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Ano letivo 2014/2015 - 1 Plátano

junho 2015

PLÁTANOS QUALIFICADO PARA PROJETO SOLIDÁRIO Azul a cor dos Sonhos

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Ou trip to London

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Visitas de Estudo

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Reza a lenda que...

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Ficou-me na memória...

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Frente a tempestade

frente

com

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Querido diário

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Receitas para uma vida Feliz

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Pequenos Poetas

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Abecedário sem juízo

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3º A sempre a rimar

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O Zé troca-tintas

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Matemática artística

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Apresento-vos a minha turma

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Ser finalist é...

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Aventura do princípio ao fim

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O Avô vem à escola

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As proezas do 3º B

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Dia da Mãe

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Cantinho da Infantil

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os Plátanos, faz-se muito mais do que apenas estudar. Arregaça-se as mangas por causas solidárias para ajudar quem precisa. Dar comida a quem tem fome, agasalhos a quem tem frio, um teto a quem ficou sem casa ou um sorriso a uma criança doente. As várias iniciativas em que os alunos se envolveram, algumas já desde o ano passado, valeram-nos o reconhecimento da Fundação EDP, através do seu projeto Energia Com Vida – Escolas Solidárias. Mais de 300 escolas responderam ao desafio, mas só 84 foram qualificadas. Palmas para todos! Pág. 2

Sarau de Música encanta Pais

A grande novidade este As minhas férias de verão 34 ano foi a atuação da Orquestra, uma nova atividade no Colégio dos Plátanos. Ouviu-se violino, Nesta edição incluímos flauta, guitarra e publicidade. O contributo violoncelo. No Coro desta reverterá para a Viagem homenageou-se o Santo de Finalistas dos alunos do 9º António com uma ópera ano, a realizar na interrupção ligeira muito divertida. letiva da Páscoa de 2016. Agradecemos a todos os Pág. 3 que aderiram a esta iniciativa.

Um Eco dia em Sintra

Passarinhos e Zacarias

Pais e alunos participaram em mais uma edição do Eco dia dos Plátanos, na serra de Sintra e praia do Guincho. Como sempre, o ambiente foi muito animado. Promoveram-se as caminhadas na natureza e a separação dos resíduos.

O Dia da Criança foi em grande no Colégio dos Plátanos. Os alunos do 1º ciclo pintaram um passarinho d´água e chilrearam toda a tarde. Os pequeninos foram à Quinta do Zacarias, em Coruche. Viram animais, fizeram muitas atividades e até pão. Que maravilha!!!

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Destaque ENERGIA SOLIDÁRIA

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Colégio dos Plátanos foi qualificado para o projeto Energia Com Vida – Escolas Solidárias. Esta causa envolveu TODOS os alunos, que provaram que estão muito empenhados em apoiar a comunidade. O projeto, que vai na 5ª edição, já existe desde 2010. Promovido pela Fundação EDP, pretende sensibilizar os alunos a desenvolver projetos de solidariedade na sua área de residência. Na prática, os alunos fazem um levantamento das carências existentes na comunidade, vêm como e onde podem agir, arregaçam as mangas e fazem a diferença. Seja na recolha, armazenamento de roupa para famílias carenciadas, entrega de cabazes a quem mais precisa, intervenção junto de idosos ou pessoas com deficiência. No caso, toda a comunidade escolar se envolveu em projetos vários, conhecidos de todos e que determinaram a qualificação. Foi o caso das Tampinhas para a Miriam, a campanha papel por alimentos, recolha e troca de brinquedos e roupa, recolha de manuais escolares, venda das agendas da Casa da Criança, recolha de bens alimentares e de higiene para a Casa do Infantado, o recital de Natal para os idosos da freguesia, recolha de alimentos e

roupa para a Junta de Freguesia de Rio de Mouro, o projeto Dar as mãos à Ilha do Fogo, refeições a famílias carenciadas, numa parceria com a Câmara Municipal de Sintra e por último o Make a Wish. Desde o início do ano, mais de 300 escolas responderam ao desafio, mas só 84 conseguiram qualificar os seus projetos. O Colégio dos Plátanos foi uma dessas escolas, tendo sido convidado a fazer-se representar no evento final a nível nacional, que decorreu no dia 3 de junho, no Museu da Eletricidade, em Lisboa. Em representação do colégio estiveram presentes, neste evento, as professoras Paula Santos e Altina Sousa. Estiveram expostos os projetos qualificados, entregaram-se os troféus, certificados e estandarte Energia Com Vida. Esta qualificação é motivo de um grande orgulho para toda a comunidade escolar, porque representa a consciencialização dos alunos para a ajuda ao próximo de uma forma muito real, ou seja, há um enfoque na educação para a cidadania que sai do papel e vai para o terreno. Onde é precisa. Parabéns! A Redação


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Destaque SARAU DE MÚSICA ENCANTA PAIS O padroeiro de Lisboa foi o protagonista no Sarau Musical do Colégio. E pela primeira vez atuaram os alunos que pertencem à Orquestra. Foi um sucesso e os pais adoraram. Este ano, o Sarau Musical dos alunos contou com a atuação do coro, mas também dos alunos da Orquestra, uma atividade que se estreou este ano no colégio. Duas alunas tocaram guitarra pela primeira vez, acompanhadas do professor Gualter. Ouviu-se também um 1º e 2º violino, dois contrabaixos, uma flauta de bisel e outra transversal, um clarinete, um trompete e um trombone. Os meninos do coro interpretaram a Ópera Ligeira “Em Busca de Santo António”. Não alusivas às marchas populares, mas antes à vida do padroeiro de Lisboa. Factos que até os adultos desconheciam contados em

rimas divertidas. “Era rico com certeza, mas sentiu o chamamento! Despojou-se da riqueza e partiu para o convento”. Anos mais tarde “O Santo António, se fez ao mar e foi pra terras de Alá e de além–mar; O Santo António foi pra Marrocos, palavra de honra, de lulas e chocos”, cantavam os meninos, vestindo a pele de sardinhas, jaquinzinhos, sargos ou bacalhaus, ao mesmo tempo que apresentavam a animada coreografia. Não chegou a Marrocos, a tempestade levou-o para Itália, onde morreu. Mas os meninos não têm dúvidas: "Mas qual Pádua, qual Itália? Essa placa não está boa! Já dizia a grande Amália: Santo António é de Lisboa!” Foi um espetáculo maravilhoso. As crianças estão de parabéns! A Redação


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Destaque UM ECO DIA ENVOLTO EM MISTÉRIO!!!

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oi uma serra de Sintra envolta em bruma que acolheu os participantes de mais uma Eco dia do Colégio dos Plátanos, que aconteceu no dia 30 de maio. Parecia o cenário de um filme, daqueles cheios de mistério, mas apesar do frio, nada demoveu pais e alunos que aguentaram estoicamente, e sempre com muito boa disposição, o passeio por entre as malhas da serra. Quase ninguém vinha vestido como o tempo exigia e por isso aproveitaram-se todas as peças de roupa esquecidas nos carros ao longo da semana e as toalhas de praia foram de grande utilidade. Decididamente, a moda não foi uma preocupação... O grupo avançava bem-disposto, como é hábito, e por isso, o contratempo meteorológico não afetou o moral de ninguém. De vez em quando o sol rompia as nuvens e o frio dava uma trégua. De súbito, uma vista esplendorosa sobre a costa, desde o Guincho até Cascais. Pausa para foto de grupo e lá vamos nós! A caminhada prosseguiu e foi abrindo o apetite. Passam ciclistas, os

miúdos brincam e chegamos por fim ao local de piquenique. Uma animação. Estenderam-se mantas, toalhas, abriram-se as cestas. Hmm que cheirinho a pataniscas!!! Sandes de ovo para um lado, salgados para outro, abre-se mais um pacote de batatas fritas que hoje o dia é especial. Os miúdos depressa comeram para jogar à bola, para logo depois darem início à primeira ação ambiental do dia. Munidos de sacos de plástico, recolheram o lixo de todos, para depois o depositarem no local correto. Já todos tinham os seus saquinhos guardados, claro, que os pais dos alunos de uma eco-escola, não deixam o lixo para trás… Rumou-se depois até à praia do Guincho, a dois passos dali. Magnífica como sempre e ventosa, como sempre também. Foi lá que decorreu uma pequena campanha de limpeza e que encerrou as atividades de mais um eco dia. Parabéns aos participantes!!! A Redação


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Destaque

FELIZ DIA DA CRIANÇA

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entusiasmo dos miúdos começou logo de manhã pois adivinhava-se um dia bem especial. Aulas foram poucas e todos os alunos do 1º ciclo pintaram o seu passarinho d´água que levaram depois para casa. Escusado será dizer que adoraram esta atividade. Por ser diferente e também porque faz parte da cultura portuguesa. Recorde-se que os passarinhos d´água são um produto 100 por cento português. É um instrumento musical centenário, em forma de passarinho, feito de barro, seco ao sol e cozido em forno de lenha. Depois de pronto, é introduzida a água por um dos orifícios e emite diversos sons através do sopro. À tarde, no pátio, só se ouvia chilrear. Tanto, que deve até ter afugentado os próprios pássaros. Depois do almoço, foi sessão de cinema para todos. Já na Educação Pré-Escolar, há semanas que os pequeninos não se calavam com o Zacarias! Neste dia, tão especial, levantaram-se bem cedo (não custou nada!!!) para rumar até à Quinta do Zacarias, o espantalho mais fixe do planeta e que mora em Coruche. Naquela quinta pedagógica, os miúdos foram recebidos pelo próprio e recebem um lenço amarelo para colocar ao pescoço, tal como tem o simpático anfitrião. Depois, acompanhados por monitores, vêm animais, fazem festinhas e dão-lhes de comer. Vão à horta, participam em atividades relacionadas com a vida no campo e não só. Há tempo para jogos, muita diversão, ouvir histórias, cantar canções e até fazer pão. Sim, os meninos trouxeram para casa um pão delicioso que ajudaram a fazer. Sem dúvida o melhor passeio do ano. A Redação Diana, Oriana e Margarida , Inf. 1


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Destaque

AZUL, A COR DOS SONHOS

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ia 29 de abril foi o grande Dia Azul. Alunos, professores, funcionários e até alguns pais, se vestiram de azul, para, juntamente com 38 escolas no País, celebrar o Dia Internacional da Make-A-Wish, uma organização não governamental que ajuda a realizar desejos a crianças e jovens com doenças graves. Juntos, os alunos construíram a pirâmide dos desejos com estrelas que continham os desejos de cada um. Cientes do simbolismo da missão, os mais crescidos desejavam saúde. Para eles e para quem não a tem. Já os mais pequenitos da Infantil desejavam unicórnios, tartarugas ninja, ser o melhor guarda-redes do mundo ou simplesmente parar de tossir... Para além desta atividade, todos contribuíram com donativos para a instituição. A adesão foi espetacular! A Make-A-Wish agradeceu ao colégio pela ajuda. Por cá, ficámos com a certeza de que a nossa energia levou um pouco mais de força e esperança a quem mais precisa! Prof.ª Patrícia Timóteo e Prof.ª Raquel Elói


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Destaques

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OUR TRIP TO LONDON

e were all looking forward to going on our trip to London and that day had finally arrived.

