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Ano letivo 2014/2015 - 1 Plátano

dezembro 2014

PARABÉNS, PLÁTANOS!

O Dia mundial da Alimentação

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O meu quarto

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Vamos fazer ecológica

publicidade

Atenção ao trânsito

8 9

Bom dia, Sr. Presidente

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O escritor das mil histórias

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Os tablets na Educação

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Hoje, eu faço parte da História

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A minha Flauta e Eu

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Escrita Criativa

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Somos quem queremos ser

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Halloween

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Hoje a aula é de culinária

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Sabe ou não Saramago escrever para crianças?

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Ler na biblioteca do Colégio

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Dado mágico matemática

ajuda

na

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Cantinho da Infantil

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Fastrackids

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Acrósticos de Natal

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ranking dos exames nacionais, realizado pelo Ministério da Educação, coloca mais uma vez o Colégio dos Plátanos nos lugares cimeiros do pódio. No ano letivo passado, os resultados dos alunos do 9º ano permitiram alcançar o quarto lugar a nível nacional, o primeiro no distrito de Lisboa e no concelho de Sintra. Os resultados do 6º ano também foram bons, colocando o colégio em sexto lugar a nível nacional, em segundo no distrito de Lisboa e primeiro em Sintra. No quarto ano, o lugar conquistado foi igualmente o sexto a nível nacional, segundo no distrito de Lisboa e também no concelho de Sintra. A redação Entrega de diplomas a ex-alunos

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no 9º ano foram,

uma vez mais, agraciados com

a

diplomas obtidas

Nesta edição incluímos publicidade. O contributo desta reverterá para a Viagem de Finalistas dos alunos do 9º ano, a realizar na interrupção letiva da Páscoa de 2015. Agradecemos a todos os que aderiram a esta iniciativa.

s, os ex-alunos

entrega pelas nos

de notas

exames

nacionais do ano transato.

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Aniversário do Colégio!

Na vanguarda da sustentabilidade

Dia 3 de outubro foi o dia de aniversário do colégio, com festa em todos os ciclos de ensino. Um enorme 31 à porta da secretaria lembrava a idade, já crescida, dos Plátanos.

Bandeira Verde hasteou-se pelo sétimo ano consecutivo no Colégio dos Plátanos. Este galardão, atribuído no âmbito do projeto Eco Escolas, representa não só o cumprimento das metas designadas pelo programa, mas um sem número de iniciativas promovidas há vários anos pelo colégio por forma a torná-lo cada vez mais sustentável e amigo do ambiente. Pág. 3

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Etc & Tal...

Destaques

O ESFORÇO COMPENSA!

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o ano letivo de 2013/2014, o Colégio dos Plátanos destacou-se uma vez mais na classificação do ranking das escolas realizado pelo Ministério da Educação. Alcançou o quarto lugar a nível nacional, o primeiro no distrito de Lisboa e também no concelho de Sintra. Isto, no que diz respeito ao 9º ano e num universo de escolas que realizaram 50 ou mais exames. O nosso colégio realizou 98 exames e obteve uma média de 4,07 valores, registando uma subida em relação aos 3,85 do ano anterior.

Lisboa e primeiro no concelho de Sintra, com 160 exames realizados, mantendo a média de 4,04 valores do ano passado.

No que diz respeito ao 6º ano, o Colégio posicionou-se no sexto lugar a nível nacional, segundo no distrito de

A redação

No global das provas de Português e Matemática realizadas no 4º ano, também aqui o Colégio alcançou o sexto lugar a nível nacional, o segundo no distrito de Lisboa e segundo no concelho de Sintra. De um total de 108 exames realizados, foi conseguida uma média de 4,14 valores. Parabéns a todos!

ALUNOS DO 9º ANO RECEBEM DIPLOMAS

O

s ex-alunos do 9º ano que obtiveram melhor classificação no final do ano passado foram homenageados com a entrega dos diplomas.

Tomás Reis

Sofia Bento

A cerimónia decorreu no dia 12 de setembro no Auditório Prof. Amílcar Oliveira e foi presidida pelo diretor Rui Curica, que não poupou elogios ao desempenho dos alunos que obtiveram nível cinco nas provas de final de ciclo de Português e/ou Matemática. A redação

COLÉGIO CELEBROU 31º ANIVERSÁRIO

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ia 3 de outubro foi dia de festa. Assinalou-se o 31º aniversário do Colégio dos Plátanos com

bolo e animação em todos os ciclos de ensino. Na Educação Pré-Escolar, o diretor do colégio, Dr. Rui Curica, cantou os parabéns com os pequeninos e convidou algumas crianças para com ele apagarem as velas. No primeiro ciclo, a honra coube a duas alunas que também celebravam o seu aniversário, a Rita Silva, do 1ºB, e a Margarida Moreira, do 4ºB. No 2º e 3º ciclos os escolhidos foram os delegados de turmas do 6º e 9º ano. No final, todos tiveram direito a uma deliciosa fatia do bolo de chocolate. A redação


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Colégio dos Plátanos

Em destaque

DA RECICLAGEM À PRODUÇÃO DE ENERGIA Dia 21 de novembro marcou o dia em que no Colégio dos Plátanos, pelo sétimo ano consecutivo, se hasteou a bandeira Verde do projeto Eco escolas. Mas da reciclagem, recolha de tampinhas, até à produção de energia, há um sem número de iniciativas que provam que o colégio não se limita a cumprir as metas do programa. Estamos na vanguarda da sustentabilidade.

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cerimónia decorreu no pátio principal e foi apresentada pela professora Sofia Lima, como é hábito. Estiveram presentes o diretor Dr. Rui Curica, o presidente da Junta de Freguesia Dr. Bruno Parreira, o representante dos encarregados de educação Dr. Filipe Santos e o aluno João Coelho, em representação dos seus pares. Ouvido o hino Eco-escolas, cantado pelos elementos do coro, foi depois enaltecido o facto de ser já a sétima bandeira verde para o colégio e entregues os diplomas de mérito aos alunos do conselho Eco-escolas do ano passado. Mas falar da Bandeira Verde e do projeto Eco-Escolas é muito mais do que enumerar todas as ações designadas por este programa. Há que olhar para um todo. É falar das campanhas de reciclagem, na recolha de rolhas ou de pequenos eletrodomésticos para o Depositrão. Das pilhas no pilhão e da entrega na farmácia de medicamentos fora do prazo, numa iniciativa com a Valormed.

Mas há mais. O colégio tem, desde há sete anos, painéis solares fotovoltaicos e de micro-geração que permitem, por um lado, aquecer as águas, mas também produzir alguma da energia para próprio consumo, caminhando para uma autossuficiência cada vez maior. Outra das medidas de aplaudir é o furo de água existente no colégio, que abastece todos os sanitários. Não esqueçamos muitas outras iniciativas: o Eco Dia, que junta pais, alunos, professores e vigilantes num passeio com caráter ambiental, do Open Day Eco Escolas, que decorreu no ano passado e da ação de erradicação de espécies infestantes que decorreu na serra de Sintra Mas falar da bandeira verde no nosso colégio é também falar de partilha e solidariedade. É falar do programa de troca de brinquedos que ocorre todos os anos, da recolha de tampinhas para a Miriam e da campanha Papel por Alimentos. A nossa pegada ecológica está cada vez menor. A redação

Dr. Rui Curica, Miguel Coelho, Dr. Bruno Parreira , Dr, Filipe Santos e Prof.ª Sofia Lima

Prof. Marco Rios

O coro sob a direção da Prof.ª Raquel


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Eco-Escolas PAPEL HOJE, UM PRATO DE COMIDA AMANHÃ!

FORÇA, MIRIAM!!!

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N

ão é do Miriam com colégio, os pais mas já todos a conhecem. Falamos da Miriam, de quatro anos, que já está em Miami, nos Estados Unidos, para onde conseguiu ir graças à união de esforços de várias pessoas e entidades, entre os quais o Colégio dos Plátanos.

Colégio

dos

Plátanos

Campanha Papel por Alimentos, do Banco Alimentar Contra a Fome e mobilizou toda

precisa. Jornais, revistas, panfletos publicitários, ou outro papel que já não tem serventia em casa, está a ser trazido pelos alunos do Colégio, que, para ganharem consciência dos seus atos, o vão eles próprios pesar. Esta parte é importante. É que por cada tonelada de papel entregue à empresa de recolha e recuperação de desperdícios, esta entrega o equivalente a 100 euros em alimentos para o Banco Alimentar. Esta ação tem ainda um outro “papel”. O de sensibilizar a importância de cada um na recuperação e reutilização de coisas de que já não precisamos, o que

Neste momento, a menina já foi submetida a uma passa também pela questão ambiental. primeira operação, mas a próxima tem que ser realizada já para o mês que vem, sendo que os pais têm que reunir para cada procedimento cerca de 41 mil euros. Até à idade adulta, a Miriam terá que ser submetida a várias cirurgias, todas nos Estados Unidos. Recorde-se que a Miriam, que mora no Cacém, nasceu com uma malformação na perna e que o diagnóstico dos médicos em Portugal apontava a sua amputação como única alternativa. Prof.ª Sofia Lima

ROLHAS NO LIXO? NEM PENSAR!

Cork,

projeto do “Rolhinhas” continua em grande no colégio. De mãos dadas com o projeto Green

da

associação

ambientalista

Quercus,

à

a comunidade escolar para doar papel de que já não

Há mais de um ano que o colégio apadrinhou a causa desta menina, com a recolha de tampinhas. A resposta foi massiva em todos os níveis de ensino. De tal forma que a menina veio no final de setembro, com os seus pais, ao colégio, agradecer toda a ajuda prestada. Os meninos adoraram-na!

O

aliou-se

esta

parceria já dura há alguns anos e pretende sensibilizar os alunos para recolherem rolhas que já não são precisas em casa, com o objetivo de as entregar juntos dos parceiros da Quercus. A sua entrega vai permitir a contribuição para causas ambientais e sociais. Não deites fora as rolhas! Procura o “Rolhinhas”! A redação

A redação


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Colégio dos Plátanos

Eco-Escolas - Dia Mundial da Alimentação TOCA A COMER BEM!!! O Dia Mundial da Alimentação não passou despercebido no Colégio dos Plátanos. Fizeram-se visitas ao mercado, lanches de fruta e muitos jogos. Uma delícia!

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o colégio já todos sabem que brócolos e outras verduras ganham pontos às gomas, mas no Dia Mundial da Alimentação foi altura de pôr à prova os conhecimentos.

Guilherme Lacerda

Na Infantil reforçou-se aos pequenitos quais os alimentos que fazem parte de uma alimentação saudável e aqueles que devemos comer com “muuuita” moderação. Ouviram uma história, participaram num jogo e até plantaram e semearam alguns vegetais. No primeiro ano, as duas turmas foram ao Mercado de Sintra comprar fruta. Para dentro do saco só foram frutas que reuniam o consenso da maioria. As professoras perguntavam: “Quem quer levar maçãs? E Turma do 1º B bananas?” Os alunos respondiam em uníssono. Mas a melhor parte ainda estava para vir. Quando chegaram ao colégio, “todos lavar as mãos”, ordenaram as professoras e “já para o refeitório”. Com bonitas maçãs, bananas, peras, uvas e clementinas, já partidas e cortadas aos pedaços, cada um construiu a sua espetada de frutas. A melhor do mundo!!! A redação

Carlos do Ó


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Eco-Escolas - Dia Mundial da Alimentação

OLHA BEM A PIRÂMIDE ALIMENTAR!

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oi no passado dia 16 de outubro que se comemorou o Dia Mundial da Alimentação. Não nos podemos esquecer da importância que a alimentação tem nas nossas vidas. Este ano, na disciplina de Ciências Naturais, aprendemos que devemos ter uma alimentação equilibrada e completa para crescermos saudáveis, criarmos defesas e resistir a doenças. Também é importante beber água e praticar desporto.

quantidade os alimentos que estão nos setores de maiores áreas e em menor quantidade os alimentos que se encontram nos sectores de menores áreas.

Não te esqueças: para cresceres de forma saudável, tens que fazer uma Para sabermos que alimentos podemos ingerir e a alimentação equilibrada e quantidade ideal, podemos consultar a Roda dos variada. Alimentos ou a Pirâmide da Alimentação saudável. Não esquecer que em cada refeição devemos escolher um alimento de cada setor da roda dos alimentos; variar os Duarte Costa e Duarte Ribeiro, 6.º B alimentos dentro de cada setor; comer em maior

PARA O ALMOÇO QUERO...

