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Março

Abril

Tiago Vitor Bernardes e Outro(s) Adilson Valério de Oliveira Lucas Alves de Souza Antonio Soares Gilséia Carmen Diogo Vitório Sebastião Dauro Garcia José Antonio Simões Filho Pedro Bernardes Reis de Faria Ilson José de Brito

Fábio Pereira Miarelli e Outro(s) Vinicius de Lima Goulart Edésio José de Oliveira Rosimary Paschoal Fantinati Erica Aparecida de Oliveira Antonio Lopes Valdemir Pereira da Silva João Barbosa

Prezados Cooperados,

Já estamos no início da colheita de café e as expectativas para a safra 2018 são enormes. De acordo com a consultoria Safras & Mercado, o Brasil deve colher 60,6 milhões de sacas de 60kg. A estimativa inicial era de 50,45 milhões e, agora, revisada para cima, poderá haver, na safra 2018/2019, um aumento de 20% na produção de café em relação à safra 2017/2018.

As expectativas, porém, não são somente dos cafeicultores. Aqui na Coopercam, por exemplo, os preparativos para receber a próxima produção já estão a todo o vapor. Nossos armazéns estão estruturalmente capacitados para armazenar os grãos com tecnologia de ponta e com toda a segurança que o cooperado merece. Este ano, estamos com os pés no acelera-

dor. Construímos uma nova sala de provas para o Departamento de Cafés e esperamos retomar o Concurso de Cafés Especiais da Coopercam, para incentivar os nossos cooperados na busca por um produto de qualidade. O mais importante é que a Coopercam está de portas abertas para acolher todos os seus cooperados e nossos esforços são sempre voltados para fazer o melhor.

AVISO AOS COOPERADOS A partir de maio de 2018, a Coopercam receberá as embalagens vazias de agrotóxicos apenas nas quartas-feiras. Agradecemos a compreensão.

Diretoria Executiva: Tarcísio Rabelo, José Afonso Gomes e José Eduardo Vanzela. Conselho de Administração: Tarcísio Rabelo, José Afonso Gomes, José Eduardo Vanzela, Rosendo Pieve Pereira, José Márcio Rocha. Suplentes: Breno Miarelli, Jhyan Del Carlo Furbeta, Achiles Magno dos Santos. Conselho Fiscal: Anderson José Vilela, Júlio Cesar Freire, José Geraldo da Costa. Suplentes: Sidnei Novais Campos, Wilian Martins Coelho e Waldir Alves de Lima. Jornalista Responsável e Redação: Eliana Sonja Rotundaro MTb 12982. Colaboradora e fotos: Pâmela Corrêa. Diagramação: Sakey Comunicação. Tiragem: 2 mil exemplares.


NOVO CONSELHO FISCAL É ELEITO DURANTE A AGO 2018

Como todos os anos, a Coopercam realizou a Assembleia Geral Ordinária que, em 2018, aconteceu no dia 25 de março. Com a presença de cerca de 250 cooperados, a reunião

ocorreu no Armazém 3, localizado na sede da cooperativa. Neste local, os associados puderam conhecer a nova estrutura do rebenefício de cafés. Além das apresentações das

pautas, como prestação de contas, destinação de sobras e outros assuntos, a Coopercam realizou a eleição para o Conselho Fiscal 2018. Duas chapas disputaram a eleição e a Chapa 2

foi a vencedora, composta por Anderson José Vilela, Júlio Cesar Freire, José Geraldo da Costa e os suplentes Sidnei Novais Campos, Wiliam Martins Coelho e Waldir Alves de Lima.


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COOPERCAM CELEBRA A PÁSCOA NA AMAE Páscoa é tempo de renovar a paz, a esperança e o amor. Para celebrar esse espírito de renovação, a Coopercam se juntou, para uma visita, às 40 crianças da Associação de Apoio ao Menor e Assistência Educacional de Campos Gerais (AMAE). Com crianças com idades entre 6 e 13 anos, a Coopercam as brindou com ovos de chocolate para alegrar o dia. “Presenteamos as crianças com pequenos ovos de páscoas e fomos retribuí-

dos com muitos sorrisos. É muito bom sentir a alegria e ver o brilho nos olhinhos delas quando recebem um ovo de chocolate”, diz Pâmela Corrêa, Analista de Marketing da Coopercam. A AMAE é uma entidade sem fins lucrativos que acolhe crianças carentes e, no período em que estão na associação, elas participam de atividades educativas e recreativas. É uma forma de ajudá-las a ter ocupações que as deixem longe das ruas.