On the 18th of March we all met at school and soon we were on our way to the airport. Our parents stayed behind, some had a worried look on their faces. The group was made up of 45 students and 4 teachers. We the 14h30 flight with TAP and after 2 long hours we landed at Heathrow Airport. We had a coach waiting for us at the airport which took us directly to “The Cumberland Hotel” in Oxford Street. The hotel was amazing and… it had an excellent breakfast buffet. After we checked-in we went up to our rooms, left our luggage there and went out for a lovely dinner. What was special about it? We were having dinner with our friends in London. During our trip we visited London’s most famous attractions such as the Tower of London, The British Museum, Madame Tussaud’s, Camden Market in Portobello Road, the Natural History Museum, the Science Museum, Trafalgar Square, Piccadilly Circus, Convent Garden, among others. The evenings were always the best part of the day because we were allowed to be in each other’s rooms until a certain time. The limit of people allowed per room was 4 because of the noise but we didn’t always

respect this limit… When the last day came we didn’t want to leave. The time had passed by so quickly that we couldn’t believe it was over. We wanted more. To conclude, the best way to define our trip is to simply say: “WE LOVED IT!”

Ana Rita Andrade -9ºA Beatriz Bizarro – 9ºA José Maria Cotrim – 9ºB


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Visitas de Estudo

O BURRO ALFREDO E A BURRA JULIETA

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tempo ajudou e os miúdos do 2º ano estavam cheios de entusiasmo. Na visita à Quinta Pedagógica Burros do Magoito, que decorreu no âmbito da disciplina de Estudo do Meio, os alunos puderam observar, conviver e conhecer algumas características de diferentes animais, pois naquele espaço há cabras, coelhos, ovelhas, porcos e cães. Mas ali o burro é o rei. Há muitos e todos têm nome. Os meninos ficaram a saber que os burros como o Alfredo e a Julieta pertencem a uma das espécies em maior perigo de extinção, não só em Portugal, mas no mundo. No decorrer da visita, os alunos tiveram ainda oportunidade de alimentar alguns dos animais, escovar outros e fazer festinhas em quase todos. Que maravilha!! Foi um dia repleto de alegria e boa disposição. As Turmas do 2º Ano

FIZEMOS PÃO NA QUINTINHA! que foi a visita à Quintinha Q uede gira Monserrate, em Sintra, que as duas turmas do 1º ano fizeram. Era aquela quinta, que há muitos anos atrás abastecia o Parque e o Palácio de Monserrate com os legumes e animais. Ainda hoje conserva uma horta muito verdejante que os meninos adoraram. Houve ainda tempo de visitar e interagir com os animais como os coelhos, ovelhas, vaca, burros, cabras ou galinhas. E depois das mãos muito bem lavadinhas, todos fizeram um pão com chouriço ma-ra-vi -lho-so!!! As Turmas do 1º Ano

LIVREIROS POR UM DIA!

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s meninos do 1º ano foram um dia destes à Livraria Bertrand, do Fórum Sintra, ver como é o trabalho de um livreiro. O pai de um dos alunos trabalha lá e explicou-lhes tudo muito bem. Como se arrumam os livros, por exemplo. Vê-se a primeira letra do nome do autor, depois a segunda e a terceira e fica tudo por ordem nas prateleiras. Assim nada fica perdido. Aprenderam também que um livro tem a capa, contracapa, lombada e um cheirinho maravilhoso.

As Turmas do 1º Ano


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Visitas de Estudo

PARA O INFINITO E MAIS ALÉM

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s alunos do 3º ano embarcaram numa aventura espacial. Bem sentados nos cadeirões do Planetário de Lisboa Calouste Gulbenkian visitaram constelações, estrelas e outros planetas. Agora que já deram a matéria do sistema solar e dos pontos cardeais, a visita ao Planetário veio mesmo a calhar. A luz apagou-se e o céu encheu-se de estrelas. Que lindo! Os alunos ouviram a explicação sobre do que são feitas e porque irradiam luz. Percorreram os planetas do nosso sistema solar, um por um, relembraram os movimentos da Terra e ficaram a saber um bocadinho mais sobre a Lua, o nosso satélite natural. As Turmas do 3º Ano

ÍRIS NA QUINTA DO PISÃO

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Íris Vieira, do 3ºB, é uma aventureira, e juntamente com os pais, em momentos de família, gosta muito de descobrir paisagens e realizar atividades lúdico-pedagógicas que muito ensinam ao resto da turma. Uma das suas últimas visitas foi à Quinta do Pisão, em Cascais. Como partilha desse conhecimento, a Íris trouxe para os colegas uma amostra de lã de ovelha que ajudou a tosquiar. Referiu ainda que este é um espaço que promove o contacto com a natureza e no qual podemos dinamizar atividades com diferentes animais. Bons passeios e obrigada Íris e família! A Turma do 3ºB


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Reza a lenda que... A propósito do estudo da literatura tradicional de expressão oral, os alunos do 7ºA criaram lendas que explicam a origem de nomes de terras suas conhecidas.

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A lenda da serra de Sintra

ra uma vez uma linda camponesa, a mais bela do reino, cujo nome era Sintra. Ela era muito pobre e trabalhava duramente para sustentar a casa pois, com o pai doente e a mãe a cuidar dele, ela era a única que podia ir trabalhar. Ela tinha um sonho: casar-se com um príncipe e sair da miséria. Apareceu um cavaleiro nesse reino que iria casar-se, mas ele não estava contente pois não iria casar-se com a pessoa que queria, mas sim com a filha do rei que era feia e egoísta. O cavaleiro, sem escolha, foi diretamente para o castelo e, durante a viagem, viu Sintra e ficou deslumbrado e ela também se apaixonou por ele. O cavaleiro iria ficar no castelo até se casar com a filha do rei porque este não queria que o cavaleiro conhecesse outra rapariga pois, quando casasse, ficava ligado à mulher para sempre. Mas à noite, sem ninguém saber, o cavaleiro descia pela janela, montava no seu cavalo e ia ter com Sintra. Eles namoravam secretamente, sem os pais de Sintra, o rei, e sua filha saberem. Certo dia, um dos guardas do rei disse-lhe que o cavaleiro e Sintra namoravam. O rei mal soube da notícia mandou matá-la. Sintra tentou fugir, mas foi em vão. O cavaleiro ficou muito triste ao saber que Sintra morrera por causa do rei e mandou enterrá-la numa grande serra onde havia nuvens negras. Quando foi enterrada apareceu o sol e este significa a esperança do cavaleiro conhecer outra rapariga bela. Ricardo Toscanelli 7ºA

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A lenda de Rio de Mouro

um local não muito longe daqui, na freguesia de Rio de Mouro... Era uma bela tarde na pequena vila árabe onde as pessoas viviam felizes, onde praticavam a sua religião sem qualquer medo, quando do alto do castelo foram avistados cruzados cristãos com a missão de recuperar as terras há muito perdidas. Como era tradição naquele tempo, os soldados árabes tinham que se banhar nas águas do rio antes de partirem para a batalha e, algum tempo depois, já à espera dos seus maridos e irmãos, em vez de os avistarem em cima dos seus imponentes cavalos, eis que empurrados pelas águas do rio, os corpos jaziam desfalecidos da mortífera batalha. Ao mesmo tempo, a população foi surpreendida pelos cruzados que queimavam tudo por onde passavam, fazendo escravos todos os que encontravam. Apenas uma mulher, tendose escondido e encontrado seu marido nas águas frias do rio, chorou e, ao derramar a sétima lágrima, num ímpeto, empurrou de novo o corpo de seu marido para o caudal das águas, sendo de imediato apanhada pelos cruzados. Há quem diga que a figura do soldado árabe ainda hoje permanece nestas terras, agora sem o rio que sempre enfeitiçou estas paragens.

Tomás Ferreira, 7º A

A nascente da Serra da Estrela

a serra da Estrela, muita gente fala da nascente maravilhosa que sustenta muitas pessoas que vivem ao pé e longe dali. Reza a lenda que, num lindo palácio na serra da Estrela, vivia um rei e sua família; era um grande palácio com grandes torres e ele tinha uma bela vida: caçar lebres e veados era o seu passatempo preferido, matava tantos animais que quase dava para construir um castelo com os ossos e as peles. Um dia, depois de acabar a sua caçada, a deusa da natureza apareceu e ameaçou-o dizendo-lhe que, se dali a 15 dias continuasse a caçar, algo aconteceria. Mas o rei não ligou àquilo, pensava que não lhe podia acontecer nada pois ele era rei. E então continuou e continuou até ao 15º dia. A deusa apareceu e disse-lhe que bem o tinha avisado e que agora ia pagar pelo que fizera. A deusa atirou uma quantidade gigantesca de água para o palácio, destruindo-o, e o rei ficou despedaçado. A água, escorrendo até à base da montanha, formou um rio e o local onde era o palácio é agora a nascente do rio. Bernardo Lourenço, 7ºA


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Reza a lenda que...

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A lenda do rio Tejo

iz a lenda que em Lisboa, cidade maravilhosa, há muito tempo nem uma gota de água havia. Neste tempo árido não se conseguia viver até ao certo dia em que um belo cavaleiro árabe passou pelas terras ibéricas para fazer vigia. Era alto, forte com cabelos corde-mel, era muito jovem, moreno e montava o seu cavalo negro, seu amigo fiel.

Parou para repousar e viu uma rapariga a passar. Fez o jovem árabe cegar de amor e fazer tudo o que fosse possível, por essa rapariga. Era uma rapariga jovem, branca como as nuvens, com cabelos loiros que iluminavam o resto do corpo. Deslumbrou-se pelo rapaz e foi amor à primeira vista. A rapariga não hesitou e falou: - Como te chamas e o que fazes aqui? O jovem não ouviu a pergunta e ficou confuso, aproximou-se quatro metros e responde à pergunta finalmente ouvida: -Estou de vigia. Amanhã o meu pai vem buscar-me. A rapariga percebeu a frase, mas continuou sem saber o seu nome. Chegou a noite e a rapariga foi para casa sem desistir do rapaz. Dormiu uma noite cerrada e acordou tão rápido que parecia ser atraída pelo rapaz. Chegou ao acampamento do jovem e diz-lhe outra vez: -Como te chamas? O rapaz, já com todos à sua espera, responde-lhe:

conseguiu. Chorou de tristeza e nunca mais foi a mesma. Não ficou com o seu amado e nem sequer soube o seu nome. Imaginou mil e uma palavras para conjugarem a sílaba misteriosa “Te”. As suas lágrimas puras de amor fizeram um Sol radiante aparecer. Com tanta água de amor conseguiu criar o rio mais belo da Península Ibérica, com clareiras e todo o tipo de vegetação à sua volta. A rapariga não conseguiu descobrir o nome do seu pretendente, mas escreveu à frente da nascente do rio: - “Rio ”Te”, o rio sem nome completo". Dias depois, a rapariga vê que o nome escrito na nascente tinha sido mudado para: - “Rio Tejo, o rio do amor feito pela minha amada” ; Assinado: Tejo E assim se formou o rio Tejo, rio abundante criado pelas lágrimas de uma rapariga apaixonada.

