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Informativo da Faculdade Ideal • www.faculdadeideal.com.br

jan 2012

Pais e filhos

Quão diferente pode ser o pensamento de pais e filhos? O quanto as opiniões de gerações tão distintas divergem quando assuntos como a liberação do uso de drogas, a redução da maioridade penal e o casamento homossexual vêm à tona? O “conflito de gerações” sofreu profundas transformações ao longo dos anos. Se antigamente prevalecia a opinião unilateral dos pais, hoje, estes são mais maleáveis e aceitam com mais naturalidade a opinião dos filhos. Por isso, a Conecte! conversou com pais e filhos para saber se suas opiniões sobre assuntos comuns às discussões atuais são diferentes, ou não. ∆∆ Páginas 4 e 5.

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CONECTE!

Na contramão do óbvio

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Roupas, acessórios, objetos de decoração ou ainda móveis feitos de forma artesanal e em pequena escala têm feito a cabeça de milhares de pessoas. Não é à toa que, a cada dia, cresce o número de ateliês que oferecem produtos diferenciados e exclusivos, feitos especialmente para quem quer fugir do tradicional. Para quem gosta de decoração, vale a pena conhecer as peças exclusivas feitas pela artesã Vânia Braun. “Mais do que decoração, minhas peças têm como objetivo a funcionalidade. São cabideiros, espelhos, bancos, mesas, armários, caixas-oratórios, entre outros objetos, feitos de produtos variados como sobras de madeira, tecido, vinis, etc.”, explica a artesã, enfatizando que cada objeto é único e feito a partir de momentos de inspiração e criatividade. A criatividade, aliás, é um dos diferenciais do trabalho da publicitária Renata Segtowick. Desde 2009, Renata produz camisetas, almofadas, cadernos, entre outros objetos, que são comercializados pela internet ou por encomenda. “Acho que as pessoas estão buscando hoje em dia peças que se diferenciem na multidão. Ainda recebo muitas encomendas personalizadas e, muitas vezes elas vão pra vitrine da loja”, conta Renata. E quem disse que a exclusivi-

dade tem idade? O Atelier Mon Petit, por exemplo, é especializado em moda para crianças de 0 a 10 anos. “São acessórios e roupas personalizadas, feitas sob medida, tendo inspirações fantásticas e lúdicas, com o objetivo de vestir a criança como criança e não como miniadultos”, contam as proprietárias, Rebeca Cavalcante e Michelle Marques, revelando que um dos carros-chefes da coleção são as faixas, feitas com material que não machuca a cabeça das crianças.

Vânia Braun reaproveita materiais para dar uma cara nova e moderna às peças

Michelle e Rebeca apostam no lúdico para confeccionar peças para suas miniclientes

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Para conhecer Mon Petit Atelier - http://www.facebook.com/monpetitatelier Renata Segtowick - www.elo7.com.br/renataseg Vânia Braun Atelier - http://blogdavaniabraun.blogspot.com |

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• Diretor geral: Profo João Messias dos S. Filho • Vice-diretor: Profo Antonio Carlos T. de Moraes • Diretor financeiro: Profo Manoel Leite Carneiro • Diretor executivo: Nelson Beckman Nery • Diretora acadêmica: Profa Melissa Moraes • Diretor de marketing: Manoel Leite Junior • Coordenador de marketing: Helder dos Anjos • Assessora de Imprensa: Ângela Bazzoni • Imagens: Bruno Carachesti Rua dos Mundurucus, 1427 • Batista Campos - Belém-PA. CEP 66.025-660 • (91) 3323-6000 Ajude a fazer o Conecte!. Mande sugestões, opiniões e dicas para conecte@grupoideal.com.br * Os conteúdos das seções “Eu indico” e “Opinião” são de inteira responsabilidade de seus autores e não refletem a opinião da instituição.

Produção:

Distribuição/comercialização


Natal com clima de solidariedade O mês de dezembro teve um gostinho especial para centenas de crianças que moram às proximidades do município de Igarapé-Miri. Um grupo de pessoas, liderado pela concluinte do curso de Administração da Faci, Ana Claudia Santos, realizou uma ação solidária com a distribuição de brinquedos e kits escolares, arrecadados pela turma de novos administradores. A ação contou até com a presença do Papai Noel, que fez a alegria da criançada. Famílias ribeirinhas, que vivem às margens do município também foram beneficiadas.

