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Ano III - Edição 05 - 2° semestre de 2016 - Uma publicação do Colégio Magister

Revista

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Membro das

Colégio Magister: a arte de inspirar protagonistas


Editorial Katia Martinho Diretora Pedagógica do Colégio Magister Doutoranda em Educação pela Pontífica Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)

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er uma escola inovadora e comprometida com o valor das relações e a formação ampla do indivíduo, para que cada um seja feliz em aprender e construa um mundo mais justo e melhor”. É com base em nossa Missão, caro leitor, que apresentamos a você uma pequena amostra do nosso trabalho em mais uma edição da Revista do Magister. Nas próximas páginas, você verá que essa Missão é posta em prática no dia a dia escolar, pautando nossa proposta pedagógica e permeando nossas atividades. Fator fundamental para o sucesso do Colégio, as famílias que compõem o Magister são ilustradas na editoria “Por que Magister?” por uma pequena amostra das famílias que confiam no compromisso do Colégio com a formação de seus filhos. A ex-aluna Luciana Marchetti conta um pouco de sua história com o Magister na editoria “Nossos Alunos Para Sempre”. Além dela, sua irmã também foi nossa aluna, e sua filha está estudando conosco atualmente. Já na editoria “Uma Reflexão sobre o Futuro”, discutimos sobre a tecnologia a favor da

aprendizagem, visto que o letramento digital é um elemento imprescindível no processo educacional de crianças e adolescentes nos dias atuais. O compartilhamento de saberes e o conhecimento de realidades e culturas sociais distintas também são primordiais para a educação em prol de um mundo melhor e são retratados na editoria “Responsabilidade Social”, por meio de um lindo trabalho que o Magister faz, envolvendo seus alunos e estudantes de escolas públicas. Na sessão “Entrevista” desta edição, Ronaldo Risseto, membro da Equipe EDUCAE – O Amor Exigente, discorre brevemente sobre o processo de educação entre pais e filhos e conta um pouco sobre o trabalho da equipe da qual faz parte, que tem como objetivo orientar os pais, a fim de que eles instruam melhor seus filhos durante a infância e a adolescência. A profissão docente também é celebrada na revista, com as descrições das relações inspiradoras que as professoras Heliana Han e Roselene Luz, que lecionam para o Ensino Médio e o Ensino Fundamental II, respectivamente, criaram com o Colégio e seus alunos.

E é claro que não poderíamos deixar de abordar também nosso principal meio de contribuir com o tão sonhado e desejado mundo melhor: a relação ensino-aprendizagem. Práticas educacionais edificantes são descritas nas páginas da Revista do Magister nº 5. A adoção do jornal JOCA pelos 4º e 5º anos do Ensino Fundamental I, a ação empreendedora que envolveu (e encantou) alunos do Ensino Fundamental II e as simulações de discussões internacionais das quais os jovens do Ensino Médio participam são apenas parte do planejamento pedagógico que o Magister executa. Celebrando a inovação, uma grande novidade que o Colégio está preparando para 2017 também é explanada nesta edição: o crescimento do Ensino Bilíngue. Você saberá como o Magister está ampliando seus horizontes em prol da formação internacional de seus alunos.Tudo isso converge para nossa proposta educacional e vai ao encontro da nossa Missão. Vale a pena ler as próximas páginas e saber como pensamos a educação no século XXI e procuramos contribuir para a construção de um mundo melhor. Boa leitura

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Conselho Editorial Alberto Palos Martinho, Ilka Senise Martinho, Katia Martinho Rabelo, Karin Martinho Nogueira, Marcos Alberto Martinho, Simone Soares Martinho

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Editora-Chefe Karin Martinho Nogueira Editora de Redação e Direção Pedagógica Katia Martinho Rabelo Direção de Arte Dayana Carmona Redator Piero M. Paglarin Supervisão e Marketing Carlos Enrique Garcia Comercial e Produção Gráfica Glória Martins Revisão Rosiris Caratin Fotografia Piero M. Paglarin Dayana Carmona Marcelo Ichida Impressão Gráfica Companygraf

Editorial

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Por que MAGISTER?

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Ping Pong

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Nossos alunos para sempre

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Uma reflexão sobre o futuro

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Entrevista

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DNA Magister

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Ensino Bilíngue:

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Protagonismo em um mundo sem fronteiras Tiragem 5.000 exemplares A Revista Magister é uma publicação de distribuição interna e gratuita do Colégio Magister. Não é permitida a publicação e difusão de seus textos e fotos sem a devida autorização. As mensagens publicitárias são de apoio cultural. Contato Comercial comercial@magister.com.br Tel: (11) 5545-2038

JOCA: fomentando a competência leitora

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Empreendedorismo Beneficente

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Simulações

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Responsabilidade Social

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Agradecimentos Famílias Kolmogoroff, Miyoshi e Santiago; Luciana Pantozzi de S. Marchetti; Paula Pantozzi de S. Tauch; Ronaldo Rissetto; Prof.ª Heliana Han; Prof.ª Roselene Luz e Daniela Kita.

As declarações e opiniões de terceiros publicadas nesta revista são da exclusiva responsabilidade de seus autores e não necessariamente refletem a opinião do Colégio Magister.

Revista

www.magister.com.br


Por que MAGISTER?

Família Santiago

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ais uma vez, como de costume, o Magister tem o prazer de apresentar algumas famílias que compõem a riqueza pessoal que faz o Colégio ser a referência que é hoje. A família Santiago é composta pelos pais, Andréia e Amerivan, e as crianças, Isabelli, de 8 anos, e Enzo, de 2. Este é o 9º ano da relação entre a família e o Colégio, que começou quando Isabelli foi matriculada no Berçário, com apenas 8 meses de idade. “Queríamos colocar nossa filha num colégio bilíngue, por entender que a formação e a educação iniciam-se desde os primeiros anos de idade, ou seja, é um processo gradual, longo e contínuo. Sabemos que a segunda língua traz enriquecimento cultural,

formação mais ampla, dentre outros inúmeros benefícios. Foi a partir dessa pesquisa que conheci o Magister, e confesso que foi amor à primeira vista”, justifica Andréia, que é advogada. “Do atendimento na portaria até o corpo docente, fomos muito bem recebidos por todos”, ela complementa. Esse amor permanece até hoje, pois Andréia se mostra conquistada pelo trabalho educacional do Magister. “A proposta pedagógica é bem atrativa, pois, além do aprendizado de forma geral, o Colégio também desenvolve com os alunos os valores fundamentais para crescimento dos vínculos afetivos, do respeito ao próximo e, principalmente, do aprender a ser. Esses vínculos estabelecidos são de suma

importância e facilitadores da aprendizagem”, diz ela. Sua percepção é refletida no sentimento que as crianças demonstram pela escola: “A Isa adora o Colégio, ela fala que é muito feliz no Magister. O Enzo está no mesmo caminho, fala com brilho nos olhos do Colégio, das professoras, auxiliares e amigos”, Andréia ressalta.O “ambiente acolhedor e familiar” foi o que trouxe a família Miyoshi para o Magister, em 2011. A família é um quarteto formado pela decoradora Bianca, o empresário Yasutoshi e os filhos, Yuna e Raphael, com 8 e 6 anos, respectivamente. Bianca destaca o fator humano como ponto forte da escola. “Os profissio-nais, não só dedicados à educação, mas também à formação do ser humano, nos mostram a incrível capa3