-Eu chamo -me Te… E de repente o seu pai chama-o e este vai-se embora. A rapariga tentou encontrá-lo, mas não

O R G AN I I Cosmética Biológica

Tomás Figueiredo, 7ºA


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Ficou-me na memória... Os alunos do 8º ano estão a estudar o texto memorialístico. Puseram os conhecimentos em prática e recordaram alguns momentos passados.

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meu pai, navegador dos setes mares, passa a maior parte da sua vida longe de casa. Anda com o seu uniforme branco, como cal, calças e sapatos negros, e com medalhas douradas cintilantes. Houve um ano em que ele ficou fora por cinco meses seguidos, só falávamos por telefone, mas mesmo assim era complicado. Lembro-me perfeitamente do dia da sua chegada. Olhava o rio parado, quando pouco a pouco foi surgindo uma mancha cinzenta no horizonte. Naquele momento parecia que o tempo tinha parado, o navio continuava imponente com as suas armas brilhantes. Comecei a ficar impaciente, parecia que o navio tinha parado. Finalmente o navio atracou no porto e o meu pai em terra. Ele chegou-se perto de mim e abracei-o com aquela vontade de nunca mais o largar. Ana Fonseca, 8ºC

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eu tio, de nome Vasco, nascido na altura em que o nosso país era uma imensidão de terras de cultivo e de pastoreio, foi um grande homem. Nascido numa simples quinta, que lhe punha a comida na mesa, tornou-se num génio e sobretudo salvador de muitas pessoas de uma pacata vila alentejana. Preocupado com o seu futuro, Vasco esforçou-se bastante ao longo dos seus anos de estudante para que, mais tarde, tivesse uma vida pela qual sempre sonhara. Os seus pais queriam que ele ficasse com a quinta e que continuasse aquela vida de vassalo de que eles gostavam tanto. Todavia, o sonho de Vasco era ser médico. Apesar de saber que naquela altura esse feito era muito improvável, ultrapassou todos os obstáculos e licenciou-se em Medicina. Perante o seu grande aproveitamento escolar na universidade, foi convidado para trabalhar no Centro Hospitalar de Lisboa. Porém, para cumprir o seu sonho de infância, não hesitou e foi para a sua vila natal em pleno território alentejano. Lá casou com uma bela e simpática mulher chamada Sophia, com quem criou um filho chamado Martim que viria a seguir as pegadas do pai. Apenas conheci o meu tio Vasco cinco anos antes da sua partida, mas sempre foi um homem notável e

sábio, embora um pouco constrangedor. Por vezes, sentava-se num banco de jardim a apreciar as sociedades de formigas ou simplesmente a observar aves nos seus voos fulminantes. Nuno Miguel Rebolo, 8ºC

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o dia 2 dia Março de 2007, o meu avô faleceu. Foi o dia mais triste da minha vida, até hoje. Eu tinha apenas cinco anos, por isso quando a minha mãe me contou o que tinha acontecido não tive reação pois não tinha percebido. O meu avô era um muito bom exemplo de pessoa e isso é um grande motivo de orgulho. Mais tarde, vim a saber que ele tinha pertencido à Mocidade Portuguesa. Descobri tal coisa quando estava a fazer um trabalho de História e o vi numa fotografia da Mocidade Portuguesa. Também descobri que Lisboa, para ele, era uma cidade muito importante e ele sabia tudo sobre ela. Eu dizia que ele era o meu “tambor” porque ele tinha uma barriga grande e eu fingia que ela era um tambor. Tivemos muitos momentos engraçados, como por exemplo quando ele foi à casa de banho e eu lhe bebi o café, mas disse que tinha sido a minha avó... Sinto muito a sua falta, mas recordo sempre os bons momentos que tive com ele e cada dia descubro um pouco mais sobre como ele era antes de eu nascer. Marta Brígido, 8ºC


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Frente a frente com a “Tempestade” O que têm “Os Lusíadas” e um filme de Hollywood em comum? Muito mais do que se imagina. Os alunos do 9ºA assistiram a um excerto do filme "Master and Commander", para os motivar à leitura do capítulo da “Tempestade”, da obra de Camões. Na pele do capitão da nau, descreveram momentos de muita turbulência. As nuvens negras adensavam-se, o barulho ensurdecedor dos ventos fortes e agitados era acompanhado pelo horrendo som das ondas furiosas a rebentarem contra o barco. A água doce da chuva torrencial caía sobre o enorme mar salgado e ambos tentavam afundar a embarcação carregados de revolta. A tempestade manifestava-se com cada vez mais força e fazia despertar o pânico e o terror dentro de cada um dos membros da tripulação. Embarcámos nesta viajem há cerca de dois meses com a missão de dar continuidade à expansão do Império Britânico. Eu, capitão do navio Rockfeller, fui nomeado pela Rainha para liderar uma tripulação de quase cem homens. O nosso destino é África do Sul! Para lá chegarmos, temos que navegar pelo enorme e imprevisível Atlântico. Mal o céu começou a escurecer, e o odor a maresia entrou de forma repentina pelo convés, soube logo que vinha tempestade. Agora esta encontra-se no seu auge e está a ser difícil amainar as velas da mezena. O vento e as ondas fortes quase fazem virar o barco e Will, um dos marinheiros, continua lá em cima a tentar recolher a vela. De repente, o mastro começou a ceder, os nossos rostos encheram-se de pânico ao ouvir os gritos de socorro de Will pois nada podíamos fazer. Foi então que os nossos olhos presenciaram a queda do imponente mastro, como que em câmara lenta. O marinheiro estava agora no mar agitado com ondas de 20 metros de altura. Gritei para que ele nadasse e tentasse regressar ao barco, mas sabia que era fisicamente impossível. A embarcação oscilava cada vez mais, as ondas levavam-nos para cima e depois largavam-nos brutalmente em queda livre. Ordenei que deitassem barris e tudo o que flutuasse bordo a fora na esperança de poder ajudar o marinheiro. O velho John alertou-me que a mezena estava a funcionar como uma âncora, e assim o barco iria afundar. Mas cortar a ligação do mastro ao navio significava condenar Will à morte. Tinha de tomar uma decisão, claro que na teoria todos sabemos qual é a

atitude mais sensata, mas ver o homem a lutar pela vida e abandoná-lo é simplesmente uma sensação horrenda. John foi buscar os machados. Peguei num, estava frio, áspero, como a decisão que acabara de tomar. Começámos a cortar os cabos e Will continuava a gritar por ajuda. Senti-me enojado, senti repulsa de mim próprio, mas não o demonstrei. Aliás desde o início da tempestade, ainda não deixara transparecer qualquer tipo de sentimento. Por muito que me custasse, eu era o capitão e o capitão deve manter a calma. Terminámos de cortar os cabos. O mastro separouse da embarcação juntamente com o marinheiro. O barco endireitou-se, estávamos a salvo. Olhei para o mar, não havia sinal de Will. Ana Brígido, 9º A Já a meio da tempestade, reparo na crescente violência dos ventos. Apercebo-me que é necessário amainar as velas e transmito isso a Will, o marinheiro responsável pela mezena. De repente, ouve-se um estrondo e berros vindos de todo o navio. Ao virar-me, consigo ainda a observar a mezena a cair e, com esta, Will. Por toda a nau, marinheiros gritam “Homem ao mar!”. Um marinheiro apercebe-se que a solução para a salvação do pobre homem será este nadar até à mezena caída e, assim, subir até ao convés. Mas é nesta altura que John, um marinheiro mais experiente, vem ter comigo, no meio de todo o pânico, explicando que a mezena e todo seu peso, acrescentado à força dos ventos e ondas, está a afundar a nau. Paro um momento para pensar. Sinto apenas as gostas salgadas, quase como pedras, a embaterem contra o meu corpo. Vejo as ondas cada vez mais violentas a inundarem todo o navio. Reparo ainda no cheiro a tempestade... Sei que esta será uma decisão que me perseguirá para sempre. Chamando um jovem e forte marinheiro, Steve, John e eu pegámos nos machados com a intensão de cortar os cabos que prendem a mezena ao navio. A decisão de salvar a nau e todos os seus passageiros em vez de Will será para sempre injusta e cruel, contudo sei que era o mais acertado a fazer, pois, após soltar o soçobro, testemunho uma rápida recuperação do equilíbrio por parte da nau, ultrapassando assim esta tempestade. Rita Andrade, 9º A


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Frente a frente com a “Tempestade”

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ra uma tempestade fácil de se prever, tendo em conta que nós nos encontrávamos em alto mar. Uma tempestade daquelas que originam naufrágios, que acabam com a vida. E não deixam rastos. As ondas eram de tal forma gigantes que tanto nos elevavam ao azimute, onde conseguíamos ver todo o mar, acima da linha do horizonte, como tanto nos rebaixavam para o fundo profundo do oceano. Eram tão violentas que quase se sentia a vontade própria de nos engolir. O movimento de iô-iô era tão intenso que nos fazia enjoar, com um paladar azedo na boca. A humidade salgada inundava a atmosfera. Havia uma certa dificuldade respiratória, e o excessivo cheiro a maresia. Os gritos no porão, lamentos, choros, suspiros. Os gritos no convés. Não pronunciei uma palavra. A aflição geral era palpável. As madeiras ásperas, o mar penetrante. A nau rebentava. A mezena não resistiu e foi levada com o vento, assim como a vela e Will. O peso deste puxava todo o navio, agora inclinado. Mandei-o nadar. No porão, a tripulação encontravase assustada e preocupada. Não sabiam o que se passava. Para equilibrar a situação e salvá-lo, ordenei que se deitasse fora o desnecessário. Foi insuficiente. Era inevitável a morte do marinheiro. Ou a morte de todos. Tomei então a decisão e deixei o homem, cortando as cordas que o ligavam à mezena e à nau. Salvei a tripulação de um terrível fim. Beatriz Fernandes, 9º A á em alto mar uma tempestade abordou-nos, abalando fortemente a frota. Os relâmpagos iluminavam os céus e os trovões ouviam-se por cima de nós, o barco balançava fortemente fazendo-nos quase cair ao mar. O sal alojava-se na boca e nas narinas permanecendo esse sabor salgado na língua. O som das ondas batendo na madeira do convés era assustador, as cordas que agarrava feriam-me as mãos frias. Enquanto nos debatíamos com a tempestade, a mezena parte-se e cai ao mar arrastando consigo um dos meus homens. Os marinheiros gritavam a Will que nadasse para que se salvasse mas era um esforço em vão. A mezena estava agora a funcionar como âncora e estava a afundar-nos, precisava de tomar uma decisão rápida. Olhei francamente para um dos meus marinheiros mais experientes e este rapidamente me percebeu, trouxe-me um machado e juntos, cortámos as cordas que mantinham a embarcação presa ao mastro caído. As pessoas assustadas faziam o que

