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Ano 2012/2013 - 1 Plátano

junho 2013

Cuidado com as tecnologias Nesta Edição: Plátanos na televisão

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Viagem a Londres

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Ouro para alunos do Colégio

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Projeto Eco-Escolas

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Visitas de Estudo

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Artistas de Palmo e Meio

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Educação Cívica

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Programa Junior Achievement

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Ser Finalista

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Entrevista

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Biografias

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Escrita Criatriva

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Sugestões de Leitura

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Um pouco de História

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Saúde

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Entre Concursos e Olimpíadas

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Música

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Diversos

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Cantinho da Infantil

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Passatempos

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Nota da Redação Nesta edição incluímos publicidade. O contributo desta reverterá para a Viagem de Finalistas dos alunos do 9º ano, a realizar na interrupção letiva da Páscoa de 2014. Agradecemos a todos os que aderiram a esta iniciativa.

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uso em excesso das tecnologias está a prejudicar o desempenho escolar dos alunos. O principal problema é a diminuição do período de sono, essencial ao crescimento. Como consequência disso, interfere com as formas de pensamento e organização pessoal, compromete a capacidade de concentração e até as relações sociais. O papel dos pais é preponderante. Devem estar atentos, devem impor regras e zelar para que sejam cumpridas! Pág. 2

Finalistas em Londres

Os Plátanos na televisão!

Eco caminhada foi um sucesso!

Cumpriu-se mais uma vez a tradição! Os alunos do 9º ano foram a Londres na viagem de finalistas e voltaram cheios de histórias para contar. Para além das belezas da cidade, museus, praças, palácios, etc, destacam ainda o fortalecimento dos laços de amizade que os une, alguns já desde a infantil. Bom futuro para todos! Pág. 3

Três alunos do Colégio dos Plátanos estiveram no programa “Boa Tarde”, da SIC, a convite da produção para falar sobre a sua experiência com a época dos exames. Falaram sobre o nervosismo que sentiam e hábitos de estudo. Em estúdio estiveram também os pais e um orientador de estudo.

Entre alunos, pais e pessoal do colégio foram perto de 400 os participantes na caminhada do Eco-Dia, na nossa serra de Sintra. Gastas as calorias, foi tempo de abrir as cestas e fazer um mega piquenique.

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E numa primavera tão tímida como esta, até o tempo ajudou! Pág. 5


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Etc & Tal...

Em destaque

TECNOLOGIA EM EXCESSO PERTURBA O SONO

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uso do computador, jogos de vídeo e telemóveis invadiram os quartos dos jovens roubando-lhes horas de sono de que tanto precisam. É uma tecnologia que fascina, é certo, mas há que alertar para o perigo do seu uso prolongado e abusivo, pois poderá ter influência nas formas de pensamento e na organização pessoal. Os jovens dormem menos porque estão conectados à internet, dormem tarde quando a maioria precisa de acordar cedo para ir para a escola.

dependência, mentindo relativamente ao tempo que passam ao computador e este é um sinal de alerta ao qual Esta é uma realidade que pode ter consequências na devemos saúde física, cognitiva e outros indicadores de bem-estar estar atentos. dos jovens. Emergem problemas relacionados com a No que diz respeito à atividade social, assiste-se a aprendizagem, como o baixo desempenho dentro da um deslocamento do tempo anteriormente dedicado às sala de aula, sonolência persistente, défice cognitivo, atividades sociais, para a utilização das tecnologias, comprometimento da capacidade de concentração, e substituindo-se o relacional pelo isolamento o que, começam a apresentar um cansaço excessivo devido às seguramente, tem consequências ao nível do noites mal dormidas. desenvolvimento das competências sociais dos jovens. Contudo, não existe um tempo limite para ficar à frente do computador. Vai depender das regras que os pais impõem aos filhos, ensinando-os que eles podem utilizar o computador como forma de entretenimento, informação e trabalho, mas que tudo necessita de limites bem estabelecidos para que não haja um abuso na utilização das novas tecnologias. Os jovens dependentes tentam esconder a sua

Cada nova aquisição tecnológica deveria ser sempre analisada à luz da relação custo-benefício, ou utilidade versus problemas, pois se refletirmos sobre este assunto, concluímos que as tecnologias vieram resolver alguns problemas que antes não tínhamos. O bom senso aconselha-se, também, em relação a este assunto. O Gabinete Psicopedagógico - Dr.ª Cláudia Lopes

FOMOS À TELEVISÃO!!!

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rês alunos do Colégio dos Plátanos estiveram no programa “Boa Tarde”, da SIC, a convite da

Maria Martins, Joana Barbedo e João Coelho

produção para falar sobre a sua experiência com a época dos exames. Junto com eles estavam outros três alunos de outras escolas e todos falaram da sua experiência nesta altura do ano. Se ficavam nervosos com a pressão das avaliações, como se preparavam, quais os hábitos de estudo e as matérias preferidas. Os alunos foram acompanhados dos pais que também deram o seu testemunho. Em estúdio estava também um orientador de estudo que comentou algumas respostas dos alunos, falou sobre o papel dos pais e deu conselhos importantes para resultados ainda melhores. Disse, por exemplo, que ansiedade mais facilmente se chega à resposta. Os mais importante do que memorizar, é compreender o alunos representaram as três turmas de 6ºano do colégio que está a ser dado, já que “a memória é mais falível do e foram escolhidos pelos seus colegas. que a compreensão” e em momentos de maior

A redação


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Colégio dos Plátanos

Em Destaque

VIAGEM A LONDRES

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or onde começar? Na manhã do dia 14 de março, os alunos do 9º ano reuniram-se em peso no pátio do Colégio, ansiosos por começar a tão desejada viagem a Londres. Os momentos maravilhosos que passámos juntos começaram logo no autocarro para o aeroporto, até ao dia 19. Os dias passaram a voar. Visitámos museus, conhecemos novos locais, fortalecemos amizades, tirámos muitas fotos, fizemos compras e muito mais. Por tudo isso esta viagem foi simplesmente única. No primeiro dia chegámos a Londres eufóricos e mal podíamos esperar por vermos os nossos quartos. Fizemos o nosso primeiro jantar em Londres que, como todos os outros, primou pela diversão e fomos pela primeira vez a Picadilly Circus. Os dias seguintes foram dedicados a conhecer os museus e sítios mais emblemáticos da cidade. Claro que a companhia foi a melhor parte na semana que lá passámos, não só a dos nossos colegas e amigos, mas também a dos professores, de quem nos aproximámos e com quem nos divertimos. Esta viagem foi a melhor das nossas vidas e irá sempre ser recordada com carinho e amizade. A ida a Londres foi fantástica e já deixa saudades. Os alunos do 9º Ano Aqui ficam algumas opiniões individuais: “Estou no colégio desde os três anos e esta viagem foi os nossos professores, colegas e melhores amigos. Eu uma espécie de “ponto alto” de todo este tempo. Eu adorei.” adorei a viagem e penso que nos uniu muito e fez com Beatriz Quintas - 9ºB que nunca mais me vá esquecer deste ano de finalistas “Foi a viagem que esperámos há tanto tempo e valeu a e de todos os meus colegas.” pena. Foi uma viagem fantástica e permitiu que a nossa Diogo Oliveira - 9ºA amizade ficasse mais forte. Aprendemos muitas coisas e “Esta viagem foi maravilhosa. Passei os melhores dias vai ser uma viagem para recordar.” da minha vida com os meus amigos (…) Também Inês Branco - 9ºB existiram zangas mas conseguimos superá-las, porque de certa forma somos todos irmãos! Nunca vou esquecer “Londres foi uma experiência única, foi super divertido. As amizades reforçaram-se e outras foram criadas, e esta semana maravilhosa!” isso fez com que o 9º ano se unisse apesar de tudo. Joana Carneiro - 9ºA Londres vai deixar muitas saudades sem dúvida.” “Permitiu fortalecer ainda mais os laços existentes entre Madalena Vicente - 9ºC nós e entre os professores! Foi sem dúvida uma viagem que sempre ficará marcada nos nossos corações e que “Desde que entrei no colégio sempre ouvi falar na viagem de finalistas e criei muitas expetativas que, no nunca será esquecida!” momento em que chegámos a Londres superaram tudo. Rita Marchão - 9ºA Foi uma experiência fantástica que irei relembrar para “O melhor das nossas vidas foi ir a Londres e partilhar sempre.” esta inesquecível experiência com os nossos amigos, Rúben José - 9ºC colegas e professores.” “As minhas expectativas para esta viagem eram muito Ana Laura - 9ºB altas. Desde o 5º ano que sonhava com isto e de facto “Foi uma das melhores experiências da minha vida. Acho superou a minha previsão. Eu amei tudo, desde a que todos descobrimos amizades e relações com os companhia, aos museus e passeios. O meu conselho outros que nunca pensámos vir a ter. Divertimo-nos para os próximos anos é que se divirtam e aproveitem ao muito, aprendemos mais sobre a cidade, melhorámos o máximo esta viagem!” Mariana Silva - 9ºC nosso inglês e, sobretudo, estivemos uma semana com


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Em Destaque

UMA COROA COM 50 MIL DIAMANTES!!!

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m abril fui até Londres, onde visitei a Torre de Londres e a exposição que lá havia, cujo nome era “Crown Jewels”, onde se podiam ver os mais variados artigos da monarquia britânica. A peça mais valiosa desta coleção de joias é a coroa de Elizabeth I, que, pelo que dizia numa das placas “tem cerca de 20.000 rubis, 10.000 esmeraldas, é banhada a ouro e tem cerca de 50.000 diamantes”. Para o banquete de coroação da rainha Elizabeth II, foi feito em ouro, um pote com uma colher, todo decorado com várias esculturas pequenas e valiosíssimas. O pote tinha 1 metro de diâmetro e também um metro de altura. Este pote conseguia aguentar cerca de 15 litros de vinho. Na exposição, havia sempre uma passadeira

rolante, porque, como as coisas eram muito valiosas, assim não dava tempo para as roubar, sendo que também havia um monte de guardas em cada sala. Nesta exposição podia-se encontrar todos os artigos da monarquia britânica desde o início do reinado Inglês. Margarida Ferreira Gralha - 5º C

OURO PARA ALUNOS DO COLÉGIO

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s alunos do nosso colégio, Mariana Lélis e Miguel Alcobia, estão mais uma vez de parabéns depois de, no dia 4 de maio, se terem sagrado vice-campeões nacionais de karaté, na prova que decorreu no Mucifal, em Sintra, realizada pela Federação Nacional de Karaté Portugal (FNK-P). Ambos subiram ao pódio nas categorias juvenil de -55kg, em femininos e masculinos, respetivamente. Irlando Lélis

