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Ano 2011/2012 - 1 Plátano

O nosso aluno Tomás Reis, do 7ºB, entrevistou o Ministro da Educação, o Professor Nuno Crato. Como? Porquê? Onde? Opiniões do próprio Tomás, dos Pais e da jornalista, Sara Capelo. 6

Nesta Edição: Às vezes “adolescemos”... Campeonato Nacional Jogos Matemática

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Música Tradicional Portuguesa

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Viagem Londres

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de

Finalistas

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Concurso de Soletração Olímpiadas Física 2012

Regionais

junho 2012

de

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Concurso “Onde te leva a Imaginação”

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Concurso de Talentos

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As Nossas Visitas de Estudo

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Um pouco de História

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Programa Eco-Escolas

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Dia da Mãe

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Escrita Criativa

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Sugestões de Leitura

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Cantinho da Infantil

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Dia da Criança

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Passatempos

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Nota da Redação Nesta edição incluímos publicidade. O contributo desta reverterá para a Viagem de Finalistas dos alunos do 9º ano a realizar na interrupção letiva da Páscoa de 2013. Agradecemos a todos os que aderiram a esta iniciativa.

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Colégio dos Plátanos recebeu da Revista Sábado, em meados de abril, um convite para colaborar num artigo para a sua Edição Especial de Aniversário (8 aninhos). O artigo tinha o seguinte tema: entrevistar o Ministro da Educação, o Professor Nuno Crato. Esta entrevista teria de ser feita por um aluno, com idade entre os 10 e os 12 anos. Desafio interessante e aliciante, certo? E como é que a Revista Sábado preparou e organizou este desafio? Orientou-se pelo Ranking Nacional de Exames de 2011 e dirigiu o convite às melhores escolas do país, solicitando que cada uma selecionasse um(a) aluno(a) para a representar. Em seguida, cada um teria de preparar e organizar a entrevista que gostaria de fazer ao Ministro da Educação. Cont. Pág. 2

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o âmbito da disciplina de Língua Portuguesa, no segundo período, os alunos de sétimo ano participaram no Concurso “Faça lá um Poema” promovido pelo Plano Nacional de Leitura e pelo Centro Cultural de Belém. Os alunos, no geral, aplicaram-se e inspiraram-se nesta tarefa de tal modo que o grupo de Língua Portuguesa teve muitas dificuldades em selecionar um único poema, que representaria os alunos do 3º ciclo, do Colégio dos Plátanos. Após uma análise criteriosa e uma longa reflexão, escolheu-se o poema do Miguel Machado, do 7ºB, cujo título era: “Palavras?”... Cont. Pág. 5


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Posteriormente, um(a) jornalista da Revista Sábado dirigir-se-ia à escola, acompanhado(a) de uma câmara com o intuito de realizar uma pré-entrevista, o que permitiria à Revista Sábado eleger a melhor entrevista. Esse processo foi conduzido de igual forma nas escolas contempladas. Tendo em conta os requisitos e solicitações por parte da Revista Sábado, a Direção do Colégio, optou por escolher os alunos do 7º ano de escolaridade, nomeadamente: Mariana Correia, do 7ºA e Ana Filipa Correia e Tomás Reis, do 7ºB. A partir dessa seleção, iniciou-se um trabalho bastante árduo. Intervalos, horas de almoço e horas livres a pesquisar dados pertinentes sobre o Ministro da Educação com o objetivo de organizar a entrevista. Foram facultadas informações sobre como preparar, organizar e dirigir uma entrevista, sendo essencial um guião. Foi solicitado aos alunos envolvidos que vissem entrevistas televisivas com o intuito de analisarem a postura quer do entrevistado, quer do entrevistador (principalmente), uma vez que era essa a tarefa proposta. Foram dadas algumas dicas para controlar a ansiedade e o nervosismo inerentes à situação. Os três alunos em questão foram sempre muito cumpridores, pacientes e interessados no desafio. Criou-se uma equipa de trabalho muito interessante e dinâmica sobre este tema. Posteriormente, foi simulada uma entrevista com uma professora do Colégio, com a qual não tinham aulas, com o objetivo de criar um ambiente mais sério e não existir tanta proximidade e afinidade com a pessoa entrevistada. A decisão foi muito difícil e após longa reflexão e concertação, optou-se pelo aluno Tomás Reis. Essa informação foi comunicada e explicada na presença dos três alunos. À posteriori, comunicou-se à Revista Sábado qual era o aluno selecionado para representar o Colégio dos Plátanos e passados pouquíssimos dias, a jornalista veio realizar a pré-entrevista ao Tomás. No nosso entender, achámos que decorrera muito bem, contudo não sabíamos como estavam os processos nas restantes escolas. No dia 3 de maio, a Revista Sábado informou-nos que o Tomás tinha sido o SELECIONADO! Ficámos satisfeitos e encantados com a notícia, contudo o grau de responsabilidade aumentou ainda mais do que aquele que já pairava! Aperfeiçoaram-se e intensificaram-se as pesquisas, as leituras, as reformulações das perguntas, os treinos e simulações para a entrevista. Tudo isto intercalado com Fichas de Avaliação e todos os momentos inerentes à vida de um estudante de 7º ano! Logística nada fácil! Mas com muita perseverança e muito bom senso, o processo foi sendo conduzido... até ao dia D. Em nome pessoal e em nome do Colégio, quero agradecer o empenho e a dedicação com que o Tomás levou este desafio a bom termo. Está de parabéns pela sua prestação, evidenciando-se que estamos perante um jovem promissor... Vejam a Revista Sábado, do dia 24 de maio de 2012, que está disponível na Biblioteca do Colégio e na Sala de Alunos e, ainda, têm a possibilidade de visualizar parte da entrevista através do seguinte link: http://www.youtube.com/watch?v=-AwyjCcj6hk&feature=email Prof.ª Assunção Pombal

Opinião do Tomás

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entrevista que realizei ao Professor Nuno Crato foi um acontecimento que me apanhou completamente desprevenido. Por outro lado, fiquei bastante emocionado quando me foi comunicado que tinha sido o escolhido para este grande desafio. Foi, para mim, uma honra ter sido eu a realizá-la mas durante esse especial e único momento, senti-me muito nervoso e emocionado! No início, senti-me bastante ansioso pois ia entrevistar uma pessoa que não conhecia pessoalmente, mas com o tempo e com a ajuda dos meus pais e professores consegui enfrentar o receio que tinha. No dia da entrevista, segunda-feira, 14 de maio de 2012, eu era o grande tema de conversa por todo o


Colégio dos Plátanos Colégio e não sabia se havia de ter orgulho ou vergonha. Confesso que a parte em que me senti mais emocionado (no Colégio) foi no momento da minha partida, pois estava rodeado de câmaras e grande parte das pessoas olhava para mim e murmurava para a pessoa que estava ao seu lado. No caminho do Colégio até ao Ministério da Educação, tive sempre o apoio da minha professora e Diretora de Turma, Assunção Pombal. Embora continuasse um bocadinho nervoso devido às câmaras e aos flashes constantes das máquinas fotográficas, felizmente consegui manter-me calmo pois sabia que embora estivesse a ser gravado e fotografado podia contar com qualquer uma das pessoas que estava comigo! À chegada, deparei-me com o edifício do Ministério da Educação e Ciência e algumas das assessoras do Ministro que, na minha opinião, eram bastante simpáticas (mas NÃO TANTO COMO A MINHA D.T.). À porta do Ministério, realizei algumas gravações nas quais me sentia bastante calmo. Depois fui conduzido até ao 13º andar, onde se situa o gabinete do Ministro da Educação e uma sala de espera na qual entrei juntamente com os meus pais, as assessoras, a minha professora e o Diretor do Colégio. Nessa altura, estava

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tão nervoso que sempre que a porta se abria ficava assustado com medo que me viessem chamar... Uma das assessoras do Ministro foi buscar alguns bolinhos e água para me ajudar a relaxar. Em seguida, levaram-me para o gabinete do Sr. Ministro onde o entrevistei e o mais curioso foi que, nesse preciso momento, deixei de estar nervoso! E a entrevista fluiu com uma certa naturalidade... E até parece estranho eu dizer isso. Depois da entrevista, que correu bem, fui felicitado por toda a gente e fui para casa bastante orgulhoso de mim. Na quinta-feira seguinte, dia 24 de maio de 2012, a Revista Sábado foi lançada por todo o Portugal e centenas de pessoas puderam ver e ler a minha entrevista ao Ministro da Educação. Os meus familiares e amigos ficaram muito contentes comigo, muitos telefonaram-me, deram-me os parabéns e também afirmaram que nunca mais me iria esquecer deste momento único. Acredito que assim seja! Tomás Reis

Opinião dos Pais do Tomás

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entimos que a entrevista ao Ministro Nuno Crato foi um grande desafio para o Tomás. Desde pequenino que o Tomás tem sido um menino muito determinado, que gosta de desafios e em particular de superá-los com êxito, e este era um dos grandes..., e envolveu-nos a todos. Quando soubemos que ele tinha sido selecionado não queríamos acreditar (estas coisas só acontecem aos outros…) mas era verdade! Ficámos muito contentes pela oportunidade e pela experiência que ele ia ter, e por sabermos que era o que ele queria…, quanto ao Tomás ficou emocionado e muito entusiasmado! Nunca duvidámos das suas capacidades e também nunca o vimos duvidar, queria fazê-lo e fazê-lo bem, por si e também por todos os que acreditaram nele e o ajudaram a chegar aqui: os amigos e colegas de turma, os Professores, a família, a jornalista Sara. Fizemos várias “entrevistas” e filmagens cá em casa para treinar, e o Tomás foi procurando melhorar a sua prestação, sempre com boa disposição. No dia da entrevista, o Tomás chegou todo bonito e perfumado e levava na mão a pasta do Colégio, que continha as perguntas. Após algumas filmagens no exterior, pudemos conversar um pouco e o Tomás confessou: “Estou nervoso! Era melhor se já conhecesse o Sr. Ministro!”, mas a conversa entre todos nós (Tomás, Mãe e Pai, Professora Assunção, Dr. Rui, equipa da Sábado e Assessora do Sr. Ministro), enquanto aguardávamos e uns certos bolinhos de côco, ajudaram a encontrar a tranquilidade necessária. O Momento chegou: “Tomás…” e o Tomás avançou…

O Sr. Ministro recebeu-o com simpatia e descontração, criou-se uma empatia e foi como se já se conhecessem. Ficámos muito orgulhosos com o modo como o Tomás se preparou para este momento, a maneira como conseguiu ir gerindo o “nervoso miudinho” e a ansiedade que foi sentindo ao longo deste processo entre aulas e testes, e em particular no dia da entrevista. Colaborou com simpatia e demonstrou disponibilidade para com a equipa da Revista Sábado. Soube estar e conduzir a entrevista, tendo conseguido ser ele próprio! Fundamental para este sucesso foi todo o apoio dado pelo Colégio em particular pela Professora Assunção e pela equipa da Sábado, bem como a simpatia e boa disposição com que foi recebido pelo Sr. Ministro e pelas suas assessoras. Sandra e Luís Reis, Pais do Tomás


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Opinião da Jornalista Sara Capelo

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a primeira vez que conversei com o Tomás, ele tinha quase a certeza que queria ser piloto quando crescesse. Disse-me que gosta muito de viajar, por isso, fez todo o sentido. Mas enquanto o ouvia a entrevistar o Ministro da Educação, perguntava-me: e se o Tomás fosse jornalista? Por esta primeira amostra, concluí que não se sairia nada mal. Enquanto preparava a conversa com Nuno Crato, teve o impulso (aconselhado pela professora Assunção) de ler e ver entrevistas de Nuno Crato. É exactamente isso que fazemos primeiro. E depois rascunhamos perguntas numa folha qualquer. Foi isso que o Tomás fez: escreveu algumas sobre a atualidade, outras sobre mais curiosidades que gostaria de esclarecer. Com sorte e alguma insistência, nós jornalistas conseguimos arrancar manchetes do nosso entrevistado. Talvez o Tomás não saiba, mas falaram-se ali vários assuntos que o ministro nunca tinha referido abertamente. A questão do Acordo Ortográfico, por exemplo. Nuno Crato confessou que era contra. Eu não sabia. Obrigada por essa notícia, Tomás. Sara Capelo

