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Análise da água no verão

Chega a hora de pintar o prédio. Surge então uma série de procedimentos administrativos e financeiros que devem ser observados, sem falar na escolha da empresa e as possibilidades de tintas, cores e novos materiais. Para esclarecer as principais dúvidas veja dicas de profissionais para facilitar a escolha certa.

Página 16 criciúma

Prédio destaca Outubro Rosa Página 18

Finanças Conta pool ou vinculada? Página 10

União Nova demarcação em áreas de marinha Página 24

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Editorial

Expediente

Semana Lixo Zero

D

e tempos em tempos, chega a hora de pintar o prédio e, então, surge uma série de procedimentos administrativos e financeiros que devem ser observados, além da escolha entre as inúmeras empresas no mercado e todas as possibilidades de tintas, cores e novos materiais que podem ser empregados. Para esclarecer as principais dúvidas de síndicos e condôminos preparamos um guia para facilitar a escolha certa. Leia na matéria especial desta edição. Com a proximidade do verão é hora dos condomínios se prepararem, pois é nessa época do ano que os espaços comuns são mais utilizados. Nas páginas da Condomínios & Cia contamos com as dicas e orientações da professora e consultora de condomínios Rosely Benevides de Oliveira

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Jornal dos Condomínios

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Schwartz sobre as ampliações e melhorias que podem ser feitas nas áreas de lazer do condomínio para abrir a temporada de verão. Veja também como o uso de uniformes garante a boa apresentação do funcionário e segurança ao condomínio. Além de proporcionar a comodidade necessária para exercer a função, o uniforme traz economia de tempo e dinheiro para o funcionário. A Semana Lixo Zero vai movimentar Florianópolis e promete trazer muitas atividades gratuitas para síndicos, funcionários e moradores de condomínios. O Jornal dos Condomínios está apoiando esta iniciativa e apresenta a programação completa para quem quiser participar. Boa Leitura! Ângela Dal Molin

Espaç Síndi editai prát docum

Coord. Administrativa e Editorial - Angela Dal Molin jornaldoscondominios@yahoo.com.br Coordenação editorial impresso e web – Vânia Branco jornaldoscondominios@terra.com.br

Administrativo financeiro - Cristiano Carvalho

Textos Criciúma e região - Soraya Falqueiro SC 3578 JP Textos Grande Florianópolis - Kalyne de Oliveira Carvalho SC 0004107 JP, Graziella Itamaro SC 01358 JP Textos Baln. Camboriú e região - Leonardo Leite Thomé - DRT SC 04607 Revisão - Silvia Laura Abrahão Assistente de Criação - Carlos Alberto de Souza Impressão GRUPO RBS Tiragem Comprovada - Nesta edição 12.000 exemplares Circulação - Grande Florianópolis, Balneário Camboriú, Itapema e Criciuma Entrega gratuita e dirigida

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Os artigos publicados com assinatura não traduzem necessariamente a opinião deste jornal.

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Jornal dos Condomínios

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Outubro 2013

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Semana Lixo Zero Florianópolis sedia Semana Lixo Zero para refletir sobre a gestão de resíduos

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Semana Lixo Zero 2013 com atividades gratuitas realizadas em diferentes locais e voltadas para diversos públicos acontecerá de 20 a 27 de outubro, em Florianópolis. A iniciativa é do Instituto Lixo Zero Brasil, presidido pelo catarinense Rodrigo Sabatini. O ILZB faz parte da Zero Waste

International Alliance (ZWIA – Aliança Internacional para o Lixo Zero), movimento internacional de organizações que disseminam o conceito e princípios Lixo Zero no Mundo. O objetivo do evento é fazer com que a toda a sociedade reflita sobre o tema geração e a gestão de seus resíduos. “Queremos chamar a atenção

e difundir o Conceito Lixo Zero, promover metas Lixo Zero e suas práticas. Seminários com a presença de convidados internacionais mostrarão o andamento e o sucesso de iniciativas em países como a Itália, Estados Unidos e Suécia”, explica Rodrigo Sabatini. A programação prevê eventos focados em todos os públi-

cos e idades, desde a revolução dos baldinhos para crianças, passeio ciclístico, museu do lixo, feira do cacareco, debates, seminários e atividades práticas voltadas para condomínios e ambientes públicos e de trabalho. A semana tem o apoio do Jornal dos Condomínios e da empresa Novo Ciclo que reali-

zará a palestra: “Aprenda como tornar seu condomínio Lixo Zero”, com 2 horas de duração, coffee break para troca de idéias e certificado de participação. Acesse e confira a programação completa: http://ilzb.org/ site/ e acompanhe a cobertura da Semana no facebook/jornaldoscondominios

O que é Lixo Zero? O conceito Lixo Zero consiste no máximo aproveitamento e correto encaminhamento de resíduos recicláveis e orgânicos e a redução – ou mesmo o fim – do encaminhamento destes materiais para os aterros sanitários. Prevê que materiais que muitas vezes são descartados no lixo comum ou levados para reciclagem sujos e misturados – dificultando seu reaproveitamento -, sejam encaminhados para usinas,

fábricas ou novos negócios que os utilizem como matéria prima. Lixo Zero também é um conceito de vida (urbana e rural), no qual o indivíduo e consequentemente todas as organizações das quais ele faz parte, passam a refletir e se tornam conscientes dos caminhos e finalidades de seus resíduos antes de destiná-los para aterros ou outros locais de destinação. Apesar de nascida do

idealismo, a filosofia Lixo Zero está sendo incentivada por causa da dura realidade: o alto custo e a dificuldade cada vez maior de conseguir permissões para novos aterros sanitários, e uma consciência de que os resíduos orgânicos nos aterros liberam metano – que é um dos gases de efeito estufa – e chorume, onde ambos devem ser totalmente controlados. Fonte: Lixo Zero Brasil

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Faça Certo

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Barulho de construções vizinhas

Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que ruídos excessivos podem causar prejuízos à saúde. Portanto, as legislações e normas brasileiras estabelecem limites de decibéis para emissão de ruídos diversos. Entretanto, a construção civil recebe adequações diferenciadas, pois ela, invariavelmente, emite ruídos acima do limite normal, tendo apenas uma limitação de período de tempo. Segundo o Código de Obras de Florianópolis, é proibido executar trabalho ou serviço que produza ruído nas vizinhanças de edificações residenciais antes das 7 horas e depois das 19 horas de segunda a sexta-feira e das 7h às 12h aos sábados. Quanto ao limite de decibéis, a Justiça entende que a construção civil está isenta de limitações, pois considera que a obra é necessária. A solução apresentada pela Fundação Municipal do Meio Ambiente de Florianópolis (Floram), nesses casos, é o diálo-

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go entre a vizinhança e o bom senso. Os órgãos ambientais pedem às construtoras que sejam utilizadas novas tecnologias que busquem produzir menos barulho e técnicas de confinamento de som, que podem ser requeridas pelo reclamante. Havendo a necessidade por parte da construtora em realizar a obra fora do horário permitido, o responsável pela obra deve requerer autorização junto ao órgão ambiental, para que esse monitore os níveis de decibéis, estabeleça regras e justifique o ruído à vizinhança. Em ocorrências ou suspeitas de irregularidades, o síndico deve procurar a central de denúncias da Floram e requerer, por escrito, as devidas providências. Se constatadas as irregularidades, a fiscalização poderá lavrar auto de infração, com processo administrativo contra a construtora, multas que variam de 3 mil a 4 mil reais e até o embargo à obra até sua regularização. t

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Conta de água alta indica problemas hidráulicos Válvulas desreguladas ou deterioradas, rompimento ou vazamento das tubulações são os problemas mais comuns

