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Ano letivo 2015-2016 1 Plátano junho 2016

ETC & TAL Jornal do Colégio dos Plátanos www.colegiodosplatanos.com

Marta e Pedro entre os 20 melhores na prova da Pangea

Nesta edIção: Bronze nas Olimpíadas de Química.......

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Embaixada responde a carta de Sara Branco..........................................................

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Parabéns André!........................................

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Uma casa amiga do ambiente................

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Plátanos na Rota dos 20...........................

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Atenção ao Ruído......................................

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6º Ano aborda temas da atualidade...

12 Marta Moreira, Mariana Caetano, Rodrigo Pires, Gonçalo Gomes, Pedro Sousa e Clara Antunes

Escola de Pais - Compreender o Bullying.......................................................

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Televisão, prós e contras.......................

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Vamos realizar sonhos!...........................

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Chuva Ácida? O que é isso?...................

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Um Mosteiro e um Palácio.....................

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Prontos para o 2º ano.............................

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Em Português...............................

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Escrita Criativa...........................................

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Pedro Fernandes vence no Karaté.......

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Quando for grande quero ser...............

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Panda anima pequeninos no Dia da Criança.......................................................

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Sugestões de Leitura................................. 44

NOTA DA REDAÇÃO: Nesta edição incluímos publicidade. O contributo desta reverterá para a Viagem de Finalistas dos alunos do 9º ano, a realizar na interrupção letiva da Páscoa de 2017. Agradecemos a todos os que aderiram a esta iniciativa.

Os dois alunos do 4ºB Marta Moreira e Pedro Sousa destacaram-se de uma forma brilhante no concurso matemático da Pangea 2016, que envolveu cerca de 25 mil alunos a nível nacional. Participaram ainda a Mariana Caetano e Rodrigo Pires do 4ºA e Clara Antunes e Gonçalo Gomes, do 4ºB. Parabéns a todos!

Bronze nas Olimpíadas de Química - P.2

Embaixada responde a carta de Sara Branco - P.3

Três alunas do 9º ano conquistaram a medalha de bronze nas Olimpíadas de Química Júnior 2016. Ana Catarina Aguiar, Ana Rita Faria e Eva Silva concorreram de uma forma exemplar e destacaram-se entre as 27 equipas a concurso.

Sensibilizada com as notícias das guerras no mundo, a propósito do tema dos refugiados, a menina do 2ºB escreveu uma carta à Embaixada de Israel para acabar com o conflito com a Palestina. Recebeu uma resposta e um convite para os visitar.

Parabéns André! - P.4

O André Reis, do 3ºA ficou em terceiro lugar a nível nacional no concurso “Um conto que contas”, uma história onde os conteúdos matemáticos tinham que estar presentes.


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Destaques

Parabéns Marta e Pedro! A Marta Moreira e o Pedro Sousa, do 4ºB, ficaram entre os 20 melhores classificados na prova Pangea 2016 da zona sul. Os dois receberam medalhas na cerimónia de entrega de prémios, que decorreu na Aula Magna, em Lisboa. Com eles estiveram também a Mariana Caetano e Rodrigo Pires do 4ºA e Clara Antunes e Gonçalo Gomes, do 4ºB que receberam diplomas de participação. Recorde-se que os seis tinham participado na final, que decorreu na Faculdade de Ciências e Tecnologia, em Lisboa. Dos 25 mil alunos que inicialmente se inscreveram na prova, passaram à segunda fase 1600. A Pangea é organizada pela “Egitim Plataformu – Associação de Educação Académica”, uma associação sem fins lucrativos, com sede em Lisboa e que visa motivar o gosto pela matemática.

Marta Moreira, Mariana Caetano, Rodrigo Pires, Gonçalo Gomes, Pedro Sousa e Clara Antunes

Brincar à matemática Decorreu em abril, no colégio a semana da matemática, sempre com muita adesão por parte dos alunos. Desta vez os jogos foram diferentes. Mais lúdicos, muitos deles conhecidos das crianças, mas com uma forte componente de estratégia, que os obrigava a pensar e a delinear uma estratégia.

4ºB vence concurso de desenho Foi um orgulho enorme para os alunos vencer o concurso de desenho “Viver a Floresta”, promovido pela Guarda Nacional Republicana e a Direção Geral de Educação.

A turma do 4ºB fez um desenho que depois transformou num puzzle.

A turma do 4ºB foi fazer uma visita ao quartel dos bombeiros de Sobral Monte Agraço. Esta visita foi realizada graças à vitória do concurso “Viver a Floresta” que consistia em fazer um desenho original com o tema de cuidar da floresta. Lá, foram explorar os camiões dos bombeiros e saber o que as ferramentas deles faziam também. Já na sede da GNR esteve um senhor que lhes explicou a importância das florestas e os diferentes tipos de madeira. Quando entraram no auditório de lá, foram entregues todos os prémios (os do primeiro, segundo, terceiro e quarto ano) e de todas as escolas apresentadas. O desenho do 4ºB do Colégio dos Plátanos ficou em primeiro lugar entre os maravilhosos projetos do quarto ano. - Miguel Coelho e Guilherme Dias

Plátanos dão cartas nas Olimpíadas Três alunas do colégio conquistaram a medalha de bronze nas Olimpíadas de Química Júnior 2016. Ana Catarina Aguiar, Ana Rita Faria e Eva Silva, do 9ºano, formaram a equipa maravilha que subiu ao pódio nesta prova, que se realizou na Faculdade de Ciências, da Universidade de Lisboa, em abril deste ano. Competiram de uma forma extraordinária com 27 equipas, trazendo para o colégio o terceiro lugar. Dias depois, outra equipa formada também pela Ana Catarina Aguiar, o Daniel Patrício e David Elias, do 9º ano, participaram nas Olimpíadas Regionais de Física 2016. Os alunos concorreram em equipa e prestaram provas no Campus do Instituto Superior Técnico, em Porto Salvo, concelho de Oeiras. Não conquistaram nenhum prémio, mas valeu pela participação. As provas regionais, a cargo das três delegações da Sociedade Portuguesa de Física (Norte, Centro, Sul e Ilhas), decorreram em simultâneo em várias cidades, para um total de mil participantes.


Destaques

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Acabem com a guerra, já! Uma menina do 2º ano escreveu uma carta à Embaixada de Israel a pedir para se pôr um ponto final nos conflitos na região. Recebeu uma resposta e um convite para os visitar, em Lisboa. A iniciativa “E se fosse Eu?, da Direção Geral de Educação e que motivou os alunos a “fazer” a sua mochila em caso de guerra, tocou a aluna Sara Branco, do 2ºB, de uma maneira especial. “Mas porque é que há guerras?”, perguntou-se. Em casa, o pai tentou explicar-lhe aquilo que é difícil de entender, sobretudo para uma menina com oito anos. E de entre vários conflitos, falou-lhe na guerra entre judeus e palestinianos. Inconformada, escreveu uma carta à Embaixada de Israel em Lisboa onde pedia que se acabasse de vez com o conflito. “Eu acho que é melhor pararem com a guerra para não se magoarem mais pessoas”, dizia. E prossegue, dizendo que “os presidentes de Israel e Palestina têm que jantar juntos e conversar. Devem conhecer-se melhor e começarem a ser amigos”, dizia.

A Sara está ansiosa por visitar a Embaixada de Israel

Qual não foi a surpresa quando a resposta chegou alguns dias depois. “Podemos garantir-te Sara, que Israel está, há muito tempo, a fazer tudo o que é possível para viver em paz com os seus vizinhos”. Mandaram-lhe uma pulseira em hebraico, uma fita para colocar uma chave e um convite para visitar a embaixada. A Sara ficou muito feliz! Parabéns pela iniciativa.

Cuidado com o sol, Joni! As duas turmas do 4º ano participaram no concurso “Hora do Sol Saudável”, promovido pela Liga Portuguesa Contra o Cancro, com o apoio da Ambre Solaire, destinada às escolas do 1º ciclo. O objetivo era recriar um videoclipe inspirado no vídeo original “Hora do Sol Saudável”, com letra e música dos D.A.M.A. Nesse videoclipe, os alunos tinham que divulgar os malefícios da exposição solar no período desaconselhado (entre as 11.30h e as 16.30h) e promover comportamentos saudáveis ao sol como a utilização de chapéu ou aplicação de protetor solar. A turma do 4ºA fez as filmagens na praia de Carcavelos, enquanto a turma do 4ºB optou por fazer no colégio. Boa sorte para as duas!

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A turma do 4ºA adorou as filmagens na praia


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Destaques

Parabéns André! O André Reis, do 3ºA ficou em terceiro lugar a nível nacional no concurso “Um conto que contas”. Na história “Uma ida ao Jardim Zoológico” o André tinha que desenvolver um tema, nunca esquecendo a componente matemática. Os textos vencedores de todas as categorias vão agora ser publicados num livro. O André saiu-se bem nas letras e nos números

Uma ida ao Jardim Zoológico No dia 2 de janeiro, estava um belo dia de inverno, com o sol a brilhar. Eu e a minha família entrámos no Jardim Zoológico às 10 horas, para uma aventura num sábado selvagem. Passados 15 minutos, veio ao nosso encontro a bióloga Rita, que nos acompanhou durante todo o dia. A Rita disse-nos o que íamos fazer durante esta visita ao Zoo: primeiro, íamos alimentar os lémures; segundo, íamos ao Bosque Encantado; terceiro, íamos alimentar os elefantes; e quarto, íamos brincar com os golfinhos. Começámos a nossa visita e a bióloga Rita contou-nos um pouco da história do Zoo. Este espaço foi inaugurado no ano MDCCCLXXXIV (1884). Hoje em dia, habitam no Jardim Zoológico cerca de dois milhares de animais, que se dividem por cerca de 300 espécies. O primeiro contacto que tivemos com os animais foi muito barulhento, pois estávamos no recinto das araras, que era parecido com uma gaiola grande hexagonal. Daqui, seguimos para a alimentação dos lémures, onde nos esperavam duas das suas tratadoras. Elas ensinaram-nos a preparar a comida destes simpáticos animais. Então, eu e o meu irmão estivemos a misturar, numa massa pegajosa, maçãs partidas em quartos, metades de nozes e muitas passas de uva. Entrámos finalmente no recinto dos lémures e foi muito divertido alimentar estes animais fofos e queridos, que têm umas caudas em sequência – preto/branco/preto/branco. Saímos dali muito felizes, mas já atrasados um quarto de hora (15 minutos) para a visita ao Bosque Encantado, onde já estava um tratador ansioso por nos mostrar alguns animais arrepiantes, como, por exemplo, um lagarto e um jacaré, que mediam entre 30 e 80 centímetros, e uma cobra com cerca de três metros. Depois, seguimos para ver o espetáculo das aves de rapina. Lá, dois falcões fizeram um voo magnífico e uma águia fez um voo na diagonal. Chegou a hora do almoço e fomos almoçar ao restaurante “Mata Zoo”. A refeição custou 52 euros, o meu pai pagou com três notas de 20 euros e recebeu oito euros de troco.

