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Ano letivo 2014/2015 - 1 Plátano

março 2015

PARABÉNS, 3º A!

Alunos cantam as Janeiras

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Continuamos a Recolher Papel

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Diz não à Energia Fantasma

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Eco-atividades divertem alunos

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Visitas de Estudo

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Super Sorrisos

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Concurso - A Melhor Carta de 2015

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Concurso - Faça lá um Poema

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O Corredor das Artes

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Olímpiadas da Matemática

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Escrita Criativa

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O Projeto do 2º Ano

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Nós somos os Professores

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Clube de Ortografia

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Carnaval

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Os alunos do 3ºA ficaram em segundo lugar no concurso “Uma história nada tradicional”. O conto “O Lobo Manso e a Menina dos 7 Capuchinhos” convenceu o júri da editora Zero a Oito e da Bertrand. Em causa estavam 167 trabalhos desenvolvidos por mais de 350 crianças de 29 escolas diferentes, de todo o país. Os alunos ficaram eufóricos! Não só pelo prémio, 100 livros para a biblioteca do colégio, mas sobretudo pelo reconhecimento do esforço conjunto de todos os alunos da turma, sem exceção. Todos colaboraram na história de um lobo muito tímido que foi ajudado pela Menina dos Sete Capuchinhos a superar os seus medos. Recorde-se que a ideia deste concurso era a criação de uma história a partir de vários personagens de contos tradicionais e onde tudo podia acontecer. Do colégio participaram ainda as turmas do 3ºB e as duas do primeiro ano.

Sugestão de Leitura

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A redação

Cantinho da Infantil

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Fastrackids - Já sabemos o que é a Economia

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JÁ ESTAMOS NA 2ª FASE DO CONCURSO “VENTOS DE POUPANÇA”

Diversos

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Nesta edição incluímos publicidade. O contributo desta reverterá para a Viagem de Finalistas dos alunos do 9º ano, a realizar na interrupção letiva da Páscoa de 2016. Agradecemos a todos os que aderiram a esta iniciativa.

O

Colégio dos Plátanos foi apurado para a segunda fase do Concurso Ventos de Poupança, cujo prémio é nada mais nada menos do que uma

micro turbina eólica. Com este equipamento, poderíamos fabricar a nossa própria energia utilizando a força do vento, e tornarmo -nos assim, numa escola cada vez mais “verde”. Para chegarmos mais longe neste projeto magnífico, e que tem tudo a ver connosco, é preciso preencher um questionário sobre energia sustentável e votar até ao dia 11 de maio. Não deixes para amanhã! Vota já e põe toda a gente a votar! http://www.ventosdepoupanca.pt/vota-na-tua-escola/ A Redação


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Destaque Foi este o conto premiado com o segundo lugar a nível nacional, no concurso promovido pela editora Zero a Oito e pela Bertrand. Uma história com um final feliz! Para os alunos, para a Menina e para o Lobo!

O LOBO MANSO E A MENINA DOS SETE CAPUCHINHOS

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ra uma vez uma menina que era conhecida por menina dos sete capuchinhos por vestir sete capuchinhos de sete cores diferentes, um para cada dia da semana. Era bonita e vaidosa. Esta menina vivia com o seu pai na cidade. Tudo corria normalmente como em qualquer família, até que, há um ano atrás, aconteceu algo que mudou a vida desta menina… Certo dia, pai e filha, liam as notícias quando um anúncio sobre um lobo lhes despertou a curiosidade. Tratava-se de um lobo que pedia ajuda e oferecia uma recompensa a quem o ajudasse. Mais informações só por telemóvel. Nesse instante, a menina percebeu que não seria fácil persuadir o pai, mas após cem mil argumentos e algum drama, acabou por convencê-lo. A Capuchinho contactou o lobo, usando o telemóvel do pai (porque o pai achava que ela ainda era nova para ter um telemóvel seu). Combinaram encontrar-se no dia seguinte, no café do parque. Ela estava muito ansiosa por ir finalmente conhecer o lobo. Nunca na sua vida imaginou que os lobos pudessem falar e muito menos ir à cidade. Desde cedo aprendeu que os lobos verdadeiros vivem nas florestas e que lobos falantes só existem nas fábulas. Chegada à hora do encontro, a capuchinho procurou pelo lobo no café. Para seu espanto este encontrava-se encerrado e do lobo, nem sinal. O seu rosto expressava a tristeza que sentia. Preparava-se para regressar a casa pensando que tudo não passou de uma ilusão, quando, de repente, ouviu ao longe, junto a umas árvores, um ruído… alguém gemia. Aproximou-se do som e agora percebia claramente que não era um gemido, mas um uivo de lobo. Era o LOBO! Depressa se conheceram. Ela ouviu-o durante

uma hora falar sobre os seus problemas, sobre como nunca conseguira ganhar uma luta e era gozado pelos outros lobos. Muitas vezes pensava que não devia ter nascido lobo. Se fosse um cordeiro, sair-se-ia certamente melhor. Então, a Capuchinho, que além de bonita, era inteligente e astuta, disse-lhe que tinha um plano para o ajudar. Levá-loia a casa de uma tia experiente em feitiços para problemas de medos e ansiedades. O lobo animou-se com esta ideia e lá foram até casa da tia que ficava no fim da cidade. A tia recebia poucas visitas e acolheu-os calorosamente. Rapidamente, descobriram o feitiço e traçaram o plano. O lobo iria regressar à alcateia com a voz transformada por uma poção mágica e levava um pano de sombras chinesas para assustar os outros lobos. O lobo assim fez e quando chegou a noite atou o lençol branco a duas árvores e esperou que os tansos aparecessem. Eles iam ver o que era BOM PARA A TOSSE. A Capuchinho que não ficou muito convencida que o lobo se desenvencilhasse seguiu-o secretamente. O líder da alcateia era um menino chamado Pedro que se tinha tornado mau e mentiroso. O Pedro incutia a maldade nos lobos. Quando viram o lençol e as sombras preparavam-se para atacar. A voz grossa do lobo também não estava a resultar. Valeu-lhe a capuchinho que o tinha seguido e que lançou um pó mágico a toda a alcateia. Isto quebrou o feitiço. O Pedro voltou a ser um miúdo de oito anos normal. O lobo manso tornou-se o líder da alcateia e o Pedro regressou à cidade com a Capuchinho e os dois passaram a ser os melhores amigos de sempre. Com pozinhos de perlim-pim-pim a história chegou ao fim!


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Destaque ALUNOS CANTAM JANEIRAS ! Do 1º ao 4º ano, os alunos alinharam-se no pátio no Dia de Reis para cantar as janeiras, uma tradição muito portuguesa, que visa desejar bom ano a todos. Foram muitos os pais que puderam comparecer e muito orgulhosos ficaram de ouvir as bonitas canções. Dirigidos pelos professores Raquel Elói e Gualter, os alunos foram divididos em grupos. Os pequeninos do 1º ano cantaram canções de Natal e os do 3º ano deram o seu primeiro recital de flauta. Muito bem! Houve ainda lugar para canção encenada pelos personagens do presépio. E numa homenagem ao cante alentejano, que em 2014 foi reconhecido como Património Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco, os alunos, que são de Sintra, cantaram uma canção com uma alma alentejana, que emocionou muitos dos presentes. Muitos parabéns! A Redação

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Eco-Escolas

CONTINUAMOS A RECOLHER PAPEL! Os alunos do Colégio continuam entusiasmados na recolha de papel para a campanha “Papel por alimentos”. Da Infantil ao 3º ciclo todos vão, à vez, pesar o papel que já não faz falta em casa, mas que vai ajudar muitas famílias carenciadas. Recorde-se que, por cada tonelada de papel recolhido pela empresa parceira nesta iniciativa, esta entrega o equivalente a 100 euros em alimentos a instituições ou famílias referenciadas. Só num dia, as turmas do 2º e 3º A

Rita Leite e Madalena Silva – 3.ºA

Vasco Afonso e Maria Gaspar,

e Maria Morais, 2º A

Miguel Sousa, Beatriz Briso

pesaram mais de 100 quilos de papel!

André Botelho, Matilde Rua e Madalena Silva – 3.ºA

Matilde Rua – 3.ºA e Helena Paiva


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Eco-Escolas

O 4º B SEMPRE A REUTILIZAR Os alunos do 4ºB têm levado muito a sério a máxima dos 3Rs da sustentabilidade: reciclar, reutilizar e reduzir. Prova disso são os inúmeros trabalhos que a turma desenvolve ao longo do ano.

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esta questão de reduzir, reutilizar e reciclar, os alunos já sabem que todos têm o seu papel na mudança que é obrigatório fazer. Basta ter mais consciência, atitude e sobretudo

criatividade. Foi assim que, ao olhar para a árvore de Natal realizada com caixas de ovos e cápsulas de café, no âmbito de um concurso da Porto Editora e que acompanha a turma desde do 2º ano surgiu a ideia: “Porque não manter a árvore?” O Natal já passou, é certo, mas afinal, uma árvore é uma árvore, certo? Dito e feito. Retiradas as cápsulas e a estrela do Natal feita de rolhas, desenharam-se alguns bonecos de neve, utilizou-se algodão para imitar flocos e voilá, “nasceu” uma árvore de Inverno! E que nem sequer saiu do seu lugar de honra, ou seja, o placard ao fundo da sala. Quando a Primavera chegar, logo se pensa como irão florescer... as flores! Este trabalho vai dar frutos… Ao estudar a obra “A Maior Flor do Mundo”, do único livro para crianças escrito pelo prémio Nobel português, José Saramago, os alunos fizeram várias flores concebidas a partir da ideia do livro. Todas com materiais de desperdício, claro. As flores ficaram tão giras que a sala mais parecia um jardim. E até estiveram em exposição!

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utra das ideias da turma foi fazer os próprios ímanes. Como são muito utilizados para fixar no quadro magnético os trabalhos de grupo aquando da sua apresentação em sala, a turma decidiu fazê-los, em vez de comprar. Cada um fez o seu, com bandeiras, bolas, flores ou caretas. Estão todos giríssimos!


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Eco-Escolas

DIZ NÃO À ENERGIA FANTASMA! Os alunos do 2º e 3º ciclo assistiram a uma ação de esclarecimento feita pela DECO sobre energia fantasma. É invisível, mas basta abrir os olhos para ver que ela está lá!