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s meninos do 1º ano cozinharam na sala o seu prato favorito. Não se assustem pais, que é só uma força de expressão! Fizeram um trabalho espetacular daquilo que mais gostam de comer. Uns fazendo apenas desenhos, outros recortando imagens de revistas, que é das coisas mais divertidas de se fazer quando se tem só seis anos. Os trabalhos ficaram giríssimos, e todos com alimentos saudáveis. Bom, vamos fingir que não vimos as coca-colas e outras coisas. Nesse dia o almoço foi: peixinho grelhado, espetada, massa feita com massa verdadeira, feijão verde (será???) tomate e muita frutinha. Claro que o bife com batatas fritas e ovo estrelado, esse clássico, reuniu o consenso de muitos. Não faz mal, porque as batatas fritas feitas em casa não são nenhumas malvadas. Há no entanto que comê-las com moderação. Mas eles já sabem tuuuudo isso!

Carolina, Constança e Manuel, 1º A

JÁ COMESTE FRUTA HOJE?

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s frutas têm infinitos benefícios para a nossa saúde. Elas são alimentos que podemos comer em grande quantidade,

várias vezes ao dia e por vários anos, sem nos preocuparmos com nada. Aliás, estamos a fazer bem à nossa saúde. Na nossa sala de aula registamos a quantidade de fruta que comemos todos os dias de uma forma engraçada e original! Querem ver? A Turma do 4º B


Colégio dos Plátanos

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Eco-Escolas O MEU ECO-QUARTO Os alunos do 2.º A foram desafiados a fazer uma maqueta do seu quarto. Tinham que ser muito criativos e só podiam utilizar materiais reutilizáveis. Aqui ficam alguns exemplares.

O R G AN I I Cosmética Biológica

Maria Beatriz Briso

Afonso Ferreira

Tiago Gonçalves

Marília Martins

Afonso Amaral

Beatriz Pinto


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Eco-Escolas VAMOS FAZER PUBLICIDADE ECOLÓGICA No âmbito do estudo do texto publicitário na disciplina de Português, os alunos dos 8ºs anos B e C foram desafiados a elaborar um anúncio publicitário institucional a partir da imagem de um saco de plástico branco a boiar no meio do azul do oceano. Foi interessante verificar como todos os alunos se focaram na proteção da fauna marítima, ou não fossem alunos desta Eco escola. Os trabalhos foram elaborados a pares (duas cabeças imaginam sempre melhor) em aula e finalizados em casa. Só no final, uma vez todos terminados e entregues, lhes foi mostrado o anúncio original.

Prof.ª Judite Centeno

Mariana Silva e Duarte Frazão, 8º B

Gonçalo Simão e Miguel Faísca, 8º C

João Coelho e Francisco Quintas, 8º B


Colégio dos Plátanos

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Visitas de Estudo

ATENÇÃO AO TRÂNSITO

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top é para parar, verde para avançar e o cinto é OBRIGATÓRIO! As turmas dos primeiros e segundos anos já sabem isto e muito mais. Foram visitar a Escola de Trânsito da Amadora, com o objetivo de aprender cada vez mais sobre regras e sinais de trânsito. Após uma aula teórica interativa, com sinais e semáforos verdadeiros, veio a parte melhor. Puseram em prática o que aprenderam conduzindo um carro num circuito repleto de sinais. E não é que se revelaram excelentes condutores? As turmas dos 1º e 2º anos

Turma 1º A Turma 2º B Turma 1º B

Turma 2º B

Turma 2º A


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Visitas de Estudo BOM DIA, SENHOR PRESIDENTE!

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o dia 26 de setembro, a turma do 3ºB foi visitar a junta de freguesia de Rio de Mouro. Esta visita decorreu em contexto escolar, uma vez que a turma está a estudar a organização do país em distritos, concelhos e freguesias. Criaram em sala de aula, o brasão da sua freguesia, com a técnica de preenchimento por bolinhas de papel crepe. Ficou muito bonito! Que orgulho sentiram ao oferecê-lo à Junta de Freguesia. Os alunos tiveram a oportunidade de conhecer e conversar com o senhor Bruno Parreira tendo-lhe colocado algumas questões bastante pertinentes. Foram falados assuntos do âmbito da segurança rodoviária junto do colégio, obras de solidariedade na freguesia, organização do concelho executivo, entre outros. No final da visita, o Sr. Presidente ofereceu a cada um dos alunos um saco com o desenho do brasão da O autarca com os alunos Diogo Matos, Afonso freguesia e alguns folhetos informativos. Ferreira, Miguel Coelho, Rita Brígido, João Reis e

As turmas do 3º A e 3º B Guilherme Dias

DESTINO: CORPO HUMANO

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s duas turmas do 3º Miguel Coelho ano fizeram um visita de estudo ao Museu das Crianças. A propósito de estarem a estudar os vários Sistemas do Corpo Humano, embarcaram todos numa viagem. “Uma Viagem ao Corpo Humano”, assim se chama a exposição. Quando chegaram, depararam-se com o senhor Corpo Humano, que, por inicialmente parecer um boneco, ainda arrancou alguns gritinhos assustados, mal se começou a mexer. O senhor Corpo Humano mostrou todos os Sistemas e respetivas funções, e os alunos puderam interagir com ele! Da mesma forma, foram criadas situações que poderiam ser reais por forma a encontrar uma solução científica para as mesmas. Os alunos ficaram a saber muitas curiosidades. Por exemplo, quantos ossos existem no corpo e que, quando nascemos, esse número é superior. As turmas do 3º A e 3º B

Acróstico do Corpo Humano Como é que o coração consegue bombear tanto sangue ao mesmo tempo?! O cérebro é que controla o organismo. Recuando um bocadinho da vesícula biliar para cima, chegamos ao fígado. Pelo esófago passam os alimentos. O estômago é quem faz a digestão no nosso corpo. Há o intestino grosso por onde passam as impurezas do nosso corpo. Um conjunto de sistemas forma um organismo. Mal seria se não tivéssemos órgãos. As células todas juntas formam o tecido e o ADN. No corpo humano a faringe está na garganta. O intestino delgado é o maior órgão interno em termos de extensão.

Marta Moreira – 3ºB


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Colégio dos Plátanos

Visitas de Estudo

PALÁCIO DA PENA ENCANTA ALUNOS DO 4º ANO Seja pela vista, pela arquitetura ou pelas salas enormes, o Palácio da Pena encanta todos os que lá vão. Os alunos do 4º ano não são exceção e descobriram muitas coisas engraçadas.

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o dia 29 de outubro fui ao Palácio da Pena com a minha turma. Aprendi que foi mandado construir pelo rei D. Fernando II em 1836. Ele casou-se com Dona Maria II e vinham para o Palácio quando estava calor. Uma das coisas que aprendi foi que o Palácio foi construído em 1840 pelo arquiteto alemão Barão Eschwege. Subimos uma rampa e vimos uma vista linda e desse mesmo sítio, um tritão por baixo de uma janela. Logo de seguida, passámos por um túnel e subimos umas escadas que foram dar ao claustro. Aí pode ver-se uma floreira em forma de concha que está apoiada em quatro tartarugas. Andámos um bocadinho e chegámos à sala de jantar onde vimos no centro da mesa uma caravela que foi oferecida à rainha D. Amélia. Descemos umas escadas e chegámos à capela. Percebi que este é o espaço mais antigo do Palácio e foi construído em 1502/1503. Quem construiu o retábulo foi Nicolau. Descemos umas escadas em forma de caracol e fomos parar ao salão nobre. Aqui pode-se tocar e ouvir música. Descemos o resto das escadas até à cozinha. Vimos as panelas de cobre em cima do fogão de ferro e todos os utensílios expostos. Duas curiosidades: sabiam que os reis bebiam muito chocolate quente e que foi D. Fernando II que trouxe a tradição da árvore de Natal para Portugal? O que mais gostei foi da vista para a Serra de Sintra e para o Castelo dos Mouros. Eu quero voltar lá daqui a uns tempos com a minha família porque foi uma experiência muito fixe. Rodrigo Travassos – 4ºB

que tinha sido descoberta há cerca de 2 ou 3 anos. Também gostei da sala de jantar do Rei porque a mesa é rica em objetos… cada pessoa tinha três copos e no meio da mesa existia como decoração um barco à vela. Gostava de lá voltar com a minha família porque é muito interessante. Guilherme Dias – 4ºB

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oje fui ao Palácio da Pena. O Palácio da Pena foi mandado construir por D. Fernando II, casado com D. Maria II. O majestoso edifício foi construído entre 1838 e 1839. Tem cerca de 200 anos e à entrada tem uma varanda ao pé da bandeira de Portugal. A grande porta da entrada é uma homenagem à arquitetura manuelina e a porta levadiça servia para os inimigos não entrarem, pois nunca foi usada e também na porta situam-se umas cobras que significam a união. Está pintado de várias cores: amarelo- parte nova do palácio e o vermelho – parte antiga. Descobri que D. Fernando II nasceu em 1817 e morreu em 1885 por isso viveu 68 anos e D. Maria II nasceu em 1819 e morreu em 1853, vivendo 35 anos. O Palácio era utilizado entre maio e junho e lá dentro existe uma sala de jantar privativa só para a realeza. Também lá dentro existe o quarto do ajudante do campo, o quarto do rei D. Carlos, o quarto de D. Fernando, o quarto de D. Maria e quarto de D. Amélia. Num corredor existe uma estátua em homenagem a D. Pedro V. Gostei muito muito de fazer esta visita com os meus colegas e diverti-me imenso. Esta “viagem pelo passado” deu-me a conhecer muitas coisas novas e fascinantes e eu espero voltar a repetir a experiência. Palácio da Pena situa-se em Sintra e é o mais Adorei! Foi o máximo. completo e belo exemplar da arquitetura Carlota Pita – 4ºB Portuguesa. É também considerado Património Mundial e foi construído para residência de Verão da família Real, por D. Fernando II em 1839, um antigo Mosteiro Jerónimo construído no século XVI por D. Manuel I. À volta do Palácio da Pena, o rei D. Fernando II plantou várias espécies vindas de todo o Mundo, a que chamamos o Parque da Pena que é a mais importante floresta em Portugal. O último Rei que o habitou foi D. Manuel II. Em 2013, este Palácio foi o monumento mais visitado em Portugal. No dia 29 de outubro fui com a minha escola visitar este monumento e o que mais gostei foi de uma pintura

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Visitas de Estudo

UM PALÁCIO DE TODO O MUNDO

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oje, dia 30 de outubro, fomos visitar o Palácio da Pena, em Sintra. Eu já lá tinha ido muitas vezes, mas já não me recordava que era tão bonito. Quando lá cheguei, uma senhora muito simpática explicou-nos que quem o mandou construir foi D. Fernando II e, como ele gostava muito de arte, decidiu misturar vários tipos de decoração. Também nos disse que ele começou a ser construído no século XIX. Depois de a guia nos ter explicado tudo, começou a visita. Ela mostrou uma sala, não sei se era a primeira, mas era uma bonita sala de jantar. Tinha tudo: colheres, garfos, facas, pratos e cada lugar tinham cerca de cinco copos, do maior para o mais pequeno. Mas a coisa que eu mais adoro mesmo é ver os palácios e castelos com as suas mobílias e assim que vi a sala, fiquei de boca aberta! E não me posso esquecer da estátua que estava em cima da mesa, era feita de prata e diamantes. As próximas salas que eu gostei mais foram os quartos, estavam todos ou quase todos ao lado uns dos outros, mas todos tinham uma coisa em comum, as camas eram todas pequenas e a mais pequena era a da aia. Outra sala que eu também gostei foi a sala onde a rainha se vestia. A sala seguinte era a sala de convívio, onde a rainha (uma delas foi D. Amélia) levava os seus convidados. Eu olhei à minha volta e só vi sofás e um candeeiro enorme naquela sala gigante. Depois disto tudo, descemos umas escadas em caracol que pareciam que nunca mais acabavam, mas depois de descermos fomos ter à cozinha. A cozinha estava cheia de panelas, frigideiras e colheres todas diferentes. Depois de vermos a cozinha, a visita acabou e voltámos para a escola. Este foi um belo passeio! Ana Madalena Fonseca – 4.º A

