualidade da safra 2011/2012. Os cafés apresentados vieram de diferentes Estados do Brasil: Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Bahia, Goiás e Espírito Santo. A Comissão Julgadora, formada por especialistas nacionais e internacionais, presidida pelo Dr. Aldir Teixeira, da Assicafé, analisa os cafés pela classificação das amostras quanto ao aspecto, seca, cor, tipo, peneira, teor de umidade, seleção de grãos no equipamento de ultravioleta e quanto à qualidade da bebida, com degustação em prova de xícara e para espresso. Após esta criteriosa análise que revelou os 50 finalistas nova codificação será dada às amostras e a Comissão Julgadora se reunirá novamente para analisar e selecionar os dez vencedores que serão anunciados na aguardada cerimônia de entrega do 21º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso, em março de 2012, em São Paulo. Mais de US$ 4 milhões Em sua 21ª edição, o prêmio da illycaffè consagra uma parceria da torrefadora italiana com os produtores brasileiros, que já rendeu mais de US$ 4 milhões distribuídos desde 1991. A expectativa é grande para conhecer os dez primeiros colocados. Em reconhecimento à qualidade do que produzem, os 10 melhores cafeicultores recebem, respectivamente, R$ 50 mil, R$ 35 mil, R$ 18 mil, R$ 9 mil, R$ 5 mil e, do sexto ao décimo lugares, R$ 2 mil. Todos os demais finalistas recebem R$ 1,2 mil. Além dos produtores, o concurso premiará cinco classificadores: o primeiro colocado ganha R$ 3,5 mil; o segundo, R$ 2,5 mil; o terceiro, R$ 1,5 mil; o quarto, R$ 1 mil e o quinto colocado, R$ 1 mil. A premiação entregará ainda o Diploma de Reconhecimento às Melhores Práticas e Sustentabilidade, para a propriedade mais comprometida com a sustentabilidade no trabalho com o café. Na mesma noite, será anunciado o Fornecedor do Ano safra 2011/2012 e concedido o Diploma de Reconhecimento aos Agentes dos classificadores vencedores, pelo apoio aos produtores durante a safra e pela propagação do conceito do café de alta qualidade no Brasil. 9


Dezembro de 2011

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15ª edição café com lucro supera recordes U

ma semana de negócios. A décima quinta Campanha Café com Lucro (CCL) teve inicio em 21 de setembro e encerrou no dia 27. Os cooperados foram recebidos com uma mesa farta para o café da manhã e muita disposição dos nossos vendedores e agrônomos para atendê-los nas suas necessidades de compras. A abertura da campanha foi simultânea em todos os núcleos, filiais e unidades avançadas. O presidente da Cooxupé, Carlos Alberto Paulino da Costa destacou as vantagens de participar da CCL. “Essa parceria da Cooxupé e cooperados possibilita aos cafeicultores a manutenção de suas lavouras com tratos adequados para obter uma maior produtividade e dar sustentabilidade à atividade”. A CCL colocou à disposição de seus cooperados um pacote de produtos e serviços: comercialização dos insumos com garantia de qualidade e entrega. Assistência técnica, financiamento a prazo de colheita e a possibilidade de fixação do preço do café na época em que o produtor achar oportuno, com bônus de desconto no ato do pagamento. E após a colheita o cooperado tem a garantia de armazenar o seu café com segurança e comercializar de acordo com a sua necessidade.

O superintendente de Desenvolvimento do Cooperado, José Eduardo dos Santos Júnior falou da novidade da 15ª CCL. “Os cooperados podem adquirir fertilizantes e recebê-los ensacados ou em bag’s. Essa nova modalidade permite uma significativa redução no custo de mão de obra”. Dirceu Araújo Custódio, proprietário do Sítio Areias, em Juruaia, participou da CCL pela quinta vez e achou vantajosas as opções de pagamentos que a Cooxupé oferece. “Comprei fertilizantes, defensivos, tudo o que a minha lavoura precisa e vou pagar no ano que vem”. Os números comprovam a confiança que os cooperados depositam no trabalho da Cooxupé que permitiu que a CCL se transformasse em uma história de sucesso e chegasse na sua décima quinta edição.

Guaxupé

Carmo do Rio Claro

Números 15º Café com Lucro

Cooperados atendidos: Orçamentos emitidos: Orçamentos emitidos 1 dia:

7.192 10.812 3.536

Monte Santo de Minas

Comparando os valores em reais das campanhas de 2011 (CCT, CAVA e CCL) houve um crescimento de 61% em relação às campanhas de 2010.