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uantas vezes não ouvimos já, que as televisões, DVD´s e restantes aparelhos são para desligar MESMO e não para deixar em stand-by. Mas verdade seja dita, ainda são muitas as casas mal-assombradas, que consomem energia fantasma!!! Por isso mesmo decorreu esta ação, dada pela Associação de Defesa do Consumidor aos alunos mais velhos, que ficaram a saber que se trata de um pequeno gesto que pode reduzir significativamente a fatura da eletricidade lá de casa. Foi possível verificar que um só aparelho, quando não desligado no interruptor, pode consumir até 40 watts, ou seja, o mesmo que quatro lâmpadas fluorescentes compactas sempre ligadas. Em média, uma família de quatro pessoas gasta cerca de mil euros anuais em eletricidade, sendo que 35 correspondem a consumos de energia fantasma. Pode parecer uma gota corresponde a 1145 toneladas de CO2, 11 viagens de de água no oceano, mas mil euros de eletricidade avião entre Lisboa e Porto. É só multiplicar então o equivalente a 35 euros pelos milhares de famílias que existem e chegamos a um número que assusta muito mais do que um fantasma. Estas ações permitiram que 60 por cento dos portugueses já começassem a combater os desperdícios de energia familiar. Basta de luzinhas vermelhas na televisão, ou carregadores ligados sem necessidade. Uma dica: adquirir tomadas múltiplas para que seja possível desligar tudo de uma só vez.

A Redação

MISSÃO UP – UNIDOS PELO PLANETA DA GALP ENERGIA !

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turma do 2ºA participou na palestra dada pelos responsáveis da Missão Up, da Galp Energia.

Este projeto procura sensibilizar as crianças para temáticas relacionadas com as diversas fontes de energia existentes e para o conceito de mobilidade sustentável. É preciso não esquecer que as crianças são o principal agente de responsabilização de atitudes nas casas de cada uma, funcionando como um verdadeiro motor na mudança de atitudes. A Turma do 2º A


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Eco-Escolas

ECO-INSTRUMENTOS

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a aula de Música, os alunos do 2º ano estão a estudar as famílias dos instrumentos musicais: de corda, sopro ou percussão. A professora Raquel Elói desafiou-os a construir instrumentos utilizando materiais de desperdício. Os alunos deram asas à imaginação e, com ajuda dos pais, criaram excelentes exemplares, todos apresentados e experimentados em sala de aula. As Turmas do 2ºA e do 2º B Alexandre , António , Manuel e Beatriz, 2º B


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Eco-Escolas

A REUTILIZAR, O CARNAVAL VAMOS FESTEJAR!

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o Colégio dos Plátanos, até o Carnaval é um pretexto para pôr em prática o conceito de reutilização de materiais. As professoras do 4º ano lançaram o desafio aos alunos: com a ajuda dos pais, fazer uma máscara de Carnaval usando apenas materiais de que já não precisem.

cenário, utilizando restos de tecido, botões e lã. A habitual calma deu lugar a alguma confusão. Havia imensos botões e tecidos para todos os gostos! “Olha este tecido aos quadrados azuis e verdes! Não achas que ficava bem na camisa do palhaço?” ouviu-se numa ponta da sala. «E este às riscas brancas e vermelhas? Podemos usá-lo para fazer as calças!», respondia outro Rolos de papel, pratos de plástico, garrafas e garrafões de plástico, caixas de sapatos e de cereais, colega. Tesoura para um lado, cola para o outro… Todos puseram mãos à obra e todos deram a sua opinião, tal sacos do lixo, botões, algodão, tampinhas de plástico, como um trabalho de grupo deve ser! caixas de ovos, cápsulas de café, rolhas de cortiça e até uma lâmpada… Tudo serviu para construir as divertidas No final, a missão foi bem-sucedida! Os palhacinhos máscaras que os alunos usaram para alegrar as salas de ficaram todos janotas e vestidos a rigor! Para terminar, aula. os alunos tiveram que os batizar. Ficaram então o TóMas o desafio terminou por aqui! Na sala do 4ºA, a Zé, D. Panquecas, Malacueca e Bolinha do Botão ! professora dividiu os alunos em quatro grupos, para mais Na sala do 2º A, a Inês Vaz também fez uma máscara uma importante missão ecológica: vestir e colorir um a partir de um garrafão. pobre palhaço, desenhado a preto e branco em papel


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Eco-Escolas

ECO-ATIVIDADES DIVERTEM ALUNOS A turma do 2ºA tem vindo a recorrer às tecnologias para participar em atividades online que tenham a ver com a proteção ambiental. Nesta atividade, os alunos tinham que colocar os diferentes resíduos nos ecopontos corretos para terem a resposta certa. Vidro no verde, papel no azul, plástico no amarelo e pilhas no lixo não, no pilhão, que é o ecoponto vermelho. Os alunos sabem isto de cor e salteado, mas nunca é demais reforçar. Na disciplina de Estudo do Meio, estão agora a dar as plantas e as diferentes partes que a constituem. A turma realizou um trabalho coletivo onde foi construída uma árvore completa, com raiz, caule, folhas, flor e fruto. É claro que ficaram a saber as funções que cada parte desempenha.

Bernardo Fernandes, 2º A

FIZEMOS UMA MAQUETA!!!

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s alunos do 1º ano estão a aprender muitas coisas novas. E no âmbito da disciplina de Estudo do Meio, foram desafiados pelas professoras a fazer a maqueta de uma rua, utilizando materiais diversos. O trabalho era de grupo o que contribuiu para aumentar o entusiasmo da atividade. E que bem que ficaram as casas feitas com copinhos de iogurte e muitos outros materiais que os alunos reciclaram. Não se esqueceram das passadeiras e até fizeram árvores. Parabéns!

As Turmas do 1º Ano

O R G AN I I Cosmética Biológica

Salvador Rodrigues, Camila Sanches, Carlos d’O, Mariana Nogueira, Gonçalo Camões e Sofia Sereno


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Visitas de Estudo ALUNOS VEEM MEDALHA DO NOBEL DA LITERATURA As duas turmas do 4º ano foram a Lisboa, em janeiro, visitar a Casa dos Bicos, agora Fundação José Saramago. E viram de perto a medalha do mais importante prémio literário do mundo.

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esta casa pudemos encontrar a medalha do Prémio Nobel e também muitas obras de José Saramago. Pelo meio, assistimos a uma palestra sobre a obra “A Maior Flor do Mundo”. Durante a apresentação, vimos um filme sobre este livro. Uma das curiosidades desta casa foi que sobreviveu ao terramoto de 1755. Infelizmente, há pouco tempo umas pessoas partiram alguns bicos da parede de fora.

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icámos a conhecer mais sobre a vida do autor, com um atelier de leitura guiado.

Nesse atelier, pudemos fazer perguntas e ver o filme baseado no livro “A Maior Flor do Mundo”, de Saramago, que nasceu a 16 de novembro e 1922, em Azinhaga, perto da Golegã, no Ribatejo. Ele foi um grande escritor, argumentista, ensaísta, jornalista, dramaturgo, romancista e poeta. O seu nome completo era José de Sousa Saramago. O seu primeiro romance foi “Terra do Pecado” que foi publicado em 1947. Em 1995, recebeu o Prémio Camões, o maior prémio literário de Língua Portuguesa. Em 1998, Saramago ganhou o Prémio Nobel da Literatura, o mais importante prémio de literatura do Mundo. Os seus livros encontram-se traduzidos em mais de 42 idiomas. José Saramago faleceu em 2010, aos 88 anos. A Casa dos Bicos tem este nome porque tem bicos nas suas paredes exteriores, que representam diamantes. Foi construída para “imitar” o Palácio dos Diamantes, de Itália. Nesta visita, gostámos muito de ver a medalha do Prémio Nobel e também a caderneta onde estavam registadas as notas de José Saramago quando andava na escola. Rafael Charrua, Bárbara Alcobia, Rita Passos e Diogo Miguel Pereira (4.ºA)

Outra das curiosidades foi que a Casa dos Bicos foi assim construída com a intenção de que os bicos fossem diamantes.

Lá, também vimos a caderneta da escola onde José Saramago andou. Também vimos muitos rascunhos dos livros que ele escreveu. Terminámos com a sua antiga máquina de escrever. Gostámos muito desta visita!” Ana Filipa Tavares, Pedro Monteiro, Carolina Pedroso e Vicente Duarte (4.º A)


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Visitas de Estudo

OLHA NÓS E O PRINCIPEZINHO! Os alunos do 1º ciclo foram ao Teatro Politeama, em Lisboa, assistir ao musical de Filipe la Féria “O Principezinho”. A obra literária de Antoine de Saint-Exupéry, a terceira mais lida no mundo, encantou os alunos do princípio ao fim, nesta adaptação a musical. Aqui ficam alguns testemunhos. O rapazinho contou a sua viagem até chegar à Terra. Primeiro, foi ao planeta do Rei que tinha a mania que mandava em tudo. Depois foi ao planeta do vaidoso e a seguir foi ao planeta do Bêbado que bebia todo o vinho, mas sentia-se sozinho. De seguida, foi ao planeta do homem que acendia os candeeiros e que andava sempre a trabalhar. Seguidamente, o rapaz chegou ao planeta do Geógrafo, que explicou ao Principezinho o caminho para a Terra. O Principezinho contou ao aviador que sentia muitas saudades da sua flor, que tinha ficado sozinha no seu planeta. Já na Terra, o menino cruzou-se com dois vendedores num camelo, encontrou uma raposa que o divertiu muito e ainda uma cobra ameaçadora. Foi uma peça muito bonita, que todos adoraram!” “Quando chegámos, saímos do autocarro e Dinis Pereira, Rodrigo Madeira, Guilherme Guerra lanchámos à porta do teatro. Assim que terminámos, e Matilde Silva (4.º A) entrámos numa grande sala onde iria decorrer a peça. O teatro começou com um pequeno vídeo de um avião a “O ator principal chama-se Afonso Cardoso e até tirou despenhar-se no meio do uma foto com os quartos deserto. O senhor do anos. A peça relata a avião encontrou o história de um piloto cujo Principezinho, que lhe avião se avaria no Deserto contou as aventuras que do Saara. Este senhor é tinha vivido, ao viajar com acordado pelo principezinho, um bando de aves, e um menino que lhe pede falou-lhe de todos os para desenhar uma ovelha. planetas por onde Enquanto conversam passou, como o planeta ficamos a saber que o do Bêbado, o do Homem principezinho vive num de Negócios, do asteroide e que só tem uma Acendedor de rosa com quem fala e de Candeeiros, entre outros. quem gosta muito. Este também conta a sua viagem até Passado algum tempo, a peça terminou e nós ao Deserto do Saara e dos vários planetas que visitou, voltámos muito felizes para a escola. Pelo caminho, cada um com uma história muito engraçada! O final da ainda encontrámos o jovem ator que fez o papel de Principezinho e aproveitámos para tirar umas fotos.” Margarida Moreira, Filipe Churrito, Rodrigues e Santiago Cosme (4.º A)

João

“Tudo começou com um menino que tentava desenhar uma jiboia a comer um elefante. Os adultos não percebiam e gozavam com ele a dizer que era um chapéu. O menino deixou a carreira de artista para trás e seguiu a carreira de aviador.

