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Ano letivo 2013/2014 - 1 Plátano

abril 2014

OPEN DAY ECO-SCHOOLS FOI UM SUCESSO!

Open Day Eco-Schools

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1º A põe tudo no papel

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Desporto em alta

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Repensar o Ensino

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Eco-Escolas no curriculo...

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Vamos ao Teatro

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Visitas de Estudo

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Ciências Naturais

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Português

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Escrita Criativa

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Concurso Faça Lá um Poema

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Eu sou Poeta

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Sugestão de Leitura

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Um pouco de História

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A little bit of English!

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Música

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Desporto

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Cantinho da Infantil

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Diversos

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Nesta edição incluímos publicidade. O contributo desta reverterá para a Viagem de Finalistas dos alunos do 9º ano, a realizar na interrupção letiva da Páscoa de 2015. Agradecemos a todos os que aderiram a esta iniciativa.

Pela primeira vez na história do colégio, realizou-se um Open Day Eco-Schools. A iniciativa envolvia diversas atividades, jogos, palestras e até um peddy paper. Tudo, para proporcionar aos alunos uma aprendizagem de importantes conceitos ambientais, de uma forma divertida. Cerca de 100 pessoas estiveram envolvidas, entre funcionários e encarregados de educação. A presidente da Quercus veio ao colégio dar uma palestra, bem como especialistas do Zoológico e uma força especial da GNR de proteção da natureza. Até dois carros elétricos estavam no colégio para que os alunos conhecessem aqueles que virão a ser, muito provavelmente os carros do futuro. O Open Day foi um enorme sucesso e promete continuar! Pág. 2

Parabéns ao 1ºA

Desporto em alta

Os alunos do 1ºA ganharam o primeiro prémio do concurso “Está Tudo no Papel”, promovido pela Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual. O objetivo era fazer um trabalho original e sustentável. Com papel, cola, tesoura e o incentivo da mãe de um dos alunos, arrecadaram o primeiro prémio e o trabalho esteve exposto na Feira Internacional de Lisboa.

O Colégio dos Plátanos não se destaca apenas nos bons resultados escolares. Nos últimos meses têm sido vários os alunos que têm dado cartas também ao nível do desporto. Destaca-se o Tiago Rua, Mariana Lélis e Miguel Alcobia, no karaté, o Martim Nunes no surf e a Mariana Rosa e Tomás Nunes no Bodyboard. Parabéns a todos!

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Ensinar e aprender num tablet lguns professores do colégio participaram no “Apple Learning Event Rethink Learning”, um seminário que mostrou a importância das novas tecnologias na aprendizagem escolar. Um dos professores foi, aliás, um dos oradores convidados dos vários workshops promovidos no evento, o que muito orgulha o colégio.

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Etc & Tal...

Em destaque

JUNTOS PELO AMBIENTE Atividades, palestras, workshops e até um peddy-paper. O Open Day Eco-Schools do Colégio dos Plátanos foi inteiramente dedicado ao ambiente e sustentabilidade. Virado para os alunos, abriu as portas aos encarregados de educação que quiseram participar nesta iniciativa inédita.

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dia 28 de março de 2014 vai ficar na história do colégio, como o primeiro dia em que se realizou um Open Day EcoSchools. Apesar da complexidade de organização e apesar da ameaça da meteorologia comprometer o seu bom funcionamento, pode dizer-se que foi um sucesso. O programa era dirigido a todos os alunos, adequado às diferentes faixas etárias, claro, e tinha como grande objetivo fornecer aos alunos conhecimentos que eles ainda não tinham, tanto ao nível da poupança de energia e de água, massas de água, separação de resíduos e a questão do ruído. Isto porque no início do ano é feito um questionário aos alunos para avaliar os seus conhecimentos sobre as questões ambientais. E é para colmatar as falhas encontradas, que é desenvolvido um trabalho ao longo do ano, para que cheguem ao fim sem dúvidas. O Open Day Eco-Schools faz parte desse trabalho.

um importante papel na proteção ambiental. Esta palestra deixou os alunos fascinados. Da associação ambientalista Quercus veio a própria presidente falar sobre a proteção florestal e a mãe de alunos da pré e 1º ciclo falou das espécies invasoras de Sintra. Os alunos do 7º ano tiveram a oportunidade de participar num peddy-paper composto por perguntas, pistas e desafios espalhados pelo colégio que os alunos tinham que superar. Esta prova culimou no laboratório. Lá, com a ajuda dos professores, os participantes extraíram o ADN de uma banana e analisaram uma impressão digital. Ao melhor estilo das séries de televisão.

Todo o programa era orientado para, de uma forma muito descontraída, ir de encontro a essa aprendizagem complementar. Uma das atividades era um enorme” Jogo da Glória Ambiental”, um com perguntas direcionadas para a Infantil e Pré-Escolar e outro para os alunos do 1º ciclo. Para os mais pequeninos havia ainda o “Jogo dos 5 sentidos”, que contou com a preciosa Outro dos pontos altos do dia foi a exibição de dois colaboração de uma encarregada de educação e das carros elétricos. Os miúdos adoraram andar às voltas educadoras e um “Teatro de Fantoches e Sementeira”. com um carro diferente, em que não se ouve um só ruído e que não emite qualquer gás poluente. Sem Zoo, GNR e Quercus dúvida o futuro! Para além de funcionários e encarregados de A professora Sofia Lima, uma das coordenadoras educação que foram convidados a participar, o evento contou com a presença de algumas entidades externas. deste evento, juntamente com a professora Cristina Do Zoológico de Lisboa veio um biólogo dar uma Moura, dá uma nota muito positiva a esta iniciativa. E palestra e de seguida de um workshop sobre para ela, não contou apenas a aquisição e consolidação biodiversidade. Assim como da Guarda Nacional e conhecimentos por parte dos alunos, mas sobretudo a Republicana. Os alunos ficaram a saber que a GNR não forte união que se verificou a nível de toda a comunidade se limita a intervir no trânsito e ordem pública. Existe escolar. uma força especial chamada SEPNA, (Serviço de Para o ano há mais! Proteção da Natureza e do Ambiente), que desempenha A Redação


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Em Destaque

FOTOREPORTAGEM DO OPEN DAY

A equipa do SEPNA veio falar sobre proteção ambiental

De olhos vendados no “Jogo dos 5 Sentidos”

Na palestra do Zoo falou-se de biodiversidade

Os carros elétricos causaram furor entre os alunos

No “Jogo da Glória” só avança quem souber a resposta


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Em Destaque

1º A PÕE TUDO NO PAPEL

Estão muito orgulhosos os alunos do 1ºA e também não é para menos. Foram os vencedores do concurso “Está Tudo no Papel”, promovido pela Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual, em ex aequo com o Centro de Educação e Desenvolvimento de Tires, Cascais. O desafio era fazer um trabalho original e sobretudo sustentável, ou seja, com recurso a materiais recicláveis, como os derivados do papel. Os miúdos, incentivados pelo professor Nuno Bacalhau e também pela mãe de um dos alunos, Marta Ornelas, levaram a sério a iniciativa. E de um emaranhado de jornais e revistas, “armados” com tesoura e cola na mão, fizeram um mural muito criativo que esteve exposto na Papergift 2014, que ocorreu em março, na Feira Internacional de Lisboa. Para além de consolidar nas crianças conceitos de sustentabilidade, pretendia-se também fomentar o trabalho em grupo.

O R G AN I I Cosmética Biológica

Opinião: O desafio que lancei ao 1ºA consistiu em trabalhar os conceitos de luz e sombra através da exposição da figura humana à luz. Mas antes ainda, conversámos sobre o que é ser artista e sobre a artista Lourdes Castro, que se dedicou ao trabalho com sombras. Aproveitámos o tema para participar no concurso "Está Tudo no Papel". Por isso, foi necessário seguir o regulamento, saber como usar tesoura, papel, materiais recicláveis e trabalhar em equipa. As poses estáticas de três meninas e um menino foram muito importantes para o trabalho, bem como o esforço daqueles que, muito concentrados, desenharam o contorno enquanto diziam "não te mexas!". A seguir, foi gratificante ver o empenho da turma no recorte e colagem de revistas, num excelente trabalho de equipa com muito, muito papel à mistura. A sala estava irreconhecível... No final, e para meu grande espanto, arrumaram tudo! Marta Ornelas


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Destaques

PLÁTANOS AO MAIS ALTO NÍVEL

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os últimos meses têm sido vários os alunos do colégio que se têm destacado em várias modalidades desportivas. O último foi o Tiago Rua, do 8ºA, que arrecadou o primeiro prémio no Campeonato Regional Infantil a Juvenil Centro Sul, na categoria juvenil masculino, - 60 kg. O Tiago Rua treina na Academia Dojo Samurai, onde andam também outros alunos do colégio. É o caso da Mariana Lélis e do Miguel Alcobia. A Mariana, no espaço de um mês trouxe para casa duas medalhas de ouro. Venceu a categoria de cadetes +50kg, do Open Internacional NPK, que se realizou em fevereiro e o Open Internacional de Vila das Aves, em janeiro. O Miguel Alcobia conquistou a medalha de bronze no escalão 12-13 em +50kg. Outros três alunos do colégio destacaram-se nas modalidades de surf e bodyboard do Circuito Intersócios Júnior Carcavelos. O Martim Nunes, do 4ºB, foi campeão do circuito na categoria de Surf sub 12. Passando para o Bodyboard, a aluna Mariana Rosa, do 5ºC também conseguiu o primeiro lugar do pódio deste circuito, na categoria sub 12. Ainda nesta modalidade, destaque para o aluno Tomás Nunes do 2º B, que, sendo estreante nestas andanças, conseguiu o terceiro lugar na terceira etapa. A Redação

REPENSAR O ENSINO

João Couvaneiro, à esquerda, foi um dos oradores do seminário da Apple

é o miúdo hoje em dia que não sabe mexer também a forma de ensinar. Q ual num tablet? Porque não tirar partido disso e A participação do colégio neste seminário é por si só

direcionar essa facilidade para o ensino? A aposta das novas tecnologias e interatividade aluno-professor foi um dos temas abordados no “Apple Learning Event - Rethink Learning”, no qual o Colégio dos Plátanos participou, no passado mês de março, em Lisboa.

um motivo de orgulho. Tanto mais que um dos oradores convidados dos diversos workshops foi o professor do colégio João Couvaneiro. Outros docentes dos Plátanos marcaram também presença e todos puderam experimentar e conhecer o potencial utilitário desta Neste evento, que discutiu o ensino de amanhã, os ferramenta em sala de aula com os alunos, através de participantes ouviram as explicações dos especialistas exercícios nos quais se exploraram alguns dos melhores educacionais da Apple, acerca dos benefícios desta nova exemplos aplicativos direcionados para a educação. forma de abordar a escola e de como isso poderá alterar, A Redação para melhor, a forma como os estudantes aprendem e


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Destaque

ALUNOS DESENVOLVEM PROJETO INOVADOR No âmbito da disciplina de História, os alunos do 9º ano desenvolveram um método de aprendizagem que se baseia na interação e uso da tecnologia para adquirir os conhecimentos sobre a matéria dada.

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este sentido, realizaram trabalhos de grupo sobre os diferentes capítulos presentes no manual. Utilizaram como fonte de pesquisa um site elaborado pelos alunos do passado 9º ano, o que lhes permitiu obter ideias e informação não só para os seus projetos, mas também resumos de organização e de estudo.

como o abstracionismo, futurismo do séc. XX.

Foram realizadas atividades em que os alunos representavam o papel de personagens televisivas nomeadamente pivôs, repórteres ou testemunhas, relatando um episódio equivalente ao tema que estavam a estudar. Tudo era gravado no interior e no exterior da sala de trabalho e depois visualizado pela turma.

O professor João Couvaneiro e o professor Nuno Curica reuniram-se com a “Apple” e esperemos que em breve tenhamos um novo sistema de trabalho e de relação aluno-professor revolucionário, pioneiro, moderno e que permita aos alunos descobrir as maravilhas da sua geração enquanto aprendem as teorias, regras e histórias do passado. Um método livre em que cada um percebe o que é a tecnologia, um mundo de oportunidades, escolhas, construído a partir da inovação e dos sonhos, um que nos permita evoluir e encontrar o futuro no presente.

