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Ano I - No 6- Setembro/ 2010

Pet Saúde

Pets e tempo seco: o que fazer?

Felinos em foco Alérgicos... alguns gatos também são!

Pet Relato

Tony, o garoto propaganda do bem

Pet Comportamento Pet Luxo

Doutores da Alegria

A ciência apresenta provas do benefício do convívio com os pets


Editorial Queridos leitores, Quem ama animais e tem o privilégio de conviver com eles, sabe o bem que eles nos fazem. Quem nunca chorou e recebeu aquele olhar amoroso e terno de seu pet? Esse é um consolo maravilhoso! Além da onda de amor que nossos pets nos proporcionam, agora a ciência reúne provas cabais dos benefícios que nossos amados companheiros comprovadamente trazem para nossa saúde e essa é a nossa matéria de capa! Outro tema interessante abordado pela ciência é a utilização do DNA de animais na solução de crimes, não perca na matéria ‘CSI Animal’. Também vamos conhecer mais quatro finalistas do concurso ‘Meu Pet é Estrela’. Você já mandou foto da sua celebridade para nós? Se ainda não enviou, não perca tempo e envie no e-mail petestrela@conexaopet.com.br, junto com os dados do tutor e uma breve historinha do animal! Gostaria de agradecer as crescentes visitas de todos vocês em nosso portal e na revista! Muito obrigada! Grande abraço, Vivian Lemos Editora vivian@conexaopet.com.br

Expediente

Sumário

Direção e Edição:

Vivian Lemos – MTB: 26122/RJ vivian@conexaopet.com.br

Criação e Design:

Daniele Knofel daniknofel@gmail.com

4

Mensagens dos Leitores

Comercial:

6

Pet Notas

10

Pet Saúde

12

Educação Pet

18

Pet Comportamento

22

Doutores da Alegria

26

Celebridades do Bem

28

Meu Pet é Estrela

34

Pet Ciência

38

Felinos em Foco

40

Pet Relato

42

Pet Risadas

comercial@conexaopet.com.br

Sugestões, críticas e dúvidas: faleconosco@conexaopet.com.br

A revista virtual Conexão Pet em revista é uma publicação da Múltipla Edições. Todos os direitos reservados. Cópia de matérias são autorizadas desde que citada a devida fonte.


Editorial Queridos leitores, Quem ama animais e tem o privilégio de conviver com eles, sabe o bem que eles nos fazem. Quem nunca chorou e recebeu aquele olhar amoroso e terno de seu pet? Esse é um consolo maravilhoso! Além da onda de amor que nossos pets nos proporcionam, agora a ciência reúne provas cabais dos benefícios que nossos amados companheiros comprovadamente trazem para nossa saúde e essa é a nossa matéria de capa! Outro tema interessante abordado pela ciência é a utilização do DNA de animais na solução de crimes, não perca na matéria ‘CSI Animal’. Também vamos conhecer mais quatro finalistas do concurso ‘Meu Pet é Estrela’. Você já mandou foto da sua celebridade para nós? Se ainda não enviou, não perca tempo e envie no e-mail petestrela@conexaopet.com.br, junto com os dados do tutor e uma breve historinha do animal! Gostaria de agradecer as crescentes visitas de todos vocês em nosso portal e na revista! Muito obrigada! Grande abraço, Vivian Lemos Editora vivian@conexaopet.com.br

Expediente

Sumário

Direção e Edição:

Vivian Lemos – MTB: 26122/RJ vivian@conexaopet.com.br

Criação e Design:

Daniele Knofel daniknofel@gmail.com

4

Mensagens dos Leitores

Comercial:

6

Pet Notas

10

Pet Saúde

12

Educação Pet

18

Pet Comportamento

22

Doutores da Alegria

26

Celebridades do Bem

28

Meu Pet é Estrela

34

Pet Ciência

38

Felinos em Foco

40

Pet Relato

42

Pet Risadas

comercial@conexaopet.com.br

Sugestões, críticas e dúvidas: faleconosco@conexaopet.com.br

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Se você tiver alguma dúvida, crítica ou sugestão envie sua mensagem para faleconosco@conexaopet.com.br e ela poderá ser publicada aqui.

Mensagens dos leitores

Olá pessoal da Conexão Pet, Aqui em casa ficamos muito contentes ao saber que a Melissa Pug ficou em terceiro lugar! Agradecemos de coração a vocês! Somos todos fãs da sua revista e site! Todos estão de parabéns! Desde já agradeço a todos! Audoramos vocês! Abraço, Francislene e Melissa Pug Petrópolis/RJ Gosto muito da revista e acho que vocês acertaram em cheio em fazer este formato virtual, que é muito bacana e poupa as nossas matas, já que não utiliza papel! Ideia bacana! Claudio Moreira Campinas/SP

4

Amamos a Conexão Pet e ficamos esperando ansiosos a nova edição entrar no ar. A revista é muito bonita e os assuntos sempre são interessantes para quem tem ou ama animais. Parabéns! Lúcia Antunes São Paulo/SP Gostaria de parabenizar o trabalho de vocês que além de divertir também conscientiza a todos sobre a importância de respeitar aqueles que não têm voz. Geovana Telles Brasília/DF A Conexão Pet está a cada mês mais ANIMAL! Adoro a revista e o site, sempre acesso! Clarice Spielmann São Paulo/SP


Se você tiver alguma dúvida, crítica ou sugestão envie sua mensagem para faleconosco@conexaopet.com.br e ela poderá ser publicada aqui.

Mensagens dos leitores

Olá pessoal da Conexão Pet, Aqui em casa ficamos muito contentes ao saber que a Melissa Pug ficou em terceiro lugar! Agradecemos de coração a vocês! Somos todos fãs da sua revista e site! Todos estão de parabéns! Desde já agradeço a todos! Audoramos vocês! Abraço, Francislene e Melissa Pug Petrópolis/RJ Gosto muito da revista e acho que vocês acertaram em cheio em fazer este formato virtual, que é muito bacana e poupa as nossas matas, já que não utiliza papel! Ideia bacana! Claudio Moreira Campinas/SP

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Amamos a Conexão Pet e ficamos esperando ansiosos a nova edição entrar no ar. A revista é muito bonita e os assuntos sempre são interessantes para quem tem ou ama animais. Parabéns! Lúcia Antunes São Paulo/SP Gostaria de parabenizar o trabalho de vocês que além de divertir também conscientiza a todos sobre a importância de respeitar aqueles que não têm voz. Geovana Telles Brasília/DF A Conexão Pet está a cada mês mais ANIMAL! Adoro a revista e o site, sempre acesso! Clarice Spielmann São Paulo/SP


Pet Notas

Balão de passarinho

Reprodução

A criação da designer Renata Manau e sua Biscuit, empresa artesanal que produz incríveis peças de cerâmica e vidro, será oficialmente apresentada em setembro durante o London Design Festival. Parte de um trabalho onde ela e mais seis designers desenvolveram peças que buscaram inspiração dos históricos prédios londrinos até contos de fadas britânicos, "Balão" foi a sua contribuição. Saído das mãos de "Winnie the Pooh" (ou para nós o Ursinho Puff), o balãozinho de cerâmica, com direito a fio e tudo mais, tornou-se uma singela casinha de pássaros. O brilho do balão (no desenho) virou a "janelia-portinha". Simpático, ficaria muito legal em uma árvore de verdade.

Prato canino brincalhão

Reprodução

Deixe seu dogão maluquinho e instigue a usá-lo a cabeça para encontrar sua recompensa. "Seek-A-Treat™" é uma divertida mistura de prato de comida e brinquedo. São cinco compartimentos onde pode-se colocar biscoitos, ração ou a guloseima que seu cachorrinho preferir. Para encontrá-las ele precisará acionar rodas e arrastar círculos, garantindo momentos de pura diversão e aprendizado. Bastante resistente e durável, não tem ranhuras ou bordas que machuquem os animais. Custa 15,98 dólares na http://www.harrietcarter.com.

Bolsas sinalizadas Muito legal a coleção de bolsas "out_of_ark"! Brincando com a ideia de que a qualquer hora um animal selvagem pode cruzar o nosso caminho, os designers da "out_of_48" misturaram bolsas e placas de sinalização de estradas. O resultado são divertidos modelos batizados de acordo com o país/região onde os bichos podem ser encontrados. Feitas em lona e resistentes à água, elas têm três tipos de formato (iguais aos das placas originais) e também podem ser usadas para carregar notebooks. Os preços variam de 59 a 159 euros. Reprodução

Tubarão no forno Não tem muito o que falar, pois a imagem já diz tudo: uma luva térmica que imita tubarão, com direito a bocarra e barbatana dorsal. Segurar panelas quentes, abrir o forno e servir pratos agora também podem garantir boas risadas! O "tuba-luva" custa 7,95 dólares na http://www.surlatable.com.

Reprodução

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BBC

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Paulo Toledo Piza/G1


Pet Notas

Balão de passarinho

Reprodução

A criação da designer Renata Manau e sua Biscuit, empresa artesanal que produz incríveis peças de cerâmica e vidro, será oficialmente apresentada em setembro durante o London Design Festival. Parte de um trabalho onde ela e mais seis designers desenvolveram peças que buscaram inspiração dos históricos prédios londrinos até contos de fadas britânicos, "Balão" foi a sua contribuição. Saído das mãos de "Winnie the Pooh" (ou para nós o Ursinho Puff), o balãozinho de cerâmica, com direito a fio e tudo mais, tornou-se uma singela casinha de pássaros. O brilho do balão (no desenho) virou a "janelia-portinha". Simpático, ficaria muito legal em uma árvore de verdade.

Prato canino brincalhão

Reprodução

Deixe seu dogão maluquinho e instigue a usá-lo a cabeça para encontrar sua recompensa. "Seek-A-Treat™" é uma divertida mistura de prato de comida e brinquedo. São cinco compartimentos onde pode-se colocar biscoitos, ração ou a guloseima que seu cachorrinho preferir. Para encontrá-las ele precisará acionar rodas e arrastar círculos, garantindo momentos de pura diversão e aprendizado. Bastante resistente e durável, não tem ranhuras ou bordas que machuquem os animais. Custa 15,98 dólares na http://www.harrietcarter.com.

Bolsas sinalizadas Muito legal a coleção de bolsas "out_of_ark"! Brincando com a ideia de que a qualquer hora um animal selvagem pode cruzar o nosso caminho, os designers da "out_of_48" misturaram bolsas e placas de sinalização de estradas. O resultado são divertidos modelos batizados de acordo com o país/região onde os bichos podem ser encontrados. Feitas em lona e resistentes à água, elas têm três tipos de formato (iguais aos das placas originais) e também podem ser usadas para carregar notebooks. Os preços variam de 59 a 159 euros. Reprodução

Tubarão no forno Não tem muito o que falar, pois a imagem já diz tudo: uma luva térmica que imita tubarão, com direito a bocarra e barbatana dorsal. Segurar panelas quentes, abrir o forno e servir pratos agora também podem garantir boas risadas! O "tuba-luva" custa 7,95 dólares na http://www.surlatable.com.

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Paulo Toledo Piza/G1


Pet Notas

Balão de passarinho

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A criação da designer Renata Manau e sua Biscuit, empresa artesanal que produz incríveis peças de cerâmica e vidro, será oficialmente apresentada em setembro durante o London Design Festival. Parte de um trabalho onde ela e mais seis designers desenvolveram peças que buscaram inspiração dos históricos prédios londrinos até contos de fadas britânicos, "Balão" foi a sua contribuição. Saído das mãos de "Winnie the Pooh" (ou para nós o Ursinho Puff), o balãozinho de cerâmica, com direito a fio e tudo mais, tornou-se uma singela casinha de pássaros. O brilho do balão (no desenho) virou a "janelia-portinha". Simpático, ficaria muito legal em uma árvore de verdade.

Prato canino brincalhão

Reprodução

Deixe seu dogão maluquinho e instigue a usá-lo a cabeça para encontrar sua recompensa. "Seek-A-Treat™" é uma divertida mistura de prato de comida e brinquedo. São cinco compartimentos onde pode-se colocar biscoitos, ração ou a guloseima que seu cachorrinho preferir. Para encontrá-las ele precisará acionar rodas e arrastar círculos, garantindo momentos de pura diversão e aprendizado. Bastante resistente e durável, não tem ranhuras ou bordas que machuquem os animais. Custa 15,98 dólares na http://www.harrietcarter.com.

Bolsas sinalizadas Muito legal a coleção de bolsas "out_of_ark"! Brincando com a ideia de que a qualquer hora um animal selvagem pode cruzar o nosso caminho, os designers da "out_of_48" misturaram bolsas e placas de sinalização de estradas. O resultado são divertidos modelos batizados de acordo com o país/região onde os bichos podem ser encontrados. Feitas em lona e resistentes à água, elas têm três tipos de formato (iguais aos das placas originais) e também podem ser usadas para carregar notebooks. Os preços variam de 59 a 159 euros. Reprodução

Tubarão no forno Não tem muito o que falar, pois a imagem já diz tudo: uma luva térmica que imita tubarão, com direito a bocarra e barbatana dorsal. Segurar panelas quentes, abrir o forno e servir pratos agora também podem garantir boas risadas! O "tuba-luva" custa 7,95 dólares na http://www.surlatable.com.

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Paulo Toledo Piza/G1


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Balão de passarinho

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A criação da designer Renata Manau e sua Biscuit, empresa artesanal que produz incríveis peças de cerâmica e vidro, será oficialmente apresentada em setembro durante o London Design Festival. Parte de um trabalho onde ela e mais seis designers desenvolveram peças que buscaram inspiração dos históricos prédios londrinos até contos de fadas britânicos, "Balão" foi a sua contribuição. Saído das mãos de "Winnie the Pooh" (ou para nós o Ursinho Puff), o balãozinho de cerâmica, com direito a fio e tudo mais, tornou-se uma singela casinha de pássaros. O brilho do balão (no desenho) virou a "janelia-portinha". Simpático, ficaria muito legal em uma árvore de verdade.

Prato canino brincalhão

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Deixe seu dogão maluquinho e instigue a usá-lo a cabeça para encontrar sua recompensa. "Seek-A-Treat™" é uma divertida mistura de prato de comida e brinquedo. São cinco compartimentos onde pode-se colocar biscoitos, ração ou a guloseima que seu cachorrinho preferir. Para encontrá-las ele precisará acionar rodas e arrastar círculos, garantindo momentos de pura diversão e aprendizado. Bastante resistente e durável, não tem ranhuras ou bordas que machuquem os animais. Custa 15,98 dólares na http://www.harrietcarter.com.

Bolsas sinalizadas Muito legal a coleção de bolsas "out_of_ark"! Brincando com a ideia de que a qualquer hora um animal selvagem pode cruzar o nosso caminho, os designers da "out_of_48" misturaram bolsas e placas de sinalização de estradas. O resultado são divertidos modelos batizados de acordo com o país/região onde os bichos podem ser encontrados. Feitas em lona e resistentes à água, elas têm três tipos de formato (iguais aos das placas originais) e também podem ser usadas para carregar notebooks. Os preços variam de 59 a 159 euros. Reprodução

Tubarão no forno Não tem muito o que falar, pois a imagem já diz tudo: uma luva térmica que imita tubarão, com direito a bocarra e barbatana dorsal. Segurar panelas quentes, abrir o forno e servir pratos agora também podem garantir boas risadas! O "tuba-luva" custa 7,95 dólares na http://www.surlatable.com.

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Paulo Toledo Piza/G1


Pet Saúde Pets e tempo seco: o que fazer? Animais também sofrem com a baixa umidade. Confira dicas para deixa-los bem nos dias secos

O tempo seco promete continuar em todo o Brasil durante o mês de setembro, de acordo com a meteorologia. Dores de cabeça, sonolência, sensação de ressecamento nas vias respiratórias trazem grande transtorno a todos nós, mas você sabia que os animais também sofrem com esse clima? O problema é que, presos em casas ou em apartamentos, eles não conseguem, sozinhos, evitar as consequências do tempo seco em suas vidas. Dependem de seus donos, por exemplo, para ter água disponível sempre que estiverem com sede ou com vontade de tomar um bom banho. Alguns sintomas apresentados pelos animais nessa situação são bastante parecidos com os desenvolvidos pelos humanos, explica a professora Mirela Tinucci Costa, da faculdade de medicina veterinária da Unesp (campus de Jaboticabal). Os cães e os gatos, principalmente, podem apresentar irritação e coceira nos olhos, boca seca, dificuldade para respirar e desidratação. Aves ficam desidratadas muito rapidamente, porque são pequenas. Quanto menor o bicho, mais rápido é o processo de desidratação. É comum também aumentar a incidência de doenças virais, disseminadas por inalação. Algumas, como a cinomose, são extremamente graves. Por isso, é importante manter a vacinação do pet em dia.

“Se perceber que os olhos de sua mascote andam irritados ou ressecados, uma boa dica é lavá-los com água filtrada ou soro fisiológico. O mesmo vale para molhar a ponta do nariz”, ensina Alexandre Sato, diretor da Sociedade Paulista de Medicina Veterinária. Sangramentos nasais são comuns durante a seca, e o risco de bronquite e de pneumonia também cresce entre a população animal. Segundo a especialista da Unesp, animais idosos ou com a saúde debilitada pedem atenção redobrada. O mesmo vale para espécies que costumam passar parte do dia na água, como tartarugas e cágados. Para todos, o principal risco é a desidratação, que, em níveis acentuados, causa doenças graves, problemas no rim e morte. Conforme o organismo se desidrata, o sangue fica mais viscoso. Com o passar do tempo, o coração começa a ter dificuldade para bombear, e surgem problemas de irrigação de tecidos do corpo. Por fim, ocorre a coagulação desse sangue nos vasos de menor calibre. É a morte iminente.

Confira alguns conselhos dados por Enrico Ortolino, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (USP), para ajudar o seu animal a passar pelo tempo quente e seco: - O animal deve estar sempre hidratado com água de qualidade. De preferência, ele deve ter acesso à água o tempo todo. - Evite exercitá-lo entre as 10h e as 16h, quando o sol está mais forte. Também fuja de lugares poluídos e com muito pó. - Quando o tempo estiver muito quente, deixe uma bacia de água perto do animal ou instale um umidificador de ar. - Alguns animais têm dificuldade para perder calor. É recomendável deixá-los com os pelos curtos para evitar o aumento de temperatura. - Disponibilize abrigos com sombra, principalmente no período em que o sol está mais forte. - Evite levá-lo a locais com grandes aglomerações. Caso você tenha vários animais, não os deixe em locais muito pequenos. - Ortolino ainda faz um alerta aos donos de animais com pelagem escura, “além do tempo seco, eles ainda sofrem com a exposição ao sol, já que as cores mais escuras têm tendência a reter o calor”. * Com informações de R7 e G1

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15 Fabricação própria, revenda para atacados e lojistas em todo Brasil. Estamos cadastrando novos vendedores.


Pet Saúde Pets e tempo seco: o que fazer? Animais também sofrem com a baixa umidade. Confira dicas para deixa-los bem nos dias secos

O tempo seco promete continuar em todo o Brasil durante o mês de setembro, de acordo com a meteorologia. Dores de cabeça, sonolência, sensação de ressecamento nas vias respiratórias trazem grande transtorno a todos nós, mas você sabia que os animais também sofrem com esse clima? O problema é que, presos em casas ou em apartamentos, eles não conseguem, sozinhos, evitar as consequências do tempo seco em suas vidas. Dependem de seus donos, por exemplo, para ter água disponível sempre que estiverem com sede ou com vontade de tomar um bom banho. Alguns sintomas apresentados pelos animais nessa situação são bastante parecidos com os desenvolvidos pelos humanos, explica a professora Mirela Tinucci Costa, da faculdade de medicina veterinária da Unesp (campus de Jaboticabal). Os cães e os gatos, principalmente, podem apresentar irritação e coceira nos olhos, boca seca, dificuldade para respirar e desidratação. Aves ficam desidratadas muito rapidamente, porque são pequenas. Quanto menor o bicho, mais rápido é o processo de desidratação. É comum também aumentar a incidência de doenças virais, disseminadas por inalação. Algumas, como a cinomose, são extremamente graves. Por isso, é importante manter a vacinação do pet em dia.

“Se perceber que os olhos de sua mascote andam irritados ou ressecados, uma boa dica é lavá-los com água filtrada ou soro fisiológico. O mesmo vale para molhar a ponta do nariz”, ensina Alexandre Sato, diretor da Sociedade Paulista de Medicina Veterinária. Sangramentos nasais são comuns durante a seca, e o risco de bronquite e de pneumonia também cresce entre a população animal. Segundo a especialista da Unesp, animais idosos ou com a saúde debilitada pedem atenção redobrada. O mesmo vale para espécies que costumam passar parte do dia na água, como tartarugas e cágados. Para todos, o principal risco é a desidratação, que, em níveis acentuados, causa doenças graves, problemas no rim e morte. Conforme o organismo se desidrata, o sangue fica mais viscoso. Com o passar do tempo, o coração começa a ter dificuldade para bombear, e surgem problemas de irrigação de tecidos do corpo. Por fim, ocorre a coagulação desse sangue nos vasos de menor calibre. É a morte iminente.

Confira alguns conselhos dados por Enrico Ortolino, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (USP), para ajudar o seu animal a passar pelo tempo quente e seco: - O animal deve estar sempre hidratado com água de qualidade. De preferência, ele deve ter acesso à água o tempo todo. - Evite exercitá-lo entre as 10h e as 16h, quando o sol está mais forte. Também fuja de lugares poluídos e com muito pó. - Quando o tempo estiver muito quente, deixe uma bacia de água perto do animal ou instale um umidificador de ar. - Alguns animais têm dificuldade para perder calor. É recomendável deixá-los com os pelos curtos para evitar o aumento de temperatura. - Disponibilize abrigos com sombra, principalmente no período em que o sol está mais forte. - Evite levá-lo a locais com grandes aglomerações. Caso você tenha vários animais, não os deixe em locais muito pequenos. - Ortolino ainda faz um alerta aos donos de animais com pelagem escura, “além do tempo seco, eles ainda sofrem com a exposição ao sol, já que as cores mais escuras têm tendência a reter o calor”. * Com informações de R7 e G1

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15 Fabricação própria, revenda para atacados e lojistas em todo Brasil. Estamos cadastrando novos vendedores.


Educação Pet

1 - Precisamos pensar no conceito que queremos passar ao cão. O conceito é: não deve pular nas pessoas.

Perguntas e Respostas Gustavo Campelo responde a dúvidas de nossos leitores

A coluna Educação Pet, do especialista em comportamento animal Gustavo Campelo, está fazendo um grande sucesso junto aos leitores, e por esse motivo resolvemos abrir um espaço para as dúvidas sobre comportamento animal de nossos leitores. Se você quiser ter sua pergunta respondida aqui, envie um e-mail para faleconosco@conexaopet.com.br, com seu nome completo, cidade e estado, e a sua dúvida.

Pula-pula canino Dúvida: “Minha cachorra, Sílvia, uma vira-latas muito simpática e querida, tem o péssimo hábito de pular em todo mundo. Como é grande e pesada, (do tamanho de um pastor alemão), às vezes machuca as pessoas e suja as roupas sem esta intenção. No mais, é extremamente dócil, gosta de crianças e visitas, nunca mordeu ninguém. Ela tem dois anos, é castrada e foi recolhida da rua aos quatro meses aproximadamente (onde deve ter passado por poucas e boas!). Mora em um quintal grande e tem um companheiro, um basset de nove anos com quem brinca o dia todo (e que pula nas pessoas também, mas bem menos!). Já tentamos de tudo para fazê-la parar, mas a única coisa que tem resolvido é andar com uma vassoura na mão. PS: Ao menos ao que nos consta, ela nunca levou uma vassourada!” Margot T.F.

