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Ano letivo 2013/2014 - 1 Plátano

dezembro 2013

ESTAMOS TODOS DE PARABÉNS!

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Nesta Edição: Entrevista Professor Amílcar

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Entrevista ao Dr. Rui Curica

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Cerimónia de entrega de diplomas aos ex-alunos do 9º ano

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O Cão Plátano

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Projeto Eco-Escolas

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Visitas de Estudo

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Halloween

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Magusto no Colégio

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Matemática

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Escrita Criativa

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Comunicação Social

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Biografia

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Sugestões Leitura

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Música

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Desporto

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Cantinho da Infantil

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Diversos

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Agenda Cultural

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Nota da Redação Nesta edição incluímos publicidade. O contributo desta reverterá para a Viagem de Finalistas dos alunos do 9º ano, a realizar na interrupção letiva da Páscoa de 2014. Agradecemos a todos os que aderiram a esta iniciativa.

elo segundo ano consecutivo, o Colégio dos Plátanos conquistou o primeiro lugar dos exames do 9º ano. O ranking, feito pelo Ministério da Educação, engloba todas as escolas que realizaram 50 ou mais exames de Português e Matemática, a nível nacional, no ano letivo passado. O Colégio conquistou uma média de 3,9 valores. As boas notícias não ficam por aqui. No segundo ciclo os alunos alcançaram uma média de 4.04 valores, o que colocou o colégio no terceiro lugar de escolas com 50 ou mais exames. No que diz respeito aos exames do primeiro ciclo, o colégio posicionou-se num também honroso 15º lugar, com uma classificação de 3,76 valores nos exames das mesmas disciplinas. A notícia da boa classificação do colégio, no ranking das escolas, divulgada no mês passado, não constituiu uma surpresa para o diretor, que, todos sabem, aposta no trabalho de equipa para o sucesso de todos. O Dr. Rui Curica enalteceu a excelente relação que existe entre professores e alunos, sem esquecer o envolvimento dos encarregados de educação. A par disso, relembrou ainda a importância que o programa Fastrackids tem no desempenho escolar dos alunos. É preciso não esquecer que a primeira turma a colocar o Colégio dos Plátanos nos primeiros lugares dos rankings foi, efetivamente, a primeira turma a receber esta formação na Educação Pré-Escolar. O Fastrackids é um sistema inovador de aprendizagem, oriundo dos Estados Unidos da América que estimula a criatividade e o raciocínio desde tenra idade. No Colégio dos Plátanos, este programa está incluído no currículo da Educação Pré-Escolar. A redação

Homenagem a antigo Professor antigo professor de Matemática Amílcar Oliveira foi homenageado pelo Colégio dos Plátanos, no qual lecionou cerca de 20 anos. A cerimónia consistiu na atribuição do seu nome ao auditório do colégio e foi presidida pelo presidente da Câmara Municipal de Sintra Professor Fernando Seara.

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Aniversário do Colégio!

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o âmbito da comemoração do 30º aniversário do Colégio, três alunas do 7º ano entrevistaram o diretor, Dr. Rui Curica.

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Entrega de diplomas

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s antigos alunos no 9º ano receberam no mês passado os diplomas de frequência. A cerimónia foi presidida pelo diretor do colégio, autarcas de Sintra e Rio de Mouro e contou com a presença de familiares e funcionários do, que não quiseram deixar de aplaudir os alunos responsáveis pelos resultados no ranking nacional. Pág. 5


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Em destaque “O PROFESSOR DEVE DESCER AO NÍVEL DOS ALUNOS”

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oi sem dúvida um dos professores mais carismáticos do Colégio dos Plátanos. Dominava a Matemática como ninguém, mas era também exímio na arte de estar e conviver com os alunos. Foi homenageado pelo Colégio e hoje, o auditório tem o seu nome. Na entrevista que deu ao nosso jornal recordou histórias da época e fez uma análise à forma como a disciplina é encarada nos dias de hoje. Como sempre, brincou. E disse que pela primeira vez o seu nome estava bem escrito. O senhor foi professor no Colégio dos Plátanos durante 20 anos e, ao que nos constou, era muito querido por todos. Que recordações guarda? Guardei as melhores recordações possíveis pois criei grandes amizades com todos os alunos pelo prazer de conviver e pelo aproveitamento deles. Era um apaixonado pelas aulas? Gostava muito de dar aulas e, com a autorização do colégio, dava aulas extra quando os alunos tinham carências. Tem alguma história engraçada que nos possa contar? Sim, tenho. Certa vez, um aluno muito fraco tirou um Muito Bom num teste, o que me levou a duvidar dele. Por isso, no dia seguinte, pedi-lhe para fazer a correção ao quadro. Não conseguiu, o que me levou a verificar que tinha copiado por alguém. Posso também contar outra: Eu era diretor do 3º Ciclo e, certo dia, o professor de Educação Física disse-me que eu tinha que ir à aula dele pôr uma aluna na rua porque estava a ser indisciplinada e não queria sair. Quando cheguei ao ginásio, vejo-a sentada no chão a dizer que a mãe pagava a mensalidade para ela ter aulas e não para ir para a rua. Eu, que também não sou apologista de se mandarem alunos para a rua, levei-a para o meu gabinete e estive a falar com ela até a aula chegar ao fim. Também houve uma vez em que uma aluna queria ir ao baile do colégio mas o pai não a deixava e esta disselhe: “Não faz mal, vou dormir a casa do professor Amílcar” o que dá para demonstrar que o meu relacionamento com os alunos não era só de professor – aluno, mas também o de amigo fora do contexto da escola. Tem agora o seu nome no auditório. Ficou sensibilizado com a homenagem que o colégio lhe prestou? Fiquei muito sensibilizado porque fui professor do Colégio durante 20 anos, mas acho que não era preciso tanto e, como seria de esperar, fiquei extremamente grato para com o colégio. O que sentiu? Pela primeira vez vi o meu nome “Amílcar” bem escrito, com acento no “i”. Embora também tenha sentido que me deviam ter avisado mais cedo (avisaram-me três dias antes). Falando um pouco no geral e aproveitando a sua grande experiência, como analisa a prestação dos

alunos do colégio na disciplina de matemática? A Matemática às vezes é difícil mas isso tem que ser ultrapassado. Acho que algo foi conseguido com um esforço compensatório por parte dos alunos. Acho que, de acordo com os rankings, tanto os professores têm trabalhado e tido êxito, como os alunos têm adquirido os conhecimentos. A seu ver, qual o principal problema do ensino da disciplina nas nossas escolas? Acho que em parte não tem a ver com o empenho dos alunos mas sim com a incapacidade destes em interpretar o enunciado, devendo-se, por isso mesmo, descer a complexidade das palavras até ao nível dos alunos. Considera que a matemática pode ser mais apelativa fora do ambiente de sala de aula? Acho que sim. Tirando o peso da sala de aula, acho que uma pessoa pode tornar a Matemática mais apelativa e aplicá-la no dia a dia. Como pode isso acontecer? Talvez com jogos, embora sem serem propriamente jogos que já têm uma carga tão grande que quase não se usa o raciocínio matemático. Mas também acho que, em sala de aula, quanto mais ligeira for a conversa mais se consegue “brincar” com a Matemática. Ainda dentro de sala de aula, acho que os professores não devem ter vergonha de descer o nível da explicação para que os alunos compreendam. As coisas mais difíceis que se apresentam devem ser desmistificadas para um melhor entendimento e aprendizagem. Marta Soeiro, Matilde Lopes e João Coelho 7º B


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Colégio dos Plátanos

Em Destaque ENTREVISTA AO DR. RUI CURICA, DIRETOR DO COLÉGIO DOS PLÁTANOS

“UMA GRANDE DEDICAÇAO SÓ PODE DAR BONS RESULTADOS” Não há quem não o veja todas as manhãs a visitar todos os cantos do colégio. Quer inteirar-se de tudo. O homem que há 30 anos fundou o colégio dos Plátanos, chegou a ser jogador profissional de futebol, mas hoje é o golf que lhe rouba os tempos livres. Fundou o colégio dos Plátanos há 30 anos. O que vê quando olha para trás? Vejo muito trabalho, muitas gerações que já passaram pelo colégio e muita dedicação de todos os envolvidos. Como é que olhou para uma fábrica de sapatos e viu um colégio? Era um sonho que tinha? Não vi propriamente um colégio, eu nessa altura tinha o Colégio Eça de Queirós e procurava um espaço maior porque aquele era pequeno. Quando vi a fábrica e o espaço envolvente, pareceu-me bom. Mas para comprar a fábrica tive que vender o Eça de Queirós. Agora a fábrica é o Colégio dos Plátanos e o nosso ginásio era antigamente a sala das máquinas da fábrica. Quem era o Dr. Rui Curica na altura, e o que fazia? Eu era o mesmo que hoje sou em termos de educação. Naquela altura tinha o Eça de Queirós, tive-o durante 3 anos e depois, como sabem, tive de o vender. Era professor de Inglês na Academia da Força Aérea, e ainda o sou. Alguma vez esperou que o Colégio chegasse até aos resultados que tem tido? É óbvio que sim, pois foi investida uma grande dedicação e, visto que o Colégio foi sempre exigente, são esperados bons resultados. Qual é o segredo do sucesso? O FastracKids é muito importante na altura em que é dado. Os alunos que conseguiram ficar em primeiro lugar nos rankings nacionais do 9º ano, foram os que iniciaram este projeto no Colégio. Também é muito importante o trabalho do Gabinete Psicopedagógico, a dedicação dos professores e o empenho dos alunos e dos pais. Passa pelos planos do colégio lecionar o ensino secundário? É muito difícil, não só por falta de espaço, mas também porque é de pouca rentabilidade pois se achamos que o colégio já é caro e que alguns pais fazem um grande esforço para manterem cá os filhos, o ensino

O R G AN I I Cosmética Biológica

secundário é ainda mais caro uma vez que tem muitas opções e menos alunos por turma. Fale-nos um pouco do seu percurso de vida. Onde nasceu? Onde estudou? Nasci no Cartaxo, por acaso, quando a minha mãe regressava de um funeral, mas só conheci verdadeiramente o Cartaxo aos 21 anos. Dei aulas no D. João III e na Academia da Força Aérea e fui jogador de futebol profissional na Académica. O que gosta de fazer nos seus tempos livres? Gostava muito de jogar futebol, enquanto podia, e gosto de jogar golf, faço-o desde os 55 anos. O Colégio tem uma equipa de golf, (dada pelo professor Marco), que ficou em 7º lugar a nível nacional. Costumamos participar em eventos desse desporto e não ficamos nada mal colocados. Este ano passámos apenas às meias-finais, o que já é muito bom. Ana Margarida Fonseca, Inês Sá e Maria Martins, 7º B


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Em Destaque

30 ANOS A FAZER EDUCAÇÃO DE EXCELÊNCIA

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o passado dia 3 de outubro, foram comemorados os 30 anos de um colégio de renome, o Colégio dos Plátanos. Este estabelecimento de ensino foi fundado no ano de 1983, pelo Dr. Rui Curica. O colégio agrupa Pré -escolar e 1º, 2º e 3º ciclos. Desde o seu primeiro ano que o colégio ensina e educa excelentes crianças que, mais tarde, se tornam adultos muito responsáveis, inteligentes e profissionais. Os professores são um núcleo muito importante para o funcionamento do Colégio, pois, desde sempre, que exigem e procuram ensinar aos seus alunos da melhor forma possível para obterem excelentes resultados a nível do colégio e a nível nacional. Nestes últimos anos, o colégio tem alcançado dos melhores resultados nacionais e sempre o melhor resultado regional (Sintra), tendo os alunos do 9º ano do ano letivo 2011/12 atingido o primeiro lugar nos rankings nacionais a matemática e no conjunto desta disciplina e de português. Por sua vez, os alunos do 6º ano alcançaram o 3º lugar. As auxiliares são um setor determinante para um bom funcionamento do colégio. Este estabelecimento de ensino tem recebido por vários anos a bandeira verde Eco-Escolas devido à sua boa prática ambiental.

O colégio, nos últimos anos, tem vindo a aumentar o seu espaço para proporcionar um melhor ensino e tempos livres aos alunos. Este contém inúmeras salas de aula, três refeitórios, um bar, pátios para diferentes idades, um campo de jogos, uma biblioteca, um auditório, dois ginásios, uma sala de informática e um laboratório. Os alunos têm ainda a possibilidade de visitar inúmeros locais no âmbito das disciplinas. Neste local, há também uma grande variedade de atividades extracurriculares em que os alunos podem participar após as aulas. Algumas destas são Ballet, Danças de Salão, Karaté, Coro, Capoeira e Natação. Para as crianças entre os 4 e 5 anos existe uma atividade, denominada Fastrackids, onde conversam de assuntos atuais e adquirem algumas capacidades que serão necessárias para a sua entrada no 1º ciclo. Desde o 1º ano até ao 30º, o Colégio dos Plátanos tem proporcionado uma boa educação, ensino e felicidade, marcando a diferença. Rita Andrade, Beatriz Bizarro e Sara Rodrigues 8º A

ENTREGA DE DIPLOMAS AOS EX-ALUNOS DO 9º ANO

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oi num ambiente de grande entusiasmo que decorreu a cerimónia de entrega dos diplomas dos ex-alunos do 9º ano. Estudantes, seus familiares, professores e alguns funcionários do colégio encheram o auditório Amílcar Oliveira para aplaudir as duas turmas. Foram eles, afinal, os responsáveis pela excelente classificação do colégio nos rankings nacionais, que colocaram mais uma vez os Plátanos em primeiro lugar. Cheio de orgulho, e depois de um breve discurso onde enalteceu o trabalho desempenhado, o diretor do colégio Dr. Rui Curica entregou os diplomas, ladeado pelo presidente da Câmara de Sintra Dr. Basílio Horta e o presidente da Junta de Freguesia de Rio de Mouro, Bruno Parreira. Da mesma forma foram homenageados os alunos do 2º e 3º ciclo que constaram do Quadro de Honra do ano letivo transato. A redação


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Colégio dos Plátanos

Destaques MENINOS E MENINAS: O CÃO PLÁTANO!!!

