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As marca s c om f utur o são as que enten d e m o co mpo rt am ento das p essoas e a manei ra c o m o s e relacio nam co m os seus p r odutos e ser vi ç os. O s e u A D N é ve rd ad eirame nt e humano, nasc e das nec essi dad e s , a m b i ç õ e s e expe ct at ivas dos seus uti l i z ador es. São ma r c a s q u e c ami nham c om as p essoas.


As pe s s oas não c omp ram mar c as. A s p essoas u s a m m a r c a s . Us am as marc as que as entendem. Se p ensar m o s b e m , a relação e nt re p essoas e mar c as não é mui to d i fe r e n t e d e qu alq ue r relação humana. “E u g osto de estar co m q u e m m e p erceb e; co nvers o c om p essoas que me sabem o u v i r ; p r e c i s o d e pe s s oas q u e me c onsi g am ajudar quando t e n h o u m pro b lema; gosto daquel es que g ostam de m i m … ”. A melhor forma q ue a s m a rc a s tê m d e se re la c i o n ar c o m as pes s oas é s ab e re m c oloc a r- se no se u lug a r. É c o n s t r u i r em cima de e m pa tia . É foc a re m -se m e nos n o c l i e n t e e m a is no utiliza d or.


emp a tia : s .f. Aç ão de se c ol oc ar no l ug ar de ou t ra p e s s o a , pro curand o agi r ou p ensar da f or ma c omo el a p e n s a r i a o u ag iria n as mesmas c i r c unstânc i as. A p ti dã o p a ra s e iden t ificar com o outr o, senti ndo o que el e sent e , d e s e j a n d o o q u e e le d e s e ja, ap r endendo da manei ra c omo e l e a p r e n d e .


Es t amos cá p ara ajudar as mar c as a c ol oc a r e m - s e co m maio r r i g or nos sap atos de quem as u s a . Não s o mos o ti p o de ag ênc i a que se ac ha d o n a d a verd ad e . N or mal mente enc ontramo-l a em c o n j u n t o com o s clie nt es . E xp er i mentamos os p r odutos , v i s i t a m o s o s e s paços , ab usamos dos ser vi ç os, somos um b o c a d i n h o chat os e n ormal mente a p r i mei ra r esp osta que d a m o s a o s b riefin g s s ão m ui tas p er g untas. Temos mui ta d i fi c u l d a d e em re s pon d e r a p r obl emas das mar c as sem c o n h e c e r com profun d idade os seus neg óc i os. A l i ás, já a c o n t e c e u re ceb ermo s br i ef i ng s p ara uma ap p que r es u l t a ra m n uma n ova vis ão de neg óc i o. É assi m que nos s e n t i m o s con fo rt áveis . A constr ui r em c i ma da r eal i dade , d e i n s i gh t s verdadei r os, e não de buz z wor ds. O no sso model o de ag ênc i a é si mp l e s : E mpatia + P ropósito + Soluç ã o = Sig nifi c ad o


As marcas e organi z aç ões g anham ver dadei r o s i gn i fi c a d o q u and o c onstr oem a p ar ti r de emp ati a . O Us er Marketi ng c ombi na vár i as f er rame n t a s n o des envo lvime nt o de sol uç ões que tor nam as ex p e r i ê n c i a s d e ut ilização d as mar c as mai s humanas, mai s p r óx i m a s e mai s ef i c az es. A os olhos d o Use r M a rke ting , a em pa tia é a a lm a d o ne g óc io.


O PONTO CENTRAL DE UMA EXPERIÊNCIA DE MARCA D E S U C E S S O É A E M PAT I A O u s e r mar keti ng p er mi te às mar c a s co lo carem-se no l ug ar das p essoas de fo r m a a con s e g ui r em entr eg ar exp er i ênc i as d e ut il i z aç ão c om mai or si g ni f i c ado.


BRAND EXPERIENCE

USER

USER EXPERIENCE

BRAND TOUCHPOINTS


USER MARKETING TOOLS O Co nt act o , a Psi c ol og i a e o R esear c h c ol oc am- n o s n o l u ga r d as pe s s oas . Per mi tem entender o que estão a s e n t i r, a pen s ar e a fazer nos di f er entes c ontextos em q u e a s s u a s vid as se c r uz am c om as mar c as. A Es t rat égi a or i enta a r el evânc i a e o p r op ó s i t o d e tudo o que as mar c as f az em. A Criat ivid a de entr eg a sol uç ões c om r eal i m p a c t o . A Me d ia, a In tel l i g enc e e a Soc i al Medi a en c o n t ra m as po ntes de i nteraç ão e uti l i z aç ão . A Te cno lo g ia c onf er e c ap ac i dade de r eaç ão e c o l o c a t u do à vel oc i dade do uti l i z ador.


