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14ยบ CICLO


REPRESENTACAO

• Açores • Algarve • Aveiro • Beja • Braga - Barcelos • Braga - Braga • Braga - Fafe • Braga - Famalicão • Braga - Guimarães • Braga - Póvoa de Lanhoso • Bragança • Coimbra • Évora • Guarda • Lamego • Leiria • Lisboa - Barra

• Lisboa - Moinhos de Vento • Lisboa – Oeste • Lisboa – Oriental • Lisboa - Serra da Lua • Lisboa - Solarius • Madeira • Portalegre e Castelo Branco • Porto - Centro Norte • Porto - Cidade do Porto • Porto - Douro Sul • Porto - Este • Porto - Litoral • Porto - Norte • Santarém • Setúbal • Viana do Castelo • Vila Real • Viseu


coordenacao

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COORDENACAO

ANA GONÇALVES

ANDRÉ ROCHA 4


Quando começámos a planear este 14º Ciclo tínhamos um objetivo claro: marcar pela diferença. Após 13 anos de Projeto, que caminhos estavam por percorrer? O que podia a IV secção oferecer ao Corpo Nacional de Escutas que ainda não tivesse sido discutido? “Põe-te a mexer!” pareceu-nos o lema adequado para quem pretendia, acima de tudo, fazer caminho e acrescentar algo a este Projeto que tanto marcou o nosso percurso. Iniciámos o ciclo com o mote SONHAR, a nossa primeira semente. Ambicionar resultados úteis para o CNE e uma onda de participação que chegasse a todas as regiões do país era sonhar alto, mas foi exatamente nesse patamar que nos colocámos. Os representantes responderam à chamada de forma entusiástica e comprometeram-se com estes objetivos, tão nossos como deles.Quando chegou a altura de pôr em prática os nossos sonhos e de chamar a IV a ser interventiva, o verbo sonhar deu lugar ao mote ACORDAR. Estava na hora de todos os caminheiros e companheiros se pronunciarem sobre qual o papel que efetivamente querem ter na Associação. Estava na hora dos Cenáculos locais, os bebés dos nossos representantes, espelho do trabalho de meses e verdadeiro instrumento de participação jovem. Terminámos com o mote REAGIR. O Projeto Cenáculo é uma oportunidade educativa. Acreditamos que aqueles que se dedicam de alma e coração (haverá outra forma de dedicação?) deixam muito de si, mas levam ainda mais. Os Caminheiros/Companheiros têm aqui um momento para crescer, para desenvolver a sua capacidade argumentativa e para encontrar verdadeiras soluções não só para a sua realidade local, mas para a esfera nacional. Quando um ciclo chega ao fim, reagir é a única opção, é a única forma de retribuir tudo o que recebemos, utilizando as competências que adquirimos em prol do CNE e da sociedade. Não podíamos estar mais orgulhosos dos frutos desta semente. Sempre Alerta para Servir, André Rocha Ana Gonçalves


observacao

ANA RAQUEL CUNHA 6


equipa logistica


logistica

VANESSA GOMES

MARCELO MOTA

JOÃO SILVA 8


o

1 ENCONTRO O 1º Encontro do 14º Ciclo levou os representantes à região de Portalegre e Castelo Branco, no Interior Centro de Portugal. A escola João Roiz, perto do centro da cidade de Castelo Branco e a cerca de 1 km da estação de comboio e do terminal de autocarro, foi o local escolhido para realizar este primeiro encontro. A região de PCB é constituída por 16 agrupamentos, perfazendo um total de 113 caminheiros. A atividade realizou-se nos dias 13, 14 e 15 de Novembro, e contou com a participação de 94 representantes, 14 elementos da Equipa Projeto, 2 dirigentes observadores e 6 elementos do Staff.

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2 ENCONTRO O 2º Encontro decorreu na Escola Manuel António Pina em Oliveira do Douro, Vila Nova de Gaia. Esta região conta com 124 agrupamentos no ativo, com um total de 958 caminheiros. O Núcleo Douro Sul está inserido na zona centro da Região, sendo formado por 17 agrupamentos no ativo e 1 em formação, com aproximadamente 145 caminheiros. O encontro decorreu nos dias 8, 9 e 10 de Abril, com 168 representantes, 14 elementos da Equipa Projeto, 1 dirigente observador e 5 elementos de Staff.


equipa animacao


animacao

ADRIANA MAGUETA

FILIPE SALGUEIRO

LEONOR MACHADO 11


o

1 ENCONTRO O Livro da Vida foi o imaginário escolhido para ser vivido pelos representantes no 14º ciclo do Cenáculo Nacional. Os Caminheiros/Companheiros começaram desde cedo a trabalhar a vivência do imaginário através de um desafio que lhes foi proposto mesmo antes do encontro. Deveriam construir o seu próprio Livro da Vida onde poderiam escrever as suas próprias histórias. Durante o primeiro encontro, os participantes visitaram um museu sobre a cultura mexicana, mas este não era um museu normal. Os representantes seriam visitantes e a EP os seus guias.Os visitantes foram recebidos por uma

guia turística e por um guarda rezingão que os conduziram para o interior do museu. Quando todos se encontravam presentes, foi realizada a Cerimónia de Abertura, onde todos viram pela primeira vez o Livro da Vida do Cenáculo Nacional. Este livro continha a história dos vários ciclos de Cenáculo e seria onde eles iriam escrever a história do primeiro encontro do 14º ciclo. Foi no sábado que começaram a escrever a sua história através de todas as experiências que iam vivenciando.

Nesse dia à noite foi realizada uma visita até à arena de touros onde foram apresentadas várias peças pelos visitantes deste museu. A noite terminou com um momento mais calmo, vivido no espaço de ‘Participação na Fé’, com a proteção e o carinho do Fazedor de Velas. No domingo os nossos visitantes aprovaram um capítulo da história que escreveram durante o fim-de-semana e, durante a Eucaristia, puderam assinar mais uma página do Livro da Vida do Cenáculo Nacional, uma página denominada “Carta de Cenáculo”. A assinatura desta página foi feita ao nível da raiz da nossa Árvore da Vida, pois será a base para que o compromisso assumido pelos participantes. cresça e dê frutos valiosos.