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m dos vilões do desperdício de água é o vazamento hidráulico, que pode ser evitado com vistoria e manutenção preventiva. De acordo com o sócio-gerente da Eva Manutenções e técnico em edificações, Everaldo Castodi, quando forem detectados sinais de umidade nas paredes ou tetos e a conta de água vier acima do normal pode ser que tenha algum problema no encanamento e é interessante chamar um profissional da área para averiguar a anomalia. Entre as danificações mais comuns estão válvulas desreguladas ou deterioradas, rompimento das tubulações e vazamentos da tubulação preventiva enterrada. Para se ter uma ideia do prejuízo com problemas hidráulicos, “uma válvula danificada pode deixar o condomínio sem água em duas horas ou menos”, afirma Castodi. Segundo ele, é muito importante estar atento com as

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é do condomínio, já os ramais é dos moradores”, garante. O síndico e o zelador devem conhecer o sistema hidráulico do edifício, saber onde ficam os registros e o funcionamento do conjunto motor e bombas. Castodi aponta que é importante o gestor condominial ter em mãos o projeto e o memorial descritivo para evitar desvio de

Bomba reserva para evitar ficar sem água O vazamento hidráulico pode ser evitado com vistorias e manutenção preventiva válvulas de descargas quanto ao golpe de aríete (variação de pressão que ocorre nos encanamentos). Este movimento é o principal causador de vazamentos nas prumadas dos edifícios. Um motivo de polêmica nos condomínios é sobre a responsabilidade do problema

hidráulico. Segundo o técnico em edificações, a correção de um vazamento fica a cargo do edifício quando ocorre na prumada até o início do ramal, ou seja, até o registro geral e válvula de descarga. “Tudo aquilo que o morador não puder fechar dentro da unidade,

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prumadas em uma reforma ou manutenção. Se os moradores autorizarem, o zelador pode fazer uma verificação periódica de alguns itens para evitar o desperdício, entre eles os courinhos das torneiras e das válvulas de descarga, além da boia da caixa da água, pois se estiver danificada ocorre vazamento pelo ladrão.

Jornal dos Condomínios

O prédio pode ficar sem água se a bomba não estiver funcionando corretamente. É indicado que o condomínio tenha pelo menos duas bombas de recalque, pois no caso de manutenção de uma delas, ou se ocorrer de estragar, a outra abastece o edifício. Uma sempre fica na reserva, e o zelador deve intercalar o uso a cada 15 dias. “Assim garante mais durabilidade aos aparelhos”, diz o proprietário da empresa Bomba Silva, Maicon Michel da Silva. O tempo útil de uma bomba é de cerca de 10 anos, sendo que com uma manutenção periódica sua vida útil aumenta, mas se for manuseada sem cuidado pode não ultrapassar dois anos de uso. “Se não for feita a manuten-

ção, problemas numa simples bóia podem queimar o equipamento”, alerta Silva.

Atenção Se faltar água da concessionária, o melhor é desligar o aparelho. Se entrar ar, a circulação de água sem recalque, aquece a água danificando a tubulação e o selo mecânico (peça responsável pela vedação), facilitando a entrada de água dentro do motor, que pode queimá-lo. O funcionário do condomínio também deve ficar atento com a ocorrência de ruídos, qualquer barulho diferente, pode indicar que algum componente não está operando normalmente. Se isso ocorrer, a atitude certa é chamar um profissional.

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Primeira parcela do 13 vence em novembro º

Síndicos que não fazem provisões anuais terão despesa maior no fim do ano

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té 20 de novembro é o período para os condomínios que contam com quadro de funcionários, pagarem a primeira parcela do 13º salário. Considerado um dos itens que mais onera as taxas condominiais, a remuneração dos funcionários chega a 60% do valor do rateio. Os moradores de edifícios que não realizam provisões anuais terão uma despesa maior no fim do ano, para arcar com a obrigação.

O primeiro valor a ser repassado é líquido, não inclui o recolhimento de encargos trabalhistas, que são descontados na segunda parcela, que deve ser paga até 20 de dezembro. Caso o condomínio não respeite a data final, está passível de multa aplicada pelos fiscais do Ministério do Trabalho. Para minimizar o impacto da folha de pagamento do 13º salário, o gerente de condomínios da administradora Precisa, Marcelo Becker, recomenda que a provisão da última remuneração do ano seja dividida em 12 parcelas. Segundo ele, o ideal é já planejar o valor na previsão orçamentária anual. “Hoje os condomínios tendem a optar por essa forma de angariar o recurso para evitar sustos no fim do ano”, revela. Becker observa que existem condomínios que preferem juntar o valor em três ou quatro

A primeira parcela do 13° deve ser paga até o dia 20 de novembro parcelas e outros fazem rateio só quando chega o momento de pagar, levando em conta que os moradores também recebem o 13º salário na mesma época. Mesmo assim, ele aconselha pul-

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verizar em 12 parcelas, pois nos prédios também moram pessoas que não trabalham com carteira assinada, como as autônomas que não recebem essa remuneração extra.

Como se trata de uma despesa obrigatória, o pagamento do 13º salário não necessita passar por aprovação em Assembléia, desde que o dinheiro arrecadado, durante o ano, não seja colocado no fundo de reserva, que para ser mexido necessita da deliberação dos condôminos. Por isso, Becker orienta que o condomínio deixe o recurso na conta corrente ou abra uma poupança para guardar o valor. O gerente destaca que a provisão é importante também para outras despesas de fim de ano, “como verba para as gratificações de funcionários, dentre os quais presentes e cestas básicas, além da decoração de Natal”, lembra. Os condomínios que contratam empresa terceirizada de mão-de-obra não precisam se preocupar com o 13º salário, já que a despesa fica por conta da organização. t

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CONDOMÍNIO&CIA Preparando o condomínio para o verão Paisagismo, Arquitetura, Iluminação, Tecnologia, Acessibilidade, Sustentabilidade, Arte e Decoração para edifícios

Ampliações ou melhorias nas áreas de lazer do condomínio abrem a temporada de verão Por Graziella Itamaro

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ma agenda anual organizada pode ser muito útil na administração de condomínios, pois com as necessidades sazonais antecipadas é possível planejar o orçamento e estabelecer as demandas. Com a chegada do verão, por exemplo, é hora dos condomínios se prepararem, pois é nessa época do ano que os espaços comuns são mais utilizados. Rosely Benevides de Oliveira Schwartz, professora, consultora de condomínios e autora do livro “Como Revolucionar o Condomínio”, lembra que o síndico deve preocupar-se primeiro em realizar a manutenção preventiva, que possui menor custo, quando comparada com a corretiva. “Além de reduzir o tempo de interrupção do uso de determinada área, por meio da manutenção preventiva é possível programar a data mais adequada para a ação”, recomenda.

Pesquisa Para a ampliação ou melhorias nas áreas de lazer, Rosely aconselha que os síndicos realizem uma pesquisa prévia

Síndicos devem providenciar a manutenção preventiva nos filtros e equipamentos das piscinas com os moradores, para que tenham certeza sobre o direcionamento da aplicação dos recursos, sendo que depois o assunto deve ser documentado em Assembléia. Entre as prioridades para a temporada de verão, Rosely também sugere que seja providenciada uma inspeção

certificada para a conservação do playground, que deve ser realizada por uma pessoa habilitada, como por exemplo, o próprio fabricante, como dispõe a norma NBR nº 14.350. Além disso, a consultora também recomenda que o síndico providencie uma manutenção preventiva nos filtros

e equipamentos das piscinas e que solicite, aos usuários, a atualização dos exames médicos, caso a legislação do município exija o documento. “Se a legislação não exigir, o síndico poderá sugerir a realização, inclusive facilitando a ação com a contratação de um dermatologista que poderá ficar no

prédio algumas horas, em uma data específica, para realizar os exames”, propõe Rosely.

