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Editorial

Qualidade do leite é tema de palestra na Coopercam

Senhores Cooperados, Em 21 de fevereiro de 2016 realizamos a nossa Assembleia Geral, quando ocorreu a prestação de contas e a eleição da diretoria e dos conselhos de Administração e Fiscal. Poucos cooperados participaram, já que a chapa foi única, mas quem esteve presente elogiou a forma de condução dos trabalhos e a evolução dos resultados obtidos. Estamos também entregando os caminhões Iveco para os cooperados que possuem crédito de ICMS, adquiridos no período de março de 2009 a dezembro de 2011. Esperamos que o ano de 2016 seja promissor, visto que a produção de café é alta e, consequentemente, irá trazer riquezas para nossa região.

EXPEDIENTE

Tarcísio Rabelo Presidente Coopercam

Uma palestra sobre a qualidade do leite foi realizada pela Coopercam, no dia 11 de janeiro de 2016, tendo como foco os produtores de leite de Campos Gerais e região, todos associados Coopercam. De acordo com Marcelo Fonseca, gerente de laticínios da entidade, a boa qualidade do leite reflete nos produtos lácteos da Cooperativa. Quanto mais qualidade no leite recebido de seus cooperados, melhores os produtos finais. Na palestra também

foi abordada as Instruções Normativas nºs 51 e 62 do MAPA (Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento). Os resultados exigidos pelo MAPA é de no máximo 300 mil bactérias para CBT (contagem de bactérias total) e de 500 mil para CCS (contagem de células somáticas). “Essa palestra faz parte de um projeto para melhoria da qualidade do leite, manejo e qualidade do gado leiteiro, destinado aos produtores de leite da Coopercam”, explica Fon-

seca. O gerente explica que, além das palestras, o projeto contempla visitas técnicas dos veterinários para orientação e solução de problemas, alterações nos retiros ou no gado e até vacinações de aftosa, brucelose, além de outros serviços. Para incentivar e melhorar a rentabilidade do leite produzido por seus associados, a Coopercam aumentou os valores pagos pelo produto: de R$ 0,03 para R$ 0,05 por litro de leite com qualidade.

Diretoria Executiva: Tarcisio Rabelo, José Afonso Gomes e José Eduardo Vanzela. Conselho de Administração: Tarcísio Rabelo, José Afonso Gomes, José Eduardo Vanzela, Rosendo Pieve Pereira, José Márcio Rocha. Suplentes: Breno Miarelli, Jhyan Del Carlo Furbeta, Achiles Magno dos Santos. Conselho Fiscal: José Miarelli Rabelo, Osmar Francisco de Carvalho, Jose Donizete Correa. Suplentes: Rosenir Campos Junior, Ângelo Jose da Silva e Anderson Jose Vilela. Jornalista Responsável e Redação: Eliana Sonja Rotundaro MTb 12982. Colaborador e fotos: Pâmela Corrêa. Diagramação: Sakey Comunicação. Tiragem: 2 mil exemplares.


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Assembleia elege novos Conselhos de Administração e Fiscal da Coopercam

Conselho de Administração: Tarcísio Rabelo, José Afonso Gomes, José Eduardo Vanzela, Rosendo Pieve Pereira, Jose Marcio Rocha, Breno Miarelli, Jhyann Del Carlo Furbeta e Achiles Magno dos Santos. Conselho Fiscal: José Miarelli Rabelo, Osmar Fran-

cisco de Carvalho, Jose Donizete Correa, Rosenir Campos Junior, Ângelo Jose da Silva e Anderson José Vilela. Diretoria Executiva: Tarcisio Rabelo (Presidente), José Afonso Gomes (Diretor Administrativo) e José Eduardo Vanzela (Diretor Comercial).