Bruna Morais Auxiliar de RH

COOPERCAM INAUGURA NOVA SALA DE PROVAS

A Coopercam inaugurou, no dia 30 de abril, uma nova sala de provas de cafés. O projeto foi uma iniciativa das empresas AGF, Unicafé, Marubeni e Coopercam, com o objetivo de propiciar aos produtores um espaço adequado ao manuseio dos nossos melhores grãos. A possibilidade surgiu depois que a Marubeni, uma grande trading japonesa, entrou em contato com a Unicafé para informar sobre a intenção e in-

teresse demonstrado pela AGF, em investir e dar suporte a produtores, numa ação de longo prazo, em conjunto com empresas fornecedoras e com longo conhecimento no mercado de café. As discussões iniciaram em março de 2016 e prosperaram. A Unicafé foi convidada a participar deste projeto por possuir os pré-requisitos necessários ao andamento, como a experiência no mercado interno brasileiro. Já são mais de

67 milhões de sacas exportadas para mais de 55 países e 17 milhões de sacas vendidas no mercado interno. Entre as várias áreas de suporte, pode-se citar uma primordial: o entendimento e a padronização da linguagem referente à qualidade. Um diálogo e vocabulário calibrados são decisivos para toda a cadeia de negócio do café especial. Para atingir um grande número de produtores,

esse projeto só teria abrangência se envolvesse uma cooperativa. A Coopercam foi uma das consultadas e habilitou-se por ter os requisitos necessários para o primeiro projeto. Além da diretoria, gerentes, cooperados, conselhos administrativo e fiscal da Coopercam, estiveram presentes à inauguração executivos e presidentes das empresas parceiras Ajinomoto AGF, Cia. Iguaçu de Café Solúvel e Unicafé.


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COLABORADORES COOPERCAM ASSISTEM DOCUMENTÁRIO SOBRE COOPERATIVISMO Desde 2016, o Sistema Ocemg, dentro do Programa de Formação e Acompanhamento da Organização do Quadro Social das Cooperativas Mineiras - Educa OQS, realiza o Cine Ocemg. A iniciativa tem como propósito promover uma maior sensibilização

e divulgação da doutrina cooperativista por meio da exibição do filme os Pioneiros de Rochdale. Colaboradores, diretores e conselheiros da Coopercam e da Sicoob Credcam se reuniram no dia 27 de março, no salão Actus, em Campos Gerais, e acompa-

nharam o documentário. Para quem não sabe, Rochdale é o nome de um bairro na cidade de Manchester, na Inglaterra, local em que foi criada a primeira cooperativa moderna do mundo. Isso aconteceu em 1844, quando 28 operários, a maioria tecelões, enxergaram no associativismo uma nova maneira de comprar e vender mercadorias de uma maneira mais vantajosa. Foram esses homens que deixaram ao mundo os princípios morais e de condutas que são considerados a base

do cooperativismo. Já se passaram mais de 130 anos e, desde então, o cooperativismo só tem crescido no mundo e no Brasil. De acordo com a Gerente de Acompanhamento de Cooperativas, Vitória Drumond, o Cine Ocemg foi pensado a partir de uma metodologia inovadora para falar sobre o cooperativismo. “Existe a necessidade que o quadro social compreenda bem o que é o cooperativismo e exibir o filme vem como uma alternativa diferente e dinâmica de abordar o tema”.