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icou em segundo lugar no concurso da Royal Canin, mas todos sabem que este é o cão mais giro do planeta. Não larga pelo, não faz barulho e não deixa presentes pelo chão... O mérito é todo dos alunos do 1º ano. Uniram esforços e de garrafas, garrafões, latas, tampinhas e rolhas fizeram um cão reciclado. Que não ladra, não larga pelo e o resto vocês já sabem... O desafio foi lançado pelos professores, que acreditaram que os pequenos estavam à altura do concurso da marca de rações Royal Canin, destinado às escolas do ensino básico, chamado “Animais Reciclados”. E não é que estavam mesmo? Arregaçaram as mangas e toca a distribuir tarefas, que também tem que sobrar tempo para aprender a ler. A turma B fez a estrutura, com uma garrafa de Coca-Cola, boiões de iogurte, rolos de papel, etc. Seguiu-se a aplicação da pasta de papel pela turma A. Depois de seco, o cão voltou para a sala do lado para ser pintado, tarefa mais minuciosa. Tempo para secar outra vez e dias depois as duas turmas aplicam as rolhinhas que fazem de pintas do cão, que cada dia que passa mais parece mesmo um. O toque final foi dado pela turma B: a coleira. Nesse momento ganhou vida e passou a ser a mascote de todo o colégio. Não só das turmas do primeiro ano, nem do primeiro ciclo, mas de toda a comunidade educativa que votou em massa via Facebook para que os nossos meninos saíssem vencedores. Parabéns!!! Os professores do 1º Ano

Deu algum trabalho, mas com perseverança e empenho lá conseguimos erguer o nosso cão.

Os alunos Tiago e Tomás Neves, Beatriz Oliveira e Dinis concentrados e entusiasmados na sua tarefa.

Manuel, Mariana, Beatriz Oliveira e Catarina

O entusiasmo e satisfação estampados na cara do E como a união faz a força, também na reta final a aluno, Vasco Ferreira, aquando da colocação das pintas participação foi em grupo para a execução da última no nosso cão. tarefa, a coleira.


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Projeto Eco-Escolas VOLTAMOS A CONQUISTAR O GALARDÃO ECO-ESCOLAS Foram dez alunos do Colégio dos Plátanos que a 27 de setembro receberam o galardão Bandeira Verde. Este distingue os estabelecimentos de ensino que fomentam as boas práticas ambientais. A cerimónia decorreu na Escola Salesiana de Manique, em Cascais, e contou com a presença do cantor Filipe Pinto.

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s alunos desenvolveram um atelier de reciclagem e reutilização de materiais. De repente, pacotes de leite transformaram-se em pequenas malinhas e tampinhas em vistosas flores. Isto já para não falar do enorme crocodilo feito a partir de inocentes caixas de ovos... A criatividade e o empenho dos alunos não tiveram limites. Mas foi recompensado, já que depois do almoço, foi só diversão. Muita música, com a Banda da Escola Salesiana de Manique e a atuação do cantor Filipe Pinto, vencedor do programa Ídolos, em 2009. Houve ainda lugar para outras apresentações culturais de alguns eco-estudantes. A organização do evento coube à Associação Bandeira Azul da Europa, entidade responsável pela implementação do programa Eco-Escolas a nível internacional. Prof.ª Sofia Lima Martins

HASTEAR DA BANDEIRA VERDE A Bandeira Verde, apenas atribuída às instituições que provem ter boas práticas ambientais, foi hasteada numa cerimónia que contou com a presença de todos os alunos. Mais um motivo de orgulho para toda a comunidade educativa.

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oi durante o intervalo da manhã que tudo aconteceu. Os alunos do coro deram o mote para o início dos trabalhos ao cantar o hino Eco-escolas. De seguida, foram entregues os diplomas de mérito aos delegados e ecodelegados representantes das turmas do colégio. Mais um motivo de orgulho para todos em geral e em particular para a coordenadora do programa, a professora Sofia Lima. O diretor do colégio, Dr. Rui Curica, bem como o responsável da Divisão Técnica de Ambiente da Câmara Municipal de Sintra Dr. Rui Pinheiro, enalteceram o momento com palavras de reconhecimento pelo trabalho de todos, incentivando a continuidade do mesmo. O ponto alto da cerimónia culminou com o hastear da Bandeira pelo professor Marco Rios.

Profª. Sofia Lima Martins


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Colégio dos Plátanos

Projeto Eco Escolas

FORA AS ESPÉCIES INFESTANTES!!! A 09 de novembro o colégio participou numa ação de voluntariado para erradicação de espécies infestantes em Monserrate. Num dia lindo de novembro, os elementos da comunidade educativa (pais, alunos, professores e vigilantes) uniram esforços e representando o colégio juntaram-se a uma ação de voluntariado para erradicação de espécies infestantes na zona da Quintinha de Monserrate. Sem darmos por isso conseguimos arrancar muitas acácias e pitósporo, espécies de plantas que neste momento têm um desenvolvimento preocupante no ecossistema da serra de Sintra. São consideradas espécies infestantes pois estão a perturbar o equilíbrio natural das espécies autóctones (locais) ao ponto de as fazer desaparecer. Não queremos perder o nosso património biológico nem a biodiversidade das espécies locais. Assim deitamos mãos à obra e, no final da manhã, saboreamos umas castanhas assadas. Todos os que foram querem repetir. Da próxima vez junte-se também a nós! Prof.ª Sofia Lima Martins

TAMPINHAS PARA A PEQUENA MIRIAM

OBRA DE ARTE ECOLÓGICA

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O Colégio continua a recolher as tampinhas de plástico, s meninos da infantil fizeram, com a ajuda das este ano letivo para as entregar na Junta de Freguesia de educadoras, claro, o logótipo do colégio com S. Domingos de Rana e desta forma auxiliar a campanha de recurso às vulgares tampinhas de garrafas. O final ficou apoio à Miriam, criança que frequentou o infantário uma obra de arte. “Sementinha Mágica” no Cacém, no ano transato. Está à vista de todos os que passam pelo pátio dos A pequena Miriam é uma criança que necessita de ir a pequeninos e não se julgue que deu pouco trabalho! Muito uma clínica nos Estados Unidos para ser submetida a uma cirurgia com o objetivo de evitar a amputação da sua perna. pelo contrário. Depois de separadas as tampinhas por O caso desta menina e a campanha de tampas organizada cores, os meninos preencheram o “P” do logótipo do pela Junta de Freguesia de S. Domingos de Rana está colégio. Não se acertou à primeira, nem à segunda, e nem descrito num vídeo divulgado a nível internacional, cujo link à terceira... Puxa daqui, arranja dali, ajeita acolá e por fim aqui se divulga para consulta: está feito. A união faz a força e a persistência resultou num https://www.youtube.com/watch? bonito logótipo feito com tampinhas. Parabéns!!!! feature=player_embedded&v=WPb16Vxm6Mk Ed.ª Sónia Castanheiro

Prof.ª Sofia Lima Martins


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Visitas de Estudo COMBATER O BULLYING ESTÁ NAS NOSSAS MÃOS

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o dia de outubro 15 de outubro de 2013, os alunos do 6.º ano foram assistir a uma ação de sensibilização «Vamos falar de bullying” – proposta de parceria com a PSP – Escola Segura, na Biblioteca da Tapada das Mercês. Nesta visita aprendemos mais sobre o que é o Bullying. No final fizemos uma atividade que foi muito engraçada. Tínhamos de amachucar um papel e depois voltar a esticá-lo e pedir desculpa, mas por mais que o fizéssemos ele não ia ficar igual. Elementos da equipa de redação do 6.º ano A No dia 17 de outubro, foi a vez do 5.º ano ir assistir à acção de sensibilização sobre o bullying. Aprendemos que estes acontecimentos se passam em locais escondidos. São cometidos através de contacto físico, (pontapés, murros,…) ou psicológico (ameaças, assustar, racismo, isolar,…). Quando isto acontece a vítima pode ficar com ataques de fúria, com dores de barriga, vómitos, insónias e deixa de ir à escola. Podemos ajudar a vítima falando com os seus pais, tutores, professores/auxiliares; procurar ajuda de um médico; dar informações à escola e sempre que for preciso deve-se falar com um polícia. Mariana Viais, 5.º B

Opiniões: Gostei muito da visita de estudo pois aprendi que o Bullying engloba atitudes desnecessárias que podem ter consequências no ser humano. Tomás Ferreira, 6.º A Gostei da visita de estudo pois assim aprendi mais sobre o tema e foi uma maneira de aprender as consequências dos atos, os participantes e os sintomas das vítimas do Bullying. Madalena Ribeiro, 6.º A Eu gostei muito da visita pois informaram-nos sobre tudo o que é o Bullying. Assim já sei que se fizesse isto aos meus colegas eles ficariam magoados. Gonçalo Leitão, 6.º A Com esta visita de estudo aprendi que não devemos fazer aos outros o que não gostamos que nos façam a nós. Alícia Guerra, 6.º B Com esta visita de estudo percebi que o bullying fica marcado para o resto da vida, quer sejamos agressores ou vítimas. Miguel Domingues, 6.º B Foi uma boa experiência e aprendi muitas coisas novas, como o facto de o observador ser culpado. Jaime Moreira, 6.º B


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Visitas de Estudo

ALUNOS CONHECEM ISABEL STILWELL A escritora Isabel Stilwell veio ao Colégio dos Plátanos no passado dia 22 de outubro, Dia Internacional das Bibliotecas Escolares. Os alunos do 1º Ciclo encontraram-se com a autora no auditório do colégio onde ela lhes contou um pouco da sua vida e também leu duas das suas histórias do livro: “Histórias para contar em minuto e meio”. Seguiuse uma pequena sessão de autógrafos que os alunos gostaram muito. As crianças acharam a autora simpática e divertida pelo que esperam uma nova vinda dela ao colégio. Texto elaborado pelos alunos do 4º B

BIOGRAFIA DA AUTORA E JORNALISTA Recorrendo aos conhecimentos adquiridos nas aulas de TIC, pesquisamos a sua biografia na internet, a qual passamos a apresentar: Isabel Stilwell é jornalista e escritora. Desde o Diário de Notícias, onde começou aos 21 anos, que contribui de forma essencial para o jornalismo português. Fundou e dirigiu a revista Pais & Filhos, foi diretora da revista Notícias Magazine durante 13 anos e diretora do jornal Destak até ao final do ano de 2012, entre muitos outros projetos. Paralelamente escreveu vários livros de ficção, contos e histórias para crianças, mas a sua grande paixão por romances históricos revelou-se em 2007, com o bestseller D. Filipa de

Lencastre, a que se seguiram D. Catarina de Bragança e D. Amélia, com crescente sucesso. Em Abril de 2012, foi a vez de D. Maria II, que vendeu mais de 45 mil exemplares, e mereceu uma edição especial para o mercado brasileiro, estando já imersa na investigação para um novo romance. Quando não está a escrever, fala com Eduardo Sá nos Dias do Avesso, na Antena 1, ou em escolas, encontros ou conferências, ou foge para estar com os seus três filhos e netas. in http://www.isabelstilwell.com/Biografia.aspx

Quando a escritora veio à nossa escola, tivemos a oportunidade de conhecer e adquirir alguns dos seus livros Nas aulas tivemos oportunidade de ouvir histórias retiradas dos mesmos livros. Gostámos de todas elas!

Pesquisa realizada pelas alunas Inês Gomes, Rita Zenida e Elisa Carvalho do 4ºA


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Visitas de Estudo

PALÁCIO DE QUELUZ: UM MUNDO DE SURPRESAS No dia 29 de outubro os alunos do sexto ano foram a numa visita de estudo ao Palácio de Queluz, no âmbito da disciplina de História e Geografia de Portugal. Foi uma visita de estudo muito divertida, na qual aprendi muito.

chegámos ao palácio, a nossa guia Q uando apresentou-se e demos início à visita. Entrámos numa grande sala onde se faziam os bailes mais importantes e também onde o rei recebia a família real. O palácio começou por ser construído pelo arquiteto português Mateus Vicente de Oliveira, recorrendo à Arte Barroca. No entanto, em 1755, aquando do terramoto na cidade de Lisboa, este arquiteto teve de ir ajudar na reconstrução da cidade, ficando o arquiteto francês Jean Baptiste Robillon a cargo do resto da construção do palácio. Mas em França não se usava a Arte Barroca, por isso, o francês construiu o palácio em Arte Rococó. A seguir à grande sala fomos até à sala da Música, onde eram tocadas as músicas que protagonizavam as belas danças francesas, como a “pavana” e o “minuete”. A sala era perto do salão, mas a nossa turma não sabia uma coisa: se não havia colunas, como é que o som chegava à outra sala de bailado? A resposta era simples: a sala da Música era meia redonda e o teto também, o que permitia que, quando o som subia, “batia” no teto e era enviado para o salão. Achámos muito engraçado, mas estranho ao mesmo tempo. Não imaginávamos que isso fosse possível! A sala da Música tinha ainda outra característica interessante, porque as suas paredes pareciam ser de mármore, mas na realidade eram de madeira, pintadas como se fosse de mármore, isto tudo para o som ter melhor qualidade. Depois fomos ver os aposentos dos reis e príncipes. Conhecemos melhor a história de Portugal e vimos vários teatros. Um deles foi uma representação de uma criada a preparar a roupa da pequena princesa e a nossa guia foi explicando porque é que as princesas tão pequenas já tinham de usar roupas assim, muito “chiques”. Também aprendemos que a família real tinha coisas diferentes de hoje em dia: dormiam sentados porque achavam que se dormissem deitados morriam; tinham um jarro na mesa-de -cabeceira onde faziam as suas necessidades e tomavam banho com toalhas molhadas porque, segundo os

mesmos, a água não era curada e porque diziam que se estivessem muito tempo em contacto com a água, a gordura do corpo desaparecia e ficavam doentes. Para nós isto não faz sentido, mas naquele tempo tudo isto era normal. Em seguida vimos o teatro de um duque a preparar as aulas que a princesa iria ter naquele dia. Tinha um dia muito atarefado e só podia brincar uma hora por dia: antes ou depois de jantar. Por fim, vimos umas senhoras a cantar e a tocar harpa. Elas iam ensinar à princesa e ao príncipe a fazer o mesmo. Foi um espetáculo extraordinário! Também fomos à capela do palácio onde decorriam as missas reais. Estas missas não eram abertas ao público, eram só para a corte. As pessoas que viviam no palácio ficavam no piso debaixo em frente ao padre, o coro no piso de cima e as irmãs e irmãos dos reis ficavam num pequeno camarote do lado esquerdo do padre. Os reis, no piso de cima do lado esquerdo do padre, tinham umas grades e lá por trás estavam eles sozinhos e concentrados na missa. Logo de seguida, fomos a uma sala onde os reis e príncipes se reuniam com os estrangeiros para fazerem tratados ou decidirem coisas para os países. Lá, apareceu um duque e uma duquesa que nos ensinaram a dançar uma dança francesa: o minuete. De seguida fomos aos jardins do palácio. Lá, vimos labirintos, flores e coisas da natureza muito bem tratadas. E também vimos um “cabriolé” daquele tempo. Ia uma pessoa da realeza a segurar nas rédeas, um escravo atrás e outro ao lado. E, claro, o cavalo à frente a cavalgar. E foi assim a nossa visita de estudo ao Palácio de Queluz. Aprendemos muitas coisas novas.