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Opinião dos Colegas de Turma

a minha opinião, a responsabilidade atribuída ao Tomás foi bem merecida e entregue ao aluno certo. É uma honra poder entrevistar o Ministro da Educação, é uma honra ser o escolhido de toda a escola e de todo o país. Acho que o Tomás esteve à altura do trabalho (desafio). É um aluno fantástico, um bom amigo e a Revista Sábado não podia ter escolhido melhor. Foi uma oportunidade incrível e toda a turma o apoiou. De certeza que irá ficar na sua memória para sempre. Ana Moura, 7º B A nossa turma gostou de partilhar com o Tomás este episódio e foi uma experiência diferente! Com a nossa ajuda e da nossa Diretora de Turma, Assunção Pombal, conseguimos um guião de entrevista interessante…e o Tomás conseguiu representar o Colégio, nesta tarefa “nada fácil”! Na minha opinião, o Tomás esteve à altura, quiçá no futuro não teremos aqui um jornalista de renome! Rita Soares, 7º B É agradável e bom o Tomás ter sido o primeiro rapaz a entrevistar o Ministro da Educação! Vamos ser reconhecidos pelo país inteiro! Bem, a não ser que comprem a revista só para lerem as publicidades de jogos e saltem as partes dos artigos mais interessantes! Eu não vou ser um desses! Nuno Sena, 7º B Considero que esta entrevista juntou o útil ao agradável. Para o currículo do Tomás, é gratificante ter uma referência desta além de que deve ter sido uma experiência muito gira para ele. De certeza que o próprio Ministro da Educação também não se esquecerá desta experiência. Francisco Santos, 7º B

Esta entrevista foi um motivo de grande orgulho para nós e para o Colégio. O aluno teve uma oportunidade única, ao ser o primeiro aluno, do ensino básico, a entrevistar, devidamente, o Ministro. Ana Filipa Correia, 7º B A entrevista foi positiva. Sentia-se um pouco de nervosismo por parte do Tomás, mas é perfeitamente natural ter acontecido. Eu penso, que todos na turma nos sentimos muito orgulhosos, pois representou-nos, e seria injusto desvalorizá-lo. Acho que foi uma grande oportunidade e se esta correu muito bem, as próximas serão ainda melhores! Yuri El-Zein, nº29, 7º B O Tomás mostrou-se firme e confiante, estando menos nervoso que o próprio Ministro. Miguel Seborro, 7º B A entrevista foi muito bem merecida e sucedida, pois o Tomás trabalhou muito para lá chegar. De parabéns também estão as alunas Ana Filipa Correia, do 7º B, e a Mariana Correia, do 7º A, que tentaram alcançar este desafio. Nós, todos juntos desde o 1º ano, ajudámo-lo sugerindo e propondo perguntas e esperando sempre que todas as etapas deste processo o fizessem chegar ao objetivo final! Mafalda Melancia, 7º B O Tomás esteve muito bem na entrevista e teve uma oportunidade, fora do comum: Entrevistar o Ministro da Educação. O Tomás é um aluno muito extrovertido e teve algum à-vontade para fazer a entrevista, mas tenho noção que houve muitas horas de preparação! Diogo Barata, 7º B


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al não foi a nossa admiração e claro, contentamento, satisfação e felicidade quando fomos informados que o poema do Miguel tinha ficado em 3º lugar, a nível nacional, na categoria de 3ºciclo. Os prémios foram entregues no CCB, numa cerimónia, no dia 24 de março de 2012, dia Mundial da Poesia, na presença do Sr. Ministro da Educação, do Sr. Comissário do Plano Nacional de Leitura e do Sr. Presidente da Fundação Centro Cultural de Belém, entre outros. Eis a opinião pessoal do Miguel em relação a este evento/prémio: Achei que a entrega dos Prémios no Centro Cultural de Belém (CCB) foi excecional. Eu já tinha ido ao CCB mas nunca, para receber um Prémio, como este! A minha família ficou muito satisfeita e os meus pais, irmã e namorado da minha irmã, ainda, ficaram mais orgulhosos porque tiveram a oportunidade de estar presentes. Gostei, especialmente, do ambiente que se lá viveu, era um ambiente descontraído e sem stress… exceto a parte em que cada um dos premiados tinha de ler o SEU poema. Nessa parte, tenho a certeza que todos ficaram nervosos mas, fez-se e, agora, que já passou algum tempo, até reconheço que correu tudo muito bem. Efetivamente, os vencedores, e ainda foram muitos, (porque havia muitas categorias) tinham todos poemas muito bons… modéstia à parte! A entrega dos Prémios foi realizada por pessoas muito conhecidas e até fiquei um pouco impressionado. Recebi um Diploma em nome pessoal, outro em nome do Colégio, um telemóvel e livros para mim e os mesmos para a biblioteca do Colégio. Fiquei satisfeito, claro! Também, adorei o almoço que ofereceram aos vencedores e aos familiares. Entretanto, a seguir à entrega dos prémios, aproveitámos para dar um passeio, por Belém, uma vez que a tarde estava muito agradável e incentivava mesmo a um pequeno passeio calmo… Por parte do Colégio, também, recebi um Prémio que foi “Os Lusíadas, contado às crianças”… a minha professora aconselhou-me a ler este livro antes de chegarmos ao 9º ano,… uma vez que faz parte do Programa e é uma forma de percebermos melhor a obra… Miguel Machado, 7ºB e a Prof.ª de Língua Portuguesa Assunção Pombal

Um poema faz-se com palavras. Como as hei-de escolher? Quais vão ser aquelas que vão gostar de ler? Posso escolher palavras alegres como amor, fantasia e sonho. E esquecer palavras tristes que trazem a chuva e o inverno e nos deixam a tremer. Palavras como violência, solidão e abandono. Palavras que é preciso não esquecer, que todos os dias têm dono! Mas também há palavras que são verdadeiras e amigas. Aquelas que precisavam ser ditas, por nós, todos os dias. Amizade, abrigo, solidariedade e amigo. Voluntariado, ajudar, dar e partilhar. E as palavras giras? Gosto de cotonete e pudim, tremoço ou tchim-tchim. E as parvas que nos fazem rir? São todas as que uso para me divertir. E as palavras novas? Como direto e ator, egito, ato e atuar. Será que vai ser fácil? Vou ter de me habituar… Os meus pais e professores usam palavras adultas. Dizem responsabilidade, pontualidade, assertividade e poupança. Mas ainda não perceberam que ainda sou criança? Há também palavras históricas que fazem parte da nossa cultura: penso em descobrimentos e infantes, reis ou navegantes. E é importante não esquecer as palavras ecológicas que cada dia são mais importantes: reciclagem, ecossistema, energia renovável, ambiente, camada de ozono e atmosfera. Todos temos responsabilidade em criar um mundo mais respirável para a nossa própria felicidade. Miguel Machado, 7º B

Prof.ª Assunção Pombal entrega o prémio, oferecido pelo Colégio, a Miguel Machado

Miguel Machado na presença do Ministro da Educação e restantes premiados


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momento em que fomos pais talvez tenha sido um dos mais marcantes, senão o mais marcante da nossa vida. Quando são crianças sentimos uma grande responsabilidade e queremos fazer tudo bem feito. Quando menos esperamos, não podemos ignorar os sintomas da adolescência; deixam de ser serenos para passarem a ser inconformados, deixam de querer estar connosco para estarem com os amigos; refugiam-se no quarto onde encontram tudo o que precisam e, ao sábado à noite, são os jantares com os amigos. A juntar a isto tudo, ainda temos guardado na memória os riscos que vivemos, a irreverência que tivemos na nossa própria adolescência. Surgem, então, as dúvidas, as inquietações. Os pais sentem-se “por fora”. Alguns leem manuais sobre o assunto para terem uma opinião técnica. É neste clima que, frequentemente, a adolescência se torna mais ou menos dolorosa para os nossos filhos. Os pais “adolescem” e, às vezes, querem ser os melhores amigos dos filhos (para estarem por dentro) e esquecem-se das regras, dos limites, dos “nãos” e até da naturalidade inerente à educação. Que teremos deixado de fazer na nossa adolescência para esperarmos ainda menos dos nossos filhos? Ou, então, tornamo-nos pais muito atentos, ditamos um chorrilho de regras, que muitas vezes se revelam estranhas à própria conduta. Quantas vezes os pais chamam à atenção do adolescente para uso excessivo que faz do telemóvel e logo a seguir os próprios atendem uma chamada, interrompendo o jantar de família? Afinal em que é que ficamos? Se, como afirmam os técnicos, a parentalidade funda as identificações e consequentemente a formação da personalidade, como é que podemos exigir aos nossos adolescentes que se comportem de determinada maneira, sem uma referência que a efetive? Convido à reflexão sobre o assunto e, sobretudo, à nossa conduta, enquanto pais e adultos que somos, partindo da máxima que “só nos fazemos ouvir, se nos fizermos sentir”. Dr.ª Cláudia Lopes Psicóloga e Coordenadora do Gabinete Psicopedagógico


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Campeonato Nacional: No passado dia 9 de março, bem cedo, tomámos rumo ao Estádio Universitário de Coimbra. Todos os alunos estavam ansiosos por começar a jogar. De manhã, todos os participantes jogaram, na sua categoria, em equipas de dez a doze elementos, de forma a selecionar os doze melhores que jogariam na fase final, no período da tarde. O aluno Tomás Reis do 3º Ciclo, no jogo Ouri, foi à Finalíssima alcançando o 3º lugar, no seu jogo, a nível Nacional. Muitos Parabéns a todos os Participantes e ao Vencedor!

Os professores de Matemática e do 1º Ciclo

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s alunos do 5º ano foram desafiados pelos Julgando o fim a chegar,

seus professores de Matemática a inventarem o  deu de começar o melhor bolo para comemorar o dia do Pi (valor a preocupar-se consigo. E um dia fez a bagagem aproximado a 3,14). Foi com grande euforia e alegria e partiu numa viagem que na manhã de 14 de março, data em que se celebra ao fundo do seu umbigo. o Pi, alunos e professores cantaram os Parabéns ao menino Pi. O doce mais criativo foi para a Turma B e o salgado mais original foi para a Turma A.

Mas o umbigo era mais fundo do que o umbigo do mundo

eo regressou mais baralhado do que à partida, de cabeça confundida com cálculos decimais…

Hoje o , já muito velho, senta os netos nos joelhos e fala-lhes de Alexandria, da China, de Chung Zhi, de Al-Kashi, de Al-Kwarismi, da Casa da Sabedoria. Obrigado a todos os participantes. Esperamos que tenham gostado de partilhar este dia connosco!

Os professores de Matemática

Perímetro da circunferência = Pi x diâmetro

E dos milhares de milhão de casas onde viveu na sua aventurosa existência, desde o dia em que nasceu da estranha relação dum diâmetro e uma circunferência. Extraído do “Pequeno Livro de Desmatemática” de Manuel António Pina, Pedro Proença


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O Novo Programa da Matemática

novo programa de Matemática (ME, 2007), que entrou oficialmente em vigor em todo o país em setembro de 2010, constitui uma possibilidade de mudança curricular em Portugal no ensino desta disciplina. As principais finalidades expõem a necessidade de fomentar a aquisição de informação, conhecimento e experiência em Matemática por parte do aluno, assim como o desenvolvimento de atitudes positivas face à disciplina e a capacidade de apreciar esta ciência. O programa refere quatro grandes temas (Números e Operações, Geometria, Álgebra e Organização e Tratamento de Dados) e três capacidades transversais (Resolução de Problemas, Raciocínio e Comunicação). Este programa é um agente de possíveis mudanças nas práticas de ensino-aprendizagem em sala de aula e, consequentemente, na aprendizagem da Matemática por parte dos alunos. Para que isso aconteça é essencial um grande dispositivo de apoio à sua concretização; não podem ser descurados aspetos tão importantes como a característica de cada aluno, o meio social envolvente dos alunos e da instituição escolar, assim como a formação de professores, a organização dos centros escolares e materiais de apoio a professores e alunos. Este novo programa favorece a introdução de elementos de inovação importantes, por uns considerados urgentes e tardios, por outros considerados demasiado revolucionários e precipitados. Embora num ponto todos estejam de acordo - esta nova visão sobre a Matemática requer um certo tempo para ser assimilada e para ser profissionalmente posta em prática -, para o sucesso deste novo programa será decisiva a mobilização e criatividade dos professores de Matemática, na seleção das tarefas a propor aos alunos, envolvendo-se em iniciativas de formação, trocando saberes e afirmando o seu papel de promotores no processo de mudança. “Com abelhas ou sem abelhas, os problemas interessantes da Matemática têm, para o pesquisador, a doçura do mel.” Ary Quintela (1906 – 1968) O Professor de Matemática do 2º ciclo – Bruno Pereira

