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Por Bibis_Scoparti Por mais que eu tentasse falar de outra coisa, não consegui. Olhando a história da humanidade pelo retrovisor, é claro que evoluímos em todos os sentidos, mas quanto ainda nos falta? Um chinês dói a um hospital para retirar uma garrafa e um pedaço de arame enfiado no reto. Como sentia vergonha de falar o que tinha ocorrido, os médicos descobriram durante o exame. Qual a sua reação ao ler isso? Achou graça? Achou natural? Ficou escandalizada (o)? Ou sentiu pena? Eu senti pena. Da situação do ser humano, da vergonha que sentiu. Na verdade, fiquei com vergonha por ele sentir vergonha. Porque quando o assunto é sexo, desde que não façamos mal a ninguém, nada pode ser censurado, já que nesse campo o comportamento humano pouco se modificou ao longo do tempo. Poucos de nós são capazes de se permitir usar sua sexualidade com alegria e sem sentimentos de culpa. Raros os que se libertaram dos preconceitos. Porque se fosse fácil ser sexualmente livre, consultórios de psicanalistas e psicólogos não viveriam lotados. As livrarias não estariam cheias de livros sobre o assunto. Os programas policiais não atrairiam tanta atenção. É preciso que médicos, jornais e revistas nos afirmem todo o tempo que agora somos livres, que podemos estar no comando, que qualquer maneira de fazer sexo é válida. Por mais que saibamos que ele não é tudo, domina a nossa vida, com cobranças de todo tipo. Temos que ter muito jeito pra não escandalizar nossos homens. Para que eles não nos julguem vagabundas. Nem assexuadas. É um equilíbrio difícil de encontrar. Para as jovens as coisas são mais fáceis. A mentalidade da maioria dos homens mudou e a minoria finge muito bem. Parece que as mulheres podem assumir e realizar suas fantasias. Será que podem mesmo? E nossos homens também podem se permitir realizar seus desejos mais secretos? Não compro a afirmação de que todos têm fantasias com empregadas domésticas, enfermeiras e estudantes. Acredito que tudo é muito mais escuro e que não há é coragem de anunciar seus delírios. Também me pergunto se tudo deve ser dito. Se estamos, nós e eles, preparados para ouvir, aceitar e entender, mesmo se não nos dispusermos a realizar esses anseios. É por isso que na solidão dos quartos, luzes apagadas, o pudor de assumir seus desejos diante do outro levam a atos como o do homem chinês. Que não foi o primeiro nem o último. Que irá ser alvo de zombaria por toda a vida. Todos cochicharão pelas suas costas. E mesmo quem não quer agir assim, pode ser levado a fazê-lo. Em minha cidade, uma mulher, que hoje tem por volta de 45 anos, é conhecida como “vassourinha”, por ter passado pelo constrangimento de ter um pedaço de cabo de vassoura retirado no hospital. Nunca soube seu nome. E nunca tive coragem de perguntar a ninguém porque não me imagino perguntando qual é o verdadeiro nome de “vassourinha”. Somos ainda tão pouco solidários... Nos apiedamos das tragédias materiais vividas pelos outros, mas quando se trata das tragédias morais de cada um como somos pouco benevolentes. Com que rapidez e prazer sádico a vida sexual do outro é devassada e criticada, como se fôssemos todos modelos de comportamento, como se nossos porões mentais e emocionais não guardassem nenhum segredo inconfessável. Compreensão, empatia, simpatia, tolerância, bondade... Virtudes que nos farão evoluir. Evoluiremos. É a lei da natureza. Assim espero.


A origem dos nomes na mitologia, nas lendas, ou os significados dos nomes indígenas, dos nomes em tupi, Gregos ou Latinos, dentre tantas outras origens é algo que fomenta a curiosidade de muitas pessoas. Alguns nomes que hoje tem determinado significado mudaram, as palavras mudam sua forma e sua sintaxe através dos tempos, também seu significado vai se modificando com o passar dos anos, em decorrência de uma série de fatores sociais e culturais. A palavra puta, que é o fator de análise aqui, por exemplo, passou por este processo de transformação de significado. Na mitologia romana, de acordo com Arnóbio, puta é uma deusa menos da agricultura, que preside a poda das árvores. De acordo com uma versão, a etimologia do seu nome viria do latim, e seu significado literal seria “poda”. Os festivais em honra a esta deusa celebravam a poda das árvores e, durante estes dias, as suas sacerdotisas manifestavam-se exercendo um bacanal sagrado (durante o qual se prostituíam) honrando a deusa (o que explicaria o significado corrente do termo “puta” e suas variações em muitos dos países de fala latina). Segundo uma das versões, seu significado literal é “phoda”.