O R G AN I I Cosmética Biológica


Colégio dos Plátanos

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Projeto Eco-Escolas

“É TÃO BOM COMER NO CHÃO!!!” Foi, segundo as palavras de muitos dos pequeninos que participaram em mais uma edição do eco-dia, levado a cabo pelo Colégio dos Plátanos, “o melhor piquenique de sempre”. O dia estava fantástico e pouco a pouco, o grupo começou a compor-se junto à barragem do rio da Mula, perto da Lagoa Azul, Sintra. De mochila às costas, óculos na cara e chapéu na cabeça, dão-se os últimos retoques de protetor solar em tudo o que é carninhas à mostra, que o sol não estava para brincadeiras. Marchemos então! As crianças estavam eufóricas e muitas foram as que insistiam em liderar o grupo na frente do pelotão. De repente, pais não sabiam dos filhos! “Vai lá á frente com o meu, não te preocupes”, alguém dizia. O trilho largo era a subir e num piscar de olhos, já quase todos os miúdos estavam munidos de paus a fazer as vezes de um cajado, qual peregrinos a caminho de Santiago!!! Muito bem! Estava tudo controlado e quem olhava para trás, percebia o enorme cordão humano composto por centenas de pais, crianças e funcionários do colégio. Foram, segundo a organização, cerca de 400 inscritos. Impossível de confirmar no dia... Continuemos a subir a serra. A paisagem é bonita e sente-se o ar mais puro. Todos estão a adorar. De vez em quando, vozes lá atrás advertiam: “Cheguem-se para a direita, para a direita!”. Eram ciclistas. Habituados àqueles caminhos, estranhavam a multidão e tal era o atraso que provocávamos, que alguns tinham mesmo que se apear. Mas a serra tinha mais surpresas. A dada altura, no sentido inverso ao nosso, um enorme cavalo branco passa. Ouvem-se os “Ahs!” de espanto das crianças. Muitas se calhar nunca tinham visto um tão perto!!! E tão alto que era... Subamos mais um bocadinho, há já quem se queixe com fome! De repente, um lago! A paisagem é linda. Momento para fotos, agora tu, depois eu, juntem-se todos e sorriam, por favor... já está! Chegámos a uma pequena “praia” da barragem. Nem de propósito, alguém ali brincava com dois cães na água. Os miúdos deliciavam-se a ver as peripécias daquele “Bobi” a nadar para apanhar o pau que a dona atirava… Mais um bocadinho, (já começámos a descer) e é hora de almoço. Os pais vão buscar as cestas ao carro e escolhem-se as sombras para o local do piquenique. Este é o grande momento das crianças!!! Mantas estendidas, (já se ouvem gritinhos de alegria!), ténis fora da manta e tudo de meias lá para cima. Hmmm, o que estará dentro das cestas??? “Eu tenho sandes de ovo com salsicha”, “Eu tenho frango assado com batatas”, “Dá-me uma batata”, “Mãe quero água”. Foi uma animação. Trocavam-se petiscos, relembravam-se histórias e todos estavam muito felizes. “Temos que fazer isto mais vezes!”, os pais combinavam. A redação


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Projeto Eco Escolas Teatro das “Ecotroops”

Chiiiiuuu! Hoje é Dia do Silêncio!!!

o âmbito de uma campanha subordinada ao tema Resíduos, em implementação no colégio, os alunos das “ecotroops”, defensores das atividades do programa Eco-Escolas, apresentaram um pequeno teatro para os alunos do Pré-escolar. Os pequeninos assistiram com agrado à representação de uma pequena peça com o objetivo de os ensinar a separar corretamente os resíduos. Tudo correu bem e o entusiasmo foi grande. Para o ano há mais! Prof. Sofia Lima

É uma das formas de poluição, a sonora, e por isso o colégio não quis deixar passar em branco o Dia do Silêncio. Dia 7 de Maio só se ouvia sussurrar...

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Dia do Silêncio começou... em silêncio. Cartazes afixados pelo colégio anunciavam a importância de não fazer barulho. Pelo menos neste dia... A hora de almoço decorreu com música ambiente, incentivando os alunos a usufruir desse momento de forma mais serena. Durante a tarde, todos no colégio, (pais e funcionários inclusive), puderam assistir à apresentação de um trabalho em PowerPoint que explicava as causas e sobretudo as consequências do ruído. Para o início do período da tarde escolar, estava reservada uma surpresa. Primeiro, todos cantaram o hino Eco-Escolas e os alunos do 6ºA, cantaram a canção “Auscultadores” que eles próprios compuseram. Mais uma vez, a supervisão da docente de Educação Musical, a professora Raquel Elói, foi imprescindível. O dia terminou com a recolha de comentários e assinaturas num caderno decorado para o efeito, ficando esse documento disponível para consulta da comunidade educativa na biblioteca do colégio. Foi um dia de alegrias partilhadas e com certeza para o ano há mais!!! Profª. Sofia Lima

Reciclagem ao Vivo Em abril os alunos do 2.º e 3.º ciclos, visitaram o centro de sensibilização ambiental da ERP Portugal, (Associação Gestora de Resíduos Eléctricos) no âmbito do plano de ação do programa Eco-Escolas. Os alunos das turmas A,B e C do quinto ano e os alunos das turmas A e B do oitavo ano puderam vivenciar sessões interativas que lhes permitiram aprender e consolidar conceitos ambientais sobre resíduos, nomeadamente os REEE (Resíduos e Equipamentos Elétricos e Eletrónicos). A visita revelou-se do interesse e agrado da Profª. Sofia Lima generalidade dos participantes.

Gonçalo Donões e Maria Ramos


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Colégio dos Plátanos

Projeto Eco-Escolas

TANTO BARULHO!!!!! Mais do que um grande incómodo, o ruído pode mesmo danificar o ouvido humano. O ruído é um grande fator de poluição que influencia tanto humanos como animais. Para os humanos, o ruído pode causar imensos problemas. São eles: a perda de audição; doenças cardiovasculares e aumento da pressão arterial; stress causado pelo ruído nos locais de trabalho e acidentes, especialmente de trabalho, devido às dificuldades de comunicação entre os trabalhadores. O ruído também prejudica os animais, nomeadamente no que se refere à sua segurança e reprodução, o que pode levar à extinção de espécies mais rapidamente. Por exemplo, quando um golfinho vê um predador e tenta avisar os companheiros para que estes fujam, poderá não o conseguir fazer por causa do barulho de um barco que esteja próximo, logo aqueles ficam em perigo. Também as aves, ao tentarem atrair as fêmeas, podem não conseguir comunicar eficazmente, devido ao ruído dos centros urbanos, logo não se conseguem reproduzir. As principais fontes de ruído são as que se apresentam na tabela seguinte: Intensidade sonora Silêncio total Sussurro Conversa normal Conversa em voz alta Máquina de cortar relva Ruído do metro Buzina de automóvel Trovão (forte) Concerto de rock Avião a jato

0 dB 15 dB 60 dB 75 dB 90 dB 90 dB 110 dB 120 dB 120 dB 140 dB

Existe o risco de perdas auditivas irreversíveis quando a exposição ao ruído exceder os limites máximos indicados na tabela seguinte: Intensidade sonora Tempo máximo de exposição diária 85 dB

8 horas

90 dB

4 horas

95 dB

2 horas

100 dB

1 hora

105 dB

30 minutos

110 dB

15 minutos

115 dB

7 minutos

120 dB

3 minutos

Maior do que 120dB

Risco imediato de perdas auditivas irreversíveis

Nós fizemos silêncio! No dia 7 de maio, para sensibilizar a comunidade escolar para os problemas associados ao ruído, celebrámos o dia do silêncio. Os alunos do 6º ano do Colégio dos Plátanos organizaram uma iniciativa inédita neste dia. Previamente pintámos t-shirts que alertavam para o perigo do uso incorreto dos auscultadores. Como neste dia os alunos do 4º ano tiveram exame de português, ainda tivemos mais um motivo para não fazer ruído durante os intervalos. Durante o almoço foi colocada música ambiente no refeitório para tentar diminuir o ruído proveniente das conversas dos alunos. Nos corredores do colégio foram afixados cartazes em forma de balões de fala, que continham mensagens que pretendiam sensibilizar para os problemas associados ao ruído e as formas de prevenção

dos mesmos. Na sala de multimédia foi apresentado um trabalho em “powerpoint”, realizado pelos alunos do 5º ano na aula de informática. Depois do almoço, todos os alunos do colégio reuniram-se no pátio do 1º ciclo para cantarem o hino eco-escolas do colégio, bem como a canção “Auscultadores”, escrita por três alunos do 6ºA (André Cunha, Luís Ferraz e Vítor Silva). Durante todo o dia tentámos fazer o menor ruído possível, para que este dia fosse mais silencioso do que o habitual. Joana Silva e João Coelho - 6.º B


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Projeto Eco Escolas Eco-ideias

Que Cidade Eficiente

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ecorreu no auditório do Os alunos do colégio iniciaram os trabalhos de construção de uma cidade colégio nos dias 14 de eficiente, no âmbito do tema Energia do programa Eco-Escolas, já em implementação. março e 9 de maio a 4º e 5º reuniões do Conselho EcoO objetivo é Escolas. Juntos, os representantes construir uma cidade eficiente dos alunos, dos encarregados de do ponto de vista Educação, dos professores e da energético. Ou autarquia, partilharam ideias com o seja, as objetivo de tomar algumas infraestruturas e decisões cruciais para a ordenamento do centro urbano implementação do programa Ecotêm que sempre Escolas. São elas a manutenção ter em conta a dos meios de monitorização, bem proteção como a avaliação e divulgação das ambiental. Nesta atividades realizadas. Não faltaram cidade eficiente as apresentações dos alunos das está até prevista a não circulação Ana Fonseca, Tomás Rosmaninho, João Lopes, atividades que cada ciclo já do trânsito Margarida Mesquita e o Eng. Luís Ferreira realizou. E é sempre com muita automóvel... satisfação que todos observam o Prevê-se que esta “cidade” esteja pronta dentro de três anos, sendo acrescentada envolvimento dos alunos mais anualmente por módulos. Para a concretização deste projeto, foi imprescindível novos num projeto tão importante e não deixa de ser a colaboração do encarregado de educação Luís Ferreira. Engenheiro de que profissão, domina como ninguém a eletricidade e a mecânica, essenciais neste extracurricular. Desta forma caso. Recorde-se que esta cidade eficiente precede um outro projeto em que destaca-se a presença dos alunos Luís Ferreira colaborou, o dos protótipos solares. O seu empenho tem motivado Beatriz Dias, Marta Miranda e os alunos e até outros encarregados de educação que também têm vindo a Gonçalo Carvalho como colaborar em algumas atividades do programa Eco-Escolas. apresentadores deste conselho. Note-se que no decorrer dos últimos cinco anos a comunidade educativa tem juntado esforços para desenvolver projetos que de alguma forma Estiveram todos muito bem. contribuam para o desenvolvimento da educação para o desenvolvimento Parabéns às vossas iniciativas! sustentável (EDS). Profª. Sofia Lima Profª. Sofia Lima

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Todos à nossa Horta!!!

horta dos alunos da Educação Pré Escolar está a fazer sucesso no colégio. Pais e professores têm lá ido abastecer-se de ervas aromáticas. Os cozinhados estão muito mais saborosos!!!!! A plantação tem vindo a ser feita não só pelos meninos da infantil, mas também pelos alunos do primeiro ciclo que fizeram lindos vasos reutilizando garrafões de água e semearam também ervas aromáticas e legumes. Um verdadeiro trabalho de equipa. As educadoras e auxiliares ajudam na manutenção. O cantinho da infantil chamou a atenção dos que passam e o resultado é que pais e até professores já andam a cobiçar os coentros, a salsa, rabanetes e alfaces dos pequeninos. Não se pense que esta rapina desagradou aos proprietários, muito pelo contrário. “Ficamos muito orgulhosos”, garantem as educadoras!!! Profª. Sofia Lima

Miguel Sousa, Beatriz Briso - Pré A

Catarina Graça, Raquel Alves - Pré B e a mãe da Catarina


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Projeto Eco Escolas

COMO POSSO POUPAR ÁGUA? A consciencialização da necessidade de poupar água aprende-se desde pequenino. E os alunos do primeiro ano já sabem todas as dicas para não desperdiçar o líquido mais precioso de todos: a água. Desde fechar a torneira enquanto se lava os dentes ou as mãos, aproveitar a água da chuva para regar nos dias mais secos e porque não aproveitar a água do banho para despejar na sanita. Do 1ºA os trabalhos são da Alice, Bernardo, Madalena Faísco e Eva. A turma B empenhou -se na elaboração de um trabalho coletivo. Parabéns a todos! As turmas do 1º Ano

Turma 1º B


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Visitas de Estudo

AQUÁRIO ENCANTA ALUNOS Chamam-se Olívia e Vitinho o casal de leões marinhos que encantou os alunos do primeiro e segundo ano na visita ao Aquário Vasco da Gama, em Lisboa. Fizeram muitas habilidades, comeram peixe e deram grandes saltos para a piscina.