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nadas de forma estratégica, para ajudar a monitorar a movimentação. Somente a área interna da piscina é que não pode ser filmada, em função da privacidade. “Poderá auxiliar a distribuição de circulares, alertando e solicitando aos pais que orientem seus filhos sobre os cuidados que devem ter ao usar as áreas comuns”, acrescenta à especialista. Rosely esclarece que uma administração eficiente planeja todas as ações, principalmente no que diz respeito aos elevados valores que necessitarão de rateio, ou da utilização do fundo de reserva, além das obras. “Estes investimentos devem compor a previsão orçamentária que é aprovada logo no início do ano” orienta a especialista. Segundo a consultora, para que os condôminos não fiquem sobrecarregados pelos valores das obras, o síndico pode dividir as necessidades ao longo do ano. “Quando uma área exigir uma manutenção mais profunda, como por exemplo, a impermeabilização da piscina, o síndico deverá planejar com antecedência e começar a constituir um fundo específico para essa finalidade. Quando o condomínio já tiver acumulado mais da metade do montante necessário, poderá então contratar o fornecedor, pois dessa forma os pagamentos não serão prejudicados, caso

O síndico Giovane Brasil faz todas as manutenções até novembro para assegurar uma temporada tranqüila para moradores e veranistas

Sérgio Neves, síndico do Condomínio Ana Rosa faz manutenções periódicas, mas nesta época intensifica a limpeza das cisternas e caixas d’água ocorram atrasos nas taxas de condomínio”, conclui.

Manutenção periódica Síndico do Condomínio Edifício Ana Rosa, em Florianópolis, Sérgio Neves é precavido. “Fazemos manutenções periódicas semestrais para deixar o condomínio sempre em dia”, explica o síndico. Nesta época, as principais manutenções realizadas por Sérgio são a limpeza das cisternas e caixas d’água. “Durante o verão fazemos a limpeza semanal do filtro de entrada da água na rede do condomínio

e procuramos manter o que foi feito, para que os moradores aproveitem o verão com conforto e segurança. Como são manutenções programadas semestralmente as despesas são rateadas entre os condôminos”, relata o gestor.

Maior movimento no verão Síndico do condomínio Residencial Larus, na praia de Canasvieiras, em Florianópolis, Giovane Brasil também se prepara para receber turistas e proprietários que residem em outras cidades e chegam para

o verão. “Antes da temporada iniciar, faço todas as manutenções necessárias para não ser pego de surpresa na época em que o prédio está com sua ocupação total. Faço todas as manutenções necessárias ao condomínio até o mês de novembro” relata o síndico. As principais manutenções realizadas por Giovane são: a inspeção de extintores, dos alarmes de incêndio, das bombas d’água, dos portões das garagens, dos interfones, da iluminação de emergência e do elevador; itens que são bastante exigidos na alta temporada. “Durante o verão só fazemos o acompanhamento para ver se está tudo funcionando corretamente e, em caso de alguma pane em motores, por exemplo, tenho uma equipe de plantão para um atendimento rápido, pois o veranista não

deve ser incomodado em sua estadia, afinal está de férias e uma falta de água ou um elevador parado não é nada bom”, explica Giovane. Apesar de prevenido, o síndico lembra que todos estão sujeitos a imprevistos. “Torcemos para nada acontecer e estamos preparados para qualquer emergência, mas não estamos livres de uma pane por falta de luz ou um abastecimento de água insuficiente. Durante o ano é cobrado na taxa de condomínio uma previsão para aquelas manutenções que são feitas todos os anos, antes do inicio do verão, como as recargas de extintores, a limpeza das caixas d’água e de gordura e a dedetização das áreas comuns, desta forma mantemos o equilíbrio do orçamento”, declara o administrador. t

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Conta pool ou vinculada? Conheça as principais vantagens e desvantagens das opções mais usadas na gestão de recursos financeiros

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Por Cesar Dias

iminuir os custos administrativos sem colocar em risco as finanças do condomínio é uma preocupação de síndicos de todos os tipos de empreendimentos. A gestão dos recursos financeiros geralmente ocupa uma das primeiras posições em uma lista cada vez mais complexa de atribuições. As duas formas de gestão de recursos financeiros mais comumente usadas por administradoras e síndicos são as contas pool ou as contas vinculadas. Na primeira modalidade, os recursos de diversos condomínios são depositados em uma conta única, cabendo à administradora controlar as receitas e despesas de cada unidade sob sua responsabilidade. A opção da conta vinculada,

por sua vez, garante que cada condomínio tenha sua própria conta bancária e também a responsabilidade de dispor de recursos para o cumprimento de suas obrigações e pagamentos na data certa. Para Fernando Willrich, Presidente do SECOVI de Florianópolis/ Tubarão e proprietário da Administradora Regecon, a escolha deve levar em consideração diversos fatores.“O risco para os condomínios com a conta pool está na escolha de uma empresa que tenha seriedade e uma equipe competente na gestão dos recursos”, diz. Ele explica ainda que, por outro lado, a grande vantagem é a potencial redução de custos bancários, uma vez que a administradora, como gerencia um volume muito grande de recursos, pode negociar tarifas mais atraentes. “E pode ser útil para evitar a

No edifício Villa das Flores a gestão dos recursos financeiros é feita pelo condomínio inadimplência de condomínios que estejam passando por crises de caixa, já que a administradora pode gerir seus recursos e evitar multas por atraso de impostos”, informa Willrich.

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dade, revelam outra vantagem da conta pool, já que o condomínio, uma vez contratante de prestação de serviços, assume a responsabilidade sobre o recolhimento dos impostos municipais, estaduais e federais. Quanto ao fundo de reserva, o dirigente destaca que este é um recurso interessante de se ter mais à mão, pela sua natureza emergencial. “Nessas horas, quanto mais facilidades para dispor dos recursos, melhor”, completa Willrich. Para Lourdes Alves Silva, síndica do Condomínio Villa das Flores, na Praia Comprida, em São José, desde 2004, a escolha pela conta vinculada foi baseada em fatores muito claros. “A vantagem é que temos maior controle dos recursos disponíveis, sabemos de todo dinheiro que temos na nossa conta, sem correr risco algum. A administradora faz o controle jurídico, o balanço mensal e a emissão dos boletos, mas a gestão financeira é nossa”, declara Lourdes, que comanda um residencial com 300 unidades, 16 funcionários e mais de mil moradores. “Nosso fundo de reserva também está sob nossa responsabilidade, mas depositado em uma conta poupança separada da conta corrente”, completa Lourdes, que admite que o conhecimento adquirido em sua formação profissional como contadora facilita o dia-a-dia. Lourdes e Fernando, declaradamente, fecham questão em um ponto: a seriedade e o conhecimento são necessários para administradoras e síndicos, na gestão responsável dos recursos de um condomínio. t

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Splits ganham espaço nos condomínios Mais acessíveis os aparelhos de ar-condicionado Split são cada vez mais procurados e suas instalações pedem atenção especial

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Por Graziella Itamaro s alterações climáticas com temperaturas acima da média e a melhoria do poder aquisitivo da população são alguns dos fatores que têm contribuído para aumentar a demanda da instalação de ares-condicionados, modelo Split, em condomínios residenciais ou comerciais nos últimos anos. Porém, de acordo com Leandro Dutra da Silva, da Ar Clean Ar Condicionado, todo ambiente que será climatizado deve passar por uma avaliação prévia, seja para a instalação de aparelhos Split, janeleiro ou central, evitando aborrecimentos futuros. “Com a visita técnica e as primeiras orientações feitas por empresas especializadas é possível verificar o modelo ideal para cada espaço. Antes mesmo da estética, temos que nos precaver de qualquer

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possibilidade de risco, seguir o regulamento e as indicações dos fabricantes, adequando-os aos imóveis onde serão instalados”, explica o técnico. Além do diagnóstico, o morador deve ter a autorização do síndico para a instalação do equipamento, pois, segundo Leandro, algumas decisões podem ter sido previamente estabelecidas no Regimento Interno do condomínio. “Tais autorizações são necessárias, por exemplo, para saber os horários de serviço, os acessos aos ambientes, os responsáveis por conduzir os profissionais aos locais de instalação, bem como para informá-los sobre as regras estabelecidas pelo condomínio”, relata o consultor.

