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jornal

julho 2012

Cooperforte Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários de Instituições Financeiras Públicas Federais Ltda. SBS / Q. 2 / Bl. A / L. I Térreo – Ed. Casa de São Paulo – 70078-900 – Brasília / DF

Diversão & lazer

Atualidade

Voluntariado

Página 3

Página 7

Página 8

É fácil unir o útil ao agradável

Cooperativismo rima com sustentabilidade?

Mais de meio mundo é cooperativista

Quem afirma é o líder cooperativista Roberto Rodrigues Páginas 4 e 5

O novo modelo de participação cidadã


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Jornal Cooperforte nº61

novidade

N úmeros Cooper for te via web No dia 28 de abril passado, o presidente José Valdir Ribeiro dos Reis apresentou, via web, os resultados econômico-financeiros alcançados pela Cooperforte em 2011 e publicados no Relatório de Gestão. Vários cooperados participaram, encaminhando perguntas que foram respondidas ao vivo pelo presidente. O Relatório de Gestão Cooperforte 2011 está disponível no site www.cooperforte.coop.br, na sequência A Cooperforte / Cooperforte em números / Relatório de Gestão 2011.


julho 2012

atualidade

Viajar com economia é unir o útil ao agradável

Julho já está aí e, com ele, boa ocasião para dar um tempo na rotina. Por isso, muita gente aproveita o sétimo mês do ano para fazer viagens breves ou longas, para lugares que não conhece ou que, simplesmente, deseja rever. Viajar assim é unir o útil ao agradável. Ao mesmo tempo em que diverte e traz novos conhecimentos, proporciona grande bem-estar físico e mental. Além do mais, os benefícios de uma viagem de lazer são duradouros e fazem bem à saúde e ao desempenho profissional. Se viajar é bom, viajar sem comprometer o orçamento é melhor ainda. Neste sentido, especialistas em finanças pessoais dão várias dicas, entre elas: • pesquisar bastante e planejar antecipadamente a viagem,

• escolher a melhor época e estudar detalhadamente o roteiro, • formar uma reserva financeira, conhecer a programação gratuita da cidade visitada, assim como as melhores e mais econômicas opções de hospedagem, alimentação e transporte. Como incentivo aos associados que desejam viajar a lazer ou a negócios, o Clube de Compras Cooperforte conta com a parceria de duas empresas bastante respeitadas no segmento turístico: a Bancorbras e o BB Turismo. Elas brindam nossos cooperados com vantagens e condições especiais na contratação de vários serviços – passagens, hospedagem e outros. Tudo com os diferenciais que você pode conhecer acessando www.cooperforte.coop.br/ portal/clubecompras

O lazer nosso de cada dia Muitas pessoas que pensam estar vivendo momentos de lazer, na verdade não estão fazendo o que mais gostam. Por modismo ou para ter o que contar, transformam o que deveria ser prazer em obrigação. Para viver o lazer plenamente é preciso compreender seu papel na própria vida. Lazer não é válvula de escape nem compensação por um trabalho desgastante. Também não é ocupar o tempo impulsionando o ciclo produção/consumo. Uma vida com qualidade equilibra trabalho e lazer. O lazer tem valor em si mesmo e abre possibilidades na dinâmica social. Compreende esportes, viagens, teatro, pintura, literatura, dança, música, cinema. Às vezes, até o ócio e o descanso. Pense nisso! (Adaptado de revistasaudeativa.com.br/interna_col.php?art=52, acessada em 7/5/12)

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Jornal Cooperforte nº61

ano internacional das cooperativas

O Cooperativismo faz parte da vida de mais da metade da população mundial Falando em evento da Cooperforte, Roberto Rodrigues destacou a importância do Cooperativismo para o desenvolvimento, para a democracia e para a paz entre os povos Uma grande palestra sobre a importância do Cooperativismo no mundo atual, proferida pelo líder cooperativista Roberto Rodrigues, ex-presidente da Aliança Cooperativa Internacional - ACI e em maio deste ano nomeado embaixador da Organização das Nações Unidas para o Cooperativismo Mundial. Com esta programação, realizada no dia 24 de março passado na abertura das Assembleias Gerais 2012, a Cooperforte homenageou a escolha de 2012 como Ano Internacional das Cooperativas. Ex-ministro da Agricultura, Rodrigues foi presidente da Organização das Cooperativas de São Paulo, da Organização das Cooperativas Brasileiras, da Organização Internacional das Cooperativas Agrícolas e da Aliança Cooperativa Internacional. Na palestra realizada em Brasília, por mais de uma hora ele falou sobre o papel do Cooperativismo moderno, trazendo para conhecimento e reflexão temas de grande relevância, que o Jornal Cooperforte sintetiza a seguir:

2012 – Um ano para ser lembrado “O Cooperativismo, como doutrina, tem muitos séculos de existência, até porque o homem é um ser gregário. Mas as cooperativas, como instrumento da doutrina cooperativista, só surgiram em meados do século XIX na Europa, após a Revolução Industrial, que produziu dois fatores perigosos para a democracia e para a paz: a exclusão social e a concentração de riquezas. Para reagir a isto, as pessoas se organizaram em cooperativas, iniciando um movimento que se espalhou vigorosamente por todo o mundo, abarcando todos os setores da economia.