Alfenas

Nova Resende 10

Cabo Verde

Monte Belo

Campos Gerais

Alpinópolis

Monte Carmelo

São José do Rio Pardo 11


$

Dezembro de 2011

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de vendas

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2.000 M2 na beira da represa de Furnas, estrada para Ilicinea, com asfalto, luz água de mina, próximo à ponte torta. Tratar fone (16) 8118-3767. 1,5 ALQUEIRE, 9.500 pés de café, com 5 e 6 anos, terra boa, mecanizável, a 3 km do asfalto, em Carmo do Rio Claro, com reserva legal. Tratar com Jairo, fone (35) 9952-4707. 44 HECTARES a 12 km de Carmo do Rio Claro, estrada Carmo/Ilicinea, terra de cultura, 12 mil pés de café em produção, 5 mil pés de eucalipto, casa sede, barracão, boa de água. Tratar fone (35) 9929-5808. 108,8 HECTARES a 10 km do asfalto e 24 km de Carmo do Rio Claro. Terras de cultura, ideal para produção de cafés de qualidade, casa sede antiga, agradável, curral de aroeira, com embarcador, boa de água, açudes, 15 kwa de energia, 4 mil pés de eucalipto de 20 anos, 20 mil pés de café em produção. Tratar fones (35) 3561-1646, (35) 9133-1403. 17 ALQUEIRES em café, 160 mil pés de café, 1 casa para empregado, café com alta produção, a 1 km do asfalto, em Guaxupé. Tratar com Brito, fones (35) 8854-0282, (35) 9182-6866, (35) 9810-9720. 57 ALQUEIRES margeando o lago de Furnas, casa, luz, terra própria p/ plantio de café. Tratar fone (35) 9997-6721. 17 ALQUEIRES todo formado em café, todo irrigado, casa, luz e com fundo p/ represa de Furnas. Tratar fone (35) 9997-6721. 154 ALQUEIRES, formado empasto, às margens do lago de Furnas. Tratar fone (35) 9997-6721. 258 HECTARES, sendo 70 hectares em lavoura de soja c/ 9 anos, pastagem natural e pastagem formada, sede, ordenha, 2 regos de água, na região de Lagamar dos Coqueiros, próximo a Coromandel. Tratar c/ Oduvaldo, fones (34) 3841-1542, (34) 3841-1420. 169 HECTARES com curral, barracão, sede boa, próprio para criar e plantar, em Lagamar dos Coqueiros, próximo a Coromandel. Tratar com Oduvaldo, fones (34) 3841-1542, (34) 3841-1420. 14 ALQUEIRES com 80 mil pés de café, 2 galpões com giro vent, máquina beneficiadora de café D’Andrea e secador de café. Pátio com 1200m2, cimentado. Casa para caseiro, 500 pés de abacate e eucalipto. Situado no bairro Alves, em São Pedro da União. Tratar com João, fone (35) 3554-1113. 10 ALQUEIRES em Itajaó, c/ 27 mil pés de café, barracão. Aceito imó-

vel urbano em Carmo do Rio Claro como parte do pagamento. Tratar com Jairo, fone (11) 3742-5823.

MADEIRA de EUCALIPTO, serrada para construção. Tratar fones (35) 3573-1602, (35) 9959-4401.

3 ALQUEIRES a 4 Km de Alpinópolis, no sentido de Carmo do Rio Claro. Vendo ou ALUGO. Tratar fone (35) 9956-9295.

MUDAS DE CANA-DE-AÇÚCAR, BR86-7515, bom aproveitamento p/ produção de cachaça e trato de bovinos. Tratar (35) 3573-1602, (35) 99594401.

2,5 ALQUEIRES, a 5,6 km do centro de Caconde, no bairro Bocaina, parte asfaltada, com energia elétrica, muita água, duas moradias com água encanada, 5000 pés café, curral, terreiro, jardim, pomar e lago. Tratar com Hélio, fone (19) 3255-5300.

NEGÓCIOS & OPORTUNIDADES MUDAS DE CAFÉ Bourbon IAC J19. Tratar fones (35) 3573-2264, (35) 9942-7222. GRANJA de poedeira para 2500 galinhas, em Monte Belo. Tratar fone (35) 9917-5094. MUDAS DE CAFÉ - Tratar fones (35) 9820-4798, (35) 3221-7788. REBOQUE para motos, reforçado, pouco uso. Vendo ou troco. Tratar fone (35) 9964-4258. PAR DE RODAS de carro de boi, de óleo bálsamo. Tratar fone (35) 3561-1065. ESTERCO DE GALINHA e cama de frango c/ casca de amendoim. Entregamos em qualquer região. Tratar fones (35) 3551-7765, (35) 9813-7765, (35) 9972-7765. FORNO semi-industrial novo, medidas 1 x 0,90 x 0,50 m, a gás. R$ 850,00. Tratar c/ Jefferson, fone (34) 3831-3205. TACHO para fabricar doce, de inox, a vapor, 300 litros. Tratar com Antonio ou Thales, fones (35) 9168-9870, (35) 9818-1192. VIVEIRO BARRO PRETO registrado, em Caconde (SP): mudas de café, cedros, palmeiras, eucaliptos e outras variedades. Aceitamos ENCOMENDAS antecipadas com ótimos preços. Tratar com David, fones (19) 9766-3815, (19) 8285-2877 ou pelo e-mail mudasbarropreto@hotmail.com ALAMBIQUE em funcionamento, completo, c/ capacidade p/ produzir 1.500 a 2.000 litros/dia. Tratar fones (35) 3573-1602, (35) 9959-4401. MOURÕES EUCALIPTO vermelho, c/ 50 anos de idade (lasca). Tratar fones (35) 3573-1602, (35) 9959-4401.