Beatriz Saraiva, 6ºC


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Visitas de Estudo

CCB - EPICENTRO DE DIFERENTES CULTURAS No dia 6 de novembro, os alunos do 7º ano visitaram o Centro Cultural de Belém (C.C.B), no âmbito da disciplina de Educação Visual.

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C.C.B tem várias áreas de conhecimento e o 7º ano entrou na da Arte, no Museu de Coleção Berardo. À porta deste museu estava uma grande escultura de Joana Vasconcelos. Esta escultura era constituída por objetos do dia a dia, neste caso eram garrafas de vinho.

havia alturas em que não se viam as pernas ou a cintura. Mas não é só isso; esta escultura sem nós, observadores, não era nada, ou seja, sem ninguém a admirá-la. Então qual o porquê da sua existência? (Imagem Sabem quem apareceu primeiro: a Arte no canto superior direito). Contemporânea ou a Arte Moderna? Não parecendo, a De Joseph Kosuth, a sua Arte Moderna surgiu primeiro, entre o século XIX, até escultura é representada metade do século XX. Esta é moderna, porque como o por um cato, a sua seu nome indica, era moderna na altura que surgiu. Já a fotografia e uma Arte Contemporânea, é a mais recente e surgiu na definição de segunda metade do século XX, depois da Segunda ‘’planta’’ (como se vê na Guerra Mundial. imagem da esquerda). Não parecendo, o cato é verdadeiro. Porquê isto tudo? Voltando à escultura de Joana Vasconcelos, surgiram várias perguntas. Qual o motivo de se usarem garrafas Não se sabe bem porquê a escolha destes objetos de vinho? Umas das hipóteses para responder a esta todos. Mas uma hipótese é: a escultura é para se ver ao pergunta foi o facto de Joana Vasconcelos ser vivo, a fotografia para quem não se encontra no local onde esteja a escultura, vê por ela e a definição serve portuguesa. Como Portugal é um país rico na produção de vinho, Joana quis realçar esse facto, sendo também para sabermos o que é e permite-nos saber mais sobre as plantas, já que o cato também amiga do planeta, reciclando. pertence a esse reino. Finalmente entrámos no museu. Este museu tinha De David Flavin, esta escultura de lâmpadas altas questões de segurança e como tal, tivemos de tirar fluorescentes, dá um ambiente causado pela as mochilas, (para evitar que as esculturas fossem luz vinda das lâmpadas, (imagem da direita). roubadas ou partidas); se tivéssemos, teríamos de deixá -las no autocarro do colégio. De Jannis Kouneulis, esta escultura é Entrámos em 1900 até 1960, e enquanto funcionada por uma bilha de gás que faz com caminhávamos, também vimos as seguintes esculturas as letras do seu apelido brilhem com fogo, de forma a que se perceba o que está lá escrito (imagem com as respetivas análises: abaixo). De Alexander Calder, esta escultura pendurada no teto tem uma característica diferente ou especial, pois apoiava-se no teto. Tinha uma estrutura muito bem pensada e bem idealizada; (imagem da esquerda) Já as seguintes esculturas serão do ano 1960 a 2010: De Larry Bell, esta escultura é composta por vidros e espelhos com grandes dimensões! A nossa guia até atravessou por dentro dela (ou seja, como havia um caminho entre esses vidros), conseguiu mostrar-nos que esta escultura fazia alguns efeitos de visão de ótica, pois

Daniel Patrício e André Cunha, 7º A


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Visitas de Estudo

UM PÉ NO CCB E OUTRO NO PLANETÁRIO As turmas do 7º ano do Colégio dos Plátanos realizaram uma visita de estudo ao Centro Cultural de Belém (Museu Coleção Berardo) e ao Planetário Calouste Gulbenkian na passada quarta-feira, dia 6 de novembro. A visita começou de manhã, às 10:00 h. Depois de os alunos se apresentarem à guia, dirigiram-se para o local da exposição Berardo, onde a primeira escultura que viram foi do artista Alexander Calder e onde era representado um móbil.

conjunto de lâmpadas que o artista Dan Flavin considerava uma pintura, embora parecesse uma escultura.

Depois os alunos passaram para uma sala onde viram uma escultura, feita pelo artista Nam June Paik, construída com televisores antigos que formam um homem a levantar dois pesos com a forma do planeta Terra. Esta escultura simboliza as tecnologias a dominarem o mundo.

as coordenadas geográficas e a importância da estrela polar para os habitantes do hemisfério Norte, terminando o espetáculo com a simulação de uma tempestade.

Quando saíram para os jardins do CCB, foi-lhes mostrada uma escultura De seguida, foi observada uma obra em forma de de Joana Vasconcelos feita a partir submarino que simbolizava a escravatura no Brasil. de garrafas de vidro verde. Depois, avançaram para uma obra do artista Larry Bell, Às 11:00h entraram no Planetário que consistia em quatro espelhos dispostos em dois L’s, Calouste Gulbenkian, onde assistiram dando a impressão ao observador que, ao passar entre a um espetáculo que falava sobre os eles, os atravessava. planetas, a constituição do universo,

Na

sala

seguinte

viram

um

Seguiram depois para a escola, de carrinha, onde almoçaram e tiveram as restantes aulas da tarde. Rita Faria, João Coelho, Ricardo Rocha, Tiago Guerreiro, 7º B


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Colégio dos Plátanos

Visitas de Estudo

UMA PITADA DE MATEMÁTICA E DE MAGIA Foi uma hora de puro divertimento a que os alunos do 8º e 9º ano puderam assistir. O circo matemático veio ao colégio e atuou no auditório Amílcar Oliveira no passado mês de novembro. Tudo foi Matemágico! Os alunos deixaram-se envolver pelo ambiente criado à volta da matemática e conseguiram ver a disciplina de uma forma mais lúdica e criativa. “O Circo da Matemática foi muito engraçado, os truques de “matemagia” que fizeram fez-nos olhar para a matemática de uma forma diferente, sem ser aquela matéria que poucos gostam. Além dos truques que foram mesmo interessantes, também os mágicos interagiram bastante com o público, pois vários alunos participaram nas magias. Foi realmente um bom espetáculo. Adorei!” Mafalda Melancia, 9ºB “ Eu adorei o Circo da Matemática. Eu nem gosto de Matemática, tenho algumas dificuldades, como vários alunos, mas este circo fez-me olhar para a matemática de outra forma, percebendo que, também podemos treinar o nosso raciocínio de forma bastante divertida, abstraindo-nos de que realmente a matemática é uma disciplina bastante difícil. Gostei muito e achei muito divertido.” Raquel Lopes, 9ºB “A magia do circo trouxe-nos a magia da Matemática, cativando-nos para uma melhor aprendizagem com jogos e pequenos truques interativos. Uma iniciativa excelente que demonstrou aos alunos que a matemática é muito mais, para além de exercícios.” Diogo Coelho, 9ºB “Este circo matemático contribuiu para que eu pudesse aprender mais com umas gargalhadas à mistura. São criativos e engenhosos e espero que continuem a fazer espetáculos destes.” Renato Sanches, 8ºB “Acho que foi uma forma muito divertida de aprender a Matemática, através de truques! Nunca imaginei que se pudesse misturar matemática com magia Matemagia!” Aluno do 9ºA

“Foi muito engraçado. Gostei muito e espero que voltem com novos truques.” Aluno do 8ºA


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Etc & Tal...

Visitas de Estudo FÁBRICA DE PASTILHAS, QUE DELÍCIA!!! fábrica da Gorila - Lusiteca, é muito grande, tem várias divisões, como se fosso uma casa. A fábrica tem máquinas estranhas e um pouco grandes, cada uma das máquinas faz o seu trabalho, como por exemplo a máquina que faz o embrulho onde as pastilhas vão embrulhadas. A nossa visita começou numa pequena sala, onde nos foram dadas as ordens que tínhamos de respeitar. Depois passámos à visita à fábrica, onde vimos como se fazem as pastilhas. Eu vi as tais máquinas que punham a massa das pastilhas e saíam mais ou menos as pastilhas em forma de “cobrinhas”. A seguir essas cobrinhas iam para uma caixa e essa caixa com as pastilhas ia para uma máquina que as cortava em pequenos retângulos. Para terminar a produção, existia uma máquina que pintava os embrulhos onde iam as pastilhas. Depois das pastilhas estarem embrulhadas, iam para uma pequena caixa. Por fim, essas caixas vão para uma caixa um pouco maior e é aí que as pastilhas são metidas num camião e são levadas para todas as lojas que vendem doces. E é assim que as pastilhas Gorila são fabricadas. Ainda tenho uma coisa para vos contar: ainda chegámos a ir novamente à pequena sala para desenharmos a cara do Gorila; quando acabámos o desenho, a senhora pediu-nos para fechar os olhos e a seguir abrimos os olhos e vimos a mascote Gorila! E foi aí que recebemos um saco com as guloseimas para nós comermos, um em cada dia. E assim foi a visita de estudo à Lusiteca (fábrica da Gorila). Matilde Silva, 3.º A

A

V

H

oje, dia 19 de novembro, eu fui visitar a fábrica das pastilhas Gorila, que se chama Lusiteca. Eu fui na carrinha da escola mas só ia o 3.º A, porque o 3.º B só foi na quinta-feira. O passeio foi curto, a fábrica é em Mem Martins. Foram 28 alunos e ninguém faltou! Mas havia um colega que tinha um problema, era o Ivo que tinha torcido o pé, por isso tinha de ter cuidado. Quando lá chegámos, fomos comer o lanchinho num canto, só que não cabíamos lá todos e fomos para o refeitório. Quando acabámos de comer, fomos para a biblioteca vestir uma bata e desinfetar as mãos. Depois fomos para a zona das máquinas e passámos por uma zona com muitas caixas. Quanto mais avançávamos, mais cheirava a mentol. Quando chegámos à zona das máquinas, a senhora disse que não podíamos ir para a parte onde se faziam as pastilhas SuperGorila, então a senhora foi busca-las para nós as vermos. Avançámos mais para ver as máquinas a fazer açúcar em pó, que depois vai para uma máquina para fazer as pastilhas. Depois de estarem feitas, as pastilhas vão ser embrulhadas numa máquina que conta o número de pastilhas e que as separa quando a caixa já está cheia. As senhoras metem a caixa num tapete rolante e assim se fazem as pastilhas Gorila. Para terminar a nossa visita, todos trouxemos uma mochila cheia de doces. Eu adorei esta visita de estudo!

ou vos contar como é a Lusiteca, é um lugar muito giro! Em primeiro lugar, vimos um filme sobre a a Lusiteca, onde se fazem pastilhas, chupas e rebuçados e é tudo muito bom! Para entrar na fábrica tive de usar uma touca e uma bata, parecia que eu também trabalhava lá, estava igualzinha aos trabalhadores. Vi como se fazem as pastilhas, elas são feitas de açúcar em pó, glucose, goma e essência (aroma). Primeiro juntaram os ingredientes e forma-se uma massa, como se fosse a massa do pão, mas um bocadinho mais pegajosa. Depois tiram a massa da máquina e levam para outra máquina onde fica mais ou menos com a forma de uma cobra. De seguida, cortam as pastilhas, tudo feito por máquinas. Depois das pastilhas cortadas, é adicionado um aroma e seguem para outras máquina para serem embrulhadas e empacotadas. Por fim coloca-se a data e o número do lote e estão prontas para serem vendidas. As pastilhas Gorila têm vários sabores, tais como morango, mentol, tutti-frutti, coca-cola e limão. Hoje na fábrica estavam a fazer o sabor de morango e nos outros dias vai variando. Quem me dera ser dona daquela fábrica! Ana Filipa Tavares, 3.º A

Rodrigo Madeira , 3.º A


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Colégio dos Plátanos

Halloween ARTIGO NÃO RECOMENDADO A LEITORES MAIS SENSÍVEIS!

SOCORRO TIREM-ME DAQUI!!!

Todos os anos os finalistas organizam para o Halloween uma Câmara dos Horrores, um desfile e um Baile. Este ano todos se superaram e o Halloween foi mesmo do outro mundo!

E

ste ano realizaram-se 2 Câmaras dos Horrores com histórias distintas, uma do 9ªA e outra do 9ªB, mas ambas com a mesma base: os zombies no manicómio.

foi dedicado especialmente aos mais novos, saindo vitoriosos da parte da infantil o Tiago Rainha, a Beatriz Batista e o Salvador Rodrigues, do 1º ciclo a Mª Eduarda Santos, o Carlos Fernandes e a Margarida Moreira.