No último dia de aulas do 2º Período, dia 23 de março, os alunos do 1º ciclo e os alunos do 5º ano partilharam, em conjunto, a Música Tradicional Portuguesa. À tarde, estes alunos foram para o pátio de entrada cantar e os alunos do sexto ano foram o “público”, assim como os professores. Cantar e decorar todas estas músicas não foi tarefa fácil. As nossas aulas do fim do período foram passadas a cantar, e todos juntos a cantar, às vezes, era uma grande agitação. O nosso reportório tinha músicas de todo o país: Algarve, Alentejo, Estremadura, Ribatejo, Beiras, Trás-os-Montes e Minho. Este foi um dia bem passado com a Música Tradicional Portuguesa. Gonçalo Reis, 5º C

Bonjour, à nouveau! Étant donné que le “Goûter des Crêpes” du 07 février a été un grand succès… les élèves nous ont, gentiment, demandé de le refaire… Nous avons pensé, pensé… et nous avons décidé de faire La deuxième édition du Goûter Français le 03 avril! Le goûter s’est bien déroulé et nos Crêpes deviennent fameuses… Les élèves de 9ºA et B Les professeurs de Français: Assunção Pombal e Céu Calado


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pós meses de espera, o sonho tornou-se realidade… No dia 22 de março acordámos com as galinhas para estar no Colégio às 7h15. A viagem até ao aeroporto e a espera pelo avião foram intermináveis e só levantámos voo às 11h. A semana das nossas vidas estava prestes a começar e o ambiente no avião era de ansiedade. Pisámos o solo inglês por volta da uma da tarde e depois de mais uma viagem de autocarro chegámos ao Hotel. Soubemos com quem íamos ficar nos quartos no hall do Hotel, que mudava de cor consoante as luzes do chão. À noite demos um longo passeio a pé: fomos a Picadilly Circus e passámos pela entrada de Chinatown. Na primeira manhã em Londres tomamos um pequeno almoço tipicamente inglês: bacon, panquecas, ovo, etc… De seguida, fomos de metro até à Torre de Londres, onde vimos a famosa ponte de Londres, as jóias da coroa e imensas exposições de armaduras… Fomos ainda ao Museu de História Natural, onde pudemos ver imensas exposições sobre a história do planeta, e depois de outro passeio noturno, acabámos por cair super cansados na cama. No dia 24, sábado, fomos a Portobello Market uma feira enorme, das maiores que alguma vez tínhamos visto, havia imensos cantores espetaculares nas ruas e o ambiente era super animado! Depois de mais um almoço, fomos ao Museu Britânico que detém a maior coleção egípcia do mundo, os frisos de grandes templos gregos e cuja maior atração é a pedra roseta, que contém a tradução para os hieróglifos egípcios. Nessa mesma noite, fomos jantar a Queensway de onde seguimos para o hotel através do metro.

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No dia 25 fomos a Camden Town, um dos maiores mercados de Londres e onde se encontram todas a espécies de pessoas, góticos, estilos alternativos entre outros. E depois do almoço, demos um enorme passeio desde o London Eye, passando pelo Big Ben, pelo palácio de Buckingham até ao Green Park. Ficámos com os pés “todos feitos num oito” mas ainda nos conseguimos divertir: sentamo-nos todos numa estátua e começámos todos a cantar, desde o ‘’ Ai se eu te pego ‘’ ao hino português, foi mesmo giro! À noite fomos jantar a uma estação de metro enorme com imensos restaurantes e mais tarde, caímos que nem pedras na cama devido ao enorme dia que tínhamos passado… No penúltimo dia, 26 de Março, fomos ao Museu de Cera! Foi a parte que mais gostamos da viagem! Tirámos fotografias com imensas estátuas desde a Beyoncé, Rihanna, Bob Marley, Marilyn Monroe etc… Havia uma enorme câmara dos horrores e apesar do nervosismo até era divertida. Como era a última noite demos novamente um passeio por Picadilly e a noite foi passada com um entusiasmo diferente: levamos todos óculos e orelhas de coelho que brilham no escuro e andamos assim. Fomos à loja oficial dos M&M’s, onde delirámos: eram quatro andares com todas as coisas e mais algumas mas, tudo associado aos M&M’s. No último dia, foi o dia ‘’livre’’ onde pudemos andar por Londres para comprar as coisas que queríamos trazer para Portugal. Foram os melhores dias de sempre e nunca iremos esquecer os momentos que passamos juntos. Rita Bastos Alexandra Costa Ana Catarina Hilário 9º B

n the 22nd of March, the 9th grade students left Lisbon Airport on their way to London. The flight took two hours and some of our colleagues were a little afraid because they had never been on an airplane before. We landed at Heathrow Airport at two o´clock in the afternoon, after passing customs we had to wait a little while for our coach to take us to the hotel. We stayed at The Cumberland Hotel, near Oxford Street, for six days and five nights and it was amazing ... so were the bedrooms! During our trip, we visited the London Bridge, London Eye, Big Ben, Tower of London, Westminster Abbey, Buckingham Palace, Madame Tussauds, British Museum, Science Museum, Natural History Museum, Piccadilly Circus, Camden Town, Portobello Market, and lots of stores, like M&M’s World. We enjoyed the trip very much, not just because of the city, but also because of the spectacular teachers who went with us. However, we would have liked it even more if all of our teachers could have been there with us. This was the trip of our lives and we will always remember it! Ana Raquel Lopes-9º A, Nuno Heitor e Raquel Silva - 9º B


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Nos 2º e 3º períodos, decorreu o Concurso de Soletração, em parceria com o Colégio Vasco da Gama, tendo participado os alunos do 2º ciclo. Depois das eliminatórias, quinze alunos de cada ano (5º e 6º anos) foram à final, dia 13 de abril, que teve lugar no Colégio Vasco da Gama. Os nossos alunos estão de parabéns pela sua prestação, principalmente os vencedores: Miguel Martins, 5º B e Nuno Fernandes, 6º B Esta atividade contribuiu para motivar os alunos para a leitura e escrita da língua portuguesa, tendo os mesmos mostrado interesse em participar em futuros projectos. Prof.ª Sara Alves

Entrega do Certificado de Participação e Prémio aos alunos Miguel Martins e Nuno Fernandes.

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ealizou-se no dia 14 de abril a Semifinal das Olimpíadas de Química Júnior 2012, que decorreu no Instituto Superior Técnico em Lisboa, onde o nosso Colégio esteve representado por duas equipas constituídas pelos alunos dos 9os anos: Ana Raquel Lopes, Bruno Neves, Catarina Rodrigues, João Portela, Nuno Heitor e Raquel Silva. As provas decorreram durante a parte da manhã, enquanto os professores acompanhantes assistiram a uma apresentação sobre Microscopia Química. Após o almoço, que se realizou na cantina do IST, os alunos e professores assistiram à apresentação dos temas “Luz sobre as moléculas” pelos professores Mário Berberan Santos e Manuel Prieto e “Show de Azoto Líquido”, pela professora Clementina Teixeira. No final foram atribuídos os prémios, tendo cada aluno recebido um Diploma de participação.

Prof.ª C.F.Q. Maria José Sequeira


Colégio dos Plátanos

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ealizou-se no dia 28 de abril, nas instalações do Instituto Superior Técnico, em Lisboa, a semifinal das Olimpíadas Regionais de Física, evento organizado anualmente pela Sociedade Portuguesa de Física com o objetivo de incentivar e desenvolver o gosto pela Física nos alunos dos Ensinos Básico e Secundário, considerando a sua importância na educação básica dos jovens e o seu crescente impacto em todos os ramos da Ciência e Tecnologia. O nosso Colégio esteve representado pela equipa constituídas pelos alunos do 9º B Bruno Neves, Nuno Heitor e Raquel Silva a qual alcançou o 2º lugar (medalha de prata) entre mais de 40 equipas da zona Centro. As provas decorreram durante a parte da manhã, enquanto os professores acompanhantes assistiram a uma palestra sobre Física Atómica e as mais recentes descobertas no CERN. Após o almoço, que se realizou na cantina do IST, os alunos e professores participaram em atividades de física experimental. No final foram atribuídos os prémios, tendo os nossos alunos, pelo facto de terem ficado em 2º lugar, recebido um Diploma de Distinção, um prémio individual e a respetiva medalha. Com este resultado o Colégio dos Plátanos ficou apurado para participar na final Nacional das Olimpíadas que se irá realizar no dia 9 de junho nas instalações do Museu de Eletricidade em Lisboa. Prof.ª C.F.Q. Maria José Sequeira

Na sequência da sessão de esclarecimento sobre os morcegos do dia 22 de novembro, protagonizada pelo biólogo Luís Roma, os alunos do 2.º ano, das turmas A e B, participaram no respetivo concurso. Elaboraram textos e ilustrações que nos mostram o que muito aprenderam … Ilustração: Elisa Carvalho, 2º A Olá, eu sou o morcego! Sabias que sou mamífero? Quando somos pequenos, às vezes vivemos em colónias e quando nascemos alimentamo-nos do leite da nossa mãe. Adoramos a lua, porque é mais fácil encontrar as presas que vamos comer. Não gosto muito do sol, adoro o escuro especialmente de grutas, minas, troncos de árvores e até os sótãos das casas das pessoas. Existem várias espécies de morcegos em Portugal. Alguns de nós bebem sangue dos animais e outros comem insetos. Os morcegos são nossos amigos e até são úteis Ilustração: Carolina Gomes, 2º B porque quando comem os insetos evitam pragas e doenças.

Texto: Patrícia Baptista e Rita Abraços, 2º B


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PROGRAMA DINAMIZADO PELOS CTT E PELO PNL

programa “Onde te leva a imaginação?” é uma iniciativa dos CTT–Correios de Portugal, em parceria com o Plano Nacional de Leitura. O objetivo primordial desta ação é desenvolver competências criativas de uma forma lúdica, através da leitura, escrita e ilustração. Os alunos do 1.º Ciclo do Colégio dos Plátanos aceitaram este desafio e participaram neste programa, que se dividiu em duas etapas. Num primeiro momento, foi desenvolvida a atividade intitulada “Onde te leva o selo?”, que está mais relacionada com conteúdos dos CTT. Cada aluno criou um selo, onde teve que imaginar e ilustrar um Portugal melhor. Na segunda fase do concurso, denominada “Onde te leva a leitura?”, foram propostas atividades baseadas em obras literárias recomendadas pelo Plano Nacional de Leitura. Após a leitura de um dos livros sugeridos, em sala de aula, os alunos tiveram de redigir um texto, onde escolheram qual o personagem da história lida que salvariam, justificando a sua opção. A participação em concursos literários é sempre estimulante e enriquecedora para os alunos. O programa “Onde te leva a imaginação?”, para além de estimular o contacto com os livros, ajudou a desenvolver o poder criativo dos alunos através da escrita e da ilustração. No dia 15 de junho serão divulgados os resultados. Esperamos que algum dos alunos do Colégio dos Plátanos esteja entre os vencedores! Os Professores do 1.º Ciclo


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o dia 2 de maio realizou-se o “Dia do Laboratório Aberto”, organizado pelas disciplinas de Ciências Físico-Químicas e Ciências Naturais com apoio dos alunos do 9º ano. Esta iniciativa, inédita no Colégio, teve como objetivo incentivar os alunos do 2º e 3º ciclos para as atividades experimentais e decorreu no laboratório, durante os intervalos das aulas, desde as 10 h às 18 h. Ao longo do dia, verificou-se uma grande adesão por parte dos alunos na observação das atividades experimentais, para as quais se escolheram experiências bastante diversificadas que relacionavam situações do dia-a-dia com os conceitos teóricos, tornando desta forma a ciência interessante e motivadora. Prof.ª Maria José Sequeira

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este último mês decorreram as eliminatórias do concurso de jovens talentos, aqui, no Colégio. Alunos de todos os ciclos participaram neste evento com o objetivo de vencerem a final do seu ciclo. Os alunos foram separados por ciclos e divididos em escalões, de acordo com a atuação que fizeram na sua eliminatória. Os professores colaboraram, tendo sido os jurados, que deliberaram sobre quem passaria à final. A final realizou-se nos dias 29 de maio (1º Ciclo) e 1 de junho (2º e 3º ciclos). Os vencedores foram: 1º Ciclo: 1º Escalão A - Rodrigo Leite do 3º B 2º Ciclo: 1º Escalão B - David Conceição do 5º C 2º Escalão A - André Cunha; Artur Antunes; Bernardo Barracho; Hélio Daniel; Luís Ferraz e Vítor Silva, do 5º A 3º Ciclo: 2º Escalão B - Mariana Reis, do 8º C 3º Escalão A - Mariana Correia, do 7º A Os vencedores de cada ciclo receberam um troféu, mas todos os que chegaram a este final são considerados vencedores. Beatriz Bizarro, 6º A