Houve vários exemplos de projetos relacionados com os novos equipamentos, mas este tipo de ensino alternativo não se aplica só aos métodos modernos, pois também fomos postos à prova quando não pudemos utilizar nenhum aparelho de pesquisa eletrónico. Ou ainda quando tivemos de fazer as nossas próprias “obras de arte” abrangendo áreas

Estamos agora a juntar todos os apontamentos, em acessível ao maior mundo.

cubismo,

surrealismo e

criar um E-book, onde poderemos nossos trabalhos, lições e inglês e português, para ficar número de alunos em todo o

Maria Beatriz Macedo, 9ºB


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Eco-Escolas no currículo... PARTILHAR PARA INOVAR

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Colégio dos Plátanos participou em janeiro, em mais um Seminário Eco-escolas, que decorreu em Braga. À semelhança de edições anteriores, um grupo de professores, desta feita mais reduzido, assistiu a um conjunto de palestras e sessões de divulgação na área do ambiente e ecologia. A par das inúmeras experiências e atividades divulgadas pelas diversas escolas do país, (o momento alto de partilha), estiveram também representadas algumas das autarquias do Continente e ilhas, mais ativas em matéria ambiental. Apesar da conjuntura social e económica, as ideias, a criatividade e o espírito inovador dos profissionais da área da educação parecem não ter sido afetados. De igual modo acreditamos que a vasta equipa de alunos, professores, auxiliares e administrativos que tão ativamente tem participado e dado visibilidade a este projeto eco-escolas no Colégio dos Plátanos, continuará a evidenciar, ao longo deste ano letivo, o seu espírito criativo, participativo, inovador e empreendedor de cariz ecológico. Prof.ª Cristina Moura

Apesar da crise, as ideias e a criatividade não foram afetadas

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9 de janeiro decorreu a segunda reunião do Conselho Eco-Escolas programada no âmbito do programa Eco-Escolas em implementação no Colégio dos Plátanos. A participação do Colégio dos Plátanos no Programa Eco-Escolas pressupõe a implementação da metodologia dos “7 passos” que incluem, nesta fase da nossa vida como Eco-Escola, a análise dos resultados da Auditoria Ambiental e estabelecimento das metas para elaboração do Plano de Ação e do Eco-Código anual. Nesta reunião procedeu-se à apresentação das atividades ambientais de continuidade na implementação do programa Eco-Escolas, aprovou-se as metas para o presente ano letivo, e discutiram-se ideias para o plano de ação e Eco-Código anual. Agendou-se, ainda, a terceira reunião na qual se apresentará o Plano de Ação e o Eco-Código 2013-2014. Prof.ª Sofia Lima

Os alunos Tomás Sousa, João Gaspar e Miguel Sapina

ALUNOS LANÇAM GUIA DE ECOTURISMO

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s alunos do 8º ano estão a elaborar um guia de Ecoturismo, com diferentes rotas e atividades de acordo com cada região de Portugal, incluindo as ilhas, com uma breve descrição de cada um. Também vão ser associadas imagens e mapas para aproximar mais as pessoas da Natureza através do turismo. Este guia irá sair no 3º período.

A Organização Mundial de Turismo (OMT) estima que 10 por cento dos turistas em todo o mundo tenham como preferência o Ecoturismo. A maioria das atividades do Ecoturismo é grátis ou O Ecoturismo é uma atividade turística que apela à com preços relativamente conservação da natureza, através de atividades como: passeios pedestres, ecociclismo, rafting, turismo balnear, acessíveis. etc. Beatriz Fernandes e Henrique Zhao, 8ºA


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Eco-Escolas no currículo... PERIGO NO PARQUE NATURAL SINTRA-CASCAIS

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o Parque Natural Sintra-Cascais, existe uma grande diversidade de animais e plantas, sendo que alguns se encontram em vias de extinção e outros já estão extintos. Em relação à fauna (conjunto dos animais de uma determinada região), o urso, o veado e o lobo são animais já extintos no parque, sendo muito raro nele encontrar a lontra, o gato-bravo e o sapo-de-unha-preta. O morcego-de-ferradura-mediterrânico e o toirão são espécies ameaçadas, como a águia de bonelli, a venenosavíbora-cornuda e o morcego-pequeno-de-ferradura. Relativamente à flora (conjunto de plantas que se desenvolvem numa região), no parque existem diversas flores, sendo que algumas espécies também se encontram em risco de extinção, como o feto-de-folha-de-hera, o trovisco-nortenho e o miosótis-das-praias. Com isto aprendemos que devemos defender o meio ambiente, pois se não o fizermos, colocaremos em risco os animais e as plantas da nossa região. Com uma pequena ação, ajudamos a preservar o que nos rodeia. Plantas em vias de extinção Feto-de-folha-de-hera

Animais em vias de extinção Morcego-de-ferradura-mediterrânico

Águia Bonelli

Trovisco-nortenho

Miosótis-das-praias

Animais já extintos

Torrão

Venenosa-víbora-cornuda

Sapo-de-unha-preta

Gato-bravo Maria Adriana Fernandes, 5º C

MISSÃO BONECOS DE NEVE

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as turmas dos 3ºanos, houve um pequeno desafio de “Bonecos de Neve” feitos com materiais recicláveis. Uns deles com bolas de esferovite, outros de lã e outros até com cenouras verdadeiras!

Os alunos que são números pares na pauta da turma, fizeram as partes de baixo dos bonecos e os alunos que são números ímpares fizeram as partes de cima… Depois juntámos as partes dos bonecos e o resultado foi muito giro, engraçado e muito original. Inês Guerreiro, 3ºB


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Eco-Escolas no currículo... No âmbito da disciplina de Educação Cívica os alunos foram incentivados a refletirem e partilharem sobre as boas práticas ambientais, que desenvolvem no seu dia-a-dia. Eis alguns exemplos. O meu Eco-dia 7h30- Acordo e abro logo as janelas em vez de acender a luz. 7h40- Tomo o pequeno-almoço e, se acabar o leite, deito fora a embalagem no respetivo ecoponto.

antes de me deitar para não gastar desnecessária. E, finalmente, vou para a cama.

energia

Miguel Domingues, 6.º B

Um Dia Ecológico

7h45- Lavo os dentes com a torneira fechada e só a abro para bochechar e para lavar a escova.

Às 7h da manhã acordei e vi televisão. Depois desliguei-a, sem a deixar em standby e fui tomar banho, 8h00- Venho de carro para a escola partilhando-o com o tendo desligado a torneira enquanto me ensaboava. meu irmão. Às 8:30h fui tomar o pequeno-almoço e acabei o leite, 9h15-Entro na sala e, se as canetas do quadro não por isso deitei o pacote no ecoponto. tiverem tinta, vou ao gabinete dos Fui lavar os dentes e, enquanto os escovava, professores para as recarregar. desliguei a água, como fiz quando fui tomar banho. 10h45- Depois de comer o No almoço, para poupar energia, abri os cortinados e lanchinho da manhã, deito fora os aproveitei a luz do sol. resíduos no ecoponto. Às 15h fiz um trabalho com pedras que apanhei na 13h00- Deito, no ecoponto azul, o papel que foi utilizado praia e caixas de cartão. para guardar os talheres antes da refeição. Às 21h fui-me deitar para me preparar para outro dia 13h30- Quando vou à biblioteca, aproveito os dois lados ecológico. das folhas que utilizo. 15h45- Deito fora o guardanapo de papel, que envolvia o pão, depois de lanchar. 19h00- Quando chego a casa, arquivo algumas fichas de que já não necessito no dossiê, e deito alguns rascunhos de que já não vou precisar, no ecoponto azul.

Ricardo Toscanelli, 6.º A

O meu eco-diário

19h15- Vou tomar um banho rápido (não um banho de Sábado imersão), logo a seguir ao meu irmão para a água não ter tempo de arrefecer. 9:00 – Acordo e vou tomar o pequeno-almoço. 19h30- Quando acabo alguns dos meus Reparo que o pacote dos cereais terminou e coloco-o no trabalhos de casa, utilizo a luz natural ecoponto. que vem da janela (enquanto não 9:30 – Depois vou lavar os dentes e, escurece) em vez de usar o candeeiro enquanto os escovo, fecho a torneira para desnecessariamente. poupar água. 20h00- Quando vou jantar, apago a luz do meu quarto 10:00 – Quando acabo de ver televisão, desligo-a para poupar energia. sempre no botão, nunca a deixando em standby, para 20h15- Ao jantar, como o que sobrou dos outros dias, de poupar energia. maneira a não fazer nova comida (apenas quando há 13:00 – Quando vou almoçar, todas as embalagens sobras), porque se não houver tenho de fazer nova que tenham terminado, coloco-as no respetivo ecoponto, refeição. reutilizando as tampas. 21h30- Utilizo apenas uma televisão para ver algo em 15:00 – Mais tarde, vou estudar aproveitando a luz do conjunto com a minha família. dia para poder poupá-la. 22h00- Desligo a televisão no botão de maneira a não a deixar em standby. Diogo Gonçalves, 6º A 22h15- Desligo a tomada do candeeiro da secretária


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Eco-Escolas no currículo ATENÇÃO À ALIMENTAÇÃO

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as cinco refeições diárias aconselhadas, a mais açucarados, os refrigerantes, os fritos e a gordura em importante é o pequeno-almoço. É muito excesso. importante porque é o pequeno-almoço que nos dá Não nos podemos esquecer que beber água é energia para podermos começar bem o dia. bastante importante e devemos beber muita ao longo do É muito importante comer hidratos de carbono, fibras dia. e algumas gorduras, que podem ser encontrados num Tomás Correia, 5.º A copo de leite, um pão com cereais, queijo, marmelada ou uma peça de fruta. O lanche a meio da manhã e o lanche da tarde são também muito importantes porque ajudam a regular o apetite, sendo que o ideal é comer uma peça de fruta, um iogurte ou meio pão. Ao almoço e jantar devemos comer uma pequena quantidade de carne ou peixe, acompanhado sempre com legumes ou saladas e uma ou duas batatas cozidas. Devemos evitar na nossa alimentação os produtos

DELICIOSO E SAUDÁVEL Pequeno-almoço Pão integral com fiambre Leite de aveia

Pequeno –almoço

Pequeno-almoço

Cereais integrais com iogurte de fruta Iogurte de soja com morangos, fambroesas e cereais Almoço

Almoço Peixe cozido com batata cozida, Sopa de legumes Sopa de legumes (cenoura, feijão,…) couve, cenoura e ovo. Sopa (canja) Bife de peru com couve-flor, tomate e Peixe (robalo) ovo Fruta (laranja) Batata cozida Sumo natural de laranja Água Maça Maça Almoço

Lanche Bolachas integrais Iogurte Jantar Sopa de cenoura Bife grelhado

Arroz integral

Lanche Lanche Peça de fruta com duas bolachas de água e sal Torradas de pão de centeio com requeijão Jantar

Leite de aveia

Bife grelhado com arroz branco Jantar Salada de tomate, cenoura ralada e alface Peixe assado no forno com batata e couve de bruxelas Água Salada de fruta (maçã, abacaxi, Água laranja e banana). Manga e ananás

Ananás Bom apetite!

Bon appétit! Susana Rodrigues, 6º A Sara Rebelo, 6º B

Margarida Gralha, 6º C


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Eco-Escolas no currículo...

JOGOS COM BOA ENERGIA! Os alunos do 4º ano participaram na atividade “Energy Game”, um jogo de consola que promove a sustentabilidade do planeta. A responsável pela atividade trouxe todo o material: um computador portátil para projetar o jogo num ecrã, para que todos pudessem ver e os comandos interativos da Wii. Foram formadas quatro equipas e toca a competir. O principal objetivo é transmitir conhecimentos da sustentabilidade energética e induzir os jogadores a adoptar comportamentos ambientalmente positivos. Por exemplo, durante o jogo os alunos têm que responder a perguntas sobre o ambiente, relacionadas por exemplo com fontes de energia renováveis. Um dos jogos chama-se “Gira a turbina”, em que cada jogador controla uma turbina eólica. O objetivo é produzir o máximo possível de energia fazendo rodar a turbina, tendo para isso que rodar o comando. Quem rodar mais rápido produz mais energia e ganha mais pontos.