2 - Vamos pensar: O que faz o cão pular? O que faria o cão não pular? O que nós podemos oferecer caso ele não pule? 3 - Ser fiel ao plano traçado. Não mude de técnica sempre. Isso apenas confunde o cão. Nenhuma técnica tem resultado imediato. É preciso praticá-la por um certo tempo para que os resultados apareçam. O primeiro exercício é muito simples na teoria, mas, por incrível que pareça a maioria das pessoas fazem exatamente o oposto. Não dê carinho ou qualquer atenção enquanto o cão pula. Simples, simples, simples! Não olhe, não brinque, não grite, simplesmente passe reto. Mais cedo ou mais tarde o cão vai por as quatro patas no chão. Nessa hora, agache, olhe, fale, elogie e faça carinho (sempre e somente com o cão com as quatro patas no chão). O segundo exercício pode ser muito divertido e complementa o primeiro. Pegue MEIO bifinho para cães, corte em pedaços pequenos, bem pequenos. Vá para algum lugar onde você terá espaço livre o suficiente para caminhar alguns passos. Deixe todos esses pedacinhos em uma das mãos. Chame o cão. Ponha um desses pedacinhos dê petisco no chão e, rapidamente de uns três passos para a direção oposta. O cão vai comer o pedaço que você pôs no chão e virá na sua direção. Pouco antes de ele chegar, abaixe e jogue outro petisco no chão. Repita esse procedimento até que os petiscos acabem. Dessa maneira, estamos ensinando ao cão a vir até nós sem que pule, pois ele aprende que receberá o petisco e o carinho no chão e não no alto. Vou fazer um vídeo desse treinamento e aviso vocês quando for ao ar. Bom treino a todos! Divirtam-se!”

Quer ter um cão ideal?

Conviver com o seu melhor amigo é mais fácil do que você imagina. Consulta e terapia comportamental Socialização de filhotes Obediência Ajuda para escolha de filhotes Prevenção de problemas Segurança Passeios

Resposta: “Obrigado pela pergunta! Muitas pessoas me procuram pelo mesmo problema. A solução mais rápida é aquela em que o cachorro entende mais facilmente o conceito que queremos passar, sem violência e usando a psicologia canina. Existem diversos exercícios que ajudam bastante. Vou passar dois deles que se trabalhados em conjunto trarão um ótimo resultado em pouco tempo.

Entre em contato w w w.g us t a voc a mp e l o.c om .b r (11) 9626.4787

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Instinto Selvagem Dúvida: “Meu cão é muito carinhoso, mas ele nos envergonha muito. Sempre que chega uma visita em casa, ele engancha na perna da pessoa e não quer mais largar, temos que prender ele. O que podemos fazer para ele parar?” Maria Luiza Schlemberg Joinville/SC Resposta: “Por incrível que pareça, o comportamento que seu cão apresenta pouco tem a ver com sexualidade, mas sim com dominância e tentativa de chamar atenção. Na natureza, apenas os líderes possuem o direito de acasalar, logo, quem apresenta o papel de montar quer passar impressão de liderança. Geralmente quando esse comportamento acontece, ele não aparece sozinho, sempre tem algum outro comportamento que nos incomoda junto. Ansiedade, por exemplo. Portanto, precisaríamos de uma consulta comportamental para levantar os outros dados e variáveis. Mas posso dar duas dicas importantes para a solução desse problema. A primeira é: antes de receber visitas, faça uma caminhada de pelo menos 40 minutos com seu cão. Isso o deixará menos disposto a gastar energia daquela maneira. A segunda dica é: Sempre que for receber visitas, permaneça com o animal na guia ao seu lado, até que passe aquela euforia inicial. Assim é possível ter o controle total do animal. Após uns 20 minutos o animal deverá estar mais calmo então já é possível soltar o animal. Depois de alguns treinos e repetições seu cão terá entendido que não deve agir dessa maneira com visitas. Bom treino! Depois me conte os resultados”.

Agressividade inesperada Dúvida: “Eu tenho um problema com minha cachorra, ela é uma pastora alemã de três anos. Há uns três meses ela tem ficado agressiva com visitas, sendo que ela não apresentava este comportamento antes. Ela late muito, chega a rosnar e mostrar os dentes só de ouvir tocar a campainha e até inclusive já avançou em uma pessoa idosa que nos visitava, mordeu sua perna. Não sei o que fazer porque ela nunca era agressiva e agora está com essa coisa de atacar as pessoas. Não batemos nela, nunca fomos agressivos ela é nossa desde bebê. Agradeço a ajuda”. Caio Ramos Rio de Janeiro/RJ Resposta: “A pior parte dos problemas de comportamento se passa durante o terceiro e quarto ano dos cães, exatamente a idade de sua cadela. Apesar da maioria dos proprietários acreditarem que o comportamento agressivo surgiu de uma hora para a outra, a realidade é que

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esse comportamento começa cedo, com o cão ainda filhote, e vai escalando lentamente. Geralmente o proprietário só percebe quando o problema já está instalado. A boa notícia é que existe solução. É necessário fazer um estudo mais aprofundado do comportamento desse animal e conhecer as condições ambientais e estimulação sensorial que esse animal recebe durante o dia. Sugiro que procure um bom profissional na sua cidade para auxiliá-lo. Quero te deixar a vontade também para entrar em contato direto comigo pelo www.gustavocampelo.com.br”.

Lambe-lambe Dúvida: “O Fred é um cachorro muito ansioso, é um poodle, já tratamos com floral, ele melhorou um pouco, mas continua se lambendo muito e isso faz com que ele arranque seus pelos e fique ferido. Isso é comum? O que podemos fazer para ele parar esse comportamento?” Silvana Svacz Recife/PE Resposta: “Esse comportamento é muito frequente, mas não normal. Comportamento de autolimpeza é normal em animais domésticos. O problema é quando esse comportamento se torna muito repetitivo e compulsivo. Esse tipo de comportamento é um sinal que o animal nos manda, querendo dizer que alguma coisa de muito errado está acontecendo na rotina desse animal. Muitas possibilidades. Se faz necessário um estudo mais aprofundado da vida desse animal, pois cada caso é diferente do outro. Dica importante para ajudar a resolver o problema: Aumentar o tempo de exercícios. Para um cão dessa raça, sugiro pelo menos uma hora de caminhada diária. Exercício é uma necessidade para o animal. Não encare essa tarefa como trabalho e sim como diversão para você e para seu cão. Caminhadas ou corridas são uma excelente maneira de liberar energia física acumulada, os cães adoram!”

Disputa territorial Dúvida: “Há um mês peguei uma cadelinha na rua, ela estava muito machucada e trouxe para casa. Não consigo deixar a Margarida (a cachorra que peguei) junto com o Dudu, ele fica muito agressivo, tive que separar uma briga deles muito feia e não sei o que fazer. A Margarida está se recuperando ainda, ganhando peso, vou castrar ela no mês que vem e o Dudu já é castrado. O Dudu é um cocker e a Margarida é vira-lata, não sei se ajuda. O Dudu tem quatro anos, e a veterinária disse que a Margarida deve ter cerca de dois. Me ajude, quero muito que eles fiquem juntos!” Isabelle Silveira Cunha Suzano/SP Resposta: “O primeiro ponto é o seguinte: O Dudu era o "rei" na sua casa e agora ele e a Margarida se tornaram apenas "príncipes". A competição por atenção está maior. Segundo:

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98% das brigas de cães da mesma casa acontecem somente na presença do dono. O que nos sugere que a forma de interação dos animais com o proprietário afeta muito o comportamento dos cães. O que fazer: Antes de juntar os dois cães, passeie bastante com os cães, principalmente com o Dudu. Cães cansados estão menos dispostos a brigas. Quando for juntar, dê preferência a territórios neutros (casa de amigo, parque etc.). Tente interagir o mínimo possível, tente não falar, apenas observe. Se for dar algum tipo de atenção, primeiro para o Dudu, depois para a Margarida. Se não estiver segura ao realizar procedimento, peça ajuda a um treinador profissional de sua confiança. Bom treino!” Se quiserem enviar perguntas sobre o comportamento de pets, mandem e-mail para faleconosco@conexaopet.com.br * Gustavo Campelo é especialista em comportamento animal e palestrante. Ele é diretor da empresa que leva seu nome, e é especializada em educação e socialização de pets –www.gustavocampelo.com.br.

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Educação Pet

1 - Precisamos pensar no conceito que queremos passar ao cão. O conceito é: não deve pular nas pessoas.

Perguntas e Respostas Gustavo Campelo responde a dúvidas de nossos leitores

A coluna Educação Pet, do especialista em comportamento animal Gustavo Campelo, está fazendo um grande sucesso junto aos leitores, e por esse motivo resolvemos abrir um espaço para as dúvidas sobre comportamento animal de nossos leitores. Se você quiser ter sua pergunta respondida aqui, envie um e-mail para faleconosco@conexaopet.com.br, com seu nome completo, cidade e estado, e a sua dúvida.

Pula-pula canino Dúvida: “Minha cachorra, Sílvia, uma vira-latas muito simpática e querida, tem o péssimo hábito de pular em todo mundo. Como é grande e pesada, (do tamanho de um pastor alemão), às vezes machuca as pessoas e suja as roupas sem esta intenção. No mais, é extremamente dócil, gosta de crianças e visitas, nunca mordeu ninguém. Ela tem dois anos, é castrada e foi recolhida da rua aos quatro meses aproximadamente (onde deve ter passado por poucas e boas!). Mora em um quintal grande e tem um companheiro, um basset de nove anos com quem brinca o dia todo (e que pula nas pessoas também, mas bem menos!). Já tentamos de tudo para fazê-la parar, mas a única coisa que tem resolvido é andar com uma vassoura na mão. PS: Ao menos ao que nos consta, ela nunca levou uma vassourada!” Margot T.F.

2 - Vamos pensar: O que faz o cão pular? O que faria o cão não pular? O que nós podemos oferecer caso ele não pule? 3 - Ser fiel ao plano traçado. Não mude de técnica sempre. Isso apenas confunde o cão. Nenhuma técnica tem resultado imediato. É preciso praticá-la por um certo tempo para que os resultados apareçam. O primeiro exercício é muito simples na teoria, mas, por incrível que pareça a maioria das pessoas fazem exatamente o oposto. Não dê carinho ou qualquer atenção enquanto o cão pula. Simples, simples, simples! Não olhe, não brinque, não grite, simplesmente passe reto. Mais cedo ou mais tarde o cão vai por as quatro patas no chão. Nessa hora, agache, olhe, fale, elogie e faça carinho (sempre e somente com o cão com as quatro patas no chão). O segundo exercício pode ser muito divertido e complementa o primeiro. Pegue MEIO bifinho para cães, corte em pedaços pequenos, bem pequenos. Vá para algum lugar onde você terá espaço livre o suficiente para caminhar alguns passos. Deixe todos esses pedacinhos em uma das mãos. Chame o cão. Ponha um desses pedacinhos dê petisco no chão e, rapidamente de uns três passos para a direção oposta. O cão vai comer o pedaço que você pôs no chão e virá na sua direção. Pouco antes de ele chegar, abaixe e jogue outro petisco no chão. Repita esse procedimento até que os petiscos acabem. Dessa maneira, estamos ensinando ao cão a vir até nós sem que pule, pois ele aprende que receberá o petisco e o carinho no chão e não no alto. Vou fazer um vídeo desse treinamento e aviso vocês quando for ao ar. Bom treino a todos! Divirtam-se!”

Quer ter um cão ideal?

Conviver com o seu melhor amigo é mais fácil do que você imagina. Consulta e terapia comportamental Socialização de filhotes Obediência Ajuda para escolha de filhotes Prevenção de problemas Segurança Passeios

Resposta: “Obrigado pela pergunta! Muitas pessoas me procuram pelo mesmo problema. A solução mais rápida é aquela em que o cachorro entende mais facilmente o conceito que queremos passar, sem violência e usando a psicologia canina. Existem diversos exercícios que ajudam bastante. Vou passar dois deles que se trabalhados em conjunto trarão um ótimo resultado em pouco tempo.

Entre em contato w w w.g us t a voc a mp e l o.c om .b r (11) 9626.4787

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Instinto Selvagem Dúvida: “Meu cão é muito carinhoso, mas ele nos envergonha muito. Sempre que chega uma visita em casa, ele engancha na perna da pessoa e não quer mais largar, temos que prender ele. O que podemos fazer para ele parar?” Maria Luiza Schlemberg Joinville/SC Resposta: “Por incrível que pareça, o comportamento que seu cão apresenta pouco tem a ver com sexualidade, mas sim com dominância e tentativa de chamar atenção. Na natureza, apenas os líderes possuem o direito de acasalar, logo, quem apresenta o papel de montar quer passar impressão de liderança. Geralmente quando esse comportamento acontece, ele não aparece sozinho, sempre tem algum outro comportamento que nos incomoda junto. Ansiedade, por exemplo. Portanto, precisaríamos de uma consulta comportamental para levantar os outros dados e variáveis. Mas posso dar duas dicas importantes para a solução desse problema. A primeira é: antes de receber visitas, faça uma caminhada de pelo menos 40 minutos com seu cão. Isso o deixará menos disposto a gastar energia daquela maneira. A segunda dica é: Sempre que for receber visitas, permaneça com o animal na guia ao seu lado, até que passe aquela euforia inicial. Assim é possível ter o controle total do animal. Após uns 20 minutos o animal deverá estar mais calmo então já é possível soltar o animal. Depois de alguns treinos e repetições seu cão terá entendido que não deve agir dessa maneira com visitas. Bom treino! Depois me conte os resultados”.

Agressividade inesperada Dúvida: “Eu tenho um problema com minha cachorra, ela é uma pastora alemã de três anos. Há uns três meses ela tem ficado agressiva com visitas, sendo que ela não apresentava este comportamento antes. Ela late muito, chega a rosnar e mostrar os dentes só de ouvir tocar a campainha e até inclusive já avançou em uma pessoa idosa que nos visitava, mordeu sua perna. Não sei o que fazer porque ela nunca era agressiva e agora está com essa coisa de atacar as pessoas. Não batemos nela, nunca fomos agressivos ela é nossa desde bebê. Agradeço a ajuda”. Caio Ramos Rio de Janeiro/RJ Resposta: “A pior parte dos problemas de comportamento se passa durante o terceiro e quarto ano dos cães, exatamente a idade de sua cadela. Apesar da maioria dos proprietários acreditarem que o comportamento agressivo surgiu de uma hora para a outra, a realidade é que

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esse comportamento começa cedo, com o cão ainda filhote, e vai escalando lentamente. Geralmente o proprietário só percebe quando o problema já está instalado. A boa notícia é que existe solução. É necessário fazer um estudo mais aprofundado do comportamento desse animal e conhecer as condições ambientais e estimulação sensorial que esse animal recebe durante o dia. Sugiro que procure um bom profissional na sua cidade para auxiliá-lo. Quero te deixar a vontade também para entrar em contato direto comigo pelo www.gustavocampelo.com.br”.

Lambe-lambe Dúvida: “O Fred é um cachorro muito ansioso, é um poodle, já tratamos com floral, ele melhorou um pouco, mas continua se lambendo muito e isso faz com que ele arranque seus pelos e fique ferido. Isso é comum? O que podemos fazer para ele parar esse comportamento?” Silvana Svacz Recife/PE Resposta: “Esse comportamento é muito frequente, mas não normal. Comportamento de autolimpeza é normal em animais domésticos. O problema é quando esse comportamento se torna muito repetitivo e compulsivo. Esse tipo de comportamento é um sinal que o animal nos manda, querendo dizer que alguma coisa de muito errado está acontecendo na rotina desse animal. Muitas possibilidades. Se faz necessário um estudo mais aprofundado da vida desse animal, pois cada caso é diferente do outro. Dica importante para ajudar a resolver o problema: Aumentar o tempo de exercícios. Para um cão dessa raça, sugiro pelo menos uma hora de caminhada diária. Exercício é uma necessidade para o animal. Não encare essa tarefa como trabalho e sim como diversão para você e para seu cão. Caminhadas ou corridas são uma excelente maneira de liberar energia física acumulada, os cães adoram!”

Disputa territorial Dúvida: “Há um mês peguei uma cadelinha na rua, ela estava muito machucada e trouxe para casa. Não consigo deixar a Margarida (a cachorra que peguei) junto com o Dudu, ele fica muito agressivo, tive que separar uma briga deles muito feia e não sei o que fazer. A Margarida está se recuperando ainda, ganhando peso, vou castrar ela no mês que vem e o Dudu já é castrado. O Dudu é um cocker e a Margarida é vira-lata, não sei se ajuda. O Dudu tem quatro anos, e a veterinária disse que a Margarida deve ter cerca de dois. Me ajude, quero muito que eles fiquem juntos!” Isabelle Silveira Cunha Suzano/SP Resposta: “O primeiro ponto é o seguinte: O Dudu era o "rei" na sua casa e agora ele e a Margarida se tornaram apenas "príncipes". A competição por atenção está maior. Segundo:

15

98% das brigas de cães da mesma casa acontecem somente na presença do dono. O que nos sugere que a forma de interação dos animais com o proprietário afeta muito o comportamento dos cães. O que fazer: Antes de juntar os dois cães, passeie bastante com os cães, principalmente com o Dudu. Cães cansados estão menos dispostos a brigas. Quando for juntar, dê preferência a territórios neutros (casa de amigo, parque etc.). Tente interagir o mínimo possível, tente não falar, apenas observe. Se for dar algum tipo de atenção, primeiro para o Dudu, depois para a Margarida. Se não estiver segura ao realizar procedimento, peça ajuda a um treinador profissional de sua confiança. Bom treino!” Se quiserem enviar perguntas sobre o comportamento de pets, mandem e-mail para faleconosco@conexaopet.com.br * Gustavo Campelo é especialista em comportamento animal e palestrante. Ele é diretor da empresa que leva seu nome, e é especializada em educação e socialização de pets –www.gustavocampelo.com.br.

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Educação Pet

1 - Precisamos pensar no conceito que queremos passar ao cão. O conceito é: não deve pular nas pessoas.

Perguntas e Respostas Gustavo Campelo responde a dúvidas de nossos leitores

A coluna Educação Pet, do especialista em comportamento animal Gustavo Campelo, está fazendo um grande sucesso junto aos leitores, e por esse motivo resolvemos abrir um espaço para as dúvidas sobre comportamento animal de nossos leitores. Se você quiser ter sua pergunta respondida aqui, envie um e-mail para faleconosco@conexaopet.com.br, com seu nome completo, cidade e estado, e a sua dúvida.

Pula-pula canino Dúvida: “Minha cachorra, Sílvia, uma vira-latas muito simpática e querida, tem o péssimo hábito de pular em todo mundo. Como é grande e pesada, (do tamanho de um pastor alemão), às vezes machuca as pessoas e suja as roupas sem esta intenção. No mais, é extremamente dócil, gosta de crianças e visitas, nunca mordeu ninguém. Ela tem dois anos, é castrada e foi recolhida da rua aos quatro meses aproximadamente (onde deve ter passado por poucas e boas!). Mora em um quintal grande e tem um companheiro, um basset de nove anos com quem brinca o dia todo (e que pula nas pessoas também, mas bem menos!). Já tentamos de tudo para fazê-la parar, mas a única coisa que tem resolvido é andar com uma vassoura na mão. PS: Ao menos ao que nos consta, ela nunca levou uma vassourada!” Margot T.F.

2 - Vamos pensar: O que faz o cão pular? O que faria o cão não pular? O que nós podemos oferecer caso ele não pule? 3 - Ser fiel ao plano traçado. Não mude de técnica sempre. Isso apenas confunde o cão. Nenhuma técnica tem resultado imediato. É preciso praticá-la por um certo tempo para que os resultados apareçam. O primeiro exercício é muito simples na teoria, mas, por incrível que pareça a maioria das pessoas fazem exatamente o oposto. Não dê carinho ou qualquer atenção enquanto o cão pula. Simples, simples, simples! Não olhe, não brinque, não grite, simplesmente passe reto. Mais cedo ou mais tarde o cão vai por as quatro patas no chão. Nessa hora, agache, olhe, fale, elogie e faça carinho (sempre e somente com o cão com as quatro patas no chão). O segundo exercício pode ser muito divertido e complementa o primeiro. Pegue MEIO bifinho para cães, corte em pedaços pequenos, bem pequenos. Vá para algum lugar onde você terá espaço livre o suficiente para caminhar alguns passos. Deixe todos esses pedacinhos em uma das mãos. Chame o cão. Ponha um desses pedacinhos dê petisco no chão e, rapidamente de uns três passos para a direção oposta. O cão vai comer o pedaço que você pôs no chão e virá na sua direção. Pouco antes de ele chegar, abaixe e jogue outro petisco no chão. Repita esse procedimento até que os petiscos acabem. Dessa maneira, estamos ensinando ao cão a vir até nós sem que pule, pois ele aprende que receberá o petisco e o carinho no chão e não no alto. Vou fazer um vídeo desse treinamento e aviso vocês quando for ao ar. Bom treino a todos! Divirtam-se!”

Quer ter um cão ideal?

Conviver com o seu melhor amigo é mais fácil do que você imagina. Consulta e terapia comportamental Socialização de filhotes Obediência Ajuda para escolha de filhotes Prevenção de problemas Segurança Passeios

Resposta: “Obrigado pela pergunta! Muitas pessoas me procuram pelo mesmo problema. A solução mais rápida é aquela em que o cachorro entende mais facilmente o conceito que queremos passar, sem violência e usando a psicologia canina. Existem diversos exercícios que ajudam bastante. Vou passar dois deles que se trabalhados em conjunto trarão um ótimo resultado em pouco tempo.

Entre em contato w w w.g us t a voc a mp e l o.c om .b r (11) 9626.4787

12

Instinto Selvagem Dúvida: “Meu cão é muito carinhoso, mas ele nos envergonha muito. Sempre que chega uma visita em casa, ele engancha na perna da pessoa e não quer mais largar, temos que prender ele. O que podemos fazer para ele parar?” Maria Luiza Schlemberg Joinville/SC Resposta: “Por incrível que pareça, o comportamento que seu cão apresenta pouco tem a ver com sexualidade, mas sim com dominância e tentativa de chamar atenção. Na natureza, apenas os líderes possuem o direito de acasalar, logo, quem apresenta o papel de montar quer passar impressão de liderança. Geralmente quando esse comportamento acontece, ele não aparece sozinho, sempre tem algum outro comportamento que nos incomoda junto. Ansiedade, por exemplo. Portanto, precisaríamos de uma consulta comportamental para levantar os outros dados e variáveis. Mas posso dar duas dicas importantes para a solução desse problema. A primeira é: antes de receber visitas, faça uma caminhada de pelo menos 40 minutos com seu cão. Isso o deixará menos disposto a gastar energia daquela maneira. A segunda dica é: Sempre que for receber visitas, permaneça com o animal na guia ao seu lado, até que passe aquela euforia inicial. Assim é possível ter o controle total do animal. Após uns 20 minutos o animal deverá estar mais calmo então já é possível soltar o animal. Depois de alguns treinos e repetições seu cão terá entendido que não deve agir dessa maneira com visitas. Bom treino! Depois me conte os resultados”.

Agressividade inesperada Dúvida: “Eu tenho um problema com minha cachorra, ela é uma pastora alemã de três anos. Há uns três meses ela tem ficado agressiva com visitas, sendo que ela não apresentava este comportamento antes. Ela late muito, chega a rosnar e mostrar os dentes só de ouvir tocar a campainha e até inclusive já avançou em uma pessoa idosa que nos visitava, mordeu sua perna. Não sei o que fazer porque ela nunca era agressiva e agora está com essa coisa de atacar as pessoas. Não batemos nela, nunca fomos agressivos ela é nossa desde bebê. Agradeço a ajuda”. Caio Ramos Rio de Janeiro/RJ Resposta: “A pior parte dos problemas de comportamento se passa durante o terceiro e quarto ano dos cães, exatamente a idade de sua cadela. Apesar da maioria dos proprietários acreditarem que o comportamento agressivo surgiu de uma hora para a outra, a realidade é que

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esse comportamento começa cedo, com o cão ainda filhote, e vai escalando lentamente. Geralmente o proprietário só percebe quando o problema já está instalado. A boa notícia é que existe solução. É necessário fazer um estudo mais aprofundado do comportamento desse animal e conhecer as condições ambientais e estimulação sensorial que esse animal recebe durante o dia. Sugiro que procure um bom profissional na sua cidade para auxiliá-lo. Quero te deixar a vontade também para entrar em contato direto comigo pelo www.gustavocampelo.com.br”.