cidade que cada criança tem para desenvolver e superar os desafios com autonomia”, diz ela, que ainda faz questão de descrever um trabalho que o Colégio fez em relação à conscientização sobre bullying, que influenciou seus filhos: “Raphael identificou que Yuna passou por um episódio (de bullying), e a escola prontamente nos chamou para acompanhar, demonstrando carinho e cuidado.” Bianca ainda destaca os meios de supervisão educacional que o Magister oferece aos pais: “Os relatórios da Educação Infantil foram marcantes pela observação da personalidade, assim como de conquistas, descritas de forma precisa. Foram muito mais que simples observações de educador, mas de um acompanhamento acolhedor”. Raphael, com toda a espontaneidade de uma criança de 6 anos, é bem sucinto ao descrever a escola onde estuda: “É ultra mega legal!” A administradora Karyn Kolmogoroff e sua filha Catarina, de 15 anos, têm uma história bastante antiga com o Magister. Matriculada em 2004, quando cursou o Kindergarten 2, Catarina está hoje no 1º Ano do Ensino Médio e é aluna do Programa High School, que oferece a estudantes do segmento uma formação bilíngue com direito ao dual diploma (brasileiro + americano), tornando-os alunos internacionais. Decidida, Catarina deseja cursar uma universidade fora do Brasil e vê como bastante relevante o fato de ter aulas com um professor nativo. A menina conta também que o bilinguismo do Magister proporcionou a ela duas viagens ao exterior: “Em 2012, tivemos uma experiência de 15 dias

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no Canadá, e em 2014, na Inglaterra, numa Olimpíada de Inglês, e foi indescritível! Foi uma oportunidade de trocar experiências com pessoas de diferentes culturas e praticar fortemente o idioma”. Fazendo coro à filha, Karyn defende que o ensino bilíngue do Colégio contribui principalmente para a vida profissional que Catarina terá, mas agrega também o fator pessoal e o cultural. Ela ainda cita que comprometimento e seriedade são palavras que caracterizam bem o Colégio Magister.

Família Miyoshi


Família Kolmogoroff

Família Santiago

Família Miyoshi

Um livro: O Segredo - Rhonda Byrne (Karyn) e Capitães de Areia – Jorge Amado (Catarina) Uma música: Viva La Vida - Coldplay Um lugar: Praga – República Tcheca Um filme: O Grande Truque Comida predileta: comida típica russa O melhor de ser mãe é: cuidar, zelar e tentar ensinar a Catarina a ser independente e tornar-se uma grande mulher.

Um livro: O Segredo - Rhonda Byrne Uma música: Somewhere Over the Rainbow – Israel Kamakawiwo'ole Um lugar: a casa deles Um filme: Zootopia (primeiro filme que os quatro foram ver juntos no cinema) Comida predileta: comida italiana O melhor de ser mãe é: é muito gostoso acompanhar cada passo e conquista dos meus filhos. Ser mãe é o melhor que pode acontecer na vida de uma mulher! Nos tornamos pessoas melhores, ficamos mais plenas, felizes, intensas e, acreditem, até mais bonitas. O melhor de ser pai é: um grande prazer e orgulho na minha vida. Adoro participar de todos os momentos da vida da Isa e do Enzo, acredito que o papel de um pai na vida dos filhos é muito importante.

Um livro: O Ratinho, o Morango Vermelho Maduro e o Grande Urso Esfomeado - Audrey Wood e Don Wood (primeiro livro que Yuna leu para o Raphael, assim que aprendeu a ler) Uma música: The Sound of Silence - Disturbed Um lugar: Carmel, uma charmosa cidadezinha na Costa Oeste Americana, perto de San Francisco. Um filme: As Férias da Minha Vida Comida predileta: sushi O melhor de ser mãe é: nossos filhos são os melhores motivos para nos reinventarmos e aprendermos a viver de novo, todos os dias. Eles nos conquistam pelas nossas semelhanças e também pelo que têm de complementar. O melhor de ser pai é: estar perto para conviver e poder servir de exemplo e referência que seja útil para a vida deles.

Ping

Pong Família Kolmogoroff

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Nossos alunos para sempre Luciana Pantozzi de S. Marchetti & Paula Pantozzi de S. Tauch

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sucesso profissional dos alunos é uma das recompensas mais gratificantes que um colégio pode ter. Luciana Pantozzi de S. Marchetti, aluna do Magister de 1981 a 1990, ilustra com propriedade essa afirmação. Tendo entrado na 2ª série do Ensino Fundamental e completado o Ensino Médio no Colégio, Luciana, hoje, é médica nefrologista e mãe da pequena Beatriz, de 4 anos, que é aluna do K3 B do Magister. A profissional da Saúde trabalha atualmente em clínicas nas áreas de Nefrologia e Hemodiálise. Porém, assim como a maioria das pessoas, para ser a profissional que se tornou, Luciana teve dúvidas e fez experiências. E faz questão de ressaltar o apoio que o Magister lhe deu para que continuasse sua caminhada após 6

a vida escolar. Vejam o que ela tem a dizer: Quando surgiu sua paixão pela Medicina? Eu não sabia que faculdade fazer até iniciar o 3º ano do Colegial (atual Ensino Médio). Tenho uma prima mais velha, que fazia faculdade de Medicina na época. Eu ouvia as conversas dela com meu pai e achava muito difícil. Aos poucos, percebi que queria trabalhar com pessoas, na área da Saúde. Então, achei que meu caminho era a Odontologia. Mas eu gosto de ter certeza! Então, pedi a um dentista para fazer um estágio no consultório dele. Tive a certeza: eu queria pacientes, ajudar as pessoas, aliviar a dor... mas não da boca! Queria ter o conhecimento do corpo todo. Medicina era o meu caminho. A dificuldade não me assustava

Duas irmãs, uma carreira

Luciana


mais, pois qualquer bom profissional precisa estudar bastante e por toda a vida. Na hora de escolher uma especialização, fiquei indecisa de novo. Gosto da área clínica, mas queria uma área em que pudesse ter alguns procedimentos com frequência. A Nefrologia atende a esses quesitos. Conte-nos um pouco sobre sua trajetória profissional. Logo que me formei, no RJ, comecei a trabalhar como plantonista em UTI, onde atuei por 5 anos, até iniciar minha Residência em Nefrologia na UFRJ. Comecei com plantões em Hemodiálise em três clínicas. Em 2007, meu marido foi transferido, e fomos morar em Blumenau. Lá não havia vaga para Hemodiálise na única clínica da cidade. Dei plantões em Emergência, fiz parte do corpo clínico de um hospital como clínica geral e iniciei um trabalho na Secretaria de Saúde como médica-reguladora. Depois, comecei com um consultório de Clínica Geral e Nefrologia em uma clínica multidisciplinar no município e, posteriormente, também iniciei em um ambulatório de Nefrologia na Policlínica de Blumenau (SUS). Em 2012, meu marido foi transferido novamente, e voltei a morar em São Paulo. Reiniciei meus plantões de Hemodiálise nas clínicas onde estou hoje. Quais são os seus planos para o futuro na área de Medicina? Estudar... sempre! Quando minha criança ficar mais crescida, pretendo priorizar um Mestrado. Como o Magister ajudou você a se tornar a profissional que é hoje? Fiz minha formação de 1º e 2 º graus no Magister. Tenho conceitos morais que vieram de casa e