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podiam para sobreviverem e eu sabia que esta minha ação poderia salvar todas aquelas vidas. Rapidamente cortei a última corda e o barco soltou-se e do fundo do oceano arrastando-se agora mais calmamente pelas ondas violentas, deixando uma marinheiro para trás, cujos gritos de desespero se tornavam mais distantes. Fora sem dúvida uma das mais difíceis decisões que alguma vez tomara mas, os gritos e choros de alegria e alívio da tripulação que se encontrava no porão quando o barco arrancara disseram-me que tivera tomado a decisão certa. Afinal seriam todos eles ou aquele marinheiro. Beatriz Bizarro, 9º A o meio daquela húmida, fria e tempestade de aroma salgado, nem eu nem os meus homens distinguia o céu cinzento, outrora azul claro, do gigante lençol de água cristalino que agora violento, escuro e turbulento se recusava a ser navegado. Distinguia por entre os sons das chuvas os gritos desesperados da tripulação, enquanto se via a ser lançada contra o mar. A espuma deixada no convés era a mesma que havíamos visto nas praias douradas do nosso país, antes da partida para a Índia, onde muitos dos passageiros, agora resguardados no porão, haviam esperado por uma nova vida. Contemplámos dias luminosos, de ventos quentes favoráveis, e à noite um céu escuro estrelado. «Capitão» chamavam-me os meus marinheiros «Se continuarmos assim, chegamos lá brevemente», «Capitão» chamavam-me os passageiros «Obrigada por esta oportunidade». -Homem ao mar! Olhei para as águas e distingui um dos meus homens. Tinha apenas 18 anos e nadava freneticamente em direção ao navio, tentando salvarse. -Capitão, a mezena caiu e está a funcionar como soçobro! A tripulação encorajava-o «Vamos, tu consegues», «Nada, Will, nada». Infelizmente o tempo esgotava-se e para minha tristeza, tive de cortar as cordas que seguravam o “soçobro”, ou então todos estaríamos condenados. O barco voltara a movimentar-se sobre o manto salgado… Vi nos meus homens agonia ao verem Will a ficar distante, quando por fim uma onda o engoliu. Ouvia-se a agitação vinda do porão, mas o convés estava imerso em infelicidade. Ana Rita Pires da Costa, 9º A

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Querido diário Espalhados pelo pátio do colégio em pleno tempo de aulas, os alunos do 7ºA tiveram, um dia destes, uma aula diferente. O objetivo era fazer um texto descritivo sobre o que os rodeava, recordando a estrutura de um diário. 17/04/2015

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oje é sexta-feira, último dia da minha rotina diária escolar. As aulas da manhã foram mais descontraídas e hoje a aula de Português deve ter sido a mais divertida. Fomos para a rua treinar um pouco a descrição. O ar quente fazia muito calor nas costas e deixavame um pouco sonolenta, mas o vento despertava-me e voltava ao trabalho. Estava deitada no chão e a textura fazia doer os cotovelos e ficar com as marcas dos pequenos losangos nas mãos, pois o chão era áspero e irregular. As cores eram alegres, sobressai o verde e o branco que faziam lembrar o verão. As árvores que cobriam e faziam sombra para alguns alunos, abanavam as suas abundantes folhas devido ao vento e à brisa fresca que andava pelo ar. O céu muito azul e sem nuvens fazia lembrar aqueles momentos em que estava deitada na toalha e a sentir o cheiro da água salgada do mar. E o som das bolas de voleibol a caírem no chão do campo, e o som das pessoas a falarem e a conversarem sobre tempos passados, é algo que me faz desconcentrar do meu trabalho. Não dei pelo tempo passar, e agora já são horas de ir almoçar e acabar com as minhas pequenas recordações de verão! Maria Beatriz Luís, 7ºA 17 de abril de 2015

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ferro brancas dentro da zona de baliza. O vento passou, já não o sinto nem oiço os ramos das árvores carregadas de folhas fazendo aquele barulho natural que me faz escrever com mais prazer. Os meus colegas estão espalhados pelo pátio, observo com cuidado e chama-me à atenção os seus gritos e as bolas de volei que, quando caiem no chão do campo de futebol atrás de mim, fazem muito barulho. Todos os muros amarelos e o portão verde impedem a vista para o lado exterior do colégio. À minha esquerda encontra-se o edifício do terceiro ciclo, que parece muito maior do que realmente é, e ainda o chafariz seguido das grades verdes. Quando penso no que escrever, de súbito olho para a frente onde se encontra o cogumelo branco onde abrigam as malas da chuva e, já muito para baixo, depois da grande rampa com o chão colorido, os trepas onde à tarde se costumam ouvir os gritos dos meninos. Por fim, à minha direita, a biblioteca que não parece muito grande, mas que no seu interior tem um gigante mundo de aventura e curiosidades, mundos onde nos podemos desafiar. Mas, agora, cheguei à conclusão de que me faltava descrever algo: a professora, que anda de um lado para o outro debaixo da sombra das árvores, lendo os textos dos alunos que lhe entregam o caderno e esclarecendo dúvidas; no entanto ainda não desceu até aqui.

om, estamos a ter aula de Português, sim, eu estou a escrever em plena aula de Português! Pelo menos sinto-me interessada na matéria, estamos a dar a descrição e o diário, até resumos eu fiz, devo estar doente! Adorava estar a escrever em tema livre, mas a professora mandou-nos descrever o espaço, porque hoje trouxe-nos cá para fora e, neste momento, estou deitada em cima da linha que marca o meio do campo de futebol do primeiro ciclo a levar com o sol nas pernas e nas costas. Apesar do calor agradável, sinto a brisa fresca Bom, faltam poucos minutos para o toque de saída, que passa na minha cara fazendo os meus cabelos por isso vou arrumar as minhas coisas e almoçar. esvoaçar. Adeus, As placas de plástico aos losangos marcam-me a Mariana Silvestre, 7ºA pele e os meus joelhos e cotovelos já doem de suportar o peso do meu corpo. À minha volta vejo as riscas brancas que sobressaem na tinta verde limitando o campo, e ainda as barras de


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Etc & Tal...

Receitas para uma vida feliz Na disciplina de Português os alunos do 5.º ano tinham como objetivo fazer uma receita diferente. Do que quisessem! Sem ovos, farinha ou açúcar. Antes muita dedicação, criatividade e sensibilidade… Agora, há que por mãos à obra e experimentar cada uma destas receitas. Bolo da Poesia

Tarde de Praia

Ingredientes:

Ingredientes:

1 kg de letras;

½ litro de bom tempo;

500 gr de pontuação;

1 bandeira verde;

2 Kg de imaginação;

¼ litro de protetor solar; 1 litro de oceano;

500 gr de emoções;

10 conchas pequenas;

500 gr de rimas;

1 biquíni;

500 gr de métrica;

1 par de óculos de sol;

1 Kg de trabalho.

Areia q.b. 10 Kg de alegria e bom humor.

Modo de preparação: Mexa em lume brando as letras, a pontuação, as rimas e a métrica. Adicione as emoções e a imaginação. Bata o trabalho em castelo e envolva no preparado anterior. Leve ao forno 30 minutos e sirva a quem quiser ler. Tomás Pina, 5.º B

Poção da Juventude Ingredientes: 1 dl de água;

Modo de Preparação: Ponha o biquíni e os óculos de sol na batedeira e, quando estiverem líquidos, meta numa taça. Junte à taça o bom tempo, o oceano, o protetor solar e a areia. Mexa bem até formar uma massa. Amasse-a durante 10 minutos. Unte uma forma de tarte e meta lá a massa. De seguida, ponha a bandeira verde, as conchas, a alegria e o bom humor numa outra taça e esmague até ficar pastoso. Meta essa pasta na forma (juntamente com a massa) e leve ao forno durante 10 minutos a 350º C.

1 lata de creme Nivea;

Mariana Rúbio, 5.º C

½ pote de creme hidratante; 1 pacote de creme de embelezamento; Maquilhagem q.b.; ½ frasco de espuma para cabelo.

Massa da Invisibilidade Ingredientes: Pó mágico;

Modo de Preparação:

Fibra de vidro;

Coloque a água numa tigela juntamente com o creme Nivea e o creme hidratante e misture até obter uma massa. Adicione a maquilhagem e a espuma para o cabelo e misture bem. Junte a base de embelezamento. Boa juventude!

Pele;

Sugestão do chefe: Deixe arrefecer no frigorífico (se quiser que o efeito ocorra mais rapidamente). Mas cuidado! Não tome em demasiado! A reação pode tornar-se exagerada e pode-se voltar a usar chucha! Carolina Santos, 5.º C

Água líquida. Modo de Preparação: Junte num copo a água e o pó mágico e espere 15 minutos para juntar a fibra de vidro para ficar transparente. Mexa muito bem e coza durante 5 minutos à temperatura do sol, para, finalmente, juntar a pele (vai-se transformar numa espécie de massa suave). Para terminar, meta a solução no frigorífico para se manter fresca e não secar. Sugestão: Não use a massa da invisibilidade em ambientes muito quentes mais de meia hora, senão secará e ficará invisível para sempre. Gabriel Domingues, 5.º C


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Receitas para uma vida feliz O Bolo da Amizade Ingredientes: 10 cabelos da juba de leão mais feroz; 30 Kg da Estátua da Liberdade; 1 Satélite gigante; 6 Colheres de raios de sol; A areia mais fininha do mundo; 3 Kg de lama; 1 Tsunami. Modo de preparação: Lave a lama, seque-a bem e junte 3 Kg à areia e mexa-as até não se ver os grãos da areia. Esmigalhe o satélite e junte à lama com areia, ponha no frigorífico pelo menos 30 segundos. Envolva bem as seis colheres de raios de sol e adicione os 30 Kg de Estátua da Liberdade e os 10 cabelos de juba de leão. Misture todos os ingredientes e, com cuidado, junte o Tsunami. Ponha no forno a 180º durante 3 minutos e, quando tirar, pode pôr escamas de cobra, pois fica com um ótimo aspeto. Dê uma fatia à sua inimiga, por exemplo, com pó de talco como cobertura e logo verá resultados.