Mas se você é desses que não tem o menor talento para um approach, que pensa um milhão e meio de coisas incríveis, inteligentes e sensuais para dizer para uma gata ou gato e na hora H fala “que rabo...” ou “oloco hein...” ou até o temido “nunca te vi por aqui”. A internê chegou com tudo para acalmar nossos corações constrangidos. Por isso o ObaOba selecionou apps incríveis para você poder chegar na gata ou gato online, lançar uma cantada de sucesso acompanhada de um emoticon perfeitamente posicionado e mais, descolar onde tem possíveis peguetes ao seu redor. Confira abaixo nossa lista de apps de paquera: Se você é um garoto à procura de garotos, esse é seu aplicativo. Com ele você pode ver outros gatos perto de você e, se eles gostam de garotos, de garotos e garotas ou só querem saber como funciona a coisa toda. O app mostra a quantos metros de distância cada gato está de você e tem a opção de chat imediato e envio de fotos. Ponto negativo e positivo: como o app não é integrado necessariamente ao Facebook ou outra rede social, você pode garantir seu anonimato, mas um mocinho mal intencionado também pode, fique esperto. Grau de pegação do app: 5 (maior chance de transar) A versão feminina do Grindr, para garotas que procuram garotas, funciona bem parecido com o anterior. Ele te mostra as gatas ao seu redor, primeiro as que estão mais perto, depois as mais distantes. Você pode abrir um chat instantâneo e conversar para marcar um encontro ou mandar fotos. Também tem anonimato garantido. Grau de pegação do app: 5 (maior chance de transar)

Um dos apps de paquera mais populares, destinados a héteros, gays e etc, funciona um pouco diferente dos dois acima. Você pode escolher se quer ver só gatos, só gatas ou os dois. Assim, você recebe uma série de fotos que você pode “curtir” ou não. Se a curtida for recíproca, aparece “match” e uma opção de chat surge para trocar idéia. O legal é que ele garante que houve algum tipo de interesse mútuo antes de vocês começarem a conversar. O Tinder puxa as informações do Facebook, mostrando quantos amigos você tem em comum com a pessoa, interesses mútuos e algumas fotos. Além disso,por usar infos do Facebook, a chance de aparecerem fakes são muito menores. Grau de pegação: 4 (muita gente quer só “fazer amigos” pelo app.)

Parecido com o Tinder, mas com menos usuários, ele também depende de curtidas mútuas e puxa informações do Facebook. Mas a diferença está na opção do Swipe de mandar fotos pelo chat. O app é mais usado por homens, e muitas mulheres lá estão “vendendo serviços”. Grau de pegação: 2 ( tem que ter dinheiro meu fii.)


Uma mistura de rede social com xaveco online, ele é mais completo que os outros. Ele tem histórico de curtidas dadas e recebidas, você pode falar quem dos seus amigos você pegaria e até mesmo saber quem visitou seu perfil (lembra do Orkut?) e jogar joguinhos. Mas ele vem sendo bem criticado por mandar quantidades anormais de spam. Na hora que você se cadastra, ele promete não postar nada no Facebook, mas manda emails e convites para todos os seus amigos - o que não é muito legal se você não quer que ninguém saiba sobre sua aventura por apps de pegação. Grau de pegação: 4 ( O negócio pode ser bom.)

Ele lembra bem o WhatsApp, com a opção de mensagens de texto ou voz, mas é mais focado no discurso de “conhecer pessoas novas” (ou seja, ver as gatinhas e gatinhos da região). Ele tem a função “olhar ao redor”, que mostra quem está perto de você e te torna disponível para pedidos de chats, além de te dar a opção de um chat privê ou um chat em grupo. Dá para adicionar os amigos com o “hold together”. E, para incentivar casinhos mais sérios, o próprio WeChat te aconselha, depois de achar um date, a desativar a função “olhar ao redor”, para seu affair não ficar chateado. Grau de pegação: 3 ( Com paciência vai.)

