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Mala Direta Básica 9912250045/2010-DR/SPI

COCAPEC

Ano 17 - Junho/Julho/Agosto 2018 - nº 110 - COCAPEC / CREDICOCAPEC

Laboratório de Cafés Especiais entra em operação e amplia possibilidades aos cooperados Marca SomosCoop passa a compor toda a estratégia de marketing da Cocapec Envelopamento fechado. Pode ser aberto pela ECT

Técnica de repasse é fundamental para o controle da Broca


Colhendo os frutos de um bom planejamento Podemos considerar que a colheita desta safra caminha para sua finalização com destaque para a boa qualidade dos cafés. Tivemos um atraso no início da colheita, mas o cooperado conseguiu se organizar e os trabalhos foram compensados ao longo do processo. Já os preços, infelizmente, não foram satisfatórios, pois as cotações de mercado em agosto permaneceram muito baixistas. A Cocapec se preparou para receber os cafés dos cooperados, tornando esta etapa do recebimento de café muito mais ágil e dinâmica. Um dos fatores que contribuíram, foi a conclusão das obras dos novos armazéns em Cristais Paulista/SP e Ibiraci/MG, aprovados em AGO. Juntos, eles somam mais de 13 mil m², o que concede autonomia para a cooperativa, pelo menos nesta safra. Outro aspecto positivo, fruto da participação do cooperado na Cocapec e em sua administração, foi a distribuição de parte das sobras aos associados que estavam com seus compromissos em dia na cooperativa e receberem em cheque, conforme definido na Assembleia deste ano. Ao todo, R$ 1 milhão foram divididos, proporcionalmente a movimentação de cada cooperado. Novamente, a Cocapec está entre as mil maiores e melhores empresas do Brasil. E quem diz isso, são dois importantes rankings, um da Revista Exame e outro do jornal Valor Econômico. As editorias analisaram o desempenho contábil e diversos indicadores econômicos para definir o posicionamento da cooperativa. O resultado mostra a seriedade de uma gestão, apoiada democraticamente pelos seus cooperados. Com o propósito de investir em pessoas, a formação técnica e social dos associados está cada vez mais forte na cooperativa, e é por isso que mais cursos de capacitação e aprimoramento gratuitamente são disponibilizados aos cooperados e sociedade rural de forma geral. Os convênios de longa data com o Senar/MG e Sescoop/SP viabilizaram uma grande variedade de formações, trazendo novas possibilidades de crescimento para todos, tornando a cafeicultura e a vida do produtor rural da nossa área de atuação cada vez mais sustentável. SomosCoop – esta é a marca oficial do cooperativismo brasileiro, e que a Cocapec já fez a adesão para reforçar a importância do movimento para a sociedade. A iniciativa é da OCB, com base na definição da Aliança Cooperativa Internacional (ACI). A partir de agora, a cooperativa utilizará o selo em todos os seus materiais de comunicação e onde mais sua aplicação for adequada. Esta atitude é para reforçar a nossa essência, a nossa história, pois se hoje conseguimos deixar a cafeicultura da Alta Mogiana mais forte é porque atuamos de forma coletiva, porque SomosCoop. Estes e muitos outros assuntos estão nas páginas a seguir da Revista Cocapec. Para finalizar, não podemos nos esquecer que daqui a poucos dias exerceremos o direito democrático do voto, e, neste momento em meio a toda essa incerteza politica, o futuro do Brasil depende de nós, por isso de forma consciente, escolha candidatos sérios e comprometidos com o país, por que o Brasil precisa de bons governantes para crescer.

Carlos Yoshiyuki Sato Diretor Presidente


Índice Matérias de destaque

08. Especial

Cocapec é a 859ª Maior & Melhor empresa do país

14. Negócios

Cooperados aprovam a venda da antiga unidade da Cocapec em Claraval/MG

21. Produção Animal

Mosca do Estábulo – o perigo pode estar no seu café

28. Técnica

Podas do Cafeeiro: por que, quando e os tipos utilizados

Expediente Órgão informativo da Cocapec e Credicocapec, destinado a seus cooperados. Diretoria Executiva Cocapec Carlos Yoshiyuki Sato – Diretor Presidente Alberto Rocchetti Netto – Diretor Vice-Presidente Saulo de Carvalho Faleiros – Diretor Secretário Conselho Administrativo Cocapec Cyro Antônio Ramos Divino de Carvalho Garcia Donizeti Moscardini Erásio de Gracia Júnior Ismar Coelho de Oliveira Mateus Henrique Cintra Conselho Fiscal Cocapec Bruna Fernandes Malta Juscelino Amâncio de Castro Zita Cintra Toledo Cocapec Franca www.cocapec.com.br Avenida Wilson Sábio de Mello, 3100 CEP 14406-052 – Franca – SP Fone (16) 3711-6200 Núcleos Capetinga (35) 3543-1572 Claraval (34) 3353-5257 Cristais Paulista (16) 3711-7406 Ibiraci (35) 3544-5000 Pedregulho (16) 3171-1400 São Tomás de Aquino (35) 3543-1572 Diretoria Executiva Sicoob Credicocapec Ednéia A. Vieira Brentini de Almeida – Diretora Financeiro Hiroshi Ushiroji – Diretor Administrativo Divino de Carvalho Garcia – Diretor de Crédito

34. Social

Conselho Administrativo Sicoob Credicocapec Maurício Miarelli – Presidente Carlos Yoshiyuki Sato – Vice-Presidente Bernardo Antônio Salomão – Conselheiro Vogal Cyro Antônio Ramos – Conselheiro Vogal Giane Bisco – Conselheira Vogal Niwaldo Antônio Rodrigues – Conselheiro Vogal Paulo Henrique Andrade Correia – Conselheiro Vogal

40. Social

Conselho Fiscal Sicoob Credicocapec Ricardo Nunes Moscardini Juscelino Batista Borges Juscelino Amâncio de Castro

Variedade nas capacitações para o produto é destaque

Começa a 18ª edição do Projeto Escola no Campo

Sicoob Credicocapec Fone (16) 3712-6600 Fax (16) 3720-1567 Franca SP PA Capetinga (35) 3543-1572 PA Claraval (34) 3353-5359 PA Ibiraci (35) 3544-2461 PA Pedregulho (16) 3171-2118 credicocapec@credicocapec.com.br www.credicocapec.com.br Revista Cocapec Coordenação Setor de Comunicação Fone: (16) 3711-6203 revista@cocapec.com.br Redação Murilo Martins de Andrade Diagramação Marcelo Rodrigues de Siqueira Revisão Ortográfica Nathalia Maria Soares Jornalista Responsável Realindo Jacintho Mendonça Junior – Mtb/24781 Tiragem: 2.700 exemplares

REVISTA COCAPEC / ED. 110 JUN/JUL/AGO 2018

Acesse a versão digital desta e das edições anterioes da Revista Cocapec através do QR Code ou pelo link: goo.gl/mdeFBq

É autorizada a reprodução de artigos publicados nesta edição, desde que citada a fonte. ED. 110 JUN/JUL/AGO 2018

A revista não se responsabiliza pelos conceitos emitidos em artigos assinados, mesmo sob pseudônimo, que são de inteira responsabilidade de seus autores.


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ESPECIAL

Campo Seguro: Como armazenar defensivos agrícolas de forma correta? Com informação de Agrishow Digital

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ara uma agricultura forte e competitiva, como a brasileira, o uso de defensivos agrícolas se faz necessário para garantir a produtividade e, consequentemente, o abastecimento de alimentos e derivados para a população. Claro que tudo isso, respeitando os aspectos ambientas, aplicando de forma correta, proporcionando total segurança para quem consome e quem manipula estes tipos de produtos. Nessa linha, é muito comum o agricultor manter, em sua propriedade, defensivos que serão utilizados nos tratos culturais e é aí que entra uma grande dúvida, como armazená-los corretamente? O Ministério do trabalho e Emprego (MTE) é o órgão responsável por regulamentar o armazenamento de defensivos e traz a seguinte determinação: As edificações destinadas ao armazenamento de agrotóxicos, adjuvantes e produtos afins devem: a) Ter paredes e cobertura resistentes; b) Ter acesso restrito aos trabalhadores devidamente capacitados a manusear os referidos produtos; c) Possuir ventilação, comunicando-se exclusivamente com o exterior e dotada de proteção que não permita o acesso de animais; d) Ter afixadas placas ou cartazes com símbolos de perigo; e) Estar situadas a mais de trinta metros das habitações e locais onde são conservados ou consumidos alimentos, medicamentos ou outros materiais, e de fontes de água; f ) Possibilitar limpeza e descontaminação.