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ara além desta dupla maravilha, os alunos também ficaram a conhecer uma grande variedade de peixes, tanto de águas quentes como frias. Alguns eram bem familiares como o carapau, o sargo e peixe-palhaço, (Nemo, para os amigos), que, já agora, segundo os alunos, “vive numa anémona venenosa para outro animais”. A visita foi acompanhada por uma monitora que satisfez todas as curiosidades dos alunos e explicou alguns aspetos da imensa diversidade da coleção zoológica do espaço. Exemplos disso são a cenoura do mar, que “não gosta de ser apertada nem de estar muito tempo fora da água” e o ouriço do mar, “com cinco dentes afiados dentro da boca que fica debaixo dos picos”. Outra das espécies que as crianças gostaram muito de conhecer foi o peixe limpador, que “come os bichinhos dos peixes maiores”, o peixe anjo, o peixe vampiro, o peixe porquinho e o peixe dragão, que, segundo os meninos eriça-se todo para dizer “cuidado que eu sou venenoso!!!” Outra das grandes atrações foi a lula gigante que os alunos garantem estar “morta” e que “mede mais do que uma girafa”!!! A redação

“PARA O INFINITO E MAIS ALÉM!!!” O título desta notícia, frase célebre do filme “Toy Story”, podia dar o mote à visita que os alunos do terceiro ano fizeram ao Planetário Calouste Gulbenkian, em Lisboa. Todos a bordo de uma nave espacial virtual para alunar... na Lua. Visitaram estrelas, constelações e todos os planetas. No final, uma trovoada. Muitos sustos, mas ninguém se molhou... A visita decorreu no âmbito do estudo do sistema solar e, escusado será dizer, os alunos adoraram!!! Já estavam todos muito bem sentados nas cadeiras reclináveis daquele espaço, quando começaram a ouvir o grande ruído da descolagem do foguetão que os levaria até à Lua. Apertem os cintos: 3, 2, 1, 0: partida! A viagem correu bem. Os alunos observaram as vistas do nosso satélite natural e iniciaram o regresso à Terra. Já a “salvo” observaram com olhos de ver o céu noturno, limpo de toda a poluição luminosa, com lindas estrelas lá em cima. Fizeram visitas pelas constelações, as visíveis e as não visíveis, e ficaram a saber que a última estrela da cauda da Ursa Menor, a famosa Estrela Polar, indica o Norte. Os outros pontos cardeais também foram explicados, bem como todos os planetas do nosso sistema solar, movimentos da Terra, fases da Lua, etc.

Mas o melhor foi deixado para o fim: o Planetário mostrou às crianças como é o fenómeno da trovoada. E se esta era das grandes! Com enormes relâmpagos que imitam muito bem os verdadeiros e um som tão estridente que parece que estamos mesmo debaixo de água!!! As turmas dos 3ºs Ano


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Colégio dos Plátanos

Visitas de Estudo

VIVA A VICKY!!! Na visita ao Jardim Zoológico, os meninos da Infantil viram macacos, cobras, tigres e leões. Mas do que eles mais gostaram foi dos saltos da golfinho Vicky.

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e alguém perguntar aos alunos da Infantil qual o animal de que mais gostaram na visita ao Jardim Zoológico, quase todos responderão que foi a golfinho Vicky. As crianças estavam eufóricas na bancada com os enormes saltos e os exercícios de malabarismos dos golfinhos e a interação que existia com os tratadores. Não só por isso é o preferido. A golfinho Vicky também é afilhado das turmas da infantil do Colégio dos Plátanos. Isso mesmo pode ver-se numa placa bonita à saída do parque...

aventureiros também gostaram muito dos tigres “que estavam atrás de um vidro” e das enormes cobras, “com a língua toda de fora”. Ui que medo. Mas qual medo? As crianças não tinham nenhum... Seguiram-se as girafas, os enormes elefantes, o grande fosso dos leões, os ursos, rinocerontes, impalas e por aí fora. Chega a hora do almoço e a emoção continuou. Os meninos comeram pizza “num restaurante”, mas também sopa e gelatina, garantem as educadoras...

Mas todos os animas foram do agrado dos pequenos. Nada ficou por ver. Até o tempo ajudou. Nem calor, E por falar em pequenos, havia um macaco bem pequenino, que andava nas costas da mãe e que nem frio. Perfeito!!! também fez as delícias das crianças. Os mais A redacção

Carolina Santos, Matilde Dias e Martim Garcia

Duarte Pereira, Raúl Maia e Dinis Limpo


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Artistas de Palmo e Meio

CONCURSO “JOVENS TALENTOS 2013” Foram muitos os alunos do 1º e 2º ciclo que participaram no Concurso de Jovens Talentos 2013. Eram todos muito bons, mas só dois puderam ganhar. Parabéns aos alunos do 6ºA e à Inês Alenquer do 2ºA.

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oi muito divertido ganhar e, sobretudo, participar no Concurso de Jovens Talentos 2013, porque pude estar com os meus melhores amigos e fazer uma das melhores coisas que se pode fazer na vida: DANÇAR! Fiquei um bocadinho nervoso, quando ia começar o concurso, e acho que os meus amigos também, mas já não era a primeira vez que participávamos. A música “Thriller”, para mim, foi a mais difícil de dançar (pelo facto de ter muitas etapas) e a que acabou por ter mais “sucesso”. O mais engraçado foi que, enquanto treinávamos, pudemos ver as nossas desgraças em vídeo. Mas até foi boa ideia, porque assim, pudemos saber quais eram as nossas dificuldades. Até pode ser um bom conselho para quem venha a ser um futuro dançarino. E ainda conseguem divertir-se duas vezes: uma a dançar e a outra a ver. Hélio Daniel Patrício - 6º A

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oi no dia 26 de abril de 2013, às 13h30m, que fui atuar na final do Concurso de Jovens Talentos do 1.º ciclo. Fui apresentar uma peça de teatro com marionetas de vara, cujo título era “O Capuchinho Vermelho”, uma história já conhecida, mas que eu tornei um pouco diferente. Os meus colegas de turma fizeram cartazes para me apoiarem. Fiquei um bocadinho nervosa, quando anunciaram o terceiro classificado, o segundo e o primeiro. Estava com esperança de ganhar… E, para meu espanto, ganhei! Ainda tenho guardados os cartazes dos meus colegas, como recordação deste belo dia. Senti-me muito mais confiante, graças ao apoio dos meus amigos. Inês Alenquer - 2º A


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Artistas de Palmo e Meio

2º ANO ENCENA “PRINCESA DA CHUVA”

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o longo do 2.º e do 3.º período, os alunos do 2.º ano trabalharam o livro A Princesa da Chuva, de Luísa Ducla Soares. Após a leitura do livro em sala de aula, surgiu a ideia de nos tornarmos contadores de histórias para outros alunos do colégio. Assim, com a preciosa ajuda da professora de Educação Musical, Raquel Elói, preparámos uma apresentação da história, onde incluímos música, sonorização, percussão corporal e até um pouco de dramatização. Para além disso, para a composição dos cenários, reutilizámos alguns materiais, fazendo flores com guardanapos e também barcos e peixes com folhas de jornal. No dia 23 de abril, a história foi apresentada aos meninos e meninas da Infantil. Esta data não foi escolhida ao acaso, pois neste dia assinalou-se o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor. A reação do público não podia ter sido melhor: estiveram muito atentos durante toda a apresentação e no final vibraram connosco ao som da canção “Superfantástico”! Mais tarde, no princípio de maio, tivemos ainda oportunidade de mostrar este trabalho aos nossos colegas do 4.º ano, dos quais também recebemos muitas palmas. Com tantos aplausos, sentimo-nos uns verdadeiros artistas! As turmas do 2.º ano


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Educação Cívica

SEGURANÇA PARA TODOS!

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s alunos do primeiro ano participaram no concurso “Segurança para Todos”, subordinado ao tema “A caminho da escola em segurança”.

Era-lhes pedido que elaborassem em conjunto, um cartaz de sensibilização onde apresentassem a sua ideia do que era um trajeto seguro entre a casa e a escola. O tema não foi escolhido ao acaso. Segundo dados estatísticos, está provado que muitos dos acidentes que envolvem crianças ocorrem no caminho casa-escola e vice-versa. E como de pequenino se torce o pepino, os alunos estão já a interiorizar importantes regras de segurança, que depois com certeza aplicarão na sua vida futura. Aqui fica o trabalho do 1ºB

CUIDADOS NA ESTRADA!

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onduzir em grandes cidades não é uma tarefa muito fácil, pois temos de estar sempre atentos ao que nos rodeia. Conduzir um carro é diferente de conduzi-lo com segurança.

Devemos sempre: ter os cintos de segurança postos; não enviar mensagens nem falar ao telemóvel enquanto se conduz, respeitar os limites de velocidade, respeitar os sinais de trânsito e parar nas passadeiras. As crianças com menos de 10 anos ou com menos de 1,50m têm de ir no banco de trás e com cadeira adequada. A partir dessa idade/altura, já podem viajar à frente. Vamos todos cumprir estas regras básicas de segurança!

Joana Almeida, 5.º C


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Colégio dos Plátanos

Educação Cívica

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AFINAL, PARA QUE SERVE O DINHEIRO?

o passado dia 5 de março, os alunos do 5.º ano assistiram a uma ação de sensibilização sobre o uso do multibanco e, como vivemos tempos de crise, a importância de se poupar foi igualmente um tema abordado. Os alunos, apesar de ainda serem muito jovens, manifestaram interesse e vontade em saber mais sobre dinheiro e poupanças. “De onde vem o dinheiro?”, “Como o gastamos?” e “Qual a importância de se poupar?” foram algumas perguntas colocadas aos alunos, às quais prontamente responderam. Na verdade, é fundamental que estes assuntos sejam abordados e conversados, não só na escola, mas também em casa, uma vez que se trata de questões relevantes para o futuro dos nossos alunos que, um dia mais tarde, serão os “dirigentes” do nosso país. O que disseram os alunos ? “Eu acho que esta acção de sensibilização foi bastante interessante, pois ajudou-nos a aprender a gerir o dinheiro, a mexer na nossa conta e tudo sobre o multibanco. Coisas que serão necessárias para a nossa vida. Assim, quando crescermos, o nosso dia-a-dia será mais fácil, pois já saberemos mais coisas sobre estes assuntos”. Madalena Ribeiro - 5.º A “Nesta ação de sensibilização aprendemos a gerir o nosso dinheiro, a mexer nas caixas multibanco, a quantia “certa” que podemos retirar por dia da nossa conta…” Miguel Sapina - 5.º A “Aprendi a gerir o meu próprio dinheiro e como gastá-lo da melhor forma”. Mariana Silvestre - 5.º A “Achei muito giro porque aprendi algumas coisas novas. Também não sabia que havia tanto dinheiro. Espero que toda a gente poupe”. Bárbara Lopes - 5.º B “Gostei muito porque aprendi mais sobre o multibanco, como guardar e depositar o meu dinheiro… Assim, quando for adulto, já saberei usar o multibanco”. Diogo Raimundo - 5.º B “Ajuda para quando formos grandes. Aprendi que quando queremos alguma coisa ou algum brinquedo que pedimos aos nossos pais, eles não têm uma “caixa” de dinheiro de

onde tiramos aquilo de que precisamos só para nós”. Margarida Mesquita - 5.º B “Gostei muito porque foi diferente de todas as outras experiências que já tive”. Miguel Domingues - 5.º B “Fiquei a saber mais sobre o multibanco pois acho que estava a precisar de saber como gerir o meu dinheiro”. Tomás Parreira - 5.º B “Achei interessante porque me ajudou a perceber as coisas e o funcionamento do multibanco e a perceber como podemos poupar o nosso dinheiro”. Vasco Duarte - 5.º B Eu gostei muito desta ação, especialmente o assunto sobre a casa da moeda. Já agora, tenho uma maneira de poupar e que vou partilhar: todos os dias coloco 1€ numa caixa. Bruna Trole - 5.º C Achei interessante porque aprendi que o multibanco tem variados perigos, que devemos poupar e que o dinheiro não cai das árvores. O mais importante que eu aprendi foi que as crianças não devem ter cartão de crédito, pois é muito perigoso. Carolina Anjos - 5.º C Eu gostei da ação sobre o dinheiro / multibanco, porque com ela aprendemos a poupar e como se faz o dinheiro. Gonçalo Donões - 5.º C Sobre a ação do dinheiro / multibanco, aprendi a poupar! João Lotra - 5.º C