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Palácio da Pena situa-se na serra de Sintra. É muito antigo, tem aproximadamente 200 anos. Este palácio é bonito, pelas suas cores vermelha e amarela (vermelha é a parte do edifício antigo e amarela é a parte que D. Fernando mandou construir). D. Fernando II quis construir um monumento, onde pudesse imaginar que andava pelo mundo, por isso trouxe coisas de várias partes do mundo. Este belo palácio servia como casa de verão para a família real, as principais pessoas que lá viveram foram D. Fernando e D. Maria II e, mais tarde, D. Carlos I e D. Amélia. Conta a lenda

que se viu uma imagem de nossa senhora em cima da rocha e chamaramlhe Nossa Senhora da Pena (penha = penhasco). Quando foi construído o palácio deram-lhe o nome de Palácio da Pena. À volta do palácio, o Parque da Pena tem mais de 2500 espécies de árvores e plantas, que D. Fernando mandou vir de várias partes do mundo. Na entrada, há uma ponte levadiça que nunca foi usada, porque ninguém atacou o palácio. As janelas são todas diferentes, porque D. Fernando gostava do estilo manuelino e também há um tritão que representa os quatro elementos: água, terra, ar e fogo. E assim é a parte exterior do palácio. Nesta visita, vi muitas salas entre elas a sala dos veados ou sala das armas. Esta servia de sala de jantar, nela cabiam 40 pessoas e estava decorada com cabeças de veado de gesso, mas as hastes eram verdadeiras. A maior é a sala das visitas ou salão nobre, era lá que se recebia os convidados. Vimos também os quartos dos reis e dos seus ajudantes, havia também a sala verde e a sala indiana, decorada com coisas da Índia. Nos quartos, o homem representa-se com uma pinha e a mulher com as rosas. E assim foi a minha visita ao Palácio da Pena. David Bento – 4.º A

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ste ano, a turma do 4.º A foi visitar o Palácio da Pena, em Sintra. O Palácio da Pena foi construído por volta de 1840, por ordem de um príncipe alemão (D. Fernando II), que veio para casar-se com D. Maria, em 1836. Este monumento era a sua residência de verão e foi construído sob a orientação do arquiteto Barão Von Eschwege. Logo na entrada, havia uma ponte levadiça e uma porta grande que abre e fecha. Dentro do palácio, havia várias salas: a Sala dos Veados, a Sala de Saxe, o Salão Nobre, o Gabinete do Rei D. Carlos, (que foi assassinado juntamente com o seu filho Luís), o Terraço da Rainha e a cozinha com utensílios em cobre. Os que mais gostei foi da casa de banho, que foram construídas no século XIX, porque tudo o que eu via, desde banheiras a sanitas, era muito diferente do que há hoje, o que me levou a pensar que as casas de banho eram muito originais. No final da visita, recapitulamos o que aprendemos. Foi muito divertido ir ao Palácio da Pena. Já agora deixo uma curiosidade: o Palácio da Pena foi eleito, em 7 de julho de 2007, uma das sete maravilhas de Portugal. Filipe Churrito – 4.º A


Colégio dos Plátanos

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António Torrado, nos Plátanos O ESCRITOR DAS MIL HISTÓRIAS No dia 27 de outubro, o escritor de livros infantis António Torrado visitou o Colégio dos Plátanos e deliciou os alunos com as suas histórias. Na escola era chamado de Torradinho...

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ntónio Torrado, veio ao nosso colégio. Da parte da tarde, fomos ao auditório e ele colocou-se à disposição de quem lhe quisesse fazer perguntas. Eu perguntei-lhe quantos livros ele já escreveu e ele respondeu que já tinha escrito mais de 130. Logo depois mais uma pergunta surgiu, quantos histórias já escreveu. E foram mais de mil.

Diogo Pereira e João Silva

Ele nasceu em 1940, no Alentejo. Na escola o seu apelido era Torradinho. Começou a escrever jornais aos 18 anos e escreveu o seu primeiro livro aos 30 anos. António Torrado tem 74 anos, mas ainda vai fazer anos este ano. Por fim contou-nos algumas histórias pequenas e gostei. Assim que ele acabou de as ler, esperámos que estudar muito para conseguir escrever livros nos autografasse os livros. interessantes, divertidos e também alguns comoventes. Eduarda Santos 4ºB O autor explicou-nos que ser escritor não é nada fácil, porque temos de ter muita imaginação para escrever um escritor chegou por volta das 13h30m e começou livro giro e completo, que todas as pessoas comprem e a falar-nos um pouco dele e dos livros que já tinha leiam. escrito. O autor tem 74 anos e nasceu no Alentejo em Depois, autografou-nos os seus livros e fomos para a 1940. sala falar sobre a visita. Todos concordámos que o Perguntou-nos se queríamos fazer algumas António Torrado é um bom escritor e a sua visita ensinou perguntas. Eu, mais alguns colegas pusemos o dedo no -nos muito. Eu adorei! ar e ele escolheu cinco meninos do 4º ano, uma delas fui Matilde Figueiredo – 4ºB eu. escritor deu muitos exemplos de histórias curtas, Perguntei-lhe com quantos anos é que ele começou a mas o que me deixou a pensar foi “Era uma vez escrever, e ele disse que começou a escrever aos 18 uma vaca chamada Vitória, morreu a Vitória acabou-se a anos para jornais, editou o primeiro livro aos 30 e lançou história”. livros para crianças aos 44. A partir daí nunca mais Este escritor já tem muita fama, pois já escreveu mais parou de escrever. de 130 livros. Dedicou-se à escrita desde os 18 anos. Na De seguida, os outros colegas também fizeram sua infância o escritor era tratado por “Torradinho”. As perguntas interessantes. Fiquei a saber que é preciso suas profissões são: escritor, pedagogo, jornalista, editor e argumentista para televisão. Nos seus livros predomina David Bento o registo poético. Recentemente começou a trabalhar novelas e romances para a infância e juventude, mas o que faz mais é ser dramaturgo na Companhia de Teatro da Comuna em Lisboa. No fim da sua visita, Beatriz Pinto e Beatriz Briso

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para terminar, deu a cada aluno que tinha os seus livros, um autógrafo, dando-lhe a sua graça. Bruna Oliveira. 4ºB


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António Torrado, nos Plátanos

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“GOSTO DE VER AS CRIANÇAS FELIZES”

uma segunda-feira bonita e fresca, eu e o resto dos alunos do 1.º Ciclo recebemos a simpática visita do escritor António Torrado. Ele nasceu em 1939 e está quase a fazer 75 anos. Lançou o seu primeiro livro em 1970, com 30 anos. Já escreveu mais de 130 livros e mais de 1000 histórias. Participou numa atividade na internet chamada “História do Dia”, onde se pode ler uma história infantil por dia, através do site www.historiadodia.pt (são 366 histórias ao todo). Ele também já escreveu histórias para teatro. A sua professora do 1.º Ciclo chamava-se Justiniana e tratava-o por «Torradinho». Perguntei-lhe qual era a sua comida favorita e ele disse-me que é açorda de espargos. Quando lhe fui fazer a pergunta, o António Torrado pôs um pedaço do meu cabelo na sua cabeça, para esconder a careca! Achei que este escritor é alegre e divertido, gosto muito dele. O mais importante para ele não é ganhar prémios, porque o seu melhor prémio é ver as crianças felizes a ler os seus livros.

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nossa vontade de o conhecer era grande! No dia 27 de outubro, da parte da tarde, fomos todos ao auditório recebê-lo. Quando nos sentámos, ele fez-nos rir muito. Depois foram alguns colegas fazer-lhe perguntas, como por exemplo, quantos anos tem. Ele respondeu que escreveu o seu primeiro livro aos 30 anos e que já tem 44 anos de carreira, o que dá 74 anos. Também lhe Já calço o 35 – o livro mais perguntaram se ele autografado da tarde gostava da sua profissão e ele respondeu que sim. Perguntaram ainda quantas histórias já escreveu e respondeu que já são mais de 1000. O senhor António Torrado contou-nos que a sua professora lhe chamava «Torradinho». No final de tudo, ainda nos deu um autógrafo e escreveu uma dedicatório nos nossos livros. Rita Passos – 4.º A Ele é um homem que nos faz rir com histórias engraçadas e é um grande escritor. Adorei a sua visita! ntónio Torrado nasceu em Lisboa, 1939. Lançou o seu primeiro livro em 1970, cujo título era “A chave João Rodrigues – 4.º A do castelo azul”. A sua comida preferida é açorda de espargos, uma comida típica do Alentejo. Já ganhou vários prémios da literatura. Um deles foi o Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças. Mas ele diz que o maior prémio que ele recebe é ver as crianças a ler os seus livros. Escreve livros de poesia, ficção, teatro e também obras para o início da leitura. No dia 27 de outubro, António Torrado veio ao nosso colégio, falou sobre a sua vida e depois contou-nos uma história de António Sérgio. De seguida, alguns alunos fizeram-lhe perguntas. No final, houve uma sessão de autógrafos, em que cada aluno recebeu um Rita Gonçalves autógrafo que dizia: «Para o/a ……. com João Rodrigues, Filipe Churrito, Matilde Silva, um abraço amigável Inês Alenquer, Bárbara Alcobia, David Bento, do autor António Margarida Moreira e Rita Passos Torrado». Adorei esta visita! Inês Alequer – 4.º A

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Visitas de Estudo

O PAI NATAL VISITOU O 3º B - HO!HO!HO! – ouvia-se do lado de fora da sala nº5. - Será?! Mas ele vem mesmo? – murmuravam os alunos do 3ºB, dentro da sala. De repente, entrou o Pai Natal! Certo que uma versão do Pai Natal criança, mas Pai Natal é sempre Pai Natal, qualquer que seja a sua estatura. Recebemos de braços abertos esta personagem que continua a povoar a imaginação de muitas crianças e que proporciona momentos de verdadeira amizade, solidariedade e amor, nesta quadra festiva. O Pai Natal veio para ser entrevistado pelos 27 entrevistadores da turma. Fazendo bem as contas, o aluno que falta era o nosso Pai Natal, Tomás Lopes, que não sabendo da tarefa que lhe iria ser atribuída naquela manhã, desde logo foi cooperante e participativo. Muitas foram as perguntas e respostas realizadas. Muito espírito de Natal ficou presente. Muita sinceridade e imaginação. Muitos votos de um Feliz e Santo Natal para todos vós! Gonçalo Gomes e Tomás Lopes, 3º B


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Os tablets na Educação...

APRENDIZAGEM E MOTIVAÇÃO

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ostamos muito de aprender Guilherme Dias e e somos alunos muito Clara Antunes curiosos. Como tal, gostamos de pesquisar e partir à descoberta de muitas formas de obter conhecimento. Sendo nós crianças nascidas na Era Tecnológica, é inevitável que as aprendizagens ocorram muito facilmente através dessa via. Temos usado o Ipad da nossa professora para explorarmos temas que vão sendo trabalhados, nas diferentes áreas curriculares disciplinares. Gostamos muito das aplicações das tabuadas e algoritmos (AddiQuizz; Math: Multiplication Table), do crocodilo que nos desafia a acertar na classe gramatical das palavras (Gramática – Classe das Palavras), da aplicação que nos mostra vídeos do corpo humano, todos em inglês (Essential Atlas – Focus); são muitas as aplicações disponíveis e que nos têm ensinado muitas coisas. Os nossos pais já começaram a colocar estas e outras aplicações nos nossos Tablet´s e Ipad´s pessoais, de modo a podermos explorar esta forma de aprender. A nossa professora até já falou com os nossos pais e pediu-lhes que em breve pudéssemos levar estes equipamentos para a sala de aula, e assim, poderemos explorar as aplicações todos, ao mesmo tempo. Bom tempo de pesquisa tecnológica para todos, são os desejos da Turma do 3ºB!


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Hoje, eu faço parte da História

VASCO DA GAMA, BARTOLOMEU DIAS E EU!