VIVEIRÃO MUZAMBÃO: mudas em geral (café, eucalipto, cedro australiano, sansão do campo, pingo de ouro e outras). Tratar com Sergio ou Jeanete, fone (35) 9935-3955 ou pelo e-mail viveirao.muzambao@yahoo.com.br. ENTREGAS na propriedade.

COMPRA-SE TRATOR MF 265, cafeeiro, ano 2000 a 2008. Tratar com Pablo, fone (35) 9142-7000. ELEVADOR de canecas de 7”, com ou sem motor. Tratar fones (35) 8838-1144, (35) 3295-1144. PÔNEI entre 6 e 13 anos, qualquer pelagem, amansado, para criança. Tratar fone (16) 3635-3416 (das 18h às 22h). TRATOR MF 275 ou 265, marca Yanmar, 1155, 4x4, de 2000 a 2005. Tratar fone (35) 9829-0474.

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ARRENDA-SE PROCURO PASTO para arrendar em Alfenas e região para plantio de milho. Tratar com Reinaldo, fone (35) 8422-0636. 13


Tributação do café é alterada

Dezembro de 2011

Dezembro de 2011

Cooxupé orienta

Medida Provisória traz mais segurança na realização de negócios do segmento café

A

Medida Provisória 545, assinada em 30 de setembro pela presidente Dilma Roussef alterou a tributação do PIS / Cofins para a cadeia do café. Há meses o segmento café aguardava a publicação de uma medida provisória que regulamentasse o setor. “As distorções fiscais afetavam principalmente a competitividade das empresas exportadoras de café verde. Muitas vezes os preços nas exportações sofriam alterações em decorrência do aproveitamento do crédito no mercado interno”, explica José Roberto Corrêa Ferreira, superintendente de Controladoria e Tecnologia da Informação da Cooxupé. A mudança tributária foi proposta pelos diversos agentes do mercado de café brasileiro e contou com o apoio do Ministério da Fazenda. As mudanças visam corrigir as distorções existentes, deixando todos trabalhando em igualdade de condições. O setor espera que a MP 545 seja convertida em lei pelo Congresso Nacional e sancionada pela presidente da república, permitindo assim, que o segmento de café possa atuar

Uso correto de Equipamentos de Proteção Individual

com maior segurança na realização dos negócios e com tributação adequada, considerando que cerca de 70% do café no Brasil é exportado. O que muda com MP 545 A medida provisória 545 determina que o segmento café (regime tributário da não cumulatividade) a partir de 01/01/2012 terá a seguinte tributação:

Eng. Agr. Luiz Antonio Franco Filho DESENVOLVIMENTO TÉCNICO

O

√ Suspensão (tributação zero) de PIS e COFINS nas operações de vendas de café verde no mercado interno, independentemente de quem é o agente vendedor (produtor rural, cooperativa ou empresa comercial). √ Os exportadores de café verde terão um crédito de 0,925% de PIS e COFINS sobre a receita de exportação. √ As torrefadoras receberão um crédito de PIS e COFINS de 7,4% sobre as compras de café verde no mercado interno. √ A venda do café torrado, moído e solúvel no mercado interno continua tributada em 9,25% até o consumidor final.

D

Cooperado vence torneio leiteiro

ouradoquara fica a 50 quilômetros de Monte Carmelo e é uma das principais bacias leiteiras do cerrado mineiro. Nos dias 9 e 10 de agosto a EmaterMG (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural) e a Secretaria Municipal de Agricultura realizaram o I Torneio Leiteiro de Douradoquara, que contou com o apoio da Cooxupé. O cooperado de Monte Carmelo, Celso Henrique Vilela foi o vencedor do torneio com média de 47,05 quilos de leite/dia por vaca. Na alimentação do seu rebanho usa rações e suplementos minerais produzidos na fábrica de ração da Cooxupé e é assistido pelo veterinário e supervisor de vendas de mercado agropecuário, Durval Resende Neto. Celso Henrique é proprietário da Fazenda Ferragem e cooperado da Cooxupé desde a abertura do núcleo em Monte Carmelo, em maio de 1990. Celso produz 22.500 litros de leite por ano e diversifica com a produção de milho.