A criatividade da gastronomia, trabalhos inspiradores do mercado de entretenimento nacional e internacional, além de discussões sobre processos criativos, podem ser encontrados no site Marketing na Cozinha (www.marketingnacozinha.com. br). O espaço, comandado pelo publicitário Rafael Mantesso, é parada obrigatória para quem quer se manter atualizado nas ações de marketing do mercado, além, é claro, de se deliciar com posts para lá de suculentos. Ah, um detalhe: este não é um site de receitas, ok?

Insônia x redes sociais Um estudo da empresa E.life, feito a partir de dados coletados na internet, constatou que é grande o número de brasileiros que recorrem às redes sociais nas madrugadas sem sono. Segundo a E.life, em novembro, a hashtag #insonia chegou a entrar na lista de trending topics do Twitter. Entre os dias 5 e 15 de novembro, foram registrados 24.055 depoimentos mencionando insônia nas principais redes sociais. O horário em que esse termo é citado com mais frequência é entre 1h e 2h da madrugada. Mas, para alguns internautas, a falta de sono dura mais. O assunto é bastante debatido desde as 23h até as 5h. No período em que foi feita a pesquisa, o dia com mais insones on-line foi terça-feira. E o número diminuiu no fim de semana.

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expressas

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Continuação da capa Confira as perguntas que fizemos aos pais e filhos entrevistados! 1 2 3 4 5

O que você pensa sobre legalização das drogas no Brasil? Qual sua opinião sobre casamento entre pessoas do mesmo sexo? O que você acha da nova “lei da palmada”? Você é a favor da redução da maioridade penal no Brasil? Se seu dia tivesse 25 horas, o que você faria com os 60 minutos extras?

Fabíola Costa, advogada A princípio, penso não ser a solução para o problema que envolve o consumo de drogas. Muitas vezes já ouvi o argumento de que em países onde há descriminalização das drogas o consumo tornou-se reduzido, mas acho que a diminuição do consumo está intimamente ligada à informação e educação. Em um país onde o acesso à educação ainda não é uma realidade de massa, o que teremos como consequência da legalização é um aumento do número de dependentes e um aumento do gasto com a saúde para tratamento dos mesmos. Além disso, ao contrário do que se prega por aí, não acredito o tráfico vai perder força, pois enquanto questões políticas envolvidas não forem tratadas, sempre teremos mercado paralelo para o consumo das drogas.

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Priscilla Brasil, diretora de cinema Certos tipos de drogas já deveriam ter sido legalizadas há muito tempo. Não adianta, o povo não vai parar de fumar maconha e, sinceramente, é escolha de cada um usar ou não. Outras drogas (como a cocaína, por exemplo) precisam de políticas públicas muito mais avançadas, pois são substâncias que colocam vidas em risco. O uso de drogas é um grande tabu - e isso impede qualquer discussão mais aprofundada do assunto.

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Eu não entendo quem pode ser contra isso. As pessoas partilham vidas e cada um escolhe com quem quer dividir (ou não) as coisas, independente de gênero, cor, classe social. Qualquer opinião contrária está, na minha opinião, ferindo o direito de escolha e a liberdade de cada uma dessas pessoas.

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Sou contra violência física, mas não acho que isso seja o caso uma vez que já existe legislação sobre isso. As pessoas se preocupam tanto com a questão “com palmada ou sem palmada”. Eu me preocupo mais com a questão “com educação ou sem educação”. Estou cansada de ver gente que não aprendeu nada com os pais, que não tem princípio nenhum, que está aí jogada num mundo sem reflexão e passando por cima dos outros a torto e a direito. Cada caso é um caso, cada ser é diferente do outro. Cada pai que tiver amor pelo seu filho vai encontrar a forma de abordá-lo, de acordo com o que o filho é. Mas, infelizmente, isso anda meio em falta, o amor.

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Eu acho que sim. Se você tem capacidade de votar, você entende como é o mundo. Se você entende como o mundo funciona, você é responsável pelos seus atos. É simples assim.

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Cozinharia e leria para minhas duas filhas.

