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GUERRA NUCLEAR LOCAL, CATÁSTROFE GLOBAL. As preocupações se fixam em Estados Unidos e Rússia, mas uma guerra nuclear regional entre Índia e Paquistão poderia ofuscar o Sol e matar de fome grande parte da humanidade http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/guerra_nuclear_local_catastrofe_global_imp rimir.html Bruna Machado Borges Inês do Carmo Coragem 1° A Resumo Crítico. Há 25 anos, equipes internacionais de cientistas mostraram que uma guerra atômica entre os Estados Unidos e a União Soviética poderia resultar em um “inverno nuclear”. A fumaça dos vastos incêndios por bombas lançadas sobre cidades e áreas industriais envolveria o planeta e absorveria tanta luz solar que a superfície terrestre ficaria fria, escura e seca. Por que discutir esse tema agora que a Guerra Fria acabou? Porque, à medida que outras nações adquirem essas armas, guerras atômicas menores, regionais, podem gerar uma catástrofe similar. Novas análises revelam que um conflito entre a Índia e o Paquistão, por exemplo, em que 100 bombas fossem lançadas sobre cidades e áreas industrializadas – apenas 0,4% das mais de 25 mil ogivas do mundo – produziria suficiente fumaça para aniquilar a agricultura global. Uma guerra regional faria um número incalculável de vítimas, inclusive em países distantes do confronto. Essa fumaça é formada por precipitação radioativa (nuvens de finas partículas de poeira radioativa e resíduos da bomba), e as conseqüências seriam: Morte das plantas. Nossas fontes de alimentos seriam extintas. No verão, as temperaturas superficiais registrariam valores de inverno Menos luz solar, Ciclos de cultivo mais curtos e mais radiação ultravioleta limitariam ou eliminariam a produção agrícola. O resfriamento e a perda de ozônio. A bomba atômica é uma arma cuja energia liberada tem o poder de destruir uma cidade. A explosão causada pela bomba, ou uma combustão um pouco mais energética, gera uma quantidade de energia muito grande em pouco tempo e espaço, liberando calor e ondas de choque. Essa energia aquece o ar em sua volta, resultando numa enorme bola de fogo que sobe rapidamente. Durante essa subida gera-se uma forte corrente de ar para cima e suga todo o material pulverizado pela explosão. O núcleo de um átomo pode se fissionar em dois fragmentos menores contendo nêutrons. Este método geralmente envolve isótopos de urânio (urânio-235, urânio-233) ou plutônio-239;


O Urânio é um dos poucos materiais que suportam a fissão induzida. Caso um nêutron livre adentre um núcleo de Urânio , ele será absorvido imediatamente, tornando o núcleo instável e levando-o a fissurar. Tão logo o núcleo capture o nêutron, ele será fissurado em dois átomos menores e expelirá dois ou três novos nêutrons assim gerando uma reação em cadeia Uma variedade da bomba atômica é a bomba de nêutrons. Os nêutrons são mais penetrantes que outros tipos de radiação, de tal forma que muitos materiais de proteção que bloqueiam raios gama são pouco eficientes contra eles. A bomba de nêutrons tem ação destrutiva apenas sobre organismos vivos, mantendo, por exemplo, a estrutura de uma cidade intacta. Isso pode representar uma vantagem militar, visto que existe a possibilidade de se eliminar os inimigos e apoderar-se de seus recursos. A bomba de nêutron só tem ação sobre organismos vivos, eles atingem a nível celular.

 Fontes: http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/guerra_nuclear_local_catastrofe_glob al_imprimir.html  http://pt.wikipedia.org/wiki/Bomba_de_nêutrons#T.C3.A1ticas_das_Bombas_de_N. C3.AAutrons  http://curiofisica.com.br/ciencia/como-funciona-a-bomba-de-neutron#more-1977


Resumo Crítico - Bruna e Inês 1A  

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