Alternativas No caso de condomínios mais antigos, Leandro sugere que o morador, juntamente

com o consultor técnico da empresa de climatização, verifique as regras do prédio para as instalações de condicionadores de ar e as alternativas dispostas pela administração do condomínio, para, então, decidir sobre o modelo a ser instalado. “Com as informações em mãos será possível indicar o tipo de equipamento mais adequado para cada caso. Quando autorizado somente a ocupação de espaço do tipo gaveta (janeleiro), por exemplo, é possível utilizar o modelo Split Window, que tem a unidade condensadora (externa) do tamanho de um de gaveta e a unidade interna similar aos Splits convencionais (evaporadoras), porém são necessárias algumas adequações para a fixação destas unidades” esclarece o especialista. Conforme Leandro, o modelo Split Window foi desenvolvido pela engenharia de

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climatização para viabilizar as instalações em locais onde não são permitidas unidades condensadoras de tamanho convencional. Com relação aos equipamentos do tipo Split, o consultor relata que existem diversos modelos, como por exemplo, o Split High Wall, de parede; o Piso Teto, instalado no alto do teto e o Cassete de sobrepor, embutir e centrais. “Cada modelo tem sua maneira correta de ser instalado, tanto para a unidade interna como a exter-

na, adaptando-as às condições físicas dos imóveis e de seus ambientes em relação aos equipamentos indicados”, orienta.

Infiltração Sobre a possibilidade de infiltrações, Leandro explica que sempre haverá riscos ao se abrir um espaço em alvenaria ou em outros tipos de paredes, porém estes riscos podem ser neutralizados com boas vedações de silicone, cimento, isolantes ou outros materiais, dependendo de cada situação.

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especial / PINTURA

Guia para pintura predial Esclareça as principais dúvidas e faça a escolha certa na hora de pintar o condomínio

É

Por Cesar Dias

inevitável. De tempos em tempos, chega à hora de pintar o prédio e, então, surge uma série de procedimentos administrativos e financeiros que devem ser observados, sem falar na escolha entre as inúmeras empresas no mercado e todas as possibilidades de tintas, cores e novos materiais que podem ser empregados. Para esclarecer as principais dúvidas que surgem em síndicos e condôminos, o Jornal dos Condomínios entrevistou profissionais de diversas áreas envolvidas na contratação de serviços de pintura, para facilitar a escolha certa.

Pintar ou lavar, como avaliar: A questão depende dos materiais empregados e da localização. Prédios localizados em avenidas mais movimentadas tendem a acumular mais fuligem do que aqueles localizados em ruas mais tranquilas. A incidência de sol também é determinante na questão da umidade, que vai fornecer o ambiente ideal para o surgimen-

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to de algas e incrustações na pintura. A proximidade do mar, por sua vez, não é tão prejudicial à pintura quanto parece. “A maresia é apenas água e sal e não interfere na pintura, desde que tenha sido usada uma tinta de qualidade, as esquadrias metálicas que sofrem maiores impactos”, explica o empreiteiro Roque Horn.

De quanto em quanto tempo pintar e como manter a pintura em dia:

Em média, a pintura de um prédio ou condomínio deve ser realizada com um intervalo de no máximo seis anos, observando os detalhes acima citados. Para manter a pintura em dia é recomendado ainda realizar uma lavação completa a cada dois ou três anos, aproveitando que, neste período, a tinta ainda está saudável e os resultados são melhores.

Qual é a melhor época do ano: Sem dúvida a melhor estação do ano para pintar o condomínio é o verão, por ser mais seca e quente. O frio e as chuvas,

típicos dos meses de inverno e primavera, atrasam a secagem da tinta e, consequentemente, a finalização dos trabalhos. Mas, como se negocia com condições climáticas, todo cuidado é pouco como lembra a arquiteta, Glaci Refosco: “Sempre estamos sujeitos a uma surpresa, sempre é possível que tenhamos um inverno de temperaturas mais altas, ou o contrário. Mas, o mês de setembro costuma ser de muitas chuvas a exemplo do que aconteceu esse ano em

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Santa Catarina”, explica.

Edital, assembleia e quórum: A pintura predial é considerada manutenção e para sua aprovação é necessário apenas o quórum normal e maioria simples. No edital de convocação para Assembleia, porém, deve constar este item específico. A maioria dos condomínios adota em suas Convenções a necessidade de 50% de quórum na 1ª chamada e a aprovação por

maioria, com qualquer número de participantes, na 2ª chamada.

Mudanças de cor e reforma de fachadas: A mudança na cor ou a reforma completa ou parcial das fachadas pode ser uma opção interessante, dependendo da relação de custo- benefício. Atualmente, existem tintas especiais com princípios ativos que duram mais, além de apresentarem maior rendimento e mais qualidade no resultado final.

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O ressurgimento do revestimento pastilhado, que dispensa pintura e requer apenas uma lavação, a cada três anos, para sua manutenção, também vem ganhando força no mercado. Nestes casos, a aprovação em Assembleia deve ter um mínimo de dois terços dos condôminos, como alerta Marcelo Becker, da Precisa Administradora. Mas, outros mecanismos podem ser utilizados. “Nada impede que, ao invés de Assembleia, a alteração seja aprovada através de uma enquete com as mudanças expostas em uma área comum do condomínio para as pessoas escolherem. Mesmo assim, ainda é necessário quórum de dois terços dos moradores e a participação deve ser assinada e a decisão constar em ata”, explica Becker.

A importância de um contrato Após definir a empresa ou profissional escolhido, os gestores do prédio devem formalizar o acordo elaborando um minucioso contrato de prestação do serviço que contenha, no mínimo: 4 Os serviços ou produtos que são objeto do contrato com todos os detalhes combinados, como quantidade e qualidade. 4 O prazo ajustado para realização dos serviços. 4 Os valores e as datas em que os pagamentos serão realizados. Nunca efetuar o pagamento integral por serviços ainda não prestados, ou produtos ainda não entregues. Se a empresa não cumpriu com a sua parte, o sindico pode fazer a retenção do pagamento, notificando-a de que só pagará após a empresa cumprir o contratado. Esta possibilidade está prevista no art. 476 do Código Civil e dá ao condomínio o poder de forçar a empresa a cumprir a sua obrigação, ou não receberá o pagamento.

Como escolher a melhor cor: Na hora de mudar a cor do condomínio diversos fatores devem ser considerados. As novas tendências que surgem ou a tonalidade preferida nem sempre serão aquelas que darão os melhores resultados. Cores claras absorvem menos calor, mas, em contrapartida, destacam mais a sujeira e imperfeições da construção. A maioria dos escritórios de arquitetura e até as lojas de tinta mais especializadas já possui programas de arte digital capazes de simular o resultado final de cada condomínio, após a mudança na cor da fachada. “É uma ferramenta que vem sendo muito utilizada e uma opção muito confiável,” afirma Glaci.