Depois do almoço, a aventura continuou e, antes de chegarmos ao recinto dos elefantes, passámos por muitos espaços de animais que nos faziam lembrar figuras geométricas: o rinoceronte no seu charco retangular, o tigre branco no seu recinto quadrado e a encosta dos felinos que parecia um círculo. E acreditam que estava um canguru sentado no vértice da sua casa, em forma de prisma triangular? Quando chegámos ao pé dos elefantes, estava um tratador à nossa espera para nos explicar como vivem estes animais no Zoo. Levou-nos ao celeiro, onde estava armazenada a comida dos elefantes, e contou-nos que cada elefante pode comer até 300 quilogramas por dia, o que multiplicado pelos sete elefantes que vivem no Zoo, dá um total de 2100 quilogramas de comida por dia! Fomos então dar comida a estes grandes animais e foi muito engraçado dar-lhes maçãs e cenouras. Eles colocavam a tromba entre as barras da jaula, que pareciam muitos segmentos de reta paralelos. Cada vez que nós lhes dávamos comida, eles encharcavam-nos! Quando saímos dos elefantes, eu vinha feliz e salpicado. Seguimos para o reino da macacada. Lá, encontrámos cinco gorilas, oito orangotangos, 27 chimpanzés e 16 macacos. Esta população de primatas tem uma frequência absoluta total de 56 animais e a moda são os chimpanzés brincalhões. Por fim, chegou o momento que mais esperávamos: os golfinhos! Fomos então muito apressados para a Baía dos Golfinhos ver os seus habitantes. Esta apresentação é considerada a moda de todas as apresentações, uma vez que é a mais procurada do Zoo. No final da apresentação, fomos aprender como vivem os golfinhos e uma das suas tratadoras explicou-nos como se treinam estes animais. Para terminar, fomos até à enorme piscina onde os golfinhos estavam à nossa espera para brincar. Eu e o meu irmão atirámos bolas (que eram esferas) para os golfinhos. Eles mandavam-nas de volta, com muita água. Ficámos ainda a saber que estes animais adoram comer cubos de gelo para se refrescarem. Com esta visita, os golfinhos ficaram felizes e contentes… E nós também! Este sábado selvagem foi fabuloso! Adorei a visita ao Jardim Zoológico! - André Reis, 3ºA


eco escolas

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Uma casa amiga do ambiente Não faltam hortas biológicas, painéis solares, caixas de compostagem ou depósitos de água. Tudo em miniatura, claro. É por assim dizer, uma casa ideal! Em abril deste ano, os alunos do 5º ano foram desafiados pelo professor da disciplina de Educação Tecnológica, a fazer a “Casa Ecológica”. Para a maqueta desta casa eco sustentável, os alunos utilizaram materiais reutilizáveis. Uma caixa de sapatos para o edifício da casa e latas, copos de iogurte, palhinhas e pedras para depósitos de água e caixas de compostagem. Não faltaram piscinas, hortas e árvores. Os trabalhos ficaram maravilhosos e estiveram em exposição no edifício do Auditório do Colégio, para que todos os pudessem apreciar.

Ninhos ecológicos… e cheios de estilo Em abril, os alunos do 7º ano foram desafiados na disciplina de Educação Visual a criar ninhos de pássaros. O objetivo foi aprender a planificar sólidos geométricos de forma divertida e segundo a política dos 3 R’s: reduzir, reutilizar e reciclar Tendo por base esta premissa, os alunos levaram a cabo trabalhos muito interessantes, utilizando materiais reutilizáveis: cartão prensado, papéis de revistas de várias cores, feltro, rolhas, folhas naturais, tampas, botões, cordel, rendas, lã, tecidos e papel de seda. Os trabalhos estiveram em exposição na entrada do 2º ciclo.


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Eco Escolas

Plátanos na Rota dos 20 Os alunos dos Plátanos receberam de braços abertos os seus congéneres da EB-2,3 Padre Alberto Neto, Rinchoa, na “Rota dos 20”, a celebração dos 20 anos do programa em Portugal. O Colégio foi depois recebido na EB de Lameiras. O grande enfoque desta iniciativa, que aconteceu no colégio no dia 28 de abril, foi a mobilidade sustentável e a participação ativa das crianças na procura de soluções. Em 20 regiões do país, os alunos das escolas visitaram outras do mesmo concelho (230 no total) com vista à passagem da bandeira Eco Escolas e do Pergaminho, um documento onde vão sendo registados os testemunhos e compromissos dos alunos sobre a mobilidade sustentável. O Colégio recebeu os alunos da Padre Alberto Neto que vieram a pé, já que a distância é razoável e em causa está a promoção da mobilidade sustentável. Os nossos alunos fizeram cartazes de boas-vindas e estavam desejosos de receber os seus colegas de outra escola, que vieram acompanhados por alguns professores e também por membros da direção.

Unidos por uma causa As Eco escolas do concelho de Sintra passaram uma bandeira, um livro e um documento entre elas, de forma a comemorar os 20 anos do programa Eco escolas. Ao nosso colégio veio a escola Padre Alberto Neto entregar os três objetos que nós depois entregámos à escola básica das Lameiras na Terrugem, na qual fomos bem recebidos o que nos deixou de barriga cheia para a volta. Parabéns ao Eco escolas! Diogo Silva e Inês Alenquer, 5ºB Eco delegados

No dia 4 de maio foi a vez de o Colégio ser recebido pela EB de Lameiras, na Terrugem, para uma cerimónia semelhante. Na impossibilidade de fazer o percurso a pé, os alunos foram no autocarro do colégio, um transporte coletivo afinal, contribuindo também para a mobilidade sustentável. O programa Eco Escolas está de parabéns, mas o Colégio dos Plátanos também, já que faz 10 anos que pertence a esta rede de escolas que luta por um futuro melhor.

Os compromissos da mobilidade sustentável

Os alunos dos Plátanos receberam os colegas de braços abertos.

A diretora da Escola também acompanhou os alunos neste momento importante

Os alunos da Padre Alberto Neto deslocaram-se a pé


eco escolas

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Descobrir o Ecoturismo Os alunos do 8º ano fizeram um roteiro turístico de vários locais do país, num projeto do Eco Escolas e também da disciplina de Português. O foco, claro, era o ecoturismo. Dar a conhecer recantos naturais imperdíveis, e que permitem a realização de várias atividades como passeios pedestres, a cavalo, de bicicleta, mergulho, visita a quintas biológicas, provas gastronómicas, ou atividades mais radicais como o rappel ou escalada. Para dormir, a escolha recaiu sobre unidades de turismo rural ou agro turismo.

UM SACO Feito de roupa

Concentração na hora de cortar os tecidos

“Roupa Usada não está acabada” foi o lema do projeto Eco Escolas que evolveu os alunos do 2º ciclo na confeção de sacos de compras a partir de roupa usada, nos meses de abril e maio. A ajudar, estava a professora Sofia Lima, responsável pelo programa Eco Escolas no nosso colégio e Luísa Dias, representante dos pais no mesmo programa. As peças foram mostradas no Sarau de Encerramento do Ano Letivo.


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Eco Escolas

Atenção ao ruído Já não há desculpa para ninguém. Todos os alunos do colégio assistiram à palestra sobre o ruído e sabem que, em excesso, pode causar surdez e até doenças graves. A ação de formação intitulada “Os efeitos do ruído na criança/ adolescente” foi dada no auditório do Colégio pela pediatra Ana Paula Lucas e, no final do dia, também extensível aos pais. Falou-se sobre as fontes de ruído mais comuns e os comportamentos a adotar para evitar consequências que podem ser bem graves. Num primeiro nível, o ruído produz apenas incómodo e dificuldade de concentração, sendo que também afeta o sono.

A palestra abrangeu todos os alunos do Colégio

Nas crianças e adolescentes, nota-se uma diminuição do rendimento escolar. Se a exposição ao ruído for continuada, pode conduzir a estados de ansiedade, nervosismo e stress, surdez, provocar transtornos psicológicos, doenças cardiovasculares e alterações do sistema imunitário, num nível mais grave.