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Educação Cívica

ARTIGOS DE OPINIÃO - A VAIDADE

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a minha opinião, a vaidade tem aspetos positivos e aspetos negativos. Faz-nos sentir que somos elegantes e que nos podemos valorizar a nós mesmos. No entanto, pode haver um fruto do exagero dos aspetos positivos. A sua valorização pessoal é tão exagerada, que fazem com que as pessoas se achem mais bonitas e melhores que as outras. Para exemplificar, no conto “O espelho ou retrato vivo” a mulher apercebe-se que se continuar a “alimentar” a vaidade, ela vai tornar-se “fútil, tonta e vaidosa” e, na vida real, se alguém estiver sempre a admirar-se ao espelho, vai acabar por se tornar tonta e convencida. Deste modo concluímos que ser vaidoso é bom, desde que não seja em exagero. Eva Silva, 6.º C

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vaidade, como tudo na vida, tem um lado positivo, por exemplo, quando as pessoas valorizam a sua imagem para se sentirem bem com elas, para conseguir objetivos importantes. Mas também tem um lado negativo, pois a vaidade pode afastar as pessoas que não gostam desse lado e outras a terem inveja, a quererem ter as coisas que os

vaidosos usam. Quando as pessoas usam a vaidade excessivamente para chamar a atenção ou receber elogios, passam a representar uma personagem, e para isso gastam muito dinheiro e não conseguem amigos verdadeiros. Nuno Bartolomeu, 6.º C

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u creio que ser vaidoso é gostar do que se vê ao espelho, ter muita ambição e esta atitude pode trazer muitas regalias, mas também pode trazer problemas, por exemplo, há pessoas que pensam que as pessoas vaidosas são rudes, mas nem sempre é assim. Ser vaidoso é também ser ambicioso, o que significa querer sempre mais e melhor, mas magoar alguém para alcançar os nossos objetivos já não é ambição, é futilidade. Normalmente as pessoas vaidosas conseguem integrar-se facilmente, mas, quando a vaidade ser torna obsessiva, as pessoas podem ser excluídas socialmente. Deste modo eu acho que vaidade tem um lado bom e outro mau, pelo que as pessoas vaidosas devem ter cuidado com as suas atitudes. Rodrigo Silva - 6.º C


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Colégio dos Plátanos

Programa Junior Achievement Em Março, as duas turmas do 2º ano do 1º ciclo, terminaram o Programa “A Comunidade”, leccionado por Célia Simões, voluntária da Junior Achievement Portugal (JAP), colaboradora na empresa SAP Portugal e mãe de dois alunos do colégio.

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mporta antes de mais explicar o que é a Junior desejos. São crianças interessadas, curiosas e a Achievement Portugal. Trata-se de uma organização crise que os adultos enfrentam não lhes é de todo sem fins lucrativos, que visa inspirar e ensinar as crianças indiferente. Os nomes dos políticos, o lado “negro” e jovens alunos a encontrarem o caminho para o seu

dos impostos e até mesmo o papel menos positivo do próprio sucesso e realização profissional, através da Estado é algo que eles já começam a ter em mente, educação e do estímulo para o desenvolvimento de uma muitas vezes resultado das conversas que ouvem em cultura de responsabilidade individual e casa ou das notícias na televisão. “Foi uma empreendedorismo. Neste contexto, a JAP desenvolve experiência muito enriquecedora para mim, pois programas apropriados a cada idade, desde o ensino nunca tinha lidado com crianças em ambiente de básico até ao universitário, com o envolvimento direto de aula. O carinho que elas me davam sempre que me profissionais do mundo empresarial, em regime de viam chegar ao colégio era fantástico. No entanto, voluntariado. nada supera a sensação de dever cumprido quando O programa “A Comunidade”, leccionado a alunos do 2º

se sente que as crianças estão a perceber os

conceitos leccionados e ao mesmo tempo quando os ano, é constituído por uma série de cinco atividades que aplicam com clareza à realidade que os rodeia.” orientam o aluno numa descoberta da comunidade, dos negócios que operam no seio desta, de como o governo No fim do programa, todos os alunos receberam trabalha, no sentido de desenvolver serviços para o bem- um diploma pelo empenho e dedicação dados nas estar dos seus cidadãos, e como os cidadãos têm aulas e ainda uma pequena oferta da SAP como responsabilidade no bem-estar económico da comunidade. O interesse dos alunos por este tipo de programas havia

agradecimento pelo carinho com que me receberam no seu espaço, no seu ambiente. Um grande obrigada às professoras Ângela Pires e Cátia Freitas

já sido revelado quando, no ano lectivo anterior, lhes foi e ainda ao Colégio dos Plátanos por terem acolhido leccionado o programa “A Família”, que visava chamar a tão bem esta iniciativa. atenção para a importância das profissões dos membros da família e para a satisfação das suas necessidades e

Alunos do 2º B

Célia Simões

Alunos do 2º A em sala de aula


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Ser Finalista RISOS E LÁGRIMAS NA DESPEDIDA DO 4º ANO Numa iniciativa inédita no Colégio dos Plátanos, os alunos do 4º ano organizaram uma festa de finalistas para os pais. Com direito a fitas e tudo...

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oi com muita ansiedade que os 56 alunos do 4º ano do colégio, viveram a festa de despedida que prepararam para os pais. Afinal, as surpresas eram muitas e todos sabiam que as emoções iam falar mais alto. Já estavam todos no auditório quando os alunos começaram a declamar um poema. Na turma do professor Nuno foram lidos 28 versos, um por cada aluno. Segundo o próprio explicou, o poema foi feito em sala, com sugestões de todos, escritas no quadro, fazendo deste um trabalho conjunto. A montagem foi da responsabilidade do docente. Na sala da professora Andreia, optou-se pela leitura de duas quadras, também da autoria de todos. Seguiu-se um momento musical. As crianças cantaram três músicas em inglês e a seguir quiseram, como eles próprios disseram, “dar música aos pais”. Esta canção surpresa foi preparada na aula de Expressão Musical e foi acompanhada de flauta. Depois, o momento alto da tarde: a projeção de uma espécie de filme, em fotografias claro, que consistia nada mais nada menos do que a evolução dos alunos ao longo dos quatro anos de aprendizagem e convívio. Foi aqui que todos começaram a pedir lenços de papel para enxugar as lágrimas: pais e filhos... Já com os olhos vermelhos receberam dos respetivos professores as fitas de finalista, tal e qual os estudantes universitários. Assinadas pelos amigos, pelos pais e professores, foram depois pregadas numa “árvore” pintada pelas crianças. A festa acabou ao som da música “Ser Criança”. Muitas, muitas palmas... Bom 5º ano para todos! A Redação Poema de finalistas No dia em para a escola entrámos Tínhamos muitas dificuldades à vista Mas depressa o tempo passou E cheguei a finalista. O trabalho foi árduo E também complicado Mas como fomos estudiosos O sucesso foi alcançado. Apesar de sermos finalistas E o primeiro ciclo estar quase a acabar Novas etapas se aproximam Com o segundo ciclo a começar.

No 1.º ciclo foi difícil entrar Muitas mudanças tivemos de enfrentar Um bom professor nós temos Ainda bem que o conhecemos. No 1.º ano aprendemos a ler A contar e a escrever No 2.º ano até tivemos Testes intermédios para fazer. O 3.º ano alcançámos E as nossas dificuldades superámos Ao 4.º ano chegámos E para isso muito estudámos.

Mas isso agora não interessa Pois é hora de festejar Agora somos finalistas A todos queremos dar um beijo Mas também muito realistas E felicidades desejar. Para o sucesso alcançar Marta Pedro e Rodrigo Cruz do 4ºA Temos de continuar a trabalhar. Depois dos educadores Quatro anos sem chumbar Conheci novos professores Para o 5.º ano vou passar A um pátio novo cheguei Sinto-me feliz, E com os meus amigos brinquei. Pois deixei de ser petiz. Da brincadeira saltámos para a cadeira Mas na sala continuou a barulheira Aqui tudo era diferente E o professor sempre muito exigente.

Turma 4º B


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Colégio dos Plátanos

Entrevista “ESTOU NA MÚSICA DESDE OS QUATRO ANOS” Duas alunas do 5.º C entrevistaram a professora de Educação Musical, Raquel Elói, para saberem algumas curiosidades pessoais e também sobre o seu trabalho enquanto professora. Porque decidiu ser professora de Música e com que idade?

Margarida Prazeres, Mariana Correia, Bárbara Lopes, Rita Lopes, Prof. Raquel Elói, Marta Miranda e Ana Catarina Aguiar

- Decidi ser professora de Música aos 21 anos, porque é uma profissão de família desde o meu bisavô. Há quantos anos está nesta área? - Desde os quatro anos até agora. Que instrumentos toca? Porquê? - O primeiro instrumento foi o piano, também toco saxofone apenas por diversão e iniciei um curso de canto, porque me ajuda a conhecer melhor. Já fez alguma peça musical? - Já compus algumas peças musicais infanto-juvenis. Já interpretei peças musicais em locais como: São Carlos, Mosteiro dos Jerónimos, etc. Se pudesse eleger uma peça musical para ir ver, qual seria? - Escolheria o Requiem-Mozart. Que tipo de músicas gosta mais? - Música bem-feita e com qualidade. É difícil ensinar os seus alunos que não se interessam por música? Porquê? - Sim, porque qualquer aluno que não se interesse por música nunca vai conseguir aprender corretamente. E, para o ajudar, começo por conhecer o aluno. Se não fosse professora de música que profissão escolhia? - Seria arquiteta, pois o meu pai era pintor e decorador, por isso tinha ligação a essa área. Quer continuar a seguir esta profissão? Porquê? - Sim, porque apesar de gostar da área da Música, quero continuar a marcar a diferença nos meus alunos.

Inês Soeiro Ana Carolina Carolina Chamusca 5.º C


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Biografias Amália - a Voz

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mália da Piedade Rodrigues nasceu em Lisboa, em 1920. A data exata de nascimento é desconhecida, pois em documentos oficiais diz-se que nasceu a 23 de Julho, mas acredita-se que tenha sido no primeiro dia desse mês. Em 1935 é convidada a cantar na Marcha de Alcântara. Canta pela primeira vez em público acompanhada à guitarra numa gala de beneficência. Concorre, em 1938, ao Concurso da Rainha do Fado dos Bairros, no qual não chega a participar. Nos ensaios para este concurso, foi ouvida por um assistente que a recomendou a Jorge Soriano, diretor de uma casa de fados, chamada o Retiro da Severa. Passa na audição, mas não aceita devido à opinião desfavorável da família. No ano seguinte, começa a cantar no Retiro da Severa como fadista profissional. A sua atuação como artista exclusiva é um sucesso e espalham-se por toda a Lisboa comentários sobre Amália. Em 1941, o realizador António Lopes Ribeiro convida-a para participar no filme "O Pátio das Cantigas", mas Amália não fica com o papel. É também atração da revista do Teatro Variedades Espera de Toiros neste ano. A partir de 1943, Amália começa a atuar no estrangeiro, tendo sido em Espanha o seu primeiro espetáculo fora de Portugal. Em 1959, Amália recebe a Medalha de Honra de Prata da Cidade de Paris, e em 1961, casa-se pela segunda vez, no Rio de Janeiro, anunciando abandonar a vida artística. Vive, então, dez meses no Brasil. Até 1995, Amália continua a fazer imensas atuações no estrangeiro e em Portugal, laçando também imensos CD’s. Um ano depois, faz uma pausa nas atuações devido a uma doença grave. Em 1998, “Segredo” é vencedor de um disco de platina por vendas superiores a 40 mil cópias. Infelizmente, Amália Rodrigues morreu no dia 6 de outubro de 1999, com 79 anos, dando um desgosto a todo o mundo pela perda da sua bela voz que será sempre relembrada como uma das melhores mundialmente. Rita Andrade - 7ºA