Massayoshi Hojo faleceu em 2 de novembro, aos 88 anos, em Iraí de Minas. Filiado ao núcleo de Monte Carmelo desde outubro de 1993, era um defensor do cooperativismo e sempre apoiou a Cooxupé desde a sua chegada no cerrado mineiro. Proprietário da Fazenda Cocais e casado com Tetsuko Hojo, deixou os filhos Koiti Hojo, Mamoru Rodolfo Hojo, Akie Helena Hojo, Yolanda Mitiyo Hojo e Marcos Hiroshi Hojo. O filho, Koiti Hojo integrou o conselho de administração da Cooxupé de 2003 a 2010. A família de Massayoshi Hojo agradece as manifestações de condolências recebidas. A todos da diretoria da Cooxupé e colaboradores de Monte Carmelo e Coromandel, nossos agradecimentos". 14

uso seguro de produtos fitossanitários exige o uso correto do Equipamento de Proteção Individual (EPI). O uso do EPI é obrigatório e o não cumprimento da legislação poderá acarretar em multas e ações trabalhistas. Precisamos considerar o EPI como insumos agrícolas obrigatórios. O simples fornecimento do EPI não garante a proteção da saúde do trabalhador e nem evita contaminação. Incorretamente utilizados, o EPI pode comprometer ainda mais a segurança do trabalhador. EPI é caro? Estudos comprovam que os gastos com EPI representam, em média, menos de 0,05% dos investimentos necessários para uma lavoura. Por que usar EPI? EPI é ferramenta de trabalho que visam proteger a saúde do trabalhador rural, reduzindo os riscos de intoxicações decorrentes da exposição durante as várias atividades ligadas à aplicação de agrotóxicos. As vias de exposição são os olhos, nariz e pulmão, pela pele e também pela boca. Riscos O risco de intoxicação é definido como a probabilidade estatística de uma substância química causar efeito tóxico. Para tanto o trabalhador deve: √ Manusear os agrotóxicos com o máximo cuidado; √ Usar equipamentos de aplicação adequados, em bom estado de conservação e bem calibrados; √ Vestir EPI adequado. Responsabilidades A legislação trabalhista (NR 31) prevê que é obrigação do empregador: √ Fornecer o EPI adequado ao trabalhador. √ Instruir e treinar quanto ao uso dos EPI. √ Repor o EPI danificado.

√ Fiscalizar e exigir o uso dos EPI. √ Descontaminar o EPI após cada jornada de trabalho. É obrigação do empregado: √ Usar e conservar o EPI. O Uso do EPI - O EPI não foi desenvolvido para substituir os demais cuidados na aplicação, mas sim para complementá-los. Assim, para proteger adequadamente e deverá ser vestido e retirado de forma correta (veja quadro ao lado). Lavagem e manutenção: O EPI deve ser lavado e guardado corretamente - para assegurar maior vida útil - e mantidos separados das roupas da família. Procedimentos para lavar as vestimentas de proteção: √ O EPI deve ser lavado separadamente da roupa comum; √ As vestimentas de proteção devem ser enxaguadas com bastante água corrente para diluir e remover os resíduos da calda de pulverização; √ A pessoa, durante a lavagem das vestimentas, deve utilizar luvas e avental impermeável; √ A lavagem deve ser feita de forma cuidadosa com sabão neutro. Em seguida, as peças devem ser bem enxaguadas para remover todo sabão; √ As vestimentas não devem ficar de molho e nem serem esfregadas. √ Importante: nunca use alvejantes, pois poderá retirar a hidro-repelência das vestimentas; √ As vestimentas devem ser secas à sombra. Atenção: somente use máquinas de lavar ou secar, quando houver recomendações do fabricante. √ Enxaguar com água abundante, após cada uso, as botas, luvas e viseira √ Guardar o respirador (máscara) em sacos plásticos limpos. √ Guardar os EPI separados da roupa comum para evitar contaminação; √ Fazer revisão periódica e substituir o EPI danificado; √ Lavar e rasgar antes de jogar no lixo a vestimenta do EPI, antes de descartá-la, para que outras pessoas não a utilizem.

