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MODA ARTE DESIGN LUXO BELEZA BEM-ESTAR TREND VIAGENS


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DA EDITORA O VALOR DO TRABALHO ENTREVISTA WILMA SALDANHA E NATÁLIA DORNELLAS ARTE MODA É ARTE? DESIGN OS NOVOS ESCRITÓRIOS LUXO UM UNIFORME DIFERENTE VIAGENS TUDO INCLUÍDO TREND ENTENDENDO AS GERAÇÕES X, Y E Z BEM-ESTAR MUITO MAIS QUE UM COFFEE-BREAK MODA FASHION OFFICE BELEZA MAQUIAGEM PARA O DIA-A-DIA COLUNA AGORA SIM!

COLABORADORES

EXPEDIENTE edição MARCELA OHANA redação ANA PAULA PAULINO projeto gráfico e diagramação THIAGO FRÓES

WILMA SALDANHA

NATÁLIA DORNELLAS

BLOG AGORA SIM!

MARCELA QUINTINO

ROBERTA ASSUMPÇÃO

desenvolvido por DASH UNIFORMES


EDITORIAL A partir de um olhar diferente, a Dash Uniformes foi criada em 1990 para oferecer ao mercado soluções inteligentes e sofisticadas em uniformes. Criamos, inventamos moda, uniformes e projetos de estilo. Consultoria de imagem empresarial e treinamentos fazem parte dos nossos serviços. Acreditamos que tudo com criatividade, bom gosto e dedicação fica melhor. Por essas razões lançamos a nossa revista – uma publicação sobre o ambiente de trabalho sob o nosso ponto de vista. Aproveitem!

MARCELA OHANA


ENTREVIS DA EDITORATA

O VALOR DO TRABALHO por Marcela Ohana

Após a reunião de fechamento de pauta da nossa revista, sai com a tarefa de escrever um artigo sobre o valor do trabalho. Eram duas e meia da tarde de uma terça-feira agitada. Parei e comecei a refletir sobre a minha tão importante missão: traduzir em algumas palavras a importância do trabalho para o homem. Poderia conversar com meu pai ou meu Tio Mário - ambos empresários com uma longa história no mercado - mas meu pensamento foi uma geração além. Imediatamente meu tio-avó Juca apareceu como uma luz nos meus pensamentos. Quem poderia melhor tra-

duzir o valor do trabalho do que ele, aos 89 anos, de sol a sol, em sua loja de tecidos no centro de Belo Horizonte? Meu primeiro instinto foi sair do escritório para lhe fazer uma visita e conversar. Pensei com meus botões: será que ele vai estar lá? Imediatamente peguei o telefone e escuto do outro lado da linha: - Casimiras Joseph Pitchon. Senti até um frio na barriga quando ele atendeu. Como poderia ter duvidado que ele estaria lá?! Conversamos por alguns minutos e marcamos de nos encontrar no dia seguinte na loja.


O dia amanheceu quente e o centro de Belo Horizonte estava como de costume: cheio, muito cheio e fazia calor. Que calor! E, quando me aproximo da porta, lá estava ele em pé, atrás do balcão conferindo o movimento de caixa do dia anterior. Acho que aquela cena vai me motivar e inspirar para o resto da vida. Tão simples e com tanto significado. Para ele não tem dia ruim, tempo ruim ou qualquer motivo que o impeça de estar firme e forte para trabalhar. Tem dias que quero acordar na praia? Claro! Nada é fácil. Nadinha. Clientes, relacionamentos, compromissos. As coisas poderiam cair do céu, né?! Mas sabem de uma coisa? A cada dia, cada queda ou erro, a cada conquista, eu me torno uma pessoa melhor. É impressionante como, um dia após o outro, as coisas ficam mais claras. O que eu não conseguia antes, agora tiro de letra e o que me deixa triste um dia, no outro são experiências. Realizar-me como uma pessoa melhor, construir uma história bacana, cheia de significado, é o que me faz levantar todos os dias.