Repousante: Podemos ouvir durante, no máximo, 16 horas; Ex: Sala de estar calma Incomodativo Podemos ouvir durante, no máximo, 10 horas; Ex: Restaurante barulhento Fatigante Devemos ouvir durante, no máximo, 2 horas; Ex: Alarme de viatura Perigoso Podemos ouvir durante, no máximo, 2 a 5 minutos; Ex: Martelo pneumático Doloroso Podemos ouvir durante, no máximo, 1 minuto; Ex: Descolagem de um avião Carolina Baptista e Rita Gonçalves 5ºB

Os decibéis no nosso ouvido


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Alunos erradicam chorão de praia Foi uma ação e tanto, esta em que os alunos do 5ºano participaram. Em primeiro lugar, o objetivo era fazer perceber aos alunos a importância de se erradicarem espécies invasoras, como o chorão de praia. Em segundo, arregaçar as mangas e deixar o local o mais limpo possível, dando assim oportunidade às espécies nativas. Após várias apresentações sobre as plantas exóticas, autóctones e invasoras e também alguns jogos, foi proposto aos alunos do 5º ano uma saída de campo à Praia Grande para erradicar o chorão de praia e ao Cabo da Roca para percebermos se as pessoas conheciam o chorão de praia e os seus riscos para as outras plantas. O chorão é uma espécie exótica e invasora. Foi introduzida pela mão humana em locais que não os nativos e por isso é exótica. O problema é que quando se instala, impede o crescimento de espécies nativas e torna-se invasora. Quando chegámos à Praia Grande, dividimo-nos em grupos e preenchemos um inquérito sobre o chorão, mediante o que aprendemos ao longo das sessões que fomos tendo no colégio. Para erradicar esta espécie invasora, tentámos retirar o máximo possível, sempre com cuidado com as outras plantas aí existentes, como o cravo da praia. Terminada a erradicação na Praia Grande, fomos para o Cabo da Roca. Aí, falámos com diversas pessoas (a maior parte estrangeiras) e concluímos que muitas delas não conheciam esta espécie. Tentámos assim explicar-lhes da melhor forma possível do que se tratava e quais as suas características. Concluímos que esta saída de campo teve um resultado muito positivo. Maria Eduarda Santos (Eco-delegada) e Laura Sousa, 5ºC “Um Dia Ecológico” Manhã ∙Apagar as luzes das divisões ∙Abrir a janela para entrar luz solar ∙Lavar os dentes com a torneira fechada (usar copo para bochechar) ∙Deixar a loiça do pequeno-almoço na máquina de lavar ∙Utilizar transportes públicos ∙Não juntar a roupa suja com a lavada Tarde ∙Optar por comida biológica ∙Ir às compras com sacos de papel ou reutilizáveis ∙Aproveitar a água (para regar as plantas por exemplo) ∙Cuidar do recreio e dos materiais com que brincamos ∙Deixar a sala de aula limpa ∙Reutilizar e separar o papel ∙Ter cuidado com os papéis da casa de banho e com a água do chafariz ∙Beber água em vez de refrigerantes ∙Evitar sujar a roupa que vestimos ∙Reutilizar a roupa, sempre que possível Noite ∙Regar as plantas à noite ∙Utilizar lâmpadas led em casa ∙Utilizar o aquecedor apenas quando necessário e moderadamente

Os alunos divertiram-se nesta saída de campo

Ecologicamente perfeito A turma do 5ºC reconstruiu na aula de Educação Cívica as rotinas de um dia ecologicamente perfeito e que devem servir de modelo a todos e todos os dias. Pequenas atitudes que fazem a diferença na proteção do nosso planeta. O exercício começou com todos os alunos a escreverem no caderno diário os gestos de todos os dias, consideradwgos do ambiente. Depois disso, foram dando as suas ideias ao professor, que as anotou, sem repetir, claro. O resultado foi este.


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Os alunos do 6º ano fizeram trabalhos a pares na disciplina de Educação Cívica. Os temas foram diversos. O machismo, a economia, a violação, a interação de professores e alunos, os refugiados, o papel do telemóvel na relação das pessoas, a importância do desporto, entre outros.

atualidade

6º Ano aborda temas de atualidade

Os temas foram escolhidos pelos alunos e depois de escritos num papel, foram colocados numa caixa de onde foram sorteados. Todos davam a sua opinião. Isto para tentar descobrir e desenvolver as capacidades dos alunos para saber mais. Os temas eram diferentes em cada turma mas podemos dizer que eram temas de que os alunos queriam falar. No final de se abordarem todos os temas, os alunos fizeram um power point para o apresentar à turma. Patrícia Morais 6ºB

O drama dos refugiados foi abordado pelos alunos

Escola de Pais - Compreender o bullying O Colégio promoveu em finais de maio, uma palestra sobre Bullying e Cyberbulling, no âmbito do projeto Escola de Pais, dado pela psicóloga clínica Rosário Carmona e Costa do CADin (Centro de Apoio ao Desenvolvimento Infantil). A experiência profissional desta psicóloga, muito requisitada para palestras sobre o bullying, foi muito útil para explicar aos pais este fenómeno. Sinais de alerta, formas de agir e abordagens em casa tanto do ponto de vista da vítima, como do agressor. A sessão foi muito interativa, também devido à empatia que a psicóloga criou de imediato com os pais e que permitiu a colocação de muitas dúvidas. Sem dúvida a repetir. O tema explicado na sala Durante as aulas de Educação Cívica, os alunos abordaram o tema do bullying observando um vídeo sobre este caso. Concluímos que o bullying pode ser psicológico ou físico, que é quando há agressões. O bullying enfraquece as pessoas. De dia para dia a vítima vai ficando com mais medo, não conta a ninguém não só porque é ameaçada pelos agressores mas também para proteger as pessoas de quem gosta. As agressões psicológicas por vezes são mais graves do que as agressões físicas pois ficam gravadas mais profundamente na mente da vítima. O bullying físico consiste em agredir fisicamente a vítima e normalmente estas agressões vêm acompanhadas por bullying psicológico por isso também marcam muito a vítima. Pode ter consequências graves: insucesso escolar, a vítima não querer vir à escola, depressões graves, dificuldade em estabelecer relacionamentos, e, nos casos mais graves, suicídio das vítimas. Inês Cruz, Marta Coelho e Marta Lopes, 5ºA


atualidade

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Vamos acabar com a poluição

Como todos sabemos, existe demasiada poluição no nosso planeta, o que coloca toda a vida existente em risco. Os seres humanos são os agentes principais da poluição. Das suas ações, destacamos: fábricas , uso de biocidas e adubos químicos, descargas de esgotos, derrames de petróleo, poluição automóvel e descargas de resíduos das fábricas. Para termos um planeta saudável deveríamos efetuar tratamento de resíduos, diminuir o uso de biocidas, utilizar adubos naturais, reciclar resíduos e efetuar tratamento de águas residuais e industriais. Se todos contribuirmos um pouco mais, efetuando pelo menos a separação dos nossos resíduos, e diminuindo o consumo de água, poderemos contribuir para a melhoria da saúde do nosso Planeta. João Fernandes, Miguel Puga e Ricardo Carrasqueira 5ºB


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atualidade

Televisão, prós e contras

Afinal, a televisão é uma coisa boa ou má? Os alunos do 6º B e C fizeram pequenas dissertações sobre o tema para a disciplina de Português. “Na nossa opinião a televisão tem tantos aspetos positivos como negativos. Este assunto é muitas vezes esquecido mas é importante explorá-lo. Por um lado, ver televisão é uma boa forma de passar o tempo quando não existem tarefas a realizar. De acordo com o estudo “Circunstâncias em que se vê TV” observamos que muitos jovens usam a TV como uma forma de “companhia” quando estão sozinhos em casa. Mas a também nos dá a conhecer muitas coisas através dos documentários ou telejornal. Outro estudo “Com quem costuma ver TV”, mostra-nos que, apesar de haver um número elevado de jovens a ver TV sozinhos, existe também grande parte que vê com o pai, mãe e irmãos. Podemos também aprender a respeitar a opinião dos outros, por exemplo, quando vemos futebol e há familiares de equipas diferentes”. Sara Caetano e Pedro Silva 6.ºC

“A televisão tem a vantagem de entreter as pessoas, sendo que lhes faz companhia quando não têm nada para fazer. Também nos faz passar bons momentos pois há programas que nos fazem rir. Existem programas que intervêm na aprendizagem das pessoas, e as informam, como por exemplo o telejornal. Os anúncios dão a conhecer às pessoas novos produtos”. Ana Rita Martins e Rita Abraços 6.ºB

“A televisão faz-nos passar bons momentos quando estamos com a família. Alguns programas são educativos, pois ensinam coisas como Inglês, Ciências… Há canais que promovem o exercício físico, dando-nos vontade de nos levantarmos do sofá e correr e dançar. A televisão informa-nos do que se passa no mundo através de noticiários e entrevistas. Também dá novidades de brinquedos, passatempos, jogos e filmes através de anúncios”. Tiago Clemente e Francisca Peixoto 6.ºB

“Por outro lado, a televisão também nos traz aspetos negativos, como por exemplo, a publicidade, que nos leva a comprar certos produtos prejudiciais (à saúde). Outra coisa má é que a maior parte das crianças tem como atividade favorita, nos tempos livres, ver televisão, em vez de brincar ou jogar à bola, que são fatores importantes na sua infância e para a socialização, o que pode levar à obesidade pela falta de exercício físico”. Maria Antunes e Joana Alves 6.º C

“As pessoas passam muito tempo sentadas a ver televisão sem atividade física, o que leva a problemas de saúde como a obesidade. As pessoas acabam por perder a sua vida social, o que é importante para a construção das suas personalidades, preferindo, por vezes, ver televisão a estar com os amigos. A publicidade não é sempre positiva, pois por vezes é enganosa, mostrando que o produto é bom quando na realidade não o é, fazendo as pessoas perder dinheiro. Em certos casos, quando a televisão é vista de muito perto causa problemas de visão o que é bastante negativo”. Ana Brito e Vasco Peixoto 6.º C

“Os estudos demonstram que a TV, quando está ligada, envia radiações prejudiciais à saúde, podendo causar problemas visuais e/ou cerebrais. A obesidade, devido ao tempo em demasia em frente do televisor, aumentou em Portugal. O tempo passado à frente da televisão fora de horas perturba a concentração da criança, o que pode vir a prejudicar os estudos. Para além disto, a TV também diminui o tempo passado em família”. Patrícia Baptista e Julieta Lamas 6.º B


comunidade

Vamos realizar sonhos! No Dia Azul, ou Dia Make-a-Wish, todos os alunos se vestiram da cor dos sonhos, para ajudar a realizar os das crianças com doenças muito graves. No intervalo da manhã, juntaram-se todos no pátio, onde imprimiram as suas mãos no enorme globo de papelão. É já a segunda vez que o Colégio se associa a esta iniciativa da Make-a-Wish, uma organização que ajuda a realizar desejos de crianças dos três aos 18 anos e que são tão variados como conhecer um ídolo musical, ter um tablet, ou ir à Disney conhecer uma princesa. No fundo, força e motivação para a luta diária destas crianças. Para além de uma peça de roupa azul, todos os alunos trouxeram um mealheiro de papel decorado por eles com um donativo para esta causa.