Folhado de Ingredientes:

30 minutos. Quando o folhado estiver pronto, ponha a mistura dos abraços com o amor no meio, como recheio. Sempre que se sentir triste, dê uma dentada no seu folhado de consolação e vai logo sentir-se melhor. Inês Sousa, 5ºB

Receita da Esperança Ingredientes: Uma mão cheia de autoestima; Pelo menos 5 amigos otimistas; Uma taça cheia de coragem; Um coração com muita força; Uma pitada de confiança; Uma caneca de felicidade. Modo de Preparação: Junte, à taça da coragem, a autoestima. Após as misturar, vai obter uma massa com uma cor clara. Depois, junte o vermelho do coração com muita força. Ficará com uma cor mais avermelhada, a que se juntará o azul da confiança, e o laranja da caneca de felicidade. Envolva essa pasta muito bem. Estará agora verde, da cor da esperança. Passe a estrutura final pelos seus amigos, e depois de lhes dar a provar, prove você próprio(a). Carolina Silva 5.º A

Receita para a Liberdde

Mariana Limpo, 5.º C Ingredientes: Responsabilidade; Consolação Autonomia; Respeito; Solidariedade; Autoconfiança. Modo de preparação:

100g de luminosidade; 5kg de mimos; 35 beijos; 1kg de amizade; Primeiro temos de juntar uma colher de 500g de união; responsabilidade com uma pitada de autonomia para 3 abraços; mostrarmos que somos pessoas de confiança. 800g de solidariedade; Depois, para ajudar, temos de respeitar as pessoas 10kg de compaixão; para elas também nos respeitarem, e aí provar que 1 colher de chá de açúcar e outra de sal e muito, sabemos como é a vida. muito amor. Um pacote de solidariedade para com os outros Modo de preparação: ajuda-nos a entender e perceber muitas injustiças. Meta a luminosidade numa tigela e bata-a até sair No fim, temos que pôr no forno com uma cobertura de toda a escuridão que se esconde entre as suas autoconfiança para nunca nos deixarmos ir abaixo e não partículas. A seguir, acrescente os mimos, os beijos e a desistirmos dos nossos objetivos. amizade e mexa de novo. Leve a mistura para Mercúrio Se pusermos estes ingredientes nas quantidades e deixe aquecer durante 20minutos. Depois volte para a certas, seremos decerto melhores pessoas e com Terra. qualidades suficientes para termos liberdade e podermos De seguida, acrescente a união e a solidariedade, a atingir os nossos objetivos. compaixão, o açúcar e o sal. Deixe no frigorífico durante Beatriz Parcelas, 5.º A uma hora. Por fim, junte os abraços ao amor e bata-os durante


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Escrita Criativa Segue em anexo uma história criada pela turma do 7ºB, a partir de uma história tradicional, neste caso da Bela Adormecida!

O Belo Adormecido

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ra uma vez e meia um Rapaz que tinha medo de dormir, porque tinha medo de nunca mais acordar. Quando era pequeno, foi abençoado por uma maldição, que dizia que a uma quinta-feira, 12, teria que ser picado antes de se deitar. No dia do seu aniversário, a uma quinta-feira, dia 12, ele pediu para ir ao parque. Quando lá chegou encontrou uma Rapariga pobre e muito bonita e apaixonou-se por ela. Nessa mesma noite, quando chegou a casa, o Rapaz ficou a contemplar a Rapariga pois notou que ela morava numa cabana mesmo em frente ao seu palácio dele. Ela penteava os seus longos cabelos doirados, com um pente de oiro, ao luar. Para a ver melhor, o Rapaz aproximou-se da sua varanda que estava cheia de espinhos de rosas e ao encostar as mãos ao parapeito da janela picou-se num espinho. Com o susto e a dor, desequilibrou-se e caiu no chão inconsciente! Ao reparar no Rapaz caído

no chão, a Rapariga correu para ajudá-lo. Entrou no palácio, dirigiu-se à varanda e beijou-o suavemente. O Rapaz acordou, e por magia, a maldição foi quebrada … mas a Rapariga transformou -se num Leão e comeu o Rapaz. A Turma 7ºB


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Escrita Criativa

PEQUENOS POETAS Rosa, porcelana, vidro, lâmpada…

Fantasma, cobra, monstro, aranha…

E partimos a tigela.

Tremo só de ver!

Arco-íris, quadro, tintas, livro…

Rebuçados, gomas, chocolate, chupa-chupa…

E pintamos a mente.

Doces para saborear!

Avião, carro, comboio, mota… E viajamos à China.

Unicórnio, sereia, sonho, dragão…

Pipocas, gomas, rebuçados, chupas…

Nasce a imaginação!

Explode o açúcar.

Cão, gato, pássaro, coelho…

Sumos energéticos, refrigerantes, sucos…

Fofinhos por natureza.

Escorregas nas bebidas.

Concha, areia, mar, búzio…

Sol, lâmpada, candeeiro, lanterna…

Palavras salgadas.

Nasce a luz no horizonte.

Os teus ninguém podes

sentimentos a explicar

Mas sabes que

com um amigo

Nisto tudo vais pensar E a toda a gente vais contar.

Podes desabafar.

O que ouviste vais guardar, Para no futuro relembrar.

Beatriz Parcelas e Madalena Moita, 5.º A

Ana Filipa Ramos e Mónica Gomes, 5.º A O coração é muito especial

Não me canso de olhar

Pois é ele que nos conduz ao amor

Não me canso de sonhar…

É por isso essencial Para o bom humor

Talvez um dia consiga Neste mar passear.

O amor tem muito a ver

Salvador Lourenço, 3.ºA

Mas não é tão essencial O amor tem de crescer Mas também é especial

A rosa é uma coisa muito especial, E parece banal;

A solidão não é um sentimento bom Pois demonstra que não sabemos fazer amigos. Laura Gameiro, 3.ºA

O gato é um lindo animal, E é muito sentimental;

Estava na praia a ver o mar

O coração é essencial,

Com muitas ondas a bailar

Para o afeto sentimental.

Onde se vê as nuvens no céu a passar. E os barcos a navegar

Maria Hilário, 3.ºA


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Escrita Criativa

ABECEDÁRIO SEM JUÍZO

3º A SEMPRE A RIMAR

A é o André que brinca com o chimpanzé.

Na noite de S. João

B é a Beatriz que namora em Paris.

Vamos festejar

C é o Costa que vive na costa.

O manjerico à janela

D é o Dinis que é um rapaz feliz.

E a sardinha a assar.

E é o Eduardo que parece um leopardo. F é o Faneca que gosta de fazer uma soneca.

G é o Gabriel que rasga o papel. H é a Helena que quando ri parece uma hiena. I é a Inês a cantar em Português. J é a Joana que dança com uma banana. K é a Katy que foi à lua de skate.

Francisco Silva São Pedro de Sintra Dá-me uma sardinha Para eu comer Mas não a espinha! Sofia Silva São Pedro, São Pedro

L é o Lourenço que fez um penso. M é o Martim que gosta de pudim.

Dá-me um lindo manjerico

N é o Nuno que gosta de jogar UNO.

Com uma quadra

O é o Ornelas que comeu uma sandes de moelas.

Sobre o teu bailarico. Rodrigo Pires

P é o Paulino que gosta de pepino. Q é o Quintas que brinca com tintas.

Ai meu São João

R é a Rita que ata os pés com uma fita.

Sou tão pobre que não tenho um tostão

S é a Sofia que bebe água fria.

Para trocar por aquela sardinha no pão

T é o Tiago que é muito gago.

Ai que solidão!

U é o Ulisses que só faz tolices.

Vasco Afonso

V é o Vasco que caiu dum penhasco. X é o Xavier que come com a colher. Z é o Zeca que plantou relva na careca.

Os alunos do 2.ªA

São Pedro, que rico, Vamos festejar Que dia alegre É melhor dançar. Rita Leite São Pedro de Sintra Quero um manjerico Pode ser pequeno Que eu não sou rico. Maria Gaspar


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Escrita Criativa

O ZÉ TROCA-TINTAS

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a o Zé com o seu galo, quando, de repente, viu fumo a sair da chaminé de uma casa velha. Já com água na boca, este decidiu ver se lhe calhava alguma coisinha boa. Correu, correu… até que, um homem que estava a fazer exercício físico lhe falou muito espantado: - Não acredito! Nunca vi alguém correr tão rápido! O que fazes na vida? De certeza que é só correr, correr, correr… Passei a ser teu fã! Disfarçando, o Zé Troca-Tintas respondeu nervoso: - Hã?! Eu peço imensa desculpa, mas tenho mesmo de ir andando. Adeus! - Espera! Antes de ires tenho dois pedidos a fazerte. Primeiro, por favor, diz-me o teu nome e segundo, dá-me essa galinha como recordação e em troca doute estes pesos para treinares esses bracinhos de esparguete! A princípio, o pedido foi negado, mas como ambos tinham pressa, Zé Troca-Tintas acabou por ceder. Dois pesos de cinco quilos não dava para nada! Muito convencido de que ia arranjar algo melhor, Zé percorreu toda a cidade onde encontrou um chafariz e matou a sede esquecendo-se dos seus pesos lá! - Oh, Não! Esqueci-me dos meus pesos! Mas já não preciso deles. Prefiro a bela e única água.

Satisfeito, Zé continuou a sua caminhada, mas enquanto passava por uns jogadores de basquete, fez uma paragem para ir à casa de banho. Quando voltou, aqueles patifes tinham-lhe bebido a água toda! - O que é que fizeram?! Em troca quero um equipamento e uma bola de basquetebol. Ia ele com a bola a saltitar quando deu conta de um multibilionário que o estava a observar. - Ora, boa tarde! Com que então, encontro um novo jogador! Se me deres esse equipamento e essa bola, dou-te tudo o que quiseres! - Aceito! Quero uma casa, ter dinheiro e os melhores carros do mundo. Fizeram um acordo e enquanto Zé Troca-Tintas ia para a sua nova casa, ia pelas ruas a falar para o mundo: Estou bem feliz! da ervilha um galo fiz, do galo uns pesos fiz dos pesos, água fiz, da água equipamento e bola fiz, do equipamento e da bola, fiz tudo o que sempre quis! Matilde Rua , 3.ºA


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Matemática Artística

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ão há nada melhor do que aplicar os conhecimentos da matemática, esse bicho-de-setecabeças, ao nosso quotidiano. Estamos a dar as medidas de área e a professora ensinou que um metro quadrado tem 100 decímetros quadrados. Para que não restassem dúvidas, decidimos confirmar! É que a professora diz que a Matemática se compreende melhor quando a conseguimos “ver”. Por isso, mãos à obra! Alguns de nós ilustrámos três quadradinhos e outros quatro. Conforme íamos acabando, montámos o do 3.ºA. Vejam o nosso trabalho!