A vida é trabalho. Tudo para ser construído leva tempo e dedicação. Tolo quem pensa o contrário! Talvez o dia de hoje tenha sido, pra mim, um sacode bem dado. Com uma loja, muito trabalho e dedicação, meu tio construiu uma linda história, uma família extraordinária e uma vida repleta de alegrias. Após conversarmos sobre tecidos, clientes e sua história, não poderíamos ter terminado a visita de uma forma melhor (e a cara do Tio Juca): na pastelaria ao lado da loja, brindando o dia com um belo pastel frito de queijo. Imagens: Ana Paula Paulino


ENTREVISTA

MODA: ONTEM E HOJE Wilma Saldanha e Natália Dornellas

De um lado, Wilma Saldanha: 80 anos, ex-sócia e fundadora da Patachou. Criou a malharia em 1978 e a transformou em uma marca consolidada em todo o Brasil. Do outro lado, Natália Dornellas: 37 anos, uma das maiores colunistas mineiras de moda e presença garantida nos mais importantes eventos da moda internacional e nacional. Em um encontro descontraído, essas duas referências da moda mineira contaram para a Dash as principais mudanças do mercado nos últimos anos. 1. Quando e como se deu o seu começo na moda? WS: Foi em 1969. Fui revolucionária: mulher na época não trabalhava em área nenhuma. Fiz um curso,

aprendi a tecer, a fazer malha. Abri uma malharia e o Renato (Loureiro) foi meu primeiro cliente. ND: Eu sou jornalista e publicitária, mas eu sempre gostei de moda. Quando era pequena e morava em Guarani, eu já era criancinha de prova de roupa. Eu tinha roupa demais! Minha mãe levava a gente toda semana para fazer compras em Juiz de Fora. A moda sempre es-


“O maior inimigo do sucesso se chama sucesso.” Wilma Saldanha

teve na minha vida, mas eu sabia que ia trabalhar escrevendo. Em 2004, eu fazia uma coluna social e tive que cobrir o SPFW para o Jornal O Tempo. Logo depois, eles me convidaram para fazer uma coluna de moda. A moda “caiu” para mim. 2. Como era/é o mercado de moda na época? WS: Em BH, só havia confecção de jeans e eu quis fazer malhas. Ter uma marca, fazer coleção e se manter no mercado é muito difícil. Uma vez escutei uma jornalista de Londres falando a coisa mais certa que já ouvi na vida: o maior inimigo do sucesso se chama sucesso. Quando ele sobe na cabeça, é o que faz a pessoa perder o norte e cair. ND: Tem que ter muita coragem. Existem várias possibilidades no mercado para quem está formando. Mas o sonho ainda é construído encima dessa imagem de glamour da moda, desfiles no SPFW. Conheço pessoas extremamente talentosas que não subiram. Acho

que é um pacote que vai da sorte à competência, da inteligência emocional de saber se autopromover. Acho árduo e fico preocupada com os recém-formados, por isso tento mostrar outras possibilidades para quem quer seguir no ramo. É necessário ser mais inovador ou preservar as memórias, resgatar. Talvez quem opte pela segunda opção tenha uma saída até mais interessante. Atualmente, as coisas são muito descartáveis. Na minha concepção, na moda brasileira, quem vai sobreviver vai ser uma loja muito top que tem um produto incrível ou quem vende a preço de banana. Com o crescimento das grandes redes e chegada de marcas de fora como a H&M, quem faz roupa sem DNA e com preço médio vai sofrer. 3. Como era/é o acesso à informação na moda? WS: Hoje em dia é muito mais rápido. Tinha uma rua em Paris que era o local das lojas que popularizavam o que estava sendo lan-


ENTREVISTA

“... (ter sucesso é) um pacote que vai da sorte à competência, da inteligência emocional de saber se auto-promover.” Natália Dornellas