A grande mancha azul no pátio do colégio

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Comunidade

NBanco de Livros Se achas que os teus manuais escolares ainda estão bons, vem doá-los ao Banco de Livros do Colégio! Serão usados por outros alunos e em troca podes levar os que precisares! Esta iniciativa pretende incentivar a reutilização dos manuais por outros colegas do colégio, sendo que os manuais deste ano já podem ser deixados na secretaria ou biblioteca, no final deste não letivo. Isto se estiverem em condições de serem novamente utilizados, claro! E quem o faça, também pode escolher no banco de livros se algum lhe interessa, assim que tiver a lista dos livros. A reutilização de manuais visa sobretudo os alunos do 2º e 3º ciclo, uma vez que antes disso, os livros são escritos pelos alunos e corrigidos pelos professores. Nesse caso, os manuais são aproveitados para a campanha “Papel Por Alimentos”, do Banco Alimentar, no âmbito do Programa Eco Escolas.

Manos dão livros à Biblioteca dO colégio Os irmãos Ema e Samuel Alves, do 5ºA e do 1ºA respetivamente, doaram à biblioteca do Colégio vários livros e jogos didáticos. Como já não os utilizam, quiserem dar-lhes uma segunda oportunidade. E que melhor morada podem os livros e jogos ter, senão numa biblioteca escolar, para serem usados por todos os alunos. Ainda por cima a nossa! Obrigado Ema! Obrigado Samuel!

Ema Alves e Samuel Alves, felizes com a sua doação.

Alunos ajudam meninas da Obra Padre Gregório Nas férias da Páscoa, os alunos do Colégio ofereceram um cabaz de alimentos à Obra Padre Gregório, uma instituição que acolhe meninas desfavorecidas. E receberam-nos para um lanche espetacular. O desafio partiu, mais uma vez, da professora de música Raquel Eloy. Conhecendo as dificuldades financeiras da instituição Obra Padre Gregório, em Sintra, a docente pas-sou a mensagem aos alunos, que rapidamente levaram o recado para casa. Era preciso fazer um cabaz de bens alimentares para entregar na casa que alberga 29 meninas carenciadas, com idades entre os três e os 18 anos e que ajuda a construir um projeto de vida para cada uma delas. No Natal, os alunos lancharam com as meninas na sua casa. Desta vez, foram elas as convidadas para vir até aos Plátanos. Eram 13 e estavam muito entusiasmadas. Após uma visita guiada, fizeram jogos no ginásio e depois foram lanchar num refeitório decorado especialmente pelos alunos para as receber. A mesa estava cheia de coisas deliciosas: batatas-fritas, pãezinhos de leite, muitos bolos e gomas. Todos lancharam ao som de música escolhida a dedo pelos alunos do 2º e 3º ciclo, que participaram nesta iniciativa. Um agradecimento a todos os que colaboraram com os donativos, em especial aos que se empenharam em fazer deste lanche um momento inesquecível, para os nossos alunos e sobretudo para as meninas. Tantas delícias para lanchar!


laboratório

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Chuva ácida? O que é isso? Os meninos do 2º Ano foram ao Laboratório descobrir os efeitos nocivos da chuva ácida. Prepararam sumo de limão com várias concentrações e com ele regaram vasos contendo plantas, para simular o efeito da chuva ácida. Durante 15 dias foram regando as plantas com o sumo de limão e observando as suas modificações. Numa segunda fase, os meninos, investidos de um espírito ecológico, procuraram salvar as plantas expostas à chuva ácida, retirando-lhe as folhas secas e colocando-as numas floreiras com terra nova. Oxalá consigam… Os meninos ficaram com pena das plantas que receberam sumo de limão

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laboratório

Uma couve no laboratório Os alunos do 3º ano foram ao Laboratório da Química ver a magia da couve roxa. Muito poucos saberão, mas esta couve é muito utilizada nos laboratórios de Química. É que a sua solução é um indicador universal, porque muda de cor com uma solução ácida, básica ou neutra. As crianças puderam ser cientistas por um dia e identificaram as soluções ácidas, as básicas e a neutra. Com a supervisão da professora de Química e dos professores, adicionaram solução de couve roxa a gobelés contendo vinagre, detergente, limpa vidros amoniacal, sumo de limão, bicarbonato de sódio, coca-cola e água destilada. Os alunos ficaram maravilhados com as cores adquiridas nos gobelés!

Os alunos fizeram bonitas ilustrações da sua experiência

Os alunos do 3º ano fizeram uma cromatografia para verificarem quantas cores estão presentes em cada marcador. Já agora convém explicar. Uma cromatografia é uma técnica de separação de cores, utilizada pelas marcas de canetas de feltro para obter as tonalidades diferentes. Nesta experiência testaram se o preto, o amarelo, o castanho e o verde. Utilizou-se álcool e uma tira de filtro de café onde os alunos pintaram uma bolinha de cada cor. Apenas uma pequena parte dessa tira ficou mergulhada no álcool. À medida que o álcool foi sendo absorvido no filtro, foi mostrando os diferentes pigmentos utilizados para fazer aquela cor. Os alunos ficaram surpresos quando perceberam que afinal o castanho é composto pelo rosa, verde e amarelo e o preto é composto pelo rosa, verde e azul. Quem diria!

Quem diria que para fazer um marcador preto seriam precisas tantas cores!

O segredo dos marcadores

Os alunos adoram as surpresas do laboratório


laboratório

Uau! Espuma colorida!

O entusiasmo foi visível no rosto das crianças

Foi uma delícia para os alunos do 2º ano fazer esta experiência no laboratório de Química. O objetivo era produzir dióxido de carbono, um gás que, apesar de estar sempre à nossa volta juntamente com outros gases, é invisível. Com a ajuda da professora de Química Maria José Sequeira, os alunos do 2º ano misturaram bicarbonato de sódio, água, detergente líquido, vinagre e corante alimentar e viram uma espuma colorida sair do tubo de ensaio, como se fosse um pequeno vulcão. Adoraram!

Parece magia!

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laboratório

O feijãozinho a crescer Os alunos do 1º ano fizeram a experiência do pé de feijão. Começaram por colocar algodão embebido em água no fundo de um copo de plástico, assim como se fosse uma caminha para o feijão que lá colocaram depois. Depois de realizada a experiência, os copos foram colocados no parapeito da janela, para que recebessem a luz do sol. Tinham que ter muita atenção porque o algodão deveria estar sempre molhado. Dia a dia, os alunos iam observando o crescimento do feijão. Primeiro viram sair da semente uma raiz, que pouco tempo depois começou a subir num caule. Dias depois, pequenas folhas nasciam do caule e não faltou muito até a planta ficar completa.

Os alunos observaram as várias fases de crescimento da planta

Um fogo controlado As turmas do 4º ano perceberam no laboratório que o oxigénio é essencial à combustão. O nome da experiência era “O que é preciso para provocar um incêndio?” E como para muitos foi a primeira vez que acenderam um fósforo, a experiência foi, também por isso, emocionante. Consistia em acender uma vela com um fósforo e depois tapá-la com um recipiente. A chama extinguiu-se ao fim de algum tempo.

Cuidado extra

Sem oxigénio não há combustão


visitas de estudo

Um mosteiro e um palácio

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As duas turmas do 4º ano foram visitar o Palácio da Pena, em Sintra. Ficaram maravilhados com as curiosidades contadas pelos guias e com os objetos pessoais do rei e da rainha. Já no colégio, fizeram trabalhos sobre este espetacular monumento. O Palácio da Pena, um dos monumentos de Património Mundial e de arquitetura manuelina, foi mandado construir por D. Fernando II, um romancista que apreciava tudo o que se relacionasse com artes. Vindo da Áustria e com família alemã, D. Fernando II era casado com D. Maria II que infelizmente faleceu, mas, este voltou a apaixonar-se por outra pessoa, Elise Hensler. O Palácio tem este nome porque dantes, no Mosteiro de Nossa Senhora da Penha havia um penhasco (daí ser Penha), agora, esse penhasco já não existe e Penha perdeu o h, ou seja, ficou Nossa Senhora da Pena e como o Palácio foi construído ao lado do mosteiro, desde então passou a ser conhecido por Palácio da Pena.

A casa de férias do rei (o palácio) tem uma sala de jantar que Turma do 4ºA dantes era um refeitório, um salão de baile onde havia uma mesa de bilhar, uma cozinha gigantesca, a sala do fumo onde os homens iam fumar, também conhecida por sala do monstro pois do lado de fora da janela há um horroroso tritão, entre outros… Também tem vários quartos como o da rainha, o da dama de companhia ou o do camarista mas nem todos foram possíveis de ver. As principais cores do palácio são vermelho, cor do mosteiro que me faz lembrar a capela com o túmulo, amarelo, cor da parte privada, e azul, cor da parte onde os amigos do rei podiam estar, como o salão nobre. O ponto mais alto é marcado com uma cruz e há uma estátua a olhar pelo palácio. - Matilde Rua 4ºA

hello, London! No dia 17 de março de 2016, nós, alunos do 9ºano, partimos na viagem de finalistas a Londres. Estávamos todos entusiasmados e um pouco nervosos, pois finalmente tinha chegado o dia em que iríamos com os nossos colegas viver uma grande aventura e ter uma experiência que não se vive todos os dias. Ficámos alojados seis dias no “The Cumberland Hotel”, em Oxford Street, uma das principais ruas de Londres. Os quartos eram grandes e o pequeno-almoço muito diversificado e ao estilo inglês: tinha cereais, leite, pão de todos os tipos e feitios, fruta, sumos, omeletes, crepes, panquecas, waffles, nutela,… tudo o que possam imaginar! Passeámos por Londres e fomos a vários museus, feiras, várias lojas como a Gap e a M&M’s. Visitámos a Torre de Londres, onde vimos a cidade na Idade Média, o Museu da Ciência, onde ficámos a conhecer invenções fantásticas e o Museu Britânico, onde aprendemos muito sobre as civilizações antigas. Fomos também ao Museu de Cera Madame Tussauds, onde encontrámos imensas celebridades famosas! Tirámos fotos com a Adele, Freddie Mercury, Jennifer Lawrence, Brad Pitt, Anjelina Jolie, o Shrek, entre muitos outros. Por fim, visitámos o Museu de História Natural, onde aprendemos tudo sobre animais exóticos, mamíferos, os dinossauros e, ainda, algumas feiras como a de Portobello Road e a de Camden Town. Foi uma experiência fantástica e inesquecível! Carolina Carneiro 9º B, Daniel Patrício 9ºB


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visitas de estudo

Vamos andar de cavalo Os alunos do 1º ano fizeram uma visita de estudo à Coudelaria Resina Antunes, na freguesia de D. Maria, onde o pai do aluno Diogo Girão do 1ºB, é cavaleiro. Todos gostam deste animal e já sabem muito sobre ele, que é um mamífero e que, durante muito tempo, teve um papel importante no transporte e nos trabalhos agrícolas. A emoção era grande, só de pensar que iam andar de cavalo! E surpresas, das surpresas todos mostraram muita elegância em cima do cavalo! Pareciam autênticos cavaleiros!