As Turmas do 4º Ano

MIRIAM - SOLIDARIEDADE NO ECO-ESCOLAS

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oi no colégio que tomei conhecimento dos vários foi a minha avó Olga que problemas de saúde da Miriam. pediu a colaboração de um A Miriam faz fisioterapia e terapia ocupacional no restaurante, uma mercearia e das suas colegas de trabalho. Centro de Reabilitação de Alcoitão. Os pais já Com a preciosa ajuda dos solicitaram a opinião a vários médicos ortopedistas membros da minha família e relativamente ao membro inferior direito (joelho e pé) e a respetivos colegas de trabalho maioria não tem esperança em cirurgias, nem em foi possível arranjar, até recuperação, sugerindo a sua amputação. agora, oito grandes sacos de A família, carenciada, organizou peditórios, reuniu dez compras cheios de tampinhas. mil euros, e foi aos Estados Unidos da América, para a Ser solidário é fácil. Só temos que nos disponibilizar menina ser observada. A equipa médica do Miami Children’s Hospital chegou à conclusão de que é para as causas em que acreditamos. Muitas vezes temos dúvidas se o nosso esforço vai valer a pena. Para possível recuperar a perna da menina. A primeira cirurgia ficou marcada para novembro de 2014, mas a mim vale sempre, pois o que conta é a nossa dedicação. família terá de angariar 50 mil euros para pagar a A Miriam é um exemplo de várias pessoas, cirurgia. organizações ou projetos isolados a que podemos dedicar um pouco do nosso tempo e atenção. Devido às dificuldades financeiras dos seus pais, começaram a existir várias campanhas de solidariedade, Ajudem a Miriam, é fácil e dá milhões … de sorrisos! como a que existe no nosso colégio. Junto da minha família, tentei sensibilizá-los para esta “causa” e de como era fácil ajudar. Simplesmente juntar “tampinhas”. Gonçalo Almeida, 6.º B Foi fácil convencê-los e motivá-los. Um exemplo disso


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Vamos ao Teatro

A CASINHA DE CHOCOLATE

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o dia 17 de dezembro, os alunos do 2.º Ciclo assistiram a um espetáculo mágico, no auditório do Colégio, levado a cabo pelo Teatro Reflexo. A peça “A Casinha de Chocolate” transportou os alunos para um mundo repleto de humor, fantasia, emoção e música. A peça faz-nos viajar no tempo, até à época medieval, onde é explorada a profunda relação entre os irmãos Hansel e Gretel, que contra todas as adversidades tentaram sobreviver numa floresta, repleta de seres místicos e encantos sombrios. Durante a jornada pela floresta, cansados e com fome, os irmãos encontram o refúgio mais encantador de sempre, um sonho tornado realidade: uma casa toda feita de chocolate. Aqui a aventura começa e Hansel e Gretel são obrigados a fugir das garras de uma bruxa que acredita que ambos são o ingrediente secreto que lhe permitirá fazer o melhor chocolate do mundo. Todos os que assistiram à peça, alunos e professores, deliciaram-se com esta história surpreendente, que mostrou que é importante manter viva a capacidade de sonhar e não desistir de alcançar os objetivos traçados. As professoras de Português do 2.º Ciclo

A AVENTURA DE ULISSES

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o dia 24 de janeiro, no âmbito da disciplina de Português, os alunos do 6.º ano assistiram ao espetáculo teatral “A Aventura de Ulisses”, no auditório Pedro Arrupe, em Lisboa, levado a cabo pela Cultural Kids. Esta peça é inspirada na obra do escritor clássico, Homero, “A Odisseia”, e retrata as principais aventuras daquele que é considerado o herói das mil façanhas, Ulisses. Terminada a guerra de Troia, o destino de Ulisses

é decidido pelos Deuses. Enquanto uns defendem o seu rápido regresso a casa, outros decidem pô-lo à prova uma vez mais. Zeus, o pai dos Deuses, acaba por concordar em transformar a viagem de regresso numa espécie de jogo de computador. Assim, Ulisses e os seus companheiros, para chegarem a Ítaca, terão de ultrapassar grandes e perigosos obstáculos: a fúria das tempestades, a força do ciclope Polifemo, os feitiços de Circe, o canto das Sereias e a sedução da ninfa Calipso. Será que Ulisses conseguirá reencontrar-se com a mulher, Penélope, e o filho, Telémaco, e chegar, assim, ao final do “jogo”? Nesta peça, pautada por humor e cenários surpreendentes, os alunos tiveram a oportunidade de assistir a uma das histórias mais marcantes da literatura universal e de ver “ao vivo” o famoso Ulisses.

As professoras de Português do 2.º Ciclo


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Visitas de Estudo

ENTRE FÓSSEIS E ESQUELETOS

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o dia 9 de janeiro, a turma do 7ºA visitou o Museu de História de Natural de Sintra, fundado por Miguel Barbosa. Este museu contém a gigantesca coleção de fósseis deste homem e da sua mulher, com o objetivo de fazer dela um museu. E então, lá entrámos para uma grande sala com todos esses fósseis. Mas primeiro temos de saber, realmente, o que é um fóssil. Então, um fóssil é um registo da Vida, da atividade dos seres vivos na Terra e que ficou registado na rocha. Por exemplo, um dinossauro morre; uma lama cobre o seu corpo e faz com que se torne numa pedra. Essa lama acompanha todo o processo de fossilização. As partes duras (ossos, dentes) são descobertas por paleontólogos, cientistas que estudam os fósseis e os ambientes do passado. Outro exemplo é um inseto ter sido preservado em âmbar, uma resina ou um mamute ter sido congelado. Isto são processos de fossilização. Mas os fósseis “contam uma história”. E essa história começa, há 14 mil milhões de anos com o Big Bang. Entretanto, formou-se a Terra. Nessa altura, a Terra não tinha nenhumas condições de existência de vida. Faltava a atmosfera e a hidrosfera (água). Os vulcões, ao entrarem em erupção, libertavam gases e vapor de água. E, certamente, têm de ir para algum lado. Então, a atmosfera formou-se com esses gases e a hidrosfera com esse vapor de água. E é na água que se formam as primeiras formas de vida. Assim, saímos do Pré-Câmbrico entramos na Era Paleozoica, onde se dá a “explosão da vida”. Nesta Era Geológica, aparecem novas espécies de animais como os crinoides, as esponjas do mar, as estrelas do mar e, principalmente as trilobites que, pela sua diversificação e quantidade, marca a vida nos mares, por ter sido o primeiro animal a andar. Mais tarde, aparecem os répteis vindos dos anfíbios, porque esses anfíbios soltam um osso ou uma barbatana

que irão originar as patas. Mas a Terra nunca foi igual. Aliás, antes era formada por um só continente denominado de Pangeia. A Teoria da Deriva dos Continentes fala que os continentes se separaram no final da Era Paleozoica e em toda a Era Mesozoica. Uma das novas espécies que aparecem nesta era foi o Mesossauros, um réptil marinho. Quando chegámos a uma vitrina com três crânios de dinossauros tínhamos de adivinhar quem era carnívoro e quem era herbívoro. E tirámos as seguintes conclusões: Um herbívoro apresenta dentes redondos para mastigar. Um carnívoro apresenta dentes bicudos para rasgar. Mais à frente, vimos mais esqueletos de dinossauros e depois, vimos que, tal como as trilobites, (que já se tinham extinguido) as amonites marcam a vida nos mares pela sua diversificação e quantidade. A seguir, vimos noutra vitrina, ossos do Ictiossauros e do Mesossauros (répteis marinhos) e ainda noutra à frente, um Pterossauros encontrado por Miguel Barbosa. Tal como tudo mudara ao longo do tempo, os seres vivos também mudaram. Por exemplo, uma libelinha mudou devido à poluição de agora. Os mamíferos que andavam sempre debaixo de terra passaram a andar à superfície, o Megalodon (réptil marinho) que, com falta de comida e por nadar em águas profundas e demasiado frias se modifica e habitua-se, dando origem, neste caso, ao tubarão branco. Mas só agora, quase no final da visita, é que aparecem os hominídeos, os nossos antepassados. Até vimos um crânio de um Australopiteco. Só fala falarmos de uma coisa: os minerais. Há três características especiais nos minerais: a cor, o brilho e a forma. Hélio Daniel, 7º A


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RIR COM A MATEMÁTICA

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s alunos do 5º, 6º, 7º e 8º anos assistiram a uma hora e meia de puro divertimento com a peça “Matematicomania”, da companhia de teatro Educa, que atuou no auditório Dr. Amílcar Oliveira, no dia 18 de fevereiro. A peça abordava o quão difícil é a resolução de problemas e relatava a vida de dois estudantes que poderiam vir a reprovar na disciplina de Matemática, pois estes não gostavam da disciplina e consideravam-na um “bicho de sete cabeças”. Ao longo da peça depararam-se com um mágico entendido em ciências matemáticas e que os levou pela história da Matemática desde o povo babilónico aos gregos. No desenrolar da ação foram sempre sendo postos à prova com pequenos problemas que foram conseguindo solucionar. Terminou a peça com dois alunos mais motivados para a disciplina e com a convicção de que iriam conseguir obter bons resultados no próximo teste.

Diogo Ribeiro, 5º B

José Cotrim, 8º B

Os atores

Uma plateia atenta e curiosa…

Aqui ficam algumas opiniões dos alunos: “Na minha opinião, este foi dos teatros mais cómicos a que eu assisti. Ria-me em cada segundo! Para além dos atores terem representado bem, este teatro conseguiu juntar gargalhada (comédia) e Matemática” H. Daniel Patrício, 7ºA “Acho que conseguiram tornar a matemática divertida para os que não gostam, através de cenas cómicas e engraçadas e, apesar de ser pouco, dar uma pequena introdução ao Francês. Adorei e deve ter sido o melhor teatro a que já assisti. Parabéns à companhia!” David Conceição, 7ºC “História fixe + cenário original + bons autores = Excelente espetáculo” Inês Leal, 8ºA


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UMA VISITA ESPACIAL Os alunos do 3º ano embarcaram numa aventura que tão cedo não vão esquecer. Foram visitar o Planetário Calouste Gulbenkian em Lisboa e ficaram encantados com os planetas, as constelações e as fases da lua. No final, uma valente trovoada, a fingir, claro, que até fez levantar alguns alunos da cadeira. Apesar do susto, todos adoraram!

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Turma do 3ºA na entrada do Planetário

No dia 20 de fevereiro fui a uma visita de estudo ao Planetário Calouste Gulbenkian com a minha turma. Quando chegámos a Belém, vimos o Padrão dos Descobrimentos, a Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos, até que vimos o Planetário, que tem um teto que é metade de uma esfera. Num banco do jardim, estivemos a comer o nosso lanchinho da manhã e à nossa volta tínhamos âncoras muito grandes. Entrámos no Planetário, subimos muitas escadas, vimos um satélite e o quadro do senhor Calouste Gulbenkian. Fomos para uma sala grande, parecido com uma sala de cinema e pediram-nos para sentar. Ao entrar, vi os quatro pontos cardeais e o Sol a nascer. De repente o Sol baixou, ficou escuro e apareceram as nuvens. Depois ficou ainda mais escuro e o céu ficou estrelado. O ecrã mostrou várias imagens de constelações e também vi a lua e as suas fases. Aprendi também que Júpiter e Saturno são planetas gasosos e outras curiosidades sobre estes planetas. Um deles demora 30 anos a dar a volta ao Sol. Vimos tudo isto dentro de uma nave espacial, após uma contagem decrescente. Chegámos a confundir a Lua com o Sol, porque o Sol estava sempre presente, mesmo com o céu estrelado. No final da sessão, houve trovoada e relâmpagos, até fazia doer os olhos. E regressámos ao Colégio todos felizes. David Bento – 3.º A

a minha opinião, este é o planetário mais bonito e interessante que conheço. Vi foguetões que pareciam ter o tamanho de todos os livros que tenho. A seguir parece que entrei num armário, mas na verdade entrei numa sala enorme, que parecia ter o comprimento de dois arranha-céus. Depois, sentei-me numa cadeira inclinada e passados uns minutos a sala ficou cada vez mais escura e… pum! Ficou de noite e parecia mesmo que estávamos na rua a contar estrelas. Logo a seguir, havia várias estrelas, umas que brilhavam mais, outras menos. Passado algum tempo, vi uma figura de uma ursa maior, outra menor e um dragão. E logo a seguir aparecerem milhões de figuras giríssimas, de animais, plantas e objetos. Aprendi mais coisas sobre o Sistema Solar, principalmente sobre Júpiter, Saturno e a Terra. Depois de toda esta aventura, ouvimos uma trovoada e relâmpagos, e eu estava sempre a tapar a cara com o casaco, porque me fazia impressão nos olhos. Depois da visita ter acabado, fizemos uma corrida até ao autocarro para não nos molharmos, mas mesmo assim fiquei encharcado. Foi a melhor visita de todos os tempos! Filipe Churrito – 3.º A

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udo começou quando soube que ia ao Planetário com a minha escola, o Colégio dos Plátanos. Eu fiquei feliz porque o meu pai tinha-me contado que era muito giro, então apressei-me e dei o recado à minha mãe para ela assinar, pois não queria ficar no Colégio a ver partir os meus colegas. Quando chegou o dia da partida preparei um pequeno lanche que ia comer lá, assim não iria ter fome durante o espetáculo. Subi para o autocarro e fiquei ao pé do Gonçalo, nós conversamos sobre o Planetário a viagem inteira! Até que...avistámos o Planetário! O senhor Zé, um dos motoristas da escola, parou o autocarro e a Cátia, a minha professora, ordenou que nos levantássemos. A seguir saímos da carrinha e andámos até à porta do Planetário. Ficamos a lanchar ao pé da Lena (uma das auxiliares do colégio) enquanto a nossa professora ia à bilheteira confirmar a entrada de


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Visitas de Estudo de todos. Então entrámos todos e subimos por umas escadas em forma de cadeiras inclinadas até uma grande sala com o teto alto e redondo com uma imensa aparelhagem. Ao princípio achei aquilo tudo muito estranho, mas depois percebi tudo. Nós começamo-nos a sentar. E passado algum tempo... apareceu um vídeo no teto a explicar tudo sobre o Planetário. No fim desse vídeo o senhor do Planetário, que explicava as coisas sobre o cosmos (universo), disse que ia apagar as luzes. Depois de ele apagar as luzes apareceram vários pontinhos brilhantes e menos brilhantes que pareciam estrelas. A seguir, o senhor explicou que haviam milhares de estrelas. Viajei por Saturno, por Júpiter, por Marte… Eu não queria ir embora, mas tinha de ser. Foi a visita de estudo que eu mais gostei! Sofia Duarte – 3ºB

ENTRE BODES E COELHINHOS!