COMO GUARDAR AS EMBALAGENS DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS Mesmo para estocagem de pequenas quantidades de produtos fitossanitários em propriedades rurais, algumas regras básicas devem ser observadas para garantir um correto armazenamento: √ O depósito deve ficar num local livre de inundações e separados de fontes d`água e de outras construções, como residências e instalações para animais (mínimo de 30 metros - NR 31); √ A construção deve ter boa ventilação e iluminação natural, não permitindo o acesso de animais. √ Devem ser fixados placas ou cartazes com símbolos de perigo. √ Se os produtos forem guardados num galpão de máquinas, a área deve ser isolada com parede e mantida fechada a chave. √ O piso do depósito deve ficar sempre seco; √ As portas devem permanecer trancadas para evitar a entrada de crianças, animais e pessoas não autorizadas; √ As embalagens devem ser colocadas sobre estrados, evitando contato com o piso, as pilhas devem ser estáveis e afastadas das paredes e do teto; √ Não armazenar produtos fitossanitários junto com alimentos, rações, sementes ou medicamentos. Devem ser armazenados separadamente, com parede de material incombustível. Os produtos inflamáveis serão mantidos em local ventilado, protegido contra centelhas e outras fontes de combustão; √ Não fazer estoque de produtos além das quantidades para uso em curto prazo, como uma safra agrícola; √ Todos os produtos devem ser mantidos nas embalagens originais. Após uma remoção parcial do conteúdo, as embalagens devem ser novamente fechadas;

√ Nunca armazenar restos de produtos em embalagens sem tampa, com vazamentos ou sem identificação; √ No caso de rompimento das embalagens, estas devem receber uma sobrecapa, preferencialmente de plástico transparente, com o objetivo de evitar o vazamento de produto. É importante o rótulo permanecer sempre visível ao usuário. COMO PREPARAR AS EMBALAGENS PARA A DEVOLUÇÃO Imediatamente após esvaziar a embalagem no tanque do pulverizador, deve ser realizada a tríplice lavagem ou lavagem sob pressão das embalagens vazias. Este procedimento, permite minimizar o desperdício de produto. Para evitar a reutilização, as embalagens vazias devem ser perfuradas. QUANDO E ONDE DEVOLVER AS EMBALAGENS DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS Depois de utilizados os defensivos agrícolas, suas embalagens devem ser devolvidas corretamente. A lei determina que o agricultor tem o prazo de 1 ano, a partir da data da compra do defensivo. Para devolver as embalagens vazias, o produtor deverá levar além das embalagens vazias com as tampas e rótulos, também a nota fiscal e o anexo de controle de devolução para as devidas anotações pela unidade de recebimento. O endereço do posto de recebimento das embalagens vazias de defensivos agrícolas está indicado no receituário agronômico e na nota fiscal de compra do produto. O comprovante de entrega das embalagens vazias deve ser mantido por um ano para fins de fiscalização. Se sobrar produto na embalagem, a devolução pode ser realizada 6 meses após o vencimento. 15


Dezembro de 2011

Dezembro de 2011

Clima

Cooxupé Ácaro Vermelho:

em destaque

orienta

Chuvas sinalizam novo ciclo de produção do cafeeiro EDER RIBEIRO DOS SANTOS JOAQUIM GOULART DE ANDRADE Engenheiros Agrônomos da Cooxupé

Doenças:

sentar grande amplitude térmica, altas temperaturas durante o dia e baixas durante a noite, atípicas para o mês. A temperatura média registrada permaneceu inferior à média histórica em praticamente todos os municípios analisados, com exceção a São José do Rio Pardo (22ºC). As chuvas retornaram e em outubro o volume registrado foi superior à média histórica, ao contrário do mês de setembro, quando registrou-se chuvas irregulares e de baixos volumes. Em setembro, apenas no município de Rio Paranaíba o volume de chuvas foi superior à média histórica. As chuvas de outubro permitiram a recuperação do nível de água no solo (ARMAZENAMENTO). Apenas em Coromandel o armazenamento de água está abaixo de 50%. Segundo o Boletim de Avisos nº 158 do Procafé, o crescimento vegetativo médio iniciado em setembro de 2011 nos municípios de Varginha, Carmo de Minas, Boa Esperança e Muzambinho, foi de 2,1 nós por ramo. O crescimento médio observado na Estação Experimental de Varginha no período de 1999 a 2010 foi de 2,3 nós por ramo e as lavouras encontram-se com enfolhamento médio de 98,8%. Para a região do Cerrado Mineiro, segundo o Boletim de Avisos nº 14, com dados de Araxá, Patrocínio e Araguarí, o crescimento vegetativo observado foi de 2,3 nós por ramo e as lavouras encontram-se com enfolhamento médio de 98,3%.