Os meninos não tiveram medo algum

Entre estrelas e planetas As duas turmas do 3º ano fizeram em abril, uma visita de estudo ao Planetário de Lisboa. Observaram as estrelas, tremeram com a trovoada e falaram sobre ecologia. Hoje, dia 12 de abril, fui ao Planetário com a minha turma.

Turma do 3ºB

Durante a visita, estivemos numa grande sala onde assistimos a uma projeção que demorou aproximadamente uma hora.

Durante a projeção, vimos constelações, planetas, a Lua, o pôr e o nascer do Sol, estrelas infinitas e imagens de seres vivos que habitam a Terra. Fora do Planetário, via-se uma vista muito bonita e cultural onde se via o Padrão dos Descobrimentos, a Torre de Belém, o Mosteiro dos Jerónimos, o Rio Tejo e o Museu da Marinha. Da visita, gostei mais do encerramento da projeção e da vista. Aprendi muitas curiosidades sobre a Lua e sobre os planetas do Sistema Solar. Resumindo, adorei a visita por saber mais e porque nunca tinha ido visitar o Planetário. Carolina Martins 3ºB


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Prontos para o 2º ano Os alunos do 1º ano estão cada vez mais crescidos! Entraram no início no ano a achar que ia ser tudo difícil, mas a verdade é que correu às mil maravilhas. Tiveram aulas no laboratório, aulas dadas pelos pais, ouviram histórias no auditório, aprenderam mais sobre a natureza e até foram ao teatro. E o mais importante. Já sabem ler e escrever muito bem. Sem dúvida que estão prontos para o 2º ano. Mas primeiro as férias!!!

Tantas aventuras e desafios!


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Alunos do 5º ano fazem caleidoscópio Os alunos do 5º ano fizeram caleidoscópios acompanhados pelo professor Jorge Baptista, de Educação Visual e Tecnológica. O caleidoscópio é um pequeno tubo onde se colocam pedaços coloridos de vidro ou outro material no fundo e três espelhos, postos de uma maneira que, ao mexer-se o tubo, e olhando para a luz, veem-se figuras espetaculares através de um furo feito no outro lado. Para termos conhecimento de como fazer, visualizámos um vídeo no Youtube do Manual Do Mundo. No fundo do nosso tubo, feito com três réguas, colocámos elásticos e missangas. Por fora, decorámo-los com canetas de cores metálicas, ao estilo dos alunos, e também com fita-cola colorida. Réguas, elásticos e missangas compuseram o caleidoscópio

Todos os estudantes adoraram o projeto e logo quando puderam experimentaram-no. Bruna Rodrigues, Matilde Faísca, Lara Chinita e Vicente Duarte, 5º?

Muita fruta para o 1º ano Os alunos do 1º ano adoraram o desafio do projeto “Já comeste fruta hoje?”. Nos lanchinhos da manhã e da tarde, foi vê-los com as peças na mão, ora banana, ora maçã ou uvas, a mostrar à professora para que anotasse os pontos no quadro da parede. Os meninos ficaram a saber que os frutos possuem um alto valor nutricional e possuem geralmente altos índices de fibras, água e vitaminas, ou seja, fazem muito bem à saúde!

A matéria das energias O professor da disciplina de Educação Tecnológica Jorge Baptista inventou um jogo para os alunos do 5º ano. Com uma caixa de sapatos, colorida com spray, cabos de cobre, uma pilha de nove volts, cabides de arame e um besouro elétrico, fez um jogo de perícia com ligações elétricas. Cada um fez o seu. O objetivo era atravessar o arame de uma ponta à outra, com a argola e sempre que esta tocava no arame, ouvia-se o besouro. Alguns choques, uns quantos arranhões, mas valeu a pena. Percebemos, de uma forma divertida, a matéria das energias! Inês Alenquer, 5ºB

O besouro toca se o arame tocar na argola


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O que cabe numa caixa? Para melhor compreender o conceito de metro cúbico, a turma do 4ºB construiu cubos de cartolina de diversos tamanhos. Comprimento x altura x largura, assim se mede o volume num espaço tridimensional. A atividade inseriu-se no programa de matemática e teve como objetivo fazer com que os alunos percebessem a importância de medir um espaço tridimensional. Dito por outras palavras, que espaço existe dentro de uma caixa. Construíram cubos mais pequenos e outros maiores. Com papel vegetal fizeram os decalques das faces e utilizaram cartolina para a construção final. A fita-cola permitiu unir as arestas. Depois de tudo pronto verificaram que o cubo mais pequeno cabia 64 vezes dentro do cubo maior. A fórmula os alunos já sabem. Muito fácil! É só multiplicar o comprimento, a largura e a altura, sendo que as dimensões podem ser todas diferentes. Ou seja, um único volume pode ter uma altura variável, conforme seu comprimento e sua largura.

Entender o conceito de volume

Vai uma boleia? Os alunos do 2º ano estudaram na disciplina de Estudo do Meio, os vários meios de transportes que existem. Coletivos ou particulares, terrestres, aquáticos ou aéreos. Fizeram as suas pesquisas em grupo, colaram a informação numa cartolina e apresentaram depois o trabalho à turma. Ficou muito giro!


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BICHARADA BARALHADA Os alunos de 6ºano fizeram trabalhos individuais para a disciplina de Português e que consistiu na mistura de dois animais (que deviam ser completamente diferentes), como o tubarão e a lagartixa e cujo resultado foi tubarixa, carangato, burreta ou cromelo. O passo seguinte foi fazer um pequeno texto, que devia ter alguma piada, onde se contavam os hábitos dos dois animais. A seguir fizeram uma pequena ilustração dos dois animais juntos (dois em um). Patrícia Morais 6ºB

Após a leitura do poema “A Casa da Poesia”, de José Jorge Letria, os alunos do 4ºano desenharam a sua casa da poesia e o que lá se poderia encontrar. Esta poesia também tem uma casa. Sem portas nem janelas, mas cheia de sentimentos e emoções. Um texto doce e sincero, como todos os de José Jorge Letria, que motivou os alunos a desenharem a sua casa da poesia. Podia ser como eles quisessem. Os desenhos ficaram muito bonitos e nele vieram retratados sentimentos, emoções, notas musicais, objetos, paisagens, pessoas, etc.

Uma casa cheia de versos

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HISTÓRIAS ÀS AVESSAS Em resposta ao desafio lançado na aula de Português, “Confundindo/Misturando Histórias” e do estudo do texto narrativo, os alunos do 7º ano, turmas B e C, construíram novas histórias, a partir de contos tradicionais. Um legado especial Era uma vez um velho moleiro que tinha três filhos. Antes de morrer reuniu os seus filhos e diante deles dividiu os seus bens. Ao filho mais velho, o moleiro deu-lhe o moinho. Ao filho do meio, deu-lhe um burro. E ao filho mais novo deu-lhe um Gato. O filho mais novo, Frederik, com o seu Gato ao colo, comentou desiludido: “Que vou eu fazer com este simples Gato?” Qual não foi o seu espanto quando viu o Gato a escavar no seu quintal. Frederik estranhou, mas pouco tempo depois, o Gato trouxe um diário e deu-lhe. Frederik descobriu que o diário pertencia ao seu pai, então abriu-o e leu: “Olá filho! Já deves ter descoberto que esse Gato é muito especial! Ele ajudar-te-á em tudo o que tu precisares. Agora, vou contar-te um segredo que nunca contei a ninguém. Eu sou, ou era, o caçador real da rainha. Acontece que a rainha queria ser a mais bela de todas, então pediu-me para matar a sua filha adotiva: “Branca de Neve”. Eu não tive coragem de matar a princesa, então matei um veado e tirei-lhe o coração como prova da morte da Branca de Neve. A rainha acabou por descobrir e anda à procura da sua enteada na floresta, para a matar. Por isso, peço-te que ajudes a Branca de Neve e que tragas de volta a paz ao reino, com a ajuda do Gato das Botas. Pai” Frederik, emocionado, aceitou o desafio. Preparou as coisas e seguiu viagem: “O que é que fazemos, Gato das Botas?” “Não te preocupes, eu tenho tudo controlado!” “Bem, o que é que eu faço?” “Simplesmente, segue as minhas indicações... Agora vai em frente, em direção à floresta e quando chegares lá, eu dar-te-ei novas indicações. Até já!” “Espera Gato! Onde é que tu vais?” “Vou resolver umas coisas no castelo, não te preocupes!” Frederik ficou estupefacto, mas limitou-se a seguir as indicações do Gato. Quando chegou a floresta, esperou, esperou e esperou até que decidiu seguir em frente. De repente, ouviu alguém a murmurar: “Agora que envenenei a Branca de Neve, já ninguém é mais bela do que eu! Ficarei a reinar para sempre!” Frederik assustou-se, percebeu que era a rainha. Recuou e, sem querer, pisou um galho. A rainha ouviu, seguiu o som e acabou por descobrir Frederik. Lançou-lhe um feitiço e, quando estava quase a ser atingido, o Gato das Botas apareceu e pôs-se à frente de Frederik. Felizmente, a medalha da coleira do Gato refletiu o feitiço que acabou por transformar a rainha numa mulher fraca, velha e feia. Entretanto, o Gato das Botas ouviu o choro dos Sete Anões e disse: - “Segue em frente, vai sem mim, eu estou demasiado fraco para continuar...” – “Mas Gato…”