foram reforçados pela escola, e relacionamentos saudáveis, que são fundamentais para as relações interpessoais com que trabalho hoje. Tive um bom embasamento teórico no Colégio. O Magister se preocupava com as nossas escolhas e incertezas já na minha época. Lembro que fiz um curso de Orientação Vocacional oferecido pelo Colégio. Quais as suas melhores lembranças do Magister e do que você mais gostava no Colégio? São as amizades, que eu preservo ainda hoje, e o fato de o Colégio sempre me tratar pelo nome. Nunca fui mais um número ou apenas mais um aluno no Colégio. Sentia-me acolhida. Por qual(is) motivo(s) você decidiu matricular sua filha no Magister? Confio na segurança do Colégio, nos valores morais e de família. Confio na formação do aluno. Confio que minha filha será bem acolhida e assistida pelas professoras, funcionários e amigos. Dê um recado para os alunos do Magister que almejam o sucesso profissional. Às vezes, é difícil decidir qual faculdade fazer. Eu consegui me decidir experimentando. Assistir a palestras e conversar com quem já atua pode ajudar bastante na decisão. E não escolha uma profissão apenas por dinheiro. É massacrante fazer o que não se gosta, mesmo com um bom salário. Segurança financeira é importante, mas outros critérios também devem pesar na decisão. Além de Luciana e sua filha Beatriz, o Magister faz parte também da vida de outro membro da família Pantozzi: Paula, irmã mais nova de Luciana, que estudou no

Colégio de 1987 a 1998, tendo cursado da 1ª série do Primário (atual Ensino Fundamental I) até a conclusão do Colegial. Médica como a irmã, Paula está morando na Alemanha, onde cursa duas especializações, em Cirurgia Geral e Cirurgia Vascular, e trabalha em um hospital nas proximidades da cidade de Munique. Paula também ressalta a importância do Magister em suas escolhas profissionais: “Pelo fato de o Magister ser uma escola muito grande e com muitos alunos, aprendi a ser independente cedo. Talvez por isso me 'aventurei' a ir sozinha pra Alemanha e recomeçar a vida com novos amigos, novo trabalho, nova cultura...”, diz ela, que cita também que uma professora de Biologia do Colégio a incentivou a rumar para a área da Saúde.

Paula

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Uma reflexão sobre o futuro A tecnologia no processo ensino-aprendizagem A tecnologia proporciona um ambiente de estudos autônomo, possibilitando a mediação do corpo docente.

O Google Classroom é uma das plataformas que auxiliam os alunos no processo ensino-aprendizagem

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relação aluno-escola no processo ensino-aprendizagem constitui uma importante condição para o sucesso de ambos no dia a dia letivo. Por meio de uma orientação voltada para a utilização da tecnologia aplicada ao ensino, e assumindo o compromisso de ressignificar, atualizar e otimizar constantemente essa utilização, o Magister tem aprimorado os canais de interação entre professores e alunos, transformando tais fatores em uma extensão da metodologia empregada em sala de aula. Um dos meios virtuais e com acessibilidade móvel que o Colégio 8

usa para agregar praticidade ao processo ensino-aprendizagem do Ensino Médio é o Geekie, uma plataforma de ensino adaptativo que customiza o conteúdo estudado pelo aluno. Nesse sistema, se o estudante procura informações sobre a formação das células, por exemplo, o programa indica conteúdos relacionados que o jovem pode explorar a fim de estudar o assunto. Esse material de estudo é produzido pelo próprio Geekie, que permite também que o aluno teste, por meio de questões, sua proficiência nos temas de interesse. Além disso, o Geekie possibilita que os professores insiram tarefas de casa e

oferece até mesmo a aplicação de provas, cujos resultados são apresentados aos alunos e, dependendo de alguns fatores, podem nortear as aulas presenciais. O Google Classroom, provido pelo Google, é outra solução rica em recursos que incrementam a interação entre professores e alunos. Em fase inicial de utilização no Magister, o Google Classroom apresenta facilidade de implementação, acessibilidade por dispositivos móveis, e dispõe de uma interface prática e objetiva, por meio da qual os usuários têm acesso a lições de casa, trabalhos, formulários e interação


com o docente, que dá o feedback e as notas das tarefas executadas pelos alunos. A ferramenta foi criada visando ao protagonismo dos alunos e aceita a inserção de conteúdos multimídia (textos, imagens, vídeos etc.), além de ser um espaço onde os alunos podem publicar resumos das matérias e conversar com o professor, principalmente por meio de fóruns de discussão. Os eventos que os alunos ou os professores inserem na ferramenta são interligados a uma agenda virtual – também fornecida pelo Google – à qual os alunos têm acesso. Visando a uma gestão organizada desses canais e em conformidade com a filosofia do Colégio de formar alunos protagonistas, foi criado um Comitê de Tecnologia, composto por dois alunos do Ensino Médio do Colégio sob a supervisão do setor de Tecnologia Educacional. Felipe Fonseca, do 1º ano, e William Mitsugi, do 2º ano, formam o Comitê e são responsáveis pelo intermédio de informações a respeito dos canais tecnológicos do Colégio entre a escola e os estudantes. Eles identificam as necessidades dos alunos no manuseio desses canais e reportam para o Colégio. Foi por meio do Comitê de Tecnologia que se identificou a necessidade de se criar um novo canal exclusivo para eles trocarem informações entre si e se organizarem em relação à demanda escolar. Assim, o Comitê criou a Página do Estudante, um site no qual os alunos podem publicar esses conteúdos – sob a supervisão do setor de Tecnologia Educacional do Colégio – e fazer uso dos mesmos. Ainda no Ensino Médio, o Sistema UNO de Ensino pauta o conteúdo programático do segmento em formato de apostilas e por

uma rica plataforma virtual de conteúdo e comunicação. No UNO, o professor pode publicar o conteúdo de suas disciplinas, e o aluno tem à sua disposição uma biblioteca interna do próprio sistema, que é provido pela Editora Santillana. Fóruns de discussão e calendário de atividades também fazem parte das possibilidades oferecidas pela plataforma. Todos esses recursos são interligados e se voltam para o intuito de maximizar a tecnologia nos processos da escola, para facilitar e diversificar o trabalho. Hoje em dia, o professor vem assumindo novos papéis. Não sendo mais aquele responsável por apresentar o conteúdo, a função do docente é de cada vez mais orga-

nizar as informações e transformá-las em conhecimento. Afinal, informações e conteúdos estão se tornando gradativamente mais acessíveis. Por meio das tecnologias estamos transformando o espaço de sala de aula em um espaço de estudos cooperativo e autônomo. Em breve, os laboratórios de Informática do Colégio também deverão passar por um processo de reestruturação, visando à sua dinamização e transformação em um ambiente colaborativo. Desse modo, o Magister pensa no futuro de seu processo ensino-aprendizagem e na inovação contínua da relação professoraluno.