No final do século XX, a globalização, apoiada pela agilidade dos meios de comunicação, tornou a concentração de riquezas e a exclusão social ainda mais rigorosas. Contra esta realidade, novamente as cooperativas se insurgiram, para impedir a erosão da democracia e da paz. Por isso a ONU, que tem em seu DNA a defesa da democracia e da paz, reconheceu este valor do Cooperativismo e proclamou 2012 Ano Internacional das Cooperativas. É o reconhecimento da maior organização multilateral do planeta ao maior movimento multilateral do planeta.”

Para a cooperativa ter sucesso é preciso... “As cooperativas são empresas que atuam como instrumentos da doutrina cooperativista e possuem forte vertente social, não encontrada nas empresas capitalistas. Para ser vitoriosa, toda cooperativa precisa ser criada para atender quatro condições: 1- Corresponder a uma necessidade dos futuros cooperados, que veem neste modelo de empresa a alternativa fundamental para seu avanço econômico e social 2- Inspirar-se no espírito associativista, assegurando sempre que este será o norte de seu funcionamento 3- Ser viável economicamente, apresentando sempre resultados positivos. Uma cooperativa de sucesso não pode ser uma instituição romântica ou idealizada. 4- Ter sempre liderança entre o corpo de associados, para que o processo seja sempre conduzido visando obter os melhores resultados.


julho 2012

Por que as cooperativas pouco se abalam com as crises econômicas?

Cooperativismo: o maior exército da democracia e da paz

“As cooperativas, como empresas, se diferem das empresas capitalistas porque os cooperados são, a um só tempo, donos, usuários, mutuários e aplicadores. Esta conjugação faz com que as cooperativas geralmente optem por uma gestão mais conservadora e equilibrada, pois ninguém se dispõe a colocar em risco seu próprio capital.

“Um dado notável é que atualmente, em todo o mundo, um bilhão de pessoas são afiliadas a Cooperativas. Considerando que cada cooperado agrega a si mais três pessoas, sejam familiares ou empregados, tem-se que 4 bilhões de pessoas tem vínculos diretos ou indiretos com a doutrina cooperativista. Este número é bem maior que a metade da população do planeta, que soma aproximadamente 7 bilhões de pessoas.

É por este motivo que os bancos cooperativos e as cooperativas de crédito resistiram muito bem aos efeitos das crises que afetaram a economia mundial na última década, colocando em situação de fragilidade muitos bancos e empresas do modelo capitalista.”

Cooperativismo, organização social e desenvolvimento econômico “O que diferencia os países desenvolvidos dos países não desenvolvidos é o grau de organização de suas sociedades. Quanto mais organizada e transparente for uma sociedade, menos exposta ela estará a populismos e a outras explorações de qualquer natureza que possam ameaçar sua democracia. Como o Cooperativismo é o braço econômico da organização da sociedade, especialmente os países democráticos apoiam o movimento cooperativista, certos de sua contribuição para o progresso econômico e social de todos os cidadãos. A realidade mostra que o Cooperativismo desenvolve papel muito importante principalmente junto às comunidades de menor poder aquisitivo, auxiliando-as a se tornarem fortes pela união de todos os pequenos.”

Sabemos que a doutrina cooperativista se baseia em sete princípios, que são universalmente conhecidos e respeitados por todos os países, independentemente de regimes políticos, econômicos ou sociais. Sabemos também que não existe nenhum outro movimento que tenha o alcance e a expressão do Cooperativismo, expressão esta que se caracteriza pela defesa da paz, da democracia; pela condução de um projeto sustentável de crescimento da espécie humana, com distribuição de renda, solidariedade, reciprocidade, transparência e democracia. Deste modo, o Cooperativismo é, sem dúvida, o maior exército de toda a história universal em defesa da paz. É por isto que eu tenho pregado insistentemente pelo mundo afora que está na hora do movimento cooperativista receber o Prêmio Nobel da Paz.”