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2 ENCONTRO No segundo encontro de Cenáculo Nacional, os representantes do 14º Ciclo foram convidados a escrever um novo capítulo da sua história vivendo novas aventuras na Terra dos Lembrados. Nesta nova cidade eles aprenderam que todas as suas decisões influenciam todas as suas histórias, e que são as suas ações que determinam o caminho que irão percorrer. Os representantes do 15º Ciclo, irmãos mais novos do 14º Ciclo, viveram este encontro em San Angel, no entanto tiveram a oportunidade única de visitar a Terra dos Lembrados demonstrando sempre que eram dignos de ali se encontrarem. Na primeira noite, o 14º Ciclo sempre acompanhado dos seus anfitriões, Xibalba e La Muerte, transitaram para a Terra dos Lembrados. Simultaneamente, o 15º Ciclo deparou-se com uma grande prova, enfrentaram a estátua que avaliou se seriam dignos de ali estarem e os deixou entrar no castelo do seu primeiro desafio. No dia seguinte, estas duas gerações escreveram vários capítulos juntos culminando com o momento de partilha regional vivido com muita alegria e felicidade, ao belo espírito mexicano. No último dia, os dois ciclos partilharam momentos especiais na Terra dos Lembrados: um primeiro momento em que foi celebrada a Eucaristia, e um segundo momento, o Encerramento do 14ºciclo, tendo sempre presente que todas as histórias que escrevem estarão guardadas nos seus corações e que cada um é responsável por escrever a história que pretende para si.

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equipa comunicacao


comunicacao

RITA PEREIRA

INÊS CONDE RODRIGUES MARIANA SOUSA


A comunicação durante o ciclo realizou-se, essencialmente, através das plataformas online. A página do Facebook (http://www.facebook.com/cnecenaculonacional) do Cenáculo Nacional foi o meio mais utilizado para motivar os Caminheiros/Companheiros a serem parte do projeto, como por exemplo, através de publicações regulares com frases motivacionais. Também foi através da página que publicámos algumas novidades sobre o local e data dos encontros e sobre o trabalho desenvolvido pela EP do Cenáculo Nacional. Criámos uma dinâmica com as várias equipas projeto, desafiando as mesmas a enviarem fotos dos seus trabalhos. Esta dinâmica envolveu os representantes e demonstrou uma boa participação das equipas projeto dos vários núcleos/regiões. Na dinamização da página do facebook assinalámos várias datas importantes para o escutismo e para a sociedade, de modo a envolver os Caminheiros/Companheiros e consciencializá-los para várias causas. Também os aniversários dos representantes foram lembrados pela EP do Cenáculo Nacional, através do envio de um postal de parabéns, via e-mail. Durante os encontros o facebook foi a plataforma utilizada para mostrar a evolução dos trabalhos com a publicação de vídeos e fotos.

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O espaço aproveita durante toda a atividade serviu para momentos de convivio, de partilha, de animação e sobretudo serviu para fazer jus ao nome, APROVEITAR.

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o

1 ENCONTRO PEGADAS Todas as pegadas foram elaboradas recorrendo a diferentes estratégias e formatos. Assim, promovemos a surpresa e a inovação, de modo a criar formas dinâmicas de chegar aos participantes, que estão espalhados pelo país, através das tecnologias de informação. Pegada 0 – Setembro 2015 1ª pegada – Outubro 2015 ht t p s : // i s s u u . co m /ce n a u l o n a c i o n a l 1 2 /d o c s /p r i m e i ra_pegada_2fa716fa2e0bf1 2ª pegada - Outubro 2015 https://prezi.com/yo6wgmq7jveo/2a-pegada/?utm_campaign=share&utm_medium=copy 3ª pegada - Novembro 2015 https://www.youtube.com/watch?v=Q2B1Vydp4qg

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2 ENCONTRO PEGADAS As pegadas relativas ao 2º encontro foram feitas com diferentes formas, para dar continuidade à inovação e dinâmica. Sendo assim, elaboramos 4 pegadas. Pegada 0 – Fevereiro 2016

3ª pegada - Abril 2016

https://www.youtube.com/watch?v=iqTcWqGbE0g 1ª pegada – Fevereiro 2016 https://www.youtube.com/watch?v=QlzusHxuLJA 2ª pegada - Março 2016 https://prezi.com/yo6wgmq7jveo/2a-pegada/?utm_ campaign=share&utm_medium=copy

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equipa forum


forum

ANDRÉ FREITAS

MARIA CATRÉ

DANIEL GOMES 21


No 14º Ciclo, os Caminheiros/Companheiros foram verdadeiramente desafiados a “Escreverem a sua própria história”, tendo a Participação Jovem como tema dos trabalhos de Fórum. A Participação dos Jovens nos Órgãos de Tomada de Decisão é um tema cada vez mais importante e relevante no Movimento Escutista. A nível da nossa associação, o Corpo Nacional de Escutas, os jovens são envolvidos nos órgãos de tomada de decisão, quer a nível local ou de Núcleo/Região, e cada vez mais é possível ver novos modelos de participação jovem a surgirem. No entanto, a nível Nacional, tal não é verificado. Para os defensores desta política, são visíveis os frutos que tal envolvimento pode trazer ao escutismo. Para além de ser uma oportunidade educativa para todos os jovens que se envolvem nestes processos, o Movimento ganha bastante com o dinamismo jovem e com o enriquecimento que as novas gerações podem trazer a um trabalho que, no fundo, é feito para eles próprios. É importante para um movimento de juventude que, de facto, se afirme como tal e permita aos jovens contribuírem para o seu enriquecimento.

EM SUMA • Enriquecimento e dinamismo do Movimento através da perspectiva dos jovens; • Afirmação do escutismo como Movimento de jovens e não só para jovens; • Oportunidade educativa para os jovens que dela usufruem.

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1 ENCONTRO No 14º Ciclo, os Caminheiros/Companheiros foram verdadeiramente desafiados a “Escreverem a sua própria história”, tendo a Participação Jovem como tema dos trabalhos de Fórum. No primeiro encontro, os representantes começaram por compreender qual a importância de envolver os jovens nos projetos em que se inserem, nomeadamente nos órgãos de tomada de decisão que lhes dizem respeito, elaborando resultados que pretendem elevar o grau de participação dos Caminheiros/Companheiros no CNE a nível de Núcleo/Região. A Dirigente Catarina Inverno iniciou o plenário de abertura convidando-nos a refletir sobre o valor da opinião jovem na sociedade e no Escutismo, apoiando a divisa Ask the boy, que está na base do Movimento Escutista. A conformidade que deve existir entre a “Relação Educativa” e o “Aprender Fazendo”, duas das Maravilhas do Método, mereceu grande destaque, pois compreender que o jovem é o principal foco do Escutismo é essencial para a vida das Associações. Depois de uma introdução que nos deixou alerta para qual deve ser a nossa atitude se queremos fazer parte de uma associação mais de jovens do que para jovens, os representantes elaboraram propostas de Modelos de Participação Jovem para a IV secção nos Núcleos/Regiões. Após algum tempo de ponderação e discussão, os