A

s chuvas do final de setembro estimularam a abertura da florada no início de outubro e sinalizou o início de um novo ciclo de produção do cafeeiro. Tecnicamente acredita-se que ocorreram duas grandes floradas. Outras floradas de menor intensidade, duas ou três, (floradas de ponteiro), também ocorreram e o seu número variou de região para região. Após a fecundação tem início a formação dos frutos – fase denominada “CHUMBINHO”. No estádio de chumbinho, que pode durar de seis a dez semanas, os frutos quase não crescem embora não possam ser considerados dormentes, já que apresentam elevada taxa de respiração, indicando que está ocorrendo intensa divisão celular. Após a fase de chumbinho, o fruto entra em uma fase de rápida expansão ou crescimento, que dura cerca de 10 semanas. É nesta fase que se define o tamanho máximo que o fruto irá atingir. A ocorrência de seca neste estádio pode comprometer o tamanho final do fruto e consequentemente prejudicar a relação alqueires colhidos/sacas de cafés beneficiados, além de favorecer a queda precoce dos frutos. O pegamento da florada depende, além das condições climáticas, do estado vegetativo e da quantidade de reservas (carboidratos) presente nas plantas. Outubro se caracterizou por apre-

Acumulado (em mm) entre 2011 e 2010

As chuvas de outubro permitiram a recuperação do nível de água no solo

Municípios

DH Acum 2011

DH Acum 2010

Alfenas

277,8

251,1

Cabo Verde

80,5

131,4

Carmo do Rio Claro

188,0

183,4

Coromandel

371,9

446,1

Guaxupé

156,2

217,2

Monte Carmelo

330,5

396,1

Monte Santo de Minas

162,5

321,4

Nova Resende

152,4

203,1

Rio Paranaíba

168,4

296,1

São José do Rio Pardo

221,1

127,2

Phoma: As regiões de Muzambinho e Patrocínio estão apresentando índices elevados de ocorrência da doença. Nas demais regiões monitorar e realizar controle em áreas específicas. Pragas: 1-Bicho-mineiro: Os índices médios de ataque do Bicho Mineiro estão entre 3 e 4%, exceção a Patrocínio que está apresentando índices elevados de ocorrência da praga. Deve-se efetuar o monitoramento, principalmente em

Municípios

Outubro 2011 (ºC)

Temp. absoluta

Chuva Total

Média Histó- Temperatura Temperatura Outubro -rica (ºC) Máxima(ºC) Mínima(ºC) 2011 (mm)

Média Hist. (mm)

ETr (mm)

2011 (mm)

2010 (mm)

Exc (mm)

B. Mineiro

Phoma

Broca

Ácaro

Adensado - carga alta

2,0

2,5

3,5

0,0

-

0,0

Adensado - carga baixa

1,5

1,5

1,5

0,0

-

0,0

Largo - carga alta

3,0

2,0

4,5

0,0

-

0,0

Largo - carga baixa

4,0

2,0

3,5

0,0

-

0,0

CARMO DE MINAS

Carga alta

2,5

1,5

3,5

3,0

-

0,0

Carga baixa

2,0

2,5

2,5

2,5

-

0,0

BOA ESPERANÇA

Carga alta

2,0

1,0

4,5

3,0

-

0,0

Carga baixa

0,5

2,0

4,0

3,5

-

0,0

Carga alta

0,0

3,0

3,5

16,5

-

0,0

Carga baixa

3,0

5,0

3,5

14,5

-

0,0

Carga alta

0,0

17,6

0,0

2,3

-

5,4

Carga baixa

5,6

1,4

2,8

0,0

-

12,6

Carga alta

0,0

1,0

11,0

15,0

-

0,0

Carga baixa

0,0

0,0

34,0

12,0

-

0,0

Carga alta

5,0

7,5

1,0

7,5

-

30,0

Carga baixa

2,5

5,0

1,0

5,0

-

30,5

VARGINHA

MUZAMBINHO ARAXÁ

PATROCÍNIO ARAGUARI

lavouras novas e controle com inseticidas específicos quando os índices de folhas com larvas vivas ultrapassar os 5%. 2- Ácaro Vermelho: Os índices médios de ataque da praga estão elevados em Araguari e Araxá. Deve-se efetuar o monitoramento e controle com acaricidas específicos.

Bicho-mineiro

DH/ mês (mm)

