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TÍTULO – Navegar sem Limites AUTORES e ILUSTRADORES – Alunos do 3.º e 4.º anos do Colégio D. Luísa Sigea do ano letivo 2019/2020 COLEÇÃO – Estórias Sigea 1ª EDIÇÃO – julho de 2020 VOLUME – IV REVISÃO – Margarida Veríssimo, Paula Gomes e Ana Roque DESIGN – João Alves COORDENAÇÃO – Margarida Veríssimo


MORADA

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Embora tivessem já sido levadas a cabo anteriormente, no nosso Colégio, algumas atividades de cariz semelhante, o projeto “Coleção Estórias Sigea”, no seu formato atual, nasceu no ano letivo 2018/2019 e teve continuidade em 2019/2020, sendo implementado com as turmas do último ano da Educação Pré-Escolar e de todo o 1.º Ciclo do Ensino Básico. Partindo do tema aglutinador do Projeto de Desenvolvimento do Currículo do Colégio em cada ano letivo, tudo começa com um desafio que é lançado aos alunos da sala da Pré-Primária até ao 4.º ano de escolaridade: escreverem curtas histórias – no caso dos mais novos, obviamente mais “guiados” pelas suas educadoras – e ilustrá-las, no sentido de dar origem a um livro, com narrativas e respetivas ilustrações, que possa ser efetivamente editado. Depois de, em junho de 2019, ter sido publicado o livro “Talentos em Ação”, em 2019/2020 “Navegar sem limites” foi o mote para a obra que agora é lançada em formato e-book – tendo em conta que a suspensão das atividades letivas presenciais a partir do passado mês de março não permitiu a edição do livro da forma que inicialmente havia sido idealizada. Este título, “Navegar sem limites”, começou por remeter os alunos para a descoberta da realidade do oceano e, progressivamente, levou-os a tomarem uma consciência ainda mais acentuada da importância da construção de um futuro mais sustentável ao nível ambiental. O projeto “Coleção Estórias Sigea” e os livros que dele já nasceram – nomeadamente este “Navegar sem limites” – são, então, um ótimo exemplo de como é possível, em sala de aula, cruzar saberes de disciplinas como o Português (a escrita), o


Estudo do Meio (o ambiente e os oceanos), as Artes Visuais (a expressão plástica) ou a Cidadania e Desenvolvimento (a importância de uma atitude de conservação e preservação dos mares). São, da mesma forma, um excelente exemplo de como, cada vez mais, a escola – neste caso concreto, o Colégio D. Luísa Sigea – pode e deve ser um lugar onde a interdisciplinaridade e o trabalho transversal são essenciais e onde valores e atitudes ligadas a uma cidadania participativa e responsável podem e devem ser trabalhados em complementaridade com as diferentes áreas do saber.

Carlos Pereira Professor de Português e Francês


Durante muito tempo, a leitura foi vista como uma mera habilidade mecânica de descodificação de signos escritos. Hoje, sabe-se que vai muito para além disso, é acima de tudo a compreensão da linguagem escrita. É um processo de natureza complexa que envolve três dimensões: cultural (compreensão das funções e das finalidades da leitura), linguística (compreensão do funcionamento do código escrito) e estratégica (compreensão do que é preciso fazer para ler). Para além de complexo, pode dizer-se que a aprendizagem da leitura e da escrita é um processo interminável. Tudo começa no pré-escolar, vai-se consolidando no 1.º ciclo e aperfeiçoando ao longo de toda a vida. A aprendizagem da leitura e da escrita é, sem dúvida, um dos maiores e mais intrincados desafios com os quais as crianças se deparam, logo no início da escolaridade. Porém, quando existe uma equipa que se disponibiliza para acompanhar este processo com dedicação e amor, este processo «descomplica-se», tudo se torna mais claro, mais simples, mais prazeroso. Numa rede interativa de cooperação entre professores, colegas e famílias que envolve cada criança, no Sigea, este processo de aprendizagem e aperfeiçoamento das competências de leitura e de escrita desenvolve-se de uma forma o mais natural e gratificante possível. Tentamos que as crianças vão procurando encontrar respostas para a sua necessidade intrínseca de compreender a linguagem, não só pelo facto de marcar o pensamento humano mas também porque desempenha um papel fundamental nas relações interpessoais. Tentamos que as crianças descubram e experimentem as várias funcionalidades e finalidades da leitura e da escrita, pois isso permitir-lhes-á reconhecer a importância da aprendizagem destas atividades e fomentará o seu


interesse e consequente envolvimento na sua aprendizagem com base na formação de um projeto pessoal de leitor/escritor consistente. Conscientes de que uma das funções da leitura e da escrita que, desde muito cedo, mais cativa as crianças se relaciona com as histórias, para além de as ajudarmos a aprender a ler e a escrever em diferentes suportes, com diferentes funcionalidades do seu quotidiano para que sintam, por si mesmas, a utilidade da linguagem escrita, apostamos em diversos projetos que assentam na audição, leitura e escrita de histórias. “Estórias Sigea” é um desses projetos e, este ano, partindo do tema “Navegar sem Limites” criámos uma coletânea de estórias que abordam, sob diferentes perspetivas, o subtema – Mar. Acreditamos que escrever a sua própria história, ilustrá-la e ver o resultado transformar-se num livro irá, com certeza, marcar o percurso de aprendizagem da leitura e da escrita de cada uma das crianças envolvidas neste projeto. A edição do nosso livro foi condenada, este ano, pela pandemia que nos encerrou em casa por uns tempos. Porém, somos Sigea, somos diferentes, somos fortes… Se não foi possível em papel, aqui está ele em formato e-book!

Margarida Veríssimo Professora de 1.º ciclo


Ler

ĂŠ navegar num

mar de palavras, soltando

a‌


Sem limites, a navegar

Marinheiros, tubarões, pescadores

pelo mundo da imaginação,

nas nossas estórias vão conhecer.

contos fomos inventar,

Sereias, monstros, mergulhadores

escrevendo com dedicação.

também, por lá, vão aparecer.

Escrevemos sobre o mar.

Mas não fomos apenas escritores,

Criámos Aventuras incríveis

pois a imagem é muito importante.

que nos fizeram acreditar

Fomos igualmente ilustradores,

que não há impossíveis!

Tornando o livro mais cativante.

Aqui vão encontrar

Queremos todos a ler!

missões para cumprir,

Queremos todos a navegar!

mistérios para desvendar,

Para que possam crer

soluções para descobrir.

Que não há limites para sonhar!

Texto coletivo 3.º ano


No dia 8 de janeiro de 2020, dois homens, chamados Lourenço e Bernardo, estavam numa estação para submarinos para partirem para uma viagem de exploração. Partiram às 8:10 em direção ao Oceano Pacífico. Ao chegarem ao mar viram que estava cheio de peixes. O Bernardo teve a ideia de falar com os peixes através de um rádio especial e perguntou aos peixes o seguinte: - Sabem qual é o caminho para o fundo do oceano? Todos os peixes fugiram, exceto um. Esse peixe disse que sabia como chegar ao fundo do oceano e deu as seguintes instruções: - Vão em frente e virem à esquerda. Mas, a partir daí, já não sei qual é o caminho que vai dar ao fundo do oceano. O Lourenço e o Bernardo agradeceram, foram-se embora e seguiram as indicações do peixe. A caminho do fundo do mar, encontraram vários barcos afundados. De repente, a luz apagou-se e o Bernardo disse: - Quem estiver aí, revele-se!


Um fantasma apareceu e os meninos ficaram muito zangados. O fantasma, ao vê-los tão zangados, assustou-se e foi-se embora. Os dois amigos continuaram a sua viagem e encontraram um desfiladeiro que era o sítio perfeito para estudar as espécies misteriosas existentes na Zona da Meia-noite: a zona mais profunda do oceano, muito escura e muito fria, onde vivem muito poucos seres vivos e onde nenhum homem tinha ido antes. A seguir, apareceu novamente o fantasma e transformou o lixo que havia no mar num monstro gigante e poderoso. Os dois amigos foram interrompidos pelo monstro do lixo e tiveram de pegar nos seus arpões para se defenderem. Mas não conseguiram, pois o monstro era muito poderoso e atirava metal com muita força. Entretanto, o rei dos mares apareceu e, com o seu tridente, lançou um raio e destruiu o monstro. O Bernardo assustou-se e, sem querer, disparou o arpão e atingiu o rei dos mares que acabou por morrer. Os dois amigos ficaram muito tristes, mas tiveram de regressar à superfície porque o oxigénio do submarino estava a acabar. Eles entregaram os resultados das suas pesquisas e o seu trabalho foi tão importante que até receberam uma medalha.

Lourenço F.


Estávamos no início das férias de verão e o Pedro e os seus amigos, Christian e Rita, estavam muito empolgados com a viagem que iriam fazer num cruzeiro à volta do mundo. No dia seguinte, despediram-se dos pais e partiram. Os primeiros dias correram muito bem. Foram à piscina, ao jacúzi, à sala de jogos, jantaram com o comandante, … Atracaram na pequena cidade de Pedra e foram visitá-la. Como estava muito calor, à tarde, decidiram ir à praia. Assim que chegaram à praia, foram a correr e deram um mergulho enorme. Estavam todos entretidos na água, quando, de repente, apareceram tubarões-martelo. O Cristian foi o primeiro a ver os tubarões e gritou com toda a força: - Tubarão! Fujam! Todas as pessoas que estavam na água começaram a nadar para a areia. A Rita, como não nadava muito bem, ficou para trás. Um tubarão estava quase a apanhá-la e todos entraram em pânico.