representantes puderam ainda dar a sua opinião pessoal sobre qual o melhor Modelo a implementar no CNE e qual o Modelo que mais se adaptava à realidade do seu Núcleo/Região. Na tarde de sábado foi apresentada a problemática da inclusão de Caminheiros/Companheiros nas Mesas dos Conselhos de Núcleo/Região, uma questão pertinente, especialmente tendo em conta o tema da Participação. Os representantes tiveram oportunidade de expressar as suas convicções, sobre a forma de prós e contras, e respetivos fundamentos, a seguir ao que se procedeu a uma votação de braço no ar para aferir a opinião maioritária. Para terminar, contámos com os Dirigentes Daniela Nunes e João Cochofel (Ovelha) para partilha de opiniões e discussão sobre a Atuação do Cenáculo a nível local neste momento, o que lançou o mote para os trabalhos de tribo que se seguiram. Divididos em quatro áreas – Relação com as Juntas de Núcleo/Região, Escolha e discussão das Temáticas, Cumprimento de Propostas, e Divulgação de Resultados – os representantes elaboraram propostas para tornar o Cenáculo num melhor meio de participação nos Núcleos/Regiões.

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Atuação do Cenáculo de Núcleo/Região enquanto Modelo de Participação Jovem RELAÇÃO COM AS JUNTAS DE NÚCLEO/REGIÃO - Fomentar a colaboração das Juntas de Núcleo/Região com a Equipa Projeto de Cenáculo desde a preparação até à execução das propostas elaboradas e à divulgação dos resultados produzidos no Encontro; - Recorrer, se necessário, ao apoio dos representantes do Ciclo anterior para os primeiros contactos a estabelecer com a Junta de Núcleo/Região e respetiva Equipa Pedagógica/Departamento Pedagógico da IV; - Dar a conhecer a Equipa Projeto aos elementos da Junta de Núcleo/Região Equipa e à respetiva Equipa Pedagógica/Departamento Pedagógico da IV, passando a desenvolver-se uma comunicação próxima e ativa, trabalhando de forma sincronizada e, sempre que possível, pessoalmente; - Auscultar a Junta de Núcleo/Região e/ou respetiva Equipa Pedagógica/Departamento Pedagógico da IV quanto a propostas de temáticas adequadas e pertinentes. Sabendo que é facultativo adotar as sugestões recebidas, esta decisão deve ser tomata tendo em conta a realidade local, de modo a facilitar a aplicação das propostas em articulação com a Junta de Núcleo/Região; - Com o apoio do Observador, comunicar com Chefes de Clã/Comunidade, de forma a procurar que mais Caminheiros/Companheiros participem nos encontros de Cenáculo; - Apresentar um orçamento e relatório de contas fidedignos, detalhados, e realistas às Juntas de Núcleo/Região, a fim de garantir não só a sua confiança no projeto, mas também o seu apoio financeiro; - Enviar e explicar, se necessário, às Juntas de Núcleo/Região o conteúdo do documento “Linhas Gerais do Projeto Cenáculo”, esclarecendo os seus Objetivos Educativos Finais e o modo como a Equipa Projeto e a Junta de Núcleo/Região se devem articular, através do Observador, com o fim de realizar a atividade potenciando ao máximo os seus resultados e a divulgação dos mesmos.

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ESCOLHA DE TEMÁTICAS A DISCUTIR NOS ENCONTROS DE CENÁCULO - Auscultar os Caminheiros/Companheiros do Núcleo/Região, e respetiva Junta e/ou Equipa Pedagógica/Departamento Pedagógico da IV, quanto a propostas de temáticas adequadas e pertinentes, tendo em conta a realidade a que dizem respeito; - Optar pela discussão de temáticas que possam vir a gerar debate, conclusões e ferramentas relevantes para a ação local do CNE, e que melhorem a nossa atitude e postura enquanto cidadãos ativos na sociedade; - Desenvolver os trabalhos de Fórum com o objetivo de que a sua discussão produza propostas concretas e passíveis de implementação na sua realidade local; - Realizar trabalhos de Fórum com mais momentos de pausa, apostando em plenários dinâmicos e promovendo o descanso dos participantes e da Equipa Projeto. Isto permitirá que todos estejam mais despertos e capazes, potenciando as conclusões a obter, tornando-as mais pertinentes, inovadoras, objetivas e passíveis de ser implementadas.

ATITUDE PERANTE A DISCUSSÃO E CUMPRIMENTO DE PROPOSTAS - Auscultar previamente os Caminheiros/Companheiros, através do contacto direto com Clãs/Comunidades e/ou pela realização de momentos preparatórios, relativamente às temáticas que pretendem trabalhar, por forma a tornar mais aliciante a sua discussão no encontro de Cenáculo; - Colocar desafios relacionados com os trabalhos de Fórum nas Pegadas, para que os Caminheiros/Companheiros se possam preparar e obter melhores resultados no encontro de Cenáculo; - Proporcionar uma primeira abordagem cuidada em relação àquilo que é o Cenáculo e qual o seu propósito principalmente para os elementos que ainda não conhecem o Projeto. Tal poderá ser realizado em momento prévio ao Encontro (através de visitas aos Clãs/Comunidades, ou em Conselhos de Núcleo/Região, por exemplo) ou, em última instância, no próprio Encontro de Cenáculo; - Procurar, em particular com o apoio do Observador, que dos encontros resultem propostas concretas e realistas; - Quando apropriado, responsabilizar Caminheiros/Companheiros pelas propostas aprovadas no encontro, ficando estes incumbidos de promover a sua execução; - Informar os Caminheiros/Companheiros em relação ao cumprimento das propostas resultantes do encontro, reforçando que este compromisso é da responsabilidade de todos;

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- Recorrer ao apoio das Juntas de Núcleo/Região e respetivas Equipas Pedagógicas/Departamentos Pedagógicos da IV Secção, particularmente através do Observador, para que colaborem na execução das propostas e para que incentivem os Caminheiros/Companheiros a acompanhar esse processo.

DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS - Manter uma relação de proximidade com a Junta de Núcleo/Região e respetiva Equipa Pedagógica/Departamento Pedagógico da IV, em particular através do Observador, para que se facilite a divulgação de resultados obtidos na discussão de temáticas; - Garantir que todos os participantes tenham acesso à Carta de Cenáculo, através de documentos entregues no encontro ou posteriormente, pela sua inclusão em bases de dados ou até pela sua divulgação nas redes sociais; - Após a redação da Cyarta de Cenáculo em tempo útil, enviá-la por e- mail a todos os Caminheiros/Companheiros e Chefes de Clã/Comunidade, solicitando ainda a sua divulgação junto dos Agrupamentos por parte da Junta de Núcleo/Região; - Apresentar os resultados do encontro nos Conselhos de Núcleo/Região, formulando propostas concretas e pertinentes para serem votadas nos mesmos e sensibilizando os Caminheiros/Companheiros para utilizar esta forma de Participação Jovem instituída pelo CNE.