A turma do 3.ºA

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turma do 3ºB teve como objetivo construir um metro quadrado a partir do tema “As flores”. Foram criadas de todos os tipos: grandes, pequenas, largas, estreitas e de todas as cores.

Juntos, os alunos construíram 100 decímetros, que resultou numa moldura artística muito bonita e que permitiu aos alunos conhecer melhor este conceito matemático. A turma do 3º B

Marta Moreira, Miguel Coelho e Guilherme, 3ºB


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Apresento-vos a minha turma...

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ou o David, do 4ºA. A minha turma tem 28 alunos e a querida professora Ângela que nos ensinou a ler, a escrever, a contar… Os 28 alunos da minha turma são simpáticos, trabalhadores, económicos, divertidos…Entre eles está o Afonso, uma pessoa simpática e divertida, a Ana Filipa que é envergonhada mas trabalhadora, a Ana Madalena que além de alegre é atenta, a Bárbara que é uma colega excecional e divertida, a Carolina também um pouco envergonhada e trabalhadora, eu (vou deixar as outras pessoas descreverem-me), o Dinis um amigo que me acompanha desde que cheguei, os Diogos todos diferentes e iguais ao mesmo tempo, o Filipe trabalhador e divertido, o Francisco um colega com excelentes capacidades, o Guilherme que é meu amigo tal com todos, a Inês empenhada e trabalhadora, o Ivo engraçado e risonho, os dois João um é o contrário do outro, a Margarida trabalhadora e atenta, a Maria Inês que se esforça para ter boas notas, a Matilde que está atenta nas aulas, o Pedro que fala baixo, o Rafael artista de primeira, as Ritas sossegadas e simpáticas, o Rodrigo que anda com a cabeça na lua, o Santiago trabalhador e o Vicente que é como o Rodrigo. David 4ºA Para mim, ter esta turma foi das melhores coisas que me aconteceu na vida porque é com ela que eu brinco e estudo quase todos os dias. É como se fosse uma família. É com os meus amigos que eu rio e choro e também estão sempre a apoiar-me nos momentos mais difíceis.

Por vocês é que eu acordo e me levanto todos os dias com um sorriso na cara e com vontade de ir para a escola. Não deixo de falar de dois amigos meus que vão para outras escolas aprender, mas vão ficar na minha memória. Desejo a todos os meus amigos e colegas um bom 5.º ano, todos juntos. Adoro a minha turma! Rodrigo Madeira – 4.º A A minha turma é como a minha segunda família. Alguns eu conheço há 6 anos e outros há 5 anos, mas isso não importa porque eu gosto muito deles todos.

Temos uma professora da qual gostamos muito, é simpática, querida e que nos ensinou a maior parte daquilo que nós sabemos agora. Às vezes somos conversadores, viramo-nos para trás nas aulas e a professora não nos deixa ir ao intervalo. Nós somos muito unidos, às vezes temos discussões, mas felizmente tudo se resolve. Gosto muito da minha turma. Margarida Moreira 4ºA Tive sorte de ter tido esta turma maravilhosa. Ela

faz parte da minha vida e vai fazer para sempre. Ela é tão bonita, querida e amorosa. No primeiro ano conheci a minha maravilhosa professora Cátia. Gosto muito dela. Também conheci a turma que ia ficar comigo no primeiro ano. No primeiro, segundo, terceiro e quarto ano aprendi muitas coisas. Agora sou finalista! Fiz os exames nacionais e vou-me esforçar até ao fim do ano. No quarto ano é preciso trabalhar muito. Inês Cruz – 4ºB Eu apenas entrei há um ano, mas já conheço bem esta turma. Segundo alguns professores, somos uma turma muito, mas muito irrequieta, mas no fundo somos fixes porque, quando eu cheguei à escola foram muito hospitaleiros comigo. Somos, acho eu, uma turma com boas notas. A nossa professora chama-se Cátia Freitas. É exigente, mas é a professora mais cool do Mundo. Estou a chegar ao fim do 1º ano com a minha turma preferida. Para mim este foi o melhor ano do 1º ciclo!!!! João Carneiro 4ºB

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minha turma é o 4.º A e é muito simpática. Tem 28 alunos e como todos sabem, tivemos provas nacionais. A nossa professora é a Ângela e todos temos um carinho especial por ela. Quando estamos desmotivados, ajudamo-nos uns aos outros. Nós somos conversadores nas aulas, mas tiramos quase sempre boas notas. Apesar de algumas brigas, mantemos sempre o espírito de união. De todas as brincadeiras a que eu mais gosto é de jogar à bola no campo de futebol. Além disso, na primavera e no verão saltamos à corda e no outono e inverno jogamos ao 15. A minha turma já teve alguns problemas mas conseguimos todos juntos resolvê-los. Podemos ter muitos defeitos mas somos como uma família. Ivo – 4ºA Neste texto quero falar um pouco sobre a minha turma que é o 4ºb. A minha turma é fantástica, e é muito trabalhadora. Eu adoro a minha turma, pois nós todos temos grandes ideias quando trabalhamos em grupo. O 4ºB luta pelo que quer. Uma coisa que eu gosto na minha turma é que, quando estamos em alturas de testes, ajudamo-nos uns aos outros a estudar. A minha turma é muito brincalhona, todos nós adoramos brincar uns com os outros. Isto é adoramonos uns aos outros. E só mais uma coisa que eu gosto na minha turma apoiamo-nos sempre! Bem é assim a minha turma! Bruna Rodrigues, 4ºB


Etc & Tal...

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Ser finalista é... Prestes a mudar de ciclo, os alunos do 4º ano escreveram sobre o que para eles significa ser finalista

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ara mim ser finalista é muito importante e ao mesmo tempo divertido, porque vamos passar para o 2º ciclo. Vem aí outra experiência de escolaridade. Vou ter mais responsabilidades e novas regras, são nove disciplinas e tenho de organizar bem o meu tempo, para conseguir ter boas notas. Espero que encontre um bom diretor de turma, que os professores sejam simpáticos, divertidos e nossos amigos. Ser finalista também tem um lado mau, pois já não vamos ter a professora que nos acompanhou nos e ajudou nestes quatro anos. Esteve sempre presente quando era preciso e por isso vou ter muitas saudades dela. Adeus 1º ciclo, vou-me embora, porque o 2º Ciclo já me está a chamar. Matilde Figueiredo 4º B cabei o 1º ciclo e estou muito contente, sei que agora é estudar e estudar para conseguir estar no quadro de honra. Não sei se vou passar para o 5º ano, mas estou confiante que sim. Se passar será mais um ano pela frente, com muito entusiasmo, alegria e energia. Depois passarei para fases e anos mais complicados, mas conseguirei. No 2º ciclo irei ter mais do que um professor e também mais disciplinas. Com o meu esforço e empenho sei que vou conseguir. Vou ter saudades de todas as pessoas que eu conheço do 1ºciclo, mas nunca as esquecerei. Maria Eduarda – 4ºB er finalista é um “sentimento” espetacular. É o primeiro sinal de que estamos a ficar crescidos e que temos de ser mais responsáveis. Como finalista temos de ser um exemplo a seguir. Vamos enfrentar novos desafios e tomar grandes decisões sobre o futuro. Vou poder, finalmente, dar o meu primeiro grande passo, no sonho de ser uma grande bailarina profissional. Isto são algumas das coisas que ser finalista me vai permitir fazer. Mas agora, olhando para trás, chego também à conclusão que os adultos têm razão quando estão sempre a dizer: “Os miúdos crescem tão depressa”. Então ainda “ontem” com apenas dois anos entrei no Colégio e agora já com 10, sou finalista do 1ºciclo. É caso para dizer: Como o tempo passa! Então o que é, realmente, ser finalista??? Para mim ser finalista é…. Crescer! Bárbara Gonçalves- 4ºB u sou finalista do 1º ciclo e estou muito contente com isso. Ser um dos alunos mais velhos, enfrentar desafios e matéria difícil, ter amigos com quem partilhar este momento e os nervos para passar. A maneira como o tempo voou, não é?

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Só quero dizer que em todo o meu percurso no 1º ciclo tive sempre uma grande ajuda, a minha professora Ângela! Ela sempre foi amorosa, simpática e nada vaidosa. Sempre nos ensinou e ajudou da melhor forma e com muita paciência. Estou ansiosa pelo 5º ano. Há amigas minhas mais velhas que falam comigo sobre esse ano. Dizem que os T. P. C. são muitos! Dizem que a escola é uma grande seca, mas para mim, não é. A escola é divertida e engraçada. E eu adoro-a. Inês Alenquer – 4.º A

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u adorei estes quatro anos em que estive no 1º ciclo. Tive bons professores, boas auxiliares e grandes amigos. Foram anos cheios de emoções, todos os dias havia uma nova aventura, novas brincadeiras e novas matérias de todas as disciplinas. Agora que vou para o 5º ano, terei muitas saudades da minha professora, dos amigos divertidos que nos vão deixar e das alturas divertidas que passei dentro da minha sala de aula. Eu sinto-me orgulhoso por ser finalista, mas especialmente de ter estado na melhor turma do mundo. Eu acho que o 2º ciclo é como entrar num novo mundo, um mundo em que tudo é mais difícil, porque temos o dobro da responsabilidade. Mas também vai ser divertido, porque vou conhecer novos professores e novos amigos, para poder brincar. Estou feliz por ter sido um bom aluno e espero que o próximo ano seja ainda melhor. Diogo Miguel Pereira 4ºA u sou a Maria Inês e vou contar o que acho que vou sentir quando for finalista. Neste dia, de certeza que vou gostar, mas por outro lado, vou ficar triste, porque quando acabar o ano, sairei do Colégio dos Plátanos. Estou muito ansiosa por receber o meu diploma. No quinto ano, terei mais disciplinas, por isso, quero aproveitar enquanto posso e com todos os meus amigos. Sei que vou ser feliz com os que vou fazer, mas nunca esquecerei os meus amigos daqui e, como é óbvio, a minha preciosa professora. E, sobretudo, nunca, mas mesmo nunca, esquecerei a minha melhor amiga, a Rita Gonçalves. Agora chegou a hora de me despedir. ADEUS!