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Há desafios que nos permitem revelar talentos. E foi num destes desafios escolares que fomos desvendar uma prodigiosa dançarina. Mariana Reis, aluna da turma 8º C, que a partir de uma agradável conversa permitiu a realização desta entrevista. Entrevistador: Mariana, apresentaste-te no concurso dos talentos, com uma dança. Desde quando este gosto? Mariana: Essa é uma pergunta com “rasteira”, pois desde criança pequenina que danço, mas à minha maneira. No entanto, frequento aulas de dança desde os meus oito anos. Entrevistador: Alguma escola de dança específica? Mariana: Sim, sim. No Shotokai, em Queluz. Tenho uma professora que considero uma excelente profissional. É muito exigente e isso revela-se pela vontade e facilidade dos passos e expressões corporais que vamos adquirindo pelo seu gosto de ensinar. Entrevistador: O que sentes enquanto danças? Mariana: Sinto que posso exprimir os meus sentimentos, sinto que sou livre e que posso ser eu mesma. Entrevistador: Consideras que estes anos todos com a tua professora te fizeram evoluir só ao nível da dança ou, esta actividade, também desenvolve outras capacidades, outras competências? Mariana: É claro que estando numa escola de dança a base é a expressão corporal, o exercício físico. Porém, todos estes movimentos refletem-se indiretamente ao nível intelectual, emocional e relacional. Entrevistador: Já participaste em algum Euro-gym? Mariana: Não, mas gostava muito de participar. Entrevistador: Voltando ao concurso de talentos, o que te incentivou a participar? O prémio?! Mariana: Não, não. Baseei-me no título do concurso e quis mostrar que tinha um dom. Entrevistador: O que sentiste antes e durante a atuação? Mariana: Sobretudo, nervosismo. Entrevistador: Durante a tua atuação tiveste oportunidade de “ler” as avaliações do júri? Mariana: Tive a sensação de que não estavam a gostar. Sentia que a dança estava a correr mal e por isso ainda fiquei mais nervosa. Entrevistador: No entanto, passaste à fase seguinte. Qual foi a tua reação quando soubeste que continuavas no concurso? Mariana: Admiravelmente surpreendida. E senti que talvez tenha hipóteses de ganhar. Mas para mim o importante mesmo é participar e partilhar aptidões. Entrevistador: Já pensaste na nova dança? Estás a treiná-la? Mariana: Sim, claro. Mas não vou dar detalhes. É

surpresa. Treino quando posso e geralmente no Shotokai. No entanto, alguns dos passos tenho oportunidade de os estudar melhor em casa. Entrevistador: Depois deste concurso, esperas participar em mais algum? Mariana Reis, 8º C Mariana: Sim, se tal oportunidade surgir. Entrevistador: Por tudo o que já referiste que a dança cria em ti, alguma vez pensaste em seguir uma vida profissional nesta área? Mariana: Sim, em tempos pensei nisso. Porém, para fazer da dança carreira profissional deveria ter, atualmente, mais horas de treino e ter entrado mais cedo na escola. Agora, danço pelo gozo. É nestes gestos que muitas vezes encontro a forma de expressar os meus mais variados sentimentos. Entrevistador: E é com votos de uma excelente manifestação da tua atual paixão que te desejamos uma exuberante atuação no dia um de junho. Felicidades e muito obrigada por este momento de partilha. Mariana: Eu é que agradeço. E retribuo os votos de êxito. Vera Rodrigues Marta Miranda 8º C

ontabilidade Salários IRS IRC IVA Av. Parque nº 118 Loja A 2635-619 Rio de Mouro Telef. 21 917 52 46 TLM 93 829 06 99 E-mail: Teresa-Soeiro@netcabo.pt


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Visita de estudo “Água bem Tratada” No âmbito do Programa Eco-Escolas as turmas do sétimo ano visitaram, em 11 de abril, as oficinas no Museu da EPAL para verificar que uma das formas mais significativas de contribuir para o uso sustentável da água é tratá-la. Neste dia os alunos puderam observar e experimentar alguns dos processos de tratamento da água, a fim de compreenderem melhor a importância da Estação de Tratamento de Água.

Pedro, Ricardo Neves, Tiago Churrito, Rafael Miranda, Carlos Portugal, Duarte Matias, Tiago

Alunos do 7º A e 7º B


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Etc & Tal... Visita ao Museu da Carris No dia 17 de abril, as turmas do 3.º ano foram fazer uma visita ao Museu da Carris, em Lisboa.

Esta visita de estudo realizou-se no âmbito da disciplina de Estudo do Meio, uma vez que andávamos a estudar os meios de transporte. Durante a visita tivemos o privilégio de sermos acompanhados por uma “guia” que nos explicava o que estávamos a observar. Na primeira parte da visita ficámos a saber como “nasceu” a Carris, como evoluíram os trajes dos funcionários, a expansão/evolução das linhas e vimos os elétricos em miniatura… A seguir chegou o melhor momento da visita, saímos do museu e apanhámos um elétrico… que divertido! Chegámos a um pavilhão onde estavam os elétricos antigos. Neste espaço, aprendemos que antigamente as carruagens eram puxadas por cavalos. Além disto, tivemos oportunidade de ver a evolução dos elétricos e saber como foram batizados pelo povo de Lisboa. Entrámos em muitos elétricos e também num autocarro. Para terminar apanhámos, outra vez, o elétrico e fomos levados até às carrinhas do colégio. A viagem foi descrita pelos alunos, como espetacular, uma vez que muitos nunca tinham andado no “amarelo”. As turmas do 3º A e 3º B


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4º ano comemora aniversário da Biblioteca da Tapada das Mercês No passado dia 27 de abril, as turmas do 4.º ano realizaram mais uma ida à Biblioteca da Tapada das Mercês. Desta vez, a visita teve um propósito muito especial: comemorar o aniversário da Biblioteca. Como contávamos com a presença da escritora Maria Carolina Pereira Rosa, resolvemos mimá-la com alguns desenhos elaborados a partir do seu mais recente conto «O Rato Sá, Rato Zé e Rato Li no reino das histórias». Carolina Pereira Rosa, entre vários livros de histórias, prosas e poesias, já fez mais de duas dezenas de manuais escolares, ao longo da sua extensa carreira de professora do 1º ciclo e escritora. Uma das suas atividades preferidas é desenhar a partir de figuras geométricas, especialmente, círculos e quadrados. E, aproveitando que estávamos muito curiosos, a escritora ensinou-nos a fazer desenhos através de círculos para podermos experimentar fazer um dia. A escritora ficou muito contente com a nossa visita e nós também gostámos muito de tudo o que ela nos ensinou. Eis algumas fotos deste dia!

Inês Guerreiro, Rita Nunes, Maria Leonor Briso e Margarida Pestana – 4º A

Explicação de como construir uma flor utilizando círculos

Maria Carolina Pereira Rosa com os alunos do 4º ano

Tomé Dias (4º A) apresenta alguns animais feitos com círculos!


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Visita de Estudo à Fundação Calouste Gulbenkian

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turma do 5º B realizou uma visita de estudo à Fundação Calouste Gulbenkian que fica em Lisboa, no âmbito da disciplina de Educação Musical. Os nossos colegas dos 5º A e 5º C fizeram esta visita no 2º período. A visita correu muito bem, foi muito engraçada e aprendemos muitas coisas. Fomos guiados por uma senhora simpática que nos explicou muitas coisas que nós não conhecíamos nem sabíamos. Ela também nos disse para estarmos com atenção, pois no final iria fazer-nos umas perguntinhas… Mais tarde, fomos ao auditório assistir a um ensaio da orquestra, onde não podíamos fazer o mínimo de barulho. Quando chegámos mesmo à porta do auditório, explicaram-nos a música que íamos ouvir. Entrámos, em silêncio, por uma porta gigante e vimos uma grande orquestra que era dirigida por um maestro alemão mas que falava inglês… Havia muitos músicos e muitos instrumentos: Contrabaixos, Violinos, Violas de Arco, Violoncelos, Harpas, Instrumentos de Sopro, Percussões… O maestro tinha uma Batuta, que é uma espécie de pau que o maestro usa para controlar a orquestra inteira. Ouvimos várias músicas, algumas em que os músicos tocavam muito rápido e outras em que o maestro tinha de dizer aos músicos o que eles tinham de fazer, mas a uma velocidade tremendamente rápida! Mais tarde, fomos para um outro auditório, mais pequeno, onde nos fizeram perguntas sobre a peça que tínhamos visto. A peça chamava-se ”Anel sem Palavras”. Antigamente, as orquestras eram mais pequenas e em vez de ser o maestro a dirigir, eram os violinistas. Para quem quiser saber mais, pode sempre ir ao site das peças que é: leitmotiv ou www.r.wagner,net Mais tarde, todos juntos fizemos uma espécie de cantiga tendo sido constituídos grupos que reproduziam ritmos diferentes. Foi uma manhã bem passada onde aprendemos muito, coisas que a maior parte de nós não sabia. Diogo Amaro e Francisco Quintas - 5º B

Uma aula Diferente - Assistimos à Peça de Teatro Falar Verdade a Mentir

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a passada segunda-feira, dia vinte e um, do mês de maio, os alunos das três turmas do 8º ano, tiveram a oportunidade de assistir à peça de teatro Falar Verdade a Mentir. Inserida no programa letivo deste ano escolar estava a obra em questão, e o facto de poder ver a representação desta peça teatral, pela companhia de teatro “O sonho”, foi muito positiva para a compreensão da mesma. Como comédia que é, obviamente, foi bastante divertida graças ao esforço de todos os atores. E com as pancadas de Molière e ao som de uma melodiosa música, iniciou-se a peça. A atriz que desempenhava o papel de Joaquina esteve bem, conseguiu representar uma criada do Porto com o seu destacável sotaque e agia dando uma certa piada extra à própria personagem, que só pelas suas falas divertia o público. De entre as personagens masculinas, as que nos mereceram mais atenção e simpatia foram o José Félix e Brás Ferreira. Este mostrou bem ao público como desconfiava de Duarte e tornou-se cómico pelas falas que acrescentava nas suas intervenções, como por exemplo, quando batiam à porta e alguém referia este ato ele dizia “eu não sou surdo”. José Félix, pela importância que tem no desenrolar da ação e pelas personagens que “veste” foi divertido e animou bastante a plateia. As personagens, Amália e Duarte, do nosso ponto de vista, tiveram os seus momentos de atuação bons e menos bons. Por exemplo, Amália não deu tanta graça à personagem como os outros. Quanto a Duarte, em certos momentos, achamos que exagerava um pouco, no modo como tentava fazer rir o público. Uma personagem que nos divertiu imenso foi o criado Isidoro. Só falou uma vez, mas da maneira como pronunciou a frase fez com que a assistência se manifestasse através do riso. Já quase no final do conflito entrou a personagem General Lemos, o qual também teve a sua graça devido aos adereços e representação em palco. Um aspeto muito positivo nesta peça foi o facto de se ouvir bem as falas de todas as personagens. Outro, mas, que, na nossa opinião, esteve menos agradável, foi a pouca confortabilidade das cadeiras. Tendo em conta as opiniões, finalizamos sugerindo que assistam à peça. Os 8os Anos


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Colégio dos Plátanos Uma visão sobre o que é a Mentira...

No âmbito da disciplina de Língua Portuguesa, e após os 8ºs anos terem assistido à peça “Falar Verdade a Mentir”, foi-lhes pedido que se expressassem sobre o que pensam sobre a mentira. A aderência foi massiva, e na impossibilidade de serem retratadas aqui todas as opiniões, apresentamos as que se seguem.