William Mitsugi e Felipe Fonseca, que formam o Comitê de Tecnologia, acessam o Geekie

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Ronaldo Rissetto Voluntário da Equipe EDUCAE – O Amor Exigente

Ronaldo Rissetto; Katia Martinho, diretora pedagógica; e Renato Laurato, vice-diretor pedagógico do Magister

Entrevista

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er pai ou mãe pode ser uma das maiores conquistas da vida de alguém, mas também traz o grande desafio de prover a educação correta dos filhos. Diversas dificuldades e dúvidas sobre o ato de educar surgem ao longo do tempo, e os pais devem estar preparados para enfrentá-las. Com o objetivo de auxiliar os pais a traçarem o gratificante, porém tortuoso, caminho da educação de crianças e adolescentes, surgiu a Equipe EDUCAE – O Amor Exigente, uma equipe composta por familiares que acreditam que a reeducação familiar é a base da proteção dos seus membros quando há a reavaliação dos seus limites éticos e morais, além dos seus costumes e raízes. Neste segundo semestre de 10

2016, a Equipe EDUCAE – O Amor Exigente ofereceu uma palestra aos pais de alunos do Magister sobre o papel da família em relação aos fatores de proteção, elementos fundamentais para que os jovens sejam os protagonistas de uma vida fortalecida na conquista de seus objetivos. Além disso, a equipe começou a ministrar, no Colégio, um ciclo de palestras com temas relacionados à formação de pais. O Magister conversou com Ronaldo Rissetto, um dos voluntários da Equipe EDUCAE – O Amor Exigente, sobre a atuação da equipe no auxílio aos pais interessados. Confira: Como surgiu a base de atuação da Equipe EDUCAE – O Amor Exigente? Surgiu principalmente da pro-

posta de associar o Amor Exigente e suas quatro colunas existenciais: princípios básicos de educação; princípios éticos; responsabilidade social, olhando para a comunidade como um todo; e a espiritualidade pluralista, em que, independente de religião, fica preservado o que promove a sobriedade e a serenidade comportamental, tudo isso associado ao Projeto de Reeducar para Educar. Na sua opinião, quais são as principais dificuldades dos pais ao educarem e protegerem os filhos nos dias atuais? Acreditamos que a maior dificuldade que os pais enfrentam nesse processo de educação, ou reeducação, é assumir que o que não funcionou até agora não foi a teoria do processo educacional,


mas a forma como ela foi empregada. Pais que pregam atitudes que não praticam, por exemplo, pais que pregam comportamentos em que não acreditam ou pais que não procuram estudar e entender que o padrão comportamental e sua individualidade se transformam em fatores de dificuldade desse processo. Você acha que existe uma “fórmula” ou “receita pronta” para os pais educarem e protegerem seus filhos? Não, não existe "receita pronta", e acreditamos que cada família prepara a sua própria “receita”, com erros e acertos durante o processo de partilha familiar. Na sua opinião, quais as principais diferenças entre educar os filhos hoje em dia e educar os filhos nos anos 80 e 90? Informação - a variedade e a facilidade de informação disponível se transformaram no maior desafio para educar as famílias nos tempos atuais, pois, se os pais não possuem uma forte estrutura ética e moral, sofrem constante embate dos filhos quanto às notícias, que são facilmente disponíveis e acessíveis. Sucintamente, qual é o objetivo do ciclo de palestras da Equipe EDUCAE – O Amor Exigente? Em poucas palavras, é reeducar os pais com base nas colunas de sustentação do Programa Amor Exigente: princípios básicos de educação; princípios éticos; responsabilidade social; espiritualidade pluralista. Que tipo de pessoas podem fazer o curso da Equipe EDUCAE – O Amor Exigente? O Amor Exigente é um programa de reeducação comportamental e se destina a qualquer pessoa. Todos podem conhecer e prati-

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car o programa. As pessoas que conhecem o programa dizem que, em determinado momento, tornaram-se pessoas melhores e mais felizes, pois mudaram o comportamento e a forma de enxergar a vida. Em sua experiência como membro da EDUCAE – O Amor Exigente, você já ouviu algum caso entre pais e filhos que te marcou de alguma forma? Conheço uma história clássica do nosso Presidente Luiz Fernando, que demonstra que assertividade, metas e o cumprimento delas permitem a reeducação. Os filhos dele, ao chegarem da escola, deixavam tudo jogado pela casa. Várias vezes foram repreendidos. Então, Luiz e sua esposa conversaram no grupo e ouviram de outros pais que os filhos deles também faziam isso e que eles avisaram que, se continuassem deixando as roupas “jogadas”, elas seriam colocadas em um saco e doadas a uma comunidade. É óbvio que eles continuaram jogando as roupas, e é óbvio que Luiz e sua esposa as colocaram num saco e doaram.

Resultado dito pelo casal: nunca mais deixaram nada jogado, o que reforça que as atitudes dos pais afetam as atitudes dos filhos, principalmente com atitudes assertivas, éticas e exemplares.

‘‘Cada família prepara a sua própria ‘receita’ de

educaçãO, com erros e acertos durante o processo de partilha

familiar.’’

Ronaldo Rissetto fala a pais de alunos do Magister sobre a equipe EDUCAE - O Amor Exigente


Heliana Han ‘‘A construção de um mundo melhor passa pela sala de aula’’

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uitos consideram lecionar uma das atividades mais importantes que o ser humano pode exercer. Ser professor é entrar em contato com diferentes comportamentos e modos de pensar e interagir com eles. Para alguns, isso pode representar apenas um desafio. Para outros, é a realização. Pode-se dizer que a Prof.ª Heliana Han, docente de Biologia para o Ensino Médio do Magister, integra o segundo “time”. Bióloga, pedagoga e Mestra em Biologia Molecular, Heliana teve interesse por seu campo de ensino desde a adolescência, quando adorava as aulas de Biologia. Após se graduar na área e concluir o Mestrado, Heliana começou sua trajetória como docente e cursou uma graduação em Pedagogia. Como professora, ela se encontrou. “A sala de aula se tornou um espaço de encantamento, os conhecimentos adquiridos com a pesquisa foram úteis para inovar nas aulas”, ela relembra. Em 2009, Heliana passou a integrar o quadro de docentes do Ensino Médio do Magister. Para ela, lecionar para adolescentes era uma novidade. “Para lidar com jovens do Ensino Médio, temos que apreender uma 'nova psicologia'. Eles são contestadores e passam por mudanças emocionais e físicas profundas”, ela 12

diz. O convívio com essa faixa etária lhe proporciona importantes lições. “A vida não é fácil para adultos, imagine então para jovens estudantes”. Com isso, ela se sente bem-aventurada com sua experiência. “Posso dizer que sou muito felizarda, pois tenho muitos 'filhos'. Os anos convividos com os jovens em sala de aula nos despertam sensações de carinho, amizade, compaixão, raiva e fortalecem os laços”, justifica a profissional. Em 2016, Heliana está envolvida em um projeto especial do Colégio. Como a UNESCO estipulou este como o Ano Internacional das Leguminosas, entre outros temas, a docente está realizando, junto aos alunos do Ensino

Médio, trabalhos, como o plantio e o desenvolvimento de feijões e oficinas gastronômicas com alimentos que fazem parte desse grupo alimentar. Até hoje, o encantamento pelo ensino é presente na vida da docente. “A construção de um mundo melhor passa pela sala de aula, não só pelas aprendizagens básicas, ou seja, pelo ensino preparatório, mas também pelas relações que são construídas, pela formação integral do jovem”, ela considera. A professora ainda menciona que o Magister “sempre investiu na formação contínua de seus docentes e na inovação, oferecendo um espaço de crescimento para todos”.

Prof.ª Heliana lecionando ao Ensino Médio


Roselene Luz “É por meio da educação que conseguiremos conscientizar o indivíduo a reconhecer e exigir seus direitos(...)’’