Lambe-lambe Dúvida: “O Fred é um cachorro muito ansioso, é um poodle, já tratamos com floral, ele melhorou um pouco, mas continua se lambendo muito e isso faz com que ele arranque seus pelos e fique ferido. Isso é comum? O que podemos fazer para ele parar esse comportamento?” Silvana Svacz Recife/PE Resposta: “Esse comportamento é muito frequente, mas não normal. Comportamento de autolimpeza é normal em animais domésticos. O problema é quando esse comportamento se torna muito repetitivo e compulsivo. Esse tipo de comportamento é um sinal que o animal nos manda, querendo dizer que alguma coisa de muito errado está acontecendo na rotina desse animal. Muitas possibilidades. Se faz necessário um estudo mais aprofundado da vida desse animal, pois cada caso é diferente do outro. Dica importante para ajudar a resolver o problema: Aumentar o tempo de exercícios. Para um cão dessa raça, sugiro pelo menos uma hora de caminhada diária. Exercício é uma necessidade para o animal. Não encare essa tarefa como trabalho e sim como diversão para você e para seu cão. Caminhadas ou corridas são uma excelente maneira de liberar energia física acumulada, os cães adoram!”

Disputa territorial Dúvida: “Há um mês peguei uma cadelinha na rua, ela estava muito machucada e trouxe para casa. Não consigo deixar a Margarida (a cachorra que peguei) junto com o Dudu, ele fica muito agressivo, tive que separar uma briga deles muito feia e não sei o que fazer. A Margarida está se recuperando ainda, ganhando peso, vou castrar ela no mês que vem e o Dudu já é castrado. O Dudu é um cocker e a Margarida é vira-lata, não sei se ajuda. O Dudu tem quatro anos, e a veterinária disse que a Margarida deve ter cerca de dois. Me ajude, quero muito que eles fiquem juntos!” Isabelle Silveira Cunha Suzano/SP Resposta: “O primeiro ponto é o seguinte: O Dudu era o "rei" na sua casa e agora ele e a Margarida se tornaram apenas "príncipes". A competição por atenção está maior. Segundo:

15

98% das brigas de cães da mesma casa acontecem somente na presença do dono. O que nos sugere que a forma de interação dos animais com o proprietário afeta muito o comportamento dos cães. O que fazer: Antes de juntar os dois cães, passeie bastante com os cães, principalmente com o Dudu. Cães cansados estão menos dispostos a brigas. Quando for juntar, dê preferência a territórios neutros (casa de amigo, parque etc.). Tente interagir o mínimo possível, tente não falar, apenas observe. Se for dar algum tipo de atenção, primeiro para o Dudu, depois para a Margarida. Se não estiver segura ao realizar procedimento, peça ajuda a um treinador profissional de sua confiança. Bom treino!” Se quiserem enviar perguntas sobre o comportamento de pets, mandem e-mail para faleconosco@conexaopet.com.br * Gustavo Campelo é especialista em comportamento animal e palestrante. Ele é diretor da empresa que leva seu nome, e é especializada em educação e socialização de pets –www.gustavocampelo.com.br.

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Educação Pet

1 - Precisamos pensar no conceito que queremos passar ao cão. O conceito é: não deve pular nas pessoas.

Perguntas e Respostas Gustavo Campelo responde a dúvidas de nossos leitores

A coluna Educação Pet, do especialista em comportamento animal Gustavo Campelo, está fazendo um grande sucesso junto aos leitores, e por esse motivo resolvemos abrir um espaço para as dúvidas sobre comportamento animal de nossos leitores. Se você quiser ter sua pergunta respondida aqui, envie um e-mail para faleconosco@conexaopet.com.br, com seu nome completo, cidade e estado, e a sua dúvida.

Pula-pula canino Dúvida: “Minha cachorra, Sílvia, uma vira-latas muito simpática e querida, tem o péssimo hábito de pular em todo mundo. Como é grande e pesada, (do tamanho de um pastor alemão), às vezes machuca as pessoas e suja as roupas sem esta intenção. No mais, é extremamente dócil, gosta de crianças e visitas, nunca mordeu ninguém. Ela tem dois anos, é castrada e foi recolhida da rua aos quatro meses aproximadamente (onde deve ter passado por poucas e boas!). Mora em um quintal grande e tem um companheiro, um basset de nove anos com quem brinca o dia todo (e que pula nas pessoas também, mas bem menos!). Já tentamos de tudo para fazê-la parar, mas a única coisa que tem resolvido é andar com uma vassoura na mão. PS: Ao menos ao que nos consta, ela nunca levou uma vassourada!” Margot T.F.

2 - Vamos pensar: O que faz o cão pular? O que faria o cão não pular? O que nós podemos oferecer caso ele não pule? 3 - Ser fiel ao plano traçado. Não mude de técnica sempre. Isso apenas confunde o cão. Nenhuma técnica tem resultado imediato. É preciso praticá-la por um certo tempo para que os resultados apareçam. O primeiro exercício é muito simples na teoria, mas, por incrível que pareça a maioria das pessoas fazem exatamente o oposto. Não dê carinho ou qualquer atenção enquanto o cão pula. Simples, simples, simples! Não olhe, não brinque, não grite, simplesmente passe reto. Mais cedo ou mais tarde o cão vai por as quatro patas no chão. Nessa hora, agache, olhe, fale, elogie e faça carinho (sempre e somente com o cão com as quatro patas no chão). O segundo exercício pode ser muito divertido e complementa o primeiro. Pegue MEIO bifinho para cães, corte em pedaços pequenos, bem pequenos. Vá para algum lugar onde você terá espaço livre o suficiente para caminhar alguns passos. Deixe todos esses pedacinhos em uma das mãos. Chame o cão. Ponha um desses pedacinhos dê petisco no chão e, rapidamente de uns três passos para a direção oposta. O cão vai comer o pedaço que você pôs no chão e virá na sua direção. Pouco antes de ele chegar, abaixe e jogue outro petisco no chão. Repita esse procedimento até que os petiscos acabem. Dessa maneira, estamos ensinando ao cão a vir até nós sem que pule, pois ele aprende que receberá o petisco e o carinho no chão e não no alto. Vou fazer um vídeo desse treinamento e aviso vocês quando for ao ar. Bom treino a todos! Divirtam-se!”

Quer ter um cão ideal?

Conviver com o seu melhor amigo é mais fácil do que você imagina. Consulta e terapia comportamental Socialização de filhotes Obediência Ajuda para escolha de filhotes Prevenção de problemas Segurança Passeios

Resposta: “Obrigado pela pergunta! Muitas pessoas me procuram pelo mesmo problema. A solução mais rápida é aquela em que o cachorro entende mais facilmente o conceito que queremos passar, sem violência e usando a psicologia canina. Existem diversos exercícios que ajudam bastante. Vou passar dois deles que se trabalhados em conjunto trarão um ótimo resultado em pouco tempo.

Entre em contato w w w.g us t a voc a mp e l o.c om .b r (11) 9626.4787

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Instinto Selvagem Dúvida: “Meu cão é muito carinhoso, mas ele nos envergonha muito. Sempre que chega uma visita em casa, ele engancha na perna da pessoa e não quer mais largar, temos que prender ele. O que podemos fazer para ele parar?” Maria Luiza Schlemberg Joinville/SC Resposta: “Por incrível que pareça, o comportamento que seu cão apresenta pouco tem a ver com sexualidade, mas sim com dominância e tentativa de chamar atenção. Na natureza, apenas os líderes possuem o direito de acasalar, logo, quem apresenta o papel de montar quer passar impressão de liderança. Geralmente quando esse comportamento acontece, ele não aparece sozinho, sempre tem algum outro comportamento que nos incomoda junto. Ansiedade, por exemplo. Portanto, precisaríamos de uma consulta comportamental para levantar os outros dados e variáveis. Mas posso dar duas dicas importantes para a solução desse problema. A primeira é: antes de receber visitas, faça uma caminhada de pelo menos 40 minutos com seu cão. Isso o deixará menos disposto a gastar energia daquela maneira. A segunda dica é: Sempre que for receber visitas, permaneça com o animal na guia ao seu lado, até que passe aquela euforia inicial. Assim é possível ter o controle total do animal. Após uns 20 minutos o animal deverá estar mais calmo então já é possível soltar o animal. Depois de alguns treinos e repetições seu cão terá entendido que não deve agir dessa maneira com visitas. Bom treino! Depois me conte os resultados”.

Agressividade inesperada Dúvida: “Eu tenho um problema com minha cachorra, ela é uma pastora alemã de três anos. Há uns três meses ela tem ficado agressiva com visitas, sendo que ela não apresentava este comportamento antes. Ela late muito, chega a rosnar e mostrar os dentes só de ouvir tocar a campainha e até inclusive já avançou em uma pessoa idosa que nos visitava, mordeu sua perna. Não sei o que fazer porque ela nunca era agressiva e agora está com essa coisa de atacar as pessoas. Não batemos nela, nunca fomos agressivos ela é nossa desde bebê. Agradeço a ajuda”. Caio Ramos Rio de Janeiro/RJ Resposta: “A pior parte dos problemas de comportamento se passa durante o terceiro e quarto ano dos cães, exatamente a idade de sua cadela. Apesar da maioria dos proprietários acreditarem que o comportamento agressivo surgiu de uma hora para a outra, a realidade é que

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esse comportamento começa cedo, com o cão ainda filhote, e vai escalando lentamente. Geralmente o proprietário só percebe quando o problema já está instalado. A boa notícia é que existe solução. É necessário fazer um estudo mais aprofundado do comportamento desse animal e conhecer as condições ambientais e estimulação sensorial que esse animal recebe durante o dia. Sugiro que procure um bom profissional na sua cidade para auxiliá-lo. Quero te deixar a vontade também para entrar em contato direto comigo pelo www.gustavocampelo.com.br”.

Lambe-lambe Dúvida: “O Fred é um cachorro muito ansioso, é um poodle, já tratamos com floral, ele melhorou um pouco, mas continua se lambendo muito e isso faz com que ele arranque seus pelos e fique ferido. Isso é comum? O que podemos fazer para ele parar esse comportamento?” Silvana Svacz Recife/PE Resposta: “Esse comportamento é muito frequente, mas não normal. Comportamento de autolimpeza é normal em animais domésticos. O problema é quando esse comportamento se torna muito repetitivo e compulsivo. Esse tipo de comportamento é um sinal que o animal nos manda, querendo dizer que alguma coisa de muito errado está acontecendo na rotina desse animal. Muitas possibilidades. Se faz necessário um estudo mais aprofundado da vida desse animal, pois cada caso é diferente do outro. Dica importante para ajudar a resolver o problema: Aumentar o tempo de exercícios. Para um cão dessa raça, sugiro pelo menos uma hora de caminhada diária. Exercício é uma necessidade para o animal. Não encare essa tarefa como trabalho e sim como diversão para você e para seu cão. Caminhadas ou corridas são uma excelente maneira de liberar energia física acumulada, os cães adoram!”

Disputa territorial Dúvida: “Há um mês peguei uma cadelinha na rua, ela estava muito machucada e trouxe para casa. Não consigo deixar a Margarida (a cachorra que peguei) junto com o Dudu, ele fica muito agressivo, tive que separar uma briga deles muito feia e não sei o que fazer. A Margarida está se recuperando ainda, ganhando peso, vou castrar ela no mês que vem e o Dudu já é castrado. O Dudu é um cocker e a Margarida é vira-lata, não sei se ajuda. O Dudu tem quatro anos, e a veterinária disse que a Margarida deve ter cerca de dois. Me ajude, quero muito que eles fiquem juntos!” Isabelle Silveira Cunha Suzano/SP Resposta: “O primeiro ponto é o seguinte: O Dudu era o "rei" na sua casa e agora ele e a Margarida se tornaram apenas "príncipes". A competição por atenção está maior. Segundo:

15

98% das brigas de cães da mesma casa acontecem somente na presença do dono. O que nos sugere que a forma de interação dos animais com o proprietário afeta muito o comportamento dos cães. O que fazer: Antes de juntar os dois cães, passeie bastante com os cães, principalmente com o Dudu. Cães cansados estão menos dispostos a brigas. Quando for juntar, dê preferência a territórios neutros (casa de amigo, parque etc.). Tente interagir o mínimo possível, tente não falar, apenas observe. Se for dar algum tipo de atenção, primeiro para o Dudu, depois para a Margarida. Se não estiver segura ao realizar procedimento, peça ajuda a um treinador profissional de sua confiança. Bom treino!” Se quiserem enviar perguntas sobre o comportamento de pets, mandem e-mail para faleconosco@conexaopet.com.br * Gustavo Campelo é especialista em comportamento animal e palestrante. Ele é diretor da empresa que leva seu nome, e é especializada em educação e socialização de pets –www.gustavocampelo.com.br.

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Educação Pet

1 - Precisamos pensar no conceito que queremos passar ao cão. O conceito é: não deve pular nas pessoas.

Perguntas e Respostas Gustavo Campelo responde a dúvidas de nossos leitores

A coluna Educação Pet, do especialista em comportamento animal Gustavo Campelo, está fazendo um grande sucesso junto aos leitores, e por esse motivo resolvemos abrir um espaço para as dúvidas sobre comportamento animal de nossos leitores. Se você quiser ter sua pergunta respondida aqui, envie um e-mail para faleconosco@conexaopet.com.br, com seu nome completo, cidade e estado, e a sua dúvida.

Pula-pula canino Dúvida: “Minha cachorra, Sílvia, uma vira-latas muito simpática e querida, tem o péssimo hábito de pular em todo mundo. Como é grande e pesada, (do tamanho de um pastor alemão), às vezes machuca as pessoas e suja as roupas sem esta intenção. No mais, é extremamente dócil, gosta de crianças e visitas, nunca mordeu ninguém. Ela tem dois anos, é castrada e foi recolhida da rua aos quatro meses aproximadamente (onde deve ter passado por poucas e boas!). Mora em um quintal grande e tem um companheiro, um basset de nove anos com quem brinca o dia todo (e que pula nas pessoas também, mas bem menos!). Já tentamos de tudo para fazê-la parar, mas a única coisa que tem resolvido é andar com uma vassoura na mão. PS: Ao menos ao que nos consta, ela nunca levou uma vassourada!” Margot T.F.

2 - Vamos pensar: O que faz o cão pular? O que faria o cão não pular? O que nós podemos oferecer caso ele não pule? 3 - Ser fiel ao plano traçado. Não mude de técnica sempre. Isso apenas confunde o cão. Nenhuma técnica tem resultado imediato. É preciso praticá-la por um certo tempo para que os resultados apareçam. O primeiro exercício é muito simples na teoria, mas, por incrível que pareça a maioria das pessoas fazem exatamente o oposto. Não dê carinho ou qualquer atenção enquanto o cão pula. Simples, simples, simples! Não olhe, não brinque, não grite, simplesmente passe reto. Mais cedo ou mais tarde o cão vai por as quatro patas no chão. Nessa hora, agache, olhe, fale, elogie e faça carinho (sempre e somente com o cão com as quatro patas no chão). O segundo exercício pode ser muito divertido e complementa o primeiro. Pegue MEIO bifinho para cães, corte em pedaços pequenos, bem pequenos. Vá para algum lugar onde você terá espaço livre o suficiente para caminhar alguns passos. Deixe todos esses pedacinhos em uma das mãos. Chame o cão. Ponha um desses pedacinhos dê petisco no chão e, rapidamente de uns três passos para a direção oposta. O cão vai comer o pedaço que você pôs no chão e virá na sua direção. Pouco antes de ele chegar, abaixe e jogue outro petisco no chão. Repita esse procedimento até que os petiscos acabem. Dessa maneira, estamos ensinando ao cão a vir até nós sem que pule, pois ele aprende que receberá o petisco e o carinho no chão e não no alto. Vou fazer um vídeo desse treinamento e aviso vocês quando for ao ar. Bom treino a todos! Divirtam-se!”

Quer ter um cão ideal?

Conviver com o seu melhor amigo é mais fácil do que você imagina. Consulta e terapia comportamental Socialização de filhotes Obediência Ajuda para escolha de filhotes Prevenção de problemas Segurança Passeios

Resposta: “Obrigado pela pergunta! Muitas pessoas me procuram pelo mesmo problema. A solução mais rápida é aquela em que o cachorro entende mais facilmente o conceito que queremos passar, sem violência e usando a psicologia canina. Existem diversos exercícios que ajudam bastante. Vou passar dois deles que se trabalhados em conjunto trarão um ótimo resultado em pouco tempo.

Entre em contato w w w.g us t a voc a mp e l o.c om .b r (11) 9626.4787

12

Instinto Selvagem Dúvida: “Meu cão é muito carinhoso, mas ele nos envergonha muito. Sempre que chega uma visita em casa, ele engancha na perna da pessoa e não quer mais largar, temos que prender ele. O que podemos fazer para ele parar?” Maria Luiza Schlemberg Joinville/SC Resposta: “Por incrível que pareça, o comportamento que seu cão apresenta pouco tem a ver com sexualidade, mas sim com dominância e tentativa de chamar atenção. Na natureza, apenas os líderes possuem o direito de acasalar, logo, quem apresenta o papel de montar quer passar impressão de liderança. Geralmente quando esse comportamento acontece, ele não aparece sozinho, sempre tem algum outro comportamento que nos incomoda junto. Ansiedade, por exemplo. Portanto, precisaríamos de uma consulta comportamental para levantar os outros dados e variáveis. Mas posso dar duas dicas importantes para a solução desse problema. A primeira é: antes de receber visitas, faça uma caminhada de pelo menos 40 minutos com seu cão. Isso o deixará menos disposto a gastar energia daquela maneira. A segunda dica é: Sempre que for receber visitas, permaneça com o animal na guia ao seu lado, até que passe aquela euforia inicial. Assim é possível ter o controle total do animal. Após uns 20 minutos o animal deverá estar mais calmo então já é possível soltar o animal. Depois de alguns treinos e repetições seu cão terá entendido que não deve agir dessa maneira com visitas. Bom treino! Depois me conte os resultados”.

Agressividade inesperada Dúvida: “Eu tenho um problema com minha cachorra, ela é uma pastora alemã de três anos. Há uns três meses ela tem ficado agressiva com visitas, sendo que ela não apresentava este comportamento antes. Ela late muito, chega a rosnar e mostrar os dentes só de ouvir tocar a campainha e até inclusive já avançou em uma pessoa idosa que nos visitava, mordeu sua perna. Não sei o que fazer porque ela nunca era agressiva e agora está com essa coisa de atacar as pessoas. Não batemos nela, nunca fomos agressivos ela é nossa desde bebê. Agradeço a ajuda”. Caio Ramos Rio de Janeiro/RJ Resposta: “A pior parte dos problemas de comportamento se passa durante o terceiro e quarto ano dos cães, exatamente a idade de sua cadela. Apesar da maioria dos proprietários acreditarem que o comportamento agressivo surgiu de uma hora para a outra, a realidade é que

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esse comportamento começa cedo, com o cão ainda filhote, e vai escalando lentamente. Geralmente o proprietário só percebe quando o problema já está instalado. A boa notícia é que existe solução. É necessário fazer um estudo mais aprofundado do comportamento desse animal e conhecer as condições ambientais e estimulação sensorial que esse animal recebe durante o dia. Sugiro que procure um bom profissional na sua cidade para auxiliá-lo. Quero te deixar a vontade também para entrar em contato direto comigo pelo www.gustavocampelo.com.br”.

Lambe-lambe Dúvida: “O Fred é um cachorro muito ansioso, é um poodle, já tratamos com floral, ele melhorou um pouco, mas continua se lambendo muito e isso faz com que ele arranque seus pelos e fique ferido. Isso é comum? O que podemos fazer para ele parar esse comportamento?” Silvana Svacz Recife/PE Resposta: “Esse comportamento é muito frequente, mas não normal. Comportamento de autolimpeza é normal em animais domésticos. O problema é quando esse comportamento se torna muito repetitivo e compulsivo. Esse tipo de comportamento é um sinal que o animal nos manda, querendo dizer que alguma coisa de muito errado está acontecendo na rotina desse animal. Muitas possibilidades. Se faz necessário um estudo mais aprofundado da vida desse animal, pois cada caso é diferente do outro. Dica importante para ajudar a resolver o problema: Aumentar o tempo de exercícios. Para um cão dessa raça, sugiro pelo menos uma hora de caminhada diária. Exercício é uma necessidade para o animal. Não encare essa tarefa como trabalho e sim como diversão para você e para seu cão. Caminhadas ou corridas são uma excelente maneira de liberar energia física acumulada, os cães adoram!”

Disputa territorial Dúvida: “Há um mês peguei uma cadelinha na rua, ela estava muito machucada e trouxe para casa. Não consigo deixar a Margarida (a cachorra que peguei) junto com o Dudu, ele fica muito agressivo, tive que separar uma briga deles muito feia e não sei o que fazer. A Margarida está se recuperando ainda, ganhando peso, vou castrar ela no mês que vem e o Dudu já é castrado. O Dudu é um cocker e a Margarida é vira-lata, não sei se ajuda. O Dudu tem quatro anos, e a veterinária disse que a Margarida deve ter cerca de dois. Me ajude, quero muito que eles fiquem juntos!” Isabelle Silveira Cunha Suzano/SP Resposta: “O primeiro ponto é o seguinte: O Dudu era o "rei" na sua casa e agora ele e a Margarida se tornaram apenas "príncipes". A competição por atenção está maior. Segundo:

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98% das brigas de cães da mesma casa acontecem somente na presença do dono. O que nos sugere que a forma de interação dos animais com o proprietário afeta muito o comportamento dos cães. O que fazer: Antes de juntar os dois cães, passeie bastante com os cães, principalmente com o Dudu. Cães cansados estão menos dispostos a brigas. Quando for juntar, dê preferência a territórios neutros (casa de amigo, parque etc.). Tente interagir o mínimo possível, tente não falar, apenas observe. Se for dar algum tipo de atenção, primeiro para o Dudu, depois para a Margarida. Se não estiver segura ao realizar procedimento, peça ajuda a um treinador profissional de sua confiança. Bom treino!” Se quiserem enviar perguntas sobre o comportamento de pets, mandem e-mail para faleconosco@conexaopet.com.br * Gustavo Campelo é especialista em comportamento animal e palestrante. Ele é diretor da empresa que leva seu nome, e é especializada em educação e socialização de pets –www.gustavocampelo.com.br.

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Educação Pet

1 - Precisamos pensar no conceito que queremos passar ao cão. O conceito é: não deve pular nas pessoas.

Perguntas e Respostas Gustavo Campelo responde a dúvidas de nossos leitores

A coluna Educação Pet, do especialista em comportamento animal Gustavo Campelo, está fazendo um grande sucesso junto aos leitores, e por esse motivo resolvemos abrir um espaço para as dúvidas sobre comportamento animal de nossos leitores. Se você quiser ter sua pergunta respondida aqui, envie um e-mail para faleconosco@conexaopet.com.br, com seu nome completo, cidade e estado, e a sua dúvida.

Pula-pula canino Dúvida: “Minha cachorra, Sílvia, uma vira-latas muito simpática e querida, tem o péssimo hábito de pular em todo mundo. Como é grande e pesada, (do tamanho de um pastor alemão), às vezes machuca as pessoas e suja as roupas sem esta intenção. No mais, é extremamente dócil, gosta de crianças e visitas, nunca mordeu ninguém. Ela tem dois anos, é castrada e foi recolhida da rua aos quatro meses aproximadamente (onde deve ter passado por poucas e boas!). Mora em um quintal grande e tem um companheiro, um basset de nove anos com quem brinca o dia todo (e que pula nas pessoas também, mas bem menos!). Já tentamos de tudo para fazê-la parar, mas a única coisa que tem resolvido é andar com uma vassoura na mão. PS: Ao menos ao que nos consta, ela nunca levou uma vassourada!” Margot T.F.

