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coletivo

uma flor nasceu na rua! e o XI Congresso de estudantes da USP Está chegando o XI Congresso de estudantes da USP e nós, o coletivo Uma Flor Nasceu na Rua!, acreditamos que o Congresso só será vitorioso se conseguir nos fortalecer na luta contra a reitoria, a PM e os processos. A culpa não é do Júpiter! É do Rodas! Dentro do “centro de excelência USP”, o curso de Letras é, certamente, um centro de precarização, este semestre foi a gota d’água; uma enorme quantidade de professores a serem contratados, aulas não aconteceram na primeira semana, problemas com requerimento. Até mesmo professores foram descontratados depois do período de matrícula o que gerou uma nova redistribuição mesmo depois do inicio das aulas. A novidade é a criação de uma nova habilitação, o Coreano, aprovada no Conselho universitário, porém precisamos ficar atentos: junto com a criação não foi aprovada nenhum investimento maior em nosso curso!

E para nos manter calados: autoritarismoe repressão! Durante o primeiro semestre a reitoria perseguiu implacavelmente todos aqueles que se mobilizaram, isso vai contra a concepção de universidade que temos, para nós o conhecimento só se constrói a partir da contestação e do livre debate de ideias, quando Rodas, persegue, prende, processa e pune é contra isso que ele atenta. As medidas repressoras estão à serviço de manter a situação atual coibindo e reprimindo ações transformadoras, não devemos nos calar diante da repressão e seguir em frente.

Por uma USP mais negra, com mais estudantes de escola pública! Na USP os negros são apenas 12% da comunidade acadêmica, sabemos que grande parte deles está em nosso curso. Por essa razão a Letras-USP pode ser determinante na luta por uma universidade mais acessível, mais negra! A USP tem programas de inclusão social, o INCLUSP e o PASUSP e desde que foram aplicados aumentaram em apenas 3% o número de estudantes vindos da escola pública, dada sua ineficiência, defendemos a implementação de cotas sociais e raciais na USP!

Pr’além dos muros! O projeto de universidade imposto pelo governo do estado de São Paulo e por nossa reitoria não é uma exceção. É um projeto nacional coloca o ensino público a serviço do mercado. A necessidade de defender o ensino fez com que nosso coletivo se aliasse a uma entidade estudantil nacional, a ANEL, que hoje é protagonista da greve nas universidades federais e para aprofundar debates como esses é necessário que ganhemos mais estudantes defender a educação contra os planos de Alckmin, Rodas e a PM, por isso propomos que as gestões do DCE passem a ser compostas proporcionalmente por todas as chapas que concorrem às eleições e que o DCE participe dos fóruns da ANEL.

Integrantes Flávia Toledo 2º ano; Leandro Martins 1º ano; Karina Santos 1º ano; Gabriel Araujo 1º ano; Peter Mac Hamilton 4º ano; Ludmilla Soares 1º ano; Amanda Dourado 4º ano; Arielli Tavares 5º ano; Mariana Mercadante 4º ano; Mayara Novais 3º ano; Bianca Bigoni 4º ano; Paula Penteado 4º ano; Talitta Cancio 2º ano; Antonio Augusto 2º ano; Adeline Vassait 1º ano; Caio Assumpção 1º ano; Mª Luiza Rodrigues 1º ano; Letícia Alcantara 4º ano; Nathalia Gröhs 3º ano; Guilherme Rodrigues 6º ano; Rosi Hollanda 2º ano

Manifesto Uma Flor Nasceu na Rua!  

Manifesto do Coletivo Uma Flor Nasceu na Rua!

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