A melhor maneira de pagamento: Para Marcelo Becker, cada condomínio deve observar o perfil e a situação que mais lhe favorece na hora de contratar os serviços de pintura. “Há condomínios que fazem um rateio e

pagam pela pintura em cinco meses e outros que começam o rateio com até dois anos de antecedência e contratam o serviço pagando à vista, buscando melhores preços.” Empréstimos bancários também já estão disponíveis no mercado, atualmente, mas, ainda, segundo Marcelo, esta opção é a menos interessante, devido às altas taxas de juros.

Orçamentos e empresas especializadas: A contratação de uma empresa especializada para a pintura de um condomínio deve obedecer a critérios comuns a qualquer prestação de serviços. Sempre é necessário pesquisar, se a empresa possui registro como pessoa jurídica, a experiência de seus funcionários, queixas nos órgãos de defesa do consumidor e referências de outros clientes. Também é recomendado que as empresas tenham registro em, pelo menos, um dos órgãos representativos de classe como o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA) ou Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), que emitem a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) de seus profissionais contratados. Através de pesquisas e orçamentos entre as empresas estabelecidas no mercado ainda é possível encontrar diferenças significativas nos preços praticados, dependendo do número de funcionários contratados e do prazo para execução do serviço.

Acidente com trabalhadores terceirizados Além dos cuidados técnicos, estéticos, administrativos e financeiros, alguns detalhes jurídicos também devem ser bem observados: a questão de acidentes com trabalhadores terceirizados durante a pintura de condomínios. Sem dúvida, o maior risco está em contratar funcionários autônomos, sem registro de pessoa jurídica, já que o condomínio poderá responder judicialmente por qualquer ocorrência. Outra situação bastante comum e potencialmente arriscada ocorre em condomínios que acreditam que, para garantir a qualidade do serviço, optam por comprar os materiais que serão usados na pintura e terceirizam a mão-de-obra. Neste caso, o contrato deve deixar claro que todos os encargos jurídicos são de responsabilidade da empresa contratada e o síndico, que representa o condomínio, tem o dever de fiscalizar a situação empregatícia dos funcionários e o uso dos equipamentos de proteção individual e demais equipamentos de segurança. “Caso contrário, existe o risco da empresa contratada não ter recursos para arcar com os custos de um eventual processo e a Justiça entender que o condomínio tem responsabilidade solidária junto à empresa contratada, assim ambos dividirão os custos desta ação”, explica Luis Augusto Santos, advogado da área civil. Para Marina Zipser Granzotto, advogada trabalhista e condominial, a melhor opção é a empreitada por obra-certa. “Nesta modalidade, o condomínio contrata uma empresa que especificará os materiais que serão usados, seus custos, o custo da mão-de-obra e o prazo em que o serviço será executado.” t

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Utilizadas de maneira adequada, as portas asseguram a evacuação de moradores em caso de incêndios nos prédios

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Por Graziella Itamaro

mportantes no combate aos incêndios, as portas corta-fogo são indispensáveis em muitos edifícios, pois impedem a propagação do fogo, assegurando a saída dos indivíduos e o acesso dos bombeiros que o combaterão. Apesar do nome, de acordo com o Major Charles Alexandre Vieira, da Diretoria de Atividades Técnicas (DAT) do Corpo de Bombeiros Militar, as portas corta-fogo protegem não somente do fogo, mas também evita que a fumaça entre nas escadas dos edifícios.

Material Segundo o major, a necessidade, ou não, das portas e do material utilizado nas aberturas vai depender do tipo de escada (comum, protegida, enclausurada, ou à prova de fumaça). Além disso, cada porta possui uma nomenclatura apropriada, conforme sua indicação (P30, P60, P90, P120), que por sua vez é dada consi-

derando o tempo de resistência ao calor. “Dependendo da altura do edifício e do número de pavimentos será indicado um material diferente para a porta. Se for uma escada protegida, por exemplo, deverá ser de madeira maciça, com 2,5 cm de espessura e capacidade para resistir ao calor por até 30 minutos (P30), sendo uma escada enclausurada, a porta deve ser metálica, com revestimento interno em lã de vidro ou rocha. Esta poderá resistir ao calor por até duas horas (P120)”, explica o bombeiro. Além dos diferentes materiais, a porta corta-fogo também deve possuir barra ou maçaneta própria para abertura e fechamento automáticos, bem como molas nas dobradiças para fechar e abrir com facilidade.

Porta aberta: perigo Um dos problemas frequentes é o mau uso do equipamento: em muitos edifícios a porta fica permanentemente aberta. Neste caso, é importante que os moradores sejam

Os moradores devem ser orientados para manter as portas sempre fechadas orientados para que deixem as portas sempre fechadas. “As molas são a parte da porta que mais precisam de manutenção, afinal é o que mantém a porta fechada sempre. Se ela não fechar automaticamente e permanecer entreaberta, deve passar por manutenção, pois, deste modo, torna-se um caminho natural para a fumaça,

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como se fosse uma chaminé”, compara o major. As condições gerais das portas corta-fogo devem seguir a Instrução Normativa 009, da Diretoria de Atividades Técnicas, do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, que estabelece e padroniza os critérios para concepção, dimensionamento e o padrão mínimo para apresentação de projetos de segurança contra incêndios para sistemas de saídas de emergência. O bombeiro ressalta que para que as portas apresentem bom desempenho durante um possível incidente é necessário realizar manutenções preventivas e a remoção de objetos que dificultem a circulação. “A conservação das portas corta-fogo é tão importante quanto à instalação, já que a simples presença física da porta não garante a segurança contra incêndios. Para proteger as pessoas é necessário que elas estejam em estado de funcionamento apropriado”, reforça o major Vieira. t

Ponto de Vista

Portas corta-fogo impedem fogo e fumaça

Qual é o quórum necessário para alteração do RI? Recentemente diversos casos de discussões condominiais têm sido alvo de debate nos tribunais brasileiros, até mesmo por falta de informações dos cidadãos sobre a nossa complexa legislação. Uma das principais dúvidas foi solucionada pelo Superior Tribunal de Justiça que esclareceu a divergência sobre qual é o quórum necessário para alteração do regimento interno do condomínio. No caso em tela, um condomínio de Brasília discutia sobre a anulação de assembleia que definiu procedimentos para instalação de ar-condicionado. O proprietário reclamante argumentou que apenas 15 condôminos participaram da assembleia, número inferior à regra do regimento interno. O Código Civil estabelecia que para alterar o regimento interno eram necessários dois terços dos votos dos condôminos. Com o advento da Lei n. 10.931/04, o assunto passou para competência da convenção de condomínio. Assim, as alterações condominiais posteriores devem seguir as exigências determinadas pelo estatuto interno. A modificação feita pela nova lei ampliou a autonomia privada, possibilitando aos condôminos ajustarem o seu regimento interno da melhor maneira como bem entenderem. Mesmo que o regimento interno determine quórum especial, dificultando os casos de modificação das regras, a exigência está de acordo com a lei, desde que prevista anteriormente no regimento interno. Cumpre ressaltar que no caso contrário, quando o regimento interno facilitar a sua própria alteração, de forma menos rígida que a antiga legislação, a vontade dos condomínios deverá prevalecer. Eduardo Brustolin, advogado associado do escritório Guedert Advogados Associados, pós-graduando em Direito Público e militante no meio jurídico com enfoque na área de Direito Civil, Tributário e Imobiliário.