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Jornal Cooperforte nº61

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS / 2012

(R$ mil)

março

abril

maio

Balancete

Balancete

Balancete

CIRCULANTE

559.861

566.708

573.808

Disponibilidades Aplicações Interfinanceiras de Liquidez Títulos e Valores Mobiliários Relações Interfinanceiras

14 17.707 269.940 5.105

14 17.833 284.464 5.042

9 17.967 288.039 5.090

Operações de Crédito

266.041

257.865

261.293

786 268 551.597 540.515 538.475 2.040 11.082 6.436 4.490 156 1.111.458

1.234 256 552.394 541.025 538.985 2.040 11.369 6.685 4.547 137 1.119.102

1.143 267 553.253 541.575 539.535 2.040 11.678 6.718 4.841 119 1.127.061

846.278 794.084 1.595 50.599

837.192 816.033 1.215 19.944

841.757 821.612 2.192 17.953

NÃO CIRCULANTE

274

274

274

Exigível a Longo Prazo Outras Obrigações - Diversas

274 274

274 274

274 274

264.906

281.636

285.030

145.540 106.723 12.643 1.111.458 1/trim

157.849 106.723 17.064 1.119.102 abril

157.477 106.723 20.830 1.127.061 maio

BALANCETES PATRIMONIAIS ATIVO

Outros Créditos Outros Valores e Bens NÃO CIRCULANTE Realizável a Longo Prazo Operações de Crédito Outros Créditos Permanente Investimentos Imobilizado Diferido TOTAL DO ATIVO PASSIVO CIRCULANTE Depósitos Obrigações p/Empréstimos e Repasses Outras Obrigações

PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Social Reservas Sobras Acumuladas TOTAL DO PASSIVO DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO Receitas da Intermediação Financeira Despesas da Intermediação Financeira RESULTADO BRUTO INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA Outras Receitas/Despesas Operacionais

52.575

17.232

17.493

(26.310)

(8.087)

(8.725)

26.265

9.145

8.768

(10.605)

(3.740)

(3.797) 41

Ingressos de Depositos Intercooperativas

110

46

Outras Receitas Operacionais

168

216

1

Despesas de Pessoal

(5.194)

(1.956)

(1.778)

Despesas Administrativas Despesas Tributárias Outras Despesas Operacionais

(4.252) (37) (1.400)

(1.582) (10) (454)

(1.567) (24) (470)

15.660

5.405

4.971

12

2

Despesas de Juros ao Capital

(3.017)

(996)

(1.208)

RESULTADO NO MÊS

12.643

4.421

3.765

RESULTADO OPERACIONAL Resultado Não Operacional

DIRETORIA EXECUTIVA José Valdir Ribeiro dos Reis (Presidente), Kédson Pereira Macêdo e Josué Martins Neto (Diretores). GERÊNCIA de adm. , fin. e contabilidade Ardêmio João Brixner (Gerente) e Laércio Zipperer Villalba (Contador - CRC DF 7386)

modalidade

% AA-A

Forte 60 Forte 48 Forte 36 TR julho: 0,0144%

1,6046 1,6046 1,5046

Empréstimos Cooperforte – Taxas julho / 2012 modalidade % modalidade B-H AA-A B-H 1,8047 1,4046 1,6046 Forte 24 Forte Rápido 1,8047 1,0900 1,2900 Forte 12 Forte 13º 1,7046 0,7500 0,9500 Forte 6 Forte Mais Previ

% AA-A

B-H

1,5900

-

2,1000

2,3000

1,5900

1,7900


julho 2012

ano internacional das cooperativas

Cooperativismo, sustentabilidade, futuro & um mundo melhor O Fórum Mundial Rio + 20 foi um dos mais importantes eventos internacionais realizados no mês de junho. Pela relevância das questões discutidas - sobretudo em relação à busca do comprometimento internacional com um modelo que harmonize desenvolvimento econômico e sustentabilidade - por um bom tempo o Fórum ainda será tema destacado em muitas esferas de discussão. Desde sua origem, o Cooperativismo valoriza o meio ambiente e tem compromisso com as causas ecológicas. Este posicionamento é cada vez mais firme, evidente e reconhecido, convergente com as práticas sustentáveis que são a grande exigência do mundo atual. Provando isto, no dia 30 de maio passado, durante o seminário Cooperativas constroem um mundo melhor, Gustavo Chianca, assistente do representante da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) para o Brasil, declarou o modelo cooperativista “uma excelente alternativa para implementar o conceito de economia verde em nosso país”. No evento promovido pela Organização das Nações Unidas - ONU e pela Organização Internacional do Trabalho – OIT, em comemoração ao Ano Internacional das Cooperativas, Chianca destacou que ‘o Cooperativismo moderno alinha a competitividade das empresas com a ideia