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7º CIRCUITO DE TECNOLOGIA COOPERCAM REÚNE 250 PRODUTORES Nos dias 21 e 22 de março, no Campo Grande Municipal, a Coopercam realizou a sétima edição do Circuito de Tecnologia. Com a participação das empresas parceiras, quando as mesmas tiveram a oportunidade de apresentar novas tecnologias, o evento reuniu cerca de 250 cooperados e mais outros 100 visitantes. Além das empresas participantes, a Coopercam ministrou duas palestras técnicas, com os temas Qualidade de Café e Manejo de Podas do Cafeeiro. “Esses dois assuntos podem parecer, à primeira vista, corriqueiros. Mas são de grande importância aos produtores de café e, como

sempre há inovações, torna-se prioridade que os cafeicultores estejam por dentro dessas novidades para uma produção de qualidade”, comenta João Paulo Alves, engenheiro

agrônomo e coordenador do evento. Cooperados que participaram da edição 2018 do Circuito de Tecnologia aprovaram o evento. “É um dia muito bacana, é a

primeira vez que participo desse evento. Uma coisa que vi de diferente, é que você vai participando das palestras e vai sempre agregando mais conhecimento em cada uma delas” afirma Ismael Viana, cooperado Coopercam. O cooperado Lucas de Oliveira Júnior, afirma que “é muito bom, traz muitas informações e inovações pra gente”. Participante de todas as edições do Circuito de Tecnologia, o cooperado Rander Vitor Santos comenta que “eu gosto de participar. Procuro sempre participar e adquirir conhecimentos e busco aplicar no campo o que a gente aprende aqui”.

“NOSSAS MULHERES, NOSSA COOPERCAM” HOMENAGEIA COLABORADORAS E COOPERADAS Para comemorar o Dia Internacional da Mulher, no dia 8 de março, a Coopercam preparou um dia especial para suas colaboradoras e cooperadas. No dia 19, uma palestra com o tema “Orçamento Familiar” foi ministrada pela colaboradora Beatriz Marques, analista contábil. Com grande participação, o tema despertou a atenção, já que o assunto é comum ao dia a dia de todas as mulheres. “Ficamos muito satisfeitos com o resultado da

palestra, pois foi visível o interesse das participantes pelo tema. Isso mostra que a mulher está, a cada

dia, mais preocupada com outras áreas de sua vida. A Coopercam quer ajudá-la na tomada de decisões e

sentimos que a escolha do tema não poderia ter sido melhor”, comenta Pâmela Corrêa, responsável pelo marketing da cooperativa. Além da palestra, uma dinâmica foi apresentada, com o objetivo de ressaltar o importante papel da mulher em todas as funções que exerce, seja na área profissional, pessoal ou familiar. Ao final, as homenageadas receberam um brinde, que a Coopercam preparou com muito carinho.


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DIRETOR, GERENTE E COOPERADOS COOPERCAM VISITAM TERRA DE CULTIVO No dia 28 de março, Flávio Nakadaira, gerente comercial da Coopercam, e José Afonso Gomes, diretor administrativo da cooperativa, fizeram uma visita à sede da empresa parceira Terra de Cultivo, na cidade de Machado. O objetivo foi conhecer o processo de fabricação dos produtos e estreitar a parceria entre empresa e cooperativa. Os representantes da Coopercam foram recebidos na empresa por Ronaldo Oliveira, gerente comercial, Geison Pacheco, representante técnico de vendas, e Luiz André Andrade Penha, sócio proprietário da empresa. Na visita, Gomes e Nakaidara conheceram o escritório administrativo na cidade de Machado e depois visitaram a fábrica, localizada na zona rural. Na manufatu-

ra, puderam conhecer o processo de recebimento dos resíduos diversos, que são utilizados para compostagem, o tratamento da composta-

gem, a secagem, o armazenamento e a mistura do composto com fertilizantes minerais. Os representantes da Coopercam tiveram

acesso à informação de que a Terra de Cultivo realizou vários investimentos e, com isso, o produto final em 2018 está com nova característica física, o que deverá melhorar muito a aplicabilidade dos fertilizantes produzidos. No dia 17 de abril, foi a vez de cooperados visitarem a Terra Cultivo. Cleiton Luís de Oliveira, Carlos Claudomiro de Carvalho, Nilton José Borges, Tiago Luís dos Santos Borges, Wilson Rodrigues Pereira, Fábio Reis Pereira, Renato José Vitório, Francis de Paula Vitor dos Santos tiraram suas dúvidas sobre o processo de fabricação e aplicabilidade. Os cooperados foram acompanhados pelo representante técnico de vendas da Coopercam Davisson Freire e o assistente técnico de vendas da Terra de Cultivo André Araújo.