Com a presença de centenas de cooperados, foi realizada no dia 21 de fevereiro, na sede da Coopercam, a Assembleia Geral Ordinária, para apresentação dos resultados do ano de 2015 e eleição dos conselhos de administração e fiscal da Cooperativa. O presidente da Coopercam, Tarcísio Rabelo, abriu a Assembleia e fez um breve relato das ações que culminaram no desenvolvimento da entidade nos últimos anos. Entre os assuntos abordados durante a As-

rados o Demonstrativo do Resultado, informando o valor de R$119.815,00 de sobras. Aos cooperados foi solicitada aprovação para que esse montante fosse transferido para o fundo de reserva e aprovação aceita de maneira unânime. O auditor também realizou a leitura da auditoria independente, que confirma a veracidade das informações apresentadas. Ainda em relação à prestação de contas, Marcos Francisco de Oliveira apresentou o parecer do Conselho Fiscal de 2015 e José Eduardo Vanzela, diretor comercial,

sembleia, destaque para a prestação de contas da diretoria, compreendendo relatórios da gestão, balanço, destinação das sobras ou perdas, parecer do conselho fiscal e auditoria independente, fixação dos honorários da diretoria, e cédula de presença dos conselheiros de administração e fiscal. O auditor Júlio César de Souza Nunes apresentou o Balanço Patrimonial e a Demonstração de Resultado do ano de 2015, com comentários sobre cada conta apresentada. Nunes também exibiu aos coope-

apresentou o Reconhecimento Patrimonial da cooperativa. Durante a Assembleia foi realizada a eleição da nova diretoria para o mandato 2016/2019. A eleição teve uma única chapa inscrita e, de acordo com o Estatuto Social da Coopercam, a eleição foi por aclamação. Após serem apresentados os novos integrantes da chapa, a assembleia aprovou o novo conselho por unanimidade. Confira acima como está o quadro de conselheiros da Coopercam após a Assembleia.


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Curso de Classificação e Degustação de Cafés é ministrado pelo SENAR na Coopercam Com uma carga horária de 40 horas e com a presença de 12 participantes, entre cooperados e colaboradores da Coopercam, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) em parceria com o Sindicato dos Trabalhadores Rurais, ministrou, em fevereiro, um curso de Classificação e Degustação de Cafés na Coopercam. Coordenado por Gilmar Reis Cabral, os conteúdos aplicados dentro da classificação do café pelos indicadores de qualidade foram aspecto, cor, safra comercial, teor umidade, peneira e processo (vias úmida e seca). Já na classificação do café via tipo, os cursistas tiveram a oportunidade de aprender sobre os defeitos, causas e consequências, e modo de evitá-los e eliminá-los; e também sobre a catação e a contagem dos defeitos. Em relação à classificação por bebida, os cooperados e colaboradores puderam conhecer o Sistema COB, que é a classificação oficial brasileira. Nesse sistema, eles aprenderam a diferenciar os tipos de bebida: estritamente mole, mole, apenas mole, duro, riado, rio e rio zona.

Adão Marques, associado Coopercam, participou e afirma que “esse tipo de curso é muito posi-

tivo para nós, produtores. Temos que conhecer mais sobre o produto que cultivamos. Sempre tive vonta-

de de fazer esse curso e o SENAR, juntamente com o Sindicato Rural, me deu essa oportunidade”.


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Importância do fósforo no plantio do cafeeiro Por João Paulo Alves de Castro, Engenheiro Agrônomo O fósforo é crucial no metabolismo das plantas, pois desempenha papel importante na transferência de energia da célula, na respiração, na fotossíntese e no desenvolvimento do sistema radicular. É um dos nutrientes mais importantes na formação das mudas, no plantio e formação do cafezal. As limitações na disponibilidade de fósforo no início do ciclo vegetativo podem resultar em restrições no desenvolvimento, das quais a planta não se recupera posteriormente, mesmo aumentando o suprimento do elemento a níveis adequados. O suprimento adequado do fósforo é, pois, essencial desde os estádios iniciais de crescimento da planta. Na fase adulta (produção) como o cafeeiro explora enorme massa de solo, com seu sistema radicular, os teores pobres de fósforo (P) (menos que 10 ppm) - no solo não causam, normalmente, problemas de deficiência. Nesse caso, a adubação fosfatada é feita visando à reposição do P, extraído pela vegetação e pela produção do ano, a base de 3-5 vezes a quantidade extraída, visto que o aproveitamento das fontes convencionais gira em torno de 20 a 30%. Sabe-se que os solos utilizados para a lavoura cafeeira são, normalmente, pobres em fósforo. Além disso, esse nutriente tem grande tendência de fixação (pela formação de fosfatos com o ferro, o alumínio e o manganês, em solos ácidos, ou com o cálcio, em solos alcalinos, devido a aplicação de calcário, todos compostos de baixa solubilidade). Outra dificuldade no uso do P deve-se à sua pouca mobilidade na maio-