Não exis t em re c ei tas. J á não são as mar c as qu e d e fi n e m q uan d o e co mo vão estar p r esentes na vi da da s p e s s o a s . Ag ora q u and o n ão enc ontram mar c as que as s a t i s fa ç a m , c riam- nas . Não é p or ac aso que al g umas das g ra n d e s m a r c a s d a e ra d ig it al nasc eram ao al moç o ou numa be b e d e i ra d e fes t a d e faculdade. É assi m p or que o di g i tal p e r m i t e q u e seja assi m. Às marcas q ue já c á estavam r esta vol tar em a s e r m a i s hu manas . As pessoas já não se dei xam c onqu i s t a r c o m comu nicação a ssente em g randes p r omessas . Es p e ra m empat ia e s oluç ões hi p er -p er sonal i z adas. Se a s m a r c a s q u is ere m con q u i star o mundo vão ter de saber a d a p t a r - s e às p essoas, uma de c ada vez .


Cad a pes s o a cal ç a um model o e um tamanho d e s a p a t o s d ife ren t e . E todas já c al ç aram tamanhos e m o d e l o s d ifere nt es . Para al ém di sso ai nda há o c on t ex t o . Os s apat os q u e ser vem p ara umas oc asi ões n ã o s e r ve m para o ut ras . N i ng uém vai à p esc a c om sal to s a l t o s n em jo g ar à bol a de sap atos de p el e i tal i a n o s .


O q ue d e fine as mar c as são os momentos em qu e a p a r e c e m n a vid a d as pes soas. O momento em que usam o p r o d u t o , ace d e m à p l ataf or ma, r ep aram na embal a ge m , ut ilizam o livr o de i nstr uç ões, veem o anúnc i o d e TV, en t ram na l oja, p r otestam no c al l c enter o u l e e m o p ost de 1 4 0 c arac ter es. Tud o is t o s ão c ontextos e p odem r esul tar em p e r c e ç ã o pos it iva ou ne g ati va. A s mar c as só c heg am às p e s s o a s s e co ns eg u ire m c onstr ui r c ontextos em c i ma de e m p a t i a , t orn and o- os em momentos g enui namente h u m a n o s e benéf i c os.


JĂĄ expe rime nt ou manter uma c onver sa enqua n t o c o r r e ? Ag o ra imag in e d ef i ni r a estratĂŠg i a de uma marc a a c o r r e r.


Go s t amos d e ol har p ara as r el aç ões que estab e l e c e m o s como camin ha das de f undo. Tudo o que é p ara o n t e m j á nas ce d e s at ualizado. E c or r er sem di r eç ão def i n i d a n ã o l ev a a l ado nenhum. Fazemo s u m g ra nde esf or ç o p ara r esp ei tar o no s s o m o d e l o no d ia-a-d ia. Me smo que o temp o que temos p a ra r e s o l ve r o s prob le mas s eja c ur to, p r ef er i mos g astá-l o to d o a t e n t a r des cob rir a ve rdade. Todo o p r oc esso tor na-se m a i s á gi l e fluíd o q u and o conseg ui mos def i ni r um p r op ós i t o v á l i d o . É mais urg e nt e enc ontrar um bom p r op ósi to d o q u e fa ze r maq ue t e s a cor r er. O s g ra nd e s insig hts na s c e m d as ver dades do dia - a - d ia e leva m a g ra nd e s sol u ç õ e s c o m m uito m e nos e sforç o.


C omo di r i a Neil A rmstro n g:


A comOn não tem dep ar tamento c r i ati vo. O ó n u s d a criat ivid ad e n ão é de nenhum dep ar tamento em p a r t i c u l a r. Criat ivo s s omo s todos. N i ng uém detém a f ór m u l a s e c r e t a d a criat ivid ad e . O trabal ho c r i ati vo p ode vi r d e q u a l q u e r um. Po d e vir de um desi g ner, c opy, di r etor d e a r t e , pro g ramad or, ac c ount ou C E O. Também aqui a e m p a t i a é ce nt ral. É a f al ar e tr oc ar exp er i ênc i as u n s c o m os outr os que nos entendemos. Qu ant o mais d iver si f i c ado f or o bac kg r ound de q u e m e s t á e nvolvid o no proc esso, mai s r i c a é a c onver sa , m a i s fá c i l é e nt en d e rmos os p r obl emas de mar keti ng que n o s c o l o c a m , melho res s ão as s ol uç ões que no f i m da l i nha f a ze m c o m q u e os ut ilizad o r es nem se l embr em que é de m a r ke t i n g que estamos a f al ar.


S e d e po is d e le r este l i vr o n찾o senti r nem um a p o n t i n h a d e e mpat ia t em duas hi p 처teses: n찾o usar estes c o n t a c t o s ; o u u s ar, d ar c or da aos sap atos e p assar no H o o d para lh e exp l i c ar mos tudo mel hor ao v i vo .


comOn Step by Step (PT)  

A comOn já percorreu um longo caminho desde que foi constituída como software house, até se tornar uma agência full service. Ao longo do tem...

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