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e região norte

Balneário Camboriú

Porteiro sim, e com orgulho! O mercado de trabalho para porteiros em Balneário Camboriú está crescendo devido ao forte aquecimento da construção civil Por Leonardo Thomé

Dicas para um porteiro profissional

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ma profissão das mais vistas em Balneário Camboriú, já que eles estão em aproximadamente oito de cada dez prédios existentes no município, segundo números do Sindicato dos Empregados de Condomínios de Balneário Camboriú (SECOVELAR). Um serviço que parece comum, mas exige atenção, profissionalismo, simpatia e muita responsabilidade. Afinal, ser porteiro e cuidar da entrada e saída de pessoas que todos os dias passam pelas portas dos edifícios não é um trabalho simples. Nem fácil. E em Balneário a demanda pela profissão vem crescendo devido ao forte aquecimento da construção civil registrado nos últimos anos. São milhares de profissionais a executar a tarefa na cidade, tanto que cursos de especialização para porteiros e recepcionistas são uma constante no município.

Simpatia Numa rápida caminhada pelas ruas centrais de Balneário, com os olhos e ouvidos atentos, você certamente ouvirá muitas vezes as expressões “bom dia”, “boa tarde” ou “boa noite” dos profissionais que cuidam da entrada e saída de edificações, os bons e velhos porteiros. Vem

Michel Laurence é porteiro em Balneário há mais de 15 anos deles a primeira ou última saudação de milhares de pessoas que vão para casa ou para o trabalho. Porteiro em Balneário há mais de 15 anos, Michel Laurence, conta que a opção por trabalhar como porteiro surgiu naturalmente, uma vez que ele sempre teve facilidade em se comunicar, responsabilidade com horários e seriedade para cumprir funções, enfim, ele se considera um porteiro nato, a moda antiga, daqueles que conserva amizades em cada um dos andares do condomínio. Para Michel, o trabalho do porteiro é, na maioria das vezes, reconhecido pelos condôminos. Porém, em determinadas situações, o profissional é desrespeitado por moradores e até por empregados terceirizados de empresas prestadoras de serviço ao edifício.

Profissionalização De acordo com Michel, todo e qualquer curso de aperfeiçoamento para porteiros é importante para o trabalho desenvolvido pelos profissionais, que precisam estar preparados para as mais variadas situações, desde uma ‘saia justa’ entre vizinhos até o barulho feito no edifício naqueles dias em que o zelador está de folga e o síndico está viajando. “Nesses casos, quando o zelador e o síndico não estão, a bronca fica com o porteiro. Por isso, a responsabilidade é maior”, afirma Michel. Em relação as suas expectativas na profissão, Michel deseja seguir trabalhando como porteiro. Como ele, outros profissionais do setor ouvidos pela reportagem revelaram que o mercado de trabalho para porteiros está mais aquecido do que nunca em Balneário. t

3 Cumprimente sempre seus colegas de trabalho e moradores do condomínio; 3 Uma boa aparência contribui para um ambiente de trabalho harmônico, por isso, esteja sempre bem vestido e limpo; 3 As regras de segurança devem ser cumpridas de maneira rígida. Desobedecê-las pode colocar a vida dos moradores e funcionários em risco; 3 Qualquer abordagem deve ser feita com delicadeza e educação; 3 Não abra exceções quanto à entrada no condomínio e sempre identifique as entradas e saídas de visitantes; 3 Fique atento ás movimentações externas, principalmente quando um funcionário do condomínio faz serviços externos; 3 Não comente sobre a rotina do condomínio nem mesmo com conhecidos. A discrição é também um item de segurança; 3 Sempre que cometer um erro, não tenha medo de comunicá-lo e discuti-lo com seu gestor; 3 Pessoas estranhas e que não são funcionárias não podem ter acesso à guarita da portaria; 3 Identifique sempre o visitante com um crachá, se possível, além de anotar todos os seus dados. Parte da segurança está em proporcionar essa sensação aos moradores.

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Análise da água antes da temporada Focar em prevenção de doenças e qualidade da água é essencial para centros turísticos que recebem no verão milhares de pessoas

A

qualidade da água é preocupação fundamental quando o assunto é a vida em condomínios, seja no que se refere ao bem-estar e a qualidade de vida que o líquido proporciona, até a prevenção de doenças como a dengue, cólera, diarréia, micoses, hepatites, entre outras. Em Balneário Camboriú, onde edifícios de todos os tamanhos e estilos ganham a paisagem diariamente, focar na prevenção na hora da análise da água das piscinas e das caixas d’água, é essencial para uma cidade que recebe, no verão, uma população flutuante de quase um milhão de pessoas. Assim, a Vigilância Sanitária recomenda que a limpeza das caixas d’água seja feita a cada seis meses. Nas épocas de muita chuva o risco de acumular sujeira é ainda maior.

Água parada Os riscos aumentam em cidades litorâneas como Balneário, porque são esses locais que recebem a maior parte dos condôminos de verão. Além disso, em centros turísticos a água fica parada por muito tempo nas cisternas e nas caixas, já que o consumo é elevado em três ou quatro meses e cai consideravelmente no restante do ano, notadamente no inverno. Os cuidados com a caixa d’água devem ser tomados por profissionais especializados, se-

A água fica parada por muito tempo nas cisternas e nas caixas, pois o consumo é elevado em três ou quatro meses e cai consideravelmente no restante do ano guindo corretamente as orientações da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (CASAN). Esfregar as paredes com escova de nylon, aplicando cloro e fortes jatos de água são algumas das recomendações da Companhia. Mas, existem outras: como a importância de observar o estado do reservatório, avaliando se há rachaduras, assim como se está bem tampado, para evitar a entrada de sujeiras e animais. É necessário ainda verificar as condições dos telhados, calhas e canos e, caso a caixa se encontre no subsolo, se ela está protegida contra enxurradas.

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imóveis, Luciano Hartmann, síndico do edifício Small, localizado na Avenida do Estado, no Centro de Balneário Camboriú, explica que o sistema de abastecimento de água – reservatórios (caixas d’água), tubulações e bombas d’água, que atendem a demanda dos apartamentos e das áreas comuns exigem atenção especial da administração condominial, quanto a sua funcionalidade e sanidade. “Todas as caixas d’água e demais reservatórios de uso comum devem ser lavados e desinfetados a cada seis meses. Após a lavação e a desinfecção, deverá ser solicitado a Vigilância Sanitária municipal a análise laboratorial de uma amostra de água coletada no condomí-

nio. O resultado constatado no laudo deverá atestar a qualidade da água para o uso e ser arquivado, pela administração, para futuras fiscalizações”. Hartmann, que administra 149 apartamentos no edifício Small, onde moram cerca de 400 pessoas, afirma que é recomendável durante o processo de limpeza e desinfecção das caixas d’água que seja verificado o estado das paredes internas de todos os reservatórios, observando a sua integridade estrutural e o seu nível de impermeabilidade. Ele aconselha também que os síndicos devem providenciar junto a uma empresa especializada, a verificação periódica das bombas de água e dos

componentes hidroelétricos do sistema, efetuando o rodízio das bombas de recalque e verificando ainda os fusíveis e chaves de proteção. “Recomendo como complemento necessário para a manutenção do sistema de abastecimento de água do condomínio, a verificação da tubulação do edifício. As tubulações mais antigas, de ferro, estão sujeitas a corrosão, sendo responsáveis pelos inúmeros vazamentos e entupimentos que surgem e também pela nocividade da água oferecida. Periodicamente, devem ser feitos testes de ferrugem para garantir a qualidade da água”, avalia Hartmann.