O ideal é que o produtor defina uma estrutura, mesmo que pequena, para usar como depósito de defensivos. Fotos Plataforma Global do Café-GCP

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O armazenamento deve obedecer, as normas da legislação vigente, as especificações do fabricante constantes dos rótulos e bulas, e as seguintes recomendações básicas: a) As embalagens devem ser colocadas sobre estrados, evitando contato com o piso, com as pilhas estáveis e afastadas das paredes e do teto; b) Os produtos inflamáveis serão mantidos em local ventilado, protegido contra centelhas e outras fontes de combustão. O engenheiro agrônomo, Gabriel Rosa, que compõe a equipe técnica prestadora de serviço para a Cocapec informa que, independente do tamanho da propriedade, todos tem necessidade de armazenar defensivo. “É muito comum o cafeicultor ter frações dos produtos após aplicação, e ele precisa ter um local adequado para armazenar. A boa notícia, é que ter um local apropriado não é difícil, basta separar alguma instalação que já tenha, ou construir algo simples, mas seguindo as normas. Cumprir a legislação é possível para todos os produtores, independentemente do tamanho”. Vale lembrar que o descumprimento das normas traz complicações legais além de colocar em risco a saúde e segurança dos envolvidos no trabalho.


De forma simples é possível se adequar. Fotos Plataforma Global do Café-GCP Situação incorreta de armazenamento de produtos agrícolas. Fotos Plataforma Global do Café-GCP

Os produtos trazem no rótulo as recomendações de armazenamento.

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ESPECIAL

Cocapec entre as mil maiores empresas do Brasil Confira o desempenho da cooperativa nos rankings das maiores publicações do país

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desempenho da Cocapec foi mais uma vez reconhecido por dois renomados rankings - o Maiores & Melhores da Revista Exame e Valor 1000 do jornal Valor Econômico. A cooperativa é presença frequente nas relações que elencam todos os anos as 1000 maiores e melhores empresas que atuam no Brasil. Na lista do Valor 1000 a Cocapec figura na 719ª. Na da Revista Exame está na 859ª posição na classificação geral. Esta editoria também apresenta outras relações por seguimentos, e entre as 400 Maiores do Agronegócio Nacional a cooperativa aparece em 242º lugar. Para elaborar este estudo as instituições analisaram o desempenho contábil de aproximadamente 3 mil empresas referente ao exercício de 2017. Os dados foram enviados pelas próprias empresas participantes.

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Para chegar a classificação, são avaliados inúmeros indicadores financeiros, como faturamento, por exemplo. “Este resultado é muito importante para a Cocapec, pois 2017 foi um ano de início de uma recuperação econômica do nosso país, mesmo que de maneira modesta. Associado a isso, tivemos um ano de ciclo baixo na cafeicultura, o que tem impacto direto no resultado do exercício, mas fico muito feliz que a nossa cooperativa continuou entre as grandes empresas do país, temos que ter muito orgulho disso, e todos são parte desse feito”, analisou o presidente da Cocapec Carlos Sato.


Cocapec representará produtores de arábica na Plataforma Global do Café Sobre a Plataforma Global do Café A Plataforma Global do Café (GCP, da sigla em inglês) é uma associação internacional com 150 membros de todos os segmentos da cadeia produtiva, incluindo a Cocapec. Ela atua hoje em 9 países produtores, como Colômbia, Honduras, Peru, Indonésia, Uganda, Quênia, Vietnã e Brasil, que criam suas próprias estratégias de sustentabilidade no campo e compartilham informações e experiências. A GCP tem como visão um setor cafeeiro sustentável que ofereça boas condições de vida para produtores e trabalhadores e assegure a oferta futura enquanto protege os recursos naturais.

Um especialista em café orientará os cooperados sobre classificação e comercialização. Fotos: Plataforma Global do Café

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superintendente da Cocapec, Ricardo Lima de Andrade, foi eleito representante dos Produtores do Café Arábica pelo Grupo de Trabalho Brasil, que é parte da estrutura de governança do Programa Brasil da Plataforma Global do Café (GCP). Este grupo faz parte da instância técnica para proposição e estruturação de ações do programa. Dentre as atribuições do profissional da cooperativa está a coordenação das discussões sobre os temas ligados à sustentabilidade do café. Além da Cocapec, o grupo é composto pelas seguintes entidades: JDE, Tchibo, Nestlé e Olam, serviços de extensão da EMATER do ES, PR, MG e RO, CATI, SEBRAE, SENAR, Cecafé, CNC, CNA, as certificadoras UTZ/Rainforest, Fairtrade e Certifica Minas e representantes dos Membros da GCP.

No Brasil, país onde está mais consolidada e atuante, tem um programa abrangente coordenado pela empresa P&A. Os projetos brasileiros são implementados por meio de uma ampla rede de parceiros, com uma abordagem participativa e colaborativa. A GCP conta atualmente no Brasil com mais de 40 instituições membros e dezenas de parceiros, como serviços de extensão, cooperativas, universidades, centros de pesquisa e entidades do setor. Programa Brasil da GCP parte das ações da Plataforma Global do Café, o Programa Brasil de Sustentabilidade estimula e difunde, desde 2012, práticas sustentáveis na cafeicultura. Sua principal referência é o Currículo de Sustentabilidade do Café (CSC), que vem sendo disseminado por parceiros e membros do programa nos principais estados produtores de café (MG, ES, SP, RO, PR e BA). Com foco no pequeno e médio produtor, o programa tem proporcionado o alinhamento de iniciativas que aconteciam isoladamente e busca fortalecer parcerias para uma produção de café sustentável.

Ricardo Lima foi eleito pelos Membros da Categoria Produtores que estavam presentes: Cooabriel, Coorperlam, COOMAP, Minasul, COOPERCITRUS. O mandato está previsto para durar 12 meses, com o ciclo de 3 reuniões. Na oportunidade também foram definidos o representante dos Produtores do Café Conilon (Cooabriel – Samara Cuquetto Batista) e o representante da categoria dos Exportadores/traders (ECOM – Daniel Motta).

Primeira reunião do Grupo de Trabalho Brasil – Café Arábica em Brasília Fotos: Plataforma Global do Café

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ESPECIAL

Marca SomosCoop passa a compor toda a estratégia de marketing da Cocapec Texto adaptado de somoscoop.com.br

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partir de agora a Cocapec utilizará o selo SomosCoop em todos os seus materiais, inclusive já é possível vê-lo na capa desta edição da Revista Cocapec. O SomosCoop é coordenado pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), e está alinhado, estratégica e visualmente, com o movimento cooperativista internacional “coop”. Junto à palavra “coop”, vem o “somos”, responsável por congregar os brasileiros do movimento. Ele possui dois importantes símbolos: o elo, presente em “coop”, que reflete a essência do cooperativismo, e a bandeira do Brasil dentro de um círculo que identifica o movimento no País. O SomosCoop é um movimento que levanta a bandeira do cooperativismo no Brasil. Seu principal objetivo é conectar cooperativas, cooperados e integrantes do Sistema OCB em torno de uma única causa para tornar o cooperativismo conhecido e reconhecido na sociedade. Este movimento busca despertar a consciência das pessoas para a importância do cooperativismo e gerar orgulho naqueles que abraçam a causa. O movimento SomosCoop quer mostrar isso para todo mundo e promover engajamento à causa cooperativista.