A história da câmara do 9ªA começava com o Mundo a ser atingido por um Apocalipse de Zombies que conseguiram transformar todas as pessoas na sua aterrorizante forma de vida. Existia um manicómio onde se encontravam os zombies mais perigosos mas também o remédio que salvaria a Mundo! O objetivo dos alunos era encontrar o remédio antes de serem mordidos pelos zombies!

Para finalizar este grande dia organizou-se um baile, onde os alunos do 2º e 3º ciclo, para conseguirem entrar no maior evento da noite, tinham de entrar na gruta mais aterrorizante que possam imaginar, a gruta dos zombies do Halloween de 2013/2014, em que os que se aventuravam nas suas profundezas nunca mais voltam a ser vistos… bem pelo menos até ao final da noite! As turmas do 9º A e 9º B Os vencedores do 1º ciclo

A do 9ºB contava uma história de uma família que se encontrava num hospício. A filha num ataque de loucura pegou fogo a tudo e a todos que se encontravam na instituição. Com as chamas a família morreu e os seus corpos abandonados ficaram a apodrecer. No entanto a lenda do hospício tornou-se realidade: o local estava assombrado pelas almas que antes aí tinham vivido! Arrastavam para o seu abrigo os que lá entravam, transformando-os em zombies. Já no final da tarde, o desfile teve a mesma temática e

O MEU DIA DE HALLOWEEN

N

o dia 1 de novembro de 2013, no Colégio dos sangue.

A

Plátanos, tivemos um dia de Halloween em professora

cheio.

nossa

colou

os

morcegos à parede, de

De manhã fizemos um morcego em que o corpo era modo a decorar a sala. feito de rolos de papel, pintado de preto e as duas asas

De

seguida,

as

feitas em cartolina estagiárias contaram-nos castanha forma

com

da

a uma

história

chamada

nossa “Desculpa, por acaso és

mão.

Quando uma bruxa!”.

secou,

colámos

Ao

fim

da

tarde

tudo e fizemos a tivemos um desfile e a carinha

com

os minha colega de turma, Eduarda, venceu.

dentes a escorrer

Inês Priostre Guerreiro – 3ºB


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Etc & Tal...

Magusto no Colégio NO SÃO MARTINHO TAMBÉM SE AFINA A VOZ

O

s alunos do primeiro e terceiro ano, para festejar o dia de São Martinho, cantaram músicas para os alunos do segundo e quarto anos. Os fadistas entraram em ação, sem dúvidas das suas posições. Infelizmente a Margarida do 3ºA, uma das fadistas, não pode estar presente, mas agradeceram-lhe na mesma, porque demonstrou esforço para ser uma das fadistas. O fado do Carlos do Carmo “O Homem das Castanhas” foi cantado com muita alegria e é claro, graças à ajuda preciosa da nossa professora de música! Por vezes ainda dou por mim a cantarolar: “Quem quer quentes e boas, quentinhas? A estalarem cinzentas, na brasa. Quem quer quentes e boas, quentinhas? Quem compra leva mais calor p'ra casa”. Mais tarde, a infantil e o primeiro ciclo foram, com sacos enfeitados por eles próprios, receber as castanhas quentinhas. Os alunos agradecem a presença dos professores, auxiliares e pessoas que ajudaram os alunos do Colégio a terem um dia de São Marinho fantástico! Madalena Reis, 3º B O momento da atuação no auditório do Colégio

A distribuição das castanhas quentinhas e boas!

A diversão e a festa do 1º Ciclo!


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Colégio dos Plátanos

Matemática

CONCURSO QUEST 4K

N

o dia 5 de outubro de 2013, na Greenfest, no Centro de Congressos do Estoril, decorreu a cerimónia da entrega dos prémios aos vencedores da 2ª edição do Concurso de Matemática Quest 4K, referente ao ano letivo 2012-2013. Os alunos Duarte Silva e Diogo Raimundo, da turma B do sexto ano, receberam o 1º prémio, do nível 5 e nível 4, respetivamente. Parabéns aos nossos alunos!

Duarte Silva a receber o prémio.

A Diretora de Turma Sara Alves

Diogo Raimundo a receber o prémio.


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Matemática

A MATEMÁTICA NO NOSSO QUOTIDIANO Matemática do Planeta Terra 2013 é um desafio mundial que consiste no desenvolvimento de atividades científicas e de divulgação, com o objetivo de tornar visível o papel que a matemática desempenha em questões que afetam o Planeta. Sensibilizar e consciencializar para podermos preservar e proteger. O colégio participou com cinco fotografias.

O

colégio participou no concurso de fotografia dinamizado pela Faculdade de Ciências e Tecnologia, no Campus da Caparica, no âmbito do Projeto MPE – 2013. A referida faculdade tem a Exposição MATER a decorrer de 9 de outubro a 20 de dezembro de 2013, na qual são focados cinco grandes temas, a saber: Tempo, Espaço, Arte, Vida e Quotidiano. Poderá visitá-la com o seu educando de 2ª. feira a 6ª. feira das 9h às 20h e ao sábado das 15h às 19h. Para mais informações poderá visitar o seguinte site: http://eventos.fct.unl.pt/mater2013.

O colégio lançou um concurso interno de fotografia (facultativo) aos alunos do 2º e 3º ciclos, tentando assim incentivar, junto dos alunos, a observação dos conceitos matemáticos relacionados com os temas da exposição no mundo que os rodeia. As cinco fotografias selecionadas pelos professores de matemática foram enviadas a concurso nacional. As escolas premiadas serão convidadas a participar na sessão de encerramento no dia 20 de dezembro, onde serão anunciados os vencedores, em cada uma das cinco categorias. Fotografias enviadas a concurso nacional: Mafalda Melancia, 9º B

Carolina Carneiro, 7º A

Margarida Assunção, 9º A

Adriana Cardoso, 5º B Prof.ª Andreia Sénica


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Colégio dos Plátanos

Escrita Criativa AS AVENTURAS DA PRINCESA MAIA

E

ra uma vez uma linda princesa chamada Maia e um cavalo chamado Relâmpago, que viviam num castelo enorme, que ficava na montanha mais alta. Um dia a princesa Maia estava a passear no jardim e encontrou um anel. Mas ela percebeu logo que não era um anel qualquer. Depois ela chamou o Relâmpago, o seu cavalo, e foram à casa da velha bruxa, para ver o que tinha o anel. A princesa e o cavalo pensavam que a bruxa era boa, mas estavam enganados, pois ela era malvada! A bruxa obrigou a Maia a dar-lhe o anel, mas como a bruxa não era muito esperta e tinha a porta aberta, ela fugiu pela porta, montada no Relâmpago, que era muito veloz. Mas a Maia deixou cair o anel, só que ela tinha muita vontade de saber se o anel era mágico. Como ela já sabia que a bruxa era má, voltou ao seu castelo para buscar uma poção venenosa, foi de novo a casa da bruxa e pôs a poção na mesa de jantar. Entretanto, quando a bruxa foi jantar, bebeu a poção venenosa e caiu morta no chão. A Maia viveu feliz para sempre no seu castelo, com o seu companheiro Relâmpago. Filipe Churrito Pedro Monteiro 3º A

A GRANDE TRANSFORMAÇÃO

E

O MISTÉRIO DA FONTE

ra uma vez um reino que era reinado pelo rei Nuno e pela rainha Carlota. Certo dia, eles viram na sua bola de cristal que a feiticeira Águia Bico de Ouro queria tornar o rei e a rainha invisíveis. A águia disse: – Já sei como hei de pô-los invisíveis! O rei e a rainha viram tudo isto na bola de cristal mas disseram: – Ela nunca vai conseguir passar pelos nossos guardas. É melhor esquecer isto tudo. Passado algum tempo, á Águia Bico de Ouro sobrevoou as muralhas do castelo, pôs os óculos de visão mágica, lançou o feitiço ao rei e à rainha e eles ficaram invisíveis. Depois à águia mandou o rei e a rainha para fora do castelo. Passados dois dias, o rei e a rainha, como estavam invisíveis, entraram na casa da águia e roubaram dois feitiços: um deles era para voltarem a ficar visíveis e o outro era para transformar animais em ratos. Então o rei e a rainha lançaram o primeiro feitiço, ficaram visíveis e entraram no castelo, sem ninguém os ver. A seguir, eles entraram na sala do trono, lançaram o segundo feitiço à Águia Bico de Ouro e ela transformou-se num rato. Sendo assim, o rei e a rainha reinaram para sempre. Francisco Vaz Diogo Filipe Pereira 3.º A

E

ra uma vez um anão que viajava pelo mundo. Ele vivia na Terra dos Anões e queria ir à Fonte da Sabedoria. Ao longo da viagem o anão encontrou um touro poderoso. O touro e o anão encontraram uma fonte e lá em cima estava um livro mágico. O anão aproximou-se, abriu o livro e saiu de lá o mágico Clávio que disse: – Para descobrires o segredo da fonte, precisas de sabedoria perante o desafio. A cara do mágico desapareceu e lá foram eles para o desafio. O desafio era passar pelo monstro. Eles, com madeira das árvores e lianas, montaram uma ponte e passaram por cima do monstro marinho, com muita sabedoria. O mágico Clávio disse-lhes que o segredo era: “Os descobridores da Fonte da Sabedoria são os que encontraram o tesouro e os que são amigos com sabedoria”. O mágico Clávio disse de seguida: – Como vocês passaram o desafio, eu vou dar-vos o tesouro. E o touro passou a viver com o anão na Terra dos Anões. Ivo Figueiredo, Ana Madalena Fonseca , 3.º A

A VIOLETA A palavra Violeta pode ter vários significados, como... uma flor, um nome e uma cor. A cor violeta também é parecida à cor roxa ou também à azul. Esta palavra não é igual às outras, porque também é uma série que dá no Disney Channel. Violeta não é só cor Mas também é flor E dá muito amor No televisor.

Maria Eduarda Santos, 3º B


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Etc & Tal...

Escrita Criativa A FADA GUIZINHO

E

ra uma vez uma fada muito simpática que se chamava Guizinhos, a fada do sol. Ela viveu durante muitos anos num castelo encantado na montanha laranja. O castelo era grande com três torres bem altas, a montanha era laranja e, quando o pôr-do-sol espreitava a montanha ficava muito brilhante como uma estrela cadente. A montanha brilhava, por isso as crianças estavam sempre alegres e felizes. Um dia a montanha começou a ficar muito negra e deixou de brilhar ao pôr-do-sol, porque as crianças estavam muito tristes. E portanto, alguma coisa se tinha passado, a fada perguntou-se a si mesma: “Porque é que há tanta tristeza nas crianças?” A fada foi investigar e descobriu que a bruxa Serafina tinha tirado todos os brinquedos às crianças. Mas a bruxa Serafina viu a fada Guizinhos e disse: - Chegaste atrasada para a luta! Elas começaram a luta e a fada Guizinhos começou a ficar sem energia. Então, a fada Guizinhos, no último momento, conseguiu pegar na varinha mágica e fez um feitiço que transformou a bruxa Serafina num rato. Assim, a bruxa Serafina já não conseguia tirar os brinquedos às crianças. Finalmente, a fada Guizinhos conseguiu devolver todos os brinquedos às crianças da sua terra, assim as flores começaram a ter mais cor e os parques também. Por fim, a montanha laranja começou outra vez a brilhar ao pôr-do-sol como uma estrela cadente. Matilde Figueiredo, 3ºB

O MISTÉRIO DA BAILARINA

E

ra uma vez… uma menina chamada Camila. A Camila tinha uns belos cabelos castanhos encaracolados, com madeixas loiras. Era uma menina simpática e muito alegre. A Camila decidiu ir ao Brasil ver a sua bailarina preferida, num espetáculo muito especial, o seu último. Ao chegar ao Brasil, um país quente, ela viu muitos lugares com imensos parques, flores e praias super, hiper, mega espetaculares. No dia do espetáculo Camila estava muito excitada, mas para surpresa e tristeza, o espetáculo tinha sido cancelado. A sua bailarina preferida, personagem principal do bailado, tinha sido raptada. Camila aflita, apressou-se a ligar ao detetive, Mr. Fixe, a explicar-lhe o que se tinha passado, e a pedir-lhe ajuda para encontrar a bailarina. O detetive concordou logo. Tudo corria bem até que, um dia, a menina deixou de ter notícias de Mr. Fixe. Ele tinha sido também raptado. Então, Camila apertou os sapatos, deu à sola, e foi à procura dos dois. Depois de muito investigar e seguir as provas que tinha recebido, descobriu que a bailarina tinha sido raptada pelo detetive, supostamente, desaparecido. Na realidade, ele tinha sido contratado por outra bailarina, também famosa, mas muito invejosa, que queria a fama toda só para ela. Quando a Camila descobriu onde Mr. Fixe tinha escondido a bailarina, foi de imediato à polícia e contou-lhes tudo o que tinha descoberto. Com a ajuda deles conseguiu resgatar a bailarina e prender os culpados. Por fim, e com tudo de volta ao normal, o tão famoso espetáculo foi um grande sucesso. Bárbara Gonçalves, 3ºB

A CHAVE DE UM SEGREDO

N

uma tarde de Primavera, na Floresta da Alegria, vivia um gigante chamado Vítor, o rei. Um dia o rei Vítor encontrou o coelho Sebastião. Como o Vítor confiava nos coelhos disse: – Vou confiar em ti, Sebastião! – e dito isto começou a dizer o segredo da Floresta da Alegria – o dia em que esta floresta nasceu ainda não foi desvendado, mas vai-me prometer que não dizes a ninguém: foi no dia 24 de dezembro do ano zero. Se disseres isto a alguém que não seja da família real, expulsote daqui! – Não se preocupe! – disse o coelho, abalando de seguida. O Sebastião, astuto e malandro, correu floresta fora, contando a todos os habitantes o segredo agora desvendado. O mensageiro real, que andava pela floresta, viu tudo e foi avisar o rei. Entretanto, os habitantes da floresta, pensando que era mentira, foram ao palácio real, acusando o rei de ser mentiroso. O rei Vítor, já chateado, confessou que era tudo verdade e disse também que já tinha expulsado do reino o coelho Sebastião. Com pozinhos de perlimpimpim, esta história chegou ao fim! Inês Alenquer e Diogo Duarte da Silva, 3.º A


