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Edição IV [ Edição Ano II [I Junho 201 2 de 201 1 [ Ano Ide[ Julho

Com a m ã o n a m a ssa


EDITORIAL Leitores, parceiros e amigos, já estávamos sau[ dosos de compartilhar nossas histórias. Nesta primeira edição de 201 2 do boletim CDC em Ação trazemos boas novas! O CDC Cabo conti[ nua firme em suas ações para promoção da in[ fância e da adolescência por meio dos programas Infância Ideal e Futuro Ideal, do Insti[ tuto Camargo Corrêa. Vocês vão conferir nesta edição as novidades dos programas e matérias relacionadas à questão da cidadania infanto[ju[ venil. Desejamos boas vindas aos novos integrantes do Cívico que vêm agregando forças e agradecemos a contribuição do superintendente do ICC, Rogé[ rio Arns Neumann, que visitou o CDC e concedeu ao Civico uma entrevista sobre aspectos impor[ tantes do seu trabalho na área social (leia nas páginas 4 e 5). É com muita alegria que também noticiamos a aprovação do Projeto de Fortaleci[ mento do Sistema de Garantia de Direitos e pa[ rabenizamos o Grupo de Trabalho do Projeto de Redução dos Índices de Gravidez na Adolescên[ cia, que concluiu importante etapa de formação de multiplicadores (leia mais na pág 3). A Promoção à Saúde e a Qualidade de Vida é discutida no artigo desta edição (pág 6). Parcerias e intersetorialidade são as “pontes” para a efetivação de políticas públicas. É com es[ se espírito de união que convidamos a todos pa[ ra esta troca de saberes. Boa leitura!

EXPRESSÃO

Promessas e metas sonhadas Se avexa tenha pressa Que o ano já começou Vamos realizar promessas E metas que a gente sonhou É o CDC em Ação Com o Infância Ideal Cuidando da educação E promovendo saúde integral É o desejo bem firmado Pra criança fazer Um cidadão bem formado E o Futuro Ideal acontecer E hoje a gente celebra O início dessa jornada Do ano 201 2 Com sua bela caminhada Espia o que se diz Mãos à obra pra fazer Pois “quem sabe faz a hora Não espera acontecer”.

Por Suely Porto Leão, da Secretaria Municipal de Saúde

EXPEDIENTE Este boletim faz parte do projeto CDC Comunica, realizado pelo Instituto Camargo Corrêa em parceria com a Oficina de Imagens

Instituto Camargo Corrêa . Diretor executivo: Francisco de Assis

Azevedo. Coordenadora de Comunicação: Clarissa Kowalski. Contato: instituto@institutocamargocorrea.org.br

Comitê de Desenvolvimento Comunitário do Cabo de Santo Agostinho: Associação Casa de Maria, Associação Cultural Clarins

Independentes, Associação de Pais, Responsáveis, Amigos e Portadores de HIV (Ampare), Academia de Serviço Social, Associação dos Educadores em

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Educação Especial (AEEE), Associação Marta de Judô, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), Conselho Tutelar, InterCement, Mulheres Empreendedoras, Pastoral da Catequese

Oficina de Imagens: Coordenador Executivo: Adriano Guerra.

Edição: Carolina Silveira, Filipe Motta e Júlia Marques. Site: www.oficinadeimagens.org.br Projeto gráfico: Renato Kimo. Diagramação: Júlia Marques Fotos da Capa: SXU Impressão: Formato. Tiragem: 1 .200 exemplares


INFÂNCIA IDEAL

Projeto de Redução da Gravidez realiza capacitação com equipe para atuar junto aos adolescentes e suas famílias Objetivo do projeto é reduzir índices de gravidez e contribuir para o bom desenvolvimento na adolescência

Desde fevereiro, o CDC Cabo conta com um novo projeto desenvolvido com o Instituto Camargo Corrêa. É o projeto de Redução da Gravidez na Ado[ lescência para uma Infância Ideal, do programa In[ fância Ideal. O objetivo do projeto é melhorar a qualidade de vida na primeira infância por meio de ações para a redução da gravidez na adolescência. O projeto visa fortalecer o processo de educação para uma infância ideal e contribuir para o desenvolvi[ mento pessoal e social dos adolescentes, estimulan[ do a solidariedade e a cidadania.

