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CataVento Informativo Interno da Embrapa Meio Ambiente Nº 94 - ANO 7 - 16 a 28 de Fevereiro de 2014

Nº 94 - ANO 7 - 16 a 28 de Fevereiro de 2014

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SUMÁRIO

Entrevista ......................................................................................................................3 Estudo busca unir qualidade de água, BPM e práticas eficientes de produção para a aquicultura....................................................................................................................4 Monitoramento ambiental é apresentado em livro ....................................................5 Caravana Embrapa no Paraná..................................................................................... 6 Feiras..............................................................................................................................7 Embrapa Acre instala cromatógrafo a gás .................................................................8 Palestrantes externos....................................................................................................9 Espaço SPS ..................................................................................................................10

Chefe Geral Celso Vainer Manzatto Chefe Adjunto de Administração Marcos Antônio Vieira Ligo Chefe Adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento Marcelo A. Boechat Morandi Chefe Adjunto de Transferência de Tecnologia Ladislau Araújo Skorupa Núcleo de Comunicação Organizacional - NCO Alexandre Rita da Conceição Cristina Tiemi Shoyama Edislene Ap. Bueno Ruza Eliana de Souza Lima Maria Cecília Valadares Zitto Maria Cristina Tordin Silvana Cristina Teixeira

EXPEDIENTE Jornalistas Maria Cristina Tordin Eliana de Souza Lima Texto Maria Cristina Tordin Eliana de Souza Lima Projeto Gráfico & Diagramação Alexandre Rita da Conceição Foto da capa Arquivo Embrapa Meio Ambiente Periodicidade Quinzenal

Fórum do leitor Este espaço é reservado para publicação de comentários, críticas e sugestões enviadas por você, leitor. Sua participação é fundamental! escreva para cristina.tordin ou eliana.lima@embrapa.br

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Publicação de responsabilidade do Núcleo de Comunicação Organizacional - NCO da Embrapa Meio Ambiente, Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Contatos e sugestão de matérias: cristina.tordin@embrapa.br ou eliana.lima@ embrapa.br


ENTREVISTA

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entrevistada do mês é Eliana Regina, supervisora do Setor de Patrimônio e Suprimentos (SPS), e aborda a nova regulamentação para licitações pelo Sistema de Registro de Preços – SRP, publicada no Decreto Federal nº 7.892/2013. Catavento: Quais as principais vantagens do novo Sistema? Eliana: Os estudos realizados pelos órgãos controladores do Governo Federal, concluíram que a sistemática oferece maior agilidade, economia e eficiência nas contratações públicas e na gestão de materiais e serviços, sendo também grande aliada nas compras sustentáveis. Além disso, possibilita: *Reduzir estoques desnecessários; *Otimizar tempo nos processos de compras e controle de materiais; *Desvincular a aprovação das atividades e disponibilidade do orçamento para realização do Processo Licitatório (essas serão necessárias quando da entrega dos produtos);

cil padronização, de uso esporádico e quando a entrega total for realizada imediatamente após a conclusão da licitação. Nestes casos, o solicitante deverá emitir a solicitação de compras para ser atendida por meio dos processos convencionais respeitando-se as datas do Calendário de Compras 2014.

Catavento: O que você espera com a implantação do SRP?

Vale destacar que diante das vantagens apresentadas a Diretoria Executiva da Embrapa recomenda que as contratações sejam realizadas por SRP, sempre que possível.

Nessas licitações serão consideradas altas quantidades de produtos, com isso poderemos aumentar o interesse das grandes empresas em participar dos processos.

Catavento: Será mais trabalhoso para o setor?

No período de 3 a 19 de fevereiro, o SRP foi apresentado a todos os setores da Unidade. Dessa forma, esperamos que façam seus planejamentos e enviem os pedidos de compras até o 7 de março. O sucesso do Sistema de Registro de Preços depende do planejamento e colaboração de todos os colegas da Unidade.

Eliana: O processo é composto de quatro etapas: planejamento, licitação, contratação e acompanhamento. Sendo que as etapas de planejamento e acompanhamento são as mais trabalhosas, porém o Sistema oferece maior agilidade no recebimento dos produtos, uma vez que já estarão comprados.

A expectativa é melhorar o processo de compras da Unidade e reduzir a insatisfação dos clientes internos quanto a demora na realização das licitações e atrasos na entrega pelos fornecedores.