Um dos pioneiros quando o assunto é paquera virtual, o Badoo também é uma rede social. São mais de 200 milhões de pessoas cadastradas, e, quem quiser pagar para ver (literalmente), tem alguns recursos restritos, como ser visto por mais pessoas em sua região, saber se a pessoa leu sua mensagem enviada, etc. Você começa, como no Tinder, vendo quem está perto de você, depois você vai em encontros e curte alguém, aí espera ser curtido de volta e então é só começar a sensualizar. Grau de pegação: 5 ( Dona Reh que o diga!)

Esse app é do Facebook e usa sua conta. Mostrando para você sua lista de amigos, você escolhe com quais deles você transaria e quais não. Se quem você transaria também transaria com você, vocês dois são avisados. Caso o fogo no rabo não seja correspondido ninguém fica sabendo. Ou seja, você nunca é exposto, a não ser que a outra pessoa também queira seu corpo nu. Vish! Grau de pegação: 5 ( Tenso)


om recentes pesquisas que mostram que 68% das mulheres já fingiram orgasmo e que uma média de de três quartos das mulheres nunca conseguiu o ato de gozar com penetração, parece que o orgasmo feminino é um mistério tão grande para as mulheres quanto para os homens. Vemos bilhões sendo gastos com desenvolvimento de remédios e soluções para a disfunção erétil, mas muito pouco se fala sobre esse tabu feminino: há um número gigantesco de mulheres que não estão tendo o prazer que poderiam ter no sexo. Muita gente usa a desculpa de que isso é algo normal, que as mulheres são mais complexas mesmo e que deveriam se conformar com o fato de que o sexo pode ser prazeroso, mesmo sem um clímax. Sim, pode. Mas o gozo é a cereja do bolo. O final feliz do filme. Transar sem gozar é como comer macarrão sem queijo ralado – ainda é bom, mas o queijo ralado em cima muda totalmente a experiência. E se você pode comer massa com um queijo parmesão delicioso derretendo em cima, porque vai dispensar essa dádiva? Por isso, hoje, a gente quer fazer um manifesto pelo não conformismo da falta do gozo. Tirando raras exceções de mulheres com alguma disfunção, a grande maior parte delas pode, sim, conseguir gozar, inclusive com penetração. Mas para isso, é preciso estar ciente desse fato. Freud já dizia que o sexo é a base que movimenta todo o contexto social e é também a origem de várias patologias. Por isso, quanto mais você entende do seu corpo e das suas possibilidades e quanto mais se interessa por explorá-las, por alcançar maiores níveis de prazer, mais você se abre para as possibilidades da vida. E isso não quer dizer que agora as mulheres precisam virar máquinas de gozo ou que tenham que cumprir esse papel social da “mulher gozadora” (como já não bastassem todas as outras funções que lhe cabem). Isso quer dizer que é possível ter um sexo de mais qualidade. Ou seja – se vai transar, por que só sentir metade do prazer? Um sexo intenso no qual a mulher atinge o clímax provavelmente a satisfaria muito mais do que três transas sem um ápice. Por mais contraditório que possa ser, pelas nossas observações e por relatos que recebemos de leitores

desde o início do projeto, a pressão de chegar ao orgasmo é muitas vezes o que impede que a mulher chegue lá. Ou seja – desde o início, ela tende a se preocupar tanto com a maneira como o outro a enxerga (será que ele vai achar que eu sou frígida? Será que vai achar que eu não gostei do sexo? Será que vai preferir transar com alguém que goze junto com ele?) que prefere abdicar do prazer a encarar o desafio de persegui-lo. Sim, porque ninguém nasce sabendo gozar. O caminho mais provável é que a mulher primeiro descubra o orgasmo com masturbação, depois com sexo oral, e o orgasmo com penetração acaba sendo algo que vem junto com uma maior maturidade sexual – por mais que muita gente deteste admitir. Claro que não é uma regra, mas esse tende a ser um caminho, justamente porque o orgasmo com penetração é mais subjetivo. Ele exige um certo treinamento, uma observação maior do corpo, das sensações, diferente do orgasmo clitoriano – já que a parte mais sensível do clitóris é externa (sim, o que vemos é só a ponta do iceberg, ele se estende por alguns centímetros dentro do corpo da mulher), o que torna mais fácil saber onde e como estimulado para chegar ao orgasmo. Então, hoje e em todos os outros dias da sua vida, se dê um presente e relaxe de uma vez por todas. Tente deixar de lado o conceito de “ser obrigada” a fazer alguma coisa, e se concentre somente no seu prazer. Use o sexo para se conhecer melhor. Para descobrir coisas que estavam guardadas. Para expandir seus horizontes. Para todos, há milhares de formas de se sentir prazer, mas elas só se revelam se você as busca. Comece um treinamento com você mesma – e com seu parceiro, caso você tenha um de verdade – de explorar mais de perto o que te dá prazer. Deixe as amarras sociais pra trás. Esqueça o que podem pensar de você. Não acredite nos que dizem que mulher é complicada mesmo. E, finalmente, quando você se aceitar e permitir sentir todo o prazer que lhe é de direito, o gozo vai vir. E você nunca mais vai pensar que ele era uma invenção de férteis mentes femininas.