Municípios

Armazenamento CAD

DH Acum 2011 2011

DH Acum 1002010 mm 2010

Precipitação 2011

Precipitação 2010

em mm

em mm

2009

Mensal

Acumulado

Mensal

Acumulado

Precipitação 2009 em mm Mensal

Acumulado

Alfenas

22,4

23,3

33,4

13,0

169,0

88,9

99,2

92,8

81,0

37,5

66,5

0,0

6,5

Cabo Verde

20,6

20,7

32,5

10,1

162,8

114,1

82,5

82,5

100,0

79,7

100,0

2,7

0,0

Alfenas

81,0

37,5

66,5

30,6

1102,2

45,2

589,8

59,4

1524,9

Carmo do Rio Claro

22,4

22,8

33,9

13,7

131,5

104,4

99,0

99,0

17,0

73,3

68,8

0,0

0,0

Cabo Verde

100,0

79,7

100,0

30,4

1199,0

45,0

864,9

41,6

1118,4

Coromandel

22,3

24,2

31,9

13,6

206,6

92,3

104,2

93,6

3,6

52,8

69,2

13,6

10,6

Carmo do Rio Claro

40,5

73,3

68,8

32,6

1079,5

48,6

671,6

1,6

1232,4

Guaxupé

22,0

22,8

34,6

13,3

133,2

131,0

95,4

86,4

19,5

79,0

100,0

0,0

9,0

Coromandel

100,0

52,8

69,2

130,6

1429,6

90,1

593,1

58,4

1080,5

Monte Carmelo

22,7

24,1

32,9

12,6

161,6

88,2

108,5

97,7

4,7

100,0

2,1

0,0

10,9

Guaxupé

57,4

79,0

100,0

5,0

1270,6

26,2

902,6

77,8

1602,1

Monte Santo de Minas

22,2

22,7

34,3

13,9

230,6

120,6

90,9

90,9

19,7

79,3

100,0

55,9

0,0

Monte Carmelo

65,7

100,0

2,1

57,6

1475,8

139,0

699,0

8,6

825,6

Nova Resende

20,4

20,8

31,2

11,2

149,0

112,5

80,1

80,1

23,5

100,0

100,0

0,0

0,0

Monte Santo de Minas

97,0

79,3

100,0

27,0

1162,4

29,8

735,8

107,6

1198,8

Rio Paranaíba

21,3

22,9

31,7

12,2

248,2

122,6

86,0

86,0

7,0

100,0

100,0

85,5

0,0

Nova Resende

81,1

100,0

100,0

45,2

1320,7

57,2

716,6

83,0

1594,4

São José do Rio Pardo

22,6

23,2

34,5

13,6

162,2

138,4

102,6

88,2

15,6

58,4

100,0

0,0

14,4

Rio Paranaíba

100,0

100,0

100,0

172,0

1324,3

100,8

826,9

66,9

1006,2

São José do Rio Pardo

80,6

58,4

100,0

27,6

991,9

33,2

1050,0

74,0

1636,6

ETp: evapotranspiração potencial; ETr: evapotranspiração real; ARM: armazenamento hídrico do solo; DH: déficit hídrico; EXC: excedente hídrico 16

2009 (mm)

Cercóspora

nas principais regiões cafeeiras da Cooxupé, extraído do balanço hídrico decendial sequencial

ARMAZENAMENTO

ETp (mm)

Ferrugem

Tabela 3 Comparativo de Armazenamento de Água no Solo e Precipitação nos anos de 2011, 2010 e 2009

TABELA 1 - Dados climáticos de agosto de 2011 nas principais regiões cafeeiras da Cooxupé, extraídos do balanço hídrico realizado durante 10 dias sequenciais Temperatura média

FOLHAS E FRUTOS ATACADOS (%)

Tipo de plantio e produtividade

Local

Ferrugem e Cercóspora: As lavouras sem controle amostradas apresentaram inóculo do ciclo anterior. Por se tratar de inóculo residual, o controle da ferrugem é recomendado com aplicação de fungicidas sistêmicos de solo a partir de novembro, e/ou foliares protetivos/sistêmicos conforme evolução epidemiológica.

Tabela 2 Comparativo de Déficit Hídrico (DH)

índices médios de ataque da praga estão elevados em Araguari e Araxá

NAO ESQUEÇA Atenção especial deve ser dispensada ao período de carência dos produtos quando for necessária a realização de tratamentos fitossanitários na lavoura no período que antecede a colheita. O período de carência corresponde ao número de dias entre a aplicação de um produto na lavoura e a colheita dos frutos. 17


Dezembro de 2011

Dezembro de 2011

O Presidente da Cooxupé, Carlos Paulino da Costa, entrega ao Secretário Elmiro Nascimento o mapa de sua propriedade utilizando a mesma metodologia que poderá ser aplicada no levantamento das áreas em café do Estado de Minas Gerais

COOXUPÉ: AULA DE GEOPROCESSAMENTO NA SECRETARIA DE AGRICULTURA DE MG Governo quer mapear Parque Cafeeiro de Minas Gerais; Cooxupé apresentou projeto inovador

A

convite do Secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento - SEAPA-MG, Elmiro Alves do Nascimento, o presidente da Cooxupé, Carlos Alberto Paulino da Costa e o engenheiro agrônomo Eder Ribeiro dos Santos, da Unidade de Geoprocessamento da Cooxupé, estiveram em Belo Horizonte para apresentar o modelo de mapeamento feito nas áreas em café nas regiões sul de Minas, nordeste de São Paulo e Cerrado Mineiro. Dada à importância do agronegócio café para o Estado de Minas Gerais, o governo no Estado através da Secretaria da Agricultura, está empenhado em realizar um inventário quantitativo e qualitativo do parque cafeeiro de Minas Gerais, que é condição básica e fundamental para a 18

formulação de diretrizes políticas, pública e privada para este segmento estratégico da economia do Estado. A Cooxupé vem desde 2002 realizando o mapeamento das áreas em café na sua região de ação - utilizando imagens de satélite. “Os talhões são mapeados no escritório, checados e validados estatisticamente no campo. Ao todo foram mapeados 350 mil ha em café”, explica Éder Ribeiro. No Sul de Minas foram 35 municípios, sendo 215.440 ha de café mapeados e mais de 33 mil quilômetros rodados para a comprovação e avaliação estatística in loco. Foram 6 meses de trabalho que envolveu mais de 160 técnicos. Já na região do Cerrado, foram 24 municípios, 145.437 ha em café meapeados e mais de 45 mil quilômetros rodados in loco.