*A não obrigatoriedade em comprar os produtos licitados; *Entregas parceladas, a medida em que as atividades estiverem aprovadas e o orçamento liberado; *Registrar preços com validade de até 12 meses e ultrapassar o exercício financeiro; *Evitar o fracionamento de despesas e; *Reduzir o número de licitações para os mesmos produtos no ano. O Registro de Preços não é vantajoso quando o quantitativo for pequeno, o produto muito específico, de difíNº 94 - ANO 7 - 16 a 28 de Fevereiro de 2014

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ESTUDO BUSCA UNIR QUALIDADE DE ÁGUA, BPM E PRÁTICAS EFICIENTES DE PRODUÇÃO PARA A AQUICULTURA

produção mais competitivos e sustentáveis, diretamente harmonizados com as diretrizes do MPA que tem por meta aumentar a produção de peixes em tanques rede em grandes reservatórios em escala nacional”.

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pesquisador Julio Ferraz de Queiroz iniciou em outubro de 2012 seu segundo pós-doutorado na School of Fisheries, Aquaculture and Aquatic Sciences, Auburn University, EUA. Voltou ao Brasil em fevereiro de 2014 e pretende aplicar seus estudos na elaboração de um plano de monitoramento para aumentar a competitividade e a sustentabilidade da aquicultura no Brasil. O pesquisador buscou avaliar a efetividade de um conjunto de BPM para a produção de peixes e adaptar às condições brasileiras às principais diretrizes do projeto americano Pond to Plate, minuciosamente avaliado quanto a sua estratégia e métodos de abordagem dos pontos fortes e fracos da cadeia produtiva do catfish. O projeto Pond to Plate objetiva melhorar a produtividade e a qualidade dos peixes baseado no processo LEAN Manufacturing que consiste na eliminação de desperdícios para redução dos custos de produção, melhoria da qualidade e na entrega dos produtos a preços competitivos e com efetiva mitigação de impactos ambientais. Durante os 15 meses de treinamento foi possível avaliar no âmbito do projeto Pond to Plate os sistemas de produção intensiva de peixes em viveiros interligados split-ponds (vivei4  •  Informativo Interno CataVento

ros separados) e raceways (tanques de cultivo intensivo), além de acompanhar os trabalhos desenvolvidos nos sistemas integrados de produção e hidroponia na estação de piscicultura E.W.Shell Fisheries Center, Auburn University. De acordo com o pesquisador, “a estratégia mais adequada e eficiente para manter o ritmo atual de crescimento da aquicultura no Brasil será por meio da adoção de sistemas de

“A inclusão de representantes de todos os setores da cadeia produtiva da produção de tilápia em tanques rede certamente irá trazer novas ideias e novas abordagens para melhorar a produção e a qualidade dos peixes”, acredita o pesquisador. A nutrição, sanidade e segurança, qualidade da água e gestão dos sistemas de produção, despesca e manuseio também devem ser consideradas. O pesquisador conclui que a cooperação entre as diferentes Unidades da Embrapa com instituições de pesquisa no Brasil e no exterior é fundamental para o sucesso da implantação do plano de monitoramento para aumentar a competitividade e a sustentabilidade da aquicultura no Brasil.


MONITORAMENTO AMBIENTAL É APRESENTADO EM LIVRO

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rês capítulos do livro Monitoramento ambiental da soja Roundup Ready®, lançado em 18 de fevereiro, no Hotel Hilton, em São Paulo, são de pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente. Manoel Dornelas de Souza escreveu o capítulo 2.2, onde apresenta e discute os resultados obtidos para os atributos físicos do solo selecionado, para verificar se antes da aplicação prévia de herbicidas para o plantio da soja em 5 safras- de 2005 a 2009, nas diferentes áreas de monitoramento ambiental, estariam sujeitos a alterações. Com base nos dados, pode-se concluir que os tratamentos não afetaram os atributos avaliados. Isto indica que os parâmetros físicos não foram atingidos nem pelo manejo dado. “Para isso, amostras das oito áreas em estudo foram obtidas anualmente, antes da aplicação dos herbicidas de manejo em pré-plantio. Foram analisadas a densidade, porosidade total, macro e microporosidade, granulometria, argila dispersa em água, agregados, retenção de água e carbono orgânico”, explica Dornelas.

Os capítulos 3.1 e 3.2, de Rosângela Abakerli e Nádia Rodrigues, do Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas da Unicamp e Elisabeth Fay, pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente abordam resíduos de glifosato e ácido aminometilfosfônico (AMPA) no solo e em grãos de soja.