Mas, no último segundo, quando o tubarão abriu a boca para dar uma dentada na menina, ela conseguiu escapar e correu para a areia. Todos respiraram de alívio. O tubarão ainda tentou apanhá-la, dando um grande salto, mas, felizmente, o animal era desajeitado e ficou com a cabeça enterrada na areia. Como todas as pessoas estavam em segurança e o Pedro sabia que os tubarões só atacam os humanos porque pensam que é comida ou porque se sentem ameaçados, disse: - Vamos ajudar o tubarão! Todos ajudaram o tubarão a voltar para a água e, assim, tudo acabou bem, até para o tubarão. Os amigos voltaram para o barco e o resto da viagem correu bem e sem mais sustos.

Pedro F.


No início de agosto, uma família portuguesa decidiu fazer um cruzeiro no “Symphony of the seas" – o maior navio de cruzeiros do mundo. Eles eram cinco: a mãe, o pai e três filhos. O mais velho era Diogo, o mais novo Henrique e o do meio João. Quando partiram, o mar estava revolto. Felizmente não estava a chover. Os filhos, em conjunto, disseram que queriam ir ao parque aquático para brincar. E os pais disseram: - Está bem, podemos ir ao parque aquático. E lá foram eles. De repente, o céu ficou negro e, pouco tempo depois, começou a chover e a trovejar. Eles foram para dentro e o Diogo, o irmão mais velho, olhou para o seu relógio de pulso e viu que era hora de almoçar. Então, dirigiram-se ao restaurante do navio. No dia a seguir, acordaram e ainda estava a chover e a trovejar. No outro dia, a mesma coisa.


As crianças estavam muito aborrecidas e perguntaram aos pais porque é que ainda estava a chover. Os pais acharam que deviam levar os filhos ao capitão do barco para ele lhes explicar o porquê de estar a chover tanto naquela altura do ano em que não é costume chover. E assim foi. Quando chegaram à sala do leme, os meninos foram perguntar ao capitão o que é que se estava a passar para estar a chover há três dias sem parar. E o capitão disse: - Sentem-se, crianças. Vou contar-vos porque é que está a chover há três dias sem parar - e o capitão acrescentou – Olhem, crianças, sabem? O fumo que as fábricas e os veículos deitam, bem, isso está a aumentar o efeito de estufa. Por outro lado, também há a desflorestação. Vocês já devem ter ouvido dizer que as árvores são muito importantes para a vida na terra e se o homem continuar a derrubá-las, a situação vai complicar-se. Tudo isto está a provocar um aquecimento excessivo. A temperatura média do planeta está a aumentar cada vez mais, o que faz os glaciares derreterem e o nível do mar subir. Os fenómenos meteorológicos extremos estão a tornar-se cada vez mais comuns. Em algumas regiões, a chuva está a aumentar, enquanto, noutras, as vagas de calor e as secas estão a agravar-se. E as estações do ano? Essas estão todas trocadas. E os meninos perguntaram: -Trocadas como?


O capitão explicou: - No verão chove e não está o calor normal; no inverno está calor e não chove tanto como era costume. Bem, espero que o que vos contei tenha sido uma lição para a vida. E os meninos perceberam que, afinal, aquela chuva toda não era azar. A culpa era do ser humano. Felizmente, o clima deu umas tréguas e, dois dias depois, a chuva parou. Estava um belo dia de sol e a família conseguiu aproveitar as várias atividades ao ar livre que havia no navio. Dez dias depois, tinham chegado ao seu destino - as Caraíbas. Pararam no porto de Miami. Visitaram a cidade e aproveitaram aqueles belos dias de bom tempo naquele lugar maravilhoso. Uns dias depois, apanharam outra vez o barco e voltaram a Portugal. Gostaram tanto daquele sítio, que, uns tempos depois, eles conseguiram arranjar uma casa junto à praia para passarem a ir lá nas férias de verão. Mas, o mais importante desta viagem foi que se tornaram uma FAMÍLIA AMIGA DO AMBIENTE!

Diogo L.


Há muito, muito tempo havia uma menina chamada Sara que gostava muito do mar. A Sara estava a voltar para casa e viu que o mar estava poluído e cheio de plástico. Ela queria ajudar o mar, mas não sabia como. Um dia, ela estava a passear na praia, viu um peixe a comer plástico e gritou: - Não comas isso! É plástico! O peixe parou logo e agradeceu à menina. A Sara ficou muito contente por conseguir ajudar aquele peixe. A Sara achou que podia perguntar ao peixe se ele tinha alguma ideia para salvar o mar. Disse-lhe que o mar estava cheio de plástico e era muito perigoso para ele e para os seus amigos peixes. O peixe pensou e teve uma ideia: - Vou pedir ajuda a todos os peixes e juntos vamos apanhar todo o plástico! E a Sara disse: - Boa ideia! E eu também vou pedir ajuda aos meus amigos.


E assim, a Sara, o peixe e todos os seus amigos apanharam todo o plรกstico daquela praia e ficaram todos felizes por darem uma pequena ajuda para salvar o oceano.

Irina L.


A Carlota era uma menina que adorava ir à praia. Durante o verão, era raro o dia que ela não passasse na praia com a família, com as amigas ou mesmo sozinha. Logo no início do verão, num dia maravilhoso de sol, a Carlota, como sempre, estava na praia. Naquele dia tinha ido à Praia da Poça. Como estava calor, ela foi à água refrescar-se. De repente, viu um polvo e foi investigar o que o polvo estava a fazer. O polvo era mágico. E era mágico porque ele conseguia falar com os humanos. - Estou em missão. A minha missão é encontrar a Atlântida e o tesouro que ela tem. Queres vir comigo? - disse o polvo. - Sim, queria muito ir contigo, polvo mágico! O polvo e a Carlota estavam no meio da viagem, quando apareceram tubarões e enguias-elétricas que também queriam encontrar o tesouro da Atlântida. Eles estavam encurralados, mas o polvo não ia desistir. Então, agarrou na mão da Carlota e lançou uma tinta muito escura que afugentou os tubarões e as enguias.


Continuaram a viagem e, quando estavam a chegar, viram um peixe-palhaço que disse: - Não vão por aí, pois é a caverna dos tubarões mais perigosos do planeta. O polvo e a Carlota seguiram o conselho do peixe-palhaço e passaram longe da caverna. Quando chegaram à Atlântida, não havia sinal de tesouro nenhum. Passaram horas a procurar por toda a cidade aquática e, finalmente, a Carlota viu um navio pirata naufragado no fundo do oceano. Foram os dois para lá e conseguiram encontrar o cofre. Era todo feito de ouro e lá dentro tinha muito dinheiro e um diamante gigante. Eles estavam tão entusiasmados que nem queriam acreditar. Mas, de repente, a Carlota ficou muito pensativa porque não sabia como é que iriam partilhar o tesouro. O polvo teve a ideia de dar metade do dinheiro à Carlota, a outra metade ficava para si e o cofre e o diamante iriam para o rei Tritão. Quando eles deram o diamante ao rei Tritão, ele agradeceu e deu-lhes uma medalha de Membro de Honra dos Oceanos. A Carlota e o polvo foram para suas casas, mas primeiro despediram-se e prometeram voltar a ver-se em breve para uma nova aventura.

Afonso P.


Era uma vez um grupo de cinco amigos: o Salvador, o Francisco, a Vera (a quem todos chamavam Papoila), a Caetana e o Cucas (o cão da Caetana). No último dia de aulas, os cinco amigos ouviram dizer que um navio tinha naufragado e toda as pessoas sabem o que isso quer dizer: tesouros!!! Após as aulas acabarem, dirigiram-se todos para casa da Caetana e foram para o barco dela. E a aventura começou! A Caetana remou, remou, remou e remou sem parar. Finalmente conseguiram chegar à ilha. - Vamos parar um pouco, por favor - pediu muito a Caetana. - Ok - disse a Vera. Quando todos estavam a comer, o Cucas foi molhar as patas e começou a nadar. De repente, viram que ele estava a afogar-se. O Francisco vestiu o fato de mergulho e salvou o Cucas. Quando o Francisco entrou na água, percebeu que o oceano estava poluído!


A Caetana montou a tenda e a Vera perguntou: - Para que é a tenda? - É para acamparmos, claro! – respondeu a Caetana. No dia seguinte, os cinco amigos acordaram e comeram: cereais e pão com doce de leite e fiambre. E logo de seguida, vestiram os fatos de mergulho, mergulharam e começaram a procurar o navio naufragado. Estava escondido entre as rochas, mas os amigos conseguiram encontrá-lo. Entraram dentro do navio e lá estava o tesouro a brilhar no meio das algas. Pegaram nele e trouxeram-no para o acampamento. Todos estavam felizes com o tesouro, mas o Salvador nem por isso. Ele estava muito pensativo e disse: - Estou muito preocupado… Não consigo tirar da cabeça a poluição que vimos no mar. Temos de ajudar o PLANETA TERRA! Voltaram para casa, mas não deixaram de pensar naquele problema. Pediram ajuda ao presidente da câmara para fazerem um projeto para informar a população sobre os perigos da poluição do mar e os cuidados que devemos ter para o proteger. Este projeto foi mais uma fantástica aventura vivida por estes cinco amigos.

Caetana F.