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Colégio dos Plátanos

Escrita Criativa

O

A minha vida de caderno

lá, sou um caderno verde alface e amarelito. O meu dono chamase João e é aluno do Colégio dos Plátanos. Não posso dizer que a minha vida é má, mas penso que podia ser um pouco melhor. O meu dono até é bastante organizado e tem uma boa ortografia, mas o que podia melhorar era sem dúvida a caligrafia. Ainda assim desculpo-o, porque sei que ele se esforça para melhorar, pois é muito empenhado. Para perceberem melhor, vou contar-vos a história de quando conheci o meu amiguinho. Quando o vi pela primeira vez, parecia um menino bondoso e interessante, e era, mas, quando ele me utilizou, eu percebi que a minha vida ia andar para trás! Eram só gatafunhos! Até àquele momento a minha vida era muito má! Felizmente foi só a primeira lição. E, muito milagrosamente, passados alguns dias ele recompôs-me e até agora tem vindo sempre a melhorar. Enfim, conheço e tenho amigos piores, mas antes de falar desses cadernos, vou contar-vos um pequeno episódio que passei e que é para esquecer. Na turma do João há um menino que não é lá muito rápido a passar a matéria, assim nem sempre tem tudo passado no seu caderno e, por isso, eu tive que ir para a sua casa para ele copiar para o seu caderno toda a informação dada pela professora. Com isso não me ralei, até gosto de ser útil para diversas pessoas, mas o que eu não tolero é cuidarem mal de mim. E esse menino tratou-me mesmo mal, arrancando-me cerca de uma dezena de folhas e assim a minha vida tornouse mais pequena. Mas o que o meu amigo João fez não foi nada correto, soube do que acontecera e não ligara nenhuma! Se por acaso o virem, informem-no desta situação, que eu agradeço. Agora, quanto aos meus amigos cadernos, há pouco a dizer, têm uma vida péssima e rezam todas as manhãs para que o seu dono mude, alguns deles já pouco devem durar, coitados! A vocês só vos peço para olharem para o vosso caderno, pensarem e deduzirem se ele está realmente feliz. E se o estimarem bem, acreditem, ele vai agradecer e serás elogiado perante todos os outros cadernos. João Pinheiro, 5.º C

A grande ideia O menino Rui foi sempre um rapaz de partidas. Certo dia, Rui teve uma ideia. Achandoa genial, quis vingar- se do rapaz que fazia o projeto de ciências com ele, pois o rapaz que Rui tanto odiava fazia com que os seus amigos não gostassem dele e, assim, ele ficava sempre sozinho. Então, quando iam começar o projeto, Rui sabotou a

parte dele, fazendo o produto criar espuma e molhar as calças do menino, fazendo com que toda a gente achasse que ele tinha feito nas calças... bem, vocês percebem! O rapaz, ao ficar molhado, disse: - Amigo, podes-me ajudar, por favor? Rui, ao ouvir a palavra do amigo, apercebeu-se de que o que tinha feito era incorreto. Pediu desculpa, dizendo que tinha sido ele e que estava arrependido. Assim, o Rui nunca mais voltou a pregar partidas e, ao pedir desculpa, nunca mais ficou sozinho. Rita Dupim, 5.º C

As melhores amigas Era uma vez três meninas que eram muito amigas, chamadas Joana, Inês e Beatriz. Elas não faziam nada sozinhas. Mas houve um ano em que entrou uma aluna nova chamada Maria. Ela contou à Joana que as suas melhores amigas tinham gozado consigo, o que era mentira. Todas as mentiras que a Maria dizia as separavam mais. Uma dessas mentiras foi a gota de água e a Joana disse às suas amigas que nunca mais falava com elas. Quando foi ter com a Maria, ouviu um telefonema com a mãe, que dizia: -Mãe, a Joana é uma seca, mas tenho de aguentar para ela me oferecer muitos presentes e para me convidar para a festa. Então a Joana percebeu que as suas verdadeiras amigas eram a Beatriz e a Inês e não a Maria. Madalena Ribeiro, 6.º A

Metade papagaio/metade tartaruga A Paparuga consegue voar, mas quando vê alguém esconde as suas asas e o seu corpo na carapaça. Quando vai nadar sai e fica toda molhada e não consegue voar, mas quando seca fica linda. É invejada por todos porque nos dias de calor consegue refrescar-se ou voando ou nadando. A Paparuga adora fazer inveja a todos, mas é um animal muito giro, porque é muito colorida, tem umas cores lindas! Agora imagina o que é comprarem-te em vez de uma tartaruga uma Paparuga! Que estranho! Susana Rodrigues, 6.º A

Abelhosta É o diabo em pessoa! Corta tudo e mais alguma coisa. Com as suas pinças de lagosta corta as flores de toda a gente. É invejada pelas outras abelhas, pois leva as pétalas cortadas para a colmeia e, em vez de fazer ``Bzzz!´´ faz ``Clac! Clac!´´. Metade abelha, metade lagosta, esta é a abelhosta. Tomás Figueiredo, 6.º B


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Etc & Tal...

Escrita Criativa VAMOS ESCREVER... UM MITO? A vaporização do Planeta

Os Hekuras

H

á quem diga que antes do tempo dos reis, os

Há algum tempo atrás, por volta do século XXXI, as dos pessoas já eram robotizadas, além de serem muito elementos. No século XXI os humanos começaram a inteligentes. Nenhuma pessoa era pobre, exceto um poluir os seus bens e castigaram-nos. Kuculcán, o indivíduo desfigurado, que tinha deus da água e das nuvens, criou as maiores ondas resultado de uma experiência possíveis pois o seu mar precioso estava cheio de fracassada. Este, estava sempre doente, petróleo e levou todos os pescadores e os homens que se dedicavam ao mar. Quinling, o deus das por causa da poluição das plantas e da terra, prendeu os edifícios com grandes fábricas. Então, ele decidiu juntar fórmulas para tentar fazer lianas e criou terramotos no planeta inteiro! E por fim um Portal dos Céus, que o levaria ao Deus da Verdade, Archeopterix, o deus dos ventos, derrubou as construções humanas com os seus poderosos para descobrir se seria legal vingar-se do seu chefe, o responsável pela sua mutação. ciclones. Os deuses levaram consigo os humanos por Ele era muito exagerado e como se pensava inimigo terem destruído o seu poderoso planeta. Então os do Planeta, desejava tornar-se numa besta gigante, de Hekuras deixaram o planeta modo a poder destruir os laboratórios do chefe. verde e cheio de vida outra Após várias tentativas fracassadas, acertou naquela vez, mas sem a intervenção menos provável e achou estranho. Ele partiu para o dos humanos. Agora é um céu, onde tudo era branco e fofinho, como as nuvens. planeta calmo e sem poluição. Ele foi andando até encontrar o Deus da Verdade, mas (Será que os humanos irão este já conhecia o seu desejo. ser perdoados e vão voltar?). Deus, estava farto da poluição que a espécie Tomás Figueiredo, 6.º A humana fazia e mandou o anormal destruir todas as fábricas.

maias

acreditavam

nos

deuses

JOAQUIM MANUEL LIMA FANECA

Já com ele transformado e graças ao feitiço de Deus, ele foi destruindo tudo o que encontrava, até meter um

CONTABILIDADE E SERVIÇOS T.O.C nº 47557

pé numa fissura, de onde a lava começou a subir até começar a engolir o planeta. Devido à ação dos gases que estavam no ar começou a

Av. da Liberdade , 22-2º Sala 4 2715-097 Pêro Pinheiro Telf./219672369 Fax/210435527 Tlm: 969072507 joaquim.faneca@sapo.pt

haver

explosões

subitamente,

e

o

planeta

transformou-se

numa

esfera metálica. Assim, devido ao coitado, toda a gente se transformou em espíritos e viveram no infinito para sempre. Duarte Silva, 6.º B


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Colégio dos Plátanos

Escrita Criativa VAMOS ESCREVER... UM MITO? O desaparecimento da espécie humana

C

erto dia, um rapazito construiu um robô, que estava programado para fazer o bem no mundo. Passados vários dias todos passaram a achar que o robô era a melhor coisa que tinham construído! Então o rapazito foi eleito melhor cidadão. O robô ficou um pouco ciumento, mas desta vez deixou passar. Continuou a fazer o bem e as pessoas cada vez mais gostavam do rapazito. Ele ia ficando cada vez mais ciumento e cada vez mais irritado pois era ele que fazia tudo. Certo dia o robô construiu mais robôs iguais às pessoas humanas e começou substituí-las por estes. O rapazito ao ver isto a acontecer não percebeu o que tinha feito de mal, e começou a chorar, sendo que ele só tinha dez anos. Os robôs já dominavam quase todo o planeta e quem ainda existia, passou a odiar este rapaz. A pouco e pouco os humanos iam desaparecendo e sendo trocados por robôs. Mas o robô que o rapaz tinha construído deixou-o a sofrer, sendo ele o último a ser trocado. Onde os robôs tinham posto as pessoas, não havia comida, bebida nem nada! Então acabaram por morrer e a espécie humana desapareceu. Agora os robôs dominam. Susana Rodrigues, 6.º A

O homem desapareceu

T

odos os dias ao acordar, deus olhava para baixo da sua cama de nuvens e via o mundo cada vez mais poluído. O ser humano cada vez mais destruía terras para fazer fábricas e arranha-céus. Deus não gostava disso e achava que tinha de fazer algo; de os castigar severamente. Foram passando os dias e deus pensava no que poderia fazer, até que teve uma ideia. Deus lembrou-se que poderia transformar os seres humanos em pequenas plantas e árvores para eles perceberem o que os restantes seres sofriam, e assim fez. Ele mexeu as mãos criando um enorme buraco na terra onde nasciam plantas que eram os homens. Mas uma coisa correu mal e os seres humanos ficaram presos em plantas para sempre. Deus culpava-se de ter feito mal o feitiço, pois o seu objetivo era apenas colocá-los em plantas durante algum tempo e agora iriam ficar assim para sempre. O mundo foi ficando deserto e cada vez mais iam-se ouvindo mais pássaros e animais a cantarolar. Uma bela vida para os animais, mas para os humanos um inferno. E é assim que se explica o desaparecimento da espécie humana… Tomás Parreira, 6.º B

ANIMAIS CALINHA

ELEFRATO

Metade cão/ metade galinha

O

elefrato é um animal metade elefante, metade calinha é um rato. Este animal é o maior concorrente contra animal muito veloz os ratos. Só raramente de noite se avistam, mas às pois tem duas patas de cão e duas patas de vezes existem pessoas que os veem em caixotes de lixo. galinha. Quando se apanham, costuma-se retirar a sua valiosa E acha que consegue pele e os seus magníficos chifres. voar muito bem sem se espalhar! Se algum dia vires um, não te assustes! Põe ovos nos seus ninhos e quem os roubar ela vai apanhar. Come milho, carne e ração mas tem boca de cão! Vive num galinheiro e está a ladrar! E se fosses comprar um cão ou se fosses a um galinheiro e em vez dos teus animais encontrasses uma Simão Gato, 6.º A calinha? Madalena Ribeiro, 6.º A

A


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Comunicação Social VAMOS FAZER UM JORNAL? O que é uma notícia? E o que a distingue da crónica ou opinião? Tudo isto e muito mais está a ser ensinado nas aulas de Português dos alunos do segundo e terceiro ciclo. Responder às perguntas “O quê, quem, quando, onde, como e porquê?” é importante, mas há outros aspetos a ter em conta.

U

ma boa notícia possui o antetítulo, o título e o subtítulo; o lead, constituído pelas perguntas “Quem?”, “O quê?”, “Onde?” e “Quando?”; e o corpo da notícia, a responder às perguntas “Como?” e “Porquê?”. No início, o antetítulo deve conter o máximo de conteúdo acerca do assunto a falar, no mínimo de palavras e, à medida que se chega ao título e ao subtítulo, o conteúdo é cada vez menor. O lead deve fazer uma abordagem do tema um pouco mais pormenorizada. No lead, a sequência de perguntas “Quem?”, “O quê?”, “Onde?” e “Quando?” é a mais comum, embora possa haver algumas trocas nesta sequência. Depois deste há o corpo da notícia, onde confere todos os pormenores e detalhes do acontecimento, bem como Crónica

comentários de testemunhas ou opiniões das mesmas. As regras de ortografia (evitar erros, boa colocação de parágrafos…) também são um elemento a ter em conta. E o jornalista nunca pode expressar a sua opinião e deve escrever o texto inteiro na 3ª pessoa. Deve também, por estar a escrever uma notícia para um jornal que várias pessoas vão ler, usar uma linguagem corrente e percetível, de modo a que estas entendam o assunto que vão ler. Por último, o jornalista tem de escrever uma notícia sobre um acontecimento recente (no máximo, um acontecimento do dia anterior) e que tenha interesse para um grande número de pessoas. Afonso Ferreira, 7º B

O CANHÃO DA NAZARÉ!

esta pequena crónica, relatamos um episódio entre dois surfistas brasileiros (Carlos Berle e Maia Gabeira) que se aventuraram na Nazaré. Estes dois surfistas eram bastante experientes quando se tratava de ondas gigantes, e quando ouviram falar do canhão da Nazaré, decidiram rapidamente ir visitá-lo. Quando lá chegaram, Maia tentou surfar o canhão da Nazaré. Muitas pessoas, incluindo ela própria, estavam com receio daquelas ondas gigantescas. E, com razão, pois quando Maia entrou na água, tentou logo surfar uma daquelas enormes ondas. O problema foi que, ao tentar passar por baixo da onda, caiu da prancha e com as marés, ela acabou por lhe bater na cabeça, fazendo assim com que perdesse os sentidos. Muitos acreditavam no pior, mas felizmente ali ao lado estava Carlos Berle, que viria a ser o herói do dia. Montando-se na moto de água, foi ao resgate da compatriota. Berle chegou a tempo de salvar a sua amiga. Maia, com bastante sorte, apenas fraturou o perónio e diz que quer voltar rapidamente à competição, e que agradece muito ao seu companheiro Berle. Eduardo Gonçalves e João Pinheiro, 5.º C