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PRÁTICAS DE PÓS-COLHEITA DO CAFÉ POR DOUGLAS SILVÉRIO BRAGA – ENGENHEIRO AGRÔNOMO. Em continuidade aos trabalhos para manutenção da qualidade do café, apresentamos a seguir algumas dicas de pós-colheita. Antes de iniciar a colheita, deve-se fazer uma amostragem para verificar a fase de maturação da lavoura, ou seja, observar a porcentagem de verde. É aconselhável iniciar a safra com o máximo de frutos cereja, a fim de diminuir a ocorrência de PVA – Preto, Verde e Ardido, que são os piores defeitos encontrados no café, por afetarem o aspecto, a cor, o tipo e a bebida.

Colher, secar e beneficiar separadamente as variedades de coloração vermelha e amarela, pois essas variedades apresentam características de bebida diferentes.

ATENÇÃO!!! Depois de colhidos os frutos de café, os mesmos NÃO DEVERÃO permanecer armazenados em sacos, carretas, moegas, entre outros, por um período superior a seis horas, devido ao risco de fermentação. Observação: não se deve utilizar sacaria de fertilizantes. Todos os locais onde há contato direto com os frutos devem ser sempre limpos depois do processamento de cada lote, para evitar o acúmulo de cafés fermentados e impurezas (paus, pedras, terra etc.), que podem contaminar os lotes que serão processados posteriormente. É aconselhável fazer a separação do café boia, pois este apresenta grandes chances de bebidas inferiores. Essa operação é realizada no lavador, onde os frutos chochos, mal granados, brocados e os frutos

verdes e cereja com apenas uma semente desenvolvida irão boiar. Caso ocorra grande quantidade de café boia, deve-se comunicar ao responsável técnico pela lavoura, pois a causa pode ser alguma deficiência da planta que pode ser resolvida para as próximas safras. É recomendado que, a cada turno de 8 horas de trabalho, faça-se uma limpeza e a remoção da água do lavador. A cada 15 dias de trabalho, lavar com água sanitária a 10%. Tudo isso para evitar a contaminação dos frutos de café por microrganismo indesejados.

ATENÇÃO!!! Frutos pertencentes à parcela de varrição JAMAIS deverão ser misturados com os “cafés de pano”, pois apresentam qualidade inferior.

PROCEDIMENTOS DE PREPARO DO CAFÉ NO TERREIRO - Esparramar o café grão a grão no primeiro dia, deixando sem rodar até que o fruto não esteja mais descascando (na prática, isso ocorre no fim do segundo dia). Depois, ir dobrando conforme a secagem vai ocorrendo, chegando no máximo 8cm de espessura para os cafés passa, cereja + verde e natural (café da roça), 7cm para o café descascado e 10 cm para a boia. - Rodar o café a cada meia hora, acompanhando o sentido

do sol. Caso o produtor faça o uso do quebrador de leira, não terá necessidade de rodar no sentido do sol. - Quando os cafés atingirem a meia seca (30% de teor de água), amontoar ou enleirar com o sol quente (por volta das 15 horas). Em caso de previsão chuva, amontoar e cobrir com pano de colheita e lona plástica. - O processo de esparramar, rodar e amontoar permanece até atingir 11,5% de umidade.

PROCEDIMENTOS PARA O SECADOR ATENÇÃO!!! Acender a fornalha utilizando somente gravetos. JAMAIS usar álcool, querosene, óleo diesel, gasolina e outros para acender o fogo. A lenha deve estar seca. Lenha úmida produz menor quantidade de energia (calor) para um mesmo volume, além de gerar fumaça em excesso, podendo contaminar o café com cheiro de fumaça. O mais correto e econômico é utilizar queimador de palha de café. Café Natural - O café em coco NÃO deve ser levado ao secador com mais de 30% de umidade. - Começar a secagem com temperatura baixa (40º C) e não deixar passar de 45° C na massa de grãos. - Após atingir uma umidade em torno de 12%, descarregar o café quente direto nas moegas de descanso. Esperar resfriar, aferir novamente a umidade e beneficiar se estiver com 11,5% de umidade Café Descascado - O café em pergaminho NÃO pode ser levado ao secador com mais de 25% umidade. - Começar a secagem com temperatura baixa (35º C) e não deixar passar de 40° C na massa de grãos.