çado. Uma semana depois que uma tendência havia aparecido nas passarelas de Paris ou Milão, as roupas já estavam sendo vendidas, copiadas com tecido semelhante e a preço de banana. Antes mesmo das grifes lançarem. Hoje é ainda mais rápido. ND: Eu fico pensando o que acontece com o WGSM (líder em pesquisas de tendências de moda) – cujo pacote é maravilhoso, mas muito caro – diante de Instagram, Pinterest. Eles são geniais a ponto de se reinventarem, mas deve-se pensar muito porque o custo é alto, a informação está acessível a todos. As pessoas são mais imediatas, a produção é mais rápida e o ritmo absurdo. A informação é perigosa, até por causar um mau uso de tendências, como o sneaker, por exemplo. As tendências são atropeladas e o consumidor sabe que as peças são copiadas. 4. Você acredita que atualmente o mercado de moda é mais difícil devido à quantidade de informa-

ção pela internet ou acha que isso favorece? WS: Eu acho que a internet é um excelente canal de divulgação, extremamente importante porque informação deve ser divulgada. No entanto, eu acho que ela não influi no que as pessoas vão comprar. As pessoas querem é preço! Na verdade, acho que influi um pouco, mas as pessoas hoje sabem o que elas querem comprar, quanto elas querem pagar. ND: Eu penso completamente o contrario. A internet hoje é ferramenta de difusão de conteúdo e de venda. Isso explica, por exemplo, o sucesso de uma blogueira em alguns segmentos. Internet é venda, dependendo do segmento.

Imagens: Thiago Fróes Agradecimentos: Casa Bonomi


ARTE

MODA E ARTE? A polêmica pergunta é sempre motivo de discussão entre estilistas e artistas. Enquanto isso, os consumidores aproveitam o resultado dessa parceria.

De acordo com Pamela Golbin, diretora e curadora do Les Arts Décoratifs, do Louvre, a relação entre moda e arte começou em 1858. Na época, Charles Frederick Worth se colocou como um artista e passou a assinar suas criações como alguém que assina suas obras de arte. Desde então, moda e arte passaram a andar juntas, se tornando ainda mais comum a partir dos anos 30 com a parceria entre Schiaparelli e Dalí. Um argumento comum de quem defende que moda não é arte, é o fato de existir uma grande indústria por trás da primeira – portanto, o objetivo final de um estilista é vender e não criar, como faz o artista. Porém, no fim das contas, o artista também precisa vender, então o argumento já não se torna tão válido. O que de fato podemos afirmar é que a parceria entre artistas

e estilistas segue se fortalecendo, independente da discussão. Mas como o artista vê isso? “A marca gosta, porque ganha espaço na mídia e o artista faz coisas diferentes do que está acostumado e ganha dinheiro, é uma troca”, afirma Pamela. Atualmente, existe uma tendência de convidar artistas para trazer um ar mais “cool” para as etiquetas, o que antes era papel dos estilistas. E isso só irá aumentar. Exemplos dessa nova tendência são as parcerias da Louis Vuitton com artistas como Yayoi Kusama e Takashi Murakami, responsáveis por estamparias exclusivas para os produtos da marca. Fonte: Move!: Moda e arte na teoria e na prática”, texto do site Lilian Pacce, 13 de março de 2013. Imagens: 1 - Estampa de Takashi Murakami para a Louis Vuitton 2 - o artista Takashi Murakami 3 - a artista Yayoi Kusama 4-5 - Louis Vuitton por Yayoy Kusama


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DESIGN

OS NOVOS ESCRITORIOS

Novas formas de organizar o tradicional escritório visam oferecer aos funcionários ambientes mais funcionais e produtivos.

De uns anos para cá, o modelo de escritório “engessado” – aquele com mesa, computador e cadeira para cada funcionário – vem perdendo espaço para projetos mais inovadores. No entanto, deve-se ter um cuidado para que a reorganização do espaço consiga fornecer zonas de interação, mas também mantenha áreas mais restritas, que ajudam o funcionário manter a concentração em determinadas tarefas. As divisões dos escritórios em zonas de tarefas específicas se tornam cada vez mais comuns e trazem bons resultados de produtividade e satisfação do funcionário. Para quem quiser adotar essa nova forma de organizar sua empresa, é necessário dividir o ambiente em zonas: · Zonas de Colaboração: proporcionam um cruzamento natural para que colegas de trabalho se conheçam e compartilhem ideias. A criação dessa área