Um dia, a Ângela e os amigos estavam com vontade de ir à praia, mas era outono e estava muito frio. O que iriam fazer? Eles pensaram por uns momentos e decidiram ir na mesma. Se não desse para tomar banho, inventariam qualquer coisa para fazer. Quando chegaram foram ver se a água estava quentinha, mas não estava, como era de se esperar naquela época do ano. - E agora o que vamos fazer? - perguntou a Ângela. Estavam no meio desta conversa para decidir o que iriam fazer, quando começaram a sentir a terra a tremer. Não sabiam o que fazer. Parecia um tremor de terra… Parecia, não… era mesmo!!! Lá por baixo, no interior da Terra, as placas tectónicas chocaram violentamente e tudo tremeu, provocando uma destruição do outro mundo! O tremor de terra provocou um tsunami. Logo de seguida, o alarme de

tsunami tocou a alertar a cidade e, no mesmo instante, a Ângela e os amigos correram para o Ponto de Encontro - o lugar mais alto da cidade e bem longe da costa. Era um local seguro, pois, mesmo que a água conseguisse lá chegar, já não tinha força para destruir nada nem magoar ninguém.


Depois da situação acalmar um pouco, os meninos procuraram os seus pais e encontraram-nos. Obviamente, os pais tinham de estar no mesmo sítio que os filhos, pois era o Ponto de Encontro para situações de emergência como aquela. Perto da praia, numa só onda, o tsunami tinha danificado prédios inteiros. Quando chegou a sétima onda, a mais forte, que atingiu o prédio onde eles estavam, eles sentiram um enorme impacto. Mas, felizmente, não lhes aconteceu nada, pois aquele prédio estava preparado para resistir a grandes desastres naturais e proteger muitas pessoas. Era o único com estas características em todo o país. Um mês depois, eles já não tinham comida no local de emergência e era preciso voltar ao centro da cidade. Eles sabiam que já não havia perigo, mas, mesmo assim, estavam um pouco assustados. Quando chegaram, ficaram chocados com o estado em que estava a cidade. Decidiram voluntariar-se para ajudar a reconstruir a cidade. A primeira coisa a fazer era procurar sobreviventes, mas, infelizmente, não havia nenhuns. A segunda coisa que fizeram foi construir um abrigo para as pessoas que tinham ficado sem casa. De seguida, foram chamar uma equipa de ajuda humanitária para trazer alimentos.


A pouco e pouco, tudo ia voltando ao normal, mas a cidade sรณ voltou completamente ao normal ao fim de cerca de dez anos.

Felipe F.


O João, o Ricardo, o Tiago, o Tomás e o Vasco foram convidados para participar numa recolha de plástico no Oceano Pacífico com partida da Marina de Oeiras. Um dia, foram buscá-los a casa numa carrinha da marina e quem ia a conduzir era um Sr. chamado Carlos. Chegaram à marina e lá estava o barco. O Sr. Fernando e o Sr. António deram-lhes as boas vindas e lá entraram no barco. O Sr. António mostrou-lhes o barco todo e eles adoraram. E lá partiram em direção ao local onde se formou a ilha de plástico. A viagem foi longa, mas, assim que chegaram, e, já com os fatos de mergulho vestidos, lá mergulharam com o Sr. Fernando, saindo apenas quando tinham o saco cheio de lixo. Ao final da tarde, o Sr. Fernando disse que era hora de voltar para o barco. Chegaram ao barco e foram mudar de roupa. Logo depois, foram pesar o plástico que recolheram ao longo do dia. Tinham conseguido recolher duzentos quilos de plástico! Mas, no meio do entusiasmo, repararam que o Vasco não estava no barco. Foram procurá-lo no barco e o João disse:


- Ele não está aqui! Temos de procurá-lo no oceano! - Não – disse o Sr. Fernando – já é tarde, meninos. Vai ficar escuro. Amanhã voltamos para o procurar. - Mas,… assim ele morrerá! – gritou o João, assustado. - Não, João, não te preocupes. A garrafa de oxigénio é especial e dá para cinco dias. Na manhã seguinte, bem cedo, voltaram a mergulhar. Ficaram dentro de água várias horas. Mas nada de Vasco! O Sr. António foi chamá-los para irem almoçar. Depois do almoço, voltaram ao mar, desta vez com ajuda do Sr. Carlos e do Sr. António, mas… nada! Fizeram uma pausa para lanchar e, depois do lanche, voltaram a mergulhar, mas… nada! Tinham passado o dia todo à procura do amigo e nem sinal dele. No dia seguinte, estavam muito cansados. Mas não podiam desistir de encontrar o amigo. Por isso, mesmo cansados, foram procurá-lo. Mergulharam a manhã toda, mas… nada!


Entretanto, quando iam a subir para o barco, viram uma barbatana a flutuar. Todos tinham as suas. Então de quem seria? Só podia ser do Vasco! Mas onde é que ele estaria? Iam fazer a pausa de almoço, mas naquele momento, sem hesitar, voltaram a mergulhar de imediato. Era preciso salvar o amigo! Quando mergulharam, encontraram um barco naufragado. Entraram no barco e viram alguma coisa mexer-se ao fundo do corredor. Parecia ser o Vasco. Tinham de trazê-lo depressa para a superfície. Ele já estava ali há três dias. - Vamos, rápido! – gritou o Ricardo. Chegaram ao barco, tiraram-lhe a garrafa de oxigénio e o João disse: - Ele não respira! É melhor chamar a Polícia Marítima. O Sr. Fernando foi, rapidamente, à cabine ligar à Polícia Marítima, dar as coordenadas e pedir ajuda. Entretanto, o Sr. António fez-lhe respiração boca a boca e ele começou a respirar. E todos respiraram também, mas de alívio. A Polícia Marítima chegou de helicóptero e de barco e o médico disse: - Ele está bem, só está em estado de choque. Agora só precisa de descansar. Vocês foram uns heróis.


No dia seguinte, o Vasco acordou sem perceber bem onde estava. Estavam todos à volta dele e disseram em coro: - Estás no barco, são e salvo! E o Sr. António acrescentou: - Graças a Deus, acabou tudo bem, rapaz. Agora, nós vamos deixar-te com os teus amigos e eles vão contar-te o susto que nos pregaste.

João Carlos P.


Certo dia, um grupo de amigos foi fazer uma visita de estudo ao Oceanário. Lá aprenderam que os animais estavam a comer o nosso lixo: sacos e garrafas de plástico, redes de pesca, latas… porque pensavam que era alimento. Eles ficaram muito preocupados e decidiram ajudar. Então, depois da visita, os amigos combinaram encontrar-se na marina. Um dos amigos, o Marco, tinha um barco na marina. Quando estavam a entrar para o barco viram um homem a deitar latas, garrafas de plásticos, sacos e redes pesca para a água. Foram ter com o senhor que era pescador e disseram-lhe que ele estava a pôr em risco a vida dos animais. O senhor agradeceu, pois aprendeu a cuidar dos seres marinhos. No dia seguinte, regressaram à escola e contaram à professora e às amigas a aventura que viveram. Na aula, fizeram muitos trabalhos e desenhos sobre o oceano para uma exposição. Todas as pessoas que visitaram a exposição aprenderam a cuidar do oceano e dos seus habitantes e perceberam que não se pode deitar lixo para o mar.

Madalena L.


Na praia de Los Angeles existia uma equipa de nadadores-salvadores que era formada pelo capitão Luís, pelo sargento Vicente e pelos nadadores Gonçalo e Manel. Num dia de sol, estavam muitas pessoas na praia de L.A. e o capitão Luís e o sargento Vicente estavam a observar a praia quando viram um surfista a boiar de cabeça para baixo. O nadador Gonçalo foi logo tentar salvá-lo, mas precisava de reforços. O nadador Manel foi lá ajudá-lo e, juntos, conseguiram salvar o surfista. Assim que ficou consciente, o surfista explicou que tinha ido contra uma rocha. A seguir, um menino foi atacado por um tubarão-tigre e, infelizmente, a equipa de nadadores-salvadores não conseguiu salvá-lo. Apesar de não terem culpa, todos ficaram muito tristes. De repente, começou uma tempestade e as pessoas tiveram de ir-se embora, mas a equipa de nadadores-salvadores ficou para ver se ninguém se tinha perdido. Entretanto, viram um barco a arder e foram logo verificar se havia pessoas no barco. Felizmente, era só uma avaria no motor e não havia feridos. Os nadadores apagaram o fogo, o barco acabou por andar sozinho e correu tudo bem.


Num outro dia, a equipa estava a fazer exercícios físicos e ouviu um menino a gritar. Tinha sido picado por um peixe-aranha e o seu pé estava muito inchado. O sargento Vicente lavou o pé do menino com água do mar e a seguir colocou o pé em água quente. Verificou se tinha algum espinho e deu paracetamol para o menino tomar e ficar sem dores. Como o sargento foi muito rápido, toda a sua equipa lhe bateu palmas. Ao longo dos anos, esta equipa foi várias vezes condecorada pelo presidente Donald Trump pelo seu esforço e empenho.

Vicente G.


Era uma vez uma menina chamada Mariana que era muito forte e inteligente. Um dia o Rei Henrique chamou a Mariana para lhe dar uma missão. Ele queria que ela salvasse o mar da Noruega porque havia lá monstros marinhos que estavam a assustar as sereias. A Mariana aceitou a missão e, no dia seguinte, partiu para o mar da Noruega muito entusiasmada, mas também muito nervosa. Por isso, decidiu que não ia sozinha. Tinha de levar o seu amigo de quatro patas – o Max. Eles eram amigos inseparáveis e o Max era tão forte e inteligente como a Mariana. Assim que chegaram, um monstro aproximou-se e atacou o barco. O Max entrou em ação e atacou o monstro. O monstro morreu e a Mariana agradeceu ao Max. Mas o barco ficou estragado durante o ataque. Como é que vamos sair daqui?! – perguntou a Mariana. E, nesse instante, o barco começou a afundar e os dois amigos nadaram para a praia. Quando chegaram à areia, o Max começou a ladrar estranhamente, começou a escavar e encontrou uma espada de ferro.