N

Opinião: TECNOLOGIA, MAS COM MODERAÇÃO

As novas tecnologias são muito importantes para a sociedade de hoje em dia. Por exemplo, globalmente as pessoas têm telemóveis e estão sempre a usá-los. Na minha opinião, se abolissem as novas tecnologias à sociedade, ninguém ia conseguir fazer nada no seu dia a dia. Os professores, por exemplo, fazem os testes, trabalhos e cotações nos computadores e se não os tivessem teriam de elaborar tudo à mão, o que demoraria muito tempo. Atualmente o uso do telemóvel está massificado, bem como o envio de e-mails. Sem estas tecnologias as notícias demorariam mais tempo a ser divulgadas. A sociedade actual já não sabe viver sem as tecnologias, seja para passar o tempo, trabalhar, ou até mesmo para contar o que há de novo, e isso tem o seu lado positivo e negativo. Na perspectiva positivista tudo é muito mais rápido, as pessoas estão constantemente actualizadas sobre o que se passa a nível global e executam as suas tarefas de forma mais rápida. Em contrapartida as pessoa deixaram de escrever cartas, não lêem tanto e têm menos tempo para brincar e estar com a família. Assim, é imprescindível que as pessoas usem as tecnologias com moderação. Ana Catarina Aguiar, 7º B


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Biografia DE SERRALHEIRO A PRÉMIO NOBEL

J

osé Saramago foi um escritor português, que nasceu a 16 de novembro de 1922, na

Golegã, e faleceu a 18 de junho de 2010, em Lanzarote. Casou-se com Ilda Reis em 1944 com quem teve uma filha em 1947. Os seus pais foram viver para Lisboa quando ele tinha três anos. Terminou o ensino secundário, mas, não pode continuar os estudos pois a sua família tinha dificuldades financeiras. Por isso, começou a trabalhar muito cedo como serralheiro mecânico, passando por várias profissões tais como: desenhador, funcionário de saúde, editor, tratador e jornalista. De seguida foi diretor literário e de produção durante 12 anos numa editora. O seu primeiro foi publicado em 1947 «Terra do Pecado». Foi comentador político no jornal «Diário de Lisboa» em 1972/1973. Foi diretor adjunto do «Diário de Notícias» em 1975, a partir daí dedicouse em exclusivo ao trabalho literário. Tem uma bibliografia

muito

extensa,

em

destaque

(«Levantado do Chão» 1980) e («Memorial do Convento»1982). Tendo também publicado uma

obra infantil «A maior flor do mundo» em 2001. Durante a sua carreira recebeu o Prémio Camões em 1995, atribuído pela sociedade portuguesa de autores. Também recebeu o prémio Nobel da Literatura em 1998. Rita Abraços, 4ºB


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Sugestões de Leitura RECADOS DA MÃE

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livro Recados da Mãe é da escritora Maria Teresa Maia Gonzalez. Este livro conta-nos a história de duas meninas chamadas Leonor, de 6 anos, e outra, Clara, de 10 anos, que “vivem” com a morte da sua mãe. Elas têm de ir viver com a sua avó, que nem conhecem, já que na casa do pai, segundo ele, não há espaço. Passam muitos dias e Clara não confiava, nem gostava da sua avó, por outro lado, Leonor cada vez mais gostava da dela. Enquanto isto se ia passando, Clara dizia à sua irmã que todas as noites sonhava com a sua mãe e esta lhe mandava recados. Quando as férias acabaram, elas foram para um colégio interno. Nunca se habituaram, mas a vida era igual à de casa da sua avó. Os anos passaram e Clara e Leonor foram crescendo. O que terá acontecido às suas vidas? Susana Rodrigues, 6.ºA

CAMÕES, O SUPER-HERÓI DA LÍNGUA Conhecemos o Camões nas salas de aula e a verdade é que às vezes pode ser uma matéria um bocadinho aborrecida. Este livro, da autora Maria Alberta Menéres, torna tudo mais interessante. Sei que pouco se sabe sobre a vida deste poeta, que viveu há muitos anos, mas de uma coisa ninguém pode duvidar. Foi uma pessoa muito importante. Tão importante que hoje em dia ainda se estuda nas aulas. A vida dele foi cheia de aventuras e ele até podia ser um superherói, como nos conta este livro muito giro. Sabiam que ele ficou cego de um olho numa guerra em África? Se queres saber um pouco mais sobre o Luís Vaz de Camões, sugiro este livro. Catarina Sousa, 5º A

ESTRANHÕES & BIZARROCOS

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stórias para adormecer anjos, assim é o pós-título do livro “Estranhões & Bizarrocos”, de José Eduardo Agualusa e ilustrações de Henrique Cayatte. Um livro que permite tudo o que é imaginável, mas sobretudo aquilo que não é. É que neste país, tudo acontece ao contrário. Há aparelhos para fazer espirros, imagine-se, uma menina de peluche, (impensável) e os gatos são do tamanho de bois, (como se fosse possível!). Outra das estórias que se pode conhecer é a do nascimento do primeiro pirilampo do mundo… Da D. Quixote. Ed.ª Carla Leitão

O LIVRO DA TILA

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ste é um livro recheado de uma imensa ternura. Editado pela primeira vez em 1957, “O Livro da Tila” é a primeira obra poética de Matilde Rosa Araújo para crianças. Nele, são vincados os laços de afetividade entre a mãe e a criança, através de versos simples e doces, como estes: “Mãe!; Que verdade linda; O nascer encerra; Eu nasci de ti; Como a flor da terra”. Tila é uma menina, que representa todas as crianças e as suas dúvidas. Com o mundo a revelar-se sobre os seus olhos, ela procura a mãe para satisfazer a sua curiosidade e deslumbra-se com as suas explicações. Este livro é indicado para crianças a partir dos sete anos e esta nova edição está editada pela Caminho. Ed.ª Maria João Cascais


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Música TROMPA ALPINA

ARCO MUSICAL

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rompa alpina é um instrumento tradicional dos Alpes Suíços, conhecido no país desde o século VI. Era usado pelos pastores da época para produzir música, comunicarem entre eles e para reunirem as vacas nas pradarias dos Alpes e mantê-las calmas durante a ordenha. Elas têm mais de três metros de comprimento. É feito de madeira oca de Abeto. É facilmente comparável ou originário da forma do corno (chifre) dos animais. O som da Trompa é produzido pelo som da vibração dos lábios apoiados no bocal. Era, na altura, chamada Buchel. Susana Rodrigues Tomás Ferreira 6º A

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Arco Musical é um instrumento musical da família dos Cordofones, de origem Angolana.

É um instrumento normalmente feito de madeira, e formado por uma corda esticada. O arco Musical também pode ser utilizado como arma, arco e flecha. Foram os escravos Brasileiros que o inventaram, para se entreterem e defenderem. Nas pinturas rupestres em França, o Arco Musical está representado sendo um símbolo de prioridade. Inês Policarpo e Inês Guerreiro, 6º A

KAZOO

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uma terça-feira, na aula de música, a professora Raquel deu-nos uns materiais para fazermos um instrumento musical. Esse instrumento chama-se Kazoo. O Kazoo é um instrumento de sopro que adiciona um timbre de zumbido à voz do instrumentista quando se vocaliza no instrumento. Este instrumento tem sido utilizado na África há centenas de anos, para disfarçar o som da voz de alguém ou para imitar os animais, muitas vezes para vários fins cerimoniais. Para fazê-lo é preciso o seguinte: - Um rolo de papel higiénico rijo; - Uma película de cor; - Um elástico. Para o construir temos que fazer um furo no rolo e depois pôr a película a tapar o furo. Em seguida colocamos o elástico por cima da película e damos duas voltas ao rolo e …. está pronto! Para tocar é só gritar a sílaba DU. João Silva, 3º B

Trabalho elaborado pela aluna Matilde Figueiredo, 3ºB


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Música

A MÚSICA Música é fixe,

Temos harmonias,

Temos muito para aprender,

Realces tímbricos também,

Notas para apreciar

É tudo muito divertido,

E pautas para ver.

Isto soa muito bem!

São muitas notas,

Temos de estudar escalas,

Mas temos de as decorar,

Como também os intervalos.

«O ciclo das quintas»,

Esta matéria adoramos,

Nós vamos adorar!

Vale a pena vir escutá-los! E assim termino esta poesia,

Desde timbres até acidentes,

Sobre a música estivemos a falar,

Temos tudo para saber!

Para tudo tem de haver melodia,

Quantas mais aulas tivermos,

Para sorrir, viver e cantar!

Mais divertido vai ser!

Miguel Sapina, 6.º A

CORDOFONES 1 Instrumento tradicional português utilizado no Fado 2 - Instrumento tradicional da região de Braga 3 - Instrumento originário da Índia 4 - Instrumento originário dos Estados Unidos da América. Fundamental na música country 5 - Instrumento originário da Rússia com caixa triangular 6 - Instrumento usado na música tradicional açoriana 7 - Instrumento capoeira

utilizado

na

8 – Instrumento grande que se toca com ele encostado ao corpo 9 - Instrumento alto e com o som muito grave 10 – Os mais valiosos são os Stradivarius Gonçalo Almeida, 6º B

Horizontais: 1 - Guitarra Portuguesa 5 - Balalaica 9 - Contrabaixo

Verticais: 2 - Guitarra Braguesa 3 - Sitar 4 - Banjo 6 - Viola da Terra

7 - Berimbau 8 - Harpa 10 - Violino


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Desporto

BODYBOARD

O

bodyboard é uma atividade feita na água. Utiliza-se uma prancha, mais ou menos metade de uma prancha de surf e em vez de se utilizar o chop (fio que segura a prancha a nós para não fugir) no pé, usa-se no braço. Este desporto surgiu nos anos 70 e foi descoberto pelo surfista Tom Moorey. Um dia em que ele estava a surfar, no Havai, apanhou uma onda muito forte que lhe partiu a prancha ao meio. Ficou aflito e agarrou numa das metades partidas e nadou até terra. Ficou a pensar naquilo e percebeu que tinha transformado a sua prancha de surf numa mais pequena , mas que também lhe permitia fazer as manobras na água. Como ele era um surfista conhecido, outros quiseram imitá-lo e assim o bodyboard foi sendo divulgado e ganhou uma grande número de participantes, não só no Havai, mas noutras partes do mundo. Alguns anos mais tarde, na década de 80, este desporto já não tinha nada a ver com aquela prancha partida ao meio. Havia já uma série de materiais e acessórios. Não tardou nada para que se começassem a realizar campeonatos nos Estados Unidos da América, Brasil e Austrália, os grandes países do surf. As manobras também evoluíram e foram ficando cada vez mais radicais. Por outro lado, os bodyboarders também procuravam ondas cada vez mais perigosas. Hoje em dia este desporto é praticado em todo o mundo. Por surfistas mais radicais mas também pelas crianças em águas muito mais calmas. Em Portugal, a primeira escola só de bodyboard é a “Nova Onda” que abriu no dia 5 de junho de 2002. Quem a criou foi Bernardo Cancela Abreu e Filipe Gama. Mariana Rosa, 5.ºC

HÓQUEI EM PATINS

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hóquei em patins é um desporto coletivo de interior, em que se usa um stick e se anda sobre patins. O objetivo é introduzir a bola na baliza adversária. Tem de ter 5 jogadores em cada parte, contando com o guarda -redes. Os guarda-redes e os jogadores têm equipamentos diferentes. Por exemplo, o guarda-redes usa os respetivos equipamentos dos jogadores, mas acrescentam-se outros, como o colete, as caneleiras, o capacete e as luvas. Os jogadores utilizam as joelheiras, a coquilha, as luvas entre outros.

História O Hóquei foi criado a partir de origens muito antigas. Conta-se que o hóquei remonta à antiguidade. Este desporto começou a ser praticado em Inglaterra no século XIX, mas de forma competitiva e organizada só no século XX. Em Portugal este jogo era jogado por cinco jogadores munidos de um pau (que podia ser, ou não, curvo na ponta), uma pequena bola de madeira (ou uma pinha) que tinha o nome de reca, choca ou porca, ou em outras localidades, unha de boi (corneta). O hóquei em patins tradicional foi a primeira modalidade da patinagem a conseguir o estatuto de desporto olímpico, algo que aconteceu em 1992, durante os Jogos Olímpicos de Barcelona. Praticada atualmente em cerca de trinta países, é muito apreciada em Portugal, Espanha (sobretudo na Catalunha e Galiza), Itália e Argentina (desporto-rei em San Juan e Mendoza).

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Hóquei em Portugal

oi a partir da segunda guerra mundial que Portugal e Espanha passaram a dominar o hóquei europeu. Portugal venceu os três primeiros campeonatos do mundo, realizados em Lisboa. A partir daí a população portuguesa ficou definitivamente conquistada por este bonito e emocionante desporto, o qual passou a ser unanimemente considerado modalidade nacional. Portugal é o país com mais títulos conquistados, tendo 15 campeonatos do mundo e 20 da Europa, sendo a modalidade que mais medalhas deu a Portugal.

David Biléu, 5.º C


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Cantinho da Infantil

BRINCANDO AOS CLÁSSICOS

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a sala da laranja os meninos estão, aos poucos, a conhecer alguns grandes nomes da música e da pintura. E a brincar com isso, ainda por cima. No outro dia, depois de lhes contar um pouco da história do compositor Beethoven e lhes dar a conhecer algumas obras, pedi-lhes que pintassem, da forma que quisessem, uma grande folha de papel de cenário. E as crianças deixaram-se levar ao som da 9º sinfonia. O resultado foi uma bonita tela!!!