pode ser facilmente resolvida com uma grande mesa na cozinha, por exemplo. · Zonas de diversão: a mais inovadora das zonas já foi adotada por empresas como a Google e diversas agências de publicidade. Nela, os funcionários encontram TVs, jogos (vídeo games, pingue-pongue, sinuca) e lanches para um momento de descontração. Apoiar esses tipos de atividades que faz com que os funcionários gostem do local de trabalho, além de ajudá-los a construir outros tipos de relações que ajudam na convivência no ambiente de trabalho. · Zonas calmas: espaços específicos para pensar e concluir projetos. Esses espaços oferecem possibilidades de relaxamento, foco no trabalho ou simplesmente ter amigos próximos para um rápido brainstorm. É importante oferecer um espaço que facilite o encontro de pessoas, mas


que não possua música ou uma máquina de xerox fazendo barulho. · Zonas Privadas: oferecer aos funcionários lugares para se “esconder” quando é necessário trabalhar sem interrupções de colegas. Zonas privadas são espaços necessários, mais individuais, que educadamente enviam a mensagem “Não me incomode” aos colegas de trabalho. Essas zonas podem ter portas e lembrar os espaços mais tradicionais de escritórios. Criando essas zonas, você garante que pessoas com estilos de trabalho diferentes possam trabalhar em um mesmo ambiente. Com um planejamento cuidadoso e design intencional, você garante à sua empresa um modelo moderno de escritório, sem perder os níveis de produtividade, e contribui para o bem estar dos seus funcionários.

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Fonte: Texto inspirado em artigo de Kevin Kuske, antropólogo-chefe da Turnstone. A marca é inspirada pelo espírito de empresa de pequeno porte e seu foco principal é no trabalho baseado na criatividade e em fornecer soluções para ajudar os trabalhadores serem mais produtivos, engajados e inspirados. A criação de zonas foi uma dessas soluções criadas pela empresa de Kevin. Imagens: 1-2 - Escritórios da Klout 3-4 - Escritórios da Google

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LUXO

UM UNIFORME DIFERENTE

Para se diferenciar e fidelizar seus clientes, as empresas investem na imagem. Nesse universo, o uniforme ganhou um papel importante na venda dessa identidade.

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Foi-se o tempo que uniformes eram considerados roupas simples e que seguiam um padrão rígido. Atualmente, as empresas estão investindo muito nos fardamentos, pois já foi comprovado seus diversos benefícios para uma empresa. Por causa desses benefícios, as empresas buscam novos tipos de uniforme. Além da padronização, os empresários perceberam que o uniforme transmite a imagem da empresa e seus diferenciais para o

91% das grandes empresas utilizam o uniforme. O uniforme causa sentimento de pertencimento aos funcionários. O uniforme consolida a imagem da empresa e ajuda a criar uma cultura baseada em valores permanentes. O uniforme é também uma ferramenta de marketing.


público externo. Iniciou-se, então, uma busca por roupas diferenciadas, estilos exclusivos, às vezes desenvolvidos até por estilistas famosos. Esses novos uniformes buscam transcender o universo corporativo e trazer para o mercado uma postura impecável, traduzida por peças com caimento perfeito e traços marcantes. Apesar de ter sido intensificada pelas companhias aéreas na década de 90, essa mudança na moda corporativa ganhou mercado e visibilidade recentemente. 2