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Todos os cooperados, colaboradores e familiares fazem parte do 1,2 bilhão de pessoas relacionadas ao cooperativismo no mundo. A partir de agora, o SomosCoop é o símbolo deste trabalho e comprometimento, que faz deste sistema econômico umaorganização mais justa e igualitária, proporcionando oportunidade reais para todos.


A discussão judicial da contribuição Funrural

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cenário atual da discussão judicial da exigibilidade da contribuição previdenciária conhecida como novo FUNRURAL é desfavorável ao contribuinte.

Em 30 de março de 2017, o Supremo Tribunal Federal julgou constitucional a exigência da contribuição, com base na alteração do artigo 25 da Lei nº 8.212/91 veiculada pela Lei nº 10.256/2001. Segundo entendimento da Corte Suprema, em 2001, com a alteração da legislação, teriam sido sanados os vícios de inconstitucionalidade da legislação anterior que impediam a cobrança da contribuição. O julgamento ocorreu no Recurso Extraordinário nº 718.874/ RS e deu origem à seguinte tese fixada pela Corte Suprema “É constitucional formal e materialmente a contribuição social do empregador rural pessoa física, instituída pela Lei 10.256/2001, incidente sobre a receita bruta obtida com a comercialização de sua produção”. A tese fixada está sendo aplicada pelos demais tribunais, em âmbito nacional, para julgar exigível o novo FUNRURAL a partir de 2001. Em 23 de maio de 2018, o Supremo Tribunal Federal negou provimento aos recursos interpostos pelas associações de agricultores e agropecuaristas no Recurso Extraordinário nº 718.874/RS, mantendo a decisão proferida anteriormente sem alterações. Os recursos visavam a modulação dos efeitos da decisão, ou seja, consistiram em uma tentativa de alterar o momento a partir do qual a decisão desfavorável passa a produzir efeitos, esclarecendo a data a partir da qual deve ser entendida exigível a contribuição. Os referidos recursos objetivavam também o esclarecimento dos efeitos do acórdão, após a edição da Resolução do Senado Federal nº 15/2017, a qual suspendeu a execução dos incisos I e II do artigo 25 da Lei nº 9.212/91. Ao manter sua posição anterior sem alterações, o STF reafirmou que a contribuição conhecida como novo FUNRURAL tornouse exigível em 2001. O acórdão do STF de maio de 2018 ainda não foi oficialmente publicado, não tendo se iniciado o prazo para a oposição de eventuais recursos, Em 2010, ao julgar o RE nº 363.852/MG, o Supremo Tribunal Federal havia declarado a inconstitucionalidade da exigência da contribuição FUNRURAL com base na legislação anterior à publicação da Lei nº 10.256/2001, possibilitando que o Senado Federal retirasse do ordenamento jurídico a norma inconstitucional, os incisos I e II do artigo 25 da Lei nº 8.212/91, com a redação atualizada até a Lei nº 9.528/1997. Em 13 de setembro de 2017, o Senado Federal publicou a Resolução nº 15 suspendendo a execução da referida legislação. Entretanto, o julgado em que se fundamentou a Resolução do Senado, o acórdão

proferido pelo STF no Recurso Extraordinário nº 363.852/ MG, entendia inconstitucional apenas a legislação anterior à Lei nº 10.256/2001, enquanto os recentes acórdãos proferidos pelo STF no Recurso Extraordinário nº 718.874/ RS afirmam a constitucionalidade do FUNRURAL a partir da vigência da Lei nº 10.256/2001. Segundo o Ministro Alexandre de Morais não há conflito entre a Resolução do Senado nº 15/2017 e o recente posicionamento do STF pela constitucionalidade da exigência do FUNRURAL a partir da Lei nº 10.256/2001. A COCAPEC ingressou, a partir de 2010, com ações judiciais em nome da matriz e todas as filiais, requerendo dispensa da obrigação de recolhimento do FUNRURAL. Nesse período em que as ações tramitam na Justiça, a COCAPEC continuou realizando a retenção da contribuição dos cooperados e, ao invés de pagar, depositou na Justiça os valores retidos. As ações encontram-se todas aguardando julgamento final pela Justiça dos recursos interpostos. Em caso de julgamento desfavorável, os valores depositados serão transformados em pagamento definitivo da contribuição FUNRURAL por ordem da Justiça. Ao lado da discussão judicial da contribuição FUNRURAL, no Legislativo,os políticos que representam os interesses dos agricultores e agropecuaristas também estão tentando a aprovação de alterações na legislação que favoreçam a classe. Um exemplo é o atual Programa de Regularização Tributária Rural – PRR, disciplinado pela Lei nº 13.606/2018, que possibilita o pagamento da dívida de FUNRURAL de forma parcelada e com reduções de multa e juros. A mesma lei alterou a alíquota da contribuição de 2% para 1,2%. Outro exemplo é o Projeto de Lei nº 9.252, de 13 de setembro de 2017, do deputado Jerônimo Goergen, que, se aprovado com brevidade, poderá eximir os contribuintes do pagamento das dívidas de FUNRURAL,nos termos do texto que for ao final aprovado. Apesar das alterações de posicionamento do Judiciário desde 2010, quando foi julgado o caso de maior repercussão, em que o Supremo Tribunal Federal entendeu inconstitucional da cobrança do FUNRURAL, bem como apesar das alterações da legislação já aprovadas e em vigor, a Cocapec não terá impacto financeiro, pois o FUNRURAL foi retido dos cooperados ao longo dos anos de tramitação das ações e depositado judicialmente, de forma que um julgamento final desfavorável acarretará a conversão do depósito judicial em pagamento da dívida, sem que o cooperado venha a ser cobrado por dívida da contribuição FUNRURAL.

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NEGÓCIOS

Novos armazéns entram em operação Novo armazém de Cristais Paulista, ja começa a ser preenchido.

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safra 2018 é uma das maiores já colhidas na região devido à combinação de alguns fatores como clima favorável, práticas agrícolas eficientes e inclusão de novas áreas. Mais café sendo produzido significa que é preciso locais para armazená-los. E foi isso que a Cocapec planejou, no início de 2017, quando propôs o investimento em novos armazéns durante a Assembleia Geral Ordinária (AGO), daquele ano. Devidamente aprovada pelos cooperados, as obras foram iniciadas. As unidades definidas para receber os trabalhos foram Cristais Paulista/MG e Ibiraci/MG, pois são locais que já possuíam terrenos apropriados, seguindo a mesma linha de planejamento a longo prazo.

Os cafés já começam a ocupar o novo armazém em Ibiraci/MG.

Dessa forma, os cafés da atual safra já estão ocupando estes armazéns, que serão suficientes para acomodar toda a produção dos cooperados, de forma segura e apropriada. Juntos, eles darão um incremento de mais de 13 mil m², o que significa armazenar cerca de 330 mil sacas, todas através do moderno e seguro sistema de granelização. Uma das novidades é a instalação de um segundo tombador no núcleo de Ibiraci/MG, o único até o momento a ter mais de um equipamento para o recebimento dos grãos. Com o início da operação dos novos armazéns a Cocapec consegue autonomia nesta safra, o que permite prestar serviços de qualidade, rapidez e economia aos cooperados. 12

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Com o novo armazém, Ibiraci/MG se firma como o grande polo de armazenamento das unidades de Minas Gerais.


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NEGÓCIOS

Cooperados aprovam a venda da antiga unidade da Cocapec em Claraval/MG Aprovação foi unânime.

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s cooperados aprovaram por unanimidade, em Assembleia Geral Extraordinária (AGE), realizada em 13 de junho, a autorização para a venda do prédio comercial e o terreno localizado na cidade de Claraval/MG. O local abrigou o núcleo da Cocapec até 2013, quando uma nova unidade foi inaugurada no município.

Cerca de 60 cooperados estiveram presentes.