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entir não é bom, nunca foi… Uma mentira pode destruir amizades, relacionamentos, felicidades e torná-las em desilusões, afastamentos e tristezas. Por mais que nós não queiramos, a verdade “vem sempre ao de cima”, mas é claro que podemos tentar dar sempre a volta à situação, contando outra e outra e outra mentira até não conseguirmos mais e “rebentarmos”. Como é óbvio, toda a gente mente, faz parte da natureza humana, faz parte de nós. A mentira faz com que, muitas vezes, se perca a confiança e com que algumas pessoas nunca mais se falem, mas é, também, preciso ter a capacidade de perdoar. Isso mesmo! Se toda a gente mente, para quê julgar ainda mais? O erro dessa pessoa pode ser o teu próximo erro e, eu sei, que toda a gente gosta de ser perdoada, toda a gente merece uma segunda ou terceira e até quarta oportunidade, porque a vida é só uma e não há tempo a perder, mas diz sempre a verdade, antes que a mentira te absorva. Madalena Vicente, 8º C

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a minha opinião a mentira não é uma coisa que se deva dizer, mas num caso particular poderá ajudar alguém. Quando eu era pequenina, quando alguém me perguntava se eu alguma vez tinha mentido, eu respondia que não (e era verdade!) toda orgulhosa. Isto para dizer que hoje em dia mentir é como se fosse uma moda. Não conheço ninguém da minha idade ou até mesmo mais velho que nunca tenha mentido. Eu acho que o “dia das mentiras” não devia ser celebrado, para as pessoas não serem encorajadas a efetuar este terrível vício, a não ser que nunca mentissem e o primeiro de abril fosse o único dia em que se poderia mentir. Pessoalmente eu não sou pessoa de ocultar a verdade, mas quando tem de ser, tem de ser, normalmente fica sempre um aperto no estômago. Resumindo, não se deve mentir como podemos ver na célebre frase: ”Mais rapidamente se apanha um mentiroso do que um coxo”. Ana Laura, 8º B

Escola de treino animal, baseada na confiança e respeito mútuos entre dono e cão. Organizamos cursos de formação nas áreas de Agility, Obediência, Comportamento Animal e de Terapias Assistidas por Cães. Temos na nossa estrutura uma agência de animais, para responder a pedidos de produtoras e agências de cinema, televisão e publicidade.

Esperamos a tua visita! Estamos em Alvide (Cascais), ou através de: telemóvel: 919352470 site: www.educa-cao.blogspot.com facebook: http://facebook.com/​FernandoSilvaEducacao e-mail: animaiscinemaetv@gmail.com

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Visita de Estudo à Quinta Pedagógica dos Olivais

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o dia 23 de maio de 2012, da parte da tarde, os alunos do 2º ano foram à Quinta Pedagógica dos Olivais. Na quinta, vimos muitos animais que andavam ao ar livre: primeiro vimos as cabras, de seguida vimos um cavalo e depois fomos à horta apanhar cenouras. Fomos dá-las ao cavalo e ainda demos algumas cenouras às cabras. Também vimos galinhas que andavam livremente pela quinta. Por fim, fizemos uns saquinhos de cheiro para as traças não comerem as nossas roupas; era um bom cheirinho a alfazema. Quando estávamos quase a vir para o colégio vimos um mágico a fazer magias! Nós adorámos a visita de estudo à quinta.

A bananeira Desenho: Lucas Vallejos – 2ºB

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Tomás Rocha e Marta Silva - 2º B

Desenho elaborado por: Sara Botelho – 2º B

ette fois, les professeurs de Français ont organisé avec et pour les classes de 7ème A et B, deux activités: une intitulée "Viens découvrir la France!" et un goûter typiquement français le jeudi, 31 mai ! La première activité s'est bien déroulée et l'équipe qui a réussi à construire en moins de temps, le mega puzzle de la Carte de France, a gagné. Il y avait huit équipes. Tous les participants ont reçu un Diplôme de Participation et l'équipe gagnante a été, Bob- les constructeurs, du 7ème B composée par Tomás Reis, César Couchinho, Diogo Barata et Miguel Machado. Ils ont fait le puzzle en 20 minutes. Celle-ci a reçu une medaille. Sympa, non? La deuxième activité a été délicieuse... le goûter typiquement français ! Il y avait beaucoup de nourriture: des croissants, des petits gâteaux, des crêpes, des pains au chocolat, des baguettes, de la glace (une grande variété..), des palmiers, du fromage (comme par exemple: du Camembert, du Brie, du Gruyière, La Vache qui Rit, Roquefort parmi d’autres, d’ orangeade, de la limonade, du sirop, des pâtés de toutes sortes... Tout était très, très bon! Demandez à vos enfants ! Les professeurs de Français: Assunção Pombal & Maria do Céu Calado


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Cantar José Afonso

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o passado dia 24 de abril, os alunos do sexto ano apresentaram aos colegas de quinto ano um trabalho de grupo realizado na disciplina de Educação Musical com o tema “Cantar José Afonso”.

Até à revolução dos cravos, O povo vivia reprimidamente, Até que soldados bravos Implantaram a democracia, alegremente. O povo infeliz vivia, Mas ser livre queria, E isso foi realizado Em abril de setenta e quatro. No dia de 25 de abril, Toda a gente sorriu, A ditadura acabara, E Portugal mudara. Tiago Rua, Rodrigo Lucas Daniel Lança, Henrique Zhao 6º A

Beatriz Bizarro, Beatriz Laranjeira, Aida Costa e Inês Gomes, 6º A

O Estado Novo e o 25 de Abril

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Estado Novo foi um período de tempos difíceis para os portugueses. Salazar mandava no país e as pessoas não tinham qualquer tipo de liberdade. Creio que a população tinha uma vida desconfortável pois sabia que se dissesse alguma coisa contra o regime autoritário, provavelmente um informador da PIDE (polícia política da altura) iria denunciá-la às autoridades. Penso que os portugueses, com a opressão do Estado Novo, se tornaram mais desconfiados, porque os seus melhores amigos, vizinhos ou familiares os podiam trair a qualquer momento, denunciando-os à polícia. Também considero que, naquele tempo, a vida das pessoas socialmente era má mas, por outro lado, tinha os seus aspetos positivos, economicamente falando porque, com as suas restrições de liberdade, Salazar dava ao País uma boa estabilidade financeira, diferente da dos dias de hoje. Naquele tempo havia sempre uma ou outra pessoa que contornava as regras sem chegar a quebrá-las. Por exemplo, havia uma lei que dizia que só se podia acender isqueiros “por baixo de telha”, ou seja, dentro de um edifício. No entanto, algumas pessoas andavam com um pedaço de telha no bolso e, quando queriam acender o isqueiro, punham a telha por cima da cabeça e acendiam-no. A polícia não podia fazer nada pois estas pessoas não estavam a infringir as leis: apenas mostravam falhas nas leis do País. Também para usarem o isqueiro tinham que pagar uma taxa que, para a época era bastante dinheiro, e assim conseguiam que as pessoas comprassem mais fósforos, que era um produto nacional. Neste regime também era proibida uma bebida que hoje é conhecida mundialmente: a Coca-Cola, porque fazia concorrência ao vinho nacional e porque se associava à cocaína (um tipo de droga). No Estado Novo havia muitas regras, portanto algumas chegavam a ser absurdas. Por exemplo, no regime de ditadura havia uma lei que proibia o casamento das enfermeiras, uma vez que Salazar queria que elas se dedicassem inteiramente à sua profissão. Na minha opinião, o Estado Novo é um regime político que não devia voltar a Portugal, porque ainda há muitas pessoas que viveram nesse tempo e acho que não gostariam de repetir. Também espero que este regime não seja nunca mais instaurado em Portugal, pois gostaria de passar a minha vida num regime onde vivesse em liberdade. Este regime de autoridade acabou com a Revolução do 25 de abril de 1974, também conhecida como Revolução dos Cravos. Com esta Revolução, os portugueses saíram do regime de ditadura e entraram na democracia, onde os cidadãos têm liberdade de expressão e podem votar, através de eleições livres, em quem querem que os governe. Espero que, com esta Revolução, as pessoas que algum dia tentem governar o país num regime de ditadura saibam que: “O POVO UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO!”. Nuno Fernandes - 6ºB


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sALAZAR

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ntónio de Oliveira Salazar nasceu no Vimieiro, em Santa Comba Dão, no dia 28 de abril de 1889 e morreu em Lisboa, no dia 27 de julho de 1970. Foi um político nacionalista português e professor catedrático da Universidade de Coimbra. O seu percurso político iniciou-se em 1926, quando foi Ministro das Finanças por breves meses. Foi também, entre 1928 e 1932, procedendo ao saneamento das finanças públicas portuguesas. Instituidor do Estado Novo (1933-1974) e da sua organização política de suporte, Salazar dirigiu os destinos de Portugal, entre 1932 e 1968. Com a criação da Censura, da organização de tempos livres dos trabalhadores FNAT, da Mocidade Portuguesa, masculina e feminina, o Estado Novo procurava assegurar a doutrinação de largas massas da população portuguesa, enquanto que a polícia política (PVDE – Polícia de Vigilância e Defesa do Estado, depois chamada PIDE – Polícia Internacional de Defesa do Estado, a partir de 1945), em conjunto com a Legião Portuguesa, combatiam os opositores. Afonso Ferreira e Inês Metelo, 5º B

Biografia – Salgueiro Maia

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ernando José Salgueiro Maia nasceu a 1 de julho de 1944, em Castelo de Vide. Filho de Francisco da Luz Maia e de Francisca Silvéria Salgueiro, frequentou a Escola Primária de Coruche e concluiu o ensino secundário no Liceu Nacional de Leiria. Anos mais tarde, após o 25 de abril, viria a licenciar-se em Ciências Sociais e Políticas e em Ciências Etnológicas e Antropológicas, pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas no Alto da Ajuda. Salgueiro Maia ingressa, aos 20 anos de idade, na Academia Militar de Lisboa; apresentando-se, depois de concluído o curso, na Escola Prática de Cavalaria (EPC), em Santarém. Aí, após ter frequentado tirocínio, tornou-se comandante de instrução. Em 1968, Salgueiro Maia passa a fazer parte da 9ª Companhia de Comandos e é enviado para o Norte de Moçambique, em plena guerra colonial. O seu desempenho na guerra valer-lhe-ia a promoção de Capitão, dois anos depois. Em julho de 1971 é enviado para combater na Guiné, só regressando a Portugal em 1973, altura em que se iniciam as reuniões clandestinas do Movimento das Forças Armadas. Salgueiro Maia é, então, nomeado Delegado de Cavalaria, passando a integrar a Comissão Coordenadora do Movimento. No ano seguinte têm lugar as primeiras ações contestatárias do Movimento, mas seria apenas o 25 de abril que, Salgueiro Maia ao comandar a coluna de carros de combate que, vinda de Santarém, montou cerco aos ministérios do Terreiro do Paço, deixaria o seu nome na História de Portugal como um dos capitães de

abril – aquele que liderou as forças armadas durante a Revolução dos Cravos, libertando o país da ditadura. Ainda no mesmo dia, ao final da tarde, seria Salgueiro Maia quem escoltaria Marcelo Caetano ao avião destinado ao exílio no Brasil. Um ano depois, seria transferido para os Açores, só regressando em 1979, a fim de comandar o Presídio Militar de Santarém. Em 1981 foi promovido a major e, dois anos depois, recebeu a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade. Contudo, em 1989 é-lhe diagnosticada uma doença cancerosa que, apesar das várias intervenções cirúrgicas, o viria a vitimar. Ao longo da sua vida, Salgueiro Maia foi convidado, por várias vezes, a assumir elevados cargos políticos, porém, recusaria todos eles. Em 1992, a título póstumo, foi-lhe conferido o grau de Grande Oficial da Ordem da Torre e Espada e, em 2007, viria a ser honrado com a Medalha de Ouro de Santarém. Fernando José Salgueiro Maia faleceu a 4 de abril de 1992. Maria Catarina Basto - 6º A


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Biografia – Vasco da Gama

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asco da Gama foi um homem que se dedicou aos descobrimentos durante toda a sua vida. Nasceu em Sines em 1460, 1468 ou 1469 - ninguém sabe ao certo - e morreu na Índia em Cochim, em 1524.

do que eles traziam para troca mas acabaram por ficar satisfeitos. E assim os portugueses navegaram até Portugal, depois de algumas O seu pai foi Estêvão da Gama e a sua mãe D. estabelecerem relações comerciais! Isabel Sodré. Quando chegaram a D. Manuel I de Portugal confiou a Vasco da Gama o Portugal em setembro de cargo de capitão-mor e no sábado a 8 de julho de 1497 o navegador saiu de Belém em direção à Índia. Nessa 1499, Vasco da Gama foi viagem participaram cerca de setenta homens e, no dia recompensado por cumprir um plano com 80 anos – a de Natal, Vasco da Gama e os marinheiros batizaram a descoberta do caminho marítimo para a Índia – e, por isso, recebeu o título de almirante-mor e de conde de costa em que navegavam com o nome de Natal. A 20 de maio de 1498, Vasco duas vilas: Vila Nova de Milfontes e Sines. da Gama e a sua tripulação chegaram à Índia, a uma terra de seu nome Calecute. Ao chegarem, perguntaramlhes o que é que estariam ali a fazer e Vasco da Gama respondeu que andavam à procura de cristãos e especiarias. Esses negócios não foram fáceis porque os habitantes da Índia riam-se

Vasco da Gama fez ainda mais duas viagens à Índia. Na segunda viagem, partiu a fevereiro de 1502 com o objetivo de fazer cumprir os interesses portugueses no Oriente. Na terceira viagem à Índia, Vasco da Gama foi aclamado vice-rei pois o governo era muito desastroso mas o navegador conseguiu impor a ordem. Mais tarde acabou por morrer, em Cochim, na véspera de natal. O seu corpo foi levado para a vila onde vivera, na Vidigueira. Mais tarde os seus restos mortais foram levados para o Mosteiro dos Jerónimos,

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onde se encontram sepultados ao lado de Luís Vaz de Camões.