Este mapeamento está sendo atualizado anualmente pelo departamento técnico da Cooxupé e tem por objetivo levantar a área e produção de café, além de conhecer as características e necessidades das regiões onde o seu parque cafeeiro está implantado. Com o intuito de somar na elaboração do escopo do projeto a ser desenvolvido no Estado de Minas Gerais, na apresentação do trabalho ao secretário Elmiro Nascimento e convidados, mostrou-se as dificuldades encontradas e os custos deste tipo de levantamento. Durante a reunião o secretário foi presenteado com um mapa de sua propriedade obtido através de imagens de satélite, utilizando a mesma metodologia que poderá ser aplicada no levantamento das áreas em café do Estado de Minas Gerais. Neste mapeamento foram iden-

tificadas as áreas em café, pastagens, benfeitorias, matas, além de quantificar as áreas de preservação permanente. De posse de um mapa, tendo como fundo a imagem da propriedade, o proprietário, seguramente, poderá gerenciar melhor o seu negócio. “Essa apresentação foi de suma importância para o Governo de Minas porque somente asim poderemos comprovar a dimensão da cafeicultura. E a Cooxupé abraçou essa causa e tem mostrado a importância do café no cenário brasileiro. Fui supreendido com um mapa da minha propriedade - que desde já agradeço - e isso mostra claramente a incrível tecnologia que ela possui. Esse projeto vai agregar valor e provar a capacidade da nossa cafeicultura, mostrando ao mundo toda a qualidade no nosso café”, encerra o Secretário Elmiro Nascimento. 19


Dezembro de 2011

COOXUPÉ duplamente homenageada em Guaxupé

U

ma noite de gala para premiar as empresas mais lembradas e personalidades que fizeram a história dos cem anos de Guaxupé. A entrega do Troféu Mídia Centenário de Guaxupé, promovido pela Revista Mídia, aconteceu na noite do dia 28 de outubro, no Clube Guaxupé. Noite em que tivemos 100 troféus entregues a personalidades e empresas. Duplamente premiada, a Cooxupé foi lembrada pelo seu incansável trabalho a favor do cooperativismo e do agronegócio e pelo incomparável sabor dos cafés Evolutto, Prima Qualità e Prima Mister. O presidente Carlos Alberto Paulino da Costa recebeu o troféu em nome da Cooxupé e o prêmio da torrefação foi entregue ao superintendente de Operações e Comercial Mercado Interno, Lúcio Araújo Dias. “Esse prêmio é fruto do trabalho de todos os cooperados, colaboradores e diretoria

Antonio Carlos de Oliveira Martins, Diretor Administrativo, e o presidente Dr. Calos Paulino da Costa

Mario Panhota, Lúcio Dias, Antonio Carlos e Carlos Paulino

Todos os homenageados em foto oficial do evento

Diretores e colaboradores da Cooxupé e amigos durante o 3º Troféu Mídia de Comunicação 20

da Cooxupé. É um trabalho de equipe feito com dedicação e empreendedorismo”, afirma Carlos Paulino. A cafeteria na entrada do salão comandada pelo barista Eder Ferreira, bicampeão brasileiro na arte de preparar café e cappuccinos, recebeu os convidados do Troféu Mídia Centenário, servindo os cafés da Cooxupé, Evolutto e Prima Qualità. Comenda Centenário Guaxupé Referência no cooperativismo e eleita a melhor empresa do agronegócio pela Revista Exame, a Cooxupé representada pelo presidente Carlos Alberto Paulino da Costa e o diretor administrativo Antonio Carlos Oliveira Martins foi indicada para receber a Comenda Centenário Guaxupé. “Graças à união de pequenos produtores, a  Cooxupé  tornou-se grande e seus associados a transformaram numa verdadeira máquina de produzir café. Cooperados e colaboradores fazem parte dessa comenda que recebemos”, afirma Carlos Paulino. A Comenda Centenário Guaxupé foi entregue a 10 personalidades da região. O público aproveitou a noite ao som do grupo Black Tie e os serviços do bufê de Antonio Buffoni (TB Bufê).


Folha Rural - dezembro/2011