A AGE contou com a presença de mais de 60 cooperados que participaram ativamente proporcionando um grande debate. O diretor presidente Carlos Yoshiyuki Sato, juntamente com os demais diretores, esclareceu todas as dúvidas do plenário, que posteriormente votaram a favor da proposta. Claraval foi a primeira cidade a receber um núcleo da Cocapec em 1987. Desde então, a cooperativa mantém uma relação muito próxima com os mais de 500 cooperados da região. Em 2013 inaugurou um novo local modernizando o atendimento de acordo com as necessidades dos produtores aquela localidade, com compromisso de desenolver uma cafeicultura mais competitiva.

Cooperados discutem a proposta ativamente durante a AGE

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NEGÓCIOS

Cooperados recebem destinação das sobras da AGO

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Assembleia Geral Ordinária (AGO) da Cocapec aconteceu em março, e dentre os vários assuntos apresentados, foi definida a destinação das sobras, referente ao resultado positivo de 2017. E uma delas foi o retorno em cheque ao cooperado. Ao todo foram distribuídos R$ 1 milhão, proporcionalmente a movimentação de cada associado dentro da cooperativa.

Uma gestão moderna e eficiente permite otimizar os recursos gerados, mantendo os investimentos necessários para o crescimento do negócio, mas também proporcionando um retorno direto ao produtor.

Para ter direito ao recebimento, os cooperados precisaram aderir a campanha de recadastramento, e atualizar as informações e documentos no setor de cadastro da cooperativa.

Com o cadastro em dia, o cooperado César Osman Nassim também foi buscar o seu cheque.

O cooperado João Bosco Conrado Jacinto contente em receber sua parte das sobras

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Setor busca ampliar ‘coopetitividade’ na cafeicultura Por: Silas Brasileiro - Presidente Executivo do CNC

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ideranças da produção entendem que cooperar e competir, simultaneamente, favorecerá crescimento da atividade cafeeira em meio à aceleração das mudanças O Conselho Nacional do Café (CNC) concluiu a fase de estruturação de seu planejamento estratégico, que foi embasado no resultado de oficinas realizadas nas regiões de atuação das cooperativas vinculadas à entidade, as quais geraram informações que foram compiladas e alinhadas por grupo técnico composto por representantes dos associados. Entre os destaques do direcionamento que o CNC terá, está a aprovação de uma nova governança, que promoverá a participação mais efetiva das bases produtoras nas decisões e ações do Conselho, através da criação dos Comitês de “Tecnologia e Pesquisa”, “Estatística e Conhecimento”, “Sustentabilidade”, “Recursos” e “Comunicação”. Segundo o presidente do CNC, deputado Silas Brasileiro, a visão de futuro será atuar por uma cafeicultura competitiva, sustentável e integrada e, para a atividade cafeeira, desejase trabalhar por um Brasil mais competitivo, sustentado por produtores rurais com raízes cooperativistas e visão empresarial. “Precisamos ser coopetitivos, cooperando e competindo simultaneamente, o que nos permitirá estar aptos a crescer com a aceleração das mudanças”, explica.

Brasileiro informa que os comitês serão compostos por líderes indicados por suas cooperativas e terão o papel de articular competências na rede, harmonizar e propor iniciativas de interesse do setor. “O colegiado terá atuação voltada a projetos com metas e acompanhamento, que serão reportados ao Conselho Diretor da entidade”, completa. Também foi indicada pelo planejamento estratégico a necessidade de implantação de diversificação e aumento da arrecadação e de competência de informação e conhecimento. “É necessário organizar melhor os dados e informações para garantir inteligência de mercado, assim como implantar tecnologia e gestão na cadeia para garantir eficiência e produtividade no setor”, conclui o presidente. Para a composição dos cinco comitês, vêm sendo consultados os conselheiros do CNC, que enviarão sugestão de profissionais, com seus respectivos currículos, para os grupos que desejarem. Os trabalhos de planejamento e execução terão a assessora técnica do Conselho, Silvia Pizzol, como secretária executiva e começarão tão logo sejam compostos os comitês.

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NEGÓCIOS

Sabores e aromas das marcas Cocapec conquistam novos mercados Plataforma Made in Farm é o mais novo canal de vendas dos cafés Cocapec Outra novidade proporcionada pela relação entre a cooperativa e a Bayer é a inclusão das marcas na plataforma de vendas online www.madeinfarm.com.br. O objetivo da ferramenta é conectar o setor produtivo aos consumidores finais, através das histórias e particularidades que acontecem no campo durante todo o cultivo do grão. Os primeiros resultados já começaram a aparecer, e vendas já foram realizadas por este canal e, atualmente, os cafés da Cocapec representam um significativo percentual do que é comercializado pelo site.

Exposição dos cafés Cocapec no Site (sede) da Bayer

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grande sucesso que os cafés da Cocapec fizeram no Site (sede) da Bayer no ano passado, garantiu uma nova participação no mês de agosto, na concorrida loja itinerante da empresa, localizada na cidade de São Paulo/SP. Foram dois dias de degustação, apresentação e venda de todos os produtos da torrefação da cooperativa como o café Tulha Velha, Cocapec e linha Senhor Café (grãos, torrado e moído, cápsula e cappuccino). Este último a grande novidade e que fez o maior sucesso, esgotando todo o estoque. Os profissionais da Cocapec fizeram também um importante trabalho de divulgação da loja online www. senhorcafe.com.br, para atender estes potenciais clientes. Esta iniciativa entre a Bayer e Cocapec tem o intuito de fortalecer a parceria comercial, mostrando o resultado do trabalho de ambas as empresas e que todos estão envolvidos.

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https://www.madeinfarm.com.br/Content/2056/Index


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PRODUÇÃO ANIMAL

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Mosca do Estábulo O perigo pode estar no seu café Por: Paulo Correia/ Médico Veterinário Uniagro/Cocapec Mestre em medicina veterinária e professor universitário

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migos pecuaristas/cafeicultores, meu recado nesta edição é sobre a Mosca do Estábulo – Stomoxys calcitrans: não deixe a palha do café que você limpou depositada sem a devida proteção. Cubra-a com lona plástica para evitar a fermentação causada pela chuva, transformando-a em um foco de procriação de larva da Mosca do Estábulo. Outra opção é incorporála imediatamente em sua lavoura. Lembre-se que você estará contribuindo com o meio ambiente e reduzindo a proliferação deste terrível inseto, que muito causa prejuízo ao seu rebanho.

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CAPA

Laboratório de Cafés Especiais entra em operação e amplia possibilidades aos cooperados

Equipamentos de última geração garantem a qualidade das análises.

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mercado de cafés especiais é uma realidade e está cada vez mais consolidado. De acordo com a BSCA a produção de grãos com essa característica cresce 15% e chegou a 8,5 milhões de sacas em 2017, 19% do colhido, que teve um total de 44 milhões de sacas (ciclo baixo). Nas exportações os números são ainda mais impressionantes, gerando uma receita de US$ 2 bilhões no ano passado com os embarques de 7,7 milhões de sacas. Tudo isso para acompanhar o consumo que nos últimos 5 anos evoluiu 21%, 592 mil sacas, apenas no Brasil em 2017. Para 2018, a entidade projeta que o mercado interno absorva aproximadamente 705 mil sacas, ou seja, 20% maior que o ano passado, o que pode gerar um movimento de R$ 2,6 bilhões no varejo. De olho nessa oportunidade, a Cocapec colocou em operação o mais moderno Laboratório de Cafés Especiais da Alta Mogiana. Ele está instalado na sede da cooperativa em Franca/SP, e anexo ao departamento de café, onde o movimento é intenso devido à safra.