Vedação O técnico em limpeza de caixa d’água, João Paulo Knedel, explica que outro cuidado importante é com a vedação completa dos reservatórios de água em casas, edifícios e condomínios. “Se não ficar bem vedada, pode entrar rato, passarinho, morcego, barata e contaminar a água”, comenta, lembrando que a água é um meio de transmissão de algumas doenças, como a dengue. Portanto, muito cuidado com a água que se consome. “Evitar a entrada de luz no interior da caixa também ajuda a evitar a proliferação de fungos e bactérias”, completa João Paulo. t

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e região sul

Criciúma 18

Prédio de Criciúma destaca campanha Edifício Lúcio Cavaler expõe faixa para conscientizar população sobre o câncer de mama

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ma ação que contou com a aprovação e o interesse dos informados e despertou a curiosidade dos que desconheciam a causa. O edifício Lúcio Cavaler, prédio mais alto de Criciúma, com 26 andares, expôs uma faixa para conscientizar sobre o Outubro Rosa, campanha mundial para prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama. A iniciativa partiu da Rede Feminina de Combate ao Câncer (RFCC), de Criciúma, por meio da moradora do condomínio, Maria Luiza de Melo Naspolini, integrante da entidade. “Primeiro, escolhemos o local pela notoriedade, pois fica num ponto estratégico, visível em diferentes locais. Assim, a informação chegou a muitas pessoas”, contou. Foi utilizada uma peça de 100 metros de tecido e pendurada na altura do 24º andar indo até o térreo. Muitos tiraram fotografias e, quem estava desinformado e não sabia o motivo, ficou curioso para entender o que estava acontecendo. “Dessa forma, chegamos ao objetivo de conscientizar sobre a causa”, disse a moradora. No entanto, devido ao

Cíntia Melo Naspolini

vento e às chuvas, a faixa precisou ser removida. “Mas, para o próximo ano, gostaríamos que ficasse por mais tempo, durante todo o mês. Acredito que, com a aprovação que obtivemos, na próxima campanha, conseguiremos aprimorar a colocação da faixa”, ressaltou Maria Luiza. O síndico do edifício, Mauricio Meller, ao ter conhecimento dos objetivos, atendeu a solicitação da Rede Feminina de Combate ao Câncer. A ação, antes de efetuada, foi repassada aos moradores e documentada. “Não gerou custos para o condomínio e não tivemos nenhuma discordância entre os moradores. Inclusive, tivemos o apoio e a colaboração de todos, que gostaram da ideia”, completou. t

Saiba mais A campanha Outubro Rosa, que acontece em vários países, é promovida para conscientizar sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Durante o mês, monumentos, edificações e diferentes locais nas grandes cidades são iluminados com luz rosa ou trazem efeitos que remetem ao tema.

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Peça de tecido foi colocada do 24º andar até o térreo

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Funcionários uniformizados Vestidos de acordo com a função, empregados garantem conforto, segurança e adequada apresentação

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uso de uniformes por parte dos funcionários garante boa apresentação da equipe e segurança ao condomínio. Zelador, porteiro e faxineiro ganham em comodidade e conforto com a vestimenta apropriada para suas funções. No entanto, dos edifícios localizados no Centro de Florianópolis, apenas 20% adotam o uso de uniformes - o fator gasto é o principal motivo que leva a assembleia a desaprovar a uniformização dos funcionários.

Praticidade No condomínio Edifício Jane, todos os seis funcionários trabalham de uniforme e, para o síndico Alberto Freitas, essa é uma formalidade necessária. “Valoriza o condomínio, identifica o trabalhador e diminui o gasto do empregado”. O

porteiro Marco Antônio da Silva concorda com o síndico e diz que prefere ter uma roupa só para trabalhar. “Fico à vontade com o meu uniforme. Tenho dois itens de cada peça para revezar”, diz Marco. A síndica Maria Luíza Peron, do Residencial Tours de L’lle, também é a favor do uso de uniformes. “Aqui no condomínio os funcionários usam a roupa com a identificação do edifício e adequada para cada função. É um sinal de organização”, ressalta Peron. A porteira Niusa Busnello acredita que, dessa forma, ela pode reservar as roupas do seu guarda-roupa para passear. “É mais prático, porque eu não preciso gastar as minhas roupas”, conta. A faxineira Silvana Machado concorda com a colega.“Principalmente para mim, da limpeza, como eu faria

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Uniformes: praticidade para os funcionários e organização para o condomínio tendo que escolher uma roupa todo dia para vir fazer a faxina? O meu uniforme é confortável, essa calça de malha não retém os meus movimentos”, salienta. A opinião sobre o uso de uniformes também é a mesma para o síndico Roberto Galo, do condomínio Henrique Stodieck. “Temos 14 empregados e compramos uniformes para todos eles. Quando alguma peça mancha ou se desgasta, repomos. Procuramos escolher um material bonito e prático, como o tecido sintético, por exemplo, que não amassa. Facilita para os funcionários e garante uma boa apresentação”, explica.

Padronização Cada função exige uniforme adequado e, apesar de cada empregado ter uma peça diferente, a equipe deve manter a padronização em cores. De acordo com a subgerente da Loja do Guarda Pó, Elisandra Policarpo, ao porteiro é indicado usar calça e camisa social, gravata e jaqueta de cores mais fechadas, como o azul, preto ou marrom. “Para atender as pessoas na recepção, o funcionário precisa ter mais cuidado com a apresentação e esse modelo é clássico, não tem erro”, explica. Já o zelador pode usar roupa mais esportiva, como calça de brim, camiseta de al-

godão ou camisa polo, tênis antiderrapante, e jaqueta, sendo que a cor deve ser padronizada e a mesma usada pelo porteiro. “Como o zelador se movimenta mais e, em geral, trabalha com a organização do prédio, realizando algumas manutenções, ele usa roupa mais confortável que permita transpirar mais”, diz. Para a faxineira, o mais adequado é a calça com elastano, camiseta polo, avental ou túnica e tênis antiderrapante. “Ela precisa de uma roupa mais confortável e que dê liberdade nos movimentos. A túnica protege a roupa da sujeira e manchas”, explica Elisandra. t

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Outubro 2013


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Canal aberto com o síndico COMENTÁRIOS DO LEITOR

Ação Cidadã - Colaboradores do SEAC/SC (Sindicato as Empresas de Asseio e Conservação de SC) e voluntários das empresas associadas realizaram a limpeza da Beira-Mar Norte Norte, entregaram panfletos e sementes de planta durante a VI Ação Nacional de Limpeza Ambiental da Febrac, realizada na última semana de setembro.

4 “No prédio onde moro quando a chuva é muito forte entra água no sub-solo, garagem, não temos um sistema suficiente para escoar a água para o bueiro. Como o piso tem o nível mais baixo do que a rua, a água da chuva entra. Estamos providenciando a construção de um tanque na entrada do portão com o escoamento da água para o bueiro do Semasa. Também foi sugerida a instalação de uma bomba de sucção para ajudar na retirada da água do tanque. Uma outra solução se for viável é a mudança do portão para um nível mais favorável, que no nosso condomínio existe essa possibilidade.”

Síndico Ilídio O leitor refere-se à matéria Como evitar prejuízos em temporadas de chuvas

QUÓRUM

Qualificação para síndicos - Iniciou em Florianópolis a quarta turma do curso de capacitação para síndico profissional promovido pela Liderança Condomínios. Na foto a professora Neusa Maria Tribeck Ferreira, que ministra o módulo de gestão, junto dos alunos que buscam desenvolver habilidades de gestão necessárias ao bom desempenho das atividades relacionadas à administração condominial. O evento tem encontros quinzenais na sede do CRA/SC.