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1 . “CONSELHO DA IV” TIPO Consultivo OBJETIVO Criar um órgão que proponha assuntos a tratar no Conselho de Núcleo/Região antecipadamente, trabalhando em conjunto com a Equipa Pedagógica/Departamento Pedagógico da IV. COMO FUNCIONA Equipa Pedagógica da IV sugere assuntos e temas que consideram importantes. Existe um “Conselho da IV”, aberto a todos os Caminheiros/Companheiros, onde se debate e se chega a conclusões que são transmitidas pelos representantes às Equipas Pedagógicas da IV dos Núcleos/Regiões, em reunião.

CONSELHO DA IV

ASSUNTOS Equipas/Departamentos de Núcleo/Região

Conselhos locais

TRANSMITIDOS PELOS REPRESENTANTES CONCLUSÕES

REPRESENTANTES E A SUA ELEIÇÃO Existem ‘X’ representantes por Núcleo/Região, consoante a realidade, no mínimo 1. Estes representantes organizam o Conselho da IV e transmitem as suas conclusões às Equipas Pedagógicas/Departamentos Pedagógicos da IV. Os representantes são eleitos no primeiro “Conselho da IV” de cada ano. Se a Região tiver Núcleos, o representante desse Núcleo é escolhido, em Conselho, pelos Caminheiros/Companheiros do Núcleo.

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2 . “EM CAMINHO” TIPO Deliberativo OBJETIVO Promover o Envolvimento dos Caminheiros/Companheiros nas tomadas de decisão das Juntas de Núcleo/Região. COMO FUNCIONA Parceria entre a Junta de Núcleo/Região com um grupo de Caminheiros/Companheiros. Os Caminheiros/Companheiros têm voto deliberativo nas reuniões em que estejam presentes. A equipa deve participar em todas as reuniões de Núcleo/Região, apresentando as propostas e soluções dos Caminheiros /Companheiros, que lhes devem chegar através de uma plataforma informática (por exemplo e-mail), que vise facilitar a comunicação entre Caminheiros/Companheiros e esta equipa. Poderá também ser elaborado numa atividade de Núcleo/Região um documento que expresse as opiniões e resoluções dos Caminheiros/Companheiros. REPRESENTANTES E A SUA ELEIÇÃO A equipa é eleita pelos Caminheiros/Companheiros em momento próprio. O número de Caminheiros/Companheiros terá de ter em conta a realidade do Núcleo/Região. Deverá manter-se parte da equipa na renovação da mesma, que será realizada anualmente. Um elemento não pode ficar mais do que dois anos na equipa.

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3 . “COMITÉ REGIONAL/NÚCLEO DE CAMINHEIROS/COMPANHEIROS TIPO Consultivo OBJETIVO Criar ponte de comunicação entre os Caminheiros/Companheiros e a Equipa Pedagógica da IV; Melhorar a comunicação entre os Caminheiros/Companheiros; COMO FUNCIONA Existe um Comité Regional de Caminheiros/Companheiros, cujas funções são reunir trimestralmente com a Equipa Pedagógica da IV, a fim de apresentar propostas de resolução de problemas. Quando aplicável, estas propostas são também apresentadas em Conselhos de Núcleo/Região. Este comité deve organizar encontros com a função de elucidar os Caminheiros/ Companheiros sobre os conselhos de Núcleo/Região. REPRESENTANTES E A SUA ELEIÇÃO Existe uma equipa de 4 elementos no mínimo, devendo adaptar-se o número à realidade correspondente. Eleições anuais para parte da equipa, mantendo os restantes as suas funções, de modo a haver uma continuidade no trabalho.

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4 . “M.A.P.A. – MODELO DE APELOÀ PARTICIPAÇÃO ATIVA” TIPO Deliberativo OBJETIVO Dar maior projeção à IV secção; Promover maior envolvimento dos Caminheiros/Companheiros na Junta de Núcleo/Região. COMO FUNCIONA Criar uma equipa de Caminheiros/Companheiros que tem como responsabilidade alertar os Caminheiros/Companheiros para assuntos a tratar em Conselho Núcleo/Região e marcar reuniões com os Guias de Clã/Comunidade. Os coordenadores da equipa participam e têm voto deliberativo nos trabalhos do Departamento da IV secção. Os restantes elementos darão apoio consultivo aos outros Departamentos e Secretarias da Junta de Núcleo/Região. REPRESENTANTES E A SUA ELEIÇÃO Equipa de 2 a 10 elementos, eleitos por candidatura e votação em Conselhos de Núcleo/Região. Destes elementos, 2 deles seriam coordenadores que estariam integrados no Departamento da IV Secção.

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5 . CONSULTIVO “A VOZ DA IV” TIPO Consultivo OBJETIVO Criar um elo de ligação entre a Junta de Núcleo/Região; Envolver o maior número de Caminheiros/Companheiros possível. COMO FUNCIONA Este modelo de participação consiste na criação da “Voz da IV”, um órgão que servirá de facilitador à comunicação entre a Equipa Pedagógica da IV e os Caminheiros/Companheiros do Núcleo/Região. A “Voz da IV” seria constituído por elementos de diferentes Núcleos, sempre que possível. A equipa teria como função auscultar as necessidades quer das Juntas, como dos Caminheiros/Companheiros. “A Voz da IV“ realizar- se-ia integrada numa atividade de Núcleo/Região com grande adesão por parte dos Caminheiros/Companheiros. Nesta seria realizada, através de um quadro, uma votação com diversos assuntos levantados por esta equipa e respostas fechadas propostas, onde os Caminheiros/Companheiros colocariam a sua opinião. REPRESENTANTES E A SUA ELEIÇÃO Equipa de 4 elementos. A eleição seria feita primeiramente através de uma candidatura enviada à Equipa Pedagógica da IV. Depois haveria uma apresentação numa grande atividade de Núcleo/Região, onde seriam eleitos os elementos da equipa pelos restantes Caminheiros/Companheiros.