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o dia 7 de março, os alunos 2º ano do norte e criavam quintas na região de Sintra. Essas Colégio dos Plátanos foram visitar a Quinta pessoas ficaram conhecidas por saloios: crianças e Pedagógica de Monserrate, em Sintra. adultos! O pão saloio era feito nessas próprias quintas, Lá falaram-lhes sobre animais e plantas. Alguns daí o nome dele! meninos foram apanhar couves para dar aos animais, e Lá na Quinta Pedagógica tratavam-se todos por eu fui uma delas! Demos comida ao burro Chiquinho, a primos. um bode e a três coelhinhos muito fofinhos! Adorei lá ir, foi muito divertido! Quando fizer anos, Depois fomos fazer pão à moda saloia: com chouriço! que é agora em março, é lá que vou festejar! Sabem por que é que se chama “Pão à Saloio”? Porque antigamente as pessoas vinham das terras do

Marta Sanches – 2ºB


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ISTO É MATEMAGIA!!!

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s turmas do 3º e 4º ano assistiram no dia 12 de março ao Circo Matemático. Foi no auditório do colégio que tudo se passou. Bom, não foi bem um circo, nem uma aula de matemática, mas uma mistura das duas coisas.

Vamos explicar: É um espetáculo divertido, à base de truques de adivinhação e de suposta magia, em que está sempre presente a matemática. Os artistas, vestidos de macacão laranja, são, nada mais nada menos do que professores e estudantes universitários da disciplina que mais aterroriza os miúdos, mas que afinal pode ser muito divertida. Nada de contas ou problemas complicados! Esta trupe conta já com mais de 100 espetáculos em escolas, eventos, feiras de ciência, congressos, centros de ciência, entre outros. Hugo Pina, 3º B

Diogo Monteiro, 4º B

Prof.ª Carla Pinheiro e Prof.ª Cátia Freitas

“AUTO DA BARCA DO INFERNO” DIVERTE ALUNOS

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o inicio do 2º período, o 9º ano foi à companhia Inferno ou o Paraíso. A obra representa assim uma de teatro “O Sonho” ver a peça “Auto da Barca crítica às várias classes da época, usando o sentido de do Inferno” de Gil Vicente. Foi muito interessante humor. podermos visualizar de perto as personagens que Inês Cardoso, 9ºA tínhamos estado a estudar. Também foi muito engraçado a interação dos atores connosco e vermos alguns colegas nossos no palco, a representar! Esta obra é a primeira de uma trilogia escrita em 1517 para a rainha D. Leonor (“Auto da Barca do Inferno”, “Auto da Barca do Purgatório” e “Auto da Barca da Glória”). O Auto da Barca é o julgamento de algumas almas que aparecem no purgatório, tais como: um Frade, um Enforcado, um Procurador, Quatro Cavaleiros, entre outros. Todas as almas que aparecem no cais de embarque são alvo de críticas por parte do Diabo e pelo Anjo, referentes aos pecados cometidos em vida. Após a apresentação e discussão dos argumentos de acusação e defesa, é decidido o destino de cada personagem: o


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1º ANO VISITA AQUÁRIO VASCO DA GAMA Os alunos do 1º ano estão a estudar os animais. E nada melhor do que visitar o Aquário Vasco da Gama, em Lisboa, para conhecer a grande diversidade de animais marinhos. Os alunos adoraram!

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oi uma visita cheia de entusiasmo àquele que é um dos mais antigos aquários do mundo. Logo de manhã saímos do colégio, em direção a Lisboa. A viagem foi muito divertida e não demorou muito tempo. No Aquário, os alunos viram uma grande diversidade de animais, alguns da Fauna Marinha Portuguesa e outros da Tropical: anémonas, estrelas do mar, ouriços, tartarugas gigantes, cavalos marinhos, tubarões, santolas, caranguejos e polvos. Não esquecendo a lula gigante, claro, que nunca passa despercebida às crianças. Os principais temas abordados pela visita guiada foram os diferentes tipos de habitats, os seus regimes alimentares, técnicas e táticas de caça e defesa. Os alunos estavam numa excitação que só visto. Curiosos, iam fazendo várias perguntas ao longo do percurso. No final, puderam assistir à alimentação dos leões marinhos, que comiam deliciados o peixe que o tratador lhes atirava para a boca. Hmmm, delícia!!! Após a visita, os alunos realizaram um trabalho em grupo onde escreveram o que mais gostaram de ver nesta visita. Aqui fica o resultado final: “Nós adorámos os leões marinhos e os cavalos marinhos”. (Vasco Ferreira, Maria Beatriz, Rodrigo Braz e Lourenço Ferreira) - 1º A “Gostei de ver a lula e a tartaruga gigante e os peixes a abrir e fechar a boca”. António Ramos, 1º B “Nós adorámos o polvo que tinha oito patas, os ovos de tubarão e o peixe faneca”. (Beatriz Pinto, Martim Faneca, Martim Costa e Gabriel Machado) 1º A “Nós gostámos de ver o peixe balão e os tubarões”. (Sofia de Jesus, Inês Vaz Francisco Ornelas e Bernardo Fernandes) - 1º A “Adorei ver a lula e a tartaruga gigante e os leões marinhos”. Carolina Martins, 1º B “Nós gostámos de ver a lula gigante dentro de um caixão, tinha mais de 8 metros e era maior que uma girafa”. (Tiago Domingues, Afonso Amaral, Duarte Albuquerque e Afonso Ferreira) - 1º A “Adorei o leão marinho e a lula gigante”. Tomás Neves, 1º B

“Nós adorámos o peixe palhaço e achámos o cavalo marinho muito bonito”. (Beatriz Lopes, Tiago Gonçalves, Rita Campos e André Reis) - 1º A

A Turma do 1º B


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FORÇAS DA NATUREZA O terrível vulcão Krakatoa

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o dia 27 de Agosto de 1883, a ilha de Krakatoa, localizada no estreito de Sunda, entre as ilhas de Sumatra e Java, na Indonésia, desapareceu quando o vulcão com nome Perboewatan (supostamente extinto) entrou em erupção. Causou enormes estragos e perdas de vidas humanas. A sucessão de erupções e explosões durou 22 horas e morreram mais de 37 mil pessoas. Quando ocorreu a erupção, o vulcão atirou rochas a aproximadamente 27 km de altura. O som da explosão foi ouvido a cinco mil quilómetros, na ilha de Rodrigues, onde os habitantes ouviram o barulho da explosão e pensaram que era uma batalha naval. O barulho ouviu-se também na Austrália, Filipinas e Índia. As cinzas expelidas pelo vulcão alteraram o clima e causaram estranhas transformações na Terra, como a súbita queda de temperatura e transformações no nascer e pôr-do-sol. Estes fenómenos levaram anos para voltar ao normal. Todas as formas de vida da ilha foram destruídas. Após as explosões, ocorreram vários tsunamis que atingiram vários pontos do planeta, sobretudo perto das ilhas de Java e Sumatra, as ondas chegaram a ter mais de 40 metros. A cratera do vulcão possuía aproximadamente 16 km de diâmetro. O vulcão não parou de cuspir lava e houve

ainda outras erupções durante todo o ano. A seguir à erupção a ilha foi riscada do mapa, tendo-se formado um lago na cratera do vulcão, onde atualmente vivem várias espécies de plantas e aves. Bernardo Barracho, 7ºA O Monte Santa Helena é um vulcão ativo que fica no sudoeste de Washington a 160 quilómetros de Seattle. Após 127 anos de inatividade o vulcão entrou violentamente em erupção no dia 18 de maio de 1980, às 8h30min, este explodiu com uma potência equivalente a 20 mil bombas de Hiroshima( o que é muito!), matando 57 pessoas e causou danos a dezenas de quilômetros ao redor. Ao longo do dia, os ventos sopraram cerca de 520 milhões de toneladas de cinzas para os Estados Unidos e causaram escuridão total em Washington, a centenas de quilômetros do vulcão. Após um tremor de terra de 5,1 na escala de Richter, o lado norte do monte entrou numa violenta erupção provocando danos ambientais. A cinza da erupção provocou problemas respiratórios nos habitantes até 1550 quilómetros de distância do vulcão! Como podemos observar, este vulcão não está para brincadeiras!!! Joana Barbedo e João Bernardinho, 7º A


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Ciências Naturais

A ORIGEM DOS AÇORES

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arquipélago dos Açores emergiu numa zona de junção tripla definida pelas placas litosféricas norteamericana, euro-asiática e africana, ao longo de importantes fraturas tectónicas. As ilhas do Grupo Central (Terceira, Graciosa, São Jorge, Pico e Faial) e Grupo Oriental (São Miguel e Santa Maria) estão localizados na chamada microplaca dos Açores. Esta estrutura tem uma forma triangular e topografia irregular. Devido ao seu posicionamento geológico, é-nos fácil compreender que se situa numa zona de grande instabilidade onde se forma nova placa tectónica (rifte) e existem limites conservativos entre placas tectónicas deslizantes, como tal, é bastante provável que haja uma elevada atividade sísmica e vulcânica. Todas as 9 ilhas dos Açores foram formadas devido à intensa atividade vulcânica, como vemos nas imagens a seguir apresentadas:

Na imagem da esquerda vemos que existe um ponto quente (“hotspot”) mesmo na zona dos Açores, e na imagem da direita vemos como é que um ponto quente leva à formação de um arquipélago: o ponto quente situa -se debaixo da placa litosférica; como o magma está a ferver, nós já sabemos através da física que a matéria líquida ou gasosa quando está quente tem tendência a subir, então isto conduz às erupções vulcânicas. Como as erupções eram submarinas havia uma grande acumulação de matéria residual proveniente das erupções, até que passados milhões de anos, é tão grande que chega a formar montanhas que saem fora de água (ilhas). Essas ilhas devido ao movimento das placas tectónicas vão deixando de se situar em cima dos pontos quentes, deixando de haver uma atividade vulcânica tão elevada permitindo estabilizar o crescimento e autodestruição da mesma, tornando a ilha mais habitável. No entanto, no caso dos Açores, as ilhas vãose aproximando de uma zona de colisão de placas tectónicas onde a atividade sísmica e vulcânica é sempre elevada. As maiores evidências do que foi dito antes é o facto de existirem tremores de terra e erupções vulcânicas com bastante regularidade, nos últimos 100 anos

existiram mais de 18 desastres naturais de elevada magnitude no arquipélago dos Açores. Para além dos sismos e das erupções vulcânicas, existem outras evidências de uma atividade geológica elevada e que só acontecem em raríssimos locais do planeta tais como: Fumarolas- libertação de gases que são acumulados sob elevada pressão e temperatura debaixo da superfície terreste como por exemplo o vapor de água, o dióxido de carbono e o dióxido de enxofre; Géiseres- jatos de água intermitentes a temperaturas muitíssimo elevadas; Nascentes Termais- libertação de água aquecida em profundidade e que retorna à superfície através de fraturas; Lagoa das sete cidades- antigo vulcão com erupções predominantemente explosivas que levaram ao colapso e destruição do cone vulcânico, criando-se uma depressão onde se acumularam as águas das chuvas e o vapor de água que condensa quando expelido do interior da Terra.