Por favor, eu fico bem, além disso é a vida de uma princesa que está em risco. Segue o choro dos Sete Anões, eles dir-te-ão o que fazer. Frederik obedeceu. Chegou a uma clareira onde viu os Sete Anões a chorar: “Que devo eu fazer?! Como posso quebrar o feitiço?” “Basta um ato de amor verdadeiro para quebrar o feitiço” - disse um dos Sete Anões. Frederik olhou para a bela princesa adormecida, apaixonou-se imediatamente por ela, beijou-a e a princesa acordou. Os Sete Anões ficaram muito felizes e fizeram uma grande festa para celebrar o regresso da paz ao reino. O Gato das Botas foi nomeado pela nova rainha como cavaleiro real. A madrasta da Branca de Neve, como castigo, ficou a escrava dos Sete Anões e Branca de Neve e Frederik casaram! Finalmente a paz tinha voltado ao reino! 7º C Constança Fernandes

A Fábula Trapalhona Era segunda-feira e os alunos do 7ºB estavam entusiasmados porque a professora de Português ia abordar o tema “As fábulas”! “Era uma vez uma formiga que vivia a gabar-se que era a mais veloz de todos os outros animais”,- contava a professora. “Não, era uma lebre!”- corrigia o Duarte. “Tens razão, Duarte. A lebre apostou um jogo de xadrez com a cigarra, afirmando que seria vencedora”. “Apostou uma corrida com a tartaruga, professora!”- replicou a Bruna. “Ai a minha cabeça! Vamos continuar. A tartaruga apostou uma corrida com a lebre, com a certeza que seria vencedora!” “E depois?”- perguntavam os alunos curiosos. “Depois a lebre desatou a chorar perante a convicção da tartaruga”. “A chorar?! A rir!”- disse a Maria. “Parem de me interromper! Assim estão a baralhar-me!”- disse


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Em Português

a professora Judite num tom irritado.- “No dia seguinte, os três porquinhos foram escolhidos para serem os juízes da prova. Assim que deram o sinal de largada, a lebre começou a andar lentamente”. “Professora! O juiz da prova era uma raposa e a lebre começou a corrida a correr a toda a velocidade!”- alegavam os alunos já desesperados. “Deixem-me prosseguir… A lebre estava tão certa da vitória que parou para conversar com o Capuchinho Vermelho. E falou tanto que nem se apercebeu que a tartaruga lhe passara à frente, chegando à meta em segundo lugar. Sim, porque em primeiro chegou o João Ratão”.- contava a professora entusiasmada. Os alunos, muito baralhados, resolveram deixá-la continuar a sua narração. “E desse dia em diante, a lebre passou a ser a heroína da floresta”,- concluía a professora.-“E sabem qual é a moral desta fábula? É que quem conta um conto acrescenta-lhe um conto! Percebem agora a razão pela qual eu adicionei alguns dados novos a esta fábula?!” Resumindo e concluindo, os alunos aprenderam que as fábulas vão sendo contadas por pessoas diferentes, de geração em geração, e que quem as conta dá-lhe sempre um toque pessoal. Tomás Martins 7°B

Ali Babá e os Sete Anões Num universo paralelo, havia um planeta não muito diferente do nosso, chamado Historium. Neste planeta, eram contadas histórias clássicas e infantis como passatempo. Todos os habitantes desse planeta conheciam estes clássicos e estavam fartos deles. Certo dia chegou ao planeta um rapaz vindo de outro corpo celeste chamado Imaginatium. Esta criança contou aos habitantes de Historium que podiam juntar as suas maravilhosas histórias e formar outras ainda mais belas e misteriosas. Então, o rapaz visitou os escribas do planeta e disse-lhes: - Caros magos da pena, deuses do papel, registem a minha história, uma maravilhosa “mistura” dos vossos contos. Assim fizeram os escribas. Entretanto, o jovem começou a sua história:

Certo dia, num universo paralelo ao nosso, Ali Babá decidiu ir passar férias ao Algarve. Quando aterrou no Aeroporto de Faro, recolheu a sua mala de viagem e, a certa altura, 40 funcionários chegaram ao pé dos seus pertences, aproveitando a sua momentânea ida à casa de banho e roubaram-lhe a mala. Os sete anões, que também estavam de férias, assistiram àquele ato de cobardia e decidiram seguir os funcionários. Qual não foi o espanto daqueles quando repararam que um dos funcionários proferiu as palavras: “Abre-te, Joaquim!” e uma parede magicamente se deslocou. Dentro desse local, estavam montes e montes de malas roubadas pelos 40 funcionários. Os sete entraram pelo buraco na parede e retiraram todas as malas. Ao observar este feito, os donos dos pertences que estavam presentes no aeroporto, incluindo Ali Babá, pegaram nos grandes sacos de viagem e agradeceram aos Anões. Quando todos se foram embora, Ali Babá convidou os Sete Anões a passarem férias no seu Resort de luxo. Ali e os pequenos ficaram amigos para sempre. Acabando esta frase, o rapaz disse aos escribas: - Continuem a “misturar” histórias. Eu tenho de voltar para casa. Espero que vos tenha aberto a imaginação e tenham percebido que vocês também podem criar os vossos próprios contos. Entretanto, o rapaz deixou Historium e voltou para o seu planeta (Imaginatium). Laura Galvão, 7ºC


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Rimas na selva Um texto do manual de Português do 4ºA, motivou os alunos a fazer poemas sobre o seu animal favorito. Chita Sou muito veloz Bonita e muito feroz Tenho pintas pretas No meu corpo dourado Olho brilhante Dente afiado Sou carnivora e caçadora Tenho um apetite voraz Quando vejo a presa certa Nada me faz voltar a trás Sou esbelta e formosa Como eu não há igual Na velocidade sou única Não respeito nenhum sinal. Madalena Faísco

Mais longe uma fonte, E via um altar, De um casamento, Para lá do mar. Eis a história que vos vou contar. Via um carrossel sempre a girar, A noiva e o noivo a dançar. Esta história está a fluir, E todos perguntam o que a águia vai ver a seguir? Um rio com um salmão a saltar. E a águia chamou-lhe jantar, Esta história vai terminar, Com a águia a fazer o que melhor sabe, VOAR! Vasco Afonso

Falcão peregrino Olha um falcão Que lindo falcão Tem asas e penas Da cor do carvão. Lança-se lá de cima Para aves agarrar Depois afia o bico Para as almoçar.

O Meu Lémure Sou um lémure de cauda às riscas Brancas e pretas Perco-me sempre a contar as listas Vivemos longe da água Porque dela não gostamos, Nós lémures vivemos em rebanho, E nunca tomamos banho Durante o dia fazemos sestas, E durante a noite fazemos festas, Vivemos nas árvores de Madagáscar Onde comemos fruta depois de a descascar. Afonso Silvestre

Águia Era uma vez uma águia que sobrevoava um monte, E via uma ponte,

Vai a 300 km h, Parece um avião Só não põe o cinto de segurança Porque tem uma pança. Pesa 1000 g É um magricela A sorte dele É que é uma ave bela Pedro Fernandes

Se eu fosse um leão Teria uma juba comprida Comia javali à refeição Atacava e fazia ferida Seria amarelado Corria a grande velocidade Gostava de estar concentrado E ter uma grande amizade Francisco Lopes

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Os amigos Os amigos são como as flores Gosto deles todos os dias Podem ser de todas as cores Mas isso já sabias O que não sabias é que tenho vários, Um por cada dia Parecidos, diferentes e contrários Mas sem eles não vivia Cada um é especial E muito importante para mim A amizade tem de ser natural E aos amigos digo sempre sim Gosto quando brincam comigo Quando contamos histórias… E mais não vos digo Faz parte das minhas memórias Gosto muito dos meus amigos Faço tudo para os manter Para mim são muito queridos Nunca os quero perder A amizade é muito importante Tanto como as flores no jardim Tenho amigos até ser grande. E sou muito feliz assim Matilde Silva 5ºC

A Receita da Felicidade Olá! Eu sou a Matilde e gosto muito de histórias. Querem que vos conte uma história que me aconteceu há alguns anos? Estava eu na biblioteca, quando encontrei uma história sobre uma fada. Abri-a e comecei a lê-la: falava de uma fada que vivia num castelo e que só tinha uma simples missão: descobrir a receita da felicidade. Não seria nada fácil…mas a fada Diana iria tentar dar o seu melhor. No castelo onde habitava, viviam muitas pessoas, entre as quais um menino muito especial, em quem a fada Diana confiava muito. Era o André, o filho da sua ama. Este menino nasceu com um problema

EscrITA CRIATIVA na perna direita e andava numa cadeira de rodas, mas passava o dia sempre alegre. E a fada Diana perguntava-se tantas vezes como era possível tanta felicidade, mesmo não podendo correr e saltar como os outros meninos. Então pensou: “Já sei! É com ele que eu vou falar! É ele que me vai explicar a receita da felicidade”. Assim o pensou, assim o fez! Foi ter com o André e perguntou-lhe: - Diz-me uma coisa, tu que tens tantos motivos para seres um menino triste, como é que tu andas sempre tão feliz?” -É fácil, muito fácil! - respondeu. -A sério? - perguntou a fada. -Sim… e posso contar-te porquê: havia uns tempos em que morava junto ao nosso castelo uma bruxa muito malvada que fazia mal a toda a gente. Chegou a fazer um feitiço ao meu pai e ele ficou um ano adormecido numa cama. Pensei que o iria perder para sempre. Então, numa dessas noites, estava eu à janela do quarto e uma estrelinha aproximou-se e disse-me para nunca perder a esperança. No dia seguinte, por milagre, o meu pai acordou do malvado feitiço da bruxa. E sabes o que é que eu aprendi, Diana? Aprendi que nunca devemos deixar de sorrir e deixar de ter esperança. Eu sei que um dia… um dia… por isso sou feliz! O coração da fada encheu-se de alegria ao perceber que não tinha de procurar mais… a receita para a felicidade está dentro de cada um de nós. Matilde Costa, 4ºA