DEPARTAMENTOS DA IV

“A VOZ DA IV”

CAMINHEIROS COMPANHEIROS

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6MODELO . “COMITÉDEDEPARTICIPAÇÃO - DELIBERATIVO CAMINHEIROS6 /COMPANHEIROS” “COMITÉ DE CAMINHEIROS /COMPANHEIROS” TIPO Deliberativo

OBJETIVO Proporcionar OBJETIVO uma intervenção direta por parte dos Caminheiros/Companheiros na tomada de decisões nas Juntas de Núcleo/Região. COMO FUNCIONA Proporcionar uma intervenção direta por parte dos Caminheiros/Companheiros na tomada de decisões nas Juntas de NúO Comité será composto por: 2 coordenadores, 5 a 10 Caminheiros/Companheiros e 1 elemento da EP do Cenáculo de Núcleo/Região. cleo/Região. O Comité reúne após sair a ordem de trabalhos das reuniões da Junta de Núcleo/Região, de forma a discutir assuntos pertinentes e transmitir as conclusões através dos representantes. COMO FUNCIONA Os coordenadores terão assento reuniões gerais da Junta de Núcleo/Região e sempre que vozCenáculo dos CaminheiO Comité será composto por: nas 2 coordenadores, 5a 10 Caminheiros/Companheiros e convocados, 1 elemento sendo da EPado de ros/Companheiros, Núcleo/Região. com voto deliberativo. Será criadoreúne um e-mail Comité, parade o qual os Caminheiros/Companheiros enviar as suas propostas para disO Comité apósdo sair a ordem trabalhos das reuniões da Junta poderão de Núcleo/Região, de dúvidas forma ae discutir assuntos cussão. pertinentes e transmitir as conclusões através dos representantes. REPRESENTANTES A SUAassento ELEIÇÃOnas reuniões gerais da Junta de Núcleo/Região e sempre que convocados, sendo a voz Os coordenadoresEterão Candidaturas prévias para eleger 2 com coordenadores, enviadas em Open Call para todos os Clãs/Comunidades (antes do Cenáculo); dos Caminheiros/Companheiros, voto deliberativo. Eleições dos coordenadores por sufrágio entre os Caminheiros/Companheiros presentes nosuas cenáculo; Será criado um e-mail do (2) Comité, para ouniversal qual os de Caminheiros/Companheiros poderão enviar as dúvidas e proposCandidaturas de Caminheiros/Companheiros para o comité, preferencialmente entre 5 a 10 Caminheiros/Companheiros, que seriam estas para discussão. colhidos pelos coordenadores.

REPRESENTANTES E A SUA ELEIÇÃO Candidaturas prévias para eleger 2 coordenadores, enviadas em Open Call para todos os Clãs/Comunidades (antes do Cenáculo); Eleições dos coordenadores (2) por sufrágio universal de entre os Caminheiros/Companheiros presentes no cenáculo; Candidaturas de Caminheiros/Companheiros para o comité, preferencialmente entre 5 a 10 Caminheiros/Companheiros, que seriam escolhidos pelos coordenadores.

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7. “CONSELHO DA IV SECÇÃO” TIPO Deliberativo OBJETIVO Facilitar a comunicação entre Caminheiros/Companheiros e o Núcleo/Região, através da Equipa Pedagógica da IV Secção. COMO FUNCIONA Existe um “Conselho da IV secção”, no qual todos os Caminheiros/Companheiros têm assento. Existem 2 “embaixadores” Caminheiros/Companheiros, cuja função é trabalharem com a Equipa Pedagógica da IV secção e com a Junta de Núcleo/Região. Nas Regiões com Núcleos, de entre todos os “embaixadores” dos Núcleos são igualmente eleitos dois que estabelecem a relação entre a Junta Regional e todos os restantes “embaixadores” dos Núcleos. REPRESENTANTES E A SUA ELEIÇÃO A eleição dos dois “embaixadores” seria feita em “Conselho da IV secção”, onde todos os Caminheiros/Companheiros ativos e investidos se poderiam candidatar. Seriam votados apenas pelos Guias de Clã/Comunidade, como voto representativo da sua realidade.

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8. “CAMINHEIROS/COMPANHEIROS NO DEPARTAMENTO DA IV SECÇÃO” TIPO Deliberativo OBJETIVO Divulgar a regulamentação do CNE; Recolher opiniões e ideias dos Caminheiros/Companheiros; Comunicar decisões tomadas pela Equipa Pedagógica da IV; Aumentar a participação dos Caminheiros/Companheiros; Apresentar soluções e propostas à Equipa Pedagógica da IV. COMO FUNCIONA Equipa de Caminheiros/Companheiros integrados na Equipa Pedagógica da IV que tem como função consultar as necessidades dos Caminheiros/Companheiros e da Junta, a fim de encontrarem soluções que serão transmitidas à Equipa Pedagógica da IV Secção. A equipa tem voto deliberativo na decisão de questões da IV Secção nas reuniões da Equipa Pedagógica. REPRESENTANTES E A SUA ELEIÇÃO A equipa de Caminheiros/Companheiros teria número ímpar de elementos, proporcional a cada realidade, e os jovens seriam eleitos anualmente em Conselho de Núcleo/Região. Dois elementos da equipa anterior continuariam integrados na nova equipa para passagem de testemunho (escolhidos pela equipa anterior e pela Equipa Pedagógica da IV).

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SÚMULA GERAL DE TODOS OS MODELOS

MODELO 1 | 4%

MODELO 8 | 17% 1. Conselho da IV | Consultivo 2. EmCaminho | Deliberativo 3. Comité Regional de Caminheiros/Companheiros | Consultivo 4. M.A.P.A. | Deliberativo MODELO 7 | 3% 5. A Voz da IV | Consultivo 6. Comité de Caminheiros/Companheiros | Deliberativo 7. Conselho da IV Secção | Deliberativo 8. Caminheiros/Companheiros no departamento da IV Secção | Deliberativo

MODELO 2 | 13%

» Total de 5 modelos deliberativos e 3 consultivos.