Dj_BADBOY Design e Dj

Há quanto tempo você joga BC? Jogo desde 25/08/2011. Quando você passou a se interessar e querer ser DJ? Na verdade eu achava minha vida um pouco vazia no Baixo cidade e queria achar uma ocupação. Primeiro tentei ser decorador, mas não tenho paciência. Ai veio a ideia de ser DJ e naquela época ainda dava para ganhar um trocado (risos), já que eram poucos os DJ’s. Você é DJ há quanto tempo? Com 3 anos e 5 meses de Baixo cidade?... Há uns dois anos e meio, mais ou menos. Como surgiu o interesse pela música? Sempre fui uma pessoa movida à música. Na minha infância tinha um tio que era DJ e lembro que ele passava as tardes de sábado treinando para as festas que viriam mais tarde e ficava fascinado com os efeitos de scratch’s¹, como ele deslizava os pitch’s² ou simplesmente usando o crossfader³. O que mais gosta de tocar? Não posso dizer que sou uma pessoa eclética, pois não é tudo que gosto de ouvir, mas sou fascinado por música eletrônica e todas as suas variáveis como Psy, Drum in base, Tecktonick, Hardstyle e etc. Mas também cresci ouvindo muito HipHop old school.


Quais são suas influências? São muitas... DJ Willian e Ricardo Crunfli, DJ Irai Campos , DJ Cadico, DJ Vadão, DJ Ricardo Guedes e DJ Grace Kally Dum sendo esse último um dos maiores por levar o nome do Brasil mundo a fora... Isso só para falar do cenário nacional. Qual a principal característica no seu set-list? Com as facilidades dos programas existentes hoje qualquer pessoa com o mínimo de “time” musical pode montar seus próprios set-list. Eu costumo montar meus set-list com antecedência e gosto muito de colocar apenas trechos das músicas uma sobre a outra, sobre uma base fixa fazendo uma parada diferenciada e sem pausas, esse é o problema em atender pedidos (Risos) porque você já tem o set pronto e alguém pede uma música que não esta no set ou que ainda vai rolar. Qual a música que não pode faltar quando você tá tocando? LMFAO - Party Rock Anthem, já quase causei um acidente de transito ouvindo essa música, pois quando percebo meus pés estão mexendo (Muitos risos). Você lembra quando foi a primeira vez que você tocou? Lembro sim, foi em uma festa de comemoração de um ano da extinta família Matrix, várias famílias convidadas, vários DJ’s, mais de cinco dimensões cheias e eu tremendo igual vara verdade... Mas foi muito bacana e no final deu tudo certo.

Onde você prefere tocar? Tenho vários clubes, mas meu xodó é um chamado Over Night... Como é um clube que já existiu aqui em São Paulo nos anos 80/90 e lá toco só Flash house, recebo várias mensagens de pessoas que tiveram o privilégio de ter conhecido a casa e me parabenizam pela ideia. Você tem dias fixos de festas? Já tive, mas hoje devido às obrigações da minha vida particular eu parei com isso. Ser DJ no BC dá pra sustentar seus vip todos os meses? Já deu um dia, mas hoje não dá mais... Existiu um tempo que você conseguia garantir seu vip com apenas duas ou três festar por mês, mas depois apareceu um número grande de novos DJ’s (Muitos deles sem qualidade nenhuma) cobrando mixaria para tocar e ai decidi mudar de ares para garantir meu VIP, mas sem parar de tocar porque é algo que adoro fazer. Pra você o que define um bom DJ? Bem, a missão do DJ é alegrar a galera através do seu som e nada mais que isso! Às vezes vejo alguns Dj’s que falam demais, mas falam muito mesmo e música que é bom não tem... O que eu defino como um bom DJ é aquele que se prepara, monta seu set-list com antecedência para não ocorrer erros e anima a galera, mas com moderação, sem falar em excesso porque isso realmente é muito chato!