Acho justo que pessoas que constroem uma vida juntas tenham proteção legal para seus direitos. Não é digno que um casal não possa ter seu direito a ser dependente em um plano de saúde, ou a pensão, mas meu entendimento sobre denominar o reconhecimento dessa relação como casamento é de que isso não se aplica aos casais de mesmo sexo. Contudo, entendo que seja válido e legítimo que sejam assegurados os direitos que nascem dessa união.

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Graça Brasil, engenheira e advogada Penso que é um risco grande, pois pode facilitar o cosmo entre pessoas que “a priori” não pretendem ser usuários.

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É uma realidade que merece ser respeitada. Não admitir o casamento é estabelecer “desigualdade” por causa de opção sexual. Todos sabemos da união de homossexuais, então não cabe não admitir casamento.

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Muito boa para “tentar conter” absurdos. Palmadas são formas de agredir fisicamente e educação não combina com agressão. O castigo é muito melhor aplicado e produz melhores resultados.

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Isso é muito complicado, mas a imprensa mesmo divulga com abundância situações em que bandidos usam menores em assaltos, roubos e furtos. A redução da maioridade de certa forma penalizará os menores não envolvidos com bandidos, mas protege a sociedade de forma bem ampla (incluindo os menores).

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Eu me envolveria com questões políticas - tentaria exercer um certo controle nos Atos dos homens públicos de minha cidade (prefeito, secretários e vereadores).

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Um verdadeiro absurdo. Entendo que o Estado deva proteger as crianças e os adolescentes, mas interferir no poder familiar dos pais de corrigir e de aplicar punições proporcionais e razoáveis é nocivo. Muitos adultos da nossa geração levaram a famosa palmadinha corretiva e hoje são homens de bem, sem traumas. Óbvio que não defendo o espancamento ou pais que maltratam seus filhos, esses devem ter a punição cabível, e diga-se de passagem, já existe legislação para punir estes atos.

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Sou favorável a uma punição proporcional ao fato criminoso praticado. Claro que este modelo legal não se aplica ao Brasil, mas, para mim, essa seria a melhor maneira de punir exemplarmente criminosos, independente da idade destes. O que não é justo é que um menor, por possuir 17 anos, possa cometer crimes hediondos e ser punido com uma medida socioeducativa.

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Provavelmente, eu dormiria mais (risos).


Camila Figueredo, publicitária Acho esse debate profundamente ideológico. É comum ouvirmos que o uso de drogas estaria relacionado com a liberdade e os direitos do cidadão em usar qualquer droga, e que não seria função do estado interferir neste comportamento. A grande fraqueza deste tipo de argumento é que não leva em consideração que a legalização de uma droga produz uma maior oferta desta droga, expondo um número maior de pessoas ao consumo e às suas complicações. As pessoas enfatizam em demasia o comportamento individual do uso das drogas e não levam em consideração o nível de dano social. A descriminalização não reduziria a força do crime organizado, pois este não existe em função da droga.

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O gênero da pessoa eleita não pode gerar tratamento desigual com relação a quem escolhe, sob pena de se estar diferenciando alguém pelo sexo que possui: se igual ou diferente do sexo da pessoa escolhida. No Brasil e no mundo, milhões de pessoas do mesmo sexo convivem em parcerias contínuas e duradouras, caracterizadas pelo afeto e pelo projeto de vida em comum. Essa realidade reflete-se em termos legislativos, que proíbem qualquer tipo de discriminação contra o ser humano.

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Se hoje nossa sociedade ainda não consegue avaliar muito bem os riscos das drogas que já estão legalizadas, como é o caso do álcool e cigarro, imagine como será com a legalização de outras drogas. O Brasil não passou por um processo educativo, apesar das campanhas que são lançadas no sentido de conscientizar a população quanto ao consumo de drogas e até mesmo do álcool. Um exemplo disso é o grande número de pessoas que morrem por acidentes de trânsito causados por motoristas alcoolizados. E mais, o Estado terá ainda mais despesas com campanhas de conscientização e investimentos maiores em saúde para o tratamento de dependentes químicos.

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Como cristã, acredito na determinação do que Deus colocou em seus ensinamentos: o casamento é entre homem e mulher. Portanto, concordo com o reconhecimento dos direitos que surgem da relação entre pessoas do mesmo sexo, mas não concordo com o casamento.