- De certeza que foi o rei Henrique que deixou aqui esta espada para nos ajudar! – exclamou a Mariana. A Mariana pediu ajuda às sereias para fazerem com que os monstros se aproximassem da praia. A Mariana, com ajuda do Max e da espada que era mágica, conseguiu matar todos os monstros. As sereias, muito agradecidas, levaram os dois amigos até um porto para poderem voltar. Quando eles chegaram, viram que o rei Henrique estava lá à espera deles. O rei Henrique deu uma medalha à Mariana e outra ao Max e, muito agradecido, disse: - Obrigado, Mariana. Obrigado, Max. Vocês foram os melhores! E nunca mais houve monstros naquela ilha. A Mariana e o Max voltaram à sua vida normal e estão à espera que o rei Henrique os chame para uma nova missão.

Maria Leonor R.


Era uma vez várias criaturas que viviam muito felizes no oceano Índico. Eram criaturas fantásticas! Pareciam feitas de rocha, mas eram seres vivos. Viviam junto às rochas para se camuflarem e protegerem dos perigos. Esta espécie estava em vias de extinção por causa da poluição. Por isso, decidiram entrar em guerra com os humanos porque eram os humanos que poluíam o oceano. Reuniram-se para organizar um plano e decidiram que, sempre que vissem um humano a poluir o oceano, elas se mexeriam para o assustar. Os humanos apanharam grandes sustos ao ver “as rochas” mexerem. Pensavam que eram fantasmas do outro mundo e fugiam. Ao fim de algum tempo, os humanos perceberam que “as rochas” só ficavam vivas quando eles estavam a poluir e, por isso, compreenderam que tinham de parar de poluir o oceano. As “rochas vivas” venceram porque deixou de haver poluição no oceano e todos os animais e plantas marinhas ficaram felizes. Foi uma guerra onde não foi preciso usar armas para vencer.

Santiago G.


Era uma vez uma sereia que adorava o mar. O nome dela era Meg. A Meg vivia numa gruta no fundo do oceano Atlântico, junto ao arquipélago dos Açores. Por ali, o mar era calmo e habitado por vários animais diferentes e o fundo estava cheio das mais belas plantas marinhas. A sereia tinha nascido naquele belo e maravilhoso lugar e adorava viver ali. Todos viviam e cresciam felizes porque tudo era encantador. Mas, há uns anos atrás, aquele lugar começou a ficar muito sujo e triste e já ninguém gostava de morar ali. A situação estava a ficar muito má e a sereia decidiu que precisava de ajudar a resolvê-la.

Nesse dia, encontrou amigos: uma baleia, um

tubarão e um cardume de peixes-palhaço. Contou-lhes a sua preocupação e eles ajudaram-na a saber o que fazer. Decidiram chamar todos os animais que viviam naquela região e todos juntos iriam recolher o lixo. Mas era preciso levar o lixo para fora do oceano. Quem poderia fazer isso? E aí a baleia disse: - As tartarugas!!! Todos nós ajudamos a levar o lixo até à superfície e depois as tartarugas levam-no para terra.


- Ótimo! Vamos falar com elas! – exclamou a Meg. Foram falar com as tartarugas e elas aceitaram logo. - Claro que ajudamos! Vamos!!! Recolheram tudo e conseguiram levar para terra. O mar estava outra vez limpo e bonito! Mas, uns dias depois, começou a surgir mais lixo. - Mas o que é que está a acontecer? - perguntou a Meg. - São os humanos… eles não percebem que é muito grave poluir o oceano – explicou o tubarão. E a Meg disse: - Temos de falar com eles! Eu conheço um pescador, o senhor Jorge, que é muito amigo dos seres marinhos. Tenho a certeza de que ele nos vai ajudar. Amanhã vou até à rocha onde costuma pescar e vou falar com ele. A Meg pediu ao senhor Jorge para colocar cartazes na ilha para não deitarem mais lixo no mar. Um tempo depois, ninguém deitava lixo no mar e o mar voltou a ser lindo como antes!

Valentina G.


Num lindo dia, na praia, um jovem pescador começou a navegar em busca de peixes para sustentar a sua família. De repente, puxou uma coisa muito pesada e forte. Era um tubarão. Ele não teve força para puxar o tubarão e o tubarão é que o puxou a ele e ao barco para uma ilha distante e deserta. O pescador conseguiu escapar e chegar a terra são e salvo e o tubarão desistiu e nadou para longe. O pescador estava em pânico porque o seu barco ficou todo destruído e ele não tinha como voltar para casa. Então, ele teve uma ideia: iria construir uma jangada! Depois de construir a jangada, ele tinha de se preparar para uma longa viagem. Por isso, o pescador foi colher frutos e vegetais selvagens que havia na ilha e construiu um recipiente com folhas de bananeira para colocar água que foi buscar a um riacho. De seguida, como estava muito cansado, fez uma cama com folhas e adormeceu. No dia seguinte, partiu para a sua viagem que, desta vez, correu sem perigos. Durante a viagem, ainda teve tempo de pescar alguns peixes para


levar para a sua famĂ­lia que era, afinal de contas, o que ele tinha vindo fazer. Foi uma viagem cheia de aventuras, mas acabou tudo bem.

Vicente P.


O João era uma pessoa muito corajosa que andava sempre à procura de novas aventuras. Um dia, ele decidiu ir para bem longe. Depois de andar quilómetros sem parar, avistou um farol. Assim que viu o farol, sentiu que era o local perfeito para mais uma das suas aventuras. Ele decidiu que a sua viagem acabava naquela ilha. Pediu a um pescador que o levasse à ilha e o pescador disse-lhe: - Tem a certeza que quer ir para aquela ilha? Olhe que a ilha é desabitada e há quem diga que o farol está assombrado. - Sim, tenho. - Ok. O senhor é que sabe. O João pensou para si mesmo – «Uma ilha abandonada e um farol assombrado!!! É a oportunidade da minha vida!!!» Assim que chegou à ilha, montou a tenda e fez uma fogueira. Como andou muito tempo, estava muito cansado e adormeceu logo. Mas, a meio da noite, apareceram três gatos laranja furiosos, pois estavam aprisionados há muito tempo. Aguçaram as garras e um deles


lançou um olhar ameaçador ao João. Mas, como o João não se assustava com facilidade e queria era dormir, atirou um pau contra os gatos e eles desataram a fugir. O João sorriu e adormeceu de novo. Na segunda noite, o João ouviu um arrastar de correntes. Era um fantasma. Toda a gente tem medo de fantasmas, mas o João disse: - Não me incomodes! Não vês que eu quero dormir? Na terceira noite, ouviu-se uma voz. - Quando me vires, vais morrer de medo! Era um gigante assustador. Mas, muito calmamente, o João disse-lhe: - Anda para junto da fogueira para te aqueceres! O gigante achou que estava a fazer má figura, por isso saiu sem dizer mais nada. Em vez de achar perigosas aquelas situações, ele achava divertidas porque não tinha medo de nada. Era por isso que lhe chamavam o João Sem Medo.

João Pedro C.


Era uma vez uma menina que amava o mar, mas na cidade onde ela vivia não havia mar. Então, um dia, ela disse à sua mãe: - Mãe, eu sempre tive o sonho de conhecer o mar! Podes levar-me à praia? E a mãe respondeu: - Eu sei porque é que nunca me contaste esse teu sonho… - Porquê? – perguntou a menina. - Porque tu sabes que eu não gosto de praia. E estás proibida de falar de praia e do mar! Eu nunca mais quero ouvir essas palavras! E a conversa continuou neste tom desagradável. Passado um tempo, a menina fez o mesmo pedido ao pai, mas ele também se recusou a realizá-lo. Quando a menina fez dezasseis anos, ela lembrou-se daquela conversa que tinha tido com a mãe e com o pai e decidiu falar sobre o assunto outra vez. Mas, os pais recusaram novamente. Só que, desta vez, a menina disse:


- Eu já não ligo ao que vocês dizem. Eu devo seguir os meus sonhos, tal como vocês fizeram! Então, ela viajou sozinha para uma pequena ilha deserta. Estava rodeada de um lindo mar azul! E gostou tanto daquela ilha que construiu uma casa e viveu lá para sempre, muito, mas muito feliz!

Maya L.


Mergulhamos

nos livros, para

nadar

num mundo de

aventuras

e fantasia.


Texto coletivo 4.ยบ ano


Há muitos anos, em 1575, um pirata corajoso chamado Roberson navegava por mares distantes num barco pirata, quando encontrou uma coisa estranha no fundo do mar. Dirigiu-se, rapidamente, a uma ilha para pedir ajuda a mergulhadores experientes e levou-os até ao local. Quando chegaram, mergulharam e a equipa de mergulhadores disse que tinham encontrado um barco gigante. Um dos mergulhadores comentou com o pirata que o que ele tinha visto parecia o Titanic. Mergulharam outra vez e viram um objeto brilhante. Quando o apanharam repararam que era uma moeda muito rara e antiga. Os mergulhadores ficaram espantados porque só existia uma moeda daquelas no museu do Louvre, em Paris, e um deles perguntou: - Será que há um tesouro neste barco? O outro mergulhador respondeu: - Vamos continuar a procurar! Muito tempo depois… - Anda cá! Encontrei uma coisa grande! – chamou, entusiasmado, um dos mergulhadores.