João Bernardino, 7ºA


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Português CONTO DA ILHA DESCONHECIDA EM ANÁLISE. Resumo: Um homem do povo bateu à porta do rei para pedir um barco. Este pergunta para que fim e o suplicante disse que serviria para a busca de uma ilha desconhecida. No princípio, o rei demonstrou-se indignado com a resposta, mas o pedinte conseguiu convencer o monarca a emprestar-lhe o barco. Foi então, a desejo do rei, pedir o barco a um capitão. Este encontrou o barco adequado para a viagem – uma caravela, porém ligeiramente transformada. Sem tripulação voluntária, o homem e uma mulher da limpeza (ao serviço do rei), que optou por limpar e ajudar a consertar o barco em detrimento do castelo, aceitaram o desafio e embarcaram no mesmo. Ambos partiram em busca da Ilha nunca antes vista, comeram o que o homem tinha trazido e quando o luar se instalou na noite, foram dormir, cada um na sua cama. O homem sonhou que ia no mar alto e que tinha encontrado a ilha que os dois tanto queriam descobrir. Quando finalmente acordou, abraçado à mulher, ele deparou-se com a beleza dela. Ao meio-dia, deram um nome à caravela: “A Ilha Desconhecida fez-se enfim ao mar, à procura de si mesma.”

Apreciação Crítica: Esta obra retrata um conto, de poucas páginas, na época dos Descobrimentos. Trata de um homem e de uma mulher que tinham sonhos e ambições próprios e que se uniram para os concretizar. O barco cedido pelo rei serviria para encontrar a Ilha Desconhecida. É uma história envolvente, cuja personagem principal supera todas as adversidades, incluindo as perguntas do rei, do capitão e de não haver suficiente tripulação, facto que não o demoveu do seu objetivo. Na obra, é percetível a estratificação social (o Rei, o homem do povo e a mulher da limpeza). Enquanto o Rei não acredita na existência da Ilha, o homem e a mulher seguem o seu instinto e estão dispostos a vencer desafios e obstáculos. Saramago consegue, desta forma, projetar a vida de ambos e dar-lhes o crédito da sua aventura. Aqui eles são os verdadeiros Reis. Todavia, não é relatada a descoberta da ilha. Saramago deixou ao critério do leitor criar o seu próprio final, podendo alterar ou não o rumo da história, ou a concretização do sonho. A história tem um final aberto e reflete a vontade de um homem e de uma mulher em alterar o seu destino, vencendo desafios. Alguém disse uma vez: “O sonho comanda a vida”. Beatriz Fernandes, 8ºA

Na minha opinião, o livro “Conto da Ilha Desconhecida” está bem estruturado e é muito interessante pois a maneira como José Saramago escreveu os diálogos foi diferente da que estou habituada. Por exemplo, num diálogo existem, normalmente, travessões, mas neste caso, o texto era corrido, o que por vezes dificultava a leitura. Além disto, o tema do livro chamou-me a atenção. O texto não só fala de uma ilha desconhecida, como também de um reino onde aparentemente o rei não se preocupava muito com os habitantes e de uma mulher que fazia limpezas num castelo e aparentemente não era feliz, pois achava que estava destinada a limpar barcos. Eu gostei muito de ler este livro e recomendaria a toda a gente que o lesse pois é uma leitura diferente, mas interessante.. Inês Gomes, 8ºA


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Português

EM BUSCA DA ILHA DESCONHECIDA

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o dia em que pintaram o nome na caravela, o homem e a mulher decidiram procurar a ilha desconhecida, sozinhos. Estavam agora mais felizes por terem dito um ao outro o que sentiam, mas nenhum tinha a certeza se havia mesmo uma relação entre eles. Embarcam então e começam a sua viagem. O mar estava calmo quando saíram das docas e algumas pessoas vieram despedir-se deles. O homem, ao leme, conduzia agora a sua caravela e a mulher começava a cozinhar o almoço. Mais tarde, ao escurecer, o homem repara que o mar está cada vez mais agitado. Assustada, a mulher vai ter com ele e os dois combatem contra a maré até esta acalmar. Decidem então, com o mar já calmo, ancorar. Depois de um belo jantar, ambos decidem ir-se deitar, desta vez, os dois no mesmo beliche a estibordo. Despedem-se e a mulher adormece, mas o homem não consegue. Observa-a esconsa debaixo dos lençóis com a sua silhueta marcada nestes. - É bonita, realmente bonita. – pensou ele. No dia a seguir, o homem acorda a mulher entusiasmado. - Terra à vista, terra à vista! Desembarcaram então. Árvores e animais exóticos por todo o lado, montes que tocam no céu. - Olha! No mapa, não existe esta ilha! – disse a mulher. O homem fica perplexo por ter realizado o que queria, mas agora que fariam? Viveriam os dois sozinhos, ou voltariam para casa com a possibilidade de nunca reencontrar tal local? O homem e a mulher da limpeza estavam enfim em alto

mar, na maravilhosa caravela. - Afinal de contas, ainda não sei o teu nome – afirmou o homem, para romper o silêncio. - Nem eu o seu… - respondeu a mulher da limpeza num tom suave. - Sou Edmundo. - Sou Elisa. Os dois curiosos pela navegação, aventura, e desconhecido, já estabeleciam uma relação forte e apaixonada, mas os seus olhos, miravam um e o outro como diferentes e não iguais. A viagem estava calma e pacífica entre os dois corações e o mar; infelizmente não foi sempre assim… Desenrolou-se uma enorme tempestade no quinto dia de viagem. Os trovões assombravam Edmundo e Elisa: - O que é que fazemos?-perguntaram um ao outro sem resposta. Nesse momento, uma enorme onda gigante engoliu a frágil embarcação. Acordaram, lado a lado, numa areia macia, esfarrapados, numa ilha… deserta. Edmundo parecia bem mas Elisa, pelo contrário estava magoada, magoada coração, ocorrera um naufrágio. - Porque choras? – Perguntou o homem. - Perdemos tudo aquilo porque lutámos – respondeu, enquanto lágrimas caíam. - De que falas, estamos numa ilha desconhecida, e a única coisa de que preciso está agora ao meu lado…

Ana Rita Costa, 8ºA


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Português

A IMPORTÂNCIA DA LÍNGUA MATERNA

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língua é uma das características mais importantes de uma cultura. A primeira língua que aprendemos é a que chamamos de materna. Esta define a nossa identidade como povo e é independente de quaisquer barreiras físicas. Dependendo do país onde nasce, cada indivíduo tem a sua língua materna. Esta será a primeira a ser aprendida e deverá também ser a mais importante para nós. Seja a língua portuguesa, alemã, francesa, inglesa ou qualquer outra, terá de ser respeitada por todos. No caso de crianças educadas por pais que falem línguas diferentes, a língua materna poderá não ser apenas uma. Se desde o início da sua infância aprenderem duas ou mais línguas e ganharem o domínio destas, terão mais do que uma língua materna. A isto se chama de Multilinguismo. A expressão “língua materna” provém do costume

de serem as mães a ensinar os seus filhos a falar. Sempre que alguém emigra para outro país onde se fale uma diferente língua, terá de aprendê-la para se poder comunicar com a população, mas nunca se poderá esquecer que aquela é apenas a sua segunda língua, visto que a materna se aprende na infância. Devido à grande importância da língua materna, a UNESCO proclamou em 1999, que daí em diante, no dia 21 de fevereiro, seria comemorado o Dia Internacional da Língua Materna. Concluímos então que a língua materna é a principal e a primeira que aprendemos mas também que define a nossa identidade enquanto povo e que deve e tem de ser respeitada. Rita Andrade, 8ºA

“NO MEU TEMPO, O ENSINO ERA DIFERENTE!”

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xistem muitas definições para ensino: “ato de ensinar”; “transmissão de conhecimentos e competências”; “transmissão de princípios relacionados com comportamentos e atitudes correspondentes aos usos socialmente tidos como corretos”; “educação”… Mas, na verdade, o ensino é tudo. É aquilo que nos faz ser bem sucedidos, social e profissionalmente.

que constam nas bibliotecas foram escritos há algum tempo. Mas há também algumas desvantagens pois nem sempre a informação encontrada na Internet é fiável.

Outras mudanças são também os nomes que se dá aos vários anos de escolaridade. Há pouco mais de 30 anos, existiam quatro classes, a 1ª, a 2ª, a 3ª e a 4ª , e o 5º e o 6º anos eram o 1º e o 2º anos do ciclo, enquanto o 7º, o 8º e o 9º anos mantiveram-se, até hoje, assim chamados. Mas neste momento, no ensino básico, Antes, há muitos anos, as crianças aprendiam em existem três ciclos: o 1º ciclo (1º, 2º, 3º e 4º anos), o 2º casa com as mães e, mais tarde, tal como é agora, nas ciclo (5º e 6º anos) e o 3º ciclo (7º, 8º e 9º anos). Será escolas. Mas é nos últimos 50 anos que a evolução do que daqui a outros 30 anos será igual? ensino se tem sentido mais devido à invenção e aumento Não me parece que tudo permaneça igual e acredito de utilização das tecnologias. Passámos de livros de que, daqui a uns anos, haverá crianças que nunca terão papel e quadros a giz para quadros interativos e livros visto um livro de papel e que, nesse momento, alguém “digitais”. da geração atual irá comentar: “no meu tempo, os Às tecnologias deve-se uma maneira mais fácil de ter nossos livros não eram assim”.

Como a minha mãe costuma dizer, “ninguém nasce ensinado”, ou seja, tudo o que fazemos foi-nos transmitido, qualquer comportamento, qualquer atitude, qualquer ação. E, ao longo do tempo, o ensino tem mudado.

acesso a informação atualizada, já que muitos dos livros

Rita Andrade, 8º A

O ENSINO É A CHAVE PARA O CONHECIMENTO

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ensino é uma forma de divulgar e difundir o As novas tecnologias são instrumentos facilitadores conhecimento. Através da aplicação dos seus do ensino porque são de fácil acesso e de aceitação métodos ao longo da história, o ensino promoveu a universal. própria evolução do Homem, sem o qual, este não No futuro, o ensino tenderá a abandonar a forma saberia tanto sobre a vida e sobre o mundo. presencial e será massificado através da Internet. Atualmente, o ensino apresenta um conjunto de ciclos por etapas gradativas: o Ensino Básico, o Beatriz Fernandes, 8ºA Ensino Secundário e o Ensino Superior.


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Escrita Criativa Os alunos do 2ºano estão a desenvolver a sua competência de escrita. Como tal, têm usado diferentes estratégias para que as suas palavras ganhem vida e se criem belas e divertidas histórias! A magia da “Fábrica de Histórias” está dividida em pequenas caixas coloridas e cada uma contém cartões que servirão como linhas orientadoras para a criação de uma história. Neles podem encontrar-se heróis diversos, lugares encantados, vilões rabugentos, princesas enfeitiçadas, etc. A imaginação não tem limites!

“O URSO PANÇUDO E A GRANDE PORTA DE FERRO”

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ra uma vez, numa cinzenta manhã de nevoeiro, um urso que vivia numa gruta.

Um dia encontrou uma porta que nunca tinha visto na sua vida. Quando abriu a porta viu um mocho, um tal chamado Mocho Sabichão, que prontamente lhe disse: - Eu sei de um tesouro que é muito valioso para ti e para a tua família! O urso perguntou de seguida ao mocho: - E vais dizer-me onde fica esse tesouro? Ao que o mocho respondeu: - Claro, claro! Tens de ir ao território dos gatos. –e continuou… - o tesouro está escondido atrás de uma porta de ferro, e um gato polícia é o terrível guarda desse tesouro. O urso sendo corajoso, foi e voltou vitorioso! E a partir desse dia ficou ainda mais pançudo, porque o tesouro eram potes de mel!

E assim acabava este maravilhoso sonho... João Reis, 2º B

“O Cavaleiro da Dinamarca”, de Sophia de Mello Breyner, inspirou os alunos do 7º ano a encarnar o personagem, escrevendo uma carta deste à sua família. Belém, 24 de Dezembro Querida Família: Olá, como estão? Nesta véspera de Natal encontrome em Belém, terra onde nasceu o menino Jesus. Sinto muito a vossa falta. Para combater isso, ao fim da tarde, fui para a gruta de Belém rezar. Rezei onde a Virgem, São José, o boi, o burro, a vaca, os pastores, os Reis Magos e os Anjos adoraram a criança que acabara de nascer. Rezei pelo fim das guerras, pela paz e pela alegria no mundo. Também visitei Jerusalém. Lá conheci um par de lugares santos: o Monte do Calvário, o Jardim das Oliveiras, lavei a cara na água do Rio Jordão e no Lago Tiberíade. Espero que no próximo Natal esteja ao pé de vocês e estejamos todos reunidos na paz e no amor. Um grande beijo! Cavaleiro da Dinamarca

Rita Faria, Diogo Amaro, Rodrigo Castro e Tiago Guerreiro, 7º B


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Concurso “Faça lá um Poema” Eu e o meu mano Eu sou o Rodrigo e gosto de cantar. O meu mano é o Duarte e está sempre a brincar. Eu tenho 8 anos… Ele é bebé! Eu uso cap, ele usa boné. Gostamos de estar juntos a fazer coisas engraçadas! O meu mano ri-se muito… Quando eu faço palhaçadas.