No capítulo 3.2, sobre resíduos no solo, as pesquisadoras analisam os níveis residuais do glifosato e do AMPA, determinados em solos, coletados em duas profundidades, para avaliar a persistência e a lixiviação desses compostos, nas oito áreas de produção comercial monitoradas. As determinações foram feitas antes do início do monitoramento e durante as cinco safras.

Conforme as autoras, a magnitude dos resíduos de glifosato é um assunto complexo, pois eles dependem tanto do modo de utilização do herbicida, quantidades aplicadas, formulações, processos de transporte e degradação, maturidade fisiológica, e condições ambientais.

Foi identificado que a persistência do glifosato no ambiente é altamente dependente do tipo de solo e o fosfato tem papel de extrema importância na determinação da biodisponibilidade e no seu potencial de lixiviação.

No Capítulo 3.1, foram avaliados os resíduos de glifosato e AMPA, em soja tolerante ao glifosato e soja convencional produzidas nos dois sistemas de manejo de plantas daninhas que são comercialmente utilizados. Num sistema, o controle das plantas daninhas foi feito com herbicidas convencionais, tanto em parcelas de soja tolerante como convencional. No outro sistema, o controle foi efetuado pelo tratamento com o herbicida Roundup Ready, a base de glifosato. As avaliações foram feitas durante as mesmas cinco safras, nas oito áreas de produção de soja selecionadas.

As pesquisadoras concluíram que os manejos agronômicos podem ser um fator estimulador ou retardador para a degradação do herbicida, e em função disso esta pode variar de safra para safra. O número de aplicações e dosagens do herbicida em pós-emergência sobre a soja não são fatores de contribuição para o aumento da concentração do glifosato no solo.

De acordo com as pesquisadoras o uso de Roundup Ready® em pós-emergência sobre a cultura, nas condições comerciais de produção de soja RR resultam em resíduos de glifosato que não são maiores que 2,0 mg kg -1., bem abaixo da tolerância estabelecida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para essa cultura (10 mg kg-1).

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CARAVANA EMBRAPA NO PARANÁ

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epois de percorrer seis estados e o Distrito Federal, a Caravana Embrapa de Alerta às Ameaças Fitossanitárias esteve no Paraná para levar orientações à extensionistas, técnicos de cooperativas e demais multiplicadores sobre as estratégias de controle das principais pragas que têm causado importantes prejuízos aos agricultores, como a Helicoverpa armigera. Pesquisadores e técnicos estiveram em Pato Branco, no dia 25, e em Ponta Grossa, no dia 26, para apresentar informações técnicas sistematizadas sobre a identidade das ameaças fitossanitárias, os riscos associados e as estratégias fundamentais para manejo e a recomposição do equilíbrio agroecológico, com o objetivo de ampliar as bases de sustentação para o controle de pragas. Também foi feita uma análise dos problemas fitossanitários da região.

na, SP), juntamente com os pesquisadores Samuel Roggia e Daniel Sosa-Gomez (Embrapa Soja – Londrina, PR), Paulo Roberto Pereira (Embrapa Trigo – Passo Fundo, RS), além do representante do Departamento de Transferência de Tecnologia, Dejoel Lima, o coordenador da Caravana, Sérgio Abud (Embrapa Cerrados - Planaltina, DF), e o Chefe Adjunto de Transferência de Tecnologia da Embrapa Soja, Alexandre Cattelan. Após as apresentações, foi promovido um debate para que o público pudesse interagir com os especialistas, trocar experiências e tirar dúvidas. Também foram distribuídos materiais informativos produzidos pela Embrapa sobre identificação e controle da Helicoverpa armigera e sobre o Manejo Integrado de Pragas (MIP). A próxima Caravana será coordenada pela Embrapa Meio Ambiente, no Estado de São Paulo, no período de 10 a 14 de março, e percorrerá as cidades de Avaré, Assis e Ribeirão Preto. Caravana

A equipe destacou, entre outros pontos, o Manejo Integrado de Pragas (MIP), prática que reúne diversas técnicas possíveis de controle, buscando manter a população de pragas abaixo do nível de dano econômico nas lavouras. Apesar dos produtores reconhecerem a importância do MIP na agricultura, a Embrapa reforçou os diferentes aspectos e técnicas para o manejo integrado, incentivando a adoção da prática como um importante método de controle da praga.

Composta por 27 pesquisadores e técnicos divididos por equipes, a Caravana Embrapa de Alerta às Ameaças Fitossanitárias começou suas atividades em dezembro de 2013 com eventos em Goiás, no Distrito Federal e no Rio Grande do Sul, reunindo mais de 1,3 mil extensionistas e técnicos rurais. Até o final de março, os especialistas percorrerão todas as regiões produtoras do País, levando informações emergenciais sobre o manejo da Helicoverpa armigera e outras pragas.