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O espaço foi cuidadosamente planejado para seguir todos os protocolos exigidos pela Associação de Cafés Especiais (SCA – sigla em inglês) e conta com torradores, moinhos, sistema de filtragem e pressurização de água, além de mesas de trabalho e novos métodos de extração. Para operacionalizar este novo espaço, colaboradores foram treinados para aplicar todas as técnicas necessárias para análise dos grãos diferenciados, e hoje são Q-graders, ou seja, estão habilitados para pontuar cafés. De acordo com o gerente do departamento de café, Jandir de Castro Filho, o número de lotes de qualidade elevada tem surpreendido. “Tivemos uma excelente florada no ano passado, o clima colaborou, a cooperativa intensificou seu trabalho junto ao produtor que, por sua vez, fez seu trabalho, e o resultadoestamos colhendo agora. Além disso, a nossa região tem todos os atributos para produzir um bom café, mas é sempre possível fazer algo a mais”. Além da estrutura do novo Laboratório, o departamento


de café está atuando em várias frente junto ao mercado. A cooperativa continua forte na comercialização tradicional pois existem consumo para todos os tipos de grãos. No entanto, é preciso sempre buscar novas possibilidades, e mostrar todo o portfólio que a Alta Mogiana oferece. E foi nesse sentido que, pela primeira vez, a Cocapec participou da World of Coffee, em junho em Amsterdam na Holanda. A feira é organizada pela SCA e reuniu 240 expositores e foi visitada por aproximadamente 7 mil pessoas em 3 dias de evento.

Os Q-graders da Cocapec estão habilitados para pontuar os cafés que chegam à cooperativa.

A comitiva da Cocapec mostrou aos visitantes do stand o trabalho que a cooperativa realiza junto aos produtores da Alta Mogiana, e como ela colabora para a produção de um dos grãos mais apreciados do mundo. Além disso, foram realizados importantes contatos

Os profissionais colocam em prática o protocolo SCA para a classificação/degustação.

O cuidado é total no momento de avaliação das xícaras.

O rigor de preparação das amostras garante uma prova sensorial segura.

É fundamental que a água esteja com a temperatura correta para extrair todas as substâncias para avaliação.

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23


CAPA

comerciais e foi observado uma demanda por todos os tipos de café, e não exclusivamente por grãos especiais. A cooperativa já está trabalhando essas novas possibilidades de negócios, de maneira mais stratégica, para que possa efetivar o que foi iniciado no evento.

Campanha de marketing foi destaque na World of Coffee A campanha criada pelo setor de comunicação da cooperativa reuniu toda a experiência, trajetória e orgulho da cooperativa, nestes mais de 30 anos de atuação, como representante dos mais de 2.600 produtores. Todo material gráfico foi desenvolvido em inglês e apresentou a Cocapec através de boas histórias de sustentabilidade, e focou nos consumidores interessados em cafés de qualidade. Também fez parte da campanha a produção de um vídeo com a participação de cooperados, três deles finalistas do último Concurso de Qualidade de Café da Alta Mogiana, e não só por isso, mas pela paixão que eles têm pelo café, e dessa maneira representaram todos os demais produtores, que felizmente constituem a Cocapec. Assista ao vídeo:

...a Cocapec colocou em operação o mais moderno Laboratório de Cafés Especiais da Alta Mogiana

Incentivo à qualidade de ponta a ponta Carlos Henrique da Silva, da cidade de Franca/SP, se consagrou campeão do CupTasters 2018, em disputa realizada em Pedregulho/SP. A vaga para final foi conquistada durante a seletiva do 10º Simcafé. O formato da disputa foi pioneiro e teve o apoio da AMSC. Os campeonatos de barismo são organizados pela BSCA e a ApexBrasil. Carlos agora participa do mundial, que deve ser realizado em novembro em Belo Horizonte/MG. Carlos Henrique da Silva se classificou durante a seletiva do 10º Simcafé Foto: Revista Agromogiana

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Todas as amostras que chegam à Cocapec em Ibiraci/MG e Claraval/MG são analisadas pelos colaboradores.

São Tomás de Aquino/MG e Capetinga/MG também possuem um profissional para fazer o atendimento em relação ao café.

Classificação no núcleo de Pedregulho/SP também faz o trabalho de identificação dos lotes.

A classificação comercial é o ponto inicial para identificação de lotes diferenciados.

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25


TÉCNICA

Workshop discute a importância das abelhas para a produção de alimentos

O

2º Workshop – Capacitação e manejo para aumento da produtividade apícola e polinização – aconteceu em Franca/SP, em agosto, no auditório do Uni-FACEF, com o apoio da Cocapec. Cerca de 80 participantes acompanharam durante todo o sábado as 9 palestras apresentadas, que, mesmo relacionadas ao tema central, trouxeram uma grande variedade de estudos e perspectivas. Algumas delas focaram na importância das abelhas para a cafeicultura e as pesquisas em andamento sobre a relação dos insetos com o aumento da produtividade e qualidade dos grãos. Nessa linha, um estudo de caso do café conilon chamou bastante atenção apresentando uma grande melhora nos atributos desta variedade. O apicultor e cafeicultor Arno Wieringa foi o responsável por passar sua experiência.

Cerca de 80 pessoas participaram do workshop.

Vários estudos relacionando as abelhas à cafeicultura foram apresentados.

Outro destaque foi a palestra do Prof. Dr. Cristiano Menezes da Embrapa Meio Ambiente que trouxe o tema Como a polinização pode gerar renda para o criador de abelhas?. O profissional mostrou o trabalho que desenvolve com as abelhas sem ferrão. Este mesmo conteúdo foi apresentado por ele através de seu projeto Kombilab no ano passado em conjunto com a Cocapec e Basf, para mais de mil crianças das escolas localizadas na área de atuação da cooperativa. O evento foi uma realização da Associação Brasileira de Exportadores de Mel (ABEMEL) e contou com o apoio da Cocapec, Uni-FACEF, ONG Bee OrNotTto Be? e Apacame, além de patrocinadores.

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O Prof. Dr. Cristiano Menezes falou sobre a criação das abelhas sem ferrão.


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TÉCNICA

Podas do Cafeeiro: por que, quando e os tipos utilizados

A

colheita encaminha para o fechamento e com isso surgem dúvidas ao produtor a respeito do que fazer em relação às lavouras, podar ou não podar? Diante dessa situação, existe uma série de quesitos que devem ser avaliados a fim de facilitar a tomada de decisão. Dentre esses fatores estão à capacidade produtiva da lavoura, o sistema de condução, se há muitos brotos “envassouramento”, espaçamento, variedades, idade da lavoura, falhas admitidas na área, relevo, preço de café, condição financeira do produtor e etc. É importante que o cafeicultor sempre consulte opiniões do técnico da cooperativa antes de decidir.

Pedro Henrique Santos / Engenheiro agrônomo/Uniagro

Por que podar? O objetivo principal da poda é o aumento de produtividade, porém nos sistemas mais modernos de condução, ela pode também ser utilizada na gestão da lavoura e propriedade, muitas vezes para reduzir custo de colheita, dimensionar melhor a produção e até mesmo otimizar o uso dos maquinários, pois é possível reduzir a bienalidade da fazenda.

Tipos de podas Existem basicamente 04 tipos de poda: Desponte, decote esqueletamento e recepa. O Desponte também é um corte lateral, porém é uma poda mais amena, a distância do corte ocorre entre 60 a 70 cm, o objetivo é bem semelhante ao do esqueletamento.

Operação de desponte.

O Decote é uma poda alta que elimina a parte superior da copa, ocorre a uma altura normalmente entre 1,5 m a 2,2 m esse tipo de poda é feito normalmente para diminuir a altura da planta e facilitar os tratos culturais, além de evitar o sombreamento da barra e sua consequente perda.

Potencial de desenvolvimento vegetativo conforme a época da poda.

Esqueletamento com decote três meses após a operação. 28

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O Esqueletamento é realizado com o corte lateral dos ramos produtivos deixando-os entre 30 a 50 cm e também é considerada uma poda drástica, pois o a planta fica praticamente sem folhas. O objetivo principal é quebrar a dominância apical e aumentar a ramificação dos ramos produtivos, é feita após um ano de safra alta, em lavouras mais velhas e que em muitas vezes estão se fechando e impedindo a passagem de tratores e maquinários. Normalmente o esqueletamento é acompanhado do decote.

Operação de esqueletamento.