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Maria Inês Garcia 4.º A


Colégio dos Plátanos

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Aventura do princípio ao fim Ninguém duvida que são os dias mais aguardados do ano. Para além da vertente de lazer, que os miúdos adoram, o passeio de dois dias inclui sempre uma vertente cultural. Os alunos do 4º ano lembraram alguns episódios

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o final do 1º ano fomos a Óbidos. Fomos estudos, senti saudades da minha mãe... É sempre bom recebidos na escola de sargentos das fazer uma viagem no final de cada ano letivo. Fico à Caldas da Rainha onde dormimos. No dia espera dos próximos. seguinte, fomos andar a cavalo numa carroça, fazer tiro Daniel Delgado, 4ºB ao alvo, fomos todos a uma piscina, brincámos no insuflável, andámos numa bola Zorb e nos karts a uando me lembro do passeio de dois dias pedal... recordo-me de muita alegria. No passeio de dois O 2º passeio foi novamente a Óbidos só que dias do 3.º ano o que eu mais gostei foi do slide, mas brincámos menos, porque fomos visitar o Mosteiro de também de dormir com os meus amigos e de tomarmos Alcobaça e a praia de São Pedro de Moel. o pequeno-almoço juntos. A seguir fomos jogar jogos No 3º passeio fomos a Seia e visitámos o Museu do tradicionais e depois fomos almoçar. Quando chegámos, Pão onde fizemos um pão delicioso. todos foram abraçar os seus pais. A seguir fomos para O 4º passeio será em Tomar, onde iremos visitar o casa e a minha mãe estava-me sempre a perguntar Museu dos Fósforos, a Sinagoga, o Convento de Tomar várias coisas. e fazer canoagem. Estou com muita espectativa para Eu acho que este ano vamos para um Quartel e este passeio porque será o último que faremos com a vamos nos divertir imenso! Mas também vamos ter nossa professora Cátia Freitas. Por isso vou aproveitar saudades dos familiares, mas quando voltarmos vamos todos os momentos ao máximo. matar as saudades e contar a nossa aventura.

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Ao longo destes passeios ampliei os meus conhecimentos, diverti-me, viajei...descansei dos

Santiago Cosme, 4º A


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Etc & Tal...

Aventura do princípio ao fim houve três passeios de dois dias e foram todos J áfantásticos.

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o passeio de dois dias, dormimos um dia fora de casa e é muito divertido. No ano passado, fomos à Serra da Estrela, mas não vimos neve. Este ano No primeiro, dormimos num quartel do exército, eu vamos para Tomar, que é a terra onde nasceu a minha não me lembro onde foi mas sei que foi divertido. professora Cátia. Vamos fazer canoagem e vai ser muito Do segundo passeio já me lembro melhor, fomos divertido. para o quartel das Caldas da Rainha, fizemos jogos entre Para mim, eu não sei bem se este passeio será o nós e adorámos ver os soldados a treinar. mais fixe porque eu não fui no primeiro ano nem no O terceiro passeio foi épico! Fizemos jogos noturnos, segundo, só fui no terceiro ano e vou agora. fomos a dois museus, fizemos slide, tivemos direito a um Eu acho que este ano vai ser o mais divertido, pois jantar ótimo e uma discoteca brutal. E já agora, a quinta onde ficámos instalados era de quatro estrelas e quem eu vou experimentar uma coisa nova que é andar de olhasse para o lado de fora conseguia ver a Serra da canoa, a descer um rio… Estrela. João Ribeiro, 4º B O quarto passeio aposto que vai ser memorável, pois é o último que vamos ter e por esse motivo é que temos de desfrutar ao máximo, tal como as outras coisas.

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o ano passado chegámos à tarde e depois de arrumar as malas, fomos ver como era o Pedro Monteiro, 4.º A teleférico e os cavalos, jantámos e à noite fomos à discoteca dançar. O que mais gostei foi a discoteca, porque nunca tinha estado numa e adorei ter esta u e os meus amigos ao longo destes 4 anos já experiência com os meus amigos. tivemos três passeios e este ano vamos ter No dia seguinte fomos andar de slide, nos cavalos e mais um, que vai ser em Tomar. nos burros e o que mais gostei foi fazer slide. No primeiro ano fomos a Óbidos e fizemos vários Este ano, nós vamos a Tomar. Vamos visitar um jogos tradicionais e dormimos num quartel militar. No 2º ano também dormimos num quartel, brincámos nos monumento chamado Sinagoga, o Museu dos Fósforos e por fim o Convento de Tomar. Mais tarde vamos ao insufláveis num parque. Regimento de Infantaria. No dia seguinte vamos fazer No ano passado fomos à Serra da Estrela, onde jogos tradicionais e o percurso no rio Nabão (canoagem). visitámos o Museu do Pão. À noite fomos à discoteca, A seguir ao almoço vamos fazer um peddy-papper. foi muito giro, depois fomos dormir nos beliches e foi muito engraçado. Guilherme Dias, 4ºB Eu acho que este ano vai ser melhor do que os

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outros porque vamos andar de canoa e somos mais crescidos. Eu gosto muito de ir a estes passeios , divirto me sempre. Diogo Silva, 4º A

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nossa turma desde o 1.º ano que gosta do passeio de dois dias. No primeiro ano ficámos num quartel e fizemos atividades. No segundo ano fomos ao Campo Aventura. No terceiro ano foi mais giro, fomos a uma discoteca, e nos dias seguintes fizemos slide. Nestes três anos, o passeio de dois dias foi sempre fantástico! Todos gostam porque conhecemos novos locais. Agora, vamos a Tomar. Não sei o que vamos encontrar ou fazer, mas uma coisa tenho a certeza: vai ser divertido, porque se antes o foi, agora também será! João Fernandes, 4º A


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Colégio dos Plátanos

Diversos

O AVÔ VEM À ESCOLA

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turma do 3ºB teve uma visita muito especial: a do avô Jorge, avô materno do João Reis.

Recuámos no tempo e conhecemos muitos jogos que eram frequentemente jogados na sua infância. Tanto os nomes como as regras dos jogos eram bastante caricatos. Começámos por aprender as técnicas do jogo do Peixe que envolve conceitos matemáticos e organização espacial. De seguida, jogámos ao jogo do rapa que envolve o uso de um pião e de peças de cor ou feijões.

Ainda fomos ao recreio jogar ao Mata, com um arco de borracha que já tinha umas boas décadas! Que interessante foi esta tarde e um muito obrigada aos nossos avós, por partilharem tanto connosco! João Reis, Afonso Ferreira e Tomás Lopes, 3º B

João Reis, 3º B

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SCRABBLE AO AR LIVRE!

s alunos do 3ºB estavam a estudar ortografia no decorrer de mais uma sessão do Clube de Ortografia quando a psicóloga Andreia Ferrador nos convidou a jogar Scrabble no recreio. Formámos cinco grupos de trabalho e foram distribuídos 5 sacos, um por cada equipa, respetivamente. O objetivo do jogo era construir o maior número de palavras possível com as diferentes formas verbais: -se ou –asse. Os porta-vozes foram escolhidos e tinham como responsabilidade registar as palavras que iam sendo construídas com as peças do jogo. Foram momentos que promoveram o trabalho de equipa, coordenação e bom domínio ortográfico. O grupo que ganhou foi o da Clara e todos os colegas adoraram esta atividade, desejando repeti-la! Rita Brígido, Pedro Rosado, Tomás Ferreira - 3º B

Tiago Machado, Pedro Rosado, Rita Lopes, Matilde Conchinha


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Diversos

O SISTEMA SOLAR ILUMINA O 3ºB

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o âmbito da aprendizagem do Sistema Solar, a turma do 3ºB realiza projetos em grupo.

Vénus foi um trabalho muito bem organizado e também muito criativo! Sol também foi um dos trabalhos que revelou bastante criatividade e a aluna Rita Lopes trouxe uma construção a partir de moldes, do do satélite Soho, uma sonda espacial criada pela NASA. A partir deste projeto partilhámos muitos conhecimentos e explorámos este tema a partir de uma aplicação para o Ipad, denominada: i wow atlasuniverse. Foi muito divertido e didático!!

i wow atlasuniverse, da Imaginarium.

Aplicação do Ipad

Íris Vieira, Clara Antunes e Rita Lopes , 3º B

AS PROEZAS DO 3ºB

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m educação literária a turma leu um texto muito interessante e que despertou a atenção por ser tão diferente do habitual… Uma formiga ambiciosa conseguira subir à Torre dos Clérigos e realizar assim, uma verdadeira proeza! O texto intitula-se “Uma formiga na Torre dos Clérigos” do António Torrado e permitiu-nos fluir a nossa imaginação. A professora lançou o desafio de criar um desenho de um animal à escolha e dentro dele se escreveria a proeza que este teria conseguido alcançar! Os alunos inventaram coisas impossíveis que os animais fizessem (joaninhas, pandas, tartarugas, esquilos, lincesibéricos, etc.). O Diogo Matos que escreveu: “Esta tartaruga gigante das Galápagos conseguiu tirar o corpo todo da carapaça pelo buraco da cabeça…Isto aconteceu enquanto tentava migrar para África!” As nossas proezas ficaram muito bonitas e também muito originais! Joana Videira, Matilde Conchinha, Rafaela Pedro e Mariana Almeida - 3º B


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Colégio dos Plátanos

Diversos

DIA DA MÃE O dia da Mãe é um dia muito especial para mães e filhos! Este ano, os alunos do 1.º ciclo pintaram uma caneca para oferecer às mães. Cada um fez a sua a seu gosto e sobretudo com muito amor e carinho!

Caneca da Isabela Nogueira

Francisco Silva, Inês Oliveira, Laura Gameiro, Sofia Silva, Rodrigo Pires, Salvador Lourenço, André Botelho e Matilde Rua – 3.ºA


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Cantinho da Infantil

OLHA NÓS NO ZOO!

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oi dia de levantar cedo, para partir bem cedo para o Zoológico de Lisboa. As crianças estavam no frenesim habitual que começou logo na entrada para os autocarros. À chegada, todos de chapéu na cabeça e bata vestida, seguiram em grupos visitar todos os animais, os que conhecem e os que não conhecem. Não faltou a visita às girafas que adoram folhas, aos elefantes que tocam a sineta, aos ursos, ao leão, macacos, flamingos, entre muitos outros. O almoço também foi uma festa. Pizza e bolonhesa, que estavam uma delícia!!! Com os miúdos entusiasmados, tempo ainda de espreitar o reptilário. Com as enormes cobras a dormir ali mesmo coladas aos vidros, (todos sabiam que não se pode bater nos vidros), os meninos faziam festinhas a fingir. A ida ao zoo não ficava completa sem a visita aos golfinhos, com especial destaque para a golfinho Vicky, afilhada da Infantil do Colégio dos Plátanos. Foi o êxtase! E mesmo constipada, ela e os outros golfinhos deram um espetáculo acrobáticos aos meninos, que nem sabiam para onde olhar, se para cima, se para o fundo do tanque. Foi um dia em cheio!!! A Redação Pré-B

Zara Truta, Pré - B

Sara Lopes, Rodrigo Carvalho e Francisco Pinto - Inf. 3

Gonçalo - Pré B


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Colégio dos Plátanos

Cantinho da Infantil

JÁ CONHECEMOS OS ANIMAIS

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a sala verde já todos os meninos sabem dizer o que são animais da quinta, animais do bosque e da selva e que cada um deve estar no seu devido lugar. Utilizando círculos coloridos fizeram trabalhos do porquinho, do feroz leão, que todos viram no Jardim Zoológico e do simpático esquilo.

