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O projecto de Cambambe concluiu o comissionamento das 4 Unidades Geradoras da Central 2

Mais de 4 mil funcionários do projecto AH Laúca realizaram a actualização e registo dos seus dados eleitorais

Ministra da Cultura agradece a Organização Odebrecht pela recuperação da Fortaleza e da Igreja Nossa Senhora do Rosário em Kambambe

Principais destaques da Organização Odebrecht durante o ano de 2016


A descida da comporta que possui 90 toneladas envolveu 30 integrantes e foi realizada ao longo de seis horas

No dia 7 de Janeiro, foi concluída uma etapa crucial nas obras do Aproveitamento Hidroeléctrico (AH) de Laúca, a maior obra de engenharia em construção em Angola, com 2.070 MW de potência instalada. Planeada com cerca de cinco meses de antecedência, nesta etapa foi feita a descida da Comporta Vagão do Descarregador de Fundo da Barragem. Em termos hidráulicos, o evento representa um importante passo para a conclusão do Descarregador de Fundo, estrutura fundamental para o controle do enchimento da Albufeira – o reservatório da hidroeléctrica.

O projecto de Laúca executa as obras civis e eletromecânicas do empreendimento, que deve entregar a primeira Unidade Geradora em Julho e deve ser concluído em 2018. Para a movimentação da Comporta, foram necessários estudos e planeamento minuciosos, o que resultou na utilização de equipamentos de última geração, como o do maior guindaste já utilizado em Laúca. “Parabéns ao projecto pelo primeiro grande marco de 2017 rumo à geração de energia. Este é um passo importante para a obra”, destacou Marcus Azeredo, director de Contrato.


A barragem de Cambambe irá beneficiar cerca oito milhões de habitantes

No mês de Janeiro, o projecto do Aproveitamento Hidroeléctrico (AH) de Cambambe concluiu o comissionamento das 4 Unidades Geradoras da Central 2, bem como o recomissionamento total das 4 Unidades Geradoras da Central 1, atingindo a sua capacidade máxima de produção de 960 MW. De acordo com o engenheiro da área de Qualidade do projecto, Osmar Ramirez, esse marco fez com que houvesse uma diminuição

de cortes de energia aos consumidores finais no norte de Angola, principamente durante as festividades. “Conseguimos alcançar o nosso objectivo. Todas as Unidades Geradoras de Cambambe operam sem quaisquer limitações ou seja não apresentando nenhuma anomalia que possa comprometer os compromissos assumidos pelo ministério de Energia e Águas com a população angolana”, concluiu o engenheiro.


Mais de 4 mil funcionários do Aproveitamento Hidroeléctrico (AH) de Laúca, realizaram a actualização e registo dos seus dados eleitorais, no âmbito de uma campanha de sensibilização lançada pelo Fórum Angolano de Jovens Empreendedores (FAJE), na localidade. A campanha visa atingir todos angolanos com idade de votar nas próximas eleições gerais deste ano em Angola. “Escolhemos o projecto de Láuca por ser um empreendimento que orgulha os angolanos, pela sua importância estratégica e por nela estar concentrada a mão de obra essencialmente jovem, em idade eleitoral”, referiu o Coordenador provincial de Malanje do FAJE, João Diogo Gaspar. “Com a realização da campanha do registo

eleitoral em Laúca, os integrantes atenderam ao cumprimento de um dever de cidadania. O nível de disponibilidade dos funcionários do projecto superou as nossas expectativas. Notamos que estão dispostos a cumprir o seu dever como cidadãos angolanos”, concluiu.

* O FAJE é uma organização juvenil de direito angolano, que se destina a promover actividades viradas ao empreendedorismo e auto-emprego no seio da juventude e actualmente está engajado na mobilização dos cidadãos para o registo eleitoral, no quadro de uma parceria com a direcção provincial dos registos.

Integrantes da obra do Aproveitamento Hidroeléctrico de Laúca no acto do registo


A ministra da Cultura de Angola, Carolina Cerqueira, agradeceu a colaboração da Organização Odebrecht na reparação da Igreja Nossa Senhora do Rosário de Kambambe, durante um encontro realizado a 11 de Janeiro com o Embaixador do Brasil em Angola, Paulino Franco de Carvalho Neto. A governante apelou para o prosseguimento de acções similares com vista a recuperação e valorização do rico património material e imaterial disperso por todas as províncias. Carolina Cerqueira adiantou ainda, que a formação artística, a capacitação e a conservação do património são áreas prioritárias do sector e que devem merecer uma maior atenção na futura parceria com as autoridades brasileiras no domínio da cultura,

tendo aproveitado a ocasião para solicitar ao Governo Brasileiro o apoio da candidatura de Mbanza Kongo, a património da humanidade. No decurso da audiência, o embaixador destacou a necessidade de uma parceria conjunta para divulgar a cultura brasileira em Angola e uma maior promoção e divulgação da realidade cultural angolana no país que partilha traços de identidade cultural, linguística e uma profunda amizade entre ambos Estados.

* A igreja da Nossa Senhora do Rosário, no Dondo, assinala o início da evangelização e introdução do catolicismo entre os povos da região do Cuanza Norte.