Século XII nascemos Século XIII crescemos Pela mão de Afonso Henriques Que todos nós conhecemos Século XIV independência D. João a lutar Para garantir que nosso, É este lugar Passado um pouco Que é como quem diz Lançámo-nos ao mar Século feliz Surge Camões a escrever Um poema de encantar Que para ficar na história Deu-lhe mais que fazer No século a seguir Passámos a espanhóis E com outras colónias Ficámos em mais lençóis Mas D. João Dá a volta à situação Já independentes Vimos assustados Em Lisboa a cair Casas, mesas, telhados No século XIX Dividimos rei Por causa das invasões francesas Foi criada nova lei. Palmas para o liberalismo Que chegou a Portugal, então Que mudança radical Nos tempos que já lá vão Já fez cem anos A república portuguesa O seu primeiro presidente Era açoriano, com certeza. Agora cá estamos Todos a aprender Nas aulas de História Este romance, podem querer. Inês Alenquer, 5ºB

Portugal Neste país com milhares de anos Há várias histórias de encantar Com reis, rainhas, princesas Todos com diferente ar


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Sentimentos

O Troca-tintas

O cão brincalhão

Há vários sentimentos, Que toda a gente sente. E quando isso acontece, Ficam com ele em mente.

O Zé troca-tintas estava radiante por ter trocado uma ervilha por um galo.

O meu animal é o cão Que tem muita imaginação Dei-lhe um brinquedo em forma de pão E ele brincou com muita emoção Matilde Bonixe, 2ºB

Quando se sente emoção, Sentem-se lágrimas nos olhos E todos os sentimentos Ficam aglomerados aos molhos. Quando se sente paixão Faz-se com vontade. Quando se sente paixão Não há crueldade. Se se sente crueldade Já não é amizade Tem de se fazer as pazes Lara Hine Chinita, 5ºB

Queria trocá-lo por dinheiro e então sentou-se num banco ao pé de uma velhinha. O Zé Troca-tintas perguntou à velhinha: – Precisa de um galo? Este está à venda! E a velhinha respondeu-lhe: – Até preciso do galo, faria um grande jantar com ele, mas não tenho dinheiro para o comprar.

O Lobo O Zé Troca-tintas reparou no seu belo anel banhado em ouro e disse-lhe: – Mas quer trocar o seu belo anel pelo galo?

O meu coração O meu coração Está cheio de amor, Cheio de paixão. E quando é verão Fica cheio de calor. O meu coração Tem bastante alma, Pois mesmo que esteja irritado Responde com toda a calma. O meu coração Tem sentimentos Por isso é que não o devemos ofender Alegrar e elogiar É o que devem fazer! O meu coração Também sente dor Mas dá sempre Muito amor. O meu coração Fica corado, Quando por alguém elogiado. O meu coração Uma ação sabe usar, O meu coração Sabe amar. Lara Hine Chinita, 5ºB

– Eu gosto muito do meu anel… mas é um belo galo - disse a velhinha. E assim foi feita a troca. Enquanto o Zé Troca-tintas admirava o anel da velhinha na sua mão, a velhinha começou a gritar. – Polícia! Polícia! Este ladrão roubou-me o meu anel! Socorro! Socorro Ajudem-me! Juntou-se tanta gente à volta do Zé Troca-tintas, que ele ficou com medo de ser preso. Ele deu o anel à velhinha e ficou sem o galo e sem o anel. A velhinha riu-se. Sabem qual era o seu nome? É a grande Maria Troca-tintas!

O lobo é muito brincalhão Ele joga com o meu balão E eu dou-lhe um pão Que ele devora como um comilão Laura Santos, 2ºB


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DIversos

Pedro Fernandes vence no Karaté O aluno do 4ºA Pedro Fernandes, ganhou o primeiro lugar no Campeonato de Equipas Shukokai 2016, que se realizou em maio, em Soure. A frequentar a modalidade no colégio, através da Academia Dojo Samurai, venceu na categoria Katar, +9 anos. Participaram ainda mais quatro alunos dos Plátanos. Eva Pombo e Martim Garcia ambos do 3ºB, que conseguiram o 3º lugar na sua categoria e Mariana Caetano (4ºA) e Pedro Matias (1ºB). Parabéns a todos.

O Pedro é o primeiro da fila de baixo a contar da esquerda

Professores vencem alunos por 8-5 Realizou-se neste 3º período um jogo de futebol entre os professores e os alunos do 9º ano. Este ano é que era! Os alunos estavam com esperança de ganhar, mas saíram derrotados por 8 – 5. Não importa, porque foi um jogo emocionante e o resultado foi justo. Mas os adeptos não desistem e têm esperança de conseguir a vitória já no próximo ano. O melhor jogador da equipa dos professores foi o professor Jorge Batista, que jogava na posição de guarda-redes. Diogo Anjos, Miguel Lino e Vicente Duarte do 5ºB


DIversos

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Lanche e "disco" para os finalistas

Todos se divertiram à grande!

As duas turmas juntas

As duas turmas do 4º ano comemoraram o seu estado de finalistas em grande estilo. Na semana passada as professoras organizaram um lanche numa das salas, com várias delícias trazidas pelos pais, e uma discoteca na outra sala, com direito a luzes e tudo. E depois do convívio, chamaram as outras turmas do 1º ciclo para também comerem algumas guloseimas. Os alunos adoraram este momento de descontração depois da ansiedade dos testes. E mereceram-no, acima de tudo. Parabéns e boa sorte para o 2º ciclo!

A tomar conta do som!

A sala até tinha luzes de discoteca

Um brinde aos finalistas

Dançar até mais não!

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artes

Carteiras ecológicas Na disciplina de Educação Visual, os alunos do 5º ano realizaram carteiras ecológicas feitas com pacotes de leite ou sumo. Para melhor perceberem a matéria de Módulo Padrão, os alunos criaram padrões geométricos, realizaram estudos de cor e, com a ajuda do professor, criaram lindos padrões. Uns mais simples, outros cheios de curvas, mas todos com muito rigor! Inês Alenquer, 5ºB

Desenhos de todos os dias Estão em exposição no hall de entrada do segundo ciclo os Diários Gráficos dos alunos do 7ºA, B e C, 8ºC e 9ºA e B. O diário gráfico não é mais do que um caderno (neste caso com capa dura) onde os alunos experimentam técnicas novas e desenvolvem a sua criatividade. Foram feitos com técnicas diferenciadas: aguarelas, acrílica, guache, caneta de feltro, lápis de cor, colagens, sopro de tintas, etc, com as quais os alunos exploraram várias possibilidades gráfico-visuais. O diário gráfico tem para o aluno uma importância imensa. Mais do que um instrumento de trabalho, é um objeto muito pessoal.

Como eu vejo MIRÓ Após a leitura do texto “Nove Cores”, os alunos do 4ºB fizeram a sua interpretação de um quadro de Joan Miró. A pintura estranha Está com cor Cores amontoadas Ao redor.

Neste poema de Joan Miró Despertam-me muitas cores, Animais contentes pois ninguém está só, Que encantadores!

O preto se instala Tal como o branco, As outras aguardam Para a pintura ser um espanto!

Um grande animal Com um olho gigante Anda a passear, Muito vigilante!

Os animais De minhocas a elefantes Também se retratam Para ser inspirador!

Um lobo de nariz empinado Camisola xadrez Olha para o pássaro, Outra vez!

Azul no céu, A terra vermelha As águas verdes Onde o pintor se banha.

Uma minhoca ondulante No chão a rastejar Olha para os outros, Mas continua a andar! Madalena Martins – 4ºB

Transmite-me alegria E mistério Será que os monstros existem mesmo? Clara Antunes 4ºB


artes

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2º ciclo viaja pela música Os dois anos do 2º ciclo realizaram trabalhos sobre vários estilos musicais, muitos dos quais totalmente desconhecidos para eles. Foi uma aventura. Os alunos do 5ºano fizeram um projeto no âmbito da disciplina de Educação Musical dada pela professora Raquel Elói, que falava da história da música. Alguns dos seus títulos eram a Música Antiga, Barroca, Romântica e por fim Moderna e Contemporânea. Na música Moderna e Contemporânia havia o Dodecafonismo, Minimalismo, Expressionismo, Impressionismo, Neoclassicismo, Nacionalismo, Serealismo, Música Eletrónica, Música Aleatórica e a Música Concreta. Cada grupo, composto por quatro elementos, tinha que falar de cada estilo musical. Alice Fernandes, Miguel Puga e Inês Guerreiro 5ºB

Os alunos do 6º ano fizeram trabalhos dos vários temas escolhidos pela professora: impressionismo, expressionismo, politonalidade, dodecafonismo, nacionalismo musical e minimalismo. Os alunos foram divididos em grupos de quatro e apresentaram estes temas num trabalho de equipa. Era suposto mostrarem as suas capacidades de apresentação, a partir de um power point (ou outros). Podia ter áudio, efeitos especiais, tudo oq eu a imaginação dos alunos mandasse. Depois, como em todos os trabalhos, contribuiu para a nota final deste período. Patrícia Morais 6ºB

Sapatilhas cheias de estilo Em abril, os alunos do 8º ano criaram sapatilhas voadoras, com base em critérios definidos na disciplina de Educação Visual. Ficaram espetaculares. Os alunos fizeram-nas após estudar os elementos da linguagem visual como ponto, a linha e a mancha em planos e volume. Depois, criaram e aplicaram graficamente estes elementos em composições bidimensionais e peças tridimensionais a sapatilhas. Estiveram em exposição na entrada do segundo ciclo.