A Recepa é considerada a mais drástica, pois elimina praticamente toda a parte aérea. Neste caso, há um corte do tronco principal na altura entre 30 a 50 cm, é importante que ele seja em bisel (chanfrado) para evitar acúmulo de água no toco. Recomenda-se esse tipo de poda em casos extremos, mas principalmente quando a lavoura é má conduzida e ocorre a perda de ramos produtivos da barra.

Época É importante que a poda seja realizada o mais rápido possível, logo após a colheita. Com um bom planejamento é possível realizar essas operações entre julho e setembro, aumentando as chances de sucesso.

Poda por recepa

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29


TÉCNICA

Técnica de repasse é fundamental para o controle da Broca

A técnica do repasse, associada às outras práticas, auxilia no controle efetivo da broca.

E

m 2017, a Cocapec criou o programa “Todos Contra a Broca” que propôs o manejo integrado, composto por 5 tipos de controle: cultural, físico, biológico, químico e legislativo. A mobilização da cooperativa, liderada pelo seu setor técnico, realizou inúmeras ações para auxiliar os cooperados no combate a praga como, palestras, capacitação para equipe técnica de campo, curso de pragueiros, comercialização de armadilhas e informativos através dos meios de comunicação da cooperativa, além das condições menos propícias a praga e o resultado foi uma redução da incidência de broca nas lavouras. De acordo com o departamento de café da cooperativa, os lotes que chegaram até o fechamento desta edição possuem um percentual mais baixo de grãos brocados, em comparação ao ano passado. No entanto, o produtor precisa manter sua atenção pois o problema não foi resolvido. Os trabalhos de pós-colheitas são cruciais para que os níveis de infestação fiquem dentro da normalidade, assim como este ano. A técnica de repasse, assim como a varreção, seja ela manual ou mecânica, inibe que a praga permaneça na lavoura de

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uma safra para outra, através do grãos remasnescentes. Portanto, é fundamental inserir este trabalho urante a colheita para evitar problemas e prejuízos futuros. Outros fatores que também precisam ser observados são os ambientes sombrios (lavouras fechadas ou arborizadas), lavouras em faces mais úmidas e período úmido na entressafra, pois oferecem melhores condições de sobrevivência da praga. Contribuem ainda para a infestação a presença de cafezais abandonados nas proximidades, ocorrência de estiagem de dezembro-janeiro (época de maior trânsito da broca), floradas desuniformes e colheita tardia. Geralmente em anos de safra baixa, o ataque é mais elevado, pois pelo alto custo da colheita manual e não indicação técnica da colheita mecanizada nessas áreas, algumas lavouras deixam de serem colhidas. Somente com empenho eliminaremos este problema. Todos Contra a Broca está de volta.


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31


TÉCNICA

Bioisca avança no mercado agrícola e já está presente em 11 estados Por: Ana Laura Melo / Assistente Administrativo Bioisca

A

Bioisca ganha cada vez mais espaço pelo país. Parte desse bom desempenho é a suapresença em diversas feiras e eventos estratégico pelo Brasil, com profissionais demonstrando o funcionamento do produto diretamente aos agricultores, tirando suas dúvidas, dando treinamentos e trazendo inovações e praticidade na hora da aplicação. Nesse sentido, uma relevante participação na BioBrazilFair, realizada no início de junho em São Paulo/SP, uma feira voltada para o universo orgânico, visitada por mais de40 mil pessoas, entre elas consultores e profissionais de mais de 13 países e também empresas certificadas. Foram mais de 120 horas com uma ampla programação que gerou conhecimento de qualidade, inovação, facilidades e várias tendências do seguimento.

a vez de marcar presença na 25° Expotécnica, em Sabáudia/ PR. No Paraná a formiga cortadeira é uma das pragas que mais dão prejuízos aos produtores rurais, sendo lei combatê-las, e o produtor que não cumpre é notificado. No estande da Bioisca foi recebidoinúmeros produtores que vieram em comitiva de mais de 30 cidades, apoiados pela EMATER–PR estes em sua maioria passaram pelo espaço na expectativa de conhecer essa nova forma de combate às formigas cortadeiras, pois, segundo eles, tem tentado de tudo que existe para controlar essa praga porém, sem muito sucesso. Dessa forma, o resultado da participação da Bioisca no evento foi um destaque, pois os agricultores viram a possibilidade de acabar de vez com esse problema. A presença da Bioisca em eventos como estes é fundamental para a expansão da tecnologia que foi viabilizada pela Cocapec. Dessa forma, roporciona importantes possibilidade de se conquistar o mercado nacional.

Formigueiro vivo exibido na Hortitec em Holambra/SP.

Espaço Bioisca na BioBrazil Fair – São Paulo/SP

Outra presença importante da Bioisca foi na HortitecExposição Técnica de Horticultura, Cultivo Protegido e Culturas Intensivas, que aconteceu também no mês de julho em Holambra/SP. A feira é voltada a profissionais interessados em conhecer tecnologias, inovações, lançamentos e tendências no mercado, além da troca de experiência. A Bioisca foi sucesso e o público ficou bastante interessado na sua eficiência e modo de ação. Um dos atrativos foi o formigueiro vivo, para mostrar a forma de organização das formigas, e chamou bastante a atenção. Encerrando o ciclo de participação no período, em julho foi 32

R E V I S TA C O C A P E C - J U N / J U L / A G O 2 0 1 8

Demonstração da Bioisca durante a Expotécnica em Sabáudia/PR.


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33


SOCIAL

Curso de Terreireiro – Cristais Paulista/SP.

Variedade nas capacitações para o produtor é destaque Formações foram disponibilizadas pela Cocapec através de convênios

A

Cocapec, com a colaboração dos convênios com o Senar/MG e Sescoop/SP, vem promovendo uma série de capacitações gratuitas aos produtores rurais e suas famílias. No bimestre de julho e agosto foram aplicados 11 cursos, em 8 áreas diferentes, formando dezenas de pessoas, um grande resultado diante do período de safra. Todas as aulas contam com profissionais capacitados, conteúdo objetivo e aplicável no dia a dia. Dessa forma, quem participa, aprimora suas habilidades nas questões técnicas e aprendem novas atividades que podem servir para geração de renda na propriedade. Veja a variedade de cursos realizados em toda a área de atuação da Cocapec:

Curso de Laticínios – Ibiraci/MG. 34

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Curso de Plantas Medicinais – Capetinga/MG.

Curso de Casqueamento – Capetinga/MG.

Curso de Operação de Colhedora – Claraval/MG.

Curso de Terreireiro – Ibiraci/MG.

Fique atento aos meios de comunicação da Cocapec como site, WhatsApp e cartazes para saber mais sobre os próximos cursos. Curso de Pintura em Tecido – Ibiraci/MG.

Para mais informações: Central de cursos: (16) 3711-6285 – Driely comite@cocapec.com.br Cursos Senar/MG: Capetinga – (35) 3543-1572 – Joana cocapec.capetinga@cocapec.com.br Claraval – (34) 3353-5232 - Patrícia apoio.claraval@cocapec.com.br Curso de Planejamento de Cardápio – Claraval/MG.

Ibiraci – (35) 3544-5000 - Júlia apoio.ibiraci@cocapec.com.br R E V I S TA C O C A P E C - J U N / J U L / A G O 2 0 1 8

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SOCIAL

EMEB Amélio de Paula Coelho Cristais Paulista/SP

Começa a 18ª edição do Projeto Escola no Campo

E

m agosto, a Cocapec e a Syngenta deram início ao Projeto Escola no Campo 2018. A edição apresenta um crescimento de aproximadamente 80% em relação ao ano passado, e o número de alunos atendidos ultrapassa 750. Além disso, duas novas cidades passaram a fazer parte, Franca/SP e São Tomás de Aquino/MG. Profissionais da cooperativa e da Syngenta percorreram todas as escolas e abordaram temas como educação ambiental, uso consciente de defensivo agrícola, segurança do trabalho rural, cafeicultura e cooperativismo. Além disso, todas as escolas já receberam o material didático com estes conteúdos para trabalharem em sala.