Prof.ª Roselene com alunas no laboratório

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curiosidade é uma virtude do ser humano e o motiva a dar os primeiros passos rumo conhecimento de si próprio e do mundo. Foi a curiosidade que motivou a Profa. Roselene Luz, que leciona as disciplinas de Ciências e Metodologia e Autonomia para o Ensino Fundamental II do Magister, a encontrar sua vocação na docência. “Sempre fui uma pessoa muito curiosa, querendo saber o porquê das coisas, e como professora, posso encontrar respostas para minhas dúvidas”, ela diz. Rose (como é chamada) tem interesse por Ciências desde criança. Hoje, é formada em Biologia e especializou-se na Docência das Ciências Biológicas. Sua carreira como professora começou nos anos 90, quando lecionava para a Educação Infantil. Tendo lecionado também para o Ensino Médio, Rose encontrou seu lugar ao dar aulas para jovens do Ensino Fundamental II, onde atua até hoje. “As crianças dessa faixa etária são curiosas, amorosas e encantadas com o que estão fazendo”, afirma a docente. Sua motivação

por dar aulas existe ao saber que, como educadora, contribui para a formação de um mundo mais justo e melhor. “Espero que cada um dos meus alunos seja consciente da sua importância na construção de uma sociedade mais igualitária”, ela declara. E afirma ainda que o fator que mais a agrada no Magister é a preocupação do Colégio com uma formação que vai além da vida acadêmica, mas é também pautada em valores. Não é a toa que Rose é uma das professoras da disciplina de Metodologia e Autonomia, que tem como base, entre outros princípios, os valores humanos. Em sua relação com a escola, Rose coleciona histórias. “Um momento marcante que vivi no Colégio aconteceu em 2014, quando descobri que era portadora de uma doença grave e tive que me ausentar para fazer uma cirurgia. Recebi muito apoio e amor dos meus colegas de trabalho e dos alunos enquanto me recuperava, recebi muitas cartinhas e presentinhos, mas o mais importante foi saber que, ao entrar no centro cirúrgico, meus

alunos pararam a aula e rezaram por mim. Tenho certeza que essas orações foram fundamentais para minha recuperação, jamais vou esquecer essa homenagem”, ela exemplifica. Outro episódio que a docente faz questão de mencionar aconteceu na Festa Junina deste ano, quando, a fim de praticar a responsabilidade social e arrecadar verba para a ONG ProBrasil, os alunos do 8º Ano geriram uma barraca de brincadeiras e alcançaram o objetivo almejado, mobilizado também suas famílias. “Eles trabalharam na barraca unidos pela corrente do bem, me encheram de orgulho”, diz a professora. Para Rose, a educação tem um poder incontestável: “É por meio da educação que conseguiremos conscientizar o indivíduo a reconhecer e exigir seus direitos, deveres e obrigações, exercendo a condição de cidadão”. Determinada, ela conclui: “Espero estar com meus alunos atuando na construção dessa sociedade mais humana e mais justa”.

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Ensino Bilíngue: Protagonismo em um mundo sem fronteiras

Alunos do Ensino Fundamental, na comemoração do St. Patrick’s Day

A

s fronteiras entre nações e culturas estão se tornando cada vez mais tênues com o decorrer do tempo. Isso acontece devido à crescente globalização que tem marcado o planeta nas últimas décadas. A educação é um dos vários fatores sociais que recebem os impactos desse movimento. A maior abertura de muitos países à recepção de estrangeiros para estudar ou trabalhar e o incentivo governamental ou privado para que os cidadãos completem parte de sua vida educacional em outras partes do globo têm facilitado muito o intercâmbio cultural entre nações. Isso denota o notável e produtivo multiculturalismo que está tomando conta do planeta e tornando as pessoas “cidadãs do 14

mundo”. Hoje em dia, no Brasil, o domínio de uma língua estrangeira não é mais visto como requisito apenas desejável para o ingresso em vagas de emprego de cunho executivo, mas sim, como algo essencial. Além disso, muitas empresas dão valor também para o conhecimento ou a vivência de outras culturas. Este é outro importante motivo para a ida cada vez mais constante de brasileiros para o exterior a fim de completarem os estudos. Segundo uma matéria de novembro de 2011 do site G1, “o número de universitários brasileiros estudando nos Estados Unidos cresceu 78% entre 2013 e 2014, fazendo com que o Brasil pulasse da 10ª para a 6ª posição no ranking de países que mais enviam inter-

cambistas para os EUA”. O site ainda cita que, conforme o Instituto de Educação Internacional, “no ano letivo de 2014-2015, os Estados Unidos registraram 23.675 brasileiros matriculados em seu ensino superior. No ano letivo anterior, o número era de 13.286”. E as perspectivas são da continuação do crescimento desses números a cada ano. Esses fatores têm impulsionado o ensino brasileiro a preparar o estudante para ser um indivíduo atuante nesse cenário multicultural, aproveitando para se estabelecer profissionalmente e ser protagonista de sua atuação. Há 20 anos, o Magister tem olhado para a necessidade de seus alunos serem mais proficientes, fato que levou à implantação do Ensino Bilíngue em 2004. No ano


de 2016, englobou-se toda a Educação Infantil no Ensino Bilíngue e os planos para os próximos anos são de crescimento nesse setor. Segundo a coordenadora da Educação Infantil Bilíngue do Magister, Carolina Saarepere, esse trabalho vem obtendo sucesso. “Os pais do K4 já sentiram nos filhos a diferença, o quanto eles absorvem o idioma”, ela exemplifica, além de dizer que o aprendizado bilíngue “se dá mais facilmente na primeira infância”. A partir de 2017, uma nova etapa do ensino do Magister terá início e deverá retratar um avanço ainda maior no já consolidado Ensino Bilíngue e no 1º Ano do Ensino Fundamental I. Veja no quadro abaixo:

Ensino Bilíngue 2016

em parceria com a Keystone, que concede a alunos do Ensino Médio o dual diploma (brasileiro + americano), transformando-os em alunos internacionais. No High School, os estudantes têm aulas em inglês de conteúdos do currículo tradicional americano, como American History, creative writting, entre outras disciplinas. Vale salientar que, para a execução do processo em sua plenitude, o apoio e o acompanhamento da Keystone têm sido essenciais e se aliam à tradição do Magister no Ensino Bilíngue. Em 2018, a caminhada irá continuar. A intenção é que, gradualmente, as outras séries do Ensino Fundamental I se tronem bilíngues, sob o mesmo esquema do

1° Ano do Ens. Fund. I

Segundo uma matéria de

novembro de 2011 do site G1, “o número de universitários brasileiros estudando nos Estados Unidos cresceu 78% entre 2013 e 2014’’.

Do 2° ao 5° ano

• Nomenclatura: Junior 1 a Junior 5 e Grade 6 a Grade 8

• Regular (com a opção do Ensino Bilíngue)

• Regular (com a opção do Ensino Bilíngue)

• Sem certificação

• 2 aulas de inglês por semana

• 2 aulas de inglês por semana

Programa Internacional:

2017

• Nomenclatura: 1st Grade a 8thGrade • Com certificação internacional da K12

É importante ressaltar que, para comprovarem seu conhecimento na língua inglesa, as turmas do Ensino Bilíngue já contavam também com o exame de Cambridge, que consiste em uma prova elaborada pela Universidade de Cambridge, emitindo um certificado de proficiência na língua, proporcional ao nível do estudante. Todo esse planejamento abrange uma perspectiva ampla, que se direciona para o High School, programa do Magister também

• Exclusivamente Bilíngue • 5 aulas de inglês por semana • 7 aulas em inglês por semana

1º Ano. Essa atualização do ensino do Magister converge para o objetivo do bilinguismo do Colégio, que é formar um estudante autônomo, independente, que saiba trabalhar em grupo e que, além de se expressar em uma segunda língua, tenha vivência como aluno internacional, com o perfil voltado para o século XXI, ou seja, pronto para ser protagonista em um cenário sem fronteiras.