Luís Vaz de Camões

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oeta português, filho de Simão Vaz de Camões e de Ana de Sá e Macedo, Luís Vaz de Camões terá nascido por volta de 1524/1525, não se sabe exatamente onde, e morreu a 10 de junho de 1580, em Lisboa. Pensa-se que estudou Literatura e Filosofia, em Coimbra. Foi soldado em Ceuta onde, num combate, perdeu o seu olho direito. Segundo alguns autores, terá sido por essa altura que compôs o primeiro canto de “Os Lusíadas”, a sua obra mais famosa. Viajou de seguida para Macau, onde exerceu o cargo de provedor-mor de defuntos e ausentes. Voltou a Goa, naufragou na viagem na foz do Rio Mecom, mas salvou-se, nadando apenas com um braço. A primeira edição de “Os Lusíadas”, dedicado ao rei D. Sebastião, valeu-lhe uma pensão anual de 15 000 réis pelo prazo de três anos, renovado pela última vez em 1582 a favor da sua mãe, que lhe sobreviveu. Camões morreu amargurado pela doença e pela miséria. Mariana António e Diogo Trajano - 8º A

José Gomes Ferreira Gomes Ferreira nasceu J osé no dia 9 de Junho de 1900 no

Porto e morreu em Lisboa, no dia 8 de Fevereiro de 1985. Foi pai do arquiteto Raul Hestnes Ferreira e do poeta Alexandre Vargas Ferreira. Quando tinha apenas quatro anos a sua família mudou-se para Lisboa, para a zona do Lumiar. José Gomes Ferreira estudou nos liceus Gil Vicente e Camões. Colaborou com Fernando Pessoa num soneto para uma revista de nome Ressureição. Licenciou-se em Direito em 1924, tendo chegado a trabalhar na Noruega como cônsul. Ao mesmo tempo, seguiu também a carreira de compositor e uma das suas obras, de nome ‘’Suite Rústica’’ chegou mesmo a ser estreada numa orquestra. Regressou a Portugal em 1930, altura em que se dedicou só à carreira do jornalismo. Também traduziu filmes sob o pseudónimo de Álvaro Gomes. Ganhou o Grande Prémio da Poesia no ano de 1961. Em 1978, a Escola Secundária de Benfica prestoulhe a homenagem de dar o nome à escola, projetada pelo próprio filho Raul Hestnes Ferreira. Passaria a ser a Escola Secundária de José Gomes Ferreira. Em 1983 foi submetido a uma intervenção cirúrgica. Faleceu oito anos depois, no dia 8 de Fevereiro de 1985, devido a uma doença prolongada. José Gomes Ferreira escreveu várias obras nas quais se destacam poesias tais como ‘’Lírios do Monte’’, ‘’Longe’’ e ‘’Viver Sempre Também Cansa!’’. Luis Pinto e Tiago Churrito - 8º A


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Biografias MARIE CURIE – UMA MULHER NO MUNDO DE HOMENS

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arie Curie nasceu a 7 de novembro de 1867, em Varsóvia, na Polónia. Foi uma cientista que praticou a sua atividade profissional em França, na Universidade de Paris, onde continuou os seus estudos de Física, Matemática e Química. Foi a primeira mulher a receber um prémio Nobel, pelo facto de se ter destacado como investigadora numa época em que as universidades estavam sob domínio masculino. Em 1903, recebeu um prémio Nobel em Física, pelas suas descobertas no campo de radioatividade e em 1911, um prémio Nobel, em Química, pela descoberta de outros elementos químicos desconhecidos. Também fundou um instituto de rádio, em Paris, onde se formaram importantes e reconhecidos cientistas. Ela faleceu de cancro devido à sua investigação e, sobretudo devido aos testes que fazia em si própria, relacionados com a sua magnífica descoberta com o nome de “raio-x”. Em sua homenagem foram feitos dois telefilmes sobre a sua vida: “Marie Curie certaine jeune fille” (1965) e “Marie Curie: More than Meets the Eye” (1967). Esta foi uma cientista que alcançou vários feitos, pois o que inventou e o que descobriu nunca até então havia sido imaginado. Nós admiramo-la muito! Daniel Patrício e Sara Meleças - 6.º A

MIGUEL TORGA

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iguel Torga nasceu em agosto de 1907 e faleceu em 1995. Era poeta, contista, memorialista, escritor romântico e dramático. O seu nome verdadeiro era Adolfo Correia da Rocha. Filho de Francisco Correia Rocha e Maria da Conceição Barros, Adolfo Correia da Rocha criou o seu pseudónimo “Miguel Torga”. “Miguel” em homenagem a dois grandes impulsos da cultura ibérica e “Torga” devido a uma planta brava da montanha que deita raízes fortes sob a aridez da rocha. Estudou Português, Geografia e História aprendendo também latim. Em 1920, quando tinha apenas 12 anos, emigrou para o Brasil para trabalhar na fazenda de café que era do seu tio. Em 1928 já vindo do Brasil, Torga publicou o seu primeiro livro de poemas, Ansiedade. Diogo Dias e Constança Carneiro - 8º A


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Escrita Criativa ALICE NA ESCOLA DE MAGIA!

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lice era uma menina de 13 anos, que tinha acabado de chegar a casa, pois tinha vindo do centro comercial. Quando chegou, o pai tinha uma grande notícia a contar à Alice: - Vais para uma escola de magia! Já te inscrevi e aceitaram-te! - O quê?! Eu não quero, qual magia, qual quê, é mentira, é só para quem não pensa! - disse Alice, irritada. - Vais sim! Agora vai-te deitar e amanhã vais conhecer a escola! - gritou o pai. Alice ficou zangada, mas obedeceu ao pai e foi para a cama. No dia seguinte lá foi ela para a escola, contrariada. Mal chegou, ficou de boca aberta, não era o que esperava, os truques eram reais, era uma escola privada. Alice foi a correr, mas antes, o pai gritou: - Estou muito zangado… falamos depois… - Está bem!- disse Alice, apressada. Quando chegou, foi bem recebida e, na primeira aula, aprendeu a fazer a “bola de água de iniciação”. O pai, triste, foi buscá-la para ir almoçar a casa. A primeira coisa que a filha disse ao pai foi: - Desculpa, esta escola é maravilhosa, por favor pai, perdoas-me? - Claro que sim! Alice agradeceu e, a partir daí, isto nunca mais se repetiu e Alice foi uma grande feiticeira (bem, só aos 18 anos, mas foi). Bruna Trole - 5.º C

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PESADELO OU REALIDADE?

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Catarina, todas as noites, sonha com os seus amigos, com a sua família unida e esse tipo de coisas que as crianças adoram. Mas, esta noite, foi completamente diferente... A Catarina sonhou que andava a passear com os amigos pelo parque e à medida que iam dando passos, um dos seus amigos ia desaparecendo. Por fim, lá ficou a nossa amiga Catarina sozinha. Ela chorava e gritava... Chamava por eles e berrava. De repente, abre-se um portal mágico que leva a Catarina para um país magnífico que ela, com certeza, iria adorar. O país era só de doces! Casas feitas de chocolate, estradas de gelado de morango derretido, pessoas feitas de bolachas.... Aquilo metia água na boca! Mas onde será que os amigos dela andavam? Será que estavam felizes noutro país qualquer? Será que estavam presos em jaulas do tamanho de pássaros e iriam ser comidos ao jantar pela bruxa da Branca de Neve e os Sete Anões? Onde estavam? Catarina estava a sonhar, mas sabia que não estava a gostar muito do seu sonho... faltavam os seus grandes amigos. Ela (no sonho, claro) andava a correr e a bater de porta em porta para encontrar os seus amigos. Apenas as pessoas bolacha é que estavam dentro das casinhas de chocolate. De manhã, a Catarina acorda toda suada e muito vermelha. Veste-se rapidamente, come os seus cereais de trigo e vai de autocarro para a escola. No autocarro não havia ninguém da sua turma, o que era muito estranho, pois pelo menos três amigos dela estavam sempre lá. Na escola, nem uma criança... O que se estaria a passar? Afinal, a Catarina tinha tido um sonho parecido, mas… será que era um pesadelo ou realidade? Maria Beatriz Saraiva - 5.º C

UMA AMIZADE INESPERADA erto dia, o João, que gostava muito do mar, foi, como habitualmente, até à praia. Quando chegou, tirou da sua mochila o seu fato de surfe. Vestiu-se, fez o aquecimento e correu para apanhar a melhor

onda. Entretanto, o João vê uma sombra enorme refletida na areia dourada. Olha para trás e vê um enorme monstro verde, que metia medo ao susto. Tinha apenas um olho, quatro pernas com três afiadas garras e uma boca gigantesca pronta a atacar, que lhe disse: - Pareces saboroso e tenrinho, vou devorar-te numa só dentada. O João ficou muito assustado. O que iria fazer? Gaguejando, apressou-se a dizer ao monstro: - Antes de me comeres, tens de me apanhar - dito isto, começou a correr junto ao mar. O monstro, apesar das quatro gigantes patas, não o conseguiu apanhar. Passado um bom bocado, e quase a ficar exausto, o João teve uma ideia luminosa. Lembrou-se que a sua mãe lhe tinha preparado umas deliciosas sandes de frango. Parou e disse ao monstro: - Grande Verdugo, não sei se gostas de frango, mas tenho aqui umas sandes irresistíveis! O monstro acalmou-se e apressou-se a dizer: - São as minhas preferidas! O João tirou-as rapidamente da lancheira e pousou-as na areia, com receio de se aproximar do monstro verde. O monstro, ao ver as deliciosas sandes, babava-se de tanta água com que ficou na boca. Ao dar a primeira dentada exclamou: - São as melhores sandes de frango que alguma vez comi! Dito isto, o João aproximou-se do monstro e perguntou-lhe: - Queres ser meu amigo? O monstro respondeu: - Claro que sim! A partir desse dia, o João trazia sempre um lanche para partilhar com o seu novo amigo e viver uma nova aventura. Diogo Ribeiro - 5.º C


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Colégio dos Plátanos

Escrita Criativa

CONCURSO FAÇA LÁ UM POEMA No âmbito do Concurso Faça Lá um Poema, promovido pelo Plano Nacional de Leitura, em parceria com o Centro Cultural de Belém, os alunos do 2º Ciclo realizaram um poema, tendo sido selecionado o melhor do 5º e do 6º ano, para efeitos de concurso. No entanto, todos mostraram ter veia poética e elaboraram poemas ora mais criativos ora mais pessoais, mas, sem dúvida, com um cunho muito próprio. A Natureza

De pernas para o ar

Eu amo a Natureza Gosto dos pássaros a voar Quero ser livre e feliz Para de todos poder gostar

Algo se passou, Ou estava a sonhar, Que o mundo ficou De pernas para o ar.

Dos animais e das plantas Os primeiros são os preferidos Amo todos os que existem Acho-os belos e queridos

Ninguém respeita ninguém, Já só reina a confusão, E tantas vezes porém, Todos ralham sem razão.

A terra anda poluída Para os animais não está famosa Alguns sofrem mesmo muito Nesta vida misteriosa

Pena é que neste mundo Com tanta coisa sem jeito Não haja um sentimento profundo De tornar tudo mais perfeito. Quem o mundo virou? Ou estou a sonhar? Não sei onde estou! Estou de pernas para o ar!

O lince, o outro, a baleia Alguns em vias de extinção Temos de os proteger Tirando-os de tanta maldição O Homem quer progresso Melhorar o seu bem-estar No entanto, nem sempre Esse fim consegue alcançar Estradas, caminhos e vales Árvores, florestas e fontes Tudo vai modificando Fazem túneis e grandes pontes O mundo é estranho e cruel Os Homens não querem saber Vamos cuidar da Natureza Todos temos de a PROTEGER

Mas está nas nossas mãos Mudar o que é preciso, Viver como irmãos Fazer do mundo o paraíso.