Eu gosto muito dele. E ele gosta muito de mim! Eu gosto de jogar à bola e ele brinca com o pinguim. Ele é muito giro e é muito gordinho. Quando vê alguma coisa quer logo petiscar um bocadinho. Com ar de reguila, ele é fofo e bonitinho… Quando vai para o banho brinca sempre com o patinho. Eu sou o mais velho e sou muito radical… Gosto de andar de skate no quintal. Gosto do ar livre, da praia e do verão! De me divertir até à exaustão.

Somos muito felizes, gostamos de dar a mão! Não há nada melhor no mundo, do que ter um irmão! Rodrigo Travassos – 3º B O girassol O girassol é uma flor e também um ator que precisa de calor para mostrar o seu esplendor. É a flor mais alta seguindo sempre a luz do dia logo cedo se aperalta exibindo beleza que irradia. Logo que o sol nasce acorda e afasta a preguiça gira e não há quem ache que não é bela ou castiça. Há uma praia lá para sul… onde um girassol nos chama é de lata e azul… foi o fado que lhe deu fama. Carlota Pita – 3ºB O meu futuro O meu futuro vai ser alegria no mundo da fantasia vai ser uma felicidade esta é a minha realidade. Vou ver crianças no parque a brincar e velhinhos às cartas a jogar vou ver todos a sorrir enquanto se estão a divertir.

O meu sorriso irá brilhar quando o meu sonho se realizar esse de dançar E no palco vou voar…. No Teatro Nacional eu vou atuar como bailarina principal numa noite de luar. A grande felicidade será no dia da atuação quando a minha família aplaudir a exibição pedindo com grandiosidade a repetição… Bárbara Gonçalves 3ºB Uma vida saudável Desde a data em que nascemos Que a nossa saúde é importante, Temos de ser disciplinados E praticar exercício constante. Se saúde queres ter Tens de seguir uma boa alimentação, O exercício não se pode esquecer Pois assim não completas a tua missão. Para uma vida saudável Tens de cumprir as quatro refeições, Fazer uma alimentação razoável Fortalece os nossos corações. A alimentação deve ser variada E a sopa devemos comer, Não se pode abdicar da salada Mas os doces temos de esquecer. Aprender a ter higiene oral É mais fácil do que pensas, Para a nossa vida é essencial E terás muitas recompensas. Toma atenção no que te digo Dentes lavados tens de ter, Essa responsabilidade é contigo Sempre que acabas de comer. Quando acabares de comer Lava bem os teus dentes, Não é muito difícil E os teus pais ficarão contentes. Assim vais ser saudável E vais ver que tenho razão, Se contigo não te sentires confortável Experimenta e vais ter uma lição. Marta Pedro, 5.º A


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Concurso “Faça lá um Poema” Foram muitos os alunos que participaram no concurso “Faça lá um poema”. No primeiro ciclo o tema era livre. Já no segundo ciclo deveria abordar a alimentação saudável. A criatividade esteve ao rubro e a escolha não foi fácil. Do primeiro ciclo foi selecionado o poema da Matilde Silva, do 3ºA e do segundo foi o da Marta Pedro, do 5ºA. O Rafi é o meu cão E não gosta de se lavar, É um pouco calão, Mas adora brincar. A correr é tão veloz Que parece um foguetão. Ele não é feroz E é um grande campeão.

Os amigos Amigos são como as flores Gosto deles todos os dias Podem ser de todas as cores Mas isso tu já sabias. O que não sabes é que tenho vários Um por cada dia Parecidos, diferentes e contrários Mas sem eles não vivia.

Gosto muito do meu cão, Com ele adoro brincar. Tenho saudades do verão, Cada um é especial Para o ir passear. Francisco Silva 2ºA E muito importante para mim A amizade tem que ser natural Eu tenho um gato chamado Pimpão E aos amigos digo sempre sim. Que é um grande comilão Ele come tudo à pressa Gosto quando brincam comigo Ontem roeu-me uma peça. Quando contamos histórias Ele é muito brincalhão E mais não vos digo Mas também é trapalhão Faz parte das minhas memórias. Se ele fosse chinês O seu nome era Maltês. Gosto muito dos meus amigos Se ele fosse diferente Andava com a gente Como é trapalhão Fica em casa a ver televisão.

Faço tudo para os manter Para mim são muito queridos Nunca os quero perder.

O tigre Tigre! Tigre! Tigre! Rugindo sempre tão livre. Tigre! Tigre! Tigre! Que grande gatarrão, Tens umas garras Parecem as de um leão. Tigre! Tigre! Tigre! És o rei da selva Gostas muito De te esconder na relva. Tigre! Tigre! Tigre! Animal grande e feroz Tens um rugido Que assusta todos nós. Tigrinho! Tigre! Tigrão! De pequeno a grandalhão Até assustas o leão! Vicente Duarte – 3.º A

O Outono O outono a chegar e o Verão a abrandar. Tempestades a começar e castanhas a estalar.

A amizade é muito importante Se ele fosse bonito Tanto como as flores num jardim Chamava-lhe Catito Tenho amigos até ser grande Como parece um balão E sou muito feliz assim! No quentinho hei de estar, Chamo-lhe gato Pimpão. quando começar a trovejar, Rodrigo Pires, 2º A Matilde Silva – 3.ºA eu hei de cantar! Vou contar a história , De um cão e de um gato, Que andavam sempre juntos , A correr atrás de um sapato, Era um cão amarelinho , Com o pelo encaracolado , Conseguiu uma família, Depois de ter sido abandonado, Havia também um gato, Que se chamava Simba, Era um gato tão bonito, Tinha o pelo cor de cinza,

O planeta Terra Eu vivo num planeta Que se chama Terra Onde existe paz Mas também existe guerra. É um planeta muito grande Cheio de mares e oceanos Onde vivem animais E se instalaram os humanos.

Juntos e sempre amigos, Passavam o dia a brincar, E quanto a noite caía, Iam dormir e sonhar.

É um planeta muito antigo Cheio de grandes histórias Desde os tempos dos dinossauros Até aos humanos e as suas glórias.

E assim dormiam os dois, A pensar como é bom saber, Que depois de tanto tempo, Têm uma família a valer.

Gosto muito de viver na Terra É um sítio cheio de vida Onde o tempo passa rápido Onde tudo é uma corrida.

Margarida Gonçalves, 2ºA

Ivo Figueiredo – 3.º A

Lá fora o meu cão, tem frio. Se eu lhe desse um jaquetão não sentiria frio… Ah pois não ! Ao amanhecer, Sol hei de ver porque já estou farta de ver chover ! Eu um dia sonhei, com uma pessoa, que encontrei ! Já estou com sono , Por isso acabo agora este poema sobre o outono!

Sofia Duarte – 3ºB


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Eu sou Poeta Os alunos do 2º e 3º anos foram desafiados pela professora Isabel Curica a fazer um poema diferente. Dos vários livros de poesia disponibilizados, os alunos podiam apenas tirar um verso de cada um. De todos os versos escolhidos tinham depois que compor um poema, mesmo que o final fosse um pouco disparatado. É assim a poesia... Só a minha fada madrinha Vai ficar mais elegante Na Europa a Mariana Chamando a mãe. Abrir uma beleza Pisam as pedras e os rios Que bonito que ficou Os namorados.

A minha prima gorducha A música dos meus sentidos Papoila encarnada No meio da floresta. O João Ratão Não era preta mas triste Basta imaginar Joaninha voa, voa. Diogo Bértola – 3ºB Quero um marido, a gosto, elegante, olarilolé! Monstros a valer De vida tão breve O seu nome é Lemerique Dorme agora meu menino Vou àquela serra Em Portugal há Mas não serviu de nada À morte ninguém escapa A poesia tem uma casa Blico tico serapico Ai que menina tão linda

Vou contar a História Sacra Como era um figurão Está a fazer o pino… Meu quarto é um violino Era uma vez O mesmo como tu. Matilde Figueiredo – 3º B

Uma rima divertida!

Olarilolé Mas não serviu de nada O menino do contra dão badalão estávamos na Primavera. Um, dois, três Uma galinha E tinha duas irmãs meu menino, pequenino.

Quantos pelos tem o gato tão solitário. Uma estrela quando morre, vitória, vitória.

Mesmo atrás dela É verdade, diz a Mentira Naquela pastelaria Até numa auto - estrada.

E como o ioiô gostava muito da Ana, mas não consegui lembrar-se. Que bonito que ficou, tão pequeno e tão bonito.

Com a Carochinha Susana Santos no seu quintal A poesia tem uma casa Tudo a postos prà teatrada?

Pois, então, vamos lá... Mãe a Lua é redondo, é? Descobriram vivendo a nadar. Ó mar.

Papoila encarnada Chica Larica Os ladrões levaram Vitória, vitória!

respiram as casas, é que não existe o que não existe.

O guarda-vestidos. Para fazer as botas.

Maria Eduarda Santos – 3ºB

JOAQUIM MANUEL LIMA FANECA CONTABILIDADE E SERVIÇOS T.O.C nº 47557 Av. da Liberdade , 22-2º Sala 4 2715-097 Pêro Pinheiro Telf./219672369 Fax/210435527 Tlm: 969072507 joaquim.faneca@sapo.pt

Bárbara Gonçalves 3ºB

O Desenho Pega-se num pincel Junta-se imaginação E desenha-se num papel Com alma e coração Gosta-se do desenho que se fez E da viagem de prazer Agora é a tua vez Experimenta ser tu a fazer Num papel amarelo Transforma o teu pincel Em algo belo E deixa-o voar até à Torre de Babel E assim vamos a um concurso De pintura com aguarelas E sem discurso Fazer umas bonitas telas. Guilherme Dias, 3º B


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Sugestão de Leitura Os Crocodilos não lavam os dentes, de Colin Fancy Os crocodilos não lavam os dentes, os leões não se penteiam e os gatos não dizem por favor e muito menos obrigado. Eis algumas das diferenças entre os humanos e os animais. Um livro de Colin Fancy que de uma maneira muito simples aborda a importância das regras e hábitos de higiene. Bem diferentes dos amigos animais, que também não lavam a cara e não assoam o nariz.

Pipas de Massa, de Madonna, ilustrações de Rui Paes Pipas é tão rico quanto infeliz. Um dia resolve procurar a felicidade, mas uma tragédia acontece. É assaltado e fica só com a roupa interior. É então que, num local onde ninguém o conhece, percebe que a verdadeira felicidade está no trabalho e sobretudo na partilha com os outros.

Este é o quinto dos livros de Madonna, com um particularidade que o torna único: o ilustrador é Educadoras da Educação Pré-Escolar português e fez um trabalho magnífico nesta história de animais vestidos de pessoas. Vale a pena! Professores 1º Ciclo

Coleção de Livros Harry Potter – J.K. Rowling

Ismael e Chopin Miguel Sousa Tavares

A coleção de livros do Harry Potter é uma coleção tão fascinante como os seus filmes e são consideradas ótimas leituras para quem gosta de aventuras de Este é um livro de feitiçaria. Miguel Sousa Tavares, Harry Potter, um rapaz normal que vive com os tios, que conta a história de descobre que é um feiticeiro famoso por sobreviver ao um coelho chamado Quem-Nós-Sabemos, o feiticeiro mais maléfico de todos Ismael que descobre, a partir do seu pai, a falar os tempos. a língua dos peixes, das Todos estão descansados em relação a ele, pois só árvores e dos homens… alguns sabem que ele regressará, e por isso, Harry Um dia Ismael Potter e os amigos terão de desvendar os mistérios de encontra, perto da sua Hogwarts, a escola de magia, para derrotarem o Quemtoca, a casa de uma Nós-Sabemos. senhora já velhinha, de Adriana Cardoso, 5.º B onde vem um som muito agradável. Como não sabe o que é, vai perguntar ao seu pai o que é aquilo e ele responde-lhe: “ É música!!”. Ismael fica curioso e quer descobrir mais acerca da música, mas o que ele não sabe é que um dia lhe vai acontecer algo que lhe vai mudar a vida para sempre. Na minha opinião, esta história destina-se prioritariamente a quem gosta de animais e, principalmente, para quem gosta de música. Ana Rita Lopes, 6.º B


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Um pouco de História NELSON MANDELA-BIOGRAFIA Fez parte da elaboração da carta à Liberdade, embora tenha recorrido à luta armada quando um grupo de polícias matou 69 negros numa manifestação. Em 1967, foi condenado a prisão perpétua, por ter viajado de forma ilegal e por ter participado em greves, mas saiu 26 anos depois, sendo símbolo da libertação de negros em todo o mundo.