15


JOCA: fomentando a competência leitora

16

alunos, que podem praticar a leitura em casa, junto com suas famílias, ou no Colégio, durante os Momentos de Leitura, que são realizados no dia a dia letivo. A partir daí, as crianças elegem as matérias que mais lhe interessaram ou que causaram mais curiosidade, para analisarem e debaterem em rodas de conversa na sala de aula, sempre sob a supervisão das professoras. Além das matérias, o JOCA tem também uma sessão chamada “Canal Aberto”, pela qual os estudantes podem enviar perguntas para que alunos de outros colégios respondam na edição posterior. As crianças do Magister, por exemplo, já mandaram perguntas para a sessão, e também já tiveram respostas a outras perguntas publicadas no periódico. Os alunos ainda respondem a quizzes sobre as notícias do jornal, o que também facilita a compreensão dos assuntos. Dessa forma, não apenas o gosto pela leitura é exercitado, mas também é construído o hábito da leitura de jornal, um veículo tão importante para a formação crítica e o desenvolvimento dos estudantes.

Ensino Fundamental

I

mportante quesito na formação de alunos críticos e pensadores, a leitura é uma competência muito trabalhada no Magister, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio. No Ensino Fundamental I, por exemplo, um projeto posto em prática neste ano e que tem como objetivo o fomento à leitura é o trabalho com o jornal JOCA. O JOCA (Jornal da Criança) é um jornal impresso que publica notícias, entrevistas e curiosidades sobre assuntos atuais, incluindo temas como política, economia, cotidiano, esportes, dicas culturais e de lazer, entre outros, sempre abordados com uma linguagem de fácil entendimento para crianças. Além disso, o periódico, muitas vezes, usa ilustrações, mapas e infográficos para ajudar seus leitores na interpretação das informações. O JOCA tem como inspiração os diversos jornais infantis existentes em países da Europa, nos EUA e na China, que possuem um público leitor grande e fiel. Adotado no Magister para crianças de 4º e 5º anos, o periódico é entregue quinzenalmente aos

I

Alunos do Ensino Fundamental I praticam a leitura com o JOCA


Empreendedorismo Beneficente

Alunos do 8° ano se preparam para trabalhar na Festa Junina Beneficente 2016

O

s estudantes do Magister têm acesso a valores e práticas que transcendem o ensino tradicional. Exemplo disso é a disciplina de Metodologia e Autonomia, que é lecionada no Ensino Fundamental II e tem sua base sustentada por quatro pilares: ofício de estudante, empreendedorismo, valores humanos e ética nas redes sociais. Nas aulas, esses valores são trabalhados de forma aplicada à realidade. E como falar de empreendedorismo sem vivenciá-lo? Para trabalhar com conceitos como marketing, rotinas administrativas e empresariais, além de controles financeiros, nada melhor do que experienciar uma situação concreta. Assim, o Magister propôs aos jovens do 8º ano uma ação que aliasse empreendedorismo à questão dos valores humanos. “A escola, hoje, cumpre também um papel social”, justifica a Prof.ª Roselene Luz, uma das docentes

de Metodologia e Autonomia. Os estudantes abraçaram a causa e geriram a Barraca da Argola na Festa Junina Beneficente do Magister deste ano, com a missão de arrecadar verba para ser doada à ONG ProBrasil, que assiste crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social na comunidade de Jd. dos Álamos, na Zona Sul de São Paulo. Os estudantes ficaram responsáveis por toda a condução do processo, desde o planejamento até a alocação da verba arrecadada, incluindo a operacionalização da barraca e a sua divulgação junto a pais, demais alunos e comunidade escolar. As professoras Roselene, Isilda Alvarez e Joseane Farah, responsáveis pela disciplina Metodologia e Autonomia, supervisionaram e auxiliaram os jovens durante toda a ação. “Houve um engajamento grande por parte dos alunos”, comenta a Prof.ª Isilda. Desde o surgimento da ideia, os estudantes envolveram suas

famílias, que também apoiaram a causa e fizeram doações financeiras ou de objetos para serem usados como prendas. O resultado de tal engajamento foi valioso. A barraca obteve grande sucesso. A Prof.ª Joseane resume bem o sentimento de todos os envolvidos na ação: “Os alunos arrecadaram dinheiro e mobilizaram as famílias para que o projeto pudesse acontecer. O resultado foi extremamente positivo, além do que imaginávamos”. Os estudantes participantes também expressaram suas percepções: “As pessoas se sentem mais motivadas a participar sabendo que vão ajudar crianças que precisam”, diz Maithê Morganti, do 8º C. Aline Cordaro, do 8º B, fala sobre a execução do trabalho: “Colocamos em ação na Festa Junina tudo o que víamos em aula”. Os próximos passos dos alunos são avaliar junto à ProBrasil as principais necessidades da ONG, para que todo o lucro gerado na Barraca da Argola seja investido de forma inteligente, e planejar outras ações com a mesma finalidade, ou seja, a arrecadação de verba para a instituição.

17


tês, há uma mesa mediadora e representantes de diversos países, que debatem e tentam elaborar soluções para as questões colocadas. No decorrer das sessões, é possível notar a seriedade com que os alunos tratam a proposta, a qual reflete nos ricos discursos e debates que protagonizam. Para participarem das sessões, eles pesquisam a realidade e o perfil dos países que representam e mergulham fundo em cada cultura, a ponto de se caracterizarem com trajes e adereços típicos. Além disso, toda a cobertura jornalística e a divulgação online e impressa das sessões da Simulação Interna do Colégio Magister são realizadas pelo Comitê de Imprensa, que também é formado por alunos e representa veículos de comunicação de várias nacionalidades. Já em sua 7ª edição, a Simulação deste ano aconteceu no mês de maio e incentivou os jovens a se inteirarem do cenário global em

2016 marcou a 7ª edição da Simulação Interna do Colégio Magister

Ensino

P

ara o estudante, uma das melhores formas de construir conhecimento é colocar em prática o que aprende em sala de aula e, mais ainda, quando essa expertise possibilita promover melhorias no mundo ao aplicá-la na convivência em sociedade. Tendo em mente esse pensamento, o Magister realiza, junto aos alunos do Ensino Médio, um ciclo de simulações de debates sobre problemas mundiais: a Simulação Interna do Colégio Magister é feita com base nos comitês de discussão da ONU, como o PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), a OIT (Organização Internacional do Trabalho) e a OMS (Organização Mundial da Saúde), entre outros, e faz com que os alunos experimentem um pouco do que poderão encontrar em seu futuro. Durante as Simulações Internas, cada comitê se reúne e trata de assuntos específicos. Nos comi-

