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Copa Centenário de 2011 terminou A 14ª Copa Centenário de Futebol Amador Wadson Lima terminou no sábado (5/11) com a decisão das categorias feminina e juvenil no sábado. No domingo (6/11) foram disputados os jogos finais dos módulos A, B e C da categoria masculina adulta. O torneio da categoria infantil terminou mais cedo, em setembro, e o campeão, Tupinambás, seguiu para a cidade salvadorenha de Soyapango, onde representou Belo Horizonte e o Brasil na 4ª Copa Internacional de Futebol de El Salvador (Coinfes), entre os dias 12 e 19 de novembro. O campeão feminino é o Nacional, que no sábado, venceu o Águia de Ouro por 8 a 7 nos pênaltis, no campo do Popular. Na categoria juvenil, o Campo Verde venceu o Américo por 1 a 0, em partida disputada no campo do Tupinense, e é o campeão. Na rodada de domingo, disputada no complexo esportivo formado pelos campos do Santa Cruz e do Cachoeirinha para a definição dos campeões masculinos adultos, o Aldeia S.F. venceu o Américo por 6 a 5 nos pênaltis e ficou com o título do módulo C; o Princesa Isabel derrotou o Paraíso também nos Pênaltis por 5 a 4 e faturou o módulo B; e o Inconfidência venceu o Ferroviária por 2 a 0 e, além de ficar com o título do módulo A, foi considerado o campeão geral da Copa. A 14ª Copa Centenário de Futebol Amador Wadson Lima foi disputada por 160 equipes, sendo 96 masculinas adultas, divididas nos módulos A, B e C; 16 femininas, 16 masculinas juvenis e 32 infantis. Foram realizados 380 jogos em 60 campos da capital, com a participação de 4 mil atletas.

O Américo levou o título de vice campeão e recebeu o troféu da mãos da Garota da Copa Centenário

Fotos: Marcos Silva / JCA

Campo Verde campeão juvenil

Audiência debate a situação dos campos

A

situação dos campos de várzea foi discutida em audiência (23/11) da Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura, Desporto, Lazer e Turismo. Solicitado pelo presidente da Casa, vereador Léo Burguês de Castro (PSDB) e ex-presidente do Pompeia, o encontro reuniu representantes da Prefeitura e de diversos clubes e associações de futebol amador, que expuseram as dificuldades enfrentadas na administração dos espaços. Foi sugerida a criação de uma comissão permanente com a participação dos envolvidos e apresentado projeto de lei que favorece a obtenção de recursos pelas entidades. Léo Burguês, um dos fundadores da ASFAMIG (Associação de Futebol Amador de Minas Gerais) e os membros da Comissão Arnaldo Godoy (PT) e Heleno (PHS), ex-jogador do Atlético questionaram o abandono dos campos que não dispõem recursos para custear suas atividades, além da ameaça representada pelas obras públicas.

Os dirigentes de associações esportivas que administram os campos ressaltaram a importância social da atividade em áreas carentes, e as dificuldades para arcar com despesas como taxas de iluminação e incêndio. Cobraram maior participação da Prefeitura. O secretário municipal adjunto de Esportes, Fernando Blaser, afirmou o interesse e o maior aporte de verbas por parte da Prefeitura para o setor, que mantém programas nesses espaços e cede o uso para as associações, além de promover a Copa Centenário de Futebol Amador. Ele citou algumas ações previstas como a construção de outros estádios em todas as regionais e a revitalização de mais 40 espaços, além dos 19 que já estão em andamento. De acordo com Blaser, pelo menos 90% dos 287 espaços esportivos constatados em levantamento, sendo 138 registrados, pertencem à Prefeitura, que compartilha a ideia de que eles possam ser utilizados também para abrigar eventos culturais e programas

de atividade física e lazer voltados a diferentes públicos, como a terceira idade, beneficiando as comunidades como um todo. A escolha dos campos a serem reformados levará em consideração os programas desenvolvidos e o número de pessoas contempladas. Segundo o secretário, o fornecimento de água e luz é de competência do governo do estado. Os clubes defendem à autonomia para gerir os campos e lutam para que possam usar o espaço com publicidade que gerariam recursos as associações. No final foi apresentada pelo vereador Léo Burguês a minuta de um projeto de lei assinado por ele e Heleno, que irá propor alteração no Código de Posturas de forma a permitir a prática, viabilizando o estabelecimento de contratos de patrocínio com entes privados.