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m 1495, D. Manuel reuniu-se com o conselho e ficou decidido que Vasco da Gama seria o comandante da armada em direção à Índia. O objetivo era descobrir (aprender) o caminho marítimo até à Índia, para poder dominar as rotas comerciais e expandir o reino de Portugal. Além de Vasco da Gama foram escolhidos, eu, Daniel da Gama, irmão de Vasco da Gama, o capitão gordo, o cão de sete cabeças e o Miguel, o Terrível. A armada era constituída por duas naus: a S. Gabriel e a S. Rafael, a Berrio a caravela e a nau dos mantimentos. Dois anos depois (1497), partiu do Restelo, em Lisboa, a armada comandada por Vasco da Gama em direção à Índia. Após uma semana de viagem, avistámos as ilhas Canárias. Ao amanhecer, o Capitão-Mor prosseguiu a sua rota a caminho a Cabo Verde. Como a noite estava muito escura e ventosa acabámos por nos perder. No dia anterior combinámos que se nos perdêssemos o ponto de encontro seria em Cabo Verde. Quando a manhã clareou, avistámos a ilha do Sal, e pouco depois os três navios, logo seguidos pela nau dos mantimentos e pela caravela de Bartolomeu Dias, aportámos à ilha de Santiago. O encontro foi festejado com grande alegria, tendo-se disparando muitas salvas e ouvido o estridente toque das trombetas. No dia 3 de agosto de 1497, a armada levantava as âncoras, rumando para Sul. Após 2 meses e meio de viagem, encontrámos baleias e outros animais do mar, a que chamámos de cocas e também bandos de lobos -marinhos. Dia 1 de novembro, dia de Todos-osSantos, achámos sinais de terra e, quatro dias depois finalmente por distinguir claramente, o que motivou a emoção a bordo. Vasco da Gama foi efusivamente saudado por toda a tripulação, que agitava as bandeiras. Um português, Fernão Veloso, que seguia na nau de Vasco da Gama, tentou estabelecer contacto com os indígenas (índios), mas teve de se retirar apressadamente, dada a hostilidade com que foi recebido. Durante o salvamento de Fernão Veloso seria ferido o Capitão-Mor e mais três ou quatro homens, atingidos por azagaias que os nativos lhes arremessaram. Partimos dessa terra a 16 de novembro, dirigindo-nos ao Cabo da Boa Esperança (Cabo das Tormentas) Dois dias passados, num sábado à tarde, avistámos o Cabo, mas só íamos dobrar a 19 de novembro, quando o vento se apresentou de feição. A 25 novembro entrámos na Baía de São Brás, onde ficamos 13 dias. Aí desfizeram a nau dos mantimentos, depois de transferidos os que sobreviveram para outros navios.

Passámos pelo Cabo da Boa Esperança, pelo Rio dos Bons Sinais, pelas ilhas de Moçambique, por Mombaça e depois Melinde. Chegamos a Calecute em 21 de maio de 1498 concluindo a rota da Europa à Índia pelo Oceano Índico. Após dois anos do início da partida, (julho de 1499) chega ao rio Tejo a Caravela Bérrio sob o comando de Nicolau Coelho com a missão concluída. Vasco da Gama ficou na Ilha Terceira como seu irmão (Daniel da Gama) que estava muito doente. Só regressou a 29 de agosto do mesmo ano onde foi recebido com festas pelo rei D. Manuel I. Nunca desistir, seguir sempre em frente com determinação e coragem! Daniel Delgado, 4ºB

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m Lisboa, Vasco da Gama, os seus dois companheiros e o seu grumete Hugo Pina partiram à descoberta de novos países, em 1497. Durante a viagem, os marinheiros estavam atentos a tudo à sua volta menos o grumete Hugo porque estava a limpar o convés para manter tudo limpo. De repente foram surpreendidos por um monstro marinho com três metros de comprimento. Ficaram muito assustados mas sabiam que o objetivo era matar o monstro marinho! E assim foi… Depois desta aventura continuaram a viagem, mas o pior estava para chegar. Houve um tsunami e foram todos lançados para fora do barco. Quando acordaram, estavam numa pequena ilha à qual deram o nome de Proman porque havia poucos habitantes, mas onde foram bem tratados. Os habitantes ajudaram-nos a consertar o barco para regressarem a casa. Na manhã seguinte acordaram bem cedo para regressarem a casa. Chegaram bem e contaram toda a aventura da viagem. Mais tarde ficaram a saber que o local passou a chamar-se Índia. Hugo Pina, 4ºB


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Hoje, eu faço parte da História

ÍNDIA À VISTA!

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udo começou em Lisboa em Junho de 1497 quando Vasco da Gama decidiu embarcar para descobrir o caminho marítimo para a Índia, na nau de São Gabriel. No meio de tantos ajudantes fui eu o escolhido para ajudar o comandante Vasco da Gama. Ao todo eramos 70 marinheiros nesta aventura, que durou até maio de 1498. Naquela manhã partimos à descoberta da Índia, sem sabermos o que iríamos enfrentar, mas estávamos todos entusiasmados porque afinal estávamos com o Vasco da Gama. Tudo corria bem, já estávamos alguns meses no mar, e a Índia parecia estar cada vez mais perto. Eu ajudava no leme e seguia as instruções do comandante Vasco da Gama, ele consultava os mapas e dava-me as orientações. Até que um dia, avistámos o Cabo da Boa Esperança ao longe e fomos rapidamente para lá. No início estava tudo a correr bem até que a meio do caminho sentimos o barco a tremer, não percebemos logo o que se passava. Disse ao comandante que eu tratava de tudo, então saltei para o mar para ver o que estava a acontecer com a nau São Gabriel. De repente, saíram debaixo da nau três ferozes monstros marinhos, eles olharam para mim e começaram a atacar-me e a querer afundar a nau, para nós não conseguirmos ultrapassar o Cabo da Boa Esperança. Outros marinheiros já tinham tentado mas nunca tinham conseguido vencer os monstros. Mas eu lutei muito com eles e acabei por vencê-los enrolando os seus próprios tentáculos às suas cabeças. Depois os outros marinheiros puxaram-me para cima da nau e enxugaram-me com um cobertor, eu estava a tremer de frio e tinha sido uma luta forte e cansativa. O comandante Vasco da Gama deu-me os parabéns, agradeceu-me e disse-me que nunca se ia esquecer deste ato de coragem. Continuamos a nossa viagem até que descobrimos o caminho marítimo para a Índia. Quando chegámos à Índia a população fez-nos uma festa onde todos se divertiram, até o comandante Vasco da Gama não parava de comer a gastronomia indiana, de tão boa ser. E agora vou-me embora porque amanhã há mais uma história!

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stávamos no ano de 1497 ou seja no século xv. Chamo-me Carolina Pereira, uma menina de 14 anos, longos cabelos loiros e alta para a idade. O meu grande sonho era navegar nas caravelas. Claro que não o podia fazer porque era uma menina. De repente tive uma ideia extraordinária. A chorar, cortei os meus lindos cabelos loiros, abandonei as roupas de donzela e transformei-me no grumete Carlos. Só assim poderia aprender a arte de marinheiro e partir rumo à Índia. Partimos no dia 8 de julho de 1497 da cidade de Lisboa. A armada era composta por 3 naus (São Gabriel, São Rafael e Bérrio) e uma naveta (navio de mantimentos). Eu embarquei juntamente com Vasco da Gama na nau de São Gabriel. Da praia, a população, o rei D. Manuel l e a sua comitiva desejavam-nos boa viagem. Ao fim de algum tempo avistamos a Madeira, Açores e Cabo Verde, até que o mar se alterou, as ondas transformaram-se em monstros horríveis. Tínhamos chegado ao Cabo da Boa Esperança. Uma onda gigante de nome Adamastor atirou-me juntamente com Vasco da Gama para as profundezas do mar. Um polvo gigante aproximou-se de nós e prendeu-nos com os seus tentáculos e levou-nos para a escuridão do mar. De repente vimos uma luz, e duas sereias que nos levaram para o barco. A tempestade terminou, seguimos viagem e chegamos finalmente à Índia, dez meses depois! Quando chegamos à Índia, encontrámos um povo diferente e, num gesto de paz entregamos presentes transportados nas naus. De seguida carregamos as naus de especiarias. Regressamos a Lisboa, não me recordo bem, em agosto ou setembro de 1499. O rei D. Manuel l, ficou muito agradecido com a nossa viagem, mandou chamar Vasco da Gama, dando-me a honra de o acompanhar. Trajei o meu melhor vestido, soltei os cabelos já crescidos e apareci junto ao rei. Vasco da Gama ficou furioso comigo, pois tinha sido enganado por uma menina de 14 anos.

Matilde Figueiredo, 4º B Carolina Arnauth Pereira, 4º B


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TODOS A BORDO!!!

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m junho de 1497, em Lisboa, estava atracada a nau São Gabriel e nela já estava toda a tripulação preparada para a grande viagem. O comandante Vasco da Gama perguntou a todos: – Tripulação estão todos preparados para a nossa grande viagem? – Sim, senhor comandante. Estamos preparados! Quando quiser pode dar o sinal. – respondeu o marinheiro Elias, que era o braço direito do comandante. E assim iniciaram a sua viagem. Após uma semana a navegarem pelos mares, são apanhados de surpresa por uma grande tempestade, com muitos relâmpagos e águas muito agitadas. O marinheiro Elias começou a gritar pelo seu comandante, pois tinha ficado preso no porão, onde estava um monstro marinho. – Senhor comandante! Socorro! Estou preso aqui em baixo! O comandante Vasco da Gama dirigiu-se ao porão, soltou e marinheiro Elias e prendeu o monstro Gastão. Passada a tempestade, o sol começa a brilhar. Ao longe, avistaram a terra das sereias e conheceram a sereia Rapunzel. Perguntaram à sereia se não queria seguir viagem com eles, mas ela respondeu: – Obrigada pelo convite, comandante. Mas não posso abandonar a minha família. – Compreendo, minha linda sereia. Mas deste-nos sorte, pois ao vermos tamanha beleza, a tempestade passou e acabamos por atravessar este Cabo da Boa Esperança. A nau São Gabriel chegou ao seu destino em maio de 1498, descobrindo uma nova terra chamada Índia. Diogo Duarte Silva – 4.º A m junho de 1497, numa bela tarde, eu, um marinheiro da armada de Vasco da Gama, estava quase a embarcar na nau de São Gabriel, numa viagem para a Índia. Quando estávamos quase a embarcar, os habitantes da cidade de Lisboa vieram desejar-nos boa sorte. Então lá fomos nós, mar adentro. Já dentro do barco, o comandante organizou os marinheiros e as suas tarefas: uns ficavam de vigia, outros no convés e o comandante tratava do leme. Passámos vários dias a navegar, até que avistámos terra. Quando lá chegamos, vimos que era uma ilha e ficamos muito felizes, porque finalmente saímos do barco. Quando começámos a explorar a ilha, encontrámos um povo, mas não falavam a nossa

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língua. Mesmo assim, passámos lá uns dias para descansar e tentar perceber a sua cultura. Passado algum tempo, saímos da ilha e continuámos a nossa viagem. Depois de alguns a navegar, encontrámos o Cabo das Tormentas. Aí começou uma enorme tempestade que nunca mais acabava, uma chuva muito forte, uma ventania que nos fazia perder o controlo sobre as velas e uma grande ondulação, que quase virava o barco ao contrário. No meio de toda esta tempestade, tivemos de enfrentar vários perigos. Primeiro, avistámos um monstro muito grande, que nos tentou assustar, mas nós fomos mais fortes e conseguimos afugentá-lo. A seguir, apareceram sereias que nos tentaram encantar. Finalmente, saímos do Cabo das Tormentas (agora Cabo da Boa Esperança) e começámos a navegar em águas mais calmas. Em maio de 1498, depois de tanto tempo a navegar, chegámos à India, cumprindo o grande objetivo da nossa viagem. Ivo Figueiredo – 4.º A uma bela manhã, em junho de 1497, nós (os marinheiros) e o comandante Vasco da Gama estávamos atarefados a preparar os nossos barcos para a grande viagem rumo à índia. Eu ia na nau de São Gabriel, com o comandante Vasco da Gama. Partimos de Lisboa quando o sol já estava alto, na grande armada deste comandante. Quando partimos, a viagem até estava a correr bem, até que apanhámos uma grande tempestade. Havia muita chuva, muitos relâmpagos e ondas muito grandes! De repente, a tempestade parou e vimos umas sereias a cantar. Todos ficaram encantados, menos o comandante, que não se encantava com sereias. As sereias estavam a tentar distrair-nos enquanto um polvo gigante nos atacava. Estávamos no Cabo das Tormentas, onde todos contavam histórias terríveis de barco que ali se afundavam. O comandante Vasco da Gama estava a tentar derrotar o polvo gigante com canhões. Com o barulho dos canhões, todos nós acordámos do encantamento e ajudámos o comandante a vencer o polvo gigante e as sereias. Finalmente, passámos o Cabo das Tormentas! Seguindo viagem, depois de uma aventura assim, descobrimos novas terras e povos, ao chegarmos à Índia, em maio de 1498. Esta é a verdadeira história do Cabo das Tormentas, que passou a chamar-se Cabo da Boa Esperança. Afonso Limpo – 4.º A

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Hoje, eu faço parte da História

