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Século XVI ao XVIII


Espanha e Portugal ícones da expansão ultramarina europeia Holanda na disputa (ameaça) séc. XVI 

Mais importante centro comercial e financeiro da Europa

Pensamento calvinista  

Valorização do trabalho Aceitação do lucro


METADE DA FROTA UROPEIA ERA ALUGADA PELOS HOLANDESES À OUTROS PAÍSES Na produção de açucar participavam expressivamente – na compra e venda de produtos produzidos na ilha da Madeira, financiavam os engenhos e transportes


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Holanda dominava o Mar Báltico Portugal e Espanha as rotas das Índias 

Portugal para o uso do tráfico negreiro e açucar


Holanda funda duas Companhias:  

Companhia das Índias Orientais – 1602 Companhia das Índias Ocidentais – 1621  Responsável pela invasão do nordeste brasileiro

A Espanha aproveitando a crise de sucessão em Portugal, o incorpora e suas colônias, a seu Império levando a formação da União Ibérica em 1580/1640


Holanda invadiu o Brasil em dois períodos: 

1624 – Salvador (expulsos pelos espanhóis)

1630 – Pernambuco (por 24 anos e apoiado pelos agricultores) invadiu Olinda e Recife


Principal riqueza no início da colonização = açucar 

Restante do território foi marginalizado

Na Capitania de São Vicente a cana não vingou  

Transporte para a metrópole mais distante Região pobre


1554 - Fundação do Colégio de São Bento que dará início a Cidade de São Paulo São Paulo  Lavoura de subsistência  Grande pobreza  As bandeiras surgem para solucionar

Bandeirante  Adentrar o território buscar riquezas (ouro, pedras

preciosas, índios)  Viam nas descobertas espanholas uma razão para investidas


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Ouro somente no século XVII e início do XVIII Bandeiras de apresamento  Caçada indígena ( sem autorização da coroa)  Paulistas sem recursos

Entradas  Autorização da coroa portuguesa

Missões jesuíticas  Ampliação da fé católica  Reforma protestante  Companhia de Jesus


A colonização brasileira se deu no litoral 

Dificuldades naturais – barreiras para o sertão

O interior desperta a curiosidade do colonizador A imaginação do desbravador – Paraíso na terra  

Lendas e mistérios Mas os portugueses não as encontraram


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MONTANHAS DE ESMERALDA LAGOAS DE OURO PEDRAS PRECIOSAS PARA SE ENFEITAREM LANÇAS COM PONTAS DE OURO


Estímulo da Coroa Portuguesa para á procura, oferecendo vantagens e prêmios  

Paulistas foram percussores Século XVII – ouro em Minas Gerais

Migração para Minas Gerais    

Portugueses Sulistas Baianos paulistas


Guerra dos Emboabas (1708-1709)  Paulistas X estrangeiros  Perderam a exclusividade

A mineração ocupou o lugar do açucar  Desequilíbrio na balança comercial entre Portugal e

Inglaterra faz com que haja o desperdício do ouro arrecadado


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PORTUGAL X INGLATERRA A mineração transforma o eixo econômico do país O escoamento do ouro deu-se pelos portos:  Parati e Rio de Janeiro

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No entorno surge a economia de subsistência Apogeu da mineração 1733 – 1748  Também em Goias e Mato Grosso


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SANTO DO PAU OCO? Intendência de Minas  Órgão com leis para acabar com o contrabando

A Capitação  Imposto sobre cada escravo

O quinto  Todo ouro extraído retira-se 1/5


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Surge as Casas de Fundição – transformar ouro em pó para barra, sendo selado e quitado Escassez de ouro – não pagamento de impostos = descontentamento = Inconfidência Mineira


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Repulsa ao abuso fiscal português Não contestação ao domínio português  E sim interesses da aristocracia rural X metrópole

Não há relação com o ideal emancipacionista e sim defesa de interesses locais e regionais


PRINCIPAIS MOVIMENTOS 

Botada dos padres pra fora – 1641 – São Paulo  Tensão entre jesuítas e bandeirantes

Revolta do Rio de Janeiro – 1660-61  Forte política fiscalista (líder Barbalho , preso e morto)

Revolta do nosso pai – 1664/65 – Pernambuco  Corrupção no governo e aliança com os franceses

Revolta de Beckman – 1684 – Maranhão  Contra a Cia de Comércio e os jesuítas


Guerra dos Emboabas – 1708/09 – Minas Gerais  Paulistas X Emboabas (beneficiados)

Revolta Filipe dos Santos – 1720 – Vila Rica MG  Abuso fiscal


POMBAL SECRETÁRIO DE ESTADO DO REI D. JOSÉ I  HOMEM FORTE  ENUMERA AS FRAQUEZAS DE PORTUGAL  Enfraquecimento do absolutismo  Desorganização político-administrativa  Privilégios da nobreza  Influência da Inglaterra  Poder da igreja


AÇÕES  Aboliu a escravidão em Portugal  Reforma educacional  Novo código penal  Reestruturou exército e marinha

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Tentou acabar com o Tratado de Menthuen No Brasil pombal preocupava-se com os impostos  Quinto e a Derrama


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Jesuítas expulsos do Brasil Mudou a capital em Salvador para o Rio de Janeiro Acabou com o sistema de capitanias hereditárias


D. José I morre em 1777 

Assume D. Maria I  Demite pombal e todo o seu Ministério, esse ato ficou

conhecido como “Viradeira”


Renascimento agrícola  Exigência de maior quantidade de matéria prima para a

indústria    

Revolução Industrial Independência dos EUA Guerras napoleônicas Decadência da Mineração


Outras culturas surgem     

ALGODÃO (Maranhão, Pernambuco, Bahia e RJ) AÇUCAR (Bahia, Pernambuco e RJ) TABACO (Bahia e sul de Minas) CACAU (Pará, Bahia e Maranhão) CAFÉ (Pará, Baixada Fluminense e Vale do Paraíba)


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ESCRAVOS NEGROS ALUGADOS D. MARIA I  Proibição industrial (1785)

D. JOÃO VI  Permissão industrial (1808)  Fracasso , pois, não poderia haver concorrência com a

indústria inglesa


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