A onda tomou conta das grandes marcas no exterior: Prabal Gurung assinou os looks dos consultores de beleza da Sephora, a Versace é responsável pelos uniformes dos hotéis Palazzo Versace e pelos uniformes sociais dos jogadores do Real Madrid. Isso sem contar outras equipes que tem uniformes assinados por Stella McCartney, Ralph Lauren e Prada. Os exemplos são muitos! Mas o objetivo dessas empresas não é ter uma roupa de um estilista famoso e, sim, um uniforme único que traduza a singularidade da sua marca. Do mesmo jeito que a roupa de uma pessoa normal diz 3


muito sobre a mesma, o uniforme diz muito sobre a empresa. No entanto, já existem marcas fazendo o contrário: desenvolvendo uniformes que são “a cara” do cliente. Essa é a novidade que a Virgin America trouxe aos seus clientes. Juntamente com a famosa grife de roupas Banana Republic, a companhia aérea lançou uniformes de luxo para sua tripulação, inspirados na alta-costura dos modelos nas décadas de 1960 e 1970. Porém, em breve, os passageiros poderão adquirir a linha exclusiva nas lojas da Banana Republic. De acordo com o presidente da Virgin America, essa é uma ação inovadora que combina marketing com moda. Os itens são diversos e a linha vai desde casacos até óculos de sol do modelo aviador, um luxo para quem gosta de viajar em grande estilo.

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Imagens: 1 - Uniformes da Sephora desenvolvidos por Prabal Gurung 2 a 4 - Uniformes do Palazzo Versace desenvolvidos pela Versace 5 - Uniforme do Hotel Crown Towers


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VIAGENSTA

TUDO INCLUIDO! O número de brasileiros que aderem ao sistema all inclusive em viagens aumenta a cada dia. Uma busca por momentos de lazer e sem preocupação monetária. Após um ano de muito trabalho, tudo que um funcionário busca são férias sem preocupações, apenas para descansar e relaxar. Por esse motivo, o número de turistas brasileiros que aderem aos pacotes all inclusive em viagens cresce cada vez mais. Ao contratar o serviço, o hóspede geralmente recebe uma pulseira e, com ela, tem acesso livre à alimentação e bebidas nos resorts.

O diretor de marketing da agência Soul Traveler, Armando de Aguinaga, acredita que o sistema all inclusive está intimamente associado ao turismo de praia e é bastante procurado por executivos e suas famílias. Com tamanha demanda, alguns resorts chegam a oferecer até doze opções diferentes de restaurantes para os hóspedes fazerem suas refeições.

O consumidor que procura esse tipo de serviço quer ter a tranqüilidade de não ter mais gastos durante a viagem e acaba dando preferência às dependências dos resorts durante o período da hospegagem.

Mas não é todo tipo de turista que gosta de viajar assim. Armando completa que o all inclusive agrada muito americanos e brasileiros. Já os europeus gostam de explorar o local, os costumes e a gastronomia, rotina que é um pouco limitada pelo all inclusive.

Muitas agências já estão vendendo esses tipos de pacotes (aéreo + hospegadem all inclusive), que vão desde destinos de alto luxo - em destinos como as Ilhas Maldivas - até viagens mais econômicas - Nordeste brasileiro ou América do Sul/Central - com possibilidades de parcelamento.

Fonte: “Resorts de luxo são os mais procurados para all inclusive”, Portal Terra, 06 de novembro de 2013. Imagens: 1 - Serhs Natal Grand Hotel - Natal/RN - Brasil 2-3 - Buffet do Cana Brava All Inclusive Resort Ilhéus/BA - Brasil 4 - Iberostar Grand Hotel Paraiso - Playa Paraiso México


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TREND

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ENTENDENDO AS GERACOES , X, Y, Z por Roberta Assumpção

Há pouco tempo fomos bombardeados com informações sobre a geração Y. Dados, estatísticas, vídeos e manuais de instruções de como lidar com essa turma nascida a partir dos anos 80. Mas como o mercado de trabalho deve lidar com isso?