15 ANOS DE COMPROMISSO COM A COMUNID ADE COMUNIDADE


Educação

Capa criação: Marcos Silva/ JCA Foto: Amanda Lelis/SEE MG

Novembro / 2011

Estudantes se conhecem após um ano de correspondências Foto: Amanda Lelis/SEE MG

Além de conhecerem os seus correspondentes, os mil alunos participantes do projeto também apresentaram suas aptidões artísticas -mails, mensagens instantâ amizades não são os únicos objetivos a carta é pessoal e não confidencial e, do outro, que contrapõe a ideia das neas pela internet e uso de do “Intercâmbio Cultural BH – Jabó”. por isso, respeitam o acordo”, explica mídias sociais, tão presentes na atualimídias sociais. Essas práti- O projeto, que em 2011 completa 15 Ima. dade. Os alunos aprendem a valorizar O acompanhamento dado pelo a espera. Saber esperar é um processo cas de comunicação, comuns entre os anos, surgiu após uma observação feijovens de hoje, deixaram de ser priori- ta pela professora de Língua Portugue- professor também tem possibilitado de maturação que o jovem de hoje não dade para um grupo de alunos de es- sa, Ana Maria Pereira de Siqueira, e uma maior proximidade com os alu- tem. Os atos de enviar e aguardar a rescolas públicas de Belo Horizonte e suas duas irmãs, que também lecionam nos e o fortalecimento da identidade posta de uma carta é uma espécie de Região Metropolitana. Pelo menos a disciplina, Patrícia Auxiliadora Pe- de cada um. “Uma coisa bacana que a gestação da amizade”, comenta a prodentro do projeto “Intercâmbio Cultu- reira Marques e Ima Pereira Nunes gente percebeu ao longo dos anos foi a fessora Ana Maria. mudança do comportamento de alguns ral BH – Jabó”, teclado e webcam dão Moreira. lugar à caneta e ao papel e a comuni“A gente notava que os alunos ti- alunos. Muitos não conseguiam se Revelando aptidões cação é feita por meio de cartas. Após nham pouco estímulo para a produção aceitar como são. Esta dificuldade viquase um ano de troca de correspon- de textos, porque era só o professor nha quando tinham que se descrever Durante o sábado, além de conhedências, nas quais falavam de seus quem lia. Então, pensamos juntas em para o correspondente. Depois de uma cerem os seus correspondentes, os mil gostos e perfis, cerca de mil estudan- uma atividade que pudesse estimular conversa com os professores, esses alu- alunos participantes do projeto também tes se reuniram no sábado (29/11), em essa produção, com a presença de um nos passaram a se aceitar mais como apresentaram suas aptidões artísticas. uma faculdade de Belo Horizonte, para receptor real, que é o correspondente”, são, e a não ter vergonha de se apre- Cada uma das oito escolas participanconhecerem seus correspondentes. conta Patrícia. Para participar do pro- sentar aos outros”, lembra Patrícia. O projeto, que este ano envolveu tes fez apresentação musical ou teatral Entre eles estava Daniele Isaura jeto o estudante deve ser frequente e relacionada com o tema amizade. ToLopes, 18 anos, da Escola Estadual assumir o compromisso de escrever as oito escolas estaduais e municipais de dos os alunos estavam vestidos com Belo Horizonte e cidades próximas, Leônidas Marques Afonso, em cartas. camisas do projeto. Jaboticatubas. Desde o começo do ano Cada carta tem um tema. Na pri- conta com a participação de mais de A ação teve início em 1997, com a ela troca cartas com Henrique de Je- meira, o aluno produz um texto auto- mil alunos. Para a estudante do 3º ano participação de duas escolas públicas, sus Moraes, da Escola Municipal Hé- biográfico. Na segunda, ele destaca do ensino médio da Escola Estadual uma de Belo Horizonte e outra de lio Pellegrino. Apesar de ter conheci- fatos marcantes de sua vida e faz a ilus- Leônidas Marques Afonso, em Jaboticatubas, envolvendo cerca de do um pouco dos gostos e hábitos do tração de um poema. Na seguinte, des- Jaboticatubas, Dayane Matos dos Reis, 120 alunos. Quinze anos depois, a iniestudante, a fisionomia do correspon- creve a escola em que estuda, o bairro a expectativa é a parte mais interessan- ciativa que busca despertar o interesse dente ainda era um mistério para a ado- e a cidade em que vive. O seu ponto te do projeto. “Eu achei muito bacana pela leitura e escrita dos estudantes está lescente. “Cheguei ao encontro sem ter de vista sobre algum tema da atualida- a experiência de corresponder utilizan- mais forte do que nunca. a menor ideia de como ele é. Não con- de é o destaque da quarta carta. Uma do as cartas. Quando você envia a sua, Em 2011, mil alunos de oito escosegui montá-lo na minha cabeça, mas mensagem gravada em áudio, enviada passa a ter a expectativa de receber a las trocaram correspondências. As esgostei quando conheci. A gente con- em um CD, é outra ação do projeto. que o seu correspondente vai mandar. colas participantes desta edição do proversou bastante sobre família, amiza- As cartas são trocadas por intermédio Com as redes sociais o contato é tão jeto são: Escola Estadual Leônidas rápido que você nem cria essa expecde, lugares diferentes, pois ele nasceu das professoras. Marques Afonso (Jaboticatubas), Esna Bahia e se, Deus quiser, a amizade Como o “Intercâmbio Cultural BH tativa”, avalia. A troca de correspon- cola Estadual Cardeal Arco Verde vai continuar”, acredita Daniele. – Jabó” tem caráter pedagógico, cada dências começou no mês de março. (Jaboticatubas), Escola Estadual ProNeste primeiro encontro, os alunos carta é lida pelo professor, que além fessor Neidson Rodrigues (BH), Escola puderam se conhecer um pouco mais de fazer as observações ortográficas, Escrever para conhecer Estadual Goes Filho (São José de e a manutenção ou não do contato, a avalia se o texto do aluno não foge ao Almeida), Escola Estadual Dona partir de agora, depende deles. “Ela é propósito do projeto que é apresentaUtilizar cartas para criar uma ami- Francisca Josina (Serra do Cipó), Escomo eu esperava. A gente pode con- do no início do ano. “Antes de come- zade é vista de forma positiva por uma cola Municipal Hélio Pellegrino (BH), versar mais e, provavelmente, a ami- çar as correspondências, nós fazemos das idealizadoras do projeto. “É um Escola Municipal Sobral Pinto (BH) e zade vai continuar. Nós até trocamos um acordo de confiança mútua. Eles processo inverso do nosso cotidiano. Escola Municipal Professor Daniel telefone”, explica Henrique de Jesus não podem trocar e-mails, orkut ou Primeiro, a gente conhece um pouco Alvarenga (BH). Moraes. outra forma de contato. Todos os pro- do interior da pessoa e depois a apaO contato com a linguagem da car- fessores fazem a leitura das cartas de rência. O grande desafio está em manta e a possibilidade de formar novas seus alunos. Os estudantes sabem que ter esse segredo em relação ao físico