2 - Vamos pensar: O que faz o cão pular? O que faria o cão não pular? O que nós podemos oferecer caso ele não pule? 3 - Ser fiel ao plano traçado. Não mude de técnica sempre. Isso apenas confunde o cão. Nenhuma técnica tem resultado imediato. É preciso praticá-la por um certo tempo para que os resultados apareçam. O primeiro exercício é muito simples na teoria, mas, por incrível que pareça a maioria das pessoas fazem exatamente o oposto. Não dê carinho ou qualquer atenção enquanto o cão pula. Simples, simples, simples! Não olhe, não brinque, não grite, simplesmente passe reto. Mais cedo ou mais tarde o cão vai por as quatro patas no chão. Nessa hora, agache, olhe, fale, elogie e faça carinho (sempre e somente com o cão com as quatro patas no chão). O segundo exercício pode ser muito divertido e complementa o primeiro. Pegue MEIO bifinho para cães, corte em pedaços pequenos, bem pequenos. Vá para algum lugar onde você terá espaço livre o suficiente para caminhar alguns passos. Deixe todos esses pedacinhos em uma das mãos. Chame o cão. Ponha um desses pedacinhos dê petisco no chão e, rapidamente de uns três passos para a direção oposta. O cão vai comer o pedaço que você pôs no chão e virá na sua direção. Pouco antes de ele chegar, abaixe e jogue outro petisco no chão. Repita esse procedimento até que os petiscos acabem. Dessa maneira, estamos ensinando ao cão a vir até nós sem que pule, pois ele aprende que receberá o petisco e o carinho no chão e não no alto. Vou fazer um vídeo desse treinamento e aviso vocês quando for ao ar. Bom treino a todos! Divirtam-se!”

Quer ter um cão ideal?

Conviver com o seu melhor amigo é mais fácil do que você imagina. Consulta e terapia comportamental Socialização de filhotes Obediência Ajuda para escolha de filhotes Prevenção de problemas Segurança Passeios

Resposta: “Obrigado pela pergunta! Muitas pessoas me procuram pelo mesmo problema. A solução mais rápida é aquela em que o cachorro entende mais facilmente o conceito que queremos passar, sem violência e usando a psicologia canina. Existem diversos exercícios que ajudam bastante. Vou passar dois deles que se trabalhados em conjunto trarão um ótimo resultado em pouco tempo.

Entre em contato w w w.g us t a voc a mp e l o.c om .b r (11) 9626.4787

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Instinto Selvagem Dúvida: “Meu cão é muito carinhoso, mas ele nos envergonha muito. Sempre que chega uma visita em casa, ele engancha na perna da pessoa e não quer mais largar, temos que prender ele. O que podemos fazer para ele parar?” Maria Luiza Schlemberg Joinville/SC Resposta: “Por incrível que pareça, o comportamento que seu cão apresenta pouco tem a ver com sexualidade, mas sim com dominância e tentativa de chamar atenção. Na natureza, apenas os líderes possuem o direito de acasalar, logo, quem apresenta o papel de montar quer passar impressão de liderança. Geralmente quando esse comportamento acontece, ele não aparece sozinho, sempre tem algum outro comportamento que nos incomoda junto. Ansiedade, por exemplo. Portanto, precisaríamos de uma consulta comportamental para levantar os outros dados e variáveis. Mas posso dar duas dicas importantes para a solução desse problema. A primeira é: antes de receber visitas, faça uma caminhada de pelo menos 40 minutos com seu cão. Isso o deixará menos disposto a gastar energia daquela maneira. A segunda dica é: Sempre que for receber visitas, permaneça com o animal na guia ao seu lado, até que passe aquela euforia inicial. Assim é possível ter o controle total do animal. Após uns 20 minutos o animal deverá estar mais calmo então já é possível soltar o animal. Depois de alguns treinos e repetições seu cão terá entendido que não deve agir dessa maneira com visitas. Bom treino! Depois me conte os resultados”.

Agressividade inesperada Dúvida: “Eu tenho um problema com minha cachorra, ela é uma pastora alemã de três anos. Há uns três meses ela tem ficado agressiva com visitas, sendo que ela não apresentava este comportamento antes. Ela late muito, chega a rosnar e mostrar os dentes só de ouvir tocar a campainha e até inclusive já avançou em uma pessoa idosa que nos visitava, mordeu sua perna. Não sei o que fazer porque ela nunca era agressiva e agora está com essa coisa de atacar as pessoas. Não batemos nela, nunca fomos agressivos ela é nossa desde bebê. Agradeço a ajuda”. Caio Ramos Rio de Janeiro/RJ Resposta: “A pior parte dos problemas de comportamento se passa durante o terceiro e quarto ano dos cães, exatamente a idade de sua cadela. Apesar da maioria dos proprietários acreditarem que o comportamento agressivo surgiu de uma hora para a outra, a realidade é que

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esse comportamento começa cedo, com o cão ainda filhote, e vai escalando lentamente. Geralmente o proprietário só percebe quando o problema já está instalado. A boa notícia é que existe solução. É necessário fazer um estudo mais aprofundado do comportamento desse animal e conhecer as condições ambientais e estimulação sensorial que esse animal recebe durante o dia. Sugiro que procure um bom profissional na sua cidade para auxiliá-lo. Quero te deixar a vontade também para entrar em contato direto comigo pelo www.gustavocampelo.com.br”.

Lambe-lambe Dúvida: “O Fred é um cachorro muito ansioso, é um poodle, já tratamos com floral, ele melhorou um pouco, mas continua se lambendo muito e isso faz com que ele arranque seus pelos e fique ferido. Isso é comum? O que podemos fazer para ele parar esse comportamento?” Silvana Svacz Recife/PE Resposta: “Esse comportamento é muito frequente, mas não normal. Comportamento de autolimpeza é normal em animais domésticos. O problema é quando esse comportamento se torna muito repetitivo e compulsivo. Esse tipo de comportamento é um sinal que o animal nos manda, querendo dizer que alguma coisa de muito errado está acontecendo na rotina desse animal. Muitas possibilidades. Se faz necessário um estudo mais aprofundado da vida desse animal, pois cada caso é diferente do outro. Dica importante para ajudar a resolver o problema: Aumentar o tempo de exercícios. Para um cão dessa raça, sugiro pelo menos uma hora de caminhada diária. Exercício é uma necessidade para o animal. Não encare essa tarefa como trabalho e sim como diversão para você e para seu cão. Caminhadas ou corridas são uma excelente maneira de liberar energia física acumulada, os cães adoram!”

Disputa territorial Dúvida: “Há um mês peguei uma cadelinha na rua, ela estava muito machucada e trouxe para casa. Não consigo deixar a Margarida (a cachorra que peguei) junto com o Dudu, ele fica muito agressivo, tive que separar uma briga deles muito feia e não sei o que fazer. A Margarida está se recuperando ainda, ganhando peso, vou castrar ela no mês que vem e o Dudu já é castrado. O Dudu é um cocker e a Margarida é vira-lata, não sei se ajuda. O Dudu tem quatro anos, e a veterinária disse que a Margarida deve ter cerca de dois. Me ajude, quero muito que eles fiquem juntos!” Isabelle Silveira Cunha Suzano/SP Resposta: “O primeiro ponto é o seguinte: O Dudu era o "rei" na sua casa e agora ele e a Margarida se tornaram apenas "príncipes". A competição por atenção está maior. Segundo:

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98% das brigas de cães da mesma casa acontecem somente na presença do dono. O que nos sugere que a forma de interação dos animais com o proprietário afeta muito o comportamento dos cães. O que fazer: Antes de juntar os dois cães, passeie bastante com os cães, principalmente com o Dudu. Cães cansados estão menos dispostos a brigas. Quando for juntar, dê preferência a territórios neutros (casa de amigo, parque etc.). Tente interagir o mínimo possível, tente não falar, apenas observe. Se for dar algum tipo de atenção, primeiro para o Dudu, depois para a Margarida. Se não estiver segura ao realizar procedimento, peça ajuda a um treinador profissional de sua confiança. Bom treino!” Se quiserem enviar perguntas sobre o comportamento de pets, mandem e-mail para faleconosco@conexaopet.com.br * Gustavo Campelo é especialista em comportamento animal e palestrante. Ele é diretor da empresa que leva seu nome, e é especializada em educação e socialização de pets –www.gustavocampelo.com.br.

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Pet Comportamento Pet Luxo O luxo invadiu as pet shops. Confira porque esse mercado está crescendo no Brasil

No Brasil, existem 32 milhões de cães e 16 milhões de gatos, de acordo com a Anfal Pet (Associação Nacional de Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação). Para este público, existem cerca de 40 mil pet shops, nas quais se pode encontrar muita coisa além dos tradicionais banho, tosa e rações. Alguns consideram futilidade, outros um mimo mais que necessário para garantir a felicidade e o bem-estar de

seus filhotes de quatro patas. A verdade é que o mercado de luxo para pets vem ganhando cada vez mais adeptos no País. Seja na culinária, em jóias, camas ou roupas, opções não faltam. Seguindo as tendências mundiais, Igleide Almeida lançou a grife Flavinha Fashion, que comercializa roupas de alta costura para pets: “Em países do primeiro mundo há desfiles e até mesmo semanas de moda voltadas para animais

de estimação. Resolvi trazer isso para o público brasileiro, ainda pouco acostumado a esse filão”, explica a empresária. Para aqueles que acreditam que as exigências da vida moderna estressam seus melhores amigos, o Pet Spa, em Curitiba, tem a solução. Ela pode ser encontrada em uma relaxante sessão de ofurô, com direito a pétalas de rosa, e até mesmo acupuntura: “A aceitação maior ainda é por serviços de banho e tosa, mas os donos já começam, aos poucos, a procurar essas terapias alternativas”, conta Priscila, proprietária da pet shop. O estabelecimento ainda conta com uma creche, onde os totós ficam em companhia de amiguinhos para não se sentirem solitários enquanto os donos estão fora de casa. Os cães são separados de acordo com temperamento e as cadelas são mantidas bem longe dos assanhados quando estão no cio. Priscila conta que esse serviço é o mais procurado no Pet Spa. Tal qual nas creches mais chiques, os papais podem monitorar seus pets através do site. Para quem não se contenta com esses “mimos básicos”, a Pet Palladium, também em Curitiba, oferece um conjunto de jóias para totós e donos: “Os donos usam a pulseira, enquanto os cães usam a coleira com o mesmo pingente”, explica Françoise Rocha, proprietária da pet. A loja, decorada luxuosamente, ofe-

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tureiro do seu amigão, nada melhor que uma bela produção, certo? Melhor ainda se as vestimentas forem da Ralph Lauren, mundialmente conhecida por suas camisas pólo. Além das tradicionais camisas, há coleiras de luxo (que chegam a 239 dólares) e moletons por 39 dólares. Depois de exercícios e compras, que tal um cochilo? Leve seu pet para a caminha! Aposto que você pensou nas tradicionais almofadinhas com estampa de ossinhos, não é mesmo? Na-na-nina-não! Seu pet merece uma caminha de luxo como a comercializada pela tradicional Sierra Móveis. Ela é feita em palha natural importada, couro e pele sintética no interior. Um luxo! Uma prática que vem se tornando cada vez mais comum é a comemoração de aniversários dos pets. E festa sem um bom cardápio não está com nada. A Dog Bakery, confeitaria voltada aos consumidores de quatro patas, em São Paulo, tem no kit festa seu carro-chefe, que acompanha um bolo de frutas ou de carovit, torta, kibe, esfiha, sonho, donuts, entre

rece conjunto de closet e cama, cama box, patê importado e até mesmo fragrâncias exclusivas para os bichinhos mimados. Se os brilhos das jóias seduzem seu pet, ele deve gostar da Mumadona, empresa que fabrica jóias de luxo em Portugal, e agora conta com uma linha para animais. Os produtos incluem uma luxuosa bolsa para transporte de cães de pequeno porte, confeccionada em pele de píton, incrustada com ouro e diamantes e que custa a bagatela de 50 mil euros. Algumas pessoas chegam ao extremo para dar luxo a seus animais: é o caso do tailandês Riwin Jirapolsek, um designer de jóias que criou uma coroa para seu cãozinho de estimação com pedras preciosas avaliadas em 9,3 milhões de dólares. O artista disse que o objetivo era homenagear o maltês Kanune, de 15 anos. Mas, se o seu pet não acredita que os diamantes são seus melhores amigos, talvez ele seja do tipo esportivo. Não é por isso que vai faltar luxo na vida do seu amiguinho! Ele pode dar longas passadas em uma esteira canina. Isso mesmo! O equipamento chama-se The Canine Treadmill, e faz seu pet exercitar-se até mesmo em dias chuvosos. O “brinquedinho” custa entre 549 e 899 dólares. Para combinar com o espírito aven-

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outras guloseimas. “O único cuidado que o dono tem que tomar é de não substituir a ração do seu pet por nossos produtos, e sim dar como um agrado, ou seja, quando ele for obediente”, alerta Rodrigo Justino, proprietário da Dog Bakery. As guloseimas foram elaboradas por um zootecnista da USP e pelo SENAI. A matéria-prima dos produtos é liofilizada (em pó), ou seja, carne em pó, frango em pó etc. “O nosso chocolate e próprio para os animais”, garante Justino. O público-alvo são mesmo os cães, já que os gatos não são muito chegados a extravagâncias. Além do luxo material, muitos já perceberam que as pessoas prezam cada vez mais o contato com os animais. Por esse motivo, muitos estabelecimentos comerciais estão permitindo a entrada dos pets. Um shopping em São Paulo tem até mesmo fraldário exclusivo para cães e gatos. Alguns hotéis, como o Hilton, na capital paulista, oferecem sofá e potinhos de comida. O Unique, também em

São Paulo, oferece, além de caminha, arranhador e caixinha de areia para os felinos. Falando em hotel, pensamos em viagens. É ótimo que vários hotéis e posadas permitam a entrada dos amigos de quatro patas, mas como fazer o trajeto até lá? Se houver a necessidade de pegar um avião, a coisa pode ficar feia. Muitos animais se estressam bastante, especialmente porque muitas companhias aéreas têm restrições quanto ao transporte de animais, e o permitem apenas junto com as bagagens. Pensando em tornar a viagem mais agradável para donos e pets, Dan e Alysa Wiesel fundaram a Pet Airways, companhia aérea dedicada exclusivamente ao transporte de animais. Em seus aviões, com capacidade para 19 pets, os animais viajam em cabines individuais no interior da aeronave e não no compartimento de bagagens. Monitores checam o conforto dos passageiros a cada 15 minutos. As cabines são climatizadas e os donos não podem viajar com seus

pets, só animais são permitidos a bordo. A Pet Airways opera somente nos Estados Unidos e surgiu em função de Zoe, cadelinha dos fundadores da companhia, pois no período de férias sempre havia inquietações a respeito de como ela viajaria e como se sentiria. O casal Dan e Alysa resolveu então fundar uma empresa aérea que tratasse os animais da maneira como eles gostariam que Zoe fosse tratada. Os mimos são tantos, que existe até mesmo um programa de milhas para passageiros – o My Paws Club, algo como Clube Minhas Patas- em que os pets podem ganhar brindes e descontos em serviços. Apesar de ainda restrito, o mercado de luxo cresce em ritmo acelerado no Brasil. Cerca de 44% das residências brasileiras da população das camadas A, B e C tem cães ou gatos. O mercado pet brasileiro faturou, em 2008, cerca de nove bilhões de reais. São números bem significativos e mostram que os proprietários de pets estão mesmo dispostos a dar do bom e do melhor para seus companheiros.

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Pet Comportamento Pet Luxo O luxo invadiu as pet shops. Confira porque esse mercado está crescendo no Brasil

No Brasil, existem 32 milhões de cães e 16 milhões de gatos, de acordo com a Anfal Pet (Associação Nacional de Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação). Para este público, existem cerca de 40 mil pet shops, nas quais se pode encontrar muita coisa além dos tradicionais banho, tosa e rações. Alguns consideram futilidade, outros um mimo mais que necessário para garantir a felicidade e o bem-estar de

seus filhotes de quatro patas. A verdade é que o mercado de luxo para pets vem ganhando cada vez mais adeptos no País. Seja na culinária, em jóias, camas ou roupas, opções não faltam. Seguindo as tendências mundiais, Igleide Almeida lançou a grife Flavinha Fashion, que comercializa roupas de alta costura para pets: “Em países do primeiro mundo há desfiles e até mesmo semanas de moda voltadas para animais

de estimação. Resolvi trazer isso para o público brasileiro, ainda pouco acostumado a esse filão”, explica a empresária. Para aqueles que acreditam que as exigências da vida moderna estressam seus melhores amigos, o Pet Spa, em Curitiba, tem a solução. Ela pode ser encontrada em uma relaxante sessão de ofurô, com direito a pétalas de rosa, e até mesmo acupuntura: “A aceitação maior ainda é por serviços de banho e tosa, mas os donos já começam, aos poucos, a procurar essas terapias alternativas”, conta Priscila, proprietária da pet shop. O estabelecimento ainda conta com uma creche, onde os totós ficam em companhia de amiguinhos para não se sentirem solitários enquanto os donos estão fora de casa. Os cães são separados de acordo com temperamento e as cadelas são mantidas bem longe dos assanhados quando estão no cio. Priscila conta que esse serviço é o mais procurado no Pet Spa. Tal qual nas creches mais chiques, os papais podem monitorar seus pets através do site. Para quem não se contenta com esses “mimos básicos”, a Pet Palladium, também em Curitiba, oferece um conjunto de jóias para totós e donos: “Os donos usam a pulseira, enquanto os cães usam a coleira com o mesmo pingente”, explica Françoise Rocha, proprietária da pet. A loja, decorada luxuosamente, ofe-

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tureiro do seu amigão, nada melhor que uma bela produção, certo? Melhor ainda se as vestimentas forem da Ralph Lauren, mundialmente conhecida por suas camisas pólo. Além das tradicionais camisas, há coleiras de luxo (que chegam a 239 dólares) e moletons por 39 dólares. Depois de exercícios e compras, que tal um cochilo? Leve seu pet para a caminha! Aposto que você pensou nas tradicionais almofadinhas com estampa de ossinhos, não é mesmo? Na-na-nina-não! Seu pet merece uma caminha de luxo como a comercializada pela tradicional Sierra Móveis. Ela é feita em palha natural importada, couro e pele sintética no interior. Um luxo! Uma prática que vem se tornando cada vez mais comum é a comemoração de aniversários dos pets. E festa sem um bom cardápio não está com nada. A Dog Bakery, confeitaria voltada aos consumidores de quatro patas, em São Paulo, tem no kit festa seu carro-chefe, que acompanha um bolo de frutas ou de carovit, torta, kibe, esfiha, sonho, donuts, entre

rece conjunto de closet e cama, cama box, patê importado e até mesmo fragrâncias exclusivas para os bichinhos mimados. Se os brilhos das jóias seduzem seu pet, ele deve gostar da Mumadona, empresa que fabrica jóias de luxo em Portugal, e agora conta com uma linha para animais. Os produtos incluem uma luxuosa bolsa para transporte de cães de pequeno porte, confeccionada em pele de píton, incrustada com ouro e diamantes e que custa a bagatela de 50 mil euros. Algumas pessoas chegam ao extremo para dar luxo a seus animais: é o caso do tailandês Riwin Jirapolsek, um designer de jóias que criou uma coroa para seu cãozinho de estimação com pedras preciosas avaliadas em 9,3 milhões de dólares. O artista disse que o objetivo era homenagear o maltês Kanune, de 15 anos. Mas, se o seu pet não acredita que os diamantes são seus melhores amigos, talvez ele seja do tipo esportivo. Não é por isso que vai faltar luxo na vida do seu amiguinho! Ele pode dar longas passadas em uma esteira canina. Isso mesmo! O equipamento chama-se The Canine Treadmill, e faz seu pet exercitar-se até mesmo em dias chuvosos. O “brinquedinho” custa entre 549 e 899 dólares. Para combinar com o espírito aven-

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outras guloseimas. “O único cuidado que o dono tem que tomar é de não substituir a ração do seu pet por nossos produtos, e sim dar como um agrado, ou seja, quando ele for obediente”, alerta Rodrigo Justino, proprietário da Dog Bakery. As guloseimas foram elaboradas por um zootecnista da USP e pelo SENAI. A matéria-prima dos produtos é liofilizada (em pó), ou seja, carne em pó, frango em pó etc. “O nosso chocolate e próprio para os animais”, garante Justino. O público-alvo são mesmo os cães, já que os gatos não são muito chegados a extravagâncias. Além do luxo material, muitos já perceberam que as pessoas prezam cada vez mais o contato com os animais. Por esse motivo, muitos estabelecimentos comerciais estão permitindo a entrada dos pets. Um shopping em São Paulo tem até mesmo fraldário exclusivo para cães e gatos. Alguns hotéis, como o Hilton, na capital paulista, oferecem sofá e potinhos de comida. O Unique, também em

São Paulo, oferece, além de caminha, arranhador e caixinha de areia para os felinos. Falando em hotel, pensamos em viagens. É ótimo que vários hotéis e posadas permitam a entrada dos amigos de quatro patas, mas como fazer o trajeto até lá? Se houver a necessidade de pegar um avião, a coisa pode ficar feia. Muitos animais se estressam bastante, especialmente porque muitas companhias aéreas têm restrições quanto ao transporte de animais, e o permitem apenas junto com as bagagens. Pensando em tornar a viagem mais agradável para donos e pets, Dan e Alysa Wiesel fundaram a Pet Airways, companhia aérea dedicada exclusivamente ao transporte de animais. Em seus aviões, com capacidade para 19 pets, os animais viajam em cabines individuais no interior da aeronave e não no compartimento de bagagens. Monitores checam o conforto dos passageiros a cada 15 minutos. As cabines são climatizadas e os donos não podem viajar com seus

pets, só animais são permitidos a bordo. A Pet Airways opera somente nos Estados Unidos e surgiu em função de Zoe, cadelinha dos fundadores da companhia, pois no período de férias sempre havia inquietações a respeito de como ela viajaria e como se sentiria. O casal Dan e Alysa resolveu então fundar uma empresa aérea que tratasse os animais da maneira como eles gostariam que Zoe fosse tratada. Os mimos são tantos, que existe até mesmo um programa de milhas para passageiros – o My Paws Club, algo como Clube Minhas Patas- em que os pets podem ganhar brindes e descontos em serviços. Apesar de ainda restrito, o mercado de luxo cresce em ritmo acelerado no Brasil. Cerca de 44% das residências brasileiras da população das camadas A, B e C tem cães ou gatos. O mercado pet brasileiro faturou, em 2008, cerca de nove bilhões de reais. São números bem significativos e mostram que os proprietários de pets estão mesmo dispostos a dar do bom e do melhor para seus companheiros.