A equipe técnica que esteve no Paraná contou com a participação do analista da Unidade Luiz Guilherme Wadt (Embrapa Meio Ambiente – Jaguariú-

As atividades foram retomadas em janeiro. Desde então, as equipes já visitaram Mato Grosso, Maranhão, Piauí e Mato Grosso do Sul e Paraná.

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A Caravana segue ainda para os polos agrícolas de Santa Catarina, Bahia, Sergipe, Alagoas, Minas Gerais, Tocantins, São Paulo, Amapá, Roraima e Pará. Segundo o assessor da Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, Paulo Roberto Galerani, mais do que orientações e técnicas necessárias para a solução de problemas causados pela Helicoverpa armigera, a Caravana busca levar a mudança no campo, reforçando para os produtores a importância da adoção do manejo integrado, com foco no agroecossistema como um todo. “Assim teremos um cenário mais favorável já na próxima safra. É importante que os produtores saibam que o resultado não será imediato, mas dependerá de uma mudança de atitude para que eles possam controlar a infestação da praga em sua lavoura”, explica. Este projeto é uma iniciativa da Embrapa e conta com apoio da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja) e Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Em Pato Branco, o evento foi realizado em parceria com a Associação de Engenheiros Agrônomos de Pato Branco (AEAPB). Já em Ponta Grossa, a parceria é com a Associação dos Engenheiros Agrônomos dos Campos Gerais (AEACG).(Breno Lobato, Jornalista da Embrapa Cerrados). O roteiro completo e os materiais informativos da Caravana podem ser acompanhados e acessados em: http://www.cnpso.embrapa.br/caravana/site


FEIRAS

26º Show Rural Coopavel - Cascavel/PR Essa edição recebeu muitos visitantes e foi marcada por um ambiente de trabalho entusiasmado. Ao longo do evento, realizado entre 3 e 7 de fevereiro, foram várias as oportunidades de interação com os visitantes, seja no atendimento direto no estande, como também nos momentos de degustação dos produtos da Embrapa e durante o lançamento de tecnologias e realização de palestras.

15º ExpoDireito Cotrijal Não-Me-Toque/RS Será realizada entre os dias 10 e 14 de março e contará com a participação da Unidade, que apresentará o Software Gotas - tecnologia que auxilia os agricultores a controlar a quantidade de agrotóxicos aplicados na lavoura, e foi desenvolvido conjuntamente pelos pesquisadores Aldemir Chaim e João Camargo Neto, da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna-SP) e Embrapa Informática Agropecuária (Campinas-SP), respectivamente.

21º Agrishow - Ribeirão Preto/SP Teve início o planejamento da participação da Embrapa, na maior feira de Tecnologia Agrícola da América Latina, que acontecerá entre 28 de abril 2 de maio. Para a edição de 2014, assim como nas duas edições anteriores, a Embrapa Meio Ambiente foi designada para coordenar a participação da empresa. Para isso, a Chefia de TT consultou a comunidade interna sobre o interesse em apresentar as tecnologias da Unidade, bem como participar efetivamente da feira, juntamente com as 15 Unidades que já confirmaram presença. Nº 94 - ANO 7 - 16 a 28 de Fevereiro de 2014

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reunião

EMBRAPA ACRE INSTALA CROMATÓGRAFO A GÁS

Iniciativas institucionais em sustentabilidade, entre Embrapa Meio Ambiente e UNICA - União da Indústria de Cana-de-Açúcar, foram discutidas em reunião coordenada por Katia Evaristo de Jesus, em 18 de fevereiro, em São Paulo. A pesquisadora também realizou um encontro com a Orplana - Organização de Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil, em 26 de fevereiro, para discutir o acesso dos associados aos questionários web para consulta dos indicadores de sustentabilidade da cana-de-açúcar (nas dimensões ambiental, econômica e social) de acordo com a Técnica Delphi. Participaram pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente, APTA Regional e Orplana.

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osa Frighetto esteve na Embrapa Acre (Rio Branco, AC), de 10 a 14 de fevereiro, para treinar uma equipe em análise cromatográfica e cálculos das concentrações-fluxos dos gases de efeito estufa, além de dar orientações para o preparo das amostras advindas do campo para essas análises. Conforme a pesquisadora, “é o primeiro cromatógrafo gasoso, no bioma amazônico, em funcionamento para fins de mensuração de gases de efeito estufa dos sistemas produtivos da região. É um equipamento semelhante ao existente na Embrapa Meio Ambiente, porém, bem mais moderno, acompanhado de um amostrador automático. O que significa que novos softwares precisam ser estudados para tirar o máximo de proveito deles”.