Médio

Simulações: Protagonizando o futuro


relação a questões como o trabalho infantil, a violência contra as mulheres e a situação dos refugiados, entre outras. Além disso, essa edição foi a primeira em que houve um comitê para discussões apenas em língua inglesa, o Europe Council (EC). No Europe Council, duas pessoas convidadas trouxeram contribuições para a discussão: Mariana Shimoda, uma professora que morou no Reino Unido, e Edgar R. Gomes, advogado brasileiro que abriu mão de sua vida confortável para viver a realidade encontrada nos campos de refugiados e compreender as dificuldades enfrentadas por eles em sua jornada. Ambos, pessoalmente e por videoconferência, respectivamente, compartilharam com os alunos suas vivências, fortalecendo um debate produtivo para a formação dos estudantes, não somente no âmbito educacional, mas em seus valores pessoais. A Prof.ª Aliza, docente norte-americana que leciona para o programa High School do Magister, também participou de discussões do EC, ponderando em alguns momentos sobre a questão dos refugiados. Fórum FAAP e SPMUN Além das simulações organizadas pelo Colégio, os alunos do Ensino Médio participam também de simulações promovidas por instituições de Ensino Superior, como o Fórum FAAP de Discussão Estudantil, organizado pela FAAP. O Fórum FAAP, com os comitês similares aos da ONU, compreende alunos de diversos colégios. O ano de 2016 marcou a 7ª participação de alunos do Magister no Fórum, que aconteceu em abril. Ao final, eles ressaltaram que o evento fez com que sentissem uma nítida evolução de si mesmos como estudantes,

futuros profissionais e cidadãos. Nicolle Gonçalves, aluna do 3º ano, que em 2016 participou de sua 3ª edição seguida, comentou que o Fórum FAAP orientou sua escolha por fazer bacharelado em Relações Internacionais após a conclusão do Ensino Médio. O Fórum FAAP deste ano ainda premiou Larissa Machado, aluna do Magister, como a melhor jornalista. Larissa teve seu texto publicado na capa do informativo “Fórum em Foco”, que reuniu textos dos alunos, relatando os principais pontos tratados em cada comitê.

grafia, por exemplo, deu aulas preparatórias para o Fórum FAAP, além de ter importante participação na VII Simulação Interna do Colégio Magister. Outros docentes também tiveram notável relevância durante a realização dos eventos, e os alunos reconhecem o esforço que eles tiveram.

Alunos do Ensino Médio prontos para participarem do 12° Fórum FAAP de Discussão Estudantil

O VII SPMUN (Model United Nations), que foi realizado em julho na ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), nos mesmos moldes do Fórum FAAP, foi outro evento que contou com a participação de alunos do Magister. Mais uma vez, eles puderam praticar seus conhecimentos em política internacional e agregar valores e experiências a suas vivências. Mestres e ajudantes Com o intuito de auxiliar o desenvolvimento dos alunos nas simulações, professores do Magister prestaram apoio aos jovens. O professor Antonio Carlos, de Geo-

Passe o leitor de QR CODE de seu celular nesse código e visualize os textos da aluna Larissa Machado em duas edições do informativoFórum em Foco.

*matéria que contou com a colaboração da aluna Daniela Kita, que representou a Imprensa na VII Simulação Interna do Colégio Magister.

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Responsabilidade Social

Alunos do Magister realizam cantigas de roda para poderem compartilhar com alunos da EMEF Infante Dom Henrique

D

esde 2006, o Magister tem o orgulho de fazer parte do PEA (Programa de Escolas Associadas) da UNESCO, assumindo o compromisso de oferecer uma educação de qualidade, que promova inclusão e justiça social e eduque cidadãos responsáveis e conscientes de seu papel tanto na comunidade local como na global. Uma escola PEA deve procurar meios inovadores e criativos para tornar o currículo escolar e a aprendizagem mais dinâmica e próxima da realidade dos alunos. As escolas do programa são um polo de fomento de ideais para reduzir a desigualdade social, minimizar a exclusão social, o racismo e o analfabetismo por meio das temáticas anuais e de posturas concretas. Trata-se uma demanda nacional, e as escolas PEA são encorajadas a assumir o compromisso com a melhora da educação do país, extrapolando os muros das instituições. Em complemento a essa orientação, o órgão ainda sugere que as escolas PEA façam contatos e parcerias com outras escolas associa-

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das, organizações e instituições públicas ou privadas, tanto no nível regional como nacional e internacional, para garantir o suporte necessário para manter os projetos promovidos. Neste ano, o Colégio Magister abraçou os temas dos Anos Internacionais do Entendimento Global, dos Camelídeos e das Leguminosas, estipulados pela UNESCO, assumindo também a responsabilidade de contribuir com escolas públicas. Inicialmente, a ideia de oferecer apoio à escola pública, aos poucos, foi se descortinando em possibilidades de muitas aprendizagens para todos os envolvidos. A partir de uma parceria com a Escola Municipal de Ensino Fundamental Infante Dom Henrique, localizada no centro da cidade de São Paulo e que possui em seus bancos escolares alunos imigrantes de diversos países, que chegam ao Brasil com a esperança de viver numa terra sem guerras ou na busca por uma economia mais estável, o Magister percebeu que seus estudantes teriam muito a aprender com a realidade de imi-

grados originários da Bolívia, Egito, Angola, África do Sul, Coreia do Sul, e também os recém refugiados da Síria. Assim, iniciou-se a defesa de que as crianças e jovens das duas escolas vivessem conjuntamente os temas da Rede PEA-UNESCO, e foram propostos projetos que permitissem o intercâmbio de saberes com a participação ativa dos estudantes. Para os alunos do Magister, a ação visa deixar o gratificante sentimento do compartilhamento de conhecimentos, experiências e valores, além da percepção de realidades sociais diferentes das que eles vivem. É um ciclo de trocas e entendimentos que amplia o horizonte dos jovens e os enriquece culturalmente. Eles podem perceber a imensa diversidade sociocultural que o mundo apresenta, para que possam agir sobre ela e exercer a cidadania. É a verdadeira vivência da missão do Magister: “construir um mundo mais justo e melhor”. O respeito, a valorização, a empatia e o apoio a crianças e jovens das instituições desse intercâmbio ressignificam

3


no Encontro Nacional de Escolas PEA- UNESCO, para servir de exemplo para as demais instituições do país. Com a realização do intercâmbio, o Magister tornou-se padrinho da EMEF Infante Dom Henrique e de outra escola pública, a Escola Municipal Casa Meio Norte, localizada em Teresina – PI e que faz um trabalho consistente com alunos em situação de alta vulnerabilidade social, para serem afiliadas ao PEA ainda neste ano.

de Saberes

Estudantes da EMEF Infante Dom Henrique recebem cartas escritas por alunos do Magister

Intercâmbio

suas trajetórias e compartilham ideais. Muitos movimentos pedagógicos e sociais surgiram com essa parceria, mostrando que a ela renova os conceitos do fazer colaborativo e da aprendizagem em rede. Algumas das ações que estão sendo geradas a partir do intercâmbio são a participação de docentes do EMEF Infante Dom Henrique no V Congresso Saberes da Docência, realizado em julho; a visita de alunos bolivianos da EMEF ao Magister, a fim de trocar vivências com os estudantes do Colégio; a exibição de trabalhos de crianças da EMEF na Mostra Cultural 2016, em setembro; entre outras. Além disso, foi criado também um canal eletrônico que possibilitasse a troca de informações e o compartilhamento das produções dos alunos de forma dinâmica, o blog entendimentoglobal.blogspot.com.br. Maria de Fátima Bertoletti, professora de Artes da EMEF Infante Dom Henrique, comenta sobre o resultado da parceria junto aos estudantes de seu colégio: “A parceria está construindo um impacto forte no desenvolvimento de nossos alunos, na autoestima e na motivação de aprendizado, possibilitando que eles adquiram as aptidões e competências de vida necessárias para o desenvolvimento pessoal e cidadão”. Ela ainda completa: “Estou muito feliz com os resultados e com o prazer do aprendizado.” Esse intercâmbio de saberes foi reconhecido pela organização, e seu resultado encantou a Coordenação Nacional PEA como um projeto de relevância. Por seu caráter inspirador como apoio ao ensino público, será apresentado