Carolina, Bárbara e Diogo Filipe, 4º A

Passados alguns anos, o aviador estava a sobrevoar o deserto do Saara e, de repente, teve uma avaria no motor e despenhou-se. Subitamente, apareceu um história foi triste, mas saímos do teatro felizes, muito rapazinho. Os dois conheceram-se melhor e ficaram gratos e com o coração aos pulos”. amigos. Stella Dupim – 4ºB


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Visitas de Estudo

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OS PLÁTANOS NO CCB

o âmbito da disciplina de Educação Visual as turmas do 7º ano foram visitar a coleção do Museu Berardo no Centro Cultural de Belém. Com o objetivo de ampliarem os referenciais artísticos participaram numa visita orientada denominada “A minha primeira vez num Museu de Arte Contemporânea”. Os alunos comportaramse de uma forma muito positiva nas atividades, prometendo voltar ao museu, agora com os familiares, para poderem fazer o papel de guia e transmitir as informações necessárias à compreensão das obras. Prof.ª Susana Gameiro


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Super Sorrisos SOMOS SUPER SORRISOS!

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enhuma das crianças do 1º Ciclo está interessada em cáries ou tártaro. Por isso ouviram com MUUUITA atenção o que a higienista tinha para lhes mostrar. Quem não sabia, ficou a saber: escovar os dentes todos os dias, evitar os doces e ir ao dentista pelo menos duas vezes por ano. Além disso, é preciso escolher a escova e pasta certa e fazer dez movimentos circulares em todos os cantinhos da boca. No final, todos levaram duas pastas de dentes e um panfleto sobre higiene oral. Toca a sorrir! A Turma do 3º B

A PALAVRA AOS ALUNOS!

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ecebemos, na sala do 4.º B, uma higienista oral a apresentação sobre a saúde dentária, a jovem chamada Filipa. Com ela aprendemos as Filipa apresentou-nos um PowerPoint sobre a componentes da nossa boca e os diferentes tipos de higiene da nossa boca. Começou por nos apresentar as dentes que temos. Também aprendemos as diferentes personagens o Escovix, o Alimentor e a Fluorina. Depois dentições, a evolução das cáries e como preveni-las. mostrou-nos exemplos de bocas com dentes limpos e A Filipa ensinou-nos também a lavar os dentes outra de quem nunca lavou os dentes. corretamente, a trocar de escova de dentes de 3 em 3 De seguida, demonstrou os diferentes tipos de meses e muito mais coisas. dentição e o que as cáries fazem aos dentes. Também No final recebemos também um brinde, umas “mini” nos foi dito o nome de todos os órgãos que compõem a nossa boca. pastas de dentes de que gostámos muito! Quase a terminar, a Filipa mostrou-nos como se deve lavar corretamente os dentes e, por fim, deu-nos uma Francisco Vaz, Inês Alenquer, David Bento, João pasta de dentes.

Fernandes e Diogo Amaral (4.º A)

Afonso Limpo, Diogo D. Silva, Mª Inês Garcia, Diogo Pereira, Ivo Figueiredo e Ana Madalena Fonseca (4.º A)


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Concursos - “A Melhor Carta 2015”

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o âmbito da disciplina de Português e do Concurso “A Melhor Carta 2015”, promovido pelos Correios de Portugal e pela ANACOM, os alunos do 2.º Ciclo tiveram de escrever uma carta. Mas não uma carta qualquer! Os alunos puderam sonhar alto e descrever o mundo onde gostariam de viver. Na verdade, embora sejam muito jovens, os nossos alunos já pensam como gente crescida e, após terem refletido sobre o assunto, escreveram belíssimas cartas. Rinchoa, 6 de janeiro de 2015

Barriga da mãe Amélia, 9 de abril de 2004

Caríssimos jurados, Querido Planeta Terra,

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u gostava de viver num mundo onde a palavra “mau” não existisse. Onde não houvesse crise. Um mundo onde pudéssemos comprar tudo o que quiséssemos sem pagar um cêntimo, onde toda a gente vivesse em casarões. Ninguém passaria fome, toda a gente teria roupas bonitas, nas árvores cresceriam doces saudáveis. Todas as pessoas seriam simpáticas, seriam sempre bonitas, o céu seria cor-de-rosa. Não existiriam doenças e seríamos imortais. Todas as pessoas teriam o trabalho que quisessem e até as crianças conduziriam. Eu sei que o mundo onde vivo não é assim, só sei que o meu mundo seria assim. No meu mundo, eu seria a presidente, mas reunia-me com toda a gente quando alguém tivesse uma nova ideia para melhorar a comunidade. No meu mundo, estaria sempre sol e só chovia quando as pessoas pedissem. Tudo o que as pessoas pedissem para ser construído eu mandava construir e, se alguém precisasse de alguma coisa, eu dá-la-ia sem hesitar. No meu mundo, não existiriam atentados porque tudo seria controlado. Não existiria racismo e as pessoas seriam completamente felizes. Os animais iriam viver em plena harmonia com os humanos e nunca iriam ser maltratados e abandonados. Enfim, um mundo de sonho, sem poluição, sem maldade e crueldade. O meu mundo de sonho! Quero contribuir para que este meu mundo de sonho possa ser uma realidade. Quero ajudar a construir um mundo onde todas as crianças tenham sempre o direito à saúde, à educação e ao amor! Fico muito triste quando vejo imagens na televisão de crianças maltratadas, que são obrigadas a trabalhar logo desde pequeninas e não têm direito a poder estudar! No meu mundo de sonho, no qual eu vou participar, todas estas situações não vão acontecer, porque Eu acredito que todos possamos ser capazes de fazer a diferença! Atentamente,

Escrevo-lhe esta carta pois os meus médicos dizem que estou quase a nascer (sim, porque ainda estou na barriga da mamãe), mas não me pergunte como é que eu já sei escrever, porque a minha mãe é professora e também uma fala-barato (até já sei o nome de todos os alunos da sua turma: Ana Rita, Bárbara, Carolina, Diogo, Elisa, Francisco, Gonçalo, Henrique, Inês, José, Leonor, Martim, Nicole, Olívia, Pedro, Rita, Samuel, Tânia, Ulisses, Vasco, Will e Zulmira). A minha mãe também está sempre a criticar tudo – seja porque os preços estão mais altos, a senhora da mercearia tratou-a mal, o forno estragou-se,… - só há uma coisa que a mãe está sempre a dizer que eu não percebo: bebé, o que será? Mas também estou quase a nascer e não tarda vou saber. Voltando ao que interessa, por causa de a aminha mãe estar sempre a criticar apercebi-me que o mundo onde ela vive não é 100% maravilhoso, por isso querolhe pedir para quando eu nascer o mundo seja melhor: a minha mãe está sempre a dizer que o dinheiro não chega, por isso quero que se possam plantar árvores de dinheiro; ela também diz que o mar está cheio de lixo, então quero que esse lixo se desenvolva na água, transformando-a em areia; mas o que ela mais diz é que o gasóleo e a gasolina estão muito caros, então quero que um carro possa andar um bilião de triliões de quilómetros e só gaste meio mililitro… Para além disso gostava de nascer e crescer num mundo com cor, que o chão fosse um trampolim gigante, que se pudessem alugar unicórnios, que chovesse água colorida, que os cigarros e drogas não existissem e que as pessoas fossem simpáticas umas para as outras… Provavelmente nem tudo se vai poder concretizar, mas, por favor, faça com que o mundo da minha mãe seja melhor, só quero nascer com a minha mãe a chorar de alegria por mim, e que a partir de amanhã, quando nascer, a vida mude. E também vou saber mais acerca do meu pai que, como não é ele que me tem na barriga, só o oiço quando encosto o ouvido à barriga da mãe, mas aí ela começa a dar gargalhadas descontroladamente, portanto, não faço isso muitas vezes. Também estou ansiosa por saber qual vai ser o nome, já ouvi a mãe dizer que gosta de Alice, mas ainda não decidiu. Até lá vou ficar à espera. Beijinhos, Suposta Alice

Beatriz Parcelas, 5.º A

Sara Botelho, 5.º B


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Concursos - “A Melhor Carta 2015” Mem Martins, 30 de dezembro de 2014 Sr. Lollypop, Há muito tempo que desejo falar consigo, mas como está sempre muito atarefado a tratar do seu país das guloseimas, resolvi escrever-lhe. Deve ser maravilhoso habitar o seu país. Aqui entre nós, gostaria muito de aí crescer, mas não poderia deixar a minha família e amigos, e até o meu cão. Venho, portanto, pedir-lhe autorização para passar aí umas férias mesmo que sejam poucos dias, pois deve ser muito divertido não termos que nos preocupar com deveres e obrigações e apenas desfrutar das brincadeiras, guloseimas e divertimentos. Imagino as belas florestas e lagos, e os animais que habitam o seu país, proporcionando-nos paisagens maravilhosas, assim como os parques de diversões cheios de carrosséis, escorregas, montanhas-russas, carrinhos de choque e outras tantas diversões, não esquecendo as casinhas de doces, cheias de chupa-chupas, algodão-doce, pintarolas, chocolates e todos os outros doces que possam imaginar. Tudo isto faz-me lembrar a história do Pinóquio quando foi para um país de doces o que ele se divertiu. Mas ele foi sem avisar o pai, o que causou grandes problemas, mas não seria o meu caso pois, se possível, levaria a minha família comigo, o que seria ainda mais divertido. Mas isto tudo sou eu a pensar como será, porque se calhar é muito melhor do eu imagino. Mas acho que seria impossível ir até ao seu país e muito menos crescer nele porque fica muito longe e precisaria de muitos anos até chegar aí e, assim perderia muitos anos de aprendizagem na escola. E se aí crescesse não poderia ir às aulas, porque sei que têm apenas a escola de aprender a fabricar doces e é facultativa, mas para mim não serviria pois aqui as nossas escolas são muito diferentes. Também porque as guloseimas têm de ser comidas com muita moderação e cuidado para que não prejudiquem a saúde. E para além disso porque também temos de nos ocupar com outras coisas, com a escola, com deveres. Mas agora falando do mundo onde vivo. Sei que realizas o desejo de muitas crianças, por isso peço-te que realizes o meu. No meu mundo há muita poluição, há muitas pessoas que não querem habilitar-se à perda do seu transporte privado (o carro), mas não precisávamos de andar só a pé, também poderíamos andar de bicicleta e de transportes públicos, contudo, era preciso que existissem mais porque para tantas pessoas não chegam só os que existem. Há outras coisas que só com a tua magia de concretizar desejos era possível que acontecesse. Por exemplo, há crianças que não comem e que não têm casa, há muitas doenças incuráveis, vulcões que explodem e destroem terras e casas… E como disse anteriormente, como não posso ir aí passar umas férias, peço-lhe apenas que realize estes desejos. Bom, espero que em breve me mande também uma carta.