QUEM VAI NA NAU SOU EU... Eu Madalena, os meus companheiros e o senhor Vasco da Gama, acordamos cedinho para partir numa viagem. Despedimo-nos das nossas famílias e lá fomos navegando. Entramos no barco e senti logo o cheiro do mar. Já tínhamos saído de Lisboa e o cheiro do peixe já não se sentia. - Voltamo-nos a encontrar Nau! – Exclamei eu ao barco, muito contente. - Ninguém toca no barco menina! – Disse um dos marinheiros, muito gordo. - Quem é que te disse?! – Perguntei eu. - O chefe! – Respondeu ele. - Não há chefe! – Declarei eu. - Quem falou em mim?! – Disse uma voz estranha que parecia vir direita a mim. - Aaaaaaaahhhhhhhh! - Gritei assustada. - Ei, cuidado! Quase que me batias. - O quê? – Perguntou ele apalermado. - Ah, desculpe chefe. – Respondi eu arrepiada. - Não gosto que me tratem por chefe. – Disse ele. - Desculpe chefe a… vasco da Gama. – Disse eu. - Tem cuidado com as mãozinhas. – Disse ele a ser chato novamente. - Atenção a todos! As raparigas não podem vir queridinhas! – Disse eu. - Oh, mas eu vou. – Respondi novamente. E ele disse “OK” - Tempestade! – Exclamaram todos. - Mas não está a chover! São monstros marinhos! – Exclamei eu novamente. - Aaaaaaaaahhhhhhhhh! – Gritei com os olhos a lacrimejar. - Acabou! Acabou! – Exclamei eu novamente. - Estás bem? – Perguntou-me o senhor Vasco da Gama. - Sim estou bem. – Respondi no chão toda tontinha e molhada. - Estás ferida! – Anunciou-me naquele momento. - Oh estou sim, mas não é nada, sabes eu… - e fui interrompida… - Lá lá lá lá lá lá lá lá lá… - Sereias, logo agora! – Reparei chateada. - Alooo, bá, booo, lóliló… - gritei a fazer caretas para que

reparassem em mim. - Devem estar hipnotizados, tenho de virar o barco! – Exclamei. - Nós queremos voltar! – Disseram todos em coro. Vêm aí problemas, aaaahhhhh. - Vamos lá Nau, vamos embora. – Disse eu cheia de energia. - Ufa, consegui! – Exclamei. - Há? O quê? Terra! Estou a avistar terra! – Rápido olhem! – Gritei exaurida. Conseguimos! Conseguimos! – Gritamos todos. Madalena Ramos, 4º B Olá! Eu sou o capitão Barbudo. Eu, uma tripulação e Vasco da Gama fomos procurar novas terras e novos povos. Começámos a viagem em Lisboa, numa tarde de tempestade. No meio dos trovões eles viam a imagem da morte. Naquele momento o barco abanou e eles pensaram que era um monstro como dizia a profecia. E nessa noite não conseguiram dormir. De manhã cedinho a buzina tocou e nesse mesmo momento, Vasco da Gama declarou guerra contra o monstro. Prepararam os arpões e as flechas e começaram a disparar contra a água pensando que estavam a matar o monstro, mas aquela zona tinha muitos remoinhos na água e eles ao provocarem agitação no mar apanharam com um. Então saltaram do barco com medo de ir ao fundo do mar. Splash!, deram eles uma chapa. Tiveram imensa sorte ao encontrar um navio pirata. E continuaram o caminho até à India. Afinal o remoinho ía levá-los por um atalho. Eles seguiram os destroços do barco, que nos guiou para um caminho com pedras. Nas pedras começámos a ver sereias. Mas Vasco da Gama não se deixou levar. Olhou bem e viu que eram enguias, disse aos outros e eles acreditaram. Em pouco tempo bateram em terra e ficaram espantados pois estavam na India! Miguel Puga, 4º.B


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Curiosidades Históricas

SABIAS QUE... - Quando colonizaram a ilha da Madeira, os portugueses confrontaram-se com um problema muito complicado: a vegetação densa? Para que pudessem habitar a ilha, foi necessário lançar fogo ao mato, que demorou sete anos a extinguir-se por completo. - Em condições normais, D. Manuel I nunca teria sido rei de Portugal? Na verdade, a sorte calhou a D. Manuel I, porque o único filho legítimo de D. João II morreu inesperadamente. - Depois da catástrofe que foi o Terramoto de 1755, D. José I ganhou uma fobia a recintos fechados e viveu o resto da sua vida num luxuoso complexo de tendas no Alto da Ajuda, em Lisboa? - Os primeiros edifícios, a nível mundial, a serem construídos com proteção antissísmica, foram os da Baixa Pombalina, construídos após o Terramoto de 1755? Pedro Monteiro e Margarida Moreira – 4.º A Dom Sebastião morreu na célebre e infeliz batalha de Alcácer Quibir, a 4 de agosto de 1578, combatendo contra o exército muçulmano? Os portugueses choraram o seu rei que tinha morrido solteiro e sem deixar descendentes. Durante os anos que se seguiram, o povo acreditava que Dom Sebastião não tinha morrido na batalha (pois ninguém tinha encontrado o seu corpo) e que iria regressar a Portugal, numa noite de nevoeiro. Então, reclamaria para si o trono e o reino ganharia de novo a sua independência. Esta crença popular ficou conhecida na história com o nome de “Sebastianismo”. Diogo Miguel Pereira – 4.º A


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Entrevista

A MINHA FLAUTA E EU Na aula de Educação Musical, a Matilde Jerónimo, do 5.º C, fez uma apresentação para os colegas da turma com o seu instrumento de eleição, a flauta de Bisel. Duas alunas entrevistaram-na. Há quantos anos tocas flauta transversal?

Matilde Jerónimo

Toco flauta transversal há 4 anos. Foi fácil adaptares-te à flauta? Mais ou menos… Ela é muito grande. De onde veio a paixão de tocar flauta transversal? Vi num concerto, ao vivo, de uma banda de Pero Pinheiro. Alguém te incentivou? Quem? Não. Fui eu própria que quis, ao ver o concerto. Quantos espetáculos já fizeste? Onde? Já fiz três. Dois na Sociedade de Pero Pinheiro e o outro na Biblioteca Municipal de Sintra. Que escola de música frequentas? A Sociedade Recreativa de Pero Conservatório Nacional de Lisboa.

Pinheiro

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Quantas horas e a que dias tens aulas? Treino mais ou menos 2 horas por semana em 2 dias. Segunda-feira, das 18:55 às 19:40, e à quinta-feira, das 19:15 às 20:00. Que tamanho tem a flauta? A flauta tem 70 centímetros. Quem te acompanha mais nesta carreira? O meu pai. Alguém da tua família toca flauta ou outro instrumento musical? Quem? Sim, o meu pai e a minha irmã tocam piano. Gostavas de tocar mais algum instrumento? Qual? Sim, o piano. Tens alguma atividade extra? Qual? Sim, coro e expressão dramática. O que queres fazer quando fores grande? Quero ser Engenheira Agrónoma e quero fazer música. Qual é a tua música favorita na flauta transversal? A minha música favorita é “Avé Maria”. Carolina Santos e Filipa Nobre, 5.ºC


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Escrita Criativa

ERA UMA VEZ UMA ESTRELA O excerto de um livro deu o mote para a escrita, na turma do 6ºB. ”Um dia, à meia-noite, ele viu-a. Era a estrela mais gira do céu, muito viva, e a essa hora passava mesmo por cima da torre. Como é que a não tinham roubado? Ele próprio, Pedro, que era um miúdo, se a quisesse empalmar, era só deitar-lhe a mão”. Vergílio Ferreira, Contos

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ontinuou a olhá-la com muita atenção e reparou que aterraria ali perto, pois era uma estrela cadente muito direta. Chegando à pequena vila onde vivia o contínuo do colégio, (razão pela qual sabia para onde iria), andou até ao fim da rua e viu um acampamento. Passou pelo meio sem fazer barulho nenhum e, lá ao fundo, encontrou-a. Era uma estrela muito bonita, de facto, mas com a queda ficou praticamente destruída. - Ajuda-me! Socorro! Por favor! – gritou a estrela. - Ma, ma, mas… Tu falas?!- surpreendido, atrapalhou-se e caiu para trás. - Se falo? Mas é claro que falo! Agora podes ajudar -me? - Claro! É para já! Desenterrou uma das suas pernas, reparou que precisava mesmo de ajuda e passou pelo acampamento acordando toda a gente. Depois voltou para trás pedindo desculpa, mas, entretanto, lembrou-se de que eram escuteiros e a poderiam ajudar. Depois de socorrida, o Pedro levou a estrela para casa e cuidou dela. A estrela mais bonita no mundo aparecera à sua frente, amarela torrada e com sardinhas laranjas, aquela estrela o deslumbrara. Conversando sobre si mesmos, tornaram-se amigos. Passada uma semana, a estrelinha perdia força e Pedro perguntou: - Que se passa contigo? - Eu deveria já ter voltado para o céu. - Mas isso significa que… - Sim, vou ter de ir. - Mas então como voltas a subir? É tão longe! - Com o poder da nossa amizade! – disse filosoficamente e com muito carinho. E assim foi, com muita amizade nos seus corações, ela conseguiu voltar e ficou saudável outra vez. Inês Ferreira, 6.º B

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le passa pela estrela e diz-lhe: -Leva-me contigo!

-Não posso. És muito brilhante! -Eu paro de brilhar! Dito isto, a estrela fica escura, e nas ruas não se vê nada. Era como se ela fosse a única estrela no céu! Ao chegarem a casa, o miúdo pousa a estrela no quarto e vai dormir. - Bom dia! - diz Pedro aos pais enquanto entra pela cozinha - Vêm a minha estrela? - Estrela!? - dizem os pais impressionados. - Deves estar doente! - Eles não me conseguem ver porque eu sou a Estrela das Crianças. Cada criança tem a sua. Leva -me contigo para a escola e mostra-me aos teus amigos. Pedro olha para a pequena estrela e pensa «Ela é linda!». Na escola, Pedro mostra a estrela aos colegas e eles ficam pasmados. - Esta é a minha Estrela da Guarda. Vocês ainda têm de encontrar a vossa. Trrriiiimmm! Toca para todos entrarem. Nesse dia, Pedro aprendeu tantas coisas como nunca antes! E tudo graças à sua estrela. - Agora que me conheces eu vou voltar para junto dos meus. Vou ter saudades. Chama-me sempre que quiseres! E Pedro chamou-a sempre que podia, e a estrela respondia de bom grado. Tiago Santos, 6.º B


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Escrita Criativa

ESTAR NO 5º ANO É... Cá estou eu, finalmente,

Quando era do 4º ano Eu não sabia o que o quinto ia ser, Eu pensava que não ia aguentar E que nada conseguia fazer.

No 2.º ciclo a aprender, O início de uma etapa E muito que fazer.

Trabalho é o que não falta, Mas temos de nos empenhar, Para ter um bom ano escolar E para a mãe orgulhosa de nós ficar! Testes, fichas e muito em que pensar, Mas isto é só para nos preparar! Boas notas vou tentar obter Para um ano espetacular ser!

Pensava que no 5º ano Muito trabalho ia ter, Muitos textos para interpretar E demasiados problemas para resolver. Mas eu mudei de ideias, Este ano é espetacular Apenas é preciso tempo para me habituar. Eu vou-me esforçar Para bem me divertir, Mas tenho de trabalhar Sempre a sorrir. Vasco Peixoto, 5.º C

Rita Zenida, 5.º A O 2.º ciclo é... Muito diferente Do que eu pensei, Muito parecido com

Quando estava em casa Estava cheio de medo, De vir para esta escola Que agora me faz sorrir. Estava com receio Por não conhecer ninguém, Mas até tinha confiança Que o ano me corresse bem.

O que sonhei.

O 2.º ciclo é… Um mundo novo Por descobrir Uma caixinha De surpresas por abrir.

Da minha antiga escola Ainda vou ter saudades, Mas agora, aqui nos Plátanos, Já fiz muitas amizades. Gosto das auxiliares, E dos professores também. A matéria é muita, E eles ensinam-na bem.

O 2.º ciclo é… Tanta magia Tanta brincadeira

Tanta alegria

Adoro estar nos Plátanos!

Tanta trabalheira! Julieta Lamas, 5.º B

Filipe Noutel, 5.º C


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Escrita Criativa

JÁ NO 5º ANO?