Em qualquer cidade, em qualquer país, vá para qualquer instituição mental ou casa de repouso onde você possa entrar. Quando você chegar à recepção, peça permissão para visitar alguém que se chama "O Portador do Fim". Um olhar como o de crianças com medo correrá as faces dos trabalhadores dali, e então você será levado para uma cela no prédio. Ela estará em uma seção oculta profunda do edifício. Tudo o que você ouvirá será apenas o som de alguém falando sozinho, ecoando pelos corredores. É uma língua impossível de se entender, mas fará com que sua alma sinta um medo inexplicável. Caso a voz pare de falar a qualquer momento, PARE e rapidamente diga em voz alta "Gostaria de dizer que, estou apenas de passagem". Se o silêncio persistir, fuja imediatamente. Corra, não pare por nada, não vá para casa, não fique em uma pousada, se mantenha sempre em movimento, durma apenas onde seu corpo cair. Você saberá se escapou assim que acordar. Se a voz na sala voltar depois de pronunciar essas palavras, continue. Ao chegar à cela, tudo o que verá é uma sala sem janelas, com uma pessoa em um dos cantos, falando uma língua desconhecida enquanto segura algo. A pessoa responderá apenas a uma pergunta: “O que acontece quando todos se unem?“. A pessoa então olhará em seus olhos e responderá sua pergunta em detalhes horripilantes. Muitos ficaram loucos nesta cela, outros desapareceram após este encontro, e não se sabe quantos continuaram vivos. Mas a maioria delas sempre faz a pior coisa, que é querer olhar para o objeto que a pessoa carrega. Você vai querer olhar também. Mas que fique avisado, se você fizer isso, sua morte será cheia de crueldade e horrores inexoráveis. Sua morte estará naquela cela, nas mãos daquela pessoa.


Olá, pessoas Sou a LoiraMa_Bratva, decoradora no BC há mais de dois anos, presidente a CIA_Decor - um grupo de decoradores empenhados em ajudar e mostrar trabalhos - que falarei mais nas próximas edições - e, a partir dessa edição, a nova colunista de decoração da revista Conexão BC. Ao contrário do que muitos pensam, não entrei no jogo por outro motivo que não fosse decorar, pois foi isso que realmente me interessou quando uma amiga me mostrou o jogo. Entrei e comecei a aprender, não era pra me tornar decoradora, mas nas primeiras decorações que fiz, já recebi encomendas e estou até hoje trabalhando nisso. Meu aprendizado foi muito misto, teve um pouco de curiosidade, algumas dicas de amigo e muita paciência também. Nesse ponto tenho que agradecer ao Nano_Bratva que não joga mais e diverlmb_diver que nunca deixou de me ensinar quando precisei. Hoje quero passar a vocês tudo que sei. Decorar não é difícil, mas tem que ter paciência. E estarei aqui pra ajudar. A partir desta edição falarei sobre tudo em matéria de decorações no BC - script, rotação, escala e estado. Estão pensando que isso não tem mistério? Sempre tem algo que não sabemos. Então darei dicas, mas pra que esse projeto de certo gostaria que enviassem suas dificuldades e dúvidas para que eu esclareça nas próximas edições. Tenho comigo duas frases que uso sempre: “Decorar é uma Arte” “Não sabemos tudo sobre tudo” Então, mãos à obra... Literalmente!