Agora despeço-me. Eu também lhe vou enviando cartas a dizer-lhe o que se passa no meu país, os meus sonhos, pensamentos e preocupações. Um grande abraço e beijinho, Carolina Santos, 5.º C Massamá, 10 de janeiro de 2015 Querido pai, Hoje, acordei com vontade de te escrever uma carta para te contar como eu gostaria de viver num mundo diferente, num mundo mais bonito. Os últimos acontecimentos em França, que causaram a morte de muitas pessoas, levaram-me a escrever-te. Pais que ficaram sem os filhos, filhos que ficaram órfãos de pais. Sabes pai, o mundo seria diferente se não existissem pessoas maldosas capazes de matar, roubar, capazes de causar sofrimento aos outros. Eu gostaria muito de viver num mundo sem ódio, sem violência, sem injustiça, sem guerras e vinganças. Um mundo onde todos fôssemos amigos, respeitássemos as ideias uns dos outros e vivêssemos em harmonia, em paz uns com os outros. Sabes, pai, também gostaria de um mundo com mais

igualdade, em que a cor da pele e a religião não fossem importantes, em que toda a gente tivesse possibilidade de estudar, um mundo sem pobreza, sem desemprego, sem fome e sem crianças e animais maltratados. Um mundo onde todas as pessoas e famílias tivessem uma casa, um lar adequado com todo o conforto e todas as condições para viverem felizes. O meu mundo ideal, pai, teria escolas bem equipadas, funcionários e professores dedicados e alunos interessados e bem comportados. Deves estar admirado por existirem escolas no meu mundo ideal, mas as escolas são muito importantes para aprendermos e convivermos. Mas este mundo, este planeta que é a nossa casa, também precisa que olhemos por ele, tão mal estimado que ele anda. Nós também devemos cuidar dele porque é a nossa única casa, que nos acolhe e que fornece tudo o que precisamos para viver. Afinal, esta carta é mais um sonho, que espero que em breve se possa tornar possível. Espero poder ajudar a que este sonho se possa tornar realidade. Muitos beijinhos,

Tomás Correia, 6.º A


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Concursos - “A Melhor Carta 2015” Nuvem n.º 38, Céu, 27 de agosto de 2000 Querido Deus, Sei que um dia destes me vais fazer nascer de alguém. Antes que isso aconteça, deixa-me dizer-te como eu gostaria que tudo acontecesse. Talvez simpatizes com as minhas ideias e me dês a possibilidade de escolher antecipadamente o meu destino. Adoro brincar com Lego e, por isso, seria bom crescer e viver num mundo, onde todas as pecinhas se encaixam na perfeição, não deixando espaço para imperfeições. Eu seria uma minifigura com óculos azuis, cabelo e olhos castanhos, parecido com todas as outras mini figuras do meu mundo de Lego. Neste mundo tudo existem: casas, escolas, hospitais, cinemas, teatros, restaurantes, monumentos, quartéis de bombeiros e de polícias, jardins, praias, piscinas, meios de transporte e tudo aquilo que a tua imaginação te permitir. Num mundo de Lego, só apetece brincar. Só que, para um mundo funcionar, é preciso aprender uma profissão, o que obriga a frequentar a escola. Contudo, consigo pensar numa escola onde só estudo lá, ou seja, quando saio, é para brincar e esquecer-me dessa mesma escola. É nesta escola que tenho os meus melhores amigos, com quem brinco sempre que posso. Sei que também tu és meu amigo e deves estar a pensar se é possível realizares este meu sonho. Vai pensando com carinho…. Sabes que ainda não sei bem o que é ter fome, pois ainda não nasci, mas tenho ouvido dizer que há muito bons petiscos por aí. Já ouvi falar dumas coisas

chamadas pizzas, hambúrgueres, cachorros quentes, gelados, pipocas… Também me falaram, por aí, de umas coca-colas! Acho que podia bem gostar disso tudo e até imagino essas coisas todas feitas de Lego! Que delícia! Acho que está na hora de te deixar a pensar com mais pormenor neste mundo. Tu, que tudo consegues, se calhar ainda não tinhas imaginado uma realidade destas. Pensa lá bem, se não seria divertido! Despeço-me com a esperança de nascer em breve como uma minifigura bem feliz! carinho,

Eduardo Costa, 6.º B

Rinchoa, 23 de dezembro de 2014 Caro Luís, Estou a escrever-te em resposta à tua anterior mensagem. Confesso que também alteraria algumas coisas na minha infância. Adoraria ver alguns dos meus caprichos e desejos realizados, como por exemplo o chão estar sempre quente quando se acorda. É uma sensação horrível despertar de um sono dormido entre cobertores quentes e colocar os pés num chão frio, não achas? Seria bom que houvesse sempre um grande pote de bolachas de manteiga na despensa. Como são as minhas preferidas, adoro comer uma ou duas quando volto da escola ou nos dias frios de inverno. O problema é que prejudicam bastante o colesterol, portanto seria meu desejo que estas deliciosas bolachas fizessem bem ao corpo humano. Também mudaria o facto de não ser visto com bons olhos andar de pantufas no inverno por todo o lado. Na minha opinião, as pantufas são muito mais confortáveis e quentes do que os sapatos. Não me importaria de que estivesse sempre um céu azul, salpicado de nuvens brancas. As nuvens cinzentas sempre me pareceram muito carrancudas e deprimentes. Ainda em relação ao tempo, seria do meu agrado que na véspera de Natal e no dia de Natal nevasse de hora a hora, para se poder usufruir desse algodão dos céus. Gostaria especialmente que os livros apenas acabassem quando o leitor assim o desejasse. Entristeceme um pouco ter de me despedir da personagem com quem partilhei tão maravilhosos momentos. Além do mais, se fabricassem estes novos livros, o consumo de papel diminuiria, o que era maravilhoso para o meio ambiente. Claro que os lucros para o autor diminuiriam, mas um bom escritor escreve por escrever e não pelo dinheiro. Em termos mundiais, gostaria que todas as pessoas tivessem um amigo com quem conversar e desabafar. Neste meu desejo incluo os adultos que, apesar de às vezes não parecer, também têm de conversar uns com os outros sobre os seus temas de adultos. Adoraria que toda a gente se pudesse sustentar, a si e aos seus. Deste modo passaria a não haver ladrões, pois acredito que quem rouba não o faz por opção, mas sim porque não tem mais nenhuma opção. Na minha opinião, nem sequer deveria existir a palavra “racismo”. Afinal de contas, não somos todos iguais? Que importa de que cor é a nossa pele, de onde vimos ou que língua falamos? Se não houvesse racismo, por consequente também não haveria guerras. As guerras são apenas formas de racismo a festejar o Carnaval. Se todas estas propostas fossem realizadas, aposto que o mundo seria muito mais seguro e confortável e que seria habitado por pessoas felizes! Abraços, Nuno Calaim, 6.º C


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Concursos - Faça Lá um Poema

N

o âmbito da disciplina de Português e do concurso “Faça Lá Um Poema 2015”, promovido pelo Plano Nacional de Leitura, os alunos do 2.º ciclo foram incentivados a escrever um poema, de tema livre, podendo, assim, dar largas à imaginação. Vejamos como os nossos alunos são criativos e originais, uns verdadeiros poetas! Os Papagaios Era uma vez um papagaio Que era feito de papel E que pertencia a um menino Chamado Daniel. Era uma vez um papagaio Que comia alpista, Vivia na varanda da Adélia E o seu sonho era ser baterista. Voando pelos céus Para pousar no telhado, Grande foi a surpresa Quando se sentiu atrapalhado. Uma longa viagem Fez o Daniel A procurar o papagaio, O papagaio de papel. Por fim lá o encontrou Em cima do telhado, Agarrou nele e deu-lhe Um abraço apertado. O vento soprava forte O papagaio da Adélia tinha frio Tão assustado estava Que abriu a gaiola e fugiu. O papagaio de papel Atrás dele voou Para consolar o amigo Um beijo não bastou. O Daniel foi para casa Estava triste e amuado Porque tinha perdido O seu papagaio amado. A mãe não se preocupou Ao contrário do Daniel E disse-lhe para ir procurar O papagaio de papel. O vento continuava a soprar Cada vez mais intenso Os papagaios giravam tanto Que pareciam um furacão imenso.

Após muito procurar O Daniel encontrou-o junto a um rio E encheu de alegria O seu coração vazio. Juntos foram os três O Daniel ia divertido E em casa escreveram um poema Sobre o que tinha acontecido.