de cooperação, fundamental para combater a pobreza e a fome, proteger o meio ambiente e promover a segurança alimentar’. E acrescentou que, desta forma, “as cooperativas estão diretamente ligadas à ideia de desenvolvimento sustentável preconizada pela Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável Rio + 20.” Antes disso, há três anos, o diretor geral da Aliança Cooperativa Internacional / ACI-Américas, Manuel Mariño, participando em nosso país do Simpósio de Mercado de Carbono, promovido pela Organização das Cooperativas Brasileiras – OCB, afirmou que “há uma preocupação crescente do movimento cooperativista com as questões ambientais, o que levou à criação do Pacto Verde Cooperativo. O impacto do desequilíbrio ambiental faz do meio ambiente um assunto prioritário para o Cooperativismo, levando-nos à convicção de que a sustentabilidade deve ser pensada e compreendida em termos estratégicos e competitivos.” Caminhando neste sentido, a Cooperforte reforçou em sua ideologia institucional o seguinte valor: “A sustentabilidade e a responsabilidade socioambiental fazem parte de nosso dia a dia”. Mais do que um ideal, esta afirmação é um compromisso cotidiano que resulta em novas atitudes e em práticas organizacionais cada vez mais favoráveis para a vida do planeta.

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Cooperforte junho 2012 – nº 61

1.09.003.1

jornal

Mala Direta Postal 9912245459-DR/BSB

Cooperforte

Cooperando com o planeta

O voluntariado e a construção de um novo mundo O voluntariado, no Brasil, começou logo depois do descobrimento, pois em 1512 as primeiras Santas Casas de Misericórdia já existiam, para assistir necessitados. Quinhentos anos depois, o voluntariado representa uma contribuição importante para o desenvolvimento social do país. Atualmente, ser voluntário é “inovar no tratamento das afetações sociais, focando a prevenção e não apenas a reparação. Hoje, o cidadão não olha só para as dificuldades sociais, torna-se partícipe da sociedade e corresponsável no enfrentamento dos problemas. Não se motiva pela compaixão, mas pela participação cidadã”, explica Thiago Soares Pinto, analista de projetos do Centro de Ação Voluntária de Curitiba. Ele diz mais: “A ação voluntária pode ser simples, como coletar doações para uma instituição, ou complexa, como organizar uma campanha de conscientização e mobilização. Importa apenas que seja motivada pela colaboração transformadora e não pelo assistencialismo”. Voluntariado e democracia Qualquer pessoa pode ser voluntária, mas Thiago Soares recomenda que o serviço seja prestado em uma instituição pública ou entidade privada, sem fins lucrativos e com objetivos filantrópicos. Deve durar, em média, quatro horas semanais e ser formalizada no Termo de Adesão ao Serviço Voluntário, que especifique direitos e deveres do voluntário. Também o fim da ação voluntária deve ser registrada no Termo de Desligamento. Quer ser voluntário? Procure o Centro de Voluntariado - CV de sua cidade ou entre em contato com o CV do seu estado. Estas instituições qualificam voluntários e aproximam pessoas e setores interessados na transformação positiva da sociedade. Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/colunas/983120-voluntariadotransformacao-e-a-sociedade-brasileira.shtml - 03/05/2012

Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários de Instituições Financeiras Públicas Federais Ltda. SBS – Quadra 2 – Bloco A – Loja 79 Térreo – Ed. Casa de São Paulo CEP: 70078-900 – Brasília / DF POSTOS DE ATENDIMENTO São Paulo Av. S. João 32 – 11º andar (11) 3106 6969 / fax (11) 3104 1679 Belo Horizonte Rua Rio de Janeiro 750 – 7º andar (31) 3217 3362 / fax (31) 32173085 Porto Alegre Rua Uruguai 300 – 3º andar (51) 3224 2944 / fone/fax (51) 3224 2883 Rio de Janeiro Av. Nilo Peçanha 50, sala 1.612 – Ed. De Paoli (21) 2104 0953 / fax (21) 2220 0171 diretoria executiva Presidente José Valdir Ribeiro dos Reis Diretores Josué Martins Neto Kedson Pereira Macedo conselho DE administraÇÃO Presidente José Valdir Ribeiro dos Reis Conselheiros Carlos de Araújo Barreto Marconi Tavares França Paulo Rochadel Lima Romildo Gouveia Pinto Ubaldo Evangelista Neto Vamplê Bras de Lucena conselho fiscal Benedito Carlos Florêncio Silva Haroldo do Rosário Vieira Moysés Aparecido Berndt jornalista responsável Antonio Emilio da Costa MTb 5.200/83 – DRT/DF design gráfico In Press Porter Novelli tiragem 95.000 exemplares A Cooperforte, ciente de suas responsabilidades ambientais, utiliza papéis com certificação FSC (Forest Steawardship Council) na impressão deste material. Tal certificação garante que a matéria prima proveio e foi produzida de modo ecologicamente correto, socialmente justo e economicamente viável. Impresso na Gráfica Coronário, certificada na Cadeia de Custódia FSC. Entre em contato conosco. www.cooperforte.coop.br faleconosco@cooperforte.coop.br 0800 701 3766 0800 61 3766 fax (61) 2106 7260 Ouvidoria 0800 701 3766 opção 4 SAC 0800 701 3766 opção 3


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