N

Em 1985, Nelson Mandela teve a oportunidade de sair da prisão, mas recusou por não querer acabar elson Rolihlahla Mandela, mais conhecido com a luta armada no combate à descriminação racial. por Nelson Mandela, nasceu a 18 de julho Finalmente, Mandela foi libertado em 1990. Já de 1918, em Mvezo. era uma pessoa muito importante, tendo ganho o

Foi um advogado, líder rebelde e presidente da prémio Internacional Al-Gaadddafi de Direitos África do Sul de 27 de abril de 1994 a 16 de junho de Humanos, em 1989, e em 1993 recebeu o prémio 1999. Foi o líder do movimento contra o Apartheid. Nobel da Paz. Combateu na defesa dos direitos dos negros Em 2006, Mandela foi premiado pela Amnistia sul-africanos. Internacional pela sua luta pelos direitos humanos. Ganhou o prémio Nobel da Paz em 1993 e Mandela morreu em Joanesburgo, no dia 5 de também foi o Pai da Pátria da moderna nação sul- dezembro de 2013. africana. Inês Soeiro 6.º C

SABER MAIS SOBRE O REGICÍDIO

A

prendemos a matéria do Regicídio na discipli- da carruagem quando surge Manuel Buíça que dispara na de História e decidimos saber mais sobre também tiros contra o príncipe herdeiro, matando-o. este tema. D. Amélia não foi ferida e tentou salvar o marido e

A palavra regicídio quer dizer morte de um rei. o filho mais velho com um ramo de flores. D. Manuel não Neste caso, abordaremos a morte do rei D. Carlos e do foi morto, mas ficou ferido num braço, tornando-se rei príncipe herdeiro, D. Luís Filipe. com apenas 18 anos. A 8 de fevereiro de 1908, após uma caçada em Vila Viçosa, a família real volta a Lisboa. Chega à margem sul do rio Tejo e apanha o barco para o Terreiro do Paço, onde estava à espera a carruagem real, pronta para os levar para o Palácio Real em Belém. Quando a família Real chega ao Terreiro do Paço, entra na carruagem Real e o cocheiro manda os cavalos andarem. Às cinco horas e trinta minutos da tarde, quando a carruagem está a fazer a curva para entrar na Rua do Arsenal, Alfredo Costa aproxima-se e salta para a carruagem, disparando um tiro para a nuca do rei D. Carlos. Todas as pessoas que estão a ver aproximam-se

Diogo Ribeiro e Miguel Carrasqueira, 6.º C


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A little bit of English! JUSTIN TIMBERLAKE

Justin Timberlake is my favourite artist. He was born on 31st January 1981, in Tennessee. He is a singer, a songwriter, an actor, a record producer, a dancer and an American businessman. He started his career during his childhood, in Mickey Mouse Club. This show started in 1993, and there he met many artists like Britney Spears, Christina Aguilera, JC Chasez. When Mickey Mouse Club ended in 1995, Timberlake invited JC Chasez to form a boy’s band. The group became known as 'N Sync. In 2002, Justin Timberlake did his first album, "Justified", in solo. This album was a hit. I love all his songs, but my favourite one is "Mirrors", from the "The 20/20 Experience" album. Joana Almeida, 6.º C

MY FAVOURITE ACTRESS My favourite actress is Zendaya Coleman. She is also a singer, a dancer and an American style. She was born 1996 in Oakland, California. She lived in California but now she lives in Los Angeles. She is very beautiful and tall. She became famous because she participated in the series “Shake it up”, in Disney Channel where she was Raquel or “Rocky” Blue. She also participated in a movie called “Frenemies”, a Disney production, where she was Bella Thorne. In “Shake it up” her famous songs are “Watch me” and “Something to dance for”. She is very nice to the fans. Madalena Ribeiro, 6º A

Os alunos do 2º ano já fazem trabalhos em inglês. O último foi sobre a alimentação. Aqui ficam dois exemplos. Hello, I´m Madalena

Hello, I´m Isabela.

I love bananas and sweets

I love food. Yes, I do!

I like juice and lollipops

I like lollipops and peas

I don´t like tomatoes and potatoes

I love cake and carrots

May favourite food is chocolate

I don´t like tomatoes and jam

Yummy!

My favourite food is chocolate Yammy!

Madalena Silva, 2ºA

Isabela Nogueira, 2ºA


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A little bit of English! MY BEDROOM... Hello! My name is Matilde. This is my bedroom. My bed is white. My wardrobe is brown. There is a red chair and big white desk. There are books in the bookcase and my cupboard is white. My bedroom is nice!!!

Ricardo Gonçalves, 3ºB

Matilde Figueiredo, 3ºB

Hello! My name is Ricardo. This is my bedroom. My bed is brown. My wardrobe is brown. My desk is brown. My TV is black. There are books and pencil cases on the desk. My desk is next to the wardrobe and the cupboard. There is a bed in the bedroom. My bedroom is cool.

Hello !! My name is Carlota. This is my bedroom. My bedroom is white. My bed is white and pink. My TV is on the bookcase. There are books in the in the bookcase. My bed is next to the lamp. I love my bedroom.

Carlota Pita, 3ºB

My bedroom... I love it! Hello! My name is Madalena. This is my bedroom. My bed is white. My wardrobe is white. There are books in the bookcase. There is a bed in my bedroom. My TV is on the bookcase. My lamp is on the desk. My bed is next to the desk. My mirror is behind the bed. My computer is on the desk. My room is cool!!!

Madalena Ramos, 3º B


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Música ALUNOS CANTAM CARLOS PAIÃO No âmbito da disciplina de Educação Musical, os alunos do 5º ano apresentaram em sala de aula, em pequenos grupos, a canção “Playback” de Carlos Paião. Nesta apresentação, os alunos cantaram e dançaram com alegria e criatividade. A aluna Laura Galvão do 5.º C preparou uma pequena biografia sobre o cantor.

C

arlos Paião nasceu a 1 de novembro 1957 em Coimbra e morreu a 26 de agosto de 1988, de acidente de automóvel. Licenciou-se em medicina mas foi na música, como compositor e cantor, que se dedicou profissionalmente. Em 1978 teve o primeiro reconhecimento público ao vencer um Festival da Canção em Ílhavo. Em 1980 participou pela primeira vez no Festival RTP da Canção, mas não foi apurado. Em 1981 venceu esse festival com a música ”Playback”. Em 1985 concorreu ao Festival Mundial de Música Popular de Tóquio tendo sido a sua canção uma das 18 apuradas. Carlos Paião também escreveu músicas para outras

pessoas, como Herman José (“A Canção do Beijinho”) e Amália Rodrigues (“O Senhor Extraterrestre”). Outras músicas fazem parte do seu currículo como “Cinderela”, “ Pó de Arroz”, “Pião das Nicas” e muitas mais, pois são cerca de 300.

Laura Galvão, 5.º C

O QUE É UM MEMBRAFONE? Os membranofones são instrumentos em que o som se produz ao bater numa membrana esticada. Podem ser constituídos por uma única membrana, os unimembranofones, ou por duas, os bimembranofones. Os alunos do 6º ano apresentaram na aula de Educação Musical membranofones e idiofones. Aqui estão alguns exemplos. Djembê O Djembê é um tipo de tambor originário da Guiné, na África ocidental. Acredita-se que é originário de 900 a.C. numa tribo africana. Mais tarde, o Djembê foi levado pelos escravos para a Guiné, a Nigéria, o Senegal e a Costa do Marfim. Era usado para rituais sagrados, batizados, funerais e nascimentos.

casamentos,

É um instrumento muito antigo e era feito com pele de cabra, novilho ou antílope e corpo de madeira, geralmente produzido pelos músicos e tocado entre as pernas do mesmo. O seu som é obtido pela percussão direta com as palmas das mãos na pele. Os sons dependem da Madalena Ribeiro, 6º A posição dos dedos, das mãos e do tipo de pele. Maria Beatriz, 6.º A Os ritmos originais do Djembê mudaram ao longo do tempo, adaptando-se aos tempos modernos e à integração com outros tipos de música.

Daniela Sobral, 6.º B


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Música O Adufe O adufe é um bimembranofone de percussão português, trazido pelos árabes, entre os séculos VIII e XII. Tradicionalmente, é feito e tocado pelas adufeiras. Predomina essencialmente na região da Beira Baixa. É um instrumento quadrangular, feito a partir da pele dos animais da região, onde no interior são colocadas sementes ou pequenas soalhas de modo a enriquecer o som. Cada lado mede cerca de 45 centímetros. O adufe que no Alentejo, onde as decorações são mais garridas. é segurado pelos dedos polegares de ambas as mãos e Nestas duas regiões é conhecido por pandeiro. pelo indicador da mão direita, deixando os outros dedos livres para tocar o instrumento. Curiosidades: É composto por uma armação de madeira de nome “armas” (quatro réguas de madeira, que servem de Vários artistas conhecidos tocam adufe, como por caixilho), forradas de pele de ovelha, fixada com pregos de cobre. Nas extremidades, tem fitas de várias cores, exemplo, Rita Guerra, considerada a embaixadora do adufe. chamadas “maravalhas”. Músicas como “As armas do meu adufe” e “Senhora Antigamente era vulgar as pessoas juntarem-se em casa ou no largo onde havia geralmente o pelourinho da do Almortão” têm o adufe para acompanhar. região e, enquanto os homens jogavam às cartas, as O adufe também é tocado no Brasil. mulheres cantavam, dançavam e tocavam adufe. Em Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, o O adufe estava também associado às festas e adufe tem estatuto de símbolo do município. romarias religiosas. Era mesmo tocado durante o período da quaresma.

Em Trás-os-Montes, a decoração é mais discreta do

A Marimba

A

marimba é um instrumento de percussão, um idiofone, de forma semelhante ao xilofone, com lamelas de madeira, normalmente de pau-santo ou pau-rosa, que ao serem percutidas com baquetas produzem um som doce e melodioso. São de origem africana e já existem há centenas de anos. No século XVI, o intercâmbio intercultural levou a marimba às Américas, onde foi adotada e faz hoje parte da música de vários países. Geralmente é tocado com duas a seis baquetas revestidas de lã ou feltro, podendo ainda ser percutido com as mãos. Susana Rodrigues e Tomás Ferreira, 6.º A

Diogo Ribeiro, 6.º C


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Desporto

EQUITAÇÃO

A

equitação é a arte de montar a cavalo. A primeira vez que montei a cavalo foi aos seis anos, mas agora que continuei, acho que foi a melhor decisão da minha vida. Acho que é fantástico a maneira como conseguimos interagir com o cavalo, usando apenas as rédeas. Uma das coisas que me levaram a aprender equitação foi a interação, poder passear pelos terrenos e pelo facto de ser muito divertido!

Curiosidades: O cavalo tem 3 tipos de velocidade: Passo – a velocidade mais lenta. Trote - a velocidade média. Galope –a velocidade mais rápida de todas. Para saber mais: http://www.tudosobrecavalos.com

CAPOEIRA

H

á cerca de um mês, tivemos uma surpresa na aula de Educação Física e fizemos uma aula de Capoeira.

Eu já conhecia, pois pratico desde este ano letivo. Nesta aula surpresa, o professor ensinou alguns movimentos, como Cocorinha e Cachada com Meia Lua de Frente. Os meus amigos gostaram e eu também.

O movimento que mais gosto é o Martelo porque acho que é aquele que dá mais jeito para fazer e porque é o melhor movimento de ataque. Martelo é o nome dado a um movimento de capoeira, que se executa erguendo-se a perna ao mesmo tempo que o corpo é deixado de lado, batendo com a parte de cima do pé. Os principais alvos são as costelas e cabeça, sendo acertados pela lateral. Nós na Capoeira temos alcunhas e eu gostava muito de dizer qual é a minha, mas não podemos dizer, porque é um segredo nosso e não podemos dizer a ninguém muito menos aos nossos adversários. Estas alcunhas são dadas normalmente pelo contrário do que somos e às vezes por aquilo que somos. A minha foi-me dada por aquilo que eu sou. Gostava de continuar a praticar Capoeira.