Foto: SXC

Por Gildete Silva, Zuleide Maurício e Maria Tereza Brandão, da Secretaria de Educação, e Beto Vieira, da Secretaria de Saúde

A equipe que irá desenvolver as ações junto à comu[ nidade cabense passou por uma capacitação minis[ trada pelo Instituto Integrar, de Belo Horizonte, Minas Gerais. O Instituto atua na formação de profis[ sionais para trabalhar o tema da educação sexual e reprodutiva com os jovens. No primeiro módulo, foram capacitados os profissio[ nais de diversas áreas para conhecerem a metodolo[ gia do projeto. O Redução da Gravidez na adolescência vai trabalhar os temas de sexualidade, saúde sexual e reprodutiva, protagonismo juvenil, participação social, prevenção e promoção da cida[ dania e de atitudes e comportamentos mais saudá[ veis com adolescentes e seus familiares. A execução do projeto teve início no primeiro semestre de 201 2, por meio da Prefeitura Municipal do Cabo de Santo Agostinho e do Instituto Camargo Corrêa, e ocorrerá nas quatro regionais de saúde da atenção básica, as Unidades de Saúde da Família. Participaram do lançamento do projeto representan[ tes das coordenações de Criança e Adolescente e da Saúde do Homem, as referências em Saúde da Mu[

Redução de gravidez na adolescência é foco do projeto

lher e em Saúde do Adolescente e o Núcleo de Apoio à Saúde da Família, que fazem parte da Secretaria Municipal de Saúde; representantes do Programa Li[ berdade Assistida, da Secretaria Municipal de Progra[ mas Sociais; a Secretaria Municipal de Educação; o Poder Judiciário e equipes de Saúde da Família.

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ENTREVISTA

Superintendente do ICC avalia a importância da atuação do Civico e do CDC na área da infância e adolescência Em entrevista ao CDC, Rogério Arns destaca o potencial de Cabo para melhorar a situação da infância Pelo CIVICO [ Cabo

O CDC em Ação conversou com o novo superinten[ dente do Instituto Camargo Corrêa, Rogério Arns. Formado em administração de empresas, ele é espe[ cialista em desenvolvimento comunitário. Sobre o te[ ma, escreveu os livros Repensando o Investimento Social: a Importância do Protagonismo Comunitário e da Criança e da Pessoa Idosa, Zilda Arns, e sobrinho do cardeal dom Evaristo Arns.

sociais, gostei e repensei minha vida profissional. Co[ mecei a trabalhar com diversas iniciativas de base comunitária no Brasil, em empresas da área social e governos. Uma coisa que eu defini na minha carreira foi ter diferentes experiências. Busquei olhar essas assistências comunitárias sobre diferentes perspecti[ vas: como funciona uma organização de base comu[ nitária que é ligada à igreja, como é estar dentro do governo e as diferenças para uma organização inter[ nacional.

Como foi sua trajetória até chegar ao ICC?

Qual sua visão sobre o trabalho do Civico?

Desenvolvimento Comunitário Baseado em Talentos e Recursos. Rogério é filho da fundadora das pastorais

Foto: Instituto Camargo Corrêa

Estou há 1 7 anos na área social e é aqui que me rea[ lizo. A influência veio do meio em que eu vivia, da minha família. Já formado, iniciei alguns trabalhos

O Civico não é apenas a sigla de Comitê de Incentivo ao Voluntariado e de Interação com a Comunidade. Ele é a governança interna de uma empresa que olha para toda sua capacidade de melhor interagir com o meio em que ela atua. A InterCement, não só pela habilidade técnica no trabalho que ela desenvolve, mas pelos conhecimentos que tem em áreas diver[ sas, pode fazer uma revolução em qualquer localida[ de em que atua. É preciso ter uma estrutura organizada para isso ser efetivado. O Civico é exata[ mente isso. A empresa acredita no poder dos seus funcionários e quer fazer com que isso flua melhor, para que a comunidade onde eles moram ou atuam também consiga ter todos os benefícios.