E. M. Horácio Faleiros – Capetinga/MG

Na próxima etapa, acontecerá uma oficina de teatro para que os estudantes possam se preparar para o desafio desta edição, que será a montagem de uma peça com um dos tópicos da cartilha. O encerramento acontecerá no mês de novembro na cidade de Franca/SP. O Projeto Escola no Campo é uma iniciativa da Syngenta e aplicado na Alta Mogiana pela Cocapec, sempre com grande sucesso. EMEB ProfªWanderitVictal Ferreira Alves – Jeriquara/SP

36

R E V I S TA C O C A P E C - J U N / J U L / A G O 2 0 1 8


E.E de Ibiraci/MG.

EMEB Profª Wanderit Victal Ferreira Alves – Jeriquara/SP

EMEB Jornalista Granduque José – Ribeirão Corrente/SP

E.E. Dr. Tancredo de Almeida Neves – São Tomás de Aquino/MG

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37


SOCIAL

O rebenefício do grão foi detalhado na usina.

Alunos da Pós-graduação em cafeicultura visitam a Cocapec

C

erca de 60 estudantes do curso de Pós-graduação em cafeicultura, promovido pela Fundação Procafé, Uniube e Cocapec conheceram as instalações da Cocapec em agosto.

A visita fez parte do módulo sobre cooperativismo do curso, e o conteúdo teórico foi apresentado por Renato José de Melo, superintendente da Coomap de Paraguaçu/MG. Para contextualizar ainda mais, o diretor Saulo Faleiros realizou uma apresentação detalhada sobre a Cocapec, preparando a turma para ver os conceitos de forma aplicada na cooperativa, além das tecnologias empregadas.

O diretor Saulo Faleiros contextualiza os visitantes sobre a Cocapec.

Os alunos foram recepcionados no primeiro armazém de café da Cocapec e receberam as boas vindas do presidente Carlos Sato, através de um vídeo. Em seguida, o colaborador Tales Cardoso apresentou o GIS, programa de georreferenciamento da cooperativa que oferece suporte ao setor técnico e também ao de cadastro. O profissional mostrou a evolução do parque cafeeiro e os últimos investimentos neste serviço aos cooperados. Divididos em dois grupos, foi a vez de percorrer as estruturas como torrefação, laboratório solo/folha, armazém de insumos, departamento de café, lojas, Sicoob Credicocapec 38

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O sistema de georreferenciamento, GIS, é apresentado pelo colaborador responsável.


e todo o sistema de recebimento e armazenagem de café, que inclui balança, tombador, armazém e usina de rebenefício. Em cada ponto, os responsáveis detalharam o funcionamento dos processos, mostrando o papel que cada departamento desempenha na prestação de serviço ao cooperado. A maior parte da turma é composta por cooperados, filhos de cooperados ou agrônomos prestadores de serviços. Em cada departamento, muitos foram surpreendidos pois não conheciam de maneira aprofundada as etapas dos serviços. É o caso do filho de cooperado Rolian Peixoto, de Ibiraci/ MG. “Gostei muito da visita, não tinha noção de como era o funcionamento da Cocapec internamente, mas agora juntamente com a explanação do Saulo [diretor], tenho uma ideia mais detalhada de como são os processos internos e a organização. O me chamou mais atenção foi a parte de informática, de sistematização. A questão da classificação ficar separada da área de comercialização achei importante também”. Uma visão parecida teve o engenheiro agrônomo Peterson Francklin Coelho Neves, de Varginha/MG. “Gostaria de parabenizar a Cocapec pela organização, estrutura e o atendimento que dá ao cooperado. Ela está sempre próxima ao cooperado buscando solução, tanto para a comercialização do café, quanto para a parte de assistência

técnica. A equipe é muito prestativa e qualificada para atender individualmente cada produtor, gostei muito”. Mesmo quem está dentro da Cocapec foi surpreendido na visita. Roberto, que faz parte da equipe técnica de campo, relatou que já tinha uma noção da organização da cooperativa, mas teve processos que não tinha conhecimento. “As questões tecnológicas me chamaram atenção, principalmente o uso do chip em cada big bag, e o rastreamento que isso proporciona e, consequentemente, a confiança que dá para o produtor. Saber exatamente onde está o café do cooperado é muito importante”. A pós-graduação em cafeicultura iniciou-se em 2017 e segue até junho de 2019.

Na torrefação, a turma entendeu as diferentes maneiras que a estrutura opera na hora de processar os diferentes padrões de café.

No laboratório, os estudantes conheceram os passos das análises de solo e folha.

A tecnologia utilizada no sistema de granelização surpreendeu a todos.

No departamento de café foi explicado como funcionam as 4 divisões: classificação, degustação, comercialização e cafés especiais.

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BOLETIM

RELAÇÃO DE TROCA

Relação de Troca de Café Valores referente ao mês de Agosto de 2018 Produtos

Unid.

Preço unitário SP

Preço unitário MG

Relação de Troca SP

Relação de Troca MG

Sulfato de Amônio

T

R$

1.050,00

R$

1.150,00

2,41

2,64

Ureia

T

R$

1.850,00

R$

1.850,00

4,25

4,25

Super Simples Gr

T

R$

1.170,00

R$

1.170,00

2,69

2,69

Adubo 21,00,21

T

R$

1.700,00

R$

1.700,00

3,91

3,91

Nitrato de Amônio

T

R$

1.550,00

R$

1.500,00

3,56

3,45

Custo (R$/ha) por Produto ABAMECTINA NORTOX ACTARA WG ALION SC 500

Preço Unitário (Kg/L)

Preço (R$)/ha

Produto KRAFT

0,4

R$

29,30

R$

11,72

1

R$

193,44

R$

193,44

KUMULUS DF

303,53

LORSBAN

0,15

R$

2.023,50

R$

ALLY 60 XP

0,01

R$

1.052,75

R$

10,53

ALTACOR 35 WG

0,09

R$

1.178,00

R$

106,02

Kg/L/ha

Preço Unitário (Kg/L)

Preço (R$)/ha

0,3

R$

68,80

R$

20,64

2

R$

10,83

R$

21,66

23,81

R$

35,72 87,30

1,5

R$

MANZATE

4,5

R$

19,40

R$

MATCH

0,3

R$

72,97

R$

21,89 32,00

ALTO 100

0,7

R$

60,00

R$

42,00

METILTIOFAN

1

R$

32,00

R$

AMISTAR WG

0,1

R$

578,33

R$

57,83

NIMBUS

1

R$

14,11

R$

14,11

APROACH PRIMA

0,5

R$

151,61

R$

75,81

NOMOLT

0,25

R$

140,00

R$

35,00

R$

15,63

NUFURON

0,01

R$

630,00

R$

6,30

ASSIST

1

R$

15,63

AUREO

2

R$

16,05

R$

32,10

OMITE

1,5

R$

70,00

R$

105,00

418,00

R$

41,80

OPERA (5L)