Na sala dos computadores Informática se vai praticar No estudo das matérias Com a certeza de que vai ajudar Na sala de música Música se vai aplicar Nos instrumentos tocar E só falta praticar

E agora já sabes Filipa Gameiro, 5.º A O que vai acontecer Enquanto estiveres a crescer A Escola A escola é para aprender Com os professores a ensinar Para tudo conhecer E para o conhecimento praticar Na sala de aula Com os professores a trabalhar Onde toda a gente fala Sobre a matéria que estão a dar No laboratório Há experiências a fazer Também há um observatório Para as crianças ficarem a ver Na cantina Tudo vamos comer e beber Comemos o almoço e o lanche Que faz bem para crescer Na biblioteca Vou estudar Para mais tarde Poder aplicar No recreio Vamos brincar E ao ar livre Podemos estar No ginásio Desportos vamos aprender Fazer rodas e cambalhotas E também correr

Inês Marques, 5.º B Atitude Saber andar no escuro não ser cobarde passar além do muro sem fazer alarde Fugir do enfadonho e livremente voar de qualquer parte para outro lugar Transformar o sonho em real conquista sem se apelidar de protagonista Seguir sempre o coração dar-lhe voz deixar falar a emoção mas saber guardar segredo sermos simplesmente nós e não termos medo Não sermos indiferentes a lágrimas alheias darmos sempre as mãos vazias ou cheias. Sermos Homens Livres mestres do Bem sentirmo-nos Gente sem sermos Ninguém.

Joana Alves, 5.º C


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Concursos - Faça Lá um Poema O inverno Chegou o inverno E com ele vem o frio, Lá nas terras do interior Faz congelar o frio. Nesta época gelada Gosto de ir à janela, Vejo relâmpagos e ouço a trovoada Eu não tenho medo dela. Neste tempo há coisas boas E um dia especial, Reúnem-se as pessoas Para celebrar o Natal. Lá na serra cai a neve Onde podemos brincar, Muito branca e tão leve No trenó vamos escorregar. Já no fim da brincadeira Regressamos a cantar, Sentamo-nos à lareira Para aquecer e conversar. Começa a neve a derreter E o inverno a terminar, O tempo a aquecer É a primavera a acordar.

Francisca Ré, 6.º A Não haveria guerras Os homens amavam-se como irmãos Ter de viver, ou viver para ter… Desculpavam-se e abraçavam-se Livro das letras, Viviam em paz e davam as mãos Letras do livro… Será que sou… Ou sou o que será? A fome acabaria Porque havia partilha do pão Tanto te quero, Todos tinham comida na mesa Mas quero-te tanto… Acabam-se os mendigos e a solidão Penso em ser, Mas não sou o que penso… Por outro lado Haveria contentamento da população Posso querer o que tenho, Acabava-se a incerteza Mas nunca terei o que quero… Teríamos uma boa nação Quem me dera sonhar, Mas ao sonhar nada quero… Deslocávamo-nos em segurança Sem temer nada nem ninguém Miriam Conceição, 6.º B Iríamos à vontade para qualquer lado Todos viviam assim também O Mundo onde eu gostaria de crescer Que bom seria Se o mundo fosse feito de alegria Amor e compreensão Que bem se viveria

As plantas e os animais Seriam acarinhados Viver-se-ia em alegria Se todos fossem respeitados

Filipa Fernandes, 6.º C


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Educação Visual

O CORREDOR DAS ARTES É notável o trabalho que os alunos do colégio têm vindo a fazer na disciplina de Educação Visual. Impulsionados pelo dinamismo da professora Susana Gameiro, estão a revelar-se uns verdadeiros artistas!!!

E

m janeiro, os alunos do 8º B e C fizeram uma exposição com composições abstratas com aplicação diferenciada da cor. As temáticas exploradas foram o estático e o dinâmico, o movimento, o ritmo, a profundidade e a alegria.

C fizeram um painel de turma com todos os perfis dos alunos nas posições mais criativas e originais. Até o pino se fez! O painel esteve exposto junto à sala de professores do 3º ciclo.

Ainda em janeiro, os finalistas da turma A e B executaram trabalhos com linhas matizadas sobre cartolinas pretas, constituindo-se numa aplicação prática do estudo das superfícies cónicas hipérboles e parábolas. Os alunos trabalharam as conjugações de cores, tendo sempre em atenção a harmonia visual. Estes trabalhos foram depois aproveitados para decorar No último dia de aulas do 1º período, os alunos do 7º alguns espaços do colégio. A Redação

Numa outra exposição, retrataram as silhuetas dos seus rostos. Tendo em conta os elementos da linguagem visual, ponto e linha na expressão do volume, os alunos converteram o estudo das cores em composições figurafundo com as suas silhuetas de rosto. Os trabalhos estavam excelentes.


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Expressão Plástica

POP ART – ANDY WARHOL NO 4.º A

E

m Dezembro, a professora de Educação Visual Susana Gameiro desenvolveu uma atividade de Expressão Plástica com os alunos do 4.º A, com o auxílio da professora Ângela Pires. Sob o tema da cor e o trabalho de Andy Warhol, os alunos colocaram as mãos à obra e na tinta!!! Além de TODOS terem trabalhado muito bem, foi SUPER divertido e todos quiseram ajudar na montagem da exposição dos trabalhos que está agora, a decorar o espaço do refeitório do 1.º Ciclo, que ficou muito mais colorido e apetitoso! A Turma do 4º A

A ARTE DO PONTILHISMO

AFINAL SEI DESENHAR!

A turma do 3ºB adora expressão plástica e como tal, Não custa nada tentar… a partir desta frase percebi está constantemente a ser surpreendida pela professora que consigo desenhar muito bem! com novas técnicas de desenho e pintura. A mais Tiago Santos – 4ºB recente foi o pontilhismo, uma técnica que derivou do impressionismo. Pequenas manchas ou pontos de cor, que, por estarem tão juntinhos, provocam, aos olhos de quem vê, a ilusão de que se trata de um todo. O resultado final ficou fantástico, revelando que as canetas de feltro são uma ótima ferramenta de trabalho nestas pinturas.

Rita Lopes, 3º B


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Expressão Plástica DESENHAR A CASA DOS BICOS

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o seguimento da visita à Casa dos Bicos, a professora Cátia, do 4ºB, pediu aos alunos que desenhassem livremente este monumento emblemático da cidade de Lisboa.

A fachada desta casa está revestida de pedra aparelhada em forma de diamantes que parecem bicos! A irregularidade das janelas e das portas, todas de dimensões e de formatos diferentes fazem com que esta casa seja especial e encantadora! Nesta casa encontra-se sedeada a Fundação José Saramago, o escritor galardoado com o Nobel da literatura em 1998 e também é o Núcleo Arqueológico do Museu da cidade de Lisboa, onde se pode encontrar um espólio que percorre a história da cidade desde a ocupação romana até ao século XVIII. A Turma do 4º B

Matilde Figueiredo, 4º B

Diogo Bértola, 4º B

Guilherme Dias, 4º B

Bárbara Gonçalves, 4º B


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Matemática

OLÍMPIADAS DA MATEMÁTICA 2014/2015 Todos anos os alunos do colégio participam com entusiasmo nas Olimpíadas da Matemática, colocando à prova os seus conhecimentos e raciocínio. Aqui ficam dois testemunhos “Nas

olimpíadas

de

“Foi um dia de aulas normal

as

quando a minha professora

eliminatórias para a face

Cátia disse que duas pessoas

seguinte é uma emoção

da

tão forte e ao mesmo

todas

tempo

Olimpíadas,

Matemática,

tão

passar

boa!

Nessa

turma as

tinham

acertado

perguntas eu

e

o

das João

emoção está presente a

Aguiar.

felicidade e muito mais.

Nesse

Vencer é fenomenal!”

mega feliz, pois só se ouviam

momento

senti-me

aplausos! Eu senti-me único e acho que o João também!”

Miguel Puga – 4ºB João Aguiar – 4ºB


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Matemática

BRINCAR COM A MATEMÁTICA!

I

uuupiii! Esperamos sempre ansiosos por esta quinzena. Os jogos matemáticos, que nos fazem

pensar com lógica e estratégia, regressaram e desta vez tiveram lugar na sala dos alunos crescidos! Jogámos ao Semáforo, ao Cães e Gatos e ao Rastos entre pares e grupos diversos. Misturam-se anos de escolaridade e diferentes saberes, para que a partilha de conhecimentos possa ser enorme! A Turma do 3º B

Tomás F. , Clara, Pedro R. e Rita B. - 3ºB

OS SEGREDOS DA TABUADA

A

prender a tabuada é uma coisa séria e não basta decorá-la! Exige compreensão, atitude e pôr as cabeças a fazer ginástica. Sim, ginástica!!! Para os alunos do 3º ano, a tabuada já não é nenhum mistério. Não, desde que fizeram, com a ajuda da professora Altina Sousa, uma atividade a que intitularam “Que segredos esconde a tabuada?”. Curiosos? Vejam o que os alunos descobriram… Isto dá com qualquer tabuada e com quaisquer combinações! Não é fantástico?! A Turma do 3º A

Francisco Lopes e André Botelho – 3.ºA

Se somarmos quaisquer duas linhas da tabuada, o resultado dessa soma indica-nos uma terceira linha (linha 2+ linha 5= linha 7). O produto da terceira linha encontrada é igual à soma dos produtos das duas primeiras linhas. Os alunos partindo da relação inversa entre a soma e a subtração concluíram que o mesmo, também, se aplica à subtração.