Os meus pais ficaram felizes quando eu cheguei. Acrescentei-me à família e por aqui fiquei. Depressa cresci com muito amor e carinho e agora que já sou grande gosto de estar no meu cantinho. Vou à escola todos os dias e faço os meus deveres, gosto de ler e cantar tenho sempre muito que fazer. Equitação, karaté e natação São os desportos que faço. Tenho uma semana cheia Mas nunca me maço. Ao fim de semana vamos sempre passear tirando aqueles dias em que tenho de estudar. Gostava de ter irmãos, mas isso não aconteceu sou única filha mas o mundo não é só meu.

Acabei de acordar, Pois o sol já nasceu. O mundo estava no lugar, Afinal, não se inverteu! Estou a contar-vos Joana Barbedo, 6.º A A história da minha vida Que tem apenas onze anos, A minha família Mas é muito preenchida.

Estava aqui a pensar do que vos vou falar. Pensei que podia contar Tomás Parreira, 5.º B uma bela história de encantar. Nasci pequenina mas não me importei, chamaram-me Carolina e desse nome eu gostei.

Vivo todos os dias Junto de quem me faz feliz Foi sempre assim Desde que nasci petiz. Daqui para a frente tudo é mistério, não sei o que acontecerá mas será sempre o meu império. Carolina Pereira - 6.º B


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Escrita Criativa Porque é que tudo existe? Porquê os sentimentos? Porquê o feliz e o triste?

Se nós podemos escolher? Porquê a doença? Porquê a fome? Talvez o destino nos pertença, Porquê é que guardamos tanto ódio? Mas nós não sabemos ainda. Diz me o porquê de tanto rancor Porquê as lágrimas amargas? Porque é o céu azul? Porquê a dor no amor? Porque é a relva verde? Porque é que as pessoas não percebem, Porquê o dinheiro? Que quanto mais se ganha mais se Porquê isto tudo? perde. Porquê o egoísmo? Qual é o conteúdo? Porquê os países? Porquê a democracia? Se as pessoas matam, Porquê esta sociedade Porquê uma alma? Onde todos têm a mania? Se as pessoas morrem Porquê uma vida? Porquê a pressa onde todos vivem? Porque é que não podemos ir Porquê a guerra devagar? Se puder haver paz? Parece que têm medo Porquê o ódio De a vida não conseguirem agarrar. Se pode haver amor? Porque é que tem de ser assim? Porque é que não pode ser de outra Porquê um enorme jogo? maneira? Porquê a vida assim viver? Porque a lei assim o diz. Porquê a pobreza, a tristeza e a Mas quem inventou essa vingança, brincadeira? Inês Eu sou a Inês Mas não sou chinês. Foi no Colégio dos Plátanos, Que aprendi a contar até três.

A minha caneta Eu tenho uma caneta Dada por uma senhora forreta Chamada Francisqueta. Eu escrevi com a minha caneta Em forma de borboleta Emprestei à minha amiga Julieta Que me deu uma gorjeta.

Porquê a razão de não pensar? Porquê a razão de não saber? Porque é que não podemos voar, E ser quem queremos ser? Porquê os sonhos? Porquê o imaginar? Porquê esta fantasia toda, Se os pudemos realizar? Porquê o ser grande ou pequeno? Porquê sermos normais? Porque é que somos todos diferentes, Mas queremos ser todos iguais? Porquê o ser feio ou bonito? Porquê tanto julgamento? Porque é que não deixam as pessoas pensar, Pelo seu próprio pensamento? Porquê o porquê dos porquês? Porquê a ausência de respostas? Talvez, um dia venha descobrir… Até lá tenho as perguntas postas… Melissa Farmhouse - 8ºB

Corro para o carro Mais o meu mano Que eu não largo Pela mão Não vá ele cair no chão. Já no trânsito Tenho já sete anos, Imagino-me numa pista de corridas E gosto muito de brincar. Vrum, vrum, vrum Como ainda não sei tudo, A conduzir o volante Tenho mesmo de estudar. Inês cruz – 2ºB Sou o maior comandante Rápido, vou como uma chita Tenho também um irmão, Eu tenho num papel Mas eis que alguém apita Que pensa que é sabichão, Desenhado um anel Pi, Pi, Pi É muito meu amigo, E também uma caneta Por fim E muito brincalhão. E faço uma creta Chego e Para a minha prima Henriqueta Encontro o meu amigo Serafim Agora que estou a crescer, Que foi à praia com a minha lambreta. Que me diz Tenho mesmo de aprender! Mariana Cruz – 2º B - Até que enfim! Por isso ando na escola, Chegaste mesmo a tempo Para um dia alguém ser. A corrida da manhã Vamos para dentro. Na corrida da manhã A professora está a chegar Termino este poema A caminho da escola Não nos podemos atrasar! Com muita alegria. -Não há tempo! Mas amanhã, vou a pé Agradeço à minha professora Diz-me a mamã. Quero imaginar-me um Pela paciência do dia-a-dia! Meto na sacola Andante O estojo, as canetas, Tão grande Inês Guerreiro – 2º B Sem esquecer a cola. Como um elefante! Sofia Duarte – 2º B


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Colégio dos Plátanos

Sugestões de Leitura “A MAIOR FLOR

DO

MUNDO”, DE JOSÉ SARAMAGO

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m conto infantil do escritor Prémio Nobel da Literatura que conta a história de um menino que um dia encontra uma flor murcha e resolve trazerlhe água de um rio longínquo, fazendo uma concha com a mão. Faz tantas viagens e tantas pingas traz à flor, que esta acaba por crescer mais do que uma árvore. Quando voltou à sua aldeia foi aclamado herói por ter feito uma coisa que era “muito maior do que o seu tamanho e do que todos os tamanhos”. Ed. Sónia Castanheiro

CHERUB

“A CONTRADIÇÃO HUMANA”, DE AFONSO CRUZ

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m livro que relata as inúmeras contradições e opostos da vida, vistas pelos olhos de uma criança muita atenta aos pormenores. Recebeu em 2011 o prémio Sociedade Portuguesa de Autores e RTP para o melhor livro de literatura infanto-juvenil. Ed. Maria João Cascais

“LENGALENGA DOS NOMES – MENINOS”, DE MARTA ELIAS

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“O teu nome rima e ri; se és menino vê aqui; há cá rimas só para ti”. Começa assim este bonito livro de rimas com os nomes, na edição de meninos (também há o livro das meninas). Luís, Pedro, João, Francisco, são vários, de A a Z, para ler e Poem as suas capacidades em ação quando são divertir. enviados para missões (de baixo, médio e alto risco). os leitores sugerimos livros, da colecção Cherub a qual nos relata várias histórias de crianças que fazem parte dos serviços secretos britânicos. Estas crianças são normalmente órfãs que vivem no Campus com os seus amigos e têm uma vida diária normal (têm aulas) mas são todas extremamente inteligentes, falam várias línguas e têm aulas intensivas de preparação para missões, e de artes marciais...

Durante estas, eles comportam-se como crianças normais mas na verdade foram enviados para ajudar as autoridades nomeadamente o MI5. Durante estas há muitas aventuras e adrenalina. Desta coleção destacam-se Segurança Máxima e o Traficante. Ana Rita Andrade e Beatriz Bizarro - 7º A

Ed. Paula Dias


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Etc & Tal...

Sugestões de Leitura POEMAS DA MENTIRA E DA VERDADE

O

O CÃO ESPIÃO, DE ANDREW COPE

L

s Poemas da Mentira e da Verdade, de

isa, ou melhor, GM 451, é uma cadela

Luísa Ducla Soares, são

agente

dois

combater o crime, infiltrando-

olhares

simultâneos

treinada

sobre a realidade. O da

se

imaginação, o da fantasia e

escolha. Para Lisa não há

o da seriedade e do espírito

impossíveis,

crítico. É um livro infantil

desafios.

com

histórias

numa

família

para

mas

à

sua sim

divertidas,

O seu terrível inimigo, o

belíssimas ilustrações que

Chefão, conseguiu escapar

fazem sonhar, e muitas,

da prisão e anda a planear

muitas rimas.

roubar a jóia mais valiosa do Este livro foi dedicado a crianças que acham que ler é Mundo, o Diamante Milénio, sem Lisa saber. uma perda de tempo e que poesia é só um monte de É pela emoção, pela ação e pelas aventuras vividas versos aborrecidos. por esta cadela tão especial, que aconselho este livro a Se é este o teu caso, não percas tempo e começa já todos os leitores que gostem de espiões, detetives e de a ler este livro, pois vais descobrir que ler (poesia) até é cães. divertido! Joana Almeida - 5.º C

Gonçalo Chaves, 5.º C

LEITURA PARA AS FÉRIAS

O

s alunos do quarto ano B, sugerem como leitura de férias o livro com o título “História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar ” da autoria de Luis Sepúlveda. Esta é a história de Zorbas, um gato grande, preto e gordo. Um dia, uma gaivota apanhada por uma maré negra de petróleo deixa ao cuidado dele, momentos antes de morrer, o ovo que acabara de pôr. Zorbas, que é um gato de palavra, cumprirá as duas promessas que nesse momento dramático lhe é obrigado a fazer: não só criará a pequena gaivota, como também a ensinará a voar…. Com a graça de uma fábula este livro oferece-nos uma mensagem de esperança de altíssimo valor literário e poético. A turma do 4.º B


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Colégio dos Plátanos

Um pouco de história

A HORA DA LIBERDADE O golpe de estado do 25 de abril de 1974 ficou conhecido para sempre como a "Revolução dos Cravos". A política do nosso País alterou-se completamente. O povo ofereceu cravos aos militares que os puseram nos canos das espingardas e não houve a violência habitual das revoluções. Em vez de balas, que matam, havia flores por todo o lado, significando o renascer da vida e a mudança.

O

s militares fizeram este golpe de estado porque não estavam contentes com o governo de Marcelo Caetano, que seguiu a política de Salazar (o Estado Novo), que era uma ditadura. Esta forma de governo sem liberdade durou cerca de 48 anos. Enquanto os outros países da Europa avançavam e progrediam em democracia, o regime português mantinha o nosso país atrasado e fechado a novas ideias. Em Portugal a escola só era obrigatória até à 4ª classe. Depois disso era complicado continuar a estudar. Nessa altura os professores podiam dar castigos mais severos aos seus alunos. Todos os homens tinham de ir à tropa, pois na altura estava a acontecer a Guerra Colonial. A censura, conhecida como "lápis azul", é que escolhia o que as pessoas podiam ler, ver e ouvir nos jornais, na rádio e na televisão. Antes do 25 de abril, todos estavam insatisfeitos, mas não podiam dizê-lo abertamente e as manifestações dos estudantes deram muitas preocupações ao governo. Isto acontecia porque não existia liberdade de expressão. Depois, os países estrangeiros, que no início apoiavam Salazar e a sua política, começaram a fazer pressão contra Portugal. Por isso o governante dizia que o nosso País estava "orgulhosamente só". Quando Salazar morreu, foi substituído por Marcelo Caetano, que não mudou nada na política. Nos últimos anos de ditadura de Salazar, muitos dos militares começaram a ficar descontentes com o prolongamento da guerra colonial bem como a falta de liberdade sentida por todo o país. Estes militares organizaram uma organização clandestina para prepararem uma revolução. Em setembro de 1973 um grupo de jovens oficiais formou o MFA (Movimento das Forças Armadas) e os seus principais objetivos eram acabar com a guerra fazendo com que as colónias portuguesas fossem independentes e acabar com a ditadura e transformar Portugal num país democrático. A solução acabou por vir do lado de quem fazia a guerra, ou seja os próprios militares. Cansados desse conflito e da falta de liberdade criaram o Movimento das Forças Armadas (MFA), também conhecido como o "Movimento dos Capitães". Os militares golpistas, denominados de Movimento das Forças Armadas – MFA – eram comandados, secretamente, a partir do Quartel da Pontinha, em Lisboa, por Otelo Saraiva de Carvalho, um dos principais impulsionadores da ação. No dia 23 de abril de 1974, Otelo Saraiva de Carvalho

entregou aos militares do MFA os planos para a revolução. Destes, constava que na madrugada de 25 de abril, uma primeira senha emitida pela rádio iria indicar que o golpe de estado estava em marcha. Foi escolhida a canção de Paulo de Carvalho “E Depois do Adeus”. Uma segunda senha, a canção de Zeca Afonso “Grândola Vila Morena”, confirmava todo o processo. Quando esta canção passou pela rádio, os militares saíram para as ruas, ocupando vitoriosamente os principais quartéis militares bem como a rádio, a televisão, os aeroportos e os postos fronteiriços, pois estes eram considerados locais importantes. Já de manhã, e apercebendo-se do que se passava, a população quis ajudar, e saiu também para a rua. Esta revolução foi rápida e quase não houve derramamento de sangue. O 25 de abril foi considerado uma revolução pois fez com que houvesse uma transformação enorme em Portugal ao nível económico, cultural e em termos políticos. O MFA derrubou assim o Governo de Marcelo Caetano e pôs fim à ditadura portuguesa dando início à 2ª República. Depois de afastados todos os responsáveis pela ditadura em Portugal, o MFA libertou os presos políticos e acabou com a censura sobre a Imprensa. E assim começou um novo período da nossa História, onde temos liberdade, as crianças todas podem ir à escola e o País juntou-se ao resto da Europa. Mas ainda há muito, muito caminho a percorrer... O 25 de abril de 1974 ficará, para sempre, na história como o dia em que Portugal deu os seus primeiros passos em direção à democracia. Esta data ainda hoje é assinalada com um feriado nacional. António Gomes Diogo Raimundo Eduardo Barata 5º B