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Completamente absurda, imagine uma criança sem limites? Não estou falando de espancamento, pois a legislação brasileira já prevê punição para casos de agressividade, mas de educar. Saber dar palmada também é um ato de amor.

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Sim. Quem comete um crime como adulto, deve ser punido como adulto.

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Aproveitaria para ficar tomando sol.

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Os adolescentes infratores não recebem a punição devida. Sou a favor de punições mais severas aos infratores, que só poderiam deixar as instituições onde estão internados quando estivessem realmente “ressocializados”. Melhorar o sistema socioeducativo dos infratores, investir em educação de uma forma ampla, mudar a forma de julgamento de menores muito violentos e algumas mudanças no Estatuto da Criança e do Adolescente, para estabelecer regras mais rígidas ao menor infrator, seriam alternativas para punição.

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Eu usaria os 60 minutos extras pra exercitar a minha mente e criatividade.

Ná Figueredo, empresário Acredito que a discussão deve ser em torno da legalização da maconha e não da legalização das drogas, e neste caso acho que deve haver um debate aberto com todos os setores da sociedade, levando-se em conta desde o usuário, as questões de saúde até o combate ao tráfico.

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Deve ser levado em conta como algo natural, como é natural alguém ser homossexual.

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Não tenho elementos suficientes para assumir uma posição.

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Sou contra a redução da maioridade penal, pois ainda somos um país onde há jovens analfabetos.

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Gastaria estes 60 minutos trabalhando, com todo prazer.

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Elian Costa, contadora

A palmada faz parte da educação das crianças, pois é uma forma de impor limites e fazer com que elas entendam como uma forma de punição que foi seguida de um ato impensado das mesmas. Uma palmada não é algo prejudicial na vida da criança, pois não é um ato de agressão, porque não fere, mas faz ela pensar melhor nos seus atos.

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agende-se

fique ligado

Mitos sobre a escolha da carreira A escolha da carreira é sem dúvida um dos grandes momentos da vida. O que devemos levar em conta na hora de definir que profissão seguir? Satisfação pessoal, salário ou mercado de trabalho? São muitas variáveis e uma coisa é certa, é preciso pesquisar muito e saber identificar o melhor caminho a seguir. Por isso, preparamos um guia rápido com alguns dos principais mitos relacionados ao assunto. Confira! ∆∆ Salário inicial da carreira é o que deve fazer a diferença. Nos primeiros anos de carreira, é mais importante aprender a trabalhar, lidar com hierarquia e adquirir experiência para criar competências. ∆∆ A situação do mercado de trabalho deve ser um fator decisivo.

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É bom ter noção de como está o mercado, porém, é preferível que se ingresse numa carreira competitiva com mais significado, do que em uma com muitas oportunidades na qual a pessoa não se identifique. ∆∆ Seguir a profissão dos pais é sempre uma boa pedida.

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Isto só será uma boa escolha caso o jovem se identifique com o trabalho. Não se deve optar pela profissão dos pais só por comodismo ou pela garantia de ter emprego sem precisar correr atrás. ∆∆ Testes vocacionais sempre funcionam. Os bons testes dão uma orientação da área provável em que o candidato se identifica, porém, dentro dela há muitas opções de carreiras. ∆∆ Ouvir um ou dois profissionais que estão no mercado basta para tirar dúvidas. É preciso pegar informações com uma boa gama de profissionais. O risco de conversar com um ou dois é ter uma visão estereotipada da profissão.

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GESTÃO Curso de Gestão para pequenos negócios, no Sebrae – PA. De 16/01 a 20/01, das 18h às 22h. Informações: (91) 3181-9001 / 9002 / 9003.

CÁLCULOS TRABALHISTAS Fundamentação teórica e execução dos cálculos referentes aos tributos trabalhistas, de acordo com a legislação vigente. Mais informações no Senac Pará. http://www. pa.senac.br ou (91) 4009-6805 / 4009-6806.

DIPLOMATA O Ministério das Relações Exteriores divulgou, no início deste ano, as normas do concurso do Instituto Rio Branco para a carreira de diplomata, em 2012. Serão oferecidas 30 vagas e o salário inicial é de R$ 12.962,12. O candidato deve ter nível superior em qualquer área de formação. O diplomata representa, negocia, informa e protege os interesses brasileiros internacionalmente. Os selecionados trabalharão no Itamaraty, no Distrito Federal, na sede do Ministério das Relações Exteriores. Mais em: http://www.institutoriobranco. mre.gov.br/pt-br/ .