E como você vê o trabalho do CDC?

O superintendente do ICC, Rogério Arns, visitou o CDC no início do ano

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Você tem uma estrutura fantástica que é o Comitê de Desenvolvimento Comunitário. Em muitos municípios existia a prefeitura, já existiam várias instituições so[ ciais, mas não havia nossa capacidade de olharmos juntos para problemas em comum, de canalizar es[ forços. O CDC tem essa habilidade de envolver dife[ rente atores que podem até não se conhecer, mas que conseguem trabalhar de maneira coletiva pelo bem comum.


Foto: Instituto Camargo Corrêa

" Existe um potencial humano e em capacidade local onde vocês moram que é espetacular"

Por que existe um CDC?

É claro que às vezes a gente se questiona: “já tem tantos conselhos – de saúde de educação, dos direi[ tos da criança e do adolescente – pra que o CDC?” Mas, às vezes, a formação deles tem mais um cará[ ter técnico e setorial. O CDC tem a capacidade de le[ var às pessoas uma formação de ambiência colaborativa, de como, juntos, podemos fazer algo em comum, independente de uma temática ser mais interessante para um ou para outro.

Quais os desafios dessa atuação?

Um desafio que a gente tem é a formação constan[ te. Outro ponto importante é como mobilizarmos quem ainda não está aqui conosco, como consegui[ mos renovar nosso quadro para que outras pessoas possam participar, e aqueles que já participam pos[ sam ter papéis diferentes. É preciso ter uma estrutu[ ra bem montada, uma agenda de trabalho interessante, atrativa e uma capacidade de se reno[ var constantemente. Enquanto você é um funcioná[ rio de uma empresa, você tem salário. No trabalho voluntário, o que eu não gosto eu “dou no pé" e vou embora. Por isso temos que estar constante[ mente depurando o que motiva as pessoas, o que podemos fazer para engajá[las.

O que pode ajudar nesse engajamento?

Na área social você tem oportunidades. Oportunida[ de de você entrar na comunidade onde mora por uma perspectiva diferente. De convidar colegas de trabalho e mostrar que ali é seu canto. Imagine se aqui, com meu engajamento e com o engajamento dos meus amigos, nós conseguirmos ter uma escola melhor, onde nossos filhos possam ser novos líderes. “Alguém está te pagando? Alguém está mandan[ do?”, podem te perguntar. “Não, estamos aqui por[ que acreditamos”.

Que mensagem você deixa para a comuni, dade do Cabo de Santo Agostinho?

Existe um potencial humano onde vocês moram que é espetacular. Porém, isso só vai se realizar se vocês tentarem trabalhar de forma conjunta. Agora é o momento de deixarmos nossa falta de tempo, a nos[ sa falta de crença e valorizar a riqueza humana que a gente tem. Aqui não é um lugar diferenciado só porque Deus nos deu um ambiente maravilhoso, mas é um local diferenciado porque as pessoas da[ qui entenderam seus papéis enquanto cidadãos, seus papéis enquanto pessoas de uma empresa, e que juntos promovem um Cabo de Santo Agostinho em que todos gostariam de morar.

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ARTIGO

CDC Cabo atua de forma articulada com a Política Nacional de Promoção à Saúde Promoção à Saúde se relaciona não só à prevenção de doenças, mas ao desenvolvimento humano e social

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Por Beto Vieira, da Secretaria de Saúde

A metodologia proposta pelo Comitê de Desenvolvi[ mento Comunitário (CDC) e adotada pelo Instituto Camargo Corrêa é, sem dúvida, uma estratégia de ação em sintonia com a Política Nacional de Promo[ ção à Saúde. A Promoção à Saúde é um esforço da comunidade organizada para alcançar políticas que melhorem as condições de saúde da população e os programas educativos.

Índices de Gravidez na Adolescência e o de Fortaleci[ mento do Sistema de Garantia de Direitos. Podemos identificá[los como propostas de Promoção à Saúde e à Qualidade de Vida.