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Um pouco de história

25 DE ABRIL- REVOLUÇÃO DOS CRAVOS

N

o dia 25 de abril de 1974 começou- se uma nova governação - a democracia. Antes havia uma ditadura, imposta por António Oliveira de Salazar e nessa época ninguém se podia manifestar, pois eram presos, nem podiam ter opiniões diferentes, tinham de apoiar Salazar. Na rádio Renascença apareceu uma música que era considerada proibida durante a ditadura militar, chamava-se a Grândola Vila Morena. Eis a música cantada por Zeca Afonso: Grândola, vila morena Terra da fraternidade O povo é quem mais ordena Dentro de ti, ó cidade Dentro de ti, ó cidade O povo é quem mais ordena Terra da fraternidade Grândola, vila morena Em cada esquina um amigo Em cada rosto igualdade Grândola, vila morena Terra da fraternidade Terra da fraternidade Grândola, vila morena João Lotra - 5º C Catarina Graça - Pré B Lourenço - Inf. 3


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Saúde

CANCRO DA MAMA – PREVENÇÃO É A PALAVRA DE ORDEM o

cancro mais comum as mulheres, provocando 44 mil mortes por ano. É preciso conhecer os sintomas e apostar na prevenção.

É entre

mudança no tamanho ou no formato da mama, alteração na coloração ou na sensibilidade da pele da mama, entre outros.

É fundamental apostar na prevenção deste tipo de cancro que se apresenta muitas vezes, como uma O cancro da mama é um tumor massa dura e irregular diferente do restante seio. maligno que se desenvolve nas Quando os fatores de risco são conhecidos, compete aos células do tecido mamário. É o médicos realizarem anualmente a observação clínica tipo de cancro mais comum entre as mulheres e por ano com anamenese, inspeção e palpação. são registados cerca de 150 mil novos casos. Apesar de Devem ser feitos exames complementares de ser mais frequente nas mulheres também pode atingir os diagnóstico, nomeadamente a mamografia, que tem um homens muito embora sejam situações raras. papel decisivo. Não é conhecida uma causa específica para o cancro Alguns dos tratamentos utilizados são radioterapia, da mama, mas sabe-se que embates violentos na mama quimioterapia, terapêutica hormonal e terapêutica com não provocam, por si só, cancro da mama. Contudo, é anticorpos monoclonais. conveniente ter cuidado com os seios. Qualquer mulher pode desenvolver cancro da mama, A taxa de mortalidade mantém-se praticamente ao sendo que algumas são mais propícias a desenvolver do mesmo nível que em 1930, o que equivale a 44 mil que outras. É o caso daquelas onde há história familiar mortes por ano. deste cancro, mulheres que nunca tiveram filhos, ou que A incidência nas mulheres de raça branca é um pouco tiveram o primeiro filho após os 30 anos. O tabaco, o maior do que nas mulheres de raça negra. Nas partes do álcool e obesidade também constituem fatores de risco. mundo onde a incidência de cancro da mama é alta, Há muitas iniciativas para ajudar a combater o cancro como nos EUA, Canadá, Europa Ocidental e Austrália, o da mama, nomeadamente corridas. risco maior verifica-se aos 65 anos. Os sintomas são: aparecimento de um nódulo, endurecimento da mama ou debaixo do braço (na axila),

Ana Rita Andrade e Beatriz Bizarro - 7ºA


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Entre Concursos e Olimpíadas

CANGURU MATEMÁTICO ENTUSIASMA ALUNOS

O

concurso Canguru Matemático, que se realizou pela primeira vez no colégio, foi um verdadeiro sucesso. Os alunos estavam entusiasmadíssimos com esta atividade que visa motivar e estimulá-los para a disciplina.

prova. No primeiro dia, 2º e 3º ciclos, numa média de sete alunos por turma divididos por três categorias. 5º/6º ano Categoria Escolar, 7º e 8º ano Categoria Benjamim e 9º ano Categoria Cadete. No segundo dia realizaramse as provas do 1º Ciclo, também estas divididas por 2º ano Mini-Escolar I; 3º ano Mini-Escolar II; 4º ano, MiniEscolar III. Note-se que esta prova ocorreu no mesmo dia, em todos os países participantes.

Mal foi anunciada a data do concurso Canguru Matemático sem Fronteiras, o dia 4 de abril, percebeu-se a euforia e o interesse de um elevado número de alunos em participar em mais uma atividade cujo objetivo é desenvolver o gosto pela matemática. Muitos foram os alunos que pediram aos professores da disciplina (coordenadores da iniciativa) testes de anos anteriores para treinar e que quiseram tirar todas as dúvidas antes do aguardado dia.

No final todos estavam muito entusiasmados para conhecer os vencedores. Mini- Escolar I Vencedor: Rafael Charrua

2º A

Mini- escolar II Vencedor: Guilherme Timula

3º B

Mini- escolar III Vencedor: João Narciso

4º A

Escolar

Vencedor: João Coelho

6º B

Benjamim

Vencedor: Tomás Reis

8º B

Cadete

Vencedor: Bernardo Ribeiro

9º B

Feitas as inscrições, foi chegada a hora de realizar a

Prof. Bruno Pereira

FOMOS ÀS OLIMPÍADAS!!!

D

urante os meses de abril e maio alguns alunos do colégio participaram ainda nas Mini Olimpíadas de Matemática, cuja prova decorreu nas instalações do colégio. Por outro lado, as Olimpíadas Regionais de Física e Química tiveram lugar no Campus do Instituto Superior Técnico, em Porto Salvo. Nestas duas últimas provas o colégio foi representado pela equipa do 9º ano constituída pelos alunos Catarina Garcia, Hugo Lopes e Maria João Ribeiro, sempre acompanhados pela professora Maria José Sequeira. Após as provas, foram realizadas atividades lúdicas para professores e alunos, seguido de lanche e sessão de encerramento. Na prova de Física os alunos tiveram oportunidade de assistir aos temas “Apresentação dos e-labs “, “A Química do outro lado do espelho” e “Projecto ThermoCup” apresentados pelos professores do IST.

Hugo Lopes, Catarina Garcia, Maria João Ribeiro e a Professora Maria José Sequeira

A equipa do Colégio os Plátanos está de parabéns pela boa participação e desempenho manifestado neste evento. Profª. Maria José Sequeira


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Colégio dos Plátanos

Música

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA

S

egundo estudos que foram realizados, foi possível concluir que os estudantes que aprendem música têm melhores resultados em leitura e matemática. A Música ajuda a afinar a sensibilidade dos alunos e desenvolve o raciocínio e a memória. Estatisticamente, os músicos são cidadãos com menores taxas de crime, quando comparados com o resto da população. Mais de 1000 diretores gerais de empresas, cerca de 90%, disseram que aprender música e tocar um instrumento em criança ajudo-os a desenvolver o carácter e a liderança.

universal. Por isso, aprender música pode também ajudar no currículo, já que demonstra uma aptidão para funcionar em ambientes culturalmente diversificados. Na minha opinião, estudar música tem muitas vantagens, mas como tudo no mundo também tem as suas desvantagens: não se tem tanto tempo para descansar, pois além do estudo para escola, temos que exercitar 1 hora por dia no instrumento musical em casa, acrescentando ainda as aulas no conservatório de música, o que faz com que se chegue alguns dias tarde a casa.

A música é uma das formas mais eficazes de integrar as várias culturas, por ser uma linguagem

Samuel Gato - 8º B

PROJETO ”CANCIONEIRO POPULAR - UM TESOURO

O

s alunos da infantil ao 3ºciclo do nosso Colégio, juntamente com alguns pais e professores ,participaram na gravação um DVD com 11 temas, promovido pela ”Clave de Soft” e denominado de “Cancioneiro Popular - Um tesouro a descobrir”. Este projeto consistiu em reunir os alunos de diferentes anos e colocá-los a cantar canções tradicionais portuguesas, entre as quais “Os olhos da Marianita”, “Ó rama, ó que linda rama” e “Menina estás à janela”. Os encarregados de educação dos alunos e os docentes também tiveram oportunidade de participar, gravando uma canção. Os alunos começaram por ensaiar a canção nas aulas de Educação Musical. Depois de muitos ensaios fomos finalmente gravar as músicas no auditório do Colégio, no dia 27 de fevereiro. Esta

experiência

acabou

“em

grande”

com

a

A DESCOBRIR”

apresentação das músicas cantadas ao vivo e apresentadas em DVD, no atual pátio do 9º ano, no dia 13 de março. Os alunos gostaram muito desta experiência, pois foi inovadora e muito divertida! Miguel Domingues - 5.º B


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Diversos...

PAÍS DO SOL NASCENTE Como li na aula a obra A Árvore e mergulhei nas histórias do Japão, decidi pesquisar mais sobre este país e sobre alguns aspetos da sua cultura. O Japão é um arquipélago como um “grande mundo”, cujo nome significa “origem do sol”. A sua capital é a cidade de Tóquio. A moeda utilizada é o iene. No Japão existem os melhores e mais avançados equipamentos de eletrónicos. O “kimono” é um vestimento tradicional japonês, usado por homens, mulheres e crianças. Os japoneses utilizam a expressão “keirei” que tem como significado “cumprimentar os amigos”. A sua cultura é muito vasta, mas existe uma curiosa comemoração que me despertou interesse chamada, “Hinamatsuri” que quer dizer “Dia das meninas”. Ocorre anualmente, no dia 3 de março. O costume de se exibirem bonecas começou num período antigo, em que as pessoas acreditavam que as bonecas possuíam o poder de atrair o mal para si mesmas, e assim proteger os seus donos. O

“Hinamatsuri” traz vestígios de um antigo costume japonês chamado “Hinanagashi” (“balsa da boneca”), no qual bonecas feitas de papel eram colocadas num rio, que se dirigia para o mar, levando consigo os “males”. Assim, no “Hinamatsuri”, os japoneses colocam plataformas com panos vermelhos, em degraus para expor as bonecas. A fileira superior apresenta duas bonecas que representam o Imperador e a Imperatriz. O segundo degrau traz três Senhoras da Corte. O terceiro degrau cinco músicos, cada um segurando um instrumento musical, exceto o cantor, que segura um leque. Na quarta, quinta e fileiras mais baixas são exibidas uma variedade de mobílias em miniatura, ferramentas, carruagens, etc. Acho que este é um costume muito interessante e fiquei com vontade em saber mais sobre a cultura japonesa. Espero que também tenhas ficado com esse desejo! Sara Meleças - 6.º A