FERIADOS NACIONAIS E PONTOS FACULTATIVOS

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Gabinete do Presidente (GPR) divulgou o calendário de feriados nacionais e pontos facultativos da Empresa para o primeiro semestre deste ano. Os dias em que não haverá expediente, referentes ao segundo semestre, serão informados posteriormente. Vale ressaltar que, em relação aos jogos da Copa do Mundo, o Governo Federal poderá estabelecer feriados nacionais nos dias dos jogos da seleção brasileira, assim como os estados e municípios podem declarar feriado ou ponto facultativo quando houver jogo em seu território, conforme estabelecido em legislação própria (Lei da Copa). Portanto, as datas serão definidas posteriormente, de acordo com as instâncias. Confira as datas: Feriado

Data

Posição da Embrapa

Carnaval

3 e 4 de março (segunda e terça-feira)

Não haverá expediente

Quarta-feira de Cinzas

5 de março (quarta-feira)

Paixão de Cristo Tiradentes

18 de abril (sexta-feira) 21 de abril (segunda-feira)

Expediente após as 13 horas Não haverá expediente Não haverá expediente

Dia do Trabalho Pós-feriado do Dia do Trabalho Corpus Christi

1 de maio (quinta-feira)

Não haverá expediente

2 de maio (sexta-feira)

Expediente normal

19 de junho (quinta-feira)

Não haverá expediente

20 de junho (sexta-feira)

Expediente normal

Pós-feriado de Corpus Christi

Elaine Bottesini – jornalista Secom

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CONSULTA PÚBLICA Em 25 de fevereiro, Fagoni Calegario coordenou a reunião interna com pesquisadores da área de aquicultura e meio ambiente, para análise das propostas com o objetivo de consolidar sugestões da Embrapa Meio Ambiente em resposta a Consulta Pública para as Normas da ABNT.

ESPAÇO SGP As disposições legais sobre o pagamento de horas extras foram incorporadas à normatização da Embrapa que está consolidada na Norma de Duração do Trabalho e Comparecimento ao Serviço e no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) que prevê, em sua Cláusula Décima Quinta, a forma de remuneração das horas extras aos empregados da Embrapa. Em suma: A realização de horas extras depende de prévia programação semanal pelo superior imediato e com a autorização do Chefe da Unidade, mediante justificativas apresentadas pelo superior. Excetuam-se da programação, apenas os casos excepcionais para atender serviços inadiáveis, devidamente justificados. Não é possível a realização de horas extras com constância e habitualidade. Cabe à Chefia avaliar a necessidade de horas extras sugeridas.


PALESTRANTES EXTERNOS

Comer saudável é possível?

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Programa de Qualidade de Vida da Unidade promoveu no último dia 20 a palestra Comer saudável é possível?, ministrada pela nutricionista Tania Mara da Naturalight, que dispõe de serviço de entrega em Jaguariúna. Logo após, houve a degustação dos produtos da empresa, que inclui todas as refeições (café, lanche, almoço e jantar), preparadas diariamente de acordo com cardápios elaborados pela profissional ou apresentados pelos clientes, de acordo com as necessidades e restrições alimentares.

Até que o câncer nos separe

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uth Rendeiro esteve na Unidade para abordar sua experiência, dentro da programação em alusão ao Dia Mundial de Combate ao Câncer, celebrado em 04 de fevereiro. Ruth é jornalista e trabalhou por 25 anos na Embrapa onde se aposentou em 2009. Durante a palestra, apresentou seu livro “Até que o câncer nos separe” e falou sobre novos estímulos e desafios, inclusive sobre a leucemia de seu marido.

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ESPAÇO SPS

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Setor de Patrimônio e Suprimentos, juntamente com a comissão de alienação, realizou nos últimos meses o processo de alienação de bens patrimoniais e materiais inservíveis da Unidade. As atividades tiveram inicio em agosto de 2013 com a organização dos itens para formação dos lotes e foram concluídas em 7 de fevereiro com a abertura das propostas aos interessados. Os bens foram divididos nos seguintes lotes e tiveram as respectivas arrecadações: Lote 1 Sucata - R$ 8.551,50 Lote 2 Arado e Trator - R$ 25.000,00 Lote 5 Micro-ônibus Mercedes-Benz R$ 19.185,00 O total de R$ 52.736,50 arrecadado ficará à disposição da Chefia para custear despesas da Unidade.

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