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CAntinho da INFANTIL

Olha nós no Zoo!

Festinhas no pónei

Foi um dia em grande, aquele que os meninos da Infantil e Educação Pré-Escolar passaram no Jardim Zoológico, no final de abril. Visitaram a golfinho Vichy, afilhada do colégio, os felinos, os répteis, os flamingos, girafas, ursos e leões, que estavam um pouco dorminhocos. O almoço também foi uma festa. Pizza para todos!!!

Grrr, como o tigre!!!

Os meninos muito divertidos


CAntinho da INFANTIL

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Mamíferos ou ovíparos? A visita ao Jardim Zoológico deu o mote para que os meninos soubessem um pouco mais sobre os animais. Os mais pequeninos fizeram bonitos golfinhos, macacos ou girafas em aguarelas ou lápis de cor e os mais crescidos aprenderam a classificar os animais. A sala da Pré B fez um bonito cartaz sobre os animais domésticos de cada aluno, com o nome, a classe a que pertencem e como é a sua alimentação. Muito bem!

Trabalhos Infantil 2

Trabalhos Infantil 1

Trabalhos Infantil 3

Trabalhos Pré A

Trabalhos Pré B

Trabalhos Pré A

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CAntinho da INFANTIL

O nosso feijão está a crescer O que acontece a um pequeno feijãozinho quando colocado num algodão embebido em água? Os pequeninos da Infantil 1 estão a fazer uma experiência muito interessante e que dentro de muito em breve irá revelar-se numa surpresa. Todos colocaram o seu feijão num copinho de iogurte, na horta da pré. Regam-no com frequência e todos os dias observam como ele está. Depois disso, registam tudo num desenho. Como um cientista a sério!

Está tão lindo!!!

Registo feito a rigor

A minha família

Os meninos ficaram a saber que as famílias podem ser muito diferentes

A sala da Infantil 3 comemorou o Dia Internacional da Família, (15 de maio), com uma atividade muito bonita. Após a leitura de “O Livro da Família”, os alunos ficaram a saber que existem muitas famílias diferentes das suas. Umas são grandes, outras pequenas, de cores diferentes, uns moram perto uns dos outros e outros nem por isso. Algumas famílias têm só um pai ou só uma mãe, outras têm dois pais ou duas mães e outras famílias adotam crianças para lhes dar muito amor. Uns gostam de fazer muito barulho outros são mais silenciosos. Mas há coisas que todas têm em comum. Todas gostam de se abraçar e se ajudar uns aos outros. A leitura do livro suscitou algumas perguntas, normais, sendo que as respostas também foram encaradas com normalidade. Depois disso, todos os meninos fizeram desenhos das suas famílias. Sem esquecer o cão, o peixe ou o periquito, se faz favor!


CAntinho da INFANTIL

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ando for grande quero ser…

Que grande boca tem o peixe

Tantas cores!

A limpar uma ferida. A fingir, claro!

Os alunos da sala da Pré B trabalharam as profissões. Os pais foram convidados a vir até à sala falar um pouco sobre a sua. Foi muito giro. Os meninos tiveram oportunidade de se vestir como enfermeiros e ver como se faz um curativo com material de verdade. Outro momento diferente foi ver os peixes tão de perto, observar os olhos, os dentes (ui que afiados!) e as escamas douradas, trazidas pelos pais de um dos alunos que têm uma banca de peixe. Os miúdos adoraram quando a mãe de um dos meninos, professora de Educação Física, abriu um para-quedas cheio de cores e brincou com os meninos a levantá-lo e a baixá-lo. Depois disso, mostrou as várias bolas com que se pode jogar, desde basquetebol, voleibol, andebol, etc. Um papá escultor também veio à sala. Claro que trouxe barro e claro que os miúdos adoraram fazer bonequinhos. Foi tudo muito divertido. Depois disso os meninos fizeram desenhos sobre o que querem ser quando crescerem. Não falta quem queira ser polícia, professora, bailarina ou jogador de futebol.

Simetrias e Miró

Os meninos são uns artistas

É sempre divertido desenhar simetrias. A sala da Infantil 2 quis celebrar a chegada da primavera com desenhos em simetrias. Os meninos fizeram flores e borboletas com a sua fotografia lá dentro e colaram-nas na porta, para dar as boas vindas ao bom tempo. Os desenhos foram feitos com tintas e ficaram giríssimos! Na sala da Infantil 1, os meninos desenharam como Miró. Depois de uma breve introdução ao seu trabalho, feito pela educadora, copiaram os traços surreais do pintor catalão. Os trabalhos ficaram expostos na sala.


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CAntinho da INFANTIL

Olha os pardais, Zacarias! A horta da Pré está cada vez mais bonita. Cheia de ervilhas, alfaces, ervas aromáticas e espinafres. O pior são os passarinhos, que gostam de ir bicar nos legumes plantados pelas crianças. Foi por causa disso que fizeram o espantalho Zacarias. Só com material reutilizável! Uma camisola velha, tampinhas, copos, garrafas, entre outros materiais. Ficou o máximo!

O alegre Zacarias

Tudo com material reutilizável

As aventuras da Ariel

A Ariel farta-se de passear

A nova “aluna” da sala da Pré A tem muitas aventuras para contar. Para quem não leu na newsletter, a Ariel é uma “menina” refugiada (feita em pano pela auxiliar Graça Pereira) que foi acolhida pelos meninos da sala. Veio da Síria, e como precisava de um sítio para ficar, ficou no Colégio dos Plátanos. Faz várias atividades com os meninos e durante o fim-de-semana vai sempre com um deles para não ficar sozinha, claro. E como se pode ver pelas fotografias, passeia de carro (sempre com o cinto), vai às compras, dorme com as crianças à noite para não ter medo e até vai às festas de anos com os meninos. Uma vez até ganhou uma roupa nova feita pela avó de uma das meninas. A ideia da Ariel surgiu aquando da iniciativa das mochilas “E se fosse Eu?”, promovida pela Direção Geral de Educação em várias escolas do país e enternece todos quantos se cruzam com ela durante o fim-de-semana. Parabéns!


DIA DA CRIANÇA

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Panda anima pequeninos no Dia da Criança Foi um verdadeiro dia de festa no pátio dos pequeninos e que contou com a presença da princesa Elsa e do Chase, dos desenhos animados Paw Patrol. Os meninos tiveram ainda direito a espetáculos de magia, de marionetas, muita música e pinturas faciais. O momento alto foi quando chegou o Panda que dançou com todos os meninos. Feliz dia, sempre!

Dois dias de muita diversão

O passeio de dois dias, o evento mais aguardado pelos alunos do 1º ciclo, foi recheado de diversão, mas também de momentos culturais. Os alunos visitaram o Museu Monográfico de Conímbriga, que tutela as ruínas da cidade romana, o Jardim Botânico e Museu Zoológico da Universidade de Coimbra. Divertiram-se ainda no parque temático Portugal dos Pequenitos, onde tudo é feito à escala das crianças e adoraram ver monumentos e casas como se fossem para bonecas. Fizeram várias atividades radicais, como arborismo ou slide. Foi um dia da Criança em cheio e bem merecido. Feliz dia para todos!


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anedotas

lazer

sugestões de leITURA

O Joãozinho entra em casa a correr e mostra ao pai um canivete novo que achou na rua. - Tens a certeza que foi perdido? - Pergunta o pai. - Foi perdido foi, que eu bem vi o homem à procura dele!!! A professora pergunta: -Se eu digo “fui bonita” é passado, se eu digo ”sou bonita”, o que é Joãozinho? – É mentira!!! No parque, o Joãozinho pede dinheiro à mãe para dar a um velhinho. A mãe sensibilizada dá o dinheiro e pergunta ao filho: -Para qual velhinho você vai dar o dinheiro meu querido??? -Para aquele ali que está a gritar “Olha a pipoca quentinha!”

Ficha Técnica

“Atenção! Sou um Adolescente” Luísa Ducla Soares Um livro divertido que conta as angústias dos adolescentes, sempre incompreendidos pelos adultos e ainda por cima com borbulhas que mais parecem vulcões.

Desafio MatemátIco

Gonçalo Barradas, 5ºB

Coordenação: Ana Catarina Guerreiro Edição: Ana Catarina Guerreiro Assistente de Redação: Inês Alenquer (5ºB) Corpo Docente: Educação Pré-Escolar Educadora Sara Antunes 1º Ciclo - Prof.ª Patrícia Timóteo 2º Ciclo - Prof.ª Sara Alves e Prof.ª Diana Damião 3º Ciclo - Prof.ª Judite Centeno e Prof.ª Gracinda Alves

Inês Louro, 6ºB

O Miguel tinha no mealheiro 427€ e lembrou-se que o seu professor lhe tinha pedido para comprarem uma pilha para um trabalho da escola. Lembrou-se porém, que andava a poupar para uma bicicleta que custava 420€ sem desconto (com o desconto era de 63€). Sabendo que ele comprou as duas coisas e que no fim ficou com 12€, quanto custou a pilha?

Direção: Rui Curica

Redação: Alunos

Diário e Registo Histórico de Invenções e Descobertas Um livro que conta a história dos grandes pioneiros de invenções e ideias, que tomamos hoje como garantidas. De Copérnico, a Edison, Gutenberg ou Lumière, Marconi ou Alexandre Bell. Com ilustrações belíssimas e modelos tridimensionais.

Grafismo e Paginação: Mafalda Munhá Tiragem: 200 exemplares Impressão: Colégio dos Plátanos Propriedade: Colégio dos Plátanos Avenida dos Plátanos, nºs 2, 4, 6 Rinchoa 2635-544 Rio de Mouro Telefone: 219178200 Fax: 219171820 www.colegiodosplatanos.com

A Evasão, de Robert Muchamore Um romance ficcionado que mostra como duas crianças vão ajudar os serviços secretos britânicos a vencer a II Guerra Mundial e que revela como foi criada a organização da Cherub.

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ETC&TAL - 3ªedição 2015/2016  

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