E


Novembro / 2011

Resenha de Boteco Compatibilidade de gênios Uma mulher envia ao juiz uma petição pedindo divórcio, e o juiz a questiona: - A senhora tem certeza do que esta pedindo? A senhora quer divórcio por compatibilidade de gênios? Não seria o contrário? - Não, meritíssimo, é por compatibilidade mesmo. Eu gosto de cinema, o meu marido também, eu gosto de ir a praia e ele também, eu gosto de ir ao teatro e ele também, eu gosto de homem e ele também!

Diferença Cavalo no orelhão. O que o cavalo foi fazer no orelhão??? R: Passar trote !!! Marcos Silva marcos@comunidadeemacao.com.br

Conversa de loiras no céu!

O rapaz passava em frente a um chaveiro quando viu uma placa: “Trocam-se segredos”. Parou abruptamente, entrou na loja, olhou para os lados e cochichou para o balconista: - Eu sou gay, e você?!

Joãozinho chega no colégio ... ai a Mariazinha joga uma bola de papel na cabeça dele e fala: -Head Shot! (tiro na cabeça) Joãozinho pega o livro e taca na cara da Mariazinha e diz: -HAHAHAHA FACE BOOK!

Frase de boteco:

Duas loiras estavam no céu e começaram a conversar: Loira1 - Como você morreu? Loira2 - Morri congelada Loira1 - Nossa, que horror. Como é morrer congelada? Loira2 - Bem, primeiro você congela o braço, a perna... e depois morre. E você, como morreu? Loira1 - Eu morri porque tive um infarto. Loira2 - Nossa, como foi? Loira1 - Eu estava desconfiando que meu marido estava me traindo. Aí então eu voltei do trabalho e vi que ele estava sozinho. Continuei desconfiada e fui procurar a amante dele no porão, no quarto, no patio, corri tanto e tive um infarto e morri. Loira2 - Puxa colega, se você tivesse procurado no congelador, nós duas estaríamos vivas!

No chaveiro

Qual é a diferença entre acidente e tragédia? Acidente é quando você está caminhando pela praia, vem uma onda e leva a sua sogra para o mar. A tragédiam é quando o mar devolve a sua sogra.

Joãozinho e o FACEBOOK

Na delegacia: - O senhor sabe tocar bateria? - Não, senhor! - Então por que roubou a bateria do seu vizinho? - Porque ele também não sabe, doutor!

“Agora você pode transar com outras mulheres e manter seu casamento. Isso não é traição, é portabilidade.”

Aula de Português Qual é o sujeito na frase “Proibido estacionar”? R: Sujeito a guincho

Batendo papo Estavam reunidos o Pequeno Polegar, a Branca de Neve e o Corcunda de Notredame, na Disney, jogando conversa fora. Aí o Polegar disse: - Eu sou o menor homem do mundo!!! A Branca de Neve revidou: - Sou a mais bela do mundo!!! E o Corcunda finalizou: - Sou o homem mais feio do planeta!!! Mas eles queriam que isso fosse comprovado Pegaram o GuinessBook, o Polegar abriu na pagina 73 e realmente estava lá: Polegar, O Menor Homem Do Mundo. Todos ficaram impressionados. A bela morena pegou o livro, abriu na página 97, e estava lá escrito: Branca de Neve, a mulher mais bela do planeta Terra. OOOOOOOHHHHHHHH ...todos ficaram impressionados. Por último, o Corcunda de Notredame pegou o livro, abriu na página 176. Depois de alguns minutos de silêncio o Corcunda gritou: - TEVEZ?!?! QUEM É TEVEZ?!?!

Para anunciar. Ligue: 3435 - 2036 9626 - 6253


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