Muitas receitas de bolo foram oferecidas para ensinar a resolver o conflito de gerações no mercado de trabalho. De uma hora para a outra, houve uma necessidade enorme de integrar pessoas de gerações distintas nas organizações. Independente do tipo de personalidade de cada um, aprende-

mos que a cultura geracional pode influenciar no comportamento de pessoas de idades diferentes. E agora, em 2014, as mudanças estão tão constantes que o tempo que separava as gerações (que era de 20 a 25 anos), caiu para 15 anos. Por isso, cada vez mais fica


complicado entender a nova geração que chega e manter a harmonia com as suas diferenças. No mercado de trabalho então, dá um trabalho… Por exemplo, cada um que lê este texto já deve ter tido contato com um bebê que destrava seu iPhone e escolhe um aplicativo, sem ter recebido nenhum tipo de ensinamento para isso. Pois bem, essa turminha faz parte da Geração Alpha, que nasceu a partir de 2010. Já é surpreendente lidar com um bebê tecnológico, imagine então com um profissional que já nasceu com esse cérebro “modificado”! Esse assunto de gerações parece ser meio confuso, mas pode ser mais simples do que parece. Para começo de conversa, vamos nos situar: Baby Boomers - nascidos entre 1946 e 1964. Geração X - nascidos entre 1960 e 1980 Geração Y - nascidos entre 1980 e 2000. Geração Z - nascidos entre 2000 e 2010. Geração Alpha - nascidos a partir de 2010.

Veja se você se identifica: baby boomers e os X são pessoas que viveram muito bem sem precisar de nenhum tipo de tecnologia a qual estamos acostumados hoje em dia. São aqueles que enviavam cartas, não emails. Faziam visitas, não reuniões por Skype. Compreendem relações verticais de hierarquia, não horizontais. Essa turma é old school no mercado de trabalho e são brilhantemente focados. Imaginem, então, duas gerações com um modelo comportamental similar que começam a trabalhar com pessoas que não conseguem entender o valor de


TREND

uma hierarquia, de papéis bem definidos e que entendem muito mais de tecnologia. Começam aí os conflitos. Agora, com a Geração Z que daqui a pouco entrará no mercado de trabalho, as empresas novamente estão ficando de cabelo em pé, preocupadas em como sua chegada irá impactar nos processos internos e no público consumidor. Diferente da geração X, que teve que se adaptar à chegada das novas tecnologias, e da Y, que cresceu juntamente com o desenvolvimento da modernidade, este novo grupo de profissionais cresceu e se desenvolveu com o advento da tecnologia totalmente ao seu favor. A habilidade e intimidade com os eletrônicos e a velocidade da informação é algo natural para eles e sua forma não linear de pensar acaba por confundir pessoas que possuem uma linha de raciocínio mais reta. Eles chegam ao mercado de trabalho esperando um mundo conectado, aberto ao diálogo, veloz e global. É o que conhecem como mundo. E, por serem tão velozes, esses profissionais não são do tipo que permanecerão em uma mesma

empresa por muitos anos. A geração Z estará sempre em busca de novidades. Às empresas, fica a opção de encarar essa mudança e atualizar seus negócios, criando novas formas de liderança e motivação, ou lutar contra a maré e manterse conservador frente às alterações ocorridas nos últimos anos. De qualquer maneira, os gestores precisam saber sobre as diferenças comportamentais entre as gerações, mas lembrando que todas possuem lados positivos que podem ser complementares, basta ter a aptidão de ressaltar as melhores características de cada geração. Mais importante do que ver as gerações é saber olhar para cada pessoa individualmente. Em todas as gerações existem profissionais bons e ruins, com qualidades e defeitos. Sendo assim, é preciso focar em cada indivíduo, esquecendo um pouco da idade ou a geração a qual ele pertence.

Roberta Assumpção é proprietária da Trend Boutique, empresa que oferece serviços de Curadoria de Conteúdo, Análise de Tendências e Pesquisas Qualitativas. Para saber mais, acesse o site: trendboutique.com.br


MUITO MAIS QUE UM COFFEE-BREAK Pesquisas comprovam que pausas durante o trabalho aumentam o rendimento da capacidade cerebral.

Na tradução para o português, coffee-break significa “pausa para o café”. Ou seja, a expressão nada mais é que uma forma de denominar aqueles minutinhos de pausa, no meio da manhã ou da tarde, no qual você faz um lanche. Mas na verdade, o “coffee-break” tem função muito mais importante que saciar a fome.