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s minhas expectativas para o 5º ano não eram muito boas. As emoções que senti eram enormes. Os nervos de frequentar uma escola diferente, a angústia de ser difícil, o desgosto de perder alguns amigos...tudo isso me fazia sentir bastante infeliz.

Fiquei um pouco assustada, mas ia com muitos dos meus amigos “colibrianos” (que vêm do Colégio Colibri) e acalmei-me. Quando cheguei cá tinha ansiedade e alegria. Passaram um, dois, três dias e habituei-me. Não era como eles diziam! Era até agradável!

Mas quando entrei aqui não era capaz de Os novos amigos eram simpáticos e mesmo expressar o que sentia. Todos os meus colegas aqueles que vieram sozinhos se juntaram. Não eram fantásticos, para não falar dos professores acredito que passou tão pouco tempo! Habituei-me muito simpáticos e sempre dispostos a ajudar. tão bem que parece que estou aqui há anos! Depois disto, aprendi imenso e entendi que OBRIGADA, PLÁTANOS! estava enganada, pois qualquer criança consegue Sara Caetano, 5.º C alcançar os seus objetivos e só precisa de fazer um esforço para se acostumar, como eu. stava muito nervosa mas ao mesmo E assim percebi que tudo é possível se, pelo tempo ansiosa com a chegada do menos, tentarmos! primeiro dia. Inês Cançado, 5.º C O tempo foi passando e descobri que estava bem entregue nesta escola, pois aqui não corria stava ansioso por chegar o primeiro dia. perigo. Tantos dias de férias sem ir à escola Os professores são simpáticos e muito deixam-me ansioso. Queria sentir a atenciosos, gostei de conhecer os meus novos emoção de acordar cedo e ir à escola para brincar colegas, que são muito divertidos, e as vigilantes, com os amigos, fazer outros novos e ter a que tratam de nós como se fôssemos umas lindas sabedoria dos professores. flores muito especiais.

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Quando cheguei à sala vi muitos meninos e, nesse momento, a minha barriga começou a andar à roda e o meu estômago parecia que se tinha enrolado todo, fazendo crescer em mim a timidez (até porque sou muito tímido). O dia correu lindamente e eu esperei o fim de semana para começar as aulas a sério. Hoje já sou amigo de quase toda a gente da turma e até gosto de ir para a escola aprender e também brincar. João Antão, 5.º C

D

isseram-me muitas vezes que o 5º ano era assustador, que os professores eram mais que exigentes e que davam castigos por tudo e por nada… Tentei ser positiva. “Vocês são de uma escola pública, deve ser diferente de uma escola privada!”; ”Pois, -disseram eles - lá ainda é pior.”

Quando passei para o 5º ano estava muito orgulhosa de mim própria e os meus colegas antigos iam ficar no meu coração. Nesse momento senti que ninguém me podia parar. Fiquei com uma impressão muito boa desta escola. Não poderia estar mais contente com a minha escola nova, os Plátanos. Mariana Oliveira, 5.º C


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Etc & Tal...

Escrita Criativa ERA UMA LETRA FEIA…

AS PRENDAS DO PAI NATAL

1º Poema

José era daqueles meninos muito bem comportados.

Era uma vez um menino

Ele era moreno, tinha olhos pequenos e castanhos e orelhas pequeninas.

Que se chamava David Chegava às aulas cedinho

Como ele se portava bem, fez uma carta ao Pai Natal que dizia:

Pendurava o casaco no cabide E sentava-se direitinho.

- “Pai Natal, eu só quero um avião de brincar”.

Esse menino tinha a letra feia Mas ele queria melhorar isso Por isso, ao fim de semana,

Quando a carta chegou ao Polo Norte, o Pai Natal leu -a mas não tinha aviões de brincar então, mandou ele uma carta ao José que dizia: - Querido José, eu não tenho mais aviões de brincar, mas se quiseres uma prenda ainda melhor, hoje à noite às 20 horas vai ao centro comercial de Sintra no primeiro andar, lá estarei à tua espera.

Ele cumpria o compromisso. Escrevia um poema, Ou arranjava um problema.

Então lá foi o José contar aos pais e eles deixaram-no ir nessa precisa noite.

Ele fazia textos, Composições, ditados e cópias

Quando chegaram ao segundo andar viram o Pai Natal à sua espera.

Tudo isso, para melhorar a letra.

José disse ao Pai Natal: 2º Poema

- Pai Natal!

Cada dia que passava

E o Pai Natal disse:

A letra do David melhorava

- José estava à tua espera toma, pega o teu presente e abre-o.

Porque ele se esforçava E isso o entusiasmava.

O José abriu o presente, era um telecomandado com o Pai Natal lá dentro.

O primeiro poema que leu

comboio

Era o melhor presente de Natal do mundo!

A professora o felicitou

José deu um beijo ao Pai Natal e ficou lá mais meia hora.

Até perguntou: «É teu?» E o menino muito contente ficou. «Sim, é meu!», disse eu «É original!», elogiou.

Carolina Martins, 2ºB

O David continuou E nunca parou A mãe o ajudou E o pai também colaborou.

O David tinha de trabalhar Para a letra melhorar Quanto mais desenhava Mais a letra arredondava. David Bento – 4.º A


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Contextualização histórica

UM DIA, ANTIGAMENTE... Criada, numa casa burguesa

Hoje ganho o salário de 25 reais por dia mas, para isso, tenho de confecionar pelo menos sete gibões em quatro cordei muito cedo no meu pequeno aposento dias. rodeada pelas minhas colegas de quarto. Para Daniela Almeida, 9ºA uma criada nem vivia mal, o quarto era confortável e a pequena janela deixava entrar a luzinha da madrugada; devia ser pela minha família ter sempre trabalhado nesta Na pele de uma padeira casa burguesa. Levantei-me, preparei-me e fui ter com a mais um dia começara. O Sol ainda não nascera, Senhorita Branca ao seu luxuoso quarto. Ajudei-a a vestire eu já começara a fazer os melhores pães e bolos se e partimos para a feira de Lisboa. da cidade de Lisboa. O cheiro dos pães acabadinhos de Mal chegámos, senti o aroma a fruta fresca, bolos sair do forno a lenha, logo pela manhã, acordavam todas acabados de fazer e peixe… nada era perfeito. Senhorita as pessoas da cidade, até mesmo as mais preguiçosas. Já Branca escolheu ganchos, ganchinhos, fitas, fitinhas, frutos para não falar dos bolos que, como eram os únicos feitos suculentos e algumas especiarias. na cidade de Lisboa, desapareciam num piscar de olhos, A meio do dia de compras, pediu-me para levar os desde os mais pequenos até aos maiores. produtos para casa e arrecadar tudo. Tive de ir, O meu dia é sempre uma correria. Tenho cinco fornos a contrariada, mas fiquei feliz ao lembrar-me do seu lenha, sempre ocupados, mas existe uma altura em que propósito… esperava encontrar António, o filho do melhor fico sem nada para vender e, normalmente aos sábados, amigo do pai. tenho que fechar a loja porque à velocidade que os bolos e Cheguei a casa carregada e, como foi pedido, arrecadei pães desaparecem, fico sem nada para vender e a próxima tudinho. No fim, fui ao quarto da minha Senhora e arrumei- rodada ainda demora algum tempo a sair. lhe os pertences, varri o chão e lavei as suas roupas. Fazer os pães e os bolos acaba por ser muito divertido, À noite, sentei-me na minha simples cama e questionei- mas no fundo, requer muito trabalho e paciência. me se algum dia encontraria o verdadeiro amor ou se este Liliana Martins, 9ºA era apenas para os ricos nobres e burgueses, quando estes o podiam comprar. A vender duas galinhas e um porco Ana Rita Costa, 9ºA Sol já nasceu. Dirijo-me agora para o Mercado com o gado atrás. Hoje trago duas galinhas e um O dia em que me formei Alfaiate porco. inda me lembro do dia em que me formei no ofício Monto a minha barraca e reparo que estou ao lado da de alfaiate. Não foi há D. Amélia e das suas bilhas de água. Ela sim, tem um bom muito tempo, por isso ainda sou negócio. Ninguém quer morrer à sede, não é verdade? um caloiro no que toca ao assunto À minha direita está o homem das especiarias. Não sei alfaiataria. o nome dele pois é novo por estas bandas, no entanto, não Nesse dia tive de fazer um há dia em que aquela barraca não esteja cheia de gente. rigoroso exame, sem o qual não Eu, por outro lado, continuo aqui, com duas galinhas e um me seria passada a carteira porco, e o Sol já vai alto… profissional e não seria hoje um Um senhor gordinho com bigode parece interessado no bom alfaiate. porco. Diz que me dá uma saca de batatas. Ora esta! Para passar, tive de saber Respondo que o animal vale pelo menos três. Depois de talhar (desde o veludo cinzelado a muita discussão acabo por trocar o porco por duas sacas. duas alturas ao veludo lavrado à Mas no momento em que solto o bicho, ele começa a navalha, no mais simples dos correr desalmadamente deitando abaixo a barraca das bordados da espécie), cortar e sedas caríssimas acabadas de chegar da Índia. Agora a executar qualquer peça que me fosse solicitada. O cetim foi coisa ficou séria! Tenho de sair daqui… outro dos tecidos em que tive de trabalhar, mas também Corro o mais depressa que consigo e chego a casa, um dos mais difíceis, tal com a seda. Nunca gostei desses com duas galinhas e duas sacas de batatas. Tenho pena tecidos e, ainda hoje, não gosto de trabalhar com eles. do gordinho do bigode que, afinal de contas, vai ter de abrir Também me foi pedido para executar pelotes de os cordões à bolsa e pagar as sedas. Mas antes ele que qualquer feitio, capas de capelo, gibões enchumaçados a eu! dois forros e golpeados, capas e mantos. Para as Ana Brígido 9ºA senhoras, tive de saber talhar e cortar tecidos de qualquer feição. Umas das coisas que não podíamos fazer era tingir os tecidos cinzentos ou brancos com tintas azuis e pretas.

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Reportagem REPÓRTER POR UM DIA No âmbito da disciplina de Português, os alunos fizeram uma reportagem sobre um dos locais que já tivessem visitado. Aqui ficam dois exemplos.

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intra tem imensos monumentos, mas o Palácio de Monserrate é dos que mais se destaca. Construído em 1858, por ordem de Sir Francis Cook, visconde de Monserrate e projetado pelo arquiteto James Knowles, o palácio sempre foi um símbolo nacional e um símbolo sintrense. Inserido no Parque de Monserrate, em São Martinho, o palácio foi durante longos anos residência de Verão da família Cook e foi construído sobre as ruínas da mansão neo-gótica do comerciante inglês Gerard de Visme. Exemplar sugestivo do Romantismo português, o Palácio de Monserrate é uma das jóias da coroa de Portugal. William Beckford alugou a propriedade em 1793, começando a criar o paisagístico e belíssimo jardim que se encontra à volta do palácio. Segundo a opinião do público que visitou este monumento, os resultados são positivos e agradáveis, resultando na classificação de Imóvel de Interesse Público desde 1978. Nos jardins podem ver-se vários exemplares botânicos. Para o povo português, o Palácio de Monserrate será sempre um orgulho nacional. Ricardo Rocha, 8º B

uem vai em direção ao centro de Castelo Branco, não fica indiferente quando, ao fundo, começa a ver um Q grande edifício com uma arquitetura inimaginável. É o convento da Graça. Chegámos de manhã e fomos recebidos por um dos guias, que nos contou a história deste monumento construído em 1519. Foi patrocinado pelos herdeiros de D. Rodrigo Rebelo e já serviu como muralha na zona norte de Castelo Branco mesmo em frente ao Paço Episcopal. Pertenceu aos franciscanos até 1526, e nesse ano transitou para a ordem de Santo Agostinho. Devido à volumetria e número de propriedades, foi considerado o mais rico da zona. Deu-se uma reforma estrutural e decorativa no século XVIII, que alterou drasticamente a igreja e outros anexos quinhentistas do convento. As únicas coisas que restaram do original foram o portal manuelino e uma lápide que contém uma inscrição com a data de conclusão. Devido à extinção das ordens religiosas em 1834, o edifício foi readaptado e tornou-se num hospital. Hoje em dia é museu e centro de dia e recebe diariamente centenas de visitantes. Gonçalo Simão, 8º C


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Educação Cívica SOMOS QUEM QUEREMOS SER