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Carolina Portela - 5ºA


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Comemoração do Dia Mundial da Água No âmbito do Programa Eco-Escolas, a turma A do 2.º ano comemorou o Dia Mundial da Água com algumas atividades de descoberta que despertaram muita curiosidade nos alunos.

Comemoração da primavera As turmas do 1º ciclo, no âmbito do Programa Eco-Escolas, realizaram trabalhos com materiais residuais para comemorar a chegada da primavera.


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Exposição de Orquestras No quinto ano, um dos temas desenvolvidos em Educação Musical foi a Orquestra e a sua constituição. Como trabalho, e no âmbito do programa do Eco-Escolas, foi pedido aos alunos que construíssem uma orquestra (maqueta). No final, todas foram expostas para que toda a comunidade escolar pudesse apreciar o resultado final. Todos os alunos estão de parabéns! Professora de Educação Musical - Raquel Elói

Alunos do 5º Ano - Turmas A, B e C

Instrumentos amigos do Ambiente

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as aulas de Educação Musical, os alunos das turmas do 1.º ano foram conhecendo vários instrumentos musicais, entre os quais os de percussão, que são os que produzem som quando são batidos. Sobre esta família de instrumentos, ficámos a saber que estes podem ser feitos de diferentes materiais e que, por isso, o som que emitem não é igual: há os de madeira, os de metal e os de pele. Foi então que a professora Raquel resolveu lançar o desafio de construirmos instrumentos de percussão, utilizando materiais reaproveitáveis, tais como embalagens ou caixas vazias, garrafas de plástico, tubos de papel higiénico ou de rolos de cozinha, entre outros. Em casa, com a ajuda dos nossos familiares, pusemos mãos à obra, construímos os nossos instrumentos e demos-lhe um toque decorativo, para ficarem mais bonitos. Aos poucos, fomos trazendo os mais variados instrumentos para mostrar às nossas turmas, desde tambores, a paus de chuva, maracas, chincalho … A realização deste trabalho foi importante pois, para além de enriquecermos os nossos conhecimentos musicais, conseguimos reaproveitar resíduos que iriam para o lixo para construir algo de útil, juntando assim a Música e a Ecologia. Por fim, quisemos mostrar à comunidade escolar o resultado do nosso esforço e expusemos os nossos instrumentos. Ficámos muito orgulhosos desta nossa «Orquestra de Instrumentos Ecológicos». As turmas do 1º ano A e do 1º ano B


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Exposição sobre “Alterações Climáticas” As turmas do 8.º ano, no âmbito da disciplina de Ciências Naturais e do Programa Eco-Escolas, construíram maquetes sobre as causas e consequências das alterações climáticas para a Humanidade. Como eco estudantes, os alunos não esqueceram de incorporar nos seus projetos materiais residuais.

Dia do Silêncio A 7 de maio, os alunos do Colégio, no âmbito do Programa Eco-Escolas, comemoraram o dia do silêncio com várias atividades. Alunos do 6º ano, com uma breve dramatização, convidaram todos os colegas a fazer silêncio. Logo pela manhã os alunos vestiram a camisola com o logótipo do dia. À hora de almoço, o 1º ciclo viu alguns PowerPoints realizados e apresentados pelos alunos do 2º ciclo. Depois do almoço, toda a escola permaneceu em silêncio durante 2 minutos. “Nem se ouviu um único pio!” Ao final do dia, alunos do 6º ano distribuíram panfletos informativos com dois temas: “Poluição Sonora”, trabalho realizado pelos alunos do quinto ano e “Poluição Sonora nos Oceanos”, trabalho realizado pelos alunos do sexto ano. Foi um dia muito divertido e repleto de surpresas que nos deixaram sem palavras! Mariana Alves e Marta Rebelo, 6º B

Bernardo Silva, Gonçalo Reis, Beatriz Laranjeira, Beatriz Bizarro, Afonso Ferreira, Marta Brígido, Eva Silva e Miguel Faísca


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Colégio dos Plátanos Textos de Opinião

As turmas de 6º ano estudaram o texto de opinião, no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa. Todos os alunos realizaram um texto com o objetivo de dar a sua opinião sobre o papel do Homem na preservação do meio ambiente e na proteção das espécies em vias de extinção, pelo que apresentamos alguns dos melhores trabalhos.

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tualmente o Homem tem o papel de prevenção do meio ambiente e de proteção das espécies em vias de extinção, embora muitas pessoas não se preocupem com isso. Para a preservação do meio ambiente, o Homem tem tomado várias medidas, como a reciclagem, a criação de energia eólica e a criação de painéis solares. Há pessoas que contribuem para o meio ambiente, mas outras não: mandam cigarros para o chão, deixam lixo na água ou na areia da praia, entre outras ações. Para a proteção das espécies em vias de extinção, o Homem tem criado reservas ambientais e jardins zoológicos, mas há quem não se preocupe com a Natureza, matando, por exemplo, insetos inofensivos, pensando que são insignificantes e que não têm o mesmo direito de viver como nós. Muitas pessoas caçam leopardos e leões, em África, apenas por diversão, o que é um ato de crueldade para com os animais. Acho que em relação à preservação do meio ambiente, as pessoas devem continuar a tomar medidas para a sua proteção. Em relação à proteção das espécies em vias de extinção, o Homem deve respeitar mais os animais, assim como eles nos respeitam a nós. Daniel Lança, 6º A

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Homem é um ser deste mundo como qualquer outro ser vivo. Como tal, eu acho que o Homem deve ter cuidado com o ambiente e com as outras espécies porque o planeta é como se fosse uma casa e as espécies como “irmãos” porque todos nós provimos do mesmo. Infelizmente, nem todo o ser humano pensa da mesma maneira e acaba por maltratar tudo aquilo que o rodeia sem sequer pensar no assunto; mata outros animais para se gabar e não pensa que pode estar a extinguir uma espécie, e muitas vezes destrói a vegetação necessária, efetuando novas construções. Felizmente, também há aqueles que se preocupam e gastam aquilo que têm para abrir parques e reservas naturais, reciclam e usam objetos reciclados. Para mim, o ser humano é variável pois todos têm diferentes opiniões, mas eu não entendo, se temos o cuidado de cuidar da nossa casa, porque é que também não cuidamos do ambiente? Ana Rita Costa, 6º A

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Homem é o principal causador da poluição e é quem mais suja as ruas e os espaços. O Homem é também o causador de zonas restritas à poluição que são controladas. Nós somos o agente de muitos fogos e destruição do ambiente, talvez apenas por diversão. O Homem tem de impor controlo e construir zonas restritas suficientes para deixar o ambiente aceitável. Por exemplo, o Homem cria restaurantes com zonas sem fumadores e com fumadores e é assim que deve ser pois num restaurante com fumadores, as pessoas com problemas respiratórios não o podem frequentar e com duas zonas distintas podem estar em segurança. Os animais em via de extinção como o lince-ibérico, o burro e talvez o pavão, podem criar novas espécies e estão a ser ameaçadas porque o Homem os come ou os utiliza na indústria só para se distinguirem como ricos ou especiais; e porque não usar roupas normais de lã, por exemplo, em que não se matam animais e se aproveitam os pelos das ovelhas? Tudo isto são hipóteses de como melhorar a Natureza e que têm de ser utilizadas. Todos queremos um planeta melhor, certo? André Monteiro, 6º B Homem é importante na preservação do meio ambiente e na proteção das espécies em vias de extinção, pois existem tarefas que só ele pode fazer. Apesar de o Homem ter meios para poluir de tal maneira que já não existam recursos para utilizar, também ele pode ajudar a limpar o planeta e a preservá-lo. O primeiro passo é ter consciência do que se passa com o meio ambiente e o que podemos fazer para contrariar este aspeto; depois podemos passar à ação. Existem medidas que todos podemos fazer no diaa-dia como, por exemplo, fazer a reciclagem, não matar animais em vias de extinção, reutilizar os materiais, entre outros; e algumas que é difícil fazermos sozinhos, as quais precisamos de mais alguém para ajudar como, por exemplo, pôr os animais em vias de extinção em cativeiro para procriarem, criar edifícios amigos do ambiente, fazer produtos com materiais reutilizáveis, etc. Agora a escolha é nossa: queremos viver num mundo limpo e trabalharmos para isso ou preferimos viver num mundo poluído e sem recursos?

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Marta Rebelo, 6º B


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Passatempo “Sim, vamos criar uma árvore!”

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om alegria e dedicação, os alunos do colégio aderiram a este passatempo. Criaram uma árvore com embalagens tetra pack e nela colocaram dicas para incentivar todos a usar embalagens certificadas, garantindo deste modo que as árvores cortadas como matéria-prima sejam substituídas por novas. Tudo começou no dia mundial da árvore e terminou na interrupção letiva da Páscoa. Aqui ficam algumas imagens…

Vigilante Lena Paiva , Pedro Tavares - 7º A, Ana Sofia Ferreira - 8º A, Gonçalo Dias - 6º B e Gonçalo Almeida - 4º B

Prof.ª Sofia Lima

Sight Sintra

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omos uma equipa que procura oferecer a quem visita Sintra uma forma diferente, divertida, ecológica e inovadora de conhecer Sintra. Para isso, dispomos de veículos ecológicos equipados com sistema de GPS que o guiará e contará a história e as lendas dos palácios, castelos, parques naturais e recantos desta maravilhosa vila e serra que são património cultural da humanidade. Para uma maior comodidade e conforto dispomos ainda de lugares de estacionamento reservados às nossas viaturas nesses locais. Os nossos percursos são:  Pena: estação da CP, Palácio da vila; castelos dos mouros e palácio da pena.  Monserrate: estação da CP, Quinta da Regaleira, palácio de Monserrate, Palácio de Seteais e Fonte do Sabugo.  Recantos de Sintra: Estação da CP, Jardim da Vigia, igreja de Stª Maria e volta do duche. Nota: Os carros estão parados na estação da CP.


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Eco-Dia

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o âmbito do Programa Eco-Escolas, celebrámos o Eco-Dia em família, num passeio pedestre junto ao litoral, como forma também de comemorar o Dia Europeu do Mar. Contámos com a colaboração preciosa dos Encarregados de Educação. No decurso da atividade programada os participantes não saíram dos caminhos, nada retiraram do ambiente visitado, não deixaram resíduos para trás, não se aproximaram demasiado das arribas; as famílias partilharam os automóveis ou o transporte coletivo do colégio. O ponto de encontro foi junto ao restaurante da Praia do Abano e terminou com um lanche convívio nessa mesma praia. Todos adorámos! Pelo trajeto tivemos que ultrapassar alguns obstáculos...

No ponto de partida o entusiasmo era geral...

Missão cumprida, agora é o momento de relaxar…

… mas nunca desanimamos.

Eva Silva, Fábio Lourenço, Inês Dias, Ana Fonseca e Marta Soeiro num momento de descontração.

Biblioteca Informam-se todos os alunos e Encarregados de Educação que a Biblioteca do Colégio, no período não letivo, estará aberta. O horário está a ser definido de acordo com as atividades para esse período.


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Dia da Mãe comemora-se com uma data especial e em Portugal celebra-se sempre no primeiro domingo do mês de maio, este ano foi no dia 6. Este dia serve para homenagear todas as mães e para, num dia especial, reforçar o amor dos filhos por elas. Este ano decidimos fazer uma pregadeira de feltro em forma de flor, mas com relevo… parecia complicado, mas com a ajuda dos adultos foi bastante fácil. Para o embrulho, e porque somos uma eco-escola, aproveitámos o saquinho dos nossos talheres. Parabéns a todas as mães e espero que gostem destas lindas flores! A turma do 1º ano B

Poemas para a Mãe

A mãe é maravilhosa ajuda-me no estudo diz-me tudo é um mundo. A mãe é bela sem ela a vida não tem cor, fica sem sabor. Mãe és mais do que especial, és essencial para a minha vida ideal. Inês Branco, 8ºB Um coração meigo atento e carinhoso um sorriso enorme e um olhar contagioso. O anjo que cada altar pode ter. Alguém que erra para o bem dos filhos, alguém que sabe o que dizer sempre no momento certo.