VOTAÇÃO INDIVIDUAL NOS MODELOS 1. 3 votos 2. 10 votos 3. 15 votos 4. 16 votos 5. 3 votos 6. 16 votos 7. 2 votos 8. 13 votos

TOTAL:

MODELO 6 | 20%

MODELO 3 | 19%

MODELO 5 | 4% MODELO 4 | 20%

CONSULTIVO | 30%

TIPO DE PODER NOS PROCESSOS DE TOMADA DE DECISÃO

78 votos de 94 participantes

DELIBERATIVO | 70%

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VOTAÇÃO POR NÚCLEO/REGIÃO 1. Núcleo/Região 2. Núcleos/Regiões 3. Núcleos/Regiões 4. Núcleos/Regiões 5. 6. Núcleos/Regiões 7. 8. Núcleos/Regiões

Algarve Aveiro Beja Braga Barcelos Vila Verde Cego da Maia Braga Povoa de Lanhoso Guimarães Fafe Vieira do Minho Famalicão Bragança Coimbra Évora Guarda Lamego Leiria

1 6 10 4 0 7 0 4

Total de votos de Núcleos/Regiões | 32 Total de Núcleos/Regiões | 39 Não presentes | 2 NÃO PRESENTES | 13%

MODELO 1 | 2%

NÃO VOTARAM | 13%

MODELO 8 | 10%

MODELO 2 | 17%

CONSULTIVO | 27%

MODELO 7 | 0%

MODELO 6 | 18%

1 3 / 2 / 3 3 3 3 2 / / 4 8 0 4 6 8

Lisboa Oeste Solarius Ocidental Oriental Serra da Lua Barra Moinhos de Vento Porto Centro Norte Norte Litoral Cidade do Porto Este Douro Sul Terras de Sant Maria Portalegre e Castelo Branco Santarém Viana do Castelo Vila Real Viseu

8 3 3 3 6 2 2 8 6 3 / 6

Açores Madeira

3 6

/ 6 4 2 2 4 6

TIPO DE PODER NOS PROCESSOS DE TOMADA DE DECISÃO MODELO 3 | 22%

DELIBERATIVO | 73% MODELO 5 | 0%

MODELO 4 | 13%

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o

2 ENCONTRO No segundo encontro, os representantes do 14º ciclo começaram por escutar a Inês Rodrigues no Plenário “Cenáculo de Núcleo/Região: acabou, e agora?”, com o objetivo de compreender, por um lado, os passos que se seguem à realização de um Cenáculo local, e, por outro, o valor do papel da Comunicação nessa fase final do seu trabalho enquanto representantes. Após terem bem presente a importância de potenciarem o trabalho realizado até então, os representantes elaboraram um “banco de ideias” de como apresentar e divulgar os resultados dos Cenáculos de Núcleo/Região, por forma a melhorar o aproveitamento dos seus encontros e a promover a concretização das propostas que neles foram elaboradas. Para terminar a manhã de Sábado, a Mariana Sousa realizou uma apresentação para ambos os ciclos, que introduziu o 15º ciclo ao tema da Participação Jovem, apresentando também os resultados do primeiro encontro deste ciclo, realizado em novembro. Seguiu-se então, por parte da Equipa de Fórum, uma introdução particular ao tema deste segundo encontro: Participação Jovem dos Caminheiros/Companheiros no CNE a nível Nacional. Foi apresentado, de forma ligeira, o funcionamento geral dos órgãos centrais da nossa associação, com o apoio da infografia da atual Junta Central, focando também o local onde o Cenáculo se insere nestes mesmos órgãos, e as relações que os Caminheiros /Companheiros estabelecem com cada um deles neste momento.

Os trabalhos da tarde iniciaram-se com o Dirigente João Sousa, da Secretaria Nacional Pedagógica, e com o André Rocha, coordenador da EP do 14º Ciclo, num plenário sobre a atuação do Cenáculo a nível Nacional, desde a criação do projeto até ao que se verifica neste 14º ciclo. Este momento de reflexão lançou, de seguida, trabalhos de tribo sobre o mesmo tema. Os representantes foram divididos em quatro temáticas – Atitude dos Caminheiros/Companheiros durante a atividade e no cumprimento de propostas, Papel e Impacto no C.N.E., Divulgação e Aproveitamento de Resultados, e Escolha de Temáticas. Para terminar, recebemos o Dirigente Paulo Alexandre, que nos elucidou acerca dos vários órgãos de tomada de decisão do C.N.E. a nível Nacional, como os diferentes conselhos, explicando quais as finalidades de cada um, e de que modo é que os Caminheiros /Companheiros participam e não participam nesses órgãos. Foi aberto um momento de plenário em que cada representante pôde apresentar individualmente propostas para aumentar a participação e envolvimento da IV a este nível, havendo ainda tempo para uma sondagem que nos deu conclusões acerca da apreciação dos representantes relativamente a cada uma das propostas apresentadas. Posteriormente a esta sondagem, e após solicitação aos participantes, foram recolhidas algumas ideias e opiniões acerca das questões discutidas neste plenário.

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CENÁCULO DE NÚCLEO/REGIÃO: ACABOU, E AGORA? Como apresentar e divulgar os resultados dos cenáculos locais para que sejam postos em prática - Apresentação dos resultados do encontro em Conselho de Núcleo/Região, disponibilizando fisicamente e em formato digital documentos como o Grita Comigo, a Carta de Cenáculo e a Cyarta, e expondo as medidas de implementação das resoluções propostas; - Entrega da Carta de Cenáculo no encontro aos participantes; - Divulgação da Carta de Cenáculo posteriormente ao encontro, como forma de relembrar os participantes nas redes sociais, em Clã/Comunidade, e nos Agrupamentos; - Realização de uma avaliação intermédia da implementação da Carta de Cenáculo, por meio de reuniões ou em atividades de Guias/Arrais da realidade local; - Apresentação em Conselho de Núcleo/Região das equipas formadas para pôr em prática as conclusões do encontro de Cenáculo; - Apresentação da Cyarta aos Caminheiros/Companheiros em atividade da IV de Núcleo/Região; - Envio da Cyarta por e-mail e/ou correio para todos os Caminheiros/Companheiros do Núcleo/Região, Chefes de Clã/Comunidade, Chefes de Agrupamento e Junta de Núcleo/Região. Inclusão de um desafio para os Caminheiros/Companheiros que potencie a sua divulgação e dinamização; - Construção da Cyarta com hiperligações num índice remissivo, para uma consulta mais simples e precisa; - Publicação das conclusões dos encontros nacionais e locais na Biblioteca Digital do CNE; - Elaboração de um documento-síntese, à semelhança do “Grita Comigo” do Cenáculo Nacional, com uma descrição geral do ciclo e conclusões dos trabalhos de Fórum, para divulgação nos Conselho de Núcleo/Região e nas redes sociais; - Construção e divulgação de documentos que sintetizem o que foi abordado pelos oradores e discutido em cada apresentação em plenário; - Envio dos powerpoints e apresentações de plenário aos participantes; - Divulgação, por meio de redes sociais, das propostas elaboradas à medida que vão sendo cumpridas.