Abriram o baú e descobriram milhares de moedas de ouro iguais às que estão no Museu do Louvre, várias joias, pedras preciosas, …era um tesouro! As coisas que estavam dentro do baú foram para o museu, exceto algumas joias que ficaram com o pirata Roberson.

Max L.


Num dia de férias de verão, o Bernardo e o seu peixe decidiram navegar no seu barco rumo ao Oceano Pacífico à procura de novas aventuras. O barco tinha um aquário especial montado, pois o Bernardo não gostava de se separar do seu peixe. A viagem parecia estar a correr às mil maravilhas, até que o barco parou de repente e deixou de trabalhar. O Bernardo e o peixe foram ver o que se passava e descobriram que havia plástico no motor do barco. Os dois tiveram de criar uma estratégia para retirar os plásticos do motor e ao mesmo tempo limpar aquela zona do oceano. Os dois amigos trabalharam uma manhã inteira, mas, como trabalharam em equipa, conseguiram resolver a situação. Criaram uma invenção incrível: um aspirador–triturador de plástico que o sugou e compactou e, no fim, eliminou a água em excesso. E, assim, seguiram viagem com um duplo problema resolvido. Numa outra altura, também encontraram exército da marinha dos EUA que os ajudou a chegar mais rapidamente ao seu país. Quando chegaram a Portugal, atracaram o barco e o Bernardo agradeceu muito a ajuda.


Quando chegou a casa, chamou os seus pais e propôs-lhes irem de férias durante um mês para o Hawai. Eles tiveram umas férias emocionantes com muitas aventuras.

Bernardo C.


Tomás era um menino que tinha onze anos e gostava de futebol, mas tinha uma paixão enorme por desenho. Um dia, ele, ao voltar da escola, quase à porta de casa, viu o pai ao telemóvel. - Sim, temos de descobrir onde está esse quadro tão valioso! «Mas que quadro?» - pensou o Tomás. - Está bem, às 18:00 está cá para resolver o problema - afirmou o pai dele, com convicção. Tomás ficou curioso e ansioso para perceber que quadro era aquele e tentou que o pai lhe contasse tudo sobre ele. - Pai, tu estavas a falar sobre um quadro, não era? – tentou o Tomás desvendar o mistério. - Que quadro? – disfarçou o pai, fingindo que não percebia nada. - Oh, pai, eu ouvi a tua conversa, com aquele senhor que vem amanhã às 18:00! – exclamou ele.


- Pronto, sim, existe um quadro escondido nas paredes da nossa casa. É um quadro muito conhecido chamado Marlental que foi pintado pelo teu bisavô, Francisco. - A sério? – perguntou ele, boquiaberto. - Vamos já procurar! - Não, já são horas de ir para a cama! - Mas… e o filme em família? Hoje é sexta-feira – lembrou ele, desapontado. - Chama-se o Vale dos Lençóis! Bora, pra cama! Após muitas horas de descanso, o Tomás acordou e já era hora de ir para a escola. Mas ele fingiu estar doente para poder observar os passos da equipa que ia lá a casa investigar o quadro escondido. O Tomás espiou a equipa todo o dia e percebeu que eles descobriram que o quadro estava na parede da entrada. Na semana seguinte, a família teria de ir para um hotel porque a equipa ia abrir a parede. Uma semana mais tarde, quando eles iam para o hotel, o Tomás não queria ir, nem por nada. Então, escondeu-se num dos arbustos à volta da casa para poder realizar o seu plano. Os pais foram para o hotel sem ter dado por falta dele.


A equipa chegou e ele vestiu um uniforme igual aos que eles usavam, fingindo ser um colaborador. Havia três tarefas: localizar o local exato do quadro, tirar as caixilharias das janelas e, por último, a sua preferida - destruir a parede e tirar o quadro. (Obviamente que ele ia escolher a terceira – destruir a parede!). As tarefas, finalmente, começaram. Entretanto, a caminho do hotel… - Onde está o Tomás? – perguntou o pai, travando o carro de repente. - Vou já ligar-lhe! – afirmou a mãe, preocupada. Passados alguns segundos… - Estou?? Filho, onde estás? – questionou a mãe. - Eu estou em casa – disse ele, com um ar muito natural. - Em casa?! Mas está em obras! - Mãe, relaxa, está tudo bem! – acalmou-a ele, desligando o telefone. Passado um bocado, o Tomás gritou: - O que é isto? É o quadro! Encontrei-o! É lindo!


O quadro era sobre o mar e o menino percebeu que era a praia a que ele ia com o seu bisavô desde que tinha dois anos. O quadro foi transportado para um museu e foi exposto para os visitantes o verem. No dia seguinte, o Tomás decidiu ir à praia pintada no quadro para recordar os momentos que ali tinha passado. Sentiu e cheirou a água salgadinha e lembrou-se dos nomes que ele e o bisavô davam às rochas: a molhadinha porque estava sempre molhada, a gigante, pois era grande,... - Esses momentos foram tão bons! – recordou ele, olhando para a praia que era tal e qual como estava pintada no quadro. Logo de seguida, inspirado pelo seu bisavô, decidiu desenhar um quadro em sua homenagem e chamou-o Avotom. Esse quadro ficou muito famoso, tal como o seu autor que continuou a dedicar-se à pintura. E foi assim que um menino sonhador se tornou um pintor célebre.

Sancha N.


Era uma vez um polvo chamado Rock que amava música eletrónica, pois estávamos nos anos 80. Ele trabalhava num salão de bowling que havia no fundo do oceano, perto de um recife de corais. (Bem, nem é preciso explicar por que conseguiu este emprego!) Nos tempos livres, gostava de comer guaiamus. (Para quem não sabe, são uns grandes caranguejos.) Certo dia, uma beluga gigante de três metros apareceu e destruiu o recife de corais. Este não era um comportamento normal, por isso todos ficaram com muito medo. Alguma coisa a tinha feito fugir para ali com tanta agitação. Todos se questionavam sobre o que estava a assustar a pobre da beluga. «Será um dragão do mar?» - comentavam. (Eles não sabiam que os dragões do mar são minúsculos, não soltam fogo e são inofensivos.) O Rock achou que podia ser um leviatã. (Mas, na realidade, isso é só uma lenda.) Alguém pensou que podia ser uma orca que queria pintá-la. (Isto, porque as belugas são tão branquinhas que não têm graça nenhuma.) Eles estavam tão preocupados que nem conseguiam pensar em condições. Então, decidiram que um polvo tinha de subir à beluga para perceber o que se passava. E, como o Rock era o único polvo de lá, teve


de ser ele a subir. Ele subiu para cima da beluga e, do outro lado, viu uma medusa gigantesca e colorida. (Aparentemente, tudo por lá era gigante.) Afinal, era a medusa a culpada. Ela estava a atacar a beluga e, quando viu o Rock, teve tanto medo que escapou. O Rock foi atrás da medusa e, como era mais rápido do que ela, aproximou-se e lançou um jato de tinta. Assim, ela não poderia ver. (Bem, esta não é a melhor arma para atacar uma medusa, pois, na verdade, elas não veem, são apenas sensíveis à luz.) O Rock agarrou-se e levou-a até uma tartaruga gigantesca que a comeu. (Pois, tal como devem saber, a tartaruga é um predador das medusas.) Desaparecida a medusa, a beluga foi-se embora e os habitantes marinhos voltaram a ter paz. Todos comemoraram e fizeram uma estátua do polvo Rock - o herói.

Bento S.


No dia 6 de agosto de 2019, o João, o Tiago e o seu amigo polvo partiram para uma aventura nas ilhas Baleares. Os dois amigos e o polvo foram de barco para as ilhas, mas, no meio da viagem, encontram uma ilha mais pequena e o polvo disse: - Estou tão cansado! Não podemos parar nesta ilha? - Sim, aquela ilha parece-me interessante! – disse o João. Depois da conversa, os três amigos foram visitar a ilha. Ao chegarem lá, verificaram que ela era muito bonita, que tinha muitas árvores e animais, mas que não tinha pessoas. Entretanto, o Tiago deu um pontapé numa pedra e descobriu um tesouro cheio de ouro e pedras preciosas. Todos ficaram muito contentes, deram saltos de alegria e gritaram: - Estamos ricos! Estamos ricos!!! Os três amigos pegaram no tesouro, colocaram-no no barco e foram para as ilhas Baleares. Entretanto, o Tiago teve uma ideia: - Vamos vender metade de nosso tesouro e com esse dinheiro vamos para um parque de diversões aquático! O que acham?


- Que boa ideia! Nós adoramos parques de diversões aquáticos! disseram o João e o polvo. - Será que podemos comprar coisas que não existam em Portugal? – perguntou o polvo. - Claro que podemos – respondeu o Tiago. A seguir, os três amigos chegaram às ilhas Baleares e foram vender metade do tesouro. Com o dinheiro foram todos para parque de diversões e ficaram lá o dia todo, até o parque fechar. No dia seguinte, os três amigos foram às compras e levaram muitos presentes para as suas famílias. Esta aventura terminou… mas os três amigos nunca mais se esqueceram dela e ainda hoje falam disso.

António Y.