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o dia 28 de Novembro as turmas do 9º ano juntaram-se no auditório na aula de Educação Cívica onde a nossa querida Isabel Curica nos surpreendeu com algumas das suas interessantes histórias: “Um livro para todos os dias”; “O Ganso Gastão”; “Eu” e “A História do Pedro”. Sentámo-nos a ouvir em almofadas no chão como crianças que somos. O que importa é sermos nós próprios; somos todos diferentes e por vezes queremos ser iguais aos outros, pensamos nas nossas diferenças como “defeitos de fabrico” e pensamos que estas nunca serão aceites por aqueles que se dizem “normais”, mas se todos somos diferentes é porque é suposto ser assim; porque são as nossas diferenças que nos fazem quem somos e, sem elas, o mundo seria um sítio muito mais aborrecido. Foram estas ideias que as histórias que nos foram lidas pretendem transmitir e que fizerem com que ficássemos a pensar em vários temas importantes da atualidade. Entre as histórias fomos discutindo vários assuntos

relacionados com os livros: falámos sobre a homossexualidade e a dificuldade de as pessoas a aceitarem, sobre as nossas diferenças, sobre o facto de querermos ser iguais aos outros para nos integrarmos e a importância de sermos diferentes. Foi uma aula DIFERENTE, bastante interessante, todos gostámos e queremos repetir! Marta Rebelo, 9ºB José Maria Cotrim, 9ºB


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Halloween UM DESFILE MESMO HORRÍVEL!!! Bruxas, vampiros, homens sem cabeça, dráculas e zombies. O Halloween nos Plátanos é levado muito a sério e a cada ano que passa, há máscaras cada vez mais horríveis. Na Infantil não é tanto assim, claro, onde alguns monstros e bruxinhas ainda andam de chucha... Pequenos e mais crescidos, uma coisa é certa, todos estão entusiasmados com o desfile, mesmo que não se ganhe... Acompanhados pelos alunos do 3.º ciclo, não fossem eles os organizadores da festa, seguem dois a dois na passarela, com esperança de assustar os membros do júri e conquistar o tão desejado troféu de máscara mais horrível. À tarde, decorreu um baile para os mais crescidos, que decoraram o refeitório a preceito. O segundo ciclo festejou o Halloween até às 20h00 e terceiro até às 23h00.

Vencedores 1º Ciclo: Ana Tavares (4º A), Carlos Fernandes (3º A), Maria Eduarda Santos (4º B)

Vencedores Infantil: Beatriz Batista, Matilda Santos e Maria Inês Cruz

Inês Neves

Beatriz Martins, Gonçalo Camões, Francisco Santos e Leonor Toscanelli

António Ramos


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Histórias de Halloween

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O Chapéu

ra uma vez, uma senhora mascarada de bruxa que se chamava Bruxa Mimi. Ela queria ir à praça, mas antes disso, foi dar um passeio com o seu gato Rogério. No dia seguinte, voltou a dar um passeio com o seu gato. Quando se sentou encontrou uma ave azul muito estranha e chamou-lhe ave estranha azul. Ela pensou na cor azul, e lembrou-se do chapéu que havia numa loja de vestuário e transformou-o num chapéu azul, com a sua varinha. E agora assim o pássaro não era estranho! Quando transformou o pássaro num chapéu azul, o seu gato Rogério e a Bruxa Mimi ficaram muito contentes, principalmente a Bruxa. Ela tirou o seu chapéu de Bruxa e colocou o chapéu azul que tinha transformado. O gato ficou muito espantado quando o chapéu azul começou a voar. E a Bruxa voltou a achar estranho aquele pássaro azul, ou melhor aquele chapéu! Carolina, Inês C. e Mariana, 4ºB

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O Elefante

ra uma vez um elefante que decidiu hidratar-se. Apareceu uma bruxa chamada Mimi em conjunto com o seu gato Rogério. -Olha um elefante, Rogério!?-apontou a bruxa Mimi. -Vou transformá-lo numa coisa!- e lá fez a magia com a sua varinha mágica. De repente, desapareceu o elefante e apareceu um tanque de guerra. - Hã!!? O que é isto?- espantou-se ao ver o tanque. E fez uma nova magia. Finalmente conseguiu o que queria, um tanque (regador). - Yes !!! Era mesmo isto que eu queria!!! -Miau!-disse o gato.

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E as flores ficaram a crescer com a magia da bruxa em cima do tanque de guerra. Matilde Faísca, Ricardo Gonçalves, Tiago Santos e Rodrigo Travassos, 4º B

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O Ratinho

ra uma vez uma bruxa chamada Mimi. A Mimi tinha medo da noite de Halloween porque à meia-noite os ratos aparecem em sua casa. O gato da bruxa Mimi sabia que ela tinha medo de ratos, então o gato preparou-lhe um susto horripilante. O susto era um rato de brincar. - Aaaaahhh! – gritou a Mimi assustada. - O que é isto, Maxi? – perguntou a bruxa Mimi furiosa. - Dona, eu não tenho nada a ver com isto! – referiu o Maxi. - De certeza? Absoluta? - Sim, Mimi! – disse o Maxi. A bruxa Mimi muito furiosa, lançou uns feitiços, daqueles mesmo muito maus. - Zás, catrapáz!! Farinha no papo! - Oh! Não inventes mais feitiços que não resultam! – gozou o Maxi. - Ai, resultam sim! Queres ver? - Olha só este cão, passou de um ratinho pequenino, para um cão gigante, que te vai comer num instante. - Afinal resultou mesmo! – exclamou o Maxi. - Ah… Ah… Ah…! - Nem sempre os ratos têm razão! E agora vou-me embora porque, amanhã há mais uma história!!!

Eduarda, Matilde Figueiredo, Stella e Inês Guerreiro, 4º B

O Halloween do Mickey

ra dia 31 de outubro e a noite de Halloween estava a chegar. A Minnie e os seus amigos tinham combinado mascarar-se à noite para ir pedir “doçura ou travessura”. A Minnie decidiu mascarar-se de bruxa. Ela tinha um vestido comprido, um chapéu pontiagudo, sapatos de salto alto e uma grande capa. À hora combinada, saiu para a rua e encontrou o Donald e o Pateta cheios de medo. - Porque estão tão assustados? – perguntou a Minnie. - Nem queiras saber! As ruas estão cheias de teias de aranha! – disse o Donald. - E as pessoas, têm todos um ar assustador! – acrescentou o Pateta. - É perfeitamente normal, hoje é noite de Halloween! – concluiu a Minnie. Depois de já terem visitado cinco casas e já se encontrarem no fim da rua, avistaram um castelo assombrado. Apesar do medo que sentiam, bateram à porta e, como ninguém respondeu e esta se abriu, decidiram entrar. Sem querer, caíram dentro de uns carris e começaram a andar a grande velocidade vendo pelo caminho bruxas, morcegos e zombies. De repente, as luzes acenderam-se e o Mickey gritou: -Surpresa!!! Vocês caíram que nem uns patinhos na minha brincadeira de Halloween. Texto coletivo feito pelos alunos do 2ºB


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Diversos SABES TUDO SOBRE ULISSES? As turmas do 6º ano estiveram a estudar uma obra que nós, pessoalmente, achamos bastante divertida, chamada Ulisses, de Maria Alberta Menéres. Ulisses é um reconto do livro Odisseia, escrito por um poeta grego chamado Homero, adaptado a crianças.

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urante a leitura desta obra, surgiram algumas questões que a nossa professora tratou de explicar, mas houve duas que nós pesquisamos, pois somos muito curiosos. Onde se situa Troia? A pergunta que todos colocam é “Onde será que fica Troia?”, terra tantas vezes mencionada por Homero (poeta grego) nas aventuras de Ulisses, herói e rei de Ítaca que lá travou batalhas sem fim. A terra também onde se passou a grande guerra de Troia. Não, não fica naquele sítio onde alguns portugueses vão à praia, ao pé de Setúbal. Troia, aquela cidade histórica onde já se travaram imensas batalhas, situa-se exatamente no monte Hisarlik no noroeste da Turquia, deste povo viviam em Esquéria ou Feácia. Mas, na realidade, este povo e esta terra nunca existiram, tudo foi que fica a uns estimados 600km da Grécia. inventado por Homero. Quem foram os Feácios? Eduardo Gonçalves e João Pinheiro, 6.º C Os Feácios, que também podem ser chamados de Feaces, eram um povo de mitologia grega. Os habitantes

HOJE A AULA É DE CULINÁRIA!

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oi uma manhã diferente nas salas do 3º Ano! Para além do Diogo Matos do 3ºB fazer 8 anos nesse dia, em cima da mesa das professoras estavam ingredientes bem diferentes do habitual… No dia anterior tinha-se recordado na sala o tipo de texto – A Receita, que obedece a algumas regras: tem de ter título, ingredientes e modo de preparação e também é preciso colocar o verbo sempre no infinitivo ou no modo imperativo. O livro de Português desafiou os alunos a fazer a receita de um bolo delicioso para o Natal. O escolhido foi a delícia de chocolate, tendo este ingrediente sido substituído por cacau. Todos participaram. E num verdadeiro espírito de equipa, os colegas que trouxeram avental emprestaram aos que se esqueceram de trazer. Foi tudo feito como antigamente, sem recurso a qualquer instrumento elétrico. Houve meninos que nunca tinham partido um ovo ou envolvidos os ingredientes e, neste dia, a magia aconteceu! O bolo estava delicioso. Quem quiser a receita, pergunte aos alunos do 3º ano! As turmas do 3º A e 3º B


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Diversos SABE OU NÃO SARAMAGO ESCREVER PARA CRIANÇAS? “As histórias para crianças devem ser escritas com palavras simples… Quem me dera saber escrever essas histórias…” Começa assim o livro “A Maior Flor do Mundo” de José Saramago, que acha que não consegue escrever para os mais novos. Será que os alunos do 4º B concordam? “Eu não concordo porque apesar de não conseguir escrever com palavras simples, José Saramago escreve com sentimento”. Diogo Silva “Na minha opinião a história transmite uma mensagem importante, fala de um menino que queria ajudar uma flor murcha e cheia de sede, ou seja, simboliza a ajuda à Natureza”. Maria Carolina Pereira “O autor sabe escrever histórias para crianças porque eu acho este livro o mais bonito que eu já li até hoje! Madalena Ramos

“É uma história simples e com um sentimento muito bonito que é o amor. Apesar de ter palavras complicadas a história foi gira e o autor sabe escrever para crianças”. Matilde Figueiredo “A história é simples com uma moral e cheia de aventura.”

“O autor encheu-me o coração com esta história!”

João Aguiar

Guilherme Dias

UMA EXPRESSÃO PORTUGUESA COM CERTEZA! “Tirem o cavalinho da chuva”, que os alunos do 4º ano têm “memória de elefante”. Estão a estudar os provérbios e expressões portuguesas na sala e todos os dias alguém tem que trazer um. E para que não se aplique aqui o ditado “quem conta um conto acrescenta um ponto”, explicam o seu significado muito bem explicadinho. A professora sabe bem que “mais vale ir do que mandar”, e não vá algum aluno esquecer-se de trazer uma expressão, assim como quem quer “sacudir a água do capote”, ela tem sempre uma “na manga”. Quando isso acontece, não ralha, mas chama a

Rita Gonçalves, Rita Passos, Inês Alenquer, Margarida Moreira, 4º A

atenção. Afinal, “de pequenino é que se torce o pepino”, certo? É depois ver algumas “lágrimas de crocodilo” pela sala. É o “calcanhar de Aquiles” dos miúdos, a brincadeira. Estes exercícios servem para lhes dar a conhecer expressões da nossa cultura, mas também para os ajudar na interpretação de textos. E para que não fiquem como “um burro a olhar para um palácio”, já as estão a trabalhar em sala. Uma por dia que “Roma e Pavia não se fizeram num dia”. Até rimou. A redação


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Diversos Sugestão Leitura - Pinguim

Um livro cheio de amizade

Carlos Manuel era um rapaz muito asseado e bem comportado na escola. Quando havia jogo de futebol, o Carlos ficava sempre à baliza … mas não tinha lá muito jeito. Depois de ficar com as roupas todas sujas e rotas, de tentar apanhar a bola, chegava a casa e era sempre repreendido pela mãe. Mas ainda assim era gozado pelos colegas, que o chamavam de “ Anjinho “, “ boneco de cera”, “ aprumadinho”.

“Como é bom ter amigos!” é o nome do livro escrito pela aluna Isabela Nogueira, do 3ºA, uma menina que gosta “de subir às árvores e fazer lengalengas”, como ela própria diz. O livro não é mais do que uma reunião de textos feitos no âmbito escolar e outros por iniciativa própria em que homenageia a sua família, pai, mãe e irmã Inês, também aluna do colégio. Podemos encontrar ainda muitos acrósticos, textos sobre o carnaval, Natal e entrevistas a membros da sua família. Uma verdadeira repórter!!!