Trabalhos da aluna Maria Eduarda Santos – 1ºB

No mundo todos a têm, umas melhores que as outras, e cada qual sabe a importância de ter a Mãe. David Nunes, 8ºB

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Tratamos todo o tipo de têxtil, peles, tapetes, edredons Rua Parque Infantil, 1 Loja – Rinchoa –  219165548 Rua Direita de Massamá, 97 B – Massamá –  214304275

stá a decorrer o II Interturmas de Xadrez para 2º e 3º Ciclos. Esta atividade é de cariz facultativo, e não obrigatório, pelo que nem todas as turmas participaram. Até ao momento, a turma B do oitavo ano, representada pelos alunos João Santos e Paulo Prazeres, foi a vencedora do 3º ciclo. Os alunos do 2º ciclo, continuam em pré-eliminatórias para se apurar os dois representantes de cada uma das turmas inscritas. Pedimos aos leitores que apoiem as suas turmas no torneio! Os professores de Matemática


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Se eu Fosse um brinquedo...

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e eu fosse um brinquedo, seria um carro. Sim, um carro de corridas vermelho, descapotável e muito engraçado para fazer uma criança feliz, porque é esse o meu sonho: fazer uma criança feliz. Era um bom dia de verão, quando fui um “alvo” da escolha dessas crianças curiosas. Esse rapaz chamava-se David. Se os meus faróis não me enganam, parecia ter seis anos. Era muito curioso, pois olhou logo para mim, com uns olhos verdes bem abertos, como quem não nos quer largar, pequeno e engraçado. Como eu gosto! O David esteve o tempo todo a pedinchar aos pais para que me levassem, e eu pensei: “Anda lá, David, tu consegues…”. Este rapaz queria mesmo brincar comigo. Estava mesmo determinado. Após tanto tempo a pedir, conseguiu. Boa! De seguida, foram buscar-me. Eu estava numa prateleira alta, e podia ver tudo a partir dali. O David estava “em pulgas” para brincar comigo. Valeu-lhe o pai que conseguiu alcançar a prateleira.

Pronto. Uma parte já está, falta a outra! O David ia sentado na sua cadeirinha e eu no seu colo. Estava cheio de entusiasmo para brincar. Cheguei ao quarto do David. Parecia-me um “comité de boas vindas”, carros prontos para se juntarem a uma corrida. Prepararam-se os carros. Ao sinal “3,2,1…Partida!”, saímos todos disparados. Bom, era demais! Quando acabou a corrida, que ganhei, sentia-me vivo, e feliz por ter concretizado o meu sonho. Nunca esquecerei a minha experiência como carro de corrida.

Estações do Ano

O Verão

Na primavera Vejo pássaros, vejo heras Vejo tudo, só não vejo quem não quero E à noite por ti espero. No verão Vejo o mar e piso a areia Pego num búzio E ouço um belo cantar de sereia. No outono Aprecio as folhas a cair, Fazem-me cócegas e Desato a rir.

Afonso Ferreira, 5º B

No verão as pessoas vão à praia, Comem gelados e vão de férias. As raparigas vestem saia E os rapazes fazem surf nas falésias. No verão vestimos roupas frescas E saímos à noite. Os dias ficam maiores E as noites mais pequenas. No verão acabam as aulas E despedimo-nos dos professores e colegas. Para preparar as férias fazemos as malas Para a nossa casa de verão.

No inverno Cai neve pelo ar E sonho comigo A pairar no ar. Rita Marafuz, 5º B

Ana Catarina Aguiar e Mariana Silva, 5º B


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Oficina da Escrita - Continuação da história «A vendedora de fósforos»

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pobre menina estava cheia de frio, encolheu-se e encontrou uns paus ao pé do caixote do lixo. Agarrou-os a todos e amontoou-os de forma a fazer um abrigo. Mas, assim que amontoou três paus, o monte desfez-se. De repente, sentiu a saia quente. Um fósforo estava aceso! Ela pegou no fósforo e atirou-o rapidamente para o chão, fazendo com que ele rolasse até ao monte de paus. Agora a menina já sentia calor. Seria da fogueira ou seriam talvez outros fósforos acesos? Era a segunda hipótese! Tinha metade da saia a arder! Ela ficou em pânico e tirou a saia! Depois disso, correu loucamente para outro cantinho que viu. Nesse tal cantinho, encontrou uma porta que supostamente era secreta, pois estava escondida por paus e neve. A menina tentou afastar uma parte da neve, mas estava muito dura. Então, lembrou-se de usar o resto dos fósforos para derreter o gelo. Acendeu o fósforo e cobriu-o com a mão para ele não se apagar. O gelo pingava, pingava e aquilo durou a

noite toda. Encontrou finalmente a porta e abriu-a, afastando as teias de aranha. O interior era mais ou menos luxuoso. Tinha uma cama de casal laranja, uma casa de banho com uma banheira, uma sanita e um lavatório. Também tinha uma mesa e uma lareira com lenha. Entretanto, a menina saiu daquele lugar e correu em direção à sua casa. Avisou o seu pai e a sua mãe daquele lugar que poderia ser muito útil. Os pais sorriram e correram para o tal lugar. A menina encontrou numa cadeira uma panela de prata. Sentaram-se todos à mesa, colocaram a panela na mesa, abriram-na e foi então que viram um grande peru. Foi um Ano Novo incrível. Guilherme Lima, 4º A


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Entrevista à D. Rosa Se falássemos entre nós de Rosa Maria dos Santos Teixeira, rara seria a pessoa a identificá-la. Porém, se perguntarmos pela dona Rosa do bar, do Colégio, todos sabemos a quem nos referimos. Neste cantinho que é a partilha de sabores e saberes, ficamos-lhe, desde já, gratas pela disponibilidade e bom humor no momento em que trocamos estas palavras. Alunas: Bom dia, D. Rosa! Há quantos anos trabalha no colégio? D. Rosa: Bom dia! Eu trabalho cá há onze anos. Alunas: Este é o seu primeiro emprego ou já trabalhou antes para outras entidades? D. Rosa: Não, este não é o meu primeiro emprego. Em tempos trabalhei num café e devido ao meu conhecimento na área é que fui destinada para esta função, aqui. Alunas: Então, quer dizer que, desde que começou a trabalhar no Colégio foi sempre este o seu labor?! D. Rosa: Não, eu desempenho funções no bar há quatro anos. Alunas: E o que fazia antes destes quatro anos? D. Rosa: Desempenhava variadas tarefas, mas fundamentalmente ajudava na cozinha. Alunas: Que é o que continua a acontecer … D. Rosa: Sim. Alunas: Gosta do seu trabalho? D. Rosa: Sim, muito. Alunas: Qual é a melhor parte do seu trabalho?

D. Rosa: A melhor parte é a convivência com os alunos. Alunas: Recorda-se de algum momento menos agradável, dos anos de serviço que tem? D. Rosa: Sim. No início, quando comecei a trabalhar aqui, havia uma turma do nono ano que era um pouco indisciplinada e por isso tive algumas dificuldades na adaptação. Alunas: Se, por um acaso, a sorte grande a visitasse, continuava a trabalhar? D. Rosa: Claro que não! Se ganhasse, por exemplo, o Euromilhões deixava o emprego, pois só trabalho porque tenho necessidade. E porque as horas iam avançando e havia outras obrigações à espera, tivemos que nos despedir, levando connosco a alegria deste momento. Rita Pacheco e Inês Albano, 8º B

Uma estrela entre nós Entrevista à aluna Beatriz Laranjeira Alunas: Quando começaste no mundo da televisão? Beatriz: Comecei aos sete anos. Alunas: A tua família apoia-te em relação a esta iniciativa? Beatriz: Sim, adora que eu represente. Alunas: Alguém da tua família tem ligação ao mundo do teatro ou da televisão? Beatriz: Não, sou só eu. Alunas: “Representar” foi escolha tua ou alguém te incentivou a fazê-lo? Beatriz: Foi minha, mas a minha mãe ajudou-me. Alunas: Quais os programas em que já participaste? Beatriz: Em programas já participei no “Dá cá mais 5”, da TVI e nos “Super-miúdos”, da RTP1. Em novelas já entrei na: “Tu e eu”, “Meu Amor”, “Doce Tentação”, “Não desistas de mim”, (Todas da TVI). Alunas: Quais foram as que gostaste mais de participar até hoje? Beatriz: Gostei de todas, mas especialmente “Doce Tentação”, “Super-miúdos” e “Não desistas de mim”. Alunas: Sentes-te à vontade quando estás a ser filmada? Beatriz: Sim, muito, mas na primeira vez fiquei mesmo muito nervosa.

Alunas: Dás-te bem com todos os atores? Beatriz: Sim, mas conheço alguns mais arrogantes. Alunas: As filmagens não interferem com os teus estudos? Beatriz: Quase nada, até subi as notas quando entrei na primeira novela. Alunas: Quando fazes as filmagens? Beatriz: São sempre feitas durante a semana ou nas férias. Mas nunca ao fim-de-semana. Alunas: Alguma vez sentiste que o horário das filmagens te prejudicou em relação à escola? Beatriz: Não, filmo muito pouco em horário escolar. Alunas: Quando fores mais velha queres seguir representação ou pensas noutra profissão? Beatriz: Sim… Sim mas também quero tirar um curso para momentos sem trabalhos. Maria Beatriz Macedo Ana Filipa Correia 7º B


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LEITURA ECOLÓGICA DA TURMA DO 1.º ANO A Todos temos dentro de nós um bichinho que se chama «imaginação». Este nosso amiguinho é muito comilão e precisa de ser bem alimentado. Uma das melhores formas de o alimentarmos e de o fazermos crescer, é lendo, ouvindo histórias e viajando muito pelo maravilhoso mundo dos livros! Para além de fazer crescer a nossa imaginação, a leitura permite-nos também aumentar os nossos conhecimentos e ajuda-nos a saber sempre mais e mais e mais… Nós, alunos do 1.º ano A, apesar de sermos pequenos e ainda lermos devagarinho, já aprendemos a alimentar o nosso bichinho da «imaginação», em casa e também na escola, com a ajuda da nossa professora. Assim sendo, temos dedicado este mês de maio à leitura do livro O Alfabeto da Natureza, escrito pelo autor José Jorge Letria e com ilustrações de Tiago Albuquerque. Neste livro, há uma palavra relacionada com a Natureza para cada letra do alfabeto e, para cada palavra, há um poema divertido, que nos ajuda a conhecer o mundo em que vivemos de A a Z. E são, de facto, surpreendentes as coisas fantásticas que descobrimos! Compreendemos o que é a Botânica e a Fauna… Entendemos a importância de poupar a Água e de respeitar e preservar cada Espécie animal e vegetal… Descobrimos que um Herbário é uma espécie de caderneta, mas que em vez de ter cromos, tem plantas… E até ficámos a saber que Gaia era a deusa da Terra, a quem os Gregos da Antiguidade pediam proteção para a Natureza. Esta foi uma bela forma de unir a leitura às questões ecológicas. Neste livro, o autor José Jorge Letria escreveu “A Natureza está em todo o lado e, no entanto, às vezes esquecemos como ela é importante para nós!” e isso é bem verdade! Ao lermos O Alfabeto da Natureza, compreendemos ainda melhor por que razão é tão importante proteger e conservar o Ambiente! Este foi um livro que gostámos muito de ler e que nos divertiu imenso, por isso recomendamos vivamente a sua leitura a todos! A turma do 1º ano A

De um a dez da cabeça aos pés

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este livro de José Jorge Letria, encontrámos dez poemas muito divertidos e bastante engraçados que são feitos à volta dos números de um a dez. Para cada um deles, há histórias que nos fizeram rir sem parar. A nossa professora disse-nos que este livro para além de divertido, também é bastante didático, isto quer dizer que tem muito para ensinar. Este foi o primeiro livro que lemos do Plano Nacional de Leitura. Depois da sua leitura fizemos lindos desenhos... Ficaram fantásticos! Este é o resultado final… A Turma do 1º ano B


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A menina que sorria a dormir