Mariana Capucho

E por falar em desenhos, quem entrar na sala destes meninos vai também perceber que todos já sabem quem foi Van Gogh, provavelmente o pintor mais famoso do mundo. Ficaram lindos os desenhos inspirados nos “Doze Girassóis numa Jarra” entre Vicente Albuquerque outros, que conheceram do pintor holandês. Sem qualquer imposição quando à forma ou cor dos desenhos, foi interessante verificar que todos seguiram os tons de amarelos, verdes e castanhos, os preferidos da paleta do pintor. Muitos parabéns!!! Ed.ª Sara Almeida

REPASTO NA INFANTIL s pequeninos da Educação Pré-Escolar foram uns sortudos. No Dia Mundial da Alimentação, que se celebrou no dia 16 de outubro, tiveram direito a um grande repasto!!!

Curgetes, tomates, cenouras, alho francês e beringelas tornados bebés, com fraldas, chuchas e olhos a fingir. O objetivo desta humanização foi uma aproximação das crianças aos legumes já que, na maioria dos casos, Os alunos da sala da educadora Sara Almeida foram querem é vê-los bem longe e não no prato.. até ao mercado municipal de Rio de Mouro para comprar A redação legumes e frutas. A D. Isabel, da cozinha do colégio, fez uma bela sopa para o almoço e todos ajudaram na salada de frutas. Nham, nham!!! Mas não foi tudo. Na sala da educadora Paula os meninos fizeram dois bolos e doce de abóbora. Para rechear, claro, os scones que os pequeninos da educadora Sónia ajudaram a fazer com muito empenho. O verdadeiro trabalho de equipa!!! Os mais crescidos da pré tiveram direito a uma degustação de frutas. Isso mesmo. Do buffet faziam parte a banana, maçã, pêra, tangerina, maioritariamente trazidas pelas crianças, mas também romã, nozes, e outras frutas das quais certamente nunca tinham ouvido falar, como a physalis. Todos provaram. Depois disso, Matilde Simões os mais crescidos deliciaram-se com as histórias dos legumes bebés, contada pela professora Isabel Curica.

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Cantinho da Infantil HALLOWEEN AJUDA A COMBATER PEQUENINOS PEDIRAM MEDOS DEUS

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PÃO POR

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o pátio dos pequeninos só se vêem dráculas ecuperando uma tradição muito portuguesa do com dentes de leite a correr atrás de bruxinhas Dia de Todos os Santos, as crianças da que voam num alvoroço. Uma grande brincadeira que Educação Pré-Escolar foram às salas vizinhas, aos serviços administrativos e, também, ao director do serve essencialmente para combater os medos! As educadoras aproveitam todos os anos a quadra colégio pedir “pão por Deus”. E regressaram com do Halloween, para trabalhar e combater os medos nas saquinhos cheios de doces. crianças. A educadora Sónia, da sala dos mais pequeninos, levou isso muito à letra e teve direito a um lanche especial. Ui, ui!!! Sangue de morcego (que afinal era apenas sumo de morango), cérebro de fantasma (umas inocentes pipocas), bolo de larva (de cenoura, que mais podia ser!) e banana fantasma (coberta com chocolate). Afinal não foi assim tão mau. Mas tudo ao som de música alusiva à quadra... E tudo com um propósito, desmistificar os medos e prepará-los para o desfile da tarde.

Já estava tudo combinado, claro. As crianças pintaram pequenos saquinhos, pacotes dos talheres, como quiseram e colaram a quadra que todos tinham que dizer assim que todos entrassem na sala escolhida: “Lá vai o meu coração; todo cheio de carinho; a pedir o pão por Deus; a quem encontrar no caminho!” Estavam muito giros e o resultado foi um saco cheio de rebuçados, chupas, beijinhos, etc. Não se esqueçam de lavar bem os dentes!!!!

Íris, Taiana, Gonçalo, Guilherme, Mariana, Matilde Martins

TODOS DEBAIXO DE ÁGUA

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s meninos da sala azul deram um grande mergulho a fingir e desenharam o fundo do mar, numa grande

cartolina branca. Não falta lá nada. Peixinhos de várias cores, feitos a partir das mãos com tinta, nadando para um lado e para o outro, quiçá a fugir dos peixes grandes mauzões, que também lá estão, rodeados de bonitas algas e corais. Os meninos não esqueceram de acentuar as diferentes tonalidades de azul consoante a profundidade. Muito bem!!! Fizeram também um outro trabalho muito bonito, no qual desenharam um grande peixe utilizando tampinhas de garrafas de várias cores. Tudo aconteceu no âmbito do Dia Mundial do Mar. Ed.ª Paula Dias


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Cantinho da Infantil

JÁ SOMOS CRESCIDOS! “Por favor”, “obrigada”, “desculpa”, “bom dia”, são algumas das palavras mágicas que estão espalhadas pelas paredes das duas salas da educação pré-escolar. Como já são crescidos, os meninos já aprenderam em que situação as usar. Começam também a aprender a fazer as letras, os números e pequenas situações matemáticas, como os conjuntos. Lá mais atrás, por altura do Dia de São Martinho, as crianças ficaram a conhecer a história, transpondo-a depois para um desenho. O Natal não passou ao lado dos pequenotes, claro, e as paredes das duas salas estão repletas de trabalhos lindíssimos: renas, estrelas, pinheirinhos, Pais Natal. Uma delícia! Mas com um pormenor. Já foram estes meninos que fizeram os trabalhos na sua totalidade, desde os recortes de materiais, colagem, pintura, tudinho! Qualquer dia estão prontos para o primeiro ano. Parabéns! As Ed.ªs Carla Leitão e Mª João Cascais

Laura - Pré B

Sofia Veiga - Pré B

Rita Rodrigues - Pré A Diogo Pereira - Pré A

JÁ NÃO QUERO A MINHA CHUCHA!

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menino Martim Reis, da sala verde, recebeu há dias uma carta muito especial. Então não é que o Pai Natal em pessoa escreveu uma carta só para ele. Pois é! Como começa a ser crescido, o Martim resolveu largar as suas duas chuchas: uma foi para o lixo e a outra para o duende Anacleto, que ainda é bebé e vive no Polo Norte ao pé do Pai Natal. O menino ficou muito contente com este trato, tanto mais que no envelope vinham 3 chocolatinhos só para ele. Parece que há outros meninos na sala que ainda usam chucha, mas nenhum foi corajoso como o Martim. Quem sabe agora não o querem imitar? Edª. Sónia Castanheiro


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Diversos

1º ANO UM BICHO DE SETE CABEÇAS entrada no 1.º ano de escolaridade é encarada, muitas vezes, pelos alunos e pelos pais como “um bicho-de-sete-cabeças”. As diferenças entre o pré-escolar e o 1.º ano de escolaridade são enormes. As metas curriculares para o 1.º ano estão cada vez mais exigentes e são ensinados conteúdos cada vez mais difíceis. Aos alunos são exigidas regras e comportamentos dignos de uma sala de aula: estar em silêncio, pedir licença para falar, saber ouvir e estar… enfim, um mundo novo que os alunos começam agora a explorar. Apesar de toda esta ansiedade, a chegada do grande dia é esperada, por todos, com muitas expectativas. Os alunos, apesar do nervosismo, vêm todos contentes a exibir a sua mochila nova. Os pais estão extremamente orgulhosos, porque sabem que esta etapa é muito importante, na vida dos seus filhos e os professores estão felizes por conhecerem, finalmente, os seus alunos. Os medos e as angústias rapidamente dão lugar a sentimentos de conforto e bem-estar, como podemos comprovar através de alguns pensamentos que o professor do 1.º A recolheu junto dos seus alunos. No início estava triste porque pensava que ia ser

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difícil, agora estou feliz porque é “super” fácil. Afonso Barreto No início estava nervoso porque pensava que ia ser um pouco difícil, mas até é fácil. Adoro o 1.º ano. Martim Costa No início estava triste porque pensava que tinha que estudar muito, agora acho muito divertido porque aprendi muitas letras. Tiago Domingues Gosto do 1.º ano porque aprendo a ler e a escrever. Miguel Sousa Quando entrei para o 1.º ano estava com algum nervosismo porque não sabia o que era, mas o meu professor disse para não termos medo e assim fiquei descansado. Tiago Gonçalves Estava nervosa porque não conhecia ninguém. Beatriz Pinto Agora trabalhamos mais, mas aprendemos a ler e a escrever. Filipa Morais Não se pode brincar na sala de aula. André Reis A Turma 1º A

UMA CAIXINHA DE EMOÇÕES Feliz, medo, zangado ou triste. Uma expressão, uma máscara feita pelos alunos do 1º ano. Tudo, no âmbito do projeto “Caixinha das Emoções”, que tem vindo a ser desenvolvido com os alunos deste nível de ensino com a psicóloga do colégio Andreia Ferrador. Cada aluno expressou a emoção como quis e com vários materiais à disposição: massas da sopa, feijões, aparas de lápis ou tampinhas. Os desenhos ficaram muito engraçados!!!

A Turma do 1º B


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Diversos...

O CORPO HUMANO O SISTEMA DIGESTIVO

A REPRODUÇÃO

sistema digestivo é o meu sistema do corpo humano preferido. Como o nome indica, ele é responsável por fazer a digestão e por algumas indigestões também. Aprendi como se forma o bolo alimentar, com a ajuda de alguns órgãos: a comida é mastigada pelos dentes, com a ajuda da saliva das glândulas salivares; isto tudo acontece na boca. O bolo alimentar passa pela faringe e pelo esófago e depois chega ao estômago. E o estômago? Bem, esse é como se desse uma tareia à comida! Aqui o bolo alimentar, já bem triturado, mistura-se com o suco gástrico e forma o quimo. No intestino delgado, o quimo transforma-se em quilo. Depois, os nutrientes vão para o sangue pela parede do intestino. Os alimentos não aproveitados vão para o intestino grosso, depois passam pelo reto e saem pelo ânus. Mas vocês não pensem que a digestão passa tão rápido como eu a dar cinco voltas ao pátio! A digestão demora entre 2 a 3 horas. Se forem para a água sem fazerem a digestão, podem vomitar e isso não é agradável!

matéria que eu mais gostei do corpo humano foi a reprodução. O sistema reprodutor é importante, sem ele a nossa espécie não continuava e assim não havia humanos. Eu acho o sistema reprodutor giro, pois graças a ele forma-se um novo ser semelhante. Agora vou falar-vos um pouco sobre este sistema. O homem produz os espermatozóides e a mulher produz o óvulo. Quando um espermatozóide se junta com um óvulo, forma-se o ovo, que vai para o útero – a este processo chama-se fecundação. Após este processo, as células multiplicam-se e o novo ser desenvolve-se. Vou agora explicar as etapas desse desenvolvimento: 4.ª semana – começam a formar-se os vários sistemas; 7.ª semana – dá-se a diferenciação sexual (se é rapaz ou rapariga); 20.º semana – começa a aparecer o cabelo, as sobrancelhas e as pestana e ele começa a mexer-se; 32.ª semana – abre os olhos e começa a virar-se de cabeça para baixo: 38.ª semana – está pronto para nascer. E agora já sabem que é por isto tudo que eu gosto tanto deste sistema! João Fernandes – 3.º A

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A

Bárbara Alcobia – 3.º A Ele leva o bolo alimentar ao estômago Só leva pouca comida de cada vez Ó esófago é muito comprido Faz descer a comida A comida passa sempre por ele Gosto de estudar o aparelho digestivo O esófago é um órgão deste aparelho Ana Madalena Fonseca – 3.º A

Controlas o fluxo de sangue do nosso corpo O teu bater acelera quando estamos a correr Reages perante as situações e emoções A circulação é comandada por ti Çoração, és da forma de um morango à pequena e a grande circulação vais ajudar O primeiro sinal de vida, és tu! Rita Passos – 3.º A

Todos nós temos um corpo Rins, pulmões e coração A nossa missão é tratar bem deles Que cuidados devemos ter? Umas corridas fazer E alimentos saudáveis comer Inspirar pelo nariz e expirar pela boa Assim o nosso corpo saudável vai ficar! Maria Inês Garcia – 3.º A

Fica entre o pâncreas e o estômago Íscas se fazem com ele Gatos, cães e outros seres vivos têm este órgão As bebidas alcoólicas dão cabo dele Dele saem sucos biliares O segundo maior órgão do corpo humano Dinis Pereira – 3.º A

Estou com muita fome Sinto-me a morrer Tenho de comer Ô meu estômago não posso fazer sofrer Mastigo bem a comida, para ele me Agradecer, quero tratar dele como deve ser Gente saudável é assim Olha pelo seu estômago antes que seja o fim!

Fazem parte do sistema respiratório Oxigénio levam até aos pulmões Sempre o oxigénio a espreitar o nariz Sabem inspirar e também expirar Atchim! Já estou constipada! Saúde! Não quero micróbios aqui|

Nariz de batata, sempre vermelho Amanhã estou de cama Sempre a espirrar Amanhã vou correr num sítio sem poluição Diogo Amaral – 3.º A Inspirar o ar puro Sempre a respirar para ficar saudável! Ana Filipa Tavares – 3.º A


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Diversos...

ESTE É O MEU QUARTO!!! s alunos do 2ºA levaram muito a sério o desafio do livro de Matemática: construir uma maqueta do seu próprio quarto. Pediram ajuda aos pais e o resultado foram quartos, ou mini quartos, muito engraçados. Com recurso aos mais diversos materiais, como cartão, esferovite, papel, tampinhas, plástico ou tecidos, as crianças mostraram, deliciadas, os seus quartos à professora. Tinham caminhas, com colchões feitos de espuma e colchas e cortinados de tecido. Não faltaram as almofadas, armários com livros, candeeiros, fotografias de família, quadros na parede, secretárias e cadeiras e até pantufas no chão. O pormenor foi tanto que alguns alunos até colocaram os seus brinquedos favoritos, como caminhas das bonecas com biberões e um quarto até foi eletrificado para dar luz de verdade. Muitos parabéns! A redacção

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Guilherme Pestana, 2º A

Alice Veiga, 2º A

Filipe Metelo, 2º A

Isabela Nogueira, 2º A

Maria Inês Oliveira, 2º A


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Diversos...