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Pet Comportamento Pet Luxo O luxo invadiu as pet shops. Confira porque esse mercado está crescendo no Brasil

No Brasil, existem 32 milhões de cães e 16 milhões de gatos, de acordo com a Anfal Pet (Associação Nacional de Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação). Para este público, existem cerca de 40 mil pet shops, nas quais se pode encontrar muita coisa além dos tradicionais banho, tosa e rações. Alguns consideram futilidade, outros um mimo mais que necessário para garantir a felicidade e o bem-estar de

seus filhotes de quatro patas. A verdade é que o mercado de luxo para pets vem ganhando cada vez mais adeptos no País. Seja na culinária, em jóias, camas ou roupas, opções não faltam. Seguindo as tendências mundiais, Igleide Almeida lançou a grife Flavinha Fashion, que comercializa roupas de alta costura para pets: “Em países do primeiro mundo há desfiles e até mesmo semanas de moda voltadas para animais

de estimação. Resolvi trazer isso para o público brasileiro, ainda pouco acostumado a esse filão”, explica a empresária. Para aqueles que acreditam que as exigências da vida moderna estressam seus melhores amigos, o Pet Spa, em Curitiba, tem a solução. Ela pode ser encontrada em uma relaxante sessão de ofurô, com direito a pétalas de rosa, e até mesmo acupuntura: “A aceitação maior ainda é por serviços de banho e tosa, mas os donos já começam, aos poucos, a procurar essas terapias alternativas”, conta Priscila, proprietária da pet shop. O estabelecimento ainda conta com uma creche, onde os totós ficam em companhia de amiguinhos para não se sentirem solitários enquanto os donos estão fora de casa. Os cães são separados de acordo com temperamento e as cadelas são mantidas bem longe dos assanhados quando estão no cio. Priscila conta que esse serviço é o mais procurado no Pet Spa. Tal qual nas creches mais chiques, os papais podem monitorar seus pets através do site. Para quem não se contenta com esses “mimos básicos”, a Pet Palladium, também em Curitiba, oferece um conjunto de jóias para totós e donos: “Os donos usam a pulseira, enquanto os cães usam a coleira com o mesmo pingente”, explica Françoise Rocha, proprietária da pet. A loja, decorada luxuosamente, ofe-

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tureiro do seu amigão, nada melhor que uma bela produção, certo? Melhor ainda se as vestimentas forem da Ralph Lauren, mundialmente conhecida por suas camisas pólo. Além das tradicionais camisas, há coleiras de luxo (que chegam a 239 dólares) e moletons por 39 dólares. Depois de exercícios e compras, que tal um cochilo? Leve seu pet para a caminha! Aposto que você pensou nas tradicionais almofadinhas com estampa de ossinhos, não é mesmo? Na-na-nina-não! Seu pet merece uma caminha de luxo como a comercializada pela tradicional Sierra Móveis. Ela é feita em palha natural importada, couro e pele sintética no interior. Um luxo! Uma prática que vem se tornando cada vez mais comum é a comemoração de aniversários dos pets. E festa sem um bom cardápio não está com nada. A Dog Bakery, confeitaria voltada aos consumidores de quatro patas, em São Paulo, tem no kit festa seu carro-chefe, que acompanha um bolo de frutas ou de carovit, torta, kibe, esfiha, sonho, donuts, entre

rece conjunto de closet e cama, cama box, patê importado e até mesmo fragrâncias exclusivas para os bichinhos mimados. Se os brilhos das jóias seduzem seu pet, ele deve gostar da Mumadona, empresa que fabrica jóias de luxo em Portugal, e agora conta com uma linha para animais. Os produtos incluem uma luxuosa bolsa para transporte de cães de pequeno porte, confeccionada em pele de píton, incrustada com ouro e diamantes e que custa a bagatela de 50 mil euros. Algumas pessoas chegam ao extremo para dar luxo a seus animais: é o caso do tailandês Riwin Jirapolsek, um designer de jóias que criou uma coroa para seu cãozinho de estimação com pedras preciosas avaliadas em 9,3 milhões de dólares. O artista disse que o objetivo era homenagear o maltês Kanune, de 15 anos. Mas, se o seu pet não acredita que os diamantes são seus melhores amigos, talvez ele seja do tipo esportivo. Não é por isso que vai faltar luxo na vida do seu amiguinho! Ele pode dar longas passadas em uma esteira canina. Isso mesmo! O equipamento chama-se The Canine Treadmill, e faz seu pet exercitar-se até mesmo em dias chuvosos. O “brinquedinho” custa entre 549 e 899 dólares. Para combinar com o espírito aven-

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outras guloseimas. “O único cuidado que o dono tem que tomar é de não substituir a ração do seu pet por nossos produtos, e sim dar como um agrado, ou seja, quando ele for obediente”, alerta Rodrigo Justino, proprietário da Dog Bakery. As guloseimas foram elaboradas por um zootecnista da USP e pelo SENAI. A matéria-prima dos produtos é liofilizada (em pó), ou seja, carne em pó, frango em pó etc. “O nosso chocolate e próprio para os animais”, garante Justino. O público-alvo são mesmo os cães, já que os gatos não são muito chegados a extravagâncias. Além do luxo material, muitos já perceberam que as pessoas prezam cada vez mais o contato com os animais. Por esse motivo, muitos estabelecimentos comerciais estão permitindo a entrada dos pets. Um shopping em São Paulo tem até mesmo fraldário exclusivo para cães e gatos. Alguns hotéis, como o Hilton, na capital paulista, oferecem sofá e potinhos de comida. O Unique, também em

São Paulo, oferece, além de caminha, arranhador e caixinha de areia para os felinos. Falando em hotel, pensamos em viagens. É ótimo que vários hotéis e posadas permitam a entrada dos amigos de quatro patas, mas como fazer o trajeto até lá? Se houver a necessidade de pegar um avião, a coisa pode ficar feia. Muitos animais se estressam bastante, especialmente porque muitas companhias aéreas têm restrições quanto ao transporte de animais, e o permitem apenas junto com as bagagens. Pensando em tornar a viagem mais agradável para donos e pets, Dan e Alysa Wiesel fundaram a Pet Airways, companhia aérea dedicada exclusivamente ao transporte de animais. Em seus aviões, com capacidade para 19 pets, os animais viajam em cabines individuais no interior da aeronave e não no compartimento de bagagens. Monitores checam o conforto dos passageiros a cada 15 minutos. As cabines são climatizadas e os donos não podem viajar com seus

pets, só animais são permitidos a bordo. A Pet Airways opera somente nos Estados Unidos e surgiu em função de Zoe, cadelinha dos fundadores da companhia, pois no período de férias sempre havia inquietações a respeito de como ela viajaria e como se sentiria. O casal Dan e Alysa resolveu então fundar uma empresa aérea que tratasse os animais da maneira como eles gostariam que Zoe fosse tratada. Os mimos são tantos, que existe até mesmo um programa de milhas para passageiros – o My Paws Club, algo como Clube Minhas Patas- em que os pets podem ganhar brindes e descontos em serviços. Apesar de ainda restrito, o mercado de luxo cresce em ritmo acelerado no Brasil. Cerca de 44% das residências brasileiras da população das camadas A, B e C tem cães ou gatos. O mercado pet brasileiro faturou, em 2008, cerca de nove bilhões de reais. São números bem significativos e mostram que os proprietários de pets estão mesmo dispostos a dar do bom e do melhor para seus companheiros.

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Pet Comportamento Pet Luxo O luxo invadiu as pet shops. Confira porque esse mercado está crescendo no Brasil

No Brasil, existem 32 milhões de cães e 16 milhões de gatos, de acordo com a Anfal Pet (Associação Nacional de Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação). Para este público, existem cerca de 40 mil pet shops, nas quais se pode encontrar muita coisa além dos tradicionais banho, tosa e rações. Alguns consideram futilidade, outros um mimo mais que necessário para garantir a felicidade e o bem-estar de

seus filhotes de quatro patas. A verdade é que o mercado de luxo para pets vem ganhando cada vez mais adeptos no País. Seja na culinária, em jóias, camas ou roupas, opções não faltam. Seguindo as tendências mundiais, Igleide Almeida lançou a grife Flavinha Fashion, que comercializa roupas de alta costura para pets: “Em países do primeiro mundo há desfiles e até mesmo semanas de moda voltadas para animais

de estimação. Resolvi trazer isso para o público brasileiro, ainda pouco acostumado a esse filão”, explica a empresária. Para aqueles que acreditam que as exigências da vida moderna estressam seus melhores amigos, o Pet Spa, em Curitiba, tem a solução. Ela pode ser encontrada em uma relaxante sessão de ofurô, com direito a pétalas de rosa, e até mesmo acupuntura: “A aceitação maior ainda é por serviços de banho e tosa, mas os donos já começam, aos poucos, a procurar essas terapias alternativas”, conta Priscila, proprietária da pet shop. O estabelecimento ainda conta com uma creche, onde os totós ficam em companhia de amiguinhos para não se sentirem solitários enquanto os donos estão fora de casa. Os cães são separados de acordo com temperamento e as cadelas são mantidas bem longe dos assanhados quando estão no cio. Priscila conta que esse serviço é o mais procurado no Pet Spa. Tal qual nas creches mais chiques, os papais podem monitorar seus pets através do site. Para quem não se contenta com esses “mimos básicos”, a Pet Palladium, também em Curitiba, oferece um conjunto de jóias para totós e donos: “Os donos usam a pulseira, enquanto os cães usam a coleira com o mesmo pingente”, explica Françoise Rocha, proprietária da pet. A loja, decorada luxuosamente, ofe-

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tureiro do seu amigão, nada melhor que uma bela produção, certo? Melhor ainda se as vestimentas forem da Ralph Lauren, mundialmente conhecida por suas camisas pólo. Além das tradicionais camisas, há coleiras de luxo (que chegam a 239 dólares) e moletons por 39 dólares. Depois de exercícios e compras, que tal um cochilo? Leve seu pet para a caminha! Aposto que você pensou nas tradicionais almofadinhas com estampa de ossinhos, não é mesmo? Na-na-nina-não! Seu pet merece uma caminha de luxo como a comercializada pela tradicional Sierra Móveis. Ela é feita em palha natural importada, couro e pele sintética no interior. Um luxo! Uma prática que vem se tornando cada vez mais comum é a comemoração de aniversários dos pets. E festa sem um bom cardápio não está com nada. A Dog Bakery, confeitaria voltada aos consumidores de quatro patas, em São Paulo, tem no kit festa seu carro-chefe, que acompanha um bolo de frutas ou de carovit, torta, kibe, esfiha, sonho, donuts, entre

rece conjunto de closet e cama, cama box, patê importado e até mesmo fragrâncias exclusivas para os bichinhos mimados. Se os brilhos das jóias seduzem seu pet, ele deve gostar da Mumadona, empresa que fabrica jóias de luxo em Portugal, e agora conta com uma linha para animais. Os produtos incluem uma luxuosa bolsa para transporte de cães de pequeno porte, confeccionada em pele de píton, incrustada com ouro e diamantes e que custa a bagatela de 50 mil euros. Algumas pessoas chegam ao extremo para dar luxo a seus animais: é o caso do tailandês Riwin Jirapolsek, um designer de jóias que criou uma coroa para seu cãozinho de estimação com pedras preciosas avaliadas em 9,3 milhões de dólares. O artista disse que o objetivo era homenagear o maltês Kanune, de 15 anos. Mas, se o seu pet não acredita que os diamantes são seus melhores amigos, talvez ele seja do tipo esportivo. Não é por isso que vai faltar luxo na vida do seu amiguinho! Ele pode dar longas passadas em uma esteira canina. Isso mesmo! O equipamento chama-se The Canine Treadmill, e faz seu pet exercitar-se até mesmo em dias chuvosos. O “brinquedinho” custa entre 549 e 899 dólares. Para combinar com o espírito aven-

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outras guloseimas. “O único cuidado que o dono tem que tomar é de não substituir a ração do seu pet por nossos produtos, e sim dar como um agrado, ou seja, quando ele for obediente”, alerta Rodrigo Justino, proprietário da Dog Bakery. As guloseimas foram elaboradas por um zootecnista da USP e pelo SENAI. A matéria-prima dos produtos é liofilizada (em pó), ou seja, carne em pó, frango em pó etc. “O nosso chocolate e próprio para os animais”, garante Justino. O público-alvo são mesmo os cães, já que os gatos não são muito chegados a extravagâncias. Além do luxo material, muitos já perceberam que as pessoas prezam cada vez mais o contato com os animais. Por esse motivo, muitos estabelecimentos comerciais estão permitindo a entrada dos pets. Um shopping em São Paulo tem até mesmo fraldário exclusivo para cães e gatos. Alguns hotéis, como o Hilton, na capital paulista, oferecem sofá e potinhos de comida. O Unique, também em

São Paulo, oferece, além de caminha, arranhador e caixinha de areia para os felinos. Falando em hotel, pensamos em viagens. É ótimo que vários hotéis e posadas permitam a entrada dos amigos de quatro patas, mas como fazer o trajeto até lá? Se houver a necessidade de pegar um avião, a coisa pode ficar feia. Muitos animais se estressam bastante, especialmente porque muitas companhias aéreas têm restrições quanto ao transporte de animais, e o permitem apenas junto com as bagagens. Pensando em tornar a viagem mais agradável para donos e pets, Dan e Alysa Wiesel fundaram a Pet Airways, companhia aérea dedicada exclusivamente ao transporte de animais. Em seus aviões, com capacidade para 19 pets, os animais viajam em cabines individuais no interior da aeronave e não no compartimento de bagagens. Monitores checam o conforto dos passageiros a cada 15 minutos. As cabines são climatizadas e os donos não podem viajar com seus

pets, só animais são permitidos a bordo. A Pet Airways opera somente nos Estados Unidos e surgiu em função de Zoe, cadelinha dos fundadores da companhia, pois no período de férias sempre havia inquietações a respeito de como ela viajaria e como se sentiria. O casal Dan e Alysa resolveu então fundar uma empresa aérea que tratasse os animais da maneira como eles gostariam que Zoe fosse tratada. Os mimos são tantos, que existe até mesmo um programa de milhas para passageiros – o My Paws Club, algo como Clube Minhas Patas- em que os pets podem ganhar brindes e descontos em serviços. Apesar de ainda restrito, o mercado de luxo cresce em ritmo acelerado no Brasil. Cerca de 44% das residências brasileiras da população das camadas A, B e C tem cães ou gatos. O mercado pet brasileiro faturou, em 2008, cerca de nove bilhões de reais. São números bem significativos e mostram que os proprietários de pets estão mesmo dispostos a dar do bom e do melhor para seus companheiros.

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Doutores da Alegria A ciência apresenta provas do benefício do convívio com os pets

Todos nós, que temos o prazer de desfrutar da companhia de animais, sabemos que é uma delícia ter nossos amiguinhos por perto. Eles nos fazem rir, nos fazem entrar em forma (para caminhar com eles) e despertam a mais profunda ternura. Mas, de acordo com descobertas da ciência, nossos amigos animais podem fazer ainda mais pelo nosso bem-estar e saúde. Um levantamento de estudos nacionais e internacionais sobre o tema, encomendado pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), integrante do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), para um grupo de pesquisa do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP), liderado pelo professor César Ades, reuniu uma série de estudos que confirmam esta contribuição à saúde das pessoas proporcionada pelo convívio com os animais de estimação. Entre algumas das observações, pode-se destacar a melhora da imunidade de crianças e adultos, redução dos níveis de estresse e da incidência de doenças comuns, como dor de cabeça ou resfriado. Este mapeamento foi encomendado com o objetivo de trazer a público uma série de informações relevantes e pouco conhecidas sobre enormes benefícios sociais, psicológicos e até físicos na relação homem e animal de estimação.

Reforço na defesa do organismo De acordo com o levantamento, os benefícios independem da idade. Os pesquisadores da USP citam um trabalho que identificou vários benefícios aos bebês que convivem com cães, já que certas proteínas que desempenham um importante papel na regulação do sistema imunológico e das alergias aumentam significativamente em bebês de um ano de idade quando expostos precocemente a um cão, conferindo um importante papel destes animais na saúde humana. Segundo a pesquisadora Carine Savalli Redígolo, este trabalho mostra que o convívio possibilita aos bebês ficar menos suscetíveis às alergias e dermatites tópicas. "Também foi observada a redução de rinites alérgicas aos quatro anos de idade e aos seis a sete anos, devido à redução da imunoglubina E - um anticorpo que quando em altas concentrações sugere um processo alérgico", acrescenta. Os pesquisadores alertam que este contato não significa que seja isento de

possíveis efeitos negativos para a saúde, porém, é possível discutir com mais equilíbrio os prós e contras de possuir um cão. Porém, muitos pais desconhecem estes benefícios. De acordo com a pesquisa do Radar Pet, idealizada pela Comac, ainda há resistência dos casais que possuem filhos pequenos adquirirem um animal de estimação: 44% das residências que têm pelo menos um pet são de casais com filhos jovens ou adolescentes; este número cai para 16% quando se trata de casais com filhos pequenos (até 09 anos). Um gesto simples pode trazer importantes efeitos ao sistema imunológico de pessoas de qualquer idade. "Acariciar um cão pode elevar os níveis de imunoglobulina A, um anticorpo presente nas mucosas que evita a proliferação viral ou bacteriana, sendo importante na prevenção de várias patologias. Este resultado se deve, possivelmente, ao relaxamento que o contato com o animal proporciona", explica Carine.

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Benefícios ao coração Outros estudos identificados pelos pesquisadores da USP também avaliaram as taxas de sobrevivência, no ano posterior a um infarto agudo do miocárdio, em donos de cães, gatos, outros animais de estimação e em pessoas que não possuíam bichos. Segundo os pesquisadores, depois de determinado período, verificou-se que a posse de um cão contribuiu significativamente para a sobrevivência dos pacientes, pelo menos no ano seguinte ao incidente. Já no controle de hipertensão arterial, os estudos apontam benefícios também neste sentido. Profissionais que viviam em condições de estresse faziam controle do problema com medicação, foram divididos em dois grupos, os que possuíam um cão ou gato e os que não possuíam animais. A pesquisadora Maria Mascarenhas Brandão afirma que, seis meses depois do início do monitoramento, um dos trabalhos constatou que as taxas de pressão diminuíram para ambos os grupos. Entretanto, nas situações geradoras de estresse a resposta foi melhor para os donos de cães. "Além disso, este grupo aumentou significativamente suas taxas de acertos em contas matemáticas, em relação àqueles que não possuíam os animais", acrescenta. Esta situação mostrou a diminuição dos níveis de estresse, obtidos com o contato com os pets. Algumas outras situações também trazem efeitos muito positivos à saúde e ao convívio social: os pesquisadores da USP citam que a duração das caminhadas é maior para aquelas pessoas que estão acompanhadas por um cão. "Além disso, nestes passeios, os animais ajudam na integração social, contribuindo para o início de uma conversa com outras pessoas, por exemplo", confirma Maria. Ainda segundo uma destas pesquisas, pessoas com problemas simples de saúde, como dores de cabeça, problemas estomacais, gripes, dentre outros, que adotaram pela primeira vez um animal de estimação, apresentaram redução significativa desses problemas

menores de saúde, em relação a pessoas sem animais. Outros estudos também têm mostrado que os cães podem farejar doenças, incluindo certos tipos de câncer e problemas de saúde associados com a diabetes. Em 2008, pesquisadores descobriram que 65% dos diabéticos disseram que seus cães tinham uma reações comportamentais, tais como latir e choramingar, quando experimentaram quedas perigosas de açúcar no sangue. Similar a outros “cães de assistência”, como cães-guia, os cachorros que exibem uma forte reação a episódios de hipoglicemia (baixo açúcar no sangue) são treinados como “cães alerta” que ajudam os seus proprietários a se manterem saudáveis e seguros, sinalizando-os quando for necessário procurar assistência médica. Médicos franceses descobriram que uma raça particular de cão, pastores belgas, pode ser treinada para detectar câncer de próstata. Eles são capazes de distinguir entre o cheiro da urina de homens com câncer do cheiro dos sem. No final do estudo, os cães identificaram corretamente 63 das 66 amostras. Outra pesquisa mostrou que adultos solteiros e mulheres eram menos propensos a sofrer de depressão quando possuíam um cão. O estudo

também descobriu que os cães não contribuíam de forma alguma para a depressão de seus tutores, o que significa que não há lado emocional negativo em possuir um cachorrinho. Algumas instituições já notaram há tempos os benefícios que os animais podem trazer para a saúde dos humanos. O Instituto Nacional de Ações e Terapias Assistidas por Animais (INATAA) atua na realização de diversas atividades relacionadas a Atividade Assistida por Animais (AAA), Educação Assistida por Animais (EAA) e Terapia Assistida por Animais (TAA) com cães, através da colaboração de voluntários e profissionais, atendendo a diversas instituições como casas asilares, hospitais, nas áreas de psicologia, fisioterapia e fonoaudiologia, visitas e cursos de formação, com mais de nove anos de experiência em atendimentos terapêuticos e ações voluntárias envolvendo a relação homem-animal. Silvana Prado, presidente executiva do INATAA, relata um caso em que houve melhora significativa no comportamento de um paciente após seu contato com animais: “Durante os dois primeiros meses de terapia/atividade assistida por animais, o paciente não interagia com os cães em função de uma experiência negativa anterior, ou seja, medo de cachorros. Tinha comportamentos como gritos, movimentos repetitivos com as mãos e corpo e agressividade consigo mesmo. Após este período, se aproximou dos cães, chegando a tocá-los e acariciá-los e segundo a mãe, quando encontra um cão na rua, não apresenta mais os comportamentos citados”. Viu só? Não importa em que situação, mas os animais são nossos verdadeiros Doutores da Alegria.

Benefícios da interação homem/animal Após 15 a 20 minutos de interação: Potencializa - Processos de socialização e comunicação - Memória,lembranças e percepção da realidade - Concentração e atenção: estimula os processos cognitivos das atividades cotidianas - Cooperação e capacidade de resolução de problemas - Afetividade e elevação da auto estima - Habilidade de confiar - Possibilidade de estabelecer vínculos - Prática de atividade física - Aceitação da reabilitação Reduz - Pressão Arterial e Frequência cardíaca - Triglicérides e Colesterol - Depressão - Uso de medicação psicotrópica e analgésica - Estresse, isolamento, solidão - Ansiedade em geral - Além da liberação de hormônios e neurotransmissores, como por exemplo, andorfina, dopamina, e a redução do hormônio do stress, o cortisol. Fonte: INATAA Se você quiser saber mais sobre o trabalho do INATAA ou ajuda-los, acesse o site – www.inataa.org.br

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Doutores da Alegria A ciência apresenta provas do benefício do convívio com os pets

Todos nós, que temos o prazer de desfrutar da companhia de animais, sabemos que é uma delícia ter nossos amiguinhos por perto. Eles nos fazem rir, nos fazem entrar em forma (para caminhar com eles) e despertam a mais profunda ternura. Mas, de acordo com descobertas da ciência, nossos amigos animais podem fazer ainda mais pelo nosso bem-estar e saúde. Um levantamento de estudos nacionais e internacionais sobre o tema, encomendado pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), integrante do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), para um grupo de pesquisa do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP), liderado pelo professor César Ades, reuniu uma série de estudos que confirmam esta contribuição à saúde das pessoas proporcionada pelo convívio com os animais de estimação. Entre algumas das observações, pode-se destacar a melhora da imunidade de crianças e adultos, redução dos níveis de estresse e da incidência de doenças comuns, como dor de cabeça ou resfriado. Este mapeamento foi encomendado com o objetivo de trazer a público uma série de informações relevantes e pouco conhecidas sobre enormes benefícios sociais, psicológicos e até físicos na relação homem e animal de estimação.

Reforço na defesa do organismo De acordo com o levantamento, os benefícios independem da idade. Os pesquisadores da USP citam um trabalho que identificou vários benefícios aos bebês que convivem com cães, já que certas proteínas que desempenham um importante papel na regulação do sistema imunológico e das alergias aumentam significativamente em bebês de um ano de idade quando expostos precocemente a um cão, conferindo um importante papel destes animais na saúde humana. Segundo a pesquisadora Carine Savalli Redígolo, este trabalho mostra que o convívio possibilita aos bebês ficar menos suscetíveis às alergias e dermatites tópicas. "Também foi observada a redução de rinites alérgicas aos quatro anos de idade e aos seis a sete anos, devido à redução da imunoglubina E - um anticorpo que quando em altas concentrações sugere um processo alérgico", acrescenta. Os pesquisadores alertam que este contato não significa que seja isento de

possíveis efeitos negativos para a saúde, porém, é possível discutir com mais equilíbrio os prós e contras de possuir um cão. Porém, muitos pais desconhecem estes benefícios. De acordo com a pesquisa do Radar Pet, idealizada pela Comac, ainda há resistência dos casais que possuem filhos pequenos adquirirem um animal de estimação: 44% das residências que têm pelo menos um pet são de casais com filhos jovens ou adolescentes; este número cai para 16% quando se trata de casais com filhos pequenos (até 09 anos). Um gesto simples pode trazer importantes efeitos ao sistema imunológico de pessoas de qualquer idade. "Acariciar um cão pode elevar os níveis de imunoglobulina A, um anticorpo presente nas mucosas que evita a proliferação viral ou bacteriana, sendo importante na prevenção de várias patologias. Este resultado se deve, possivelmente, ao relaxamento que o contato com o animal proporciona", explica Carine.