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Essas iniciativas não estão restritas à prevenção es[ pecífica de doenças, mas constituem estratégias que envolvem diferentes setores sociais: a Secretaria Mu[ nicipal de Saúde, a Secretaria Municipal de Educa[ ção e a Secretaria Municipal de Programas Sociais, que trabalham de forma transversal com di[ versos atores comprometi[ dos com o cuidado, por meio de projetos de Políti[ cas Públicas Saudáveis.

A saúde também diz respeito a um desenvolvimento humano social mais justo e compatível com a realidade, com as vocações locais e regionais

Os princípios que caracteri[ zam a Promoção à Saúde são: o empoderamento das pessoas para que elas exer[ çam controle sobre os de[ terminantes da saúde e o fortalecimento das habilida[ des e capacidades pessoais de grupos e comunidades; o reconhecimento das dife[ renças para que haja igual[ dade no direito à saúde; a construção da consciência sanitária por meio do en[ volvimento de todos os ato[ res e de reflexões sobre o papel de cada um e da sociedade na gênese e na resolução dos problemas de saúde; e a inclusão so[ cial, no sentido de priorizar aqueles grupos que es[ tejam mais vulneráveis ou excluídos do sistema de saúde. O CDC é um exemplo de como a atuação interseto[ rial, envolvendo a iniciativa privada, gestores públi[ cos e comunidade, implica em uma nova visão que propõe uma gestão compartilhada. No Cabo de Santo Agostinho, o CDC desenvolve três importan[ tes projetos para a promoção da infância: Qualifica[ ção do Trabalho na Educação Infantil, Redução dos

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Essas efetivas propostas de Promoção à Saúde e Quali[ dade de Vida representam um campo novo para a produção do conhecimen[ to, formação e prática, mas, antes de tudo, trazem, em sua base, a mensagem de formação de “pon[ tes”, permitindo uma abertura para a transetoriali[ dade, transdisciplinaridade e transpessoalidade. O objetivo é transcender o setor de saúde. Isso significa cuidar do outro, visualizar a pessoa por inteiro: em seu território, com suas potencialidades, necessidades, lutas e desejos. A saúde também diz respeito a uma vida mais feliz, mais compartilhada, com mais autonomia, mais reciprocidade e ética e a um desenvolvimento humano e social mais justo e compatível com a realidade e as vocações locais e regionais.


BOAS PRÁTICAS

Associação Cultural da Banda Marcial Clarins Independentes desenvolve oficinas de música, dança e artes cênicas no Cabo A Associação Cultural da Banda Marcial Clarins In[ dependentes, fundada em 1 5 de março de 1 998, é uma entidade civil apartidária, sem fins lucrativos e de caráter sociocultural. Ela vem desenvolvendo vá[ rios projetos em nossa comunidade, com crianças, jovens e adultos, proporcionando a essas pessoas oficinas de flauta, bateria, violão, instrumentos me[ lódicos, dança e artes cênicas. A Banda Marcial Clarins é considerada atualmente a terceira maior e melhor banda do estado de Pernam[ buco, conquistando diversos títulos para a nossa ci[ dade. Isso é fruto de um trabalho sério e comprometido com nossas crianças e jovens que, em muitos casos, têm baixo poder aquisitivo e vi[ vem em situação de vulnerabilidade social. Para co[ nhecer um pouco do trabalho do Clarins, acesse o site: www.clarisindependentes.com.br

Foto: Clarins Independentes

Por João Silva, do Clarins Independentes

Banda Marcial Clarins é considerada a maior banda do estado

Projeto garante central de beneficiamento a agricultores Por Jesaías França, da Coobtec [ Mata[Sul