Apesar da série de TV The Walking Dead fazer sucesso, é nos quadrinhos Os Mortos-Vivos que Robert Kirkman e Charlie Adland mostram sua força, ao contarem a história do policial Rick Grimes, que acorda de um coma em um mundo tomado por criaturas comedoras de carne humana e parte em busca da família. Kirkman mistura as já conhecidas referências sociais e políticas para as criaturas que rastejam com muita sangueira. Fábio Nóvoa, jornalista


opinião

Guerra na

TV por assinatura

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chegavam às telas dublados. Nada contra quem prefere ouvir o próprio idioma. No meu caso, tolero somente aquilo que está gravado na minha memória afetiva. Algumas dublagens clássicas de quando era criança, nos áureos tempos da Sessão da Tarde. Até porque era um trabalho feito por profissionais de verdade e não por artistas da Globo, que não têm nenhum senso de composição de personagens. Mesmo assim, ao fazer uma comparação, é inegável a distorção que a dublagem provoca. A qualidade técnica, por exemplo, é notadamente menor. Toda a mixagem de som, o tratamento dado aos elementos sonoros, se perde na versão em português. Fora que não tem como entrar no clima de um filme vendo um ator ou atriz conhecidos e ouvir uma voz totalmente diferente e sem sincronia com os lábios. Pior ainda é nas séries. Alguém sabe por que Friends, um dos

Carlos Eduardo Vilaça é jornalista e trabalha como editor e colunista do jornal Diário do Pará.

maiores sucessos da TV mundial, não engrenou no SBT? Se eu mesmo, fã do programa, não achei graça, imaginem quem o estava conhecendo? As piadas se perderam, frases ficaram sem sentido. Muito ruim. Volto a repetir, não existe motivo racional para não se disponibilizar os dois áudios e opção de legenda na TV por assinatura. É uma questão de bom senso e respeito com o consumidor. São poucos os canais que possuem essa prática. Deveriam ser imitados, mas falta interesse. Com isso, seja você um fã da dublagem ou da legendagem, é o seu poder de escolha que diminui, mesmo pagando uma nota pelo serviço...

Tucuruí: a barragem da ditadura, do jornalista e sociólogo paraense Lúcio Flávio Pinto. O livro conta em detalhes a história da construção da Usina Hidrelétrica de Tucuruí e todos os problemas ambientais e sociais decorrentes. É importante conhecermos o passado para aprendermos com a história e não deixarmos que os mesmos erros se repitam na construção da Usina de Belo Monte. Alan Mansur, Procurador da República no Pará

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Dublado x legendado. Essa é uma guerra estúpida (e não são todas?). Não consigo entender o porquê de não se chegar a um meio-termo para evitar desgaste na relação entre assinantes e canais pagos. A solução, simples até, seria disponibilizar as duas opções, já que a tecnologia torna isso possível. O único fator impeditivo, portanto, é a ganância, a preocupação em gastar um pouco mais tendo que contentar gregos e troianos. A ordem é escolher um lado – no caso, os que preferem a dublagem – e pronto. A dublagem imposta é uma realidade. Vários canais optaram por esse sistema seguindo a tendência de popularização da TV por assinatura, agora acessível a um público acostumado com a TV aberta, que tem por padrão exibir produtos dublados. Os cinemas também estão com espaço cada vez mais restrito ao áudio original. Foi-se o tempo que apenas animações e filmes infantis

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em foco

Registro do Réveillon enviado por

Ricardo Magno,

Caroline Gomes

Marcello Falcão.

e Fábio Falcão.

Juliana Arini, Yolanda

. res e Glaycy Carvalho

Celestrino, Raquel Flo

Vivianne Machado, Eder César e Mirel

la Taise.

gues.

Rômulo Nascimento, Dionísio Hage e Maurício Domin

Baile dos concluintes em

Gestão Ambiental 2011.

Que tal ter sua foto e de sua turma publicada na seção “Em Foco”? Mande suas fotos para conecte@grupoideal.com.br e faça parte da Conecte!

Lobato, Felipe Maués, Bianca Mutran. lso Ce e ns rti Ma Amanda


Conecte! - janeiro 2012