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ATUAÇÃO DO CENÁCULO A NÍVEL NACIONAL ATITUDE DOS CAMINHEIROS/COMPANHEIROS DURANTE A ATIVIDADE E NO CUMPRIMENTO DE PROPOSTAS - Ter presente que o representante deve ser consciente do compromisso e responsabilidade que assumiu, e que a sua postura é o reflexo dos resultados que se obtêm em cada encontro de Cenáculo, assim como do aproveitamento que deles é feito no CNE; - Envio de informação prévia para os representantes de Cenáculo Nacional, por parte da Equipa Projeto, acerca das temáticas a serem abordadas no encontro, incentivando-os a preparar-se, por forma a que procurem conhecer a sua realidade local quanto ao que será discutido, e a que participem forma mais ativa no encontro; - Dar privilégio aos trabalhos de tribo e não de plenário, na medida em que, potenciando maior partilha e comunicação, o trabalho se torne mais produtivo, sendo recomendável que se mantenham as mesmas tribos entre os encontros; - Incutir entre os representantes que o convívio não deve ser a principal preocupação na atividade, mas uma mera consequência da sua participação nos encontros; - Acompanhamento por parte dos representantes que terminam a sua missão relativamente àqueles que lhes sucedem a nível local, sobretudo durante a fase inicial do trabalho, partilhando a sua própria experiência; - Começar mais cedo o apoio dos Embaixadores, tendo em conta que a consciência da responsabilidade em representar vai aumentando com o tempo, sobretudo após o primeiro encontro, quando é mais forte o acompanhamento por parte da Equipa Projeto Nacional; - Informar os Caminheiros/Companheiros quanto ao que está a ser discutido ou posto em prática relativamente às propostas aprovadas no encontro, reforçando que o seu cumprimento é também um compromisso e responsabilidade de todos.

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DIVULGAÇÃO E APROVEITAMENTO DE RESULTADOS - Partilha de documentos e/ou resultados produzidos em Cenáculo Nacional na Biblioteca Digital do CNE e na Flor de Lis, anexando a informação de uma forma completa e de uma só vez, ou de uma forma faseada ao longo do ano escutista; - Divulgação dos resultados de Cenáculo Nacional (Carta e/ou Grita Comigo) nos Conselhos de Núcleo/Região, e noutras atividades de Núcleo/Região, entre as quais os encontros de Cenáculo; - Envio da Carta de Cenáculo Nacional, do Grita Comigo, e da Cyarta do ciclo por e-mail, para todas as Juntas de Núcleo/Região, com o objetivo de que cheguem a todos os Agrupamentos, Dirigentes e Caminheiros/Companheiros; - Divulgação dos resultados de Cenáculo Nacional no Conselho Nacional de Representantes, em particular através da apresentação de propostas concretas e pertinentes; - Partilha dos resultados produzidos nos encontros de Cenáculo Nacional nas várias páginas de internet das Juntas de Núcleo/Região e das equipas de Cenáculo de Núcleo/Região; - Procura de uma relação de proximidade entre a Equipa Projeto e a Equipa Nacional de Caminheiros e Companheiros, assim como com outras Equipas Pedagógicas Nacionais, para que, através do envolvimento destes na preparação do encontro, colaborem posteriormente na divulgação e execução de propostas; - Garantia de que todos os participantes tenham acesso à Carta de Cenáculo, através de documentos entregues no encontro, ou posteriormente, pela sua inclusão em bases de dados, e pela divulgação nas redes sociais; - Atualização do site do Cenáculo Nacional, incluindo nele as Cartas de Cenáculo, Gritas Comigo e Cyartas dos ciclos já realizados.

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ESCOLHA DE TEMÁTICAS - As temáticas a abordar devem ser relacionadas com o Movimento, mas também com Sociedade e Cidadania, relembrando que “O dever do escuta começa em casa” e que “O Escuta é filho de Portugal e bom cidadão”. - A abordagem às temáticas deve ser feita com base numa leitura ativa do tempo presente, atendendo às necessidades do Movimento e da Sociedade, e tendo em conta a pertinência, a adequação, e a possibilidade de se gerar mudança através da discussão dessas temáticas, produzindo resultados e propostas concretas passíveis de implementação; - Para a escolha de temáticas deverão ser consultados os Representantes do ciclo que termina e do que se inicia, e todas as secretarias do CNE, em particular a Secretaria Pedagógica (e dentro desta a Equipa Nacional do Programa Educativo e a Equipa Nacional de Caminheiros e Companheiros); em relação aos temas sobre cidadania e sociedade, deverão ser consultadas as entidades da sociedade civil com conhecimento e trabalho na matéria em causa; - O debate das temáticas deve ser feito em trabalhos de tribo com base num guião de trabalho, assentando em questões concretas, cujas respostas são apresentadas em plenário e à qual se segue discussão sobre essas propostas; - As temáticas discutidas a nível local e a nível nacional devem complementar-se mutuamente tendo em conta a realidade de cada âmbito. Em certos casos, o Cenáculo de Núcleo/Região poderá ser mais produtivo se as temáticas locais e nacionais coincidirem, tendo em conta que a Equipa Projeto estará mais preparada.

PAPEL E IMPACTO NO CNE - Criação de linhas de relacionamento direto com as Equipas Nacionais do CNE para maior facilidade na escolha de temáticas, e, sobretudo, para maior celeridade na apresentação e implementação das propostas debatidas; - Procura de apoio institucional por parte das estruturas centrais do CNE em relação ao Cenáculo, acentuando o seu caráter enquanto ferramenta informativa e consultiva dos Caminheiros/Companheiros, e transmitindo essa ideia às Juntas de Núcleo/Região; - Inclusão nos encontros de Cenáculo Nacional de um momento aberto (como a Eucaristia ou o Fogo de Conselho), que sirva para partilhar um pouco da vivência de cada encontro; - Divulgação e exposição do documento “Linhas Gerais do Projeto Cenáculo” às Juntas de Núcleo/Região, Agrupamentos e Dirigentes do CNE., esclarecendo sobretudo os objetivos educativos do Projeto.

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PARTICIPAÇÃO DOS CAMINHEIROS/COMPANHEIROS A NÍVEL NACIONAL – PROPOSTAS INTRODUÇÃO As propostas e modelos de participação jovem que se seguem foram apresentados tendo como objetivo aumentar a participação de Caminheiros/Companheiros a nível associativo no CNE. Numa amostra de 168 Caminheiros/Companheiros, presentes em Cenáculo Nacional, foram tidas em consideração as opiniões e ideias acerca do tema, em plenário, e agrupadas nos cinco grupos que se seguem: - Voto na eleição das listas candidatas à Junta Central; - Participação em Conselho Nacional de Plenário; - Participação em Conselho Nacional de Representantes; - Caminheiro/Companheiros inseridos em Equipas Nacionais; - Conselho Jovem Nacional. Todas estas propostas e as suas respetivas variantes foram posteriormente sujeitas a uma sondagem, por apreciação de cada Caminheiros/Companheiro. Segue-se a percentagem de aprovação de cada proposta: 10|10

1.