Para a Coobtec – Mata[Sul, o sonho de 24 jovens profissionais está se tornando realidade. O projeto Tempo de Empreender, do programa Futuro Ideal, em parceria com o BNDES, aguarda os trâmites le[ gais para a liberação da primeira parcela dos recur[ sos. Assim que for realizado o primeiro repasse, terá início a construção da central de beneficiamento de produtos minimamente processados. A Coobtec Mata[Sul surgiu do desejo de um grupo de jovens técnicos em agropecuária e meio ambien[ te de fundarem uma cooperativa no Cabo. Os técni[ cos se preocupam com a sustentabilidade da agricultura familiar. A cooperativa comercializa a macaxeira de 70 famílias, compra insumos e dá as[ sistência técnica às propriedades. O empreendimento está próximo a dois grandes po[

los da indústria em Pernambuco: a Refinaria Abreu e Lima e o Estaleiro Atlântico Sul, potencial público consumidor. A matéria prima que será utilizada, a macaxeira, tem origem na produção da agricultura familiar. A cooperativa disponibilizará o seu quadro técnico para prestar assistência às famílias fornece[ doras do produto, proporcionando uma interação entre a cadeia produtiva e possibilitando a otimiza[ ção dos recursos e do capital humano. A Coobtec – Mata[Sul acompanhará os agricultores familiares desde o planejamento produtivo até de[ pois da colheita, possibilitando a constância e a qua[ lidade da matéria prima. Esse projeto viabiliza a inserção de jovens profissionais técnicos [ ligados, em sua maioria, ao meio rural [ no mercado de tra[ balho pela primeira vez. É uma oportunidade para a concretização o sonho de garantir um Futuro Ideal.

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CDC Cabo se reúne para receber a visita do superintendente do ICC, Rogério Arns

FIQUE LIGADO

>> Violência sexual nas estradas

Pernambuco foi o estado que mais reduziu os pontos de explora[ ção sexual nas estradas nos últimos oito anos, de acordo com re[ latório lançado pelo Projeto Mapear no dia 1 8 de maio de 201 2. O relatório apresentou um mapeamento de pontos vulneráveis à exploração sexual contra crianças e adolescentes nas rodovias federais brasileiras. O mapeamento foi realizado com o objetivo de subsidiar a cria[ ção de medidas para o enfrentamento da exploração sexual de crianças e adolescentes. Segundo dados do Mapear, foram regis[ trados 1 .776 pontos vulneráveis à exploração sexual em 201 2. Pernambuco reduziu 77% dos pontos vulneráveis.

Realização:

Parceria:

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Foto: Arquivo CDC

UM CLIQUE

FIQUE SABENDO

>> Medidas socioeducativas

A Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou no dia 1 6 de maio um projeto de lei que prevê medidas socioeducativas diferenciadas e aten[ dimento médico para adolescentes em conflito com a lei que apresentem deficiência intelectual, transtornos psiquiátricos, ou que sejam dependen[ tes de álcool ou outras drogas. O au[ tor da proposta, senador Aloysio Nunes (PSDB[SP), explicou que a iniciativa é necessária para diferenciar as medidas socioeducativas aplicadas aos demais adolescentes daquelas aplicadas aos jovens com tais caracte[ rísticas. O projeto deve passar por mais um colegiado do Senado.

>> Educação

Crianças, adolescentes e jovens em si[ tuação de itinerância – como ciganos, indígenas, artistas circenses e de par[ ques de diversão, entre outros – de[ vem ter garantido o direito à matrícula em escola pública, com qualidade e liberdade de consciência e de crença. É o que dispõe a Resolu[ ção 3, do Conselho Nacional de Edu[ cação, órgão vinculado ao Ministério da Educação. A resolução foi publica[ da no Diário Oficial da União no dia 1 7 de maio.

>> Mapeando direitos

A Oficina de Imagens, por meio do Programa Novas Alianças e do Institu[ to C&A, lançou o MapaDCA, platafor[ ma online gratuita e de livre acesso. A ferramenta foi criada para facilitar o levantamento de informações sobre a realidade de crianças e adolescentes nos municípios e orientar a formula[ ção de políticas públicas. Para saber mais e utilizar a plataforma, acesse: www.mapadca.org

Este boletim é parte do projeto CDC Comunica, realizado pelo Instituto Camargo Corrêa (ICC) em parceria com a Oficina de Imagens. O CDC do Cabo de Santo Agostinho faz parte da estratégia de implantação dos programas sociais do ICC. Informações: www.institutocamargocorrea.org.br

Boletim cabo 4  
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