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Benefícios ao coração Outros estudos identificados pelos pesquisadores da USP também avaliaram as taxas de sobrevivência, no ano posterior a um infarto agudo do miocárdio, em donos de cães, gatos, outros animais de estimação e em pessoas que não possuíam bichos. Segundo os pesquisadores, depois de determinado período, verificou-se que a posse de um cão contribuiu significativamente para a sobrevivência dos pacientes, pelo menos no ano seguinte ao incidente. Já no controle de hipertensão arterial, os estudos apontam benefícios também neste sentido. Profissionais que viviam em condições de estresse faziam controle do problema com medicação, foram divididos em dois grupos, os que possuíam um cão ou gato e os que não possuíam animais. A pesquisadora Maria Mascarenhas Brandão afirma que, seis meses depois do início do monitoramento, um dos trabalhos constatou que as taxas de pressão diminuíram para ambos os grupos. Entretanto, nas situações geradoras de estresse a resposta foi melhor para os donos de cães. "Além disso, este grupo aumentou significativamente suas taxas de acertos em contas matemáticas, em relação àqueles que não possuíam os animais", acrescenta. Esta situação mostrou a diminuição dos níveis de estresse, obtidos com o contato com os pets. Algumas outras situações também trazem efeitos muito positivos à saúde e ao convívio social: os pesquisadores da USP citam que a duração das caminhadas é maior para aquelas pessoas que estão acompanhadas por um cão. "Além disso, nestes passeios, os animais ajudam na integração social, contribuindo para o início de uma conversa com outras pessoas, por exemplo", confirma Maria. Ainda segundo uma destas pesquisas, pessoas com problemas simples de saúde, como dores de cabeça, problemas estomacais, gripes, dentre outros, que adotaram pela primeira vez um animal de estimação, apresentaram redução significativa desses problemas

menores de saúde, em relação a pessoas sem animais. Outros estudos também têm mostrado que os cães podem farejar doenças, incluindo certos tipos de câncer e problemas de saúde associados com a diabetes. Em 2008, pesquisadores descobriram que 65% dos diabéticos disseram que seus cães tinham uma reações comportamentais, tais como latir e choramingar, quando experimentaram quedas perigosas de açúcar no sangue. Similar a outros “cães de assistência”, como cães-guia, os cachorros que exibem uma forte reação a episódios de hipoglicemia (baixo açúcar no sangue) são treinados como “cães alerta” que ajudam os seus proprietários a se manterem saudáveis e seguros, sinalizando-os quando for necessário procurar assistência médica. Médicos franceses descobriram que uma raça particular de cão, pastores belgas, pode ser treinada para detectar câncer de próstata. Eles são capazes de distinguir entre o cheiro da urina de homens com câncer do cheiro dos sem. No final do estudo, os cães identificaram corretamente 63 das 66 amostras. Outra pesquisa mostrou que adultos solteiros e mulheres eram menos propensos a sofrer de depressão quando possuíam um cão. O estudo

também descobriu que os cães não contribuíam de forma alguma para a depressão de seus tutores, o que significa que não há lado emocional negativo em possuir um cachorrinho. Algumas instituições já notaram há tempos os benefícios que os animais podem trazer para a saúde dos humanos. O Instituto Nacional de Ações e Terapias Assistidas por Animais (INATAA) atua na realização de diversas atividades relacionadas a Atividade Assistida por Animais (AAA), Educação Assistida por Animais (EAA) e Terapia Assistida por Animais (TAA) com cães, através da colaboração de voluntários e profissionais, atendendo a diversas instituições como casas asilares, hospitais, nas áreas de psicologia, fisioterapia e fonoaudiologia, visitas e cursos de formação, com mais de nove anos de experiência em atendimentos terapêuticos e ações voluntárias envolvendo a relação homem-animal. Silvana Prado, presidente executiva do INATAA, relata um caso em que houve melhora significativa no comportamento de um paciente após seu contato com animais: “Durante os dois primeiros meses de terapia/atividade assistida por animais, o paciente não interagia com os cães em função de uma experiência negativa anterior, ou seja, medo de cachorros. Tinha comportamentos como gritos, movimentos repetitivos com as mãos e corpo e agressividade consigo mesmo. Após este período, se aproximou dos cães, chegando a tocá-los e acariciá-los e segundo a mãe, quando encontra um cão na rua, não apresenta mais os comportamentos citados”. Viu só? Não importa em que situação, mas os animais são nossos verdadeiros Doutores da Alegria.

Benefícios da interação homem/animal Após 15 a 20 minutos de interação: Potencializa - Processos de socialização e comunicação - Memória,lembranças e percepção da realidade - Concentração e atenção: estimula os processos cognitivos das atividades cotidianas - Cooperação e capacidade de resolução de problemas - Afetividade e elevação da auto estima - Habilidade de confiar - Possibilidade de estabelecer vínculos - Prática de atividade física - Aceitação da reabilitação Reduz - Pressão Arterial e Frequência cardíaca - Triglicérides e Colesterol - Depressão - Uso de medicação psicotrópica e analgésica - Estresse, isolamento, solidão - Ansiedade em geral - Além da liberação de hormônios e neurotransmissores, como por exemplo, andorfina, dopamina, e a redução do hormônio do stress, o cortisol. Fonte: INATAA Se você quiser saber mais sobre o trabalho do INATAA ou ajuda-los, acesse o site – www.inataa.org.br

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Doutores da Alegria A ciência apresenta provas do benefício do convívio com os pets

Todos nós, que temos o prazer de desfrutar da companhia de animais, sabemos que é uma delícia ter nossos amiguinhos por perto. Eles nos fazem rir, nos fazem entrar em forma (para caminhar com eles) e despertam a mais profunda ternura. Mas, de acordo com descobertas da ciência, nossos amigos animais podem fazer ainda mais pelo nosso bem-estar e saúde. Um levantamento de estudos nacionais e internacionais sobre o tema, encomendado pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), integrante do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), para um grupo de pesquisa do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP), liderado pelo professor César Ades, reuniu uma série de estudos que confirmam esta contribuição à saúde das pessoas proporcionada pelo convívio com os animais de estimação. Entre algumas das observações, pode-se destacar a melhora da imunidade de crianças e adultos, redução dos níveis de estresse e da incidência de doenças comuns, como dor de cabeça ou resfriado. Este mapeamento foi encomendado com o objetivo de trazer a público uma série de informações relevantes e pouco conhecidas sobre enormes benefícios sociais, psicológicos e até físicos na relação homem e animal de estimação.

Reforço na defesa do organismo De acordo com o levantamento, os benefícios independem da idade. Os pesquisadores da USP citam um trabalho que identificou vários benefícios aos bebês que convivem com cães, já que certas proteínas que desempenham um importante papel na regulação do sistema imunológico e das alergias aumentam significativamente em bebês de um ano de idade quando expostos precocemente a um cão, conferindo um importante papel destes animais na saúde humana. Segundo a pesquisadora Carine Savalli Redígolo, este trabalho mostra que o convívio possibilita aos bebês ficar menos suscetíveis às alergias e dermatites tópicas. "Também foi observada a redução de rinites alérgicas aos quatro anos de idade e aos seis a sete anos, devido à redução da imunoglubina E - um anticorpo que quando em altas concentrações sugere um processo alérgico", acrescenta. Os pesquisadores alertam que este contato não significa que seja isento de

possíveis efeitos negativos para a saúde, porém, é possível discutir com mais equilíbrio os prós e contras de possuir um cão. Porém, muitos pais desconhecem estes benefícios. De acordo com a pesquisa do Radar Pet, idealizada pela Comac, ainda há resistência dos casais que possuem filhos pequenos adquirirem um animal de estimação: 44% das residências que têm pelo menos um pet são de casais com filhos jovens ou adolescentes; este número cai para 16% quando se trata de casais com filhos pequenos (até 09 anos). Um gesto simples pode trazer importantes efeitos ao sistema imunológico de pessoas de qualquer idade. "Acariciar um cão pode elevar os níveis de imunoglobulina A, um anticorpo presente nas mucosas que evita a proliferação viral ou bacteriana, sendo importante na prevenção de várias patologias. Este resultado se deve, possivelmente, ao relaxamento que o contato com o animal proporciona", explica Carine.

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Benefícios ao coração Outros estudos identificados pelos pesquisadores da USP também avaliaram as taxas de sobrevivência, no ano posterior a um infarto agudo do miocárdio, em donos de cães, gatos, outros animais de estimação e em pessoas que não possuíam bichos. Segundo os pesquisadores, depois de determinado período, verificou-se que a posse de um cão contribuiu significativamente para a sobrevivência dos pacientes, pelo menos no ano seguinte ao incidente. Já no controle de hipertensão arterial, os estudos apontam benefícios também neste sentido. Profissionais que viviam em condições de estresse faziam controle do problema com medicação, foram divididos em dois grupos, os que possuíam um cão ou gato e os que não possuíam animais. A pesquisadora Maria Mascarenhas Brandão afirma que, seis meses depois do início do monitoramento, um dos trabalhos constatou que as taxas de pressão diminuíram para ambos os grupos. Entretanto, nas situações geradoras de estresse a resposta foi melhor para os donos de cães. "Além disso, este grupo aumentou significativamente suas taxas de acertos em contas matemáticas, em relação àqueles que não possuíam os animais", acrescenta. Esta situação mostrou a diminuição dos níveis de estresse, obtidos com o contato com os pets. Algumas outras situações também trazem efeitos muito positivos à saúde e ao convívio social: os pesquisadores da USP citam que a duração das caminhadas é maior para aquelas pessoas que estão acompanhadas por um cão. "Além disso, nestes passeios, os animais ajudam na integração social, contribuindo para o início de uma conversa com outras pessoas, por exemplo", confirma Maria. Ainda segundo uma destas pesquisas, pessoas com problemas simples de saúde, como dores de cabeça, problemas estomacais, gripes, dentre outros, que adotaram pela primeira vez um animal de estimação, apresentaram redução significativa desses problemas

menores de saúde, em relação a pessoas sem animais. Outros estudos também têm mostrado que os cães podem farejar doenças, incluindo certos tipos de câncer e problemas de saúde associados com a diabetes. Em 2008, pesquisadores descobriram que 65% dos diabéticos disseram que seus cães tinham reações comportamentais, tais como latir e choramingar, quando experimentaram quedas perigosas de açúcar no sangue. Similar a outros “cães de assistência”, como cães-guia, os cachorros que exibem uma forte reação a episódios de hipoglicemia (baixo açúcar no sangue) são treinados como “cães alerta” que ajudam os seus proprietários a se manterem saudáveis e seguros, sinalizando-os quando for necessário procurar assistência médica. Médicos franceses descobriram que uma raça particular de cão, pastores belgas, pode ser treinada para detectar câncer de próstata. Eles são capazes de distinguir entre o cheiro da urina de homens com câncer do cheiro dos sem. No final do estudo, os cães identificaram corretamente 63 das 66 amostras. Outra pesquisa mostrou que adultos solteiros e mulheres eram menos propensos a sofrer de depressão quando possuíam um cão. O estudo

também descobriu que os cães não contribuíam de forma alguma para a depressão de seus tutores, o que significa que não há lado emocional negativo em possuir um cachorrinho. Algumas instituições já notaram há tempos os benefícios que os animais podem trazer para a saúde dos humanos. O Instituto Nacional de Ações e Terapias Assistidas por Animais (INATAA) atua na realização de diversas atividades relacionadas a Atividade Assistida por Animais (AAA), Educação Assistida por Animais (EAA) e Terapia Assistida por Animais (TAA) com cães, através da colaboração de voluntários e profissionais, atendendo a diversas instituições como casas asilares, hospitais, nas áreas de psicologia, fisioterapia e fonoaudiologia, visitas e cursos de formação, com mais de nove anos de experiência em atendimentos terapêuticos e ações voluntárias envolvendo a relação homem-animal. Silvana Prado, presidente executiva do INATAA, relata um caso em que houve melhora significativa no comportamento de um paciente após seu contato com animais: “Durante os dois primeiros meses de terapia/atividade assistida por animais, o paciente não interagia com os cães em função de uma experiência negativa anterior, ou seja, medo de cachorros. Tinha comportamentos como gritos, movimentos repetitivos com as mãos e corpo e agressividade consigo mesmo. Após este período, se aproximou dos cães, chegando a tocá-los e acariciá-los e segundo a mãe, quando encontra um cão na rua, não apresenta mais os comportamentos citados”. Viu só? Não importa em que situação, mas os animais são nossos verdadeiros Doutores da Alegria.

Benefícios da interação homem/animal Após 15 a 20 minutos de interação: Potencializa - Processos de socialização e comunicação - Memória,lembranças e percepção da realidade - Concentração e atenção: estimula os processos cognitivos das atividades cotidianas - Cooperação e capacidade de resolução de problemas - Afetividade e elevação da auto estima - Habilidade de confiar - Possibilidade de estabelecer vínculos - Prática de atividade física - Aceitação da reabilitação Reduz - Pressão Arterial e Frequência cardíaca - Triglicérides e Colesterol - Depressão - Uso de medicação psicotrópica e analgésica - Estresse, isolamento, solidão - Ansiedade em geral - Além da liberação de hormônios e neurotransmissores, como por exemplo, andorfina, dopamina, e a redução do hormônio do stress, o cortisol. Fonte: INATAA Se você quiser saber mais sobre o trabalho do INATAA ou ajuda-los, acesse o site – www.inataa.org.br

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Doutores da Alegria A ciência apresenta provas do benefício do convívio com os pets

Todos nós, que temos o prazer de desfrutar da companhia de animais, sabemos que é uma delícia ter nossos amiguinhos por perto. Eles nos fazem rir, nos fazem entrar em forma (para caminhar com eles) e despertam a mais profunda ternura. Mas, de acordo com descobertas da ciência, nossos amigos animais podem fazer ainda mais pelo nosso bem-estar e saúde. Um levantamento de estudos nacionais e internacionais sobre o tema, encomendado pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), integrante do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), para um grupo de pesquisa do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP), liderado pelo professor César Ades, reuniu uma série de estudos que confirmam esta contribuição à saúde das pessoas proporcionada pelo convívio com os animais de estimação. Entre algumas das observações, pode-se destacar a melhora da imunidade de crianças e adultos, redução dos níveis de estresse e da incidência de doenças comuns, como dor de cabeça ou resfriado. Este mapeamento foi encomendado com o objetivo de trazer a público uma série de informações relevantes e pouco conhecidas sobre enormes benefícios sociais, psicológicos e até físicos na relação homem e animal de estimação.

Reforço na defesa do organismo De acordo com o levantamento, os benefícios independem da idade. Os pesquisadores da USP citam um trabalho que identificou vários benefícios aos bebês que convivem com cães, já que certas proteínas que desempenham um importante papel na regulação do sistema imunológico e das alergias aumentam significativamente em bebês de um ano de idade quando expostos precocemente a um cão, conferindo um importante papel destes animais na saúde humana. Segundo a pesquisadora Carine Savalli Redígolo, este trabalho mostra que o convívio possibilita aos bebês ficar menos suscetíveis às alergias e dermatites tópicas. "Também foi observada a redução de rinites alérgicas aos quatro anos de idade e aos seis a sete anos, devido à redução da imunoglubina E - um anticorpo que quando em altas concentrações sugere um processo alérgico", acrescenta. Os pesquisadores alertam que este contato não significa que seja isento de

possíveis efeitos negativos para a saúde, porém, é possível discutir com mais equilíbrio os prós e contras de possuir um cão. Porém, muitos pais desconhecem estes benefícios. De acordo com a pesquisa do Radar Pet, idealizada pela Comac, ainda há resistência dos casais que possuem filhos pequenos adquirirem um animal de estimação: 44% das residências que têm pelo menos um pet são de casais com filhos jovens ou adolescentes; este número cai para 16% quando se trata de casais com filhos pequenos (até 09 anos). Um gesto simples pode trazer importantes efeitos ao sistema imunológico de pessoas de qualquer idade. "Acariciar um cão pode elevar os níveis de imunoglobulina A, um anticorpo presente nas mucosas que evita a proliferação viral ou bacteriana, sendo importante na prevenção de várias patologias. Este resultado se deve, possivelmente, ao relaxamento que o contato com o animal proporciona", explica Carine.

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Benefícios ao coração Outros estudos identificados pelos pesquisadores da USP também avaliaram as taxas de sobrevivência, no ano posterior a um infarto agudo do miocárdio, em donos de cães, gatos, outros animais de estimação e em pessoas que não possuíam bichos. Segundo os pesquisadores, depois de determinado período, verificou-se que a posse de um cão contribuiu significativamente para a sobrevivência dos pacientes, pelo menos no ano seguinte ao incidente. Já no controle de hipertensão arterial, os estudos apontam benefícios também neste sentido. Profissionais que viviam em condições de estresse faziam controle do problema com medicação, foram divididos em dois grupos, os que possuíam um cão ou gato e os que não possuíam animais. A pesquisadora Maria Mascarenhas Brandão afirma que, seis meses depois do início do monitoramento, um dos trabalhos constatou que as taxas de pressão diminuíram para ambos os grupos. Entretanto, nas situações geradoras de estresse a resposta foi melhor para os donos de cães. "Além disso, este grupo aumentou significativamente suas taxas de acertos em contas matemáticas, em relação àqueles que não possuíam os animais", acrescenta. Esta situação mostrou a diminuição dos níveis de estresse, obtidos com o contato com os pets. Algumas outras situações também trazem efeitos muito positivos à saúde e ao convívio social: os pesquisadores da USP citam que a duração das caminhadas é maior para aquelas pessoas que estão acompanhadas por um cão. "Além disso, nestes passeios, os animais ajudam na integração social, contribuindo para o início de uma conversa com outras pessoas, por exemplo", confirma Maria. Ainda segundo uma destas pesquisas, pessoas com problemas simples de saúde, como dores de cabeça, problemas estomacais, gripes, dentre outros, que adotaram pela primeira vez um animal de estimação, apresentaram redução significativa desses problemas

menores de saúde, em relação a pessoas sem animais. Outros estudos também têm mostrado que os cães podem farejar doenças, incluindo certos tipos de câncer e problemas de saúde associados com a diabetes. Em 2008, pesquisadores descobriram que 65% dos diabéticos disseram que seus cães tinham uma reações comportamentais, tais como latir e choramingar, quando experimentaram quedas perigosas de açúcar no sangue. Similar a outros “cães de assistência”, como cães-guia, os cachorros que exibem uma forte reação a episódios de hipoglicemia (baixo açúcar no sangue) são treinados como “cães alerta” que ajudam os seus proprietários a se manterem saudáveis e seguros, sinalizando-os quando for necessário procurar assistência médica. Médicos franceses descobriram que uma raça particular de cão, pastores belgas, pode ser treinada para detectar câncer de próstata. Eles são capazes de distinguir entre o cheiro da urina de homens com câncer do cheiro dos sem. No final do estudo, os cães identificaram corretamente 63 das 66 amostras. Outra pesquisa mostrou que adultos solteiros e mulheres eram menos propensos a sofrer de depressão quando possuíam um cão. O estudo

também descobriu que os cães não contribuíam de forma alguma para a depressão de seus tutores, o que significa que não há lado emocional negativo em possuir um cachorrinho. Algumas instituições já notaram há tempos os benefícios que os animais podem trazer para a saúde dos humanos. O Instituto Nacional de Ações e Terapias Assistidas por Animais (INATAA) atua na realização de diversas atividades relacionadas a Atividade Assistida por Animais (AAA), Educação Assistida por Animais (EAA) e Terapia Assistida por Animais (TAA) com cães, através da colaboração de voluntários e profissionais, atendendo a diversas instituições como casas asilares, hospitais, nas áreas de psicologia, fisioterapia e fonoaudiologia, visitas e cursos de formação, com mais de nove anos de experiência em atendimentos terapêuticos e ações voluntárias envolvendo a relação homem-animal. Silvana Prado, presidente executiva do INATAA, relata um caso em que houve melhora significativa no comportamento de um paciente após seu contato com animais: “Durante os dois primeiros meses de terapia/atividade assistida por animais, o paciente não interagia com os cães em função de uma experiência negativa anterior, ou seja, medo de cachorros. Tinha comportamentos como gritos, movimentos repetitivos com as mãos e corpo e agressividade consigo mesmo. Após este período, se aproximou dos cães, chegando a tocá-los e acariciá-los e segundo a mãe, quando encontra um cão na rua, não apresenta mais os comportamentos citados”. Viu só? Não importa em que situação, mas os animais são nossos verdadeiros Doutores da Alegria.

Benefícios da interação homem/animal Após 15 a 20 minutos de interação: Potencializa - Processos de socialização e comunicação - Memória,lembranças e percepção da realidade - Concentração e atenção: estimula os processos cognitivos das atividades cotidianas - Cooperação e capacidade de resolução de problemas - Afetividade e elevação da auto estima - Habilidade de confiar - Possibilidade de estabelecer vínculos - Prática de atividade física - Aceitação da reabilitação Reduz - Pressão Arterial e Frequência cardíaca - Triglicérides e Colesterol - Depressão - Uso de medicação psicotrópica e analgésica - Estresse, isolamento, solidão - Ansiedade em geral - Além da liberação de hormônios e neurotransmissores, como por exemplo, andorfina, dopamina, e a redução do hormônio do stress, o cortisol. Fonte: INATAA Se você quiser saber mais sobre o trabalho do INATAA ou ajuda-los, acesse o site – www.inataa.org.br

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Celebridades do bem Eles usam sua imagem a favor dos animais

Marcelo Médici

Como já é tradição, mostramos mais pessoas públicas que usam sua voz para defender nossos melhores amigos: os animais.

Oprah Winfrey A apresentadora norte-americana Oprah Winfrey é uma das mulheres mais poderosas e ricas do mundo. Seu programa é formador de opinião e um dos mais assistidos nos EUA. Oprah não se cansa de falar de seus cachorros e adotou um cãozinho da raça Cocker Spaniel, chamado Sadie. Oprah já fez programas sobre abusos contra animais e mais recentemente entrevistou a atriz vegana Alicia Silverstone, que falou sobre sua dieta e ensinou algumas receitas.

Divu

Marcelo Médici ficou conhecido por seus papeis cômicos na peça ‘Cada Um Com Seus Pobrema’, em que representa vários tipos hilários e está no ar na novela Passione como o carteiro italiano Alfredo. Marcelo adora animais e é contra qualquer tipo de injustiça contra eles desde pequeno, como quando saiu de um trabalho em um pet shop, com 12 anos, por descobrir que uma de suas colegas de trabalho batia nos animais enquanto dava banho neles. "Eu adorava dar banho nos cachorros, ficava lá a tarde toda. Mas fiquei pouco tempo, pois uma das funcionárias espancava os cachorros na hora em que eles seriam secos e tosados. Ela ficava 'nervosa' quando os cachorros se mexiam com medo do barulho do secador", relatou. Médici frequentemente posta em seu blog e Twitter mensagens em prol dos direitos dos animais.

ação

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ão

Miranda Kerr Drew Barrymore

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A atriz Drew Barrymore é velha conhecida dos fãs do cinema. Estreou ainda criança no filme ‘ET’, envolveu-se com drogas e deu a volta por cima em filmes bem sucedidos como ‘As Panteras’. Drew foi salva de um incêndio por seu cão, Flossie. Drew estava dormindo em sua mansão em Beverly Hills quando começou o fogo, durante as primeiras horas da manhã. Flossie, um poodle, correu para o quarto da atriz, batendo na porta, até conseguir acordá-la. "Só pensava em salvar meus animais. Nada mais importava. Sempre dá para comprar tudo de novo", disse a atriz. Pelo ato heroico, foi destinado ao cão US$ 3 milhões do testamento da atriz.

o

gaçã

Divul

Miranda Kerr é uma das top models mais bem pagas do mundo por suas participações nas campanhas da Victoria´s Secret. Ela é noiva do ator Orlando Bloom. A modelo apareceu nua na capa da edição australiana da revista Rolling Stone, acorrentada a uma árvore, e uma legenda que dizia “No Tree No Me” (Sem Árvore, Sem Eu). A campanha é dedicada a preservar o habitat natural dos coalas, um dos animais símbolo da Austrália. “Eu cresci com coalas no meu quintal, então seria devastador para mim se eles desaparecerem”, declarou Miranda à “Rolling Stone”.