Gonçalo Silva Maria Júlia Santos Maria Inês Vilela Infantil 1

GATOS APAIXONADOS Henrique, Matilde Graça e André Vale

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s pequeninos da sala verde gostaram muito de assistir à peça de teatro “Romeu e Julieta, Uma História de Gatos”. Os meninos divertiram-se com os encontros e desencontros dos gatos protagonistas, e, mais importante, nesta trama do Teatro Infantil de Lisboa, o amor prevalece, tal como se pode ver nos desenhos dos meninos. A Redação

Oriana - Inf. 1

Inês Vilela - Inf. 1


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Cantinho da Infantil

SOMOS MIRÓ

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a sala laranja, os desenhos são sempre muito especiais. O projeto de sala é o dos Museus e estes meninos esmeram-se nas pinturas para estarem à altura de um. Primeiro ouvem muito bem tudo o que a educadora Paula lhes diz. Sobre os pintores, as técnicas utilizadas, as cores predominantes, entre outros. Depois deitam mãos à obra. Os meninos adoraram fazer o seu auto-retrato e imitar os traços do pintor Miró. Não há dúvida de que os trabalhos ficaram muito surrealistas A Redação

Francisco Pinto, Rafael Fernandes e Inês Duarte

Leonor Rodrigues, Mariana Videira e Francisco Vaz

Maria Helena Carvalho

Martim Santos

Rodrigo Carvalho


Colégio dos Plátanos

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Cantinho da Infantil

QUE LINDA É A PRIMAVERA!

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s meninos da Educação Pré Escolar adoram fazer trabalhos sobre a primavera. Flores, passarinhos, abelhas, com cores garridas para fazer esquecer o tempo frio. Os pequeninos da sala verde fizeram flores e árvores utilizando círculos e retângulos. Na sala laranja, as crianças aproveitaram o facto de o seu projeto de sala serem os museus e desenharam os girassóis de Van Gogh, respeitando a traça e as cores. Ficou espetacular! Nas salas da pré também se usaram cores coloridas para desenhar enormes flores. Germinaram-se pés de feijão e cuidou-se da horta biológica. Há morangos, ervas aromáticas, couves, cebolas e cenouras. Obrigada primavera!

A Redação Diana Freire, Filipa Pires e Laura Pedro

Catarina Neves, Matilde Martins e Rita Ribeiro

Catarina Simões, Rodrigo Abreu, Guilherme Lacerda , Pré B

Bernardo Pinhol, Matilde Rodrigues e Leonor Peneda Pré B

Estagiária Daniela Ferreira e Guilherme Ferreira , Pré B

Bernardo Pinto, Pré A


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Etc & Tal...

As minhas férias de verão Os alunos do 4º ano já só pensam nas férias de verão. Vão dar longos passeios pela Europa, ver a família no Brasil, mergulhar no Algarve e explorar o maravilhoso interior de Portugal

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De Viena ao Algarve

o dia 27 de junho, vou com os pais e a minha mana para Viena, na Áustria. Eu estou excitado, porque irei conhecer outra cidade da Europa conhecida pela cultura e também pela música, com nomes de compositores como Beethoven e Mozart. Iremos visitar a Catedral de Santo Estêvão e o Palácio Belvedere. Depois iremos para o Algarve, onde iremos tomar grandes banhos de sol e ficar na praia muito tempo. Passado alguns dias, voltamos a Lisboa e vamos realizar várias caminhadas. Depois irei para a escola fazer atividades e irei para a praia com os meus amigos. Já em agosto, vou passar uns dias em Santo Estevão, a casa dos avós paternos, onde irei estar com os primos, ir à piscina, jogar à bola e dar grandes passeios. Por fim, vamos estar em Unhais-o-Velho, terra da minha avó materna, onde vamos à barragem de Santa Luzia, pescar e vou jogar à bola no ringue de Unhais. Vão ser umas férias em cheio.

Francisco Vaz 4.º A

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Férias em Santiago ste verão vou a todas as cidades com o meu segundo nome, que é Santiago.

Vou começar por Santiago de Compostela, Espanha, onde vou visitar a Catedral, as lojas de presentes e comer um jantar típico espanhol. A seguir parto para Santiago em Cabo Verde, onde vou ver as praias, dar muitos mergulhos e fazer construções na areia. Por último, vou até ao continente americano visitar Santiago do Chile. Vou ver os monumentos, comer comida chilena, ver algumas florestas e os seus animais, acabando esta viagem com muito diversão. Era assim que eu gostava que fossem as minhas férias! João Silva, 4º B

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Praia e Feira da Agricultura verão está a chegar e as férias também. E como está a acabar o primeiro ciclo, tenho que o comemorar.

O verão para mim é a melhor estação do ano. O sol está a aquecer, por isso, que tal irmos à praia? Eu adoro a praia! O sítio ideal para onde podemos ir é Sesimbra, porque a praia é muito calma e não tem quaisquer perigos. Também quero ir ao Algarve, porque há lá coisas muito bonitas. Nestas férias, eu gostava de ir com o meu primo, porque ele é muito divertido e assim ainda nos divertíamos mais. Nas férias, gostava ainda de ir a Santarém, à “Feira Da Agricultura” que é muito interessante. O verão está a chegar e vai ser em grande!!! Carolina Pedroso – 4.º A


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Colégio dos Plátanos

As minhas férias de verão

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Da Costa a Paris

este verão eu irei: brincar, estudar, ir à praia, e muitas mais coisas. Tenho de estudar para ter boas notas no 5º ano. Vou à praia para me bronzear e também para descontrair. Brincar também não faz mal a ninguém. Vou a vários sítios, como por exemplo: Costa da Caparica, Alentejo, Tomar e a Paris. Quero também ir ver os animais: cães, gatos, coelhos, ovelhas… Antes do início das aulas tenho o meu dia de aniversário. Eu vou ter saudades dos meus amigos, e da minha professora. Estas férias têm 104 dias, mas que passam depressa. Quando acabarem as férias começa o 2º ciclo.

é Roma. Itália já pertenceu a um povo: os Romanos. Os Romanos deixaram vários vestígios como por exemplo pontes, templos e caminhos, mas o maior foi o Coliseu de Roma. O Coliseu de Roma servia para as lutas e torturas. Lá eram feitas torturas a pessoas condenadas como serem lesionados ou mesmo mortos por animais e também eram queimados vivos. A Croácia tem praias bonitas. Eu gostava mais de ir à Croácia porque nunca a visitei. No resto do verão vou à praia e à piscina. Gonçalo Santos, 4º B

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Já para o Brasil

ste ano eu e a minha família vamos ao Brasil, como todos os anos, visitar a minha família Bruna Oliveira, 4º B paterna, que é brasileira.

Isla Mágica, aqui vou eu!!! começarem Q uando as férias de verão, vou com os meus pais ao Algarve, à casa da minha avó, em Silves. Enquanto lá estiver, vou à praia com os meus pais e à piscina, brincar e nadar com os meus amigos.

No início de julho, viajo durante 10 horas até à cidade dos meus avós, Diamantina, em Minas Gerais. Cá vou eu, voltar ao país do calor onde eu adoro estar, pois só tenho esta oportunidade, uma vez por ano, de ir visitar todos os meus familiares, amigos, etc.

Lá no Brasil, costumo acordar bastante tarde, e logo no primeiro dia de manhã toda a gente está na cozinha: os meus tios, os meus primos, os meus avós, a minha madrinha, o meu padrinho e a empregada. E todos costumam dizer “Oi, tudo bem?!”,em coro e dar-me mil Depois vamos a Sevilha, em Espanha, para passear, abraços e beijinhos sempre muito contentes e conhecer a cidade e os seus monumentos e vamos à entusiasmados! Isla Magica. A Isla Magica é um parque de diversões e Ao longo do tempo começo a ganhar um sotaque espetáculos. Tem montanhas russas, barcos e muitas brasileiro, que depois é difícil de esquecer. outras diversões onde nós vamos andar. Vamos convidar o meu amigo João Miguel para ir connosco e vai ser Quando volto para Portugal, a minha família fica um muito divertido! pouco triste e eu também, pois ambos queremos que eu Em julho e agosto, a minha mãe não tem férias, mas não parta. Mas tem de ser, pois para o ano vou voltar a se tiver boas estadias, leva-me com ela a conhecer fazer tudo o que aqui descrevi! cidades e países que eu ainda não conheço. O meu pai tem duas semanas de férias em Agosto e, por isso, vamos fazer coisas divertidas os dois, como montar a piscina no nosso jardim, ir tratar dos animais dele: as galinhas, os coelhos e as ovelhas. Também vamos aproveitar para fazer uns melhoramentos na nossa casa, como pintar os gradeamentos e os muros e fazer umas portas para a minha casa da árvore. Quando a minha mãe estiver de folga, também vamos aproveitar para ir à praia.

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Stella, 4º B

u gostava muito de ter umas férias ideais. Nessas férias, eu podia estar reunido com a minha família e fazer várias coisas, como ir à praia, à piscina, fazer paintball, escalada, slide, zarabatana, arco e flecha. Eu gosto destas atividades porque divertemme: praia, porque gosto muito de fazer castelos de areia e nadar no mar; piscina porque gosto de saltar, principalmente da prancha mais alta; paintball, porque dizem que é divertido, o mesmo se atribui ao laser; Eu acho que estas férias vão ser muito cheias de escalada, porque dá gozo tentar tocar no sino que está no cimo, slide, porque dá gosto sentir o vento; aventura! zarabatana, arco e flecha são os meus favoritos por Vicente Duarte , 4.º A gosto de tentar acertar no alvo com flechas ou setas. Isto estas férias ou vou à Croácia ou a Itália. A é o que eu gostaria de fazer nas minhas próximas férias. capital da Croácia é Zagreb e a capital de Itália Miguel Puga , 4ºB

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FICHA TÉCNICA Direção: Infantil - Educadora Mª João Cascais 1º Ciclo - Prof.ª Patrícia Timóteo

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2º Ciclo - Prof.ª Sara Alves e Prof. ª Diana Damião 3º Ciclo - Prof.ª Judite Centeno e Prof. ª Gracinda Alves Redação: Alunos e Professores do Colégio Paginação: Prof.ª Altina Sousa Revisão: Ana Catarina Guerreiro Ilustração: Alunos do Colégio Edição: Colégio dos Plátanos Tiragem: 200 exemplares Propriedade: Colégio dos Plátanos Avenida dos Plátanos, nºs 2, 4, 6 Rinchoa 2635-544 Rio de Mouro Telefone: 219178200 Fax: 219171820 www.colegiodosplatanos.com

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ETC&TAL - 3ªedição 2014/2015  

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