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o 2º Período, as turmas de terceiro ano leram e trabalharam um livro chamado “A menina que sorria a dormir “. A história falava de uma menina chamada Glória, que vivia com a sua mãe e a sua avó numa aldeia muito pequenina. Mas a Glória tinha uma dificuldade: ela não conseguia dormir sem ser embalada por histórias. Assim toda a gente da aldeia tinha de ir várias vezes por mês adormecê-la. Os habitantes já andavam cansados e tinham que arranjar uma solução para este problema. Como acabará esta história? Conseguirá a Glória superar a sua dificuldade? Todos nós adorámos este livro. E tu? Ficaste com curiosidade? Este livro foi escrito por Isabel Zambujal e as suas lindas ilustrações foram feitas por Helena Nogueira. Texto e ilustração - Leonor Caetano 3ºA

A erva milagrosa

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conselho-vos a ler o livro “A erva milagrosa” que foi escrito pela escritora Rosa Lobato de Faria. Este livro fala-nos de uma rapariga chamada Violeta que vai passar férias à casa dos avós. Aí conhece o seu amigo Giló e a sua gata Lili. Juntos começam a visitar a biblioteca dos avós. A biblioteca é mágica, vive lá a Fada dos Livros que os faz entrar nas histórias que leem. Queres conhecer as suas aventuras? Poderás saber o seu final se o leres, digo já que é muito engraçado, espero que o leias. Catarina Dias, 3º A

Ilustração Marta Pedro e Magda Esteves 3º A

Poesia com Fernando Pessoa… 4º Anos

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ste ano trabalhámos em sala de aula, o livro do Plano Nacional de Leitura “O Meu Primeiro Fernando Pessoa”. Este livro deu-nos a conhecer esta figura importantíssima da literatura portuguesa e internacional, de uma forma bastante acessível, marcando os momentos mais importantes da sua vida. Após a leitura da obra, criámos um pequeno livro, intitulado “O meu primeiro livro de poemas”. Desenhámos na capa e contracapa a nossa figura, mas dentro do esquema corporal do poeta Fernando Pessoa, de modo a haver analogias à sua obra. .

Adorámos criar este livro, pois permitiu-nos aprofundar mais a estrutura do texto poético e passámos a mensagem de que a poesia é muito mais que rima entre palavras! Quem tiver interesse em lê-los poderá visitar as nossas salas.

Mil poesias, do 4ºA e 4ºB


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lá, eu sou o Miguel, do 4ºB e estou a ler o livro «A Espada do Rei Afonso» da autora Alice Vieira. É um livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura e conta a história de Fernando, Vasco e Mafalda. Três irmãos que, sem perceberem como, acordam um dia em pleno século XII. Este livro está muito bem escrito e de uma maneira engraçada. Com ele aprofundámos os nossos conhecimentos sobre História de Portugal. Nas suas 245 páginas encontramos muitas personagens como Egas Moniz, Geraldo Sem Pavor e o Bobo Dom Bibas. É um livro da coleção Obras de Alice Vieira, adequado a leitores com mais de 10 anos. Votos de boa leitura! Miguel Domingues - 4º B

O Meu Primeiro Álbum de Poesia Se gostas de poesia, este é o livro ideal para ti! O Meu Primeiro Álbum de Poesia reúne vários poemas selecionados por uma das melhores escritoras infantojuvenil: Alice Vieira. Neste livro, poderás ler poemas de grandes autores portugueses do século XVI até aos nossos dias, como por exemplo Luís de Camões e Fernando Pessoa, dois mestres da nossa literatura. Com este livro, começarás a amar a língua portuguesa, a literatura e os livros numa aventura através da linguagem poética, onde reina a imaginação. Ah! E se ainda não gostas de poesia, este é o livro ideal para começares a apreciá-la! Sugestão das Professoras de Português do 2º Ciclo

As Gémeas no Colégio de Santa Clara Como ler é bastante importante, não só para desfrutar o tempo, mas também para aprendermos mais sobre aquilo que nos rodeia, sugerimos alguns livros, para que todos possam sentir o prazer da leitura. Esperemos que gostem da nossa sugestão e que a sigam durante as férias! No livro As Gémeas no Colégio de Santa Clara, de Enid Blyton, para além das personagens principais, as duas gémeas, chamadas Isabel e Patrícia O’Sullivan, temos também as suas amigas de quarto, que com elas partilham várias aventuras. Os pais das nossas protagonistas põem-nas num colégio interno, chamado “Colégio de Santa Clara”. Ao princípio não gostaram nada da ideia, mas depois de o conhecerem, perceberam que não ia ser assim tão mau. Durante o primeiro período, as gémeas aproveitam o facto de terem colegas de quarto para se divertirem, fazendo ceias na Sala de Música, Festas de Pijama, entre outras coisas, que só descobrirão se lerem este livro. Esperemos que gostem e que se deixem encantar pela história que vos sugerimos! Catarina Guita Madalena Martins 5º A


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Hunger Games I... É uma história emocionante que relata o comando de doze distritos, por um governo que impõe ordem e disciplina. Este governo, para que os distritos não se revoltem e tomem o poder, cria jogos de fome, para onde todos os anos são enviados um rapaz e uma rapariga entre os doze e os dezoito anos. Os jovens entram numa arena, na qual são obrigados a lutar entre si, podendo apenas sobreviver um. Certa vez, Prin, uma menina de doze anos, do distrito doze, foi escolhida para os jogos, mas a sua irmã, Katniss, ofereceu-se para ir na vez dela. Com Katniss foi Peeta Mellark, um jovem que mais tarde confessa o seu amor por ela. Este romance foi o pormenor vital na sobrevivência de ambos. Um acontecimento histórico sem precedentes, que os torna no motivo do ódio do presidente. A história não acaba aqui, uma vez que este é o primeiro livro de uma trilogia. A não perder o segundo livro o qual será apresentado e comentado numa próxima edição. - Já tinha visto o filme e agora também já li o livro e acho que um não trai a fidelidade do outro. Aventura e romance misturam-se com outros “ingredientes secretos” que deixam viciado qualquer um. Aconselho verdadeiramente a leitura, pois é uma trilogia considerada a melhor história de sempre. Ana Rita, 8º C - É espetacular! Quem começa a ler não quer parar pela envolvência que o livro desperta no leitor. É uma história fortemente entusiasmante, com muita aventura e romance. No final de tudo até ficamos à espera que continue, querendo ler mais e mais. Maria João, 8º C - Não encontro o adjetivo apropriado para qualificar este livro. A versão cinematográfica é fantástica. Não podiam ter escolhido melhores atores para tão maravilhosa história. Quanto aos livros … bem, já li a trilogia e só posso dizer que viciei-me. Já repeti a leitura e deduzo que não fico por aqui. Além do romance, da aventura, do …, a autora conseguiu englobar um tema que acontece na nossa sociedade atualmente: a morte de milhares e milhares de pessoas provocada pela fome. E isso faz-me Marta Miranda, 8º C pensar. Mariana Reis, 8º C

Comentários: - Adorei o livro. É fantástico. Funde romance com aventura, adrenalina, medo,… e uma grande vontade de só parar no fim. Patrícia Caetano, 8ºC - Muitas raparigas leram o livro e todas elas me aconselharam a sua leitura. Segui o conselho e não me arrependo. Adorei-o. Tem um pouco de tudo: romance, aventura, … e poder de reflexão. Mariana Silva, 8ºC - O filme ou o livro retratam uma história muito bonita, mas um pouco violenta. Descreve a história de uma população pobre em que foram escolhidos para participar a jovem e o peeta. Acho que se tivesse o livro o leria muitas vezes. Vera Rodrigues, 8ºC - Ambas as versões, filme e livro, são espetaculares. Envolvem ação, aventura e ao mesmo tempo romance. Não tenho dúvidas que, tal como eu, assim que começarem a leitura deste magnífico livro não vão querer fazer outra coisa que não seja chegar ao fim da história. Para mim é um dos melhores enredos até hoje lidos.


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Dia da Mãe Para comemorar este dia tão especial, as crianças da infantil fizeram lindas pulseiras para as mamãs ficarem ainda mais bonitas. Madalena Garcia Infantil 1

Martim Faneca - Infantil 3

Visita ao Jardim Zoológico No dia 9 de maio fomos fazer uma visita ao Jardim Zoológico. Foi um dia cheio de magia e intensidade onde pudemos observar um pouco da biodiversidade mundial e as diferentes espécies de animais. Também fomos visitar a nossa afilhada Vicky e o seu espetáculo deixou nos todos deliciados.

Eva Pinho, Maria Gaspar, Madalena Faísco, Rodrigo Pires e Guilherme Pestana Infantil 5

Hugo Freitas, Hugo Rodrigues, Rodrigo Lourenço, Duarte Faísco e João Costa-Inf1

Salvador Rodrigues Tomás Dias e João Maroco Infantil 2

Tomás Dias e Martim Pereira Infantil 2


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Dia Mundial da Criança Neste dia tão especial, para nós, fomos passear até Coruche. Passámos um dia muito divertido, cheio de experiências novas na “Quinta do Zacarias”. Fizemos pão, vimos animais, jogámos, dançámos, pulámos, enfim foi um dia fantástico. Gustavo Matos, Beatriz Lopes e Tiago Domingues Infantil 3

Tomás Nunes, Miguel Cunha e Afonso Ferreira Infantil 4

Madalena Silva, Rita Braz, Tomás Silva, Bernardo Moreira e Tiago Esteves Infantil 5

Alunos da Infantil 4

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dia da Criança mundo. Com a criação deste dia, os estados comemora-se no dia 1 reconheceram às crianças, independentemente da raça, de junho, tendo surgido pela cor, sexo, religião e origem nacional ou social, o direito a: primeira vez em 1950. O Dia  Afeto, amor e compreensão; Mundial da Criança não é só  Alimentação adequada; uma data que simboliza festa,  Cuidados médicos; em que as crianças recebem  Educação gratuita; presentes, mas, principalmente,  Proteção contra todas as formas de é um dia em que se pensa nas centenas de crianças que exploração; continuam a sofrer de maus tratos, doenças, fome e  Crescimento num clima de paz. discriminações. Claro que o Dia Mundial da Criança foi muito Na década de 50, muitas crianças viviam mal porque importante para os direitos das crianças, mas mesmo não tinham comida, sendo que muitas delas nem pais assim nem sempre são cumpridos. tinham e, para ganharem algum dinheiro, e sobreviverem, realizavam trabalhos duros. Foi então que, em 1950, a Federação Democrática Internacional das Mulheres propôs às Nações Unidas que se criasse um dia dedicado às crianças de todo o

João Bernardino e Bernardo Ribeiro, 5º A


Encontra na sopa de letras os alimentos: E

O

Y

O

P

S

D

F

G

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Sara Botelho, 2º B Q S

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VEGETABLE

BANANA

JUICE

CARROTS

JAM

TOMATOES

PEAS

APPLE

CAKE

ORANGE

SWEETS

LOLLIPOPS

PEAR

POTATOES

FICHA TÉCNICA Direção: Infantil - Educadora Odete Costa 1º Ciclo - Prof. Ângela Pires e Prof.ª. Cátia Freitas 2º Ciclo - Prof.ª Sara Alves 3º Ciclo - Prof.ª Assunção Pombal e Prof.ª Rosa Alves Redação: Catarina Guita, 5º A

Ana Filipa Correia, 7º B

Vitor Silva, 5º A

Mª Beatriz Macedo, 7º B

Afonso Ferreira, 5º B

Catarina Garcia, 8º A

Inês Metelo, 5º B

Rita Marchão, 8º A

Gonçalo Reis, 5º C

Inês Albano, 8º B

Matilde Lopes, 5º C

Rita Pacheco, 8º B

Ana Rita Andrade, 6º A

Ana Laura, 8º B

Beatriz Bizarro, 6º A

Madalena Vicente, 8º C

Marta Rebelo, 6º B Mariana Alves, 6º B

Vera Rodrigues, 8º C Marta Miranda, 8º C

Beatriz Costa, 7º A

Alunos / Professores

Paginação: Prof.ª Altina Sousa Ilustração: Alunos do Colégio Edição: Colégio dos Plátanos Tiragem: 200 exemplares Propriedade: Colégio dos Plátanos Avenida dos Plátanos, nºs 2, 4, 6 Rinchoa 2735 Rio de Mouro Telefone: 219178200 Fax: 219171820 www.colegiodosplatanos.com

Turmas 1º Ano A e B

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Jornal - 3ª Edição 2011/2012  

Colégio dos Plátanos

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