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Celebridades do bem Eles usam sua imagem a favor dos animais

Marcelo Médici

Como já é tradição, mostramos mais pessoas públicas que usam sua voz para defender nossos melhores amigos: os animais.

Oprah Winfrey A apresentadora norte-americana Oprah Winfrey é uma das mulheres mais poderosas e ricas do mundo. Seu programa é formador de opinião e um dos mais assistidos nos EUA. Oprah não se cansa de falar de seus cachorros e adotou um cãozinho da raça Cocker Spaniel, chamado Sadie. Oprah já fez programas sobre abusos contra animais e mais recentemente entrevistou a atriz vegana Alicia Silverstone, que falou sobre sua dieta e ensinou algumas receitas.

Divu

Marcelo Médici ficou conhecido por seus papeis cômicos na peça ‘Cada Um Com Seus Pobrema’, em que representa vários tipos hilários e está no ar na novela Passione como o carteiro italiano Alfredo. Marcelo adora animais e é contra qualquer tipo de injustiça contra eles desde pequeno, como quando saiu de um trabalho em um pet shop, com 12 anos, por descobrir que uma de suas colegas de trabalho batia nos animais enquanto dava banho neles. "Eu adorava dar banho nos cachorros, ficava lá a tarde toda. Mas fiquei pouco tempo, pois uma das funcionárias espancava os cachorros na hora em que eles seriam secos e tosados. Ela ficava 'nervosa' quando os cachorros se mexiam com medo do barulho do secador", relatou. Médici frequentemente posta em seu blog e Twitter mensagens em prol dos direitos dos animais.

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Miranda Kerr Drew Barrymore

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A atriz Drew Barrymore é velha conhecida dos fãs do cinema. Estreou ainda criança no filme ‘ET’, envolveu-se com drogas e deu a volta por cima em filmes bem sucedidos como ‘As Panteras’. Drew foi salva de um incêndio por seu cão, Flossie. Drew estava dormindo em sua mansão em Beverly Hills quando começou o fogo, durante as primeiras horas da manhã. Flossie, um poodle, correu para o quarto da atriz, batendo na porta, até conseguir acordá-la. "Só pensava em salvar meus animais. Nada mais importava. Sempre dá para comprar tudo de novo", disse a atriz. Pelo ato heroico, foi destinado ao cão US$ 3 milhões do testamento da atriz.

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Miranda Kerr é uma das top models mais bem pagas do mundo por suas participações nas campanhas da Victoria´s Secret. Ela é noiva do ator Orlando Bloom. A modelo apareceu nua na capa da edição australiana da revista Rolling Stone, acorrentada a uma árvore, e uma legenda que dizia “No Tree No Me” (Sem Árvore, Sem Eu). A campanha é dedicada a preservar o habitat natural dos coalas, um dos animais símbolo da Austrália. “Eu cresci com coalas no meu quintal, então seria devastador para mim se eles desaparecerem”, declarou Miranda à “Rolling Stone”.

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Mais pet estrelas rumo à capa! Conheça mais quatro finalistas do concurso “Meu Pet é Estrela” A cada mês estamos recebendo mais inscrições de pets super fofos e talentosos! Com certeza, é uma tarefa difícil para nossos jurados escolherem entre tantas fotos legais quem vai estampar nossas páginas. Neste mês de setembro, os felinos tomaram a dianteira da disputa e destacaram-se. Mas também tivemos uma presença canina especialíssima para os au-aus não ficarem com ciúmes! Como vocês sabem, o grande campeão ganhará a capa da edição de dezembro e uma cesta repleta de produtos

da Pet Life. O segundo colocado ganhará uma página interna e o terceiro, meia página. Está esperando o quê para ver seu pet aqui? Envie uma foto do seu amigo para o e-mail petestrela@conexaopet.com.br. Envie seu nome completo, RG, CPF, endereço, e-mail e telefone e também os dados do seu animal (nome, idade, raça e uma pequena historinha). Confira o regulamento em www.conexaopet.com.br/promocao.html. A seguir, você conhece um pouco mais dos jurados e dos concorrentes.

Manuel Cortijo Manuel Cortijo é analista de sistemas e sempre foi amante dos gatos e fotografia. Atua no Gatil Delaunay junto com sua esposa Isabel Facchini. Em 2009 resolveu aliar o seu conhecimento em fotografia e a paixão pelos gatos, e montou o seu estúdio especialmente projetado para fotografar os felinos. Seu trabalho pode ser conferido em www.olhares.com/cortijo.

OS SEMIFINALISTAS

OS JURADOS Fabiana Fernandez Fabiana Fernandez é especialista em fotografar pets e proprietária da Photopets (www.photopets.com.br), empresa que nasceu fotografando somente animais de estimação e hoje vem crescendo significativamente no mercado pet, tendo seu nome reconhecido em quase todos os pet shops do Brasil.

Lionel Falcon

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O argentino Lionel Falcon (www.lionelfalcon.com) é fotógrafo profissional desde a década de 60 e começou a sua carreira fotografando celebridades na Argentina, Brasil e EUA, mas por motivos pessoais, o fotógrafo se especializou em fotografias de pet e com isso adquiriu muita experiência e know-how. Em poucos cliques (e tempo) ele consegue arrancar caras e bocas de seus modelos.

3º Morfeu – Curitiba/PR

2º Ariel – Curitiba/PR

Morfeu entrou pra a família de sua tutora, Adrina Barth, em um momento de muita dor, quando haviam perdido uma gatinha muito querida. “Ele veio como a brisa soprando e levou embora toda a tristeza, deixando apenas alegria em nossos corações. Por ser tão especial fez com que passássemos a ver o mundo com outros olhos, percebendo o sofrimento de tantos animais, e depois dele adotamos mais sete gatos”, relata Adrina. Morfeu é muito sociável com gatos e principalmente com humanos, adora visitas em casa. Por ser o gato mais velho da família também bota ordem na bagunça dos outros. É ciumento e muito carinhoso, adora conversar. “Ele conta tudo o que aconteceu durante o dia quando chegamos em casa. A única coisa que o Morfeu não gosta é de ir ao veterinário, mas aí já seria pedir demais, não é?”, relata a orgulhosa tutora.

O lindo gatinho Ariel pertence à pet sitter e protetora de animais, Jacqueline Rapkiewicz. “O Ariel tem dois anos e meio, é mestiço de siamês com lindos olhos azuis e pelo branco e doce-de-leite, muito amoroso e conversador!”, derrete-se Jacqueline.

Realização

30

Patrocínio

4º Mia – São José dos Pinhais/PR: Mia foi achada juntamente com seus irmãozinhos recém-nascidos, que foram abandonados no cemitério municipal de Curitiba. Quem os resgatou foi o abrigo Beco da Esperança, mas como lá não havia quem pudesse dar os cuidados devidos para uma ninhada de recém- nascidos, como dar mamadeira com leite especial a cada duas

horas, etc., Nailane Koloski se propôs a dar lar temporário, pois estava de férias. “Os gatinhos eram um mais lindo que o outro, a Mia era a mais assustadinha deles, e foi amor a primeira vista, logo a escolhi. Aos poucos fui doando seus irmãos, mas ela ficou, e é uma gata maravilhosa”, afirma a orgulhosa tutora Nailane.

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1º Baleia - São Paulo/SP Pitika Baleia, mais conhecida como Baleia, é uma simpática SRD de 1 ano e 8 meses. Ela foi adotada num pet shop, pois abandonaram a mãe dela lá, como se fosse tomar banho... “A dona do pet adotou a mãe e colocou os filhotes para adoção. Eu havia perdido meu cãopanheiro de 10 anos há cinco meses quando encontrei a Baleia. Ela apareceu na minha vida como um presente e nasceu NO MESMO DIA do meu amiguinho que se foi. Isso foi o sinal de que ela seria minha, pois eu sempre brincava falando que minha nova amiguinha deveria ser viralatinha, adotada, fêmea, caramelo e que tivesse nascido dia 13/11. Era uma brincadeira, pois seria quase impossível saber a data de nascimento de uma cadelinha aban-

donada”, afirma Isamara Viveiros, tutora de Baleia. Segundo a turora, Baleia é um doce de cachorrinha, super-educada, aprende muito facilmente, adora carinho, é manhosa e muito esperta ! “Ela é supercompanheira, gosta de estar sempre perto das pessoas! É boazinha demais, sempre cede sua casinha e suas coisinhas quando tenho algum cachorrinho hospedado em casa, esperando uma adoção! Ela parece ensinar os que não sabem brincar ainda, dosa sua força com os menores, é incrível! Posso passar horas falando dela ou contando as coisas que ela já aprontou, enfim, ela é uma estrela na minha vida!”, diz Isamara.

* Gostaríamos de lembrar que os jurados avaliam estritamente as fotos, dentro de critérios técnicos e não têm nenhum acesso às histórias dos animais e dados dos proprietários. * As fotos utilizadas na divulgação deste concurso pertencem à empresa Photo Pets.

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Mais pet estrelas rumo à capa! Conheça mais quatro finalistas do concurso “Meu Pet é Estrela” A cada mês estamos recebendo mais inscrições de pets super fofos e talentosos! Com certeza, é uma tarefa difícil para nossos jurados escolherem entre tantas fotos legais quem vai estampar nossas páginas. Neste mês de setembro, os felinos tomaram a dianteira da disputa e destacaram-se. Mas também tivemos uma presença canina especialíssima para os au-aus não ficarem com ciúmes! Como vocês sabem, o grande campeão ganhará a capa da edição de dezembro e uma cesta repleta de produtos

da Pet Life. O segundo colocado ganhará uma página interna e o terceiro, meia página. Está esperando o quê para ver seu pet aqui? Envie uma foto do seu amigo para o e-mail petestrela@conexaopet.com.br. Envie seu nome completo, RG, CPF, endereço, e-mail e telefone e também os dados do seu animal (nome, idade, raça e uma pequena historinha). Confira o regulamento em www.conexaopet.com.br/promocao.html. A seguir, você conhece um pouco mais dos jurados e dos concorrentes.

Manuel Cortijo Manuel Cortijo é analista de sistemas e sempre foi amante dos gatos e fotografia. Atua no Gatil Delaunay junto com sua esposa Isabel Facchini. Em 2009 resolveu aliar o seu conhecimento em fotografia e a paixão pelos gatos, e montou o seu estúdio especialmente projetado para fotografar os felinos. Seu trabalho pode ser conferido em www.olhares.com/cortijo.

OS SEMIFINALISTAS

OS JURADOS Fabiana Fernandez Fabiana Fernandez é especialista em fotografar pets e proprietária da Photopets (www.photopets.com.br), empresa que nasceu fotografando somente animais de estimação e hoje vem crescendo significativamente no mercado pet, tendo seu nome reconhecido em quase todos os pet shops do Brasil.

Lionel Falcon

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O argentino Lionel Falcon (www.lionelfalcon.com) é fotógrafo profissional desde a década de 60 e começou a sua carreira fotografando celebridades na Argentina, Brasil e EUA, mas por motivos pessoais, o fotógrafo se especializou em fotografias de pet e com isso adquiriu muita experiência e know-how. Em poucos cliques (e tempo) ele consegue arrancar caras e bocas de seus modelos.

3º Morfeu – Curitiba/PR

2º Ariel – Curitiba/PR

Morfeu entrou pra a família de sua tutora, Adrina Barth, em um momento de muita dor, quando haviam perdido uma gatinha muito querida. “Ele veio como a brisa soprando e levou embora toda a tristeza, deixando apenas alegria em nossos corações. Por ser tão especial fez com que passássemos a ver o mundo com outros olhos, percebendo o sofrimento de tantos animais, e depois dele adotamos mais sete gatos”, relata Adrina. Morfeu é muito sociável com gatos e principalmente com humanos, adora visitas em casa. Por ser o gato mais velho da família também bota ordem na bagunça dos outros. É ciumento e muito carinhoso, adora conversar. “Ele conta tudo o que aconteceu durante o dia quando chegamos em casa. A única coisa que o Morfeu não gosta é de ir ao veterinário, mas aí já seria pedir demais, não é?”, relata a orgulhosa tutora.

O lindo gatinho Ariel pertence à pet sitter e protetora de animais, Jacqueline Rapkiewicz. “O Ariel tem dois anos e meio, é mestiço de siamês com lindos olhos azuis e pelo branco e doce-de-leite, muito amoroso e conversador!”, derrete-se Jacqueline.

Realização

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Patrocínio

4º Mia – São José dos Pinhais/PR: Mia foi achada juntamente com seus irmãozinhos recém-nascidos, que foram abandonados no cemitério municipal de Curitiba. Quem os resgatou foi o abrigo Beco da Esperança, mas como lá não havia quem pudesse dar os cuidados devidos para uma ninhada de recém- nascidos, como dar mamadeira com leite especial a cada duas

horas, etc., Nailane Koloski se propôs a dar lar temporário, pois estava de férias. “Os gatinhos eram um mais lindo que o outro, a Mia era a mais assustadinha deles, e foi amor a primeira vista, logo a escolhi. Aos poucos fui doando seus irmãos, mas ela ficou, e é uma gata maravilhosa”, afirma a orgulhosa tutora Nailane.

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1º Baleia - São Paulo/SP Pitika Baleia, mais conhecida como Baleia, é uma simpática SRD de 1 ano e 8 meses. Ela foi adotada num pet shop, pois abandonaram a mãe dela lá, como se fosse tomar banho... “A dona do pet adotou a mãe e colocou os filhotes para adoção. Eu havia perdido meu cãopanheiro de 10 anos há cinco meses quando encontrei a Baleia. Ela apareceu na minha vida como um presente e nasceu NO MESMO DIA do meu amiguinho que se foi. Isso foi o sinal de que ela seria minha, pois eu sempre brincava falando que minha nova amiguinha deveria ser viralatinha, adotada, fêmea, caramelo e que tivesse nascido dia 13/11. Era uma brincadeira, pois seria quase impossível saber a data de nascimento de uma cadelinha aban-

donada”, afirma Isamara Viveiros, tutora de Baleia. Segundo a turora, Baleia é um doce de cachorrinha, super-educada, aprende muito facilmente, adora carinho, é manhosa e muito esperta ! “Ela é supercompanheira, gosta de estar sempre perto das pessoas! É boazinha demais, sempre cede sua casinha e suas coisinhas quando tenho algum cachorrinho hospedado em casa, esperando uma adoção! Ela parece ensinar os que não sabem brincar ainda, dosa sua força com os menores, é incrível! Posso passar horas falando dela ou contando as coisas que ela já aprontou, enfim, ela é uma estrela na minha vida!”, diz Isamara.

* Gostaríamos de lembrar que os jurados avaliam estritamente as fotos, dentro de critérios técnicos e não têm nenhum acesso às histórias dos animais e dados dos proprietários. * As fotos utilizadas na divulgação deste concurso pertencem à empresa Photo Pets.

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Mais pet estrelas rumo à capa! Conheça mais quatro finalistas do concurso “Meu Pet é Estrela” A cada mês estamos recebendo mais inscrições de pets super fofos e talentosos! Com certeza, é uma tarefa difícil para nossos jurados escolherem entre tantas fotos legais quem vai estampar nossas páginas. Neste mês de setembro, os felinos tomaram a dianteira da disputa e destacaram-se. Mas também tivemos uma presença canina especialíssima para os au-aus não ficarem com ciúmes! Como vocês sabem, o grande campeão ganhará a capa da edição de dezembro e uma cesta repleta de produtos

da Pet Life. O segundo colocado ganhará uma página interna e o terceiro, meia página. Está esperando o quê para ver seu pet aqui? Envie uma foto do seu amigo para o e-mail petestrela@conexaopet.com.br. Envie seu nome completo, RG, CPF, endereço, e-mail e telefone e também os dados do seu animal (nome, idade, raça e uma pequena historinha). Confira o regulamento em www.conexaopet.com.br/promocao.html. A seguir, você conhece um pouco mais dos jurados e dos concorrentes.

Manuel Cortijo Manuel Cortijo é analista de sistemas e sempre foi amante dos gatos e fotografia. Atua no Gatil Delaunay junto com sua esposa Isabel Facchini. Em 2009 resolveu aliar o seu conhecimento em fotografia e a paixão pelos gatos, e montou o seu estúdio especialmente projetado para fotografar os felinos. Seu trabalho pode ser conferido em www.olhares.com/cortijo.

OS SEMIFINALISTAS

OS JURADOS Fabiana Fernandez Fabiana Fernandez é especialista em fotografar pets e proprietária da Photopets (www.photopets.com.br), empresa que nasceu fotografando somente animais de estimação e hoje vem crescendo significativamente no mercado pet, tendo seu nome reconhecido em quase todos os pet shops do Brasil.

Lionel Falcon

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O argentino Lionel Falcon (www.lionelfalcon.com) é fotógrafo profissional desde a década de 60 e começou a sua carreira fotografando celebridades na Argentina, Brasil e EUA, mas por motivos pessoais, o fotógrafo se especializou em fotografias de pet e com isso adquiriu muita experiência e know-how. Em poucos cliques (e tempo) ele consegue arrancar caras e bocas de seus modelos.

3º Morfeu – Curitiba/PR

2º Ariel – Curitiba/PR

Morfeu entrou pra a família de sua tutora, Adrina Barth, em um momento de muita dor, quando haviam perdido uma gatinha muito querida. “Ele veio como a brisa soprando e levou embora toda a tristeza, deixando apenas alegria em nossos corações. Por ser tão especial fez com que passássemos a ver o mundo com outros olhos, percebendo o sofrimento de tantos animais, e depois dele adotamos mais sete gatos”, relata Adrina. Morfeu é muito sociável com gatos e principalmente com humanos, adora visitas em casa. Por ser o gato mais velho da família também bota ordem na bagunça dos outros. É ciumento e muito carinhoso, adora conversar. “Ele conta tudo o que aconteceu durante o dia quando chegamos em casa. A única coisa que o Morfeu não gosta é de ir ao veterinário, mas aí já seria pedir demais, não é?”, relata a orgulhosa tutora.

O lindo gatinho Ariel pertence à pet sitter e protetora de animais, Jacqueline Rapkiewicz. “O Ariel tem dois anos e meio, é mestiço de siamês com lindos olhos azuis e pelo branco e doce-de-leite, muito amoroso e conversador!”, derrete-se Jacqueline.

Realização

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Patrocínio

4º Mia – São José dos Pinhais/PR: Mia foi achada juntamente com seus irmãozinhos recém-nascidos, que foram abandonados no cemitério municipal de Curitiba. Quem os resgatou foi o abrigo Beco da Esperança, mas como lá não havia quem pudesse dar os cuidados devidos para uma ninhada de recém- nascidos, como dar mamadeira com leite especial a cada duas

horas, etc., Nailane Koloski se propôs a dar lar temporário, pois estava de férias. “Os gatinhos eram um mais lindo que o outro, a Mia era a mais assustadinha deles, e foi amor a primeira vista, logo a escolhi. Aos poucos fui doando seus irmãos, mas ela ficou, e é uma gata maravilhosa”, afirma a orgulhosa tutora Nailane.

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1º Baleia - São Paulo/SP Pitika Baleia, mais conhecida como Baleia, é uma simpática SRD de 1 ano e 8 meses. Ela foi adotada num pet shop, pois abandonaram a mãe dela lá, como se fosse tomar banho... “A dona do pet adotou a mãe e colocou os filhotes para adoção. Eu havia perdido meu cãopanheiro de 10 anos há cinco meses quando encontrei a Baleia. Ela apareceu na minha vida como um presente e nasceu NO MESMO DIA do meu amiguinho que se foi. Isso foi o sinal de que ela seria minha, pois eu sempre brincava falando que minha nova amiguinha deveria ser viralatinha, adotada, fêmea, caramelo e que tivesse nascido dia 13/11. Era uma brincadeira, pois seria quase impossível saber a data de nascimento de uma cadelinha aban-

donada”, afirma Isamara Viveiros, tutora de Baleia. Segundo a turora, Baleia é um doce de cachorrinha, super-educada, aprende muito facilmente, adora carinho, é manhosa e muito esperta ! “Ela é supercompanheira, gosta de estar sempre perto das pessoas! É boazinha demais, sempre cede sua casinha e suas coisinhas quando tenho algum cachorrinho hospedado em casa, esperando uma adoção! Ela parece ensinar os que não sabem brincar ainda, dosa sua força com os menores, é incrível! Posso passar horas falando dela ou contando as coisas que ela já aprontou, enfim, ela é uma estrela na minha vida!”, diz Isamara.

* Gostaríamos de lembrar que os jurados avaliam estritamente as fotos, dentro de critérios técnicos e não têm nenhum acesso às histórias dos animais e dados dos proprietários. * As fotos utilizadas na divulgação deste concurso pertencem à empresa Photo Pets.

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Mais pet estrelas rumo à capa! Conheça mais quatro finalistas do concurso “Meu Pet é Estrela” A cada mês estamos recebendo mais inscrições de pets super fofos e talentosos! Com certeza, é uma tarefa difícil para nossos jurados escolherem entre tantas fotos legais quem vai estampar nossas páginas. Neste mês de setembro, os felinos tomaram a dianteira da disputa e destacaram-se. Mas também tivemos uma presença canina especialíssima para os au-aus não ficarem com ciúmes! Como vocês sabem, o grande campeão ganhará a capa da edição de dezembro e uma cesta repleta de produtos

da Pet Life. O segundo colocado ganhará uma página interna e o terceiro, meia página. Está esperando o quê para ver seu pet aqui? Envie uma foto do seu amigo para o e-mail petestrela@conexaopet.com.br. Envie seu nome completo, RG, CPF, endereço, e-mail e telefone e também os dados do seu animal (nome, idade, raça e uma pequena historinha). Confira o regulamento em www.conexaopet.com.br/promocao.html. A seguir, você conhece um pouco mais dos jurados e dos concorrentes.

Manuel Cortijo Manuel Cortijo é analista de sistemas e sempre foi amante dos gatos e fotografia. Atua no Gatil Delaunay junto com sua esposa Isabel Facchini. Em 2009 resolveu aliar o seu conhecimento em fotografia e a paixão pelos gatos, e montou o seu estúdio especialmente projetado para fotografar os felinos. Seu trabalho pode ser conferido em www.olhares.com/cortijo.

OS SEMIFINALISTAS

OS JURADOS Fabiana Fernandez Fabiana Fernandez é especialista em fotografar pets e proprietária da Photopets (www.photopets.com.br), empresa que nasceu fotografando somente animais de estimação e hoje vem crescendo significativamente no mercado pet, tendo seu nome reconhecido em quase todos os pet shops do Brasil.

Lionel Falcon

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O argentino Lionel Falcon (www.lionelfalcon.com) é fotógrafo profissional desde a década de 60 e começou a sua carreira fotografando celebridades na Argentina, Brasil e EUA, mas por motivos pessoais, o fotógrafo se especializou em fotografias de pet e com isso adquiriu muita experiência e know-how. Em poucos cliques (e tempo) ele consegue arrancar caras e bocas de seus modelos.

3º Morfeu – Curitiba/PR

2º Ariel – Curitiba/PR

Morfeu entrou pra a família de sua tutora, Adrina Barth, em um momento de muita dor, quando haviam perdido uma gatinha muito querida. “Ele veio como a brisa soprando e levou embora toda a tristeza, deixando apenas alegria em nossos corações. Por ser tão especial fez com que passássemos a ver o mundo com outros olhos, percebendo o sofrimento de tantos animais, e depois dele adotamos mais sete gatos”, relata Adrina. Morfeu é muito sociável com gatos e principalmente com humanos, adora visitas em casa. Por ser o gato mais velho da família também bota ordem na bagunça dos outros. É ciumento e muito carinhoso, adora conversar. “Ele conta tudo o que aconteceu durante o dia quando chegamos em casa. A única coisa que o Morfeu não gosta é de ir ao veterinário, mas aí já seria pedir demais, não é?”, relata a orgulhosa tutora.