Certo dia, Nando convidou a sua filha Ana Bel para ir pescar. Passadas algumas horas, um tubarão agarrou a Ana e o seu pai foi rapidamente soltá-la do animal. Infelizmente, a Ana ficou presa nas algas e desmaiou. O seu pai chamou de imediato os bombeiros. Os bombeiros chegaram de helicóptero para salvar a Ana. Mas, só ao final do dia é que os bombeiros conseguiram salvá-la e levá-la diretamente para o hospital. Quando a Ana Bel já se sentia melhor, foi para casa para junto da sua família: o pai Nando, a mãe Nick e a irmã Isabel. Uns dias depois, quando estavam todos a dormir, a Ana Bel sentiu-se mal e começou a vomitar. Os seus pais, Nick e Nando, levaram-na para o hospital. Os médicos fizeram análises e descobriram que Ana Bel tinha uma doença muito grave no estômago provocada por uma bactéria que a tinha contaminado no mar. O médico disse que havia um colega muito bom, mas que morava noutra cidade. A família decidiu que ela tinha de ir. Então, Ana e a sua mãe viajaram para lá.


Quando chegaram, o médico começou a dar-lhe uns remédios todos os dias, mas a recuperação estava a ser lenta. Passados dois meses, o resto da sua família resolveu fazer uma surpresa e viajou para ir ver a Ana. Passaram alguns dias no hospital a fazer companhia à Ana, mas depois tiveram de voltar para casa por causa do trabalho e da escola. A Ana Bel ficou com a mãe mais uns tempos a continuar o tratamento. Certo dia, os médicos disseram que nem queriam acreditar, mas que a Ana estava curada de sua doença. Quando Ana teve alta do hospital, ela disse à mãe que tinha falado com Deus e que Ele lhe tinha dito que ela sairia dali curada. A Ana Bel e a sua mãe puderam voltar ao seu lar e toda a família ficou muito feliz.

Gabriela R.


Há muitos, muitos anos, em Portugal, um destemido marinheiro, chamado Alfredo, entrou num grande barco de pesca com a sua tripulação e começou a navegar até ao Mar do Norte. E, assim que chegaram, a tripulação lançou as redes e o marinheiro Alfredo pegou na sua cana de pesca e lançou-a ao mar para se entreter. Passadas algumas tentativas, o Alfredo sentiu algo preso. Puxou a cana de pesca e viu uma concha. Como o Alfredo gostava muito do cheiro a mar, cheirou a concha. Ele teve uma incrível sensação: era coma se fosse uma botija de oxigénio infinita! De repente, começou uma tempestade e o barco foi atirado contra as rochas e acabou por afundar-se. O marinheiro não entrou em pânico e, muito rapidamente, colocou a concha na sua boca enquanto estava a nadar. Mas, foi atingido com uma pedra na cabeça e desmaiou. Quando o Alfredo acordou, estava no fundo do mar, olhou para todos os lados, viu muitas casas e um grande palácio e exclamou: - Devo estar a sonhar! De repente, começou a ouvir muitas vozes: «Quem é ele? O que faz aqui?»


De entre estas vozes, destacou-se uma voz masculina: - Levanta-te já, rápido! - Quem és tu? - perguntou o Alfredo. - Eu sou o rei do mar, chamo-me Ali Babá. - Ali o quê? – perguntou o Alfredo. - Ali Babá, chamo-me Ali Babá! Vem comigo, vem para o meu castelo - disse o rei. O Alfredo ficou um bocadinho assustado ao ver pessoas com barbatanas de peixe, mas decidiu aceitar o convite. O rei do mar apresentou-lhe a sua mulher e a sua filha. - Olá, como é que te chamas? - perguntou a rainha do mar. - Chamo-me Alfredo. E vocês as duas? - Eu sou a Achemas, a rainha do mar. - E eu sou a Alachenas, a princesa do mar. No meio da conversa o Alfredo lembrou-se: - Espera… como é que eu ainda estou vivo, no fundo do mar, sem a concha?


-Tem calma! Respira! Quando eu te vi, tinhas perdido a tua concha e, por isso, dei-te a comer algas mágicas que te fazem conseguir respirar debaixo de água. - Ufa! Ok! Já estou mais descansado! - suspirou o Alfredo, aliviado. O Alfredo ficou a viver no palácio do rei Ali Babá com a sua família. Ao serão, o rei contava muitas histórias de monstros marinhos que eram comandados por um ser que tinha descido ao mar há trinta biliões de anos! Estes monstros viviam em guerra com o exército do rei há anos e anos… E, há uns bons anos atrás, tinham matado o pai do rei Ali Babá e o seu exército tinha jurado vingança. No dia seguinte iriam defrontar uma nova batalha contra os monstros, por isso, na hora do almoço, fizeram um grande banquete para os guerreiros partirem reconfortados e cheios de energia. O Alfredo virou-se para o rei do mar e perguntou-lhe: -Vai para a batalha? - Sim, porquê? - Não pode ir! - Então, porquê? - Porque já tem uma certa idade e…


- E o quê?! - Ok, já percebi que não o convenço a ficar… Então, vamos acabar a conversa, pois temos de poupar energias para amanhã! - exclamou o Alfredo. Já estava a ficar tarde e todos foram para a cama, descansar. Mal amanheceu, o Alfredo levantou-se para se equipar e foi treinar. A meio do treino, o rei do mar apareceu e disse: - O teu tubarão está pronto para a batalha. - Certo, eu vou já ter com os outros. A tropa do rei do mar estava pronta, montada nos seus tubarões. Inesperadamente, a princesa do mar foi ter com o Alfredo, entregoulhe uma espada feita de conchas muito afiadas e desejou-lhe boa sorte. Eles chegaram ao campo de batalha e começaram a guerra. O Alfredo matou todos os monstros que lhe apareciam à frente. De repente, olhou para trás e viu um monstro a saltar para cima dele. O rei do mar reparou no que se estava a passar e atirou uma lança ao monstro que morreu. A guerra tinha terminado. Todos os monstros foram mortos. Alfredo procurou o rei do mar e viu-o ferido, caído na areia. Chamou,


imediatamente, os outros para o ajudarem a levar o rei do mar para o palĂĄcio. O rei estava muito mal e precisava de muitos curandeiros para o ajudarem a recuperar. Felizmente, depois de alguns dias, jĂĄ estava muito melhor. O rei recuperou completamente e nunca mais se viram monstros por ali!

JoĂŁo P. C.


O João e o Tiago eram dois irmãos muito curiosos que tinham muito interesse em conhecer e estudar os navios afundados. Na verdade, o seu maior interesse era o ouro que normalmente havia nos barcos. Por isso, eles andavam sempre à procura de notícias de naufrágios para poderem explorar. Um dia, ouviram uma notícia sobre um desses casos e decidiram sair de casa às escondidas. Pegaram numa lancha muito rápida e foram até à zona onde tinham ouvido que estaria o navio. Assim que chegaram, vestiram os fatos de mergulho e mergulharam. E, quando chegaram ao navio, eles encontraram um objeto brilhante que era uma moeda de ouro. Mas não era uma moeda de ouro qualquer! Na moeda havia um mapa que indicava onde estava a chave de um tesouro muito antigo que estava no porão. Eles seguiram as indicações e encontraram a chave que estava escondida dentro de uma caixa no navio afundado. A chave já tinham encontrado. Agora, faltava encontrar o tesouro que a chave abria.


De repente, olharam para o chão e viram que havia um rasto de moedas de ouro. Eles seguiram o rasto das moedas e… o tesouro estava mesmo ali à sua frente! Contudo, a fechadura estava muito ferrugenta e não conseguiram abri-la com a chave. Mas, felizmente, o João tinha uma ferramenta no fato de mergulho que ia ajudar. Tentaram, tentaram, mas a fechadura não se mexeu. O João estava tão cansado que foi chamar o seu irmão Tiago para propor que fizessem uma pausa para almoçar. Quando chegaram à sua lancha, tiraram as máscaras, as botijas de oxigénio, os fatos e as barbatanas. O almoço foi um sumo, um hambúrguer e, como sobremesa, uma banana ou uma tangerina. Uma refeição leve, pois iam voltar para dentro de água! Depois de almoçar, eles voltaram a equipar-se, procuraram alguma ferramenta que desse para abrir o baú e foram para a água. Quando chegaram junto do navio, foram direitos ao porão, todos entusiasmados. O Tiago sabia que agora iam conseguir! E conseguiram mesmo! À sua frente estava um monte de moedas e joias. De seguida, o Tiago foi à lancha buscar um saco enorme para colocar todas as riquezas lá dentro.


Quando terminaram, colocaram o saco dentro da lancha e foram para casa. Ao chegar, a mãe estava muito zangada com os filhos por terem saído de casa sem autorização. Mas, os rapazes mostraram-lhe o que tinham encontrado e a mãe ficou tão surpreendida com o magnífico achado que acabou por perdoá-los!

Tiago O.


Há muito tempo, havia uma estrela-do-mar que vivia numa rocha muito bonita. Um dia, apareceu na praia um menino chamado Frank e viu a estrelado-mar que era muito bonita e, por isso, levou-a para casa e colocou-a no seu aquário. A pequena estrela-do-mar ficou muito triste e adormeceu a chorar. Quando acordou, queria voltar para a praia e para a rocha onde vivia. Ela tinha muita fome e o Frank não lhe dava comida. Entretanto, a irmã mais nova de Frank, Ângela, acordou. Ela viu a estrela-do-mar dentro do aquário e teve tanta pena dela que a levou para a praia e colocou-a em cima da rocha onde ela vivia. A estrela ficou muito feliz e começou a falar com a Ângela. - Muito obrigada por me teres trazido para a minha casa – disse a estrela-do-mar. - Não tens de agradecer, eu não podia deixar-te naquele aquário disse a Ângela. - Adeus, amiga – disse a estrela-do-mar.