ria dos solos, sendo mínima a sua perda por lixiviação. Assim, ele deve ser colocado na zona de absorção das raízes, por exemplo, na mistura de cova ou sulco, na fase de plantio do café, pois, será a única oportunidade de aplicar o nutriente em profundidade ou, em lavouras adultas, bem localizado, sob a saia dos cafeeiros, onde existem raízes mais superficialmente. O plantio do cafeeiro é feito na sua maioria, com super fosfato simples, fonte de fósforo e enxofre. Diante da alta demanda por fontes melhoradas de fósforo para plantio de café, várias empresas desenvolveram produtos comerciais, que não

isso, toda força do nutriente fica disponível para ser aproveitada pela planta. Devido ao seu maior aproveitamento, sua recomendação também é reduzida, sem falar na opção de poder colocar esta fonte misturada com o calcário no ato do plantio, tanto na cova como no sulco, devido a sua característica de não sofrer reação externa com os elementos que, geralmente nas fontes convencionais, sofrem perdas de eficiência, podendo chegar até a 80%. Já no caso dessa nova fonte, o aproveitamento é quase 100% do fósforo aplicado. Diante dessas inovações a Coopercam fez uma parceria com a empresa fabricante do

apenas suprem a necessidade de fósforo e enxofre do cafeeiro, mas também fornecem nitrogênio e potássio, além de micronutrientes, o que tornou a adubação de plantio uma possibilidade de fornecer e incorporar ao solo, nutrientes necessários para melhor sustentabilidade da lavoura cafeeira. Dentre essas inovações, existe uma fonte de P que vem se destacando no mercado. A mesma, além dos micronutrientes contidos na fórmula, é incorporada por uma molécula orgânica que se funde ao fósforo através de uma ponte metálica, impedindo sua reação com o alumínio, o ferro e outros componentes do solo. Com

produto e já no primeiro ano de uso, os técnicos de campo estão observando diferenças significativas, tanto no vigor de plantas de café recém- transplantadas, como em lavouras adultas que apresentaram aumento nos níveis do nutriente nos tecidos vegetais, comprovados através de uma análise de folha antes e após a aplicação do produto. Para mais informações, basta procurar o Departamento Técnico da Coopercam, que está prontamente disponível para sanar as dúvidas de todos os cooperados quanto ao uso do produto. Alguns produtores ainda insistem em realizar o plantio do cafeeiro sem o uso de uma

fonte de fósforo na cova ou no sulco de plantio, deixando para fazer a aplicação na forma de cobertura depois de alguns dias do plantio ou nem sequer aplicam naquele ano. Um exemplo disso pode ser visto com as fotografias abaixo em que o produtor de Campos Gerais, no ato da realização do plantio, começou com a colocação de uma determinada fonte de P no sulco do plantio, mas com o avançar dos serviços, o fertilizante acabou e o mesmo continuou plantando as mudas sem o uso do fertilizante. A diferença é visível na lavoura até hoje, pois onde foi usado a fonte de fósforo, mesmo sendo uma fonte convencional, a lavoura está em pleno crescimento e vigor (figura 1). Já na parte onde não foi utilizado nenhuma fonte de P no plantio, a lavoura está totalmente depauperada, sem vigor, sendo difícil sua recuperação (figura 2). Isto prova o quanto é importante a aplicação do fósforo na cova ou no sulco do plantio do café. O plantio do café é como a construção da base de uma casa, se não for bem-feita, possivelmente trará sérios problemas no futuro depois da casa pronta. A lavoura de café segue o mesmo raciocínio, deve ser feita primeiramente a análise de solo e posteriormente seguir as instruções de um técnico capacitado que, ao fazer a interpretação da mesma, indicará os corretivos de acidez e fonte de P ideal para o solo de cada propriedade. Ao seguir essas instruções, o produtor dará um passo muito à frente daqueles que pensam que o plantio do café é somente o ato de cavar um buraco no solo e colocar uma muda de café.


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Informativo coopercam edição 32  
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