7|10 6|10 1|10

2. Ter assento em Conselho Nacional de Plenário: 2.1. Com voto Deliberativo; 2.2. Com voto Consultivo;

5|10 3|10 1|10 1|10 4|10 1|10 4|10

3. Ter assento em Conselho Nacional de Representantes: 3.1. Com eleição em separado dos Dirigentes:

9|10 5|10 2|10

4. Caminheiros/Companheiros inseridos em Equipas Nacionais: 4.1. De modo Consultivo ou Deliberativo; 4.2. Número de elementos jovens com ou sem percentagem de integração na equipa;

Voto na eleição das listas candidatas à Junta Central;

3.1.1. Como representante eleito em Conselho de Núcleo/Região por cada x agrupamentos, consoante realidade; 3.1.2. De igual modo como são eleitos os Dirigentes;

3.2. Com eleição conjunta e em pé de igualdade com os Dirigentes; 3.3. Participação limitada aos Coordenadores de Cenáculo Nacional; 3.4. Escolhidos mediante a formação dos Conselhos Jovens a nível Regional.

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1|10 1|10 1|10 2|10 3|10 9|10 2|10 1|10 3|10 1|10

4.3. Eleitos por um período determinado de tempo: 4.3.1. Apenas por 1 ano; 4.3.2. Duração de 1 mandato (3 anos);

4.4. Apenas em equipas relacionadas diretamente com a IV secção; 4.5. Em equipas com trabalhos transversais a todo o movimento (Eq. Comunicação; Ambiente, etc.) 5. Conselho Jovem Nacional, com o intuito de fornecer conteúdos necessários em momentos esporádicos a equipas nacionais: 5.1. Funcionamento: 5.1.1. Mesmo modo que os Youth Advisors da WOSM, reunindo e transmitindo ideias antes do CNP e do CNR; 5.1.2. Integrando os Conselhos Nacionais com voto deliberativo;

5.2. Eleição:

5.2.1. Seleção por candidaturas espontâneas; 5.2.2. Eleição anual de um representante por Região.

CONCLUSÕES

- É possível verificar que muitas das propostas têm baixos valores de aprovação, o que não quer necessariamente dizer que não sejam modelos apreciados pelos Caminheiros/Companheiros. Uma vez que estas propostas foram feitas a título individual em plenário, sem nenhum aprofundamento acerca do modo de funcionamento, representação e outras variáveis relativas à apresentação das propostas, torna-se mais complicado de conceber e entender o desempenho de algumas destas propostas na sua totalidade, levando a que nem todos os Caminheiros/Companheiros presentes votassem nelas. - Podemos concluir que os Caminheiros/Companheiros presentes concordam, na sua maioria, com a implementação dos cinco grupos de propostas apresentados, divergindo radicalmente apenas nas particularidades da implementação de cada uma dessas propostas, pelo que se notam valores de aprovação mais baixos nas subalíneas. - Nas propostas que apresentam a variante de serem consultivas ou deliberativas, é dada preferência a que sejam deliberativos. Do mesmo modo, é possível verificar que os Caminheiros/Companheiros preferem modelos de participação onde se possam sentir úteis e envolvidos, com um trabalho mais ativo e dinâmico. - Dos 5 grupos de propostas, a ordem de apreciação é a que se segue: • Direito a voto na eleição das listas candidatas à Junta Central; • Integração de Caminheiros/Companheiros em equipas nacionais e criação de um Conselho Jovem Nacional; • Assento em Conselho Nacional de Plenário; • Assento em Conselho Nacional de Representantes.

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OUTRAS PROPOSTAS Para além dos modelos apresentados e votados em plenário, os Caminheiros/Companheiros tiveram ainda a oportunidade de dar a sua opinião através de outros meios durante o encontro. Em seguida seguem-se algumas ideias e opiniões acerca de algumas das propostas discutidas em plenário. 1. Proposta para Conselho Nacional de Plenário a. Integração gradual no Conselho Nacional de Plenário, começando com voto consultivo e posteriormente com voto deliberativo. 2. Proposta para Conselho Nacional de Representante a. A participação em Conselho Nacional de Representantes devia ser aberta a pelo menos um Caminheiro/Companheiro por Núcleo/Região, tendo este elemento voto deliberativo sendo eleito pelo prazo de dois anos. É crucial a formação destes elementos, que irão representar uma certa realidade, para que possam espelhar a IV a nível local e nacional. b. Apesar de os coordenadores de Cenáculo Nacional não serem geralmente Caminheiros/Companheiros, conseguem facilmente obter feedback dos coordenadores locais que são representativos das realidades locais. Parece-me mais plausível ter duas pessoas representadas em Conselho Nacional de Representantes do que um por Região. c. Os Caminheiros/Companheiros podem ser eleitos em Conselho Regional para representantes no Conselho Nacional de Representantes, à parte dos Dirigentes. i. Todos os conselheiros presentes em Conselho Regional (Dirigentes e Caminheiros/Companheiros) poderão votar neste representante da IV. Caso não haja candidatura por parte de nenhum Caminheiro/Companheiro, o conjunto de Dirigentes eleitos, poderá convidar um Caminheiro /Companheiro a ser representante da IV para o Conselho Nacional de Representantes. Se este não aceitar ser representante, o grupo de representantes apenas será composto pelos Dirigentes, até nova eleição. 3. Caminheiros/Companheiros em Equipa Nacionais a. Não concordo com a presença de caminheiros (dos 18 aos 22 anos) em departamentos nacionais por obrigatoriedade, contudo penso que se deva dar a oportunidade para casos muito excecionais. 4. Conselho Jovem Nacional a. Preocupação que o Conselho Jovem Nacional entre em conflito com o Cenáculo Nacional. Isto porque ambos os modelos têm como objetivo discutir problemas pertinentes no movimento, sendo as conclusões de ambos apresentadas nos Conselhos Nacionais de Plenário. b. Talvez estejamos a ser demasiado ambiciosos e a pedir demais ao dizer que tudo deve estar aberta à participação da IV a nível nacional, enquanto nem a nível local a IV tem interesse.

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POE-TE A MEXER! 45


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1 ENCONTRO

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2 ENCONTRO

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14ยบ CICLO

Cyarta 14º Ciclo Cenáculo Nacional  

Documento oficial do Cenáculo Nacional, com todas as informações e conclusões do ciclo.

Cyarta 14º Ciclo Cenáculo Nacional  

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