Mariana Caetano e Pedro Fernandes – 3.ºA


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Escrita Criativa

PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL... Somos um país pequenino, mas com uma beleza natural inigualável. Praias douradas, mar azul, campos verdes, montanhas branquinhas e planícies aloiradas pelo sol, sem esquecer as lindas ilhas que compõem os Açores e Madeira! Com estes textos, queremos mostrar o orgulho que temos no nosso país! aldeias e vilas como Abrantes, e finalmente cheguei ao meu destino: Tomar. Quando cheguei, sentei-me ao pé da “Casa dos Ratos”, como a minha avó lhe chama, que foi uma propriedade que pertencia ao meu bisavô. Em Tomar, visitei tantas coisas e vi também muitos rios, como o Nabão e o Zêzere. Quase todos os monumentos estão relacionados com factos religiosos, ora vejam: o Convento de Cristo, Convento de Santa Iria, Ermida de São Gregório, Capela de São Lourenço, Igreja de São João Numa bela manhã, eu e os meus amigos viajámos até Batista e a aos Açores, para a ilha de São Miguel. Começámos por Sinagoga. visitar a igreja de São Miguel. Na Lagoa das Sete Cidades, Ah! Já me fizemos slide e a corda partiu-se, por isso caímos na lagoa esquecia de vos e ficámos todos molhados. Tivemos de ir beber um chá para dizer que vim a Tomar para ver a Festa dos Tabuleiros, que aquecer. Chamava-se Gorreana e é um chá produzido em se realiza de quatro em quatro anos. São Miguel. Como estávamos com fome, fomos ao Dinis Pereira, 4ºA restaurante e comemos um cozido feito nas furnas. Nunca tinha comido um cozido tão bom! Depois fomos passear Hoje de manhã, decidi estudar para o teste de Estudo do pela ilha. Fomos à Ermida de Nossa Senhora da Paz, ao Meio. Quando abri o livro e comecei a ler, senti-me como se Forte de São Brás, ao Monumento Natural da Caldeira estivesse num avião. Primeiro, aterrei no Norte em Viana do Velha e, por fim, fomos à Praia da Povoação tomar um Castelo, ao pé da Serra da Peneda. Teve graça, pois eu fiz banho nas águas quentes. No dia seguinte, pela manhã, um trabalho sobre esta serra para apresentar na escola. apanhámos o avião com destino ao Porto. Chegámos Descobri coisas fantásticas e até fiz novos amigos, mas cheios de fome, por isso fomos logo comer uma tinha de continuar a aventura. francesinha. Depois de almoçar, fomos visitar a Torre dos Depois, aterrei ao lado do Rio Mondego. Desta vez pude Clérigos, o Palácio da Bolsa e a Ponte Maria Pia, que fica confirmar que a atrás da Ponte do Infante. Por fim, fomos à Casa da Música sua nascente era e fomos também às caves do Vinho do Porto. No regresso a na Serra da Lisboa, passámos por Aveiro, onde andámos de moliceiro e Estrela e que este comemos docinhos de ovos-moles. rio tinha 258 O que mais gostei desta viagem foi ter visitado os quilómetros de Açores, pois tem paisagens muito bonitas, os campos são extensão. Percebi muito verdes e têm flores muito bonitas. Os habitantes de que tinha adorado São Miguel são muito simpáticos e têm uma pronúncia ver aquelas belas muito engraçada! paisagens e conhecer os habitantes de lá. A seguir, fui ao distrito de Ana Filipa Tavares, 4ºA Faro, para ver os matos de urze e medronheiros da Serra Finalmente chegava aquele fim de semana que tanto do Caldeirão. Gostei de descobrir que esta serra tem 589 desejava. Os meus pais foram buscar-me à escola e daí, metros de altitude. Quando dei por mim, já estava em casa. íamos até Tomar. Estava tudo preparado: as malas no Afinal, foi tudo um sonho. Nunca irei esquecer esta minha carro, o depósito de gasóleo cheio, a minha irmã sentada na aventura por Portugal. E assim continuei a estudar, como se cadeirinha com o cinto posto. Começou a nossa viagem. nada tivesse acontecido. Passei por muitas estradas e autoestradas, vi muitas Rita Gonçalves, 4ºA


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Colégio dos Plátanos

Escrita Criativa

PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL...

C

erto dia fui a Aveiro. Esta cidade com cerca de 78450 habitantes é conhecida como a “Veneza de Portugal” por causa dos barcos moliceiros e tem várias gastronomias

passei pela ilha de São Miguel. Por lá fui visitar uma amiga que me levou a comer o famoso cozido das furnas. Devo-vos dizer que as furnas cheiravam mesmo mal, o enxofre, mas o cozido sabia mesmo bem! Ainda tive tempo de passar pela Lagoa das Sete Cidades e pela bela cidade de Ponta Delgada para ver os seus belos monumentos.

Por fim, cheguei a Santa Bárbara, uma freguesia com 15,42 quilómetros quadrados e 405 habitantes. Esta bela freguesia fica num vale com vista para o Oceano típicas, como os ovos moles. Atlântico. Por esta freguesia pesquei e participei na Uma música típica é a “Canção do Moliceiro”. Os vindima da famosa reserva natural da Baía de São barcos circulam pela ria de Aveiro, também conhecida Lourenço. Para finalizar, fui à Igreja de Santa Bárbara. como Delta do Vouga. O artesanato incluiu a cerâmica. Só tive pena de não estar calor porque na Praia de Nesta viagem fui ao Museu da Arte Nova. Nesse dia São Lourenço durante a época balnear praticam-se eu festejei a festa de São Gonçalinho! desportos radicais como o surf e a canoagem. Esta viagem foi a viagem mais divertida de todas!

Bárbara Gonçalves – 4ºB

Gonçalo Santos, 4º B

E

stava a ler uma revista sobre aldeias portuguesas e a que se destacou mais foi Espinhoso, na fronteira do distrito de Bragança e Vila Real.

S

aímos de casa cedo para ir ao Porto. Fomos pelo litoral porque era mais depressa. Parámos em Aveiro para almoçar, saímos do distrito e fomos para norte para pernoitar no Porto. Chegamos e fomos visitar a ponte de D. Luís, uma ponte muito bonita do metro, dos automóveis e das pessoas; as Caves do Vinho do Porto, uma autêntica coleção de barris de vinho português; a Torre dos Clérigos, uma torre que põe os pés a doer, mas que compensa porque a vista panorâmica é linda; o Palácio de Cristal que tem uma

O meu avô materno nasceu em Espinhoso, então decidi ir visitar esta aldeia, na minha auto caravana. Demorei 5 horas. Quando cheguei a Vinhais, ao pé de Espinhoso, havia muitas pessoas nas praias fluviais. Também existem muitas charcutarias e restaurantes típicos. Havia imensos campos de agricultura espalhados por todos os sítios, pequenos animais habitavam nas hortas, enquanto os agricultores trabalhavam duro em Espinhoso. Martim Patinho, 4º B

F

ui aos Açores, à freguesia de Santa no concelho da Vila do Porto, na ilha de Santa Maria. Foi uma gira e longa viagem. Iniciei-a pela ilha do Pico para ver a serra. E era mesmo alta! Depois fui à ilha Terceira, só mesmo para ver a serra com o meu nome, a serra de Santa Bárbara. E mesmo antes de ir para Santa Maria,

cúpula com uns jardins espetaculares e a Casa da Música que é muito gira, onde fui a um concerto de jazz. O Porto é uma cidade muito gira com uma gastronomia deliciosa… adorei as francesinhas! Ah! E também gostei da histórica Estação de São Bento! João Silva – 4ºB


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Escrita Criativa

V

iseu é uma cidade muito bonita que fica no norte do país. A viagem de Lisboa durou 4 horas. Para chegar a Viseu, passei por algumas cidades importantes como Leiria, onde existe o Pinhal de Leiria e Coimbra onde há universidades. Quando cheguei a Viseu fui ao centro da cidade, que se chama Rossio. Depois fui a uma rua chamada Rua Direita, onde há muitas lojas. Logo de seguida fiz uma pausa para almoçar e de sobremesa comi uns pastéis típicos chamados pastéis Viriatos. Em Viseu vi dois monumentos importantes, a estátua do Viriato e a Sé de Viseu. Viriato foi o chefe dos Lusitanos e foi morto pelos romanos. Perto de Viseu existem as termas de São Pedro do Sul e a Serra do Caramulo. No fim do dia fui dormir a casa dos meus tios-avós maternos. Viseu é uma cidade extraordinária! Matilde Figueiredo, 4ºB

B

eja, no Alentejo, foi fundada há cerca de 400 anos a.C., pelos célticos, um povo que habitava grande parte dos territórios de Portugal a sul do Tejo. Os cartagineses lá se estabeleceram durante algum tempo, no século III a.C, um pouco antes da sua derrota e expulsão da Península Ibérica pelos

romanos. Com a conquista romana, a cidade passa a fazer parte do Império Romano, ao qual pertenceu durante mais de 600 anos. A sua importância é atestada pelo facto de por lá passar uma das vias romanas. Em Beja come-se sopa de beldroegas, sopa de cação, cozido de grão com vagens à Alentejana, bolo Príncipe e Geladinhos. Os monumentos existentes em Beja são: o Convento de São Francisco, o Convento de Nossa Senhora da Conceição e a Igreja de Santa Maria. É a segunda capital de distrito mais quente de Portugal Continental, a seguir a Évora. O touro do brasão da cidade representa a lenda da serpente que vivia nos arredores da cidade de Beja. Maria Carolina Pereira, 4ºB


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Colégio dos Plátanos

Escrita Criativa UMA BRINCADEIRA DIFERENTE

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O MEU CAVALINHO DE FOGO

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uma linda manhã de Páscoa, estava tão quentinho que até parecia verão. O coelho Pimpão lembrou-se de convidar os seus amigos para um piquenique no jardim onde viviam.

uma noite muito escura, antes de adormecer um brinquedo chamou pelo meu nome. Era o meu cavalinho de fogo que queria falar comigo.

O coelho pensou… pensou e teve uma ideia: - Amigos querem vir fazer omeleta de chocolate? - Sim, mas o que é isso?- perguntou a coelhinha Andreia.

O cavalinho pediu-me para lhe pedir um desejo. Eu fiquei muito surpreendida porque o meu brinquedo estava a falar comigo. Não é normal os brinquedos falarem com as pessoas.

-Isso é uma brincadeira que eu inventei - respondeu o O cavalo pediu-me para não ficar assustado e Pimpão. dizer-lhe o meu desejo. - E como se faz?- perguntou o coelho João. Eu disse ao meu cavalo que queria uma volta ao mundo.

- Faz-se com ovos da Páscoa. Todos se riram à gargalhada gostando muito da ideia.