- Após atingir uma umidade em torno de 12%, descarregar o café quente direto nas moegas de descanso. Esperar resfriar, aferir novamente a umidade e beneficiar se estiver com 11,5% de umidade. - Seja o café descascado ou natural, é importante interromper a secagem no período da noite, permitindo a redistribuição da água dos frutos ou grãos, obtendo assim maior uniformidade na secagem, melhor qualidade e menor consumo de energia elétrica e combustível (palha ou lenha). Observação: algumas informações podem mudar para quem usa o secador estático (de caixa), por isso é importante verificar as recomendações do fabricante. Contudo, o mais importante é fazer a secagem lenta, independentemente do tipo de secador, procurando sempre não agredir os grãos por excesso de calor.

ATENÇÃO!!! Antes do benefício o café deve passar por um período de descanso, que é de 6 a 8 dias para cafés secados completamente em terreiro; 10 dias para cafés secados em terreiro com finalização em secador; e no mínimo 30 dias para cafés especiais. O descanso é fundamental para uniformidade da seca e permite que todos os compostos químicos se expressem ao máximo, possibilitando melhores bebidas. Ao transportar o café beneficiado para a cooperativa, exija do motorista que a carga seja enlonada, pois há risco de contaminação por impurezas durante o trajeto, além disso, cargas sem a proteção da lona poderão perder o direito ao seguro de transporte em caso de furto. Todas essas dicas são muitos valiosas e, se aplicadas correta-

mente, podem proporcionar grandes melhorias na qualidade do café. Para mais informações sobre o tema, procure o Departamento de Cafés, no setor de Certificação e Cafés Especiais, ou entre em contato pelo telefone (35) 9 9973-4019 ou e-mail cafesespeciais@ coopercam.com.br. Para emitir guia de transporte, ligue para 0800 283 0650.


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CANTINHO DA RECEITA

Analva de Carvalho Braga, Dona Analva, como é conhecida, é esposa do cooperado Vicente Elias Braga. Os dois são proprietários do Sítio Goiabeiras, que fica localizado na comunidade do Galo, em Campos Gerais. Produtores de café, são cooperados há 20 anos e ensinaram a cultura ao filho Vicente Júnior, que também é cooperado. Dona Analva nos recebeu com um doce sorriso e comentou que a receita é bem fácil e sempre agrada a todos que experimentam. “Fiquei muito contente em poder compartilhar um pouquinho do que sei com as outras pessoas”, comenta a cooperada. Ela nos deu várias dicas e explicou o significado do nome da receita. Confira!

Bolo de milho “Espera Amigos” Ingredientes:

6 xícaras chá de milho verde 9 xícaras chá de leite 2 xícaras chá de açúcar 2 xícaras de óleo ½ xícara de trigo 1 pitada de sal Queijo a gosto

Modo de preparo

Junte todos os ingredientes, exceto o queijo, e coloque no liquidificador. Bata até ficar uma massa “bem mole”. Misture o queijo na massa. Coloque a mistura em uma forma untada (óleo e trigo) e deixe assar por mais ou menos uma hora em forno quente.

Dicas da Dona Analva “A massa vai borbulhar bastante quando estiver assando. É normal. Quando parar de borbulhar, já está assado”. Para quem tem um liquidificador menor, dona Analva recomenda ir batendo as medidas de duas em duas xícaras, para que a massa fique bem batida. Dona Analva e sua nora Flávia comentaram que, pode-se comer o bolo quente ou frio, mas para que ele se solte facilmente da forma, é melhor aguardar esfriar. A dica mais valiosa da Dona Analva é que ela faz esse bolo em qualquer época do ano e não somente no período da colheita do milho, pois ela congela as porções e retira de acordo com a vontade. É por isso que o seu bolo tem o nome “Espera Amigos”, pois é uma receita que faz para receber seus amigos.

Informativo março abril 2018 - edição 45 Coopercam  
Informativo março abril 2018 - edição 45 Coopercam  
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