O lindo gatinho Ariel pertence à pet sitter e protetora de animais, Jacqueline Rapkiewicz. “O Ariel tem dois anos e meio, é mestiço de siamês com lindos olhos azuis e pelo branco e doce-de-leite, muito amoroso e conversador!”, derrete-se Jacqueline.

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4º Mia – São José dos Pinhais/PR: Mia foi achada juntamente com seus irmãozinhos recém-nascidos, que foram abandonados no cemitério municipal de Curitiba. Quem os resgatou foi o abrigo Beco da Esperança, mas como lá não havia quem pudesse dar os cuidados devidos para uma ninhada de recém- nascidos, como dar mamadeira com leite especial a cada duas

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1º Baleia - São Paulo/SP Pitika Baleia, mais conhecida como Baleia, é uma simpática SRD de 1 ano e 8 meses. Ela foi adotada num pet shop, pois abandonaram a mãe dela lá, como se fosse tomar banho... “A dona do pet adotou a mãe e colocou os filhotes para adoção. Eu havia perdido meu cãopanheiro de 10 anos há cinco meses quando encontrei a Baleia. Ela apareceu na minha vida como um presente e nasceu NO MESMO DIA do meu amiguinho que se foi. Isso foi o sinal de que ela seria minha, pois eu sempre brincava falando que minha nova amiguinha deveria ser viralatinha, adotada, fêmea, caramelo e que tivesse nascido dia 13/11. Era uma brincadeira, pois seria quase impossível saber a data de nascimento de uma cadelinha aban-

donada”, afirma Isamara Viveiros, tutora de Baleia. Segundo a turora, Baleia é um doce de cachorrinha, super-educada, aprende muito facilmente, adora carinho, é manhosa e muito esperta ! “Ela é supercompanheira, gosta de estar sempre perto das pessoas! É boazinha demais, sempre cede sua casinha e suas coisinhas quando tenho algum cachorrinho hospedado em casa, esperando uma adoção! Ela parece ensinar os que não sabem brincar ainda, dosa sua força com os menores, é incrível! Posso passar horas falando dela ou contando as coisas que ela já aprontou, enfim, ela é uma estrela na minha vida!”, diz Isamara.

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“As fotografias utilizadas na divulgação deste concurso são da empresa Photo Pets – www.photopets.com.br”

Você acha que seu pet é uma estrela? Não perca tempo e envie fotos da su a estrela para o e-m ail petestrela@conexa

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Confira o regulam

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Se você quer tornar o seu pet uma celebridade, participe do concurso Meu Pet é Estrela! Além do seu amigão poder ganhar a capa da edição de dezembro, você concorre a uma cesta repleta de cosméticos da Pet Life!

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O gato Snowball ajudou a condenar o assassino de sua tutora Discovery Channel

Pet Ciência CSI Animal Material genético de animais ajuda na solução de diversos crimes

Quem é fã de séries policiais como ‘CSI’ sabe a importância que o DNA tem na solução de diversos crimes. É claro que não é tudo tão rápido ou mágico como a série aponta, mas sem dúvida os avanços da ciência forense são decisivos para desvendar certos casos. Mas não é só de DNA humano que é feita uma perícia. O canadense Douglas Beamish foi condenado a 15 anos de prisão graças aos pelos de um gatinho chamado Snowball. O assassino tinha pelos do animal presos em um dos bolsos de sua jaqueta. O material foi analisado e o resultado revelou que pertenciam ao gatinho da vítima, Shirley Duguay. A evidência foi decisiva na condenação de Beamish por homicídio qualificado. Em outro caso de homicídio, foi o DNA de um cão que ajudou a punir seu tutor. A con-

denação foi a primeira a utilizar o material genético de um cão na história da justiça britânica. O caso ocorreu em abril de 2009, quando Chrisdian Johnson, de 23 anos, usou seu cão para perseguir e atacar Oluwaseyi Ogunyemi, de 16 anos, antes de matá-lo a facadas. A partir do exame de DNA do sangue encontrado no local do crime e na vítima, a polícia foi capaz de provar que o cão de Johnson participou do assassinato. Além disso, quando foi preso, o réu tinha as mãos cheias de sangue de sua vítima e de seu cachorro, que acabou ferido durante o crime. Para completar a cena, um rastro de sangue do animal foi encontrado entre o local do assassinato e a casa de Johnson. Com base nessas evidências, Johnson

acabou condenado por homicídio doloso (quando há intenção). A partir de um novo banco de dados de DNA de cachorros e de uma nova técnica para analisar esse material, a polícia britânica agora é capaz de identificar a participação de um cão em um crime. "A técnica que nós temos é a primeira na Grã-Bretanha que nos permite ligar uma amostra a um cachorro específico com um grande nível de certeza", disse o zoologista forense Rob Ogden. Segundo os cientistas, o DNA do cachorro não pode servir como prova categórica de que uma pessoa estava em uma cena de crime, mas pode ser uma evidência muito forte. "Por exemplo, se o animal de estimação

de alguém esteve em um lugar e deixou pelos ou sangue lá, então relacionar aquele animal ao seu dono que é suspeito do crime pode ser uma evidência muito clara", explicou Ogden. O investigador do setor de homicídios da polícia de Londres destacou a importância dessa nova técnica. "Os avanços com relação ao DNA de cachorros e ao trabalho forense significa que, agora, qualquer pessoa que possui um cachorro e o usar para atacar pessoas pode ser identificada e processada", disse. Acha que parou por aí? Não! No outono de 2000, Phillip Stroud e três amigos, estavam invadindo e roubando uma casa, quando notaram que três trabalhadores de uma construção estavam no celeiro da propriedade.

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O cachorro Tyson foi obrigado a participar de um homicídio BBC News

Para acobertar o roubo, Stroud deu tiros nas cabeças de cada um dos trabalhadores, segundo o processo. Em depoimentos para a polícia, Stroud disse que ele apenas observava a cena do crime, e nunca havia saído do carro que transportaria seus companheiros. O envolvimento do criminoso nos homicídios ficou mais claro quando o DNA encontrado nas fezes do cão da casa roubada bateu com os excrementos encontrados nos tênis de Stroud. Esses casos são apenas alguns em que o material genético de animais torna-se peça chave na solução de crimes. “Infelizmente nossas casas às vezes são cenas de crime, e os animais são testemunhas que não podem contar o que exata-

Scotland Yard, onde analisaram o sangue de um cão encontrado em uma cena de crime. No ano passado, o laboratório trabalhou em 90 casos. Wictum afirma que a maioria envolve ligar a evidência biológica a um animal pertencente à vítima ou ao suspeito. Em um caso mais antigo, envolvendo violência sexual em Iowa (EUA), o cão da vítima urinou em um dos pneus da picape do criminoso, enquanto a violência ocorria. O laboratório conseguiu ligar o DNA do animal a uma amostra colhida na picape do homem, auxiliando os promotores do caso. “Na maioria das vezes, quando temos uma evidência envolvendo DNA, os criminosos tentam um acordo, pois sabem que não

há como lutar contra isso”, explica Wictum. A diretora do laboratório afirma que a tecnologia utilizada para verificar o DNA animal, é a mesma utilizada em casos envolvendo humanos, e que raramente é contestada nos tribunais. A ciência prova, cada vez mais, que os animais são nossos amigos em todas as situações, e podem até mesmo ajudar a colocar bandidos atrás das grades.

mente aconteceu, mas o seu DNA às vezes revela-se como uma evidência importante”, explica o promotor Mitch Morrissey, de Denver, nos EUA.

O CSI Animal O Laboratório de Veterinária Genética da Universidade da Califórnia, nos EUA, é um dos líderes em ciência forense animal do país. A sede do laboratório foi fundada há sete anos, devido à crescente demanda de agentes da lei, de acordo com Elizabeth Wictum, diretora do laboratório. A cada dia, cinco cientistas forenses, debruçam-se sobre casos de todo o mundo, incluindo um da famosa polícia britânica

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15 Fabricação própria, revenda para atacados e lojistas em todo Brasil. Estamos cadastrando novos vendedores.


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denação foi a primeira a utilizar o material genético de um cão na história da justiça britânica. O caso ocorreu em abril de 2009, quando Chrisdian Johnson, de 23 anos, usou seu cão para perseguir e atacar Oluwaseyi Ogunyemi, de 16 anos, antes de matá-lo a facadas. A partir do exame de DNA do sangue encontrado no local do crime e na vítima, a polícia foi capaz de provar que o cão de Johnson participou do assassinato. Além disso, quando foi preso, o réu tinha as mãos cheias de sangue de sua vítima e de seu cachorro, que acabou ferido durante o crime. Para completar a cena, um rastro de sangue do animal foi encontrado entre o local do assassinato e a casa de Johnson. Com base nessas evidências, Johnson

acabou condenado por homicídio doloso (quando há intenção). A partir de um novo banco de dados de DNA de cachorros e de uma nova técnica para analisar esse material, a polícia britânica agora é capaz de identificar a participação de um cão em um crime. "A técnica que nós temos é a primeira na Grã-Bretanha que nos permite ligar uma amostra a um cachorro específico com um grande nível de certeza", disse o zoologista forense Rob Ogden. Segundo os cientistas, o DNA do cachorro não pode servir como prova categórica de que uma pessoa estava em uma cena de crime, mas pode ser uma evidência muito forte. "Por exemplo, se o animal de estimação

de alguém esteve em um lugar e deixou pelos ou sangue lá, então relacionar aquele animal ao seu dono que é suspeito do crime pode ser uma evidência muito clara", explicou Ogden. O investigador do setor de homicídios da polícia de Londres destacou a importância dessa nova técnica. "Os avanços com relação ao DNA de cachorros e ao trabalho forense significa que, agora, qualquer pessoa que possui um cachorro e o usar para atacar pessoas pode ser identificada e processada", disse. Acha que parou por aí? Não! No outono de 2000, Phillip Stroud e três amigos, estavam invadindo e roubando uma casa, quando notaram que três trabalhadores de uma construção estavam no celeiro da propriedade.

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BBC News

há como lutar contra isso”, explica Wictum. A diretora do laboratório afirma que a tecnologia utilizada para verificar o DNA animal, é a mesma utilizada em casos envolvendo humanos, e que raramente é contestada nos tribunais. A ciência prova, cada vez mais, que os animais são nossos amigos em todas as situações, e podem até mesmo ajudar a colocar bandidos atrás das grades.

O cachorro Tyson foi obrigado a participar de um homicídio

Para acobertar o roubo, Stroud deu tiros nas cabeças de cada um dos trabalhadores, segundo o processo. Em depoimentos para a polícia, Stroud disse que ele apenas observava a cena do crime, e nunca havia saído do carro que transportaria seus companheiros. O envolvimento do criminoso nos homicídios ficou mais claro quando o DNA encontrado nas fezes do cão da casa roubada bateu com os excrementos encontrados nos tênis de Stroud. Esses casos são apenas alguns em que o material genético de animais torna-se peça chave na solução de crimes. “Infelizmente nossas casas às vezes são cenas de crime, e os animais são testemunhas que não podem contar o que exata-

mente aconteceu, mas o seu DNA às vezes revela-se como uma evidência importante”, explica o promotor Mitch Morrissey, de Denver, nos EUA.

O CSI Animal O Laboratório de Veterinária Genética da Universidade da Califórnia, nos EUA, é um dos líderes em ciência forense animal do país. A sede do laboratório foi fundada há sete anos, devido à crescente demanda de agentes da lei, de acordo com Elizabeth Wictum, diretora do laboratório. A cada dia, cinco cientistas forenses, debruçam-se sobre casos de todo o mundo, incluindo um da famosa polícia britânica

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O cachorro Tyson foi obrigado a participar de um homicídio

Para acobertar o roubo, Stroud deu tiros nas cabeças de cada um dos trabalhadores, segundo o processo. Em depoimentos para a polícia, Stroud disse que ele apenas observava a cena do crime, e nunca havia saído do carro que transportaria seus companheiros. O envolvimento do criminoso nos homicídios ficou mais claro quando o DNA encontrado nas fezes do cão da casa roubada bateu com os excrementos encontrados nos tênis de Stroud. Esses casos são apenas alguns em que o material genético de animais torna-se peça chave na solução de crimes. “Infelizmente nossas casas às vezes são cenas de crime, e os animais são testemunhas que não podem contar o que exata-

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Felinos em Foco

ALÉRGICOS... ALGUNS GATOS TAMBÉM SÃO!

Por Marúcia de Andrade Cruz* Muitas vezes já ouvimos falar que pessoas têm alergias aos pelos dos gatos, por razão de haver resquícios de saliva nestes pelos, e que realmente podem ser agentes potencialmente alergênicos. Mas é importante ressaltar que em geral os processos alérgicos têm causas diversas, isto é, é uma enfermidade com origem multifatorial, sendo que não só uma substância pode desencadear o início dos sintomas em humanos e sinais clínicos em gatos. Isto mesmo que você leu... GATOS TAMBÉM PODEM SER OU TORNAREM-SE ALÉRGICOS! Quando o gato tem intolerância a certos agentes, esta intolerância pode ser ao contato destes com o aparelho respiratório, pele e até sistema digestório! Isto quer dizer que este paciente felino pode ter problemas ao aspirar, ao tocar ou ao ingerir certas substâncias. Por isso quando há suspeita de existir ou desenvolver uma doença alérgica devem-se 38

observar todas as possíveis substâncias que o gato pode estar entrando em contato no ambiente em que ele vive. Fique atento aos sinais: quando há sensibilidade respiratória, geralmente acontecem espirros paroxísticos (repetidos) e pode haver presença de secreção nasal serosa (clara, limpa, transparente) em pouca quantidade, podemos observar a congestão nasal e ocular, assim o gatinho poderá respirar com aboca aberta e também a mucosa ocular apresenta-se avermelhada, não parecendo confortável. Em estados mais graves podem não se interessar pelo alimento seco, úmido ou água. Alguns pacientes tornam-se roucos ou afônicos (sem voz). Tais sinais precisam ser diferenciados dos que são causados por enfermidades infecciosas, como o Complexo Respiratório Felino, que para tal a atuação do médico veterinário é indispensável. Quando se trata de hipersensibilidade ao contato dos alérgenos com pele e/ou mucosa observa-se áreas alopécicas (sem pelos) ou avermelhadas que podem produzir pruridos (coceira) locais. E o contato por via sistema digestório, isto é, por ingestão dos alérgenos podem-se observar sinais como vômitos, regurgitações ou diarréias até lesões na pele. A qualquer alteração observada no seu gatinho, procure o médico veterinário, pois existem boas alternativas de tratamento e controle dos pacientes alérgicos! A GUARDA-RESPONSÁVEL É UM ATO DE AMOR!!! SEJA COMPROMETIDO COM O BEMESTAR E A SAÚDE DE SEU COMPANHEIRO!!! * MV, MsC, Marúcia de Andrade Cruz (CRMV 4357/PR) Médica Veterinária, Clínica Veterinária Mania de Gato Professora Clínica de Gatos, UTP


Felinos em Foco

ALÉRGICOS... ALGUNS GATOS TAMBÉM SÃO!

Por Marúcia de Andrade Cruz* Muitas vezes já ouvimos falar que pessoas têm alergias aos pelos dos gatos, por razão de haver resquícios de saliva nestes pelos, e que realmente podem ser agentes potencialmente alergênicos. Mas é importante ressaltar que em geral os processos alérgicos têm causas diversas, isto é, é uma enfermidade com origem multifatorial, sendo que não só uma substância pode desencadear o início dos sintomas em humanos e sinais clínicos em gatos. Isto mesmo que você leu... GATOS TAMBÉM PODEM SER OU TORNAREM-SE ALÉRGICOS! Quando o gato tem intolerância a certos agentes, esta intolerância pode ser ao contato destes com o aparelho respiratório, pele e até sistema digestório! Isto quer dizer que este paciente felino pode ter problemas ao aspirar, ao tocar ou ao ingerir certas substâncias. Por isso quando há suspeita de existir ou desenvolver uma doença alérgica devem-se 38

observar todas as possíveis substâncias que o gato pode estar entrando em contato no ambiente em que ele vive. Fique atento aos sinais: quando há sensibilidade respiratória, geralmente acontecem espirros paroxísticos (repetidos) e pode haver presença de secreção nasal serosa (clara, limpa, transparente) em pouca quantidade, podemos observar a congestão nasal e ocular, assim o gatinho poderá respirar com aboca aberta e também a mucosa ocular apresenta-se avermelhada, não parecendo confortável. Em estados mais graves podem não se interessar pelo alimento seco, úmido ou água. Alguns pacientes tornam-se roucos ou afônicos (sem voz). Tais sinais precisam ser diferenciados dos que são causados por enfermidades infecciosas, como o Complexo Respiratório Felino, que para tal a atuação do médico veterinário é indispensável. Quando se trata de hipersensibilidade ao contato dos alérgenos com pele e/ou mucosa observa-se áreas alopécicas (sem pelos) ou avermelhadas que podem produzir pruridos (coceira) locais. E o contato por via sistema digestório, isto é, por ingestão dos alérgenos podem-se observar sinais como vômitos, regurgitações ou diarréias até lesões na pele. A qualquer alteração observada no seu gatinho, procure o médico veterinário, pois existem boas alternativas de tratamento e controle dos pacientes alérgicos! A GUARDA-RESPONSÁVEL É UM ATO DE AMOR!!! SEJA COMPROMETIDO COM O BEMESTAR E A SAÚDE DE SEU COMPANHEIRO!!! * MV, MsC, Marúcia de Andrade Cruz (CRMV 4357/PR) Médica Veterinária, Clínica Veterinária Mania de Gato Professora Clínica de Gatos, UTP


Pet Relato Tony, o garoto propaganda do bem Recebemos um e-mail da Izabela Carvalho, em primeiro lugar muito feliz por ter visto Tony entre um dos finalistas do “Meu Pet é Estrela”, mas também para nos falar de um importante trabalho que desenvolve no Rio de Janeiro. Izabela possui um gatil na zona oeste da Cidade Maravilhosa, que segundo ela, tem a sua renda revertida para a causa dos animais deficientes físicos. “Através do Tony principalmente e da venda alguns poucos filhotes (irmãos dele) ajudamos a muitos cachorros e gatos tetra e paraplégicos, a conseguirem carros próprios, colar cervical, colete ortopédico, equipamentos para amputados, com uma parceria que temos com um senhor chamado Ricardo, que é engenheiro e também ama bichos, que fabrica estes equipamentos. Ele vende para quem pode pagar, e com esse dinheiro, fabrica mais baratinho para os que podem menos, e é neste momento que entramos, pois nosso gatil adquire com ele alguns para doar para animais carentes e inclusive

militamos com ele para tirar alguns de abrigos, ou mesmos jogados na rua espancados. Como recentemente tiramos uma cachorrinha de um abrigo em uma favela, a Nina, que foi achada toda quebrada e ferida com as patas quase gangrenando, levamos para casa de Sr. Ricardo, que cuidou dela, e como ela necessita de cuidados especiais, ele resolveu virar seu pai”, relata Izabela. Izabela ressalta que defende a posse responsável e que seus gatos não procriam indiscriminadamente.

Izabela também nos contou que foi Tony quem a tirou de uma depressão profunda há alguns anos, quando perdeu seu cargo de executiva em uma grande empresa. Para ela, os gatos tem um papel energético fundamental e ela quer divulgar os benefícios da convivência com os felinos. Quem quiser conhecer um pouco mais da história de Nina e colaborar, pode acessar sua comunidade no Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Commun ity?cmm=102644067

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Pet Relato Tony, o garoto propaganda do bem Recebemos um e-mail da Izabela Carvalho, em primeiro lugar muito feliz por ter visto Tony entre um dos finalistas do “Meu Pet é Estrela”, mas também para nos falar de um importante trabalho que desenvolve no Rio de Janeiro. Izabela possui um gatil na zona oeste da Cidade Maravilhosa, que segundo ela, tem a sua renda revertida para a causa dos animais deficientes físicos. “Através do Tony principalmente e da venda alguns poucos filhotes (irmãos dele) ajudamos a muitos cachorros e gatos tetra e paraplégicos, a conseguirem carros próprios, colar cervical, colete ortopédico, equipamentos para amputados, com uma parceria que temos com um senhor chamado Ricardo, que é engenheiro e também ama bichos, que fabrica estes equipamentos. Ele vende para quem pode pagar, e com esse dinheiro, fabrica mais baratinho para os que podem menos, e é neste momento que entramos, pois nosso gatil adquire com ele alguns para doar para animais carentes e inclusive

militamos com ele para tirar alguns de abrigos, ou mesmos jogados na rua espancados. Como recentemente tiramos uma cachorrinha de um abrigo em uma favela, a Nina, que foi achada toda quebrada e ferida com as patas quase gangrenando, levamos para casa de Sr. Ricardo, que cuidou dela, e como ela necessita de cuidados especiais, ele resolveu virar seu pai”, relata Izabela. Izabela ressalta que defende a posse responsável e que seus gatos não procriam indiscriminadamente.

Izabela também nos contou que foi Tony quem a tirou de uma depressão profunda há alguns anos, quando perdeu seu cargo de executiva em uma grande empresa. Para ela, os gatos tem um papel energético fundamental e ela quer divulgar os benefícios da convivência com os felinos. Quem quiser conhecer um pouco mais da história de Nina e colaborar, pode acessar sua comunidade no Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Commun ity?cmm=102644067

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Pet Risadas Pet Risadas Selecionamos algumas imagens de nossos amigos em situações engraçadas Decidimos encerrar essa edição, com algumas imagens engraçadas ou curiosas de cães e gatos. Esperamos contar com um sorriso seu!

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Pet Risadas Pet Risadas Selecionamos algumas imagens de nossos amigos em situações engraçadas Decidimos encerrar essa edição, com algumas imagens engraçadas ou curiosas de cães e gatos. Esperamos contar com um sorriso seu!

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Pet Notas

Balão de passarinho

Reprodução

A criação da designer Renata Manau e sua Biscuit, empresa artesanal que produz incríveis peças de cerâmica e vidro, será oficialmente apresentada em setembro durante o London Design Festival. Parte de um trabalho onde ela e mais seis designers desenvolveram peças que buscaram inspiração dos históricos prédios londrinos até contos de fadas britânicos, "Balão" foi a sua contribuição. Saído das mãos de "Winnie the Pooh" (ou para nós o Ursinho Puff), o balãozinho de cerâmica, com direito a fio e tudo mais, tornou-se uma singela casinha de pássaros. O brilho do balão (no desenho) virou a "janelia-portinha". Simpático, ficaria muito legal em uma árvore de verdade.

Prato canino brincalhão

Reprodução

Deixe seu dogão maluquinho e instigue a usá-lo a cabeça para encontrar sua recompensa. "Seek-A-Treat™" é uma divertida mistura de prato de comida e brinquedo. São cinco compartimentos onde pode-se colocar biscoitos, ração ou a guloseima que seu cachorrinho preferir. Para encontrá-las ele precisará acionar rodas e arrastar círculos, garantindo momentos de pura diversão e aprendizado. Bastante resistente e durável, não tem ranhuras ou bordas que machuquem os animais. Custa 15,98 dólares na http://www.harrietcarter.com.

Bolsas sinalizadas Muito legal a coleção de bolsas "out_of_ark"! Brincando com a ideia de que a qualquer hora um animal selvagem pode cruzar o nosso caminho, os designers da "out_of_48" misturaram bolsas e placas de sinalização de estradas. O resultado são divertidos modelos batizados de acordo com o país/região onde os bichos podem ser encontrados. Feitas em lona e resistentes à água, elas têm três tipos de formato (iguais aos das placas originais) e também podem ser usadas para carregar notebooks. Os preços variam de 59 a 159 euros. Reprodução

Tubarão no forno Não tem muito o que falar, pois a imagem já diz tudo: uma luva térmica que imita tubarão, com direito a bocarra e barbatana dorsal. Segurar panelas quentes, abrir o forno e servir pratos agora também podem garantir boas risadas! O "tuba-luva" custa 7,95 dólares na http://www.surlatable.com.

Reprodução

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BBC

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Paulo Toledo Piza/G1

#06 - Setembro 2010  

Revista Conexão Pet, edição de Setembro 2010

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