- Adeus, estrelinha – disse a Ângela. A Ângela foi para casa e encontrou o Frank a chorar e perguntou--lhe: - Porque estás a chorar? - A minha estrela-do-mar desapareceu do aquário – disse o Frank. - Fui eu que a levei para a praia, ela precisa de viver em liberdade disse a Ângela. - Eu sei, mas eu só queria ficar com ela mais uns dias – disse o Frank. - Sabes que a estrela iria morrer sem comida? – perguntou a Ângela. - Tens razão, eu estava a ser um bocadinho egoísta - respondeu o Frank. - Eu falei com a estrelinha e ela disse-me onde era a sua casa e podemos sempre ir visitá-la. Ela vai adorar - disse a Ângela. A partir daquele dia, o Frank e a Ângela, de vez em quando, iam visitar a estrela-do-mar à praia e ficaram grandes amigos.

Alice W. C.


Era uma vez uma sereia chamada Clara que era muito querida e vivia num palácio no fundo do mar. A sereia Clara tinha muitos amigos, mas os mais queridos eram: o golfinho Cindy, um cavalo-marinho e um peixe-dourado. Como estava um dia muito quente, ela saiu do palácio e foi nadar para se refrescar. Foi então que viu uma mergulhadora e decidiu segui-la até umas cavernas. Apesar de a Clara nadar rápido, a mergulhadora viu-a e ficou desconfiada. Esperou por ela à entrada de uma gruta. E, quando se encontraram, a sereia perguntou à mergulhadora: - Como é que tu me viste? A mergulhadora respondeu-lhe: - Vi-te porque tu és uma sereia, não és humana como eu e, por isso, chamas a atenção! A Clara, muito educada, apresentou-se. - Muito prazer, eu sou a Clara.


- O prazer é todo meu! Sou mergulhadora e chamo-me Ana. Queres vir comigo à procura de um tesouro? - Sim, claro! Que emocionante! – aceitou a sereia. E lá foram elas a nadar. Passadas algumas horas, anoiteceu. No entanto, elas continuaram em busca de um tesouro. De repente, viram algo a brilhar e foram investigar. À sua frente estava um baú coberto de algas com uma luz que vinha lá de dentro. - Vamos abri-lo - propôs a Clara. Elas abriram o baú e estavam lá dois diamantes. Cada uma ficou com um e, a partir desse dia, elas ficaram amigas para sempre!

Beatriz G.


Certa noite, a Joana estava em casa, mas decidiu ir dar um passeio à beira mar. A meio do passeio, viu um cavalo-marinho a nadar e começou a falar com ela: - Olá, como te chamas? - Eu chamo-me Joana e tu como te chamas? - questionou ela. - Eu sou o João. Queres vir nadar comigo? - Sim, pode ser. - Então, vamos. Enquanto

nadavam,

a

Joana

ficou

presa

numa

âncora.

O

cavalo-marinho, assustado, foi chamar o polvo que era o animal mais poderoso daquelas águas. - Então o que aconteceu? Como foste aí parar? - perguntou o polvo Gustavo. - Uma corrente de água puxou-me e fiquei aqui presa. Podes ajudarme, polvo? - Claro que sim! Agora agarra o meu tentáculo.


A Joana, com a sua máxima força, tentou soltar a perna da âncora, mas estava muito presa e ela não conseguiu. - Esperem, tive uma ideia! Que tal irmos chamar o cardume? – sugeriu o polvo Gustavo. - Sim, que boa ideia, quantos mais melhor – respondeu o João. E o cavalo-marinho assim o fez. Enquanto estava a nadar na direção do cardume, ouviu um grito da Joana e, aflito, foi mais rápido ainda. Quando chegou lá, o cardume estava na aula de Geografia. O João interrompeu: - Cardume, preciso da vossa ajuda! Há uma menina presa no fundo do mar. Eles concordaram logo em ajudar. - Joana, trouxe mais ajuda! – gritou o João, entusiasmado. - Obrigada! - agradeceu ela, já desesperada. Mais uma vez, puxaram e puxaram, mas nada… ela continuava presa. Até que um peixe muito, muito grande assumiu o comando do salvamento juntamente com o Gustavo e, finalmente, conseguiram soltar a Joana. - Obrigada a todos pelo que fizeram por mim - disse a Joana.


E todos disseram em coro, muito felizes: - Não tens de agradecer! Gostamos de ajudar quem precisa. - Obrigada, obrigada mesmo. Agora tenho de ir para casa! - exclamou a Joana. - Está bem. Adeus, Joana. Volta noutro dia – disse o João. Quando a Joana chegou a casa foi logo dar um abraço à sua mãe, à sua irmã e ao seu pai e contou-lhes a sua aventura. Os pais ficaram felizes pela sua filha ter chegado bem a casa e aproveitaram para a relembrar que nunca deveria voltar à praia sozinha.

Matilde G.


Numa manhã de verão, em Inglaterra, uma senhora chamada Rita fez uma grande surpresa aos seus filhos. - Bom dia, filhos! Tenho uma surpresa para vocês! – exclamou a mãe. - Bom dia, mãe! Qual é? Qual é? Qual é? – interrogou a filha mais velha, a Julieta. - Bom dia mamã! Qual é a surpresa? – perguntou o filho mais novo, o Augusto. - Nós vamos passar alguns dias num cruzeiro! – exclamou a mãe. Os filhos ficaram muito animados. Dez dias depois da notícia… - Chegou o tão esperado dia! Só que é pena que o pai esteja a trabalhar – afirmou a Julieta. Eles entraram num navio muito grande chamado Titanic e foram logo para seus quartos. Trocaram de roupa e foram à piscina. Todos se divertiram muito!


De noite, durante o jantar, de repente, o alarme disparou. Todos ficaram desesperados e começaram a gritar! O cruzeiro tinha chocado com um iceberg. Todos começaram a entrar nos botes de salvamento. Foi uma tremenda confusão! Famílias foram separadas! A maioria dos sobreviventes foi parar ao Brasil, a Portugal, a França ou à Rússia. A Julieta e o irmão foram parar a Portugal e a mãe foi parar ao Brasil. O dono teve de pagar passagens para todas as famílias voltarem a estar juntas e voltarem a sua vida normal.

Julia L.


Certo dia de manhĂŁ, um pescador e uma pescadora decidiram ir pescar. Estavam num barco grande no meio do mar. Passadas algumas horas de pesca, os pescadores pescaram o mesmo peixe. Mas, aquele peixe era especial! Ele era dourado e brilhava como um diamante. Os pescadores estavam curiosos, tocaram no peixe e abriu-se um portal. Eles entraram lĂĄ e foram ter a uma grande floresta.

Santiago F.


Certa vez, um grupo de amigos decidiu fazer uma viagem num navio chamado Titanic 3999 - um navio de alta tecnologia. Os amigos ficaram desconfiados porque em 1912 um navio, também chamado Titanic, tinha afundado. Mas, o Jubileu, que era o dono da embarcação, convenceu os amigos de que o navio era seguro e que não precisavam de ter medo. Num belo dia de sol, eles foram, então, navegar no Titanic 3999. Eles estavam a divertir-se muito até que um temporal cobriu todo o céu de negro e o mar ficou violento e agitado. O grupo de amigos ficou com medo e a tripulação também. Passado um dia, o temporal passou e o mar ficou mais calmo. E, naquela noite, puderam descansar tranquilamente. Na manhã seguinte, os amigos acordaram e tomaram o café da manhã no restaurante do navio. Ao cruzarem o Mar da Morte, depararam-se com um tsunami originado por uma erupção vulcânica que causou um deslizamento de terra submarino que, por sua vez, deu origem às ondas gigantes.


O Jubileu sabia que para evitar um desastre tinha de recuperar a «pedra da alma» que estava no porão do Titanic 3999. Com esta pedra lendária conseguiriam parar o tsunami. Eles desceram ao porão, encontraram a pedra, pegaram nela e correram como nunca. Entraram num pequeno bote e foram até ao vulcão. O Jubileu teve uma ideia: - Como sou um marinheiro muito experiente e prevenido, eu tenho uma poção para eliminar a saída de lava do vulcão. Ele colocou a poção na lava e, imediatamente, ela desapareceu. O Jubileu viu um botão e, não resistindo, pressionou-o e apareceram umas escadas para dentro do vulcão. Eles desceram e colocaram a pedra lá dentro e, a partir desse dia, nunca mais houve nenhum acidente naquela zona. Eles regressaram ao navio e continuaram a viagem de regresso a casa o que aconteceu dois dias mais tarde. Alguns dias depois, para manter a tradição e confirmar a desconfiança inicial dos amigos, o barco rachou e afundou. Felizmente, estavam todos a salvo!

Davi B.


No dia um de janeiro, quatro amigos - Vanessa, Lucas, Nixie e Josh – estavam de partida para uma longa viagem. - Vamos, Josh! - ordenou a Nixie. - Já estou a ir! Só vou buscar uma coisinha! – exclamou o Josh. Assim que o Josh voltou, eles partiram. O barco era enorme e tinha pinturas de animais marinhos muito coloridos. A viagem era longa e a única coisa que conseguiam ver à sua volta era água e peixes. - O que é aquilo que está a vir na nossa direção? - interrogou o Lucas. - Acho que é uma baleia ou um golfinho! – afirmou a Vanessa. - Não deve ser um golfinho nem uma baleia, já que tem oito tentáculos! – brincou o Josh – É um polvo! Como estava a anoitecer, eles começaram a ficar com medo. Pensavam que o polvo ia afundar o barco como nos filmes! Mas estavam errados, ele era inofensivo e só queria uma ajuda. - Olá, eu sou o polvo Maravilhoso! Eu vim aqui para vocês me ajudarem! – pediu o polvo.