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Período Complementar/Integral: formação completa

Alunos do Período Complementar de pijama durante o Kid’s Night Out

A

escola representa o “segundo lar” dos estudantes, ou seja, onde eles passam boa parte do tempo e precisam ter acesso a um acolhimento apropriado para seu desenvolvimento como alunos e indivíduos. Abrangendo crianças de aproximadamente 1 ano e meio a 11 anos de idade, o planejamento do Período Complementar do Magister tem base nesse pensamento. Os estudantes do Colégio optantes pelo programa têm sua rotina letiva no período regular e, no restante do período, participam das atividades do curso. O Magister entende que essas crianças, além de terem suas tare22

fas escolares e estudos acompanhados pelas educadoras, devem participar de uma programação coletiva e individual que seja recreativa e lúdica. Aulas especiais de Culinária, oficinas de artes, esportes e brincadeiras fazem parte da programação. Além disso, em 2017, os alunos do Ensino Fundamental I que frequentam o Período Complementar se tornarão alunos internacionais, devido à parceria com uma escola americana. Durante os períodos de férias escolares, em janeiro e julho, o Período Complementar continua ativo e a equipe pedagógica que acompanha os estudantes põe em prática novas atividades que

fomentam a socialização, a recreação e o lazer das crianças, que são estimuladas a levarem para a escola brinquedos como patins, bicicletas e skates, e a não fazerem uso de aparelhos eletrônicos, como tablets e celulares. Isso favorece que as crianças se divirtam interagindo, se movimentando e explorando os espaços da escola. Neste ano, por exemplo, a programação do Período Complementar nas férias de Inverno foi toda pensada com a ajuda das crianças. O resultado foi ótimo: cada faixa etária tinha sua programação, que se revezava entre gincanas, esportes, oficinas e outras práticas, como o Jogo da


Velha com o Corpo e o Pebolim Humano; e as crianças se divertiram, fazendo da escola uma extensão de seus lares. Houve até mesmo o Kid's Night Out, uma sexta-feira especial, na qual as crianças de todas as idades ficaram até tarde da noite no colégio e realizaram danças e brincadeiras diversas, sempre visando as relações interpessoais no espaço escolar, um dos objetivos das atividades do Período Complementar. Para os alunos do Ensino Fundamental II, a partir dos 11 anos, o Magister também oferece a permanência no Colégio por um período estendido: é a Supervisão de Estudos, na qual os jovens, além de participarem de inúmeras atividades extras, utilizam o tempo para fazer tarefas, trabalhos e outras atividades escolares sob o acompanhamento de profissionais. Cuidados permanentes com a alimentação A alimentação dos alunos também é uma preocupação constante do Magister, principalmente no Período Complementar. As crianças participantes do programa fazem, no mínimo, duas refeições durante a estadia na escola: o almoço e o lanche da tarde. Visando a boa formação alimentar dos estudantes, a Sabor A+, parceira do Magister na alimentação, elabora o cardápio das crianças seguindo um rigor nutricional, sob a avaliação e supervisão da nutricionista do Colégio. Nos momentos das refeições, os alunos se servem sozinhos, sendo acompanhados e orientados por monitores e pela coordenação pedagógica. Eles são estimulados a escolher alimentos variados, incluindo saladas e legumes. As monitoras são responsáveis por fazer os pratos das crianças menores e picam os alimen-

tos de acordo com a faixa etária, mas não deixam de incentivar os pequeninos a se alimentarem sozinhos, de forma autônoma. O Magister faz questão de destacar que a boa educação alimentar dos alunos se faz com a parceria entre a escola e a família, ou seja, tem que acontecer tanto no Colégio quanto em casa, e deve ser contínua, integrada e de acordo com a fase de desenvolvimento de cada criança.

Aulas especiais de Culinária, oficinas de artes, esportes e brincadeiras fazem

parte da programação.

A alimentação saudável é uma preocupação latente do Magister

23


Aconteceu...

Eleições do Grêmio Estudantil

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Encontro com Patrícia Auerbach

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Festa junina Beneficente 2016

Estudo do Meio 1° ano: Cia dos Bichos

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VIII Congresso ICLOC de Práticas na Sala de Aula

Diversão, brincadeiras e bons momentos em família deram o tom da Festa Junina Beneficente do Magister, que neste ano teve o tema "Eta trem bão, desse arraiá o mundo todo pode participá!".

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Autora de "O Lenço", um dos livros adotados pelo K4 para leitura neste período letivo, a escritora Patricia Auerbach visitou o Magister e conversou com as crianças da turma sobre a obra e seu processo de criação.

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Os alunos do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio puderam escolher a chapa que os representará no Grêmio Estudantil durante o biênio de 2016 e 2017.

4

Como Estudo do Meio, as crianças do 1º ano do Ensino Fundamental visitaram a Cia dos Bichos. Além do estudo, foi um passeio divertido! Elas aprenderam mais sobre os animais e os bichinhos de jardim.

5

O Dia da Família trouxe às famílias de alunos do Magister muitos momentos de descontração, diversão, cultura e, principalmente, o prazer de estar com as pessoas que fazem parte dos laços familiares de cada um.

6

As crianças da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I fizeram uma visita à Feira do Livro. Elas ficaram encantadas com o espaço e as obras expostas.

7

O VIII Congresso ICLOC de Práticas na Sala de Aula, que foi realizado no Instituto Singularidades, teve como objetivo a atualização dos conhecimentos dos professores e a troca de experiências com outros profissionais do ensino.

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O V Congresso Saberes da Docência tinha o tema “Aprendizagens centradas no aluno”. Professores de diversos colégios e de segmentos variados puderam participar, expondo seus pontos de vista a respeito de assuntos que permeiam o ensino.

2

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Feira do Livro

Dia da Família 2016

1

6

8

V Congresso Saberes da Docência

Entre outros!


RECEITAS DA

CHEF

Pasta de amendoim Ajude nosso jogador de Basquete em Cadeira de Rodas a marcar uma linda cesta:

Ingredientes*: 500 gramas amendoim torrado sem sal e sem casca 2 colheres (sopa) de açúcar 1 colher (sopa) de óleo (milho, amendoim, canola ou coco) Modo de preparo: 1. Juntar todos os ingredientes e bater no mixer ou liquidificador até virar uma pasta; 2. Passar para um vidro esterilizado com tampa; 3. Consumir com pão, panqueca, bolo ou torrada; 4. Armazenar em geladeira até 1 (uma) semana.

* Usamos somente produtos selecionados por Natural da Terra.


Colégio

R

DESDE 1968

CURRÍCULOSNACIONALEINTERNACIONAL

GUE

BILÍN

Berçário 

Kindergarten

Ed.InfantilBilíngue Fundamentall

ElementarySchool  MiddleSchool



Fundamentalll 

EnsinoMédio 

Integral

Duas línguas. Dois diplomas.



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Revista magister - 5ª edição  

A Revista Magister é uma publicação de distribuição interna e gratuita do Colégio Magister. Não é permitida a publicação e difusão de seus t...

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