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Isabela Nogueira, 3º A

A sua vida não era fácil, mas tudo isso mudou numa noite de dezembro, pois encontrou um amigo para a vida. Dentro de uma caixa de sapatos, um cão pouco vulgar e, como tal, decidiram dar-lhe um nome pouco vulgar: “ Pinguim “. Mas porquê um nome assim para um cão? Será que tinha muito frio? Será que andava como um pinguim? Para saberem a resposta, terão de ler Pinguim, uma obra de António Mota. A redação

Eduardo Gonçalves 6.º C

LER NA BIBLIOTECA DO COLÉGIO

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turma do 3ºB já iniciou a sua biblioteca de turma. Objetivo: podermos partilhar livros sem os pais os terem de comprar, fomentar hábitos de leitura e por conseguinte, de escrita, em todos os colegas. Para que esta seja uma atividade diferente e que nos motive, após lermos os livros emprestados, fazemos a sua apresentação na biblioteca do colégio e aproveitamos para ler mais um bocadinho…. Gostamos muito de estar na biblioteca mais vezes e de podermos usufruir deste espaço! A professora Altina recebe-nos amavelmente e nós passamos assim, o fim de tarde de aulas, às sextas-feiras. Convidamos mais leitores a fazerem o mesmo! Apareçam! Boas Leituras para todos!

JÁ SABEMOS LER!

“A Rita Carlos, Diogo, Helena, José, Beatriz P. e Beatriz D. apanha conchas na praia”. Foi esta uma das frases que serviu para que os alunos das duas turmas do 1º ano tivessem noção do que é uma frase e dos elementos que a compõem. Neste exercício, feito com as professoras e a 3º B psicóloga que os acompanha, as frases foram escritas em cartolina e os meninos diziam onde deviam ser cortadas, com o objetivo de isolar as palavras. O passo seguinte foi baralhar todas as palavras e voltar a ordenálas depois. Ou então ocultar uma palavra para que, num exercício de memória e lógica, os alunos apontassem o seu lugar. Quase, quase a saber ler na totalidade, as crianças ficam muito orgulhosas das suas proezas. Parabéns a todos!!! A redação


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Diversos DADO MÁGICO AJUDA NA MATEMÁTICA

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arece um dado igualzinho a tantos outros, mas não é. Feito pelos alunos do 1º ano na sala de aula, é um verdadeiro dado mágico. Funciona assim: podendo apenas visualizar a face virada para eles, os miúdos têm que adivinhar o número de pintinhas na face oposta. Achando que estão a convencer de que se trata de um número de magia do mais alto nível, estão na verdade a fazer uma operação matemática: “Estou a ver duas pintinhas, quantas faltam para o sete? A resposta é cinco. Bravo!!! Sofia Sereno Gabriel Afonso

BIOGRAFIA DE EÇA DE QUEIRÓS Maria Eça J osé Queirós nasceu

de na Póvoa do Varzim a 25 de novembro de 1845 e faleceu em Paris a 16 de agosto de 1900. Curiosamente (e escandalosamente para aquela época), foi registado como filho de José Maria Teixeira de Queirós e de mãe ilegítima. O seu nascimento foi de uma relação proibida entre D. Carolina Augusta Pereira de Eça e seu pai. Eça passou os seus primeiros quatro anos em casa da sua madrinha, tendo os seus pais casado ao fim desse tempo. Mas este só se juntou a eles aos dez anos, no Porto, onde efetuou os seus estudos secundários.

Daniel Teixeira Tiago Rainha João Costa

Sara Branco Madalena Garcia

Em 1861, matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Terminou o curso em 1866 e fixou-se em Lisboa, exercendo simultaneamente advocacia e jornalismo.

Leonor Toscanelli

Fundou e dirigiu o jornal ”O Distrito de Évora”, colaborando também em diversos jornais portugueses, publicando crónicas e contos.

André Almeida Francisco

Em 1873 ingressou na carreira diplomática, sendo nomeado cônsul em diversos países estrangeiros.

Santos Afonso Dias

Aos 40 anos casou com Emília de Castro, com quem teve quatro filhos. Eça de Queirós é um dos mais prestigiados escritores portugueses do século XIX, tendo escrito inúmeras obras, tais como: O Primo Basílio, A Relíquia, O Crime do Padre Amaro e Os Maias (considerada a sua obra-prima). Os seus livros refletem assuntos relacionados com a sociedade portuguesa, criticando-a, na maior parte das vezes.

Ana Filipa Nobre, 5.º C


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Cantinho da Infantil

GATOS, BRUXAS E OUTROS MALVADOS Os meninos da Infantil adoram o Halloween. E também os trabalhos que se fazem na quadra mais assustadora de todas. Gatos pretos, coitados, que têm fama de dar azar, bruxas com saias e chapéus triangulares e morceguinhos de meter medo ao susto!!! E não se mascararam de qualquer coisa, isso não. Escolheram a preceito uma coisa de meter muito muito medo. Esqueletos, bruxas, abóboras e diabas. Brrrr!!!

Diana, Infantil 1

OLHA OS PEIXINHOS DO MAR!! Dia 16 de novembro foi Dia Nacional do Mar. Os meninos bem que gostariam de ter ido celebrar com um grande mergulho na praia. O tempo já não está para aventuras e ficaram na sala a fazer lindos peixinhos. Isto, claro, depois de terem ouvido coisas sobre o mar e de como é importante mantê-lo sem a poluição.

Rita Ribeiro e Catarina Neves Infantil 3

Tiago Gaspar e Laura Pedro Infantil 1


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Cantinho da Infantil

DAS CORES AOS NOMES Conhecer as cores do que nos rodeia é tão importante como saber fazer o próprio nome. Por isso, os pequeninos da Infantil 1 já organizam as cores por grupos num quadro. Verdes para um lado, azuis à esquerda, amarelos em cima e vermelhos mesmo ao lado. Na sala laranja, os meninos desenham com formas geométricas: quadrados, retângulos e círculos. A propósito, sabiam que um quadrado também é um retângulo? Na sala azul, trabalha-se o nome, com especial destaque para a inicial enquanto que os mais crescidos da Pré, já escrevem o nome e apelido em bolinhas de papel crepe. A redação Inês Lino e Catarina Braumann, Pré B

Inês Gonçalo

Alice

Miguel

Leonor Trabalho coletivo - Infantil 1 Laura Carvalho - Infantil 3

Lara Veiga - Infantil 3

Trabalho coletivo - Infantil 2


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Cantinho da Infantil

FRUTA 1 – REFRIGERANTES - 0 16 de outubro comemorou-se o Dia Mundial da Alimentação, uma data que nunca passa despercebida na Educação Pré-Escolar do Colégio dos Plátanos. Os meninos ouviram a história “A Cesta da Dona Maricota” e inspiraram-se para fazer diversas atividades. Fizeram a pirâmide alimentar, um jogo de alimentos e plantaram uma linda couve de brócolos. Ao almoço deliciaram-se com um magnífico puré de nabo feito pela D. Isabel Curica. Já na sala, os pequeninos da sala verde fizeram uma cartolina com um sorriso para os alimentos bons e um “triste” para os alimentos maus. Na sala laranja as crianças fizeram um trabalho semelhante, com base em panfletos de supermercado, claro. Papa, peixe, carne e fruta é bom, chocolates, batatas fritas, maionese e refrigerante no lado do mau. Hmm! Oxalá cumpram sempre as regras... Trabalho coletivo - Infantil 2

A ESTAÇÃO DAS FOLHAS

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s pequeninos adoram o outono! Até quando chove porque assim têm oportunidade de usar galochas e chapinhar à vontade. Na sala fizeram-se diversos trabalhos para retratar o sol de outono, as cores da estação, brincadeiras com folhas, e lindíssimas pinturas de folhas. Na sala amarela os meninos disseram frases, algumas muito sábias: “No outono faz um bocadinho de frio”, também “chove um bocadinho”. Por outro lado “há castanhas” e “folhas castanhas” e outras “amarelas”. Uns queridos os miúdos!!!

Trabalho coletivo - Infantil 1

UMA SALA DE MIL CORES

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m destes dias, os meninos da sala verde receberam a visita de um pai muito especial. Não, não foi o Pai Natal, esse ainda não chegou. O pai de uma das alunas foi à sala contar a história de um livro que escreveu “Mundo de Cor”. As crianças adoraram! Ouviram a história da Margarida, uma menina que vivia num mundo sem cor, onde tudo era igual. Decidida, pintou o mundo de mil cores e num instante, tudo se transformou. Transformados ficaram também os desenhos dos alunos que tiveram carta branca para pintar o mundo de mil cores da Margarida!!! Margarida Rodrigues e o pai Infantil 1

Bernardo Pinto, Mariana Capucho e Maria Albuquerque


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Fastrackids

AFINAL APRENDER MATEMÁTICA É DIVERTIDO!!!

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a Matemática descobrimos conceitos de uma forma divertida. Aprendemos o que é um padrão e uma sequência e mostrámos o que entendemos nos colares que fizemos com cereais, de acordo com o padrão que definimos. Construímos um relógio e usámo-lo para ler horas diferentes. Com a nossa pegada andámos a medir tudo o que encontrámos à nossa volta e com um fio medimos a nossa cabeça. Sabem outra descoberta que fizemos?! Salvo algumas exceções, com diferenças muito pequenas, a minha cabeça tem a mesma medida dos meus colegas! E agora estamos a descobrir conceitos como o volume, através de experiências onde prevemos a capacidade de diferentes recipientes e depois verificamos. Ed.ª Sara Almeida Francisco Pinto, Infantil 3

José Costa, 1º B

Vicente Fernandes, Pré A

Marta Ferreira, Pré B

Mariana Figueiredo, Pré A Fausto Carvalho, Pré B


Natal ACRÓSTICOS DE ESTRELA Estrela que guiou os reis a Jesus Sempre festejamos o Natal Temos de nos portar bem Rir, brincar e jogar É sempre uma alegria Lá no final de dezembro A época natalícia é a melhor. Alice Veiga – 3ºA Esta manhã vou abrir as prendas. Sempre toda a família. A Terceira prenda foi a melhor. As Restantes prendas também gostei. Eu adoro o Natal! E eu Leio um livro que o título é A “História do Natal”. André Botelho 3.ºA

Estamos quase no Natal São dias para mostrar o amor entre nós. Temos de estar preparados. Realmente é uma época especial. Entendemos toda a sua importância. Lembranças para toda a vida. Assim é o Natal! Rodrigo Pires – 3.ºA E lá vem uma outra noite. Se as noites não tivessem estrelas, as pessoas não Tinham Razão para dizerem que as Estrelas são as pintinhas amarelas que Localizam as pessoas que morreram. As estrelas não se conseguem contar. Vasco Afonso – 3.ºA

Estou à espera que venha o Natal. São Nicolau é como se chama o Pai Natal. Traz presentes para os que se portam bem. Realmente o Natal é divertido. É nos dias 24 e 25 que ele entrega os presentes. Lá no céu voa o Pai Natal com o seu trenó. Adoro o Natal, ele é carinho e amor. Maria Gaspar – 3.ºA Estrelas da árvore de Natal São bonitas Tão luminosas Reluzem a noite toda. Este Natal Lá porei a minha estrela na Árvore, em minha casa.

FICHA TÉCNICA Direção: Infantil - Educadora Mª João Cascais 1º Ciclo - Prof.ª Patrícia Timóteo 2º Ciclo - Prof.ª Sara Alves e Prof. ª Diana Damião 3º Ciclo - Prof.ª Judite Centeno e Prof. ª Gracinda Alves

Laura Gameiro – 3.ºA Esta época natalícia Serve para Termos uma Recordação de Jesus E comemora-se a Lembrança de Jesus oferecendo As prendas que compramos ou fazemos. Mariana Caetano – 3.ºA

Redação: Alunos e professores do Colégio Paginação: Prof.ª Altina Sousa Revisão: Ana Catarina Guerreiro Ilustração: Alunos do Colégio Edição: Colégio dos Plátanos Tiragem: 200 exemplares Propriedade: Colégio dos Plátanos Avenida dos Plátanos, nºs 2, 4, 6 Rinchoa 2635-544 Rio de Mouro Telefone: 219178200 Fax: 219171820 www.colegiodosplatanos.com

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ETC&TAL - 1ªedição 2014/2015  

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