A pausa para o lanche é essencial porque ficar horas sem comer deixa o raciocínio lento e pode comprometer o rendimento no trabalho. Mas, além disso, uma pausa durante as horas de trabalho faz bem, não só à saúde física, mas também psicológica. Segundo uma pesquisa da Universidade de Nova Iorque e publicada na Revista Neuron, as pausas ajudam a potencializar a memória. Trabalhar horas a fio compromete o potencial de memória do cérebro. Por isso o “coffee-break” é tão importante: interromper suas tarefas e interagir com os outros melhora a sensação de bem estar e o rendimento da sua capacidade cerebral. Isso quer dizer que uma pausa seja a melhor solução quando você não consegue resolver aquele problemão em um projeto. O descanso da mente pode ser a chave para esse enigma.

ENTREVIS BEM ESTAR


FASHION

OFFICE Inspirados nas tendĂŞncias de grifes internacionais, os novos modelos de uniforme da Dash trazem alfaiataria, babados e muitas cores para o ambiente de trabalho. Fotos BĂĄrbara Dutra Beauty Marcela Quintino Modelo Marielle Martins


MAKE DIA-A-DIA Base 3 em 1 da COVER GIRL Iluminador VICTORIA SECRET Sombra Blush Margin da MAC Máscara de cílios LOREAL Batom Honey Love + Hill da MAC

Fotos Thyago Rodrigues Beauty Marcela Quintino Modelo Melissa Gentz ( WOLL)


Base 3 em 1 da COVER GIRL Iluminador VICTORIA SECRET Sombra Blush Margin da MAC Máscara de cílios LOREAL Batom Girl About Town da MAC


Base 3 em 1 da COVER GIRL Iluminador VICTORIA SECRET Sombra Blush Margin da MAC Sombra Expresso da MAC Máscara de cílios LOREAL Batom Roby Who da MAC


Base 3 em 1 da COVER GIRL Iluminador VICTORIA SECRET Sombra Blush Margin da MAC Máscara de cílios LOREAL Batom Blush Cremoso Something Special + Ladyblush da MAC


COLUNA

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A cuLPA NAO E DELA por Lili e Marina

A maioria das pessoas que conheço vive reclamando da segunda-feira. Não porque o fim de semana acabou, mas porque mais um dia de trabalho começou. Encontrar o emprego dos sonhos não é fácil. Para mais de 25% dos brasileiros, ele continua escondido. E, se esse for o seu caso, não se desespere: a maioria das pessoas que conheço também não encontrou. Estão aí, defendendo o que não acreditam, fazendo o que não gostam e trabalhando sempre ligadas no piloto automático, só esperando pela chegada da sextafeira. Mas o que talvez elas e você ainda não saibam é que, às vezes, assim como tentar, é preciso desistir. Assim como seguir, é preciso parar, chutar o balde, dar a cara a tapa mesmo. Eu sei, dá medo. Mas ao contrário do que muitos pensam, os corajosos também sentem medo. E isso não tem a menor importância. Achar que o incerto pode não dar certo faz parte. O que não

dá é ficar perdendo um dia de vida em cada dia de trabalho. O que não pode é vender a sua própria paz para enriquecer os outros. Não tem nada melhor do que gostar e ter orgulho do que a gente faz, de seguir o nosso coração, mesmo que o mundo inteiro lá fora seja contra. Lembre-se de que ninguém, além de você, sabe mais sobre a sua felicidade e sobre o que vai te fazer levantar da cama todos os dias sorrindo. Mas também, ninguém, além de você, pode lutar pelos seus desejos. Por isso, é melhor agir logo para que eles aconteçam. O tempo está correndo e sua vida está com pressa. Defenda o seu direito de ser feliz. Não aceite sobreviver ao invés de viver. Amar o seu trabalho vai fazer com que você também ame a coitada da segunda-feira, que, afinal, nunca teve culpa de nada.

Lili e Marina são as idealizadoras do blog “Agora Sim!”. Para saber mais sobre o trabalho delas, acesse: agorasim.blog.br


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Revista Dash . Número 1