Ele concedeu-me esse desejo. Beatriz Lopes, 2º A

No fim da brincadeira, o Pimpão tinha presentes para os seus amigos, dois presentes eram ovos da Páscoa e o outro era uma boneca que se chama Carlota Cambalhota. Decidiram fazer uma votação para ver quem ficava com a boneca e chegaram ao consenso de ser para o Pimpão. Perlimpimpim esta história chegou ao fim. Margarida Miranda, 2º B

O MEU FUTURO O meu futuro é dançar no palco a brilhar, todos a aplaudir e eu a sorrir. Quero viajar para noutros países dançar. Vou voar para o infinito onde é tudo bonito. Quero ir para Londres e para Paris onde vou estar muito feliz, a seguir o meu sonho eu vou estar… Não a cantar, mas sim a dançar. Desde pequena que gosto de dançar por isso o meu futuro vai ser encantar! Não quero inimigos, mas sim amigos. Bárbara Gonçalves, 4ºB


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Aprender a Aprender

O PROJETO DO 2º ANO

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as salas do 2º ano já se fazem trabalhos a sério. Os alunos foram desafiados pelos seus professores a pesquisar sobre um animal à escolha, em grupo ou de forma individual. O objetivo era depois apresentar o trabalho aos colegas de turma. Os meios à disposição eram vários e cada aluno escolhia a forma como o pretendia fazer: em PowerPoint, cartolina, entre outros. Era só bicharada na sala de aula! Todos ficaram a saber mais sobre a baleia-azul, o peixe-dragão, o tigre-branco, a chita, o simpático koala, cavalos-marinhos ou o exótico quivi, que muitos, certamente pensavam que era apenas um fruto. Com esta iniciativa, pretendeu-se motivar os alunos para novas aprendizagens e estimular o conhecimento de uma forma divertida. Os trabalhos ficaram magníficos! Os professores do 2º Ano

ALGUNS DOS TRABALHOS APRESENTADOS NO 2º A

Bernardo Ferreira e

Joana Duarte e André Reis

Marília Martins

Tiago Domingues

Lourenço Ferreira

DUAS APRESENTAÇÕES DO 2º B

Carolina Martins e Dinis Batista


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Colégio dos Plátanos

Aprender a Aprender

LOBO IBÉRICO CATIVA ALUNOS

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orque os alunos do 3ºB sabem que o reino animal é muito mais do que cães, gatos e periquitos, iniciaram uma pesquisa sobre animais selvagens ou em vias de extinção. E com a apresentação dos trabalhos à turma, todos ficaram a saber muito mais sobre o maravilhoso reino animal. Mas entre os golfinhos roazes, que habitam nas águas do rio Sado, a medonha pantera negra, a lontra tão simpática ou o solitário gavião, houve um animal que despertou os alunos para a conservação das espécies existentes: o lobo ibérico. Os alunos ficaram a saber que se designa por ibérico pois habitava em liberdade pelas florestas da Península Ibérica. Atualmente é uma espécie em vias de extinção, e que em Portugal vive em cativeiro no Centro de Recuperação do Lobo Ibérico, na Malveira, bem perto de nós. Em sala de aula, pesquisou-se informação sobre o centro, através do link http://lobo.fc.ul.pt/?page=conteudos/cr_lobo_iberico Sem dúvida uma visita de estudo a planear. Professora Cátia Rodrigues Íris Vieira, 3º B

Rafaela Pedro 3º B Marta Sanches e Mariana Caldeira, 3º B


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Etc & Tal...

Aprender a Aprender

SOMOS NÓS OS PROFESSORES!

P

or já estarem no 4º ano, os alunos são cada vez respeitar opiniões e, principalmente, aprender uns com mais incentivados pelas professoras a ser os outros.

autónomos na aquisição dos conhecimentos. Desta

Para além disso, neste mês de março foi forma, ao longo deste ano, os alunos têm feito as desenvolvida a atividade de estudo autónomo, na sala pesquisas e preparado apresentações de pequenas de informática. A partir de um guião dado pela partes da matéria, para a explicar aos colegas. É isso professora, explorámos um PowerPoint com o resumo mesmo! Serem eles os “professores”! Ao pesquisar, na da matéria dada. No final, pusemos os nossos internet ou em livros e enciclopédias, estão a adquirir conhecimentos à prova com alguns jogos interativos. conhecimentos.

Quem disse que estudar não é divertido?

Por outro lado, também têm trabalhado em grupo ou a

A Turma do 4º A

pares, porque é importante a troca de ideias, saber

4.º A

Trabalhos sobre as Serras

Trabalhos sobre os Reis de Portugal - 4.º A

Estudo Autónomo na Sala de Informática - 4.º A


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Colégio dos Plátanos

Aprender a Aprender

PESQUISAR PARA APRENDER

O

s trabalhos de pesquisa são importantes

Os estudantes fazem vários trabalhos com a ajuda da

porque nos ajudam a estudar. Quando fazemos internet pois ela além de ser um ótimo sítio para

pesquisas ficamos a saber mais sobre vários assuntos e pesquisar, também o é para aprender a brincar. Isto ganhamos cultura geral.

devido às diversas informações que tem disponível em

Pesquisar pode ser uma coisa divertida porque o diferentes sites. saber não ocupa lugar.

Através da internet podemos esclarecer dúvidas ou Matilde Figueiredo, 4º B mesmo comparar diferentes informações sobre o mesmo facto. Temos ainda acesso a imagens variadas e notícias

S

variadas, ao minuto, sobre a atualidade. abem como fazer pesquisas? Não? Eu digo-vos. Como vocês sabem existem várias maneiras de

fazer pesquisas de informação, como por exemplo a internet.

Bárbara Gonçalves, 4º B


Etc & Tal...

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Clube de Ortografia

AS REGRAS A RIMAR, YO!

C

om uma língua tão rica como a nossa, nem sempre é fácil decorar as regras de ortografia. Como saber quando usar dois “ss” ou “-se”, ou o “u” em vez do “o”? No âmbito do Clube de Ortografia, a psicóloga Andreia Ferrador desafiou os alunos a fazê-lo de uma forma divertida. Tinham que formar grupos, investigar as regras e escrever um rap com as regras.

Rita Leite, Inês Oliveira, Maria Gaspar, Filipe Metelo e Francisco Silva – 3.ºA

Simples. Os alunos divertiram-se imenso a mostrar o trabalho aos colegas, não só os dotes linguísticos, mas sobretudo os artísticos. Até houve quem trouxesse adereços! Yo! A Turma do 3º A

Madalena Faísco, André Botelho, Isabela Carvalho e Afonso Silvestre – 3.ºA

“FOTOGRAFAR” AS PALAVRAS

D

iariamente escrevemos e lemos centenas de palavras: grandes, pequenas, simples ou complexas. Muitas também são aquelas que vemos pela primeira vez. Quando isso acontece, diz a nossa professora: “Fotografem-na!”. Claro que a nossa máquina está sempre disponível; é a nossa memória visual.

exercícios e temos feito ao longo das aulas, cartazes com casos de leitura expressos, de modo a que possamos olhar para as palavras e memorizá-las, para as lermos e escrevermos bem!

Com o Clube de Ortografia, temos intensificado esses

A Turma do 3º B

Quem pela nossa sala passar, muito vocabulário poderá apreciar!


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Colégio dos Plátanos

Diversos O 1º ANO FOI À PRÉ

A

s duas turmas do 1º ano foram visitar as salas do Ensino Pré-Escolar, para mostrar aos mais pequeninos como é bom já saber ler e contar muito bem.

Noutro dia foi a vez dos meninos da Pré retribuírem a visita e lá foram eles às salas dos crescidos. Sentados no chão, com perninhas à chinês, ouviram com atenção, textos que os alunos já leem tão à-vontade. Ficaram ansiosos, já se sabe, por também eles deixarem a bata e passarem para o pátio dos crescidos! As Turmas do 1º Ano

O 1º B NA SALA VERMELHA

OS ALUNOS DA PRÉ NA SALA DO 1º A


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Carnaval DESFILE DE CRIATIVIDADE As máscaras de Carnaval dos miúdos do Colégio estão cada vez mais originais. Entre as habituais princesas e super-heróis encontraram-se muitos fatos feitos em casa. Palmas para a criatividade! o dia mais divertido

do ano!

Princesas,

É palhaços, samurais, ou sevilhanas, qual dos

fatos o mais giro! Este ano houve muitos espantalhos, quem sabe se inspirados no Ernesto, o espantalho da horta biológica da Pré. O dia foi de brincadeira, já se sabe, e de uma ida ao teatro. À tarde o tão aguardado desfile. Pequeninos primeiro, seguidos dos mais crescidos do primeiro ciclo, todos acompanhados por um aluno do 9º ano. E foi com muita emoção que desfilaram na passarela, observados por muitos pais e avós que, aproveitando o bom tempo, foram aplaudir os

Vencedores do 1º Ciclo

pequenos foliões. Palmas para todos, em especial para a cupcake Matilde Rua do 3ºA, que ganhou o primeiro lugar do 1º ciclo. Em segundo ficou um saco de pipocas, ou melhor, a Inês Alenquer, do 4ºA e em terceiro o Salvador Lourenço do 3º A, transformado no logótipo do colégio. Nos pequeninos o primeiro lugar foi para o António Filipe, da sala amarela, o segundo para a Beatriz Granja, da sala azul, e o terceiro para a Matilda Santos, da sala laranja, mascarada de varina. Ao fim da tarde os mais crescidos do 2º e 3º ciclo participaram num Baile de Carnaval. A redação

Vencedores da Educação Pré-Escolar


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Colégio dos Plátanos

Sugestão de Leitura AMIGAS MONSTRUOSAS PARA SEMPRE, DE GITTY DANESHVARI

C

omeçou o ano em Monster High, a escola de monstros mais famosa de sempre. Rochelle, Venus e Robecca são as alunas recém-chegadas, que depressa se tornam amigas inseparáveis. A professora Sylvia Flapper também acabou de chegar! Aparentemente, simpática e inofensiva, torna-se numa ameaça para a escola. Esta traz um conjunto enorme de tróleis para a protegerem e vigiarem todos os corredores e salas. Rochelle, Venus e Robecca descobrem os seus planos para dominar a escola e vão unir-se para a salvar. Será que conseguem?

Catarina Casimiro, 5º A

OS LUSÍADAS DE LUÍS VAZ DE CAMÕES CONTADOS ÀS CRIANÇAS E LEMBRADOS AO POVO

A

obra Os Lusíadas, de Luís Vaz de Camões, e adaptada por João de Barros, conta a história de uma nação sem medo e receio: os portu-

gueses. Comandados pelo famoso capitão Vasco da Gama, os portugueses desvendaram os segredos do mar, como o gigante Adamastor ou até as ninfas, as “fadas” do mar. Lutaram estes contra os Mouros e chegaram à Índia, onde deixaram de ser desconhecidos pelo mundo. Só a coragem e a audácia dos portugueses seriam capazes de tal proeza heroica! Rita Dupim, 6º C

DIÁRIO DE UMA TOTÓ

D

iário de uma Totó é uma coleção de seis livros escritos por Rachel Renée Russell.