A ministra da Cultura no acto da reinauguração da igreja a 18 de Abril de 2016


Principais destaques

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ÉTICA EMPRESARIAL Volume 2, cap 6, pág 106

Daí, a importância da capacitação de cada um, sobretudo dos mais Jovens, para que programe, criteriosamente, o uso do próprio tempo e do daqueles que irão apoiá-los na superação dos resultados e na antecipação dos prazos previstos. Ao reduzir os prazos do seu Programa de Ação, cada Ser Humano poupa um pedaço de sua própria vida e da vida de seus Semelhantes; contribuindo, assim, para que todos usem o tempo poupado de modo a desenvolver suas potencialidades e usufruir maior bem-estar. Em suma, contribuir para a formação de um Empresário é fazer com que este Ser Humano, no desempenho das tarefas cotidianas de seu Programa de Ação, adquira, pratique e aperfeiçoe:  suas virtudes inatas ou adquiridas;  a capacidade de aplicar a Tecnologia Empresarial Odebrecht na concepção, planejamento e condução de seu negócio;  a busca de sinergia com seu Líder e com os Integrantes de sua Equipe;  a habilidade de lidar com relatórios e relatos, o que aperfeiçoará sua capacidade de planejamento e de execução;  O uso produtivo do tempo e dos conhecimentos, que irá levá-lo a fazer mais e melhor, com menor dispêndio de energia vital. Se tudo ocorrer ao mesmo tempo e na prática, então, o Empresário em formação irá dominar e aplicar, cada vez melhor, a Tecnologia Empresarial Odebrecht.


Odebrecht é uma das Empresas Parceiras do projeto Jornada para o Futuro, desenvolvido pela Cia. de Talentos. Com o objetivo de unir estudantes universitários, instituições de ensino e empresas e seus líderes, o projeto busca desenvolver o autoconhecimento e aspectos comportamentais como protagonismo, inovação e visão de negócio entre os universitários. "Acreditamos que a aproximação entre os atores envolvidos na preparação para o mercado de trabalho, que o Jornada para o Futuro propõe, traz para a realidade dos universitários insights, provocações e o autoconhecimento necessário para que tomem decisões de carreira conscientes e que desenvolvam os comportamentos percebidos pelo mercado como essenciais para um jovem talento, qualquer que seja sua escolha", afirma Sofia Esteves, fundadora e presidente do conselho do Grupo DMRH, do qual a Cia. de Talentos faz parte. Para a Odebrecht, o programa é uma oportunidade para contribuir com a carreira dos universitários e na formação de novas lideranças. "A interação com jovens universitários nessa parceria inédita nos permitirá contribuir de maneira efetiva em suas decisões de carreira. Ao mesmo tempo, nos aproximaremos de importantes instituições de ensino no país e de outras empresas privadas, com o propósito comum

O projeto contará com a participação de cerca de cerca de 6 mil universitários dos cursos de Engenharia, Administração, Economia e Comunicação Social

de engajar no mercado de trabalho uma nova geração que, em breve, vai assegurar a renovação das lideranças no Brasil", explica a Diretora de Planejamento e Pessoas da Odebrecht S.A., Carla Barretto. Além da Odebrecht, as empresas Ambev, Avon, Bradesco, Gerdau, GPA, Itaú-Unibanco, McKinsey & Company, Novartis, PwC, Roche, Suzano, Unilever e Whirlpool também participam do programa, que já está em andamento e conta com a participação de cerca de 6 mil universitários dos cursos de Engenharia, Administração, Economia e Comunicação Social. Entre as instituições que participam do Jornada para o Futuro estão o Insper, a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), a Poli Junior (empresa junior de Engenharia da Universidade de São Paulo – USP) e a Brazilian Student Association – Brasa.


Campo agrícola no município da Quibala

Criado com o objectivo de dar resposta ao financiamento do fomento agrícola, o Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Agrário (FADA) viu aprovado o seu estatuto legal em Dezembro último, e nomeado o conselho de administração. O fundo está sobre superintendência do Ministério das Finanças com ajuda do sector agrícola devido a vocação das suas operações. Neste momento, estamos a trabalhar para identificar que produtos vamos apoiar dentro da estratégia do Ministério da Agricultura, disse a administradora executiva do fundo, Josefa Sacko. Informou que o Gabinete de Estudos e Planeamento do Ministério da Agricultura está a fazer o diagnóstico do sector, ouvir todos os actores envolvidos, para ver que tipo de plano estratégico pode traçar para alavancar este sector que é de capital importância para o país. Temos que ser muito profissionais na nossa

actuação e atribuir o fundo às pessoas realmente envolvidas na produção agrícola (pequenas famílias, alguns grandes e médios empresários), disse. Por outro lado, apontou a necessidade de se olhar para o pequeno produtor que não tem capacidade para pedir um financiamento de um milhão de dólares, mas que, com 500, pode conseguir ter um micro crédito e trabalhar. Neste momento, o fundo já elaborou um plano de negócios e nos próximos dias terá a sua primeira reunião do conselho para aprovar os instrumentos jurídicos e regimentos e começar a trabalhar, disse. Considerou o FADA importante uma vez que um dos maiores entraves para alavancar a agricultura está no acesso ao financiamento. Entretanto, referiu que a reactivação do fundo poderá também servir de incentivo para que as pessoas se interessem pela área agrícola.


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