Admiração.... Os dias passam, horas se vão. A grama toca meus pés. A brisa me acaricia. Vejo a vida em plena sintonia. O único som que escuto é o vento cortando as pedras. Que dia lindo, intenso. Quão grande é meu amor. Quão pequeno é a dor, A de quem não tem o teu calor. Presságios vêm e vão. Doce ilusão, sonhar com beijo teu então. E neste barco parado a beira rio, vou navegar. E apreciar toda sua paisagem. Meu doce amor, você é minha passagem. E a paisagem que vejo, foi feita para teu gracejo. Doce desejo.... Fim ADR 20/04/08


Quem sou eu no mundo virtual? Como o eu é construído? A partir de que material imaginário eu começo a escolher os símbolos que determinarão a aparência do avatar, skin, cor de pele, cabelo, estilo de roupa, maquiagem, linguagem escrita, gírias, modo de escrever as risadas, locais que freqüento, pessoas que escolho para conversar…? Há o senso comum de que no mundo virtual simplesmente escolhemos ser aquilo que não podemos ser no mundo físico. Mas em poucas conversas pelo Baixo Cidade descubro que não é bem assim. Por isso decidi recorrer à filosofia e psicanálise para investigar essa questão, mesmo admitindo minha pouca bagagem na segunda área. Também não me incomodarei com a repetição excessiva de palavras como “eu” e “outro”. Para entender como construímos nosso eu no mundo virtual, é preciso retornarmos à compreensão da construção do eu no físico. Afinal, o virtual não se trata de algo oposto ou desconexo do real, como já foi esclarecido no artigo Vida virtual…Existe?, e sim uma força vital que faz parte e interage com aquilo que chamamos de real. Chamaremos este real de “mundo físico”. Vamos recorrer a teoria do psicanalista Lacan para entender como formamos o eu. Não pretendo me aprofundar na teoria lacaniana (ai de mim se tentasse), mas procuro ser compreensível nos conceitos básicos.

O que isso quer dizer? O eu se constrói a partir do olhar do outro, principalmente da imagem que lhe é devolvida pelo semelhante. Ou seja, a partir do momento em que ouvirmos de nossos pais “você é isto” ou “não faça isso”, começamos a formação do eu. Essa imagem devolvida pelo outro vai parar no inconsciente, onde ruminará durante toda a nossa vida uma tentativa de atingir as expectativas daquilo que o outro (nesse caso, papai e mamãe)

gostaria que fossemos. Ou, em caso de uma imagem negativa dada pelo outro, tentaremos sempre superar essa imagem para que o outro nos veja como eles gostariam de nos ver, já que uma imagem negativa é formada no outro porque os desagradamos de alguma forma. O outro é o eu ideal. Ou seja, nossa compreensão do outro é baseada na nossa percepção sobre o desejo do outro a nosso respeito. Passamos a vida toda tentando moldar nosso eu real à imagem e semelhança desse eu ideal que mamãe e papai querem que sejamos (bonito, bacana, inteligente) que são significantes que veiculam o desejo do outro. O resultado é que o eu raramente se sentirá à altura do que o eu ideal lhe manda ser, daí a baixa autoestima. Outro fator de influência na formação do eu, é o pequeno outro. Ele pode ocupar o lugar de eu ideal com que o eu se compara e rivaliza, ou seja, uma imagem idealizada do eu que encontramos em algum colega que admiramos e invejamos. Desconhecemos que o outro é a projeção de seu eu ideal e, para se livrar de sua baixa autoestima em relação a ele, entra numa luta de puro prestígio com ele. Em suma, nossa vida é uma busca por moldar nosso eu àquilo que o outro espera que sejamos. Em um relacionamento amoroso, no trabalho, nas amizades, na família. Nossas escolhas são baseadas na tentativa de corresponder expectativas do outro a nosso respeito. Em segunda instância, estamos competindo, admirando e invejando o pequeno outro, que são pessoas em quem projetamos o eu idealizado. Ou seja, a pessoa que a nossos olhos são tudo o que papai e mamãe queriam que fôssemos.