Esta coleção de livros conta a história de uma totó, Nikki, que entra numa nova escola. Esta terá de arranjar novos amigos, tentar acompanhar os avanços de tecnologia e moda, lidar com a rapariga mais popular da escola e os seus dramas, e tentar esconder o seu amor secreto por um amigo, fotógrafo da escola. Nikki vai ultrapassar muitas desilusões, vitórias, humilhações, mas vai ganhar amigos verdadeiros. No final de tudo, Nikki acaba sempre por arranjar uma solução. Ou talvez não… Leonor Caetano, 6º A


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Etc & Tal...

Cantinho da Infantil

BRRR, QUE FRIO!!! Os pequeninos da sala verde adoraram saber mais sobre o inverno e os seus animais, como o urso, por exemplo. Não têm frio, claro que não, porque têm casacos muito muito quentinhos. Através deste tema, os meninos ficaram a saber mais sobre o inverno e os acessórios que nunca deverão esquecer, como roupa quentinha, galochas e um chapéu para os proteger das mil e uma gotinhas de chuva, que também foram desenhadas! E nunca se esquecem de atualizar o mapa do tempo na sala. Sol, vento, nuvens ou muita chuva. Outras salas também se divertiram a colorir mais o inverno.

Francisco, Inf. 1

Matilde e Henrique, Inf. 1

Mª Júlia e Dinis, Inf. 1

VAMOS APRENDER

Fausto Carvalho, Pré B

Número um, número dois, quadrado, triângulo, retângulo e círculo. Os meninos da sala verde já sabem muitas coisas de crescidos. Aos bocadinhos, que alguns ainda são muito pequeninos. No seu primeiro trabalho de grupo, escolheram imagens de uma revista e pintaram algarismos com o dedo. Que maravilha!!! Mas nas outras salas a palavra de ordem também é aprender. Sobretudo na pré, que os meninos já estão a iniciar-se na escrita. Nos trabalhos das letras, os meninos já escrevem muitas palavras. “E” de elefante, escadote e escova. “A” de abelha, árvore, avião e ananás!

Daniel Pinheiro, Pré A

Gonçalo, Sara, Mª Rita e André, Inf. 1

Zara Truta, Pré B

Tiago Matos, Pré A

Leonor Alcobia, Pré B

Rita Bretes, Pré A


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Cantinho da Infantil

PINÓQUIO VISITA OS OCEANOS A aventura de Pinóquio nos Oceanos foi contada aos meninos da Pré pela educadora estagiária Daniela Ferreira. O menino de madeira viajava nos oceanos com o seu pai Gepeto quando uma onda gigante o fez cair à água. Mas aquilo que lhe parecia ser uma enorme tragédia revelou-se afinal numa aventura maravilhosa pelos oceanos do mundo. As crianças fizeram um lindo cartaz dos oceanos onde colocaram os animais que o Pinóquio terá visto na sua odisseia: pinguins, peixes-balão e palhaço, ursos polares, tubarões e enormes baleias. A par disso, os meninos fizeram trabalhos de grupo com a fauna e a flora dos diferentes oceanos. Parabéns! A redação

Trabalho de Grupo—Pré A

Trabalho de Grupo—Pré B

O AMOR É LINDO!!! No coração dos pequeninos o amor é muitas coisas. É a mãe, o pai e os manos, em primeiro lugar. Depois vem o amor dos amigos e para com os animais. Amor também é dar abraços e ser amigo. Dar beijinhos, escrever cartas ao namorado e casar. É dar as mãos e poder brincar!

Trabalho de Grupo, Inf. 1

Rafael Fernandes, Inf. 3

Catarina Neves, Inf. 3

Mariana Videira, Inf. 3

Mª Helena Carvalho, Inf. 3

Trabalho de Grupo, Inf. 3


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Etc & Tal...

Cantinho da Infantil

PINTAR COMO… MIRÓ A sala laranja mais parece um museu, com lindas pinturas de Miró feitas pelos alunos. O projeto da sala é o dos Museus e nada melhor do que serem os próprios meninos os autores dos quadros. Pintaram formas do pintor espanhol, recortaram, para trabalhar a motricidade fina, envernizaram e montaram uma belíssima exposição. Que é grátis, para todos os que a queiram visitar. E a propósito de museus, fizeram um bonito cartaz a lembrar todos os museus que já visitaram com as suas famílias. Muito bem!

Inf. 3

Inf. 3

Taiana e Matilde Coimbra, Inf. 3

Inf. 3

O CARNAVAL É… Para além da brincadeira, os meninos da Educação Pré-Escolar fizeram trabalhos lindos sobre o Carnaval, com palhaços alegres pintados com tintas muito garridas e frases sobre o que representa para eles a época mais engraçada do ano.

Trabalho de Grupo, Inf. 3

Trabalho de Grupo, Pré B

Inês Neves, Inf. 2

Inês Neves, Inf. 2


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Colégio dos Plátanos

Fastrackids

JÁ SABEMOS O QUE É A ECONOMIA Terminámos em fevereiro o tema “Economia” que nos explicou como funciona o mundo dos negócios. Familiarizámo-nos com o conceito de troca ou de comércio, primeiro em géneros e depois com a moeda. Aprendemos como os produtos são feitos, transportados, comercializados e usados. Descobrimos também quais as necessidades básicas do ser humano: alimentação, vestuário e abrigo e aprendemos a diferenciar entre as necessidades básicas e aquilo que nos conforta ou gostamos de ter. Estabelecemos diferentes critérios para classificar produtos para serem expostos numa loja: por preço, por tipo de produtos, etc. Explorámos o conceito de oferta e procura, enquanto se atribui um preço e se coloca um produto no mercado. Aprendemos que as pessoas produzem e vendem coisas, ganham e gastam dinheiro. Esta é uma das bases da economia. Com o coelho Simão ficámos a saber que podemos ter diferentes objetivos para poupar dinheiro e que antes de comprar alguma coisa, temos primeiro que ganhar o dinheiro. Por isso mesmo é que construímos um mealheiro. Fizemos limonada como forma de ilustrar que a partilha de materiais em bruto, nos permite criar um produto único e diversificar a comercialização dos mesmos produtos. Aprendemos ainda que os estudos de mercado são uma troca de ideias entre consumidores e as empresas, com o objetivo de as empresas construírem o produto

que os consumidores vão querer comprar. E assim, percebermos como as empresas decidem o que produzir. Criámos ainda uma granola muito saborosa. Primeiro provámos cada um dos elementos utilizados, depois desenvolvemos o processo de produção em equipa, numa sequência específica, com muita atenção às medidas/quantidades para fazer um produto consistente. Depois de ir ao forno, distribuímos por toda a turma. Fizemos e decorámos uma embalagem e estudámos as diferentes maneiras de publicitar um produto e os diferentes meios de comunicação que podem ser utilizados. Ajudámos uma empresa de brinquedos a criar um monstro ao nosso gosto, explorando as muitas decisões que são tomadas durante esse processo criativo. Daqui surgiu o pedido para criar um monstro em material reciclado, em colaboração com os pais, e fazendo a ligação ao projeto anual de cada uma das salas. Assim, da Sala Verde surgiram os Monstros da Fadas, da Sala Laranja os Monstros dos Museus, da Sala Vermelha os Monstros do Espaço, da Sala Amarela os Monstros do Leão e da Sala Azul e dos alunos de 1º Ciclo, Monstros. Este módulo culminou com a exposição dos nossos Monstros que, graças ao empenho de cada um e também dos pais, foi Monstruosa!!!!! A redação

Daniel Dias e Afonso Marques

Pré A

Inês e Nuno, Inf. 2

Pré A


Diversos

COLORIR O AMOR

A MINHA MÃE VEM À SALA

o dia anterior ao Dia de São Valentim, pintámos com aguarelas um coração de muitas cores. Cada um escreveu no seu coração a sua ideia com base na frase:" O amor é... ". O objetivo é fazer lembrar as coisas boas da vida, onde depositamos amor, carinho e alegria. Foi a família, os animais, a natureza, o alvo das mais belas declarações.

odos os anos o professor Nuno Bacalhau, do 2ºA, “desafia” os Encarregados de Educação dos seus alunos a desenvolverem uma atividade na sala.

N

T

A mãe do Gabriel Vilas Boas tomou a iniciativa de construir uma máscara, por altura do carnaval. O professor adorou a ideia e os miúdos também. A Redação

Para o João Reis “O amor é…”: “Os tios, os primos, avós, pais, irmãos, amigos. São toda uma bela família, que é tão doce como o chá de Tília. Os animais pensam por instinto mas conseguem sentir aquilo que eu sinto.” Para o Francisco Cascais “O amor é…”: “A amizade que todos nós sentimos no fundo do nosso coração. Aí reside a paixão, o amor e a alegria.” A Turma do 3º B

LE GOÛTER DES CRÊPES

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es élèves de la 9ème année ont organisé avec leurs professeurs de français le goûter des crêpes. Cette activité a lieu toutes les années. C’est une tradition au collège. C’est un moment où les professeurs et les élèves confectionnent des délicieuses crêpes et invitent tout le monde à les déguster. L’objectif: c’est connaître la culture française. Professeurs et élèves se sont engagés et on a beaucoup travaillé. Pendant quatre heures, on a confectionné les crêpes, on a fait la vaisselle, on a nettoyé …. enfin, un travail d’équipe. Crêpe au chocolat, à la confiture … ont fait les délices de tous. Tout le collège a participé et a mangé nos délicieuses crêpes. Nous vous remercions de votre collaboration. On s’est amusé, on a parlé, on a rigolé. Ce sont des moments inoubliables. Prof.ª Mª do Céu Calado e Prof.ª Fernanda Baptista

FICHA TÉCNICA Direção: Infantil - Educadora Mª João Cascais 1º Ciclo - Prof.ª Patrícia Timóteo 2º Ciclo - Prof.ª Sara Alves e Prof. ª Diana Damião 3º Ciclo - Prof.ª Judite Centeno e Prof. ª Gracinda Alves Redação: Alunos e Professores do Colégio Paginação: Prof.ª Altina Sousa Revisão: Ana Catarina Guerreiro Ilustração: Alunos do Colégio Edição: Colégio dos Plátanos Tiragem: 200 exemplares Propriedade: Colégio dos Plátanos Avenida dos Plátanos, nºs 2, 4, 6 Rinchoa 2635-544 Rio de Mouro Telefone: 219178200 Fax: 219171820 www.colegiodosplatanos.com

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ETC&TAL - 2ªedição 2014/2015  

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