É PÃO? NÃO, É UMA FOLHA DO OUTONO!!!! Madalena, Matilde C, Rafaela Joana e Marta Sanches, 2º B

o que se chama pôr a mão na massa! Os alunos das duas turmas do 2º ano, celebraram a chegada do outono com uma bonita folha feita de massa de pão (mas sem o fermento, que para crescer bastam os meninos...). Uma tigela, farinha e água, mistura, mistura, mistura, mistura e está pronta para moldar. ara moldar. mistura, mistura, mistura, e estram a chegada do outono com uma folha feita de massa. Uma tigela, farinha e água .

É

Um bocadinho a cada um e pouco depois, começou logo a ganhar forma de folha. Uma espátula ajudou a fazer os veios e os alunos finalizaram com tinta e verniz. E aproveitando o facto de já saberem fazer rimas, fizeram um verso alusivo às folhas do outono. Estão a ficar crescidos!!! E para surpreender os colegas, as crianças do 2ºB foram mostrar os belíssimos trabalhos à sala do 2ºA. Parabéns a todos! As Turmas do 2º Ano

EU PORTO-ME BEM, E TU? s alunos do 2º ano realizaram um trabalho de grupo inspirado no livro que estão a ler na sala de aula. Através da leitura e análise de dois poemas do livro “Porta-te Bem!” (recomendado pelo Plano Nacional de Leitura), do autor José Jorge Letria, as crianças passaram para o papel, aquilo que bem sabem, mas que às vezes se esquecem… Já sabemos como é... Como se devem portar à mesa, regras de convivência com os outros, não fazer barulho, não gozar com os colegas, enfim, pequenos gestos que distinguem um menino bem educado de um traquina. O livro mostra formas criativas para que as crianças não se esqueçam das regras de ouro e os alunos transpuseram isso mesmo para o papel.

O

Realizar este trabalho em grupo foi muito enriquecedor, já que desta forma as crianças consolidaram não só os princípios de convivência social, mas também o respeito pelas opiniões dos colegas.

As Turmas A e B do 2º Ano João Reis, 2º B


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Colégio dos Plátanos

Diversos...

O MEU PLÁTANO DE SONHO imaginação das crianças é uma coisa fantástica. A propósito do outono, foi pedido aos alunos do 2ºB que idealizassem o seu plátano de sonho. Ou seja, se pudessem ter uma árvore em casa, um plátano, que é a árvore do recreio do colégio, como é que esta árvore seria e o que é que ela daria. As crianças tiveram que imaginar e concretizar tudo num desenho de uma árvore (metade no verão e a outra metade no inverno) e num pequeno texto, claro. O resultado foi muito variado. Alguns meninos desejariam que a árvore desse bolas de futebol. Muito prático para as brincadeiras, já que haveria uma bola sempre pronta a ser chutada...

A

Madalena Martins, 2º B

Já as meninas pediam lacinhos para o cabelo, batons, brincos, pulseiras, os mais gulosos pediram doces e muitos pediram que a árvore desse livros. Ah! Uns, mais práticos, pediram moedas de ouro!!!! Era bom, era...

A Turma do 2º B Matilde Conchinha, 2º B

TRABALHAR PALAVRAS E IDEIAS

J

á no domínio pleno das palavras, as duas turmas do 2º ano fizeram trabalhos do “Pinto Borrachudo” e rimas com " A história da Carochinha e do João Ratão". Nas duas situações, os alunos ouviram a história contada, tendo depois que a reproduzir graficamente. Sobre o pinto que consegue engolir tudo o que vê para depois usar em seu proveito, fizeram uma banda desenhada cingindo-se a seis partes, incentivando o seu poder de síntese. No conto popular, inventaram rimas para colar numa cartolina onde fizeram também um desenho. “Varre varre Carochinha; Varre, varre João Ratão; Se varreres bem dou-te a sopa; Se varreres mal dou-te uma moeda”. As turmas do 2º A e 2º B Guilherme Dias, 2º B


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ColéEtc & Tal...

Diversos

TOLERÂNCIA ZERO ÀS CÁRIES Cuidar dos dentes nunca é demais. Os alunos do primeiro e segundo ano foram até ao auditório ver uma apresentação e um vídeo sobre a dentição e cuidados orais. A iniciativa decorreu no mês passado e teve o apoio do Instituto Dentário do Alto das Amoreiras, em Lisboa, onde a mãe de um dos alunos trabalha. Escusado será dizer que os meninos adoraram! Achavam que já sabiam tudo sobre dentes, mas afinal há sempre mais alguma coisa para aprender. Quantas vezes lavam os dentes por dia? Como os escovam? Comem muitos doces?, ia perguntando a médica que deu a palestra. As respostas eram todas corretíssimas, mas depois a Dra. Inês Argolinha quis comprovar tudinho. Como não era possível fazer o rastreio a todas as crianças, a sorte coube à turma do 2ºA. Já na sala, máscara na cara, luvas postas, instrumentos à mão (tudo à séria) e toca a abrir a boca. Uma cárie aqui, um selante ali, um de cada vez, claro, foram observados pela médica e houve bastantes meninos com a boca impecável! No final, um diploma para todos. Salvador Lourenço, 2º A Prof.ª Patrícia Timóteo

THIS IS MY HOME! Uma das coisas que os alunos do 2º ano estão a aprender na disciplina de inglês é o nome das divisões da casa. A prová-lo estão os trabalhos pedidos pela “teacher” Ana Esteves. Living-room, bathroom, bedroom, garden, kitchen, está tudo na ponta da língua. Os meninos tinham que fazer um desenho com os personagens do livro: a fada Erlina, o Frosty, que é um boneco de neve, o duende Alvin e o Woody, cada um na sua divisão. Os desenhos ficaram lindos!!! Prof.ª Cátia Rodrigues

Guilherme Dias, 2º B

Maria Gaspar, 2º A


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Colégio dos Plátanos

Diversos COMO É VIVER NO PARQUE NATURAL SINTRA-CASCAIS

V

iver no Parque Natural Sintra-Cascais é muito divertido, pois posso acordar com o canto do galo e adormecer depois de ter desejado “boa noite” à raposa e ao coelho. A quinta onde eu vivo com a minha família e com os meus animais é fantástica, pois posso passear pelo campo, ir ouvir as ondas do mar ou andar a cavalo. Todos os dias ao anoitecer, vou com o meu pai recolher os animais. As mais divertidas são a Ritinha e a Chica, as minhas cabrinhas anãs, que adoram pastar no prado verde da quinta. Esta área protegida tem uma fauna muito rica e a floresta é ainda muito primitiva, podendo por vezes observar da janela do meu quarto o voo da águia, o correr dos coelhos bravos e os saltitos das perdizes e dos perdigotos. Assim é viver no Parque Natural Sintra Cascais! Maria Adriana Fernandes, 5.º C

O DRAGÃO-DE-KOMODO

O

Dragão-de-Komodo ou crocodilo-da-terra, é uma espécie de lagarto que vive nas ilhas de

Komodo, na Indonésia e é uma espécie em extinção. A sua espécie só foi descoberta há um século atrás. Os Dragões-de-Komodo podem chegar aos 3 metros de comprimento e até aos 100kg de peso. Eles têm um corpo robusto e aparência de um dinossauro. O Dragãode-Komodo é carnívoro, alimenta-se de outros animais e até de restos de animais. A sua boca é enorme e pode até engolir a cabeça de um javali africano macho adulto. A sua mordida é fatal, porque a sua saliva é venenosa. Miguel Carmona Puga 3ºB

EXPOSIÇÃO DE ANIMAIS EXÓTICOS A exposição Animais Exóticos está patente até ao dia 5 de janeiro de 2014, no Pavilhão de Portugal, no Parque das Nações, em Lisboa. Nesta exposição podemos ver os seguintes animais: Mamíferos

Aves

Insetos

Répteis

Anfíbios

Cão da Pradaria

Bufo

Escorpião

Dragão Barbudo

Salamandra

Suricata

Papagaio Cinzento Mocho da Índia

Tarântula

Cobra

Bicho Pau

Camaleão

Rã Ponta de Flecha Sapo Touro

Doninha

É ainda possível interagir com a doninha, a cobra e o dragão barbudo.

Mariana Figueiredo e Rafaela Laranjeira, 5.º A


Agenda Cultural Aproveita as férias do Natal para visitar exposições, frequentar ateliers ou visitar o Reino do Natal em Sintra. Aqui ficam algumas sugestões. Reino de Natal em Sintra

Tal como em anos anteriores, a autarquia de Sintra organizou um calendário de eventos alusivos à quadra natalícia. Até ao dia 23 de dezembro todos poderão visitar nos jardins da Biblioteca de Sintra, Casa Mantero, a Feira Solidária, a Casa do Pai Natal e o Mercado de Natal. Todos os eventos são de entrada gratuita, tendo os visitantes apenas que levar um bem para ser doado a uma instituição de solidariedade. Esta iniciativa também engloba os concertos de Natal de grupos corais em algumas igrejas. Concertos: 15 de dezembro - Igreja paroquial de São Martinho, 16h00 22 de dezembro - Igreja Paroquial de São Miguel, 16h00 Reino de Natal: 14 a 23 de dezembro 14h00 -19h00 9 a 13 de dezembro das 9h00 – 12h30 e 13h30 – 17h30 Rua Gomes de Amorim, 12-14, Sintra Geocaching na Rinchoa Já muitos sabem o que significa esta palavra, um jogo ao ar livre, que obedece a regras, no qual os adeptos utilizam um GPS para localizar as diferentes “cache”, escondidas em vários pontos do país, seja numa serra, no meio das povoações, numa beira de estrada, enfiada numa árvore, etc. Essa “cache”, é quase sempre uma caixa, que contém objetos que os participantes lá vão deixando. A Casa Museu Leal da Câmara, na Rinchoa tem patente uma exposição muito interessante sobre o tema, de Nuno Gil. A entrada é gratuita. De terça a sexta das 10h00 às 18h00 e sábado e domingo das 12h00 às 18h00. Calçada da Rinchoa, 67, Rinchoa A Aventura da Terra - Um Planeta em Evolução A exposição relata a história e evolução da Terra ao longo dos últimos 4 600 milhões de anos. A história desenrola-se ao longo de um friso cronológico - linha do tempo geológico aproximadamente de cem metros, no qual se sucedem os eventos geológicos e biológicos que ilustram os episódios evolutivos mais marcantes da história da Terra. Como cada metro representa 50 milhões de anos, o público consegue compreender a história do planeta e a evolução da vida na sua verdadeira relação temporal. Globos terrestres representando diferentes idades do planeta, módulos interativos, fósseis e modelos tridimensionais de seres vivos do passado, complementam este friso cronológico, convidando a uma verdadeira aventura interativa sobre a evolução do nosso planeta. Museu Nacional de História Natural e da Ciência, Rua da Escola Politécnica, 58, Lisboa A Brincar construímos o Passado O artista plástico Luís Nobre conduz a visita-oficina A Brincar construímos o Passado, dirigida a crianças entre os seis e os 12 anos. Esta atividade pretende dar a conhecer, de forma participativa e divertida, a capela de S. João Baptista da Igreja de São Roque e as suas coleções de ourivesaria e têxteis, marcos da arte europeia do séc. XVIII. Após a visita guiada, as crianças exploram e desenvolvem os conhecimentos adquiridos, construindo, com materiais recicláveis, peças inspiradas na coleção da capela. No final recebem uma maleta pedagógica com materiais relacionados com os temas abordados. Museu de São Roque, Largo Trindade Coelho, Lisboa A Cozinha é um laboratório Se o cheirinho do chocolate é o suficiente para te deixar tentado, visita a “A Cozinha é um Laboratório” do Pavilhão do Conhecimento. Descobre a origem do chocolate, brinca com a física para descobrir o seu ponto de fusão, confia na química para perceber se nos poderá viciar e usa a biologia para explorar todo o seu sabor. Serão os chocolates todos iguais por dentro? Até 28 de dezembro, às 15h30 e 17h15 Parque das Nações, Alameda dos Oceanos, Lisboa

FICHA TÉCNICA Direção: Infantil - Educadora Mª João Cascais 1º Ciclo - Prof.ª Patrícia Timóteo 2º Ciclo - Prof.ª Sara Alves e Prof. ª Diana Damião 3º Ciclo - Prof.ª Judite Centeno e Prof. ª Gracinda Alves Redação: Rita Zenida, 4º A

Mª Beatriz Saraiva, 6º C

Constança Costa, 4º A

Bárbara Ferreira, 7º A

Sara Botelho, 4º B

Catarina Guita, 7º A

Julieta Lamas, 4º B

Afonso Ferreira, 7º B

Catarina Sousa, 5º A

Matilde Amaral, 7º B

Marta Pedro, 5º A

Beatriz Fernandes, 8º A

Mariana Viais, 5º B

Henrique Zhao, 8º A

Francisca Fatia, 5º B

Marta Rebelo, 8º B

Diogo Centeno, 5º C

José Almeida, 9º A

Mariana Marcelino, 5º C

Inês Cardoso, 9º A

Susana Rodrigues, 6º A

Bernardo Mateus, 9º A

Tomás Figueiredo, 6º A

Mª Beatriz Macedo, 9º B

Diogo Gonçalves, 6º A

Alunos / Professores

Bárbara Lopes, 6º B Diogo Raimundo, 6º B Joana Almeida, 6º C

Paginação: Prof.ª Altina Sousa Revisão: Ana Catarina Guerreiro Ilustração: Alunos do Colégio Edição: Colégio dos Plátanos Tiragem: 200 exemplares Bernardo Mateus, 9º B Propriedade: Colégio dos Plátanos Avenida dos Plátanos, nºs 2, 4, 6 Rinchoa 2635-544 Rio de Mouro Telefone: 219178200 Fax: 219171820 www.colegiodosplatanos.com

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ETC&TAL - 1ªedição 2013/2014  

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