Agora retornamos à pergunta inicial: E no mundo virtual? No Baixo Cidade? Como se dá a construção do Eu Virtual? Seria ele uma projeção do eu ideal? Nesse pressuposto, nossos avatares são um símbolo que representa tudo o que gostaríamos de ter sido no mundo físico. Crescemos tentando ser, por exemplo, capazes, bonitos, bemsucedidos, ricos, devido o desejo dos nossos pais. Então projetamos isso sobre o eu virtual, que terá essas características. Mas também pode ser que o eu virtual é uma tentativa inconsciente de romper com todas essas percepções, um desejo de nos livrar do desejo dos outros a nosso respeito, e criar um novo eu ideal, independente de qualquer influência. Inovamos e tentamos ser algo que nunca imaginamos e ninguém nunca quis para nós. Ou algo que temos curiosidade. Por exemplo, uma mulher cria um avatar como prostituta, apenas como curiosidade, e acaba gostando (isso virá a ter relação com a teoria lacaniana sobre o corpo e o gozo, que pretendo abordar futuramente). Porém, em ambos os casos, estamos fadados a fracassar, pois nos damos conta tardiamente que o mundo virtual é uma mini-sociedade composta por outros, inclusive com símbolos de autoridade, família e disputa por status social. Os outros que fazem parte dessa mini-sociedade também tem desejos a nosso respeito. Quando nosso avatar no Baixo Cidade nasce, ele é básico, ou seja, sem as opções de vip para nos embelezarmos de acordo com os padrões dessa sociedade virtual. Nosso primeiro contato com o eu já se dá através do estádio do espelho, que é a fase da criança em que ela se depara com sua imagem e se relaciona com o eu imaginário. Nosso avatar básico é um símbolo. Olhamos os avatares Vips, que são outros símbolos com significados diferentes – status e beleza, são desejados. Os avatares básicos (e ervilhas) são feios, as roupas são feias, as danças são feias (não seriam considerados feios caso não houvesse as opções Vips). É aqui que também Lacan diria que desejamos aquilo que o outro deseja. E ninguém deseja os ervilhas com visual básico. Nossa derrocada na liberdade da influência do outro na criação do eu virtual começa no primeiro contato com os avatares. Os vips, que tem o papel de pequeno outro, se encarregam de competir com o eu virtual. Já possuímos um eu virtual ideal, que será comparado com o outro virtual, resultando na baixa auto-estima virtual. Se queremos ser alguém no mundo virtual, iremos projetar o eu no pequeno outro. E aí começam nossos objetivos no jogo. Competição, inveja, rusgas, fofocas, entre outras conseqüências surgirão. À primeira vista, alguns simplesmente são o mesmo que são no mundo físico, outros criam uma personalidade “diferente” no jogo. Porém não é possível que nenhuma das duas coisas ocorram. No primeiro caso, não podemos escapar do olhar do outro virtual.

Desejaremos o que o outro deseja, e o outro deseja aquilo que existe apenas no mundo 3D. Ou seja, teremos que nos adaptar para novos objetivos. Nisso, o eu virtual já começa a se diferir do eu real. No segundo caso, não é possível criar uma personalidade totalmente dissociada do olhar do outro no mundo real, pois já começamos o jogo com a expectativa de realizar fantasias já existentes em nosso imaginário e em nosso outro ideal que carregamos no mundo físico. Ou seja, se dizemos que criamos uma personalidade diferente da real, significa apenas que estamos manifestando uma personalidade ruminada no inconsciente e mascarada por personas. Sintetizando, o eu virtual sofrerá influencias em duas fases: na decisão de jogar (expectativa) e no primeiro contato com a realidade virtual (confronto). O corpo virtual é importante nesse processo, pois o corpo é o agente do gozo. E existem muitas maneiras de obter o gozo (satisfação) no Baixo Cidade, mas o gozo sexual é obviamente o chamariz que nos trouxe ao jogo. Podemos concluir então que toda a construção do eu virtual tem como meta o gozo, sendo se tornando uma prostituta, seja cansando-se com um cônjuge fiel. No final, todas as escolhas que fazemos termina com o gozo. Tudo é pelo gozo.

Por:

Azumi_Mysteria


por MARILYN DYVA Depois da BRITTATIZAÇÃO DA MODA BRASILEIRA, a nova tendência pro verão 2014 são os looks metalizados. É claro que você não tem condições para montar um look assim, afinal, não é qualquer uma que pode vestir roupas metalizadas em plena luz do dia sem ficar parecida com uma trufa gigante embrulhada em papel alumínio barato. Se você é corajosa o suficiente para arriscar encontrar peças assim em lojas de departamento, onde dividem as compras em 8x sem juros no crediário, aqui vão algumas imagens glamoooourosas dessa tendência:

Quem usa e abusa do look metalizado, nas fotos acima, é a atriz global Juliana Lohmann que, ao divulgar as fotos, aproveitou pra dizer que está solteira e blá blá blá, não sou obrigada, né? Amiga, sei que por mais que você se esforce o máximo que vai conseguir com os looks metalizados é isso:


Por _Pekenina_ Para nossa tristeza alegria já foram escolhidos os participantes do Big Brother Brasil 2014 e se você acha que qualquer um entra lá ou que acontece algum tipo de sorteio, está enganada, meu bem! Tudo ali é premeditado. Justamente por isso, resolvi criar esse post, para você, minha amiga de casa, que é louca pra entrar nessa boxta de programa, descubra o que é necessário para ser uma BROTHER’S e quem sabe, participar do BBB 2015 (oremos que até lá o mundo acabe). Tome nota:

Sim, minha amiga, evangélica não entra no BBB, eles gostam é de mulheres modernas e dadeiras (#AmoSOU). Um exemplo disso é a Bianca (o nome já diz tudo), mais conhecida na net como Barbie Wild (tentando não julgar o nick), que tem como profissão se exibir na webcam (”empresária”). Prepare a depilação e a água oxigenada, você vai precisar! Aos interessados, esse é o blog da nossa Bianca: http://barbiewildxxx.blogspot.com.br/p/my-photos.html#sthash.SFnpGZMr.dpuf

Essa é bem fácil e já é ”modinha”, grave aquela cena íntima e mande para algum grupo no WhatsApp, pronto! Se for menino, masturbação é a mais pedida, assim como o vídeo que anda circulando do participante Roni (não se anime, dizem que o peru não é Sadia #PP #Mini #Pocket). Fazendo o sex tape o sucesso é garantido!

Querem o link pro vídeo? SE VIREM! Aqui não é revista de putaria!


Por _Pekenina_

Serve qualquer merda, cursinho de teatro feito no ”Escola da Família”, interpretação de Maria na Missa de Páscoa, participação no teste de paternidade do Ratinho ou, até mesmo, vídeo no YouTube que não fez o sucesso que você esperava. Qualquer coisa te torna um artista e uma possível Grazi Massafera, afinal, qualquer coisa que ‘vingue’ é motivo para não classificar o programa como inútil. No caso da nossa amiga, ter participado de novelas da Globo ajuda, né?

Basta ser gostoso e gostosa. É preciso ser ou ter mais que isso pra estar na TV? No.


Por _Pekenina_ É tipo, jogador de futebol, entende? Vide os Ex BBBs: Thyrso, Tarciana, Dhomini, Dilson, Gecilda, Maria Gerislânia, Carollini, Fani, Irislene Stefanelli (TOP), Dicesar, Uilliam, Ariadna e etc.

Pessoas ‘alegres‘ sempre causam polêmica feat. Ibope, por isso estão cada vez mais evidentes na Rede Glóbulo, basta assistir a novela. Só não pode rolar beijo, porque a família brasileira ainda não está preparada, só vale bunda, peito e sacanagem hétero! <3

Gente com cara de barraqueira sempre tem um espacinho (vide Solange) no BBB, imagina sendo BRUXO?


Por _Pekenina_

Não importa ter sido Miss Guaianazes, Miss Acre, Miss Prostituta ou qualquer outro concurso dispensável, ultimamente sempre tem uma no BBB, que logo será esquecida, como todas as outras! Detalhe para a Franciele, que foi a A GAROTA DOLLY <3 http://www.youtube.com/watch?v=lGq8ozTRXTE Video da Miss Coringa!

O povo da internet precisa de gente assim pra fazer comparações e etc. A pobraiada se diverte com essas coisas.


Por _Pekenina_

Sempre tem UM ou DOIS que entram pela cota. Ele não tem nenhum atributo citado anteriormente, não tem o padrão de beleza europeu, não é rico, não tem amigos conhecidos na globo, ele tem cara de pobre e só está lá pra dizer que o programa não é enganação.

Ter cara de nada também é muito importante e pode ser o item decisivo que fará você entrar na casa, afinal, alguém tem que ser eliminado nas primeiras semanas sem ter mostrado nada do que é.

PRONTO AMIGA, agora sim você pode entrar no BBB, basta seguir algum estereótipo desses e tá garantido! Você nem vai precisar dar pra ninguém, ao contrário de quem entra na Malhação!



SEXTA EDIÇÃO CONEXÃO BC