HOJE MADEIRA, AMANHÃ PAPEL! Lidamos com ele todos os dias, mas não nos apercebemos do trabalho que dá o fabrico do papel... O material a que chamamos papel, e que usamos todos os dias, é constituído, essencialmente por uma fina camada de fibras vegetais sobrepostas. Para a sua fabricação são usados, principalmente, materiais que contenham celulose, ou esta propriamente dita. Para fabricar a pasta de madeira pode ser usada qualquer madeira, desde que seja tenra, clara e tenha as dimensões de fibras adequadas. No entanto, podem destacar-se as madeiras de pinho e eucalipto, apresentando a última algumas vantagens (apenas a nível industrial e não ambiental). São elas: uma formação excecionalmente uniforme combinada com resistências e características de impressão ótimas; uma estabilidade dimensional superior à média obtida com outras fibras celulósicas; excelente desenvolvimento de resistências mecânicas para energias de refinação moderadas; alta capacidade e elevado ratio, opacidade, resistências e secagem fácil, o que permite velocidades de produção elevadas. O fabrico do papel compreende diferentes fases: A primeira fase chama-se redução à pasta e consiste na transformação da matéria-prima fibrosa numa suspensão aquosa, homogénea com todas as fibras separadas umas das outras. A segunda fase, chamada refinação, consta do corte das fibras num sentido transversal seguido do seu achatamento. Finalmente, a terceira fase, denominada preparação do empasto, consiste em dosar e medir, de modo homogéneo, misturas de diversos materiais fibrosos e adicionar materiais colantes, aditivos, substâncias corantes, etc. Simão Gato - 5.º A

O papel é feito a partir da madeira das árvores (nomeadamente o eucalipto). Todas as árvores possuem nas suas células uma substância chamada de celulose e é a partir dela que o papel é fabricado. Como se faz então o papel? O eucalipto é cortado e levado para a indústria, onde a sua madeira é cortada, descascada e picada. Depois os pedacinhos de madeira são colocados num grande tanque para cozimento. Junto com os pedacinhos de madeira são colocadas algumas substâncias químicas. Depois de algumas horas a “cozinhar”, obtém-se uma pasta de celulose. Essa pasta passa por um processo de lavagem para retirar as substâncias químicas e as impurezas. Após este processo é levada para uma máquina chamada mesa plana, que irá transformar essa pasta de celulose numa folha contínua e lisa sobre uma grande esteira rolante. A grande folha, movida pela esteira rolante, passa por rolos que irão prensar, retirar o excesso de água, compactar e alisar o papel. Após esse processo, a grande folha de papel passa por um equipamento chamado de enroladeira, onde será enrolada. Depois de enrolado, o papel passa por bobinas que irão cortá-lo seguindo padrões de tamanho e gramagem. As máquinas empacotadeiras separam a quantidade de folhas em cada pacote e passados uns dias já temos o papel nas nossas mãos! Inês Guerreiro - 5.º A


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Colégio dos Plátanos

Diversos...

MEIOS DE TRANSPORTES

S

eja na cidade ou no campo, para passear, trabalhar, ir à escola ou ao supermercado, é praticamente impossível imaginar a nossa vida sem um meio de transporte. Além de ser fundamental para transportar

pessoas, os meios de transporte são importantíssimos para levar de um lugar para o outro diversas mercadorias, essenciais no nosso dia-dia-dia. As nossas professoras pediram-nos para elaborar trabalhos sobre os mais diversos tipos de transportes! Gostámos muito sobretudo porque foi uma forma diferente de aprender! As turmas do 2º Ano

Diogo Filipe Pereira – 2º A

Bárbara Gonçalves – 2º B


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Etc & Tal...

Diversos...

JÁ SABEMOS FALAR INGLÊS!!! Os alunos do primeiro ano estão a dar os primeiros passos na disciplina de Inglês. Tudo é novidade, mas devagar eles chegam lá. As frases que fazem são ainda muito simples, mas o vocabulário sai enriquecido a cada aula. Os meninos já sabem dizer os nomes de muitas frutas, as cores, dias da semana e muitas coisas mais. Aqui ficam alguns exemplares de trabalhos do 1ºA que o comprovam. Bye, bye!!!

Maria Gaspar - 1º A

Carolina - 1º A


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Colégio dos Plátanos

Diversos

SER RIO OU SERRA POR UM DIA Onde nasce e desagua o rio Mondego? É verdade que o Sado é dos poucos rios na Europa que corre de sul para norte? Afinal, a montanha do Pico, nos Açores, é o ponto mais alto de Portugal... Tudo isto e muito mais, sobre rios e serras de Portugal, foi explicado em sala pelos próprios alunos. Nesse dia, todos foram professores... Cada aluno do 4ºA tinha um rio ou uma serra para estudar. A pesquisa foi feita em casa e a forma de apresentação do trabalho em sala, era livre. Uns escolheram as tradicionais cartolinas, outros optaram por maquetas, trabalhos em powerpoint, etc. No final, cada aluno tinha direito a fazer perguntas aos colegas para atestar a atenção de cada um. Depois sucedia o contrário e a turma avaliava o desempenho dos oradores, sempre com comentários positivos, claro... Alguns alunos ainda tiveram a oportunidade de apresentar o trabalho noutras turmas. Parabéns a todos!!! A TURMA DO 4º A

Joana Silva - 4º A

Rodrigo Cruz - 4º A

Beatriz Barreto - 4º A


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Cantinho da Infantil

JÁ É PRIMAVERA!!! É verdade que a primavera anda um bocadinho tímida, mas nas salas dos pequeninos da Infantil ela já chegou com todo o seu esplendor. Nas paredes já moram muitos passarinhos, muitas flores e árvores de tintas vivas. E não faltam os insetos!!! As crianças desenharam formigas, cheias de patinhas boas para trabalhar e a metamorfose do bicho da seda que se transforma numa borboleta. Os alunos adoraram os casulos!!!

Madalena Garcia - Inf. 3

Carolina Martins - Pré B

Gonçalo Monteiro - Inf. 1

Martim Pereira - In. 2


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Colégio dos Plátanos

Cantinho da Infantil

- O MUNDO É NOSSO!!! Os pequeninos da Infantil estão a explorar o planeta Terra, nas aulas de Fastrackids. Bom, na verdade não saem da sua estação de aprendizagem, mas têm aprendido muitas coisas novas relacionadas com o mundo em que vivemos e com o espaço. O mote dado foram os diferentes fatos que algumas pessoas têm que usar para desempenhar o seu trabalho. O bombeiro, o polícia e o astronauta. Os meninos ficaram a saber que o fato do astronauta é importante para o proteger e que sem ele não poderia dar grandes saltos do espaço. Daí aos cometas, galáxias, meteoritos, crateras e constelações foi um instantinho. Foram muitas palavras novas. Para além disso, as crianças também participaram em experiências levadas a cabo na estação de aprendizagem. Verificaram o que acontecia quando friccionavam as mãos uma na outra, puderam também ver uma pastilha efervescente num copo de água e foi-lhes feita uma analogia com o que se passa com os cometas. Para finalizar em grande, os alunos tiveram na sala um mini-minimini vulcão, que funcionou e tudo!

Beatriz Duarte - Inf2

Infantil 1

DIA DA MÃE Ela é a pessoa mais importante no coração dos pequeninos da infantil e foi com muito gosto que todos elaboraram trabalhos sobre a Mãe. Isto para além do presente que fizeram para oferecer. As mamãs adoraram!!! Lourenço Ferreira - Pré A

Sofia Gomes - Inf. 2


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Etc & Tal...

Cantinho da Infantil

COM UM PÉ NO 1º ANO... Nas duas turmas do pré-escolar, o ênfase dado aos temas já é um pouco diferente porque deles já se espera algo mais. Mais crescidos, estes alunos elaboraram para além dos temas da primavera, bandas desenhadas da história da floresta d´água, que pretende demonstrar o papel fundamental da preservação das florestas, uma cópia desenhada, trabalhos do 25 de Abril, etc. Isto para além dos trabalhos no manual!!! Parabéns a todos!

CÓPIA DESENHADA André Candeias - Pré A

A FLORESTA DE ÁGUA

Beatriz Martins - Pré B

Beatriz Oliveira - Pré B


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Etc & Tal...

Passatempos

DESAFIOS MATEMÁTICOS 1.

Indique o número que falta:

2.

Complete a série escolhendo a ficha de dominó exata entre as de baixo:

3.

Quais são os números que faltam?

Alícia Guerra e Margarida Prazeres - 5.º B

Solução na página 40

PALAVRAS CRUZADAS 1

P R E N D E R

2 B A I

L e

1. Estamos no Colégio dos______________.

3

A M I G O S

3. Aqui fazemos muitos _____________.

4

T A L E N T O

5. Estás a fazer __________ cruzadas.

A v

7. O Colégio comemorou 29 _________.

2. Em dezembro houve o _______ de Natal.

5 p a

l

r

6

F

I N A L

7

A N O s

8

E S C

a s I

S T A s

4. No “Já cá canta” mostrámos o nosso ____. 6. No 9.º Ano teremos uma viagem de ______. 8. O Colégio dos Plátanos é a nossa _______! João Lotra - 5º C


Passatempos 3

1

Sudoku

4 6

7 4

3 9

3

8

7

6

3

6

2

9 5

8

2

3 2 5

8

1

2 8

5

8

Solução:

4 5

9

6

9

7

7 4

3

8

7

4

1

7

4

6

Miguel Domingues - 5º B FICHA TÉCNICA

1.

12 – Multiplicam-se os números dos quadrados laterais um pelo outro e divide-se o produto pelo número constante no círculo.

2.

Na parte de cima, no 1º grupo aumenta de 1 em 1; no 2º grupo de 2 em 2; no 3ª de 3 em 3 (o nº 0 de pintas também conta);

Na parte de baixo, decrescem na mesma proporção.

3. Cada parte do dominó é constituído pelo seguinte: o nº base anterior + 1 (1, 2, 3,....) ao quadrado. A outra parte do dominó é a multiplicação desse resultado pelo próprio nº (62=36; 36*6=216). Estes valores vão alternando o local – quadrado em cima, produto em baixo; produto em cima, quadrado em baixo...);

Direção: Infantil - Educadora Mª João Cascais 1º Ciclo - Prof.ª Andreia Lucas 2º Ciclo - Prof.ª Sara Alves e Prof. ª Diana Damião 3º Ciclo - Prof.ª Assunção Pombal e Prof. ª Gracinda Alves Redação: Catarina Sousa, 4º A

Ana Rita Andrade, 7º A

Leonor Caetano, 4º A

Beatriz Bizarro, 7º A

Mariana Viais, 4º B

Mariana Alves, 7º B

Raquel Silva, 4º B

Marta Rebelo, 7º B

Madalena Ribeiro, 5º A

Beatriz Costa, 8º A

Miguel Sapina, 5º A

Inês Cardoso, 8º A

Miguel Domingues, 5º B

Ana Filipa Correia, 8º B

Ana Rita Lopes, 5º B

Mª Beatriz Macedo, 8º B

Joana Almeida, 5º C

Catarina Garcia, 9º A

Mª Beatriz Saraiva, 5º C

Rita Marchão, 9º A

Bárbara Ferreira, 6º A

Roberta Lopes, 9º A

Catarina Guita, 6º A

Inês Albano, 9º B

Inês Metelo, 6º B

Rita Pacheco, 9º B

Afonso Ferreira, 6º B

Marta Miranda, 9º C

Gonçalo Reis, 6º C Matilde Lopes, 6º C

Vera Rodrigues, 9º C Alunos / Professores

Revisão: Ana Catarina Guerreiro Paginação: Prof.ª Altina Sousa Ilustração: Alunos do Colégio Edição: Colégio dos Plátanos Tiragem: 200 exemplares Propriedade: Colégio dos Plátanos Avenida dos Plátanos, nºs 2, 4, 6 Rinchoa 2635-544 Rio de Mouro Telefone: 219178200 Fax: 219171820 www.colegiodosplatanos.com

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Jornal - 3ª Edição 2012/2013  

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