CONAMI I - O SECOVI Florianópolis/Tubarão participou de 13 a 16 de outubro, em São Paulo, do XVII CONAMI – Congresso Nacional do Mercado Imobiliário com uma delegação coordenada pelo presidente Fernando Willrich. No grupo representantes das empresas de contabilidade e administração de condomínios de Florianópolis, Brognoli Condomínios, Grupo Suporte, Sensato Condomínios, Acto Condominiums, Regecon Condomínios, Pereira Jorge Contabilidade e Exato Contabilidade. A programação incluiu temas como a evolução do programa de autorregulamentação na administração de condomínios, a sucessão nas organizações imobiliárias familiares e a gestão de empreendimentos certificados ou projetos como megacondomínios, condomínios inteligentes. CONAMI II - Balneário Camboriú foi representada no evento por Ricardo Espindola, consultor condominial da Activa Contabilidade e Condomínios. Segundo o consultor, a cidade de São Paulo possui empreendimentos imobiliários que todas as cidades com demasiada ocupação geografica irão precisar. São empreendimentos mistos e auto-sustentáveis a promover qualidade de vida para quem reside, trabalha e o visita. “Eles requerem a dedicação de profissionais que entendam de engenharia a sociologia” e que, aposta Espíndola, “são um desafio à gestões condominiais tradicionais”. Outubro 2013

Sou síndica do condomínio Porto Real, com 28 apartamentos, localizado no bairro Trindade, em Florianópolis. Gostaria de saber se quando se faz uma Assembléia para aprovar uma pequena obra, como reforma do hal de entrada, já está em consenso que vai ser utilizado o dinheiro do fundo de reserva ou para mudar um item da convenção, seria necessário 2/3 dos condôminos? Como é difícil conseguir este número de pessoas, minha pergunta é: posso deixar a Assembléia em aberto e pegar as assinaturas depois com os condôminos? Pelo que sei é uma prática bem comum nos condomínios. Este procedimento é legal, ou tem algum impedimento? Terezinha Florianópolis Parece-me que são quórum diferentes. A reforma do hall de entrada pode ser votado em Assembleia Extraordinária, incluindo o referido item em pauta específica, como por exemplo: aprovação de reforma do hall de entrada e forma de rateio. Dessa forma a Assembleia poderá livremente decidir se fará rateio para a obra ou se fica autorizado utilizar o fundo de reserva para custeá-la ou, até, mesclar as duas hipóteses. Já sobre aprovação de alteração de convenção de condomínio,

seja na sua totalidade, seja um único item, é imprescindível a obtenção de 2/3 dos proprietários. Conheço a dificuldade desse quorum. Para ser válida a forma como a senhora questiona (deixar a assembleia aberta por uns dias para a colheita posterior das assinaturas), o importante é que este item esteja muito claro na pauta de convocação da assembleia e que os presentes autorizem essa prática. Dra Marina Zipzer granzotto Advogada - OAB/SC 16.316

VÁLVULA Li no Jornal dos Condomínios que os prédios novos, com mais de 40 metros de altura, precisam ter uma válvula de descompressão, para evitar vazamentos. O prédio no qual eu moro é novo e constatou-se que não tem. Gostaria de saber se é obrigação da construtora colocar, e o que se pode fazer para obrigá-los a cumprir com esse dever? A quem notificar? Sebastião Melo Prezado leitor, As Válvulas Redutoras de Pressão tem como finalidade reduzir as pressões de água na entrada do sistema (torneira, chuveiros, por exemplo) através do aumento da perda de carga na tubulação, diminuindo, com isto, a incidência de vazamentos nestas tubulações. 1 – Segundo o item 5.3.5.3 da

NBR 5626 (Instalação Predial de Água Fria) de setembro de 1998 temos: “Em condições estáticas (sem escoamento), a pressão da água em qualquer ponto de utilização da rede predial de distribuição não deve ser superior a 400kPA ou 40 metros de coluna d´água”. Esta altura de coluna d´água equivale a altura de um prédio de cerca de 12 a 13 andares (Ex: 12 and. x 3,5m=42m). 2 – O item 5.2.4 da NBR 7198 de setembro de 1993 (Projeto e Execução de Instalações Prediais de Água Quente) diz: “No caso de necessidade de instalação de válvula redutora de pressão, devem ser instaladas sempre duas unidades em paralelo, servindo uma de reserva da outra, sendo proibida a instalação de desvio (by pass) referentes às válvulas redutoras de pressão que alimentam aquecedores”. Respondendo agora às suas perguntas: 1 - Sim, prédios com mais de 40m de altura devem ter Válvulas Redutoras de Pressão ou outro dispositivo que reduza pressão da água na tubulação. Verificar no projeto de instalações se foi previsto VRP ou outro dispositivo redutor de pressão. 2 – Se o prédio tem Habite-se antes de outubro de 1998, você pode fazer a instalação pelo condomínio, caso seja necessário, mas se foi depois de 1998 a construtora deve fazer a instalação, caso não tenha sido previsto outro dispositivo redutor de pressão. 3 – Acho que primeiramente deve-se tentar uma conversa com a construtora informando sobre a Norma. Caso não tenha sucesso, fazer uma notificação por escrito com Aviso de Recebimento. Caso continue sem sucesso, verificar se é mais barato fazer a instalação pelo condomínio ou contratar um advogado. Eng. Trajano Oliveira CREA1973102323 SC / IBAPE 00272 - (48) 3024 0369

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SECOVI/SC promove palestras sobre segurança de condomínios em Lages e Rio do Sul As cidades de Rio do Sul e Lages irão receber, na primeira semana de novembro, a palestra sobre segurança de condomínios, ministrada pelo Coronel Fernando José Luiz, especialista em Segurança. Dentre os temas abordados durante o encontro estão a rotina dos condomínios com relação ao controle de acesso de entregadores, prestadores de serviços, funcionários, veículos e moradores do condomínio; Funções

e atribuições da portaria, abrangendo defesas físicas e tecnológicas que podem contribuir para reduzir riscos. Interessados em participar da palestra gratuita, devem solicitar a confirmação de presença através do e-mail assessoria@secovi-sc.com.br ou pelo telefone (47) 3367-1985. LAGES: 5/11 - 19h - Hotel Le Canard / RIO DO SUL:7/11 - 19h - Hotel Aliança Express

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Terrenos próximos ao mar terão nova demarcação Uma nova demarcação das áreas de Marinha deve entrar em vigor até o final de 2014

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Secretaria de Patrimônio da União (SPU) irá rever a situação de todos os imóveis e terrenos próximos ao mar, mangues, lagoas e rios da Ilha de Santa Catarina. Uma nova demarcação das áreas de Marinha deve entrar em vigor até o final de 2014 e os proprietários enquadrados na nova área terão que pagar à União a taxa de ocupação do terreno. Considera-se área de marinha, aquelas localizadas até 33 metros de distancia da média das marés altas, chamada de preamar médio, do ano de 1831, e também as que acompanham o leito de rios e beira

Estudos técnicos da SPU vão determinar nova medição da linha do preamar de lagoas. A demarcação foi oficializada por Decreto-lei em 1946. Um novo estudo está sendo realizado por técnicos da SPU e

Está de acordo com as legislações atuais?

vai determinar alterações na faixa litorânea, no curso de rios e o avanço das marés para definir a área pertencente à União. Os proprietários serão cadastrados

e notificados no próximo ano e poderão contestar a nova medição caso discordem da nova demarcação. E este é ponto onde as

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partes discordam. Para a SPU, o estudo vai organizar o uso da costa e dar segurança jurídica aos proprietários, mas advogados e condomínios estão entrando na justiça questionando os métodos utilizados pelos técnicos da SPU na medição da linha do preamar. A taxa de ocupação de terrenos de Marinha é de 2% do valor do terreno para áreas ocupadas até setembro de 1988 e de 5% para as demais. Atualmente cerca de 5 mil imóveis em Florianópolis se encontram cadastrados como áreas de marinha e apenas 10% da Ilha de Santa Catarina estão oficialmente demarcado. t

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