1,5

R$

72,00

R$

108,00

ORTUS

105,00

AURORA 400 CE

0,1

R$

BORAL 500 SC

1,5

R$

114,80

R$

172,20

1,5

R$

70,00

R$

CANTUS

0,15

R$

600,00

R$

90,00

PREMIER PLUS

3

R$

123,40

R$

493,60

PREMIER WG

1

R$

126,85

R$

126,85

CAPATAZ BR CERCOBIN 700 PM CLORIMURON NORTOX COMET CRUCIAL CUPROZEB

1,5

R$

29,68

R$

44,51

1

R$

32,00

R$

32,00

0,1

R$

68,00

R$

6,80

0,7

R$

130,00

R$

91,00

PRIORI XTRA

0,5

R$

117,00

R$

58,50

PYRINEX

1,5

R$

29,68

R$

44,51

1

R$

8,67

R$

8,67 65,00

QUIMIOLEO

2

R$

15,62

R$

46,86

REDSHIELD

1,3

R$

50,00

R$

2,25

R$

31,33

R$

70,50

RIMON

0,3

R$

104,08

R$

31,22

RIVAL

1

R$

45,40

R$

45,40

CURYON

0,8

R$

85,20

R$

68,16

DANIMEN 300

0,25

R$

102,00

R$

25,50

ROUNDUP ORIGINAL

3

R$

14,84

R$

44,51

DECIS

0,4

R$

66,80

R$

26,72

ROUNDUP TRANSORB

3

R$

15,89

R$

47,68

DIFERE

2,25

R$

30,53

R$

68,70

ROUNDUP WG

3

R$

29,10

R$

87,30

87,84

RUBRIC

0,55

R$

80,00

R$

44,00

DITHANE

4,5

R$

19,52

R$

ENVIDOR

0,3

R$

519,15

R$

155,75

SABRE

1,5

R$

25,69

R$

38,54

ETHREL

0,8

R$

251,25

R$

201,00

SELECT

0,4

R$

112,00

R$

44,80

SPHERE MAX

0,4

R$

233,40

R$

93,36

FASTAC

0,22

R$

41,02

R$

9,02

FLUMIZIN

0,1

R$

405,00

R$

40,50

SULFURE

2

R$

3,94

R$

7,87

GALIGAM

4

R$

66,18

R$

264,71

SUPERA

2,5

R$

36,30

R$

90,75

GLIFOSATO - ATANOR

3

R$

12,50

R$

37,50

TALENTO

0,015

R$

2.440,00

R$

36,60

2,5

R$

43,60

R$

109,00

4

R$

71,04

R$

1,75

R$

17,00

R$

29,75

TILT

0,675

R$

51,93

R$

35,05

GUAPO

0,6

R$

97,06

R$

58,24

TRINITY

2,5

R$

46,63

R$

116,57

IHAROL

1

R$

11,10

R$

11,10

TUTOR

1,5

R$

35,15

R$

52,73

IMPACT KARATE 50 KASUMIN

284,16

TENAZ

GRAMOXONE

GOAL

40

Kg/L/ha

5

R$

31,59

R$

157,93

0,1

R$

67,18

R$

6,72

1,5

R$

75,20

R$

112,81

KLORPAN

1,5

R$

29,95

R$

44,93

KOCIDE

1,75

R$

37,70

R$

75,40

R E V I S TA C O C A P E C - J U N / J U L / A G O 2 0 1 8

1

R$

366,00

R$

366,00

VERTIMEC

0,4

R$

52,00

R$

20,80

ZAPP QI

2,5

R$

15,62

R$

46,86

VERDADERO WG

*As informações dos produtos são apenas para conhecimento dos cooperados produtor, não tendo caráter de recomendação. Para isso, consulte sempre seu engenheiro agrônomo.

Produto


Média Mensal do Preço do Café Arábica

dos últimos 5 anos (R$) Média Mensal do Preço do Comparativo Café Arábica - Comparativo dos últimos 5 anos (R$) 550

2014

500

2015 450

2016 2017

400

2018

350

300

250

200

150

Fonte: Esalq/BM&F

100 1

2

3

4

5

6

2014

2015

7

2016

2016

8

9

11

12

2018 Fonte: Esalq/BM&F Média mensal do preço* de Milho

Média mensal do preço de Café Arábica* índice Esalq/BM&F 2017

10

2017

2018

2018

R$

US$

R$

US$

Janeiro

35,92

11,25

32,70

10,19

Fevereiro

36,21

11,67

34,76

10,72

131,18

Março

33,77

10,80

41,37

12,62

126,39

Abril

28,32

9,02

39,92

11,72

451,02

124,03

Maio

27,76

8,66

42,69

11,73

452,52

119,67

Junho

26,75

8,12

40,55

10,73

141,28

439,25

114,79

Julho

26,33

8,23

37,22

9,73

145,63

421,16

107,24

Agosto

26,67

8,46

41,17

10,48

144,61

Setembro

29,11

9,28

139,61

Outubro

31,26

9,78

138,96

Novembro

31,75

9,74

38,46

11,06

R$

US$

R$

US$

Janeiro

514,23

161,03

446,42

139,10

Fevereiro

508,65

163,98

438,33

135,18

Março

485,92

155,46

429,82

Abril

467,63

148,96

430,71

Maio

455,69

142,04

Junho

445,85

135,27

Julho

451,90

Agosto

458,77

Setembro

453,46

Outubro

445,95

Novembro

452,88

Dezembro

447,36

135,78

Média Anual

465,69

146,05

441,15

127,19

*Saca de 60 kg líquido, bica corrida, tipo 6, bebida dura para melhor

Dezembro

32,38

9,83

Média Anual

30,52

9,57

Fonte: Índice Esalq/BM&F

Índices pluviométricos* - Últimos 3 anos FRANCA / SP

Jan

Fev

Mar

Abr

Mai

Jun

Jul

Ago

Set

Out

Nov

Dez

Total / Ano

2016

326

227

307

12

32

61

0

2017

416

146

131

72

89

14

0

33

5

117

243

173

1.536

2

32

170

168

320

1.560

278

225

178

35

23

22

0

60

340,0

199,3

205,2

39,7

48,0

32,3

0,0

31,7

18,5

143,5

205,5

246,5

CAPETINGA / MG

Jan

Fev

Mar

Abr

Mai

Jun

Jul

Ago

Set

Out

Nov

Dez

Total / Ano

2016

337

217

282

5

29

121

0

33

5

326

233

160

1748

2017

372

129

175

24

73

51

0

2

0

140

150

227

1343

470

244

146

23

19

63

0

51

Média Mensal

393,0

196,7

201,0

17,3

40,3

78,3

0,0

28,6

2,5

233,0

191,5

193,5

IBIRACI / MG

Jan

Fev

Mar

Abr

Mai

Jun

Jul

Ago

Set

Out

Nov

Dez

Total / Ano

2016

407

198

454

20

49

96

0

22

5

188

219

239

1897

2017

422

175

136

87

109

64

0

0

57

114

288

414

1866

31,0

151,0

253,5

326,5

2018 Média Mensal

2018

2018 Média Mensal

345

195

169

53

36

0

0

79

391,3

189,3

253,0

53,3

64,7

80,0

0,0

33,7

761

965

798

*(Dados em milímetros obtidos na Cocapec Matriz (Franca/SP), Núcleo Cocapec Capetinga/MG e no Sítio Santo Elias em Ibirac/MG) R E V I S TA C O C A P E C - J U N / J U L / A G O 2 0 1 8

41


CURTAS

CURTAS Conab busca dados da cooperativa para o seu levantamento de safra

Cafés são sucesso na Francal

P

A

rofissionais da Conab se reuniram com representantes da Cocapec para coletar dados sobre produção, produtividade e área plantada da região. As informações farão parte do 3º Acompanhamento de Safra, divulgado em setembro pelo instituto. Por ter instrumentos confiáveis e desenvolver um trabalho sério de levantamento do parque cafeeiro, a cooperativa é uma referência há vários. Vale lembrar que a Emater, através do seu escritório de Capetinga/MG e Ibiraci/MG, também colabora com os dados.

50º Francal, uma das maiores feiras do setor calçadista do mundo, aconteceu em julho na cidade de São Paulo/SP, e neste ano a Cocapec esteve presente com seus cafés junto ao estande da Prefeitura de Franca. Foram disponibilizadas toda a linha Senhor Café servidos na versão espresso, cápsula e o lançamento mais recente, o cappuccino, o primeiro gourmet do Brasil. No mesmo espaço, a administração municipal buscou ressaltar outros atributos da cidade como o basquete, confecções de lingerie e, claro, o calçado.

Cooperativa integra novo programa de relacionamento da Yara

B

oa Colheita, este é o nome do novo programa de relacionamento do fornecedor Yara, que a Cocapec acaba de fazer parte. O objetivo é aproximar e fortalecer a relação comercial, valorizar os negócios e atender as necessidades do produtor rural. A cooperativa como membro terá benefícios como capacitações, ações de marketing e ferramentas digitais para suporte nas recomendações.

42

R E V I S TA C O C A P E C - J U N / J U L / A G O 2 0 1 8


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Revista Cocapec nº 110  

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