Mariana Figueiredo, 5.º A

Guilherme Dias, 3ºB


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Cantinho da Infantil

VOLTA, CARNAVAL! O carnaval já passou. E parece que foi muito muito divertido, a avaliar pelo colorido das salas da infantil. São palhaços desenhados com tintas, palhacinhos de verdade com narizes vermelhos e desenhos de máscaras. Os meninos adoraram. Mascarar-se e fazer os trabalhos... Para o ano há mais Sara Lopes, Madalena Martins e Mariana Vieira, Inf 1

Tomás Pereira, Pré A Beatriz Batista, Inf 2

Inês Neves a vencedora do desfile de Carnaval da Educação Pré-Escolar

Alice Veiga, Pré B


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Cantinho da Infantil

O MEU PAPÁ É LINDO! lindos ficaram os trabalhos do Dia do Pai. Neles vê-se o carinho e amor que os pequeninos têm por ele, Q ue não importa se é gordo, magro, careca ou se tem os pés grandes. É engraçado ver o que dizem: há um pai

que gosta de douradinhos, outro prefere salsichas com ovo estrelado, outro faz muito bem arroz com frango, um que gosta muito de peixe, bolachas e uvas e outro que não é esquisito, - come tudo e trabalha de noite. Há uma menina que gosta de brincar com o pai às princesas. Há um pai, por outro lado, que gosta de ver filmes no sofá e outro que ajuda a mãe em casa. Muito bem! Ficamos ainda a saber que há um menino que gosta que o pai lhe tire as meias quando está a dormir! Viva os papás!

Diogo Pereira - Pré A

Francisco Monteiro - Inf 2

Nuno Póvoa - Inf 1

Carolina Martins - Inf 3

Matilde Bonixe - Pré B


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Cantinho da Infantil

VIVA A PRIMAVERA É uma primavera tímida, esta, mas nas salas dos pequeninos da Infantil e do ensino Pré-escolar, ela está por todo o lado. Nas paredes podem ver-se coloridos desenhos de flores, árvores, passarinhos em dias cheios de sol, utilizando diversos materiais: canetas, aguarelas, pintura em acetato e até colagens. Mas os meninos fazem muito mais do que trabalhos artísticos! Nas salas da pré, as crianças, colocaram um feijão dentro de um copinho com algodão molhado para ver o seu desenvolvimento. Outros, depois de ouvir uma história da sementinha e da fada primavera, colocaram eles próprios as sementes num copinho com terra. Na sala da Infantil 1, foi parecido. Os meninos semearam alpista para dentro de um frasquinho de iogurte. Agora é ver a ervinha crescer, crescer, crescer... Inês Neves e Sofia Branco, Inf 1

Lara Veiga e Matilde R., Inf 2

Raquel Nogueira, Inf 3

Rita Rodrigues, Pré A

Lourenço Veigas, Pré B

QUE LINDOS DENTINHOS!

O

s meninos da sala da educadora Carla Leitão participaram num rastreio de saúde oral levado a cabo no colégio, pela mãe de um dos meninos da sala, o Daniel, dentista na Clínica Perfildente. Depois de falar da importância da escovagem dos dentes todos os dias, (nunca nunca esquecendo a língua), falou também dos bons hábitos alimentares, ou seja, o que devem evitar comer, como gomas e outras guloseimas. Posto isto, todos a abrir a boca para ver quem se tem portado bem. Ninguém teve medo, já são todos muito crescidos e no final levaram para casa um papel com o resultado do rastreio. O aluno Daniel Teixeira no seu exame oral

A redação


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Diversos

O PORTUGUÊS E A EXPRESSÃO PLÁSTICA DE “MÃOS DADAS”

A

pós termos escrito sobre o que sentimos e experimentámos na ida à Quinta Pedagógica de Monserrate, decidimos aplicar os conteúdos aprendidos em Português, sobre o Texto Instrucional, mas na vertente artística. Como tal, seguimos todos os passos para a construção de um cata-vento e no fundo desenhámos e pintámos imagens representativas de seres vivos existentes na quinta que visitámos. O resultado que surgiu foram cata-ventos maravilhosos, que mostram bem como tudo lá é belo!

Daniela Póvoa, 2ºB

Madalena Martins, 2ºB

A Turma do 2º B

COMPUTADORES, AJUDAM A ESTUDAR

N

as aulas de informática, conhecemos sites onde conseguimos tirar o máximo de informação do que estamos a aprender. Jogos filmes e atividades sobre a matéria, conseguese encontrar quase tudo. Todas as medidas de aprendizagem que a professora recomenda, estão ligadas a tudo o que estamos a dar nos livros ou falamos várias vezes na sala de aula, e aí entra a pesquisa através da internet. Conseguimos também aprender e ter conhecimento de como funcionam os sistemas e programas que os computadores têm, como este onde trabalhamos para escrever textos, ou o “Paint” onde conseguimos desenhar e pintar. O futuro passará sempre por um computador e por esse motivo penso que as aulas de informática sejam uma grande ajuda para nós.

Madalena Reis – 3ºB


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Diversos...

“CORDAS” ENCANTA OS ALUNOS Os alunos do 2º ano assistiram ao filme “Cordas”, vencedor do prémio Goya 2014, na categoria de curta-metragem. Um filme extraordinário sobre o respeito pela diferença e aceitação de todos na sociedade.

E

ste filme de animação passa-se num orfanato espanhol e conta com dois personagens. O Luís, um menino com paralisia cerebral e que se movimenta numa cadeira de rodas e a Maria, uma menina alegre, que rapidamente se encanta com o novo colega. Inconformada com a imobilidade de Luís, Maria arranja umas cordas para com elas atar pés e braços do amigo, movimentá-los com se fosse um fantoche e assim participarem juntos na brincadeira. Desta forma consegue proporcionar momentos de alegria, diversão a um menino que sozinho não seria capaz de sentir tudo Maria Gaspar, 2º A

isso. É uma história que move afetos e apela à importância da amizade e da inocência das crianças, e como esse bem precioso deverá ser para sempre bem guardado!

Foi pedido aos alunos que elaborassem um final feliz para esta história ou um desenho com o que desejavam que tivesse acontecido. Aqui estão dois exemplos. “No dia seguinte, Maria encontrou a cadeira vazia, e de repente, ouviu o Luís a jogar futebol. Ela foi ter com ele para jogar e depois foram brincar os dois. Mais tarde, foram buscar as cordas para se lembrarem de quando brincavam com elas e ataram-nas um ao outro! Foram também buscar a cadeira de rodas e o Luís voltou a sentar-se nela… Começaram a brincar com as cordas e a Maria pegou num bocado e atou-o ao seu pulso: se ele fosse para o céu, ela iria também! Os amigos da Maria começaram a respeitar-se mais uns aos outros. Dez anos depois, tornaram-se os dois professores de meninos com algumas dificuldades”. Rita Lopes, 2ºB

CUIDA DOS TEUS PULMÕES!

O

UMA MARAVILHA DO MUNDO

cancro do pulmão é muito frequente nas pessoas que convivem em ambiente poluídos, como por exemplo, em que se fuma tabaco. Muitas pessoas têm questões relativamente a este cancro, que ainda estão por responder. Neste momento, estão a ser estudadas formas para prevenir e tratar este grave problema. Os principais sintomas do cancro do pulmão são: - Tosse que não desaparece e piora com o passar do tempo. - Dor no peito. - Tosse acompanhada de sangue. - Falta de ar, asma e rouquidão. - Pneumonia ou bronquite. - Inchaço no rosto e no pescoço. - Perda de apetite ou de peso. - Fadiga. Nem todas as pessoas que apresentam estes sintomas têm cancro no pulmão. Mas deve sempre ir ao médico, se tiver algum destes sintomas, pois só ele pode confirmar! Curiosidade: O Dia do Não Fumador celebra-se a 17 de novembro.

Taj Mahal itua-se em Agra, na Índia. É o mais conhecido dos monumentos do país e um dos mais conhecidos do mundo. É uma das sete maravilhas do mundo e encontra-se classificado pela UNESCO como património da humanidade. Foi feito entre 1632 e 1653 com a ajuda de 20.000 homens vindos do Oriente. Foram utilizados materiais como o mármore branco, algumas pedras semipreciosas, com alguns fios de ouro situados na cúpula. Possui nas suas extremidades duas mesquitas rodeadas por quatro minaretes (torre e uma mesquita). O monumento foi mandado construir pelo Imperador Shah Jahan em memória da sua esposa preferida Aryumand Banu Began, a quem chamava de Muntaz Mahal (“A joia do Palácio”).

Beatriz Saraiva e Maria Catarina Ramos, 6.º C

Eduardo Gonçalves e João Pinheiro, 5.º C

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Diversos

SABIAS QUE….     

4 em cada 5 portugueses vivem num distrito do litoral; Em 2011 por cada 100 jovens havia, em média, 128 idosos, o que reflete o envelhecimento da população portuguesa; O Índice Sintético de Fecundidade atingiu o valor mais baixo de sempre (1,28), em 2012 fazendo com que seja impossível a renovação de gerações; Portugal tem a 9ª menor taxa de mortalidade infantil do mundo; Desde 2007 já partiu 1/2 milhão de portugueses para vários destinos: Angola; Brasil e Inglaterra.

O que é o Índice Sintético de Fecundidade? 

O Índice Sintético de Fecundidade é o número médio de filhos por mulher em idade fértil (15-49 anos);

De 1960 para 2012, o Índice de Fecundidade baixou drasticamente, passando de 3,20 para 1,28 filhos por mulher, sendo que a média mínima “aceitável” para haver renovação de gerações é de 2,1 filhos por mulher.

O que é a Taxa de Mortalidade Infantil?

A Taxa de Mortalidade Infantil é o número de óbitos de crianças com menos de 1 ano de idade por 1000 nados-vivos.

Desde que Portugal entrou na União Europeia, a Taxa de Mortalidade Infantil tem vindo a baixar bastante pela via do desenvolvimento. Passou de 15,8% em 1986, para 3,1%o, em 2011. Beatriz Fernandes e Henrique Zhao, 8ºA

SUGESTÃO PARA AS FÉRIAS Bora lá no Hippotrip! Nós já andámos no Hippotrip, que é um autocarro que anda dentro de água.

FICHA TÉCNICA Direção: Infantil - Educadora Mª João Cascais 1º Ciclo - Prof.ª Patrícia Timóteo 2º Ciclo - Prof.ª Sara Alves e Prof. ª Diana Damião 3º Ciclo - Prof.ª Judite Centeno e Prof. ª Gracinda Alves

É muito divertido andar no Hippotrip. É uma experiência única poder ir à janela e observar o que nos rodeia, sentindo o ar puro. Cantamos uma canção durante o caminho e, cada vez que encontramos um barco a meio do percurso, dizemos olá.

Rita Zenida, 4º A

Mª Beatriz Saraiva, 6º C

Constança Costa, 4º A

Bárbara Ferreira, 7º A

Sara Botelho, 4º B

Catarina Guita, 7º A

Julieta Lamas, 4º B

Afonso Ferreira, 7º B

Catarina Sousa, 5º A

Matilde Amaral, 7º B

A parte mais emocionante é quando entramos dentro de água. Para isso, desce-se uma rampa própria. Durante o percurso dentro de água acontecem coisas fantásticas. Por vezes levamos com salpicos de água e observamos os monumentos, como o Padrão dos Descobrimentos e a Torre de Belém.

Marta Pedro, 5º A

Beatriz Fernandes, 8º A

Mariana Viais, 5º B

Henrique Zhao, 8º A

Francisca Fatia, 5º B

Marta Rebelo, 8º B

Diogo Centeno, 5º C

José Almeida, 9º A

Mariana Marcelino, 5º C

Inês Cardoso, 9º A

Susana Rodrigues, 6º A

Bernardo Mateus, 9º A

Tomás Figueiredo, 6º A

Mª Beatriz Macedo, 9º B

Diogo Gonçalves, 6º A

Alunos / Professores

No percurso, quer seja fora de água ou dentro de água, a senhora que vai no autocarro vai-nos contando histórias sobre Lisboa.

Bárbara Lopes, 6º B Diogo Raimundo, 6º B Joana Almeida, 6º C

Com esta viagem podemos aprender muitas coisas inteRedação: ressantes, por isso recomendamos a todas as famílias para o visitarem, pois está aberto todo o ano! Paginação: Prof.ª Altina Sousa Revisão: Ana Catarina Guerreiro Ilustração: Alunos do Colégio Edição: Colégio dos Plátanos Tiragem: 200 exemplares Propriedade: Colégio dos Plátanos Avenida dos Plátanos, nºs 2, 4, 6 Rinchoa 2635-544 Rio de Mouro Telefone: 219178200 Beatriz Barreto e Tiago Videira, 5º A Fax: 219171820 www.colegiodosplatanos.com

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ETC&TAL - 2ªedição 2013/2014  

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