Eles começaram a pensar… «Como pode um polvo falar?» - Ok, nós ajudamos – responderam, embora desconfiados – O que precisas? O polvo Maravilhoso agradeceu-lhes e contou tudo o que tinha acontecido: - Um tubarão ladrão roubou uma obra-prima - um esqueleto – que estava guardada no Museu do Mar. O polvo tinha de a recuperar e explicou-lhes o que fazer. Os quatro amigos ficaram boquiabertos quando ouviram o polvo Maravilhoso a dizer: - Vocês vão mergulhar ao fundo do mar! A Vanessa perguntou: - Como vamos ao fundo do mar se não conseguimos respirar debaixo de água? - Eu vou fazer uma magia! “Plim, plam, plom, que a magia aconteça! Agora vocês vão para o Museu do Mar pelo portal que eu fiz: o Portal dos Animais Marinhos! - Ok, nós estamos prontos! – disseram todos. - Agora, vão! – ordenou o polvo.


Alguns minutos depois, entraram no portal e o Lucas perguntou a uma senhora peixe: - Desculpe, a senhora sabe qual é o caminho para o Museu do Mar? - Sim! É só virar ali à esquerda e andar em frente – respondeu a senhora peixe. Chegaram e começaram a procurar pistas. Algumas horas depois, encontraram o que procuravam. - Ei! Olha ali uma parte do esqueleto! - gritou a Nixie. - E também há pegadas! Vamos segui-las! - acrescentou a Vanessa. Começaram a seguir as pegadas até chegarem a um ponto sem caminho. Eles estavam a tentar encontrar o caminho… Alguns minutos depois, encontraram uma porta secreta. A Vanessa tinha um gancho e conseguiram abrir a porta. Eles ficaram, mais uma vez, boquiabertos quando viram a surpresa que havia ali: joias, obras-primas, quadros e, o mais importante, o esqueleto. Ligaram para a polícia para avisar da descoberta. O polvo Maravilhoso disse que poderiam pedir o que quisessem, mas eles disseram que queriam apenas ir para casa.


Quando chegaram a casa, estavam tĂŁo cansados que sĂł quiseram ir descansar. Adormeceram e sonharam a noite toda com a aventura que tinham vivido.

Tamar Z.


Era uma vez uma menina chamada Matilde que tinha nove anos. Todas as tardes, ela ia para a rua jogar à bola e ficava sempre por lá pelo menos uma hora. Um dia, tal como fazia todos os dias, a Matilde saiu com a sua bola para brincar. Chutou a bola e depois foi fechar a porta de casa. Quando se virou, a bola estava a rebolar e já quase estava na estrada! A Matilde foi a correr, mas não chegou a tempo. Ali à frente havia um porto, onde estava atracado um barco, e a bola foi lá parar. A Matilde parou para atravessar a estrada e, quando chegou ao barco, saltou para lá dentro. Mas, com o impulso a corda desatou-se e o barco começou a andar. A Matilde gritou: - Socorro, ajudem-me! De repente, apareceu um marinheiro da parte de baixo do barco. Quando se viram, assustaram-se. - Aaaaaah! - gritaram os dois: - Espera, como te chamas? - questionou o marinheiro.


- Eu chamo-me Matilde. E tu quem és? - Eu sou um marinheiro. O dono deste barco, obviamente! O que fazes aqui? - interrogou o marinheiro. - Eu estava a jogar à bola, mas ela veio a rebolar até aqui, eu vim atrás dela e, de repente, o barco começou a andar! Depois de perceberem tudo, o marinheiro foi para o leme. Passada uma hora, eles encontraram uma ilha muito bonita que se chamava Havai. Tinha umas palmeiras muito altas e pessoas vestidas a rigor: manga curta, calções, chapéu e óculos de sol. Ficaram duas horas na praia, mas depois puseram «o barco ao caminho». Passada meia hora, o marinheiro avistou o porto de onde saíram e eles ficaram muito contentes. Quando chegaram ao porto a Matilde foi a correr para sua casa. Bateu à porta, os pais abriram e, quando viram que era a sua filha, abraçaram-na logo. - Nós adoramos-te Matilde! - exclamaram eles. - Eu também vos adoro! - exclamou a Matilde. Esta aventura vai ficar para sempre na memória da Matilde!

Maria G.


Certo dia, os habitantes de uma ilha muito distante ouviram um barulho muito forte que lhes era completamente desconhecido. - Que barulho foi este? - perguntou uma moradora. - Oh, meu Deus, os meus ouvidos! - exclamou outra que estava a colher os ananases. - Olha só! O chão até tremeu com o barulho - afirmou a filha do chefe que estava a tomar banho. - Que barulho horrível! - gritou o chefe. O chefe olhou pela janela e disse logo: -Todos em posição de guerra e vamos até lá! Todos os habitantes foram até ao sítio de onde parecia vir o barulho! Quando lá chegaram repararam num objeto muito grande que parecia um pássaro. Dentro dele havia um homem parecido com eles. Ele era um pouco mais alto, com pele bem clara e os cabelos ruivos. - O-o-o-olá! - disse, a medo.


- Quem és tu? – perguntou, ameaçadoramente, o chefe com as armas bem perto do homem. - Sou o Artur! - afirmou ele - Vim informar que daqui a cinco dias uns piratas vão invadir a vossa ilha. - Chefe, existe uma vidente aqui na ilha! Podemos ir até lá! O que acha? - sugeriu um morador que a conhecia bem. - Ótima ideia! - exclamou o chefe. Eles foram até lá e perguntaram-lhe sobre o assunto. - Consegues ver se daqui a cinco dias irão invadir a nossa terra? indagou a moradora. - Certo, vou ver! - afirmou ela. Um tempo depois… - Desculpe, não consegui ver nada - disse a vidente. No dia seguinte, a vidente foi ter com uma das moradoras que era sua amiga e revelou: - Eu tive um sonho, amiga! - disse ela - Eu sonhei que daqui a cinco dias, a nossa terra irá estar cheia de homens a destruí-la. Virão à procura de uma pedra mágica. - Precisamos de avisar o chefe - disse a amiga.


Imediatamente, ela avisou o chefe e toda a população foi convocada. - Atenção! Atenção! Todos com atenção! A vidente teve um sonho. Vocês sabem que ela nunca se engana. Ela sonhou que daqui a cinco dias, vários homens estarão a invadir a nossa ilha à procura de uma certa pedra mágica. - O quê? Impossível! Mentira! - indignou-se o povo. - Calma, vai ficar tudo bem - tranquilizou o Artur. - E se fugirmos daqui? - gritou um morador. - Ótima ideia - disse o chefe. Com a ajuda de todos, construíram um barco e partiram. O mar estava muito agitado. Entretanto, a vidente que tinha tirado uma sesta, acordou e foi falar novamente com o chefe: - Chefe! Chefe! Eu tive um sonho e, nele, o Artur aparecia com uma espada ameaçando todos de morte. - O quê? Como assim? Vamos lá fora conferir. Quando chegaram ao convés verificaram que o sonho era realidade. O Artur estava a ameaçar todos de morte.


A Vidente, que tinha poderes, disse umas palavras mágicas: - SALPRAQUITÃO, VITRIANÃ. Naquele mesmo instante, Artur transformou-se numa foca, uma das comidas preferidas do tubarão branco. De imediato, voltaram para a ilha e a vidente disse novamente algumas palavras mágicas: - ALBADUR, RECIQUE. Todos

os

malfeitores

que

estavam

desapareceram

e

transformaram-se em pedra e, assim, puderam ir à procura da tal pedra mágica. - Olha só! Encontrei uma gruta! - disse um morador da ilha - Vamos procurar aqui dentro! - Ótima ideia! - disse outro morador. Eles entraram na gruta e lá dentro viram umas pedras pontiagudas. Entraram sem nenhum arranhão porque foram bastante cuidadosos. À entrada, viram um unicórnio muito bonito: tinha um pelo bem limpinho e branco e os seus cabelos eram como o arco-íris. O unicórnio disse para o seguirem e assim o fizeram.


Encontraram um mapa que dizia que eles tinham de sair da caverna. Eles saíram e lá fora seguiram as instruções do mapa: - Vá: dois passos à direita, agora sete em frente, depois quatro à esquerda e onze em diagonal. Depois, aqui diz que temos de escavar – ordenou o chefe. Encontraram uma caixa roxa que continha uma foto da tetravó da vidente. Eles lembraram-se que já tinham visto uma foto igual na casa da vidente e, por isso, dirigiram-se para lá. Na casa da vidente havia um quadro pendurado na parede da sala com a foto. Eles tiraram o quadro e viram a pedra mágica. Um morador pegou naquela pedra que tinha tantos poderes e, naquele instante, todos se transformaram em valentes guerreiros. A partir desse dia, eles começaram a navegar pelo mundo combatendo os piratas que roubavam os barcos. Como homenagem, construíram uma estátua da vidente e ficaram famosos por combater os piratas mais malvados do mundo.

Laura P.


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NAVEGAR SEM LIMITES - 3º e 4º Anos - Colégio Sigea  

Este livro faz parte do projeto “Coleção Estórias Sigea” implementado nas turmas do último ano da Educação Pré-Escolar e de todo o 1.º Ciclo...

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